{"id":14008,"date":"2022-07-28T12:00:20","date_gmt":"2022-07-28T15:00:20","guid":{"rendered":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/?p=14008"},"modified":"2026-01-30T15:39:32","modified_gmt":"2026-01-30T18:39:32","slug":"plantas-de-cobertura-no-sistema-de-plantio-direto-conheca-as-principais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/plantas-de-cobertura-no-sistema-de-plantio-direto-conheca-as-principais\/","title":{"rendered":"Plantas de cobertura do solo: conhe\u00e7a as principais"},"content":{"rendered":"<p>A utiliza\u00e7\u00e3o das plantas de cobertura \u00e9 uma das premissas da agricultura conservacionista, pois possibilita <strong>melhorar a sa\u00fade do solo de forma sustent\u00e1vel e segura<\/strong>, por meio de processos f\u00edsicos, qu\u00edmicos e biol\u00f3gicos.<\/p>\n<p>As <strong>plantas de cobertura propiciam uma<\/strong> <strong>melhoria na resposta das culturas<\/strong>, principalmente em anos de estresses ambientais, ocasionados pelas <a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/mudancas-climaticas-globais\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>mudan\u00e7as clim\u00e1ticas<\/strong><\/a>. A diversidade das plantas de cobertura \u00e9 essencial para um sistema produtivo e para a manuten\u00e7\u00e3o da sa\u00fade do solo.<\/p>\n<div style=\"background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;\">\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"font-size: 14pt;\">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!<\/span><\/strong><\/p>\n<p><script charset=\"utf-8\" type=\"text\/javascript\" src=\"\/\/js.hsforms.net\/forms\/embed\/v2.js\"><\/script><br \/>\n<script>\nhbspt.forms.create({\nregion: \"na1\",\nportalId: \"5430441\",\nformId: \"0ced5949-c607-48c5-8d39-f0179ca418eb\"\n});\n<\/script><\/p>\n<\/div>\n<h2>Import\u00e2ncia dos res\u00edduos org\u00e2nicos na prote\u00e7\u00e3o do solo<\/h2>\n<p>O aporte de res\u00edduos org\u00e2nicos \u00e9 fundamental para a cobertura do solo, no intuito de proteg\u00ea-lo do impacto das gotas de chuva e da eros\u00e3o, corroborando para uma boa qualidade estrutural, n\u00e3o somente pela adi\u00e7\u00e3o de mat\u00e9ria org\u00e2nica proveniente da rota\u00e7\u00e3o de culturas, mas tamb\u00e9m pelo fornecimento de substrato org\u00e2nico como fonte de energia para as popula\u00e7\u00f5es de <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/microrganismos-como-promotores-de-crescimento-de-plantas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">microrganismos do solo<\/a><\/strong>, que agem na produ\u00e7\u00e3o do carbono da biomassa microbiana, atuando como agente de estabiliza\u00e7\u00e3o dos agregados do solo, contribuindo com o sequestro de carbono, ciclagem e din\u00e2mica de nutrientes.<\/p>\n<p>H\u00e1 uma gama de plantas de coberturas utilizadas nos tr\u00f3picos e subtr\u00f3picos, ligadas a servi\u00e7os de ecossist\u00eamicos, aplicados em sistemas de cultivos anuais ou perenes. Sua ado\u00e7\u00e3o depende exclusivamente das diferen\u00e7as clim\u00e1ticas regionais e pela ado\u00e7\u00e3o, ou n\u00e3o, do sistema de plantio direto.<\/p>\n<p>O preparo do solo e as culturas utilizadas, possuem efeito preponderante sobre a estrutura do solo e, consequentemente, os fluxos de \u00e1gua e ar. A <strong>degrada\u00e7\u00e3o do solo pode ser considerada uma das amea\u00e7as mais graves para o ecossistema<\/strong>, pois compromete a fun\u00e7\u00e3o do solo pelas mais diferentes causas, seja por eros\u00e3o, compacta\u00e7\u00e3o, redu\u00e7\u00e3o nos estoques de carbono do solo e perda de mat\u00e9ria org\u00e2nica e nutrientes, acarretando menores produtividades.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/conteudo.rehagro.com.br\/ebook-como-obter-sucesso-no-plantio?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-sucesso-plantio&amp;utm_medium=blog\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-39606 size-full\" title=\"Clique e baixe o e-book gr\u00e1tis!\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-plantio-graos.png\" alt=\"E-book 7 passos para obter sucesso no plantio de gr\u00e3os\" width=\"980\" height=\"317\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-plantio-graos.png 980w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-plantio-graos-300x97.png 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-plantio-graos-768x248.png 768w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-plantio-graos-370x120.png 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-plantio-graos-270x87.png 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-plantio-graos-740x239.png 740w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-plantio-graos-150x49.png 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px\" \/><\/a><\/p>\n<h2>O que \u00e9 Sistema de Plantio Direto?<\/h2>\n<p>O <strong>Sistema de Plantio Direto (SPD)<\/strong> \u00e9 um componente chave para o manejo sustent\u00e1vel do solo, sendo definido pela aplica\u00e7\u00e3o de tr\u00eas princ\u00edpios:<\/p>\n<ol>\n<li>N\u00e3o revolvimento ou menor dist\u00farbio mec\u00e2nico do solo;<\/li>\n<li>Cobertura do solo pela palhada;<\/li>\n<li>Diversifica\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies de cultivo (rota\u00e7\u00e3o de culturas, sucess\u00e3o de culturas e cons\u00f3rcio de culturas).<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/sistema-de-plantio-direto-no-brasil\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">No Brasil<\/a><\/strong>, estima-se que tenha uma \u00e1rea de aproximadamente <strong>35 milh\u00f5es de hectares de lavouras de gr\u00e3os sob sistema de plantio direto<\/strong>.<\/p>\n<p>Os principais fatores para a ado\u00e7\u00e3o generalizada do SPD s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li>Redu\u00e7\u00e3o nos <a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/custos-de-producao-agricola\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>custos de produ\u00e7\u00e3o<\/strong><\/a> e economia de tempo;<\/li>\n<li>Flexibilidade t\u00e9cnica na semeadura, aplica\u00e7\u00e3o de corretivos, fertilizantes e controle de plantas daninhas;<\/li>\n<li>Produtividade igual ou maior e mais estabilidade ao longo do tempo;<\/li>\n<li>Maior prote\u00e7\u00e3o do solo contra eros\u00e3o h\u00eddrica e e\u00f3lica;<\/li>\n<li>Maior efici\u00eancia na absor\u00e7\u00e3o de nutrientes pela planta;<\/li>\n<li>Redu\u00e7\u00e3o de custos e redu\u00e7\u00e3o dos problemas de controle de pragas e doen\u00e7as;<\/li>\n<li>Maior efici\u00eancia no armazenamento e capta\u00e7\u00e3o de \u00e1gua pelas plantas.<\/li>\n<\/ul>\n<p>A rota\u00e7\u00e3o de culturas \u00e9 definida como a <strong>altern\u00e2ncia ordenada de diferentes culturas<\/strong>, em um determinado ciclo, na mesma \u00e1rea e na mesma esta\u00e7\u00e3o do ano. A sucess\u00e3o de culturas consiste no <strong>ordenamento de duas culturas na mesma \u00e1rea agr\u00edcola<\/strong> por tempo indeterminado, cada uma cultivada em uma esta\u00e7\u00e3o do ano.<\/p>\n<p>Sendo assim, modelos de sistemas de produ\u00e7\u00e3o envolvendo a rota\u00e7\u00e3o de culturas se tornam mais complexos, envolvendo maior diversifica\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies vegetais em compara\u00e7\u00e3o \u00e0 sucess\u00e3o de culturas.<\/p>\n<p>Para dimensionamento do sistema de produ\u00e7\u00e3o que apresente resili\u00eancia, a ado\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias para diversifica\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies vegetais que envolvam rota\u00e7\u00e3o, sucess\u00e3o e cons\u00f3rcio de culturas, se torna fator fundamental.<\/p>\n<p>A implanta\u00e7\u00e3o de um sistema de produ\u00e7\u00e3o diversificado deve garantir n\u00e3o causar transtornos operacionais ou econ\u00f4micos, tendo em vista que a diversifica\u00e7\u00e3o de culturas aumenta o grau de complexidade das tarefas a serem executadas.<\/p>\n<p>Sendo assim, para um modelo de produ\u00e7\u00e3o envolvendo a primeira e segunda safra para regi\u00f5es com clima subtropical e tropical, est\u00e3o como exemplo na figura a seguir.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-10819\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/sistema-rotacao-centro-oeste.png\" alt=\"Rota\u00e7\u00e3o de culturas no Centro Oeste\" width=\"748\" height=\"184\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/sistema-rotacao-centro-oeste.png 748w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/sistema-rotacao-centro-oeste-300x74.png 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/sistema-rotacao-centro-oeste-370x91.png 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/sistema-rotacao-centro-oeste-270x66.png 270w, 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decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-10822\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/sistema-rotacao-sudeste.png\" alt=\"Rota\u00e7\u00e3o de culturas no Sudeste\" width=\"740\" height=\"304\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/sistema-rotacao-sudeste.png 740w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/sistema-rotacao-sudeste-300x123.png 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/sistema-rotacao-sudeste-370x152.png 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/sistema-rotacao-sudeste-270x111.png 270w\" sizes=\"auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px\" \/> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-10823\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/sistema-rotacao-norte-nordeste.png\" alt=\"Rota\u00e7\u00e3o de culturas no Norte e Nordeste\" width=\"747\" height=\"191\" 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apresentam a capacidade de fixar biologicamente o nitrog\u00eanio e disponibiliz\u00e1-lo para a cultura sucessora.<\/p>\n<p>As leguminosas com potencial de utiliza\u00e7\u00e3o para <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/adubacao-verde-beneficios\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">aduba\u00e7\u00e3o verde<\/a><\/strong>, se destacam:<\/p>\n<ul>\n<li>A crotal\u00e1ria (<i>Crotalaria juncea<\/i>);<\/li>\n<li>O guandu-an\u00e3o (<i>Cajanus cajan<\/i>);<\/li>\n<li>O feij\u00e3o-de-porco (<i>Canavalia ensiformis<\/i>);<\/li>\n<li>A mucuna-preta (<i>Mucuna aterrima<\/i>).<\/li>\n<\/ul>\n<p>As gram\u00edneas apresentam alto grau de rusticidade, elevado ac\u00famulo de mat\u00e9ria verde, atuam como reguladoras da temperatura e umidade do solo e diminuem os riscos de eros\u00e3o pela alta rela\u00e7\u00e3o C\/N e menor velocidade de decomposi\u00e7\u00e3o da biomassa vegetal.<\/p>\n<h2>Quais op\u00e7\u00f5es de plantas de cobertura para SPD?<\/h2>\n<h3>1. Braqui\u00e1rias (<i>Urocloa brizantha, U. decubens, U. ruziziensis<\/i>)<\/h3>\n<h4>\u00c9poca de semeadura<\/h4>\n<ul>\n<li><i><span style=\"font-weight: 400;\">U. brizantha<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> &#8211; outubro a fevereiro;<\/span><\/li>\n<li><i><span style=\"font-weight: 400;\">U. decumbens<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> &#8211; outubro a fevereiro;<\/span><\/li>\n<li><i><span style=\"font-weight: 400;\">U. ruziziensis<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> &#8211; novembro a fevereiro.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<h4>Semeadura<\/h4>\n<ul>\n<li><i><span style=\"font-weight: 400;\">U. brizantha<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> &#8211; 320 PVC em linha, 520 PVC \u00e0 lan\u00e7o;<\/span><\/li>\n<li><i><span style=\"font-weight: 400;\">U. decumbens<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> &#8211; 300 PVC em linha, 600 PVC \u00e0 lan\u00e7o;<\/span><\/li>\n<li><i><span style=\"font-weight: 400;\">U. ruziziensis<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> &#8211; 350 PVC em linha, 550 PVC \u00e0 lan\u00e7o.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>*PVC, ponto de valor cultural; Quantidade m\u00ednima de sementes = PVC \/ %VC, onde %VC = valor cultural<\/strong><\/p>\n<h4>Ciclo at\u00e9 o florescimento<\/h4>\n<p>\u00c9poca de florescimento depender\u00e1 da cultivar selecionada e, para alguns casos, tamb\u00e9m do fotoper\u00edodo.<\/p>\n<ul>\n<li><i>U. brizantha<\/i> &#8211; 70 a 180 DAS*;<\/li>\n<li><i>U. decumbens<\/i> &#8211; 70 a 120 DAS;<\/li>\n<li><i>U. ruziziensis<\/i> &#8211; 40 a 50 DAS.<\/li>\n<\/ul>\n<p>*DAS = dias ap\u00f3s a semeadura<\/p>\n<h4>H\u00e1bito de crescimento<\/h4>\n<ul>\n<li><i><span style=\"font-weight: 400;\">U. brizantha<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> &#8211; touceiras eretas;<\/span><\/li>\n<li><i><span style=\"font-weight: 400;\">U. decumbens<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> &#8211; touceiras decumbentes;<\/span><\/li>\n<li><i><span style=\"font-weight: 400;\">U. ruziziensis<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> &#8211; touceiras semieretas.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<h4>Produ\u00e7\u00e3o de biomassa<\/h4>\n<p><i>U. brizantha<\/i>:<\/p>\n<ul>\n<li><span style=\"font-weight: 400;\">Biomassa: 12 a 27 t\/ha\/ano;<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-weight: 400;\">Massa seca: 8 a 20 t\/ha\/ano.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<p><i>U. decumbens<\/i>:<\/p>\n<ul>\n<li><span style=\"font-weight: 400;\">Biomassa: 20 a 30 t\/ha\/ano;<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-weight: 400;\">Massa seca: 12 a 15 t\/ha\/ano.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<p><i>U. ruziziensis<\/i>:<\/p>\n<ul>\n<li><span style=\"font-weight: 400;\">Biomassa: 20 a 40 t\/ha\/ano;<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-weight: 400;\">Massa seca: 12 a 16 t\/ha\/ano.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<h3>2. Crotal\u00e1rias (<i>Crotalaria breviflora; C. juncea; C. ochroleuca; C. spectabilis<\/i>)<\/h3>\n<h4>\u00c9poca de semeadura<\/h4>\n<ul>\n<li><i>C. breviflora: <\/i>Outubro a novembro \u2013 Recomendado; Dezembro a janeiro &#8211; Algumas restri\u00e7\u00f5es.<\/li>\n<li><i>C. juncea: <\/i>Antecipado: Setembro; Recomendado: Outubro a Novembro; Segunda safra &#8211; tardio: Dezembro a Mar\u00e7o.<\/li>\n<li><i>C. ochroleuca: <\/i>Outubro a novembro \u2013 Recomendado; Dezembro a mar\u00e7o &#8211; Tardia.<\/li>\n<li><i>C. spectabilis: <\/i>\u00c9poca ideal: Outubro a Novembro; Segunda safra &#8211; tardia: Dezembro a fevereiro.<\/li>\n<\/ul>\n<h4>Semeadura<\/h4>\n<p><i>C. breviflora;<\/i><\/p>\n<ul>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\">Linha: Espa\u00e7amento de 0,5 m entre linhas, totalizando 12 kg\/ha. De 2 a 3 cm de profundidade;<\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\">Lan\u00e7o: 25 kg\/ha de sementes e cobertas com solo ap\u00f3s o lan\u00e7o.<\/li>\n<\/ul>\n<p><i>C. juncea<\/i><\/p>\n<ul>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\">Linha: 25 a 40 sementes\/m, totalizando, 25 a 40 kg\/ha. Com espa\u00e7amento de 0,25 a 0,50 cm entre linhas;<\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\">Lan\u00e7o: 20% de sementes a mais e cobertas com solo ap\u00f3s o lan\u00e7o.<\/li>\n<\/ul>\n<p><i>C. ochroleuca<\/i><\/p>\n<ul>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\">Linha: Espa\u00e7amento de 0,5 m entre linhas, 10 kg\/ha, profundidade de 2 a 3 cm;<\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\">Lan\u00e7o: 12 kg\/ha de sementes e cobertas com solo ap\u00f3s o lan\u00e7o.<\/li>\n<\/ul>\n<p><i>C. spectabilis<\/i><\/p>\n<ul>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\">Linha: 30 sementes\/m, totalizando 12 a 15 kg\/ha. Com espa\u00e7amento de 0,40 a 0,50 cm entre linhas;<\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\">Lan\u00e7o: 20% de sementes a mais e cobertas com solo ap\u00f3s o lan\u00e7o;<\/li>\n<\/ul>\n<h4>Ciclo at\u00e9 o florescimento<\/h4>\n<ul>\n<li><i>C. breviflora: <\/i>Florescimento ocorre de 90 a 100 dias ap\u00f3s o plantio.<\/li>\n<li><i>C. juncea: <\/i>Florescimento ocorre de 70 a 130 dias ap\u00f3s o plantio.<\/li>\n<li><i>C. ochroleuca: <\/i>Florescimento ocorre de 120 a 135 dias ap\u00f3s a semeadura.<\/li>\n<li><i>C. spectabilis: <\/i>Florescimento ocorre de 110 a 140 dias ap\u00f3s o plantio;<\/li>\n<\/ul>\n<p><b>Produ\u00e7\u00e3o de biomassa<\/b><\/p>\n<ul>\n<li><i>C. breviflora: <\/i>Biomassa: 15-20 t\/ha; Massa seca: 3-5 t\/ha.<\/li>\n<li><i>C. juncea: <\/i>Biomassa: 35-60 t\/ha; Massa seca: 10 &#8211; 15 t\/ha.<\/li>\n<li><i>C. ochroleuca: <\/i>Biomassa: 20-30 t\/ha; Massa seca: 7-10 t\/ha.<\/li>\n<li><i>C. spectabilis: <\/i>Biomassa: 20-30 t\/ha; Massa seca: 4 &#8211; 6 t\/ha.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>3. Girassol (<i>Helianthus annuus<\/i>)<\/h3>\n<h4>\u00c9poca de semeadura<\/h4>\n<ul>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\"><span style=\"font-weight: 400;\">Sul e Centro Sul: Setembro a janeiro; <\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\"><span style=\"font-weight: 400;\">Safrinha \u2013 Centro do Brasil: Janeiro a mar\u00e7o.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<h4>Semeadura<\/h4>\n<ul>\n<li>3-20 kg\/ha (\u00e9poca ideal);<\/li>\n<\/ul>\n<h4>Ciclo at\u00e9 o florescimento<\/h4>\n<ul>\n<li><span style=\"font-weight: 400;\">60 &#8211; 80 dias ap\u00f3s a semeadura;<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<h4>Produ\u00e7\u00e3o de biomassa<\/h4>\n<ul>\n<li>40 &#8211; 70 t\/ha; Massa seca: 7 &#8211; 15 t\/ha.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>4. Milheto (<i>Pennisetum glaucum<\/i>)<\/h3>\n<h4>\u00c9poca de semeadura<\/h4>\n<ul>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\"><span style=\"font-weight: 400;\">Antecipado: Setembro; <\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\"><span style=\"font-weight: 400;\">\u00c9poca ideal: Outubro \u00e0 novembro; <\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\"><span style=\"font-weight: 400;\">Segunda safra &#8211; tardio: Dezembro a maio;<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<h4>Produ\u00e7\u00e3o de forragem<\/h4>\n<ul>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\"><span style=\"font-weight: 400;\">15 a 20 kg\/ha, 17 a 34 cm de espa\u00e7amento entre linhas; Cobertura do solo: 15 &#8211; 40 kg\/ha e 15 cm de espa\u00e7amento entre linhas; Reforma de pasto \u00e1 lan\u00e7o: 20 a 25 kg\/ha;<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<h4>Ciclo at\u00e9 o florescimento<\/h4>\n<ul>\n<li>45 &#8211; 50 dias;<\/li>\n<\/ul>\n<h4>Produ\u00e7\u00e3o de biomassa<\/h4>\n<ul>\n<li>50 &#8211; 60 t\/ha; Massa seca: 8 &#8211; 15 t\/ha.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>5. Pain\u00e7o (<i>Panicum miliaceum<\/i>)<\/h3>\n<h4>\u00c9poca ideal de semeadura<\/h4>\n<ul>\n<li><span style=\"font-weight: 400;\">Setembro a dezembro; <\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-weight: 400;\">Safrinha: Janeiro at\u00e9 a primeira quinzena de mar\u00e7o.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<h4>Semeadura<\/h4>\n<ul>\n<li><span style=\"font-weight: 400;\">12 a 15 kg\/ha<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<h4>Ciclo at\u00e9 o florescimento<\/h4>\n<ul>\n<li>Ocorre cerca de 40-45 dias ap\u00f3s \u00e0 semeadura.<\/li>\n<\/ul>\n<h4>Produ\u00e7\u00e3o de biomassa<\/h4>\n<ul>\n<li>6 a 12 t\/ha<\/li>\n<\/ul>\n<h3>6. Trigo mourisco (<i>Fagopyrum esculentum<\/i>)<\/h3>\n<h4>\u00c9poca ideal de semeadura<\/h4>\n<ul>\n<li><span style=\"font-weight: 400;\">Outubro a dezembro; <\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-weight: 400;\">Com restri\u00e7\u00f5es: Janeiro a Mar\u00e7o.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<h4>Semeadura<\/h4>\n<ul>\n<li>60-65 kg\/ha;<\/li>\n<li>A lan\u00e7o: 70-80 kg\/ha.<\/li>\n<\/ul>\n<h4>Ciclo at\u00e9 o florescimento<\/h4>\n<ul>\n<li>35 a 50 dias;<\/li>\n<\/ul>\n<h4>Produ\u00e7\u00e3o de biomassa<\/h4>\n<ul>\n<li>15 a 28 t\/ha; Massa seca: 3 a 6 t\/ha.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>7. Aveia (<i>Avena sativa; Avena strigosa<\/i>)<\/h3>\n<h4>\u00c9poca de semeadura<\/h4>\n<ul>\n<li><i><span style=\"font-weight: 400;\">A. sativa: <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">Mar\u00e7o a julho.<\/span><\/li>\n<li><i><span style=\"font-weight: 400;\">A. strigosa: <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">Mar\u00e7o a julho.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<h4>Semeadura<\/h4>\n<ul>\n<li><i>A. sativa: <\/i>50 a 60 kg\/ha.<\/li>\n<li><i>A. strigosa: <\/i>60 a 90 kg\/ha.<\/li>\n<\/ul>\n<h4>Ciclo at\u00e9 o florescimento<\/h4>\n<ul>\n<li><i><span style=\"font-weight: 400;\">A. sativa: <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">80 a 110 dias.<\/span><\/li>\n<li><i><span style=\"font-weight: 400;\">A. strigosa: <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">80 a 110 dias.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<p><b>Produ\u00e7\u00e3o de biomassa<\/b><\/p>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify;\"><i>A. sativa: <\/i>Biomassa: 30 a 50 t\/ha; Massa seca: 7 a 15 t\/ha.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><i>A. strigosa: <\/i>Biomassa: 30 a 60 t\/ha; Massa seca: 5 a 10 t\/ha.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>8. Canola (<i>Brassica napus<\/i>)<\/h3>\n<h4>\u00c9poca de semeadura<\/h4>\n<ul>\n<li>Mar\u00e7o a junho;<\/li>\n<\/ul>\n<h4>Semeadura<\/h4>\n<ul>\n<li>3 a 4 kg\/ha de sementes;<\/li>\n<\/ul>\n<h4>Ciclo at\u00e9 o florescimento<\/h4>\n<ul>\n<li>50 a 70 dias;<\/li>\n<\/ul>\n<h4>Produ\u00e7\u00e3o de biomassa<\/h4>\n<ul>\n<li>20 a 30 t\/ha; Massa seca: 2 a 3 t\/ha.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>9. Centeio (<i>Secale cereale<\/i>)<\/h3>\n<h4>\u00c9poca de semeadura<\/h4>\n<ul>\n<li>Mar\u00e7o a Julho<\/li>\n<\/ul>\n<h4>Semeadura<\/h4>\n<ul>\n<li>40 a 60 kg\/ha<\/li>\n<\/ul>\n<h4>Ciclo at\u00e9 o florescimento<\/h4>\n<ul>\n<li>60 a 90 dias<\/li>\n<\/ul>\n<h4>Produ\u00e7\u00e3o de biomassa<\/h4>\n<ul>\n<li>20 a 30 t\/ha; massa seca: 4 a 10 t\/ha<\/li>\n<\/ul>\n<h3>10. Cevada (<i>Hordeum vulgare<\/i>)<\/h3>\n<h4>\u00c9poca de semeadura<\/h4>\n<ul>\n<li>Mar\u00e7o a maio;<\/li>\n<\/ul>\n<h4>Semeadura<\/h4>\n<ul>\n<li>100 a 150 kg\/ha;<\/li>\n<\/ul>\n<h4>Ciclo at\u00e9 o florescimento<\/h4>\n<ul>\n<li>80 a 90 dias;<\/li>\n<\/ul>\n<h4>Produ\u00e7\u00e3o de biomassa<\/h4>\n<ul>\n<li>3 a 5 t\/ha de massa seca.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>11. Triticale (<i>X Triticosecale<\/i>)<\/h3>\n<h4>\u00c9poca de semeadura<\/h4>\n<ul>\n<li>Mar\u00e7o a maio;<\/li>\n<\/ul>\n<h4>Semeadura<\/h4>\n<ul>\n<li>80 a 120 kg de sementes\/ha;<\/li>\n<\/ul>\n<h4>Ciclo at\u00e9 o florescimento<\/h4>\n<ul>\n<li>70 a 85 dias;<\/li>\n<\/ul>\n<h4>Produ\u00e7\u00e3o de biomassa<\/h4>\n<ul>\n<li>9 a 10 t\/ha; Massa seca 4 a 7 t\/ha.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-16049 size-medium\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/alessandro-alvarenga-300x96.jpg\" alt=\"Alessandro Alvarenga\" width=\"300\" height=\"96\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/alessandro-alvarenga.jpg 975w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A utiliza\u00e7\u00e3o das plantas de cobertura \u00e9 uma das premissas da agricultura conservacionista, pois possibilita melhorar a sa\u00fade do solo de forma sustent\u00e1vel e segura, por meio de processos f\u00edsicos, qu\u00edmicos e biol\u00f3gicos. 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