{"id":13990,"date":"2022-07-26T12:16:49","date_gmt":"2022-07-26T15:16:49","guid":{"rendered":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/?p=13990"},"modified":"2026-01-30T14:17:43","modified_gmt":"2026-01-30T17:17:43","slug":"principais-doencas-da-soja","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/principais-doencas-da-soja\/","title":{"rendered":"Doen\u00e7as da soja: conhe\u00e7a as principais e como control\u00e1-las"},"content":{"rendered":"<p>As doen\u00e7as se apresentam como um dos fatores preponderantes, visando o impedimento de atingir o potencial de produ\u00e7\u00e3o da cultura da soja, que podem afetar desde a germina\u00e7\u00e3o at\u00e9 o final do enchimento de gr\u00e3os.<\/p>\n<p>As enfermidades podem ser causadas por fungos, bact\u00e9rias, v\u00edrus e <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/nematoides-no-sistema-de-producao-de-graos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">nematoides<\/a><\/strong>. Sua import\u00e2ncia econ\u00f4mica varia de safra a safra e de regi\u00e3o para regi\u00e3o, dependendo das condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas de cada safra. Suas perdas anuais s\u00e3o estimadas de 15 a 20%. <strong>Algumas doen\u00e7as, entretanto, podem ocasionar perdas de at\u00e9 100%.<\/strong><\/p>\n<p>O planejamento da safra deve levar em considera\u00e7\u00e3o as doen\u00e7as mais comuns na regi\u00e3o, \u00e9poca na qual ocorrem previs\u00e3o clim\u00e1tica e infraestrutura da propriedade.<\/p>\n<div style=\"background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;\">\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"font-size: 14pt;\">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!<\/span><\/strong><\/p>\n<p><script charset=\"utf-8\" type=\"text\/javascript\" src=\"\/\/js.hsforms.net\/forms\/embed\/v2.js\"><\/script><br \/>\n<script>\nhbspt.forms.create({\nregion: \"na1\",\nportalId: \"5430441\",\nformId: \"0ced5949-c607-48c5-8d39-f0179ca418eb\"\n});\n<\/script><\/p>\n<\/div>\n<p>Deve-se evitar a introdu\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as na \u00e1rea utilizando semente certificada &#8211; quando necess\u00e1rio tratadas com fungicidas. A \u00e9poca de semeadura pode significar em maior ou menor n\u00famero de <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/fungicidas-agricolas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">aplica\u00e7\u00f5es de fungicidas<\/a><\/strong>, em fun\u00e7\u00e3o da ocorr\u00eancia da doen\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o ao est\u00e1dio fenol\u00f3gico da cultura.<\/p>\n<p>O complexo de doen\u00e7as pode causar diversos danos \u00e0 lavoura, prejudicando a qualidade dos gr\u00e3os, tendo como principais problemas: desfolha precoce, tombamento de plantas, queda na produtividade, matura\u00e7\u00e3o precoce, redu\u00e7\u00e3o da atividade fotossint\u00e9tica, redu\u00e7\u00e3o da qualidade dos gr\u00e3os e redu\u00e7\u00e3o no estande de plantas.<\/p>\n<p>Os fungicidas devem ser usados da maneira correta, com dose, \u00e9poca de aplica\u00e7\u00e3o e condi\u00e7\u00f5es de aplica\u00e7\u00e3o que possibilitem o controle efetivo dos pat\u00f3genos, sem o risco de selecionar popula\u00e7\u00f5es resistentes a eles.<\/p>\n<h2>Principais doen\u00e7as da soja<\/h2>\n<ul>\n<li>Antracnose;<\/li>\n<li>Cancro da haste;<\/li>\n<li>Doen\u00e7a de final de ciclo &#8211; DFC;<\/li>\n<li>Ferrugem asi\u00e1tica;<\/li>\n<li>Mancha-alvo;<\/li>\n<li>Mancha olho-de-r\u00e3;<\/li>\n<li>M\u00edldio;<\/li>\n<li>Mofo-branco;<\/li>\n<li>O\u00eddio;<\/li>\n<li>Podrid\u00e3o vermelha da raiz;<\/li>\n<li>Nematoide de cisto;<\/li>\n<li>Nematoide das galhas;<\/li>\n<li>Nematoide das les\u00f5es radiculares;<\/li>\n<li>Nematoide da haste verde da soja.<\/li>\n<\/ul>\n<p><a href=\"https:\/\/conteudo.rehagro.com.br\/guia-principais-doencas-soja?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-doencas-soja&amp;utm_medium=blog\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-39623 size-full\" title=\"Clique e baixe o material gratuitamente!\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-guia-doencas-soja.png\" alt=\"Guia Principais doen\u00e7as da soja\" width=\"980\" height=\"317\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-guia-doencas-soja.png 980w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-guia-doencas-soja-300x97.png 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-guia-doencas-soja-768x248.png 768w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-guia-doencas-soja-370x120.png 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-guia-doencas-soja-270x87.png 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-guia-doencas-soja-740x239.png 740w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-guia-doencas-soja-150x49.png 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px\" \/><\/a><\/p>\n<h2>1. Antracnose<\/h2>\n<ul>\n<li><strong>Agente causador:<\/strong> <i>Colletotrichum truncatum, C. sojae, C. plurivorum.<\/i><\/li>\n<\/ul>\n<h3>Sintomas<\/h3>\n<p>Na parte a\u00e9rea das plantas, o principal sintoma \u00e9 a <strong>queda e o apodrecimento de vagens<\/strong>. As vagens em in\u00edcio de forma\u00e7\u00e3o, quando infectadas, adquirem colora\u00e7\u00e3o castanho-escura a negra, abortam a forma\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os e ficam retorcidas.<\/p>\n<p>No <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/identificacao-dos-estadios-fenologicos-da-soja\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">enchimento de gr\u00e3os (R5 e R6)<\/a><\/strong>, as les\u00f5es se iniciam por pontos encharcados (anasarca) e evoluem para manchas negras circulares. Os pontos escuros nas les\u00f5es s\u00e3o as estruturas de reprodu\u00e7\u00e3o do fungo (ac\u00e9rvulos). Nas hastes, nos pec\u00edolos e nos ramos florais, a doen\u00e7a se manifesta por manchas negras, ligeiramente deprimidas e brilhantes. Nas folhas, geralmente s\u00e3o observadas les\u00f5es necr\u00f3ticas pretas sobre as nervuras.<\/p>\n<h3>Condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis<\/h3>\n<p>Para germinar, o fungo precisa de, pelo menos, 12 horas de molhamento foliar, por isso a infec\u00e7\u00e3o ocorre em per\u00edodos chuvosos ou com alta umidade.<\/p>\n<h3>Dissemina\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>Deve-se evitar a introdu\u00e7\u00e3o do fungo na \u00e1rea utilizando sementes sadias e\/ou tratadas com fungicidas.<\/p>\n<h3>Manejo da antracnose<\/h3>\n<p>O controle da antracnose \u00e9 mais eficiente com a ado\u00e7\u00e3o de medidas que afetam a sobreviv\u00eancia do fungo e que evitam proporcionar condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis \u00e0 infec\u00e7\u00e3o, como rota\u00e7\u00e3o de culturas, aduba\u00e7\u00e3o adequada (principalmente com pot\u00e1ssio), popula\u00e7\u00e3o de plantas adequadas a cultivar e manejo eficiente de pragas (principalmente percevejos) e de plantas invasoras.<\/p>\n<h2>2. Cancro da haste<\/h2>\n<ul>\n<li><strong>Agente causador<\/strong>: <i><span style=\"font-weight: 400;\">Diaporthe aspalathi; D. caulivora.<\/span><\/i><\/li>\n<\/ul>\n<h3>Sintomas<\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">As duas esp\u00e9cies de fungo causam sintomas nas hastes e nas folhas, que se iniciam por pequenos pontos negros que evoluem para <strong>les\u00f5es que se tornam castanho-avermelhadas a negras,<\/strong> alongadas e el\u00edpticas e adquirem colora\u00e7\u00e3o castanho-clara com bordas castanho-avermelhadas. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">As les\u00f5es s\u00e3o profundas e a colora\u00e7\u00e3o da medula necrosada varia de castanho-avermelhada em planta ainda verde, a castanho-clara a arroxeada, em haste seca. As <strong>folhas ficam amareladas e com necrose<\/strong> entre as nervuras (folha carij\u00f3). As folhas permanecem presas \u00e0 planta.<\/span><\/p>\n<h3>Condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis<\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Per\u00edodos prolongados de alta umidade favorecem a produ\u00e7\u00e3o de estruturas reprodutivas, beneficiando a dispers\u00e3o dos esporos e infec\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<h3>Dissemina\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Sobrevivem em restos culturais e s\u00e3o disseminadas por sementes contaminadas.<\/span><\/p>\n<h3>Manejo do cancro da haste<\/h3>\n<p>As medidas de controle s\u00e3o uso de cultivares resistentes (forma mais econ\u00f4mica e eficiente), tratamento de semente, rota\u00e7\u00e3o\/sucess\u00e3o de culturas, semeadura com maior espa\u00e7amento entre as linhas e entre as plantas e aduba\u00e7\u00e3o equilibrada (principalmente com pot\u00e1ssio).<\/p>\n<h2>3. Doen\u00e7a de final de ciclo &#8211; DFC<\/h2>\n<ul>\n<li><strong>Agente causador<\/strong>\n<ul>\n<li>Crestamento foliar: <i>Cercospora kikuchii;<\/i><\/li>\n<li>Mancha-parda:<i> Septoria glycines.<\/i><\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Sintomas<\/h3>\n<p><i>Cercospora kikuchii<\/i> pode atacar folhas, pec\u00edolos, hastes, vagens e sementes.<\/p>\n<p>Nas folhas, os sintomas s\u00e3o caracterizados por pontua\u00e7\u00f5es escuras, castanho-avermelhadas, com bordas irregulares, as quais coalescem e formam <strong>grandes manchas escuras que resultam em crestamento e desfolha prematura<\/strong>, iniciando pelas folhas do ter\u00e7o superior da planta. Tamb\u00e9m pode ser observada necrose nas nervuras das folhas.<\/p>\n<p>Nas hastes e nos pec\u00edolos, o fungo causa manchas avermelhadas, geralmente superficiais. Quando a infec\u00e7\u00e3o ocorre na parte dos n\u00f3s, o fungo pode penetrar na haste e causar necrose, de colora\u00e7\u00e3o avermelhada na medula.<\/p>\n<p>Nas vagens, aparecem pontua\u00e7\u00f5es vermelhas, que evoluem para manchas castanho-avermelhadas. Por meio da vagem, o fungo atinge a semente e causa a mancha-p\u00farpura no tegumento. \u00c9 o fungo mais frequentemente encontrado em lotes de sementes, por\u00e9m, n\u00e3o afeta a germina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Os primeiros sintomas da mancha-parda podem aparecer cerca de duas semanas ap\u00f3s a emerg\u00eancia, como pequenas pontua\u00e7\u00f5es ou manchas de contornos angulares, castanho-avermelhadas, nas folhas unifolioladas.<\/p>\n<p>Em situa\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis, a doen\u00e7a pode atingir as primeiras folhas trifolioladas e causar desfolha.<\/p>\n<p>Os sintomas podem ocorrer com maior intensidade durante o enchimento de gr\u00e3os, sendo caracterizados por pontua\u00e7\u00f5es pardas nas folhas, menores que 1 mm de di\u00e2metro, as quais evoluem e formam manchas com halos amarelados e centro de contorno angular, de colora\u00e7\u00e3o castanha em ambas as faces, medindo at\u00e9 4 mm de di\u00e2metro.<\/p>\n<p>Infec\u00e7\u00f5es severas, na fase de enchimento de vagens, podem causar desfolha e matura\u00e7\u00e3o precoce.<\/p>\n<h3>Condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis<\/h3>\n<p>Tempo chuvoso ou de alta umidade e temperatura.<\/p>\n<h3>Dissemina\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>Sobrevivem em restos culturais.<\/p>\n<h3>Manejo da mancha-parda e do crestamento foliar<\/h3>\n<p>Em raz\u00e3o da sobreviv\u00eancia dos fungos nos restos culturais, a rota\u00e7\u00e3o de culturas \u00e9 indicada para a redu\u00e7\u00e3o do in\u00f3culo na \u00e1rea.<\/p>\n<p>O controle deve ser feito se utilizando de semente livre dos pat\u00f3genos, tratamento de semente e aplica\u00e7\u00f5es na parte a\u00e9rea, com fungicidas &#8211; os mesmos utilizados para controle da ferrugem-asi\u00e1tica. Isolados de <i>C. kikuchii,<\/i> com resist\u00eancia a fungicidas IQo (\u201cestrobilurinas\u201d) e MBC (benzimidaz\u00f3is) t\u00eam sido obtidos de plantas e sementes de diferentes regi\u00f5es produtoras.<\/p>\n<h2>4. Ferrugem asi\u00e1tica<\/h2>\n<ul>\n<li><strong>Agente causador<\/strong>: <i>Phakopsora pachyrhizi.<\/i><\/li>\n<\/ul>\n<h3>Sintomas<\/h3>\n<p>Os sintomas da ferrugem-asi\u00e1tica podem ser observados <strong>em qualquer est\u00e1dio de desenvolvimento da planta.<\/strong><\/p>\n<p>Os \u00f3rg\u00e3os atacados s\u00e3o cotil\u00e9dones, folhas e hastes, sendo nas folhas os sintomas caracter\u00edsticos da doen\u00e7a.<\/p>\n<p>Os sintomas nas folhas tendem a iniciar pelas folhas do ter\u00e7o inferior das plantas, sendo caracterizados por <strong>min\u00fasculos pontos mais escuros do que o tecido sadio da folha, variando de colora\u00e7\u00e3o esverdeada a cinza-esverdeada<\/strong>, com correspondentes sali\u00eancias (ur\u00e9dias) na face inferior da folha. Essas, abrem-se em um min\u00fasculo poro, por onde s\u00e3o expelidos os uredosporos. As les\u00f5es tendem a apresentar formato angular, podendo atingir de 2 mm a 5 mm de di\u00e2metro.<\/p>\n<h3>Condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis<\/h3>\n<p>A precipita\u00e7\u00e3o pluvial \u00e9 um fator importante por causa da sua a\u00e7\u00e3o de deposi\u00e7\u00e3o dos esporos, ao mesmo tempo em que promove condi\u00e7\u00f5es de molhamento. Um m\u00ednimo de seis horas de molhamento sobre a superf\u00edcie da folha \u00e9 necess\u00e1rio para que ocorram infec\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<h3>Dissemina\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>A dissemina\u00e7\u00e3o dos esporos ocorre principalmente pelo vento.<\/p>\n<h3>Manejo da ferrugem asi\u00e1tica<\/h3>\n<p>As estrat\u00e9gias recomendadas para reduzir o risco de danos \u00e0 cultura s\u00e3o:<\/p>\n<ol>\n<li>Elimina\u00e7\u00e3o de plantas volunt\u00e1rias de soja e aus\u00eancia de cultivo de soja na entressafra por meio do vazio sanit\u00e1rio (per\u00edodo de, no m\u00ednimo, 60 dias);<\/li>\n<li>Utiliza\u00e7\u00e3o de <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/como-escolher-a-cultivar-de-soja\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">cultivares resistentes;<\/a><\/strong><\/li>\n<li>Utiliza\u00e7\u00e3o de cultivares de ciclo precoce e semeaduras no in\u00edcio da \u00e9poca recomendada;<\/li>\n<li>Monitoramento da lavoura desde o in\u00edcio do desenvolvimento da cultura, intensificando no fechamento das entrelinhas, associado \u00e0 utiliza\u00e7\u00e3o de fungicidas no aparecimento dos sintomas ou preventivamente.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Os fungicidas utilizados s\u00e3o misturas comerciais de inibidores de desmetila\u00e7\u00e3o (IDM ou \u201ctriaz\u00f3is\u201d), inibidores da quinona externa (\u201cestrobilurinas\u201d) e\/ou inibidores da succinato desidrogenase (ISDH ou \u201ccarboxamidas\u201d).<\/p>\n<p>Esses s\u00e3o os chamados s\u00edtio-espec\u00edficos, porque atuam em um ponto do metabolismo do fungo. Tamb\u00e9m t\u00eam sido utilizados os multi s\u00edtios, que atuam em mais de um ponto do metabolismo do fungo, \u00e0 base de cobre, clorotalonil e mancozeb, associados aos s\u00edtio-espec\u00edficos.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/cursos-livres\/agro-para-todos-descobrindo-a-producao-de-graos?utm_campaign=12253459-mkt-materiais-agr&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-37524 size-full\" title=\"Clique e saiba mais sobre o curso!\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr.jpg\" alt=\"Curso Descobrindo a Produ\u00e7\u00e3o de Gr\u00e3os\" width=\"1200\" height=\"624\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr.jpg 1200w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr-300x156.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr-1024x532.jpg 1024w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr-768x399.jpg 768w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr-370x192.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr-270x140.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr-740x385.jpg 740w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr-150x78.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px\" \/><\/a><\/p>\n<h2>5. Mancha-alvo<\/h2>\n<ul>\n<li><strong>Agente causador<\/strong>: <i>Corynespora cassiicola.<\/i><\/li>\n<\/ul>\n<h3>Sintomas<\/h3>\n<p>Podem ser observados na folha, no caule, na vagem, na semente, no hipoc\u00f3tilo e nas ra\u00edzes.<\/p>\n<p>As les\u00f5es na folha iniciam por pontua\u00e7\u00f5es pardas, com halo amarelado, evoluindo para grandes manchas circulares, de colora\u00e7\u00e3o castanho-clara a castanho-escura, atingindo at\u00e9 20 mm de di\u00e2metro.<\/p>\n<p>Geralmente, as <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/mancha-alvo-na-cultura-da-soja-quais-os-sintomas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">manchas apresentam uma pontua\u00e7\u00e3o escura no centro, semelhante a um alvo<\/a><\/strong>. Plantas severamente infectadas desfolham precocemente. Manchas pardo-avermelhadas podem ser observadas nas nervuras das folhas na haste e nas vagens. As manchas nas vagens s\u00e3o geralmente circulares, de 1 mm de di\u00e2metro e tecido deprimido, com centro escuro e margens amarronzadas.<\/p>\n<h3>Condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis<\/h3>\n<p>As condi\u00e7\u00f5es que favorecem a doen\u00e7a s\u00e3o temperatura de 18\u00baC a 32\u00baC e alta umidade relativa.<\/p>\n<h3>Dissemina\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>O fungo <i>C. cassiicola<\/i> pode sobreviver em outras plantas, em restos de cultura e na forma de estrutura de resist\u00eancia (clamidosporos) e na semente infectada.<\/p>\n<h3>Manejo da mancha-alvo<\/h3>\n<p>Para o controle da doen\u00e7a, \u00e9 recomendado o uso de cultivares resistentes\/tolerantes, tratamento de semente, rota\u00e7\u00e3o\/sucess\u00e3o de culturas com milho e outras esp\u00e9cies de gram\u00edneas e controle qu\u00edmico com fungicidas.<\/p>\n<p>Os fungicidas contendo os ingredientes ativos protioconazole e fluxapiroxade apresentaram maior efici\u00eancia de controle.<\/p>\n<h2>6. Mancha olho-de-r\u00e3<\/h2>\n<ul>\n<li><strong>Agente causador<\/strong>: <i>Cercospora sojina.<\/i><\/li>\n<\/ul>\n<h3>Sintomas<\/h3>\n<p>Essa doen\u00e7a pode atingir folha, haste, vagem e semente. Os sintomas iniciam com pontua\u00e7\u00f5es de encharcamento, que evoluem para <strong>manchas com centros de colora\u00e7\u00e3o castanho-claro<\/strong> na face superior da folha, e cinza, na inferior, com bordos castanho-avermelhados nas duas faces.<\/p>\n<h3>Condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis<\/h3>\n<p>As condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis \u00e0 ocorr\u00eancia da doen\u00e7a s\u00e3o temperatura e umidade altas.<\/p>\n<h3>Dissemina\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>O fungo pode ser disseminado por semente e pelo vento. Sobrevive em restos de cultura.<\/p>\n<h3>Manejo da mancha olho-de-r\u00e3<\/h3>\n<p>A doen\u00e7a \u00e9 controlada pelo uso de cultivares resistentes, mas o tratamento de sementes \u00e9 uma medida que deve ser adotada para evitar a reintrodu\u00e7\u00e3o do fungo ou a introdu\u00e7\u00e3o de novas ra\u00e7as de <i>C. sojina<\/i>.<\/p>\n<h2>7. M\u00edldio<\/h2>\n<ul>\n<li><strong>Agente causador<\/strong>: <i>Peronospora manshurica.<\/i><\/li>\n<\/ul>\n<h3>Sintomas<\/h3>\n<p>Os sintomas nas folhas iniciam por <strong>les\u00f5es de 3 mm a 5 mm, verde-claras, que passam a amarelas e, mais tarde, o tecido necrosa<\/strong>. No verso dessas les\u00f5es, na face inferior da folha, aparecem as estruturas de frutifica\u00e7\u00e3o do pat\u00f3geno, de aspecto cotonoso e de colora\u00e7\u00e3o acinzentada.<\/p>\n<h3>Condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis<\/h3>\n<p>A infec\u00e7\u00e3o \u00e9 favorecida por temperaturas amenas (20 \u00b0C a 22 \u00b0C) e umidade elevada.<\/p>\n<h3>Dissemina\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>O pat\u00f3geno \u00e9 introduzido na lavoura por sementes infectadas e por esporos disseminados pelo vento.<\/p>\n<h3>Manejo do m\u00edldio<\/h3>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 medidas de controle indicadas em raz\u00e3o da pouca import\u00e2ncia econ\u00f4mica da doen\u00e7a.<\/p>\n<h2>8. Mofo-branco<\/h2>\n<ul>\n<li><strong>Agente causador<\/strong>: <i>Sclerotinia sclerotiorum.<\/i><\/li>\n<\/ul>\n<h3>Sintomas<\/h3>\n<p>Os primeiros sintomas s\u00e3o <strong>manchas aquosas<\/strong>, adquirindo colora\u00e7\u00e3o castanho-clara e desenvolvendo abundante forma\u00e7\u00e3o de mic\u00e9lio branco e denso.<\/p>\n<p>O fungo \u00e9 capaz de infectar qualquer parte da planta, por\u00e9m, as infec\u00e7\u00f5es iniciam com frequ\u00eancia a partir de flores, nas axilas das folhas e nos ramos laterais. Ocasionalmente, nas folhas, podem ser observadas murchas e secamentos. Em poucos dias, s\u00e3o formados os escler\u00f3dios, estruturas negras e r\u00edgidas que podem permanecer vi\u00e1veis no solo por at\u00e9 tr\u00eas anos.<\/p>\n<h3>Condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis<\/h3>\n<p>A fase mais vulner\u00e1vel da planta vai do est\u00e1dio da flora\u00e7\u00e3o plena ao in\u00edcio da forma\u00e7\u00e3o das vagens (R2 a R3). Escler\u00f3dios ca\u00eddos ao solo, sob alta umidade e temperaturas entre 10 \u00baC e 21 \u00baC, germinam, formando apot\u00e9cios.<\/p>\n<p>Os apot\u00e9cios produzem ascosporos que s\u00e3o liberados ao ar, respons\u00e1veis pela infec\u00e7\u00e3o das plantas.<\/p>\n<h3>Dissemina\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>A introdu\u00e7\u00e3o do fungo em uma lavoura ocorre primordialmente por meio de escler\u00f3dios, que podem ser transportados por m\u00e1quinas, equipamentos, caminh\u00f5es e por sementes de diversas esp\u00e9cies, quando n\u00e3o s\u00e3o obedecidos os crit\u00e9rios de manejo durante a produ\u00e7\u00e3o e o beneficiamento.<\/p>\n<h3>Manejo do mofo-branco<\/h3>\n<p>Deve-se realizar o manejo do mofo-branco pela integra\u00e7\u00e3o de medidas de controle, tais como:<\/p>\n<ul>\n<li>Utiliza\u00e7\u00e3o de <strong>sementes de boa qualidade e tratadas com fungicidas<\/strong>;<\/li>\n<li>Forma\u00e7\u00e3o de palhada para cobertura uniforme do solo, preferencialmente com gram\u00edneas;<\/li>\n<li><strong>Rota\u00e7\u00e3o e\/ou sucess\u00e3o<\/strong> com culturas n\u00e3o hospedeiras;<\/li>\n<li>Escolha de cultivares com arquitetura, que favore\u00e7a boa aera\u00e7\u00e3o entre as plantas (pouco ramificadas e com folhas pequenas) e com per\u00edodo mais curto de florescimento;<\/li>\n<li>Popula\u00e7\u00e3o de plantas e espa\u00e7amento entrelinhas adequados \u00e0s cultivares;<\/li>\n<li>Emprego de <strong>controle qu\u00edmico<\/strong>, com pulveriza\u00e7\u00f5es foliares de fungicidas principalmente no in\u00edcio da flora\u00e7\u00e3o at\u00e9 in\u00edcio da forma\u00e7\u00e3o de vagens;<\/li>\n<li>Emprego do <strong>controle biol\u00f3gico<\/strong> por meio de infesta\u00e7\u00e3o do solo com agentes antagonistas;<\/li>\n<li>Limpeza de m\u00e1quinas e de equipamentos ap\u00f3s utiliza\u00e7\u00e3o em \u00e1rea infestada para evitar a dissemina\u00e7\u00e3o de escler\u00f3dios.<\/li>\n<\/ul>\n<h2>9. O\u00eddio<\/h2>\n<ul>\n<li><strong>Agente causador<\/strong>: <i>Erysiphe diffusa.<\/i><\/li>\n<\/ul>\n<h3>Sintomas<\/h3>\n<p>O sintoma caracter\u00edstico \u00e9 uma fina cobertura branca que pode ser em pequenos pontos ou cobrir toda a parte a\u00e9rea da planta. Nas folhas, com o passar dos dias, a colora\u00e7\u00e3o branca muda para castanho-acinzentada, dando a apar\u00eancia de sujeira em ambas as faces. Em infec\u00e7\u00f5es severas, as folhas podem secar e cair prematuramente.<\/p>\n<h3>Condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis<\/h3>\n<p>\u00c9 favorecida por per\u00edodos de baixa umidade e de temperaturas amenas (18 \u00b0C a 24 \u00b0C).<\/p>\n<h3>Dissemina\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>A infec\u00e7\u00e3o pode ocorrer em qualquer est\u00e1dio de desenvolvimento da planta, por\u00e9m \u00e9 mais vis\u00edvel no in\u00edcio da flora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h3>Manejo do o\u00eddio<\/h3>\n<p>O m\u00e9todo mais eficiente de controle do o\u00eddio \u00e9 o uso de cultivares resistentes, podendo ser controlado com uso de fungicidas.<\/p>\n<h2>10. Podrid\u00e3o vermelha da raiz<\/h2>\n<ul>\n<li><strong>Agente causador<\/strong>: <i>Fusarium brasiliense, F. crassistipitatum, F. tucumaniae.<\/i><\/li>\n<\/ul>\n<h3>Sintomas<\/h3>\n<p>O <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/podridao-vermelha-da-raiz-em-soja\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">sintoma de infec\u00e7\u00e3o na raiz<\/a><\/strong> inicia com mancha avermelhada, mais vis\u00edvel na raiz principal, geralmente localizada 1 cm a 2 cm abaixo do n\u00edvel do solo, circundando a raiz e passando da colora\u00e7\u00e3o vermelho-arroxeada para castanho-avermelhada a quase negra.<\/p>\n<p>Essa necrose acentuada fica localizada no c\u00f3rtex, enquanto a medula da raiz adquire colora\u00e7\u00e3o, no m\u00e1ximo, castanho-clara, se estendendo pelo tecido lenhoso da haste a v\u00e1rios cent\u00edmetros acima do n\u00edvel do solo.<\/p>\n<h3>Condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis<\/h3>\n<p>Solos compactados, com ac\u00famulo de \u00e1gua, favorecem a ocorr\u00eancia da doen\u00e7a que aparece em reboleiras.<\/p>\n<h3>Manejo da podrid\u00e3o vermelha da raiz<\/h3>\n<p>Para o manejo da doen\u00e7a, \u00e9 preciso evitar a semeadura em solos compactados e mal drenados e fazer rota\u00e7\u00e3o\/sucess\u00e3o de culturas com sorgo e trigo.<\/p>\n<h2>11. Nematoide de cisto<\/h2>\n<ul>\n<li><strong>Agente causador<\/strong>: <i>Heterodera glycines.<\/i><\/li>\n<\/ul>\n<h3>Sintomas<\/h3>\n<p><strong>Penetra nas ra\u00edzes da soja e dificulta a absor\u00e7\u00e3o de \u00e1gua e nutrientes<\/strong>, resultando em porte reduzido das plantas e clorose na parte a\u00e9rea, da\u00ed a doen\u00e7a ser conhecida como nanismo amarelo da soja. Os sintomas aparecem em reboleiras, geralmente, pr\u00f3ximas de estradas ou carreadores.<\/p>\n<p>Em muitos casos, as plantas de soja acabam morrendo. Por outro lado, em regi\u00f5es com solos mais f\u00e9rteis e com boa distribui\u00e7\u00e3o de chuva, os sintomas na parte a\u00e9rea podem n\u00e3o se manifestar. Por isso, o diagn\u00f3stico definitivo exige sempre a observa\u00e7\u00e3o do sistema radicular.<\/p>\n<p>Na planta parasitada, o sistema radicular fica reduzido e apresenta, a partir dos 30-40 dias ap\u00f3s a semeadura da soja, min\u00fasculas f\u00eameas do nematoide, com formato de lim\u00e3o ligeiramente alongado e colora\u00e7\u00e3o branca.<\/p>\n<p>Com o passar do tempo, a colora\u00e7\u00e3o vai mudando para amarelo, marrom claro e, finalmente, a f\u00eamea morre e seu corpo se transforma em uma estrutura dura de colora\u00e7\u00e3o marrom-escura, denominada cisto, que se desprende da raiz e fica no solo.<\/p>\n<h3>Dissemina\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>A dissemina\u00e7\u00e3o do NCS se d\u00e1, principalmente, pelo transporte de solo infestado. Isso pode ocorrer por meio de equipamentos agr\u00edcolas, de sementes mal beneficiadas que contenham part\u00edculas de solo, pelo vento, pela \u00e1gua e at\u00e9 por p\u00e1ssaros que, ao coletar alimentos do solo, podem ingerir junto os cistos.<\/p>\n<h3>Manejo do nematoide de cisto<\/h3>\n<p>Em \u00e1reas onde o nematoide de cisto foi identificado, o produtor tem que conviver com ele, uma vez que sua erradica\u00e7\u00e3o \u00e9 praticamente imposs\u00edvel.<\/p>\n<p>Algumas medidas ajudam a minimizar as perdas, destacando rota\u00e7\u00e3o de culturas com plantas n\u00e3o hospedeiras e uso de cultivares resistentes, sendo o ideal a combina\u00e7\u00e3o dos dois m\u00e9todos.<\/p>\n<h2>12. Nematoide das galhas<\/h2>\n<ul>\n<li><strong>Agente causador<\/strong>: <i>Meloidogyne <\/i>spp.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Sintomas<\/h3>\n<p>Nas ra\u00edzes das plantas atacadas observam-se galhas em n\u00famero e tamanho variados, dependendo da suscetibilidade da cultivar e da densidade populacional do nematoide no solo. No interior das galhas, est\u00e3o localizadas as f\u00eameas do nematoide. Essas possuem colora\u00e7\u00e3o branco p\u00e9rola e t\u00eam o formato de pera.<\/p>\n<h3>Condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis<\/h3>\n<p>Em anos em que acontecem veranicos na fase e enchimento de gr\u00e3os, os danos tendem a ser maiores.<\/p>\n<h3>Dissemina\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>O cultivo pr\u00e9vio de esp\u00e9cies hospedeiras aumenta os danos na soja semeada na sequ\u00eancia. Da mesma forma, a presen\u00e7a de plantas daninhas na \u00e1rea tamb\u00e9m possibilita a reprodu\u00e7\u00e3o e a sobreviv\u00eancia do parasita.<\/p>\n<h3>Manejo do nematoide das galhas<\/h3>\n<p>A rota\u00e7\u00e3o\/sucess\u00e3o de culturas para o controle dos nematoides de galhas deve ser bem planejada, uma vez que a maioria das esp\u00e9cies cultivadas multiplica uma ou mais esp\u00e9cies de <i>Meloidogyne<\/i>.<\/p>\n<h2>13. Nematoide das les\u00f5es radiculares<\/h2>\n<ul>\n<li><strong>Agente causador<\/strong>: <em>Pratylenchus brachyurus<\/em>.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Sintomas<\/h3>\n<p><strong>As ra\u00edzes das plantas parasitadas se apresentam, parcial ou totalmente, escurecidas, em consequ\u00eancia do ataque \u00e0s c\u00e9lulas do par\u00eanquima cortical<\/strong>, onde o pat\u00f3geno injeta toxinas durante o processo de alimenta\u00e7\u00e3o. A movimenta\u00e7\u00e3o do nematoide na raiz tamb\u00e9m desorganiza e destr\u00f3i c\u00e9lulas.<\/p>\n<h3>Dissemina\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p><i>Pratylenchus brachyurus<\/i> tamb\u00e9m pode parasitar aveia, milho, milheto, girassol, cana-de-a\u00e7\u00facar, algod\u00e3o, amendoim, entre outras, alguns adubos verdes e a maioria das plantas daninhas, o que dificulta a escolha de esp\u00e9cies vegetais para inclus\u00e3o na rota\u00e7\u00e3o\/sucess\u00e3o com a soja.<\/p>\n<p>E existe diferen\u00e7a entre e dentro de esp\u00e9cies vegetais, com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 capacidade de multiplicar o nematoide.<\/p>\n<h3>Manejo do nematoide das les\u00f5es radiculares<\/h3>\n<p>Esp\u00e9cies resistentes, ou seja, com fatores de reprodu\u00e7\u00e3o (FR)&lt;1,0, como em algumas crotal\u00e1rias, devem ser preferidas para semeadura nas \u00e1reas infestadas.<\/p>\n<p>Na aus\u00eancia de esp\u00e9cies vegetais resistentes, o agricultor deve optar por semear gen\u00f3tipos com FR menores, ou seja, que multipliquem menos o nematoide, como por exemplo, alguns h\u00edbridos de milheto ou sorgo.<\/p>\n<h2>14. Nematoide da haste verde da soja<\/h2>\n<ul>\n<li><strong>Agente causador<\/strong>: <i>Aphelenchoides besseyi.<\/i><\/li>\n<\/ul>\n<h3>Sintomas<\/h3>\n<p>As plantas apresentam <strong>folhas com colora\u00e7\u00e3o verde mais escuro, menor pilosidade, afilamento e embolhamento no limbo foliar.<\/strong> Podem ocorrer, tamb\u00e9m, les\u00f5es necr\u00f3ticas angulares de colora\u00e7\u00e3o pardo-avermelhada a marrom.<\/p>\n<h3>Condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis<\/h3>\n<p>Os nematoides podem sobreviver no solo ou em restos culturais e migram para a parte a\u00e9rea das plantas, em per\u00edodos com chuvas frequentes e temperaturas m\u00e9dias acima de 28 \u00b0C.<\/p>\n<h3>Dissemina\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>A dissemina\u00e7\u00e3o ocorre pelo contato entre folhas doentes e sadias na presen\u00e7a de \u00e1gua da chuva ou de orvalho ou de irriga\u00e7\u00e3o. Durante a colheita pode haver dispers\u00e3o do nematoide por meio de res\u00edduos de plantas doentes expelidos pelas colhedoras.<\/p>\n<h3>Manejo do nematoide da haste verde da soja<\/h3>\n<p>Semeadura da soja sobre palhada de plantas completamente mortas (desseca\u00e7\u00e3o com 15 a 20 dias de anteced\u00eancia), o controle de plantas daninhas logo no in\u00edcio do desenvolvimento da soja, em p\u00f3s-emerg\u00eancia, cultivar milho em segunda safra, quando poss\u00edvel, e evitar a sucess\u00e3o da soja com outras plantas hospedeiras.<\/p>\n<h2>Pronto para descobrir os segredos da produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os?<\/h2>\n<p>O <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/cursos-livres\/agro-para-todos-descobrindo-a-producao-de-graos?utm_campaign=12253459-mkt-materiais-agr&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Curso Online Agro Para Todos: Descobrindo a Produ\u00e7\u00e3o de Gr\u00e3os<\/a><\/strong> oferece uma forma\u00e7\u00e3o essencial para quem deseja compreender os fundamentos da atividade, desde o ciclo das culturas at\u00e9 os desafios do manejo e da comercializa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Com uma linguagem acess\u00edvel e foco em aplica\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas, voc\u00ea vai aprender os fundamentos da produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola, desde os ciclos das culturas at\u00e9 o manejo de solo, controle de pragas, uso de fertilizantes e an\u00e1lise de custos e margens.<\/p>\n<p>Clique no banner abaixo e d\u00ea o primeiro passo para construir uma base s\u00f3lida na produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/cursos-livres\/agro-para-todos-descobrindo-a-producao-de-graos?utm_campaign=12253459-mkt-materiais-agr&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-37524 size-full\" title=\"Clique e saiba mais sobre o curso!\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr.jpg\" alt=\"Curso Descobrindo a Produ\u00e7\u00e3o de Gr\u00e3os\" width=\"1200\" height=\"624\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr.jpg 1200w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr-300x156.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr-1024x532.jpg 1024w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr-768x399.jpg 768w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr-370x192.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr-270x140.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr-740x385.jpg 740w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr-150x78.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px\" \/><\/a><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-16049 size-medium\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/alessandro-alvarenga-300x96.jpg\" alt=\"Alessandro Alvarenga\" width=\"300\" height=\"96\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/alessandro-alvarenga.jpg 975w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As doen\u00e7as se apresentam como um dos fatores preponderantes, visando o impedimento de atingir o potencial de produ\u00e7\u00e3o da cultura da soja, que podem afetar desde a germina\u00e7\u00e3o at\u00e9 o final do enchimento de gr\u00e3os. As enfermidades podem ser causadas por fungos, bact\u00e9rias, v\u00edrus e nematoides. Sua import\u00e2ncia econ\u00f4mica varia de safra a safra e [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":21,"featured_media":20256,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[213],"tags":[500,708,792,1067,249,808,787,565,953,626,701],"class_list":["post-13990","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-graos","tag-controle-biologico","tag-controle-quimico","tag-cultura-da-soja","tag-doencas-da-soja","tag-graos","tag-mancha-alvo","tag-mofo-branco","tag-nematoides","tag-podridao-vermelha","tag-producao-de-graos","tag-soja"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.6 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>14 principais doen\u00e7as da soja e como manej\u00e1-las<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Conhe\u00e7a as principais doen\u00e7as da soja, como identific\u00e1-las e quais estrat\u00e9gias de manejo e controle aplicar na lavoura.\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/principais-doencas-da-soja\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"14 principais doen\u00e7as da soja e como manej\u00e1-las\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Conhe\u00e7a as principais doen\u00e7as da soja, como identific\u00e1-las e quais estrat\u00e9gias de manejo e controle aplicar na lavoura.\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/principais-doencas-da-soja\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Rehagro Blog\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2022-07-26T15:16:49+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2026-01-30T17:17:43+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/principais-doencas-da-soja-1.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"1200\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"900\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Jo\u00e3o Pedro Azevedo\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Jo\u00e3o Pedro Azevedo\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"19 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/rehagro.com.br\\\/blog\\\/principais-doencas-da-soja\\\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/rehagro.com.br\\\/blog\\\/principais-doencas-da-soja\\\/\"},\"author\":{\"name\":\"Jo\u00e3o Pedro Azevedo\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/rehagro.com.br\\\/blog\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/f2d1ae51b04939615ceebb3c0bfd8a94\"},\"headline\":\"Doen\u00e7as da soja: conhe\u00e7a as principais e como control\u00e1-las\",\"datePublished\":\"2022-07-26T15:16:49+00:00\",\"dateModified\":\"2026-01-30T17:17:43+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/rehagro.com.br\\\/blog\\\/principais-doencas-da-soja\\\/\"},\"wordCount\":3604,\"commentCount\":0,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/rehagro.com.br\\\/blog\\\/#organization\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/rehagro.com.br\\\/blog\\\/principais-doencas-da-soja\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/rehagro.com.br\\\/blog\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2022\\\/07\\\/principais-doencas-da-soja-1.jpg\",\"keywords\":[\"controle biol\u00f3gico\",\"controle qu\u00edmico\",\"cultura da soja\",\"doen\u00e7as da soja\",\"gr\u00e3os\",\"mancha alvo\",\"mofo-branco\",\"nematoides\",\"podrid\u00e3o vermelha\",\"produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os\",\"soja\"],\"articleSection\":[\"GR\u00c3OS\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/rehagro.com.br\\\/blog\\\/principais-doencas-da-soja\\\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/rehagro.com.br\\\/blog\\\/principais-doencas-da-soja\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/rehagro.com.br\\\/blog\\\/principais-doencas-da-soja\\\/\",\"name\":\"14 principais doen\u00e7as da soja e como manej\u00e1-las\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/rehagro.com.br\\\/blog\\\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/rehagro.com.br\\\/blog\\\/principais-doencas-da-soja\\\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/rehagro.com.br\\\/blog\\\/principais-doencas-da-soja\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/rehagro.com.br\\\/blog\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2022\\\/07\\\/principais-doencas-da-soja-1.jpg\",\"datePublished\":\"2022-07-26T15:16:49+00:00\",\"dateModified\":\"2026-01-30T17:17:43+00:00\",\"description\":\"Conhe\u00e7a as principais doen\u00e7as da soja, como identific\u00e1-las e quais estrat\u00e9gias de manejo e controle aplicar na lavoura.\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/rehagro.com.br\\\/blog\\\/principais-doencas-da-soja\\\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/rehagro.com.br\\\/blog\\\/principais-doencas-da-soja\\\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/rehagro.com.br\\\/blog\\\/principais-doencas-da-soja\\\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/rehagro.com.br\\\/blog\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2022\\\/07\\\/principais-doencas-da-soja-1.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/rehagro.com.br\\\/blog\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2022\\\/07\\\/principais-doencas-da-soja-1.jpg\",\"width\":1200,\"height\":900,\"caption\":\"Vagem da soja\"},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/rehagro.com.br\\\/blog\\\/principais-doencas-da-soja\\\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\\\/\\\/rehagro.com.br\\\/blog\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Doen\u00e7as da soja: conhe\u00e7a as principais e como control\u00e1-las\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/rehagro.com.br\\\/blog\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/rehagro.com.br\\\/blog\\\/\",\"name\":\"Rehagro Blog\",\"description\":\"\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/rehagro.com.br\\\/blog\\\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/rehagro.com.br\\\/blog\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/rehagro.com.br\\\/blog\\\/#organization\",\"name\":\"Rehagro\",\"url\":\"https:\\\/\\\/rehagro.com.br\\\/blog\\\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/rehagro.com.br\\\/blog\\\/#\\\/schema\\\/logo\\\/image\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/rehagro.com.br\\\/blog\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2018\\\/05\\\/logo-rehagro.png\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/rehagro.com.br\\\/blog\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2018\\\/05\\\/logo-rehagro.png\",\"width\":400,\"height\":115,\"caption\":\"Rehagro\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/rehagro.com.br\\\/blog\\\/#\\\/schema\\\/logo\\\/image\\\/\"}},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/rehagro.com.br\\\/blog\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/f2d1ae51b04939615ceebb3c0bfd8a94\",\"name\":\"Jo\u00e3o Pedro Azevedo\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/34aacffb2f10625483f480470f3274778dd1c183ba4f66444bb60ae92149bf8a?s=96&d=mm&r=g\",\"url\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/34aacffb2f10625483f480470f3274778dd1c183ba4f66444bb60ae92149bf8a?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/34aacffb2f10625483f480470f3274778dd1c183ba4f66444bb60ae92149bf8a?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"Jo\u00e3o Pedro Azevedo\"},\"url\":\"https:\\\/\\\/rehagro.com.br\\\/blog\\\/author\\\/joao-pedro\\\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"14 principais doen\u00e7as da soja e como manej\u00e1-las","description":"Conhe\u00e7a as principais doen\u00e7as da soja, como identific\u00e1-las e quais estrat\u00e9gias de manejo e controle aplicar na lavoura.","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/principais-doencas-da-soja\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"14 principais doen\u00e7as da soja e como manej\u00e1-las","og_description":"Conhe\u00e7a as principais doen\u00e7as da soja, como identific\u00e1-las e quais estrat\u00e9gias de manejo e controle aplicar na lavoura.","og_url":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/principais-doencas-da-soja\/","og_site_name":"Rehagro Blog","article_published_time":"2022-07-26T15:16:49+00:00","article_modified_time":"2026-01-30T17:17:43+00:00","og_image":[{"width":1200,"height":900,"url":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/principais-doencas-da-soja-1.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"Jo\u00e3o Pedro Azevedo","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"Jo\u00e3o Pedro Azevedo","Est. tempo de leitura":"19 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/principais-doencas-da-soja\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/principais-doencas-da-soja\/"},"author":{"name":"Jo\u00e3o Pedro Azevedo","@id":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/#\/schema\/person\/f2d1ae51b04939615ceebb3c0bfd8a94"},"headline":"Doen\u00e7as da soja: conhe\u00e7a as principais e como control\u00e1-las","datePublished":"2022-07-26T15:16:49+00:00","dateModified":"2026-01-30T17:17:43+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/principais-doencas-da-soja\/"},"wordCount":3604,"commentCount":0,"publisher":{"@id":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/#organization"},"image":{"@id":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/principais-doencas-da-soja\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/principais-doencas-da-soja-1.jpg","keywords":["controle biol\u00f3gico","controle qu\u00edmico","cultura da soja","doen\u00e7as da soja","gr\u00e3os","mancha alvo","mofo-branco","nematoides","podrid\u00e3o vermelha","produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os","soja"],"articleSection":["GR\u00c3OS"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/principais-doencas-da-soja\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/principais-doencas-da-soja\/","url":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/principais-doencas-da-soja\/","name":"14 principais doen\u00e7as da soja e como manej\u00e1-las","isPartOf":{"@id":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/principais-doencas-da-soja\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/principais-doencas-da-soja\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/principais-doencas-da-soja-1.jpg","datePublished":"2022-07-26T15:16:49+00:00","dateModified":"2026-01-30T17:17:43+00:00","description":"Conhe\u00e7a as principais doen\u00e7as da soja, como identific\u00e1-las e quais estrat\u00e9gias de manejo e controle aplicar na lavoura.","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/principais-doencas-da-soja\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/principais-doencas-da-soja\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/principais-doencas-da-soja\/#primaryimage","url":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/principais-doencas-da-soja-1.jpg","contentUrl":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/principais-doencas-da-soja-1.jpg","width":1200,"height":900,"caption":"Vagem da soja"},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/principais-doencas-da-soja\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Doen\u00e7as da soja: conhe\u00e7a as principais e como control\u00e1-las"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/#website","url":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/","name":"Rehagro Blog","description":"","publisher":{"@id":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/#organization","name":"Rehagro","url":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/logo-rehagro.png","contentUrl":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/logo-rehagro.png","width":400,"height":115,"caption":"Rehagro"},"image":{"@id":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/#\/schema\/logo\/image\/"}},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/#\/schema\/person\/f2d1ae51b04939615ceebb3c0bfd8a94","name":"Jo\u00e3o Pedro Azevedo","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/34aacffb2f10625483f480470f3274778dd1c183ba4f66444bb60ae92149bf8a?s=96&d=mm&r=g","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/34aacffb2f10625483f480470f3274778dd1c183ba4f66444bb60ae92149bf8a?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/34aacffb2f10625483f480470f3274778dd1c183ba4f66444bb60ae92149bf8a?s=96&d=mm&r=g","caption":"Jo\u00e3o Pedro Azevedo"},"url":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/author\/joao-pedro\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13990","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/21"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13990"}],"version-history":[{"count":38,"href":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13990\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":41273,"href":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13990\/revisions\/41273"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/20256"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13990"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13990"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13990"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}