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	<title>percevejos Archives | Rehagro Blog</title>
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	<title>percevejos Archives | Rehagro Blog</title>
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		<title>Manejo integrado de pragas no milho: veja os principais pontos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2020 19:11:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[cultura do milho]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o crescente aumento no preço de defensivos agrícolas nos últimos anos e com a necessidade de redução de custos de produção, o produtor vem cada vez menos realizando aplicações por calendário. Por conta disso, vem adotando medidas de controle de pragas com uma maior precisão e munidos de parâmetros para tomada de decisão mais [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o crescente aumento no preço de defensivos agrícolas nos últimos anos e com a necessidade de redução de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/custos-de-producao-agricola/">custos de produção</a></strong>, o produtor vem cada vez menos realizando aplicações por calendário.</p>
<p>Por conta disso, vem adotando medidas de controle de pragas com uma maior precisão e munidos de parâmetros para tomada de decisão mais acertada possível, visando não só um recuo nesses custos, mas também a diminuição da quantidade de produtos químicos sendo expostos ao meio ambiente.</p>
<p>A partir desse critério é possível elencar alguns pontos necessários para chegarmos a esse objetivo:</p>
<ul>
<li>O conhecimento dos insetos pragas que atacam a cultura, tanto em sua biologia quanto hábitos;</li>
<li>Os métodos de amostragem, para estabelecermos o controle com inseticidas, a partir do nível de controle – NC;</li>
<li>Conhecimento da tolerância genética da variedade ou híbrido da cultura a ser plantada;</li>
<li><a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-biologico-de-pragas-agricolas/"><strong>Controle biológico</strong></a> por meio dos inimigos naturais;</li>
<li>Quais os danos causados pela praga e quais os melhores inseticidas a serem usados para o controle.</li>
</ul>
<p>Todos esses fatores são levados em consideração quando se faz o <strong>Manejo Integrado de Pragas – MIP</strong>.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Monitoramento das pragas</h2>
<p>Sendo assim, visando o controle dessas pragas de início de ciclo, devemos iniciar considerando qual a cultura ou quais as culturas que haviam anteriormente na área, seja na safra verão ou na segunda safra.</p>
<p>No período de entressafra alguns insetos possuem a capacidade de reduzir seu metabolismo para proporcionar um menor gasto de energia, alongando assim as suas fases até que as condições fiquem propícias para a reprodução, esse período é conhecido como <strong>diapausa</strong>.</p>
<p>Dessa forma devemos realizar amostragens nas áreas pré dessecação para verificar a necessidade de uso de inseticidas e essa preocupação aumenta se a densidade populacional da praga já foi alta na cultura anterior.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-pragas-milho?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-pragas-milho&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39625 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho.png" alt="Guia Principais pragas do milho" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Lagarta-do-cartucho do milho (<em>Spodoptera frugiperda</em>)</h3>
<p>Uma praga bastante comum no início do estabelecimento da cultura do milho é a <strong>lagarta-do-cartucho do milho</strong> (<i>Spodoptera frugiperda</i>) com hábito de lagarta-rosca.</p>
<p>Essas lagartas geralmente de 5 instares causam problemas na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fases-da-cultura-do-milho/">fase inicial da cultura do milho</a></strong>, podendo alimentar de plântulas jovens e causando redução de estande, apesar do ponto de crescimento da planta não ser afetado há uma grande redução no desenvolvimento da planta, abre uma entrada para patógenos.</p>
<p>Além disso, o tratamento de sementes e a proteína Bt nesses casos não oferece um controle efetivo, pois lagartas já nesses instares são dificilmente controladas por meio dessas ferramentas de manejo, necessitando-se assim um <strong>monitoramento na pré dessecação</strong>, principalmente em áreas com plantas “tigueras” de milho e com plantas daninhas que oferecem abrigo para a <i>Spodoptera</i>, que assim permanece à espera da próxima safra.</p>
<p>O recomendado é se atentar ao histórico da área em relação à praga e qual cultura antecedeu o cultivo do milho a ser plantado, e tomar a decisão de aplicação de piretróides, clorpirifós ou carbamatos no início da cultura, com essa aplicação, visando a <i>Spodoptera</i>, temos como adicional o efeito sobre a lagarta-elasmo (<i>Elasmopalpus lignosellus</i>), que causa o “coração morto”.</p>
<p>Outro ponto bastante interessante é a realização da dessecação antecipada, em áreas que o regime de chuvas permite, para que haja a retirada de hospedeiros alternativos para a praga.</p>
<p>Esse tipo de dessecação pode auxiliar no controle não só da lagarta-do-cartucho como também da <strong>lagarta-rosca</strong> (<i>Agrotis ipsilon</i>) e até mesmo os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/percevejos-na-producao-de-graos/">percevejos</a></strong>.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-21429 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/lagarta-na-lavoura.jpg" alt="Postura e lagartas em 3º instar de Spodoptera Frugiperda em planta de milho na pré-dessecação" width="421" height="292" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/lagarta-na-lavoura.jpg 421w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/lagarta-na-lavoura-300x208.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/lagarta-na-lavoura-370x257.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/lagarta-na-lavoura-270x187.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/lagarta-na-lavoura-150x104.jpg 150w" sizes="(max-width: 421px) 100vw, 421px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Postura e lagartas em 3º instar de Spodoptera Frugiperda em planta de milho na pré-dessecação &#8211; Fonte: Arquivo pessoal</span></p>
<p><iframe title="CONTROLE DE LAGARTAS NA PRODUÇÃO DE GRÃOS | Rehagro Responde - Grãos" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/uS25a0nGDrs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Tratamento de sementes</h2>
<p>Apesar da baixa resposta de controle ao tratamento de sementes para essas pragas em alta densidade populacional, recomenda-se a utilização do mesmo.</p>
<p>O tratamento de semente tem efeito sobre pragas que podem ser importantes em algumas regiões, como a larva alfinete (<i>Diabrotica speciosa</i>), aos coleópteros conhecidos popularmente como corós ou bicho bolo (<i>Phyllophaga</i> spp., <i>Cyclocephala</i> spp.e <i>Diloboderus abderus</i>) e a lagarta-elasmo (<i>Elasmopalpus lignosellus</i>) que é mais comum em solos arenosos.</p>
<p>Pensando no manejo do percevejo barriga verde e corós podemos utilizar a Clotianidina a 42 ml/i.a. para 60.000 sementes, outro produto que pode ser usado no TS é o Clorantraniliprole de 30 a 45 ml/i.a. para 60.000 sementes, com o intuito de controle do coró, elasmo, lagarta-rosca e lagarta-do-cartucho em instares menores que venham raspar as folhas no início da cultura.</p>
<h2>A importância do bom manejo de controle</h2>
<p>A partir desse manejo de controle é possível o estabelecimento de uma <strong>lavoura com um bom estande de plantas no início do ciclo</strong>, o que é de suma importância quando queremos atingir altos tetos produtivos.</p>
<p>O período entre a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-ocorre-a-germinacao/">germinação</a></strong> e o fechamento de linhas reflete tanto na produção, quanto outras fases importantes como o florescimento e fecundação, ainda mais quando se trata da cultura do milho onde a perda de uma planta por metro já reflete muito no estande final e proporciona entrada de luz, aumentando a germinação e desenvolvimento de plantas daninhas.</p>
<p>Além disso, a amostragem proporciona a tomada de decisão tanto na opção de realizar a aplicação ou não, quanto a aplicação de dose cheia ou parcial da recomendação, gerando economias e redução do custo de produção, e isso é muito interessante quando se passa por uma safra com incertezas ou quando alguma intempérie pode causar a redução da produtividade.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-28027 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/yago-garcia-1.jpg" alt="Yago Garcia" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/yago-garcia-1.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/yago-garcia-1-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/yago-garcia-1-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<item>
		<title>Percevejos nas lavouras: saiba como identificar e controlar corretamente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2020 15:30:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[cultivar de soja]]></category>
		<category><![CDATA[cultura da soja]]></category>
		<category><![CDATA[cultura do milho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pragas e doenças são sempre os principais pontos que tiram o sono do produtor. Os percevejos são pragas severas e o controle já deve ser feito quando constatado a presença de 2 deles por m² na soja, e se a lavoura for para sementes, apenas 1 por m²! O aumento da adoção do sistema de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pragas e doenças são sempre os principais pontos que tiram o sono do produtor. Os <strong>percevejos são pragas severas</strong> e o controle já deve ser feito quando constatado a presença de 2 deles por m² na soja, e se a lavoura for para sementes, apenas 1 por m²!</p>
<p>O aumento da adoção do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-plantio-direto-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">sistema de plantio direto</a></strong> favorece seu desenvolvimento, que tem estreita associação com o solo e os restos da cultura durante certos períodos do ano.</p>
<p>O cultivo de plantas hospedeiras em sequência, tais como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-cultivar-de-soja/" target="_blank" rel="noopener">cultivares de soja</a></strong>, milho e de trigo, favorece o desenvolvimento de populações de percevejos.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Ciclo de vida e comportamento dos percevejos</h2>
<p>O percevejo, que é mais comumente encontrado na soja, recentemente tem sido visto na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/origem-do-milho-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">cultura do milho</a></strong>.</p>
<p>E se você pensa em implementar essa cultura, saiba que os percevejos do gênero <i>Dichelops</i> (<i>Diceraeus</i>) podem causar grandes danos já em seu desenvolvimento inicial.</p>
<p>A capacidade de reprodução a campo é estimada em 200 ovos por fêmea de percevejo. Em três semanas o percevejo passa pelas fases de incubação dos ovos e chega ao quarto e quinto ínstar da ninfa que apresenta capacidade de danos equivalentes aos dos adultos.</p>
<p>Durante o outono, o inverno e o início da primavera, os percevejos passam por períodos curtos de dormência, mas não entram em diapausa.</p>
<p>Alimentam-se de trigo, canola, nabo, aveia e várias plantas daninhas hospedeiras presentes na lavoura. Porém, raramente desenvolvem ovários, realizam oviposição ou estabelecem colônias de ninfas, nos meses de outono e inverno.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologia-aplicacao-defensivos-agricolas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-aplicacao-defensivos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39621 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png" alt="E-book Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Tipos de percevejos nas lavouras</h2>
<h3>Percevejo-marrom da soja &#8211; <i>Euschistus heros</i></h3>
<p><strong>Na soja, o <a href="https://rehagro.com.br/blog/percevejo-marrom-da-soja/">percevejo-marrom</a> normalmente completa três gerações.</strong> Durante o final do verão e o início do outono.</p>
<p>Durante o verão, o percevejo-marrom pode ser encontrado se alimentando da erva <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener">daninha</a></strong> conhecida por leiteiro ou amendoim-bravo. É interessante salientar que, nessa erva daninha, esse típico sugador de sementes alimenta-se das hastes da planta.</p>
<p>No outono, <i>E. heros</i> inicia a procura por abrigos sob a palhada, onde permanece até o próximo verão. Durante esse tempo, o percevejo acumula lipídios e não se alimenta, permanecendo num estado de hibernação parcial.</p>
<p>O adulto de <i>E. heros</i> <strong>apresenta coloração marrom escura</strong>, com dois prolongamentos laterais do pronoto, <strong>em forma de espinhos</strong>.</p>
<p>A longevidade média do adulto é de 116 dias. Os ovos são depositados em pequenas massas de cor amarela, normalmente com 5-8 ovos por massa, apresentando mancha rósea, próximo à eclosão das ninfas. Os ovos são colocados, principalmente, nas folhas ou nas vagens de soja, não afetando diretamente a polinização.</p>
<p>As ninfas recém-eclodidas medem cerca de 1,3 mm e têm o corpo alaranjado e a cabeça preta. As ninfas maiores (terceiro ao quinto ínstar) apresentam coloração que pode variar de cinza a marrom.</p>
<p>Apesar de iniciarem a alimentação no segundo ínstar, as ninfas do percevejo-marrom causam danos às sementes apenas a partir do terceiro ínstar, quando atingem tamanho médio de 3,63 mm.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11839 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejo-marrom.jpg" alt="Percevejo Marrom da Soja" width="270" height="321" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejo-marrom.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejo-marrom-252x300.jpg 252w" sizes="auto, (max-width: 270px) 100vw, 270px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Ciclo de vida </span><i><span style="font-weight: 400;">Euschistus heros</span></i><span style="font-weight: 400;">. </span>Fonte: G.L.M. Rosa</span></p>
<h3>Percevejo-barriga-verde &#8211; <i>Dichelops melacanthus</i></h3>
<p>Espécies do gênero <i>Dichelops</i> são exclusivamente neotropicais e encontram-se distribuídos por diversos países da América do Sul. <i>D. melacanthus</i> é frequentemente observada no Brasil.</p>
<p>Segundo Grazia (1978), essa espécie é muito semelhante a <i>D. furcatus</i>, que tem sido observada em regiões brasileiras produtoras de soja, além de ser semelhante também a <i>D. phoenix</i>, que tem poucos registros no Brasil.</p>
<p>O <strong>percevejo-barriga-verde</strong> (<i>D. melacanthus)</i>, previamente relatado como uma praga da soja alimentando-se das vagens, pode se alimentar de milho, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/origem-do-trigo-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">trigo</a></strong>, aveia-preta e triticale. Há registros também da ocorrência em plantas não cultivadas, como trapoeraba, crotalária e capim braquiária.</p>
<p><strong>Após a colheita da soja, o percevejo-barriga-verde permanece no solo sob restos culturais</strong>, ou seja, é importante observar o histórico do trigo e milho anteriores, pois eles se alimentam das plantas cultivadas em sistema de semeadura direta.</p>
<p>Nessas áreas, os percevejos encontram abrigo (palhada) e alimento (sementes maduras caídas no solo) e conseguem sobreviver, diferentemente do que ocorre em áreas sob cultivo convencional, onde os percevejos são deslocados dos abrigos e mortos pela aração.</p>
<p>Os adultos de <i>D. furcatus</i> e <i>D. melacanthus</i> medem de 9 mm a 11 mm e sua coloração varia entre castanho-amarelado e acinzentado, apresentando o abdômen verde. Os ovos são verde-claros, ovoides, dispostos em grupos de tamanho variável, os quais são formados por três ou mais fileiras mais ou menos definidas.</p>
<p>As ninfas apresentam, geralmente, coloração marrom-acinzentada na região dorsal e verde na abdominal. Podem ser confundidas com as ninfas de <i>E. heros</i>, mas podem ser diferenciadas pelas jugas bifurcadas e agudas e pela coloração verde do abdômen.</p>
<p>Esse inseto foi constatado como uma praga de início de ciclo nas culturas de trigo e de milho.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11838 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejo-barriga-verde.jpg" alt="Percevejo Barriga Verde" width="528" height="199" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejo-barriga-verde.jpg 528w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejo-barriga-verde-300x113.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejo-barriga-verde-370x139.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejo-barriga-verde-270x102.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 528px) 100vw, 528px" /><span style="font-size: 10pt;">Percevejo barriga-verde, Dichelops melancanthus, nas fases de adulto (a), ovo (b) e ninfa (c). Fonte: J.J. da Silva.</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11842" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/populacao-percevejo.jpg" alt="Flutuação Populacional de Percevejo Barriga Verde" width="500" height="406" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/populacao-percevejo.jpg 596w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/populacao-percevejo-300x244.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/populacao-percevejo-370x300.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/populacao-percevejo-270x219.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Flutuação populacional de </span><i><span style="font-weight: 400;">Dichelops melacanthus</span></i><span style="font-weight: 400;">, na sucessão cultural soja-milho, submetida a diferentes inseticidas via tratamento de sementes. </span>Fonte: Chiesa (2016)</span></p>
<h2>Potencial de danos de percevejos na cultura da soja e do milho</h2>
<p>No cerrado brasileiro, <strong>o percevejo marrom (<i>E. heros)</i> destaca-se como praga chave na cultura da soja</strong>, aumentando os <a href="https://rehagro.com.br/blog/custos-de-producao-agricola/" target="_blank" rel="noopener"><strong>custos de produção</strong></a> e diminuindo a qualidade e o rendimento de grãos.</p>
<p>Adultos do <a href="https://rehagro.com.br/blog/percevejo-marrom-da-soja/" target="_blank" rel="noopener"><strong>percevejo marrom</strong></a>, quando presentes no final do estádio vegetativo (V8), não comprometem o rendimento de grãos de soja, independentemente da sua densidade populacional.</p>
<p>A presença de adultos do percevejo marrom na cultura da soja <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-dos-estadios-fenologicos-da-soja/" target="_blank" rel="noopener">nos estádios R4 e R5</a></strong> podem comprometer a produtividade de grãos e a qualidade de sementes de soja a partir de 2 percevejos m².</p>
<p>Sementes de soja atacadas por <i>P. guildinii</i> tiveram os corpos de proteína completamente destruídos, sugerindo maior ação deletéria das suas enzimas salivares para os tecidos da semente, em comparação às outras espécies (<i>E. heros, N. viridula </i>e<i> D. melacanthus</i>).</p>
<p>Também houve dano mais profundo nas sementes de soja, enquanto sementes atacadas por percevejos barriga-verde apresentaram danos menos profundos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41640" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/especies-percevejos.png" alt="Tabela com espécies de percevejos" width="707" height="288" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/especies-percevejos.png 707w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/especies-percevejos-300x122.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/especies-percevejos-370x151.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/especies-percevejos-270x110.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/especies-percevejos-150x61.png 150w" sizes="auto, (max-width: 707px) 100vw, 707px" /></p>
<p style="text-align: center;">¹Médias em cada coluna seguidas pela mesma letra não diferem significativamente pelo teste de Tukey (P = 0,05).</p>
<p style="text-align: center;">²Média de cinco repetições de 50 insetos.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Tabela com profundidade média (+- EP) do dano em sementes de soja causado pela alimentação de quatro espécies de pentatomídeos, após uma sessão de alimentação de 60 minutos (números inicial de insetos = 250). Entre parênteses, número de insetos observados. Fonte: Adaptada de Depiere e Panizzi (2011). </span></p>
<p>Entretanto, o dano causado por <i>P. guildinii</i> não tem relação com o comprimento dos estiletes, pois tem aparelho bucal mais curto que <i>N. viridula</i> e <i>E. heros</i>.</p>
<p>É possível que a área maior do canal alimentar de <i>P. guildinii</i> contribua para que esse percevejo ocasione maior área de dano nas sementes de soja, em comparação com as outras espécies.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4925 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/08/Manejo-Percevejo-No-Milho-Percevejos.jpg" alt="Percevejo marrom e percevejo barriga verde" width="559" height="268" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/08/Manejo-Percevejo-No-Milho-Percevejos.jpg 559w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/08/Manejo-Percevejo-No-Milho-Percevejos-300x144.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/08/Manejo-Percevejo-No-Milho-Percevejos-370x177.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/08/Manejo-Percevejo-No-Milho-Percevejos-270x129.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 559px) 100vw, 559px" /></p>
<h2>Monitoramento do percevejo</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Listamos alguns pontos que devem ser observados para que os percevejos não reduzam os lucros das lavouras.</span></p>
<h3>Ponte Verde</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Além do milho, o percevejo pode causar problemas em lavouras de feijão, soja e trigo e ao final do ciclo dessas culturas pode se hospedar em alguma planta daninha, o que não interrompe o ciclo da praga, garantindo assim, condições de sobrevivência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com isso, é fundamental realizar o monitoramento das lavouras antes da instalação da cultura do milho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse monitoramento é essencial para a tomada de decisão, pois ao identificar a praga em nível de dano econômico é preciso pensar em alternativas de controle no momento da dessecação e posicionar um bom tratamento de sementes, bem como produtos para as fases de desenvolvimento da cultura.</span></p>
<h3>Dessecação</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Como mencionado, os percevejos podem se hospedar em diversas plantas e com isso se tornam grandes ameaças para a próxima cultura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desta forma, uma das estratégias que podem ser utilizadas quando se identifica essa praga em níveis de risco, é realizar posicionamento de um inseticida na dessecação da gleba.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para esse manejo é possível utilizar inseticidas que pertencem ao grupo químico dos organofosforados.</span></p>
<h3>Tratamento de sementes</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O tratamento de </span><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-sementes-de-soja-e-milho/">sementes</a></strong><span style="font-weight: 400;"> é uma ferramenta muito importante para o manejo de percevejo na cultura do milho, isso porque confere proteção inicial para as plantas. Sendo assim, é preciso realizar um bom tratamento de sementes, de forma homogênea e na dose correta do ingrediente ativo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desta forma, quando se pensa em tratamento de sementes, o grupo químico dos inseticidas neonicotinóides se mostra muito eficiente no controle desta praga.</span></p>
<h3>Lavoura estabelecida</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O ataque de percevejo no estádio de desenvolvimento inicial da lavoura pode ser fatal dependendo da infestação, isso porque a planta é menor e mais frágil e o aparelho bucal do inseto pode atingir o meristema apical, o que interfere no desenvolvimento da planta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando não se atinge o meristema, o sintoma do ataque pode ser visualizado nas folhas, as quais ficarão deformadas com um halo amarelo. Quando estes insetos atingem os níveis de dano econômico é preciso realizar o controle destas pragas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sendo assim, recomenda-se trabalhar com inseticidas dos seguintes grupos químicos:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Organofosforados;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Neonicotinóides;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Piretróides.</span></li>
</ul>
<h2>Controle dos percevejos na produção de grãos</h2>
<p>O conhecimento na detecção de pragas e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-de-doencas-em-milho/" target="_blank" rel="noopener">doenças no milho</a></strong> e demais grãos, como a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mancha-alvo-na-cultura-da-soja-quais-os-sintomas/" target="_blank" rel="noopener">mancha-alvo em soja</a></strong>, se mostra necessário, afinal, tanto para o percevejo quanto para essa doença, é preciso saber bem as fases da cultura e manejo adequado das culturas anteriores, pois podem sobreviver em restos culturais.</p>
<p>Com a definição do potencial produtivo da cultura do milho, os estádios iniciais de desenvolvimento da planta tornam-se também um período crítico. Dessa forma, a ocorrência de condições ótimas nessas fases de desenvolvimento, como manutenção da área foliar da cultura é um fator importante para a sua produção.</p>
<p>Ninfas médias, grandes e adultos de percevejos barriga-verde (<i>D. melacanthus)</i> têm grande potencial de causar dano em plantas de milho no estádio V1, bem como podem causar redução da massa seca da parte aérea da planta.</p>
<p>Os estádios de desenvolvimento do milho V1, V3 e V5 são mais susceptíveis ao ataque de adultos de percevejos barriga-verde em comparação ao estádio V7, podendo nestas condições afetar o rendimento de grãos da cultura.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11843 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejos-danos.jpg" alt="Danos de percevejo na cultura do milho" width="370" height="278" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejos-danos.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejos-danos-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejos-danos-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejos-danos-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Danos de percevejo </span><i><span style="font-weight: 400;">Dichelops melacanthus</span></i><span style="font-weight: 400;"> na cultura do milho.</span></span></p>
<p>Nesse sentido, o controle do percevejo no sistema de produção de grãos faz-se necessário a fim de reduzir a população de plantas hospedeiras e compreender o hábito de migração, para que seja realizado o controle químico na época correta.</p>
<p>Agora você já sabe identificar as diferenças e características dos principais percevejos que atacam os grãos.</p>
<p>É preciso identificar o estádio da planta e fazer o manejo de restos culturais adequadamente, pois além de beneficiar algumas pragas, também beneficiam doenças, como o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/giberela-no-trigo/" target="_blank" rel="noopener">fungo <i>Giberella zeae</i></a></strong>, que reduz significativamente a produção de grãos, sendo a principal doença dos campos de trigo.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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