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	<title>problemas Archives | Rehagro Blog</title>
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	<title>problemas Archives | Rehagro Blog</title>
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		<title>Umbigo de bezerros: como tratar as principais enfermidades?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jul 2018 14:33:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante a vida fetal, o umbigo é a via de comunicação entre o feto e a mãe. Pelo cordão umbilical chega sangue materno, rico em nutrientes e oxigênio e, por ele, também são eliminados os catabólitos do feto. Logo após o nascimento, o umbigo do bezerro perde totalmente a sua função, evolui rapidamente. Em poucos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante a vida fetal, o umbigo é a via de comunicação entre o feto e a mãe. Pelo cordão umbilical chega sangue materno, rico em nutrientes e oxigênio e, por ele, também são eliminados os catabólitos do feto.</p>
<p><strong>Logo após o nascimento, o umbigo do bezerro perde totalmente a sua função, evolui rapidamente.</strong> Em poucos dias, as veias e artérias utilizadas na comunicação materno-fetal fecham-se. Paralelamente, os músculos dessa região também se unem, constituindo uma massa muscular.</p>
<p>Até que todo este processo se complete, o umbigo do bezerro é uma porta aberta para vários agentes causadores de diversas enfermidades.</p>
<p>Nesse período, caso o umbigo não seja adequadamente curado, pode infeccionar e provocar onfalite, impedindo a cicatrização e prolongando o tempo em que esta porta de comunicação permanece aberta, facilitando a ascendência de microrganismos. A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cura-de-umbigo-das-bezerras/" target="_blank" rel="noopener">cura do umbigo</a></strong> ganha mais importância na medida em que se consideram os aspectos sanitários gerais do rebanho.</p>
<p>Esse procedimento e a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/colostro-bovino-saiba-importancia/" target="_blank" rel="noopener">administração correta do colostro</a></strong> representam medidas indispensáveis que influenciarão diretamente na saúde do rebanho de qualquer criatório de gado bovino. Por esse motivo, deverão ser consideradas como medidas sanitárias prioritárias.</p>
<p>Além das enfermidades infecciosas, as hérnias, as neoplasias, os defeitos congênitos e as miíases também assumem grande importância no conjunto das onfalopatias dos bovinos. Por esta razão, deverão ser sempre consideradas ao estudar as enfermidades do umbigo do bezerro.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Anatomia do umbigo dos bezerros</h2>
<p><strong>O umbigo do bezerro consiste de três estruturas que sofrem alterações anatômicas e funcionais por ocasião do nascimento.</strong></p>
<ol>
<li>A veia umbilical dirige-se cranialmente em direção ao fígado;</li>
<li>As artérias umbilicais dirigem-se em sentido caudal para a artéria hipogástrica;</li>
<li>O úraco em direção à bexiga.</li>
</ol>
<p>No momento do parto, ocorrem transformações anatomofisiológicas, a partir da ruptura do cordão umbilical e retração das artérias e da veia.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-criacao-bezerras-leiteiras?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-criacao-bezerras&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39650 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png" alt="E-book Criação de bezerras leiteiras" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Inicia-se assim a respiração autônoma, devido à falta das trocas gasosas placentárias e ao aumento da tensão de gás carbônico. Quando o parto é normal, a queda séptica e mumificação do umbigo se dão dentro de dez dias.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-12382" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-300x164.jpg" alt="Anatomia do umbigo do bezerro" width="500" height="273" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-300x164.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-370x202.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-270x147.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-150x82.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro.jpg 550w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-12383" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-1-300x178.jpg" alt="Anatomia do umbigo dos bezerros" width="500" height="296" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-1-300x178.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-1-370x219.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-1-270x160.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-1-150x89.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-1.jpg 550w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12384" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-2-300x294.jpg" alt="Umbigo dos bezerros visto por dentro" width="500" height="490" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-2-300x294.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-2-370x363.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-2-270x265.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-2-306x300.jpg 306w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-2-150x147.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-2.jpg 550w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<h2>Patologias umbilicais</h2>
<p>Pode-se classificar as patologias umbilicais em não infecciosas e infecciosas e estas em extra e intra-abdominal. A extra-abdominal recebe o nome de onfalite e as intra-abdominais, de acordo com o segmento afetado.</p>
<h3>Processos não infecciosos</h3>
<h4>Hérnias</h4>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12385 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-3.jpg" alt="Hérnias presentes no umbigo do bezerro" width="370" height="205" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-3.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-3-300x166.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-3-270x150.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-3-150x83.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /></p>
<p>Na região próxima ao umbigo, em consequência da saída de parte das vísceras através da abertura umbilical, anormalmente dilatada, pode-se produzir uma evasão do peritônio e partes externas da pele, traduzindo-se externamente por aumento de volume.</p>
<p>Partes do omento maior e eventualmente porções do intestino delgado podem ser facilmente repostas na cavidade abdominal por meio do anel herniário, exceto nas hérnias estranguladas.</p>
<p>As hérnias umbilicais, congênitas ou adquiridas, aparecem nos bezerros e demais animais domésticos. As pequenas hérnias umbilicais podem resolver-se espontaneamente, porém as hérnias umbilicais grandes ou estranguladas exigem correção cirúrgica. Quando forem adquiridas, podem estar relacionadas com traumatismos, principalmente coices, pisadas e ao transporte inadequado.</p>
<p>Este último é observado em propriedades rurais em que o vaqueiro tem o hábito de transportar o recém- nascido, do pasto para o curral, na cabeça das selas ou arreios, sem qualquer proteção.</p>
<h4>Fibromas e neoplasias</h4>
<p>Na cicatrização do umbigo, quando ocorrem aderências entre o anel umbilical, ligamentos e peritônio com as outras partes, geralmente se desenvolve um tecido conjuntivo que adquire consistência fibrosa, enrijecido, de aspecto irregular e tumoral.</p>
<p>Entre os vários fatores que podem provocar este quadro estão a cicatrização umbilical complicada, os traumatismos, o uso de substâncias ou produtos químicos, dentre outros.</p>
<p>Em casos de neoplasias malignas, o prognóstico é reservado, porém estas são raramente encontradas. Os fibromas e cicatrizes mal consolidadas, quando cirurgicamente corrigidos, são de bom prognóstico.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18727 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h4>Persistências e defeitos</h4>
<p>A conexão tubular entre a bexiga e o umbigo, que se mantém após o nascimento, é conhecida como úraco persistente.</p>
<p>Por ocasião do nascimento, com a ruptura do cordão umbilical, o úraco deve fechar-se e a urina será então eliminada pela uretra. Uma série de causas foi sugerida para explicar a incapacidade do úraco em evoluir completamente.</p>
<p>Algumas delas são o rompimento precoce do cordão umbilical, a inflamação, a infecção e a excessiva manipulação física do neonato. Nos bezerros, o úraco persistente é menos comum, mas pode levar à septicemia. Caso o úraco não se feche em até 24 horas após o nascimento, indica-se a ressecção cirúrgica para reduzir a probabilidade de septicemia.</p>
<p>O úraco persistente pode ser corrigido cirurgicamente por ligadura ou cauterização. Quando não for possível a realização da cirurgia, indica-se o uso parenteral de antibióticos de largo espectro e a cauterização com nitrato de prata ou iodo-lugol.</p>
<h4>Miíases (bicheiras)</h4>
<p>As miíases ocorrem em praticamente toda a região tropical e subtropical. Os ovos da mosca <i><span style="font-weight: 400;">Cochliomyia hominivorax</span></i> são depositados na periferia seca de qualquer ferimento.</p>
<p>Destes ovos eclodem larvas 11 horas após a postura. Elas penetram ativamente através da lesão, alimentam-se das secreções e tecidos vivos, crescem ocupando grande espaço subcutâneo e tornam-se adultas em quatro a sete dias.</p>
<p>Os ferimentos tomados por miíases caracterizam-se por discreto abaulamento em torno da abertura central, proporcionalmente pequena, deixando fluir uma secreção sero-sanguinolenta, que passa a purulenta alguns dias mais tarde.</p>
<p>O comprometimento do estado geral ocorre quando as miíases não são tratadas e ocorrem reinfestações. Pomadas, líquidos ou spray cicatrizantes acrescidos de inseticidas devem ser usados tanto preventiva como curativamente.</p>
<p>Em bezerros leiteiros, não é aconselhado aplicar ivermectina e seus similares no primeiro dia de vida. É possível observar em várias propriedades produtoras de leite, o aumento na mortalidade de bezerros, especialmente nos esquemas de manejo, em que é feita mais de uma aplicação, em intervalos curtos de tempo.</p>
<h3>Processos infecciosos</h3>
<p>As onfalopatias infecciosas dos bezerros são todos os processos infecciosos da região umbilical, podendo comprometer um ou vários vasos ou segmentos umbilicais da região extra ou intra-abdominal. Os processos inflamatórios do cordão umbilical, com ou sem herniação, são comuns em bezerros.</p>
<p>Em geral, há uma flora bacteriana mista, que inclui <i>E. coli,</i> <i>Proteus</i> sp., <i>Staphylococcus</i> sp., <i><span style="font-weight: 400;">Actinomyces Pyogenes</span></i><i>, Fusobacterium necrophorum, Pasteureila</i> sp., <i>Salmonella typhimurium</i> e até os agentes bacterianos da tuberculose.</p>
<p>São causas predisponentes dos processos infecciosos umbilicais:</p>
<ul>
<li>Constituição anatômica anômala;</li>
<li>Condições do parto;</li>
<li>Tamanho do cordão umbilical exposto;</li>
<li>Ambiente contaminado;</li>
<li>Bezerros prematuros;</li>
<li>Retardo da limpeza lingual por parte da mãe;</li>
<li>Tratamentos inadequados com soluções sujas ou contaminadas;</li>
<li>Manuseio do umbigo do bezerro por pessoas leigas;</li>
<li>Puxadas ou lambidas bruscas;</li>
<li><span style="font-weight: 400;">Traumas em quinas ou cantos dos bezerreiros.</span></li>
</ul>
<p>As infecções na região umbilical podem levar a muitas lesões intra-abdominais, bem como a celulite ou a abscedação externa à parede corporal. Elas resultam em inchaço doloroso e aumento de volume palpável dos vasos umbilicais. Pode ocorrer bacteremia com localização em articulações, meninges, olhos, endocárdio e artérias terminais dos pés, orelhas e cauda.</p>
<p>A septicemia resultante de bactérias, que ascendem a partir dos vasos umbilicais ou do úraco, constitui sempre uma ameaça. As complicações tardias envolvem, frequentemente, infecção dos resquícios uracais, disfunção vesical ou infecção recorrente do trato urinário.</p>
<p>A infecção crônica da veia umbilical pode causar abscedação hepática, enquanto a infecção da artéria umbilical pode causar infecção crônica que envolve a bexiga.</p>
<p>O ato cirúrgico muitas vezes complementa o diagnóstico, pois permite a visualização e correção de alterações que não foram diagnosticadas clinicamente. A ultrassonografia é um meio de diagnóstico eficiente na detecção das patologias do umbigo, especialmente na identificação das lesões do úraco, que é a estrutura umbilical mais comumente afetada.</p>
<p>O exame ultrassonográfico, a cirurgia e o exame <i>post mortem</i> constituem excelentes opções para a identificação de anormalidades das estruturas umbilicais. Entretanto, aderências intra-abdominais, observadas durante o ato cirúrgico, nem sempre são diagnosticadas por intermédio do exame ultrassonográfico.</p>
<h4>Onfalite</h4>
<p>Onfalite é a inflamação da porção externa do umbigo, sendo comum em bezerros com dois a cinco dias de idade e representam cerca de 10% dos problemas umbilicais destes animais. Podem ser agudas, flegmonosas, subagudas ou crônicas encapsuladas ou apostematosas, na maioria das vezes fistuladas, exsudando pus.</p>
<p>O umbigo do bezerro aumenta de volume, torna-se doloroso à palpação e pode estar obstruído ou drenando a secreção produzida por meio de uma pequena fístula. Acredita-se que o <i>C. pyogenes </i>seja o principal agente da onfalite, mas também são encontrados <i>Streptococcus, Staphylococcus, Pasteurella </i>e outros agentes.</p>
<p>Enquanto as infecções subcutâneas geralmente permanecem circunscritas, levando a formação de abscessos ou fístulas, os agentes, as toxinas ou os produtos metabólicos localizados nos vasos sanguíneos podem alcançar outros órgãos e desencadear poliartrites, endocardites, <a href="https://rehagro.com.br/blog/pneumonia-em-bezerras-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener"><strong>pneumonias</strong></a>, nefrites, acompanhadas de emagrecimento e desenvolvimento retardado.</p>
<h4>Onfaloflebite</h4>
<p>Onfaloflebite é o processo inflamatório da veia umbilical e da porção externa do umbigo. A sintomatologia clínica é caracterizada por um aumento de volume no umbigo, com a presença de exsudato, que pode estar ou não exteriorizado. Pode ocorrer dor abdominal e durante a evolução muitas vezes ocorre hepatite, peritonite ou abscesso hepático, devido à ligação que existe entre o sistema porta e o umbigo do recém-nascido.</p>
<p>Pode ser considerada a causa mais frequente de artrite séptica em bezerros, mas não deve ser considerada como a única rota de infecção das artrites hematogênicas.</p>
<p>É mais comum nos animais que não receberam o colostro, e a este respeito tem-se sugerido que a diminuição da acidez do estômago nestes animais, pode facilitar a passagem dos microrganismos, que seriam normalmente destruídos no trato gastrointestinal.</p>
<h4>Onfaloarterite</h4>
<p>Nas onfaloarterites, que são menos comuns, os abscessos surgem ao longo do trajeto das artérias umbilicais, desde o umbigo até as artérias ilíacas internas.</p>
<p>Os sinais clínicos são semelhantes aos da onfaloflebite: toxemia crônica, subdesenvolvimento e ausência de resposta à antibioticoterapia. O tratamento é a extirpação cirúrgica dos abscessos. As onfaloarterites levam, como consequência extrema da sua infecção ascendente, ao quadro de poliartrite.</p>
<h4>Uraquite</h4>
<p>Processo infeccioso intra-abdominal que acomete o úraco com ascendência à bexiga. A disseminação da infecção para a bexiga pode resultar em cistite e piúria.</p>
<p>O tratamento preferível também consiste em laparotomia exploratória e remoção cirúrgica dos abscessos. Acredita-se que o maior percentual de ocorrência das onfalopatias (40,4%) é representado pelas uraquites.</p>
<h4>Onfaloarterioflebite</h4>
<p>É um processo infeccioso de uma ou duas artérias, conjuntamente com a veia umbilical, ascendente à região abdominal.</p>
<h4>Onfalouracoflebite</h4>
<p>Esta patologia é um processo infeccioso do úraco e veia umbilical com ascendência intra-abdominal ao fígado e à bexiga e ocorre em 9% dos casos das patologias umbilicais. Nestes casos, também são encontradas e broncopneumonias, abscessos hepáticos, artrites e enterites concomitantemente à leucocitose.</p>
<h4>Onfalouracoarterite</h4>
<p>É um processo infeccioso do úraco e das artérias umbilicais, com ascendência intra-abdominal à bexiga e à artéria hipogástrica.</p>
<p>Pode ocorrer em 17% das infecções umbilicais e há, concomitantemente, broncopneumonia, lesão hepática, inflamação da bexiga, artrite e raramente enterite.</p>
<h4>Panvasculite umbilical</h4>
<p>Processo infeccioso de todo o complexo umbilical, comprometendo a veia, as artérias e o úraco. Acredita-se que pode ocorrer em 9% das onfalopatias e o quadro clínico varia de acordo com a patologia intra-abdominal e sua relação com os órgãos ascendentes.</p>
<h2>Infecções no umbigo dos bezerros</h2>
<p>O diagnóstico das infecções umbilicais tem sido baseado na história clínica e nos achados físicos e hematológicos.</p>
<p>Outros meios de diagnóstico envolvem radiografia abdominal, fistulografia e urografia excretora. A ultrassonografia tem sido utilizada para avaliar as estruturas umbilicais internas. A palpação da região umbilical é utilizada para investigar a existência de onfalite.</p>
<p>Os sinais clínicos são o aumento de volume e a consistência da região umbilical, sensibilidade ao toque e vasos umbilicais endurecidos e espessados em maior ou menor grau.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12386" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-4-300x144.jpg" alt="Inflamação umbilical de bezerro" width="500" height="239" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-4-300x144.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-4-370x177.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-4-270x129.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-4-150x72.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-4.jpg 658w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p>No caso de inflamação umbilical, deve-se proceder ainda a palpação da cavidade abdominal ventral, utilizando ambas as mãos, para pesquisar a ocorrência de cordões espessados e sensíveis.</p>
<p>Quando estes estiverem direcionados cranialmente, deve-se suspeitar de onfaloflebite e quando se posicionarem caudalmente, de onfaloarterite e uraquite.</p>
<h2>Quais os prejuízos econômicos?</h2>
<p>O prejuízo econômico causado pelas onfalopatias propriamente ditas, e também por aquelas enfermidades secundárias às lesões umbilicais, assumem papel fundamental em qualquer criatório bovino, seja ele leiteiro ou de corte.</p>
<p>Apesar da prevalência de infecções umbilicais nos rebanhos bovinos ser variável, <strong>a importância econômica é significativa, mas nem sempre é levada em consideração</strong>.</p>
<p>A perda econômica final do criatório com este tipo de problema é obtida pelo somatório dos prejuízos decorrentes dos óbitos, dos custos com medicamentos e assistência veterinária, do retardo no crescimento e da depreciação da carcaça.</p>
<p>Um estudo com objetivo de determinar os impactos das infecções e hérnias umbilicais sobre o ganho de peso corporal e a altura de novilhas criadas em fazendas leiteiras comerciais foi realizado por um período de três meses. O diagnóstico das infecções e hérnias umbilicais foi determinado pela inspeção e palpação da região umbilical.</p>
<p>Os resultados mostraram que durante o terceiro mês de vida, as infecções umbilicais reduziram o ganho médio diário em 96 gramas e o ganho de peso corporal ao final do período em 2,5 kg.</p>
<p>Houve também uma redução no crescimento de 0,7 cm. Os efeitos das hérnias umbilicais sobre o crescimento não foram significativos. Concluiu-se que a prevenção das infecções umbilicais pode melhorar o ganho médio diário de novilhas.</p>
<h2>Profilaxia das enfermidades umbilicais</h2>
<p>Recomenda-se o corte e a ligadura somente dos cordões umbilicais muito compridos (acima de 10 cm), reduzindo-o para dois centímetros. Em seguida o umbigo deve ser mergulhado, por 30 segundos, em uma solução de álcool iodado a 5%. Este procedimento deve ser repetido por mais três ou quatro dias. A mesma solução pode ser usada em mais de um bezerro, porém ao final do dia deve ser desprezada.</p>
<p>O produto deve ser aplicado sob a forma de imersão para permitir a entrada da solução desinfetante na “luz” do coto umbilical e não somente na parede externa do mesmo.</p>
<p>Lucci (1989), recomenda a desinfecção por emborcação de um vidro âmbar de boca larga, com solução de iodo, constituída por iodo puro, éter sulfúrico e álcool na proporção de 15:10:100. Inspeção diária e uso de spray com antissépticos e repelentes até que o umbigo caia.</p>
<p>Figueirêdo (1999) indica a embebição no iodo (álcool iodado a 10%) antes do corte (20 segundos) e novamente após o corte (1 minuto). Esta prática deve ser repetida duas vezes ao dia, até o terceiro dia e diariamente, até o oitavo dia.</p>
<h2>Como fazer o tratamento do umbigo do bezerro?</h2>
<p><strong>Para as infecções umbilicais dos bezerros, é necessário um tratamento geral e outro local.</strong></p>
<p>O umbigo e zonas adjacentes devem ser limpos e desinfectados exaustivamente, o tecido necrosado eliminado e os trombos retirados com cuidado. Os abscessos serão abertos e esvaziados por completo. Na abertura umbilical podem ser colocados preparados antibióticos ou quimioterápicos, nas formas de suspensões, pomadas ou pós.</p>
<p><strong>O tratamento geral pode ser realizado com altas doses de penicilina, sulfonamidas, oxitetraciclinas ou enrofloxacina.</strong> As correções cirúrgicas das hérnias umbilicais e as ressecções de estruturas umbilicais infeccionadas são procedimentos comumente utilizados em bovinos.</p>
<p>Para os fibromas umbilicais, o que se recomenda é um tratamento local, que pode ser somente paliativo, ou um procedimento definitivo, com a remoção total por meio do ato cirúrgico corretivo, sem a abertura do abdômen.</p>
<p>Para determinar a melhor forma de tratamento das hérnias, deve-se levar em consideração o tamanho do saco herniário, a largura do orifício herniário, a natureza do conteúdo, a aderência do mesmo ao saco interno e o encarceramento. O tratamento cirúrgico deve ser instituído após ter a certeza de que a resolução espontânea ou métodos não-cirúrgicos não serão suficientes para solucionar o problema.</p>
<p>Esta observação é válida somente para as hérnias com pequeno anel. Outro fator que o cirurgião deve sempre considerar é a possível hereditariedade das hérnias.</p>
<p>A técnica cirúrgica consiste em uma incisão elíptica, reposição do conteúdo herniário e fechamento das bordas do anel. A redução pode ser feita com o saco herniário fechado e, nos casos de presença de aderências, após a sua abertura. Na primeira situação as chances de contaminação bacteriana da cavidade abdominal são menores, porém o risco de recidiva é maior.</p>
<p>No segundo caso, ocorre o contrário: diminuem as recidivas, porém aumentam as possibilidades de peritonite. Para a oclusão do anel herniário deve-se utilizar sutura em jaquetão, somada à invaginação das aponeuroses dos músculos abdominais, através de pontos simples separados e fio não absorvível ou categute cromado.</p>
<p>Em hérnias recidivadas o uso de suturas simples com fio de algodão três zeros, com pontos de relaxamento tem apresentado bons resultados.</p>
<p>De modo geral, o tratamento para as onfalites consiste em exploração e excisões cirúrgicas, podendo ser necessário manter um canal para drenagem temporária. O tratamento precoce, com antibióticos e cuidados auxiliares, pode permitir a resolução antes do desenvolvimento da abscedação e distensão do úraco ou da veia e artérias umbilicais. A exploração intra-abdominal é recomendada para avaliar uma possível extensão interna da infecção.</p>
<h2>Cuidados desde a cria para garantir produtividade no futuro</h2>
<p>O manejo correto do umbigo é fundamental para prevenir infecções, garantir o desenvolvimento saudável das bezerras e assegurar uma futura produção de leite de alta performance.</p>
<p>Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Pós-graduação em Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende estratégias de manejo, nutrição e sanidade que acompanham o rebanho desde o nascimento até o pico produtivo.</p>
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		<title>Principais cuidados com a vaca e o bezerro antes e após o parto: como evitar problemas?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jul 2018 13:34:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[bezerros]]></category>
		<category><![CDATA[colostro]]></category>
		<category><![CDATA[parto]]></category>
		<category><![CDATA[problemas]]></category>
		<category><![CDATA[sanidade]]></category>
		<category><![CDATA[úbere]]></category>
		<category><![CDATA[vacas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os cuidados com a vaca e o bezerro antes do parto são extremamente importantes, uma vez que qualquer problema na hora do nascimento pode comprometer o desempenho produtivo de ambos. É importante estar atento desde a escolha do touro, passando pelo balanço nutricional, até o manejo adequado das vacas, principalmente nos 90 dias que antecedem [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Os</strong> <strong>cuidados com a vaca e o bezerro antes do parto</strong> são extremamente importantes, uma vez que qualquer problema na hora do nascimento pode comprometer o desempenho produtivo de ambos.</p>
<p>É importante estar atento desde a escolha do touro, passando pelo balanço nutricional, até o manejo adequado das vacas, principalmente nos 90 dias que antecedem o parto.</p>
<p>O tempo de gestação em bovinos varia de 280 a 300 dias, sendo o maior período observado em gados mestiços de raças zebuínas. Para a intensificação nos cuidados, é ideal que sejam formados lotes de vacas em final de gestação, o lote de transição pré-parto, onde se encontram animais de 90 a 30 dias antes do parto.</p>
<p>Dos 30 dias ao parto, transferi-las para um piquete maternidade permite uma maior observação.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14pt;"><strong>Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</strong></span></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Piquete maternidade</h2>
<p>O piquete maternidade deve possuir uma boa cobertura vegetal, ser fresco e ventilado (mas sem corrente de vento), limpo, com boa drenagem e sombreamento.</p>
<p>São indicadas sombras móveis para se evitar acúmulo de barro, fezes e urina, principalmente visando à prevenção de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-mastite-bovina-e-quais-seus-impactos/" target="_blank" rel="noopener">mastites</a></strong> e metrites. Deve haver pelo menos 4 m² de sombra por animal.</p>
<p>A localização deve facilitar a observação dos sinais do parto, ter <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-da-agua-para-bovinos-leiteiros/" target="_blank" rel="noopener">acesso à água</a></strong> e alimentação à vontade. As medidas recomendadas são de 56 m²/animal, com um espaço de cocho de 70 cm/animal.</p>
<p>É ideal que haja uma maternidade para vacas e outra para <a href="https://rehagro.com.br/blog/guia-para-o-sucesso-na-criacao-de-novilhas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener"><strong>novilhas</strong></a>, evitando competições e prejuízos para as mais jovens.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12903 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto.jpg" alt="Área de um piquete maternidade" width="511" height="305" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto.jpg 511w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-300x179.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-370x221.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-270x161.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-150x90.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 511px) 100vw, 511px" /><span style="font-size: 10pt;">Exemplo de piquete maternidade</span></p>
<h2>Sinais de proximidade do parto</h2>
<ul>
<li><strong>2 a 3 semanas pré-parto, ocorre aumento do úbere</strong>. Em primíparas, isto pode acontecer um pouco mais cedo.</li>
<li><strong>2 a 3 dias antes do parto os tetos se enchem e perdem a rugosidade</strong>. Ocorre relaxamento dos ligamentos e músculos da pelve (flanco) e da cauda.</li>
<li><strong>Mais próximo ao parto, ocorre liberação de muco viscoso pela vagin</strong>a. A vulva fica edemaciada. Ocorre produção e liberação de colostro.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-criacao-bezerras-leiteiras?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-criacao-bezerras&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39650 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png" alt="E-book Criação de bezerras leiteiras" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Cuidados com a vaca e o bezerro antes do parto</h2>
<h3>Estágio 1 do parto</h3>
<p>No início do trabalho de parto, o animal fica agitado e inquieto, se afasta do grupo, fica tentando cheirar e lamber a vulva, se deita e se levanta diversas vezes, não come.</p>
<p>Estes sinais podem durar de 2 a 6 horas.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-12904" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-1.jpg" alt="Vaca no estágio 1 do parto" width="427" height="319" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-1.jpg 427w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-1-300x224.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-1-370x276.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-1-270x202.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-1-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-1-150x112.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 427px) 100vw, 427px" /><span style="font-size: 10pt;">Estágio 1 do parto</span></p>
<h3>Estágio 2 do parto</h3>
<p>Ocorre o rompimento da 1ª bolsa, a de água (corioalantóica). Depois de aproximadamente 1 hora ocorre o rompimento da segunda bolsa (amniótica). Ela libera um líquido mais viscoso que lubrifica o canal do parto. Logo que se rompe a bolsa de água, o útero já começa a contrair e o feto se insinua no canal, promovendo a dilação do mesmo.</p>
<p>Após 2 horas da ruptura da bolsa, já é possível ver o feto em pluríparas, e em primíparas normalmente após 4 h.</p>
<p>Em geral a posição mais confortável, e menos estressante para parir é a deitada. As vacas tendem a parir de pé quando o parto é anormal ou quando se sentem ameaçadas, por exemplo, com presença de cães e urubus.</p>
<p>Estudos mostram que este estresse durante o parto resulta em aumento de até 11% na mortalidade de bezerros.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-12905" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-2.jpg" alt="Vaca no estágio 2 do parto" width="438" height="330" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-2.jpg 438w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-2-300x226.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-2-370x279.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-2-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-2-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-2-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 438px) 100vw, 438px" /><span style="font-size: 10pt;">Estágio 2 do parto</span></p>
<h3>Estágio 3 do parto</h3>
<p>Momento do nascimento à expulsão dos restos placentários. Pode variar de 30 min até 12 horas após o parto.</p>
<h2>Problemas no parto</h2>
<p>Analisando fazendas nos EUA, pesquisadores chegaram à conclusão que <strong>2% das mortes de bezerros no útero estavam associadas ao parto demorado</strong> e à falta de assistência, e outros 2% morreram pelos mesmos motivos na primeira semana de vida.</p>
<p>A maioria das mortes está associada às distocias (partos difíceis). Por isso, sem dúvida, é preciso que o responsável pela maternidade esteja preparado para monitorar os partos, e caso seja necessário, intervir até certo ponto.</p>
<p>A intervenção deve ser considerada quando o parto não ocorreu entre 60 a 90 min após o aparecimento das membranas fetais em novilhas e, em vacas, de 30 a 60 min após o aparecimento das membranas fetais.</p>
<p>Em posição normal, o bezerro projeta primeiro as patas dianteiras acompanhadas pela cabeça (com o focinho voltado para fora) apoiada nas patas. Outras posições podem acontecer e cabe à experiência do técnico para identificar e intervir.</p>
<p>Toda e qualquer intervenção pode causar injúrias na vaca e no bezerro. Nunca se deve tentar romper as bolsas. É preciso checar todos os parâmetros vitais para intervenção e, caso seja preciso, optar por uma cesariana.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Cuidados com a vaca e o bezerro logo após o parto</h2>
<h3>Cuidados com a vaca</h3>
<p>É importante avaliar condições fisiológicas e <strong>uterinas</strong> logo após o parto. Certificar-se da existência ou não de outro feto através do toque.</p>
<p>A utilização de soluções eletrolíticas, chamadas <em>drench</em>, é uma forma de se antecipar aos efeitos provocados pela queda de apetite no período pós-parto, e consequentemente das <a href="https://rehagro.com.br/blog/doencas-reprodutivas-em-gado-de-leite/" target="_blank" rel="noopener"><strong>doenças metabólicas</strong></a> provocadas pela diferença entre necessidades e consumo (balanço energético negativo). O fornecimento do <em>drench</em> é também uma forma de repor os nutrientes gastos durante o parto, principalmente energia.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12906 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-3.jpg" alt="Vaca recebendo o drench" width="397" height="491" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-3.jpg 397w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-3-243x300.jpg 243w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-3-370x458.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-3-270x334.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-3-150x186.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 397px) 100vw, 397px" /><span style="font-size: 10pt;">Fornecimento do <em>drench</em> para a vaca</span></p>
<p>Observe se o animal irá expulsar em até 12 horas os restos placentários. Caso isso não ocorra, adote medidas contra os efeitos da retenção de placenta.</p>
<p>Este período, crítico para as vacas, é um momento em que ocorrem diversas alterações fisiológicas e metabólicas. Qualquer problema aqui pode impactar na produção deste animal nesta lactação e nas seguintes.</p>
<h3>Cuidados com os bezerros</h3>
<p>Logo após o parto, <strong>o bezerro passa por alterações para que possa se adaptar à vida fora do útero</strong>.</p>
<p>Imediatamente, inicia sua homeostasia respiratória, passa a regular o equilíbrio ácido-básico, a metabolizar carboidratos, gorduras e aminoácidos para produção de energia corporal.</p>
<p>É importante remover todo muco da narina e da boca do bezerro. Se necessário, estimule a respiração, fazendo cócegas na narina e massagem torácica.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12907 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-4.jpg" alt="Retirada de muco da narina de bezerro" width="427" height="323" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-4.jpg 427w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-4-300x227.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-4-370x280.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-4-270x204.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-4-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-4-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 427px) 100vw, 427px" /><span style="font-size: 10pt;">Retirada do muco das narinas</span></p>
<p>Neste momento, ele ainda não é eficiente na regulação da temperatura corporal. Além de possuir os pelos curtos, possui uma pequena massa corporal em relação à sua superfície corporal. Em função destas particularidades, sua temperatura diminui nas primeiras 12h de vida.</p>
<p>Assim, é recomendado secar o bezerro após o parto. Se as condições forem propícias, com <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/colostro-bovino-saiba-importancia/" target="_blank" rel="noopener">ingestão de colostro</a></strong>, boa cobertura vegetal no piquete e ambiente favorável, entre 48 a 72h de vida sua temperatura estará normal.</p>
<h2>Avaliação das condições fisiológicas do bezerro</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">É primordial examinar o bezerro e a vaca. Para melhor avaliar as condições fisiológicas dos bezerros, siga as seguintes pontuações:</span></p>
<p><strong>1. Testar a movimentação da cabeça sob estímulo de água fria:</strong></p>
<ul>
<li>0 pontos- ausente;</li>
<li>1 ponto &#8211; diminuída;</li>
<li>2 pontos &#8211; espontânea.</li>
</ul>
<p><strong>2. Testar a resposta aos estímulos interdigitais e palpebrais:</strong></p>
<ul>
<li>0 pontos &#8211; ausente;</li>
<li>1 ponto &#8211; reduzidos;</li>
<li>2 pontos &#8211; existentes e intensos.</li>
</ul>
<p><strong>3. Testar a respiração:</strong></p>
<ul>
<li>0 pontos &#8211; imperceptível;</li>
<li>1  ponto &#8211; lenta e irregular;</li>
<li>2  pontos &#8211; rítmica com profundidade normal.</li>
</ul>
<p><strong>4. Avaliar a cor das mucosas:</strong></p>
<ul>
<li>0 pontos &#8211; branca azulada;</li>
<li>1 ponto &#8211; azul;</li>
<li>2 pontos &#8211; róseas avermelhadas.</li>
</ul>
<p>Ao final da soma de pontos, avalie os resultados:</p>
<ul>
<li><strong>7 a 8 pontos</strong> – bezerros sadios com boa vitalidade.</li>
<li><strong>4 a 6 pontos</strong> – bezerros deprimidos, com vitalidade diminuída e acidose leve a moderada.</li>
<li><strong>0 a 3 pontos</strong> – bezerros com pouca vitalidade, acidose severa.</li>
</ul>
<p>Em condições normais os bezerros levam em média:</p>
<ul>
<li>3 minutos para posicionar a cabeça corretamente;</li>
<li>5 minutos para assumirem a posição esternal;</li>
<li>Até 20 minutos após o parto, já tentam ficar em pé;</li>
<li>Em cerca de 60 minutos já estão de pé, procurando a teta da vaca.</li>
</ul>
<h2>Outros cuidados com a vaca e a cria após o parto</h2>
<p>Em muitas ações, é possível contribuir muito com a sobrevivência do bezerro, como por exemplo, na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cura-de-umbigo-das-bezerras/" target="_blank" rel="noopener">cura de umbigo</a></strong>.</p>
<p>O <strong>umbigo é como uma porta aberta</strong> ao organismo do animal. Veia umbilical, artéria umbilical e úraco estão diretamente em contato com o ambiente e serão via de transporte direta de microorganismos para circulação animal e podem promover infecções em diferentes sistemas.</p>
<p>Para uma proteção adequada, <strong>a cura de umbigo deve ser feita da seguinte forma</strong>:</p>
<ul>
<li>O ideal é não cortar. Fazê-lo somente nos casos em que o umbigo estiver muito grande e arrastando no chão</li>
<li>Mergulhar o coto umbilical em uma solução de iodo de concentração entre 7% a 10% durante 10 segundos. Repetir por pelo menos 3 dias.</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12910" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-7.jpg" alt="Umbigo de bezerro sendo tratado" width="300" height="395" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-7.jpg 236w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-7-228x300.jpg 228w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-7-150x198.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<h2>Fornecimento de colostro para bezerros</h2>
<p><strong>Fornecer</strong> <strong>colostro para o bezerro nas 6 primeiras horas de vida</strong> é de extrema importância. Após este período, a taxa de absorção diminui muito. Toda a proteção do bezerro durante as primeiras duas semanas de vida será promovida pelos anticorpos absorvidos do colostro. Como o contato com os agentes patogênicos muitas vezes acontece antes mesmo do contato com o colostro, é essencial garantir uma boa colostragem.</p>
<p>O colostro, além das imunoglobulinas, <strong>é também fonte de energia, de fatores de crescimento e de muitos outros nutrientes importantes para a sobrevivência do bezerro.</strong></p>
<p>Para cada raça animal existe uma quantidade sugerida de colostro a ser oferecida. Em média, os pesquisadores acreditam que 4 litros de um colostro de boa qualidade sejam capazes de suprir as necessidades do bezerro.</p>
<p>Observar se o animal conseguiu mamar o colostro é muito importante, mas sem dúvida a forma mais fácil de garantir que o bezerro foi bem colostrado, em termos de quantidade ingerida e qualidade do colostro, é oferecer via mamadeira ou através de sonda esofágica. Para utilizar a sonda, o conhecimento para tal é primordial.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-12911" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-8.jpg" alt="Bezerros sendo alimentados com colostro" width="597" height="255" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-8.jpg 597w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-8-300x128.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-8-370x158.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-8-270x115.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-8-150x64.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 597px) 100vw, 597px" /></p>
<p>Após todos os cuidados, é preciso <strong>identificar os bezerros e direcioná-los ao <a href="https://rehagro.com.br/blog/bezerreiro-como-devem-ser-as-instalacoes-para-bezerras-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener">bezerreiro</a></strong>.</p>
<p>Por fim, todo investimento em cuidados com a vaca e a cria antes do parto, no momento do parto e após irá refletir na produção das vacas e na sobrevivência dos bezerros.</p>
<h2>Domine o manejo no pré e pós-parto e aumente a produtividade</h2>
<p>O sucesso da produção de leite começa no cuidado com a vaca e o bezerro nos primeiros momentos de vida.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende técnicas de manejo eficientes para prevenir problemas, reduzir perdas e potencializar o desempenho do rebanho, desde o parto até a produção.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-14439" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg" alt="Bruno Guimarães" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto/">Principais cuidados com a vaca e o bezerro antes e após o parto: como evitar problemas?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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