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	<title>safra Archives | Rehagro Blog</title>
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	<title>safra Archives | Rehagro Blog</title>
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		<title>Posicionamentos e resultados com o uso de herbicidas pré-emergentes em soja</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Nov 2021 18:34:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este webinar trata sobre herbicidas pré-emergentes em soja, destacando sua importância e posicionamento adequado. Principais pontos do webinar Os herbicidas pré-emergentes são essenciais para controlar plantas daninhas e garantir a limpeza da área de plantio. A cultura da soja é particularmente sensível à competição com plantas daninhas, tornando o uso de herbicidas fundamental. O webinar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Este webinar trata sobre herbicidas pré-emergentes em soja, destacando sua importância e posicionamento adequado.</p>
<h2>Principais pontos do webinar</h2>
<ul>
<li>Os herbicidas pré-emergentes são essenciais para controlar <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener">plantas daninhas</a></strong> e garantir a limpeza da área de plantio.</li>
<li>A cultura da soja é particularmente sensível à competição com plantas daninhas, <strong>tornando o uso de herbicidas fundamental.</strong></li>
<li>O webinar aborda as características, benefícios e oportunidades de uso dos <strong>herbicidas pré-emergentes</strong>.</li>
<li>A análise de dados e a escolha adequada dos herbicidas pré-emergentes são fundamentais para obter resultados eficazes e minimizar os riscos de intoxicação ou perda de produtividade.</li>
</ul>
<p>Quem está à frente da palestra é a Dra. Camila Pinho, pesquisadora e professora da UFRRJ.</p>
<p>Assista ao <strong>conteúdo na íntegra</strong>!</p>
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		<item>
		<title>Pontos importantes para a semeadura da 2ª safra</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/pontos-importantes-para-semeadura-da-2a-safra/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2020 19:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[cultura do milho]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
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		<category><![CDATA[semeadura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Rehagro realizou a transmissão do Webinar Grãos sobre pontos importantes para a semeadura da 2ª safra. O palestrante foi Flávio Araújo de Moraes, Engenheiro Agrônomo pela UFSJ, Mestre em Fitotecnia com ênfase em correção de solo pela UFLA e Consultor da Equipe Grãos do Rehagro. Moraes fala que o plantio é a primeira etapa [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/pontos-importantes-para-semeadura-da-2a-safra/">Pontos importantes para a semeadura da 2ª safra</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rehagro realizou a transmissão do Webinar Grãos sobre pontos importantes para a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/semeadura-de-milho/">semeadura</a></strong> da 2ª safra. O palestrante foi Flávio Araújo de Moraes, Engenheiro Agrônomo pela UFSJ, Mestre em Fitotecnia com ênfase em correção de solo pela UFLA e Consultor da Equipe Grãos do Rehagro.</p>
<p>Moraes fala que o plantio é a primeira etapa para aqueles que querem atingir altas produtividades. Ele é um dos fatores que mais interferem no potencial produtivo da cultura, pois investimos em sementes e fertilizantes e, muitas vezes, ocorrem falhas ao colocar a quantidade adequada de sementes e fertilizantes por hectare.</p>
<h2>Principais pontos do webinar</h2>
<ul>
<li>Sementes de qualidade têm um impacto significativo na produtividade. Cada aumento de 1% no vigor das sementes pode resultar em um aumento de 0,4 saco por hectare.</li>
<li>É mais recomendado fazer o tratamento das sementes de forma industrial, pois garante uma aplicação uniforme dos produtos e reduz o risco de subdosagem ou superdosagem.</li>
<li>O preparo do solo influencia a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantabilidade-para-o-potencial-de-producao/" target="_blank" rel="noopener">plantabilidade</a></strong> e a uniformidade de emergência das plantas. É importante garantir que o solo esteja bem preparado, livre de torrões e com boa umidade.</li>
<li>A manutenção adequada da semeadora é essencial para garantir uma distribuição uniforme de sementes e fertilizantes. Peças desgastadas, como discos de corte e roscas, podem comprometer o plantio e afetar a produtividade.</li>
<li>A velocidade de plantio deve ser adequada para garantir uma distribuição uniforme das sementes e uma profundidade correta de plantio. Aumentar a velocidade pode comprometer a qualidade do plantio e resultar em menor produtividade.</li>
</ul>
<p>Quer saber mais sobre o assunto? Então, não perca a oportunidade de assistir ao vídeo!</p>
<p>Se tiver dúvidas ou considerações da semeadura da 2ª safra, deixe seu comentário registrado. Nossa equipe técnica irá respondê-lo.</p>
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		<item>
		<title>Consórcio milho-braquiária: como implantar e fazer o manejo?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/consorcio-milho-braquiaria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2020 13:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[braquiária]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[plantação]]></category>
		<category><![CDATA[safra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O consórcio milho (Zea mays) com braquiária (Urochloa spp.) tem como objetivos a produção de palha para a cobertura de solo, sistema adotado por produtores de grãos sob sistema de plantio direto (SPD), e produção de forragem para alimentação de animais, para produtores que visam a integração lavoura pecuária (ILP) com suplementação alimentar para o [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/consorcio-milho-braquiaria/">Consórcio milho-braquiária: como implantar e fazer o manejo?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O consórcio milho (<i>Zea mays</i>) com braquiária (<i>Urochloa spp.</i>) tem como objetivos a produção de palha para a cobertura de solo, sistema adotado por produtores de grãos sob sistema de plantio direto (SPD), e produção de forragem para alimentação de animais, para produtores que visam a integração lavoura pecuária (ILP) com suplementação alimentar para o gado e resíduo de palha.</p>
<p>A diferença entre um objetivo e outro consiste na população e distribuição de plantas. Para formação de pasto é desejado maior população de plantas comparado a menores populações para produção da palha.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">A sucessão soja/milho safrinha apresenta baixos níveis de cobertura do solo, principalmente nos meses de agosto a outubro, entre a colheita do milho e a semeadura da soja, provocando decomposição da palha produzida nas safras anteriores, redução nas propriedades físicas, químicas e biológicas do solo.</span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Consórcio milho-braquiária no Brasil</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">No Brasil, o consórcio de milho com <a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-de-cobertura-no-sistema-de-plantio-direto-conheca-as-principais/" target="_blank" rel="noopener"><strong>plantas de cobertura</strong></a> no outono/inverno é uma alternativa para elevar a quantidade de palha no sistema de produção e ciclagem de nutrientes, possibilitando maior retorno econômico. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Solos sob <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-plantio-direto-no-brasil/">sistema de plantio direto</a></strong> necessitam de um aporte de 12 toneladas de palha por ano, o manejo de milho consorciado com braquiária pode proporcionar grande incremento de palha no sistema de produção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, os benefícios dessa tecnologia têm a possibilidade de atingir todos os produtores rurais independentes do nível tecnológico adotado na fazenda, pelo aumento da produtividade das culturas e da sociedade como um todo pelos benefícios sociais e ambientais decorrentes do uso dessa prática agrícola.</span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-producao-milho?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-producao-milho&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39619 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png" alt="E-book Produção de milho no Brasil" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Implantação do consórcio milho-braquiária</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">No consórcio de milho-braquiária tem sido adotada uma <a href="https://rehagro.com.br/blog/semeadura-de-milho/" target="_blank" rel="noopener"><strong>taxa de semeadura</strong></a> de 50 a 70 mil plantas por hectare de milho dependendo do desempenho do híbrido para cada região e de 7 a 15 quilos por hectare de braquiária, dependendo das condições edafoclimáticas da região.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A quantidade ideal de sementes de braquiária a serem utilizadas no consórcio deve ser <strong>calculada em função do valor cultural das sementes</strong>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sempre que possível deve adquirir sementes de empresas idôneas, registradas no Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA) e que contenham todas estas informações disponíveis na etiqueta colada à embalagem.</span></p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>Taxa = (QS/VC) [kg/ha]</strong></em></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Onde:</span></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">QS: quantidade de sementes kg/ha</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">VC: valor cultural das sementes.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">A semeadura da braquiária pode ser realizada antes, durante ou depois da semeadura do milho. A semeadura da forrageira deve ser posterior ao controle de <a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener"><strong>plantas daninhas</strong></a>, para proporcionar a produtividade normal do milho e alta produção de forragem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em condições de <strong>safrinha deve ser semeada a braquiária na profundidade de 3 cm</strong>. Na distribuição superficial das sementes de braquiária, a germinação de plantas depende da intensidade de chuva após a semeadura e da movimentação superficial do solo pela operação de plantio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O consórcio do plantio de milho com linhas intercaladas às linhas do milho apresenta maior eficiência para espaçamentos de 0,75 a 1,0 m entre linhas de milho, tendo em vista a produção de palha para cobertura do solo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa modalidade pode ser realizada <strong>intercalando as linhas das semeadoras de milho, e adicionando discos de semeadura de braquiária</strong>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como forma alternativa pode ser plantado linhas intercalares de milho e realizar a semeadura da braquiária com semeadora de grãos pequenos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra forma de cultivo do consórcio e a semeadura de ambos na mesma linha, que pode ser utilizado em cultivos de milho em espaçamento reduzido, tanto para a produção de palha quanto para a produção de forragem. Para esse plantio é utilizado uma terceira caixa para sementes de braquiária, e posicionadas a saídas das sementes juntamente com as sementes de milho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O sistema de consórcio com braquiária em área total pode ser utilizado para cultivos de milho em espaçamento reduzido e normal, sendo indicado para produção de palha e para produção de forragem. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A diferença desta modalidade para a modalidade em linha é o posicionamento das sementes de braquiária, que neste caso é distribuída em área total. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Normalmente, as sementes da braquiária são distribuídas na superfície do solo antecedendo ou simultaneamente à semeadura do milho, e parcialmente incorporadas pela passagem da máquina durante o plantio.</span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/agro-para-todos-descobrindo-a-producao-de-graos?utm_campaign=12253459-mkt-materiais-agr&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-37524 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr.jpg" alt="Curso Descobrindo a Produção de Grãos" width="1200" height="624" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr.jpg 1200w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-300x156.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-1024x532.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-768x399.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-370x192.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-270x140.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-740x385.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-150x78.jpg 150w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<h2>Uso de herbicidas no controle de plantas daninhas e no travamento da braquiária</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Um dos aspectos mais importantes que contemplam os sistemas consorciados diz respeito à <strong>redução da capacidade competitiva interespecífica das espécies cultivadas</strong>, no entanto, sem deixar de levar em consideração o controle integrado de plantas daninhas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em virtude desta complexidade, considera-se pequena a adoção de sistemas de cultivo de ILP, porém com grande capacidade de expansão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma das mais difundidas formas de mitigar os efeitos indesejáveis da competição interespecífica entre a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fases-da-cultura-do-milho/">cultura do milho</a></strong> e as espécies forrageiras é o uso de herbicidas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Graças ao baixo custo operacional, em função da utilização de subdoses, este procedimento visa regular o crescimento, garantindo supressão adequada da forrageira, sem, no entanto, causar perdas excessivas de produção de massa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um dos <strong>fatores limitantes</strong> para utilização desta técnica é a <strong>disponibilidade de herbicidas registrados para a cultura do milho</strong> que apresentem compatibilidade com o sistema, ou melhor, que sejam seletivos tanto para a cultura do milho quanto para as espécies forrageiras. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um dos principais agravantes da utilização de herbicidas diz respeito à dose e ao estádio da forrageira no momento da aplicação, sendo indicado após iniciar formação do perfilho.</span></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41635" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/relacao-herbicidas.png" alt="Relação de herbicidas" width="723" height="498" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/relacao-herbicidas.png 723w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/relacao-herbicidas-300x207.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/relacao-herbicidas-370x255.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/relacao-herbicidas-435x300.png 435w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/relacao-herbicidas-270x186.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/relacao-herbicidas-150x103.png 150w" sizes="(max-width: 723px) 100vw, 723px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Relação de herbicidas mais utilizados e suas respectivas doses para aplicação em pós-emergência na cultura do milho em consórcio com forrageiras. Fonte: Dan et al (2012).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aliar o manejo adequado das espécies forrageiras evitando a competição interespecífica entre as culturas do milho e as espécies forrageiras ao controle eficiente de plantas daninhas em consórcio, talvez seja o principal desafio da pesquisa na atualidade, já que nem sempre a dose adequada para limitar o crescimento e desenvolvimento da forrageira é a mesma necessária para o adequado controle da flora invasora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, a baixa disponibilidade de técnicas e, principalmente de mecanismos de ação de herbicidas que se adéquam ao sistema de consórcio limita ainda mais a implantação do sistema. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro agravante é o crescente aumento no aparecimento de <strong>biótipos de plantas daninhas resistentes a herbicidas</strong>, dificultando a recomendação de até então utilizados, como atrazine e nicosulfuron.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A redução da população de plantas daninhas é outro benefício dos sistemas consorciados, sendo observados reduções significativas no banco de sementes de plantas daninhas no sistema de produção. Quando uma forrageira é utilizada como cobertura é adequadamente implantada e conduzida, os benefícios podem ser observados a longo prazo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O consórcio milho-braquiária aumenta a massa total de resíduos e inibe a presença de plantas daninhas de difícil controle no ano de seu cultivo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A reinfestação por buva ocorre após um ano sem consórcio e de <a href="https://rehagro.com.br/blog/aprenda-a-manejar-buva-e-capim-amargoso/" target="_blank" rel="noopener"><strong>capim amargoso</strong></a> após dois anos sem consórcio, porém em menores quantidades do que na sucessão soja-milho safrinha.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dessa forma, tendo a braquiária integrada ao sistema de produção de grãos ou até mesmo ao ILP, possibilita a produção de alimentos com menor emissão de <a href="https://rehagro.com.br/blog/mudancas-climaticas-globais/" target="_blank" rel="noopener"><strong>gases de efeito estufa</strong></a>, evitando o aquecimento global, principalmente por manter o solo coberto com vegetação o ano todo.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21423 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/consorcio-milho-brachiaria-2.jpg" alt="Lavoura consorciada milho-braquiária" width="487" height="650" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/consorcio-milho-brachiaria-2.jpg 487w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/consorcio-milho-brachiaria-2-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/consorcio-milho-brachiaria-2-370x494.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/consorcio-milho-brachiaria-2-270x360.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/consorcio-milho-brachiaria-2-150x200.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 487px) 100vw, 487px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Lavoura de milho consorciada com braquiária.</span></p>
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<p>&nbsp;</p>
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		<title>Produção do milho: como o clima influencia na produtividade?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Oct 2018 13:27:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[colheita]]></category>
		<category><![CDATA[cultura do milho]]></category>
		<category><![CDATA[germinação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A compreensão das exigências climáticas do milho ao longo de seu desenvolvimento é um fator imprescindível quando se pensa em altas produtividades. Você está preparado para cultivar sua lavoura sob condições adversas inesperadas? No Brasil, existem diversas regiões produtoras agrícolas, as quais fazem cultivo do milho no verão e na safrinha em condições de sequeiro. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A compreensão das exigências climáticas do milho ao longo de seu desenvolvimento é um fator imprescindível quando se pensa em altas produtividades. Você está preparado para cultivar sua lavoura sob condições adversas inesperadas?</p>
<p>No Brasil, existem diversas regiões produtoras agrícolas, as quais fazem <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/origem-do-milho-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">cultivo do milho</a></strong> no verão e na safrinha em condições de sequeiro.</p>
<p>Atualmente, a <a href="https://rehagro.com.br/blog/semeadura-de-milho/" target="_blank" rel="noopener"><strong>semeadura de milho</strong></a> safrinha tem representado cerca de 60% do cultivo total no país, e essa época de cultivo é caracterizado por apresentar baixa disponibilidade hídrica.</p>
<p><strong>Um dos fatores mais limitantes à produtividade da lavoura de milho é o déficit hídrico, o qual, pode causar perdas na ordem de até 50%</strong>. Entretanto, condições de temperatura/calor também tem influência significativa quando se pensa em rendimento de grãos deste cereal.</p>
<p>Logo, para melhor compreender as fases em que esta cultura tem maiores exigências climáticas, é preciso entender sua fisiologia. Aliado a isso, visando altas produtividades, deve-se conhecer quais são as condições climáticas da região, uma vez que esta pode garantir o sucesso do cultivo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
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</script></p>
</div>
<h2>Fisiologia e fenologia do milho</h2>
<p>O milho é uma planta com <strong>metabolismo C4</strong>, caracterizada por ter elevado potencial produtivo.</p>
<p>Dentre as plantas que constituem o grupo C4, o milho é a que tem maior eficiência no uso da radiação solar e praticamente não apresenta saturação por radiação, ou seja, não reduz o processo de fotossíntese ao longo do dia, conseguindo então, manter sua produção de carboidratos em um nível adequado.</p>
<p>Outro ponto importante sobre a cultura do milho, é que ela é insensível ao fotoperíodo, denominada foto neutra. Ou seja, diferentemente da soja que depende do fotoperíodo crítico para florescer, o milho não responde a essa condição. Neste caso, o fator temperatura apresenta grande influência sobre a entrada no período reprodutivo.</p>
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<p>Sobre a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estadio-fenologico-do-milho-o-processo-de-germinacao-da-semente/">fenologia da cultura</a></strong>, podemos descrever o ciclo do milho de acordo com as diferentes etapas de seu desenvolvimento, descritas abaixo, e de acordo com o estádio de desenvolvimento:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-ocorre-a-germinacao/" target="_blank" rel="noopener">Germinação</a> e emergência:</strong> período compreendido entre a semeadura e o aparecimento da plântula acima do solo.</li>
<li><strong>Crescimento vegetativo:</strong> período compreendido entre o aparecimento da primeira folha verdadeira até o início do florescimento. Esta etapa apresenta variações, as quais são caracterizadas pelo número de folhas.</li>
<li><strong>Florescimento:</strong> período entre a abertura da flor masculina (pendão) e plena fecundação (início da formação dos grãos).</li>
<li><strong>Frutificação:</strong> período que se estende após a fecundação até o enchimento completo dos grãos. A fase de enchimento dos grãos é caracterizada por diferentes estádios, dependendo do grau de desenvolvimento dos mesmos.</li>
<li><strong>Maturidade fisiológica: </strong>período final da frutificação o qual é caracterizado pelo aparecimento do “ponto preto” no grão.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12109 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/clima-e-produtividade-do-milho2-1.jpg" alt="Estádios fenológicos do milho" width="566" height="343" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/clima-e-produtividade-do-milho2-1.jpg 566w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/clima-e-produtividade-do-milho2-1-300x182.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/clima-e-produtividade-do-milho2-1-370x224.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/clima-e-produtividade-do-milho2-1-270x164.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 566px) 100vw, 566px" /><span style="font-size: 10pt;">Ciclo do milho de acordo com estádio de desenvolvimento. Fonte: Dekalb Asgrow</span></p>
<h2>Estágios de desenvolvimento e exigências climáticas</h2>
<ul>
<li><strong>Germinação/Emergência:</strong> temperatura e umidade adequados favorecem o processo germinativo, dando início à formação de uma planta jovem. Temperatura de 18°C após a semeadura, permite que de 3 a 5 dias ocorra a germinação, para isso é necessário que a semeadura seja feita sob boas condições de umidade.</li>
<li><strong>V4 &#8211; Milho com quatro folhas desenvolvidas:</strong> nesta fase ocorre a definição do potencial produtivo da lavoura, é muito importante se atentar ao controle de plantas daninhas e pragas. Outro ponto importante é a realização da adubação nitrogenada.</li>
<li><strong>VT &#8211; Etapa de pendoamento:</strong> nesta fase, ocorrência de altas temperaturas, aliadas à baixa disponibilidade hídrica, luminosidade e deficiência nutricional, podem antecipar de forma expressiva a emissão do pendão, bem como maturação dos grãos de pólen antes que a espiga esteja apta a desenvolver suas funções, ou seja, pode ocorrer falta de sincronismo entre a emissão dos órgãos feminino e masculino.</li>
<li><strong>R1 &#8211; Período de florescimento e <a href="https://rehagro.com.br/blog/polinizacao-do-milho/" target="_blank" rel="noopener">polinização</a>:</strong> as condições favoráveis nesta etapa são: temperatura entre 16-35°C e umidade relativa superior a 65%. Umidade relativa abaixo de 50% e temperatura superior a 35°C podem reduzir a viabilidade dos grãos de pólen, reduzindo a fecundação e consequentemente a produtividade.</li>
<li><strong>R2 &#8211; Grãos leitosos a R5 Grãos duros:</strong> nesta etapa, a ocorrência de período nublado, deficiência hídrica, redução de área foliar por ataque de pragas e doenças e desequilíbrio nutricional, reduzirão consideravelmente a taxa de acúmulo de matéria seca nos grãos, reduzindo o peso dos mesmos e produtividade.</li>
</ul>
<h2>Qual a influência da temperatura para o milho?</h2>
<p>Assim como a água é um dos fatores que mais limita, não só a produção do milho, mas de qualquer planta. A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/influencia-da-temperatura-e-agua-na-produtividade-do-milho/">temperatura</a></strong> também representa um outro fator muito importante para a produtividade desta cultura. Veja abaixo consequências de temperaturas inadequadas ao cultivo de milho.</p>
<p>Regiões cujo verão apresenta temperaturas médias diária abaixo de 19°C e temperatura média noturna abaixo de 12,8°C não são recomendadas para este cultivo, pois podem retardar o florescimento e comprometer a produção final.</p>
<p>Em contrapartida, temperatura média diária acima de 26° C podem acelerar o processo de florescimento e enchimento de grãos, o que promove redução do tempo de acúmulo de massa seca nos mesmos. Temperatura média noturna acima de 24°C provocam consumo energético elevado, redução no ciclo da planta e queda de produtividade.</p>
<p>Sabendo-se alguns dos efeitos da temperatura sob o ciclo do milho, devemos então conhecer quais são as condições ideais durante o seu desenvolvimento, fique atento:</p>
<ul>
<li><strong>Germinação</strong>: entre 25-30°C;</li>
<li><strong>Emergência a floração</strong>: entre 24-30°C;</li>
<li><strong>Temperatura média diária</strong>: 21°C apresenta maior rendimento de grãos;</li>
<li><strong>Temperatura média noturna</strong>: 19 °C.</li>
</ul>
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<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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