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	<title>silagem Archives | Rehagro Blog</title>
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	<title>silagem Archives | Rehagro Blog</title>
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		<title>Silagem de grãos para gado de corte: guia completo com os principais tipos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 13:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[confinamento]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[silagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A busca por eficiência alimentar é um dos maiores desafios enfrentados pelos confinadores brasileiros. Com o milho e o bezerro representando a maior fatia dos custos de produção, a escolha correta da fonte de energia pode determinar o sucesso ou fracasso de um projeto de terminação. Uma mudança significativa tem transformado o cenário dos confinamentos [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/silagem-de-graos-para-gado-de-corte-guia-completo/">Silagem de grãos para gado de corte: guia completo com os principais tipos</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A busca por <strong>eficiência alimentar</strong> é um dos maiores desafios enfrentados pelos confinadores brasileiros. Com o milho e o bezerro representando a maior fatia dos custos de produção, a escolha correta da fonte de energia pode determinar o sucesso ou fracasso de um projeto de terminação.</p>
<p>Uma mudança significativa tem transformado o cenário dos confinamentos nacionais: <strong>a crescente migração do milho grão seco para as silagens de grãos</strong>. Levantamentos técnicos revelam uma tendência clara de adoção dessas tecnologias, com uma parcela cada vez mais expressiva dos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/rotinas-no-confinamento-que-afetam-o-desempenho/">confinamentos</a></strong> brasileiros incorporando alguma modalidade de silagem de grãos em suas dietas.</p>
<p>Esta transformação não é uma tendência passageira, mas uma resposta técnica e economicamente fundamentada para aumentar a rentabilidade da produção de carne. Neste artigo, você compreenderá as <strong>três principais modalidades de silagem de grãos disponíveis</strong> e saberá exatamente qual escolher para o seu confinamento.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O que são as silagens de grãos?</h2>
<p>Antes de nos aprofundarmos nas comparações, é fundamental entender o conceito de cada uma dessas tecnologias.</p>
<h3>Silagem de grãos úmidos</h3>
<p>A silagem de grãos úmidos é produzida através da colheita precoce do milho, <strong>quando os grãos atingem aproximadamente 35% de umidade</strong>. O processo envolve:</p>
<ul>
<li>Colheita com colhedora de grãos (não de forragem);</li>
<li>Processamento imediato dos grãos;</li>
<li>Transporte até o silo;</li>
<li>Compactação e vedação adequadas.</li>
</ul>
<p>É importante destacar que, ao contrário da silagem de planta inteira, aqui utilizamos equipamentos específicos para colheita de grãos, o que influencia diretamente a logística da operação.</p>
<h3>Grãos reidratados (ou reconstituídos)</h3>
<p>Nesta modalidade, trabalhamos com grãos secos que são <strong>artificialmente reidratados até atingir 35% de umidade</strong>. O processo inclui:</p>
<ul>
<li>Aquisição de grãos secos (milho ou sorgo);</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tipos-de-moinho-para-moagem-de-graos/">Moagem em moinho</a></strong> de martelos;</li>
<li>Hidratação durante ou após a moagem (350-400 litros de água por tonelada);</li>
<li>Ensilagem imediata do material reidratado.</li>
</ul>
<p>Esta alternativa é particularmente interessante para quem não possui área agrícola própria ou competência para produção de grãos.</p>
<h3>Silagem de espigas (Snaplage)</h3>
<p>A tecnologia mais recente é a <strong>silagem de espigas</strong>, também conhecida como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/por-que-usar-snaplage/"><em>snaplage</em></a></strong> ou <em>ear lage</em>. Suas características incluem:</p>
<ul>
<li>Colheita com colhedora autopropelida equipada com plataforma despigadora;</li>
<li>Coleta apenas de espigas (grãos + sabugo + palha);</li>
<li>Umidade ideal de 35% no momento da colheita;</li>
<li>Produtividade 15-20% superior aos grãos úmidos.</li>
</ul>
<p>O grande diferencial desta modalidade é que o resíduo da cultura permanece no campo, podendo ser aproveitado para pastejo ou como matéria orgânica para o solo.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-suplementacao-gado-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=guia-suplementacao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39643 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png" alt="E-book Suplementação do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como escolher entre as três opções?</h2>
<p>A decisão sobre qual tipo de silagem utilizar deve considerar múltiplos fatores. Vamos analisar comparativamente cada opção.</p>
<h3>Grãos úmidos vs. grãos reidratados</h3>
<p>Do ponto de vista nutricional, estudos demonstram que não há diferença significativa entre grãos úmidos e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/reidratacao-do-milho/">grãos reidratados</a></strong> quando ambos são produzidos corretamente. Portanto, a escolha deve basear-se em critérios práticos:</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41335" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/tabela-silagem-graos.png" alt="Tabela com critérios de escolha entre grãos úmidos e grãos reidratados" width="590" height="482" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/tabela-silagem-graos.png 590w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/tabela-silagem-graos-300x245.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/tabela-silagem-graos-370x302.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/tabela-silagem-graos-270x221.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/tabela-silagem-graos-367x300.png 367w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/tabela-silagem-graos-150x123.png 150w" sizes="(max-width: 590px) 100vw, 590px" /></p>
<p><strong>Quando optar por grãos úmidos</strong>:</p>
<ul>
<li>Você possui área agrícola suficiente;</li>
<li>Tem competência para produzir lavouras de alto rendimento;</li>
<li>Já possui ou pode adquirir colhedora de grãos;</li>
<li>O custo de produção própria é competitivo.</li>
</ul>
<p><strong>Quando optar por grãos reidratados</strong>:</p>
<ul>
<li>Não possui área disponível para agricultura;</li>
<li>Prefere focar exclusivamente na pecuária;</li>
<li>Tem acesso a grãos secos a preços competitivos;</li>
<li>Já possui moinho com capacidade adequada.</li>
</ul>
<h3>Grãos úmidos vs. silagem de espigas</h3>
<p>Esta comparação tende a favorecer a silagem de espigas na maioria das situações, pelos seguintes motivos:</p>
<ol>
<li><strong> Competência agrícola</strong>: Ambas as opções exigem habilidade em produzir lavouras de milho, portanto não há vantagem diferencial neste quesito.</li>
<li><strong> Área disponível</strong>: A silagem de espigas apresenta produtividade 15-20% superior por hectare, pois além dos grãos, incorpora o sabugo e parte da palha. Para confinadores com limitação de área, esta é uma vantagem significativa.</li>
</ol>
<p>Exemplo prático: Com produtividade de 11 toneladas de MS de espigas por hectare e fornecimento de 6,5 kg de MS por animal/dia durante 100 dias, você precisaria de aproximadamente 60 hectares para cada 1.000 bois confinados.</p>
<ol start="3">
<li><strong> Janela de colheita</strong></li>
</ol>
<ul>
<li>Grãos úmidos: 4-5 dias de janela ideal;</li>
<li>Silagem de espigas: 8-12 dias de janela ideal.</li>
</ul>
<p>O sabugo, componente mais úmido da espiga, sustenta a umidade adequada por mais tempo, facilitando o planejamento da colheita.</p>
<ol start="4">
<li><strong> Maquinário e logística</strong></li>
</ol>
<ul>
<li>Grãos úmidos: Requer colhedora de grãos + moinho + transportadores;</li>
<li>Silagem de espigas: Utiliza colhedora autopropelida (mais comum em propriedades ou disponível para locação).</li>
</ul>
<p>A operação com silagem de espigas é mais simples: colheita, transporte e ensilagem direta, sem necessidade de moagem prévia.</p>
<h3>Grãos hidratados vs. silagem de espigas</h3>
<p>Esta decisão requer análise mais cuidadosa, considerando:</p>
<p><strong>Vantagens da silagem de espigas</strong>:</p>
<ul>
<li>Maior produtividade por área (15-20%);</li>
<li>Processo de ensilagem mais simples;</li>
<li>Custo da matéria seca 30-40% inferior (em regiões com milho caro);</li>
<li>Menor dependência de compra externa de insumos.</li>
</ul>
<p><strong>Vantagens dos grãos reidratados</strong>:</p>
<ul>
<li>Não requer área agrícola;</li>
<li>Não depende de condições climáticas para produção;</li>
<li>Flexibilidade de compra conforme mercado;</li>
<li>Menos investimento em maquinário agrícola.</li>
</ul>
<p><strong>Desafios dos grãos reidratados</strong>:</p>
<ul>
<li>Necessidade de moinho com grande capacidade;</li>
<li>Alto consumo de água (350-400 litros/tonelada);</li>
<li>Sistema de hidratação mais lento;</li>
<li>Logística mais complexa.</li>
</ul>
<p>A decisão deve considerar o perfil do produtor: aquele com vocação agrícola tende a ter melhor resultado com espigas, enquanto o pecuarista exclusivo pode preferir a reidratação.</p>
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<h2>Sete aspectos-chave: onde não se pode errar</h2>
<p>Independentemente da opção escolhida, certos aspectos técnicos são críticos para o sucesso da silagem de grãos:</p>
<h3>1. Umidade ideal: 35%</h3>
<p>Este é o ponto de colheita/reidratação para todas as modalidades:</p>
<ul>
<li><strong>Grãos úmidos</strong>: colher com 35% de umidade;</li>
<li><strong>Grãos reidratados</strong>: reidratar até 35% de umidade;</li>
<li><strong>Silagem de espigas</strong>: colher com 35% de umidade.</li>
</ul>
<h3>2. Processamento adequado</h3>
<p>O processamento deficiente compromete todo o investimento. Grãos mal processados resultam em maior excreção de amido nas fezes, redução da energia líquida do alimento e perda de eficiência alimentar.</p>
<ul>
<li><strong>Para grãos reidratados</strong>: Evite usar moinhos de rolo; prefira moinhos de martelo com capacidade adequada. Faça testes de granulometria usando peneiras para avaliar a eficiência do processamento.</li>
<li><strong>Para silagem de espigas</strong>: A colhedora autopropelida deve processar 100% dos grãos. Ajuste o cracker (rolo processador) com distância de 1-2 mm entre os rolos. Não tolere grãos inteiros.</li>
</ul>
<h3>3. Uso de aditivos</h3>
<p>Silagens de grãos são altamente suscetíveis à deterioração pós-abertura. Use obrigatoriamente:</p>
<ol>
<li>Opção 1: Inoculantes contendo <strong>Lactobacillus buchneri</strong>. Mas atenção, nem todo inoculante contém esta cepa específica, algumas cepas requerem 1,5-2x a dose recomendada para silagens de grãos.</li>
<li>Opção 2: Ácidos orgânicos também são efetivos contra deterioração aeróbia.</li>
</ol>
<p><strong>Importante: Outros inoculantes que não contenham Lactobacillus buchneri NÃO funcionam adequadamente para silagens de grãos.</strong></p>
<h3>4. Vedação de qualidade</h3>
<p>Utilize lonas com barreira de oxigênio. O investimento inicial é compensado pela:</p>
<ul>
<li>Maior tempo de prateleira;</li>
<li>Redução de perdas por deterioração;</li>
<li>Melhor conservação das características nutricionais;</li>
<li>Menor risco de micotoxinas.</li>
</ul>
<h3>5. Tempo mínimo de estocagem</h3>
<p>As silagens de grãos precisam de no mínimo <strong>60 dias de fermentação</strong> antes da utilização. Quanto mais tempo estocadas, maior a digestibilidade do amido.</p>
<p>Planeje seu confinamento considerando este período de maturação da silagem.</p>
<h3>6. Formulação adequada</h3>
<p>Ao formular dietas com silagens de grãos, atenção especial para:</p>
<p><strong>Relação úmido de alta degradação : úmido de baixa degradação</strong></p>
<ul>
<li>Recomendação: 70% amido de alta degradação (silagem) : 30% amido de baixa degradação (grão seco)</li>
<li>Esta proporção otimiza a fermentação ruminal e previne distúrbios metabólicos</li>
</ul>
<p><strong>Proteína degradável no rúmen (PDR)</strong></p>
<ul>
<li>Dietas com silagem de grãos demandam aproximadamente 65% da proteína bruta como PDR;</li>
<li>O amido de alta degradação aumenta o dreno de amônia ruminal;</li>
<li>Microrganismos precisam de mais fonte nitrogenada prontamente disponível.</li>
</ul>
<p><strong>Relação amido:PDR</strong></p>
<ul>
<li>Mantenha em torno de 5,5:1;</li>
<li>Valores menores indicam excesso de PDR (desperdício econômico);</li>
<li>Valores maiores indicam deficiência de PDR (limita fermentação ruminal).</li>
</ul>
<p><strong>Fibra fisicamente efetiva</strong></p>
<ul>
<li>Mínimo de 20-23% de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fibra-efetiva-na-nutricao-de-bovinos-em-confinamento/">FDN</a></strong> na dieta;</li>
<li>Essencial para mastigação e tamponamento ruminal;</li>
<li>Compensa o alto teor de amido rapidamente fermentável.</li>
</ul>
<h3>7. Adaptação e monitoramento</h3>
<p>A adaptação dos animais é fundamental e <strong>deve seguir um protocolo mínimo de 15 dias</strong>. O processo consiste em reduzir gradualmente o teor de fibra na dieta através de um sistema chamado &#8220;<em>step up</em>&#8220;.</p>
<p>Nos primeiros cinco dias, os animais devem receber dieta com 35% de FDN. Entre o sexto e décimo dia, esse percentual é reduzido para 30% de FDN. Do décimo primeiro ao décimo quinto dia, trabalha-se com 25% de FDN. A partir do décimo sexto dia, os animais estão aptos a consumir a dieta final, com 20-21% de FDN.</p>
<p>Paralelamente ao protocolo de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/adaptacao-no-confinamento-do-gado-de-corte/">adaptação</a></strong>, é essencial estabelecer um <strong>monitoramento intensivo</strong> em múltiplas frentes. A avaliação diária do cocho deve contemplar padrões de consumo, possíveis seleções de ingredientes pelos animais e volume de sobras.</p>
<p>O escore de fezes precisa ser realizado de duas a três vezes ao dia, permitindo identificar precocemente qualquer desequilíbrio digestivo. A observação comportamental dos animais é igualmente importante, buscando sinais clínicos de acidose como apatia, redução de consumo ou salivação excessiva. Por fim, as pesagens periódicas fornecem dados objetivos para avaliar se o desempenho está dentro do esperado.</p>
<p>Lembre-se: o problema nunca está no alimento, mas na forma como é utilizado. Silagens de grãos são seguras quando manejadas corretamente.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>A adoção de silagens de grãos representa uma<strong> evolução natural e necessária dos sistemas de confinamento brasileiro</strong>. Com milho e bezerro respondendo por mais da metade dos custos de produção, cada ponto percentual de melhoria na eficiência alimentar reflete diretamente na rentabilidade do negócio.</p>
<p>Todas as três opções de silagem são nutricionalmente superiores ao grão seco, desde que os sete aspectos críticos sejam respeitados: umidade, processamento, aditivos, vedação, tempo de estocagem, formulação adequada e adaptação criteriosa.</p>
<p>O futuro dos confinamentos passa necessariamente por maior eficiência no uso dos nutrientes. As silagens de grãos não são modismo passageiro, mas ferramentas consolidadas que finalmente encontram condições técnicas e econômicas para adoção em larga escala no Brasil.</p>
<p>O sucesso está nos detalhes: invista em tecnologia, capacite sua equipe, monitore processos e busque sempre o suporte de profissionais qualificados. A diferença entre um confinamento lucrativo e um projeto deficitário está na soma desses pequenos cuidados cotidianos.</p>
<h2>Produza mais arrobas com menos custo e em menos tempo</h2>
<p>Aumentar a produtividade na pecuária de corte não significa investir mais, mas sim investir melhor. Com boas práticas de manejo de pastagens e nutrição planejada, é possível acelerar o ganho de peso, reduzir o tempo de abate e melhorar a eficiência da fazenda.</p>
<p>O <a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</strong></a> foi feito para pecuaristas que querem aplicar técnicas modernas e ver resultados concretos no rebanho e no bolso.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Autoria: Equipe Corte Rehagro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Processamento de grãos (KPS) da silagem de milho: como medir e interpretar esse índice?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/processamento-de-graos-kps-da-silagem-de-milho/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/processamento-de-graos-kps-da-silagem-de-milho/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2025 13:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[silagem]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=39517</guid>

					<description><![CDATA[<p>A silagem de milho ocupa posição central na alimentação de vacas leiteiras de alto desempenho no Brasil, sendo o principal volumoso utilizado em sistemas de confinamento e semiconfinamento. Essa preferência é justificada pelo seu alto valor energético, boa palatabilidade, alto potencial produtivo por área, e presença de fibra fisicamente efetiva, essencial para a manutenção da [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/processamento-de-graos-kps-da-silagem-de-milho/">Processamento de grãos (KPS) da silagem de milho: como medir e interpretar esse índice?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>silagem de milho</strong> ocupa posição central na alimentação de vacas leiteiras de alto desempenho no Brasil, sendo o <strong>principal volumoso utilizado em sistemas de confinamento e semiconfinamento</strong>. Essa preferência é justificada pelo seu alto valor energético, boa palatabilidade, alto potencial produtivo por área, e presença de fibra fisicamente efetiva, essencial para a manutenção da saúde ruminal e para a maximização do consumo de matéria seca (Jobim et al., 2007).</p>
<p>Contudo, mais do que simplesmente produzir e armazenar silagem, é preciso garantir que os nutrientes estejam efetivamente disponíveis para digestão. É nesse ponto que o <strong>KPS (<i>Kernel Processing Score</i>)</strong> ganha destaque como um dos principais indicadores de qualidade da silagem de milho.</p>
<p>Este índice avalia a eficiência do processamento dos grãos no momento da colheita e está diretamente <strong>relacionado à digestibilidade do amido</strong>, influenciando de forma significativa o desempenho produtivo dos animais (Shinners &amp; Holmes, 2013).</p>
<p>Mesmo com um bom teor de matéria seca e adequada fermentação, uma silagem com grãos mal processados resultará em desperdício de nutrientes. Grãos inteiros ou pouco fragmentados escapam à digestão ruminal e intestinal, e são excretados nas <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-fezes-de-vacas-leiteiras/">fezes</a></strong>, o que representa desperdício direto de energia, algo crítico em sistemas de produção intensiva.</p>
<p>Portanto, <strong>falar sobre silagem de milho sem considerar a avaliação do KPS é ignorar uma das variáveis mais determinantes para a eficiência alimentar</strong> e a lucratividade na pecuária leiteira moderna.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O que é KPS?</h2>
<p>O<strong> KPS</strong>, sigla para <i>Kernel Processing Score</i>, é um <strong>índice que expressa a eficiência do processamento dos grãos de milho durante a ensilagem</strong>.</p>
<p>O KPS representa a porcentagem de amido que está fisicamente acessível à digestão ruminal por ter sido exposto através da quebra da estrutura do grão. Quanto maior o KPS, maior a quantidade de grãos suficientemente fragmentados e, consequentemente, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/silagem-de-milho-na-producao-leiteira-como-melhorar-a-qualidade-digestibilidade-e-eficiencia-animal/">maior a digestibilidade do amido presente na silagem</a></strong>.</p>
<p>Esse indicador é obtido por meio da análise de uma amostra de silagem, na qual <strong>se verifica a proporção de amido que passa por uma peneira de 4,75 mm</strong>, conforme metodologia laboratorial padronizada (Ferraretto &amp; Shaver, 2015). A medição do KPS é especialmente relevante em silagens de milho, dado que o grão representa a principal fração energética do volumoso.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-planilha-planejamento-forrageiro?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=planilha-planejamento-forrageiro&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39661 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro.png" alt="Kit guia e planilha planejamento forrageiro" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como o KPS avalia a qualidade do processamento de grãos?</h2>
<p>Durante a colheita do milho para silagem, o pericarpo dos grãos deve ser rompido para expor o endosperma, que contém o amido. Essa ruptura depende da regulagem e eficiência do equipamento colhedor e do sistema de processamento.</p>
<p>Colhedoras do tipo autopropelidas possuem <strong>processadores tipo “cracker”</strong>, rolos ajustáveis que giram em velocidade diferente entre si e esmagam os grãos no processo de colheita.</p>
<p>Grãos mal processados (inteiros ou levemente rachados) têm o pericarpo intacto e impedem o acesso das enzimas microbianas ruminais ao amido, o que reduz a digestibilidade. Já grãos bem fragmentados, menores que ¼ do tamanho original, expõem completamente o conteúdo interno e maximizam a eficiência da fermentação ruminal (Bal et al., 2000). Portanto, <strong>o KPS é proposto com indicador da qualidade física do processamento dos grãos na silagem</strong>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39519" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/estruturas-milho.jpg" alt="Estruturas do grão de milho" width="828" height="548" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/estruturas-milho.jpg 828w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/estruturas-milho-300x199.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/estruturas-milho-768x508.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/estruturas-milho-370x245.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/estruturas-milho-270x179.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/estruturas-milho-740x490.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/estruturas-milho-150x99.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 828px) 100vw, 828px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">Principais estruturas do grão de milho. Fonte: Round Table on Responsible Soy </span></p>
<h2>Classificação dos valores de KPS segundo literatura técnica</h2>
<p>De acordo com os critérios estabelecidos por Shinners e Holmes (2013), os valores de KPS são classificados da seguinte forma:</p>
<ul>
<li><strong>Excelente</strong>: KPS ≥ 70%;</li>
<li><strong>Adequado</strong>: KPS entre 50% e 69%;</li>
<li><strong>Insatisfatório</strong>: KPS &lt; 50%.</li>
</ul>
<p>Essa classificação tem aplicação direta no campo: <strong>silagens com KPS abaixo de 50% requerem ajustes imediatos nos equipamentos e no manejo da colheita, enquanto valores acima de 70% indicam um processamento altamente eficiente</strong>.</p>
<p>Na prática, essa métrica permite que técnicos e produtores façam correções ainda durante o processo de ensilagem, evitando perdas irreversíveis de nutrientes.</p>
<h3>Relação entre KPS e digestibilidade do amido</h3>
<p>O amido é uma das principais fontes de energia para vacas leiteiras de alta produção. Entretanto, sua digestibilidade está condicionada à <strong>disponibilidade física do conteúdo do grão</strong> para ação microbiana no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fisiologia-do-rumen-dos-bovinos/">rúmen</a></strong>. Quanto mais fragmentado estiver o grão, maior será a exposição do amido ao ataque enzimático. É nesse ponto que o KPS torna-se crucial: ele mede diretamente essa disponibilidade.</p>
<p>Estudos demonstram que valores baixos de KPS estão associados a maior excreção de amido nas fezes, sinalizando que o nutriente passou pelo trato gastrointestinal sem ser aproveitado. Em contrapartida, silagens com KPS elevado promovem maior digestibilidade total do amido, contribuindo para uma melhor conversão alimentar e maior produção de leite por quilograma de matéria seca ingerida (Ferraretto &amp; Shaver, 2012).</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Consequências práticas de um processamento inadequado</h2>
<p>Quando o grão não é processado adequadamente, os impactos negativos são diretos e mensuráveis:</p>
<ul>
<li><strong>Perda de energia</strong>: O amido excretado representa energia que poderia ser convertida em leite.</li>
<li><strong>Desempenho reprodutivo prejudicado</strong>: Com menor aporte energético, o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-vacas-leiteiras/">escore de condição corporal</a></strong> tende a cair, impactando negativamente a ciclicidade e a fertilidade.</li>
<li><strong>Risco de acidose</strong>: Em tentativas de compensar o baixo aproveitamento do amido da silagem, é comum o aumento de concentrado na dieta, o que eleva o risco de distúrbios metabólicos.</li>
<li><strong>Maior custo por litro de leite produzido:</strong> A baixa eficiência alimentar encarece a produção, reduzindo a rentabilidade do sistema.</li>
</ul>
<p>Esses efeitos, mesmo que sutis, acumulam-se ao longo do tempo, gerando um custo invisível que pode comprometer a sustentabilidade econômica da propriedade.</p>
<h3>Efeitos na produção de leite e na eficiência alimentar</h3>
<p>Um dado frequentemente citado em pesquisas práticas demonstra que <strong>a redução do amido nas fezes de 5% para 1,5% pode gerar um incremento de até 1,2 litros de leite por vaca ao dia </strong>(Ferraretto &amp; Shaver, 2012; Oba &amp; Allen, 2003). Esse ganho é extremamente relevante quando projetado em escala de rebanho.</p>
<p>Além disso, o aumento da digestibilidade do amido contribui para:</p>
<ul>
<li>Maior produção de propionato no rúmen, elevando a gliconeogênese hepática;</li>
<li>Redução da exigência por concentrados na dieta total;</li>
<li>Melhora no índice de conversão alimentar, com impacto direto na lucratividade por hectare colhido.</li>
</ul>
<p>Portanto, o KPS deve ser encarado não apenas como uma métrica técnica, mas como um indicador econômico direto do sucesso da colheita e do processo de conservação da silagem.</p>
<h2>Avaliação com peneira padrão (método laboratorial)</h2>
<p>O <strong>método laboratorial para avaliação do KPS é considerado o padrão ouro</strong> pela precisão e padronização. Nele, uma amostra da silagem de milho é seca e submetida à peneiração mecânica com abertura de <strong>4,75 mm</strong>, utilizando um agitador específico que simula a separação de partículas como ocorre no processo digestivo.</p>
<p>Após a peneiração, é quantificada a fração de amido que passou pela peneira, sendo esse valor expresso em porcentagem. O resultado obtido representa o KPS da amostra. Esse método é confiável, reprodutível e permite comparações entre lotes, fazendas e safras, tornando-se uma <strong>ferramenta de monitoramento técnico e zootécnico contínuo</strong> (Ferraretto &amp; Shaver, 2015).</p>
<p>Apesar da acurácia, o método demanda:</p>
<ul>
<li>Equipamentos específicos (agitadores de peneira, forno para secagem);</li>
<li>Envio de amostras para laboratórios especializados;</li>
<li>Tempo de resposta mais longo, o que limita ajustes imediatos durante a colheita.</li>
</ul>
<h2>Método de separação por flutuação em água (prático)</h2>
<p>Como alternativa ao laboratório, o método de flutuação em água permite uma <strong>avaliação prática e rápida diretamente no campo ou no silo</strong>. A técnica consiste em:</p>
<ol>
<li><strong>Submergir uma amostra representativa da silagem</strong> picada em um balde ou recipiente com água;</li>
<li><strong>Aguardar a separação das partículas por densidade</strong>: os grãos inteiros e fragmentos maiores sedimentam;</li>
<li><strong>Coletar os grãos do fundo</strong>, secá-los e peneirá-los manualmente;</li>
<li><strong>Avaliar visualmente a proporção de grãos bem processados</strong> com auxílio de uma régua de referência ou tabela visual (ex: referência de ¼ do grão).</li>
</ol>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39520" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/teste-flutuacao.jpg" alt="Método de separação por flutuação em água" width="843" height="493" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/teste-flutuacao.jpg 843w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/teste-flutuacao-300x175.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/teste-flutuacao-768x449.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/teste-flutuacao-370x216.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/teste-flutuacao-270x158.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/teste-flutuacao-740x433.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/teste-flutuacao-150x88.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 843px) 100vw, 843px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">Imagens ilustrando o teste de flutuação na água, realizado durante o processo de ensilagem. É possível observar que após peneirar os grãos do fundo, foi realizada a avaliação visual dos grãos mal processados. Fonte: Acervo Rehagro</span></p>
<p>Esse método é <strong>menos preciso, mas altamente funcional para ajustes em tempo real durante a operação de colheita</strong>. Seu uso é recomendado como ferramenta de monitoramento em propriedades que buscam melhorar continuamente a qualidade da silagem e reduzir perdas nutricionais.</p>
<h2>Comparativo entre os métodos: precisão x aplicabilidade</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39521" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/tabela-silagem-kps.jpg" alt="Comparativo entre dois métodos de separação" width="725" height="322" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/tabela-silagem-kps.jpg 725w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/tabela-silagem-kps-300x133.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/tabela-silagem-kps-370x164.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/tabela-silagem-kps-270x120.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/tabela-silagem-kps-150x67.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 725px) 100vw, 725px" /></p>
<p>A recomendação prática é que o método de flutuação seja utilizado para ajustes operacionais durante a colheita, enquanto o método laboratorial sirva como validação e acompanhamento técnico zootécnico da qualidade da silagem ao longo do tempo.</p>
<h2>Oportunidades de ajuste e melhoria no campo</h2>
<h3>Importância da regulagem da colhedora</h3>
<p>A <strong>regulagem da colhedora</strong> é um dos fatores mais críticos para o sucesso no processamento dos grãos. Mesmo em máquinas modernas, erros como pressão insuficiente nos rolos do <em>cracker</em>, lâminas desajustadas ou velocidade inadequada de avanço podem comprometer severamente a qualidade do material processado.</p>
<p>Pontos-chave para regulagem eficiente:</p>
<ul>
<li><strong>Espaçamento entre rolos processadores</strong>: deve estar entre 1 a 3 mm;</li>
<li><strong>Velocidade diferencial dos rolos</strong>: idealmente, o rolo inferior deve girar de 15% a 30% mais rápido;</li>
<li><strong>Tamanho de partícula (teoricamente efetivo)</strong>: entre 8 a 15 mm, dependendo do estágio de maturação da planta.</li>
</ul>
<p>A verificação e ajuste dessas variáveis devem ser feitos diariamente durante a colheita, com apoio de análise prática de campo (como a flutuação em água) para monitoramento contínuo.</p>
<h3>Uso de processadores “<em>cracker</em>” e colhedoras automotrizes</h3>
<p>O uso de <strong>colhedoras automotrizes com processador tipo “<em>cracker</em>”</strong> tem se tornado padrão em sistemas tecnificados de produção. Esses equipamentos aplicam força de esmagamento nos grãos ao mesmo tempo que promovem o corte da planta, otimizando tempo e qualidade de ensilagem.</p>
<p>Benefícios do uso de <em>cracker</em>:</p>
<ul>
<li><strong>Rompimento mais completo do pericarpo</strong>;</li>
<li><strong>Fragmentação homogênea dos grãos</strong>, com maior exposição do endosperma;</li>
<li><strong>Redução de perdas fecais de amido</strong>;</li>
<li><strong>Melhora significativa no KPS</strong>, frequentemente acima de 65-70% quando bem regulado.</li>
</ul>
<p>Para propriedades que ainda utilizam colhedoras tracionadas, é fundamental investir em adaptadores de processamento ou considerar a terceirização da colheita com máquinas equipadas.</p>
<h3>Monitoramento contínuo como ferramenta de gestão nutricional</h3>
<p>Tratar o KPS como um <strong>indicador de rotina</strong>, e não apenas como dado pontual de avaliação de colheita, pode gerar uma revolução na qualidade da nutrição do rebanho. A integração do KPS ao controle de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/producao-de-silagem-de-milho-com-qualidade-voce-sabe-como-fazer/">qualidade da silagem</a></strong> permite:</p>
<ul>
<li>Identificar falhas operacionais rapidamente;</li>
<li>Tomar decisões em tempo real para correção de rotas;</li>
<li>Ajustar formulações de dieta baseadas em digestibilidade real e não teórica;</li>
<li>Reduzir custos com concentrado sem perda de desempenho.</li>
</ul>
<p>Assim, o monitoramento sistemático do KPS deixa de ser uma ação isolada e passa a compor um sistema de nutrição de precisão altamente alinhado à produtividade e rentabilidade da pecuária leiteira.</p>
<h2>Aplicações práticas do KPS na rotina de fazendas leiteiras</h2>
<h3>Diagnóstico nutricional da silagem</h3>
<p>Integrar o KPS ao diagnóstico nutricional da silagem permite <strong>avaliar não apenas o “quanto” se colhe, mas “como” se colhe</strong>. Dois lotes com teor semelhante de matéria seca e amido podem ter desempenho completamente diferente na dieta se um tiver KPS inferior.</p>
<p>Ao incluir o KPS nas análises de silagem junto de parâmetros como fibra em detergente neutro (FDN), proteína bruta (PB) e energia líquida, os técnicos têm uma <strong>visão muito mais completa e funcional do valor real do volumoso</strong>.</p>
<p>Isso permite:</p>
<ul>
<li>Reajustar dietas com base em dados de digestibilidade reais;</li>
<li>Identificar a causa de quedas no desempenho de vacas sem alterações visíveis no cocho;</li>
<li>Detectar silagens com potencial de substituição parcial de concentrado, otimizando custos.</li>
</ul>
<h3>Tomada de decisão em tempo real durante a colheita</h3>
<p>O uso do método de flutuação em água como ferramenta prática de campo se mostra extremamente eficiente para ajustes operacionais durante a colheita. Ao analisar diariamente amostras processadas, é possível:</p>
<ul>
<li>Detectar alterações de desempenho dos processadores;</li>
<li>Corrigir regulagens ainda durante a colheita, evitando perdas na origem;</li>
<li>Identificar variações por talhão ou umidade da planta, adaptando a colheita conforme a realidade do momento.</li>
</ul>
<p>Com isso, a colheita deixa de ser uma “caixa preta” e passa a ser uma operação técnica monitorada com dados, favorecendo a construção de uma silagem mais eficiente desde o início.</p>
<h3>Correlação com indicadores zootécnicos e econômicos</h3>
<p>Diversos indicadores da fazenda leiteira estão diretamente correlacionados com o KPS, entre eles:</p>
<ul>
<li><strong>Produção de leite por vaca/dia</strong>: Maior aproveitamento do amido aumenta a eficiência energética da dieta;</li>
<li><strong>Conversão alimentar (kg MS / kg leite)</strong>: Silagens com alto KPS entregam mais energia digestível por kg de matéria seca;</li>
<li><strong>Custo por litro de leite</strong>: Redução de concentrado sem perda de produção;</li>
<li><strong>Perdas fecais de amido</strong>: Menor desperdício de nutrientes.</li>
</ul>
<p>Ou seja, <strong>o KPS não é apenas um dado técnico</strong>: é um indicador de gestão zootécnica e econômica, que deve ser monitorado com o mesmo rigor que CCS (contagem de células somáticas), produção média e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/taxa-de-concepcao/">taxa de concepção</a></strong>.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A busca por eficiência alimentar, maior produtividade e sustentabilidade econômica na pecuária leiteira passa, necessariamente, pelo <strong>controle da qualidade da silagem de milho</strong>. Dentro desse contexto, o KPS (<em>Kernel Processing Score</em>) se estabelece como um dos principais <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/indicadores-zootecnicos/">indicadores zootécnicos</a></strong> aplicáveis à realidade do campo.</p>
<p>Mais do que um número de laboratório, o KPS expressa o grau em que os grãos de milho foram devidamente processados durante a colheita, <strong>refletindo diretamente na digestibilidade do amido, na eficiência da dieta e, sobretudo, na rentabilidade da atividade</strong>. Avaliar esse parâmetro permite intervenções rápidas e assertivas, tanto no ajuste de maquinário quanto na formulação de dietas.</p>
<p>Portanto, incorporar o KPS à rotina das fazendas leiteiras não é mais uma escolha, mas sim uma decisão estratégica alinhada à nutrição de precisão.</p>
<h2>Da rotina diária ao planejamento estratégico: aprenda a gerir de verdade.</h2>
<p>A gestão de uma fazenda de leite vai muito além de alimentar vacas e ordenhar. É preciso entender números, planejar a longo prazo e tomar decisões certeiras que assegurem eficiência e rentabilidade.</p>
<p>O <a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog"><strong>Curso Gestão na Pecuária Leiteira</strong></a> foi desenvolvido para ensinar, na prática, como transformar dados em resultados reais.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-23083" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/bruna-maeda.jpg" alt="Bruna Maeda - Equipe Leite Rehagro" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/bruna-maeda.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/bruna-maeda-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/bruna-maeda-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><strong>Referências</strong></p>
<ul>
<li><span style="font-size: 14px;">Bal, M. A., Shaver, R. D., et al. (2000). Effect of Corn Silage Particle Length and Kernel Processing on Intake, Digestion, and Milk Production by Dairy Cows. <i>Journal of Dairy Science</i>. </span></li>
<li><span style="font-size: 14px;">ESALQLAB (2021). Relatórios técnicos de análise de silagem. ESALQ/USP. Disponível em: https://www.esalq.usp.br</span></li>
<li><span style="font-size: 14px;">Ferraretto, L. F., &amp; Shaver, R. D. (2012). Effect of Corn Kernel Processing on Performance of Lactating Dairy Cows. <i>Journal of Dairy Science</i>. </span></li>
<li><span style="font-size: 14px;">Ferraretto, L. F., &amp; Shaver, R. D. (2015). Laboratory evaluation of corn silage processing: KPS. <i>UW Extension Dairy Science Digest</i>.</span></li>
<li><span style="font-size: 14px;">Jobim, C. C., et al. (2007). A qualidade da silagem de milho na alimentação de vacas leiteiras. <i>Revista Brasileira de Zootecnia</i>.</span></li>
<li><span style="font-size: 14px;">Oba, M., &amp; Allen, M. S. (2003). Effects of corn grain conservation method on feeding behavior and productivity of lactating dairy cows. <i>Journal of Dairy Science</i>.</span></li>
<li><span style="font-size: 14px;">Shinners, K. J., &amp; Holmes, B. J. (2013). Kernel processing score: importance and targets. <i>University of Wisconsin Extension</i>.</span></li>
</ul>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/processamento-de-graos-kps-da-silagem-de-milho/">Processamento de grãos (KPS) da silagem de milho: como medir e interpretar esse índice?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Silagem de milho na produção leiteira: como melhorar a qualidade, digestibilidade e eficiência animal</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/silagem-de-milho-na-producao-leiteira-como-melhorar-a-qualidade-digestibilidade-e-eficiencia-animal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Mar 2025 11:30:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[produção de leite]]></category>
		<category><![CDATA[silagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A produção de leite é uma atividade multifatorial que exige não apenas um manejo zootécnico adequado, mas também uma atenção minuciosa à nutrição dos animais. Nesse contexto, a silagem de milho ocupa um lugar central na formulação de dietas para vacas leiteiras em função de sua alta produtividade, valor energético e disponibilidade. No entanto, garantir [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A produção de leite é uma atividade multifatorial que exige não apenas um manejo zootécnico adequado, mas também uma atenção minuciosa à nutrição dos animais. Nesse contexto, a <strong>silagem de milho</strong> ocupa um lugar central na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dietas-para-bovinos-leiteiros/">formulação de dietas para vacas leiteiras</a></strong> em função de sua alta produtividade, valor energético e disponibilidade.</p>
<p>No entanto, <strong>garantir uma silagem de qualidade é um desafio constant</strong>e, especialmente diante das condições climáticas tropicais e das práticas agronômicas e nutricionais ainda em consolidação no Brasil.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Importância da silagem de milho na nutrição animal</h2>
<p>A silagem de milho de alta qualidade é reconhecida como <strong>um dos principais pilares da alimentação de vacas leiteiras de alta produtividade</strong>. Ela oferece uma combinação ideal de fibra e energia, sendo amplamente utilizada em sistemas de produção intensivos. A eficiência alimentar, a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/avaliacao-do-liquido-ruminal/">saúde ruminal</a></strong> e a rentabilidade estão diretamente relacionadas à qualidade desse volumoso.</p>
<p>Dr. Luiz Felipe Ferraretto, uma das principais referências mundiais em produção de forragens, compartilhou em uma extensa palestra realizada pelo Rehagro, conhecimentos valiosos sobre a inter-relação entre silagem de milho, digestibilidade de nutrientes, comportamento alimentar e desempenho produtivo.</p>
<p>A partir de suas explicações, pode-se traçar um <strong>panorama abrangente</strong> sobre os fatores determinantes da eficiência na utilização da silagem e seu impacto na produtividade leiteira.</p>
<h2>Parâmetros de qualidade: fibras e amido</h2>
<p>Os principais indicadores laboratoriais para a avaliação da fibra na silagem de milho são:</p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>FDN (Fibra Detergente Neutro)</strong>: representa a fração da planta composta por hemicelulose, celulose e lignina, sendo correlacionada com o volume de ingestão e ruminação.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>FDN indigestível (FDNi ou FNI)</strong>: quantifica a porção da fibra que não pode ser digerida pelos microrganismos ruminais.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Digestibilidade do FDN em 30h</strong>: mede o quanto da fibra pode ser efetivamente digerida em um período padrão de tempo.</li>
</ol>
<p>Outro parâmetro importante é a concentração de amido e sua digestibilidade. Esses componentes determinam a energia disponível da silagem e influenciam diretamente na produção de leite e sólidos. O correto balanço entre fibra e amido é essencial para evitar distúrbios digestivos e garantir um bom desempenho <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/indicadores-zootecnicos/">zootécnico</a></strong>.</p>
<p>Ferraretto destaca que as silagens brasileiras, em comparação às americanas, <strong>apresentam maior teor de FNI e menor digestibilidade do FDN e do amido</strong>. Esses resultados se devem, em grande parte, às condições climáticas tropicais e ao uso de materiais genéticos menos adaptados à produção de forragem de alta qualidade.</p>
<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/silagem-de-milho-e-os-impactos-na-producao-de-leite?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=webinar-ferraretto&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-38527 size-full" title="Clique e acesse gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/webinar-silagem-ferraretto.png" alt="Webinar impacto da silagem na produção de leite" width="1024" height="359" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/webinar-silagem-ferraretto.png 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/webinar-silagem-ferraretto-300x105.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/webinar-silagem-ferraretto-768x269.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/webinar-silagem-ferraretto-370x130.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/webinar-silagem-ferraretto-270x95.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/webinar-silagem-ferraretto-740x259.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/webinar-silagem-ferraretto-150x53.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></p>
<h3>Efeitos da digestibilidade na ingestão e comportamento alimentar</h3>
<p>A <strong>digestibilidade</strong> dos nutrientes da silagem é determinante para o desempenho das vacas leiteiras. Segundo estudos citados pelo Dr. Ferraretto, <strong>cada quilo de fibra de forragem digestível pode resultar em até 3 kg de leite produzido</strong>. Assim, não só a quantidade de fibra, mas principalmente sua qualidade, impacta a eficiência alimentar.</p>
<p>Dietas com maior proporção de fibra indigestível provocam maior tempo de permanência da vaca no cocho, seleção de partículas mais pequenas e redução do consumo voluntário.</p>
<p>O tamanho da partícula é outro fator crítico: <strong>partículas maiores que 19 mm são frequentemente evitadas pelas vacas</strong>, diminuindo a ingestão e a produção de leite.</p>
<p>A observação do comportamento alimentar torna-se, assim, uma ferramenta essencial para ajustes de manejo e reformulação de dietas.</p>
<h2>Manejo agronômico e silagem de alta qualidade</h2>
<p>A altura de corte da planta é uma estratégia de manejo com impacto direto na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/producao-de-silagem-de-milho-com-qualidade-voce-sabe-como-fazer/">qualidade da silagem</a></strong>. Estudos demonstram que cortes entre 40 a 60 cm do solo proporcionam silagens com menor teor de lignina, maior concentração de amido e maior digestibilidade da fibra.</p>
<p>Essa melhoria nutricional, entretanto, implica na perda de parte da massa vegetal, o que exige um planejamento cuidadoso da produção.</p>
<p>Além disso, a escolha do híbrido de milho é determinante. Híbridos com endosperma farináceo têm melhor digestibilidade do amido. A interação entre genética e ambiente é complexa, e a seleção de cultivares deve considerar o histórico de desempenho em condições locais.</p>
<h2>Fermentação, higiene e armazenamento</h2>
<p>A fermentação da silagem é um processo biológico essencial que define a <strong>conservação e o valor nutricional do material ensilado</strong>. Microrganismos indesejáveis, como fungos e leveduras, comprometem a estabilidade da silagem e reduzem a digestibilidade da fibra. A contaminação microbiológica pode ser agravada por falhas na compactação e vedamento do silo.</p>
<p>Ferraretto enfatiza o uso de barreiras de oxigênio como uma estratégia eficiente para minimizar perdas. Além disso, recomenda-se que o silo seja aberto após <strong>90 a 120 dias</strong> de fermentação para maximizar a digestibilidade do amido.</p>
<h2>Integração nutricional e manejo de dietas</h2>
<p>A qualidade da silagem deve ser considerada em conjunto com o restante da dieta e com o manejo alimentar. A utilização de feno, por exemplo, pode auxiliar no fornecimento de fibra fisicamente efetiva. Contudo, <strong>o tamanho da partícula e a resistência à seleção são essenciais para garantir sua efetividade</strong>.</p>
<p>O momento da alimentação, a frequência de fornecimento e o empurramento da comida no cocho são práticas que interferem diretamente no desempenho leiteiro, sobretudo na produção de gordura do leite. A vaca deve ter acesso constante e uniforme ao alimento para que seu comportamento de ruminação e descanso seja respeitado.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>A silagem de milho, quando bem manejada, representa um<strong> recurso nutricional de altíssima eficiência</strong>. O conhecimento técnico sobre digestibilidade de fibra e amido, o uso de indicadores laboratoriais, a adoção de boas práticas de colheita, fermentação e armazenamento, aliados a um manejo alimentar adequado, são aspectos que determinam a rentabilidade da atividade leiteira.</p>
<p>Diante dos desafios impostos pelas condições tropicais e pela variabilidade climática, cabe aos técnicos e produtores se atualizarem constantemente, adotando decisões embasadas em dados, experimentação e observação de campo. A busca pela eficiência produtiva é, antes de tudo, uma construção de conhecimento coletivo e aplicado.</p>
<h2>Transforme sua forma de produzir leite com conhecimento aplicado</h2>
<p>Produzir mais e melhor não depende apenas de investir em tecnologia ou aumentar a estrutura da fazenda. O verdadeiro diferencial está em dominar os números e saber tomar decisões estratégicas que impactam diretamente na produtividade e no lucro.</p>
<p>A <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pós-graduação em Pecuária Leiteira</strong></a> do Rehagro foi criada para te mostrar, passo a passo, como aplicar técnicas modernas de gestão e produção que já transformaram a realidade de centenas de produtores e consultores em todo o Brasil.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18727 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Leite Rehagro.</p>
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		<title>Silagem de milho e os impactos sobre os sólidos e produção de leite</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Mar 2025 12:22:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[produção de leite]]></category>
		<category><![CDATA[silagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta palestra do Dr. Luiz Felipe Ferraretto discute a relação entre a silagem de milho e a produção de leite, focando na importância da digestibilidade da fibra para o desempenho e o comportamento alimentar das vacas leiteiras. A apresentação compara indicadores de qualidade de silagem de milho nos EUA e no Brasil, destacando a necessidade [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esta palestra do Dr. Luiz Felipe Ferraretto discute a relação entre a silagem de milho e a produção de leite, focando na importância da digestibilidade da fibra para o desempenho e o comportamento alimentar das vacas leiteiras.</p>
<p>A apresentação compara indicadores de qualidade de silagem de milho nos EUA e no Brasil, destacando a necessidade de melhorias na digestibilidade da fibra no contexto brasileiro.</p>
<p>A altura de corte da silagem, o tamanho de partícula e a qualidade da fermentação são apontados como fatores cruciais para otimizar a produção e a saúde das vacas. O Dr. Ferraretto enfatiza a importância de se considerar não apenas a produção de leite, mas também o tempo de alimentação e ruminação, para avaliar a eficiência da dieta.</p>
<h2>Principais pontos do webinar</h2>
<p><strong>Digestibilidade da fibra</strong>: A qualidade da silagem, especialmente a digestibilidade da fibra (FDN), impacta diretamente o consumo de matéria seca e a produção de leite. Silagem com maior digestibilidade de fibra leva a maior ingestão e produção.</p>
<p><strong>Altura de corte</strong>: Aumentar a altura de corte da silagem de milho pode melhorar a digestibilidade da fibra, mas reduz a produção de matéria seca por hectare. É necessário um planejamento cuidadoso para equilibrar qualidade e quantidade.</p>
<p><strong>Tamanho de partícula:</strong> A proporção de partículas de silagem, especialmente as maiores (acima da peneira 19mm), afeta o tempo de alimentação e a seleção do alimento pelas vacas. Partículas muito grandes podem levar à redução no consumo e na produção de leite.</p>
<p><strong>Qualidade da fermentação</strong>: A presença de leveduras e fungos na silagem compromete a digestibilidade da fibra e pode reduzir a produção leiteira. Boas práticas de manejo e higiene na produção da silagem são essenciais.</p>
<p><strong>Comportamento alimentar</strong>: A digestibilidade da fibra impacta o comportamento alimentar das vacas, influenciando o tempo gasto comendo e ruminando. Vacas com dietas de baixa digestibilidade passam mais tempo comendo e menos tempo ruminando, impactando negativamente a produção e a saúde.</p>
<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/silagem-de-milho-e-os-impactos-na-producao-de-leite?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=webinar-ferraretto&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-37036 size-full" title="Clique e acesse gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/03/banner-webinar-silagem.png" alt="Banner Webinar Silagem de Milho" width="728" height="327" /></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Análise de alimentos para nutrição bovina: como amostrar corretamente?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/analise-de-alimentos-para-nutricao-bovina-como-amostrar-corretamente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jan 2025 11:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[silagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A amostragem de alimentos para análise de composição é de suma importância para podermos identificar de forma precisa os nutrientes e as características de cada alimento que irá ser utilizado nas dietas das vacas leiteiras. Conhecer essas informações é essencial para a tomada de decisão e definição das proporções dos alimentos na dieta, usar de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/analise-de-alimentos-para-nutricao-bovina-como-amostrar-corretamente/">Análise de alimentos para nutrição bovina: como amostrar corretamente?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>amostragem de alimentos para análise de composição</strong> é de suma importância para podermos identificar de forma precisa os nutrientes e as características de cada alimento que irá ser utilizado nas dietas das vacas leiteiras.</p>
<p>Conhecer essas informações é essencial para a tomada de decisão e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dietas-para-bovinos-leiteiros/">definição das proporções dos alimentos na dieta</a></strong>, usar de forma eficiente os alimentos disponíveis e para garantir a maximização do consumo pelos animais.</p>
<p>Ao longo deste texto iremos abordar os procedimentos para realização da coleta de amostras até o momento de envio para o laboratório, visando garantir o sucesso da análise solicitada.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Como devem ser coletadas as amostras dos alimentos?</h2>
<h3>Amostras de silagem</h3>
<p>A coleta de amostras da silagem é importante ser <strong>realizada logo após a abertura do silo</strong>, ou seja, no momento em que a fermentação da massa ensilada já está estabilizada.</p>
<p>Além disso, realizar coletas periódicas conforme o consumo da silagem progride é fundamental, pois a lavoura de milho pode ter comportamentos diferentes a depender do solo ou do híbrido usado e isso impacta na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-interpretar-uma-analise-bromatologica-da-silagem-de-milho/">análise</a></strong> de alguns parâmetros da silagem.</p>
<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/silagem-de-milho-e-os-impactos-na-producao-de-leite?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=webinar-ferraretto&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-38527 size-full" title="Clique e acesse gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/webinar-silagem-ferraretto.png" alt="Webinar impacto da silagem na produção de leite" width="1024" height="359" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/webinar-silagem-ferraretto.png 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/webinar-silagem-ferraretto-300x105.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/webinar-silagem-ferraretto-768x269.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/webinar-silagem-ferraretto-370x130.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/webinar-silagem-ferraretto-270x95.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/webinar-silagem-ferraretto-740x259.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/webinar-silagem-ferraretto-150x53.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></p>
<h4>Passo a passo da coleta</h4>
<ol>
<li>Retirar de forma aleatória 5 a 10 porções do painel, mantendo uma distância de 15 cm das bordas.</li>
<li>Com as porções retiradas misture-as bem, para homogeneizá-las.</li>
<li>Realizar o quarteamento da amostra até chegar em uma amostra final de aproximadamente 500 g.</li>
<li>Embalar a amostra com saco plástico ou papel filme com várias camadas, retirando o ar da amostra e atentado-se a possíveis furos.</li>
<li>Realize a devida identificação da amostra, data de coleta e outras informações relevantes.</li>
<li>Envie a amostra o mais rápido possível.</li>
</ol>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-36460" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/amostras-alimentares.jpg" alt="Amostragem de silagem" width="800" height="450" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/amostras-alimentares.jpg 800w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/amostras-alimentares-300x169.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/amostras-alimentares-768x432.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/amostras-alimentares-370x208.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/amostras-alimentares-270x152.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/amostras-alimentares-740x416.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/amostras-alimentares-150x84.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Fonte: Rehagro Ensino</span></p>
<h4>Pontos de atenção no momento da coleta da amostra da silagem</h4>
<ul>
<li><strong>Evite coletar de áreas da massa ensilada com alterações</strong> como, mofo, com sinais de deterioração, coloração mais escura, com presença de possíveis contaminantes.</li>
<li><strong>Evite coletar amostras da primeira fatia de corte</strong> para evitar a coleta de material exposto ao ar e à luz.</li>
</ul>
<h3>Amostras de pastagens</h3>
<p>Em relação a amostragem de pastagens é importante ressaltar que o método de coleta irá variar quanto ao objetivo da análise e o sistema de pastejo. Por isso, é importante definir a área da propriedade em que será feita a coleta.</p>
<h4>Passo a passo da coleta</h4>
<p>1. Definir a área que será analisada.</p>
<p>2. Amostrar cerca de 20 a 30 pontos da pastagem de acordo com o sistema de pastejo.</p>
<ul>
<li><strong>Em lotação contínua</strong>: simular o ato de pastejo prendendo a forragem com a mão e corte com o movimento de braço.</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-36461" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/amostras-alimentares-2.jpg" alt="Amostragem de pastagem em lotação contínua" width="604" height="150" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/amostras-alimentares-2.jpg 604w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/amostras-alimentares-2-300x75.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/amostras-alimentares-2-370x92.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/amostras-alimentares-2-270x67.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/amostras-alimentares-2-150x37.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 604px) 100vw, 604px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Fonte: ESALQ USP</span></p>
<ul>
<li><strong>Em lotação rotativa</strong>: avaliar a altura de resíduos pelos animais a partir dos resíduos deixados nos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-piquetes-na-pecuaria-leiteira/">piquetes</a></strong> anteriores. No próximo piquete que as vacas irão entrar, com auxílio de uma tesoura e régua corte a forragem acima da altura identificada nos piquetes anteriores.</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-36462" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/amostras-alimentares-1.jpg" alt="Amostragem de pastagem em lotação rotativa" width="609" height="159" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/amostras-alimentares-1.jpg 609w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/amostras-alimentares-1-300x78.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/amostras-alimentares-1-370x97.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/amostras-alimentares-1-270x70.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/amostras-alimentares-1-150x39.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 609px) 100vw, 609px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Fonte: ESALQ USP</span></p>
<p>3. Realizar a homogeneização misturando várias vezes.</p>
<p>4. Reservar uma amostra de 250 g.</p>
<p>5. Aquecer em forno micro-ondas por cerca de 6 a 8 minutos na potência máxima. É necessário colocar um copo de água para que a amostra não queime.</p>
<p>6. Após o aquecimento coloque a amostra em um saco de papel, identifique e feche-o corretamente.</p>
<p>7. Enviar a amostra, lembre-se que neste caso, ela não deve ser refrigerada.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-36465" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/amostras-alimentares-4.jpg" alt="Amostra de pastagem sendo analisada" width="608" height="158" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/amostras-alimentares-4.jpg 608w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/amostras-alimentares-4-300x78.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/amostras-alimentares-4-370x96.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/amostras-alimentares-4-270x70.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/amostras-alimentares-4-150x39.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 608px) 100vw, 608px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Fonte: ESALQ USP</span></p>
<p>No método acima, <strong>foi realizada a pré-secagem do material</strong> no micro-ondas antes do envio para o laboratório, ele pode ser essencial para evitar a deterioração do material.</p>
<p>Outro método de coleta que pode ser utilizado para avaliação de pastagens sem a utilização da pré-secagem, no entanto é importante ter cuidado no momento de embalar para evitar a deterioração:</p>
<ol>
<li>Demarcar a área do pasto que será avaliada.</li>
<li>Coletar amostras de 10 &#8211; 20 da área amostrada e realizar o corte com a mão ou com objetivo cortante.</li>
<li>Misturar bem para formar uma única amostra.</li>
<li>Realizar o quarteamento, misturando bem em uma única amostra.</li>
<li>Embalar em saco plástico ou papel filme, com o mínimo de ar possível.</li>
<li>Identificar a amostra.</li>
<li>Enviar a amostra o mais rápido possível.</li>
</ol>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-36463" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/amostras-alimentares-3.jpg" alt="Processo de quarteamento" width="605" height="280" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/amostras-alimentares-3.jpg 605w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/amostras-alimentares-3-300x139.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/amostras-alimentares-3-370x171.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/amostras-alimentares-3-270x125.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/amostras-alimentares-3-150x69.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 605px) 100vw, 605px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Imagem demonstrando o processo de quarteamento</span></p>
<h4>Pontos de atenção no momento da coleta da amostra de pastagens</h4>
<p>Evite pontos de amostragem próximos às cercas, malhadouros e touceiras cobertas de fezes e urina.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>Para garantir que as amostras cheguem em condições ideais <strong>é essencial realizar os procedimentos de coleta de forma adequada e embalar a amostra de forma adequada</strong> para evitar perdas durante o transporte.</p>
<p>Por isso, o ideal é evitar, quando possível, o envio de amostras congeladas pelo risco de descongelamento que pode favorecer a proliferação de microrganismos. Também é essencial realizar a retirada do ar da embalagem.</p>
<p>Outro ponto importante é fazer a devida identificação da amostra e assegurar que ela seja representativa e, dessa forma, garantir que as análises feitas sejam fidedignas com a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/producao-de-silagem-de-milho-com-qualidade-voce-sabe-como-fazer/">qualidade da sua silagem</a></strong> ou pastagem.</p>
<p>Dessa forma, poderemos tomar as decisões quanto à proporção dos ingredientes na dieta das vacas e a necessidade de suplementação, com o objetivo de maximizar o consumo de matéria seca das vacas e assegurar que as <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/exigencias-nutricionais-dos-bovinos-leiteiros-adultos/">exigências nutricionais</a></strong> dos animais sejam atendidas, resultando assim, em maior produtividade e rentabilidade para o produtor.</p>
<h2>Do cocho ao tanque: a precisão começa na amostragem</h2>
<p>Uma análise de alimentos bem-feita começa com uma amostragem correta, e esse cuidado pode significar a diferença entre uma dieta eficiente e prejuízos silenciosos.</p>
<p>No <a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Curso Gestão na Pecuária Leiteira</strong></a> do Rehagro, você aprende a interpretar resultados de análises, ajustar a nutrição do rebanho com base em dados e transformar números em mais leite e lucro.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Autoras: Ana Clara Vianna e Maria Fernanda Faria &#8211; Equipe Leite Rehagro</p>
<p><strong>Referências</strong></p>
<ul>
<li><span style="font-size: 14px;">ESALQ LAB. 4 passos para coleta de amostras de pasto. 2023</span></li>
<li><span style="font-size: 14px;">RECH, Ângela Fonseca. Amostragem de Alimentos para Análise Bromatológica. Caderno Técnico Agropecuária Catarinense, v. 31, n.1, p. 33 &#8211; 36. Florianópolis, 2018.</span></li>
<li><span style="font-size: 14px;">3RLAB. Amostragem de Alimentos: Quais os procedimentos aplicados à Nutrição Animal? 2020.</span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/analise-de-alimentos-para-nutricao-bovina-como-amostrar-corretamente/">Análise de alimentos para nutrição bovina: como amostrar corretamente?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Silagens alternativas: como beneficiam os custos e a sustentabilidade na produção leiteira?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/silagens-alternativas-na-pecuaria-leiteira/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/silagens-alternativas-na-pecuaria-leiteira/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Dec 2024 11:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[dieta]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[silagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na pecuária leiteira, garantir uma dieta equilibrada e nutritiva é essencial para a saúde e produtividade dos animais. Os alimentos volumosos desempenham um papel fundamental na saúde ruminal e na redução da incidência de doenças metabólicas. Além disso, eles são fontes de energia, uma ferramenta para manter o Escore de Condição Corporal (ECC) dos animais [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/silagens-alternativas-na-pecuaria-leiteira/">Silagens alternativas: como beneficiam os custos e a sustentabilidade na produção leiteira?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na pecuária leiteira, garantir uma dieta equilibrada e nutritiva é essencial para a saúde e produtividade dos animais. Os alimentos volumosos desempenham um papel fundamental na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/avaliacao-do-liquido-ruminal/">saúde ruminal</a></strong> e na redução da incidência de doenças metabólicas.</p>
<p>Além disso, eles são fontes de energia, uma ferramenta para manter o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-vacas-leiteiras/">Escore de Condição Corporal (ECC)</a></strong> dos animais e a viabilidade econômica da produção.</p>
<p>Dada a importância desses alimentos na dieta dos ruminantes, é importante que a produção de volumosos seja feita na propriedade para reduzir custos e evitar os possíveis desafios associados à compra de forragem de terceiros, que pode ter qualidade incerta e exigir um armazenamento complexo, que pode resultar em perdas significativas da forragem conservada.</p>
<p>Nesse texto iremos discutir sobre as <strong>três principais fontes de silagem alternativa</strong> visando a redução no custo de produção, destacando quais as suas maiores vantagens e suas limitações. Além disso, vamos trazer um comparativo quanto custo da matéria seca das três opções.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Como escolher a melhor silagem alternativa para o seu rebanho?</h2>
<p>A silagem é uma das formas mais comuns de volumoso usada na alimentação dos ruminantes. A técnica de ensilagem conserva a forragem em condições anaeróbicas, promovendo o desenvolvimento de microrganismos que garantem a preservação do alimento.</p>
<p>No entanto, considerando que a alimentação representa cerca de 70% dos custos totais na produção leiteira e que o volumoso frequentemente constitui a maior parte da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dietas-para-bovinos-leiteiros/">dieta</a></strong> do animal, torna-se interessante <strong>explorar alternativas para otimizar os custos</strong>.</p>
<p>Neste contexto, vamos apresentar no decorrer deste texto algumas opções de silagens alternativas que podem atender à demanda por fibra de forma mais econômica e eficiente e dentre elas podemos citar:</p>
<ol>
<li>Silagem de Sorgo;</li>
<li>Silagem de Capim;</li>
<li>Silagem de Cana-de-açúcar.</li>
</ol>
<p>Cada uma dessas opções oferece diferentes benefícios e desafios. Um fator importante a considerar para determinar sua viabilidade é a <strong>categoria de animal e suas exigências nutricionais</strong>, pois este fator determina a quantidade de concentrado a ser utilizado para atender as demandas nutricionais de cada grupo de animais.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-aditivos-dieta-bovinos-leiteiros?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-aditivos-dieta&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39648 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos.png" alt="E-book Aditivos na dieta de bovinos leiteiros" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Por exemplo, <strong>vacas secas, novilhas e vacas no final da lactação têm necessidades nutricionais menores</strong> e podem ser bem atendidas pela dieta composta por estas silagens alternativas sem a necessidade de incrementar grandes quantidades de concentrados e com o menor risco de aumentar o ECC desses animais.</p>
<p>Por isso, avaliar como <strong>cada silagem se ajusta às necessidades desses grupos</strong> pode otimizar a eficiência alimentar e reduzir os custos com alimentação.</p>
<p>Dentro dessa situação, os alimentos volumosos, especialmente as silagens, são primordiais para assegurar a saúde e a produtividade dos ruminantes. No entanto, dependendo das condições locais e da demanda por forragem, pode ser necessário explorar alternativas à tradicional silagem de milho.</p>
<p>Sendo assim, analisamos três opções que podem ajudar a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-para-reducao-de-custos-na-producao-de-leite/">reduzir custos</a></strong> e melhorar a eficiência da sua propriedade.</p>
<h3>Silagem de sorgo</h3>
<h4>Vantagens</h4>
<ul>
<li><strong>Adaptabilidade:</strong> O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sorgo-na-alimentacao-de-vacas-leiteiras/">sorgo</a></strong> é altamente produtivo em condições de baixa umidade e solos com menor fertilidade. Isso o torna uma excelente opção para regiões com restrições hídricas ou terrenos menos férteis.</li>
<li><strong>Rebrota</strong>: O sorgo permite o uso da rebrota, o que pode reduzir os custos de implantação ao permitir mais de uma colheita a partir da mesma área plantada.</li>
<li><strong>Versatilidade</strong>: Pode ser ensilado de várias formas, incluindo planta inteira, panículas, grãos reconstituídos ou secos, proporcionando flexibilidade no manejo e na adaptação às necessidades nutricionais dos animais e as condições da propriedade.</li>
</ul>
<h4>Limitações</h4>
<ul>
<li><strong>Ataques de pássaros</strong>: O sorgo pode ser vulnerável a ataques de pássaros, principalmente maritacas, o que pode reduzir a quantidade e a qualidade da forragem produzida.</li>
<li><strong>Processamento</strong>: A colheita do sorgo exige atenção especial, especialmente no processamento dos grãos, para evitar problemas que podem comprometer a qualidade da silagem.</li>
</ul>
<h3>Silagem de capim</h3>
<h4>Vantagens</h4>
<ul>
<li><strong>Facilidade de manejo</strong>:<span style="font-weight: 400;"> Espécies de capim como BRS capiaçu, Brachiaria e Panicum são perenes e relativamente fáceis de manejar, o que pode descomplicar o trabalho na propriedade.</span></li>
<li><strong>Menor exigência nutricional</strong>: <span style="font-weight: 400;">quando comparado com o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/producao-de-silagem-de-milho-com-qualidade-voce-sabe-como-fazer/">milho</a></strong>, o capim em sua maioria, necessita de menos tratamentos de cultura, devido a menor vulnerabilidade a doenças.</span></li>
<li><strong>Flexibilidade de uso</strong>:<span style="font-weight: 400;"> o capim pode ser usado como pasto, capineira, silagem ou feno, oferecendo várias opções para o manejo e armazenamento. Como aproveitar o excedente da forragem do período das águas para realizar o armazenamento.</span></li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-36107" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/12/silagem-capim.jpg" alt="Imagem da produção de silagem de capim" width="600" height="500" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/12/silagem-capim.jpg 600w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/12/silagem-capim-300x250.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/12/silagem-capim-370x308.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/12/silagem-capim-270x225.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/12/silagem-capim-360x300.jpg 360w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/12/silagem-capim-150x125.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;"><span style="font-weight: 400;">Imagem da produção de silagem de capim. </span><span style="font-weight: 400;">Fonte: Ouro Fino.</span></span></p>
<h4>Limitações</h4>
<ul>
<li><strong>Produtividade e cortes</strong>:<span style="font-weight: 400;"> Para atingir alta produtividade, é fundamental realizar vários cortes durante o ciclo de crescimento. Isso pode requerer mais serviço e planejamento.</span></li>
<li><strong>Problemas com umidade</strong>:<span style="font-weight: 400;"> O corte direto pode resultar em alta umidade (~80%), levando à produção de efluente e fermentação indesejada, o que causa perdas na qualidade do volumoso.</span></li>
</ul>
<h3>Silagem de cana-de-açúcar</h3>
<h4>Vantagens</h4>
<ul>
<li><strong>Alto potencial de produção</strong>: A cana-de-açúcar oferece um <strong>elevado potencial de produção de matéria seca</strong> (cerca de 40 toneladas/ha) e valor nutritivo satisfatório; &gt; 35% CNF (carboidratos não fibrosos) e &lt; 50% de FDN(Fibra em Detergente Neutro).</li>
<li><strong>Redução de trabalho</strong>: quando comparada ao fornecimento de cana fresca, a silagem reduz a necessidade de cortes diários, melhora o manejo agronômico dos talhões e diminui o risco de incêndios no canavial.</li>
</ul>
<h4>Limitações</h4>
<ul>
<li><strong>Desempenho das colhedoras</strong>: Algumas colhedoras têm desempenho limitado, baixa vida útil e dificuldades no processamento da forragem.</li>
<li><strong>Ciclo e fermentação</strong>: A cana-de-açúcar propaga-se por mudas e tem um ciclo semi-perene. Apresentar fermentação alcoólica, resultando em perdas de matéria seca e o consumo de açúcares acarreta o aumento da concentração de fibra.</li>
</ul>
<h2>Comparativo dos custos da matéria seca</h2>
<p>A estimativa do custo médio da matéria seca da silagem de BRS Capiaçu, considerando-se três colheitas/ano, é de R$130,85/tonelada.</p>
<p>Essa quantia é cerca de 57% inferior ao custo de produção da silagem de milho, 42,3% da cana-de-açúcar e 43,7% do sorgo. Isto corresponde à alta produtividade da BRS Capiaçu, a silagem produzida com este capim apresenta menores custos de produção por hectare, conforme podemos observar na tabela abaixo:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-36108" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/12/custos-producao-materia-seca.jpg" alt="Tabela com custo de produção da matéria seca e de nutrientes das silagens" width="500" height="174" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/12/custos-producao-materia-seca.jpg 500w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/12/custos-producao-materia-seca-300x104.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/12/custos-producao-materia-seca-370x129.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/12/custos-producao-materia-seca-270x94.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/12/custos-producao-materia-seca-150x52.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Custo de produção da matéria seca e de nutrientes das silagens de BRS Capiaçu, milho, cana-de-açúcar e sorgo. Fonte: Embrapa Gado de Leite, 2018.</span></p>
<p>Entretanto, vale ressaltar que para categorias de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/alimentacao-de-vacas-para-ter-altos-picos-de-producao-de-leite/">animais de alta produção</a></strong>, há uma preocupação maior com a composição e perfil fermentativo dos nutrientes destes volumosos a fim de não limitar fisicamente o consumo destes animais e restringir sua produção.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Explorar silagens alternativas pode ser uma estratégia eficaz para <strong>reduzir custos e melhorar a eficiência na pecuária leiteira</strong>.</p>
<p>Com os alimentos volumosos representando uma parte significativa dos gastos com alimentação, devido a seu maior incremento na dieta, considerar opções como silagem de sorgo, capim e cana-de-açúcar oferece possibilidades para otimizar recursos e ajustar a produção às condições específicas da sua propriedade.</p>
<p>Ao avaliar essas opções, é necessário <strong>considerar suas características individuais e como elas se alinham com as demandas e condições da sua propriedade.</strong> A escolha da silagem mais adequada pode promover uma economia significativa e garantir que os animais recebam uma dieta adequada.</p>
<p>Com uma análise cuidadosa das condições individuais da fazenda e das oportunidades da propriedade e do mercado, aliados a uma implementação eficaz, você pode alcançar uma produção mais sustentável e econômica, aproveitando ao máximo os recursos disponíveis e mantendo a saúde e a produtividade do rebanho.</p>
<h2>Reduza custos e aumente a eficiência da produção leiteira</h2>
<p>O uso estratégico de silagens alternativas pode ser um diferencial para equilibrar custos, manter a qualidade nutricional e aumentar a sustentabilidade da fazenda.</p>
<p>No <a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Curso Gestão na Pecuária Leiteira</strong></a> do Rehagro, você aprende, na prática, como alinhar nutrição, manejo e gestão para obter mais produtividade e lucro, sem desperdício de recursos.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-34253" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/gabriel-martins.jpg" alt="Gabriel Martins - Equipe Leite Rehagro" width="300" height="104" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/gabriel-martins.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/gabriel-martins-270x94.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/gabriel-martins-150x52.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Como interpretar uma análise bromatológica da silagem de milho?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Sep 2024 11:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[silagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Interpretar corretamente a análise de silagem é fundamental para garantir a saúde e a produtividade do rebanho. Esse processo fornece dados essenciais sobre a qualidade do alimento oferecido aos animais, uma vez que permite uma compreensão minuciosa de sua composição nutricional. Com essas informações, é possível fazer os ajustes necessários na dieta dos animais, otimizar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Interpretar corretamente a <strong>análise de silagem</strong> é fundamental para garantir a saúde e a produtividade do rebanho. Esse processo fornece dados essenciais sobre a qualidade do alimento oferecido aos animais, uma vez que permite uma compreensão minuciosa de sua composição nutricional.</p>
<p>Com essas informações, é possível fazer os ajustes necessários na dieta dos animais, otimizar a nutrição e, consequentemente, melhorar de maneira direta a produção.</p>
<p>Em suma, ao aplicar corretamente os dados obtidos, é possível <strong>maximizar o desempenho do rebanho</strong> e assegurar a sustentabilidade e eficiência da operação.</p>
<p>Com base nessa compreensão detalhada, a análise de silagem transcende a mera avaliação da qualidade do alimento, fornecendo subsídios para a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dietas-para-bovinos-leiteiros/">formulação de dietas</a></strong> mais precisas e para a tomada de decisões estratégicas que visam otimizar a eficiência do sistema produtivo.</p>
<p>Dessa forma, a aplicação prática desses dados permite aos produtores elevar a produção de leite, aprimorar a saúde dos animais e reduzir os custos com alimentação, o que resulta em um manejo mais eficiente e sustentável.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>Quais são os parâmetros a serem avaliados na análise bromatológica?</h2>
<p>A análise bromatológica, que avalia detalhadamente os <strong>componentes químicos de alimentos e forragens</strong>, é fundamental para determinar a qualidade nutricional da silagem.</p>
<p>Ela fornece dados cruciais sobre os nutrientes essenciais, permitindo uma avaliação precisa da qualidade do alimento.</p>
<p>A tabela a seguir ilustra as variações nos parâmetros bromatológicos conforme o ponto de colheita do milho.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-34472" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-bromatologicos.jpg" alt="Diferença de parâmetros bromatológicos de acordo com o ponto de colheita do milho." width="968" height="525" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-bromatologicos.jpg 968w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-bromatologicos-300x163.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-bromatologicos-768x417.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-bromatologicos-370x201.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-bromatologicos-270x146.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-bromatologicos-740x401.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-bromatologicos-150x81.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 968px) 100vw, 968px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Diferença de parâmetros bromatológicos de acordo com o ponto de colheita do milho. Fonte: Santos (2021)</span></p>
<h3>Escolha do momento da colheita</h3>
<p>A <strong>escolha do momento correto para a colheita</strong> é vital para assegurar a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/producao-de-silagem-de-milho-com-qualidade-voce-sabe-como-fazer/">qualidade da silagem</a></strong> e a saúde dos animais.  Estudos enfatizam que uma colheita realizada no momento ideal pode maximizar tanto a qualidade quanto a eficiência da silagem.</p>
<h3>Matéria seca</h3>
<p>A <strong>“matéria seca” (MS)</strong> representa a fração do alimento que não é água. Uma boa silagem de milho deve ter entre <strong>32% e 37% de MS</strong>, pois valores fora desse intervalo podem indicar erros no manejo ou na identificação do ponto de colheita.</p>
<h3>Amido</h3>
<p>O <strong>“amido”</strong> é uma fonte essencial de energia para os ruminantes e constitui uma parte significativa das dietas destinadas às vacas de leite.</p>
<p>Aproximadamente 65% da energia presente na silagem vem do amido. Para garantir uma silagem de milho de alta qualidade, é recomendado que ela contenha, em média, mais de <strong>30% de amido na matéria seca</strong>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-34473" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-amido-1024x697.jpg" alt="Parâmetros de amido em análise de silagem de milho" width="770" height="524" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-amido-1024x697.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-amido-300x204.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-amido-768x523.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-amido-370x252.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-amido-270x184.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-amido-740x504.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-amido-150x102.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-amido.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Parâmetros de amido em análise de silagem de milho.</span></p>
<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/silagem-de-milho-e-os-impactos-na-producao-de-leite?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=webinar-ferraretto&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-38527 size-full" title="Clique e acesse gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/webinar-silagem-ferraretto.png" alt="Webinar impacto da silagem na produção de leite" width="1024" height="359" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/webinar-silagem-ferraretto.png 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/webinar-silagem-ferraretto-300x105.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/webinar-silagem-ferraretto-768x269.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/webinar-silagem-ferraretto-370x130.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/webinar-silagem-ferraretto-270x95.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/webinar-silagem-ferraretto-740x259.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/webinar-silagem-ferraretto-150x53.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></p>
<h3>Digestibilidade do amido</h3>
<p>A “digestibilidade do amido” indica a <strong>porcentagem do amido que é efetivamente digerida</strong> no trato gastrointestinal do animal. Uma digestibilidade ideal deve estar próxima de 100%, o que maximiza a utilização do nutriente e reduz custos.</p>
<h3>Fibra Detergente Neutro</h3>
<p>Já a “Fibra Insolúvel em Detergente Neutro” (FDN) indica a <strong>quantidade total de fibra na forragem</strong>, com valores ideais em silagem de milho situando-se entre <strong>36% e 45%</strong>.</p>
<p>Níveis elevados de FDN podem limitar o consumo de matéria seca devido à fração indigestível ou de degradação lenta, ocupando grande espaço no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fisiologia-do-rumen-dos-bovinos/">rúmen</a></strong>.</p>
<p>Além disso, a “Digestibilidade da Fibra Detergente Neutro” em 48 horas (DFDN 48hs) avalia a <strong>capacidade do animal de digerir a fibra da planta durante um período de 48 horas</strong>, com valores ideais <strong>superiores a 60%</strong>, indicando uma alta digestibilidade.</p>
<p>Complementarmente, a “Fibra Não Digerida em 240 horas” (uFDN240hs) quantifica a <strong>fração de fibra que permanece não digerida após 240 horas</strong> no trato gastrointestinal do animal, sendo que valores ideais para esse indicador devem situar-se entre <strong>12% e 13%</strong>.</p>
<p>Níveis mais altos podem diminuir a eficiência alimentar e restringir a ingestão de matéria seca.</p>
<h3>Proteína Bruta (PB)</h3>
<p>Embora a silagem de milho não seja uma fonte significativa de proteína, a “Proteína Bruta (PB)” deve idealmente exceder <strong>7,5%</strong> para garantir que as <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/exigencias-nutricionais-dos-bovinos-leiteiros-adultos/">necessidades nutricionais</a></strong> dos animais sejam adequadamente supridas.</p>
<p>Valores abaixo desse patamar podem limitar a eficiência nutricional e o desempenho dos animais, uma vez que a proteína é essencial para diversas funções metabólicas e para o crescimento e manutenção da saúde.</p>
<h3>Nutrientes digestíveis totais (NDT)</h3>
<p>Os “Nutrientes Digestíveis Totais” (NDT) estão diretamente associados ao <strong>valor energético da silagem</strong>. Valores de NDT <strong>superiores a 70%</strong> garantem uma boa disponibilidade de energia para os animais.</p>
<h3>Kg leite/tonelada de MS de silagem</h3>
<p>O indicador &#8220;Kg leite/Tonelada de MS de silagem&#8221; reflete a <strong>conversão da silagem em matéria seca na produção de leite</strong>, sendo que valores ideais devem ser superiores a <strong>1.600 kg</strong> de leite por tonelada de matéria seca de silagem.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-34474" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-ttndfd-1024x706.jpg" alt="Parâmetros de TTNDFD em análise de silagem de milho" width="770" height="531" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-ttndfd-1024x706.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-ttndfd-300x207.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-ttndfd-768x530.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-ttndfd-370x255.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-ttndfd-435x300.jpg 435w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-ttndfd-270x186.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-ttndfd-740x510.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-ttndfd-150x103.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-ttndfd.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Parâmetros de TTNDFD em análise de silagem de milho.</span></p>
<h2>Como atuar para melhorar a qualidade da silagem?</h2>
<p>Para garantir uma silagem de alta qualidade, é essencial focar em aspectos fundamentais que afetam desde a produção até o consumo pelos animais.</p>
<p>Alguns fatores são fundamentais para ajudar a manter a fermentação adequada e a preservação dos nutrientes, dentre eles podemos citar:</p>
<ul>
<li><strong>Controle da umidade</strong>: vital para garantir que a silagem seja colhida e armazenada com o teor de matéria seca (MS) ideal, o que ajuda a manter uma boa fermentação e evita perdas.</li>
<li><strong>Tamanho de partículas</strong>: é fundamental para a disponibilidade do substrato alimentar para os microrganismos e, consequentemente, para a eficácia do sistema digestivo dos ruminantes. Partículas menores podem resultar em menor tempo de ruminação e menor estímulo à produção de saliva, podendo ocasionar distúrbios metabólicos.</li>
<li><strong>Processamento de grãos</strong>: durante a ensilagem é importante para aumentar a digestibilidade do amido, facilitando a ação dos microrganismos e enzimas do rúmen.</li>
<li><strong>Compactação adequada</strong>: é fundamental para eliminar o oxigênio e promover uma fermentação eficiente, o que ajuda a preservar a qualidade da silagem.</li>
<li><strong>Vedação</strong>: é essencial para prevenir a entrada de ar e água, garantindo um ambiente anaeróbico que favorece a fermentação e a conservação da silagem.</li>
<li><strong>Desensilagem</strong>: deve ser realizada de forma adequada, retirando a quantidade necessária de silagem e evitando a exposição prolongada ao ar, o que pode comprometer a qualidade.</li>
</ul>
<h2>Como avaliar se a silagem tem boa qualidade?</h2>
<p>Como sabemos, a análise bromatológica da silagem permite verificar sua composição química e quantificar nutrientes específicos, possibilitando a comparação dos resultados com os parâmetros ideais estabelecidos.</p>
<p>No que se refere às <strong>análises físicas</strong>, a espessura do corte da forragem é um fator importante, pois pode afetar a compactação e a fermentação da silagem.</p>
<p>O ideal é que o corte tenha um tamanho adequado para não comprometer o desempenho animal e, ao mesmo tempo, permitir uma boa compactação. Além disso, o número de grãos inteiros pode indicar uma quebra inadequada durante a colheita, o que pode impactar a digestibilidade da silagem.</p>
<p>As <strong>características sensoriais</strong> também são importantes. A cor da silagem pode revelar o estado de fermentação e a qualidade da forragem utilizada; uma silagem de milho de boa qualidade geralmente apresenta uma cor verde-amarelada.</p>
<p>O aroma é outro indicador: um cheiro agradável e levemente ácido sugere uma boa fermentação, enquanto odores desagradáveis, como de podridão ou mofo, podem indicar problemas na fermentação ou contaminação.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>A interpretação cuidadosa das análises de silagem é importante para maximizar a eficiência e a qualidade da alimentação dos ruminantes, impactando diretamente a saúde e a produtividade do rebanho.</p>
<p>A análise bromatológica, juntamente com avaliações físicas e sensoriais, fornece informações detalhadas sobre a composição nutricional da silagem, permitindo ajustes precisos na dieta dos animais.</p>
<p>Isso resulta não apenas em melhorias na nutrição e saúde dos animais, mas também em um aumento significativo na produção e na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-para-reducao-de-custos-na-producao-de-leite/">redução dos custos</a></strong> operacionais.</p>
<p>Além disso, aspectos críticos como controle de umidade, tamanho das partículas, processamento dos grãos, compactação, vedação e desensilagem desempenham um papel fundamental na qualidade final da silagem.</p>
<p>Compreender e aplicar essas informações de forma eficaz garante um manejo mais <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/eficiencia-e-sustentabilidade-na-pecuaria-leiteira/">eficiente e sustentável</a></strong>, otimizando a utilização dos recursos e assegurando a sustentabilidade da produção pecuária.</p>
<p>Portanto, um conhecimento profundo e uma aplicação prática das análises de silagem são essenciais para alcançar o máximo desempenho e eficiência na alimentação do rebanho.</p>
<h2>Transforme dados da análise em lucro no campo</h2>
<p>Interpretar corretamente uma análise bromatológica da silagem de milho é essencial para ajustar a dieta, garantir a saúde do rebanho e maximizar a produção de leite.</p>
<p>Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Pós-Graduação em Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a integrar indicadores nutricionais ao manejo e à gestão da fazenda, aplicando estratégias que aumentam a eficiência e a rentabilidade.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18727 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Autor: Matheus Viana &#8211; Equipe Leite Rehagro</p>
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		<title>Quais são os tipos de silagem de milho e como escolher o ideal?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/tipos-de-silagem-de-milho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jul 2024 14:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[silagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na pecuária de leite em sistema de criação de gado confinado ou sistema de criação a pasto, especialmente durante a estação de seca, a mais popular cultura utilizada como suplemento volumoso para atender as exigências dos animais é a silagem da planta de milho, a qual pode ser produzida a partir de várias partes da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na pecuária de leite em sistema de criação de gado confinado ou sistema de criação a pasto, especialmente durante a estação de seca, a mais popular cultura utilizada como suplemento volumoso para atender as exigências dos animais é a <strong>silagem da planta de milho</strong>, a qual pode ser produzida a partir de várias partes da planta.</p>
<p>Além disso, sabe-se que o fornecimento de uma forragem de boa qualidade e em quantidade suficiente é um fator determinante para o bom desempenho animal, refletindo diretamente no aumento da <strong>eficiência da produção de leite</strong>.</p>
<p>Nesse texto iremos entender <strong>como são feitos os diferentes tipos de silagem de planta de milho</strong>, trazendo as principais diferenças de corte para a produção da silagem de planta inteira, corte alto,<em> snaplage, earlage</em> e <em>stalklage</em>.</p>
<p>Também são abordados os principais pontos a serem analisados para realizar a escolha do tipo de silagem de milho ideal para a propriedade.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</div>
<h2>Por que usar a silagem de milho?</h2>
<p>A utilização de plantas de milho para silagem oferece diversos benefícios para a alimentação dos animais e também para a gestão da propriedade. Dentre os fatores que justificam o uso do milho como a principal forrageira para <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/producao-de-silagem-de-milho-com-qualidade-voce-sabe-como-fazer/">produção de silagem</a></strong>, podemos citar:</p>
<ul>
<li><strong>Adaptabilidade</strong>: o milho pode ser cultivado em diversas condições climáticas e também tipos de solo, o que torna essa cultura uma opção viável em muitas regiões agrícolas.</li>
<li>Possibilidade de <strong>produção de forragem de baixo custo</strong> por quilograma de matéria seca.</li>
<li><strong>Flexibilidade de colheita</strong>: o milho possui a versatilidade que permite a colheita em diferentes estágios de maturidade, isso possibilita a produção de diferentes tipos de silagem, conforme a necessidade da fazenda.</li>
<li><strong>Produção adequada de matéria seca</strong> para o tipo de silagem de milho escolhida.</li>
<li><strong>Alta produtividade</strong>: é uma cultura de alto rendimento e que pode produzir grande quantidade de biomassa por hectare.</li>
<li><strong>Bom valor nutritivo</strong>: o milho apresenta um excelente perfil nutricional, sendo um alimento rico em carboidrato, em especial o amido, que fornece energia, fibras e proteínas essenciais para os ruminantes.</li>
<li>Baixo poder tampão;</li>
<li><strong>Alto conteúdo energético e boa palatabilidade</strong> consequentemente possibilita alto desempenho animal com baixo uso de alimentos concentrados.</li>
<li><strong>Boa conservação</strong><span style="font-weight: 400;">: quando ensilada de maneira adequada, fermenta de uma forma eficiente devido aos níveis adequados de carboidratos solúveis, ou seja, é criado um ambiente anaeróbico capaz de conservar a forragem por períodos longos.  </span></li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-planilha-planejamento-forrageiro?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=planilha-planejamento-forrageiro&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39661 size-full" title="Clique e baixe grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro.png" alt="Kit guia e planilha planejamento forrageiro" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Quais são os tipos de silagem da planta de milho?</h2>
<p>Pela possibilidade de diferentes escolhas no modo de cultivo e no modo de colheita (estádio de colheita, tipo de colhedora e processamento de grãos), há diferentes modalidades de ensilagem da planta de milho:</p>
<h3>Silagem de planta inteira</h3>
<p>O tipo de silagem de milho <strong>mais utilizada</strong> é a de planta inteira. A colheita é feita com o corte da planta próximo à superfície do solo, com colmo, folhas, grãos e sabugo. O ponto de colheita pode variar de acordo com a máquina que irá colher:</p>
<ul>
<li><strong>Colhedora tracionada</strong>: de 30-34% de MS e 1 ⁄ 3 ou 1 ⁄ 2 da linha do leite</li>
<li><strong>Colhedora automotriz</strong>: pode-se esperar até 34-37% de MS e 1 ⁄ 2 ou 3/4 da linha do leite.</li>
</ul>
<p>A altura de corte tradicionalmente é de <strong>20 cm do solo (SPI 20cm)</strong> e o tamanho de partículas cortadas pelo maquinário, deve estar entre 0,5 cm e 2,0 cm, para que seja garantida a compactação no silo e o aproveitamento nutricional dos animais. A silagem de planta inteira tem elevada qualidade bromatológica de energia e fibra, mas é limitada em proteína.</p>
<h3>Silagem de corte alto</h3>
<p>Para a silagem de corte alto <strong>se considera os mesmos pontos de colheita da silagem de planta inteira</strong>, apenas a altura de corte é feita diferente, sendo 60 cm do solo (SPI 60cm).</p>
<p>Essa maior altura de corte resulta em uma melhor composição nutricional, pois a parte inferior da planta é mais fibrosa e com menor concentração de amido. Quando cortamos a planta mais alta, temos uma silagem mais rica em nutrientes, especialmente energia, pois há maior proporção de folhas e espigas em relação ao talo.</p>
<h3>Silagem da parte superior da planta (<em>Toplage</em>)</h3>
<p>Esse tipo de silagem é <strong>feito a partir das folhas e das partes superiores da planta de milho juntamente com a espiga</strong>. Quando comparado com outras formas de ensilagem, como o <em>snaplage</em>, tem-se um aumento de 22% de rendimento por hectare.</p>
<p>Sua composição nutricional, quando há um bom manejo da cultura, pode chegar a 52% de amido, 19% de fibra bruta e maior fração digestível da FDN quando comparado à silagem de planta inteira.</p>
<h3>Silagem de espiga (<em>Snaplage</em>)</h3>
<p>Esse tipo de silagem consiste na <strong>colheita das espigas inteiras, incluindo sabugo, palha e grãos</strong>.</p>
<p>Para silagem de espiga o corte da planta de milho é feito a 80 cm da altura do solo, utilizando espiga e palha, dessa maneira há <strong>menor percentual de fibra</strong>, porém <strong>maior digestibilidade e alta energia</strong>, visto que, 75-80% do material ensilado são grãos. A colheita é feita quando os grãos de milho estão maduros fisiologicamente e com uma umidade de 35-40%.</p>
<h3>Silagem de espiga sem palha (<em>Earlage</em>)</h3>
<p>A silagem de espiga sem palha se caracteriza pelos <strong>grãos de milho ensilados com espigas e sem palhas</strong>, dessa maneira, os grãos representam 85-90% do total do material ensilado. A colheita é feita quando a planta possui 28-30% de matéria seca.</p>
<p>A silagem tipo <em>earlage</em> é nutricionalmente rica em energia, mas pobre em fibra, quando comparada à silagem de planta inteira.</p>
<h3><em>Stalklage</em></h3>
<p>É o tipo de silagem feita com o resíduo da planta de milho, ou seja, a parte inferior da planta com colmo e folhas, excluindo as espigas. É um volumoso com <strong>menor valor nutritivo</strong>, sendo exclusivamente fibroso, de baixa digestibilidade e energia.</p>
<p>A qualidade da <em>stalklage</em> é determinada pelo estágio de maturação da planta e a quantidade das porções de colmo que existem na planta.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-34195" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/tipos-de-silagem.jpg" alt="Produção e colheita de cada tipo de silagem de milho" width="886" height="463" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/tipos-de-silagem.jpg 886w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/tipos-de-silagem-300x157.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/tipos-de-silagem-768x401.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/tipos-de-silagem-370x193.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/tipos-de-silagem-270x141.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/tipos-de-silagem-740x387.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/tipos-de-silagem-150x78.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 886px) 100vw, 886px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Imagem ilustrando como é a colheita e a produção de cada tipo de silagem de milho. Fonte: Fundação ABC</span></p>
<h2>Como escolher o tipo de silagem de milho ideal para sua propriedade?</h2>
<p>A escolha do tipo de silagem de milho ideal dependerá principalmente da realidade de cada propriedade, ou seja, os fatores que impactam a produção (região, janela de corte adequada), o manejo e a alimentação dos animais, ou seja, as exigências nutricionais para a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dietas-para-bovinos-leiteiros/">formulação da dieta</a></strong>.</p>
<p>Alguns pontos podem e devem ser considerados para ajudar na escolha:</p>
<ul>
<li><strong>Disponibilidade de recursos</strong>: é importante a avaliação da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-planejar-o-plantio-de-milho-para-silagem/">área disponível para o cultivo do milho</a></strong> e também a quantidade de forragem que é necessária ser produzida para atender as demandas dos animais no período. Além disso, é fundamental certificar a disponibilidade dos equipamentos adequados para a colheita e ensilagem de cada tipo de silagem, como por exemplo para escolha do <i>snaplage</i> deverá ser considerado a necessidade de uma máquina equipada com uma plataforma espigadora para que seja feito apenas o corte da espiga e sua haste. Da mesma maneira, na escolha <i>earlage</i>, há a necessidade de dois processos mecanizados específicos, sendo um para colheita da espiga e outro para a retirada da palha.</li>
<li><strong>Exigências nutricionais dos animais</strong>: conhecer as <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/exigencias-nutricionais-dos-bovinos-leiteiros-adultos/">exigências nutricionais dos animais</a></strong> nas variadas categorias é importante pois assim é possível ter um melhor direcionamento para a escolha mais indicada. Por exemplo, para atender uma dieta rica em energia, opções como o <em>snaplage</em> ou <em>earlage</em> podem ser mais indicadas, e quando o interesse é no volumoso, a silagem da planta inteira é geralmente a melhor opção.</li>
<li><strong>Solo e condições climáticas</strong>: sabemos que o milho é considerado uma planta versátil, porém escolher variedades que se adaptem bem às condições climáticas e de solo da região são pontos fundamentais para garantir uma boa produção.</li>
<li><strong>Custos</strong>: é importante que sejam realizados cálculos relacionados ao custo de produção de cada tipo de silagem, onde devem estar inclusos desde a semente, os fertilizantes, mão de obra e maquinários necessários. Além disso, avaliar o valor econômico da silagem em relação ao retorno sobre o investimento pode ser feito, e deve-se considerar a produtividade e o desempenho animal.</li>
<li><strong>Qualidade e conservação</strong>: é importante estar atento aos fatores de qualidade e escolher tipos de silagem que permitam uma boa conservação e manutenção da qualidade nutricional. A silagem de milho é conhecida por sua boa fermentação, entretanto, a garantia de práticas adequadas durante o processo de ensilagem é fundamental para qualquer tipo de silagem escolhida.</li>
<li><strong>Práticas de manejo</strong>: considerar práticas de rotação de cultura nas áreas cultivadas é importante para conseguirmos manter a saúde do solo e consequentemente melhorar a produtividade. Além disso, estar cercado de orientações específicas para o manejo da lavoura que sejam baseadas na sua propriedade e nos objetivos de produção são essenciais.</li>
</ul>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>É importante sabermos que cada tipo de silagem tem suas características e benefícios, e que a escolha de cada um deve ser de acordo com as necessidades nutricionais dos animais e também estar alinhada com os objetivos, manejos e recursos da fazenda.</p>
<p>A escolha do tipo de silagem de milho deve estar totalmente acordada com adaptabilidade às suas circunstâncias, pois assim é possível garantir a produção e conservação de alimento adequado e que seja eficiente para os animais.</p>
<h2>Nutrição estratégica para mais leite e mais rentabilidade</h2>
<p>A escolha do tipo ideal de silagem de milho influencia diretamente a digestibilidade, o desempenho animal e a produtividade da fazenda.</p>
<p>Na <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pós-graduação em Pecuária Leiteira</strong></a> do Rehagro, você aprende a avaliar, produzir e manejar a silagem de forma estratégica, integrando nutrição, manejo e gestão para alcançar resultados consistentes no campo.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18727 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Autoras: Ana Clara Vianna e Laryssa Mendonça &#8211; Equipe Leite Rehagro</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como planejar o plantio de milho para silagem?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/como-planejar-o-plantio-de-milho-para-silagem/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Apr 2024 16:32:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[plantio]]></category>
		<category><![CDATA[silagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A silagem de planta inteira de milho é um dos ingredientes de alimentação animal mais utilizada no Brasil, em razão de sua capacidade de fornecer energia, suprir as necessidades de fibra de qualidade e possibilidade de armazenamento por longos períodos sem perder a qualidade. Para isso é de extrema importância analisar, controlar e assegurar um [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A silagem de planta inteira de milho é um dos ingredientes de alimentação animal mais utilizada no Brasil, em razão de sua capacidade de fornecer energia, suprir as necessidades de fibra de qualidade e possibilidade de armazenamento por longos períodos sem perder a qualidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para isso é de extrema importância analisar, controlar e assegurar um alimento de boa qualidade e produtividade para garantir maiores retornos positivos para a fazenda leiteira. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando falamos de cultura de milho, o </span><b>planejamento da lavoura</b><span style="font-weight: 400;"> deve iniciar com a </span><b>escolha correta do híbrido</b><span style="font-weight: 400;">, independente da finalidade da lavoura sendo para produção de silagem ou grão. Sempre deve-se seguir as orientações agronômicas levando em conta as características da região como altitude, solo, clima, chuvas e do período de cultivo, ou seja, safra ou safrinha. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse texto iremos trazer dicas importantes relacionadas com o planejamento para o plantio de milho para silagem com o intuito de potencializar a produtividade e a qualidade da lavoura de milho. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nele vamos tratar de pontos importantes, como a escolha da área e o conhecimento da fertilidade do solo, a escolha do híbrido, época e densidade de plantio, adubação e o controle de pragas e doenças.</span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Pontos importantes no plantio de milho para silagem</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Dentro dos aspectos práticos de condução de uma lavoura de milho para silagem, alguns pontos são muito importantes de serem ressaltados: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">O processo é mais importante do que o produto, por exemplo, o quando adubou é mais importante do que qual adubo usou. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">O ciclo de produção de silagem se encurta cada vez mais, na média, na maioria das regiões se colhe silagem entre 90 e 110 dias. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">O grande gap da agricultura </span><span style="font-weight: 400;">🡪</span> <b>MANEJO</b><span style="font-weight: 400;"> &#8211; Sob manejo ruim, mesmo sob condições climáticas favoráveis a produtividade não melhora. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Todo indivíduo mais produtivo e mais precoce requer mais manejo. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Atenção com atrasos em aplicações – O clima pode ser limitante em muitos casos, mas não se pode ter atrasos por incompetência. </span></li>
</ul>
<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/silagem-de-milho-e-os-impactos-na-producao-de-leite?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=webinar-ferraretto&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-38527 size-full" title="Clique e acesse gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/webinar-silagem-ferraretto.png" alt="Webinar impacto da silagem na produção de leite" width="1024" height="359" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/webinar-silagem-ferraretto.png 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/webinar-silagem-ferraretto-300x105.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/webinar-silagem-ferraretto-768x269.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/webinar-silagem-ferraretto-370x130.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/webinar-silagem-ferraretto-270x95.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/webinar-silagem-ferraretto-740x259.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/webinar-silagem-ferraretto-150x53.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao optar pelo plantio de milho para silagem o produtor deve estabelecer a incorporação de tecnologia na agricultura para alcançar uma média de mais de 50 toneladas por hectare de massa verde total, visando uma produção acima de 16,5 toneladas por hectare de matéria seca, se colhida no ponto recomendado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, garantir uma qualidade elevada na produção de silagem é crucial para a produção de leite e carne. No caso da silagem de milho, a qualidade está fortemente relacionada com a quantidade de grãos na forragem ensilada, visto que a silagem é um componente energético concentrado nos grãos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Recentemente, a pesquisa indica que os </span><b>grãos do tipo dentado</b><span style="font-weight: 400;"> são mais eficientemente aproveitados pelos animais do que os grãos do tipo duro. Além disso, a composição e qualidade da parede celular (FDN) nas folhas e caules tornam-se cada vez mais importantes na avaliação do valor nutricional da silagem.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-30066 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-2.jpg" alt="Diferença do milho duro e dentado" width="387" height="291" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-2.jpg 387w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-2-300x226.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-2-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-2-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-2-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-2-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 387px) 100vw, 387px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;">Diferença do milho duro e dentado. Fonte: Biomatrix</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tradicionalmente, o custo da lavoura representa a maior parte do custo da silagem, <strong>abrangendo de 60 a 65% do custo total de produção</strong>. Esse custo está diretamente relacionado à produtividade da cultura, sendo determinado por fatores como a escolha da cultivar, preparo do solo, níveis de adubação, densidade de plantio e práticas culturais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O <strong>custo da ensilagem representa de 35 a 40% do custo total</strong> e varia conforme fatores como eficiência das máquinas, estado de conservação, habilidade dos operadores, formato e topografia do terreno, e o sistema de produção da silagem.</span></p>
<h2>Como obter alta produtividade e qualidade na lavoura e na silagem?</h2>
<h3>Escolha da área e conhecimento da fertilidade do solo</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Deve-se iniciar pela escolha de um <strong>terreno plano ou levemente inclinado e fértil para aumentar o rendimento das máquinas</strong>. Com o aumento dos valores dos corretivos e fertilizantes, a correta adubação, sem gastos excedentes ou uso de adubos incorretos pode reduzir os custos de adubação e, consequentemente, os custos finais da lavoura. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A adubação deve ser equilibrada, e ser feita de acordo com as necessidades da cultura, expectativa de produção e fertilidade do solo, dentre outros. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O milho é uma das culturas com maior necessidade de potássio, sendo 70 a 80% deste componente armazenado nas folhas e colmo. Quando a lavoura é destinada à produção de milho grão, a maior parte deste nutriente retorna ao solo, ao contrário da lavoura para produção de silagem, que toda a planta é colhida. Sendo assim, a destinação da cultura irá refletir nas necessidades de adubação de potássio conforme descrito na tabela abaixo.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-30067 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-4.jpg" alt="Tabela com a extração média de nutrientes do milho destinados à produção de silagem" width="745" height="484" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-4.jpg 745w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-4-300x195.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-4-370x240.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-4-270x175.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-4-740x481.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-4-150x97.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 745px) 100vw, 745px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para a avaliação e definição das quantidades de adubação devemos realizar a análise do solo, com o objetivo de orientar o que já está presente no solo e determinar o que necessita ser corrigido, dando emprego à utilização de fertilizantes e calcário. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Podemos dividir essa fase de conhecer a fertilidade do solo em dois momentos:</span></p>
<h4>Amostragem representativa de solo (0-20 cm e 20-40 cm)</h4>
<p><span style="font-weight: 400;">A variabilidade nutricional está mais na superfície (até 40 cm), por isso, realizar análises de solo mais profundas (40-60/ 60-80/ 80-100), pode ser algo mais esporádico</span><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<h4>Interpretar a análise de solo</h4>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante entender inicialmente que o V% na análise, significa saturação por base, ou seja, a porcentagem de coisas boas. Sabemos que as plantas devido a fotossíntese, e o solo tem capacidade de reter cargas, e a maioria das cargas do solo são negativas e possuem capacidade de atrair as cargas positivas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O somatório de todas as cargas nos dá o que chamamos de <strong>Capacidade de Troca de Cátions (CTC)</strong>, entretanto, temos cátions considerados “bons”, como o cálcio e os “ruins”, como o alumínio, onde os dois competem pelos mesmos sítios. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quanto mais matéria orgânica no solo, maior o CTC. Dessa forma, é melhor ter um solo com CTC mais alto, pois significa que ele tem mais cargas. Então, mesmo que se tenha 50% de coisas ruins em solos diferentes, é melhor o solo com CTC mais alto do que um solo com CTC mais baixo. Pois no solo com CTC mais alto, as cargas já estão disponíveis, bastando apenas corrigir o solo com calcário e gesso. Já um solo com CTC mais baixo, não tem cargas disponíveis, sendo uma possível correção a colocação de matéria orgânica. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As quantidades e melhor forma de aplicação deverão ser definidas pelo técnico, juntamente com o proprietário e/ou gerência da fazenda de acordo com os resultados da análise de solo e a produtividade que se deseja alcançar.</span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18727 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Escolha do híbrido</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Por muito tempo, os híbridos recomendados para plantio de silagem eram os mesmos usados para produção de grãos, porém atualmente há </span><b>híbridos específicos para a produção de silagem</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esses híbridos apresentam grãos com endosperma mais farináceo (mole), que possui amido descompactado, fazendo com que este seja um grão de mais fácil digestibilidade pelo <a href="https://rehagro.com.br/blog/fisiologia-do-rumen-dos-bovinos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>rúmen do animal</strong></a> e consequentemente mais fácil quebrar pela máquina de colheita.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-30068 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-3.jpg" alt="Grãos de milho com variação na proporção de endosperma duro e farináceo" width="520" height="266" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-3.jpg 520w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-3-300x153.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-3-370x189.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-3-270x138.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-3-150x77.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 520px) 100vw, 520px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também pode ser recomendado cultivares de milho para silagem com base na </span><b>digestibilidade da parede celular</b><span style="font-weight: 400;"> (FDN), que é um dos parâmetros relacionados com a qualidade da fração verde da planta (caule e folhas) e com o consumo voluntário da silagem pelos animais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Deve-se atentar para escolha de plantas que apresentam </span><b>boa relação colmo:folhas e grãos</b><span style="font-weight: 400;">, além da resistência ao acamamento ou quebramento. Assim, o híbrido deve fornecer uma silagem de planta inteira com cerca de 40 a 45% de grãos, de onde se tem o fornecimento do amido. O restante, de 55 a 60%, será composto por outras partes da planta, como folhas, colmo e bainha. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em áreas extensas é recomendado, também, o uso de híbridos com diferentes ciclos, permitindo a colheita escalonada e melhor operacionalização da safra. </span></p>
<h3>Época de plantio</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Os híbridos de milho são muito sensíveis ao clima, altitude, níveis de investimento e manejo empregado. Pesquisas realizadas pela Embrapa Milho e Sorgo, mostram que a melhor época para se plantar milho no Sudeste, Centro-Oeste e Sul, vai da <strong>segunda quinzena de setembro até o final da primeira quinzena de novembro</strong>, sendo a melhor época a primeira quinzena de outubro. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De forma mais geral, é aconselhável que o início do plantio quando já se teve 80 a 100 mm de chuva, aliada a previsões firmes para os próximos 15 dias pelo menos em áreas que não há presença de palha para retenção de água. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em plantios tardios, as plantas crescem muito, fazendo com que o colmo fique fino e mais propenso ao acamamento. Além disso, com as condições piores de precipitação em plantios tardios, há grande risco de menores produções de silagem, exceto quando há uso de irrigação.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-30069 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-6.jpg" alt="Tabela com a influência da época de semeadura na produção de matéria seca e composição da planta" width="592" height="392" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-6.jpg 592w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-6-300x199.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-6-370x245.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-6-270x179.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-6-150x99.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 592px) 100vw, 592px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após o florescimento da planta o foco é alterado, passa a ser sustentar a espiga e depositar amido. A planta irá usufruir do que está disponível no solo e direcionará para o grão. Somado a isso, se a planta possui um bom armazenamento do colmo, os nutrientes também são direcionados ao grão. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um comum problema observado em muitas fazendas é o de plantas com 80 dias de plantio começar a secar de baixo para cima, demonstrando que há uma deficiência no armazenamento no colmo e de disponibilidade de nutrientes no solo, o que favorece a planta a pragas.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-30070 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-5.jpg" alt="Planta de milho secando de baixo para cima, evidenciando a falta de armazenamento no colmo e disponibilidade de nutrientes no solo" width="768" height="402" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-5.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-5-300x157.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-5-370x194.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-5-270x141.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-5-740x387.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-5-150x79.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;">Imagem demonstrando a planta de milho secando de baixo para cima, evidenciando a falta de armazenamento no colmo e disponibilidade de nutrientes no solo. Fonte: Blog Verde</span></p>
<h3>Densidade de plantio</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao falar da densidade de plantio estamos nos referindo ao número de plantas por hectare no momento da colheita. Para um plantio de precisão, existe uma recomendação de 60 mil plantas por hectare. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os <strong>espaçamentos mais recomendados para silagem ficam entre 70 a 90 cm entre linhas</strong>, variando de acordo com o tamanho a cultivar. Além disso, é importante estar atento à profundidade, sendo ideal entre 4 a 5 cm. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse princípio fundamenta-se na relação entre a produção de grãos e a qualidade da forragem, especificamente para uma determinada cultivar. A recomendação é utilizar a mesma população de plantas para silagem que é indicada para alcançar uma ótima produção de grãos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante notar que, mesmo em condições ambientais favoráveis, onde a produtividade é otimizada, a qualidade pode encarecer o custo total da silagem produzida. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estudos demonstram que, em solos bem adubados ou em plantas férteis, <strong>o aumento na população de plantas não deve exceder 10% para não impactar negativamente na qualidade final da silagem. </strong></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, é desaconselhável aumentar excessivamente a população em busca de melhorias na qualidade da produtividade, uma vez que isso pode resultar em perdas significativas.</span></p>
<h3>Adubação</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A consideração crucial na produção de forragem de milho é a </span><b>adubação</b><span style="font-weight: 400;">. Na produção de silagem, a exportação de nutrientes é significativamente maior, pois além dos grãos, uma grande quantidade de colmos e folhas também é produzida na área. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso é especialmente relevante para o potássio, uma vez que apenas cerca de 20% desse nutriente está localizado nos grãos. Como resultado, o processamento na produção de forragem tende a ser aproximadamente cinco vezes maior em comparação com a produção de grãos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Cerca de 80% do potássio (K), 50% do cálcio (Ca) e magnésio (Mg), e outros nutrientes presentes na palhada, tornam-se abundantes com a prática da silagem, empobrecendo o solo e comprometendo a produtividade, qualidade e custo final da silagem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O desafio reside na retirada exaustiva de massa vegetal da área, levando à remoção da matéria orgânica do solo, gerando uniformidade e contribuindo para a retirada significativa da matéria orgânica das plantas. Isso favorece o aparecimento de plantas indesejadas e, mais preocupante, provoca a compactação da área.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-30071 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-1.jpg" alt="Imagem demonstrando pontos importantes do diagnóstico atrelados ao objetivo de elevar a produtividade" width="922" height="565" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-1.jpg 922w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-1-300x184.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-1-768x471.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-1-370x227.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-1-270x165.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-1-740x453.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-1-150x92.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 922px) 100vw, 922px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;">Imagem demonstrando pontos importantes do diagnóstico atrelados ao objetivo de elevar a produtividade. Fonte: Breno Araújo</span></p>
<h3>Controle de pragas, doenças e rotação de cultura</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A produção de milho é significativamente impactada pela competição com plantas daninhas nos primeiros 50 dias após o plantio. Durante esse período, é recomendável manter a cultura livre dessas interferências. É crucial observar o <strong>tipo de planta daninha predominante no local para selecionar os herbicidas apropriados</strong> e determinar a forma adequada de aplicação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando se trata do controle de pragas e doenças, o aumento da área cultivada e o uso repetido do solo para a mesma cultura tendem a aumentar a incidência desses problemas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Pragas do solo podem ser eficientemente controladas tratando as sementes com inseticidas específicos.</strong> Para pragas que afetam a parte aérea, o controle ocorre quando os danos são observados, podendo-se utilizar inseticidas biológicos ou contar com inimigos naturais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É essencial <strong>implementar um programa de rotação de culturas</strong>, incorporando culturas de inverno com a produção de silagem, o que pode <strong>aumentar a produtividade e melhorar a estrutura física e fertilidade natural do solo</strong>, considerando a época de colheita e a região de plantio. Exemplos de culturas a serem consideradas incluem Tremoço Branco, Milheto, Guandu, Crotalária, Girassol, Canola, <a href="https://rehagro.com.br/blog/sorgo-na-alimentacao-de-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Sorgo</strong></a>, Aveia, Triticale, Braquiárias, entre outras.</span></p>
<h2>Em resumo, quais são os manejos comuns entre os bons agricultores?</h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Solo cultivado e com multicultivos (sair do milho-milho);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ambiente favorável para as raízes;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Bons teores de nutrientes no solo;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Importância da matéria orgânica no solo;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Investimento contínuo em análises de solo;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Programa de controle de nematoides/pragas/doenças;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Preocupação com o planejamento;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Preocupação com a intercepção luminosa do dossel da planta (se o sol não chega embaixo da planta começa a ter o amarelamento das folhas);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Programa intenso de rotação de culturas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Uso crescente de produtos biológicos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Operações de qualidade.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Em conclusão, o planejamento do plantio de milho para silagem é um processo complexo e multifacetado que exige cuidados detalhados em várias etapas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>A escolha criteriosa do híbrido, levando em consideração as condições específicas da região, é o primeiro passo crucial.</strong> A incorporação de tecnologia na agricultura é fundamental para atingir altas produtividades e garantir uma média significativa de massa verde total por hectare, visando uma produção substancial de matéria seca.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A qualidade da silagem é diretamente impactada pela composição da planta, especialmente a quantidade de grãos na forragem ensilada. A atenção ao ponto de colheita, <a href="https://rehagro.com.br/blog/tipos-de-silos-caracteristicas-e-cuidados/" target="_blank" rel="noopener"><strong>tipo de silo</strong></a>, infraestrutura de ensilagem e técnicas utilizadas é essencial para minimizar perdas ao longo do processo. Além disso, o controle de pragas e doenças, juntamente com a rotação de culturas, desempenha um papel vital na sustentabilidade e na saúde do solo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao considerar todos esses elementos, o produtor busca manter os custos de produção sob controle, visando obter uma silagem de qualidade por um valor pertinente. O equilíbrio na adubação, escolha adequada do híbrido, época e densidade de plantio são estratégias fundamentais para alcançar esses objetivos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, o sucesso na produção de silagem de milho está <strong>intrinsecamente ligado à integração eficiente de práticas agronômicas, tecnologia e gestão</strong>, resultando não apenas em altas produtividades, mas também em uma silagem de qualidade que atenda às demandas nutricionais dos animais e, por conseguinte, contribua para o êxito da fazenda leiteira.</span></p>
<h2>Da lavoura ao cocho: maximize o potencial da silagem</h2>
<p>Planejar corretamente o plantio de milho para silagem é decisivo para garantir qualidade nutricional, reduzir desperdícios e aumentar a produtividade do rebanho.</p>
<p>Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Pós-Graduação em Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a integrar o planejamento da lavoura ao manejo e à gestão da fazenda, garantindo que cada decisão no campo resulte em mais leite e lucro.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18727 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-22798" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg" alt="Laryssa Mendonça" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Tipos diferentes de silo e principais cuidados</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/tipos-de-silos-caracteristicas-e-cuidados/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Sep 2023 11:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[ensilagem]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[silagem]]></category>
		<category><![CDATA[tipos de silos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A forragem verde e suculenta que é preservada por meio de um processo de fermentação anaeróbica recebe o nome de silagem. Essas silagens são armazenadas em estruturas chamadas silos. A etapa em que a forragem é cortada, colocada no silo, compactada e protegida com a vedação do silo para iniciar a fermentação é conhecida como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A forragem verde e suculenta que é preservada por meio de um processo de fermentação anaeróbica recebe o nome de <strong>silagem</strong>. Essas silagens são armazenadas em estruturas chamadas silos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A etapa em que a forragem é cortada, colocada no silo, compactada e protegida com a vedação do silo para iniciar a fermentação é conhecida como <strong>ensilagem</strong>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Falaremos sobre os tipos de silos existentes, vantagens e desvantagens para armazenagem e conservação de forragens.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O armazenamento em silos pode ser implementado de várias maneiras, resultando em diversos tipos, tendo todos eles o mesmo propósito:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Bag ou bolsa;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Trincheira;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Superfície.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">A seleção da opção mais adequada deve considerar a capacidade de armazenamento, a topografia da área, a disponibilidade de máquinas e equipamentos, os custos associados a cada opção e as preferências do produtor. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Cada tipo de silo apresenta uma série de vantagens e desvantagens. Geralmente, é <strong>recomendado que os silos fiquem próximos ao local de alimentação dos animais</strong>, para facilitar a distribuição da silagem e economizar no transporte. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, em situações especiais, os silos podem ser construídos nas proximidades do local de <strong>produção da forragem</strong> a ser ensilada, visando acelerar o processo de enchimento e vedação, práticas fundamentais para garantir a qualidade da silagem.</span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Silo Trincheira</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24548 size-large" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-5-1024x481.jpg" alt="Silo do tipo trincheira" width="770" height="362" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-5-1024x481.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-5-300x141.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-5-768x360.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-5-370x174.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-5-270x127.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-5-740x347.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-5-150x70.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-5.jpg 1436w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Imagem mostrando um exemplo de silo do tipo trincheira. </span><span style="font-weight: 400;">Fonte: Acervo Rehagro</span></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O silo mais utilizado no Brasil para conservação de silagens. Este tipo de silo oferece várias vantagens, como:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Boa taxa de compactação;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Menor gasto de lona por tonelada de silagem armazenada;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Baixo custo de construção quando feito apena com terra;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Construção simples;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Capacidade de compactação com máquinas e facilidade no carregamento e descarregamento. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Como <strong>desvantagem podemos citar a necessidade de cercas de proteção, de terra para cobertura e em período de chuva a entrada com máquinas pode causar um acúmulo de lama.</strong> </span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-planilha-planejamento-forrageiro?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=planilha-planejamento-forrageiro&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39661 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro.png" alt="Kit guia e planilha planejamento forrageiro" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, visando minimizar esse problema com acúmulo de lama é sugerido que o produtor considere a construção de pelo menos parte do silo com concreto, especialmente na parte inferior, evitando assim esse acúmulo de lama.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além de reduzir a quantidade de lama, os silos de concreto também melhoram a qualidade higiênica da silagem e reduzem as perdas após a abertura do silo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao construir a trincheira, é importante considerar a necessidade diária de silagem da fazenda, retirando </span><b>pelo menos uma fatia de corte de 30 cm de profundidade.</b></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24549 size-large" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-8-1024x768.jpg" alt="Painel de um silo trincheira" width="770" height="578" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-8-1024x768.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-8-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-8-768x576.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-8-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-8-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-8-740x555.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-8-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-8-150x113.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-8.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Painel de um silo tipo trincheira com um excelente manejo. </span><span style="font-weight: 400;">Fonte: Acervo Rehagro</span></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O tipo trincheira consiste em uma vala no chão, preferencialmente em um local elevado e junto a um barranco, onde a silagem é depositada, compactada com um trator e, posteriormente, fechada com lona plástica, coberta por terra nas laterais, areia ou pneus. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As paredes laterais devem ter uma inclinação de 25%, e o fundo deve inclinar-se em direção à boca do silo, o que facilita o escoamento de possíveis efluentes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O silo trincheira possui uma forma trapezoidal, com a base menor (b) localizada no fundo do silo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para cada metro de altura do silo, a base maior (B), que corresponde à largura do topo, deve ter, no mínimo, 0,5 metros a mais do que a largura do fundo, garantindo assim uma inclinação da parede lateral de pelo menos 25%. A altura (h) e comprimento (C) do silo podem variar de acordo com as condições do terreno.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24550 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-7.jpg" alt="Dimensões do silo trincheira" width="299" height="222" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-7.jpg 299w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-7-270x200.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-7-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-7-150x111.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 299px) 100vw, 299px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Exemplo demonstrando as dimensões que são levadas em conta no cálculo da trincheira. Fonte: Ana Cláudio Ruggieri (2016)</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Silo superfície</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24551 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-4.jpg" alt="Silo superfície" width="946" height="495" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-4.jpg 946w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-4-300x157.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-4-768x402.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-4-370x194.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-4-270x141.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-4-740x387.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-4-150x78.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 946px) 100vw, 946px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Imagem de silo do tipo superfície. Fonte: Unesp Jaboticabal</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os silos de superfície são feitos em cima do solo, dispensam escavações e construções robustas, tornando-os em alguns casos de baixo custo. Eles são planos e não possuem laterais de apoio, o que pode afetar a capacidade de compactação da silagem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como vantagem os <strong>silos de superfície podem armazenar grandes quantidades de produtos e são de fácil instalação</strong>. Além disso, esses silos podem ser instalados próximos aos cochos que os animais irão consumir, o que pode eliminar a necessidade de investir em estruturas e locais separados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nas situações em que não é possível construir trincheiras para armazenar a silagem, os silos de superfície se apresentam como uma opção viável. Essas estruturas não envolvem praticamente nenhum custo adicional em termos de construção. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, é importante manter a proporção adequada entre largura e altura do silo, com uma relação de 3 para 1, ou seja, a cada 3 metros de largura, o silo deve ter 1 metro de altura. Evitar a construção de silos muito largos e altos, devido às limitações das lonas disponíveis no mercado, visto que não é aconselhável emendas das lonas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os silos de superfície geralmente consomem mais lona por tonelada de silagem armazenada em comparação com os silos trincheira, devido à </span><b>menor densidade da silagem</b><span style="font-weight: 400;"> e à maior área a ser coberta. Os cuidados no manejo da retirada da silagem são semelhantes aos dos outros tipos de estruturas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em resumo, os <strong>silos de superfície são uma opção econômica para armazenar silagem</strong>, mas sua falta de paredes laterais pode reduzir a eficiência de compactação e aumentar o risco de perdas. No entanto, eles são convenientes para o armazenamento de grandes quantidades de forragem e são de fácil instalação, desde que sejam tomadas precauções adequadas para garantir a vedação adequada e o manejo de retirada do silo seja bem feito.</span></p>
<h2>Silo bag ou bolsa</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24552 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-10-300x221.jpg" alt="Silo do tipo bag/bolsa" width="300" height="221" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-10-300x221.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-10-370x273.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-10-270x199.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-10-740x546.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-10-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-10-150x111.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-10.jpg 760w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24553 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-11-279x300.jpg" alt="Silo do tipo bag/bolsa" width="279" height="300" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-11-279x300.jpg 279w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-11-370x397.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-11-270x290.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-11-150x161.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-11.jpg 567w" sizes="auto, (max-width: 279px) 100vw, 279px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Imagens demonstrando a confecção do silo tipo bag/bolsa e também a sua retirada para utilização. Fonte: Willian Santos</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os silos de bag, também conhecidos como silos bolsa ou silos tubulares horizontais, são estruturas que recebem esse nome devido à sua semelhança com grandes bolsas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Eles têm tamanhos variáveis, geralmente entre 30 e 60 metros, e têm a capacidade de armazenar de duas a seis toneladas de silagem por metro linear. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esses silos são conhecidos por proporcionar uma </span><b>vedação eficiente</b><span style="font-weight: 400;">, o que resulta na produção de silagens de alta qualidade, especialmente a de capim.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, a implementação desse tipo de silo envolve </span><b>custos mais elevados</b><span style="font-weight: 400;">, tanto em termos de materiais quanto da necessidade de uma embutidora, a qual pode ser adquirida ou locada por prestadores de serviço. Isso pode ser limitante para grandes confinamentos que processam grandes volumes de silagem, tornando o processo inviável em algumas situações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A escolha do tamanho da embutidora e da bolsa deve ser baseada na demanda diária de silagem necessária para a alimentação dos animais. Manter uma </span><b>taxa de retirada adequada</b><span style="font-weight: 400;"> é fundamental para evitar o superaquecimento da silagem, o que pode resultar em perdas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os silos bolsa oferecem diversas vantagens, como:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Flexibilidade na escolha do local de instalação;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Capacidade de armazenar diferentes glebas de produtos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Minimização das perdas. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, a vedação total da massa ensilada pela lona plástica impede o contato com o solo, melhorando o processo de fermentação e reduzindo o risco de contaminação por microrganismos indesejáveis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra vantagem prática dos silos bolsa é sua resistência às chuvas durante o processo de ensilagem, pois o material já está protegido, eliminando a necessidade de vedação imediata.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, é importante ter cuidado durante a retirada da silagem para evitar a contaminação da <a href="https://rehagro.com.br/blog/dietas-para-bovinos-leiteiros/" target="_blank" rel="noopener"><strong>dieta</strong></a> com pedaços de plástico. Além disso, é necessário considerar o maior gasto com lona em comparação com outros tipos de silos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em resumo, os silos bolsa são uma opção versátil e eficaz para o armazenamento de silagem, proporcionando alta qualidade e flexibilidade na localização. Sendo importante estar ciente dos custos iniciais envolvidos e da necessidade de uma embutidora para o manuseio adequado desse tipo de estrutura.</span></p>
<h3>Cálculo da capacidade do silo</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para calcular as dimensões adequadas do silo, é crucial levar em consideração três fatores essenciais: </span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">O número de animais que receberão a silagem; </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">A quantidade que será fornecida por cabeça; </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">O período de tempo em que os animais serão alimentados. </span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">A quantidade de silagem consumida pelos animais depende de diversos fatores, incluindo o manejo e a categoria dos animais, com uma </span><b>variação média de consumo diário situada entre 4 e 35 kg MN por animal.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para fins de segurança e considerando possíveis perdas (cálculo com base na diferença entre a matéria seca inserida no silo e a matéria seca retirada para alimentar os animais), é recomendável adicionar uma margem de 10 a 15% à quantidade estimada de silagem necessária, independentemente do tipo de silo escolhido. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando se trata de grandes volumes de silagem, pode ser mais conveniente construir uma bateria de silos, tornando as práticas de enchimento e retirada diária mais eficientes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante observar que silos com seções muito amplas apresentam uma maior exposição à ação das intempéries, como chuvas, radiação solar e vento, durante os processos de enchimento e retirada, o que pode comprometer a qualidade final da silagem. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, o dimensionamento adequado do silo e a consideração das condições ambientais são fundamentais para garantir a preservação da silagem com qualidade.</span></p>
<h2>Manejo da forragem</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A ensilagem é uma técnica essencial para armazenar forragem de maneira eficiente, minimizando a perda nutricional e permitindo seu uso ao longo de um período prolongado por meio de uma fermentação controlada. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para realizar com sucesso esse processo, é necessário seguir alguns passos importantes:</span></p>
<ol>
<li><span style="font-weight: 400;">Planejamento de consumo e produção da forragem;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Colheita feita no momento ideal;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Tamanho de corte da forragem ideal;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Compactação adequada com uso de máquinas;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Vedação e armazenamento adequados, geralmente com lonas ou sacos, dependendo do tipo de silo;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Após a fermentação (mínimo 30 dias após a vedação), a silagem está pronta para ser distribuída aos animais. </span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Atenção ao manejo de retirada e ao painel de silo: importante que a retirada seja feita de maneira adequada e com implementos ou maquinários apropriados para cada tipo de silo, além de estar definido a quantidade mínima de avanço no painel do silo. </span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">O tamanho ideal de corte da forragem varia de acordo com sua umidade, sendo menor para forragens que apresentam matéria seca elevada. O ponto de corte da planta é crucial para a qualidade da silagem, podendo afetar a compactação. A compactação deve reduzir a presença de ar na silagem, o que é essencial para </span><b>evitar a respiração da forragem e as perdas de energia</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As dimensões dos silos devem ser projetadas com base na quantidade de forragem a ser ensilada e no consumo diário projetado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Silos menores são preferíveis, pois facilitam o abastecimento e a retirada da silagem. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É recomendável que os silos estejam próximos à área de preparo da ração a ser ofertada aos animais, minimizando assim o tempo de retirada e mistura da silagem com outros ingredientes da dieta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Problemas como a </span><b>deterioração aeróbia</b><span style="font-weight: 400;"> podem ocorrer se o ar entrar no silo, permitindo o desenvolvimento de microrganismos, como </span><b>fungos</b><span style="font-weight: 400;"> e </span><b>bactérias</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso pode resultar em perdas de matéria seca e qualidade nutritiva, afetando negativamente o desempenho dos animais. Portanto, um manejo adequado e o dimensionamento correto dos silos são cruciais para evitar esses problemas.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24554 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-9-300x225.jpg" alt="manejo do silagem" width="300" height="225" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-9-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-9-768x576.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-9-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-9-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-9-740x555.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-9-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-9-150x113.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-9.jpg 1024w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24555 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-1-300x225.jpg" alt="manejo da silagem" width="300" height="225" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-1-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-1-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-1-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-1-740x555.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-1-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-1-150x113.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-1.jpg 765w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Imagens demonstrando perdas ocasionadas devido a principalmente erros de manejo na confecção da silagem ou na retirada. Fonte: Acervo Rehagro</span></p>
<h2>Dicas que podem auxiliar para que se tenha um bom manejo de retirada</h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Garantir que a equipe responsável pela confecção dos tratos dos animais seja treinada e esteja sempre empenhada na execução correta de retirada da silagem;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Contar com máquinas adequadas para o manejo de retirada, as quais permitam que a retirada e o avanço diário no painel do silo esteja correto. Como exemplo disso temos a confecção de “garras” na pá carregadeira, o que pode facilitar o manejo e contribuir para o sucesso de todo manejo alimentar dos animais.</span></li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24556 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-2-300x225.jpg" alt="Trator adaptado para retirada da silagem" width="300" height="225" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-2-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-2-768x576.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-2-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-2-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-2-740x555.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-2-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-2-150x113.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-2.jpg 1024w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24557 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-6-225x300.jpg" alt="Trator adaptado para retirada da silagem" width="225" height="300" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-6-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-6-370x493.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-6-270x360.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-6-740x987.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-6-640x853.jpg 640w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-6-150x200.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/tipos-de-silos-6.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 225px) 100vw, 225px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Imagens de um equipamento utilizado para retirada da silagem, o qual foi adaptado com a inclusão de uma espécie de garfos que contribuem para o manejo de retirada da silagem. </span><span style="font-weight: 400;">Fonte: Acervo Rehagro</span></span></p>
<h2>Da escolha do silo à gestão eficiente</h2>
<p>Saber qual tipo de silo utilizar e garantir os cuidados corretos é apenas parte do sucesso na produção leiteira.</p>
<p>No <span style="font-weight: 400;"><strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong></span> do Rehagro, você aprende a alinhar manejo, nutrição e gestão de custos para produzir silagem de qualidade e aumentar a rentabilidade da fazenda.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-23102" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/ana-flavia-teixeira.jpg" alt="Ana Flávia Teixeira - Equipe Leite Rehagro" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/ana-flavia-teixeira.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/ana-flavia-teixeira-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/ana-flavia-teixeira-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-22798" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg" alt="Laryssa Mendonça" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<item>
		<title>Grão úmido reidratado: estratégia para redução de custos na dieta de vacas</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/grao-umido-reidratado-estrategia-para-reducao-de-custos-na-dieta-de-vacas/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/grao-umido-reidratado-estrategia-para-reducao-de-custos-na-dieta-de-vacas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Jul 2023 19:30:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[dieta]]></category>
		<category><![CDATA[silagem]]></category>
		<category><![CDATA[vacas leiteiras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A produção de leite é uma atividade agrícola complexa e desafiadora, na qual a alimentação adequada das vacas é crucial para o sucesso do empreendimento. Nesse contexto, a busca por alternativas que proporcionem uma dieta nutricionalmente equilibrada, ao mesmo tempo em que reduzem os custos operacionais, torna-se um objetivo central para os produtores de leite. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A produção de leite é uma atividade agrícola complexa e desafiadora, na qual a alimentação adequada das vacas é crucial para o sucesso do empreendimento.</p>
<p>Nesse contexto, a busca por alternativas que proporcionem uma dieta nutricionalmente equilibrada, ao mesmo tempo em que reduzem os custos operacionais, torna-se um objetivo central para os produtores de leite.</p>
<p>Uma das <strong>estratégias inovadoras</strong> que têm ganhado destaque é o uso de <strong>grão úmido reidratado na alimentação das vacas leiteiras</strong>. Essa prática consiste em fornecer aos animais grãos previamente umedecidos, permitindo benefícios tanto na eficiência alimentar quanto na economia de recursos.</p>
<p>O <strong>grão úmido reidratado</strong> é uma <strong>técnica que envolve o prévio umedecimento dos grãos</strong> utilizados na dieta das vacas leiteiras, como milho e outros cereais. A reidratação é realizada por meio de processos controlados que garantem a preservação das características nutricionais dos grãos, tornando-os mais palatáveis e de fácil digestão para o gado.</p>
<p>Neste webinar são trazidos dados sobre os custos de produção operacional e formas de se utilizar esse grão na alimentação das vacas leiteiras.</p>
<p>As informações são disponibilizadas por Julia Dias, Consultora da Equipe Leite Rehagro.</p>
<p>Você quer saber mais sobre grão úmido reidratado? <strong>Clique no botão abaixo</strong> e aproveite este conteúdo completo!</p>
<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/grao-umido-reidratado-como-estrategia-para-reducao-de-custos-na-dieta-de-vacas?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=pagina-webinar-grao-umido-reidratado&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27535 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/banner-webinar-grao-umido.jpg" alt="Webinar Grão úmido reidratado" width="1290" height="329" /></a></p>
<h2>Como aumentar produtividade, lucratividade e a qualidade do leite?</h2>
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		<title>Silagem de milho: você sabe como produzir com qualidade?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jul 2021 17:33:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[colheita]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A silagem de milho, um alimento tradicionalmente utilizado na pecuária leiteira no Brasil, deve ser produzida com eficiência, buscando alta qualidade. O contrário gera baixa produtividade no rebanho e aumento dos custos alimentares, devido à maior necessidade de compra de insumos. A definição de silagem de qualidade sofreu transformações ao longo do tempo. Inicialmente, o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>silagem de milho</strong>, um alimento tradicionalmente utilizado na pecuária leiteira no Brasil, <strong>deve ser produzida com eficiência, buscando alta qualidade.</strong> O contrário gera baixa produtividade no rebanho e aumento dos custos alimentares, devido à maior necessidade de compra de insumos.</p>
<p>A definição de silagem de qualidade sofreu transformações ao longo do tempo. Inicialmente, o enfoque era a produção máxima de volume de massa verde por hectare, como forma de obter um alimento de baixo custo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>Evolução da produção de silagem de milho</h2>
<p>Na década de 60 e 70, <strong>com a evolução do nível genético das vacas</strong>, passou-se a buscar a produção de uma <strong>silagem com maior teor de grãos.</strong> Estudos, na época, demonstravam que os grãos eram mais digestíveis que folhas e colmos. Entretanto, não havia um conhecimento da constituição química dessas silagens.</p>
<p>Nesse sentido, estudos recentes demonstraram que silagens com menores teores de Fibra em Detergente Neutro (FDN), que representa a fração fibrosa do alimento na parte verde da planta, combinada com alta proporção de grãos, resultam em silagem de milho de melhor qualidade.</p>
<p>Mais recentemente, em estudos conduzidos em Lavras &#8211; MG, foi demonstrado que a constituição do grão de milho influenciava a qualidade da silagem. Neste trabalho, foi demonstrado que híbridos de milho com textura mole têm maior digestibilidade do que os híbridos de milho com textura dura.</p>
<p>Estes novos pensamentos são somatórios, ou seja, a produção de uma silagem de boa qualidade deve ter alta produção de toneladas por hectare, com alta proporção de grãos de textura mole e com baixo teor de Fibra em Detergente Neutro.</p>
<p>A produção de uma silagem de milho de boa qualidade passa por três fases importantes:</p>
<ol>
<li>Plantio e condução agronômica;</li>
<li>Colheita e ensilagem;</li>
<li>Desensilagem e fornecimento.</li>
</ol>
<p>Estas três fases são <strong>complementares</strong>, ou seja, falhas em qualquer uma serão cumulativas na qualidade final do produto. Nesse artigo, o foco será os dois últimos processos na produção de silagens.</p>
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<h2>Colheita e ensilagem</h2>
<h3>Ponto de Colheita</h3>
<p>O ponto de colheita é uma importante variável na produção da silagem de milho. Vários estudos foram conduzidos <strong>buscando determinar qual o melhor momento para colheita do volumoso</strong> e qual parâmetro pode ser utilizado para fazer essa determinação.</p>
<p>É importante entender que a planta de milho acumula matéria seca com o avançar de sua maturidade, mas também aumenta o seu teor de fibra em detergente neutro e lignina. À medida que o tempo passa, sua digestibilidade diminui.</p>
<p>O ponto ideal de colheita é quando a planta possui <strong>30-35% de matéria seca (MS) ou 65 a 70% de umidade.</strong> Esse estágio é, geralmente, atingido quando a linha do leite está entre 1/2 e 2/3 do grão.</p>
<p>No entanto, a correlação entre linha de leite e porcentagem MS não é muito grande. Existe uma grande variação entre híbridos e anos de plantio e ela serve como uma referência prática. Portanto, a melhor maneira de se determinar o ponto adequado de colheita do milho e sorgo é através da determinação da matéria seca, utilizando-se, por exemplo, o aparelho de micro-ondas ou aparelhos de medição de umidade, como o Koster.</p>
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<p>Forragens ensiladas com alto teor de umidade (20 a 27% de matéria seca) possuem um processo de fermentação muito ativo e, geralmente, estão associadas  a altas perdas de nutrientes por efluentes. Além disso, são consumidas em menor quantidade por animais em relação a forragens ensiladas com teores ótimos de matéria seca (30-35%).</p>
<p>Conforme demonstrado na figura 1, há um aumento no teor da matéria seca e amido do milho com o avanço de sua maturidade fisiológica. Portanto, com 2/3 da linha do leite é alcançado o máximo de amido na silagem.</p>
<p>Por outro lado, o teor de fibra na planta reduz até 2/3 da linha do leite. Esses dois fatores são explicados devido ao aumento da proporção de grãos na planta, que ocorre até 2/3 da linha do leite (Bal et al. 1997). Então, com 2/3 da linha do leite há o maior acúmulo de amido e o menor teor de fibra na silagem de milho.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4796 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/silagem-de-milho1.jpg" alt="Teor de matéria seca" width="594" height="384" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/silagem-de-milho1.jpg 594w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/silagem-de-milho1-300x194.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/silagem-de-milho1-370x239.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/silagem-de-milho1-270x175.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 594px) 100vw, 594px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Figura 1 – Teor de Matéria Seca (MS), Amido e Fibra em Detergente Neutro (FDN) de silagens de milho em quatros estágios de maturação do grão de milho. Adaptado de Bal et al. (1997)</span></p>
<p>O estádio ideal de colheita do milho tem duração aproximada de dez dias. Após esse período, o teor elevado de MS da planta aumenta as perdas na colheita e dificulta a compactação.</p>
<p>Assim, atrasos na colheita por falhas no planejamento, chuvas, quebra de maquinário, entre outros fatores, <strong>podem prejudicar sensivelmente a qualidade da silagem produzida</strong>, o que certamente será traduzido em <strong>menor desempenho dos animais.</strong></p>
<p>Quando se corta a planta de milho com o grão ainda leitoso, colhe-se somente o equivalente a 50% do potencial produtivo de grãos e 75% da forragem. Já no ponto ideal de colheita, quando a linha do leite está na metade do grão e a planta apresenta teor de matéria seca próxima a 35%, colhe-se 95% dos grãos e 100% da forragem.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4797" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/silagem-de-milho2.jpg" alt="Produção de leite " width="586" height="384" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/silagem-de-milho2.jpg 586w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/silagem-de-milho2-300x197.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/silagem-de-milho2-370x242.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/silagem-de-milho2-270x177.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 586px) 100vw, 586px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Figura 2 – Produção de leite de vacas alimentadas com silagem de milho em quatro estágios de maturação do grão. Adaptado de Bal et al. (1997)</span></p>
<p>A produção de leite e produção de proteína na silagem com 2/3 da linha do leite foi maior do que para a silagem no estágio leitoso. Estatisticamente, não houve diferença para os outros estágios de maturação na produção de leite.</p>
<p>No entanto, a produção de proteína foi maior para silagem no estágio de 2/3 da linha do leite. Portanto, esses dados reforçam que o ponto ideal de colheita é quando a planta atinge 35% de matéria seca, existindo uma flexibilidade entre 32 e 35% de MS na planta inteira.</p>
<h3>Altura de corte</h3>
<p>O aumento na altura de corte pode ser uma <strong>estratégia para aumentar a concentração energética e diminuir o teor da Fibra em Detergente Neutro (FDN) na silagem.</strong> O teor de FDN está correlacionado à degradabilidade da matéria seca, que determina a quantidade de fibra da planta, correspondente às frações de celulose, hemicelulose e lignina (Mendes, 2006).</p>
<p>Segundo Dias (2002), os teores de lignina e FDN são inversamente proporcionais à degradabilidade in vitro da matéria seca.  Ao aumentar a altura de corte no momento da ensilagem, há redução na relação colmo/espiga, o que faz com que haja melhorias nas características nutricionais do alimento.</p>
<p>Vasconcelos (2004) observou diminuição na produção de matéria seca de 18,6 para 15,32 ton/ha quando a altura de corte foi aumentada de 0,1 m para 0,8 m respectivamente, representando uma redução de 17,7% na produtividade de matéria seca. Também foi constatado por Caetano (2001) redução na produção de matéria seca/ha. Segundo ele, essa redução foi de 25,6% quando aumentou a altura de corte de 0,5 m para 0,8 m.</p>
<p>Lauer (1998) citado por Caetano (2001) observou redução de 15% na produção de matéria seca/ha quando aumentou a altura de corte de 0,15 m para 0,45 m. O autor também atestou aumento da produção de leite em torno de 12% para a mesma elevação na altura de corte. Tal resultado se deu devido ao menor teor de fibra e fração indigestível na silagem, resultando, assim, em uma redução de apenas 3% na produção de leite estimada por área.</p>
<p>Vasconcelos (2004) observou aumento de 10,9% (7,3 a 7,93%) no teor de proteína bruta (PB), redução de 8,8% (50,16 a 45,75%) no teor da FDN e redução de 14,85% (25,87 a 22,0%) no teor de FDA. Isso se deve à menor participação do colmo na massa ensilada, sendo que este apresenta alto teor de fibra.</p>
<p>Os principais constituintes da silagem de milho são <strong>carboidratos não fibrosos e FDN</strong>, sendo que o amido representa cerca de 70% da fração grão e a FDN 50% da fração haste (Sapienza, 1996). Qualquer alteração nessas duas frações representa modificações significativas na qualidade nutricional da silagem. Vale ressaltar que o aumento na altura de corte pode trazer melhorias nas características físico-química do solo, pois haverá maior residual de matéria vegetal na área (Caetano, 2001; Vasconcelos, 2004).</p>
<p>Portanto, o produtor deve priorizar suas necessidades de obtenção de máxima produção de forragem versus alta qualidade da silagem, para determinar qual altura de corte será adotada, sendo que isso pode variar em diferentes anos em função do potencial produtivo e qualidade da cultura (Shaver, 2000 citado por Caetano, 2001).</p>
<p>As perdas na produção de matéria seca deverão ser compensadas pela melhoria na qualidade nutricional da silagem. Para isso é necessário realizar uma análise econômica, e avaliar os custos de produção, para que assim possa haver maior segurança na tomada de decisão.</p>
<h3>Tamanho de partícula da silagem de milho</h3>
<p>Em uma <strong>silagem de boa qualidade</strong>, o que se procura é picar o material em tamanhos de partícula de 6 a 15 mm, mantendo um tamanho médio de 8 mm.</p>
<p>Quando o corte da planta é inadequado, as partículas grandes dificultam a compactação, e a menor quebra dos grãos levará a um menor aproveitamento dos mesmos, fazendo com que apareçam inteiros nas fezes dos animais.</p>
<p>Silagens com tamanhos de partículas grandes reduzem a ingestão das vacas e, consequentemente, podem reduzir a produção de leite. A solução não está na troca do híbrido ou na antecipação do corte, mas em procedimentos simples como afiar as facas de corte da ensiladeira duas vezes ao dia e aproximá-las das contra-facas. Estas medidas, que não têm custo algum, resolvem facilmente esses problemas.</p>
<p>A redução no tamanho de partícula é favorável ao processo de fermentação da massa vegetal no silo pela compactação facilitada, pelo incremento na área de superfície da forragem, permitindo maior interação entre substrato e microrganismo, além de reduzir os custos de estocagem (Muck et al., 2003).</p>
<h2>Compactação da silagem de milho</h2>
<p>O processo de enchimento e compactação deve ser feito de forma a <strong>distribuir por todo silo camadas uniformes</strong> de espessura média ao redor de 20 a 30 cm. Essas camadas devem ser espalhadas de forma a ficarem inclinadas em direção à entrada do silo ou porta.</p>
<p>A compactação deverá ser feita com passagens consecutivas do trator ou pá carregadeira sobre a massa já distribuída. O objetivo desta compactação é a expulsão do ar, controlando a respiração, a elevação da temperatura e favorecendo a ação das bactérias produtoras de ácido láctico e do rápido abaixamento do pH do material ensilado.</p>
<p>A densidade da silagem vai depender do tipo de implemento usado para compactação, como também do tempo total gasto na compactação por tonelada de forragem. A densidade da compactação é maximizada pela utilização de tratores mais pesados com pneus que aplicam um maior peso por unidade de superfície.</p>
<p>Devemos utilizar rodas mais finas para que possam fazer uma maior pressão por unidade de área.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4798 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/silagem-de-milho3.jpg" alt="Perdas de MS" width="540" height="378" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/silagem-de-milho3.jpg 540w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/silagem-de-milho3-300x210.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/silagem-de-milho3-370x259.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/silagem-de-milho3-270x189.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 540px) 100vw, 540px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Figura 3 – Perdas de MS em cinco diferentes compactações. Adaptado de Ruppel et al. (1995)</span></p>
<h2>Fases da ensilagem</h2>
<p>O <strong>processo de ensilagem</strong> é constituído de quatro fases:</p>
<ol>
<li>Fase anterior ao fechamento do silo;</li>
<li>Fermentação ativa;</li>
<li>Fase estável;</li>
<li>Pós-abertura.</li>
</ol>
<p>Durante a fase anterior ao fechamento do silo, de pré-vedação, as células da planta e microrganismos aeróbicos presentes consomem o oxigênio, carboidratos solúveis e proteínas são convertidos em água, CO2, calor e amônia livre. Esta fase continua até que todo o oxigênio seja utilizado ou excluído, ou os carboidratos solúveis sejam consumidos.</p>
<p>Quando os níveis de oxigênio diminuem, a fase de fermentação ativa inicia. A produção de ácidos reduz o pH, chegando na faixa de 3,4 a 4,5. Nessa faixa baixa de pH, mantendo o material livre de oxigênio, o crescimento de todos os microrganismos é inibido e a silagem entra na fase estável.</p>
<p>Nesta fase, a qualidade nutricional da silagem pode ser mantida quase indefinidamente. No entanto, após a abertura do silo e exposição da silagem ao ar, o crescimento de microrganismos (bactérias, leveduras) é retomado com o consumo de ácido láctico, permitindo o aumento do pH e o crescimento de microrganismos que causam a diminuição da qualidade nutricional do material ensilado. Portanto, perdas significativas de matéria seca da silagem podem ocorrer durante a fase pós-abertura.</p>
<p>Quanto mais rápido o oxigênio é excluído da massa ensilada, mais rápido é observada a queda de pH durante a fermentação, inibindo o crescimento de microrganismos indesejáveis, que contribuem para diminuição da qualidade nutricional da massa ensilada. Portanto, os processos de colheita da forragem, transporte, compactação e vedação devem ser rápidos visando diminuir as perdas durante a fermentação e a queda do valor nutricional do material ensilado.</p>
<p>A densidade e a matéria seca (MS) do material ensilado determinam a porosidade da silagem, afetando a taxa com o que o ar penetra na massa ensilada durante a descarga do silo, deteriorando a silagem. Além disso, quanto maior a densidade, maior a capacidade de estocagem do silo.</p>
<p>Portanto, maiores densidades do material ensilado diminuem os custos anuais de estocagem por aumentar a quantidade de silagem estocada e por diminuir as perdas do material ensilado no silo.</p>
<h3>Lona, abaulamento e fechamento do silo</h3>
<p>A contribuição mais expressiva da etapa de vedação do silo está em evitar a penetração de ar do ambiente externo para o interior. A vedação consiste em não permitir a entrada de ar e é feita através da cobertura do silo por uma lona e, sobre ela, uma camada de terra.</p>
<p>As lonas pretas comumente usadas nas fazendas têm trazido problemas como rasgos, furos, entre outros. Por isso, lonas de dupla face têm dado um melhor resultado. Além disso, tem a vantagem de refletir o calor, o que ajuda a não esquentar o material ensilado. As lonas a serem utilizadas devem ter 150 micras ou mais, para que possam durar mais tempo.</p>
<p>Outro ponto importante é cobrir a lona com terra, restos de capins e pneus, pois ajudam a protegê-la contra os raios solares, que podem danificá-la.</p>
<p>Outra operação relevante é cercar os silos com cerca de arame e tela para proteger a lona de possíveis animais que possam furá-la, como tatu, galinha, cães e o próprio rebanho, que pode se soltar e subir sobre os silos.</p>
<h2>Desensilagem e Fornecimento</h2>
<h3>Maneje bem a face de retirada do silo</h3>
<p>A face de retirada do silo deve ser mantida o mais plana possível e perpendicular ao solo e laterais. Isso minimiza a área de superfície exposta ao ar. A taxa de retirada do silo deve ser suficiente para prevenir a silagem exposta ao aquecimento e perdas associadas.</p>
<p>Em temperaturas mais altas, como as encontradas no Brasil central, recomenda-se a retirada de fatias de silo de pelo menos 30-35 cm por dia. Esta prática previne o material ensilado de ser exposto ao ar por um período de tempo suficiente que favoreça a proliferação de microrganismos responsáveis pela deterioração da silagem.</p>
<p>Os silos devem ser dimensionados para essa retirada mínima, diminuindo perdas quando o silo é aberto. O acúmulo de silagem solta na base da face do silo deve ser evitado, pois esse material desensilado é especialmente vulnerável a rápida decomposição aeróbica.</p>
<h3>Descarte a silagem deteriorada</h3>
<p>Vedar o material ensilado com lona e colocar pesos sobre o material ensilado não é 100% efetivo no controle de perdas. Perdas por fermentação aeróbica sempre ocorrem em diversas magnitudes e o descarte das porções perdidas nem sempre é uma prática comum em fazendas. A inclusão de silagem deteriorada nas <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dietas-para-bovinos-leiteiros/" target="_blank" rel="noopener">dietas de animais</a></strong> possui um grande impacto sobre o desempenho.</p>
<p>A adição de silagem deteriorada a dietas diminui o consumo de matéria seca e a digestibilidade de nutrientes (PB e FDN), além da produtividade animal. Portanto, o descarte das partes deterioradas de silos é uma prática de manejo importante.</p>
<p>Para fazer silagens de boa qualidade, práticas de manejo devem ser adotadas de maneira integrada, já que a negligência de um procedimento pode levar a uma descontinuidade de um processo adequado de preservação da forragem.</p>
<h2>Transforme sua produção de silagem em lucro no tanque</h2>
<p>Uma silagem de qualidade é essencial para garantir produtividade e saúde do rebanho, mas só gera resultados reais quando está aliada a uma boa gestão.</p>
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<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Leite Rehagro.</p>
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		<title>Impacto da qualidade da silagem na dieta de vacas leiteiras</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/impacto-da-qualidade-da-silagem-na-dieta-de-vacas-leiteiras/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jun 2021 15:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[híbrido]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[silagem]]></category>
		<category><![CDATA[vacas leiteiras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como a composição da silagem afeta a produção de leite das vacas? Acompanhe o que os especialistas Ricardo Peixoto e Flavia Carvalho, discutem a importância da qualidade da silagem na dieta das vacas leiteiras. Eles destacam a necessidade de alto teor de amido e baixo teor de FDN (fibra) na silagem para obter um bom [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Como a composição da silagem afeta a produção de leite das vacas?</p>
<p>Acompanhe o que os especialistas Ricardo Peixoto e Flavia Carvalho, discutem a importância da qualidade da silagem na dieta das vacas leiteiras. Eles destacam a necessidade de alto teor de amido e baixo teor de FDN (fibra) na silagem para obter um bom desempenho das vacas. Veja o que mais será tratado nesse webinar:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Como escolher o melhor híbrido na hora de produzir a silagem;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Como a linha do leite impacta na qualidade do volumoso;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Qual a importância do amido para dietas de alta qualidade</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Resultados práticos com híbridos de todo o Brasil;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Qual o impacto na produção de leite de uma dieta com baixo e alto teor de amido?</li>
</ul>
<p>Estas e outras respostas você encontra em nosso <strong>webinar Impacto da qualidade da silagem na dieta de vacas leiteiras</strong>. Clique abaixo e assista agora mesmo:</p>
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		<title>Silagem de grãos úmidos: saiba como conservar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jun 2020 14:04:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[silagem]]></category>
		<category><![CDATA[sorgo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A produção animal depende de grãos como, milho, sorgo e cevada como fontes principais de energia, sendo que, no Brasil, o milho exerce um importante papel na alimentação animal, sendo o cereal mais comumente utilizado para bovinos. Existem várias formas de utilização do milho, como silagem, milho grão inteiro, moído, floculado, etc. Dentre as várias [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A produção animal depende de grãos como, milho, sorgo e cevada como fontes principais de energia, sendo que, no Brasil, o milho exerce um importante papel na alimentação animal, sendo o cereal mais comumente utilizado para bovinos.</p>
<p>Existem várias formas de utilização do milho, como silagem, milho grão inteiro, moído, floculado, etc. Dentre as várias alternativas, <strong>o uso de silagem de grãos úmidos de milho pode constituir uma alternativa importante para a utilização desse cereal na alimentação animal</strong>.</p>
<p>Atualmente, a silagem de grãos úmidos é uma das tecnologias de maior expansão no setor produtivo pela sua eficiência na conservação do milho, reduzindo os custos com <strong>alimentação em criações de bovinos leiteiros</strong>.</p>
<p>A tecnologia de ensilagem de grãos úmidos de milho já é descrita desde a década de 70 e utilizada por muitos confinadores nos Estados Unidos.</p>
<p>No Brasil, a silagem de grãos úmidos de cereais foi introduzida a partir de 1981 na região de Castro – PR pelos criadores de suínos e, posteriormente, utilizada na alimentação de bovinos de leite e de corte.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
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  });
</script></p>
</div>
<h2>A silagem de grãos úmidos</h2>
<p>O uso desta tecnologia traz inúmeras vantagens, permitindo, por exemplo:</p>
<ul>
<li>Antecipação da colheita, liberando terra para outras culturas;</li>
<li>Utilização de um sistema de armazenamento mais simples e econômico, evitando o ataque de roedores e carunchos nos grãos, diminuindo deste modo as perdas a campo;</li>
<li>Conservação do valor nutritivo por um maior período de tempo.</li>
</ul>
<p>A silagem de grãos úmidos de milho consiste na <strong>conservação do milho grão, moído ou inteiro, com umidade entre 35 e 45%, pela fermentação e redução do pH. </strong></p>
<p>A Tabela 1 apresenta a composição bromatológica do milho seco comparada com a silagem de grãos úmidos de milho, de acordo com o NRC (2001). Segundo dados do NRC (2001), a silagem de grãos úmidos de milho é mais energética do que o milho seco e apresenta pequena diferença na concentração de fibra.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13206" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-composicao-media-milho.jpg" alt="Tabela com composição média do milho seco e do milho úmido" width="600" height="212" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-composicao-media-milho.jpg 688w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-composicao-media-milho-300x106.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-composicao-media-milho-370x131.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-composicao-media-milho-270x95.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-composicao-media-milho-150x53.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Tabela 1. Composição média do milho seco moído e da silagem de grãos úmidos de milho. <span style="font-weight: 400;">Fonte: Adaptado do NRC (2001).</span></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Legenda: MS = matéria seca; NDT = nutrientes digestíveis totais; PB = proteína bruta; FDN = fibra insolúvel em detergente neutro; FDA = fibra insolúvel em detergente ácido; NEL = energia líquida para lactação; ME = energia metabolizável. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É grande a variação da umidade observada nos diferentes trabalhos, mas esta está entre 27 &#8211; 36%. Apesar da grande variação da umidade, em geral, o valor nutritivo da silagem de grão úmido de milho apresenta melhores resultados quando o valor é próximo de 32%.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O armazenamento de grãos de milho sob a forma de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/producao-de-silagem-de-milho-com-qualidade-voce-sabe-como-fazer/" target="_blank" rel="noopener">silagem</a></strong> não é feito apenas para reduzir perdas. O armazenamento de grãos de milho, através da ensilagem, promove alterações químico-físicas nas moléculas do amido, facilitando a ação das enzimas amilolíticas microbianas ruminais e das enzimas pancreáticas na sua digestão. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essas alterações podem ocorrer devido à elevação da temperatura no interior do silo no início do processo da ensilagem, promovendo a gelatinização dos grãos de amido, o que possibilita o seu maior aproveitamento pelos ruminantes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A composição química da silagem de grãos úmidos de milho pode variar em função do teor de umidade no momento da ensilagem e da proporção de sabugo presente, entre outros fatores. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar do aumento na digestibilidade do grão de milho neste tipo de silagem, alguns estudos têm mostrado que a solubilização do nitrogênio ocorre durante o período de fermentação e armazenagem da silagem de grãos úmidos, acarretando a diminuição no teor de nitrogênio proteico ao longo do tempo de armazenagem.</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13207" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-composicao-quimica.jpg" alt="Tabela com composição química da silagem de grãos úmidos de milho" width="650" height="219" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-composicao-quimica.jpg 960w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-composicao-quimica-300x101.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-composicao-quimica-768x259.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-composicao-quimica-370x125.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-composicao-quimica-270x91.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-composicao-quimica-740x250.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-composicao-quimica-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><span style="font-size: 10pt;">Tabela 2. Composição química da silagem de grãos úmidos de milho. Variáveis DeBrabander et al. (1992) Jobim et al. (1997) Reis et al. (2000) Santos et al. (2000) Taylor e Kung Jr (2002). </span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Jobim et al. (2003)</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-aditivos-dieta-bovinos-leiteiros?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-aditivos-dieta&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39648 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos.png" alt="E-book Aditivos na dieta de bovinos leiteiros" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Benefícios da silagem de grãos úmidos</h2>
<p>Apesar da pequena queda nos teores proteicos, é consenso que o uso de silagem de grãos úmidos de milho <strong>melhora a eficiência alimentar</strong>, seja devido ao desempenho semelhante com menor consumo ou por consumo semelhante com melhor desempenho.</p>
<p>Existem estudos americanos que obtiveram melhor eficiência alimentar entre 9 e 25%, com redução de consumo, quando se utilizou silagem de grão úmido de milho.</p>
<p>Outros estudos mostram que as dietas contendo silagem de grãos úmidos de milho têm maior digestibilidade da matéria seca, matéria orgânica, nitrogênio não-protéico, extrato etéreo e nutrientes digestíveis totais (NDT) em comparação com rações de milho seco, por unidade de matéria seca.</p>
<p>No entanto, não foram observadas diferenças entre rações com silagem de grãos úmidos de milho ou milho seco para digestibilidade da proteína bruta e da fibra em detergente neutro (FDN).</p>
<p>Estes maiores valores de NDT podem ser explicados devido às alterações relacionadas ao amido, refletindo em um melhor padrão de fermentação ruminal da silagem de grão úmido de milho.</p>
<p>Os efeitos obtidos pelo processo de ensilagem do grão úmido de milho também refletem no ambiente ruminal, podendo promover redução da relação acetato: propionato em lactação, além de elevar a concentração de ácidos graxos voláteis do rúmen (acetato, propionato e butirato).</p>
<p>Essa alteração na produção de ácidos graxos voláteis no rúmen foi observada em bovinos confinados durante 70 dias alimentados com silagem de grãos úmidos de milho, milho seco esmagado e misturas de ambos na proporção 67:33 e 33:67, respectivamente.</p>
<p>Nos animais alimentados com silagem de grãos úmidos de milho e as misturas, em relação ao milho seco esmagado, houve maior ganho de peso e melhor eficiência alimentar. Porém, nem todos os estudos apresentam diferenças na produção de ácidos graxos voláteis no rúmen, mas na grande maioria sempre há aumento dos índices produtivos, seja na produção de leite ou de carne.</p>
<p>Com relação à produção e composição do leite, os estudos são contraditórios quanto a porcentagem de gordura.</p>
<p>Estudos constataram que vacas alimentadas com silagem de grãos úmidos de milho produziram mais leite (39,8 kg/dia) em relação às vacas que receberam grãos secos de milho (38,0 kg/dia) na dieta, uma diferença de 4,6% superior em produção de leite a favor da silagem de grãos úmidos.</p>
<p>Juntamente com a maior produção de leite, também houve maior produção de proteína (kg/dia) para as vacas que receberam silagem de grãos úmidos em relação às alimentadas com grãos secos na dieta.</p>
<p>Com isso, destaca-se que o aumento na digestibilidade do amido pode refletir em elevação na produção de leite, de proteína microbiana no rúmen e melhorar a utilização de nitrogênio pela vaca. Além disso, a fermentação ruminal foi favorecida pela alta disponibilidade de amido, elevando a utilização da amônia ruminal e promovendo maior suprimento de energia para o animal.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13209" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-processamento-graos.jpg" alt="Tabela com efeito do processamento dos grãos de milho" width="600" height="184" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-processamento-graos.jpg 847w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-processamento-graos-300x92.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-processamento-graos-768x236.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-processamento-graos-370x114.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-processamento-graos-270x83.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-processamento-graos-740x227.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-processamento-graos-150x46.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Tabela 3. Efeito do processamento dos grãos de milho sobre a produção e composição do leite de vacas. </span><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Fonte: Adaptado de San Emeterio et al. (2000)</span></span></p>
<p>Wilkerson et al. (1997) registraram produção de 2,0 kg/dia de leite a mais para vacas da raça Holandesa que receberam silagem de grãos de milho na dieta ao comparar grãos úmidos e grãos secos, além de duas formas de processamento dos grãos (amassados ou moídos).</p>
<p>Além disso, o teor de proteína e de gordura no leite foram maiores para as vacas que receberam grãos moídos na dieta, independente da forma de conservação (Tabela 4).</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13208" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-ingestao-ms.jpg" alt="Tabela com Ingestão de Matéria sec de vacas alimentadas com grãos de milho seco ou úmidos" width="650" height="180" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-ingestao-ms.jpg 871w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-ingestao-ms-300x83.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-ingestao-ms-768x213.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-ingestao-ms-370x102.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-ingestao-ms-270x75.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-ingestao-ms-740x205.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-ingestao-ms-150x42.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Tabela 4. Ingestão de matéria seca, produção e composição do leite de vacas da raça Holandesa alimentadas com grãos de milho seco ou ensilados úmidos em diferentes formas de processamento.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Adaptado de Wilkerson et al. (1997)</span></p>
<p>Atualmente, com a mudança nos conceitos sobre a eficiência do uso do amido pelos ruminantes,<strong> está comprovado o melhor desempenho animal quando alimentados com amido de alta degradação ruminal. </strong></p>
<p>No entanto, no Brasil não têm sido realizados trabalhos científicos avaliando os possíveis benefícios do uso da silagem de grãos úmidos na alimentação de vacas leiteiras, embora seja uma prática corrente em muitas regiões do país.</p>
<p>A partir dos resultados de estudos e das observações de campo nas fazendas brasileiras que utilizam a silagem de grão úmido de milho, pode se evidenciar que o processo de ensilagem de grãos úmidos de milho provoca alterações na conformação do amido do grão e, consequentemente, no local de digestão e na digestibilidade desse amido para ruminantes, resultando em mais energia disponível.</p>
<p>A maior quantidade de energia da silagem de grão úmido de milho, por sua vez, <strong>promove maior disponibilidade de energia para os processos produtivos do animal</strong>, como a produção de carne e leite.</p>
<p>Além disso, essa tecnologia pode contribuir para solucionar graves problemas de armazenagem de grãos nas fazendas, onde normalmente ocorrem grandes perdas qualitativas e quantitativas, em função do ataque de insetos e de ratos.</p>
<h2>Aprimore a conservação de silagem e aumente a eficiência da produção</h2>
<p>Manter a silagem de grãos úmidos bem conservada é fundamental para preservar nutrientes, reduzir perdas e garantir alta performance alimentar do rebanho.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende técnicas práticas para otimizar cada etapa do manejo, da nutrição à gestão, transformando conhecimento em resultados concretos na fazenda.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Leite Rehagro.</p>
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		<title>Silagem de espigas, grãos úmidos e reconstituídos para gado de corte</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/silagem-de-espigas-e-graos-umidos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2020 18:11:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[animais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nosso 23º webinar gado de corte foi sobre &#8220;Silagem de espigas de milho, grãos úmidos e reconstituídos para gado de corte&#8220;. Trata-se de uma palestra gratuita feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab. Principais pontos do webinar O uso de silagem de grãos úmidos e reconstituídos melhora a eficiência alimentar dos animais. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nosso 23º webinar gado de corte foi sobre &#8220;<strong>Silagem de espigas de milho, grãos úmidos e reconstituídos para gado de corte</strong>&#8220;. Trata-se de uma palestra gratuita feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab.</p>
<h2 id="destaques">Principais pontos do webinar</h2>
<ul>
<li>O uso de silagem de grãos úmidos e reconstituídos melhora a eficiência alimentar dos animais.</li>
<li>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/por-que-usar-snaplage/" target="_blank" rel="noopener">silagem de espigas</a></strong> pode substituir outras fontes de energia na dieta dos animais.</li>
<li>A escolha entre grãos úmidos, grãos reconstituídos e silagem de espigas depende de critérios nutricionais, logísticos e econômicos.</li>
<li>É importante monitorar a umidade da silagem, a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tipos-de-moinho-para-moagem-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">moagem dos grãos</a></strong> e o uso de inoculantes para garantir a qualidade do alimento.</li>
<li>A adaptação dos animais e o monitoramento constante são fundamentais para o sucesso da utilização dessas silagens.</li>
</ul>
<p>Quem esteve no comando do evento online foi Thiago Bernardes, professor do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Lavras (UFLA).</p>
<p>Se tiver dúvidas ou ressalvas sobre silagem de espigas, deixe seu comentário registrado. Nossa equipe técnica irá respondê-lo!</p>
<p>Se você ainda não assistiu a explicação do professor, clique no link abaixo:</p>
<h2>Como potencializar o lucro de sua fazenda?</h2>
<p>Aqui no Rehagro, temos <a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=webinar-silagem-graos-umidos" target="_blank" rel="noopener"><strong>Curso Gestão da Pecuária de Corte</strong></a>. Nele, nossos mais experientes consultores abordam:</p>
<ul>
<li aria-level="1">Nutrição e pastagens;</li>
<li aria-level="1">Sanidade;</li>
<li aria-level="1">Reprodução;</li>
<li aria-level="1">Diagnóstico da propriedade;</li>
<li aria-level="1">Gestão financeira e de pessoas.</li>
</ul>
<p>O conteúdo vai direto ao ponto: como realizar a gestão dos principais pilares da pecuária lucrativa com o objetivo de ampliar a lucratividade do negócio.</p>
<p>Para saber mais informações, visite nossa página:</p>
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		<title>Snaplage: por que utilizar a silagem de espiga de milho?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/por-que-usar-snaplage/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jan 2020 16:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[ensilagem]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição bovina]]></category>
		<category><![CDATA[silagem]]></category>
		<category><![CDATA[snaplage]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O setor produtivo do agronegócio se desenvolve a cada dia em busca de aumentar a rentabilidade e a remuneração dos envolvidos na atividade. Essa busca pode ser desenvolvida em algumas frentes diferentes como: Redução de custos; Aumento da produtividade; Eficiência na utilização de insumos; Melhoria na qualidade e disponibilidade dos ingredientes presentes nas dietas dos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O setor produtivo do agronegócio se desenvolve a cada dia em busca de aumentar a rentabilidade e a remuneração dos envolvidos na atividade. Essa busca pode ser desenvolvida em algumas frentes diferentes como:</p>
<ul>
<li>Redução de custos;</li>
<li>Aumento da produtividade;</li>
<li>Eficiência na utilização de insumos;</li>
<li>Melhoria na qualidade e disponibilidade dos ingredientes presentes nas dietas dos animais.</li>
</ul>
<p>Essas são algumas das maneiras pelas quais é possível se investir para obtenção de melhores resultados.</p>
<p>Pesquisadores e técnicos envolvidos na cadeia produtiva da pecuária de corte acompanham esse movimento, estudam e desenvolvem a cada dia perspectivas, ferramentas e alternativas para se alcançar melhores resultados.</p>
<p>Pensando no quesito melhoria da qualidade e disponibilidade dos alimentos ofertados nas dietas dos animais, principalmente em épocas de escassez de precipitações, uma alternativa muito utilizada e já bastante difundida é a <strong>silagem</strong>.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
<script>
  hbspt.forms.create({
    region: "na1",
    portalId: "5430441",
    formId: "f83e655b-67de-4fbe-b12a-88b7e9461712"
  });
</script></p>
</div>
<h2>O que é ensilagem?</h2>
<p>Originalmente, a <strong>ensilagem</strong> é um <strong>processo de armazenamento e conservação de alimentos</strong>, permitindo que esse alimento seja conservado por um longo período de tempo, para utilização em períodos onde a escassez de chuva limita a produção de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">pastagem</a></strong>, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/alimentos-volumosos-em-confinamento/" target="_blank" rel="noopener">volumosos</a></strong> e/ou grãos.</p>
<p>Além da armazenagem em si, com passar dos anos e o avanço de estudos e pesquisas, percebeu-se que além de conservar os alimentos com baixa perda nutricional, a fermentação láctica produzida no processo de ensilagem permite ainda uma melhoria na disponibilidade de certos nutrientes presentes em determinados alimentos ensilados, é o caso por exemplo da silagem de grão úmido de milho ou sorgo.</p>
<p>Destaque para o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ddg-e-wdg-graos-de-destilaria-do-milho/" target="_blank" rel="noopener">grão de milho</a></strong> cultivado no Brasil, milho duro, que por suas características bromatológicas tem menor disponibilidade de amido, quando comparado com o milho dentado cultivado nos Estados Unidos, por exemplo.</p>
<h3>Quais são os tipos de silagem?</h3>
<p>Alguns alimentos são tradicionalmente ensilados e utilizados na alimentação de bovinos no Brasil, como silagem de planta inteira do milho e de sorgo, silagem de cana, silagem de capim, silagem do grão úmido de milho ou sorgo.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além desses métodos “mais comuns” podemos descrever: </span></p>
<ul>
<li><em><strong>Earlage</strong></em>: silagem da espiga de milho;</li>
<li><em><strong>Toplage</strong></em>: silagem da planta inteira adicionada a espigas do milho;</li>
<li><em><strong>Stalklage</strong></em>: silagem da planta do milho, sem a espiga;</li>
<li><em><strong>Snaplage </strong></em>:silagem da espiga com a palha.</li>
</ul>
<p>Todos esses métodos são alternativas que vêm ganhando destaque na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-dicas-basicas-da-alimentacao-e-manejo-nutricional-de-gado-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">nutrição de bovinos de corte</a></strong>.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-suplementacao-gado-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=guia-suplementacao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39643 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png" alt="E-book Suplementação do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>O <em>snaplage</em></h2>
<p>Por volta dos anos de 1960, na Itália, iniciou-se o processo de ensilagem da espiga de milho com a palha, o <strong>snaplage</strong>. Essa tecnologia foi levada aos Estados Unidos logo em seguida, país onde já é mais difundida. Há aproximadamente 6 a 7 anos, começaram a aparecer as primeiras silagens snaplage no Brasil.</p>
<p>O milho representa uma fatia representativa nos custos com alimentação de rebanhos em todo o Brasil, principalmente na composição de dietas para animais em <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/rotinas-no-confinamento-que-afetam-o-desempenho/" target="_blank" rel="noopener">confinamento</a></strong>. O milho seco e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tipos-de-moinho-para-moagem-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">moído</a></strong><span style="font-weight: 400;"> é bastante utilizado em dietas desse sistema, porém o <strong>s</strong></span><strong>naplage vem ganhando destaque</strong> buscando alternativas de melhores custos sem perder o mais importante: produtividade do rebanho.</p>
<h3>Composição do snaplage</h3>
<p>O <strong>snaplage</strong> é composto por 75 a 80% de grão, 10 a 15% de sabugo e 5 a 10% de palha, sendo um alimento energético rico em fibras. Sendo assim, ele estimula a ruminação, e auxilia na manutenção da saúde ruminal.</p>
<p>Entretanto, o <strong>snaplage </strong>não deve ser considerado um alimento substituto da silagem de planta inteira do milho. Por mais que tenha boa presença de fibra, não é um volumoso, e sim um insumo com o objetivo de adensar as dietas e aumentar o aproveitamento do amido pelo ruminante.</p>
<p>A <strong>inclusão do snaplage</strong> na dieta de confinamento deve ser associada ao grão seco para evitar problemas metabólicos. Além disso, essa combinação resulta em melhor aproveitamento energético pelo ruminante.</p>
<p>Essa relação de grãos fermentados e grãos secos deve ser de 70:30, desde que atenda o balanço entre amido fermentável e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fibra-efetiva-na-nutricao-de-bovinos-em-confinamento/" target="_blank" rel="noopener">fibra fisicamente efetiva</a></strong> para ruminação. Por se tratar de um alimento energético com fibra, a adição de outras fontes de volumoso é reduzida.</p>
<p>Veja a comparação dos parâmetros médios de <strong>silagem de planta inteira, grão úmido e snaplage</strong> na tabela abaixo.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41434" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/tabela-snaplage.png" alt="Tabela com os parâmetros bromatológicos médios de silagem de planta inteira, silagem de grão úmido e snaplage" width="764" height="253" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/tabela-snaplage.png 764w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/tabela-snaplage-300x99.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/tabela-snaplage-370x123.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/tabela-snaplage-270x89.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/tabela-snaplage-740x245.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/tabela-snaplage-150x50.png 150w" sizes="auto, (max-width: 764px) 100vw, 764px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Parâmetros bromatológicos médios de silagem de planta inteira, silagem de grão úmido e snaplage (Fonte: Rehagro Consultoria)</span></p>
<h3>Colheita e ensilagem</h3>
<p>O processo do snaplage exige algumas especificidades, como a colheita. A adaptação de uma plataforma despigadora à máquina autopropelida parece uma alternativa viável economicamente para colher esse material. Ela permite que essa alternativa possa ser difundida em todas as regiões.</p>
<p>O ponto de colheita tido como ótimo para o snaplage, é quando o grão do milho apresenta em torno de 28% a 35% de umidade. Isso ocorre porque a espiga possui cerca de 5% de umidade acima do grão.</p>
<p>É importante essa análise ser feita de maneira criteriosa, pois o percentual correto e desejável de umidade é essencial para o processo adequado de fermentação e compactação da silagem.</p>
<p>O tempo de ensilagem desse alimento é de no mínimo 60 dias para garantir a máxima digestibilidade do amido, que é o principal nutriente do snaplage. A produtividade da matéria seca da silagem de espiga é outra vantagem. O rendimento geralmente é cerca de 15-20% maior que a silagem de grão úmido devido a presença da palha e sabugo. Isso pode representar menor custo por tonelada produzida.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10283 size-full" title="Silagem de grão úmido " src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/silagem.jpg" alt="Silagem de grão úmido" width="749" height="447" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/silagem.jpg 749w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/silagem-300x179.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/silagem-370x221.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/silagem-270x161.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/silagem-740x442.jpg 740w" sizes="auto, (max-width: 749px) 100vw, 749px" /><span style="font-size: 10pt;">Silagem de grão úmido (Fonte: Rehagro Ensino)</span></p>
<h3>Benefícios indiretos do snaplage</h3>
<p>Outro fator, que poucos levam em consideração, mas que merece uma ressalva importante, não está ligado diretamente à qualidade ou às características do alimento snaplage. Ele diz respeito aos seus benefícios indiretos na lavoura, como a colheita da espiga.</p>
<p>A técnica deixa na roça um volume interessante de matéria orgânica que pode ser utilizado como fonte de fibra para diversas categorias de animais. É importante colocá-las para pastejar na área ou para o processo de plantio direto, que é extremamente interessante e positivo.</p>
<p>Existem muitas alternativas a serem consideradas na busca pela eficiência produtiva dentro da cadeia da carne. Alimentos e insumos utilizados nas dietas são potencialmente os principais responsáveis pelo desempenho dos animais, principalmente em confinamento. Sendo assim, criar espaço e desmistificar ferramentas é fundamental para a evolução do processo.</p>
<p>A snaplage é um alimento rico, de grande potencial produtivo e econômico, e deve ser levado em consideração nas atividades onde se fornecem alimentos ensilados aos animais.</p>
<h2 data-start="169" data-end="233">Nutrição estratégica e gestão andam juntas na busca por lucro</h2>
<p data-start="235" data-end="549">O uso de snaplage é uma excelente alternativa para elevar o desempenho do rebanho e otimizar o custo da alimentação. Mas para que essa e outras estratégias realmente tragam retorno, é fundamental aliar técnica à gestão eficiente — com controle de indicadores, planejamento nutricional e visão econômica do negócio.</p>
<p data-start="551" data-end="806">No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão na Pecuária de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende a tomar decisões com base em dados, ajustar o manejo com inteligência e transformar a produção em resultado. As aulas são 100% online, com foco prático e aplicabilidade imediata na fazenda.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/por-que-usar-snaplage/">Snaplage: por que utilizar a silagem de espiga de milho?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Tratamento racional de mastite clínica: uma visão imparcial baseada em ciência</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/ratamento-racional-de-mastite-clinica-uma-visao-imparcial-baseada-em-ciencia/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/ratamento-racional-de-mastite-clinica-uma-visao-imparcial-baseada-em-ciencia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Aug 2019 20:40:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta edição do Webinar Leite, o palestrante José Carlos Pantoja, Doutor em Qualidade do Leite &#8211; Universidade de Wisconsin, Professor UNESP / Botucatu, falou sobre o tratamento racional de mastite clínica, com uma visão baseada em ciência. O tema ainda é extremamente relevante no ramo e diversos profissionais buscam aumentar seus conhecimentos sobre o assunto. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta edição do Webinar Leite, o palestrante José Carlos Pantoja, Doutor em Qualidade do Leite &#8211; Universidade de Wisconsin, Professor UNESP / Botucatu, falou sobre o tratamento racional de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-mastite-bovina-e-quais-seus-impactos/">mastite clínica</a></strong>, com uma visão baseada em ciência.</p>
<p>O tema ainda é extremamente relevante no ramo e diversos profissionais buscam aumentar seus conhecimentos sobre o assunto.</p>
<p>Se você é um deles, não perca a chance de assistir ao nosso Webinar Leite!</p>
<p>Veja alguns dos assuntos abordados no webinar:</p>
<ul>
<li>A responsabilidade de tratar a mastite de forma racional é de todos;</li>
<li>A imagem negativa da pecuária leiteira está associada ao uso de antibióticos, portanto é importante ser prudente no tratamento;</li>
<li>A ciência mostra que o tratamento de mastite deve ser adaptado ao patógeno e à gravidade da doença;</li>
<li>Evitar tratamentos desnecessários e considerar a taxa de cura conforme a história médica da vaca.</li>
<li>O uso de anti-inflamatórios não esteroides e a terapia estendida.</li>
</ul>
<p>Clique no botão abaixo e assista agora mesmo ao webinar sobre tratamento racional da mastite clínica.</p>
<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/tratamento-racional-de-mastite-clinica?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=pagina-webinar-tratamento-da-mastite" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27562 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/08/banner-webinar-tratamento-mastite.jpg" alt="Webinar Tratamento da mastite clínica" width="1290" height="329" /></a></p>
<h2>Obtenha resultados robustos na pecuária leiteira!</h2>
<p>Se você deseja melhorar sua atuação nas fazendas onde atua e ser capaz de conquistar as melhores oportunidades na pecuária leiteira, venha conhecer a <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=webinar-tratamento-da-mastite" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pós-Graduação em Pecuária Leiteira</strong></a> do Rehagro.</p>
<p>As aulas são dadas pelos nossos melhores consultores, que atendem hoje mais de 130 propriedades leiteiras de Norte a Sul do Brasil. Elas totalizam uma produção de mais de 1.000.000 de litros de leite por dia. Tenha acesso a todo o conhecimento que elas têm!</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=webinar-tratamento-da-mastite" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16114 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/PL-ONLINE.jpg" alt="Pós-Graduação em Pecuária Leiteira" width="900" height="250" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/PL-ONLINE.jpg 900w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/PL-ONLINE-300x83.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/PL-ONLINE-768x213.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/PL-ONLINE-370x103.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/PL-ONLINE-270x75.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/PL-ONLINE-740x206.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/PL-ONLINE-150x42.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a></p>
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		<title>Indicadores zootécnicos na pecuária leiteira: qual a realidade brasileira?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/indicadores-zootecnicos-na-pecuaria-leiteira-qual-a-realidade-brasileira/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Aug 2019 14:19:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
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		<category><![CDATA[produção de leite]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta edição do Webinar Leite, contamos com a presença do palestrante Matheus Moreira, Coordenador Técnico Equipe Leite Rehagro e Mestrando em Zootecnia/Produção Animal UFMG. Tivemos como tema: &#8220;Indicadores zootécnicos na pecuária leiteira: qual a realidade brasileira?&#8221;. Principais pontos do webinar As fazendas do índice de leite brasileiro enfrentam desafios na reprodução, sanidade e recria do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta edição do Webinar Leite, contamos com a presença do palestrante Matheus Moreira, Coordenador Técnico Equipe Leite Rehagro e Mestrando em Zootecnia/Produção Animal UFMG.</p>
<p>Tivemos como tema: <strong><em>&#8220;Indicadores zootécnicos na pecuária leiteira: qual a realidade brasileira?&#8221;</em></strong>.</p>
<h2 id="destaques">Principais pontos do webinar</h2>
<ul>
<li>As fazendas do índice de leite brasileiro enfrentam desafios na reprodução, sanidade e recria do rebanho.</li>
<li>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estresse-termico/" target="_blank" rel="noopener">estresse térmico</a></strong> afeta a reprodução e a produção de leite, resultando em perdas financeiras.</li>
<li>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/taxa-de-prenhez-como-aumentar-na-sua-propriedade/" target="_blank" rel="noopener">taxa de prenhez</a></strong> e a sobrevivência dos animais até um ano são oportunidades de melhorias.</li>
<li>Doenças como diarreia e tristeza parasitária são as principais causas de mortalidade.</li>
<li>A idade do primeiro serviço em novilhas pode ser otimizada para aumentar a eficiência reprodutiva.</li>
</ul>
<p>Se tiver dúvidas ou ressalvas, deixe seu comentário registrado. Nossa equipe técnica irá respondê-lo.</p>
<p><strong>Clique no botão abaixo</strong> e participe dessa incrível experiência do agronegócio!</p>
<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/indicadores-zootecnicos-na-pecuaria-brasileira?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=pagina-webinar-indicadores-zootecnicos-na-realidade-brasileira" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27542 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/08/banner-webinar-indicadores-zootecnicos-pecuaria-leiteira.jpg" alt="Webinar Indicadores Zootécnicos na pecuária leiteira brasileira" width="1290" height="329" /></a></p>
<h2>Aumente os lucros de sua propriedade!</h2>
<p>Pequenas melhorias podem trazer grandes resultados na sua produção de leite. Venha saber quais são elas com o <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=webinar-indicadores-zootecnicos-na-realidade-brasileira" target="_blank" rel="noopener">Curso em Gestão da Pecuária Leiteira</a></strong>.</p>
<p>Aprenda a planejar o quanto plantar para alimentar suas vacas, os cuidados com as suas bezerras leiteiras, como diminuir seus custos com nutrição e medicamentos, como fazer o controle do seu caixa, como colocar em prática uma rotina de ordenha que favorece a descida do leite e reduz a mastite e muito mais!</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=webinar-indicadores-zootecnicos-na-realidade-brasileira" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18712 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl.jpg" alt="Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="254" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl-300x78.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl-768x199.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl-370x96.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl-270x70.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl-740x192.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl-150x39.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/indicadores-zootecnicos-na-pecuaria-leiteira-qual-a-realidade-brasileira/">Indicadores zootécnicos na pecuária leiteira: qual a realidade brasileira?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Silagem de milho: da escolha do híbrido ao cocho</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/silagem-de-milho-da-escolha-do-hibrido-ao-cocho-ed-05/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Oct 2018 12:46:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta edição do Webinar Leite, contamos com a presença do professor da Universidade Federal de Lavras, Thiago Bernardes, palestrando sobre o tema: “Silagem de milho: da escolha do híbrido ao cocho”. Veja durante a palestra, assuntos como: O que buscamos em um híbrido? Doenças na cultura do milho; Cuidados para garantir a eficiência do inoculante; [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/silagem-de-milho-da-escolha-do-hibrido-ao-cocho-ed-05/">Silagem de milho: da escolha do híbrido ao cocho</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta edição do Webinar Leite, contamos com a presença do professor da Universidade Federal de Lavras, Thiago Bernardes, palestrando sobre o tema: <em>“Silagem de milho: da escolha do híbrido ao cocho”</em>.</p>
<p>Veja durante a palestra, assuntos como:</p>
<ul>
<li>O que buscamos em um híbrido?</li>
<li>Doenças na cultura do milho;</li>
<li>Cuidados para garantir a eficiência do inoculante;</li>
<li>Quando colher o milho e muito mais.</li>
</ul>
<p>Clique no botão abaixo e veja em nosso webinar como melhorar a produtividade da sua fazenda com a escolha de uma boa silagem de milho.</p>
<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/silagem-de-milho?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=pagina-webinar-silagem-de-milho&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27539 size-full" title="Webinar silagem de milho" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/banner-webinar-escolha-hibrido.jpg" alt="Webinar silagem de milho" width="1290" height="329" /></a></p>
<h2>Como aumentar produtividade, lucratividade e a qualidade do leite?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Caso você queira ter acesso a um conteúdo exclusivo, dado por nossos melhores consultores, venha conhecer a <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=pagina-webinar-silagem-de-milho-lp-curso&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pós-Graduação em Pecuária Leiteira</strong></a> do Rehagro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em aulas 100% online, eles ensinam técnicas com resultados comprovados na prática para que você seja capaz de aumentar a produtividade, lucratividade e qualidade do leite produzido.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O programa é completo e contempla nutrição, reprodução, controle da mastite, sanidade, criação de bezerras, gestão financeira e muito mais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quer saber mais detalhes? Clique no link abaixo e conheça.</span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=pagina-webinar-silagem-de-milho-lp-curso&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16114 size-full" title="Pós-graduação em Pecuária Leiteira" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/PL-ONLINE.jpg" alt="Pós-Graduação em Pecuária Leiteira" width="900" height="250" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/PL-ONLINE.jpg 900w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/PL-ONLINE-300x83.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/PL-ONLINE-768x213.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/PL-ONLINE-370x103.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/PL-ONLINE-270x75.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/PL-ONLINE-740x206.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/PL-ONLINE-150x42.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/silagem-de-milho-da-escolha-do-hibrido-ao-cocho-ed-05/">Silagem de milho: da escolha do híbrido ao cocho</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Formulação de dietas para bovinos leiteiros: veja passos essenciais</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/dietas-para-bovinos-leiteiros/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jul 2018 14:19:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O manejo nutricional de bovinos leiteiros é um aspecto de grande impacto sobre os resultados financeiros na atividade. A alimentação pode chegar a representar mais da metade dos custos de produção e, por isso, um planejamento deve ser muito bem feito, para assegurar máxima rentabilidade ao produtor. Formular dieta para vacas leiteiras não é tão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O manejo nutricional de bovinos leiteiros é um aspecto de grande impacto sobre os resultados financeiros na atividade. A alimentação pode chegar a <strong>representar mais da metade dos custos de produção</strong> e, por isso, um planejamento deve ser muito bem feito, para assegurar máxima rentabilidade ao produtor.</p>
<p>Formular <strong>dieta para vacas leiteiras</strong> não é tão simples quanto se costuma acreditar!</p>
<p>Envolve muito mais do que receitas prontas e vai muito além da indicação do uso de aditivos, sendo necessário grande conhecimento da composição dos alimentos, exigências dos animais e dos objetivos que se quer alcançar.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>Como formular dieta para vacas leiteiras?</h2>
<p>Como primeiro e essencial ponto, <strong>é preciso conhecer de perto o rebanho e a fazenda</strong>. Genética e ambiente irão afetar diretamente o resultado da alimentação. Os alimentos volumosos disponíveis na propriedade deverão ser analisados visualmente e por análises laboratoriais para saber como ele  poderá ser utilizado na composição da dieta.</p>
<p>As exigências nutricionais de cada categoria deverão ser atendidas de modo a promover a manutenção e alcance de metas. Por exemplo, a categoria novilhas deverá alcançar determinado peso e tamanho para atingir a meta de entrar em reprodução com a idade correta, normalmente, de forma precoce.</p>
<p>As vacas, além de produzirem leite, devem se reproduzir de forma adequada, tendo o seu balanço energético adequado para tanto. <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/periodo-de-transicao-em-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener">Vacas em período de transição</a></strong>, por exemplo, necessitam de um manejo nutricional específico, que deve ser atendido com atenção.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-aditivos-dieta-bovinos-leiteiros?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-aditivos-dieta&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39648 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos.png" alt="E-book Aditivos na dieta de bovinos leiteiros" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>O responsável pela nutrição de um rebanho deverá ter conhecimentos sobre os alimentos e seus valores nutricionais. O entendimento de um alimento passa também pela função que o mesmo exercerá no organismo do animal.</p>
<p>Para tanto, algumas perguntas simples podem ser feitas:</p>
<ul>
<li>Ele irá promover ruminação?</li>
<li>Será benéfico para a microbiota desejável do rúmen, aquela que gera mais energia e proteína?</li>
<li>O alimento será degradado no rúmen ou chegará intacto ao intestino?</li>
<li>Ao chegar ao intestino ele será utilizado pelo animal ou nem será absorvido, sendo perdido nas fezes?</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4715 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros1.jpg" alt="Homem segurando fibra para dieta de bovinos leiteiros" width="600" height="450" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros1.jpg 600w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros1-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros1-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros1-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros1-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Um nutricionista conhece bem a composição dos alimentos e também a forma como deverá ser oferecido, como por exemplo, o tamanho da fibra.</p>
<p>Por fim, um consultor em nutrição, tendo o conhecimento de que a alimentação é o item de maior custo dentro do sistema de produção de leite, deverá estar sempre atento aos preços de insumos, buscando uma dieta que tenha como resultado a lucratividade.</p>
<p>É importante ressaltar que, na maioria das vezes, <strong>uma dieta de mínimo custo, não é aquela de máxima eficiência!</strong></p>
<p>Outro ponto bastante importante quando se considera a nutrição animal é a certeza de que dieta formulada será realmente consumida pelo animal. Devemos sempre considerar que, em uma fazenda, na verdade, <strong>existem ao menos três dietas diferentes para bovinos leiteiros</strong>:</p>
<ol>
<li>A dieta que o nutricionista formulou com o auxílio do computador;</li>
<li>A dieta que o tratador entendeu que é a correta ou que tem capacidade de preparar;</li>
<li>A dieta, a que a vaca consome, com o todo o seu poder de seleção e capacidade de alimentação.</li>
</ol>
<h2>Quais os aspectos afetados por uma nutrição inadequada dos bovinos leiteiros?</h2>
<h3>Baixa produtividade</h3>
<p>A produção de leite começa pela boca da vaca. É a alimentação oferecida, juntamente com a <strong>genética</strong> e o ambiente, que promoverá uma boa produção.</p>
<p>Uma nutrição inadequada pode, muitas vezes, não estar especificamente ocasionando baixas produtividades, <strong>mas impedindo o animal de expressar todo o seu potencial produtivo.</strong></p>
<p>As exigências nutricionais de bovinos leiteiros variam de acordo com:</p>
<ul>
<li>Categoria – <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dieta-solida-para-bezerras-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener">bezerras</a></strong>, novilhas, vacas secas, vacas em lactação;</li>
<li>Fase de lactação;</li>
<li>Nível de produção;</li>
<li>Idade da vaca;</li>
<li>Condição corporal.</li>
</ul>
<p>O estágio da lactação afeta a produção e composição do leite, o consumo de alimentos e mudanças no peso vivo do animal. <strong>Vacas no início da lactação produzem mais</strong> e, portanto, necessitam de <strong>melhor aporte nutricional</strong>, por exemplo.</p>
<p>Um plano de alimentação para vacas em lactação deve considerar os três estádios da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/curva-de-lactacao/" target="_blank" rel="noopener">curva de lactação</a></strong>. O não atendimento das necessidades específicas de cada fase pode prejudicar o potencial produtivo de cada uma delas ou, até mesmo, encurtar a persistência da lactação.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4716 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros2.jpg" alt="Curva de lactação da dieta para bovinos leiteiros" width="600" height="383" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros2.jpg 600w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros2-300x192.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros2-370x236.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros2-270x172.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros2-470x300.jpg 470w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><span style="font-size: 10pt;">Curva de lactação / Fonte: Ideagri</span></p>
<p>A idade do animal influencia as exigências alimentares na medida em que o nível de produção e as necessidades de mantença e desenvolvimento variam sob esse aspecto. Por exemplo, animais reprodutivamente precoces, que continuam em crescimento durante uma ou duas lactações, devem receber alimentos com qualidades superiores àqueles que estão em função apenas da produção de leite.</p>
<p>Um bom plano nutricional deve respeitar não só a produção, mas também o desenvolvimento corporal do animal.</p>
<p>Um nutricionista sabe que a recuperação da condição corporal de uma vaca acontece no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto/" target="_blank" rel="noopener">pós-parto</a></strong>, mas não no período de balanço energético negativo, onde se deve focar em não permitir perda de peso.</p>
<p>Correr atrás do prejuízo na fase final da gestação, não só não oferece resultados para a vaca, como favorece a ocorrência de doenças metabólicas no pós-parto imediato. Então, <strong>qual a composição e quantidade devem ser fornecidas ao animal em cada fase?</strong> Consulte um nutricionista!</p>
<p>Um custo maior com a alimentação pode se transformar num lucro maior ainda, trazendo um resultado final positivo.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18727 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Doenças nutricionais</h3>
<p>Uma grande parte das doenças enfrentadas por rebanhos leiteiros vêm, não de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-sanitario-de-bovinos-de-leite/" target="_blank" rel="noopener">problemas sanitários</a></strong>, mas de um plano nutricional deficiente.</p>
<p>Você já ouviu falar de acidose? Sofre com problemas de casco no rebanho? Já viu muita <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/retencao-de-placenta/" target="_blank" rel="noopener">retenção de placenta</a></strong> e infecção uterina? E a mastite? Deslocamento de abomaso?</p>
<p>A maior parte dos produtores de leite tecnificados conhece de perto ou se preocupa com todos esses problemas. A questão é: em que nível acontecem.</p>
<p>Uma <strong>elevada incidência dessas doenças</strong> em uma propriedade leiteira significa, <strong>não apenas um animal doente, mas uma fazenda doente</strong>, que necessita de melhor atenção na dieta e manejo nutricional.</p>
<p>Segundo o médico veterinário Bolivar Nóbrega de Faria, doutor em ciência animal, <strong>a nutrição é tão importante que o veterinário clínico está tendo que se especializar no assunto</strong>, trabalhando com o que se chama medicina de produção.</p>
<p><em>“A produção depende diretamente da nutrição e é ela que move a fazenda, desde a venda de leite até a comercialização de animais saudáveis. Falando em saúde, a maior parte das doenças na bovinocultura de leite moderna tem um fundo ou predisposição nutricional. Outro ponto importante é a reprodução, uma das maiores causas de descarte de animais. Se não houver um trabalho conjunto de nutrição e reprodução os índices reprodutivos serão baixos”.</em></p>
<h2>Relação concentrado x volumoso</h2>
<p>Relações entre concentrado e volumoso inadequadas são comuns nos rebanhos brasileiros. Um balanceamento incorreto entre fibra fisicamente efetiva e carboidratos não fibrosos é capaz de gerar um ciclo vicioso de enfermidades ligadas entre si.</p>
<p>É até desejável um <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/avaliacao-do-liquido-ruminal/" target="_blank" rel="noopener">pH ruminal ligeiramente ácido</a></strong> (respeitando o limite de 5,5) para maximizar a produção de leite de bovinos leiteiros, porque a digestibilidade da dieta e o rendimento da proteína microbiana produzida no rúmen são maximizados quando dietas altamente fermentáveis (concentrados) são consumidas.</p>
<p>Com a diminuição exagerada do pH ruminal, entretanto, há redução do apetite, da motilidade ruminal, da produção microbiana e da digestão da fibra.</p>
<p>O fornecimento excessivo de concentrados pode acarretar a chamada <strong>acidose subclínica</strong>. A etiologia da doença é explicada pelo aumento, ocasionado pelos alimentos altamente fermentáveis, dos níveis de ácidos no rúmen. Esses casos crônicos da doença podem apresentar como sintomas diarreia em parte do rebanho, diminuição dos movimentos gastrointestinais, diminuição na gordura do leite, laminite e úlcera de sola.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4717 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros3.jpg" alt="Úlcera de sola" width="600" height="451" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros3.jpg 600w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros3-300x226.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros3-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros3-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros3-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><span style="font-size: 10pt;">Úlcera de sola – problemas de casco podem ser decorrentes de erros no manejo nutricional, e não somente um problema de instalações</span></p>
<p>A diminuição dos movimentos gastrointestinais, levando à hipomotilidade do abomaso, relaciona a incidência de acidose ruminal à ocorrência de <strong>deslocamento de abomaso</strong>. É importante frisar que a etiologia do deslocamento de abomaso é multifatorial, sendo esse um dos fatores predisponentes da doença.</p>
<p>Os <strong>sintomas apresentados por um animal com deslocamento de abomaso</strong> à esquerda, normalmente, são apetite diminuído e seletivo, desidratação moderada a severa e grande queda na produção de leite. É facilmente diagnosticado e sua correção é cirúrgica.</p>
<p>O prejuízo fica a cargo dos custos com o tratamento, queda na produção, descartes involuntários de animais e até mesmo morte</p>
<p>Apesar de os altos níveis de concentrados nas dietas causarem diversas enfermidades nos bovinos leiteiros, o contrário também pode levar a uma enfermidade chamada <strong>cetose</strong>.</p>
<p>Vacas com alta demanda de energia, como as do lote de pós-parto imediato, irão mobilizar seus depósitos de gordura corporal para atender à demanda de produção de leite não suprida por uma dieta pobre em energia e rica em fibra.</p>
<p>Os sintomas incluem depressão, rápida perda de peso, queda na produção, constipação, fezes cobertas com muco, entre outros. Geralmente comem feno ou outra forragem, mas recusam-se a comer concentrados.</p>
<h2>O valor do nutricionista na formulação de dieta para vacas leiteiras</h2>
<ul>
<li>Quanto vale uma vaca produtiva e saudável?</li>
<li>Qual o prejuízo no descarte de um animal prematuramente?</li>
<li>Quanto vale uma novilha chegando à idade correta à puberdade?</li>
<li>Quanto custa o tratamento de todo o rebanho com problemas nos cascos?</li>
<li>Quanto vale uma bezerra saudável e desmamada mais cedo?</li>
<li>Quanto custa o investimento em um insumo de qualidade que não deu o resultado esperado?</li>
</ul>
<p>Valores alcançados somados ao menor custo com os itens citados e outros inúmeros não mencionados são iguais ao resultado do trabalho de um bom nutricionista. Entende-se por resultado, não só o financeiro, mas também a <strong>satisfação do produtor com um dia a dia onde é possível focar mais no trabalho e menos em problemas</strong>.</p>
<p>Um bom nutricionista é de grande auxílio ao produtor, principalmente em épocas como a que estamos vivendo hoje, <strong>de alta de insumos</strong>, como o milho e a soja.</p>
<p>Esses profissionais podem apresentar estratégias nutricionais que mantenham uma boa produtividade, otimizem os custos e elevem a margem de lucro do negócio.</p>
<h2>Da formulação de dietas à gestão completa de fazendas: domine a pecuária leiteira</h2>
<p>A <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog"><strong>Pós-graduação em Pecuária Leiteira</strong></a> do Rehagro vai muito além da nutrição: prepara você para tomar decisões assertivas em todas as áreas da fazenda, com base em números, indicadores técnicos e ferramentas práticas aplicadas no campo.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-14439 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg" alt="Bruno Guimarães" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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