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	<title>vírus Archives | Rehagro Blog</title>
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	<title>vírus Archives | Rehagro Blog</title>
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		<title>Febre aftosa: importância da vacinação e principais impactos econômicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Sep 2022 21:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[perdas econômicas]]></category>
		<category><![CDATA[sanidade]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
		<category><![CDATA[vírus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pecuária de corte representa um dos principais pilares do agronegócio brasileiro. Com grande representatividade na economia, o setor vem se desenvolvendo nos últimos anos tornando o setor mais intensivo e tecnológico. Um grande fator de impulsionamento do setor está na exportação de carne bovina para todo o mundo. Já faz alguns anos que o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A pecuária de corte representa um dos principais pilares do agronegócio brasileiro. Com grande representatividade na economia, o setor vem se desenvolvendo nos últimos anos tornando o setor <strong>mais intensivo e tecnológico</strong>.</p>
<p>Um grande fator de impulsionamento do setor está na exportação de carne bovina para todo o mundo.</p>
<p>Já faz alguns anos que <strong>o Brasil é o maior exportador de carne bovina do planeta</strong>, sendo assim, garantir qualidade e segurança na produção é fundamental para que continuemos aumentando a importância para economia e também com o nobre papel de alimentar pessoas ao redor do mundo.</p>
<p>Alguns fatores, entretanto, são impeditivos para as exportações. Casos de doenças descobertas e descritas podem levar a um grande entrave nas relações comerciais com outros países, gerando grande prejuízo econômico e produtivo para o Brasil.</p>
<p><strong>A Febre Aftosa é uma doença bastante falada na pecuária</strong>, porém, existem alguns pontos de atenção para os produtores que devem ser entendidos.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</div>
<h2>O que é febre aftosa?</h2>
<p>A febre aftosa é enfermidade causada por um vírus altamente contagioso que acomete os animais de cascos fendidos (biungulados, casco dividido em duas unhas), tais como: bovinos, bubalinos, caprinos, ovinos e suínos.</p>
<p>Apesar de apresentar baixa mortalidade entre animais adultos, é uma doença que leva a <strong>grandes impactos socioeconômicos</strong> na pecuária, principalmente na de corte, pois ao se identificar um foco, fica proibido o comércio de carne tanto local quanto para exportação.</p>
<p>Por se tratar de uma <strong>doença de notificação obrigatória</strong>, ao identificar um animal com os sinais clínicos, é preciso notificar o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA) rapidamente, no intuito de ação imediata por parte do órgão competente, visando a disseminação da doença.</p>
<p>A notificação se tornou obrigatória e o criador que não notificar, está passível de pagamento de multas.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sanidade-gado-de-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-sanidade-gado&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39640 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png" alt="E-book Sanidade do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Sinais clínicos da febre aftosa</h3>
<p>Como foi falado, para notificar ao MAPA, você deve estar atento aos sinais clínicos do seu rebanho. A doença possui manifestações clínicas que podem ser confundidas com outras enfermidades, como, por exemplo, a diarreia viral bovina.</p>
<p>Sendo assim, o fechamento do diagnóstico só poderá ser realizado por um especialista, que neste caso é o médico veterinário inspetor do Serviço Veterinário Oficial da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio (SEAPI).</p>
<p>O próprio nome da doença já sugere um dos seus principais sinais clínicos, pois os animais contaminados apresentam <strong>febre e vesículas (bolhas)</strong>, características de aftas nos lábios, línguas e cascos.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-15372" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/febre-aftosa-1.jpg" alt="Febre aftosa e seus sinais clínicos" width="554" height="314" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/febre-aftosa-1.jpg 554w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/febre-aftosa-1-300x170.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/febre-aftosa-1-370x210.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/febre-aftosa-1-270x153.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/febre-aftosa-1-150x85.jpg 150w" sizes="(max-width: 554px) 100vw, 554px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Descrição da febre aftosa e seus sinais clínicos</span></p>
<p>Além dos principais e mais sugestivos sinais clínicos da doença, você pode observar outros, como:</p>
<ul>
<li>Agitação;</li>
<li>Lábios inferiores e posteriores trêmulos em conjunto com movimentos incomuns da mandíbula;</li>
<li>Salivação exacerbada;</li>
<li>Dificuldade de ingerir os alimentos, tanto concentrado, quanto apreensão de forragem;</li>
<li>Claudicação (manqueira).</li>
</ul>
<p>Todos esses sinais são <strong>atribuídos à temperatura corporal do animal</strong>, que se encontra acima do normal levando à calafrios e pela dor e extremo desconforto gerados pela formação e/ou rompimento das vesículas (aftas).</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-15373" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/febre-aftosa-2.jpg" alt="Sintomas da febre aftosa" width="479" height="177" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/febre-aftosa-2.jpg 479w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/febre-aftosa-2-300x111.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/febre-aftosa-2-370x137.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/febre-aftosa-2-270x100.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/febre-aftosa-2-150x55.jpg 150w" sizes="(max-width: 479px) 100vw, 479px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Vesículas rompidas na língua de bovino, provenientes de febre aftosa. Foto: Coletânea de imagens do MAPA. </span></p>
<p>O único método para descobrir se as lesões são provocadas ou não pelo vírus da febre aftosa é por meio de <strong>diagnóstico laboratorial</strong>, ou seja, deve ser realizado exames e enviá-los aos laboratórios oficiais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (LANAGRO).</p>
<h2>Impactos econômicos causados pela febre aftosa</h2>
<p>As perdas causadas pela febre aftosa são grandes, principalmente devido à dor que o gado sente ao se alimentar, beber e locomover. Tudo isso leva a um intenso emagrecimento e, consequentemente impacto sobre o bem-estar animal e grandes perdas produtivas.</p>
<p>O prejuízo econômico causado pela doença se dá devido aos trâmites comerciais, pois, além de afetar o comércio interno, também afeta o comércio externo, <strong>impedindo assim, a comercialização de animais</strong>, produtos e subprodutos originados de animais suscetíveis.</p>
<p>Pode parecer um “exagero” e até mesmo confuso, países vedarem a comercialização de animais assim, mas é entendível, uma vez que, existem alguns países livres da ocorrência de febre aftosa, ou seja, décadas em que não foi diagnosticado nenhum foco da doença.</p>
<p>Desta forma, devido ao <strong>alto poder de transmissão</strong>, a doença pode atravessar de forma muito rápida as fronteiras internacionais, principalmente carne com osso.</p>
<p>Devido ao impacto gerado no mercado cárneo após a doença, tais países implantaram algumas normas sanitárias para impedir o estabelecimento da enfermidade.</p>
<p>A implementação das regras, porém, trouxe alguns efeitos negativos sobre a pecuária, o que levou a graves consequências socioeconômicas, uma vez que o faturamento é menor do que poderia ser se contemplasse todos os países e regiões.</p>
<h2>Transmissão da febre aftosa pelos bovinos</h2>
<p>A forma de transmissão se dá principalmente por meio do contato de animais infectados com os saudáveis, solo, fômites, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bebedouro-para-gado-e-a-importancia-da-qualidade-da-agua/" target="_blank" rel="noopener">bebedouros ou lagos contaminados</a></strong>, aerógena, ou meios da própria fazenda como currais, troncos e bretes.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">A entrada de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-carcaca-bovina/">carcaças</a></strong> contaminadas em outros países ou estados, é um alto veículo de transmissão, diante disso, a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) determinou algumas regras que podem ser encontradas no Código Sanitário para Animais Terrestres. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Contudo, principalmente para exportação, essa barreira sanitária trouxe alguns efeitos negativos para o mercado exportador, pois elas fecham as fronteiras de forma total ou parcial se for identificado algum foco de febre aftosa. Tudo isso, traz impacto econômico à pecuária de corte, podendo reduzir preços dos cortes. </span></p>
<h2>Vacinação contra febre aftosa em bovinos</h2>
<p>A forma de prevenção contempla a <strong>adoção de vacinação obrigatória</strong> somente em bovinos e bubalinos nas zonas livres de febre aftosa com vacinação. Cada estado contempla um período específico para vacinação, normalmente nos meses de maio e novembro.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma grande discussão vem se tornando frequente em torno da não obrigatoriedade da vacinação em alguns estados. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para alguns, a seguridade obtida ao longo dos anos de vacinação obrigatória, seria suficiente para tornar determinado estado livre de febre aftosa sem vacinação, como o estado de Santa Catarina que apresenta esse status desde 2007. Para outros, o risco de se adotar tal medida é alto e de grande potencial para causar prejuízos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No ano de 2021, seis estados (Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Tocantins e Mato Grosso) e o Distrito Federal, alcançaram reconhecimento da Organização Mundial de Saúde Animal, e ao final do ano de 2022, após a vacinação de novembro, <strong>também terão a obrigatoriedade da vacinação suspensa</strong>. </span></p>
<p>Segundo a Radioagência Nacional, com essas medidas<strong> 113 milhões de bovinos</strong> e bubalinos deixarão de ser vacinados anualmente no Brasil.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para você saber quando deve vacinar os seus animais em 2023, acesse o link do <strong><a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/noticias/cerca-de-73-milhoes-de-bovinos-e-bubalinos-deverao-ser-vacinados-contra-aftosa-ate-o-fim-do-mes" target="_blank" rel="noopener">calendário de vacinação</a></strong>.</span></p>
<p><strong>Mas atenção!</strong></p>
<p>Febre Aftosa <strong>não representa risco à saúde pública</strong>, sendo raros os casos em humanos.</p>
<p>O que fazer se observar animais com sinais clínicos sugestivos da doença?</p>
<p>Quando observar qualquer animal com alguma das alterações características, mesmo que você não seja o produtor, comunique imediatamente à unidade local da Defesa Agropecuária.</p>
<h2 data-start="155" data-end="232">Proteção sanitária começa na vacina, mas se consolida na gestão da fazenda</h2>
<p data-start="244" data-end="529">A febre aftosa é uma das maiores ameaças à sanidade do rebanho e à credibilidade da pecuária brasileira no mercado internacional. A vacinação é essencial, mas os impactos econômicos vão muito além da aplicação da dose, exigem planejamento, controle e visão estratégica da propriedade.</p>
<p data-start="531" data-end="827">No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso de Gestão na Pecuária de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende como integrar sanidade, nutrição e gestão financeira para proteger seu rebanho e aumentar a rentabilidade da fazenda. Tudo com aulas 100% online, aplicáveis à realidade do campo e conduzidas por quem vive a pecuária na prática.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-16154" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-300x96.jpg" alt="Mariana Silva" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cigarrinha do milho: como identificar e realizar o controle dessa praga</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/cigarrinha-do-milho-o-vetor-dos-enfezamentos-e-virus/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/cigarrinha-do-milho-o-vetor-dos-enfezamentos-e-virus/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Feb 2021 13:11:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>
		<category><![CDATA[vírus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis) é vetor de três patógenos na cultura do milho: Spiroplasma kunkelli (CSS-corn stunt spiroplasma), Fitoplasma do milho (MBSP-maize bushy stunt phytoplasma) e; Vírus do raiado fino (MRFV-maize rayado fino virus). O aumento da área cultivada e a redução da sazonalidade de seu cultivo, têm destacado a cigarrinha-do-milho com importância relativa de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cigarrinha-do-milho (<i>Dalbulus maidis)</i> é vetor de três patógenos na cultura do milho:</p>
<ol>
<li><strong><i>Spiroplasma kunkelli</i></strong> (CSS-<i>corn stunt spiroplasma</i>),</li>
<li><strong>Fitoplasma do milho </strong>(MBSP-<i>maize bushy stunt phytoplasma</i>) e;</li>
<li><strong>Vírus do raiado fino</strong> (MRFV-<i>maize rayado fino virus).</i></li>
</ol>
<p>O aumento da área cultivada e a redução da sazonalidade de seu cultivo, têm destacado a cigarrinha-do-milho com importância relativa de pragas e doenças.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Características da cigarrinha-do-milho</h2>
<p>Na literatura, são citadas como plantas hospedeiras da cigarrinha-do-milho:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/origem-do-milho-no-brasil/">Milho</a></strong> (<i>Zea mays</i>);</li>
<li>Tripsacum (<i>Tripsacum dactiloides</i>);</li>
<li>Teosinto (<i>Euchlaena mexicana</i>);</li>
<li><strong><a href="https://ebook.rehagro.com.br/ecofisiologia-e-manejo-do-sorgo?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-fisiologia-sorgo&amp;utm_medium=blog">Sorgo</a></strong> (<i>Sorghum bicolor</i>);</li>
<li>Braquiária ruziziensis (<i>Urochloa </i>ruziziensis);</li>
<li>Milheto (<i>Pennisetum glaucum</i>).</li>
</ul>
<p>Os ovos de <i>D. maidis</i> podem ser depositados de forma isolada, em pares ou em grupos de cinco ou seis na superfície superior das folhas, sendo inseridos nos tecidos da planta, de preferência na metade basal das primeiras folhas das plantas jovens.</p>
<p>As ninfas se alimentam da <strong>seiva da planta</strong> e dificilmente abandonam o sítio de alimentação durante o seu desenvolvimento, sendo que após a muda é fácil a observação das exúvias presas nas folhas.</p>
<p>A duração dos estádios ninfais de <i>D. maidis</i> varia com a temperatura. A 23,4°C e 83 % UR, os ínstares I, II, III, IV e V tiveram duração média de 2,0; 2,0; 2,5; 3,0 e 3,0 dias, respectivamente.</p>
<p>Estudos da biologia dessa cigarrinha em temperaturas variando de 10 a 32ºC, apresenta cinco ínstares com duração média variando de 23,0 (10ºC) a 3,2 dias (32ºC).</p>
<p>Os <strong>adultos da cigarrinha-do-milho medem cerca de</strong> <strong>3 mm de comprimento</strong> e são de coloração palha, podendo apresentar coloração mais escura nas regiões geográficas altas e em tons claros com manchas em baixas altitudes.</p>
<p>A longevidade média dos adultos é de 16,3 dias para machos e de 42,1 dias para fêmeas a 23,4ºC e 83% de UR. Entretanto, essa longevidade varia em função da temperatura, atingindo 66,6 dias a 10ºC e 15,7 dias a 32,2ºC.</p>
<p>O período de pré-oviposição é de 8,5 dias, o de oviposição é de 29,6 dias e a fecundidade média é de 128,7 ovos/fêmea.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-pragas-milho?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-pragas-milho&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39625 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho.png" alt="Guia Principais pragas do milho" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Sintomas dos enfezamentos</h2>
<p>Os sintomas dos enfezamentos manifestam-se em <strong>maior intensidade na fase de produção das plantas de milho</strong>, porém podem se manifestar na fase vegetativa quando o hospedeiro se encontra sob grande pressão desde a emergência, ou na fase de florescimento.</p>
<p>O <strong>enfezamento pálido</strong>, caracteriza-se pelas manchas cloróticas e independentes, produzidas na base das folhas, posteriormente coalescem e formam bandas grandes; os entre nós se desenvolvem menos e a planta tem altura reduzida.</p>
<p>O <strong>enfezamento vermelho</strong>, caracteriza-se pela severidade dos sintomas na planta com incidência do enfezamento e pela maior intensidade da cor vermelha, que chega a ser púrpura nas folhas mais velhas, e por abundante perfilhamento nas axilas foliares e na base das plantas.</p>
<p>Os sintomas do <strong>vírus do raiado fino</strong> consistem na ocorrência de pontos cloróticos, manchas, ou linhas curtas, distribuídas de forma uniforme na parte superior de folhas jovens, e geralmente nas nervuras secundárias e terciárias.</p>
<p>Com o passar do tempo os pontos tornam-se mais numerosos e coalescem, ao longo das nervuras formando riscas com mais de 10 cm de comprimento, podendo ser facilmente observadas quando colocadas contra a luz.</p>
<h2>Utilização de híbridos no controle da cigarrinha-do-milho</h2>
<p>A utilização de <strong>híbridos com resistência genética</strong>, apresenta-se como um importante método de controle de pragas e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-de-doencas-em-milho/">doenças na cultura do milho</a></strong>.</p>
<p>Características físicas, morfológicas e/ou químicas das plantas podem alterar o comportamento dos insetos, ou interferir na sua biologia, dando proteção às plantas permitindo a seleção de híbridos resistentes.</p>
<p>A cigarrinha-do-milho (<i>Dalbulus maidis)</i> <strong>é a principal transmissora de doenças conhecidas como os enfezamentos e a virose do raiado fino</strong>, provocando perdas de até <strong>90%</strong> no milho cultivado em algumas regiões.</p>
<p>A infestação da cigarrinha-do-milho<i> </i>é influenciada pelo híbrido de milho plantado, havendo materiais que podem apresentar maior ou menor infestação.</p>
<p>A severidade fitossanitária demonstrou ser crescente em função do número de cigarrinhas/plantas, havendo híbrido que demonstraram maior ou menor suscetibilidade.</p>
<p>A intensidade da infestação por cigarrinhas no milho influenciou diretamente a severidade fitossanitária de forma que <strong>o aumento do número de cigarrinhas proporcionou maior severidade</strong> com reflexo nos parâmetros produtivos.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21425 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/cigarrinha-do-milho-2.jpg" alt="Folha de milho no solo com vírus do raiado fino causado pela cigarrinha-do-milho." width="670" height="373" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/cigarrinha-do-milho-2.jpg 670w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/cigarrinha-do-milho-2-300x167.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/cigarrinha-do-milho-2-370x206.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/cigarrinha-do-milho-2-270x150.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/cigarrinha-do-milho-2-150x84.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 670px) 100vw, 670px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Vírus do raiado fino (MRFV-</span><i><span style="font-weight: 400;">maize rayado fino vírus</span></i><span style="font-weight: 400;">) (CULTIVAR)</span></span></p>
<h2>Manejo e pulverização da cigarrinha-do-milho</h2>
<p>Na adoção do <strong>manejo integrado de pragas, </strong>devem ser considerados aspectos como a eliminação de hospedeiros, definição de épocas de semeadura, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-biologico-de-pragas-agricolas/" target="_blank" rel="noopener">controle biológico</a></strong> e controle químico.</p>
<p>O tratamento de sementes com inseticidas neonicotinóides (imidacloprid, thiametoxan e clotiandina) tem sido importante por realizar o controle na primeira população migrante no cultivo, apresentando eficiência até os 15 dias após a emergência da cultura.</p>
<p>A adoção de pulverizações com organofosforado (acefato) nos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estadio-fenologico-do-milho-o-processo-de-germinacao-da-semente/">estádios</a></strong> V4/V5 e V8/V9, a fim de promover o controle da cigarrinha para reduzir os prejuízos.</p>
<p>A adoção destas pulverizações tende a complementar a estratégia do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-sementes-de-soja-e-milho/">tratamento de sementes</a></strong>, sendo fundamental para o controle de populações migrantes de outras culturas.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21426 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/cigarrinha-do-milho-3.jpg" alt="Plantação de milho com enfezamento causado pela cigarrinha-do-milho." width="640" height="524" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/cigarrinha-do-milho-3.jpg 640w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/cigarrinha-do-milho-3-300x246.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/cigarrinha-do-milho-3-370x303.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/cigarrinha-do-milho-3-270x221.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/cigarrinha-do-milho-3-366x300.jpg 366w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/cigarrinha-do-milho-3-150x123.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Enfezamento do milho (EMBRAPA)</span></p>
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		<title>Mancha anular do cafeeiro: sintomas, principais danos e como controlar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2020 18:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[cafeeiro]]></category>
		<category><![CDATA[cultura do café]]></category>
		<category><![CDATA[doenças do café]]></category>
		<category><![CDATA[lavouras]]></category>
		<category><![CDATA[mancha anular]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A mancha anular do cafeeiro é causada pelo ácaro Brevipalpus phoenicis, responsável por transmitir o vírus Coffee ringspot virus &#8211; CoRSV. Esse ácaro também é conhecido como uma séria praga na cultura dos citros, recebendo o nome vulgar de ácaro-da-leprose, por ser transmissor do vírus que causa essa doença. Dessa forma, o ácaro Brevipalpus phoenicis [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>mancha anular do cafeeiro</strong> é causada pelo ácaro <em>Brevipalpus phoenicis</em>, responsável por transmitir o vírus <em>Coffee ringspot virus</em> &#8211; CoRSV.</p>
<p>Esse ácaro também é conhecido como uma séria praga na cultura dos citros, recebendo o nome vulgar de ácaro-da-leprose, por ser transmissor do vírus que causa essa doença.</p>
<p>Dessa forma, o ácaro <em>Brevipalpus phoenicis</em> é uma <strong>praga polífaga, não infestando apenas a <a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-da-cultura-do-cafe-principais-aspectos/">cultura do café</a>.</strong></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</div>
<h2>Quais as características do ácaro da mancha anular?</h2>
<p>As fêmeas medem cerca de 0,30 mm de comprimento e 0,18 mm de largura, com manchas escuras no dorso. Os machos são semelhantes às fêmeas, no entanto, não apresentam manchas escuras sobre o corpo.</p>
<p>Nas <strong>folhas do cafeeiro</strong> os ácaros localizam-se na parte inferior, próximos às nervuras, principalmente a central. Já <strong>nos frutos</strong>, os ácaros e seus ovos são encontrados preferencialmente na coroa e no pedúnculo, e também em fendas ou lesões com aspecto de cortiça na casca dos frutos.</p>
<p>O ciclo de vida de <i>B. phoenicis </i>é constituído pelas fases de ovo, larva, protoninfa, deutoninfa e adulto, e pode durar cerca de 18 dias, dependendo das condições climáticas.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-pragas-doencas-cafe?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=guia-pragas-doencas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39679 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe.png" alt="Guia Pragas e doenças do café" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Principais sintomas da mancha anular</h2>
<p>Os sintomas da mancha anular <strong>podem aparecer em folhas e frutos</strong> do cafeeiro.</p>
<p>Nas folhas, são observadas <strong>manchas cloróticas</strong>, que tomam a forma de anel, podendo coalescer, abrangendo grande parte do limbo.</p>
<p>Nos frutos, os sintomas são <strong>manchas amareladas em forma de anéis</strong> ou irregularidades deprimidas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-14829" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/acaro-mancha-anular-1.jpg" alt="Folhas de cafeeiro com mancha anular" width="650" height="488" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/acaro-mancha-anular-1.jpg 960w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/acaro-mancha-anular-1-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/acaro-mancha-anular-1-768x576.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/acaro-mancha-anular-1-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/acaro-mancha-anular-1-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/acaro-mancha-anular-1-740x555.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/acaro-mancha-anular-1-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/acaro-mancha-anular-1-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Folhas de cafeeiro com sintomas do vírus inoculado pelo ácaro da mancha anular (Foto: Luiz Paulo Vilela)</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-14831" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/acaro-mancha-anular-3.jpg" alt="Frutos do cafeeiro com sintomas de mancha anular" width="570" height="590" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/acaro-mancha-anular-3.jpg 570w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/acaro-mancha-anular-3-290x300.jpg 290w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/acaro-mancha-anular-3-370x383.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/acaro-mancha-anular-3-270x279.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/acaro-mancha-anular-3-150x155.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 570px) 100vw, 570px" />Frutos de cafeeiro com sintomas do vírus inoculado pelo ácaro da mancha anular (Foto: Luiz Paulo Vilela)</span></p>
<h2>Quais os danos causados pela mancha anular?</h2>
<p>A incidência do ácaro da leprose <strong>pode acarretar intensa desfolha</strong>, reduzindo significativamente a fotossíntese das plantas, dessa forma, podendo afetar na produtividade do cafeeiro.</p>
<p>Pelo fato do ataque do ácaro se concentrar mais na parte interna da planta, com uma desfolha de dentro para fora do cafeeiro, denomina-se “planta-oca”.</p>
<p>Também pode ocorrer <strong>queda acentuada de frutos</strong>, acarretando aumento do café de varrição e <strong>interferência na qualidade da bebida</strong>.</p>
<p>Além disso, é importante destacar que após o ataque do ácaro os frutos ficam dispostos a entrada de microrganismos, por exemplo:</p>
<ul>
<li><i>Colletotrichum;</i></li>
<li>Fusarium;</li>
<li>Penicillium;</li>
<li>Cladosporium;</li>
<li>Aspergillus<i>. </i></li>
</ul>
<p>Ou mesmo, a raspagem feita pelo ácaro nas folhas, podem facilitar a entrada de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/principais-doencas-do-cafe-como-identifica-las/" target="_blank" rel="noopener">doenças no cafeeiro</a></strong>.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-28254 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="900" height="250" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg 900w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-300x83.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-768x213.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-370x103.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-270x75.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-740x206.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-150x42.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a></p>
<h2>Como realizar o controle do ácaro?</h2>
<p>Após detectada a incidência do vírus da mancha anular nas lavouras, recomenda-se o controle do ácaro, visto que, esse inseto é o <strong>vetor do vírus</strong>, e na sua ausência não há a transmissão da doença.</p>
<p>O controle pode ser feito através da utilização dos ingredientes ativos: Hexythiazox, Espirodiclofeno e Propargito, pertencente aos grupos químicos: tiazolidinacarboxamida, cetoenol e sulfito de alquila, que são registrados para o ácaro da mancha anular na cultura do café.</p>
<p>Podem ser utilizados também outros acaricidas registrados para o controle desse inseto vetor, salientando a <strong>importância de se rotacionar o modo de ação dos inseticidas utilizados</strong>, com o intuito de evitar a ocorrência de resistência.</p>
<p>Para a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pulverizador-costal/">pulverização</a></strong>, recomenda-se a utilização de um maior volume de calda, a partir de 600 L/ha, de acordo com o porte e o  enfolhamento das plantas. Também, recomenda-se andar com menor velocidade no trator a fim de que a calda atinja o interior das plantas. Sendo recomendada pelo menos <strong>duas aplicações para o controle do ácaro</strong>.</p>
<p>Além disso, é importante o uso racional de inseticidas que possam afetar a população de ácaros predadores, visando evitar desequilíbrios nas populações.</p>
<h2>Controle doenças com mais segurança e aumente a rentabilidade da lavoura</h2>
<p>A mancha anular pode comprometer a produtividade e a qualidade do café, causando prejuízos significativos quando não é manejada corretamente. Mais do que identificar os sintomas, é essencial adotar estratégias de controle eficientes e integrá-las a uma gestão completa da lavoura.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende a planejar o manejo fitossanitário de forma estratégica, interpretar informações técnicas com segurança, reduzir custos e aumentar a eficiência da produção, sempre com foco em resultados consistentes.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18459 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg" alt="Larissa Cocato - Coordenadora de Ensino Café" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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