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	<title>pecuária de corte Archives | Rehagro Blog</title>
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	<title>pecuária de corte Archives | Rehagro Blog</title>
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		<title>Planejamento forrageiro na pecuária de corte: como garantir alimento o ano todo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 16:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[forragem]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem trabalha com pecuária de corte sabe que o maior inimigo da rentabilidade não está apenas na variação do preço da arroba, mas na inconstância da oferta de alimento ao longo do ano. O Brasil possui uma das maiores e mais produtivas bases forrageiras do mundo, mas a sazonalidade climática, com períodos de águas, período [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/planejamento-forrageiro-na-pecuaria-de-corte/">Planejamento forrageiro na pecuária de corte: como garantir alimento o ano todo</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem trabalha com pecuária de corte sabe que o maior inimigo da rentabilidade não está apenas na variação do preço da arroba, mas na<strong> inconstância da oferta de alimento ao longo do ano</strong>.</p>
<p>O Brasil possui uma das maiores e mais produtivas bases forrageiras do mundo, mas a <strong>sazonalidade climática</strong>, com períodos de águas, período de transições e período de seca, cria um desequilíbrio crônico entre oferta e demanda de forragem que, sem planejamento, se traduz em queda de desempenho animal, aumento de custos e tomadas de decisão reativas.</p>
<p>É nesse contexto que o <strong>planejamento forrageiro</strong> se torna uma competência estratégica essencial. Mais do que organizar o calendário de pastos, planejar a forragem significa <strong>antecipar problemas, otimizar recursos e garantir nutrição adequada para cada categoria animal</strong>.</p>
<h2>O que é planejamento forrageiro?</h2>
<p>O planejamento forrageiro é o conjunto de decisões técnicas e gerenciais que visa garantir o <strong>suprimento adequado de forragem para o rebanho ao longo de todo o ano</strong>.</p>
<p>Ele envolve:</p>
<ul>
<li>Diagnóstico da produção de pastagens;</li>
<li>Projeção da demanda nutricional do rebanho;</li>
<li>Definição de estratégias para cobrir eventuais déficits.</li>
</ul>
<p>Na prática, o planejamento forrageiro responde a perguntas essenciais: <strong>Quanta forragem minha fazenda produz por mês? Quantos animais posso sustentar com essa produção? Em quais meses vou ter déficit de pasto? Quais estratégias vou usar para cobrir esse déficit? Qual o custo de cada alternativa?</strong></p>
<p>A diferença entre um sistema eficiente e um ineficiente está no timing das decisões. Produtores que não planejam a forragem tomam decisões às pressas na seca: compram <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-para-bovinos-de-corte/">suplemento</a></strong> a preço elevado, alugam pasto emergencialmente ou vendem animais antes do ponto ideal. Produtores que planejam antecipam essas situações e agem com meses de antecedência, com muito mais margem para negociar e escolher a melhor alternativa.</p>
<h2>Os pilares do planejamento forrageiro</h2>
<h3>1. Diagnóstico forrageiro</h3>
<p>O ponto de partida de qualquer planejamento forrageiro é <strong>conhecer com precisão o que a fazenda tem</strong>. Isso inclui o inventário das áreas de pastagem por <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-especie-forrageira-para-a-sua-fazenda/">espécie forrageira</a></strong>, o estado de conservação de cada piquete, a capacidade de suporte estimada e a distribuição das chuvas na região.</p>
<p>Sem esse diagnóstico, qualquer projeção de oferta forrageira será imprecisa. É comum encontrar fazendas que superestimam sua capacidade forrageira por desconhecerem o nível de degradação das pastagens, o que leva a taxas de lotação acima do suportável e ao agravamento progressivo da situação.</p>
<h3>2. Curva de oferta versus curva de demanda</h3>
<p>A espinha dorsal do planejamento forrageiro é a comparação entre a curva de oferta forrageira da fazenda ao longo do ano e a curva de demanda nutricional do rebanho no mesmo período.</p>
<p>A <strong>oferta varia com as chuvas</strong> e com as estratégias de manejo adotadas. A <strong>demanda varia com o tamanho do rebanho</strong>, as categorias animais presentes e as metas de desempenho estabelecidas.</p>
<p>Os meses em que a oferta supera a demanda representam oportunidades de acúmulo (<strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/diferimento-de-pastagem/">diferimento</a></strong>, silagem). Os meses em que a demanda supera a oferta são os períodos críticos, que precisam ser cobertos por estratégias complementares. Visualizar essa curva graficamente é um exercício que transforma a visão do produtor sobre sua fazenda.</p>
<h3>3. Categorias animais e metas de desempenho</h3>
<p>Vacas em lactação, bezerros em aleitamento, novilhos em recria e touros em manutenção têm <strong>exigências nutricionais</strong> completamente diferentes. Um planejamento forrageiro eficiente considera cada categoria de <strong>forma individualizada</strong>, alocando os recursos forrageiros de maior qualidade para os animais de maior exigência nutricional e maior retorno econômico.</p>
<h2>Ferramentas e estratégias do planejamento forrageiro</h2>
<p>Não existe uma solução única para o suprimento forrageiro ao longo do ano. O planejamento forrageiro eficiente combina um conjunto de estratégias complementares, escolhidas com base na realidade de cada fazenda, nas metas produtivas e na relação custo-benefício de cada alternativa.</p>
<h3>Vedação e diferimento de pastagens</h3>
<p>A <strong>vedação</strong> consiste em fechar piquetes durante o período das águas para acumular forragem em pé a ser utilizada na seca. É a estratégia de menor custo operacional e não exige infraestrutura de colheita ou armazenamento.</p>
<p>A qualidade da forragem diferida tende a ser inferior à do pasto bem manejado no período das águas, mas compensa pela <strong>praticidade e pelo baixo custo</strong>, especialmente quando combinada com suplementação proteica ou proteico-energética.</p>
<h3>Suplementação a pasto</h3>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-mineral-para-bovinos-de-corte/">suplementação mineral</a></strong>, proteica e proteico-energética complementa a forragem disponível, <strong>corrigindo deficiências nutricionais</strong> específicas de cada período.</p>
<p>Na seca, a suplementação proteica melhora a digestibilidade da palhada diferida e mantém o desempenho animal mesmo com forragem de baixa qualidade. Nas águas, a suplementação energética pode ser usada para acelerar o ganho de peso em animais.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-suplementacao-gado-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=guia-suplementacao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39643 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png" alt="E-book Suplementação do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Silagem</h3>
<p>A silagem de milho, sorgo ou capim é <strong>uma das estratégias de maior custo de implantação</strong>, mas também de <strong>maior eficiência</strong> para períodos de alto déficit forrageiro. Permite armazenar grandes quantidades de alimento com boa preservação do valor nutritivo. É mais indicada para fazendas com maior escala produtiva, onde o custo fixo da estrutura se dilui em maior volume produzido.</p>
<h3>Integração lavoura-pecuária (ILP)</h3>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-integracao-lavoura-pecuaria/">integração lavoura-pecuária</a></strong> permite combinar a produção de grãos com a renovação de pastagens degradadas, utilizando os grãos produzidos para comercialização, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fabrica-de-racao-para-gado-de-corte-quando-investir-em-uma/">fabricação de ração</a></strong> ou silagem. Além de reduzir o custo de produção de alimentos, o sistema ILP recupera a fertilidade do solo e aumenta a produtividade das pastagens no longo prazo.</p>
<h3>Pastagem irrigada</h3>
<p>Para fazendas com acesso a recursos hídricos e capital para investimento, <strong>a <a href="https://rehagro.com.br/blog/irrigacao-de-pastagens/">pastagem irrigada</a> é uma das estratégias mais eficientes para produção de forragem fora de época</strong>.</p>
<p>Permite manter o crescimento do pasto durante a seca, reduzindo drasticamente a dependência de estratégias de armazenamento. O custo de implantação é elevado, mas o retorno pode ser expressivo em sistemas de alta intensidade.</p>
<h2>Comparativo das principais estratégias forrageiras</h2>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41921" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/03/estrategias-forrageiras.png" alt="Principais estratégias forrageiras" width="1161" height="568" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/03/estrategias-forrageiras.png 1161w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/03/estrategias-forrageiras-300x147.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/03/estrategias-forrageiras-1024x501.png 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/03/estrategias-forrageiras-768x376.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/03/estrategias-forrageiras-370x181.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/03/estrategias-forrageiras-270x132.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/03/estrategias-forrageiras-740x362.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/03/estrategias-forrageiras-150x73.png 150w" sizes="(max-width: 1161px) 100vw, 1161px" /></p>
<h2>Como montar o calendário forrageiro anual</h2>
<p><strong>Passo 1 &#8211; Mapeie suas pastagens. </strong>Levante a área disponível por forrageira, o estado de cada piquete e a capacidade de suporte estimada para cada mês do ano.</p>
<p><strong>Passo 2 &#8211; Projete a demanda do rebanho. </strong>Com base na composição do rebanho (número de animais por categoria e peso médio), calcule a quantidade de matéria seca necessária por dia em cada mês, considerando as metas de ganho de peso estabelecidas.</p>
<p><strong>Passo 3 &#8211; Identifique os meses de déficit. </strong>Confronte a curva de oferta com a curva de demanda e identifique com precisão quais meses apresentarão déficit forrageiro e qual o tamanho desse déficit em toneladas de matéria seca.</p>
<p><strong>Passo 4 &#8211; Escolha as estratégias de cobertura. </strong>Para cada período de déficit, selecione a estratégia mais adequada levando em conta o custo, a infraestrutura disponível e a antecedência necessária para implementação.</p>
<p><strong>Passo 5 &#8211; Defina o cronograma de ações. </strong>Distribua as ações ao longo do calendário: quando fechar os piquetes para diferimento, quando iniciar a ensilagem, quando começar e encerrar a suplementação, quando abrir os piquetes diferidos.</p>
<p><strong>Passo 6 &#8211; Monitore e ajuste. </strong>O planejamento forrageiro não é um documento estático. Variações nas chuvas, na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao/">taxa de lotação</a></strong> ou nos preços dos insumos exigem revisões periódicas. O monitoramento mensal da altura dos pastos e do estoque de forragem conservada é indispensável.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Erros mais comuns no planejamento forrageiro</h2>
<h3>Ignorar a taxa de lotação real</h3>
<p>Um dos erros mais frequentes é<strong> superdimensionar a capacidade forrageira da fazenda</strong>, colocando mais animais do que o pasto suporta. Isso leva ao superpastejo crônico, à degradação progressiva das pastagens e à queda de produtividade no longo prazo. O planejamento forrageiro começa com uma avaliação honesta e técnica da lotação sustentável.</p>
<h3>Planejar apenas para o período da seca</h3>
<p>Muitos produtores pensam no planejamento forrageiro apenas como uma estratégia de seca. <strong>Mas a tomada de decisão para a seca começa nas águas</strong>: é durante o verão que se faz a vedação, se enche o silo, se faz a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/adubacao-de-pastagens-como-maximizar-a-produtividade-do-seu-rebanho/">adubação das pastagens</a></strong>. Quem só começa a pensar na seca quando ela chega já perdeu as janelas de oportunidade mais importantes.</p>
<h3>Negligenciar a qualidade em favor da quantidade</h3>
<p>Acumular grandes volumes de forragem de baixa qualidade não garante desempenho animal satisfatório. Uma tonelada de palhada com 4% de proteína bruta tem valor nutricional muito inferior a uma tonelada de pasto diferido com 8% de proteína. O planejamento forrageiro precisa considerar sempre o binômio quantidade-qualidade.</p>
<h3>Falta de integração com o calendário zootécnico</h3>
<p>O planejamento forrageiro precisa estar<strong> alinhado ao calendário reprodutivo e produtivo do rebanho</strong>. A demanda nutricional de vacas no terço final de gestação ou no pico de lactação é muito diferente da de novilhas em recria. Ignorar esse sincronismo resulta em sub ou superalimentação de categorias específicas, comprometendo os índices zootécnicos da fazenda.</p>
<h2>Planejamento forrageiro e rentabilidade da fazenda</h2>
<p>O impacto financeiro de um bom planejamento forrageiro é direto e mensurável. Fazendas que planejam a forragem com antecedência reduzem o custo de alimentação por arroba produzida, mantêm os animais em bom escore corporal durante a seca, evitam vendas forçadas em momentos de baixo preço e aumentam a previsibilidade do fluxo de caixa.</p>
<p>Em termos práticos, a diferença de custo de produção entre uma fazenda com bom planejamento forrageiro e outra sem planejamento pode chegar facilmente a<strong> 15% a 25% do custo operacional</strong> total, dependendo da região e do sistema produtivo. Esse ganho de eficiência se traduz diretamente em maior margem por animal comercializado.</p>
<p>Além do custo direto, o planejamento forrageiro contribui para a <strong>melhoria dos índices reprodutivos e para a redução das perdas por mortalidade</strong>, especialmente em bezerros e animais jovens, que são os mais vulneráveis às oscilações na oferta de alimento.</p>
<p>Em resumo: o planejamento forrageiro não é um custo. É um investimento com <strong>retorno altamente previsível e mensurável</strong>, que transforma a gestão da fazenda de reativa para estratégica.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>O planejamento forrageiro é, sem exagero, uma das <strong>competências mais transformadoras que um pecuarista pode desenvolver</strong>. Ele conecta o conhecimento técnico sobre forragens ao raciocínio gerencial sobre custos, metas e tomada de decisão, e é justamente essa integração que diferencia fazendas de alta performance das demais.</p>
<p>Planejar a forragem significa conhecer profundamente a capacidade produtiva da sua propriedade, respeitar as exigências nutricionais de cada categoria animal, antecipar os períodos críticos do ano e ter uma resposta preparada para cada um deles. Significa, acima de tudo, sair do modo de apagar incêndios e entrar em uma gestão verdadeiramente proativa.</p>
<h2>Transforme pasto em arroba e aumente o lucro da fazenda</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Grande parte da pecuária de corte no Brasil ainda perde eficiência por não manejar corretamente as pastagens e por adotar estratégias de nutrição sem planejamento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O <a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Curso Gestão da Nutrição e Pastagens</strong></a> mostra, na prática, como aproveitar ao máximo o potencial das forrageiras, planejar a suplementação em cada fase e aumentar o ganho de peso por hectare. É conhecimento aplicado que resulta em mais arrobas produzidas e maior rentabilidade no rebanho.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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		<title>Lama no confinamento: como lidar e os principais impactos na pecuária de corte</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/lama-no-confinamento-gado-de-corte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 13:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[confinamento]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[sanidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A lama no confinamento é um dos maiores desafios enfrentados por pecuaristas, técnicos e gestores durante o período chuvoso. Além de comprometer o conforto e o desempenho dos animais, esse problema afeta diretamente a eficiência econômica e a sustentabilidade do sistema. Saber identificar, manejar e prevenir o excesso de lama é essencial para manter a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>lama no confinamento</strong> é um dos maiores desafios enfrentados por pecuaristas, técnicos e gestores <strong>durante o período chuvoso</strong>. Além de comprometer o conforto e o desempenho dos animais, esse problema afeta diretamente a eficiência econômica e a sustentabilidade do sistema.</p>
<p>Saber identificar, manejar e prevenir o excesso de lama é essencial para manter a produtividade e proteger o investimento realizado na operação de engorda intensiva.</p>
<p>Neste artigo, você entenderá por que a lama se forma, quais são seus principais impactos, e aprenderá como manejar o confinamento para reduzir prejuízos e aumentar o retorno financeiro.​</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O que é a lama no confinamento e por que ela se forma?</h2>
<p>A lama é o resultado da <strong>combinação de chuvas, dejetos e pisoteio do gado sobre o solo dos currais</strong>. Em situações normais, pequenas áreas úmidas são toleráveis, mas quando o acúmulo de água e matéria orgânica ultrapassa a capacidade de drenagem do piso, o local se transforma em um ambiente lodoso e insalubre.</p>
<p>Entre os principais fatores que favorecem a formação de lama no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/rotinas-no-confinamento-que-afetam-o-desempenho/">confinamento</a></strong> estão o excesso de chuva sem drenagem adequada, o solo argiloso com baixa infiltração, a compactação do terreno e a superlotação dos currais, além da ausência de um bom manejo de dejetos​.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-manejo-confinamento-gado-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-confinamento&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39633 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento.png" alt="E-book Confinamento de gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Principais impactos da lama no confinamento</h2>
<p>A lama é <strong>mais do que um incômodo visual</strong>: trata-se de um forte fator limitante zootécnico e econômico, afetando desempenho, sanidade, ambiente e lucro.</p>
<h3>Impactos no desempenho animal</h3>
<p>A lama reduz o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/">ganho médio diário</a></strong>, dificulta o acesso ao cocho e aumenta o gasto energético do gado, já que os animais precisam fazer mais esforço ao se locomover. Como consequência, há menor consumo de ração e pior conversão alimentar.</p>
<p>Estudos indicam que <strong>lotes expostos à lama constante podem perder até 7% de peso com lama rasa e até 35% com lama profunda</strong>, mesmo recebendo a mesma dieta​.</p>
<ul>
<li>Menor ganho médio diário;</li>
<li>Menor consumo de ração e pior eficiência alimentar​;</li>
<li>Maior gasto energético na locomoção.</li>
</ul>
<h3>Impactos sanitários e ambientais</h3>
<p>O ambiente úmido e sujo favorece o surgimento de <strong>pododermatites</strong>, <strong>afecções de casco e outras doenças bacterianas</strong>, além de diarreias e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pneumonia-em-bovinos-confinados-veja-os-principais-pontos-sobre-a-doenca/">problemas respiratórios</a></strong>. Há ainda maior proliferação de moscas e parasitas, com impacto direto no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bem-estar-animal-bovinos-de-corte/">bem-estar</a></strong> e na imunidade dos animais.</p>
<p>Do ponto de vista ambiental, a lama no confinamento aumenta o risco de contaminação de lençóis freáticos e cursos d’água, além de intensificar emissões de metano e óxido nitroso a partir dos dejetos acumulados​.</p>
<h3>Impactos econômicos</h3>
<p>O impacto financeiro é expressivo, pois se somam aumento de gastos com medicamentos e assistência veterinária, queda na eficiência alimentar e retrabalho na manutenção dos currais. Em confinamentos de médio e grande porte, <strong>perdas entre R$ 300 e R$ 500 por animal</strong> são relatadas em situações críticas de lama profunda​.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como manejar e reduzir a lama no confinamento?</h2>
<p>Controlar o problema exige um conjunto de boas práticas estruturais, de manejo de dejetos, de manejo do gado e de adoção de tecnologias​.</p>
<h3>Estruturação física e drenagem</h3>
<p>O ponto de partida está no planejamento do terreno. Currais com <strong>declividade entre 2% e 5%</strong> favorecem o escoamento da água, evitando a formação de poças. A instalação de valas, canaletas e drenos laterais é essencial para direcionar o fluxo para áreas de contenção, reduzindo a lama no confinamento em períodos de chuva.​</p>
<ul>
<li>Relevo com leve inclinação para escoar a água;</li>
<li>Canaletas e drenos bem dimensionados;</li>
<li>Uso de cascalho ou brita nas áreas de maior pisoteio.​</li>
</ul>
<h3>Manejo de dejetos e resíduos</h3>
<p>A <strong>remoção periódica dos dejetos</strong> evita a formação de camadas espessas de lama misturada a fezes e urina. O esterco pode ser levado para pátios de compostagem, resultando em adubo orgânico para uso em pastagens ou lavouras da fazenda, transformando um passivo em ativo​.</p>
<h3>Estratégias de manejo do gado</h3>
<p>Ajustes no manejo dos animais também ajudam a reduzir a lama no confinamento.</p>
<p>Reduzir a densidade de cabeças por metro quadrado, realocar lotes para currais mais firmes, proteger áreas de cocho e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bebedouro-para-gado-e-a-importancia-da-qualidade-da-agua/">bebedouro</a></strong> com piso cimentado ou drenante e criar áreas de descanso elevadas são medidas que melhoram o conforto e diminuem o desgaste físico.</p>
<h2>Soluções tecnológicas e boas práticas</h2>
<p>Tecnologias como pisos drenantes modulares, coberturas parciais sobre cochos e estações meteorológicas conectadas permitem antecipar ações e diminuir a formação de lama.</p>
<p>Experiências relatadas em confinamentos no Brasil Central mostram que o <strong>manejo integrado da lama e da poeira pode reduzir até 35% das perdas associadas à má condição de piso</strong>​.</p>
<h2>Custos e retorno do investimento no controle da lama</h2>
<p>Apesar de exigir investimento inicial, as melhorias estruturais trazem retorno rápido por meio de melhor desempenho e menor custo sanitário​.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41341" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/tabela-custo-retorno-confinamento.png" alt="Tabela com custos estimados e retorno esperado do investimento em melhorias no confinamento" width="696" height="344" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/tabela-custo-retorno-confinamento.png 696w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/tabela-custo-retorno-confinamento-300x148.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/tabela-custo-retorno-confinamento-370x183.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/tabela-custo-retorno-confinamento-270x133.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/tabela-custo-retorno-confinamento-150x74.png 150w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /></p>
<p>Essas estratégias, quando aplicadas em conjunto, oferecem <strong>retorno sobre o investimento entre 6 e 18 meses</strong>, dependendo do tamanho da fazenda, da intensidade de uso do confinamento e do regime de chuvas da região.​</p>
<h2>Medidas emergenciais em períodos de chuva intensa</h2>
<p>Quando o confinamento já está encharcado, algumas ações emergenciais podem reduzir rapidamente os prejuízos causados pela lama no confinamento.</p>
<ul>
<li>Aplicar cascalho ou resíduos como pneus cortados nas áreas mais pisoteadas;</li>
<li>Reduzir temporariamente a lotação de alguns currais;</li>
<li>Priorizar áreas mais secas para os animais mais pesados;</li>
<li>Intensificar a limpeza.</li>
</ul>
<h2>Boas práticas de longo prazo</h2>
<p>A <strong>prevenção é o caminho mais eficiente</strong> para evitar lama no confinamento ano após ano. Planejar instalações com foco em drenagem, dimensionar corretamente área por animal, treinar a equipe em rotinas de inspeção e integrar o sistema a programas de gestão ambiental são ações que tornam o confinamento mais resiliente e rentável.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A lama no confinamento é um problema sério, mas <strong>perfeitamente controlável com planejamento estruturado</strong>, manejo adequado e uso inteligente de tecnologia. Seus efeitos atingem diretamente o desempenho, a sanidade, o ambiente e a rentabilidade da pecuária de corte, mas, quando tratada como prioridade de gestão, torna-se uma grande oportunidade de ganho em eficiência.</p>
<p>Investir em prevenção e correção é investir em bem-estar animal, produtividade e retorno econômico em toda a cadeia da fazenda.</p>
<h2>Produza mais arrobas com menos custo e em menos tempo</h2>
<p>Aumentar a produtividade na pecuária de corte não significa investir mais, mas sim investir melhor. Com boas práticas de manejo de pastagens e nutrição planejada, é possível acelerar o ganho de peso, reduzir o tempo de abate e melhorar a eficiência da fazenda.</p>
<p>O <a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Curso Gestão da Nutrição e Pastagens</strong></a> foi feito para pecuaristas que querem aplicar técnicas modernas e ver resultados concretos no rebanho e no bolso.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Autoria: Equipe Corte Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/lama-no-confinamento-gado-de-corte/">Lama no confinamento: como lidar e os principais impactos na pecuária de corte</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Suplementação no período das águas: estratégias para maximizar o desempenho do rebanho</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-no-periodo-das-aguas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 13:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[suplementação bovina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando chega o período das águas e as pastagens ficam verdes e volumosas, muitos pecuaristas se perguntam: “se o pasto está bonito, por que suplementar?”. Essa dúvida é comum e, se não for bem esclarecida, pode fazer a fazenda perder uma das melhores oportunidades de acelerar ganho de peso, reduzir idade ao abate e organizar [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-no-periodo-das-aguas/">Suplementação no período das águas: estratégias para maximizar o desempenho do rebanho</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando chega o período das águas e as pastagens ficam verdes e volumosas, muitos pecuaristas se perguntam: <strong><em>“se o pasto está bonito, por que suplementar?”</em></strong>. Essa dúvida é comum e, se não for bem esclarecida, pode fazer a fazenda perder uma das melhores oportunidades de acelerar ganho de peso, reduzir idade ao abate e organizar melhor o fluxo de caixa do negócio.</p>
<p>O fato de o pasto estar verde não significa que a dieta dos animais está completa nem que o sistema está operando no seu máximo potencial. A <strong>suplementação no período das águas</strong> entra justamente para corrigir limitações nutricionais, capturar o “ganho de oportunidade” dessa época e transformar capim em arrobas com mais eficiência.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O que é suplementação no período das águas?</h2>
<p>Suplementação no período das águas é o <strong>fornecimento estratégico de nutrientes adicionais</strong> aos animais em pastejo, durante a estação chuvosa, para complementar aquilo que o capim não entrega sozinho. Ela faz parte de um planejamento nutricional anual, que considera tanto a seca quanto as águas como fases integradas do mesmo sistema.</p>
<p>Nas águas, o capim é abundante e, em geral, apresenta boa proteína, mas nem sempre há equilíbrio entre energia, proteína, minerais e consumo efetivo. Já na seca, o desafio é a falta de massa e qualidade.</p>
<p>Por isso, a lógica da suplementação muda: <strong>na seca, muitas vezes se “salva” o desempenho; nas águas, se potencializa o desempenho</strong>, aproveitando o melhor momento do ano para ganho de peso e para “preparar” o rebanho para a época crítica.</p>
<h2>Por que suplementar quando o pasto está verde?</h2>
<h3>Limitações nutricionais do pasto de águas</h3>
<p>Apesar do visual atrativo, <strong>o pasto de águas tem limitações</strong>. A qualidade nutricional varia conforme a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-especie-forrageira-para-a-sua-fazenda/">espécie</a></strong>, idade da planta, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao/">taxa de lotação</a></strong> e manejo de pastejo. Em muitas situações, o animal tem volume, mas não tem o equilíbrio ideal entre energia e proteína para atingir ganhos mais altos. Além disso, o capim jovem é muito úmido, o que limita o consumo de matéria seca.</p>
<p>Outro ponto é a variação da qualidade ao longo da estação. No início das águas, o capim é bastante tenro; à medida que cresce e passa do ponto, a fibra aumenta, a digestibilidade cai e o desempenho diminui. <strong>Suplementar nas águas ajuda a “amortecer” essa variação, mantendo o nível nutricional oferecido mais estável ao longo da estação</strong>.</p>
<h3>Ganho de oportunidade</h3>
<p>O período das águas é o <strong>melhor momento para o animal ganhar peso</strong>: há capim, temperatura favorável e, em geral, melhor <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bem-estar-animal-bovinos-de-corte/">bem-estar</a></strong>. Quando a suplementação no período das águas é bem planejada, o pecuarista aproveita esse ambiente favorável para aumentar o ganho médio diário e reduzir o tempo total de permanência do animal no sistema.</p>
<p>Isso significa<strong> abater mais cedo, girar capital mais rápido e liberar área para novas categorias ou para intensificar o sistema</strong>. Em vez de pensar a suplementação apenas como custo, é preciso enxergá-la como investimento para encurtar ciclos e melhorar a rentabilidade por hectare e por cabeça.</p>
<h3>Padronização de lotes e planejamento de venda</h3>
<p>Outro benefício relevante é a <strong>padronização de lotes</strong>. Sem suplementação, alguns animais respondem muito bem ao pasto e outros nem tanto, gerando lotes desuniformes, com dificuldade de fechamento de cargas e negociação.</p>
<p>Com um programa bem desenhado de suplementação nas águas, os ganhos tendem a ser mais homogêneos, o que facilita planejamento de venda, uso de escalas de frigorífico, contratos e até estratégias de travas de preço.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-estrategias-sucesso-transicao-seca-aguas?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-seca-aguas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39794 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca.png" alt="E-book Estratégias de sucesso para a transição seca-águas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Principais tipos de suplementação no período das águas</h2>
<h3>Suplementação mineral</h3>
<p>A base de qualquer sistema é a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-mineral-para-bovinos-de-corte/">suplementação mineral</a></strong>. Mesmo com pasto verde, a exigência de minerais (principalmente macro e microminerais) nem sempre é atendida somente com o capim. Fornecer mistura mineral adequada mantém o metabolismo em equilíbrio, sustenta a imunidade e evita perdas silenciosas de desempenho.</p>
<p>No entanto, em muitos projetos focados em maior desempenho, o mineral isolado tende a ser a porta de entrada, e não o ponto de chegada. Ou seja, é fundamental, mas limitado quando a meta é acelerar o ganho de peso nas águas.</p>
<h3>Proteinado de águas</h3>
<p>O <strong>proteinado de águas</strong> é indicado quando se busca ganhar mais peso por cabeça sem perder a lógica de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-a-pasto-maximize-resultados-na-pecuaria-de-corte/">sistema a pasto</a></strong>. Em geral, é utilizado em recria, em categorias em crescimento e em sistemas que desejam antecipar idade de abate ou entrada em confinamento.</p>
<p>Esse tipo de suplemento <strong>ajusta a oferta de proteína e energia fermentescível no rúmen</strong>, permitindo melhor aproveitamento do capim e aumento no ganho médio diário, muitas vezes com incrementos significativos em relação ao animal apenas a pasto.</p>
<h3>Suplementação energética e proteico-energética</h3>
<p>Há cenários em que a suplementação no período das águas entra de maneira ainda mais intensa, com produtos proteico-energéticos ou predominantemente energéticos. Isso ocorre em sistemas mais intensivos, com metas agressivas de ganho, áreas limitadas ou quando se trabalha com categorias mais pesadas próximas do abate.</p>
<p>Nesses casos, o manejo precisa ser ainda mais cuidadoso. Ajustar dose, observar consumo, evitar mudanças bruscas e seguir a recomendação técnica do fabricante e do nutricionista é determinante para evitar problemas de acidose, distúrbios ruminais e desperdício de insumo.</p>
<h2>Benefícios zootécnicos da suplementação no período das águas</h2>
<p>A decisão de suplementar nas águas traz <strong>reflexos diretos sobre os principais indicadores zootécnicos</strong>. O primeiro é o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/">ganho médio diário (GMD)</a></strong>, que tende a subir de forma consistente quando se oferece uma suplementação bem ajustada ao nível de pasto.</p>
<p>Animais que ganhariam, por exemplo, 400–500 g/dia apenas a pasto podem passar a ganhar bem mais, dependendo da categoria, do plano nutricional e do tipo de suplemento.</p>
<p>Outro ponto é a conversão alimentar do sistema como um todo. Não se trata apenas do suplemento, mas da eficiência com que o conjunto “pasto + suplemento” é transformado em peso vivo e, mais adiante, em arroba. Animais que passam pela estação das águas com bom ganho chegam à seca em melhor condição corporal, o que facilita o manejo posterior e reduz o esforço de recuperação.</p>
<h2>Impactos econômicos: vale a pena suplementar nas águas?</h2>
<p>Do ponto de vista econômico, a pergunta-chave não é “<strong>quanto custa a suplementação?”</strong>, e sim <strong>“quanto retorno ela gera por real investido?”.</strong> Quando a suplementação no período das águas é bem dimensionada, o incremento de ganho de peso compensa o custo do suplemento e ainda aumenta a margem.</p>
<p>Abaixo, um exemplo simplificado para ilustrar o raciocínio:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41329" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/suplementacao_aguas.png" alt="Exemplo de cenários com e sem suplementação nas águas" width="969" height="244" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/suplementacao_aguas.png 969w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/suplementacao_aguas-300x76.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/suplementacao_aguas-768x193.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/suplementacao_aguas-370x93.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/suplementacao_aguas-270x68.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/suplementacao_aguas-740x186.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/suplementacao_aguas-150x38.png 150w" sizes="auto, (max-width: 969px) 100vw, 969px" /></p>
<p>Supondo que o ganho adicional seja de 45 kg (105 kg – 60 kg) e que a arroba vendida remunere o sistema de forma positiva, o produtor precisa comparar o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-custo-da-arroba-produzida/">valor dessa arroba</a></strong> extra com o custo do suplemento. É assim que se avalia se a estratégia é economicamente viável na realidade da fazenda.</p>
<p>Além do peso extra, entram na conta: redução de tempo de permanência, melhor uso da área, oportunidade de fazer mais giros e até melhoria na negociação de preço por entregar animais mais padronizados e no momento certo.</p>
<h2>Como planejar a suplementação no período das águas?</h2>
<h3>Definição de objetivos do sistema</h3>
<p>O planejamento começa com uma pergunta simples: <strong>qual é o objetivo do sistema?</strong> Cria, recria, engorda ou ciclo completo? A estratégia de suplementação no período das águas para recria de fêmeas de reposição, por exemplo, será diferente daquela utilizada em novilhos em terminação a pasto.</p>
<p>Definir metas de ganho de peso, idade de abate e lotação desejada por hectare ajuda a escolher o tipo de suplemento e a intensidade da suplementação.</p>
<h3>Escolha do tipo de suplemento</h3>
<p>Com os objetivos claros, é possível decidir se a fazenda vai trabalhar com mineral, proteinado, proteico-energético ou combinações em diferentes categorias. Essa escolha deve levar em conta:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Categoria animal</strong> (bezerro, garrote, novilho, vaca).</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Oferta e qualidade de pasto ao longo das águas</strong>.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Meta de desempenho</strong> (manter, ganhar moderado, ganhar agressivo).</li>
</ul>
<p>Em muitos casos, vale a pena começar com estratégias mais “simples” e evoluir à medida que a fazenda ganha dados e confiança no resultado.</p>
<h3>Dimensionamento de cochos, logística e manejo</h3>
<p>A parte prática é decisiva para que a suplementação funcione. <strong>É fundamental dimensionar bem o espaço de cocho por animal</strong>, garantindo acesso adequado e evitando a dominância de alguns animais sobre outros. A rotina de fornecimento também precisa ser realista para a equipe, com frequência e horários bem definidos.</p>
<p>Treinar a equipe para observar consumo, sobras, comportamento dos animais e possíveis sinais de problemas gastrointestinais é parte do manejo. Um bom suplemento, mal manejado, dificilmente entrega o resultado esperado.</p>
<h2>Erros mais comuns na suplementação no período das águas</h2>
<p>Alguns erros se repetem em muitas fazendas. Um deles é <strong>acreditar que o pasto verde resolve tudo e deixar de aproveitar o potencial da estação</strong>. Outro é escolher suplemento apenas pelo preço por saco, sem analisar concentração de nutrientes, consumo esperado e custo por cabeça/dia.</p>
<p>Também é comum não alinhar suplementação com o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/">manejo de pastagem</a></strong>. Capim passado, excesso de lotação ou falta de rotação prejudicam o desempenho, mesmo com suplemento. Além disso, deixar de monitorar ganho médio diário e consumo faz com que o produtor fique sem saber se a estratégia está dando o retorno esperado.</p>
<h2>Boas práticas para aumentar o retorno da suplementação nas águas</h2>
<p>Para extrair o máximo da suplementação no período das águas, algumas boas práticas são fundamentais. Entre elas, <strong>realizar pesagens periódicas e registrar o desempenho dos diferentes lotes</strong>, ajustando a estratégia conforme os resultados. Acompanhar consumo de suplemento e sobras ajuda a evitar tanto desperdício quanto suboferta.</p>
<p>Outro ponto é <strong>integrar nutrição e pastagem</strong>: manejar altura de entrada e saída dos piquetes, ajustar lotação e, quando possível, trabalhar com algum nível de rotação de pastos. Assim, o suplemento passa a complementar um capim bem manejado, e não a “tapar buraco” de uma pastagem mal conduzida.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p><strong>Suplementar no período das águas não é luxo, nem exagero: é estratégia</strong>. A suplementação no período das águas transforma o melhor momento do ano em uma verdadeira alavanca de resultados, encurtando ciclos, aumentando ganho de peso, padronizando lotes e melhorando o uso da área. Quando bem planejada, deixa de ser vista como custo e passa a ser reconhecida como investimento em produtividade e rentabilidade.</p>
<p>Para quem deseja profissionalizar o projeto de gado de corte, vale revisar o plano nutricional de forma anual, alinhando pastagem, suplementação e metas de produção. Isso coloca a fazenda em outro patamar de eficiência e prepara o sistema para enfrentar a seca com muito mais segurança.</p>
<h2>Torne-se referência em nutrição na pecuária de corte!</h2>
<p>Com a <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-de-bovinos-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pós-graduação em Nutrição de Bovinos de Corte</strong></a>, você vai aprender na prática a formular dietas que garantem o desempenho dos animais e geram lucro para o produtor.</p>
<p>Além disso, será capaz de montar estratégias nutricionais completas, alinhadas à realidade e aos objetivos da fazenda. Torne-se um profissional completo, dominando técnica e gestão, ganhando destaque no mercado da sua região.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-de-bovinos-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-42003 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new.png" alt="Pós-graduação em Nutrição de Bovinos de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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		<title>Adaptação no confinamento: protocolos essenciais para máximo desempenho animal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 13:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[confinamento]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O sucesso de um confinamento se define nas primeiras semanas. Essa afirmação, compartilhada por técnicos e pecuaristas experientes, reflete uma realidade incontestável: a fase de adaptação no confinamento é o alicerce sobre o qual todo o desempenho zootécnico e econômico do sistema será construído. Animais que passam por uma adaptação bem conduzida apresentam maior consumo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O sucesso de um confinamento se define nas primeiras semanas. Essa afirmação, compartilhada por técnicos e pecuaristas experientes, reflete uma realidade incontestável: <strong>a fase de adaptação no confinamento</strong> é o alicerce sobre o qual todo o desempenho zootécnico e econômico do sistema será construído.</p>
<p>Animais que passam por uma adaptação bem conduzida apresentam maior consumo de ração, melhor conversão alimentar, menor incidência de doenças metabólicas e, consequentemente, maior rentabilidade para o produtor.</p>
<p>Entretanto, essa etapa crítica ainda é negligenciada em muitas propriedades, seja por desconhecimento técnico, pressa em alcançar resultados ou subestimação dos riscos envolvidos. O resultado são perdas expressivas: <strong>animais que não se adaptam adequadamente podem apresentar ganhos de peso até 40% inferiores</strong>, taxas de morbidade elevadas e, em casos extremos, mortalidade significativa nos primeiros dias de confinamento.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O que é a adaptação no confinamento e por que é crítica?</h2>
<p>A <strong>adaptação no confinamento</strong> é o período de transição durante o qual os animais, provenientes geralmente de sistemas a pasto, são gradualmente acostumados às condições do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/rotinas-no-confinamento-que-afetam-o-desempenho/">confinamento</a></strong>: nova dieta (alta em concentrados), novo ambiente, nova rotina e novo manejo social.</p>
<h3>Mudanças que o animal enfrenta</h3>
<p>Quando um bovino é transferido do pasto para o confinamento, ele vivencia transformações abruptas:</p>
<ul>
<li><strong>Nutricional</strong>: De uma dieta rica em fibras de baixa qualidade para <strong>alimentos concentrados e de alto valor energético</strong>;</li>
<li><strong>Ambiental</strong>: Do espaço amplo ao curral limitado, do solo natural ao piso compactado;</li>
<li><strong>Social</strong>: Formação de novos lotes, hierarquia social em disputa, competição por recursos;</li>
<li><strong>Comportamental</strong>: Mudança na rotina de alimentação, restrição de movimento, aprendizado do cocho.</li>
</ul>
<h3>Consequências de uma má adaptação</h3>
<p>Falhas no processo de adaptação resultam em:</p>
<ul>
<li>Desenvolvimento de acidose ruminal aguda ou subaguda;</li>
<li>Timpanismo e distúrbios digestivos;</li>
<li>Imunossupressão e maior susceptibilidade a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pneumonia-em-bovinos-confinados-veja-os-principais-pontos-sobre-a-doenca/">doenças respiratórias</a></strong>;</li>
<li>Mortalidade precoce (morte súbita);</li>
<li>Redução permanente no desempenho;</li>
<li>Aumento nos custos com medicamentos e tratamentos;</li>
<li>Comprometimento do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bem-estar-animal-bovinos-de-corte/">bem-estar animal</a></strong>.</li>
</ul>
<p>Por esses motivos, investir em protocolos de adaptação adequados não é despesa, mas sim economia preventiva e maximização de resultados.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-manejo-confinamento-gado-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-confinamento&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39633 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento.png" alt="E-book Confinamento de gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Fisiologia da adaptação: o que acontece com o animal?</h2>
<p>Compreender as alterações fisiológicas durante a adaptação é fundamental para desenhar protocolos eficientes.</p>
<h3>Adaptação ruminal: a transformação do rúmen</h3>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-digestivo-dos-bovinos/">rúmen</a></strong> é um ecossistema complexo habitado por bilhões de microrganismos (bactérias, protozoários, fungos) responsáveis pela digestão da fibra e produção de ácidos graxos voláteis (AGV).</p>
<p>No pasto, predominam microrganismos celulolíticos (digestores de fibra). No confinamento, com dietas ricas em amido, é necessário que populações amilolíticas (digestoras de amido) se estabeleçam.</p>
<p>As principais mudanças que ocorrem são: <strong>aumento da produção de ácido propiônico, redução do pH ruminal, desenvolvimento das papilas ruminais e aumento da capacidade absortiva do epitélio ruminal</strong>.</p>
<p>Esse processo não ocorre instantaneamente. São necessários de <strong>14 a 21 dias</strong> para que o rúmen esteja completamente adaptado a dietas de alto concentrado.</p>
<h3>Adaptação metabólica</h3>
<p>O fígado e outros tecidos também precisam se adaptar ao maior aporte energético e à nova composição de nutrientes absorvidos. A capacidade de metabolizar propionato em glicose, por exemplo, aumenta progressivamente durante a adaptação.</p>
<h3>Estresse e bem-estar animal</h3>
<p>A mudança de ambiente, transporte, manejo e mistura de lotes gera estresse agudo nos animais. O cortisol elevado suprime o sistema imunológico, reduz o consumo alimentar e aumenta a susceptibilidade a doenças. Minimizar o estresse é, portanto, componente essencial do protocolo de adaptação.</p>
<h2>Objetivos principais da fase de adaptação</h2>
<p>Um protocolo de adaptação no confinamento bem estruturado deve alcançar quatro objetivos integrados:</p>
<h3>1. Desenvolvimento da musculatura e superfície absortiva ruminal</h3>
<p>As papilas do rúmen aumentam em tamanho e número quando expostas aos AGV produzidos na fermentação de concentrados. Esse desenvolvimento é crucial para a eficiência digestiva.</p>
<h3>2. Estabilização da microbiota ruminal</h3>
<p>Estabelecer populações microbianas adequadas para digerir dietas ricas em amido, mantendo pH ruminal estável e evitando distúrbios metabólicos.</p>
<h3>3. Aceitação gradual da dieta final</h3>
<p>Acostumar os animais ao sabor, textura e composição da ração de terminação, evitando recusas e garantindo consumo voluntário adequado.</p>
<h3>4. Redução do estresse e habituação ao ambiente</h3>
<p>Permitir que os animais se acostumem ao novo ambiente, rotina de manejo, competição no cocho e interações sociais.</p>
<h2>Duração ideal do período de adaptação</h2>
<p>A duração do período de adaptação varia conforme diversos fatores, mas <strong>protocolos entre 14 e 21 dias são os mais recomendados</strong> pela literatura científica e pela experiência prática.</p>
<h3>Fatores que influenciam o tempo necessário</h3>
<ul>
<li><strong>Origem dos animais</strong>: Animais direto do pasto exigem adaptação mais longa que animais de recria com <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-para-bovinos-de-corte/">suplementação</a></strong>.</li>
<li><strong>Categoria</strong>: Novilhos jovens adaptam-se mais rapidamente que bois adultos.</li>
<li><strong>Nível de concentrado da dieta final</strong>: Dietas com 80-85% de concentrado exigem adaptação mais cuidadosa.</li>
<li><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-bovinos-de-corte/"><strong>Condição corporal</strong></a>: Animais muito magros podem ter resposta imunológica comprometida.</li>
<li><strong>Genética</strong>: Animais Bos taurus geralmente são mais sensíveis a distúrbios metabólicos.</li>
</ul>
<h3>Protocolos mais utilizados</h3>
<ul>
<li><strong>Protocolo de 7 dias</strong>: Indicado apenas para animais já habituados a suplementação concentrada. Apresenta maior risco de acidose.</li>
<li><strong>Protocolo de 14 dias</strong>: Padrão na maioria dos confinamentos comerciais. Equilibra segurança e custo.</li>
<li><strong>Protocolo de 21 dias</strong>: Recomendado para animais direto do pasto, dietas muito ricas em concentrado ou em períodos de estresse térmico intenso.</li>
</ul>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Protocolo de adaptação no confinamento passo a passo</h2>
<p>Um protocolo eficiente de adaptação no confinamento segue etapas sequenciais e bem definidas.</p>
<h3>Etapa 1: Recepção dos animais</h3>
<p><strong>Imediato à chegada</strong>:</p>
<ul>
<li>Oferecer <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bebedouro-para-gado-e-a-importancia-da-qualidade-da-agua/">água de qualidade</a></strong> à vontade imediatamente;</li>
<li>Fornecer feno ou volumoso de boa qualidade nas primeiras 24 horas;</li>
<li>Permitir descanso mínimo de 12-24 horas antes de manejos intensivos;</li>
<li>Realizar avaliação visual do lote (identificar animais problemáticos).</li>
</ul>
<p><strong>Nas primeiras 48-72 horas</strong>:</p>
<ul>
<li>Executar protocolo sanitário (vacinas, vermífugos, antibióticos se necessário);</li>
<li>Realizar pesagem de entrada;</li>
<li>Aplicar identificação (brincos, bottons);</li>
<li>Evitar múltiplos estresses simultâneos.</li>
</ul>
<h3>Etapa 2: Dietas de transição</h3>
<p>As dietas devem progredir gradualmente em concentração energética. Um protocolo clássico de 14 dias pode ser estruturado assim:</p>
<p>Exemplo de protocolo de 14 dias:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40767" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/protocolo-14-dias-confinamento.png" alt="Protocolo prático para 14 dias de confinamento" width="1000" height="348" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/protocolo-14-dias-confinamento.png 1000w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/protocolo-14-dias-confinamento-300x104.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/protocolo-14-dias-confinamento-768x267.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/protocolo-14-dias-confinamento-370x129.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/protocolo-14-dias-confinamento-270x94.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/protocolo-14-dias-confinamento-740x258.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/protocolo-14-dias-confinamento-150x52.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p>Observações importantes:</p>
<ul>
<li>Incrementos diários não devem superar 5-10% do concentrado total;</li>
<li>Manter volumoso de qualidade (feno, silagem, bagaço de cana) durante toda adaptação;</li>
<li>Ajustar conforme observação do comportamento e consumo do lote.</li>
</ul>
<h3>Etapa 3: Monitoramento diário</h3>
<p>Durante toda a fase de adaptação, é essencial monitorar:</p>
<p><strong>Consumo de ração</strong>:</p>
<ul>
<li>Registrar sobras diariamente;</li>
<li>Calcular consumo de matéria seca (CMS);</li>
<li>Meta: atingir 2,0-2,5% do peso vivo em MS ao final da adaptação.</li>
</ul>
<p><strong>Comportamento no cocho</strong>:</p>
<ul>
<li>Percentual de animais se alimentando em cada trato;</li>
<li>Sinais de competição excessiva;</li>
<li>Animais isolados ou apáticos.</li>
</ul>
<p><strong>Sinais clínicos</strong>:</p>
<ul>
<li>Fezes líquidas (acidose);</li>
<li>Distensão abdominal (timpanismo);</li>
<li>Tosse e secreção nasal (pneumonia);</li>
<li>Animais deitados isoladamente.</li>
</ul>
<p><strong>Consumo de água</strong>:</p>
<ul>
<li>Verificar se todos os bebedouros estão funcionando;</li>
<li>Observar formação de filas excessivas.</li>
</ul>
<h3>Etapa 4: Ajustes necessários</h3>
<p>Baseado no monitoramento, realize ajustes:</p>
<ul>
<li>Se consumo baixo: reduzir ritmo de incremento do concentrado;</li>
<li>Se muitas fezes líquidas: aumentar volumoso temporariamente;</li>
<li>Se timpanismo frequente: adicionar ionóforos ou reduzir grãos finamente moídos;</li>
<li>Se problemas respiratórios: intervir com protocolo sanitário de resgate.</li>
</ul>
<h2>Estratégias nutricionais na adaptação</h2>
<p>A nutrição é o pilar central da adaptação no confinamento.</p>
<h3>Incremento gradual de concentrado</h3>
<p>O princípio fundamental é <strong>aumentar progressivamente a densidade energética da dieta</strong>, permitindo adaptação ruminal sem causar distúrbios. Incrementos muito rápidos são a principal causa de acidose.</p>
<p>Temos como boas práticas: nunca aumentar concentrado em mais de 10% da MS total de um dia para o outro, sendo que em animais muito sensíveis, esse incremento deve ser de 5%.</p>
<h3>Proporção volumoso:concentrado</h3>
<p>O volumoso na adaptação tem funções múltiplas:</p>
<ul>
<li>Estimular ruminação e salivação (tamponamento natural do rúmen);</li>
<li>Reduzir velocidade de fermentação;</li>
<li>Fornecer fibra fisicamente efetiva;</li>
<li>Melhorar palatabilidade inicial.</li>
</ul>
<h3>Uso de aditivos</h3>
<ul>
<li><strong>Ionóforos (monensina, lasalocida)</strong>: reduzem a produção de lactato, melhoram eficiência energética e reduzem risco de acidose;</li>
<li><strong>Probióticos e leveduras</strong>: auxiliam no estabelecimento da microbiota e estabilizam pH ruminal;</li>
<li><strong>Tamponantes (bicarbonato de sódio, óxido de magnésio)</strong>: neutralizam a acidez ruminal.</li>
</ul>
<h3>Qualidade dos ingredientes</h3>
<p>É importante que os ingredientes sejam de boa qualidade. Grãos mofados causam micotoxicoses e imunossupressão, o processamento inadequado aumenta risco de acidose e a variação na composição da dieta gera instabilidade ruminal.</p>
<h2>Manejo de cocho durante a adaptação</h2>
<p>O cocho é o ponto de contato entre a estratégia nutricional e o animal. Seu manejo correto é determinante.</p>
<h3>Frequência de fornecimento</h3>
<ol>
<li><strong>Uma vez ao dia</strong>: Economia de mão de obra, mas maior competição e consumo irregular.</li>
<li><strong>Duas vezes ao dia (recomendado)</strong>: Reduz competição, estimula consumo, permite ajustes mais precisos.</li>
<li><strong>Três ou mais vezes</strong>: Ideal para adaptação de animais muito sensíveis, mas aumenta custos operacionais.</li>
</ol>
<h3>Quantidade de ração</h3>
<p>Na adaptação, <strong>trabalhe com sobras de 3-5% do fornecido</strong>. Sobras excessivas indicam rejeição ou problemas. Falta de sobras pode indicar subnutrição ou competição excessiva.</p>
<h3>Limpeza e higienização</h3>
<p>Remova sobras diariamente, especialmente em períodos chuvosos ou de alta umidade. Alimentos deteriorados são focos de contaminação e recusa alimentar.</p>
<h3>Espaço de cocho por animal</h3>
<p>Mínimo recomendado:</p>
<ul>
<li>0,35 m/animal para confinamentos intensivos;</li>
<li>0,40 m/animal para adaptação mais confortável.</li>
</ul>
<p>Espaço insuficiente gera competição, dominância excessiva e animais subordinados com baixo consumo.</p>
<h2>Manejo de água e conforto térmico</h2>
<p>Água e conforto são fatores frequentemente subestimados, mas críticos para o sucesso da adaptação.</p>
<h3>Disponibilidade e qualidade da água</h3>
<ul>
<li>Fornecer no mínimo 10-15 litros de água/100 kg de peso vivo/dia e uma quantidade maior em dias com temperaturas maiores que 30ºC;</li>
<li>Garantir 10-15 cm lineares de bebedouro por animal;</li>
<li>Água limpa, fresca e de qualidade microbiológica adequada;</li>
<li>Verificar funcionamento diário dos bebedouros.</li>
</ul>
<h3>Sombreamento e ventilação</h3>
<p>Estresse térmico durante a adaptação agrava todos os problemas, pois reduz consumo alimentar drasticamente, aumenta frequência respiratória e temperatura corporal e compromete o sistema imunológico.</p>
<p>Temos como soluções: sombreamento natural ou artificial, ventilação adequada dos currais e aspersão de água em temperaturas acima de 30ºC.</p>
<h3>Densidade de animais por curral</h3>
<p><strong>Evite superlotação durante a adaptação</strong>. Densidade excessiva aumenta competição, estresse e incidência de doenças respiratórias.</p>
<p>Recomendado:</p>
<ul>
<li>15-25 m²/animal em confinamentos de chão batido;</li>
<li>10-15 m²/animal em instalações com piso de concreto.</li>
</ul>
<h2>Protocolos sanitários na entrada</h2>
<p>A adaptação é o momento ideal para implementar protocolos sanitários preventivos.</p>
<h3>Vacinações essenciais</h3>
<p><strong>Obrigatórias</strong>:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/febre-aftosa/">Febre aftosa</a></strong> (conforme calendário oficial);</li>
<li>Raiva (em áreas endêmicas);</li>
<li>Clostridioses (7 ou 8 vias).</li>
</ul>
<p><strong>Altamente recomendadas</strong>:</p>
<ul>
<li>Vacinas respiratórias (IBR, BRSV, PI3, <em>Mannheimia haemolytica</em>);</li>
<li>Reforços após 21-30 dias (especialmente em animais jovens).</li>
</ul>
<h3>Vermifugação e controle de parasitas</h3>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-de-verminoses-em-bovinos-de-corte/">Vermífugos</a></strong> de amplo espectro na entrada;</li>
<li>Controle de carrapatos, bernes e moscas;</li>
<li>Produtos pour-on ou injetáveis conforme necessidade.</li>
</ul>
<h3>Tratamentos preventivos</h3>
<p>Em lotes de risco (animais magros, origem duvidosa, histórico sanitário desconhecido):</p>
<ul>
<li>Antibióticos de longa ação (metafilaxia respiratória);</li>
<li>Vitaminas ADE;</li>
<li>Minerais injetáveis se deficiência conhecida.</li>
</ul>
<h2>Monitoramento e indicadores de sucesso</h2>
<p>Como saber se a adaptação está sendo bem-sucedida? Monitore estes indicadores:</p>
<h3>Consumo de matéria seca</h3>
<p><strong>Meta progressiva</strong>:</p>
<ul>
<li>Dias 1-5: 1,0-1,5% do peso vivo;</li>
<li>Dias 6-10: 1,5-2,0% do peso vivo;</li>
<li>Dias 11-15: 2,0-2,5% do peso vivo;</li>
<li>Após adaptação: 2,5-3,0% do peso vivo.</li>
</ul>
<h3>Comportamento animal</h3>
<p><strong>Sinais positivos</strong>:</p>
<ul>
<li>70-80% dos animais se alimentando logo após o trato;</li>
<li>Ruminação ativa (animais deitados ruminando);</li>
<li>Consumo de água constante;</li>
<li>Interações sociais normais.</li>
</ul>
<p><strong>Sinais de alerta</strong>:</p>
<ul>
<li>Animais apáticos, isolados;</li>
<li>Ausência de ruminação;</li>
<li>Fezes muito líquidas ou ausentes;</li>
<li>Distensão abdominal.</li>
</ul>
<h3>Taxa de morbidade e mortalidade</h3>
<p><strong>Metas aceitáveis</strong>:</p>
<ul>
<li>Morbidade (animais doentes): &lt; 5% do lote;</li>
<li>Mortalidade: &lt; 0,5-1,0% durante adaptação.</li>
</ul>
<p>Taxas superiores indicam <strong>falhas no protocolo</strong> ou lotes de alto risco.</p>
<h3>Ganho de peso na adaptação</h3>
<p>Embora não seja o objetivo principal, animais bem adaptados ganham peso desde o início:</p>
<ul>
<li>Meta: 0,5-1,0 kg/dia durante adaptação;</li>
<li>Ganhos negativos ou nulos indicam problemas sérios.</li>
</ul>
<h2>Diferenças entre categorias animais</h2>
<p>Nem todos os animais respondem igualmente aos protocolos de adaptação.</p>
<h3>Novilhos jovens (18-24 meses)</h3>
<p>Eles se <strong>adaptam mais rapidamente</strong> e possuem maior capacidade de ganho compensatório, <strong>porém são mais suscetíveis a doenças respiratórias</strong> e requerem atenção especial ao protocolo sanitário.</p>
<h3>Bois adultos (acima de 30 meses)</h3>
<p>Possuem uma adaptação mais lenta, maior resistência a distúrbios metabólicos e um menor ganho de peso potencial.</p>
<h3>Fêmeas de descarte</h3>
<p>Elas têm um menor consumo relativo, maior deposição de gordura, necessitam de um cuidado com excesso de concentrado e apresentam sensibilidade a estresse social.</p>
<h3>Bos indicus vs Bos taurus</h3>
<ul>
<li><strong>Zebuínos (<a href="https://rehagro.com.br/blog/racas-de-gado-de-corte/">Nelore</a>, Guzerá)</strong>: mais rústicos, toleram melhor estresse térmico, adaptação geralmente mais tranquila;</li>
<li><strong>Taurinos (Angus, Hereford)</strong>: mais sensíveis a distúrbios metabólicos e estresse térmico, requerem protocolos mais cuidadosos.</li>
</ul>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A adaptação no confinamento é, sem dúvida, <strong>a fase mais crítica e determinante de todo o processo de terminação de bovinos em confinamento</strong>. Um protocolo bem executado, que respeita a fisiologia animal, implementa transição nutricional gradual, garante conforto e bem-estar, e realiza monitoramento constante, é a diferença entre o sucesso e o fracasso econômico do sistema.</p>
<p>Lembre-se: <strong>animais que iniciam o confinamento de forma adequada mantêm desempenho superior durante todo o período</strong>, apresentam menor incidência de problemas sanitários e geram maior rentabilidade. Economizar na adaptação é, invariavelmente, perder dinheiro na terminação.</p>
<p>Invista tempo, conhecimento e recursos na fase de adaptação. Os resultados aparecerão no ganho de peso, na saúde do rebanho e, principalmente, no resultado financeiro do seu confinamento. A adaptação bem-feita é o primeiro passo para a excelência em terminação de bovinos.</p>
<h2>Tenha sucesso na fase de adaptação no confinamento</h2>
<p>Aumentar a produtividade na pecuária de corte não significa investir mais, mas sim investir melhor. Com boas práticas de manejo de pastagens e nutrição planejada, é possível acelerar o ganho de peso, reduzir o tempo de abate e melhorar a eficiência da fazenda.</p>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</a></strong> foi feito para pecuaristas que querem aplicar técnicas modernas e ver resultados concretos no rebanho e no bolso.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/adaptacao-no-confinamento-do-gado-de-corte/">Adaptação no confinamento: protocolos essenciais para máximo desempenho animal</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Adubação de pastagens: como maximizar a produtividade do seu rebanho?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/adubacao-de-pastagens-como-maximizar-a-produtividade-do-seu-rebanho/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/adubacao-de-pastagens-como-maximizar-a-produtividade-do-seu-rebanho/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2026 13:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[adubação]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=40760</guid>

					<description><![CDATA[<p>A produtividade da pecuária de corte está diretamente relacionada à qualidade e à quantidade de forragem disponível para o rebanho. Em um país como o Brasil, onde mais de 90% da carne bovina é produzida em sistemas a pasto, investir na adubação de pastagens deixou de ser um diferencial para se tornar uma necessidade estratégica. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A produtividade da pecuária de corte está diretamente relacionada à qualidade e à quantidade de forragem disponível para o rebanho. Em um país como o Brasil, onde <strong>mais de 90% da carne bovina é produzida em sistemas a pasto</strong>, investir na adubação de pastagens deixou de ser um diferencial para se tornar uma necessidade estratégica.</p>
<p>Pastagens bem nutridas não apenas aumentam a capacidade de suporte da propriedade, mas também melhoram o ganho de peso dos animais, reduzem o ciclo de produção e contribuem para a sustentabilidade do sistema.</p>
<p>Contudo, muitos pecuaristas ainda enfrentam dúvidas sobre <strong>como realizar a adubação de forma eficiente</strong>, quais nutrientes priorizar e como calcular as doses adequadas. Este guia completo foi desenvolvido para esclarecer esses pontos e fornecer um passo a passo prático para transformar suas pastagens em áreas de alta performance.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>O que é adubação de pastagens e por que é essencial?</h2>
<p>A <strong>adubação de pastagens</strong> consiste na aplicação de nutrientes ao solo com o objetivo de corrigir deficiências, melhorar a fertilidade e aumentar a produção de forragem. Diferente do que muitos pensam, não se trata apenas de &#8220;jogar adubo&#8221; na área, mas de um processo técnico que exige planejamento, análise e monitoramento constante.</p>
<h3>Impacto na produtividade animal</h3>
<p>Pastagens bem adubadas apresentam <strong>maior produção de matéria seca</strong>, melhor valor nutricional e maior capacidade de rebrota após o pastejo. Isso se traduz em diversos benefícios significativos para a produção animal.</p>
<p>Pode ocorrer um aumento da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao/">taxa de lotação</a></strong> de 100% ou mais, permitindo que mais animais sejam mantidos na mesma área. O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/">ganho de peso diário</a></strong> tende a ser superior em 30% a 50%, resultado direto da melhor qualidade forrageira disponível.</p>
<p>Há também uma redução do tempo de abate dos animais, tornando o <strong>ciclo produtivo mais eficiente e econômico</strong>. A menor necessidade de suplementação alimentar representa economia nos custos de produção, uma vez que a pastagem fornece os nutrientes essenciais em quantidade e qualidade adequadas.</p>
<p>Além disso, observa-se um melhor desempenho reprodutivo do rebanho, com impactos positivos na fertilidade e na saúde geral dos animais.</p>
<h3>Relação custo-benefício</h3>
<p>Embora a adubação represente um investimento significativo, os retornos são expressivos. Estudos demonstram que <strong>cada real investido em adubação de pastagens pode gerar retornos de 2 a 4 reais em produção animal</strong>, dependendo do manejo e das condições edafoclimáticas da região.</p>
<h2>Vale a pena adubar pastagens com o preço atual dos insumos?</h2>
<p>Esta é uma pergunta que todo pecuarista faz, especialmente em períodos de alta nos preços dos fertilizantes. A resposta, embora pareça simples, exige análise criteriosa de diversos fatores econômicos e produtivos.</p>
<h3>A matemática da adubação</h3>
<p>Para entender se vale a pena investir em adubação, é fundamental calcular o custo por arroba adicional produzida. Vamos a um exemplo prático:</p>
<p><strong>Cenário sem adubação</strong>:</p>
<ul>
<li>Produção: 6 arrobas/ha/ano;</li>
<li>Lotação: 1,0 UA/ha;</li>
</ul>
<p><strong>Cenário com adubação (150 kg N/ha + manutenção P e K)</strong>:</p>
<ul>
<li>Investimento: R$ 1.200/ha/ano;</li>
<li>Produção: 15 arrobas/ha/ano;</li>
<li>Lotação: 2,5 UA/ha;</li>
<li>Produção adicional: 9 arrobas/ha.</li>
</ul>
<p>Custo por arroba adicional: R$ 1.200 ÷ 9 = R$ 133,33/@</p>
<p>Se a arroba está cotada acima desse valor, a adubação se paga. Mas os benefícios vão além da conta simples.</p>
<h3>Benefícios indiretos que pesam na balança</h3>
<p>Ao adubar pastagens, você obtém vantagens que nem sempre aparecem no cálculo imediato:</p>
<ul>
<li><strong>Redução do ciclo produtivo</strong>: Animais bem alimentados em pasto de qualidade atingem o peso de abate 6 a 12 meses mais cedo, liberando área e reduzindo custos fixos por animal.</li>
<li><strong>Menor necessidade de suplementação</strong>: Pastagens adubadas têm maior valor nutricional, reduzindo a dependência de suplementos proteicos e energéticos, especialmente no período das águas.</li>
<li><strong>Desfrute mais alto</strong>: Com maior capacidade de suporte, você pode trabalhar com taxas de desfrute superiores, aumentando o giro de capital.</li>
<li><strong>Valorização da propriedade</strong>: Áreas com histórico de boa produtividade e pastagens bem formadas têm maior valor de mercado.</li>
<li><strong>Sustentabilidade</strong>: Pastagens produtivas reduzem a pressão por abertura de novas áreas e melhoram a imagem da pecuária.</li>
</ul>
<h3>Estratégias para momentos de insumos caros</h3>
<p>Quando os preços dos fertilizantes estão em alta, considere estas alternativas:</p>
<ul>
<li><strong>Priorização de áreas</strong>: Em vez de adubar toda a propriedade com baixas doses, concentre investimentos em áreas estratégicas (próximas à sede, melhor solo, melhor acesso à água) com doses adequadas.</li>
<li><strong>Uso de formulações econômicas</strong>: Opte por fertilizantes simples em vez de formulados, que geralmente têm custo por unidade de nutriente mais baixo.</li>
<li><strong>Parcelamento inteligente</strong>: Divida as aplicações de nitrogênio em 2-3 vezes para melhorar a eficiência e diluir o investimento ao longo do ano.</li>
<li><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-integracao-lavoura-pecuaria/"><strong>Integração lavoura-pecuária</strong></a>: Aproveite a adubação residual de culturas agrícolas para reduzir custos na fase pastagem.</li>
<li><strong>Compra antecipada</strong>: Adquira fertilizantes na entressafra, quando os preços costumam ser mais competitivos.</li>
</ul>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Quando NÃO adubar pode sair mais caro</h3>
<p>Deixar de adubar pastagens em momentos de preços altos pode parecer economia, mas frequentemente resulta em:</p>
<ul>
<li>Degradação acelerada das pastagens, exigindo reforma futura (custo muito superior).</li>
<li>Perda de capacidade de suporte, obrigando a venda prematura de animais.</li>
<li>Maior dependência de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-para-bovinos-de-corte/">suplementos</a></strong>, que também sobem de preço.</li>
<li>Redução do desempenho animal e da rentabilidade por hectare.</li>
<li>Aumento do ciclo produtivo, elevando custos fixos.</li>
</ul>
<h3>O momento certo de investir</h3>
<p>A decisão de adubar deve considerar diversos fatores inter-relacionados. A <strong>relação de troca fertilizante/boi</strong> é um indicador importante: se historicamente é necessário 1,5@ para comprar 1 saco de ureia e a relação subiu para 2,5@, é momento de avaliar alternativas, mas não necessariamente parar de adubar.</p>
<p>O preço de venda da arroba também influencia essa decisão, pois com arroba valorizada, mesmo insumos caros podem viabilizar o investimento. A disponibilidade de forragem na propriedade é outro aspecto importante, já que se a fazenda está no limite da capacidade, não adubar significa perder receita com animais que você poderia estar vendendo.</p>
<p>Por fim, o nível de degradação das pastagens não pode ser ignorado, uma vez que <strong>pastagens já degradadas exigem intervenção urgente</strong>, independente do preço dos insumos.</p>
<p>A verdade é que adubação de pastagens não é despesa, é investimento produtivo. <strong>A questão não é SE adubar, mas COMO adubar de forma mais eficiente e econômica diante do cenário de preços</strong>. Com planejamento, análise técnica e gestão competente, a adubação continua sendo uma das ferramentas mais poderosas para aumentar a rentabilidade da pecuária de corte.</p>
<h2>Análise de solo: o primeiro passo para uma adubação eficiente</h2>
<p>Antes de qualquer aplicação de fertilizantes, é fundamental realizar a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/amostragem-do-solo-em-pastagens/">análise de solo</a></strong>. Esta etapa é decisiva para o sucesso do programa de adubação, pois permite conhecer as características químicas, físicas e, idealmente, biológicas do solo da propriedade.</p>
<h3>Importância da análise</h3>
<p>A análise de solo revela:</p>
<ul>
<li>Níveis de pH e necessidade de calagem;</li>
<li>Teores de nutrientes disponíveis;</li>
<li>Saturação por bases;</li>
<li>Capacidade de troca catiônica (CTC);</li>
<li>Teores de matéria orgânica;</li>
<li>Possíveis problemas de toxicidade (alumínio, por exemplo).</li>
</ul>
<p>Sem essas informações, qualquer recomendação de adubação será apenas um &#8220;chute&#8221;, podendo resultar em desperdício de recursos ou mesmo prejuízos à pastagem.</p>
<h3>Frequência recomendada</h3>
<p>Recomenda-se <strong>realizar análise de solo a cada 2 ou 3 anos</strong> em pastagens já estabelecidas, e anualmente em áreas sob manejo intensivo. Para áreas em formação, a análise deve ser feita antes da implantação e repetida após o primeiro ano.</p>
<h3>Coleta adequada das amostras</h3>
<p>Para garantir resultados confiáveis:</p>
<ul>
<li>Divida a propriedade em talhões homogêneos;</li>
<li>Colete de 15 a 20 subamostras por talhão;</li>
<li>Retire a vegetação superficial antes da coleta;</li>
<li>Colete na profundidade de 0-20 cm;</li>
<li>Misture bem as subamostras e envie cerca de 500g ao laboratório;</li>
<li>Identifique corretamente cada amostra.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-amostragem-solo-pastagens?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-amostragem-de-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39629 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo.png" alt="E-book Amostragem de solo em pastagens" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Nutrientes essenciais para pastagens: macronutrientes</h2>
<p>As plantas forrageiras necessitam de <strong>17 elementos essenciais</strong> para seu desenvolvimento. Destes, seis são requeridos em maiores quantidades e são chamados de macronutrientes primários e secundários.</p>
<h3>Nitrogênio (N): o motor do crescimento</h3>
<p>O nitrogênio é o <strong>nutriente mais demandado pelas gramíneas forrageiras</strong> e o principal responsável pelo aumento da produção de forragem. Ele participa da formação de proteínas, clorofila e diversos compostos orgânicos.</p>
<p>Além disso, aumenta a produção de matéria seca, intensifica a cor verde das folhas e acelera o rebrote após o pastejo.</p>
<h3>Fósforo (P): essencial para o estabelecimento</h3>
<p>O fósforo é <strong>fundamental para o desenvolvimento radicular</strong>, perfilhamento e estabelecimento das pastagens. A maioria dos solos brasileiros apresenta deficiência natural deste nutriente.</p>
<p>Tem como principais funções: estimula o crescimento das raízes, melhora o perfilhamento, aumenta a resistência a pragas e doenças e é fundamental na transferência de energia (ATP).</p>
<h3>Potássio (K): o regulador de funções</h3>
<p>O potássio atua na <strong>regulação hídrica da planta</strong>, na ativação enzimática e no transporte de açúcares. Sua deficiência é comum em solos arenosos e em áreas sob pastejo intensivo.</p>
<p>Suas principais funções são a regulagem da abertura e fechamento dos estômatos, melhora a resistência ao pisoteio, aumenta a tolerância a estresses e melhora a qualidade nutricional da forragem.</p>
<h3>Cálcio (Ca) e Magnésio (Mg): além da calagem</h3>
<p>Embora geralmente fornecidos pela calagem, cálcio e magnésio são nutrientes essenciais que participam de diversos processos metabólicos.</p>
<p>O cálcio tem como funções principais o crescimento radicular e o magnésio é um ativador enzimático.</p>
<h3>Enxofre (S): o nutriente esquecido</h3>
<p>O enxofre tem ganhado importância devido ao uso crescente de fertilizantes concentrados que não contêm este elemento.</p>
<p>Tem como principais funções melhorar a eficiência do uso do nitrogênio e aumentar o teor proteico.</p>
<h2>Micronutrientes</h2>
<p>Embora necessários em pequenas quantidades, <strong>os micronutrientes (zinco, boro, cobre, manganês, ferro, molibdênio e cloro)</strong> são essenciais para o metabolismo das plantas.</p>
<h3>Sinais de deficiência</h3>
<ul>
<li>Zinco: redução do crescimento, folhas pequenas;</li>
<li>Boro: morte de gemas apicais, nanismo;</li>
<li>Cobre: folhas cloróticas, baixo perfilhamento;</li>
<li>Manganês: clorose internerval.</li>
</ul>
<p>A aplicação de micronutrientes geralmente é feita via foliar ou incorporada aos fertilizantes granulados, sempre com base na análise de solo e foliar.</p>
<h2>Tipos de adubação de pastagens</h2>
<h3>Adubação de formação</h3>
<p>Realizada <strong>antes ou durante o plantio da pastagem</strong>, visa fornecer os nutrientes necessários para o estabelecimento vigoroso das plantas. Geralmente inclui doses elevadas de fósforo e potássio, além de calcário para correção do pH.</p>
<p>Esse tipo de adubação garante germinação uniforme, promove crescimento radicular profundo e estabelece stand adequado de plantas.</p>
<h3>Adubação de manutenção</h3>
<p>Aplicada anualmente em <strong>pastagens estabelecidas</strong> para repor os nutrientes exportados pelos animais ou perdidos por lixiviação. Foca principalmente em nitrogênio e potássio.</p>
<p>A adubação de manutenção mantém a capacidade produtiva, previne degradação e sustenta a qualidade nutricional.</p>
<h3>Adubação corretiva</h3>
<p>Utilizada para corrigir deficiências específicas identificadas na análise de solo ou visual. Pode incluir aplicação de micronutrientes, calcário ou gesso agrícola.</p>
<h2>Métodos e épocas de aplicação</h2>
<h3>1. Distribuição a lanço</h3>
<p>Método mais comum na pecuária, <strong>utiliza distribuidores mecânicos ou manuais para espalhar o fertilizante uniformemente sobre a área</strong>. É adequado para áreas extensas e relativamente planas.</p>
<p>Tem como vantagens a rapidez na aplicação, o menor custo operacional e equipamentos acessíveis, porém é necessário tomar cuidados com a regulagem do distribuidor e evitar aplicação com vento forte.</p>
<h3>2. Aplicação localizada</h3>
<p>Utilizada principalmente na formação, c<strong>onsiste em aplicar o fertilizante em linhas ou covas</strong>. Reduz a quantidade de produto necessário, mas exige mais mão de obra.</p>
<h3>Melhor período do ano para aplicação</h3>
<p>A época de aplicação deve coincidir com:</p>
<ul>
<li><strong>Início do período chuvoso</strong>: para fertilizantes nitrogenados e potássicos;</li>
<li><strong>Antes do plantio</strong>: para corretivos e fosfatados;</li>
<li><strong>Parcelamento</strong>: dividir a dose de nitrogênio em 2-3 aplicações durante o período das águas.</li>
</ul>
<h2>Cálculo de doses: como determinar a quantidade ideal</h2>
<p>O cálculo da dose de fertilizante deve considerar:</p>
<ol>
<li>Resultado da análise de solo;</li>
<li>Expectativa de produção;</li>
<li>Nível tecnológico da propriedade;</li>
<li>Histórico da área;</li>
<li>Capacidade de investimento.</li>
</ol>
<h3>Exemplo prático de cálculo</h3>
<p>Para aplicar 100 kg de N/ha usando ureia (45% de N):</p>
<p><em>Quantidade de ureia = (100 kg de N / 0,45) = 222 kg de ureia/ha</em></p>
<p><em>Para uma área de 50 hectares: 222 x 50 = 11.100 kg ou 11,1 toneladas de ureia.</em></p>
<h3>Tabela orientativa de adubação de manutenção</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40762" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-orientativa-adubacao-pastagens.png" alt="Tabela orientativa para adubação de pastagens" width="826" height="234" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-orientativa-adubacao-pastagens.png 826w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-orientativa-adubacao-pastagens-300x85.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-orientativa-adubacao-pastagens-768x218.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-orientativa-adubacao-pastagens-370x105.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-orientativa-adubacao-pastagens-270x76.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-orientativa-adubacao-pastagens-740x210.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-orientativa-adubacao-pastagens-150x42.png 150w" sizes="auto, (max-width: 826px) 100vw, 826px" /></p>
<p><em>*Valores orientativos. Sempre considerar a análise de solo.</em></p>
<h2>Fontes de nutrientes: fertilizantes mais utilizados</h2>
<h3>Fertilizantes minerais</h3>
<p><strong>Vantagens</strong>:</p>
<ul>
<li>Alta concentração de nutrientes;</li>
<li>Liberação rápida;</li>
<li>Facilidade de aplicação;</li>
<li>Disponibilidade no mercado;</li>
</ul>
<p><strong>Principais opções</strong>:</p>
<ul>
<li>NPK formulados: 20-05-20, 20-00-20, 10-10-10;</li>
<li>Fertilizantes simples: ureia, MAP, cloreto de potássio;</li>
<li>Fertilizantes de liberação lenta: ureia revestida;</li>
</ul>
<h3>Fertilizantes orgânicos</h3>
<p>Estercos, compostos e dejetos podem ser utilizados, especialmente em sistemas integrados.</p>
<p><strong>Vantagens</strong>:</p>
<ul>
<li>Melhoram a estrutura do solo;</li>
<li>Aumentam a matéria orgânica;</li>
<li>Fornecem múltiplos nutrientes;</li>
<li>Ativam a biologia do solo.</li>
</ul>
<h2>Erros comuns na adubação de pastagens</h2>
<h3>1. Adubar sem análise de solo</h3>
<p>Aplicar fertilizantes sem conhecer as necessidades reais do solo é o erro mais grave e comum. Pode resultar em desperdício de dinheiro ou desequilíbrios nutricionais.</p>
<h3>2. Aplicar doses insuficientes</h3>
<p>Doses muito baixas não geram resposta significativa e representam desperdício. É melhor adubar bem uma área menor do que subdosar toda a propriedade.</p>
<h3>3. Não considerar o clima</h3>
<p>Aplicar nitrogênio antes de um período seco ou na época das secas reduz drasticamente a eficiência do fertilizante.</p>
<h3>4. Esquecer do fósforo</h3>
<p>Focar apenas em nitrogênio sem corrigir deficiências de fósforo limita a resposta da pastagem, especialmente o perfilhamento e o crescimento radicular.</p>
<h3>5. Não ajustar a lotação</h3>
<p>Aumentar a produção de forragem sem ajustar o número de animais desperdiça o potencial da adubação e pode levar à perda de qualidade do pasto.</p>
<h2>Monitoramento dos resultados</h2>
<p>Após iniciar o programa de adubação, é fundamental monitorar os resultados para avaliar o retorno do investimento e fazer ajustes.</p>
<h3>Indicadores de sucesso</h3>
<ul>
<li><strong>Produção de forragem</strong>: medida em kg de MS/ha;</li>
<li><strong>Capacidade de suporte</strong>: UA/ha;</li>
<li><strong>Ganho de peso</strong>: kg/animal/dia e kg/ha/ano;</li>
<li><strong>Taxa de lotação</strong>: animais/ha;</li>
<li><strong>Aspecto visual</strong>: cor, densidade, vigor;</li>
<li><strong>Persistência</strong>: longevidade da pastagem.</li>
</ul>
<h3>Ferramentas de monitoramento</h3>
<ul>
<li>Análise de solo periódica;</li>
<li>Análise foliar (para diagnosticar deficiências);</li>
<li>Pesagem regular dos animais;</li>
<li>Avaliação da altura e massa de forragem;</li>
<li>Registro fotográfico das áreas.</li>
</ul>
<h3>Ajustes necessários</h3>
<p>Com base nos resultados, pode ser necessário:</p>
<ul>
<li>Aumentar ou reduzir doses;</li>
<li>Mudar fontes de nutrientes;</li>
<li>Ajustar épocas de aplicação;</li>
<li>Modificar o parcelamento;</li>
<li>Corrigir problemas de manejo (lotação, período de descanso).</li>
</ul>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A adubação de pastagens é um investimento estratégico que pode transformar completamente a produtividade e a rentabilidade da pecuária de corte. Quando bem planejada e executada, baseando-se em análise de solo e respeitando as particularidades de cada sistema, a adubação permite intensificar a produção, reduzir <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-custo-da-arroba-produzida/">custos por arroba produzida</a></strong> e promover a sustentabilidade da atividade.</p>
<p>Lembre-se: pastagens bem nutridas significam animais bem alimentados, ciclos de produção mais curtos e maior lucratividade para sua propriedade. O conhecimento técnico aliado ao planejamento financeiro é a chave para extrair o máximo potencial produtivo das suas áreas de pastagem.</p>
<p>Invista em conhecimento, busque orientação técnica especializada e faça da adubação de pastagens uma prática regular em sua fazenda. Os resultados aparecerão no cocho, na balança e, principalmente, no seu resultado financeiro.</p>
<h2>Transforme pasto em arroba e aumente o lucro da fazenda</h2>
<p>Grande parte da pecuária de corte no Brasil ainda perde eficiência por não manejar corretamente as pastagens e por adotar estratégias de nutrição sem planejamento.</p>
<p>O <a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</strong></a> mostra, na prática, como aproveitar ao máximo o potencial das forrageiras, planejar a suplementação em cada fase e aumentar o ganho de peso por hectare. É conhecimento aplicado que resulta em mais arrobas produzidas e maior rentabilidade no rebanho.<span style="font-weight: 400;"><br />
</span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/adubacao-de-pastagens-como-maximizar-a-produtividade-do-seu-rebanho/">Adubação de pastagens: como maximizar a produtividade do seu rebanho?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Nutrição avançada de bovinos de corte: como aplicar o NASEM 2016 na prática</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/nutricao-avancada-de-bovinos-de-corte-como-aplicar-o-nasem-2016/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/nutricao-avancada-de-bovinos-de-corte-como-aplicar-o-nasem-2016/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Dec 2025 13:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição bovina]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=40449</guid>

					<description><![CDATA[<p>O avanço da pecuária de corte brasileira tem exigido dos profissionais do campo uma visão cada vez mais técnica e integrada. Já não basta formular dietas equilibradas, é preciso compreender o sistema produtivo como um todo, relacionando nutrição, manejo, ambiente e genética para alcançar resultados consistentes e lucrativos. Nesse cenário, a chamada nutrição avançada de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/nutricao-avancada-de-bovinos-de-corte-como-aplicar-o-nasem-2016/">Nutrição avançada de bovinos de corte: como aplicar o NASEM 2016 na prática</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O avanço da pecuária de corte brasileira tem exigido dos profissionais do campo uma visão cada vez mais técnica e integrada. Já não basta formular dietas equilibradas, é preciso compreender o sistema produtivo como um todo, relacionando nutrição, manejo, ambiente e genética para alcançar resultados consistentes e lucrativos.</p>
<p>Nesse cenário, a chamada <strong>nutrição avançada de bovinos de corte</strong> surge como um divisor de águas. Ela permite transformar informações em decisões técnicas precisas, otimizando o ganho de peso, a conversão alimentar e a eficiência econômica dos sistemas de produção.</p>
<p>A aplicação de ferramentas modernas, como o modelo <strong>NASEM 2016</strong>, possibilita ao profissional de nutrição prever o desempenho animal e ajustar estratégias com base em dados reais, aproximando a ciência da prática de campo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>O que é nutrição avançada de bovinos de corte?</h2>
<p>A <strong>nutrição avançada</strong> vai muito além da formulação de uma ração balanceada. Ela representa uma abordagem integrada que considera o animal, o ambiente e o manejo como partes de um mesmo sistema biológico e produtivo.</p>
<p>Falar em nutrição avançada é entender que o desempenho não depende apenas dos nutrientes oferecidos, mas também de fatores como a genética dos animais, o conforto térmico, as condições de pastagem ou <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/rotinas-no-confinamento-que-afetam-o-desempenho/">confinamento</a></strong> e a qualidade do manejo diário. Todos esses aspectos interagem entre si e determinam o quanto o potencial produtivo do rebanho será efetivamente expresso.</p>
<p>O nutricionista que trabalha nessa perspectiva precisa compreender como cada variável influencia o consumo de matéria seca, a conversão alimentar e o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/">ganho médio diário (GMD)</a></strong>.</p>
<p>É essa visão sistêmica que diferencia o profissional que apenas formula dietas daquele que domina a gestão nutricional e consegue prever resultados, corrigir desvios e potencializar lucros.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-suplementacao-gado-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=guia-suplementacao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39643 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png" alt="E-book Suplementação do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>O papel do NASEM 2016 na evolução da nutrição</h2>
<p>A base conceitual e prática da nutrição avançada moderna está sustentada por modelos científicos robustos. Entre eles, o <strong>NASEM 2016</strong> (<em>Nutrient Requirements of Beef Cattle</em>) é um dos mais reconhecidos no mundo. Ele é a evolução do antigo NRC e traz um conjunto de equações atualizadas, fundamentadas em décadas de pesquisa sobre exigências nutricionais, fisiologia e desempenho de bovinos de corte.</p>
<p>O grande diferencial do NASEM é permitir <strong>simulações precisas do desempenho animal com margem de erro reduzida</strong>, permitindo incorporar ajustes relacionados ao ambiente, ao tipo de animal, à dieta, à categoria e ao manejo.</p>
<p>Por meio de seu software de modelagem gratuito, o NASEM 2016 permite inserir dados de entrada (como peso inicial e final, composição da dieta, temperatura e tipo de confinamento) e obter previsões detalhadas de ganho de peso, consumo de matéria seca e conversão alimentar.</p>
<p>Essa tecnologia permite ir além do empirismo: <strong>o nutricionista consegue avaliar diferentes estratégias antes de aplicá-las</strong>, otimizando resultados e minimizando riscos produtivos e financeiros.</p>
<h2>Como aplicar o modelo na prática?</h2>
<p>O uso do NASEM 2016 segue uma lógica simples, porém é necessário <strong>conhecimento técnico avançado</strong> para sua utilização. O primeiro passo é reunir informações precisas sobre o rebanho e o sistema produtivo. Isso inclui características dos animais (peso, categoria, idade, raça), ambiente (temperatura, umidade, tipo de instalação) e composição dos alimentos disponíveis.</p>
<p>Com esses dados, o modelo realiza os cálculos necessários para estimar o consumo e o desempenho. Além de formular dietas, é possível <strong>otimizar as proporções dos ingredientes</strong>, buscando o equilíbrio ideal entre custo e desempenho.</p>
<p>Dietas com silagem de cana, milho, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/coprodutos-da-industria-do-algodao-para-pecuaria-de-corte/">caroço de algodão</a></strong>, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ddg-e-wdg-graos-de-destilaria-do-milho/">DDG</a></strong> e ureia, por exemplo, podem ser ajustadas conforme o objetivo produtivo, seja ganho de peso em confinamento, terminação intensiva ou suplementação a pasto.</p>
<p>Outra vantagem é a possibilidade de simular cenários, comparando grupos de animais com diferentes pesos ou condições de manejo. Alterações aparentemente pequenas, como o peso inicial de entrada no confinamento, podem gerar diferenças significativas no GMD e na conversão alimentar, permitindo decisões mais precisas e rentáveis.</p>
<h2>Benefícios da nutrição avançada</h2>
<p>Investir em nutrição avançada é investir em <strong>previsibilidade e eficiência</strong>. Ao dominar ferramentas como o NASEM 2016, o profissional passa a compreender a fundo os mecanismos que influenciam o desempenho animal e pode tomar decisões baseadas em indicadores reais.</p>
<p>Entre os principais benefícios dessa abordagem estão:</p>
<ul>
<li>Maior eficiência no uso dos insumos e redução do custo alimentar;</li>
<li>Capacidade de prever o desempenho e estimar a rentabilidade com base nos custos e preços vigentes;</li>
<li>Possibilidade de ajustar as dietas conforme <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/influencia-do-clima-na-pecuaria-de-corte/">mudanças no clima</a></strong>, manejo ou categoria animal;</li>
<li>Fundamentação técnica sólida, baseada em modelos validados internacionalmente.</li>
</ul>
<p>Mais do que uma metodologia, a nutrição avançada representa uma mudança de mentalidade. O foco deixa de ser apenas “alimentar bem” e passa a ser “alimentar com estratégia”, utilizando dados, ferramentas e interpretação técnica para maximizar resultados.</p>
<h2>Erros comuns e como evitá-los</h2>
<p>Mesmo com modelos avançados à disposição, alguns erros ainda são frequentes na prática e comprometem a eficiência dos resultados. O primeiro deles é a entrada incorreta de dados, uma dieta bem calculada depende de informações precisas sobre o animal, os alimentos e o ambiente.</p>
<p>Outro equívoco recorrente é <strong>ignorar o impacto das condições ambientais no consumo e na conversão alimentar</strong>, tratando o desempenho como algo fixo.</p>
<p>Também é comum que decisões sejam tomadas apenas com base no custo da dieta, sem considerar o ganho de peso obtido por unidade de investimento. Por fim, há a falta de acompanhamento dos resultados em campo: sem o retorno dos dados reais, o modelo perde a função de ferramenta de previsão e aprendizado.</p>
<p>Evitar esses erros exige disciplina técnica, registro de informações e um olhar analítico constante sobre os números gerados no sistema produtivo.</p>
<h2>Conclusão: nutrição orientada por dados</h2>
<p>A pecuária moderna não permite espaço para o achismo. A nutrição avançada de bovinos de corte oferece ao profissional de ciências agrárias a oportunidade de unir teoria, tecnologia e prática em único processo contínuo de melhoria.</p>
<p>Com o uso de ferramentas como o NASEM 2016, é possível <strong>formular, otimizar e prever resultados com alto grau de precisão</strong>, elevando o nível técnico das fazendas e a rentabilidade dos sistemas de produção.</p>
<p>Dominar essa metodologia é dar um passo além da formulação tradicional, é assumir o papel de estrategista da nutrição, transformando dados em decisões e decisões em lucro no campo.</p>
<h2>Quer dominar a nutrição de bovinos de corte?</h2>
<p>Se você quer se tornar referência em nutrição de bovinos de corte, a <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-de-bovinos-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pós-Graduação em Nutrição de Bovinos de Corte</strong></a> do Rehagro é o próximo passo ideal.</p>
<p>O curso foi desenvolvido por especialistas que aplicam diariamente os conceitos de nutrição avançada e gestão forrageira no campo, formando profissionais capazes de aumentar o desempenho dos animais e a lucratividade das fazendas.</p>
<ul>
<li>Domine a formulação, a avaliação e o ajuste de dietas com base em indicadores econômicos reais.</li>
<li>Aprenda a integrar nutrição, manejo e pastagem para resultados sustentáveis e rentáveis.</li>
<li>Conecte teoria e prática com o método Rehagro, o mesmo usado por consultores e fazendas de referência em todo o país.</li>
</ul>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-de-bovinos-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-42003 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new.png" alt="Pós-graduação em Nutrição de Bovinos de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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			</item>
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		<title>Intensificação de pastagens: ainda vale a pena investir em adubação?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/intensificacao-de-pastagens-ainda-vale-a-pena-investir-em-adubacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Dec 2025 13:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[manejo do pasto]]></category>
		<category><![CDATA[pastagem]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos últimos anos, o aumento no custo dos fertilizantes e corretivos levantou uma dúvida recorrente entre técnicos e produtores: ainda vale a pena investir na intensificação das pastagens? Com preços elevados de ureia, fosfatos e potássio, muitos pecuaristas adiaram planos de adubação, temendo perder rentabilidade. No entanto, uma análise técnica e econômica mostra que, mesmo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos anos, o aumento no custo dos fertilizantes e corretivos levantou uma dúvida recorrente entre técnicos e produtores: <strong>ainda vale a pena investir na intensificação das pastagens?</strong></p>
<p>Com preços elevados de ureia, fosfatos e potássio, muitos pecuaristas adiaram planos de adubação, temendo perder rentabilidade. No entanto, uma análise técnica e econômica mostra que, mesmo em cenários desafiadores, <strong>a correção e adubação bem planejadas continuam sendo ferramentas viáveis e lucrativas</strong>, desde que aplicadas com estratégia, base agronômica e gestão eficiente.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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});
</script></p>
</div>
<h2>Por que falar em intensificação das pastagens?</h2>
<p>A intensificação das pastagens é o processo de aumentar a produtividade da área por meio da melhoria do solo, da adubação equilibrada e do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/">manejo de pasto</a></strong> e lotação. O objetivo é produzir mais arrobas por hectare, reduzir o tempo de abate e aumentar a eficiência do sistema.</p>
<p>No entanto, intensificar não é sinônimo de simplesmente “adubar mais”. É uma decisão técnica que precisa levar em conta fatores como:</p>
<ul>
<li>Potencial produtivo do solo e clima;</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-especie-forrageira-para-a-sua-fazenda/">Espécie forrageira</a></strong> utilizada;</li>
<li>Capacidade de suporte desejada;</li>
<li>Estrutura física e operacional da fazenda;</li>
<li>Situação econômica e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/a-importancia-do-fluxo-de-caixa-nas-propriedades-de-gado-de-corte/">fluxo de caixa</a></strong>.</li>
</ul>
<p>A viabilidade depende de um planejamento detalhado, com diagnóstico de solo, definição de metas realistas e simulações de custo-benefício.</p>
<h2>O ponto de partida: diagnóstico e planejamento</h2>
<p>Antes de pensar em adubação, é preciso garantir que as etapas anteriores da intensificação estejam consolidadas. Entre elas:</p>
<ol>
<li><strong>Correção da fertilidade do solo:</strong> O primeiro passo é conhecer a realidade química e física do solo. Amostragens bem-feitas, em profundidades adequadas, orientam a aplicação correta de calcário e gesso.</li>
<li><strong>Adequação da infraestrutura</strong>: Estradas, cochos, bebedouros e piquetes precisam estar dimensionados para suportar o aumento da lotação.</li>
<li><strong>Manejo de plantas invasoras e pragas</strong>: <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-em-pastagens-controle-e-prevencao/">Ervas daninhas</a></strong> e insetos competem com a forragem e reduzem o retorno do investimento.</li>
<li><strong>Treinamento da equipe</strong>: É essencial que o manejo de pasto e suplementação sejam executados com precisão.</li>
</ol>
<p>Somente após essa base bem estruturada, é possível partir para a correção e adubação do solo com foco produtivo.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-amostragem-solo-pastagens?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-amostragem-de-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39629 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo.png" alt="E-book Amostragem de solo em pastagens" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Correção e adubação: o coração da intensificação</h2>
<p>De acordo com estudos apresentados pelo professor e especialista Adilson Aguiar, a intensificação das pastagens passa por uma sequência lógica:</p>
<ol>
<li>Coleta e análise de solo detalhada;</li>
<li>Interpretação técnica das análises (com base nas metas produtivas da fazenda);</li>
<li>Definição das doses e fontes de calcário, fósforo, potássio, nitrogênio e micronutrientes;</li>
<li>Avaliação de custo e viabilidade em diferentes níveis de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao/">lotação</a></strong>.</li>
</ol>
<p>O professor reforça que <strong>o balanço entre adubação e capacidade de suporte é determinante para o sucesso</strong>. Um erro comum é elevar o investimento em fertilizantes sem planejar o aumento gradual da lotação ou o manejo adequado das áreas.</p>
<h2>Estudo de caso: quando o aumento de lotação vale a pena</h2>
<p>Para ilustrar, vamos analisar um caso real apresentado pelo professor Adilson Aguiar, especialista em manejo e adubação de pastagens.</p>
<p>Neste estudo, uma fazenda no Mato Grosso do Sul intensificou suas pastagens com base na análise de solo e no potencial climático da região (média de 1.800 mm/ano de chuva e temperatura média de 24 °C).</p>
<p>Foram simulados quatro cenários de lotação: <strong>3, 4, 6 e 8 unidades animais por hectare (UA/ha)</strong>, considerando diferentes níveis de investimento em correção e adubação.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40456" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-capacidade-suporte.png" alt="Tabela com diferentes cenários de capacidade de suporte" width="848" height="309" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-capacidade-suporte.png 848w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-capacidade-suporte-300x109.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-capacidade-suporte-768x280.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-capacidade-suporte-370x135.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-capacidade-suporte-270x98.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-capacidade-suporte-740x270.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-capacidade-suporte-150x55.png 150w" sizes="auto, (max-width: 848px) 100vw, 848px" /></p>
<p>Os resultados mostram que nem sempre a maior lotação é a mais lucrativa. Embora 8 UA/ha gere maior produtividade, o custo operacional e o risco climático aumentam.</p>
<p>O melhor ponto de equilíbrio, nesse caso, foi trabalhar entre 4 e 6 UA/ha, que proporcionou o melhor retorno por hectare e a maior rentabilidade do sistema.</p>
<h3>Quer ver os cálculos e simulações completas?</h3>
<p>Assista ao vídeo completo do professor Adilson Aguiar e entenda, na prática, como planejar a intensificação das pastagens de forma técnica e lucrativa.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="INTENSIFICAÇÃO DE PASTAGENS VS. PREÇO DE FERTILIZANTES | Webinar Corte" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/6njcq39hiHQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Comparando solos: investir onde dá mais retorno</h2>
<p>Outra lição importante é que <strong>nem toda área da fazenda deve ser intensificada ao mesmo tempo</strong>.</p>
<p>Em uma propriedade analisada na Bahia, o solo foi dividido entre áreas de maior e menor fertilidade.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40457" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-comparacao-solos.png" alt="Tabela comparando 2 tipos de solo" width="691" height="183" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-comparacao-solos.png 691w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-comparacao-solos-300x79.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-comparacao-solos-370x98.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-comparacao-solos-270x72.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-comparacao-solos-150x40.png 150w" sizes="auto, (max-width: 691px) 100vw, 691px" /></p>
<p>Mesmo com o mesmo nível de intensificação, o solo de melhor fertilidade apresentou redução de quase 30% no custo por arroba produzida. Ou seja, em cenários de insumos caros, o ideal é priorizar as áreas mais férteis, onde o retorno econômico é mais rápido.</p>
<h2>Fontes alternativas e manejo inteligente</h2>
<p>A alta nos preços dos fertilizantes também tem estimulado o <strong>uso de fontes orgânicas e resíduos agroindustriais</strong>, como cama de frango*, composto orgânico e esterco bovino curtido.</p>
<p><em>* O principal cuidado com a cama de frango é não permitir o acesso do gado à área tratada por 30 a 40 dias após a aplicação. Isso é fundamental para que a cama se degrade e evita que os animais consumam o material, o que pode causar intoxicação. </em></p>
<p>Comparando as alternativas, <strong>o uso de adubos orgânicos pode reduzir o custo de adubação em até R$ 1.500/ha</strong>, dependendo da região e da disponibilidade local.</p>
<p>Além disso, algumas estratégias ajudam a reduzir custos e perdas:</p>
<ul>
<li>Substituir parcialmente o sulfato de amônio por superfosfato simples, aproveitando o enxofre da formulação;</li>
<li>Utilizar ureia com inibidor de urease em locais quentes, reduzindo perdas por volatilização;</li>
<li>Planejar o parcelamento do nitrogênio conforme o crescimento da forragem;</li>
<li>Reaproveitar resíduos do confinamento, quando disponíveis, para enriquecer o solo.</li>
</ul>
<h2>Pastagens irrigadas: alto investimento, alta eficiência</h2>
<p>Mesmo com o custo elevado da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/irrigacao-de-pastagens/">irrigação</a></strong>, o professor demonstra que sistemas irrigados podem ser altamente lucrativos quando bem manejados.</p>
<p>Em um pivô de 57 hectares em Goiás, a lotação média anual foi de 3,6 cabeças/ha, com ganho médio diário de 550 g. O custo total de produção, incluindo energia e depreciação do equipamento, ficou em R$ 264 por arroba produzida, e o lucro médio anual superou R$ 4.000 por hectare.</p>
<p>A irrigação, nesse caso, foi viável porque havia boa infraestrutura, manejo técnico e controle rigoroso de custos.</p>
<h2>Quando intensificar (e quando esperar)</h2>
<p>A decisão de intensificar deve ser baseada em critérios técnicos e econômicos. De forma geral, <strong>vale a pena investir quando</strong>:</p>
<ul>
<li>O solo já está corrigido e com boa estrutura física;</li>
<li>Há planejamento forrageiro e controle da lotação;</li>
<li>A fazenda possui caixa e gestão eficiente para absorver o investimento;</li>
<li>Há acompanhamento técnico e uso de indicadores zootécnicos e econômicos.</li>
</ul>
<p>Em contrapartida, é <strong>melhor adiar a intensificação</strong> quando o sistema ainda apresenta:</p>
<ul>
<li>Solos muito degradados;</li>
<li>Falhas graves de manejo de pastagem;</li>
<li>Estrutura precária de bebedouros e cochos;</li>
<li>Falta de controle de custos e produtividade.</li>
</ul>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Mesmo com o aumento dos preços dos fertilizantes, a intensificação de pastagens continua sendo uma das formas mais seguras de aumentar a produtividade e o lucro por hectare.</p>
<p>O segredo está em planejar, calcular e monitorar. A intensificação não é um custo, mas um investimento que se paga com eficiência, manejo correto e acompanhamento técnico.</p>
<p>Em um mercado cada vez mais competitivo, dominar a fertilidade do solo e o manejo das pastagens é o que diferencia o técnico que apenas executa daquele que transforma resultados no campo.</p>
<h2>Quer dominar a nutrição de bovinos de corte?</h2>
<p>A <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-de-bovinos-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pós-Graduação em Nutrição de Bovinos de Corte</strong></a> do Rehagro é o curso ideal para quem quer aplicar a intensificação de forma técnica, sustentável e rentável.</p>
<p>Com professores como Gustavo Siqueira, Adilson Aguiar e Bruno Gottardi, o curso ensina passo a passo como corrigir e adubar o solo, planejar lotação e transformar pastagens em negócios lucrativos.</p>
<ul>
<li>Aprenda a interpretar análises de solo e montar planos nutricionais completos.</li>
<li>Descubra como reduzir custos e aumentar o ganho por hectare.</li>
<li>Domine estratégias práticas de intensificação aplicadas nas melhores fazendas do país.</li>
</ul>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-de-bovinos-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-42003 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new.png" alt="Pós-graduação em Nutrição de Bovinos de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/intensificacao-de-pastagens-ainda-vale-a-pena-investir-em-adubacao/">Intensificação de pastagens: ainda vale a pena investir em adubação?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como preparar sua fazenda para gerar o bezerro do próximo pico de preço?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/como-preparar-sua-fazenda-para-gerar-o-bezerro-do-proximo-pico-de-preco/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 13:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bezerros]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pecuária de corte brasileira está em um momento importante de transformação. Enquanto o país mantém o maior rebanho comercial do mundo, a eficiência produtiva ainda apresenta oportunidades significativas de melhoria. Dados recentes mostram que o bezerro foi a commodity que mais se valorizou nos últimos 20 anos, superando até mesmo soja e milho. Esse [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/como-preparar-sua-fazenda-para-gerar-o-bezerro-do-proximo-pico-de-preco/">Como preparar sua fazenda para gerar o bezerro do próximo pico de preço?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A pecuária de corte brasileira está em um momento importante de transformação. Enquanto o país mantém o maior rebanho comercial do mundo, a eficiência produtiva ainda apresenta oportunidades significativas de melhoria.</p>
<p>Dados recentes mostram que <strong>o bezerro foi a <em>commodity</em> que mais se valorizou nos últimos 20 anos</strong>, superando até mesmo soja e milho. Esse cenário cria uma janela de oportunidade única para produtores que estiverem preparados tecnicamente.</p>
<p>No entanto, muitos pecuaristas ainda operam com a mentalidade de que &#8220;está tudo certo&#8221;, as vacas parem, os bezerros nascem, e o sistema continua funcionando. <strong>Mas será que está realmente funcionando de forma eficiente?</strong> Será que você está capturando todo o potencial genético e produtivo do seu rebanho?</p>
<p>Neste artigo, vamos explorar estratégias fundamentais para preparar sua operação de cria para maximizar resultados, desde a condição corporal das matrizes até o planejamento da estação de monta. São conhecimentos práticos, baseados em dados de milhões de vacas avaliadas em todo o Brasil.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
<script>
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});
</script></p>
</div>
<h2>O cenário atual da pecuária de cria no Brasil</h2>
<h3>A valorização contínua do bezerro</h3>
<p>O mercado de bezerros no Brasil apresenta uma tendência consistente de <strong>valorização</strong>. Diferentemente do passado, quando existia deságio de bezerro em relação ao boi gordo, hoje observamos uma mudança estrutural no mercado. Vários fatores contribuem para essa realidade:</p>
<ul>
<li><strong>Redução de áreas destinadas à cria</strong>: Pastagens antes ocupadas por vacas estão sendo convertidas para agricultura ou recria/engorda.</li>
<li><strong>Aumento da demanda por animais jovens</strong>: Frigoríficos habilitados para exportação (<strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/boi-china-o-que-e-e-quais-suas-exigencias/">especialmente China</a></strong>) demandam animais com até 30 meses.</li>
<li><strong>Intensificação dos sistemas de recria e engorda</strong>: Projetos maiores e mais tecnificados necessitam de maior volume de bezerros.</li>
</ul>
<h3>O desafio da eficiência produtiva</h3>
<p>Apesar do maior rebanho comercial do mundo, a pecuária brasileira de cria ainda apresenta índices modestos de tecnificação:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Apenas <strong>22% das vacas de corte são inseminadas</strong>.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Grande parte do rebanho ainda utiliza touros sem avaliação genética adequada.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Muitas propriedades não possuem controle individual das matrizes.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">A mentalidade de &#8220;baixo investimento, baixo retorno&#8221; ainda prevalece.</li>
</ul>
<p>A grande questão é: estamos compensando eficiência com volume. Temos muitos animais produzindo relativamente pouco, quando poderíamos ter sistemas mais eficientes gerando maior rentabilidade por área.</p>
<h2>A importância da condição corporal</h2>
<h3>Entendendo o Escore de Condição Corporal (ECC)</h3>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-bovinos-de-corte/">escore de condição corporal</a></strong> é uma ferramenta fundamental para avaliar o estado nutricional das matrizes. Na <strong>escala de 1 a 5</strong>, cada meio ponto representa aproximadamente 30 kg de peso vivo em uma vaca de 480 kg.</p>
<p>Classificação prática:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40462" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-ecc-1.png" alt="Tabela de classificação ecc" width="570" height="304" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-ecc-1.png 570w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-ecc-1-300x160.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-ecc-1-370x197.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-ecc-1-270x144.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-ecc-1-150x80.png 150w" sizes="auto, (max-width: 570px) 100vw, 570px" /></p>
<h3>O impacto direto na reprodução</h3>
<p>Dados de mais de 3 milhões de vacas avaliadas em todo o Brasil demonstram uma relação clara e inequívoca entre condição corporal e taxa de prenhez:</p>
<p><strong>Vacas primíparas (primeira cria)</strong>:</p>
<ul>
<li><strong>ECC 2,5 ao parto</strong>: 26% de prenhez;</li>
<li><strong>ECC 3,0-3,25 ao parto</strong>: 47% de prenhez;</li>
<li><strong>ECC 3,5 ao parto</strong>: 85% de prenhez na estação de monta completa.</li>
</ul>
<p><strong>Vacas multíparas:</strong></p>
<ul>
<li><strong>ECC 2,75</strong>: 44% de prenhez;</li>
<li><strong>ECC 3,0</strong>: 51% de prenhez;</li>
<li><strong>ECC 3,25</strong>: 54% de prenhez;</li>
<li><strong>ECC 3,5</strong>: 57% de prenhez.</li>
</ul>
<h3>Por que as primíparas são mais sensíveis?</h3>
<p>As novilhas de primeira cria enfrentam um desafio triplo:</p>
<ol>
<li>Ainda estão crescendo (faltam aproximadamente 20% do peso adulto);</li>
<li>Precisam produzir leite para o bezerro;</li>
<li>Devem emprenhar novamente em curto espaço de tempo.</li>
</ol>
<p>Por isso, a amplitude de resposta das primíparas é muito maior. Uma primípara que pare magra pode ter taxa de prenhez inferior a 30%, enquanto uma que pare em boa condição pode ultrapassar 80%.</p>
<h2>Estratégias para a estação de monta</h2>
<h3>O papel fundamental da IATF (Inseminação Artificial em Tempo Fixo)</h3>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/reproducao-bovina/">inseminação artificial</a></strong> com protocolos hormonais não deve ser vista apenas como uma ferramenta para <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/melhoramento-genetico-animal/">melhoramento genético</a></strong>. Seu papel mais importante é tirar a vaca do anestro pós-parto.</p>
<p>Benefícios da IATF:</p>
<ol>
<li><strong>Sincronização do rebanho</strong>: Concentra nascimentos, facilitando manejo.</li>
<li><strong>Antecipação da prenhez:</strong> Especialmente crítico para vacas zebuínas, que naturalmente apresentam anestro mais prolongado.</li>
<li><strong>Melhoramento genético acelerado</strong>: Acesso a touros superiores de centrais.</li>
<li><strong>Redução do intervalo entre partos</strong>: Fundamental para viabilidade econômica.</li>
</ol>
<h3>Estruturação da estação de monta</h3>
<p>Para propriedades que desejam implementar ou melhorar a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estacao-de-monta-para-gado-zebu/">estação de monta</a></strong>:</p>
<p><strong>Passo 1: Comece pequeno</strong></p>
<ul>
<li>Selecione um lote de 100 vacas;</li>
<li>Insemina apenas este grupo inicialmente;</li>
<li>Avalie os resultados práticos antes de expandir.</li>
</ul>
<p><strong>Passo 2: Separe as primíparas</strong></p>
<ul>
<li>Monte lotes específicos para novilhas de primeira cria;</li>
<li>Ofereça condições nutricionais superiores;</li>
<li>Monitore mais de perto essa categoria crítica.</li>
</ul>
<p><strong>Passo 3: Encurte progressivamente</strong></p>
<ul>
<li>Inicie com estações de 90 dias;</li>
<li>Reduza gradualmente para 70-80 dias;</li>
<li>Vacas que não emprenham nesse período devem ser descartadas.</li>
</ul>
<p><strong>Passo 4: Diagnóstico precoce</strong></p>
<ul>
<li>Realize diagnóstico de gestação o quanto antes;</li>
<li>Identifique e descarte vacas vazias rapidamente;</li>
<li>Evite que animais improdutivos consumam recursos na seca.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sanidade-estacao-monta?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-manual-sanitario&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39636 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario.png" alt="E-book Manual Sanitário da estação de monta" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>O desafio da época da seca</h2>
<p>A lotação de uma fazenda de cria não deve ser calculada pela capacidade de suporte das águas, mas sim pela disponibilidade de recursos na seca. Este é o principal erro estratégico cometido por produtores que enfrentam problemas reprodutivos.</p>
<p><strong>O ciclo vicioso:</strong></p>
<ol>
<li>Alta lotação durante todo o ano;</li>
<li>Escassez extrema na seca;</li>
<li>Vacas chegam magras à estação de monta;</li>
<li>Baixa <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/taxa-de-prenhez-na-pecuaria-de-corte/">taxa de prenhez</a></strong>;</li>
<li>Tentativa de compensar com estação de monta mais longa;</li>
<li>Parições tardias;</li>
<li>Ainda mais animais competindo na próxima seca.</li>
</ol>
<p><strong>O ciclo virtuoso:</strong></p>
<ol>
<li>Lotação adequada à capacidade da seca;</li>
<li>Vacas mantêm condição corporal;</li>
<li>Parem com ECC 3,5;</li>
<li>Alta taxa de prenhez precoce;</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/desmama-de-bezerros-de-corte/">Desmame</a></strong> antecipado possível;</li>
<li>Redução de bocas na seca;</li>
<li>Sistema sustentável.</li>
</ol>
<h3>Estratégias para manejo da seca</h3>
<p><strong>Opção 1: Lotação conservadora</strong></p>
<ul>
<li>Limite: aproximadamente 1 vaca por hectare como teto para sistemas sem suplementação intensiva;</li>
<li>Acima de 1,5 vacas/ha: necessidade inevitável de alguma estratégia de alimentação suplementar.</li>
</ul>
<p><strong>Opção 2: Suplementação estratégica</strong></p>
<ul>
<li>Sal mineral de qualidade (mínimo);</li>
<li>Sal proteinado ou ureia para correção de nitrogênio;</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-para-bovinos-de-corte/">Suplementos</a></strong> adensados para categorias críticas.</li>
</ul>
<p><strong>Opção 3: Sequestro de animais</strong></p>
<ul>
<li>Confinar vacas secas durante período crítico;</li>
<li>Confinar vacas vazias imediatamente após diagnóstico;</li>
<li>Permitir que vacas lactantes tenham acesso ao melhor pasto disponível.</li>
</ul>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Nutrição estratégica e suplementação</h2>
<h3>Creep feeding: para quem serve?</h3>
<p>Existe muita confusão sobre o papel do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/creep-feeding-e-creep-grazing-como-funcionam-as-suplementacoes-de-bezerros/">creep-feeding</a></strong> (suplementação de bezerros). Importante entender:</p>
<ul>
<li><strong>Creep-feeding beneficia principalmente o bezerro</strong>, não a vaca.</li>
<li>Dados científicos mostram que bezerros não reduzem consumo de leite quando recebem ração.</li>
<li><strong>O bezerro prioriza: 1º leite, 2º ração, 3º pasto</strong>.</li>
<li>Vacas não apresentam melhora significativa em condição corporal pelo uso de creep.</li>
</ul>
<p>O creep-feeding é utilizado com o objetivo de desmame com bezerros mais pesados, na preparação de animais para sistemas intensivos de recria.</p>
<h3>Suplementação mineral e proteica</h3>
<p><strong>Sal mineral:</strong></p>
<ul>
<li>Base fundamental para qualquer sistema;</li>
<li>Oferta à vontade durante todo o ano;</li>
<li>Qualidade do produto faz diferença significativa.</li>
</ul>
<p><strong>Suplementação proteica na seca:</strong></p>
<ul>
<li>Essencial para correção de deficiência de nitrogênio;</li>
<li>Melhora aproveitamento de forragem de baixa qualidade;</li>
<li>Pode ser feita com ureia ou fontes proteicas verdadeiras.</li>
</ul>
<h2>Melhoramento genético e seleção</h2>
<h3>Além do sêmen: a importância da vaca</h3>
<p>O melhoramento genético não se resume à escolha do touro ou sêmen. <strong>A vaca contribui com 50% da genética e é 100% responsável pelo ambiente intrauterino e produção de leite</strong>.</p>
<p>Características a selecionar nas matrizes:</p>
<ol>
<li><strong>Precocidade sexual</strong>: Emprenhar jovem e manter prenhez anual;</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/habilidade-materna/">Habilidade materna</a></strong>: Produção adequada de leite sem excessos;</li>
<li><strong>Adaptação ao ambiente</strong>: Resistência sem sacrificar produtividade;</li>
<li><strong>Eficiência</strong>: Manter condição corporal com recursos disponíveis.</li>
</ol>
<h3>Descarte estratégico</h3>
<p>Vacas que devem sair do rebanho:</p>
<ul>
<li>Vazias após 70-80 dias de estação de monta;</li>
<li>Que parem repetidamente tarde na estação;</li>
<li>Com histórico de bezerros leves ao desmame;</li>
<li>Cronicamente magras (ECC persistentemente baixo).</li>
</ul>
<p><strong>Importante: Vacas vazias devem ser comercializadas imediatamente após diagnóstico, não devem competir por recursos na seca.</strong></p>
<h2>Implementação prática: por onde começar</h2>
<p><strong>Nível 1 &#8211; Básico:</strong></p>
<ol>
<li>Implemente avaliação de condição corporal;</li>
<li>Identifique individualmente as matrizes;</li>
<li>Estabeleça uma estação de monta definida (mesmo com touro);</li>
<li>Realize diagnóstico de gestação;</li>
<li>Descarte vacas vazias prontamente.</li>
</ol>
<p><strong>Nível 2 &#8211; Intermediário:</strong></p>
<ol>
<li>Selecione touros provados (não bois de boiada);</li>
<li>Realize exame andrológico dos touros;</li>
<li>Separe lotes por categoria (primíparas, multíparas);</li>
<li>Implemente suplementação mineral de qualidade;</li>
<li>Ajuste lotação considerando a seca.</li>
</ol>
<p><strong>Nível 3 &#8211; Avançado:</strong></p>
<ol>
<li>Comece IATF em um lote piloto;</li>
<li>Expanda gradualmente conforme resultados;</li>
<li>Encurte progressivamente a estação de monta;</li>
<li>Implemente desmame precoce estratégico;</li>
<li>Otimize o sistema completo.</li>
</ol>
<h3>Investimentos necessários</h3>
<p>Infraestrutura mínima para IATF:</p>
<ul>
<li>Curral funcional com tronco de contenção;</li>
<li>Acesso adequado (para transporte de materiais e técnicos);</li>
<li>Capacitação da equipe;</li>
<li>Parceria com profissional qualificado.</li>
</ul>
<p>Retorno esperado:</p>
<ul>
<li>Concentração de nascimentos (facilita manejo);</li>
<li>Aumento de 10-15% na taxa de prenhez;</li>
<li>Bezerros 15-20 kg mais pesados ao desmame;</li>
<li>Redução do intervalo entre partos;</li>
<li>Melhoria genética acelerada do rebanho.</li>
</ul>
<h2>Erros comuns a evitar</h2>
<h3>1. Aumentar a estação de monta para &#8220;compensar&#8221;</h3>
<p>Este é talvez o erro mais grave. Estender a estação de monta apenas posterga problemas e cria um ciclo vicioso de parições cada vez mais tardias.</p>
<h3>2. Focar apenas no touro/sêmen</h3>
<p>O melhor sêmen do mundo não compensa uma vaca em má condição corporal ou manejo nutricional inadequado.</p>
<h3>3. Ignorar as primíparas</h3>
<p>Novilhas de primeira cria são a categoria mais sensível e que mais afeta a eficiência reprodutiva do rebanho. Merecem atenção especial.</p>
<h3>4. Não descartar vacas improdutivas</h3>
<p>Manter vacas vazias ou com baixo desempenho consome recursos valiosos e compromete o sistema como um todo.</p>
<h3>5. Calcular lotação apenas pelas águas</h3>
<p>A seca define a capacidade real do sistema. Planejar lotação baseado apenas no período chuvoso é receita para o fracasso.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A pecuária de cria brasileira está diante de uma oportunidade única. O valor do bezerro está em alta, a demanda estrutural é crescente, e o país possui condições excepcionais para aplicação de tecnologias reprodutivas, algo que poucos países no mundo podem fazer devido às suas características de área por vaca.</p>
<p>No entanto, aproveitar esse momento exige mudança de mentalidade. Não basta &#8220;ter vacas que parem&#8221;. É preciso ter vacas que parem no momento certo, em boa condição corporal, emprenhando rapidamente e desmamando bezerros pesados.</p>
<p>Lembre-se: na pecuária de cria, não trabalhamos com médias de lote, trabalhamos com indivíduos. Cada vaca é uma unidade produtiva que merece ser avaliada, manejada e, quando necessário, substituída. Essa é a essência da gestão eficiente que separa os 25% mais tecnificados dos demais 75% do rebanho brasileiro.</p>
<p><strong>O momento de preparar o bezerro do próximo pico de preço é agora</strong>, começando com a vaca que está gestante na sua fazenda neste exato momento.</p>
<h2>Transforme sua fazenda em um negócio mais lucrativo</h2>
<p>Produzir mais arrobas é importante, mas só quem domina a gestão consegue transformar produtividade em lucro real. No <a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Curso Gestão na Pecuária de Corte</strong></a> do Rehagro, você aprende a organizar a fazenda, controlar custos, aumentar a eficiência e tomar decisões seguras que fazem diferença no resultado.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/como-preparar-sua-fazenda-para-gerar-o-bezerro-do-proximo-pico-de-preco/">Como preparar sua fazenda para gerar o bezerro do próximo pico de preço?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Suplementação na fase de cria: estratégias para melhorar desempenho do rebanho</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-na-cria/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-na-cria/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 13:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[cria]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[suplementação bovina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A fase de cria é, sem dúvida, o maior desafio dentro de um sistema de pecuária de corte. É nela que o sucesso reprodutivo e o peso dos bezerros são definidos, impactando diretamente a rentabilidade da fazenda. Porém, muitos sistemas ainda enfrentam baixos índices de prenhez, bezerros leves e vacas em más condições corporais, problemas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A fase de cria é, sem dúvida, o maior desafio dentro de um sistema de pecuária de corte. É nela que o sucesso reprodutivo e o peso dos bezerros são definidos, impactando diretamente a rentabilidade da fazenda.</p>
<p>Porém, muitos sistemas ainda enfrentam baixos índices de prenhez, bezerros leves e vacas em más condições corporais, problemas que, na maioria das vezes, têm origem em falhas de <strong>planejamento nutricional e reprodutivo</strong>.</p>
<p>Nos últimos anos, o uso estratégico da <strong>suplementação na cria</strong> tem se consolidado como uma das ferramentas mais eficazes para corrigir esses <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/gargalos-nutricionais-na-pecuaria-de-corte/">gargalos</a></strong>. Quando bem aplicada, ela melhora o escore corporal das vacas, acelera o retorno ao cio pós-parto e eleva o peso dos bezerros ao desmame, sem que isso signifique aumento descontrolado de custos.</p>
<p>Neste artigo, você vai entender como planejar, ajustar e aplicar a suplementação na cria de forma técnica e rentável, usando como base conceitos amplamente aplicados em fazendas de referência no país.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
<script>
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</script></p>
</div>
<h2>Entendendo o sistema de cria e suas exigências nutricionais</h2>
<p>O sistema de cria é composto por vacas, bezerros, bezerras, novilhas e touros. Cada grupo tem <strong>exigências nutricionais diferentes</strong>, que variam conforme a fase produtiva, a idade e o estado fisiológico.</p>
<p>Por exemplo, <strong>novilhas precoces</strong> (12 a 14 meses) ainda estão em fase de crescimento acelerado e, portanto, demandam maior energia e proteína do que novilhas adultas. Já as <strong>vacas primíparas</strong>, por estarem em lactação e ainda em crescimento, possuem uma das maiores exigências do rebanho.</p>
<p>Diferentemente das vacas multíparas, que já completaram seu desenvolvimento corporal, as primíparas precisam equilibrar energia entre mantença, produção de leite e reprodução, o que explica sua maior dificuldade em voltar ao cio.</p>
<p>Reconhecer essas diferenças é essencial para planejar dietas específicas por categoria, evitando um dos erros mais comuns na pecuária: <strong>tratar todos os animais da fazenda da mesma forma.</strong></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-suplementacao-gado-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=guia-suplementacao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39643 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png" alt="E-book Suplementação do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>O papel do planejamento reprodutivo na suplementação</h2>
<p>Antes de definir qual suplemento usar, é indispensável estruturar um <strong>planejamento reprodutivo coerente</strong> com a oferta de forragem da fazenda.</p>
<p>O ideal é que o terço médio de gestação das vacas coincida com o período de maior produção e qualidade das pastagens, normalmente, nos meses de maior pluviosidade. Essa sincronia garante que as fêmeas tenham energia suficiente durante a formação das fibras musculares do feto, resultando em bezerros mais pesados e com melhor desempenho ao longo da vida.</p>
<h2>Tipos de suplementos utilizados na cria</h2>
<p>O sucesso da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-para-bovinos-de-corte/">suplementação</a></strong> depende de selecionar o produto certo, na época certa e para a categoria certa. Entre os tipos mais utilizados estão:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40445" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/suplementos-utilizados-cria.png" alt="Tabela com tipos de suplementos utilizados na cria " width="868" height="414" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/suplementos-utilizados-cria.png 868w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/suplementos-utilizados-cria-300x143.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/suplementos-utilizados-cria-768x366.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/suplementos-utilizados-cria-370x176.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/suplementos-utilizados-cria-270x129.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/suplementos-utilizados-cria-740x353.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/suplementos-utilizados-cria-150x72.png 150w" sizes="auto, (max-width: 868px) 100vw, 868px" /></p>
<p>A escolha deve levar em conta a categoria animal, a época do ano, a estrutura disponível (cochos, logística, pasto) e o custo-benefício da estratégia.</p>
<h2>Como escolher o suplemento ideal</h2>
<p>Definir o suplemento adequado exige responder algumas perguntas estratégicas:</p>
<p><strong>1. Qual categoria será suplementada?</strong></p>
<p>Precocinhas, novilhas, primíparas e multíparas têm exigências diferentes. Apartar os lotes é o primeiro passo.</p>
<p><strong>2. Qual é o objetivo?</strong></p>
<p>Ganhar peso para atingir a puberdade, recuperar escore, manter lactação ou apenas garantir a mantença?</p>
<p><strong>3. Quanto tempo tenho para atingir a meta?</strong></p>
<p>O tempo até a estação de monta define o plano nutricional e o nível de investimento necessário.</p>
<p><strong>4. Qual é a época do ano?</strong></p>
<p>Nas águas, o foco deve ser potencializar a forragem; na seca, corrigir deficiência de proteína e energia.</p>
<p><strong>5. O caixa da fazenda suporta a estratégia?</strong></p>
<p>Cada nível de suplementação implica em um custo. É fundamental alinhar o plano ao orçamento.</p>
<p>Ao responder essas perguntas, o profissional consegue montar um <strong>plano nutricional realista e eficiente</strong>, evitando desperdícios e maximizando o retorno.</p>
<h2>Importância do escore corporal</h2>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-bovinos-de-corte/">escore de condição corporal (ECC)</a></strong> é um dos indicadores mais práticos e eficazes para avaliar se o manejo nutricional está adequado.</p>
<p>Em vacas de cria, <strong>manter um escore entre 3 e 3,5 (em escala de 1 a 5) é o ideal para garantir boa <a href="https://rehagro.com.br/blog/taxa-de-prenhez-na-pecuaria-de-corte/">taxa de prenhez</a></strong>. Animais abaixo de 2,5 entram em balanço energético negativo, o que compromete a ovulação e reduz drasticamente o desempenho reprodutivo.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40446" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-ecc.png" alt="Tabela escore de condição corporal" width="769" height="372" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-ecc.png 769w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-ecc-300x145.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-ecc-370x179.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-ecc-270x131.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-ecc-740x358.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-ecc-150x73.png 150w" sizes="auto, (max-width: 769px) 100vw, 769px" /></p>
<p>Estudos mostram que <strong>a cada ponto de escore corporal perdido, a vaca precisa ganhar de 35 a 55 kg</strong> para retornar ao estado ideal. Por isso, suplementar corretamente antes da estação de monta é essencial.</p>
<h2>Erros comuns na suplementação de vacas de cria</h2>
<ol>
<li><strong>Tratar todas as categorias de forma igual</strong>: Cada fase exige um plano nutricional diferente, especialmente primíparas e vacas em lactação.</li>
<li><strong>Ignorar a estrutura de cochos e <a href="https://rehagro.com.br/blog/bebedouro-para-gado-e-a-importancia-da-qualidade-da-agua/">bebedouros</a></strong>: Falta de espaço ou lama reduz o consumo e compromete o resultado.</li>
<li><strong>Acreditar que o suplemento corrige falhas de manejo</strong>: A suplementação deve complementar a dieta de pasto, não substituir a gestão da forragem.</li>
<li><strong>Falta de monitoramento</strong>: Sem registro de consumo, não é possível saber se o suplemento está sendo fornecido corretamente.</li>
<li><strong>Não avaliar o custo-benefício</strong>: Suplementar é investimento e precisa gerar retorno financeiro mensurável.</li>
</ol>
<h2>Como avaliar se o manejo está funcionando</h2>
<p>Monitorar o fornecimento e o consumo é essencial. Isso pode ser feito por meio de planilhas simples com as seguintes informações:</p>
<ul>
<li>Quantidade de animais por lote;</li>
<li>Tipo e quantidade de suplemento fornecido;</li>
<li>Data e responsável pelo fornecimento;</li>
<li>Consumo médio estimado por cabeça.</li>
</ul>
<p>Além disso, a <strong>análise visual das fezes</strong> pode indicar se a dieta está equilibrada. Fezes muito ressecadas sugerem deficiência proteica; já fezes pastosas indicam dieta adequada.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A suplementação na cria deve ser tratada como uma <strong>ferramenta de gestão estratégica</strong>, e não como um custo inevitável. Quando aplicada com base em dados, planejamento e acompanhamento técnico, ela se transforma em um dos pilares mais rentáveis da pecuária de corte.</p>
<p>Mais do que alimentar, o papel do nutricionista é <strong>equilibrar o sistema</strong>, garantindo que cada categoria receba o suporte adequado para expressar seu potencial produtivo e reprodutivo.</p>
<p>O resultado é uma fazenda mais eficiente, com vacas prenhes, bezerros pesados e um caixa saudável, a verdadeira essência da pecuária moderna.</p>
<h2>Quer dominar a nutrição de bovinos de corte?</h2>
<p>Se você quer se tornar referência em nutrição e manejo de pastagens na pecuária de corte, a <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-de-bovinos-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pós-Graduação em Nutrição de Bovinos de Corte</strong></a> do Rehagro é o caminho ideal.</p>
<p>Com metodologia prática e professores que atuam diretamente em fazendas de todo o país, o curso mostra como transformar o conhecimento técnico em resultado econômico, seja você consultor, técnico ou gestor de fazenda.</p>
<ul>
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</ul>
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<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-na-cria/">Suplementação na fase de cria: estratégias para melhorar desempenho do rebanho</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Gargalos nutricionais na pecuária de corte: onde estão e como corrigir com eficiência</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/gargalos-nutricionais-na-pecuaria-de-corte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 13:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[manejo nutricional]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A nutrição animal é sem dúvida um dos pilares mais determinantes na eficiência dos sistemas de produção de bovinos de corte. Enquanto o foco da pecuária muitas vezes recai sobre genética, manejo sanitário ou comercialização, a realidade no campo mostra que os gargalos nutricionais podem representar perdas significativas de desempenho e rentabilidade. Mesmo em propriedades [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A nutrição animal é sem dúvida um dos pilares mais determinantes na eficiência dos sistemas de produção de bovinos de corte. Enquanto o foco da pecuária muitas vezes recai sobre genética, manejo sanitário ou comercialização, a realidade no campo mostra que os <strong>gargalos nutricionais</strong> podem representar perdas significativas de desempenho e rentabilidade.</p>
<p>Mesmo em propriedades tecnificadas, é comum observar inconsistências no planejamento alimentar, desequilíbrios entre oferta e exigência nutricional ou falhas pontuais no fornecimento de suplementos. Esses elementos, quando não identificados e corrigidos, se transformam em <strong>obstáculos silenciosos à produtividade</strong>.</p>
<p>Este artigo tem como objetivo explorar os principais gargalos nutricionais que afetam a pecuária de corte, explicando suas causas, consequências e, principalmente, <strong>como diagnosticá-los e superá-los de forma prática e embasada</strong>.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Gargalos nutricionais: conceito, causas e pontos críticos</h2>
<p>Os gargalos nutricionais na pecuária de corte podem ser definidos como <strong>restrições persistentes ou recorrentes na oferta ou no aproveitamento dos nutrientes essenciais</strong>, que comprometem o desempenho animal de forma direta ou indireta.</p>
<p>Eles se diferenciam de deficiências pontuais por sua característica sistêmica: não são meros erros esporádicos, mas sim falhas estruturais ou de manejo que se repetem e travam o potencial produtivo do rebanho.</p>
<h3>Como os gargalos se formam?</h3>
<p>Diversos fatores contribuem para a formação desses gargalos, e eles costumam se combinar no campo de forma complexa. Entre os principais, destacam-se:</p>
<h4>1. Baixa qualidade ou quantidade de forragem</h4>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/">Pastagens mal manejadas</a></strong> ou degradadas;</li>
<li>Espécies forrageiras mal adaptadas ao solo ou clima;</li>
<li>Ausência de adubação e correção de solo;</li>
<li>Alta <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao/">lotação</a></strong> animal sem ajuste sazonal.</li>
</ul>
<h4>2. Planejamento nutricional inadequado</h4>
<ul>
<li>Fórmulas genéricas que não consideram a categoria animal ou o estágio produtivo.</li>
<li>Uso de <strong>suplementos incompatíveis</strong> com o perfil da dieta base.</li>
<li>Subestimação das exigências nutricionais em momentos críticos (ex: seca, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/periodo-de-transicao-seca-aguas/">transições</a></strong> e terminação).</li>
</ul>
<h4>3. Erros no fornecimento</h4>
<ul>
<li><strong>Falhas operacionais na distribuição de suplemento</strong> (ex: falta de cocho, mistura irregular).</li>
<li><strong>Acesso limitado ou competitivo ao alimento</strong> (ex: espaçamento de cocho incorreto).</li>
<li>Baixo consumo voluntário devido à palatabilidade, estrutura ou rotina inadequada.</li>
</ul>
<h4>4. Falta de monitoramento</h4>
<ul>
<li>Inexistência de dados sobre consumo, desempenho e conversão alimentar.</li>
<li>Ausência de avaliação de pastagem e análise bromatológica.</li>
<li>Diagnósticos baseados em percepção e não em evidências.</li>
</ul>
<h3>Onde esses gargalos mais aparecem?</h3>
<p>Os gargalos nutricionais podem se manifestar em diferentes pontos da cadeia produtiva, mas alguns momentos e situações são especialmente críticos:</p>
<ul>
<li><strong>Períodos de transição climática</strong>: início da seca ou entre lotes de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/">pastejo rotacionado</a></strong>.</li>
<li><strong>Mudança de fase produtiva</strong>: passagem da recria para terminação, sem ajustes na dieta.</li>
<li><strong>Alta lotação</strong>: competição por recursos, menor ingestão por animal.</li>
<li><strong>Ambientes degradados</strong>: solos pobres, pastagens esgotadas e baixa resposta à suplementação.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-suplementacao-gado-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=guia-suplementacao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39643 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png" alt="E-book Suplementação do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Deficiências nutricionais em bovinos de corte: como reconhecer e quantificar</h2>
<p>As deficiências nutricionais em bovinos de corte representam o <strong>reflexo direto dos gargalos nutricionais</strong> no organismo do animal. Elas comprometem funções metabólicas, imunológicas, reprodutivas e produtivas, sendo uma das principais causas de queda de desempenho em sistemas de engorda, recria e até mesmo na fase de cria.</p>
<p>Reconhecer e quantificar essas deficiências é um passo fundamental para <strong>ajustar o manejo nutricional de forma técnica e assertiva</strong>, com impacto direto na produtividade e na rentabilidade.</p>
<h3>Macronutrientes: energia e proteína</h3>
<p>Os macronutrientes são os que os bovinos mais consomem em volume, e também os que mais impactam no ganho de peso e na eficiência alimentar.</p>
<h4>Energia</h4>
<ul>
<li><strong>Fonte</strong>: carboidratos fibrosos (forragens), amido (milho, sorgo) e gorduras.</li>
<li><strong>Sinais de deficiência</strong>:
<ul>
<li>Redução do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/">GMD</a></strong>;</li>
<li>Atraso no tempo de abate;</li>
<li>Baixo <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-bovinos-de-corte/">escore corporal</a></strong>;</li>
<li>Maior tempo de ruminação sem ganho proporcional.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<h4>Proteína</h4>
<ul>
<li><strong>Fonte</strong>: pastagem jovem, farelo de soja, ureia, fontes proteicas vegetais e animais.</li>
<li><strong>Sinais de deficiência</strong>:</li>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Baixo consumo de forragem (menor digestibilidade);</li>
<li>Crescimento lento;</li>
<li>Retardo na maturidade sexual;</li>
<li>Queda de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-o-rendimento-do-ganho-de-animais-abatidos/">rendimento de carcaça</a></strong>.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<h3>Micronutrientes: minerais e vitaminas</h3>
<p>Embora necessários em menores quantidades, os micronutrientes são vitais para o metabolismo e imunidade do animal. A carência de um único mineral pode limitar todo o sistema de produção.</p>
<h4>Minerais essenciais e seus efeitos</h4>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39857" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-minerais-essenciais.png" alt="Tabela com minerais essenciais para suplementação de bovinos" width="1142" height="471" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-minerais-essenciais.png 1142w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-minerais-essenciais-300x124.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-minerais-essenciais-1024x422.png 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-minerais-essenciais-768x317.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-minerais-essenciais-370x153.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-minerais-essenciais-270x111.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-minerais-essenciais-740x305.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-minerais-essenciais-150x62.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1142px) 100vw, 1142px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">Fonte: EMBRAPA Gado de Corte – Manual de Suplementação para Bovinos</span></p>
<h3>Como identificar deficiências no campo</h3>
<p>A identificação pode ser feita por meio de avaliação zootécnica e laboratorial, combinando observações visuais com dados analíticos.</p>
<h4>Indicadores práticos:</h4>
<ul>
<li><strong>Escore corporal (ECC)</strong>: abaixo de 2,5 em lotes de recria ou terminação já é sinal de alerta.</li>
<li><strong>GMD abaixo da meta esperada</strong> (ex: &lt; 500 g/dia em recria a pasto com suplementação).</li>
<li><strong>Alterações de pelagem, apatia, escore de cascos e mucosas</strong>.</li>
</ul>
<h4>Ferramentas de apoio:</h4>
<ul>
<li>Análise bromatológica da forragem e do suplemento.</li>
<li>Análise de sangue (nível de minerais).</li>
<li>Avaliação da dieta total (DTN) comparada às exigências do NRC ou BR-CORTE.</li>
</ul>
<h2>Efeitos diretos na produtividade e nos resultados econômicos</h2>
<p>As <strong>deficiências nutricionais em bovinos de corte</strong> impactam diretamente os pilares que sustentam a rentabilidade da atividade pecuária: <strong>desempenho produtivo, eficiência no uso dos recursos e retorno econômico. </strong></p>
<p>Quando o rebanho não recebe os nutrientes necessários em quantidade e qualidade adequadas, as perdas se acumulam em toda a cadeia produtiva.</p>
<h3>Redução no desempenho zootécnico por fase produtiva</h3>
<p>Cada <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/as-fases-da-bovinocultura-de-corte-quais-sao/">fase do ciclo de produção</a></strong> possui exigências nutricionais específicas. Gargalos em qualquer uma delas afetam o desempenho geral:</p>
<ul>
<li><strong>Na cria</strong>: Deficiências na matriz afetam o vigor do bezerro ao nascimento e o desenvolvimento inicial, com reflexos negativos na imunidade e na taxa de sobrevivência.</li>
<li><strong>Na recria</strong>: A falta de proteína ou energia limita o crescimento ósseo e muscular, estendendo o tempo necessário até a terminação.</li>
<li><strong>Na engorda</strong>: A conversão alimentar se torna ineficiente, exigindo maior tempo e mais insumos para atingir o peso ideal de abate.</li>
</ul>
<p>Esses atrasos comprometem o giro de lotes e impactam diretamente a taxa de lotação da fazenda, reduzindo o volume total de arrobas produzidas por hectare/ano.</p>
<h3>Impactos financeiros diretos e indiretos</h3>
<p>A consequência mais evidente de um manejo nutricional inadequado é a redução do lucro por animal. Entre os principais impactos financeiros estão:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39858" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-impactos-financeiros.png" alt="Tabela com impactos financeiros causados por gargalos nutricionais" width="877" height="477" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-impactos-financeiros.png 877w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-impactos-financeiros-300x163.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-impactos-financeiros-768x418.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-impactos-financeiros-370x201.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-impactos-financeiros-270x147.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-impactos-financeiros-740x402.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-impactos-financeiros-150x82.png 150w" sizes="auto, (max-width: 877px) 100vw, 877px" /></p>
<p>Além disso, deficiências nutricionais podem resultar em carcaças com menor acabamento, o que reduz o rendimento de cortes nobres e compromete a bonificação por qualidade paga por frigoríficos.</p>
<h2>Superando gargalos com um manejo nutricional eficiente</h2>
<p>A boa notícia é que os gargalos nutricionais não são uma sentença definitiva. Com um manejo nutricional bem estruturado, é possível transformar deficiências em oportunidades de ganho de eficiência, produtividade e rentabilidade. O segredo está no planejamento estratégico aliado a decisões técnicas embasadas.</p>
<h3>Diagnóstico e planejamento nutricional</h3>
<p>O ponto de partida é o diagnóstico da situação atual da propriedade. Isso envolve:</p>
<ul>
<li><strong>Análise da forragem disponível</strong>, para conhecer o valor nutricional real do pasto em diferentes épocas do ano;</li>
<li><strong>Levantamento das exigências nutricionais dos animais</strong>, com base na fase produtiva (bezerros, garrotes, bois em terminação, matrizes);</li>
<li><strong>Verificação da estrutura de suplementação existente</strong>, avaliando disponibilidade de cochos, água e logística de distribuição.</li>
</ul>
<p>A partir disso, é possível planejar dietas balanceadas que levem em consideração a disponibilidade dos nutrientes no sistema e os objetivos zootécnicos da fazenda.</p>
<h3>Estratégias nutricionais na prática</h3>
<p>Algumas medidas comprovadamente eficazes para superar gargalos incluem:</p>
<h4>1. Suplementação mineral estratégica</h4>
<p>A simples <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-mineral-para-bovinos-de-corte/">correção de deficiências minerais</a></strong> já gera ganhos expressivos de produtividade. O uso de misturas adequadas à região e ao solo é essencial para manter o rebanho saudável e com bom desempenho.</p>
<h4>2. Suplementação proteica e energética</h4>
<p>Principalmente na seca, a oferta de <strong>proteína e energia</strong> deve ser ajustada para manter o desempenho. O uso de suplementos como ureia, farelo de soja ou polpa cítrica pode equilibrar dietas de pastagens fibrosas e pobres em proteínas.</p>
<h4>3. Manejo de lotação e pastejo rotacionado</h4>
<p>Manter o pasto em bom estado também é uma medida nutricional. Sistemas rotacionados com <strong>controle de entrada e saída dos animais</strong> preservam a qualidade da forragem e garantem melhor aproveitamento.</p>
<h4>4. Uso de aditivos e tecnologias nutricionais</h4>
<p>Produtos como <strong>monensina, probióticos ou tamponantes ruminais</strong> podem melhorar a conversão alimentar, controlar distúrbios digestivos e potencializar o aproveitamento dos nutrientes.</p>
<h3>Monitoramento e ajustes contínuos</h3>
<p>O manejo nutricional não é uma ação pontual, mas um processo contínuo que exige acompanhamento de resultados e ajustes periódicos. O uso de indicadores como ganho médio diário (GMD), conversão alimentar e escore de condição corporal permite uma tomada de decisão mais técnica e precisa.</p>
<p>Além disso, contar com <strong>apoio técnico especializado</strong> (<strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/veterinarios-e-zootecnistas-na-pecuaria-de-corte/">zootecnistas, médicos veterinários</a></strong>, consultores) é fundamental para garantir a eficácia das intervenções e evitar erros que comprometam os resultados.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Ao longo deste artigo, vimos que os <strong>gargalos nutricionais na pecuária de corte </strong>são um dos principais entraves para que o setor atinja todo o seu potencial produtivo. Esses gargalos não se limitam a situações extremas ou evidentes, muitas vezes, são silenciosos e crônicos, afetando o desempenho do rebanho de forma gradual e acumulativa.</p>
<p>A nutrição animal, quando tratada de forma estratégica, deixa de ser um centro de custos para se tornar um <strong>fator de ganho e competitividade</strong>. Superar deficiências nutricionais exige mais do que aplicar suplementos: requer planejamento técnico, análise da realidade da propriedade, acompanhamento zootécnico e, sobretudo, mudança de mentalidade.</p>
<p>Afinal, <strong>o boi só produz o que consome</strong> e a eficiência do sistema começa no cocho.</p>
<h2>Torne-se referência em nutrição na pecuária de corte!</h2>
<p>Com a <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-de-bovinos-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pós-graduação em Nutrição de Bovinos de Corte</strong></a>, você vai aprender na prática a formular dietas que garantem o desempenho dos animais e geram lucro para o produtor.</p>
<p>Além disso, será capaz de montar estratégias nutricionais completas, alinhadas à realidade e aos objetivos da fazenda. Torne-se um profissional completo, dominando técnica e gestão, ganhando destaque no mercado da sua região.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-de-bovinos-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-42003 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new.png" alt="Pós-graduação em Nutrição de Bovinos de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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		<title>Influência do clima na pecuária de corte: como enfrentar os impactos na produção de carne bovina</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/influencia-do-clima-na-pecuaria-de-corte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Oct 2025 13:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pecuária de corte é uma das atividades mais estratégicas do agronegócio brasileiro. O país ocupa lugar de destaque como um dos maiores produtores e exportadores de carne bovina do mundo. No entanto, por trás dos números que consolidam essa posição, existe uma variável cada vez mais determinante e ao mesmo tempo, muitas vezes negligenciada: [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A pecuária de corte é uma das atividades mais estratégicas do agronegócio brasileiro. O país ocupa lugar de destaque como um dos maiores produtores e exportadores de carne bovina do mundo. No entanto, por trás dos números que consolidam essa posição, existe uma variável cada vez mais determinante e ao mesmo tempo, muitas vezes negligenciada: o clima.</p>
<p>A influência do clima na pecuária de corte deixou de ser um tema de interesse apenas de pesquisadores ou meteorologistas. Ela passou a <strong>fazer parte do dia a dia do pecuarista</strong>, do técnico de campo e até dos investidores do setor.</p>
<p>As oscilações de temperatura, os eventos climáticos extremos e as mudanças nos padrões de chuvas afetam diretamente a produtividade, o bem-estar animal, a qualidade e sazonalidade do pasto, os custos de produção e, claro, a rentabilidade da fazenda.</p>
<p>Portanto, falar sobre a <strong>influência do clima na pecuária de corte</strong> é mais do que uma preocupação ambiental, é uma estratégia de gestão e de sobrevivência do negócio.</p>
<p>Neste artigo, vamos analisar como o clima afeta a produção de carne bovina, quais os principais riscos para a atividade, mas também mostrar soluções práticas, estratégias de adaptação e como transformar um possível desafio em oportunidade.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Como o clima afeta a pecuária de corte?</h2>
<h3>Variações climáticas e seus efeitos sobre o gado</h3>
<p>As mudanças de temperatura e umidade relativa do ar impactam diretamente a fisiologia dos bovinos. Como animais homeotérmicos, os bovinos têm capacidade limitada de dissipar calor.</p>
<p>Quando as temperaturas ambientais ultrapassam a <strong>zona de conforto térmico</strong>, geralmente entre 10 °C e 27 °C para bovinos de corte, os animais entram em estresse térmico, uma condição que afeta negativamente a saúde, o comportamento e o desempenho produtivo.</p>
<p>As principais variações climáticas com impacto direto são:</p>
<ul>
<li><strong>Altas temperaturas constantes</strong> (especialmente acima de 30 °C);</li>
<li><strong>Amplitude térmica elevada</strong> entre o dia e a noite;</li>
<li><strong>Baixa umidade relativa</strong> ou secas prolongadas;</li>
<li><strong>Chuvas intensas em curtos períodos</strong>, que afetam logística e manejo do pasto.</li>
</ul>
<p>Esses fatores alteram rotinas diárias, reduzem a ingestão de alimento e, em muitos casos, exigem mudanças no calendário de manejo da propriedade.</p>
<h3>Estresse térmico: principais consequências no desempenho animal</h3>
<p>O <strong>estresse térmico</strong> é uma das maiores ameaças silenciosas à rentabilidade da pecuária de corte. Quando submetido a calor extremo por longos períodos, o animal tende a <strong>diminuir sua ingestão alimentar</strong> para reduzir a produção de calor metabólico, o que leva, naturalmente, à <strong>redução no ganho de peso diário</strong>.</p>
<p>Entre os principais efeitos do estresse térmico no gado de corte, destacam-se:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39850" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-consequencias-estresse-termico.png" alt="Consequências e impactos diretos na produção causados pelo estresse térmico" width="915" height="477" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-consequencias-estresse-termico.png 915w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-consequencias-estresse-termico-300x156.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-consequencias-estresse-termico-768x400.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-consequencias-estresse-termico-370x193.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-consequencias-estresse-termico-270x141.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-consequencias-estresse-termico-740x386.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-consequencias-estresse-termico-150x78.png 150w" sizes="auto, (max-width: 915px) 100vw, 915px" /></p>
<p>Além da temperatura, outros fatores ambientais também devem ser levados em consideração:</p>
<ul>
<li><strong>Umidade relativa do ar elevada</strong> impede a dissipação do calor por sudorese e respiração, agravando o estresse térmico.</li>
<li><strong>Radiação solar direta</strong> sem sombreamento adequado pode elevar a temperatura da pele do animal para além dos 40 °C.</li>
<li><strong>Velocidade do vento e ventilação natural</strong> são essenciais para reduzir a sensação térmica real, principalmente em confinamentos e piquetes com sombra limitada.</li>
</ul>
<h2>Principais desafios para os produtores</h2>
<p>A influência do clima na pecuária de corte se manifesta de forma ampla e, muitas vezes, cumulativa.</p>
<p>O pecuarista sente os <strong>impactos diretamente na produtividade e nos custos</strong>, mas também de maneira indireta, como na degradação de pastagens ou na alteração de ciclos reprodutivos. Abaixo, destacamos os principais desafios enfrentados dentro da porteira:</p>
<h3>Perdas econômicas relacionadas ao clima</h3>
<p>Um dos maiores problemas enfrentados pela pecuária em períodos climáticos adversos é o <strong>aumento do custo de produção combinado com a queda de produtividade</strong>.</p>
<p>Quando o animal consome menos, engorda menos, e o tempo de terminação se alonga, isso significa mais dias no pasto ou no cocho, menor diluição do custo do suplemento, água, medicamentos e manejo.</p>
<p>Além disso, a queda no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/taxa-de-prenhez-na-pecuaria-de-corte/">índice de prenhez</a></strong>, comum em períodos de estresse térmico, reduz a taxa de reposição e compromete o planejamento de venda futura.</p>
<h3>Aumento de doenças e mortalidade em cenários extremos</h3>
<p>O estresse térmico e nutricional não apenas afetam o desempenho, como também <strong>baixam a imunidade dos animais</strong>. Isso abre espaço para a ocorrência de doenças metabólicas, respiratórias e até digestivas.</p>
<p>Além disso, em anos de calor extremo, o risco de <strong>mortalidade de animais mais jovens, debilitados ou em fase de terminação aumenta significativamente</strong>, principalmente se não houver áreas sombreadas, acesso constante à água e suporte nutricional adequado.</p>
<p>Outro fator crítico é a <strong>proliferação de parasitas</strong> (como carrapatos e moscas) em condições de calor e umidade, o que exige maior controle sanitário e uso de produtos veterinários.</p>
<h3>Mudanças na qualidade do pasto e disponibilidade de água</h3>
<p>O pasto é a base do sistema de produção de corte no Brasil e é também uma das primeiras vítimas dos desequilíbrios climáticos.</p>
<p><strong>Períodos de estiagem prolongada</strong> reduzem drasticamente o crescimento das forrageiras, forçando o pecuarista a investir em suplementação emergencial ou até mesmo no uso de silagem antecipada. Já em anos de chuvas intensas, o pasto pode ser danificado pelo pisoteio, compactação do solo e proliferação de fungos.</p>
<p>Além disso, há o problema da <strong>disponibilidade e qualidade da água</strong>. Rios, córregos e açudes tendem a secar ou ter qualidade comprometida em momentos críticos, afetando o consumo hídrico dos animais e o funcionamento de bebedouros e sistemas hidráulicos da fazenda.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-bebedouros-e-qualidade-de-agua-para-bovinos?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-bebedouros&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39630 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-bebedouros-qualidade-agua.png" alt="E-book Bebedouros e qualidade de água para bovinos" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-bebedouros-qualidade-agua.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-bebedouros-qualidade-agua-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-bebedouros-qualidade-agua-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-bebedouros-qualidade-agua-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-bebedouros-qualidade-agua-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-bebedouros-qualidade-agua-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-bebedouros-qualidade-agua-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Soluções aplicáveis dentro da fazenda</h2>
<p>Até aqui vimos como o clima impacta negativamente, agora é hora de falar do que realmente pode ser feito dentro da porteira, com ações de curto, médio e longo prazo.</p>
<p>Essa seção é voltada para soluções práticas, reais e adotáveis, com foco em gestão, manejo e tecnologia.</p>
<h3>Ferramentas tecnológicas para previsão e monitoramento climático</h3>
<p>A tecnologia é uma aliada valiosa para antecipar eventos climáticos e tomar decisões mais seguras. Hoje, diversas plataformas digitais e apps agroclimáticos permitem o monitoramento de variáveis em tempo real, com previsões específicas para cada região.</p>
<p>Principais recursos disponíveis:</p>
<ul>
<li><strong>Estação meteorológica na propriedade</strong> (pluviômetro, sensores de temperatura e umidade);</li>
<li><strong>Aplicativos e portais agroclimáticos</strong> como Climatempo Agro, Agritempo, Agrosmart e Agritempo (INMET);</li>
<li><strong>Integração com sistemas de gestão da fazenda</strong>, que ajustam calendários de manejo com base nas previsões.</li>
</ul>
<p>O uso dessas tecnologias permite, por exemplo, antecipar a compra de insumos, ajustar o período da estação de monta e programar a suplementação de forma preventiva.</p>
<h3>Adoção de sistemas silvipastoris e ILPF</h3>
<p>Uma das estratégias mais eficazes para mitigar os efeitos do clima na pecuária de corte é adotar modelos produtivos mais resilientes e sustentáveis, como:</p>
<ul>
<li><strong>Sistemas silvipastoris</strong>: Integração entre pasto e árvores;</li>
<li><strong>ILPF – Integração Lavoura-Pecuária-Floresta</strong>: Diversificação do uso do solo com ganhos em produtividade e conservação ambiental.</li>
</ul>
<p>Esses sistemas oferecem <strong>sombreamento natural, melhora na fertilidade do solo, maior retenção de umidade</strong> e ainda promovem sequestro de carbono, colaborando com práticas sustentáveis.</p>
<h3>Planejamento forrageiro e uso eficiente da água</h3>
<p>Um erro comum em fazendas é tratar o pasto de <strong>forma estática</strong>, como se a oferta fosse sempre estável. No entanto, com a variabilidade climática, é essencial ter um planejamento forrageiro dinâmico, que leve em conta:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/entressafra-de-pastagens-como-manter-a-eficiencia-nutricional/">Crescimento sazonal das forrageiras</a></strong>;</li>
<li>Capacidade de suporte em cada época do ano;</li>
<li>Estabelecimento de áreas de reserva (piquetes ou silagem).</li>
</ul>
<p>Além disso, o <strong>uso eficiente da água</strong> é crítico. Isso envolve:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bebedouro-para-gado-e-a-importancia-da-qualidade-da-agua/">Instalação de bebedouros</a></strong> bem distribuídos;</li>
<li>Monitoramento da qualidade da água;</li>
<li>Reutilização e armazenamento de água da chuva, quando possível.</li>
</ul>
<h3>Rotação de pastagens em sincronia com a sazonalidade</h3>
<p>A rotação de pastagens, quando bem planejada, aumenta a longevidade do pasto e reduz impactos climáticos.</p>
<p>Boas práticas incluem:</p>
<ul>
<li>Divisão em piquetes com tempo de descanso adequado;</li>
<li>Uso de forrageiras adaptadas a cada microclima;</li>
<li>Estratégias de diferimento (pasto de inverno ou verão reservado) para períodos críticos.</li>
</ul>
<p>Essa prática ajuda a <strong>manter o equilíbrio entre oferta e demanda de forragem</strong>, reduz a sobrecarga do solo e mantém a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-bovinos-de-corte/">condição corporal</a></strong> dos animais mesmo em momentos de escassez.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Ignorar a influência do clima na pecuária de corte já não é mais uma opção viável. As variações e extremos climáticos estão se tornando mais frequentes, mais intensos e mais caros.</p>
<p>Como vimos, seus impactos vão desde a queda no ganho de peso até perdas reprodutivas e nutricionais, que comprometem toda a sustentabilidade do sistema produtivo.</p>
<p>Neste cenário, o clima precisa ser tratado como um <strong>fator de produção</strong>, tão importante quanto o solo, a genética ou a nutrição. E mais: ele deve estar no centro da tomada de decisões dentro da propriedade.</p>
<p>Ao transformar o modo como sua fazenda lida com o clima, você <strong>deixa de ser refém das intempéries e se torna protagonista da própria produção</strong>. O clima não é um obstáculo, é um fator de produção que, quando bem gerenciado, pode se tornar uma vantagem competitiva para sua fazenda. Isso é gestão moderna, é pecuária de alta performance, e, acima de tudo, é visão de futuro.</p>
<p>A próxima decisão climática da sua fazenda começa agora.</p>
<h2>Transforme sua fazenda em um negócio mais lucrativo</h2>
<p>Produzir mais arrobas é importante, mas só quem domina a gestão consegue transformar produtividade em lucro real. No <a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog"><strong>Curso Gestão na Pecuária de Corte</strong></a> do Rehagro, você aprende a organizar a fazenda, controlar custos, aumentar a eficiência e tomar decisões seguras que fazem diferença no resultado.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Sazonalidade e engorda a pasto: como garantir boa produtividade o ano todo</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/sazonalidade-e-engorda-a-pasto/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Oct 2025 13:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pecuária de corte brasileira tem, em sua base, um modelo extensivo e altamente dependente das pastagens. Cerca de 90% da carne bovina produzida no país passa, em alguma etapa, por sistemas de engorda a pasto, segundo dados da Embrapa. Esse modelo é economicamente viável, ambientalmente sustentável e culturalmente consolidado, mas enfrenta um desafio recorrente: [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A pecuária de corte brasileira tem, em sua base, um modelo extensivo e altamente dependente das pastagens. Cerca de <strong>90% da carne bovina produzida no país passa, em alguma etapa, por sistemas de engorda a pasto</strong>, segundo dados da Embrapa. Esse modelo é economicamente viável, ambientalmente sustentável e culturalmente consolidado, mas enfrenta um desafio recorrente: a sazonalidade climática.</p>
<p>Ao longo do ano, variações na disponibilidade e na qualidade da forragem afetam diretamente o desempenho dos animais. Durante o período das águas (primavera e verão), há maior crescimento das pastagens, com boa oferta de proteína e energia. Já na seca (outono e inverno), a escassez de chuvas reduz o volume e o valor nutritivo dos pastos, o que limita o ganho de peso e compromete os resultados da engorda.</p>
<p>Essa oscilação no ambiente produtivo exige estratégias inteligentes de manejo para manter a regularidade no ganho de peso, garantir a previsibilidade no tempo de abate e, principalmente, <strong>otimizar o custo da engorda a pasto</strong>.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O que é sazonalidade na pecuária e por que ela impacta na engorda a pasto?</h2>
<p>A <strong>sazonalidade</strong>, na pecuária, refere-se às variações cíclicas e previsíveis que ocorrem ao longo do ano em função do clima, especialmente a alternância entre o período chuvoso e o período seco.</p>
<p>No Brasil, esse fenômeno é particularmente relevante, pois grande parte do território nacional possui clima tropical, com estações bem definidas e alto grau de dependência das chuvas para a produção de forragem.</p>
<h3>Como a sazonalidade afeta a base alimentar do gado</h3>
<p>A pastagem é a principal fonte de alimento para o gado de corte em sistemas a pasto. Durante a estação das águas (outubro a março, com variações regionais), o crescimento das forrageiras é intenso, com boa disponibilidade de nutrientes. Já na estação seca (abril a setembro), o desenvolvimento das plantas diminui drasticamente, impactando em três frentes principais:</p>
<ul>
<li><strong>Menor oferta de massa verde</strong>: o pasto cresce menos e, em alguns casos, entra em senescência;</li>
<li><strong>Queda na qualidade nutricional</strong>: há redução nos teores de proteína bruta e digestibilidade da forragem;</li>
<li><strong>Aumento da competição por alimento</strong>: a lotação animal precisa ser ajustada, o que nem sempre é feito a tempo.</li>
</ul>
<h3>Relação entre clima, pasto e desempenho animal</h3>
<p>Estudos mostram que o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/">ganho de peso médio diário (GMD)</a> pode cair mais de 50% durante o período seco em comparação com o chuvoso</strong>, quando não há estratégias de suplementação ou manejo adequado. Isso se traduz em menor produtividade, maior tempo até o abate e, consequentemente, <strong>aumento do custo de engorda a pasto</strong>.</p>
<p>Além disso, o estresse térmico associado ao calor excessivo e à menor disponibilidade de água pode reduzir a eficiência alimentar dos bovinos, tornando ainda mais crítico o cenário em determinadas regiões.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-estrategias-sucesso-transicao-seca-aguas?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-seca-aguas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39794 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca.png" alt="E-book Estratégias de sucesso para a transição seca-águas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Principais desafios da engorda a pasto em períodos críticos</h2>
<p>A engorda de gado de corte a pasto tem seu ponto forte no baixo custo alimentar, mas essa vantagem pode ser comprometida quando os efeitos da sazonalidade não são enfrentados com planejamento técnico e estratégico.</p>
<h3>1. Queda acentuada no desempenho animal</h3>
<p>A limitação da oferta de nutrientes compromete diretamente o <strong>ganho de peso médio diário (GMD)</strong>. Bovinos em engorda a pasto durante a seca podem apresentar GMD inferior a 300 g/dia, enquanto na estação das águas esse número pode superar 800 g/dia, segundo dados da Embrapa Gado de Corte.</p>
<p>Essa queda atrasa o ciclo de produção, reduz a eficiência do sistema e impacta na rentabilidade.</p>
<h3>2. Atraso no tempo de abate</h3>
<p>A soma de baixo GMD e maior tempo para atingir o peso de abate resulta em estagnação no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/a-importancia-do-fluxo-de-caixa-nas-propriedades-de-gado-de-corte/">fluxo de caixa</a></strong> do produtor. Animais permanecem mais tempo na fazenda consumindo recursos (água, suplementação, mão de obra) sem retorno imediato, o que compromete o custo de engorda a pasto e o planejamento financeiro do sistema.</p>
<h3>3. Aumento de custos indiretos</h3>
<p>Mesmo em sistemas que priorizam o custo baixo, <strong>a ausência de forragem obriga o uso de estratégias corretivas</strong> (como suplementação de emergência, compra de volumoso ou redução da lotação), que, se não forem planejadas previamente, encarecem o ciclo de produção.</p>
<p>Há também o aumento de gastos com sanidade, já que animais subnutridos tendem a ficar mais suscetíveis a doenças.</p>
<h3>4. Desequilíbrio na taxa de lotação e sobrepastejo</h3>
<p>Quando o pasto disponível não é suficiente para atender à demanda do rebanho, é comum que ocorra <strong>sobrepastejo</strong>, um cenário no qual o gado consome o pasto além da sua capacidade de recuperação.</p>
<p>Isso reduz ainda mais a oferta futura de forragem, compromete a rebrota e prejudica a sustentabilidade do sistema, agravando o efeito da sazonalidade.</p>
<h2>Dados e números que mostram a relevância do tema</h2>
<p>Compreender a dimensão do impacto da sazonalidade na engorda a pasto exige olhar para os números.</p>
<p>Diversos estudos mostram que as flutuações climáticas influenciam diretamente o desempenho animal e a eficiência global dos sistemas de produção a pasto.</p>
<h3>Queda no ganho de peso em função da estação</h3>
<p>Segundo a <strong>Embrapa Gado de Corte</strong>, o ganho de peso médio diário (GMD) de bovinos em sistema de engorda a pasto <strong>varia significativamente entre as estações</strong>:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39841" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-ganho-peso.png" alt="Ganho de peso diário de acordo com o período e a suplementação" width="1002" height="309" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-ganho-peso.png 1002w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-ganho-peso-300x93.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-ganho-peso-768x237.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-ganho-peso-370x114.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-ganho-peso-270x83.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-ganho-peso-740x228.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-ganho-peso-150x46.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1002px) 100vw, 1002px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">Fonte: Embrapa Gado de Corte</span></p>
<p>Essa diferença mostra o impacto direto da qualidade da pastagem e da necessidade de intervenções nutricionais para manter o desempenho.</p>
<h3>Efeito na taxa de lotação</h3>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao/">taxa de lotação</a></strong> (número de UA/ha) também sofre variação significativa. No período das águas, é comum trabalhar com <strong>1,5 a 2,5 UA/ha em regiões bem manejadas</strong>. Na seca, essa taxa pode cair para <strong>0,5 a 1 UA/ha</strong>, demandando venda antecipada, realocação de animais ou suplementação intensiva.</p>
<p>Essa queda de produtividade da área, se não for prevista, compromete a <strong>eficiência do uso do solo, a capacidade de suporte da fazenda e a rentabilidade geral do sistema.</strong></p>
<h2>Como a suplementação pode corrigir os efeitos da sazonalidade?</h2>
<p>A <strong>suplementação para engorda a pasto</strong> é uma ferramenta estratégica e amplamente consolidada no manejo nutricional do gado de corte. Sua função vai muito além de simplesmente “aumentar o ganho de peso”: ela corrige deficiências nutricionais do pasto, mantém o desempenho dos animais mesmo em épocas críticas e garante a continuidade do ciclo produtivo.</p>
<h3>Por que suplementar?</h3>
<p>Durante o período seco, a pastagem apresenta:</p>
<ul>
<li><strong>Baixo teor de proteína bruta</strong> (inferior a 6% em muitos casos);</li>
<li><strong>Redução da digestibilidade</strong>;</li>
<li><strong>Menor disponibilidade de energia metabolizável</strong>;</li>
<li><strong>Deficiência de minerais essenciais</strong>, como fósforo, enxofre e sódio.</li>
</ul>
<p>Sem a correção desses desequilíbrios, o custo de engorda a pasto aumenta devido ao maior tempo até o abate e ao uso ineficiente da terra e dos recursos disponíveis.</p>
<h3>Tipos de suplementação e quando usar</h3>
<p>A escolha do tipo de suplemento depende do objetivo, do nível nutricional do pasto e da categoria animal. Abaixo, uma visão geral das principais modalidades:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39842" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-tipos-suplemento.png" alt="Tabela tipos de suplemento" width="1054" height="437" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-tipos-suplemento.png 1054w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-tipos-suplemento-300x124.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-tipos-suplemento-1024x425.png 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-tipos-suplemento-768x318.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-tipos-suplemento-370x153.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-tipos-suplemento-270x112.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-tipos-suplemento-740x307.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-tipos-suplemento-150x62.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1054px) 100vw, 1054px" /></p>
<h3>Comparativo de desempenho: com e sem suplementação</h3>
<p>Vamos considerar um exemplo médio de desempenho no período seco:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39843" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-desempenho.png" alt="Comparativo de desempenho com e sem suplementação na seca" width="1049" height="255" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-desempenho.png 1049w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-desempenho-300x73.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-desempenho-1024x249.png 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-desempenho-768x187.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-desempenho-370x90.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-desempenho-270x66.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-desempenho-740x180.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-desempenho-150x36.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1049px) 100vw, 1049px" /></p>
<p>A suplementação pode reduzir em até 40% o tempo de engorda, otimizando o uso da área, dos recursos e antecipando o retorno financeiro.</p>
<h3>Cuidados ao adotar suplementação</h3>
<p>Apesar de seus benefícios, a suplementação exige planejamento:</p>
<ul>
<li><strong>Cálculo econômico detalhado</strong>: avalie o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-custo-da-arroba-produzida/">custo da arroba produzida</a></strong> com e sem suplemento;</li>
<li><strong>Adequação da estrutura</strong>: cochos, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bebedouro-para-gado-e-a-importancia-da-qualidade-da-agua/">bebedouros</a></strong>, logística de distribuição;</li>
<li><strong>Monitoramento contínuo</strong>: consumo, desempenho, escore corporal;</li>
<li><strong>Evitar desperdícios</strong>: suplemento mal armazenado ou mal fornecido pode gerar perdas significativas.</li>
</ul>
<p>Quando bem implementada, a suplementação é uma das principais aliadas para driblar os efeitos da sazonalidade, mantendo o <strong>sistema produtivo previsível, eficiente e competitivo</strong>.</p>
<h2>Estratégias para reduzir o custo da engorda a pasto em épocas de baixa</h2>
<p>Minimizar os impactos da sazonalidade exige mais do que <strong>corrigir deficiências nutricionais</strong>. Envolve planejamento forrageiro, gestão de recursos, adaptação do manejo e uso de ferramentas simples, porém estratégicas, que podem reduzir custos e preservar o desempenho do rebanho.</p>
<p>A seguir, abordamos algumas das principais práticas utilizadas por produtores e consultores para garantir rentabilidade mesmo em épocas de escassez.</p>
<h3>1. Planejamento forrageiro: pasto é alimento, e precisa de gestão</h3>
<p>A formação de uma boa reserva forrageira começa ainda durante o período das águas, quando o crescimento da pastagem é acelerado. O ideal é:</p>
<ul>
<li>Monitorar a taxa de crescimento das forrageiras;</li>
<li>Definir lotações de acordo com a capacidade de suporte real da área;</li>
<li>Planejar o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/">uso rotacionado das pastagens</a></strong>, evitando o sobrepastejo.</li>
</ul>
<p>Segundo a Embrapa, cada 1 hectare de pastagem bem manejada pode produzir até 8 toneladas de matéria seca por ano, enquanto um pasto degradado mal manejado pode cair para menos de 2 toneladas.</p>
<h3>2. Ajuste da lotação animal: menos é mais, em certos momentos</h3>
<p>Durante o período seco, manter a mesma lotação do período das águas pode ser desastroso. A superlotação leva à rápida degradação da pastagem, piora o escore corporal dos animais e, por fim, aumenta o custo da engorda por arroba.</p>
<p>Ajustes recomendados:</p>
<ul>
<li><strong>Reduzir o número de animais</strong> por hectare no início da seca;</li>
<li><strong>Priorizar os lotes</strong> com melhor potencial de retorno (terminação);</li>
<li><strong>Considerar venda antecipada de animais</strong> de menor desempenho.</li>
</ul>
<h3>3. Reserva de pasto e uso de volumoso conservado</h3>
<p>A adoção de estratégias como fenação e silagem pode ser uma saída inteligente e econômica quando bem planejada. Embora tenha custo, a produção de volumoso próprio pode sair mais barata do que depender exclusivamente de suplementos comerciais ou da compra de feno de terceiros.</p>
<p>Opções viáveis:</p>
<ul>
<li><strong>Silagem de capim</strong>: custo por tonelada menor que a de milho em regiões tropicais;</li>
<li><strong>Feno de capim-elefante ou braquiária</strong>: fácil manejo e boa conservação;</li>
<li><strong>Corte e rebrota controlada</strong> de áreas específicas para reserva seca.</li>
</ul>
<h3>4. Gestão financeira integrada ao planejamento produtivo</h3>
<p>Muitas vezes, o produtor enxerga a suplementação ou a conservação de forragem como um custo, quando na verdade são <strong>investimentos em eficiência produtiva</strong>. Integrar a gestão financeira ao planejamento técnico é o que separa sistemas reativos de sistemas sustentáveis.</p>
<p>Boas práticas:</p>
<ul>
<li><strong>Calcular o custo de produção por arroba de forma sazonal</strong>;</li>
<li>Usar indicadores como custo de oportunidade da terra e taxa de lotação real;</li>
<li><strong>Antecipar compras de insumos</strong> ainda no período das águas, aproveitando preços mais baixos.</li>
</ul>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>A sazonalidade e engorda a pasto não são desafios passageiros na pecuária de corte, são elementos estruturais do sistema produtivo brasileiro. Ignorá-los compromete resultados. Antecipá-los e planejar soluções é o que separa os sistemas rentáveis daqueles que operam sempre no limite.</p>
<p>Ao longo deste conteúdo, vimos que os efeitos do clima sobre o desempenho animal e o custo de produção são profundos, mas não são incontroláveis. Há <strong>ferramentas viáveis e acessíveis para manter a performance mesmo nas épocas mais críticas do ano</strong>, e elas começam com planejamento.</p>
<p>A importância de um planejamento forrageiro e nutricional nesses períodos reside na necessidade de ajustar a dieta dos animais às alterações na disponibilidade e qualidade da pastagem.</p>
<h3>Checklist de ações por época do ano</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39844" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-acoes-ano.png" alt="Checklist de ações do ano" width="970" height="439" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-acoes-ano.png 970w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-acoes-ano-300x136.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-acoes-ano-768x348.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-acoes-ano-370x167.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-acoes-ano-270x122.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-acoes-ano-740x335.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-acoes-ano-150x68.png 150w" sizes="auto, (max-width: 970px) 100vw, 970px" /></p>
<p>Em um setor onde margens estão cada vez mais apertadas e o mercado exige regularidade na entrega de carne com qualidade, entender e dominar a sazonalidade não é mais uma vantagem, é uma necessidade estratégica.</p>
<h2>O diferencial entre fazendas comuns e de alta performance está aqui</h2>
<p>A pecuária de corte moderna exige gestão, estratégia e aplicação prática do conhecimento. Seja você um produtor em busca de mais lucratividade, um sucessor que precisa assumir a fazenda ou um consultor que deseja gerar mais resultados, a <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog"><strong>Pós-graduação em Produção de Gado de Corte</strong></a> oferece uma formação completa para transformar sua atuação no setor.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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		<title>Mercado da carne bovina: perspectivas da produção e dos preços no Brasil e no mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Oct 2025 13:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mercado de carne bovina segue como um dos setores mais estratégicos do agronegócio brasileiro em 2025. Com uma cadeia produtiva robusta, o Brasil não apenas abastece o mercado interno, mas também desempenha um papel de liderança nas exportações globais de carne. Esse protagonismo, no entanto, exige atenção redobrada por parte dos produtores, gestores e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>mercado de carne bovina</strong> segue como um dos setores mais estratégicos do agronegócio brasileiro em 2025. Com uma cadeia produtiva robusta, o Brasil não apenas abastece o mercado interno, mas também desempenha um papel de <strong>liderança nas exportações globais de carne</strong>. Esse protagonismo, no entanto, exige atenção redobrada por parte dos produtores, gestores e técnicos rurais, especialmente diante de um cenário global mais volátil, exigente e competitivo.</p>
<p>Em um momento marcado por transformações geopolíticas, exigências ambientais crescentes, mudanças no perfil do consumidor e avanços tecnológicos, <strong>compreender como funciona o mercado de carne bovina</strong> deixou de ser uma vantagem e passou a ser uma necessidade para quem deseja se manter competitivo.</p>
<p>Muitos produtores focam apenas nos manejos técnicos dentro da fazenda, o que é essencial, mas esquecem que é o <strong>mercado que define o valor da arroba</strong>, o ritmo de venda, a viabilidade de investimento e a atratividade para parceiros comerciais.</p>
<p>Neste artigo, vamos trazer um panorama completo e atualizado sobre o mercado de carne bovina no Brasil e no mundo em 2025, abordando como está estruturada a produção brasileira e sua evolução, tendências mais relevantes para os próximos anos e como o produtor pode se posicionar melhor diante desse cenário.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</div>
<h2>O Brasil na produção de carne bovina</h2>
<p>O Brasil se consolidou, ao longo das últimas décadas, como um dos maiores protagonistas no cenário global da carne bovina.</p>
<p>Em 2025, o país mantém uma <strong>posição de liderança tanto em volume produzido quanto em exportações</strong>, com um sistema produtivo que vem se modernizando e ganhando competitividade.</p>
<p>Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da ABIEC (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes), o Brasil deve fechar 2025 com uma produção estimada em <strong>10,8 milhões de toneladas de carne bovina</strong>, um leve crescimento de 2,1% em relação a 2024, impulsionado por melhores índices zootécnicos e maior produtividade por hectare.</p>
<p>Os principais estados produtores continuam sendo:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39831" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-estados-produtores-gado.png" alt="Principais estados produtores de gado de corte no Brasil" width="674" height="359" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-estados-produtores-gado.png 674w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-estados-produtores-gado-300x160.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-estados-produtores-gado-370x197.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-estados-produtores-gado-270x144.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-estados-produtores-gado-150x80.png 150w" sizes="auto, (max-width: 674px) 100vw, 674px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</span></p>
<p>Esse crescimento é sustentado não apenas pelo aumento da produção, mas também pela melhoria da eficiência: mais carne produzida por área, com menor idade de abate e maior padronização de carcaças.</p>
<h3>Evolução dos sistemas produtivos</h3>
<p>Nos últimos anos, a pecuária brasileira passou por uma importante transformação técnica e gerencial, com destaque para:</p>
<ul>
<li>Adoção de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pecuaria-de-precisao-na-producao-de-corte/">tecnologia de precisão</a></strong> (balanças automáticas, sensores, softwares de gestão);</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-integracao-lavoura-pecuaria/">Integração Lavoura-Pecuária (ILP)</a></strong> e ILPF, que permitem uso intensivo e sustentável da terra;</li>
<li>Redução da idade de abate, que caiu para média de 30 meses em sistemas tecnificados;</li>
<li>Confinamentos mais eficientes, com melhor conversão alimentar e manejo nutricional.</li>
</ul>
<p>Esses avanços refletem em <strong>maior produtividade por hectare</strong>, além de menor emissão de carbono por quilo de carne produzida, o que se alinha com as novas exigências de mercados compradores.</p>
<h2>O mercado internacional de carne bovina</h2>
<p>O<strong> mercado internacional de carne bovina</strong> continua sendo um dos principais motores da pecuária de corte brasileira. Em 2025, <strong>o Brasil segue como maior exportador mundial</strong>, com uma participação crescente em mercados estratégicos e uma adaptação rápida às novas exigências sanitárias, ambientais e comerciais.</p>
<h3>O Brasil no comércio global de carne bovina</h3>
<p>Em 2025, o Brasil deve atingir um novo recorde, com <strong>3,24 milhões de toneladas exportadas</strong>, segundo projeções do Ministério da Agricultura e da ABIEC, representando cerca de <strong>24% de toda a carne bovina comercializada globalmente</strong>.</p>
<p>Entre janeiro e agosto de 2025, a receita gerada é de aproximadamente US$ 10,5 bilhões. Já a receita cambial prevista para o ano deve ultrapassar <strong>US$ 14 bilhões</strong>, fortalecida pela valorização de cortes nobres e da carne rastreada com padrão de exportação.</p>
<p>Até o mês de julho, a lista de destinos da carne bovina brasileira se mantém sólida, com a <strong>China ainda como principal cliente</strong>, seguida dos Estados Unidos, México, Hong Kong e Emirados Árabes Unidos.</p>
<p>Contudo, o setor também enfrentou barreiras importantes. O chamado<strong> “tarifaço de Trump”,</strong> impôs tarifas adicionais sobre diversos produtos brasileiros, incluindo a carne bovina. Essa medida reduziu a competitividade do Brasil no mercado norte-americano e obrigou a indústria a redirecionar parte dos embarques para outros destinos, reforçando a dependência de mercados como a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/boi-china-o-que-e-e-quais-suas-exigencias/">China</a></strong> e estimulando a busca por novos parceiros comerciais.</p>
<p>Para a pecuária de corte brasileira, isso significou desafios de curto prazo, mas também acelerou a diversificação das exportações e a consolidação do país como grande fornecedor global.</p>
<p>Atualmente, os principais destinos da carne bovina brasileira são:</p>
<ul>
<li>China;</li>
<li>Rússia;</li>
<li>México;</li>
<li>Chile;</li>
<li>União Europeia.</li>
</ul>
<h3>Fatores que afetam a exportação da carne bovina brasileira</h3>
<p>O desempenho das exportações não depende apenas da qualidade da carne. Em 2025, os principais fatores de influência incluem:</p>
<ol>
<li>Câmbio;</li>
<li>Acordos sanitários;</li>
<li>Imagem internacional;</li>
<li>Logística e infraestrutura.</li>
</ol>
<p>Em resumo: <strong>o mercado internacional segue aquecido, mas cada vez mais seletivo</strong>. Estar preparado para atender a esses requisitos não é mais diferencial, é requisito para continuar participando do jogo.</p>
<h2>Fatores que influenciam o preço da carne bovina</h2>
<p>O preço da carne bovina é resultado de uma combinação de variáveis econômicas, produtivas, climáticas e comerciais. Em 2025, <strong>o cenário é de recuperação parcial dos preços da arroba</strong> e da carne ao consumidor, após um período de forte volatilidade entre 2022 e 2024.</p>
<p>Entender o que está por trás dessas oscilações é essencial para o produtor planejar melhor o abate, a venda e os investimentos na fazenda.</p>
<h3>O ciclo pecuário e sua influência natural no preço</h3>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ciclo-pecuario-o-que-e-e-como-funciona/">pecuária de corte funciona em ciclos</a></strong> de médio prazo. Esses ciclos estão ligados, principalmente, ao abate ou retenção de fêmeas, o que afeta a oferta futura de bezerros e, por consequência, de bois prontos para o abate.</p>
<p>Veja como o ciclo funciona:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39833" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-ciclo.png" alt="Ciclo pecuário" width="932" height="439" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-ciclo.png 932w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-ciclo-300x141.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-ciclo-768x362.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-ciclo-370x174.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-ciclo-270x127.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-ciclo-740x349.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-ciclo-150x71.png 150w" sizes="auto, (max-width: 932px) 100vw, 932px" /></p>
<h3>Demanda interna vs. demanda externa</h3>
<p>A recuperação do consumo doméstico vem sendo um <strong>fator moderador importante para os preços em 2025.</strong> Com a queda da inflação de alimentos e aumento do poder de compra das classes C e D, o consumo interno de carne bovina voltou a crescer.</p>
<ul>
<li>Em 2023, o consumo per capita caiu para 24,7 kg/ano.</li>
<li>Em 2024, houve leve recuperação para 25,4 kg/ano.</li>
<li>Em 2025, a estimativa é de 26,1 kg/ano, segundo a Conab.</li>
</ul>
<p>A <strong>demanda internacional,</strong> por outro lado, continua forte, puxada principalmente pela <strong>China e pelo Oriente Médio</strong>, o que contribui para manter os preços firmes, apesar da concorrência global.</p>
<h3>Preço da arroba em 2025: como está?</h3>
<p>De acordo com o <strong>CEPEA/USP</strong>, a média da arroba do boi gordo em setembro de 2025 é de R$305,00, em recuperação frente à média de R$258,00 registrada no mesmo período de 2024.</p>
<p>Projeções indicam estabilidade com leve viés de alta até o final do ano, caso o ritmo de exportações se mantenha e o consumo interno continue reagindo.</p>
<p><span style="font-size: 14px;">Fonte: Cepea/USP – Acompanhamento do Mercado do Boi Gordo (2025)</span></p>
<h2>Tendências de Mercado no Brasil e no Mundo</h2>
<p>O mercado de carne bovina em 2025 está atravessando uma fase de reconfiguração. As pressões por sustentabilidade, o avanço de tecnologias disruptivas e a mudança nos padrões de consumo estão redesenhando o setor, tanto no Brasil quanto no mundo.</p>
<p>Quem souber <strong>entender e acompanhar essas tendências</strong> terá uma vantagem competitiva clara, seja na produção, na comercialização ou na negociação com frigoríficos e mercados internacionais.</p>
<h3>1. Rastreabilidade e sustentabilidade como padrão mínimo</h3>
<p>O que antes era diferencial de poucos, agora é exigência de muitos. Mercados premium como União Europeia, Reino Unido, Coreia do Sul e Japão estão exigindo garantias de:</p>
<ul>
<li>Origem da carne sem desmatamento;</li>
<li>Rastreabilidade completa desde o nascimento até o abate;</li>
<li>Emissões controladas ou neutralizadas de carbono;</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bem-estar-animal-bovinos-de-corte/">Bem-estar animal</a></strong> em todas as fases da produção.</li>
</ul>
<blockquote><p>A partir de 2026, entra em vigor o regulamento europeu que proíbe importação de carne proveniente de áreas desmatadas após 2020, o que deve afetar diretamente produtores brasileiros que ainda não se adequaram.</p></blockquote>
<p><span style="font-size: 14px;">Fonte: Regulamento da UE sobre produtos livres de desmatamento – European Commission</span></p>
<h3>2. Concorrência com proteínas alternativas</h3>
<p>O avanço das proteínas alternativas (carne vegetal, cultivada em laboratório ou híbridos) ainda não afeta diretamente a demanda por carne bovina no Brasil, mas é um movimento forte em mercados urbanos e países desenvolvidos.</p>
<p>Porém, especialistas indicam que <strong>esses produtos não substituirão a carne tradicional, mas disputarão espaço nas gôndolas com base em imagem, marketing e apelo ambiental</strong>.</p>
<h3>3. Digitalização da cadeia produtiva</h3>
<p>A pecuária 4.0 está deixando de ser tendência e se tornando realidade. Cada vez mais produtores estão:</p>
<ul>
<li>Usando <strong>sensores, coleiras e balanças automáticas</strong> para monitorar o desempenho animal;</li>
<li>Aplicando <strong>inteligência de dados e algoritmos</strong> para prever melhor época de abate;</li>
<li>Integrando sistemas de gestão de rebanho com previsões de mercado e clima;</li>
<li>Acessando <strong>plataformas de venda direta</strong>, como marketplaces para carne premium e negociação de arroba online.</li>
</ul>
<h3>4. Acesso a mercados com valor agregado</h3>
<p>Outra tendência forte é o avanço da carne de valor agregado, tanto no mercado interno quanto externo. Isso inclui:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Carne com certificação de origem (IGPs, BPF, Carne Angus Certificada);</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Cortes especiais com acabamento de gordura padronizado;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Selo de carne carbono neutro ou rastreada;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Produtos com apelo regional ou gourmet.</li>
</ul>
<p>Essa carne <strong>chega a valer até 30% a mais no mercado</strong>, mas exige maior controle e padronização no processo produtivo.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>O mercado de carne bovina, em 2025, mostra <strong>sinais claros de recuperação e expansão</strong>, mas também deixa evidente que apenas produzir bem não é mais suficiente.</p>
<p>O produtor que compreende o comportamento do mercado, que antecipa os ciclos e se prepara para exigências futuras, tem mais margem, mais segurança e mais opções de venda.</p>
<p>A pecuária brasileira vive um momento decisivo. Quem adaptar sua produção às novas exigências de mercado terá acesso a novas oportunidades, melhores preços e maior previsibilidade.</p>
<p>Seja na venda direta, na negociação com frigoríficos ou no acesso a mercados internacionais, o conhecimento de mercado se tornou um insumo tão valioso quanto a genética ou o sal mineral.</p>
<p>Portanto, a pergunta não é mais <i>“quando o mercado vai mudar?”</i>, mas sim:</p>
<p><strong>Você está se preparando para o que já está acontecendo?</strong></p>
<h2>O segredo da pecuária de corte lucrativa está na gestão</h2>
<p>Muitos pecuaristas deixam dinheiro na mesa por não acompanharem números e indicadores da fazenda.</p>
<p>O <a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog"><strong>Curso Gestão na Pecuária de Corte</strong></a> mostra, de forma prática, como enxergar oportunidades de ganho, reduzir desperdícios e transformar dados em resultados que aumentam a rentabilidade.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>E-book Estratégias de sucesso para a transição seca-águas</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/e-book-estrategias-de-sucesso-para-a-transicao-seca-aguas/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/e-book-estrategias-de-sucesso-para-a-transicao-seca-aguas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 19:20:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[período de seca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Descubra como preparar sua fazenda para enfrentar um dos momentos mais críticos do ano sem perder produtividade. Baixe gratuitamente o e-book que mostra, com orientações detalhadas e exemplos claros, como manejar o pasto, ajustar a suplementação, planejar o sequestro e reduzir os riscos econômicos da transição seca-águas. O que você vai encontrar neste material Um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Descubra como preparar sua fazenda para enfrentar um dos momentos mais críticos do ano sem perder produtividade.</p>
<p>Baixe gratuitamente o e-book que mostra, com orientações detalhadas e exemplos claros, como manejar o pasto, ajustar a suplementação, planejar o sequestro e reduzir os riscos econômicos da transição seca-águas.</p>
<h2>O que você vai encontrar neste material</h2>
<p>Um guia direto ao ponto, que reúne práticas de manejo, nutrição e gestão para transformar a transição seca-águas em uma oportunidade de ganho.</p>
<ol>
<li>Principais desafios da transição – Entenda por que esse período é tão crítico para a pecuária.</li>
<li>Manejo eficiente do pasto – Como rebaixar, adubar e planejar o uso de áreas para garantir rebrota vigorosa.</li>
<li>Consumo animal – Por que quantidade é tão importante quanto qualidade e como monitorar sinais de queda de desempenho.</li>
<li>Suplementação estratégica – Ajustes no tipo de suplemento e uso de aditivos para reduzir riscos, como a “diarreia do broto”.</li>
<li>Sequestro como solução – Estrutura necessária, dieta indicada e vantagens de retirar temporariamente os animais do pasto.</li>
<li>Impacto econômico da decisão – Como o manejo correto evita prejuízos e melhora a rentabilidade da arroba.</li>
</ol>
<h2>Este material é indicado para quem</h2>
<ul>
<li>Produtores de gado de corte que enfrentam dificuldades durante a transição seca-águas.</li>
<li>Técnicos e consultores que desejam informações práticas e embasadas para orientar seus clientes.</li>
<li>Gestores e tomadores de decisão no agronegócio que precisam planejar estratégias nutricionais e de manejo para reduzir riscos econômicos.</li>
</ul>
<h2>Não deixe a transição seca-águas comprometer seus resultados</h2>
<p>Aprenda a manejar o pasto, manter o desempenho animal e proteger a rentabilidade da sua fazenda.</p>
<p>Baixe agora este e-book gratuito e tenha em mãos um material essencial para transformar um período crítico em oportunidade de crescimento.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-estrategias-sucesso-transicao-seca-aguas?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-seca-aguas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39794 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca.png" alt="E-book Estratégias de sucesso para a transição seca-águas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Os 7 pilares de quem terá sucesso na pecuária de corte</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/os-7-pilares-de-quem-tera-sucesso-na-pecuaria-de-corte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2025 12:31:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[gestão para resultados]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O agronegócio brasileiro vive um cenário desafiador e cheio de oportunidades. A pressão por eficiência, as oscilações do mercado, as novas exigências de sustentabilidade e a crescente necessidade de gestão profissional exigem que o produtor enxergue sua fazenda não apenas como uma propriedade rural, mas como um negócio. E a pergunta que se impõe é: [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O agronegócio brasileiro vive um cenário desafiador e cheio de oportunidades. A pressão por eficiência, as oscilações do mercado, as novas exigências de sustentabilidade e a crescente necessidade de gestão profissional exigem que o produtor enxergue sua fazenda não apenas como uma propriedade rural, mas como um negócio.</p>
<p>E a pergunta que se impõe é: <strong>como transformar a pecuária em uma atividade realmente lucrativa, resiliente e preparada para o futuro? </strong>A resposta está em adotar uma visão estratégica que vá muito além da porteira, combinando técnica, eficiência, gestão e liderança.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
<script>
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});
</script></p>
</div>
<h2>O futuro da pecuária: tendências que transformam o setor</h2>
<p>O futuro da pecuária de corte será marcado por mudanças profundas em três grandes dimensões: <strong>mercado, produção e sociedade</strong>. O produtor que deseja prosperar precisa estar atento a cada uma delas e agir de forma estratégica.</p>
<h3>1. Dinâmica do mercado e dos preços</h3>
<p>A pecuária é uma <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ciclo-pecuario-o-que-e-e-como-funciona/">atividade cíclica</a></strong>, influenciada por períodos de alta e baixa no preço do boi gordo. Esses ciclos, muitas vezes vistos como ameaça, podem se tornar oportunidade para quem está preparado.</p>
<ul>
<li><strong>Na alta</strong>: é hora de capitalizar, vender com margens melhores e reforçar a saúde financeira da fazenda.</li>
<li><strong>Na baixa</strong>: é o momento de ajustar custos, investir em eficiência produtiva e se preparar para a próxima virada do ciclo.</li>
</ul>
<p>Além disso, o mercado brasileiro está cada vez mais conectado ao cenário global. O crescimento das exportações ampliam as oportunidades, mas também exigem mais profissionalismo e previsibilidade.</p>
<h3>2. Exigências de sustentabilidade</h3>
<p>O consumidor, tanto no Brasil quanto no exterior, quer saber de onde vem a carne que consome. Transparência na origem, práticas ambientais responsáveis e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bem-estar-animal-bovinos-de-corte/">bem-estar animal</a></strong> deixaram de ser diferencial e se tornaram requisito.</p>
<ul>
<li><strong>Programas de certificação</strong> já recompensam o produtor com melhores preços.</li>
<li><strong>Governos e compradores internacionais</strong> impõem restrições cada vez maiores para quem não se adapta.</li>
<li><strong>Investidores e parceiros comerciais</strong> priorizam negócios alinhados a critérios <strong>ESG (Ambiental, Social e Governança)</strong>.</li>
</ul>
<p>Ou seja: sustentabilidade deixou de ser custo e passou a ser fator de competitividade.</p>
<h3>3. Novos perfis de produtores e sucessores</h3>
<p>O futuro da pecuária também será marcado por uma nova geração de sucessores, com maior nível de formação e visão empresarial. Isso tende a acelerar a profissionalização do setor, tornando a pecuária cada vez mais parecida com outros ramos de negócio: <strong>focada em gestão, resultados e inovação</strong>.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Faça sua inscrição no Curso Gestão na Pecuária de Corte do Rehagro!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Gestão financeira: o lucro está nos números</h2>
<p>A pecuária é uma atividade de margens estreitas e ciclos instáveis. Por isso, o produtor que não controla suas finanças está sempre à mercê do mercado. Já quem acompanha os números da fazenda consegue transformar informação em lucro.</p>
<h3>1. Indicadores-chave de desempenho (KPIs)</h3>
<p>Medir apenas o resultado final não basta. É preciso acompanhar indicadores estratégicos, como:</p>
<ul>
<li>Margem bruta por hectare.</li>
<li>Ganho médio diário dos animais.</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao/">Taxa de lotação</a></strong> da fazenda.</li>
<li>Retorno sobre o capital investido.</li>
</ul>
<p>Esses números funcionam como bússola, mostrando se a fazenda está na direção correta ou se ajustes são necessários.</p>
<h3>2. Planejamento e orçamento econômico</h3>
<p>O orçamento é uma das ferramentas mais poderosas da gestão financeira. Ele permite simular cenários, prever impactos de decisões e se antecipar a crises de mercado.</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Cenários otimistas</strong> mostram até onde é possível crescer.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Cenários pessimistas</strong> revelam onde cortar custos sem comprometer a produção.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Cenário realista</strong> serve como guia para o dia a dia da fazenda.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-planilha-fluxo-de-caixa?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-fluxo-de-caixa&amp;utm_medium=blog"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39647 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa.png" alt="Kit Fluxo de caixa em fazendas de gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Planejamento estratégico: o caminho da rentabilidade</h2>
<p>A pecuária moderna exige planejamento sólido e visão de longo prazo. Toda estratégia deve estar sustentada em três pilares:</p>
<ol>
<li><strong>Produtividade</strong>: produzir mais por hectare, usando melhor os recursos disponíveis.</li>
<li><strong>Escala</strong>: crescer de forma inteligente para diluir custos sem comprometer a eficiência.</li>
<li><strong>Eficiência de custos</strong>: buscar sempre o equilíbrio entre qualidade de produção e controle de gastos.</li>
</ol>
<p>Esse planejamento deve responder a três perguntas fundamentais:</p>
<p style="text-align: left;"><strong>1. Onde estamos hoje? &#8211;  </strong>Diagnóstico claro da situação atual, com números confiáveis.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>2. Onde queremos chegar? &#8211; </strong>Definição de metas realistas e desafiadoras.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>3. Como vamos chegar lá? &#8211; </strong>Elaboração do plano de ação, com prazos e responsáveis definidos.</p>
<h2>Cultura de gestão e liderança</h2>
<p>Na pecuária, números e planos só ganham vida quando há pessoas comprometidas com a execução. Por isso, desenvolver uma <strong>cultura de gestão orientada a resultados</strong> e fortalecer a liderança são passos decisivos para transformar a fazenda em um negócio de alta performance.</p>
<h3>1. O papel da liderança</h3>
<p>A liderança é o elo entre o planejamento e a prática. É ela que garante que os objetivos definidos no papel sejam traduzidos em rotinas, metas e atitudes no dia a dia da fazenda.</p>
<p>Mais do que isso, o líder tem como <strong>papel fundamental conectar a cultura da fazenda, as metas estabelecidas e os resultados alcançados</strong>, criando um alinhamento que fortalece todo o time.</p>
<ul>
<li><strong>Gestores precisam ser exemplos</strong>, mostrando disciplina e clareza nas decisões.</li>
<li><strong>Líderes devem inspirar confiança</strong>, criando um ambiente em que a equipe se sinta parte do resultado.</li>
<li><strong>Autoridade e proximidade equilibradas</strong> fazem com que colaboradores respeitem, mas também se engajem.</li>
</ul>
<h3>2. Desafios na gestão de pessoas</h3>
<p>Lidar com equipes no campo não é simples. Alguns dos principais desafios enfrentados são:</p>
<ul>
<li>Falta de capacitação técnica de funcionários.</li>
<li>Rotatividade e dificuldade de retenção de mão de obra.</li>
<li>Comunicação falha entre gestor e equipe.</li>
<li>Resistência a mudanças e novas tecnologias.</li>
<li>Desafios entre pessoas de diferentes gerações no mesmo ambiente de trabalho.</li>
</ul>
<p>Sem uma gestão estruturada, esses pontos podem comprometer a eficiência da fazenda, mesmo que haja bons números no planejamento.</p>
<h3>3. Construindo uma cultura de resultados</h3>
<p>Uma cultura de gestão eficiente é baseada em três pilares:</p>
<ul>
<li><strong>Clareza de objetivos:</strong> cada colaborador deve entender como seu trabalho impacta o resultado da fazenda.</li>
<li><strong>Metas bem definidas:</strong> objetivos individuais e coletivos precisam ser mensuráveis e alcançáveis.</li>
<li><strong>Acompanhamento constante:</strong> reuniões de alinhamento e indicadores de desempenho fortalecem a disciplina.</li>
</ul>
<p>Quando esses elementos se consolidam, a equipe deixa de ser apenas executora e passa a ser parceira no crescimento da fazenda.</p>
<h3>4. Oportunidades da boa liderança</h3>
<ul>
<li>Maior engajamento e retenção da equipe.</li>
<li>Melhoria da produtividade e redução de falhas operacionais.</li>
<li>Ambiente de trabalho mais saudável e motivador.</li>
<li>Equipe com cultura forte para uma execução de alto nível e focada em resultados.</li>
</ul>
<p>Em resumo: <strong>estratégia sem liderança é apenas teoria</strong>. O verdadeiro resultado nasce quando gestores e equipe caminham juntos em direção a um objetivo comum.</p>
<h2>A fazenda do amanhã: os 7 pilares de quem vai vencer</h2>
<p>O futuro da pecuária será construído pelos produtores que souberem unir técnica, gestão e visão de longo prazo. Mais do que produzir, será preciso gerir a fazenda como um negócio completo, preparado para crescer de forma sustentável e lucrativa. Esses são os sete pilares que diferenciam os vencedores:</p>
<h3>1. Produzir com competência técnica</h3>
<p>Nutrição, genética, sanidade e manejo são as<strong> bases da pecuária moderna</strong>. Sem técnica, não há eficiência nem competitividade. Investir em técnica significa reduzir riscos, aumentar eficiência e extrair o máximo do rebanho e da terra.</p>
<h3>2. Ser eficiente operacionalmente</h3>
<p>Uma fazenda de alta performance depende de <strong>processos bem executados</strong>. Reduzir desperdícios, organizar rotinas, treinar a equipe e usar recursos com inteligência são passos que transformam eficiência em lucro.</p>
<h3>3. Ter eficiência comercial</h3>
<p>De nada adianta produzir bem se a venda não é estratégica. Saber negociar, escolher o momento certo para vender e acessar diferentes canais de comercialização são habilidades que elevam a rentabilidade.</p>
<h3>4. Alcançar alta lucratividade</h3>
<p>Lucro é o que garante a <strong>continuidade do negócio</strong>. É ele que sustenta investimentos, inovações e sucessão. Focar apenas em produção, sem medir custos, leva a uma ilusão de resultado que não se confirma nas contas.</p>
<p>Quando o produtor conhece seus números e busca eficiência em cada etapa, transforma produtividade em resultado financeiro consistente.</p>
<h3>5. Ser socioambientalmente responsável</h3>
<p>O <strong>futuro da pecuária</strong> está ligado à responsabilidade com o meio ambiente e com as comunidades locais. Muitos ainda veem a sustentabilidade como custo e não como investimento.</p>
<p>O manejo sustentável da pastagem, o respeito às áreas de preservação e o bem-estar animal geram acesso a mercados premium e fortalecem a imagem da fazenda. Com uma gestão eficiente, asseguram maior rentabilidade, pois sustentabilidade também é sinônimo de lucro no longo prazo.</p>
<h3>6. Preparar sucessores para continuar progredindo</h3>
<p>A continuidade da fazenda depende da formação de novas lideranças, sejam familiares ou gestores contratados. A falta de sucessores preparados é um dos maiores riscos para o futuro do agronegócio.</p>
<p>Investir na capacitação de jovens, estimular a participação em decisões e promover experiências práticas cria gestores prontos para dar continuidade e inovar.</p>
<h3>7. Adotar alto nível de gestão</h3>
<p>A fazenda do amanhã será administrada com o mesmo rigor de uma empresa. <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/planejando-e-executando-estrategias-na-pecuaria-de-corte/">Gestão estratégica</a></strong>, financeira, trabalhista, tributária e de governança não são mais opcionais. Muitos produtores ainda se concentram apenas no “fazer”, deixando de lado processos e controles administrativos.</p>
<p>A adoção de ferramentas de gestão, indicadores claros e governança transparente transformam a fazenda em um negócio sólido, capaz de atrair parceiros e investidores.</p>
<h2>Da teoria à prática: um roteiro claro para transformar sua gestão pecuária</h2>
<p>Para aplicar tudo isso na rotina da fazenda, o processo pode ser organizado em cinco etapas:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41430" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/tabela-pilares-sucesso.png" alt="Processo para transformar sua gestão na pecuária de corte" width="971" height="378" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/tabela-pilares-sucesso.png 971w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/tabela-pilares-sucesso-300x117.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/tabela-pilares-sucesso-768x299.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/tabela-pilares-sucesso-370x144.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/tabela-pilares-sucesso-270x105.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/tabela-pilares-sucesso-740x288.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/tabela-pilares-sucesso-150x58.png 150w" sizes="auto, (max-width: 971px) 100vw, 971px" /></p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A pecuária do futuro não será vencida pelo acaso, mas pela competência em <strong>unir técnica, eficiência, visão estratégica e alto nível de gestão</strong>. Mais do que produzir, será preciso gerir a fazenda como uma empresa, preparada para enfrentar ciclos de mercado, atender às novas exigências de consumidores e construir um legado sustentável e duradouro.</p>
<p>A <strong>fazenda do amanhã já começou a ser construída hoje</strong>, por aqueles que buscam resultados sólidos, cuidam da eficiência do presente e, ao mesmo tempo, preparam o caminho para o futuro. O produtor que enxerga a propriedade como um negócio completo tem em mãos a chave para transformar desafios em oportunidades e alcançar lucratividade consistente.</p>
<h2>Transforme sua fazenda em um negócio mais lucrativo</h2>
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<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/os-7-pilares-de-quem-tera-sucesso-na-pecuaria-de-corte/">Os 7 pilares de quem terá sucesso na pecuária de corte</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
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		<title>Pecuária de precisão: o que é, como funciona e por que sua fazenda precisa adotar</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/pecuaria-de-precisao-na-producao-de-corte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Aug 2025 12:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[avanços tecnológicos]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pecuária de precisão representa uma nova abordagem na produção de carne bovina, baseada no uso de tecnologias para monitorar, coletar e analisar dados em tempo real. Seu principal objetivo é aumentar a eficiência produtiva, reduzir desperdícios e melhorar a tomada de decisão por meio de informações técnicas individualizadas. Essa transformação é impulsionada por demandas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A pecuária de precisão representa uma <strong>nova abordagem na produção de carne bovina</strong>, baseada no uso de tecnologias para monitorar, coletar e analisar dados em tempo real. Seu principal objetivo é aumentar a eficiência produtiva, reduzir desperdícios e melhorar a tomada de decisão por meio de informações técnicas individualizadas.</p>
<p>Essa transformação é impulsionada por demandas crescentes por rastreabilidade, sustentabilidade e resultados econômicos mais consistentes. Ao permitir uma gestão detalhada, a pecuária de precisão fortalece a capacidade do produtor de <strong>agir com agilidade, reduzir custos e antecipar problemas no rebanho</strong>.</p>
<p>Nos próximos tópicos, vamos entender como esse conceito funciona na prática, quais tecnologias estão envolvidas, e por que ele se torna cada vez mais essencial em sistemas modernos de pecuária de corte.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><script>hbspt.forms.create({region: "na1",portalId: "5430441",formId: "f83e655b-67de-4fbe-b12a-88b7e9461712"});</script></p>
</div>
<h2>O que é pecuária de precisão e como ela funciona</h2>
<p>A <strong>pecuária de precisão</strong> é uma abordagem baseada na aplicação de tecnologias para <strong>monitorar, medir e gerenciar variáveis zootécnicas e ambientais de forma contínua e integrada</strong>. Inspirada nos princípios da agricultura de precisão, ela se apoia na coleta sistemática de dados para permitir que as decisões sejam tomadas com mais exatidão e previsibilidade.</p>
<p>Na prática, o conceito envolve três pilares principais:</p>
<ol>
<li><strong>Coleta automatizada de dados</strong>: através de sensores, balanças eletrônicas, câmeras e dispositivos móveis, é possível obter dados sobre comportamento, peso, consumo alimentar, temperatura corporal, localização e muito mais.</li>
<li><strong>Análise e integração das informações</strong>: os dados coletados são organizados em plataformas de gestão e sistemas de análise, que permitem gerar relatórios, gráficos e alertas, facilitando a leitura técnica e a tomada de decisões.</li>
<li><strong>Ação orientada por dados</strong>: com base nas análises, o gestor pode ajustar dietas, identificar precocemente doenças, redistribuir lotes, melhorar o manejo reprodutivo ou adaptar <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bem-estar-animal-bovinos-de-corte/">práticas de bem-estar animal</a></strong>, tudo com base em indicadores confiáveis e em tempo real, otimizando o desempenho em todas as etapas da cadeia produtiva.</li>
</ol>
<p>Diferente do manejo tradicional, que muitas vezes trabalha com médias e estimativas, a pecuária de precisão foca na gestão por unidade animal. Isso permite identificar variações de desempenho dentro do rebanho que antes passavam despercebidas.</p>
<p>A adoção dessa abordagem representa uma mudança de paradigma: sair do modelo reativo para um <strong>modelo proativo e preditivo</strong>, no qual decisões são fundamentadas em evidências concretas, e não apenas na experiência ou observação empírica.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-19698 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Produção de Gado de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Desafios que a pecuária de precisão se propõe a enfrentar</h2>
<p>A pecuária de precisão surge como uma resposta a problemas crônicos que impactam diretamente a <strong>rentabilidade e a sustentabilidade</strong> dos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-o-melhor-sistema-de-producao-para-sua-fazenda-de-gado-de-corte/">sistemas de produção de carne bovina</a></strong>.</p>
<p>Ao permitir maior controle e previsibilidade, ela atua sobre gargalos operacionais que, muitas vezes, passam despercebidos no manejo tradicional.</p>
<h3>Baixa eficiência alimentar e reprodutiva</h3>
<p>Em muitos sistemas, há desperdício significativo de insumos, especialmente ração e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-para-bovinos-de-corte/">suplementos</a></strong>, devido à falta de acompanhamento individualizado do consumo.</p>
<p>A ausência de dados concretos sobre a resposta de cada animal dificulta ajustes precisos, comprometendo o retorno sobre o investimento nutricional e os índices reprodutivos.</p>
<h3>Variação de desempenho dentro do rebanho</h3>
<p>Animais criados no mesmo ambiente, com o mesmo manejo, podem apresentar desempenho muito diferente. Sem dados individualizados, essa variação tende a ser mascarada pelas médias do lote, atrasando a identificação de problemas e dificultando decisões como descarte, suplementação ou ajuste de manejo.</p>
<h3>Falta de dados na tomada de decisão</h3>
<p>Grande parte das decisões no campo ainda é tomada <strong>com base em observação visual e experiência</strong>, o que reduz a precisão das ações. A pecuária de precisão oferece métricas confiáveis e em tempo real, tornando possível agir com base em evidências, não em suposições.</p>
<h3>Perdas por falhas sanitárias e ambientais</h3>
<p>Problemas de saúde animal, como doenças subclínicas ou estresse térmico, muitas vezes só são percebidos quando já causaram perdas econômicas. Com sensores e sistemas de alerta, é possível detectar alterações fisiológicas precocemente, atuando de forma preventiva e reduzindo impactos sobre o desempenho zootécnico.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sanidade-gado-de-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-sanidade-gado&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39640 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png" alt="E-book Sanidade do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Tecnologias aplicadas na pecuária de precisão</h2>
<p>A base da pecuária de precisão está no uso de tecnologias que permitem <strong>coletar, processar e interpretar dados zootécnicos com rapidez e confiabilidade</strong>. Essas ferramentas vêm ganhando espaço nas propriedades brasileiras e se tornaram acessíveis a projetos de diferentes escalas.</p>
<h3>Sensores e coleiras inteligentes</h3>
<p>Dispositivos acoplados ao animal, como coleiras ou brincos eletrônicos, monitoram variáveis fisiológicas e comportamentais. Esses dados ajudam a identificar precocemente distúrbios nutricionais, estresse térmico ou sinais de doenças, mesmo antes de sintomas visuais aparecerem.</p>
<h3>Balanças eletrônicas e currais automatizados</h3>
<p>Sistemas de pesagem eletrônica permitem o acompanhamento do ganho de peso em tempo real, sem necessidade de contenção manual. Alguns currais inteligentes já permitem identificar o animal, pesá-lo e registrar os dados automaticamente em plataformas digitais, reduzindo erros humanos e otimizando o controle de desempenho individual.</p>
<h3>Drones, câmeras térmicas e monitoramento aéreo</h3>
<p>Drones equipados com câmeras térmicas e multiespectrais permitem o monitoramento de grandes áreas e a observação do comportamento do rebanho a distância. Também são usados para identificar áreas de sombra, pontos de acúmulo de calor ou falhas em cercas e estruturas de contenção.</p>
<h3>Softwares de gestão e plataformas integradas</h3>
<p>Os dados coletados em campo são processados por plataformas de gestão que integram diferentes fontes de informação: peso, consumo, saúde, ambiente e reprodução.</p>
<p>Esses sistemas geram <em>dashboards</em>, alertas automáticos e relatórios analíticos, que auxiliam o gestor na priorização de ações, acompanhamento de metas e correção de desvios.</p>
<h2>Limitações, barreiras e custo de adoção</h2>
<p>Embora a pecuária de precisão ofereça ganhos claros em eficiência e controle, sua implementação ainda enfrenta <strong>obstáculos técnicos, financeiros e culturais</strong>. Conhecer essas barreiras é fundamental para avaliar o momento certo e as condições necessárias para adotar esse modelo de gestão.</p>
<h3>Acesso à conectividade no campo</h3>
<p>Grande parte das propriedades rurais brasileiras ainda apresenta limitações de infraestrutura digital. A ausência de <strong>internet estável em toda a área da fazenda</strong> impede o uso de sensores conectados, plataformas em nuvem e sistemas de monitoramento em tempo real, o que compromete a eficácia de algumas tecnologias mais avançadas.</p>
<h3>Custo de aquisição e manutenção</h3>
<p>Embora os custos tenham diminuído nos últimos anos, muitos equipamentos utilizados na pecuária de precisão ainda representam um <strong>investimento inicial considerável</strong>, especialmente para produtores médios que operam com margens apertadas.</p>
<p>Além da aquisição, é necessário considerar:</p>
<ul>
<li>Custos com manutenção e calibração dos equipamentos;</li>
<li>Substituição periódica de componentes (baterias, sensores, etc.);</li>
<li>Assinaturas de softwares de gestão e plataformas digitais.</li>
<li>Custo com pessoal capacitado.</li>
</ul>
<h3>Curva de aprendizagem e capacitação técnica</h3>
<p>A eficácia da pecuária de precisão depende da <strong>capacidade de interpretar e utilizar os dados gerados</strong>. Em muitos casos, a barreira não está na tecnologia, mas na dificuldade em transformá-la em ação. Isso exige investimento em treinamento e uma <strong>mudança cultural no modo de gerir a fazenda</strong>.</p>
<h3>Resistência à mudança</h3>
<p>Em sistemas mais tradicionais, há resistência à adoção de novas ferramentas, sobretudo quando os resultados não são percebidos de imediato. A quebra desse padrão exige não apenas evidência técnica, mas também <strong>visão estratégica e confiança na tecnologia</strong> como parte do processo produtivo.</p>
<h2>Tendências futuras e o papel da pecuária de precisão no Brasil</h2>
<p>O avanço da pecuária de precisão está diretamente ligado à evolução das tecnologias digitais no campo, à demanda por rastreabilidade e à busca por sistemas produtivos mais sustentáveis e eficientes. Nesse cenário, o Brasil, um dos maiores produtores e exportadores de carne bovina do mundo, tem papel estratégico tanto como <strong>usuário quanto como desenvolvedor de soluções</strong>.</p>
<h3>Integração com inteligência artificial e IoT</h3>
<p>Uma das principais tendências é a conexão entre sensores, softwares de gestão e inteligência artificial, formando sistemas capazes de <strong>aprender com os dados gerados</strong>.</p>
<p>Isso permite prever comportamentos, identificar padrões e sugerir ações com base em históricos, clima, lotes e desempenho individual. O conceito de Internet das Coisas (IoT) na pecuária está deixando de ser tendência e se tornando prática em grandes operações.</p>
<h3>Rastreabilidade e certificações digitais</h3>
<p>A exigência por <strong>transparência e rastreabilidade da cadeia produtiva</strong> está pressionando o setor a adotar ferramentas digitais que documentem o histórico dos animais.</p>
<p>Plataformas de blockchain, QR codes e certificações digitais estão ganhando espaço, e a pecuária de precisão será uma base técnica essencial para viabilizar essas iniciativas com segurança e credibilidade.</p>
<h3>Adaptação para diferentes escalas de produção</h3>
<p>Empresas de tecnologia vêm desenvolvendo soluções modulares, com menor custo de entrada, adaptadas a produtores médios ou em fase de transição tecnológica.</p>
<p>Isso inclui kits de monitoramento simplificados, aplicativos com funcionalidades básicas e plataformas com planos escaláveis. A tendência é que a pecuária de precisão se torne <strong>mais acessível e viável também para propriedades familiares e integradas</strong>.</p>
<h3>O Brasil como protagonista em inovação pecuária</h3>
<p>Com sua combinação de escala, diversidade produtiva e capacidade técnica instalada, o Brasil tem tudo para se consolidar como um dos líderes globais no uso e desenvolvimento de soluções voltadas à pecuária de precisão.</p>
<p>Parcerias entre startups, universidades e grandes grupos do agro vêm criando um ecossistema de inovação que já começa a gerar frutos dentro e fora do país.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A pecuária de precisão não é apenas uma tendência, é uma <strong>ferramenta estratégica para quem busca eficiência, previsibilidade e competitividade em sistemas de produção de carne bovina</strong>. Seu diferencial está na capacidade de transformar dados em decisões, reduzindo incertezas e maximizando o retorno sobre cada hectare, cada insumo e cada animal.</p>
<p>Ao permitir o monitoramento individualizado, o controle preciso de variáveis produtivas e a gestão integrada das operações, essa abordagem rompe com o modelo baseado em médias e abre espaço para uma <strong>pecuária mais inteligente, sustentável e tecnicamente fundamentada</strong>.</p>
<p>Apesar das barreiras, os benefícios de sua adoção já são evidentes em propriedades de diferentes perfis. À medida que o acesso à tecnologia se amplia, a pecuária de precisão tende a se consolidar como padrão de gestão para sistemas profissionais, e não mais como diferencial.</p>
<h2>A nova pecuária é guiada por dados, não por achismos</h2>
<p>Se você quer dominar as ferramentas que realmente aumentam a eficiência, reduzem perdas e colocam sua produção na frente, a hora é agora.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/pecuaria-de-precisao-na-producao-de-corte/">Pecuária de precisão: o que é, como funciona e por que sua fazenda precisa adotar</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Boi China: o que é, quais suas exigências e como atender esse mercado com rentabilidade?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/boi-china-o-que-e-e-quais-suas-exigencias/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 12:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[boi]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[sistema de produção de bovinos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A China é hoje o principal destino da carne bovina brasileira. A magnitude desse mercado e suas exigências específicas transformaram o chamado “Boi China” em uma categoria estratégica dentro da pecuária de corte nacional. Mas, afinal, o que define um boi como “China”? E por que produzir para esse mercado pode significar mais rentabilidade para [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A China é hoje o principal destino da carne bovina brasileira. A magnitude desse mercado e suas exigências específicas transformaram o chamado <strong>“Boi China”</strong> em uma categoria estratégica dentro da pecuária de corte nacional.</p>
<p>Mas, afinal,<strong> o que define um boi como “China”</strong>? E por que produzir para esse mercado pode significar mais rentabilidade para o pecuarista?</p>
<p>O termo “Boi China” se refere aos animais que atendem às exigências sanitárias, técnicas e comerciais do protocolo de exportação da carne brasileira para a China. Isso envolve critérios como: idade máxima para o abate, origem rastreável e livres de zonas com febre aftosa com ou sem vacinação e manejo e alimentação com padrões de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bem-estar-animal-bovinos-de-corte/">bem-estar</a></strong> e segurança alimentar.</p>
<p>O motivo dessa padronização é claro: a China possui políticas rigorosas de importação, voltadas à segurança sanitária, rastreabilidade e preferência por cortes de animais mais jovens. Como resultado, bois que atendem ao protocolo ganham valorização de mercado, com bonificações por arroba em programas específicos dos frigoríficos habilitados.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><script>hbspt.forms.create({region: "na1",portalId: "5430441",formId: "f83e655b-67de-4fbe-b12a-88b7e9461712"});</script></p>
</div>
<h2>Por que o mercado chinês impõe exigências específicas?</h2>
<p>A China se tornou um dos maiores importadores de carne bovina do mundo por uma combinação de fatores: crescimento da classe média, urbanização acelerada e mudanças nos hábitos alimentares. No entanto, com esse avanço veio também um rigor cada vez maior quanto à origem e à qualidade do alimento importado.</p>
<h3>Segurança sanitária como prioridade</h3>
<p>Após episódios como o surto da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/doenca-da-vaca-louca/">doença da vaca louca</a></strong> (encefalopatia espongiforme bovina) e outros escândalos alimentares ocorridos na Ásia, a China passou a adotar <strong>políticas sanitárias extremamente rígidas</strong>. Para a carne bovina, isso significa:</p>
<ul>
<li>Rastreamento da origem do animal;</li>
<li>Garantia de que o boi foi criado em zona livre de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/febre-aftosa/">febre aftosa</a></strong> com ou sem vacinação;</li>
<li>Restrições ao uso de <strong>promotores hormonais, antibióticos e outros aditivos</strong>;</li>
<li>Controle de idade dos animais para evitar carne de bovinos mais velhos ou reprodutores.</li>
</ul>
<p>Essa postura não é apenas técnica, ela responde a uma demanda crescente da população por alimentos seguros e controlados, e serve também como instrumento de proteção ao próprio mercado interno chinês.</p>
<h3>Exigências comerciais e controle de fornecedores</h3>
<p>A China habilita apenas determinados frigoríficos brasileiros a exportarem para seu território. Esses frigoríficos, por sua vez, exigem que os pecuaristas que fornecem animais para abate sigam à risca o protocolo.</p>
<p>Entre os controles exigidos estão:</p>
<ul>
<li><strong>Declaração de idade do animal</strong>, que deve ter no máximo 30 meses no momento do abate;</li>
<li>Documentação sanitária completa, incluindo <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/transporte-de-gado/">GTA (Guia de Trânsito Animal)</a></strong>, ficha sanitária, entre outros;</li>
<li>Inclusão no <strong>sistema de rastreabilidade interna</strong> do frigorífico ou cooperativa, mesmo que não envolva o SISBOV (Sistema Brasileiro de Identificação e Certificação de Origem Bovina e Bubalina).</li>
</ul>
<h3>Aspectos culturais e preferências de consumo</h3>
<p>Além das questões sanitárias e burocráticas, há fatores culturais envolvidos:</p>
<ul>
<li>A culinária chinesa prefere cortes mais macios, com baixo teor de gordura, o que está associado a <strong>animais mais jovens</strong>;</li>
<li>A imagem da carne importada deve estar associada à qualidade, controle e confiança.</li>
</ul>
<p>Esses fatores explicam por que o “Boi China” é diferente do animal produzido para o mercado interno brasileiro e por que ele <strong>exige ajustes e controle desde a origem até o abate</strong>.</p>
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<h2>Como preparar sua fazenda para produzir Boi China?</h2>
<p>Atender às exigências do protocolo Boi China <strong>não é complexo, mas exige organização, disciplina e visão estratégica</strong>. É preciso ajustar o sistema produtivo desde a origem dos animais até a comercialização, garantindo conformidade com cada ponto do protocolo.</p>
<h3>1. Seleção e identificação dos animais desde a origem</h3>
<p>O ponto de partida é ter controle da idade dos animais:</p>
<ul>
<li>Mantenha registros precisos de nascimento (datas e lotes);</li>
<li>Priorize bezerros de <strong>estações de monta bem definidas</strong>;</li>
<li>Use brincos, lotes identificados ou ferramentas de gestão zootécnica para controle interno.</li>
</ul>
<p><i>Dica prática</i>: Estabeleça um “limite técnico” de abate entre <strong>28 e 29 meses</strong>, considerando margem de segurança para evitar desclassificações por idade no frigorífico.</p>
<h3>2. Manejo nutricional e cronograma produtivo eficiente</h3>
<p>Como o animal precisa atingir peso e acabamento até os 30 meses, é fundamental:</p>
<ul>
<li>Planejar o ganho de peso desde a recria, evitando períodos de estagnação;</li>
<li>Utilizar <strong>suplementação proteica e/ou energética</strong> conforme a fase (ex: proteinado na seca, semiconfinamento na terminação);</li>
<li>Monitorar <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/">Ganho Médio Diário (GMD)</a></strong> e escore corporal.</li>
</ul>
<p><i>Meta de desempenho</i>: um GMD médio de 700–800 g/dia permite abate entre 22 e 28 meses, com bom acabamento de carcaça.</p>
<h3>3. Documentação e conformidade sanitária</h3>
<p>Mantenha em dia:</p>
<ul>
<li>GTA (Guia de Trânsito Animal);</li>
<li>Comprovante de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/vacinacao-para-gado-de-corte/">vacinação</a></strong> (febre aftosa, brucelose);</li>
<li>Registros da propriedade e da origem dos animais;</li>
<li>Participação em programas de rastreabilidade do frigorífico (quando aplicável).</li>
</ul>
<h3>4. Planejamento de abate e entrega no frigorífico</h3>
<ul>
<li>Monitore o calendário com <strong>antecedência mínima de 60 dias</strong>;</li>
<li>Agende com frigoríficos habilitados à exportação para a China;</li>
<li>Faça o <strong>envio com peso, idade e conformidade em dia</strong>, atrasos podem resultar em perda da bonificação ou recusa do lote.</li>
</ul>
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<h2>Vantagens e desafios de produzir para o mercado chinês</h2>
<p>Atender ao protocolo do Boi China pode representar uma <strong>importante oportunidade de valorização da arroba</strong> e acesso a um mercado em crescimento acelerado. No entanto, como qualquer estratégia produtiva, há aspectos que exigem análise crítica e preparo.</p>
<h3>Vantagens</h3>
<h4>1. Bonificação por arroba</h4>
<p>Frigoríficos habilitados para exportar à China geralmente <strong>oferecem valores adicionais por animais aptos ao protocolo</strong>. Esse diferencial varia conforme o mercado e o momento, mas pode chegar de <strong>R$ 10 a R$ 15 a mais por arroba</strong> em períodos de alta demanda.</p>
<h4>2. Acesso a mercados premium e exigentes</h4>
<p>Ao atender ao padrão chinês, o produtor:</p>
<ul>
<li>Amplia suas <strong>alternativas de comercialização</strong>;</li>
<li>Passa a integrar <strong>programas específicos de exportação</strong>, com vantagens logísticas e contratuais;</li>
<li>Ganha reputação como fornecedor qualificado, o que pode abrir portas em outras linhas de mercado (Europa, Emirados, etc.).</li>
</ul>
<h4>3. Estímulo à profissionalização do sistema</h4>
<p>O protocolo Boi China exige:</p>
<ul>
<li>Registros organizados;</li>
<li>Calendário sanitário em dia;</li>
<li>Planejamento do ciclo produtivo.</li>
</ul>
<h3>Desafios</h3>
<h4>1. Limite de idade impõe pressão produtiva</h4>
<p>Cumprir o prazo dos 30 meses exige:</p>
<ul>
<li>Ganhos consistentes desde a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-recria-na-pecuaria-de-corte/">recria</a></strong>;</li>
<li>Controle rigoroso de GMD (ganho médio diário);</li>
<li>Planejamento nutricional bem feito.</li>
</ul>
<p>Produtores que não acompanham de perto o desempenho do lote correm o risco de perder a bonificação ou desclassificar parte do rebanho.</p>
<h4>2. Exigência documental e sanitária elevada</h4>
<p>Erros simples como <strong>falta de registro de idade e GTA incompleta</strong>, podem inviabilizar a venda como boi China, mesmo com animal pronto e bem acabado.</p>
<p>É essencial ter rotinas bem definidas de gestão documental e sanidade na fazenda.</p>
<h4>3. Dependência de frigoríficos habilitados</h4>
<p>Nem todo frigorífico está autorizado a exportar para a China. Isso significa que o produtor pode:</p>
<ul>
<li>Ter menos opções de compra na sua região;</li>
<li>Depender de programas específicos de compra agendada;</li>
<li>Precisar planejar com mais antecedência a entrega.</li>
</ul>
<h2>Conclusão</h2>
<p>O “boi China” não é apenas uma exigência comercial: <strong>ele representa uma oportunidade concreta de agregar valor</strong>, otimizar o sistema de produção e inserir a fazenda brasileira em um mercado altamente competitivo e em crescimento.</p>
<p>Para quem já trabalha com gado de corte e deseja profissionalizar ainda mais a operação, ou busca diferenciação no mercado e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/garantindo-margem-de-lucro-na-pecuaria-de-corte/">aumento da margem</a></strong> por animal, alinhar-se às exigências do mercado chinês é um passo inteligente.</p>
<p>Produzir boi China é, antes de tudo, produzir com visão de mercado, responsabilidade técnica e foco no resultado.</p>
<h2>Torne sua produção mais lucrativa e preparada para os desafios do mercado internacional</h2>
<p data-start="143" data-end="464">Atender ao mercado chinês exige mais do que vontade, é preciso preparo técnico, visão estratégica e domínio das exigências que impactam diretamente a rentabilidade da sua operação. Para quem quer se destacar nesse cenário competitivo, investir em conhecimento é o primeiro passo.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Percevejo-castanho: veja como identificar e combater infestações</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/percevejo-castanho-como-identificar-e-combater-infestacoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jul 2025 12:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=37989</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em sistemas pecuários cada vez mais intensivos e tecnificados, um fator tem chamado atenção de técnicos e produtores: o aumento da infestação por percevejo-castanho (Scaptocoris castanea), uma praga de solo que pode comprometer significativamente a qualidade e a longevidade das pastagens, A base da alimentação dos bovinos em grande parte do Brasil. Embora pequeno e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em sistemas pecuários cada vez mais intensivos e tecnificados, um fator tem chamado atenção de técnicos e produtores: o aumento da infestação por <strong>percevejo-castanho (<i>Scaptocoris castanea</i>)</strong>, uma praga de solo que pode comprometer significativamente a qualidade e a longevidade das pastagens, A base da alimentação dos bovinos em grande parte do Brasil.</p>
<p>Embora pequeno e discreto, o percevejo-castanho <strong>causa danos subterrâneos intensos</strong>, alimentando-se das raízes das forrageiras e provocando amarelamento, redução de vigor, morte de touceiras e, nos casos mais graves, perda total de cobertura vegetal em áreas infestadas.</p>
<p>A infestação pode avançar rapidamente, principalmente em solos arenosos e mal manejados, afetando diretamente o desempenho do rebanho.Em épocas de seca ou transição climática, o problema se agrava. A recuperação das áreas danificadas é lenta e onerosa, exigindo em muitos casos a <strong>renovação completa da pastagem</strong>.</p>
<p>Além disso, o percevejo muitas vezes passa despercebido no início, pois seus danos acontecem abaixo do solo, e os sintomas visíveis na superfície podem ser confundidos com deficiência nutricional, seca ou compactação.</p>
<p>Por isso, entender o comportamento do percevejo-castanho, aprender a identificá-lo corretamente e adotar estratégias de controle e prevenção eficazes é fundamental para manter a produtividade, a longevidade das áreas de pastagem e a saúde econômica do sistema de produção.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Como age o percevejo-castanho nas pastagens?</h2>
<p>O percevejo-castanho (<i>Scaptocoris castanea</i>) é uma praga de solo muito <strong>comum em regiões de solo arenoso e com pastagens de baixo vigor</strong>, principalmente no Cerrado brasileiro.</p>
<p>Embora sua atuação seja subterrânea, seus efeitos sobre as plantas são visíveis e severos, afetando diretamente a produtividade e a recuperação das áreas infestadas.</p>
<h3>Comportamento e ciclo de vida</h3>
<p>O percevejo vive praticamente <strong>todo o seu ciclo biológico abaixo da superfície do solo</strong>, dificultando sua detecção precoce. O ciclo pode ser dividido em:</p>
<ul>
<li><strong>Ovos</strong>: depositados no solo;</li>
<li><strong>Ninfas</strong>: passam por cinco instares até atingirem a fase adulta;</li>
<li><strong>Adultos</strong>: continuam a viver no solo e se alimentam das raízes.</li>
</ul>
<p>Em condições favoráveis (clima quente e solo seco), o ciclo pode se completar em até 60 dias, o que permite múltiplas gerações por ano, aumentando o potencial de infestação se não houver controle.</p>
<h3>Danos causados às raízes e estrutura da planta</h3>
<p>O percevejo suga a seiva das raízes e colmos subterrâneos, o que causa:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Colapso dos tecidos condutores</strong> da planta;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Diminuição da absorção de água e nutrientes;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Redução do vigor</strong> da touceira;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Necrose das raízes;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Em casos graves, morte total da planta.</li>
</ul>
<p>Esses danos são cumulativos e silenciosos. Quando os sintomas aparecem na parte aérea, a planta já perdeu grande parte da capacidade de recuperação.</p>
<h3>Sintomas visíveis da infestação</h3>
<p>Na superfície, os sinais mais comuns são:</p>
<ul>
<li><strong>Amarelamento progressivo</strong> das folhas, mesmo com boa adubação;</li>
<li>Manchas irregulares na pastagem, com aparência seca e rala;</li>
<li>Plantas com <strong>folhas finas</strong>, com pouco rebrote após pastejo;</li>
<li><strong>Ausência de resposta ao manejo ou correção de solo</strong>;</li>
<li>Em áreas abertas, touceiras mortas com aspecto de “clareiras”.</li>
</ul>
<p>Ao escavar a região das raízes com uma pá ou enxada, é comum encontrar ninfas e adultos escuros, com corpo achatado e patas anteriores adaptadas para escavação.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-controle-pragas-plantas-daninhas-pastagens?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-controle-de-pragas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39634 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas.png" alt="E-book Controle de pragas e plantas daninhas nas pastagens" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Espécies forrageiras mais suscetíveis</h3>
<p>Embora o percevejo possa atacar diversas gramíneas, ele é mais frequente em:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/brachiaria-principais-especies/"><i>Brachiaria brizantha</i></a></strong> (especialmente cv. Marandu);</li>
<li><i>Panicum maximum</i> (como cv. Mombaça e Tanzânia), quando em solos frágeis;</li>
<li>Pastagens em áreas de baixa fertilidade e manejo intensivo sem rotação.</li>
</ul>
<h3>Clima e solo: o ambiente ideal para a praga</h3>
<p>O percevejo-castanho se desenvolve melhor em:</p>
<ul>
<li>Sistemas de solo arenoso, com menor retenção de umidade;</li>
<li>Regiões com <strong>períodos prolongados de seca</strong> ou estiagem intermitente;</li>
<li>Temperaturas elevadas, comuns em biomas como o Cerrado.</li>
</ul>
<p>Essas condições dificultam a recuperação natural das pastagens e favorecem a manutenção de colônias no subsolo, protegidas das ações climáticas.</p>
<h3>Manejo inadequado da pastagem</h3>
<p><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/erros-no-manejo-de-pastagens/">Pastagens mal manejadas</a></strong> são o cenário ideal para a instalação da praga. Entre os erros mais comuns, destacam-se:</p>
<ul>
<li><strong>Superpastejo</strong>: o solo exposto favorece a penetração da luz e o ressecamento, criando o ambiente perfeito para o percevejo;</li>
<li><strong>Ausência de rotação de piquetes</strong>: impede o descanso do pasto e reduz a capacidade de recuperação da forrageira;</li>
<li><strong>Falta de adubação e correção de solo</strong>, que leva à perda de vigor das plantas e favorece o ataque às raízes já enfraquecidas.</li>
</ul>
<h3>Erros comuns no diagnóstico e controle</h3>
<p>Um dos principais agravantes é que, frequentemente, a infestação é diagnosticada tardiamente, porque:</p>
<ul>
<li>Os sintomas na parte aérea são semelhantes a deficiência nutricional ou estresse hídrico;</li>
<li>O percevejo vive no subsolo e não é visível a olho nu em inspeções superficiais;</li>
<li>A equipe de campo muitas vezes não conhece o ciclo ou aparência da praga.</li>
</ul>
<p>Além disso, quando o controle é iniciado de forma empírica ou com produtos ineficazes, há desperdício de recursos e agravamento da infestação.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Controle do percevejo-castanho</h2>
<p>Combater o percevejo-castanho exige mais do que aplicação pontual de inseticidas. A estratégia mais eficaz envolve diagnóstico precoce, controle integrado e recuperação do solo e das forrageiras.</p>
<p>Abaixo, você confere as principais abordagens recomendadas por instituições como a Embrapa e universidades agrárias.</p>
<h3>1. Monitoramento e diagnóstico precoce</h3>
<p>O primeiro passo é <strong>confirmar a presença da praga com inspeção direta</strong>:</p>
<ul>
<li>Use uma pá para escavar cerca de 10 a 15 cm nas áreas com sintomas;</li>
<li>Procure por ninfas e adultos, geralmente agrupados perto das raízes;</li>
<li>A densidade superior a 5 percevejos por m² já justifica intervenção imediata.</li>
</ul>
<p><i>Dica prática</i>: realize o monitoramento logo após o período seco, quando os danos se tornam mais visíveis.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-38008" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/06/percevejo-castanho.jpg" alt="Percevejo-castanho" width="1024" height="329" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/06/percevejo-castanho.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/06/percevejo-castanho-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/06/percevejo-castanho-768x247.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/06/percevejo-castanho-370x119.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/06/percevejo-castanho-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/06/percevejo-castanho-740x238.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/06/percevejo-castanho-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Fonte: Biomip</span></p>
<h3>2. Controle químico: quando e como aplicar</h3>
<p>O controle químico é <strong>indicado apenas após confirmação da infestação</strong>, e deve seguir boas práticas para ser eficaz:</p>
<h4>Produtos recomendados:</h4>
<ul>
<li>Ingredientes ativos como fipronil ou bifentrina têm mostrado boa eficácia no controle da praga.</li>
<li>Devem ser aplicados diretamente no solo (em jato dirigido), com volume suficiente para atingir a zona das raízes.</li>
</ul>
<h4>Boas práticas de aplicação:</h4>
<ul>
<li>Aplique em solo úmido (idealmente após chuva leve ou irrigação);</li>
<li>Faça a aplicação nas horas mais frescas do dia (manhã cedo ou fim da tarde);</li>
<li>Evite aplicar em áreas com solos secos ou compactados, pois isso reduz a penetração do produto.</li>
</ul>
<h3>3. Controle biológico e manejo integrado de pragas (MIP)</h3>
<p>O uso de fungos entomopatogênicos, como <i>Metarhizium anisopliae</i>, tem se mostrado promissor em áreas com infestação crônica:</p>
<ul>
<li>Esses agentes <strong>controlam o percevejo sem agredir o solo</strong> ou a microbiota;</li>
<li>Podem ser aplicados em conjunto com práticas de MIP;</li>
<li>Devem ser aplicados em condições de solo úmido e com cobertura vegetal moderada.</li>
</ul>
<h3>4. Recuperação e renovação da área afetada</h3>
<p>Em áreas com alto grau de infestação, pode ser necessário:</p>
<ul>
<li>Remover a vegetação morta e deixar o solo repousar por alguns dias;</li>
<li>Corrigir acidez e fertilidade do solo;</li>
<li>Replantar forrageiras com cultivares mais resistentes ou adaptadas ao tipo de solo;</li>
<li>Adotar <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/">sistema de pastejo rotacionado</a></strong> para evitar estresse contínuo sobre as raízes.</li>
</ul>
<p>Pastagens degradadas têm maior chance de reinfestação, restaurar o vigor do solo e da planta é essencial para impedir o retorno da praga.</p>
<h3>5. Importância da saúde das raízes</h3>
<p>Nutrindo a planta, ela produzirá mais raízes e terá mais vigor e ficará mais forte para enfrentar o ataque.</p>
<ul>
<li>A saúde das raízes das forrageiras é fundamental para garantir um bom desenvolvimento da planta;</li>
<li>Quando as raízes são bem nutridas e recebem adubação adequada, tornam-se mais resistentes a ataques de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/principais-pragas-de-pastagens-saiba-como-controlar/">pragas</a></strong>, como o percevejo castanho.</li>
<li>Investir na nutrição das raízes promove a formação de novas raízes, aumentando a capacidade de absorção de água e nutrientes essenciais.</li>
<li>O fortalecimento radicular resulta em plantas mais vigorosas, produtivas e menos suscetíveis às pragas.</li>
</ul>
<h2>Práticas de prevenção e manejo contínuo</h2>
<p>Após controlar uma infestação de percevejo-castanho, o desafio seguinte é impedir que o problema volte a ocorrer, principalmente em áreas com histórico de reincidência.</p>
<p><strong>A prevenção é sempre mais barata e eficiente do que o combate reativo</strong>. A seguir, veja práticas comprovadas para reduzir drasticamente o risco de reinfestações:</p>
<h3>Rotação de pastagens com descanso adequado</h3>
<p>O uso do pastejo rotacionado com períodos de descanso bem definidos:</p>
<ul>
<li>Reduz o estresse nas plantas forrageiras;</li>
<li>Melhora o acúmulo de reservas radiculares;</li>
<li>Cria um ambiente menos favorável para a instalação da praga.</li>
</ul>
<h3>Uso de cultivares mais tolerantes ou adaptadas</h3>
<p>Escolher bem a forrageira é uma das melhores estratégias preventivas:</p>
<ul>
<li>Algumas cultivares de <i>Brachiaria</i> e <i>Panicum</i> apresentam maior tolerância ao percevejo;</li>
<li>Pastagens bem adaptadas ao tipo de solo e clima local sofrem menos estresse, reduzindo o risco de ataque.</li>
</ul>
<h3>Monitoramento sistemático ao longo do ano</h3>
<p>O controle eficiente começa com a rotina de inspeção no campo, mesmo sem sintomas visíveis:</p>
<ul>
<li>Realize escavações periódicas (principalmente após a seca);</li>
<li>Registre áreas com sintomas suspeitos;</li>
<li>Aja rapidamente ao primeiro sinal de infestação.</li>
</ul>
<h3>Capacitação da equipe da fazenda</h3>
<p>É comum que percevejos sejam subestimados ou confundidos com outras causas de perda de vigor. Por isso:</p>
<ul>
<li>Capacite a equipe a identificar a praga em campo;</li>
<li>Estabeleça protocolos claros de observação e comunicação;</li>
<li>Envolva os responsáveis pelo manejo na tomada de decisão rápida.</li>
</ul>
<h2>Conclusão</h2>
<p>O percevejo-castanho é uma <strong>praga discreta, mas com grande potencial de prejuízo</strong>. Sua atuação subterrânea compromete as raízes das pastagens, reduz a absorção de nutrientes, provoca falhas na cobertura vegetal e impacta diretamente o ganho de peso dos animais e a rentabilidade da pecuária.</p>
<p>Se sua fazenda apresenta sintomas de perda de vigor no pasto, manchas irregulares, touceiras secando ou ausência de resposta à adubação, investigue o solo. O percevejo-castanho pode estar ali, comprometendo silenciosamente sua produtividade.</p>
<p>A boa notícia é que, com conhecimento, estratégia e ação técnica, é possível eliminar a praga, recuperar as áreas afetadas e fortalecer seu sistema contra novas infestações.</p>
<h2>Controle pragas com mais estratégia e garanta o desempenho do rebanho</h2>
<p data-start="214" data-end="496">O percevejo-castanho é só um dos muitos desafios que podem comprometer a qualidade das pastagens e, consequentemente, a performance do gado de corte. Para manter a produção eficiente o ano todo, é essencial entender a fundo a relação entre nutrição, manejo e sanidade das pastagens.</p>
<p data-start="498" data-end="918">O <a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Curso de Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</strong></a> do Rehagro foi desenvolvido para quem quer dominar os principais fatores que impactam o desempenho animal, aumentar a produtividade por hectare e tomar decisões técnicas com mais segurança.</p>
<p data-start="498" data-end="918">Com aulas online e foco em aplicação prática, você estará mais preparado para enfrentar infestações como a do percevejo-castanho e muitos outros desafios no campo.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/percevejo-castanho-como-identificar-e-combater-infestacoes/">Percevejo-castanho: veja como identificar e combater infestações</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Entressafra de pastagens: como manter a eficiência nutricional no gado de corte?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/entressafra-de-pastagens-como-manter-a-eficiencia-nutricional/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jun 2025 11:30:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[manejo do pasto]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na pecuária de corte brasileira, o capim não é apenas alimento, é a base de todo o sistema produtivo. Mas, assim como qualquer outro recurso natural, ele é influenciado pelas estações do ano. Com o avanço da seca ou do frio em várias regiões do país, a produtividade das pastagens cai drasticamente. Esse período, conhecido [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na pecuária de corte brasileira, o capim não é apenas alimento, é a base de todo o sistema produtivo. Mas, assim como qualquer outro recurso natural, ele é influenciado pelas estações do ano. Com o <strong>avanço da seca ou do frio em várias regiões do país</strong>, a produtividade das pastagens cai drasticamente.</p>
<p>Esse período, conhecido como <strong>entressafra de pastagens</strong>, representa um dos maiores desafios para os produtores que dependem da pastagem como fonte primária de nutrição animal.</p>
<p>A entressafra é caracterizada por uma combinação de fatores: <strong>menor crescimento do capim, queda na qualidade nutricional da forragem e maior competição por recursos dentro do sistema produtivo.</strong> O resultado? Diminuição do ganho de peso dos animais, perda de eficiência alimentar e, em muitos casos, prejuízo econômico direto.</p>
<p>Mesmo sabendo da existência desse período todos os anos, muitos projetos pecuários ainda enfrentam os efeitos da entressafra de forma reativa, e não estratégica. E é justamente essa a diferença entre uma pecuária de risco e uma pecuária com visão de longo prazo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Os desafios nutricionais enfrentados na entressafra</h2>
<p>Durante a entressafra de pastagens, a natureza impõe um teste à eficiência da pecuária de corte: <strong>como manter o desempenho dos animais</strong> quando a principal fonte de alimento perde volume e qualidade? Sem planejamento, os impactos podem ser severos.</p>
<h3>Redução na disponibilidade de forragem</h3>
<p>Com a diminuição das chuvas e a queda das temperaturas, o crescimento das pastagens desacelera ou simplesmente para. Espécies como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/brachiaria-principais-especies/"><i>Brachiaria</i></a></strong> e <i>Panicum</i> são altamente produtivas na estação das águas, mas têm sua <strong>produção forrageira reduzida em até 70% na seca</strong>, dependendo da região e do tipo de solo.</p>
<p>Esse déficit de massa verde compromete o fornecimento de matéria seca para os animais, principalmente em sistemas que não contam com forragem conservada.</p>
<h3>Queda acentuada na qualidade nutricional</h3>
<p>Além do volume, a qualidade do capim também sofre. Durante a entressafra, a planta entra em senescência (envelhecimento), o que resulta em:</p>
<ul>
<li>Redução no teor de proteína bruta;</li>
<li>Aumento da fibra indigestível (FDN e FDA);</li>
<li>Menor digestibilidade total da forragem.</li>
</ul>
<p>Esses fatores <strong>reduzem o valor nutritivo do pasto</strong>, impactando diretamente o consumo voluntário e o desempenho dos animais.</p>
<h3>Consequências no desempenho animal</h3>
<p>Sem ajustes nutricionais adequados, os reflexos aparecem rapidamente:</p>
<ul>
<li>Redução no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/">ganho médio diário (GMD)</a></strong>;</li>
<li>Comprometimento do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-bovinos-de-corte/">escore corporal</a></strong>;</li>
<li>Maior tempo para o abate (no caso de recria e terminação);</li>
<li>Baixa taxa de prenhez das matrizes.</li>
</ul>
<p>Estudos mostram que um boi em recria, <strong>sem suplementação adequada na seca, pode ter seu GMD reduzido para menos de 200 g/dia</strong>, enquanto na época das águas pode ultrapassar 800 g/dia com o mesmo sistema base.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-estrategias-sucesso-transicao-seca-aguas?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-seca-aguas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39794 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca.png" alt="E-book Estratégias de sucesso para a transição seca-águas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Impacto econômico direto</h3>
<p>Quando não se antecipa à entressafra, o <strong>custo é maior</strong>:</p>
<ul>
<li><strong>Compra emergencial de ração</strong> ou silagem a preços mais altos;</li>
<li><strong>Maior lotação por hectare</strong> sem suporte forrageiro;</li>
<li>Perda de margem na venda de animais mal acabados;</li>
<li>Necessidade de <strong>venda de animais para diminuir a lotação da fazenda</strong>, pois a capacidade de suporte está baixa.</li>
</ul>
<p>Esses gargalos revelam o quanto o planejamento nutricional não é um luxo, mas uma necessidade técnica e financeira.</p>
<h2>Como transformar a entressafra de pastagens em oportunidade?</h2>
<p>Na pecuária, a diferença entre prejuízo e lucro muitas vezes está na capacidade de antecipar o problema e não apenas remediá-lo. A entressafra, apesar de seus riscos, também <strong>pode ser um momento-chave para otimizar recursos</strong>, planejar o futuro do rebanho e ganhar vantagem competitiva.</p>
<h3>A entressafra como aliada da produtividade</h3>
<p>Parece contraditório, mas produtores que se antecipam ao período seco conseguem, inclusive, <strong>aumentar a eficiência do sistema durante a entressafra</strong>. Como?</p>
<ul>
<li>Reduzindo a dependência de compras emergenciais de insumos;</li>
<li>Ajustando a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao/">taxa de lotação</a></strong> do pasto com base em diagnósticos forrageiros;</li>
<li>Incorporando estratégias de suplementação de forma econômica e técnica;</li>
<li>Utilizando o período para recuperar pastagens degradadas ou reformar piquetes.</li>
</ul>
<p>Ou seja: enquanto muitos estão &#8220;apagando incêndios&#8221;, quem se planejou está organizando o ciclo seguinte com calma e controle de custos.</p>
<h3>Custo sob controle, margem preservada</h3>
<p>Ao trabalhar com silagem/pré-secado, pastejo diferido e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-a-pasto-maximize-resultados-na-pecuaria-de-corte/">suplementação</a></strong> ajustada ao perfil do rebanho, o pecuarista consegue manter os ganhos dos animais com menor custo por arroba produzida. O segredo está na antecipação.</p>
<h3>Tecnologias e inteligência nutricional</h3>
<p>Hoje, o acesso a ferramentas de gestão nutricional e planejamento forrageiro é mais acessível do que nunca. Planilhas de projeção de matéria seca, plataformas digitais e apoio técnico especializado ajudam o produtor a tomar decisões baseadas em dados, e não em intuição.</p>
<p>Além disso, a adoção de protocolos claros para cada fase do ano facilita o envolvimento da equipe da fazenda e garante um processo contínuo de melhoria da eficiência zootécnica.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-de-bovinos-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-42003 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new.png" alt="Pós-graduação em Nutrição de Bovinos de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como fazer um planejamento eficiente para a entressafra?</h2>
<p><strong>Planejar a entressafra não é sobre reagir ao pasto seco</strong>, mas sim agir meses antes, prevendo o comportamento da forragem, o consumo do rebanho e os recursos disponíveis. Um bom planejamento permite que a fazenda supere a escassez sem comprometer o desempenho animal nem o fluxo financeiro.</p>
<h3>1. Avaliação e diagnóstico forrageiro</h3>
<p>Antes de definir qualquer estratégia, é necessário entender o que você tem disponível em termos de pastagem. Isso envolve:</p>
<ul>
<li>Medir a <strong>produção de massa seca (MS)</strong> disponível por piquete;</li>
<li>Estimar o consumo diário de MS por categoria animal (em média, 2 a 2,5% do peso vivo);</li>
<li><strong>Estabelecer a capacidade de suporte</strong> da área, especialmente para os meses secos.</li>
</ul>
<h3>2. Definição de metas por categoria animal</h3>
<p>Planeje o que você espera de cada categoria (recria, engorda, matrizes) no período seco. Isso ajuda a definir:</p>
<ul>
<li>A <strong>intensidade da suplementação</strong> necessária;</li>
<li>A viabilidade de manter ou reduzir lotação;</li>
<li>Prioridades de alimentação por grupo (ex: foco em matrizes gestantes).</li>
</ul>
<h3>3. Estratégias de conservação e diferimento</h3>
<p>Entre as alternativas mais usadas para reforçar a oferta de forragem na entressafra, destacam-se:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/por-que-usar-snaplage/">Silagem de milho</a></strong> <strong>ou sorgo</strong>: alta densidade energética e armazenamento seguro.</li>
<li><strong>Silagem de capim</strong>: algumas gramíneas produzem boa oferta de forragem, e podem ser utilizadas para uma silagem de qualidade;</li>
<li><strong>Feno</strong>: útil para dietas de manutenção.</li>
<li><strong>Capineiras</strong>: permitem colheita escalonada.</li>
<li><strong>Pastejo diferido</strong>: técnica de vedação de áreas no final das águas para uso controlado na seca. Pode garantir forragem com <strong>6 a 8% de PB</strong> (dependendo da espécie).</li>
</ul>
<h3>4. Suplementação estratégica</h3>
<p>A suplementação é essencial para:</p>
<ul>
<li>Corrigir a deficiência de proteína da pastagem seca;</li>
<li>Estimular a digestão da fibra;</li>
<li>Garantir ganho de peso ou manutenção.</li>
</ul>
<p>Tipos comuns:</p>
<ul>
<li><strong>Suplemento proteico</strong> (0,1 a 0,3% do peso vivo/dia);</li>
<li><strong>Suplemento proteico-energético;</strong></li>
<li><strong>Sequestro estratégico de parte do rebanho</strong>.</li>
</ul>
<p>O custo-benefício varia conforme o objetivo zootécnico e o custo do kg do suplemento.</p>
<h2>Tendências e inovações no manejo da entressafra</h2>
<p>Se antes a entressafra era <strong>sinônimo de perda</strong>, hoje ela pode ser uma <strong>etapa otimizada com inteligência, tecnologia e integração</strong>. As inovações que vêm sendo adotadas por fazendas de diferentes portes mostram que a pecuária está mais estratégica do que nunca.</p>
<h3>Suplementação de precisão baseada em dados</h3>
<p>A suplementação está se tornando cada vez mais direcionada por informação e análise, e não mais pela média genérica de consumo. Isso inclui:</p>
<ul>
<li>Pesagem frequente de animais com balanças automatizadas;</li>
<li>Cálculo dinâmico de exigências nutricionais com base em peso real, ganho esperado e categoria;</li>
<li>Ajuste do fornecimento em tempo real.</li>
</ul>
<h3>Adoção de aditivos nutricionais e tecnologias de liberação controlada</h3>
<p>A indústria tem avançado no desenvolvimento de aditivos para aumentar a eficiência da dieta, mesmo com forragens de menor qualidade. Entre os destaques:</p>
<ul>
<li>Ureia protegida, que libera nitrogênio de forma mais gradual;</li>
<li>Aditivos que favorecem a digestibilidade da fibra;</li>
<li>Probióticos que ajudam a manter a saúde ruminal e o desempenho.</li>
</ul>
<p>Essas tecnologias permitem melhor aproveitamento das pastagens secas e fibrosas, reduzindo a necessidade de inclusão de ingredientes energéticos caros.</p>
<h3>Integração Lavoura-Pecuária (ILP) como reforço nutricional</h3>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-integracao-lavoura-pecuaria/">integração lavoura-pecuária (ILP)</a></strong> tem se consolidado como estratégia poderosa para geração de forragem de alta qualidade, especialmente para o período seco. Após a colheita da soja, muitos produtores têm implantado:</p>
<ul>
<li>Capim (ex: braquiária) consorciado com milho safrinha;</li>
<li>Pastagens em áreas reformadas, com melhor fertilidade e vigor;</li>
<li>Silagem produzida com milho de ILP, reduzindo o custo por tonelada.</li>
</ul>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A <strong>entressafra de pastagens é sim um período desafiador</strong>. Mas, como vimos ao longo deste artigo, também pode ser uma etapa estratégica, desde que encarada com conhecimento, preparo e gestão técnica.</p>
<p>Portanto, se há um recado claro a ser deixado aqui, é este: <i>Não espere a seca começar para pensar na seca.</i></p>
<p>Quem <strong>planeja a entressafra com antecedência</strong> protege o rebanho, a produtividade e o lucro, e ganha controle sobre o futuro do seu projeto pecuário.</p>
<h2>Torne-se referência em nutrição na pecuária de corte!</h2>
<p>Com a <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-de-bovinos-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pós-graduação em Nutrição de Bovinos de Corte</strong></a>, você vai aprender na prática a formular dietas que garantem o desempenho dos animais e geram lucro para o produtor.</p>
<p>Além disso, será capaz de montar estratégias nutricionais completas, alinhadas à realidade e aos objetivos da fazenda. Torne-se um profissional completo, dominando técnica e gestão, ganhando destaque no mercado da sua região.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-de-bovinos-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-42003 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new.png" alt="Pós-graduação em Nutrição de Bovinos de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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		<item>
		<title>Guia Escore de Condição Corporal (ECC) no gado de corte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2025 12:23:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[GUIAS]]></category>
		<category><![CDATA[ECC]]></category>
		<category><![CDATA[escore de condição corporal]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Avalie o estado nutricional do rebanho com uma ferramenta prática e visual Baixe gratuitamente o guia de ECC do Rehagro e aprenda como aplicar essa técnica essencial para tomar decisões mais assertivas sobre nutrição, reprodução e desempenho dos bovinos. O que você vai aprender com este material técnico: Como funciona o Escore de Condição Corporal [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="485" data-end="601">Avalie o estado nutricional do rebanho com uma ferramenta prática e visual</p>
<p data-start="603" data-end="813">Baixe gratuitamente o guia de ECC do Rehagro e aprenda como aplicar essa técnica essencial para tomar decisões mais assertivas sobre nutrição, reprodução e desempenho dos bovinos.</p>
<h2 data-start="1045" data-end="1125">O que você vai aprender com este material técnico:</h2>
<ul>
<li data-start="1164" data-end="1292">Como funciona o Escore de Condição Corporal (ECC) e sua importância no manejo nutricional;</li>
<li data-start="1295" data-end="1400">Quais pontos do corpo observar e como avaliar visual e manualmente;</li>
<li data-start="1403" data-end="1536">A diferença entre os cinco escores: de muito magro até obeso, com fotos e explicações práticas;</li>
<li data-start="1539" data-end="1664">Como usar o ECC para ajustar dietas, melhorar fertilidade e evitar perdas reprodutivas;</li>
<li data-start="1667" data-end="1790">Quando o escore é considerado ideal e como manter os animais nessa faixa de equilíbrio.</li>
</ul>
<h2 data-start="1847" data-end="1903">Este guia é ideal para:</h2>
<ul>
<li data-start="1942" data-end="2023">Pecuaristas que querem melhorar o desempenho produtivo e reprodutivo do rebanho;</li>
<li data-start="2026" data-end="2109">Técnicos e consultores que atuam no campo com avaliações corporais e nutricionais;</li>
<li data-start="2112" data-end="2200">Estudantes de veterinária, zootecnia e áreas correlatas que desejam conteúdo aplicável;</li>
<li data-start="2203" data-end="2288">Gestores de fazendas que querem controlar resultados com base em indicadores práticos.</li>
</ul>
<p data-start="3185" data-end="3282">Mais resultado na fazenda com uma ferramenta simples e poderosa</p>
<p data-start="3284" data-end="3471">Baixe agora o guia gratuito e domine o uso do escore de condição corporal para tomar decisões mais estratégicas no campo e melhorar a performance do rebanho.</p>
<p data-start="3284" data-end="3471"><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-escore-condicao-corporal-gado-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=guia-ecc&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39646 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-ecc-bovinos.png" alt="Guia ECC em bovinos de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-ecc-bovinos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-ecc-bovinos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-ecc-bovinos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-ecc-bovinos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-ecc-bovinos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-ecc-bovinos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-ecc-bovinos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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		<title>Guia Principais cuidados com a cura de umbigo</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/guia-como-realizar-a-cura-de-umbigo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2025 12:22:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[GUIAS]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[umbigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os primeiros cuidados com o umbigo definem a saúde do bezerro Baixe gratuitamente o guia prático do Rehagro e aprenda o passo a passo para fazer a cura de umbigo corretamente, prevenindo infecções e garantindo um desenvolvimento saudável desde as primeiras horas de vida. O que você vai aprender neste guia prático: Por que a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="407" data-end="510">Os primeiros cuidados com o umbigo definem a saúde do bezerro</p>
<p data-start="512" data-end="752">Baixe gratuitamente o guia prático do Rehagro e aprenda o passo a passo para fazer a cura de umbigo corretamente, prevenindo infecções e garantindo um desenvolvimento saudável desde as primeiras horas de vida.</p>
<h2 data-start="980" data-end="1053">O que você vai aprender neste guia prático:</h2>
<ul>
<li data-start="1092" data-end="1195">Por que a cura de umbigo é essencial nas primeiras horas de vida;</li>
<li data-start="1198" data-end="1304">Como realizar a contenção correta do bezerro durante o procedimento;</li>
<li data-start="1307" data-end="1428">Quais os produtos certos para uso: iodo 10%, recipientes e frequência da aplicação;</li>
<li data-start="1431" data-end="1540">Como identificar visualmente infecções e acompanhar o escore umbilical;</li>
<li data-start="1543" data-end="1656">Cuidados adicionais para evitar complicações como onfalite externa e interna.</li>
</ul>
<h2 data-start="1713" data-end="1769">Este guia é ideal para:</h2>
<ul>
<li data-start="1808" data-end="1882">Pecuaristas que lidam com nascimento de bezerros e querem reduzir perdas;</li>
<li data-start="1885" data-end="1946">Colaboradores de fazendas responsáveis pelo manejo neonatal;</li>
<li data-start="1949" data-end="2009">Estudantes e técnicos das áreas de zootecnia e veterinária;</li>
<li data-start="2012" data-end="2087">Profissionais que buscam aplicar boas práticas desde o nascimento do animal.</li>
</ul>
<p data-start="2969" data-end="3064">Mais saúde no rebanho começa com manejo neonatal de qualidade</p>
<p data-start="3066" data-end="3243">Baixe o guia gratuito agora e garanta que seus bezerros tenham um começo de vida mais seguro e produtivo com uma cura de umbigo feita corretamente.</p>
<p data-start="3066" data-end="3243"><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-como-realizar-cura-de-umbigo?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=guia-cura-umbigo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39645 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-cura-umbigo.png" alt="Guia Cura de umbigo" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-cura-umbigo.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-cura-umbigo-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-cura-umbigo-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-cura-umbigo-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-cura-umbigo-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-cura-umbigo-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-cura-umbigo-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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		<title>E-book Controle de pragas e plantas daninhas nas pastagens</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/e-book-controle-de-pragas-e-plantas-daninhas-nas-pastagens/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 13:36:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[plantas daninhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evite perdas e melhore a produtividade com o controle certo de pragas e plantas daninhas. Baixe gratuitamente o e-book o e-book técnico e descubra como identificar, prevenir e controlar infestações que comprometem a produtividade das suas pastagens e a saúde do seu rebanho. O que você vai encontrar neste material técnico: Como identificar plantas daninhas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Evite perdas e melhore a produtividade com o controle certo de pragas e plantas daninhas.</p>
<p>Baixe gratuitamente o e-book o e-book técnico e descubra como identificar, prevenir e controlar infestações que comprometem a produtividade das suas pastagens e a saúde do seu rebanho.</p>
<h2>O que você vai encontrar neste material técnico:</h2>
<ul>
<li>Como identificar plantas daninhas e entender seu ciclo de germinação;</li>
<li>Quais são as causas da infestação e como evitá-las com práticas preventivas;</li>
<li>Quais pragas atacam as pastagens e como elas prejudicam a produtividade;</li>
<li>Métodos de controle: preventivo, cultural, químico e biológico;</li>
<li>Estratégias específicas contra cigarrinhas, percevejo castanho e lagartas.</li>
</ul>
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<h2>Este e-book é ideal para:</h2>
<ul>
<li>Produtores de gado de corte que enfrentam problemas com invasoras e pragas nas pastagens;</li>
<li>Técnicos que acompanham fazendas de pecuária de corte;</li>
<li>Gestores de propriedade que buscam aumentar a produtividade com baixo custo;</li>
</ul>
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<h2>Melhore o desempenho do rebanho com pastagens mais limpas e nutritivas</h2>
<p>Baixe o e-book gratuitamente e descubra as boas práticas de manejo para aumentar a produtividade, reduzir perdas e proteger seus animais.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-controle-pragas-plantas-daninhas-pastagens?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-controle-de-pragas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39634 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas.png" alt="E-book Controle de pragas e plantas daninhas nas pastagens" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/e-book-controle-de-pragas-e-plantas-daninhas-nas-pastagens/">E-book Controle de pragas e plantas daninhas nas pastagens</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>E-book Tipos de cercas para pecuária de corte</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/e-book-tipos-de-cercas-para-pecuaria-de-corte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 13:26:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[cerca]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Escolher a cerca certa pode reduzir seus custos e aumentar sua eficiência no campo. Baixe gratuitamente o e-book e entenda as diferenças entre cercas lisas, farpadas, elétricas e outros modelos para diferentes tipos de solo, topografia e objetivos produtivos. O que você vai encontrar neste material técnico: Quais fatores considerar para escolher o tipo de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Escolher a cerca certa pode reduzir seus custos e aumentar sua eficiência no campo.</p>
<p>Baixe gratuitamente o e-book e entenda as diferenças entre cercas lisas, farpadas, elétricas e outros modelos para diferentes tipos de solo, topografia e objetivos produtivos.</p>
<h2>O que você vai encontrar neste material técnico:</h2>
<ul>
<li>Quais fatores considerar para escolher o tipo de cerca ideal para sua fazenda;</li>
<li>Como o solo, relevo e índice de chuvas influenciam na durabilidade e estabilidade da cerca;</li>
<li>Diferenças práticas entre cercas de arame farpado, liso e elétrico;</li>
<li>Como planejar a construção para diferentes finalidades;</li>
<li>Lista completa de materiais e cuidados específicos para cada tipo de estrutura.</li>
</ul>
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<h2>Este e-book é ideal para:</h2>
<ul>
<li>Produtores de gado de corte que desejam mais controle com menos manutenção;</li>
<li>Técnicos agropecuários que atuam em projetos de cercamento e infraestrutura;</li>
<li>Profissionais do campo que querem evitar erros comuns e retrabalhos;</li>
</ul>
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<h2>Melhore o manejo do seu rebanho com cercas bem planejadas e duráveis</h2>
<p>Baixe o e-book gratuitamente e aprenda a montar a cerca ideal para cada tipo de solo, relevo e sistema de produção.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tipos-de-cercas-pecuaria-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-tipos-de-cercas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39644 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tipos-cercas.png" alt="E-book Tipos de cercas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tipos-cercas.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tipos-cercas-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tipos-cercas-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tipos-cercas-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tipos-cercas-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tipos-cercas-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tipos-cercas-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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		<title>E-book Correção do solo e adubação de pastagens</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/e-book-correcao-do-solo-e-adubacao-de-pastagens/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 13:19:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais arrobas por hectare começam com um solo bem corrigido e adubado. Baixe gratuitamente o e-book e aprenda como aplicar calagem, gessagem e adubação de forma estratégica para aumentar a produtividade das suas pastagens e melhorar o desempenho do rebanho. O que você vai encontrar neste material técnico: Como avaliar a fertilidade do solo e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais arrobas por hectare começam com um solo bem corrigido e adubado.</p>
<p>Baixe gratuitamente o e-book e aprenda como aplicar calagem, gessagem e adubação de forma estratégica para aumentar a produtividade das suas pastagens e melhorar o desempenho do rebanho.</p>
<h2>O que você vai encontrar neste material técnico:</h2>
<ul>
<li>Como avaliar a fertilidade do solo e os fatores que interferem na qualidade da pastagem;</li>
<li>Quando e como aplicar calagem, com passo a passo;</li>
<li>Quais os efeitos e as vantagens da gessagem;</li>
<li>Estratégias de adubação com fertilizantes minerais, orgânicos e por cobertura;</li>
<li>Exemplos práticos de cálculo e cronograma de aplicação ao longo do ano.</li>
</ul>
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<h2>Este e-book é ideal para:</h2>
<ul>
<li>Produtores que buscam aumentar arrobas por hectare;</li>
<li>Técnicos que atuam em consultorias de solo e manejo de pastagens;</li>
<li>Profissionais do agro interessados em gestão de fertilidade e produtividade;</li>
</ul>
</div>
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<h2>Aumente a produtividade da fazenda com práticas simples, mas eficientes</h2>
<p>Baixe gratuitamente o e-book e aprenda como construir um solo fértil e pastagens nutritivas para um rebanho mais produtivo.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-correcao-solo-adubacao-pastagens?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-correcao-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39635 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens.png" alt="E-book Correção do solo e adubação de pastagens" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/e-book-correcao-do-solo-e-adubacao-de-pastagens/">E-book Correção do solo e adubação de pastagens</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>E-book Cerca elétrica na pecuária de corte</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/e-book-cerca-eletrica-na-pecuaria-de-corte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 13:16:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[cerca elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aprenda como instalar e manter cercas elétricas de forma correta, segura e econômica. Baixe gratuitamente o e-book e evite os erros mais comuns no campo. O que você vai encontrar neste material técnico: Como funciona o sistema de choque e aterramento na cerca elétrica; Diferenças entre cercas fixas e móveis e quando usar cada uma; [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/e-book-cerca-eletrica-na-pecuaria-de-corte/">E-book Cerca elétrica na pecuária de corte</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Aprenda como instalar e manter cercas elétricas de forma correta, segura e econômica. Baixe gratuitamente o e-book e evite os erros mais comuns no campo.</p>
<h2>O que você vai encontrar neste material técnico:</h2>
<ul>
<li>Como funciona o sistema de choque e aterramento na cerca elétrica;</li>
<li>Diferenças entre cercas fixas e móveis e quando usar cada uma;</li>
<li>Como escolher os melhores materiais: postes, isoladores, condutores e eletrificadores;</li>
<li>Passo a passo para planejamento e execução da instalação;</li>
<li>Cuidados, testes e manutenção preventiva para maior durabilidade.</li>
</ul>
<h2>Este e-book é ideal para:</h2>
<ul>
<li>Pecuaristas que desejam maior controle e segurança no manejo;</li>
<li>Técnicos e consultores que auxiliam na infraestrutura das fazendas;</li>
<li>Gestores que buscam reduzir perdas e otimizar mão de obra;</li>
</ul>
<h2>Evite prejuízos e aumente a eficiência da sua propriedade com cercas bem construídas</h2>
<p>Baixe o e-book gratuitamente e aprenda como montar, instalar e manter uma cerca elétrica eficiente e durável na pecuária de corte.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-cerca-eletrica-pecuaria-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-cerca-eletrica&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39631 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-cerca-eletrica.png" alt="E-book Cerca elétrica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-cerca-eletrica.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-cerca-eletrica-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-cerca-eletrica-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-cerca-eletrica-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-cerca-eletrica-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-cerca-eletrica-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-cerca-eletrica-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/e-book-cerca-eletrica-na-pecuaria-de-corte/">E-book Cerca elétrica na pecuária de corte</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>E-book Construção de cercas convencionais</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/e-book-construcao-de-cercas-convencionais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jun 2025 17:41:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[cerca]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Baixe gratuitamente o e-book completo e descubra como planejar, escolher os materiais certos e executar a construção de cercas convencionais com eficiência na pecuária de corte. O que você vai aprender com este guia técnico: Diferenças entre arames, perfis e níveis de galvanização; Tipos de mourões e como escolher o mais adequado para sua topografia; [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Baixe gratuitamente o e-book completo e descubra como planejar, escolher os materiais certos e executar a construção de cercas convencionais com eficiência na pecuária de corte.</p>
<p><strong>O que você vai aprender com este guia técnico:</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Diferenças entre arames, perfis e níveis de galvanização;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Tipos de mourões e como escolher o mais adequado para sua topografia;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Como calcular corretamente a carga de ruptura de cada cerca;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Estrutura ideal para cantos: palanques, rédeas, contramestres e mão francesa.</li>
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</ul>
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<ul>
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			</item>
		<item>
		<title>O que é o capim-capeta e por que ele preocupa os pecuaristas?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-o-capim-capeta-e-por-que-ele-preocupa-os-pecuaristas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2025 11:30:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[plantas daninhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O capim capeta, nome popular atribuído a diferentes espécies invasoras conforme a região do Brasil, é uma planta daninha agressiva que tem se tornado uma das principais ameaças à produtividade das pastagens. Apesar de seu nome curioso, seus impactos são tudo, menos inofensivos. A planta é amplamente reconhecida por sua capacidade de competição com gramíneas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>capim capeta</strong>, nome popular atribuído a diferentes espécies invasoras conforme a região do Brasil, é uma <strong>planta daninha agressiva</strong> que tem se tornado uma das principais ameaças à produtividade das pastagens.</p>
<p>Apesar de seu nome curioso, seus impactos são tudo, menos inofensivos. A planta é amplamente reconhecida por sua <strong>capacidade de competição com gramíneas forrageiras</strong> cultivadas, como o capim braquiária e o capim mombaça, prejudicando diretamente a alimentação do rebanho.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Classificação e nomes populares</h2>
<p>O termo &#8220;capim capeta&#8221; não se refere a uma única espécie botânica. Em diferentes biomas e regiões, ele pode ser associado a plantas como:</p>
<ul>
<li><i>Urochloa plantaginea;</i></li>
<li><i>Sporobolus indicus.</i></li>
</ul>
<p>O nome costuma surgir devido à <strong>dificuldade de controle e à agressividade da infestação</strong>, o que o torna um verdadeiro &#8220;capeta&#8221; no campo, nome que é mais uma expressão do sentimento do pecuarista do que uma classificação científica.</p>
<h2>Distribuição e presença nas pastagens</h2>
<p>Essa planta se espalha com facilidade por meio de sementes e rebrotas, principalmente em áreas com:</p>
<ul>
<li><strong>Baixa cobertura vegetal</strong>, causadas por superpastejo;</li>
<li><strong>Falta de adubação de correção ou manutenção</strong>;</li>
<li><strong>Manejo inadequado da altura de entrada e saída da pastagem</strong>;</li>
<li><strong>Trânsito de máquinas</strong> e animais que carregam sementes aderidas a equipamentos ou pelagens.</li>
</ul>
<p>Seu desenvolvimento rápido e sua <strong>capacidade de adaptação ao solo pobre e compactado</strong> tornam o capim capeta uma praga silenciosa.</p>
<p>Muitas vezes, o produtor só percebe o problema quando a infestação já está em um nível crítico, exigindo medidas mais intensivas (e custosas) de recuperação.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-controle-pragas-plantas-daninhas-pastagens?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-controle-de-pragas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39634 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas.png" alt="E-book Controle de pragas e plantas daninhas nas pastagens" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Por que o capim capeta é um problema sério?</h3>
<p>A principal razão de preocupação com o capim-capeta é o seu impacto direto na disponibilidade e qualidade da forragem. Ele reduz a densidade do pasto útil, comprometendo a oferta de nutrientes ao rebanho. O resultado pode ser sentido em:</p>
<ul>
<li>Queda no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/">ganho médio diário (GMD)</a></strong>;</li>
<li>Redução na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao/">taxa de lotação</a></strong> e redução da capacidade de suporte da área;</li>
<li>Aumento do ciclo de terminação;</li>
<li>Elevação dos custos com suplementação para compensar o déficit nutricional da pastagem.</li>
</ul>
<p>Em sistemas de gado de corte, onde eficiência e margens apertadas são regra, a presença do capim capeta representa uma perda real de produtividade e rentabilidade.</p>
<h2>Impactos do capim capeta nas pastagens</h2>
<p>A presença do capim capeta nas áreas de pastagem representa um <strong>desafio direto à produtividade forrageira</strong>. Ao ocupar espaço, competir por luz, água e nutrientes, essa planta daninha compromete o equilíbrio do ecossistema do pasto, reduzindo sua capacidade de sustentar a nutrição animal de forma eficiente.</p>
<h3>Competição com forrageiras cultivadas</h3>
<p>A primeira e mais evidente consequência do capim capeta é sua <strong>capacidade de competir com gramíneas forrageiras</strong> selecionadas para alimentação do gado.</p>
<p>Essas forrageiras (como <i><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/brachiaria-principais-especies/">Brachiaria spp</a></strong>., Panicum spp.</i> e <i>Cynodon spp.</i>) possuem características nutricionais superiores e são adaptadas ao sistema de produção. Quando o capim capeta se instala, ele:</p>
<ul>
<li>Diminui a <strong>densidade de plantas forrageiras úteis</strong>;</li>
<li>Impede o <strong>desenvolvimento pleno das espécies desejáveis</strong>;</li>
<li>Afeta o <strong>perfilhamento e a rebrota das forrageiras após o pastejo</strong>.</li>
</ul>
<p>A redução da presença de plantas de alta qualidade nutricional implica em menor acúmulo de massa seca e, portanto, menor capacidade de suporte.</p>
<h3>Redução da disponibilidade de matéria seca de qualidade</h3>
<p>O capim-capeta, além de não possuir valor nutricional relevante, <strong>não é palatável ao gado na maioria das situações</strong>. Isso significa que o animal simplesmente evita seu consumo, concentrando-se nas poucas áreas onde há pasto de qualidade. O resultado prático disso é:</p>
<ul>
<li>Formação de áreas <strong>superpastejadas e degradadas</strong>;</li>
<li>Aumento da <strong>pressão de pastejo</strong> sobre a parte útil da pastagem;</li>
<li>Rápido esgotamento dos recursos nutritivos do piquete.</li>
</ul>
<p>Esse cenário desequilibra o sistema como um todo e cria um ciclo vicioso de degradação, onde a planta daninha ganha ainda mais espaço a cada ciclo.</p>
<p>Além disso, há impacto indireto na <strong>eficiência do ciclo produtivo</strong>, já que animais em sistemas mais extensivos, onde o pasto é a base da dieta, podem levar mais tempo para atingir o peso ideal de abate.</p>
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<h2>Diagnóstico e monitoramento de infestações</h2>
<p>Um dos grandes erros no controle de plantas daninhas como o capim capeta é <strong>agir tarde demais</strong>.</p>
<p>Quando o produtor nota a perda de produtividade ou o aumento da necessidade de suplementação, o problema já está instalado. Por isso, o <strong>diagnóstico precoce e o monitoramento contínuo</strong> são estratégias decisivas para manter o capim capeta sob controle.</p>
<h3>Métodos para identificar e quantificar a presença do capim capeta</h3>
<p>A primeira etapa do diagnóstico é a identificação correta da planta. Como o nome &#8220;capim capeta&#8221; pode se referir a espécies diferentes dependendo da região, é fundamental:</p>
<ul>
<li>Contar com o <strong>apoio de um técnico ou agrônomo</strong> que conheça a flora invasora local;</li>
<li>Realizar <strong>vistorias regulares nos piquetes</strong>, preferencialmente em diferentes épocas do ano;</li>
<li><strong>Observar padrões de infestação</strong>, como áreas onde o gado evita pastejar ou onde a vegetação parece mais seca ou menos densa.</li>
</ul>
<p>Após identificada, a quantificação da infestação pode ser feita por amostragem, usando quadrantes ou linhas de transecção. Esses métodos permitem calcular:</p>
<ul>
<li>A percentagem de área ocupada por capim capeta;</li>
<li>A intensidade da infestação por hectare;</li>
<li>A distribuição da planta no talhão.</li>
</ul>
<p>Essas informações são fundamentais para definir a estratégia de controle mais adequada.</p>
<h3>Sinais de alerta e épocas críticas</h3>
<p>O capim capeta, como muitas plantas daninhas perenes, costuma se desenvolver com mais vigor em <strong>épocas de transição climática</strong>, como o final da seca e o início das chuvas. Alguns sinais de alerta incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Redução do apetite dos animais</strong> em determinados piquetes;</li>
<li><strong>Baixo rebrote da forrageira após o pastejo</strong>;</li>
<li>Aumento de áreas com <strong>vegetação heterogênea ou empobrecida</strong>;</li>
<li><strong>Florescimento da planta daninha</strong>, que marca o início da produção de sementes.</li>
</ul>
<p>Esses períodos são estratégicos tanto para o monitoramento quanto para a aplicação de medidas de controle, como o uso de herbicidas.</p>
<h2>Estratégias de controle eficazes</h2>
<p>Controlar o capim capeta exige <strong>visão técnica, ação planejada e persistência</strong>. Por se tratar de uma planta daninha perene e agressiva, as abordagens isoladas raramente trazem resultados duradouros.</p>
<p>A seguir, exploramos os métodos mais utilizados e como combiná-los para potencializar o sucesso no campo.</p>
<h3>Controle químico: quando, como e com o quê?</h3>
<p>O uso de herbicidas seletivos é a principal ferramenta no controle do capim capeta, especialmente em áreas já com infestação consolidada.</p>
<p>A escolha do produto deve ser feita com base na <strong>espécie dominante da planta daninha</strong>, no estágio de desenvolvimento e na gramínea forrageira presente na área.</p>
<h4>Princípios ativos comumente recomendados:</h4>
<ul>
<li>Mesotriona e atrazina, combinados</li>
</ul>
<h4>Boas práticas de aplicação</h4>
<ul>
<li>Utilizar bicos apropriados e calibração precisa dos pulverizadores;</li>
<li>Evitar aplicação em dias com vento forte ou alta temperatura;</li>
<li>Realizar monitoramento pós-aplicação para medir a eficácia e necessidade de reaplicação.</li>
</ul>
<h3>Métodos mecânicos: controle físico e sua função estratégica</h3>
<p>Embora menos utilizado em grandes áreas, o controle mecânico pode ser útil em:</p>
<ul>
<li>Áreas pequenas com alta infestação localizada;</li>
<li>Situações onde o uso de herbicidas não é viável (ex: áreas próximas a nascentes);</li>
<li>Complemento ao controle químico, especialmente em rebrotas resistentes.</li>
</ul>
<p>As técnicas mais comuns incluem:</p>
<ul>
<li>Roçadas dirigidas (com roçadeira tratorizada);</li>
<li>Gradeações superficiais para reverter áreas muito degradadas.</li>
</ul>
<p>O grande desafio do controle mecânico é o <strong>risco de rebrote</strong>, já que ele atua apenas na parte aérea da planta. Por isso, deve ser acompanhado de outras medidas.</p>
<h3>Controle cultural: fortalecer o pasto para evitar a reinfestação</h3>
<p>O <strong>manejo cultural preventivo</strong> é talvez o componente mais negligenciado do controle de plantas daninhas. Um pasto vigoroso, bem nutrido e bem manejado dificulta o estabelecimento do capim capeta.</p>
<p>Algumas práticas recomendadas:</p>
<ul>
<li>Adubação de manutenção com base em <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/amostragem-do-solo-em-pastagens/">análise de solo</a></strong>;</li>
<li>Controle da lotação animal para evitar sobrepastejo;</li>
<li>Rotação de piquetes com períodos adequados de descanso;</li>
<li>Sobressemeadura com espécies forrageiras adaptadas, especialmente em áreas expostas.</li>
</ul>
<h3>Integração entre métodos: a chave para o sucesso</h3>
<p>A integração das estratégias é o que garante resultados sustentáveis. O caminho ideal é:</p>
<ol>
<li>Diagnóstico da área e identificação da planta;</li>
<li>Aplicação química direcionada no momento adequado;</li>
<li>Acompanhamento com controle mecânico em focos persistentes;</li>
<li>Recuperação e fortalecimento do pasto com práticas culturais;</li>
<li>Monitoramento contínuo da área para evitar reentrada da invasora.</li>
</ol>
<h2>Tecnologias e inovações no manejo de plantas daninhas</h2>
<p>Com a crescente demanda por eficiência e sustentabilidade na pecuária, surgem novas tecnologias que ajudam a tornar o controle de plantas daninhas mais preciso, econômico e menos dependente de métodos empíricos.</p>
<p>O capim capeta, por sua capacidade de dispersão e resistência, é um alvo ideal para essas soluções inovadoras.</p>
<h3>Uso de drones no mapeamento e aplicação localizada</h3>
<p>Uma das tecnologias com maior crescimento nos últimos anos é o uso de drones para diagnóstico e pulverização localizada. Entre os principais benefícios estão:</p>
<ul>
<li>Mapeamento aéreo georreferenciado das áreas infestadas, com imagens de alta resolução;</li>
<li>Detecção precoce de rebrotas ou falhas no controle químico;</li>
<li>Redução do volume de herbicida aplicado, graças à pulverização apenas nos focos identificados;</li>
<li>Acesso facilitado a áreas íngremes ou úmidas, onde tratores têm dificuldade de atuação.</li>
</ul>
<h3>Novas formulações e herbicidas mais seletivos</h3>
<p>A indústria química tem investido no desenvolvimento de herbicidas com menor impacto ambiental e maior seletividade, o que permite:</p>
<ul>
<li>Aplicações em áreas com espécies forrageiras sensíveis, sem risco de danos;</li>
<li>Menor tempo de carência para entrada dos animais após a aplicação;</li>
<li>Melhor desempenho em condições adversas, como solos secos ou infestações antigas.</li>
</ul>
<p>Além disso, novas formulações combinam princípios ativos para ampliar o espectro de ação e reduzir a necessidade de reaplicação.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>O capim capeta, embora carregue um nome quase folclórico, representa um <strong>desafio técnico real e persistente para a pecuária de corte no Brasil.</strong></p>
<p>Sua presença em áreas de pastagem compromete diretamente a qualidade da forragem, o desempenho do rebanho e a rentabilidade do sistema de produção.</p>
<p>A mensagem central que fica é clara:<strong> a qualidade do pasto é a base da pecuária eficiente</strong>. Ignorar o problema do capim capeta é comprometer todo o sistema, da nutrição ao desempenho zootécnico, da eficiência à rentabilidade. Combater essa planta daninha é, portanto, uma decisão de gestão, de técnica e de visão de longo prazo.</p>
<h2 data-start="185" data-end="264">Controle plantas invasoras com técnica e garanta mais produtividade no pasto</h2>
<p data-start="266" data-end="553">O capim-capeta é uma das invasoras que mais comprometem a qualidade das pastagens e o desempenho do rebanho. Para evitar prejuízos, não basta apenas combatê-lo, é preciso adotar uma gestão forrageira eficiente, com diagnóstico do solo, escolha adequada de espécies e manejo estratégico.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Protocolos hormonais em vacas de corte: saiba qual escolher</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Aug 2024 11:30:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[inseminação artificial]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[perda de prenhez]]></category>
		<category><![CDATA[reprodução de bovinos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A eficiência reprodutiva é um fator determinante na produtividade e rentabilidade da criação de gado. Entre as estratégias para melhorar o desempenho reprodutivo, o uso de protocolos hormonais destaca-se por sua eficácia na sincronização do ciclo estral, facilitando a inseminação artificial e melhorando as taxas de prenhez. Neste texto, vamos detalhar o que são protocolos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A eficiência reprodutiva é um fator determinante na produtividade e rentabilidade da criação de gado. Entre as estratégias para melhorar o desempenho reprodutivo, o uso de protocolos hormonais destaca-se por sua eficácia na sincronização do ciclo estral, facilitando a inseminação artificial e melhorando as taxas de prenhez.</p>
<p>Neste texto, <strong>vamos detalhar</strong> <strong>o que são protocolos hormonais</strong>, discutir os mais recomendados pelos especialistas, e como é possível escolher o mais adequado para a realidade da sua fazenda, além de fornecer dicas práticas para sua implementação bem-sucedida.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Quais são os protocolos hormonais mais indicados ?</h2>
<p>A escolha do protocolo hormonal mais indicado para inseminação artificial depende de vários fatores, como o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/reproducao-bovina/">manejo reprodutivo</a></strong>, as características do rebanho, a infraestrutura disponível, e os objetivos do produtor.</p>
<p>No entanto, alguns protocolos são amplamente recomendados devido à sua eficácia e flexibilidade:</p>
<h3>1. Protocolo de Ovsynch</h3>
<p><strong>Duração</strong>:</p>
<p>O protocolo Ovsynch dura cerca de 10 dias.</p>
<p><strong>Funcionamento</strong>:</p>
<ul>
<li>Dia 0: Aplicação de uma dose de GnRH para induzir a ovulação de qualquer folículo dominante presente.</li>
<li>Dia 7: Aplicação de prostaglandina (PGF2α) para causar a regressão do corpo lúteo.</li>
<li>Dia 9: Segunda aplicação de GnRH para induzir uma nova ovulação.</li>
<li>Dia 10 (16 a 20 horas após a segunda dose de GnRH): Realização da inseminação artificial.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sanidade-estacao-monta?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-manual-sanitario&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39636 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario.png" alt="E-book Manual Sanitário da estação de monta" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>2. Protocolo de Crestar (Progestágeno com benzoato de estradiol)</h3>
<p><strong>Duração</strong>:</p>
<p>O protocolo de Crestar dura cerca de 9 dias.</p>
<p><strong>Funcionamento</strong>:</p>
<ul>
<li>Dia 0: Inserção de um implante de progestágeno (Crestar) e aplicação de benzoato de estradiol.</li>
<li>Dia 8: Retirada do implante e aplicação de prostaglandina (PGF2α).</li>
<li>Dia 9: Aplicação de uma segunda dose de benzoato de estradiol.</li>
<li>Dia 10 (24 a 48 horas após a retirada do implante): Realização da inseminação artificial.</li>
</ul>
<h3>3. Protocolo de Two-shot Prostaglandin</h3>
<p><strong>Duração</strong>:</p>
<p>Este protocolo dura entre 11 e 14 dias.</p>
<p><strong>Funcionamento</strong>:</p>
<ul>
<li>Dia 0: Primeira aplicação de prostaglandina (PGF2α) para induzir o estro.</li>
<li>Dia 11: Segunda aplicação de prostaglandina (PGF2α) em fêmeas que não manifestaram estro após a primeira dose.</li>
<li>Dia 14: Inseminação das fêmeas que entraram em estro após a segunda dose.</li>
</ul>
<h3>4. Protocolo com uso de CIDR + GnRH e PGF2α</h3>
<p><strong>Duração</strong>:</p>
<p>Este protocolo dura cerca de 7 dias.</p>
<p><strong>Funcionamento</strong>:</p>
<ul>
<li>Dia 0: Inserção do dispositivo intravaginal de progesterona (CIDR) e aplicação de uma dose de GnRH.</li>
<li>Dia 7: Retirada do CIDR e aplicação de prostaglandina (PGF2α) para regressão do corpo lúteo.</li>
<li>Dia 9: Aplicação de uma segunda dose de GnRH, seguida de inseminação artificial após 16 a 24 horas.</li>
</ul>
<h2>Como escolher um protocolo que seja adequado à realidade da fazenda?</h2>
<p>A escolha do protocolo hormonal deve ser baseada em uma análise cuidadosa de vários fatores:</p>
<ul>
<li><strong>Condição corporal das vacas</strong>: Vacas em boa <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-bovinos-de-corte/">condição corporal</a></strong> geralmente respondem melhor aos tratamentos hormonais. Vacas com baixa condição corporal podem ter respostas hormonais comprometidas, o que pode influenciar a escolha do protocolo.</li>
<li><strong>Infraestrutura da fazenda</strong>: A implementação de protocolos hormonais requer instalações adequadas para o manejo dos animais, como currais e troncos de contenção, para garantir a segurança e eficácia na administração dos hormônios.</li>
<li><strong>Capacitação e disponibilidade de mão de obra</strong>: A aplicação de alguns protocolos requer treinamento especializado para a equipe de manejo. Além disso, é importante considerar a disponibilidade de mão de obra para monitorar o comportamento estral e realizar a inseminação no momento correto.</li>
<li><strong>Custo e retorno sobre o investimento</strong>: É importante avaliar o custo dos hormônios e da mão de obra em relação aos benefícios esperados, como aumento nas taxas de prenhez e na produtividade geral do rebanho.</li>
</ul>
<h2>Dicas práticas</h2>
<ol>
<li><strong>Treinamento</strong>: Invista no treinamento da equipe para garantir a aplicação correta dos hormônios e o manejo adequado dos animais. Uma equipe bem treinada é fundamental para o sucesso dos protocolos hormonais.</li>
<li><strong>Monitoramento</strong>: Mesmo com protocolos hormonais, o monitoramento visual ou com o uso de tecnologias, é fundamental para identificar vacas em cio e assegurar que a inseminação seja realizada no momento ótimo.</li>
<li><strong>Manutenção de registros detalhados</strong>: Registre todas as aplicações de hormônios, datas de inseminação, e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/taxa-de-prenhez-na-pecuaria-de-corte/">resultados de prenhez</a></strong>. Esses dados são valiosos para avaliar a eficácia dos protocolos e fazer ajustes necessários para melhorar os resultados futuros.</li>
<li><strong>Veterinário</strong>: Trabalhar em estreita colaboração com um veterinário especializado pode ajudar a ajustar os protocolos de acordo com as necessidades específicas do rebanho, incluindo adaptações para <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/racas-de-gado-de-corte/">diferentes raças</a></strong> ou condições ambientais.</li>
</ol>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Os protocolos hormonais são uma ferramenta valiosa para <strong>melhorar a eficiência reprodutiva</strong> em fazendas de gado de corte. Com a escolha adequada do protocolo e uma implementação cuidadosa, é possível obter melhorias significativas nas taxas de prenhez e na produtividade do rebanho.</p>
<p>Avalie cuidadosamente as condições da sua fazenda e busque orientação profissional para garantir o sucesso na utilização dessas tecnologias reprodutivas.</p>
<h2 data-start="200" data-end="282">Tome decisões reprodutivas com base técnica e tenha melhores resultados</h2>
<p data-start="284" data-end="444">Escolher o protocolo hormonal ideal vai muito além da prática: exige conhecimento técnico, visão estratégica e domínio dos fatores que influenciam a reprodução.</p>
<p data-start="446" data-end="785">Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Pós-graduação em Produção de Gado de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende com consultores que aplicam no campo o que ensinam na teoria e vão te mostrar como aumentar a eficiência reprodutiva, melhorar os índices zootécnicos e gerar mais lucro por vaca exposta.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-19698 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Produção de Gado de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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			</item>
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		<title>Fábrica de ração para gado de corte: quando investir nessa estrutura?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/fabrica-de-racao-para-gado-de-corte-quando-investir-em-uma/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/fabrica-de-racao-para-gado-de-corte-quando-investir-em-uma/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2024 11:30:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[ração]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na atual conjuntura econômica da produção de carne brasileira, possuir uma estrutura mínima de fábrica de ração, pode ser uma ótima opção para abaixar os custos nutricionais e aumentar as margens das fazendas. O desembolso para a construção de uma fábrica é alto, e deve ser muito bem planejado e estruturado para que os resultados [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na atual conjuntura econômica da produção de carne brasileira, possuir uma estrutura mínima de <strong>fábrica de ração</strong>, pode ser uma ótima opção para abaixar os custos nutricionais e aumentar as margens das fazendas.</p>
<p>O desembolso para a construção de uma fábrica é alto, e deve ser muito bem planejado e estruturado para que os resultados sejam alcançados.</p>
<p>Antes de se decidir implementar a fábrica, é necessário um estudo de <strong>viabilidade econômica</strong>, conhecer a produção atual da fazenda, se há a necessidade de uma fábrica, e qual o tamanho da estrutura para atender a demanda da fazenda.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Viabilidade econômica da fábrica de ração</h2>
<p>Ao se optar pela construção de uma fábrica de ração, o pecuarista precisará realizar as compras estratégicas dos insumos e otimizar a produção das rações, de modo que a fábrica não fique ociosa, onerando os custos nutricionais da fazenda.</p>
<p>Para fazer o investimento no projeto o produtor deve <strong>buscar uma consultoria especializada na construção</strong>, e se possível visitar propriedades que já utilizam desta estrutura.</p>
<p>Antes de se dar o pontapé inicial, o estudo de viabilidade econômica se mostra fundamental para a tomada de decisão, conhecer os prós e contras da operação, trará um norte sobre o que se pretende ser feito na propriedade. Estudar a viabilidade mostra os riscos e mostra qual será a rentabilidade e o tempo do retorno do capital investido.</p>
<p>Quando surge a necessidade de a propriedade aumentar sua produção, investir em uma fábrica de ração se torna viável. <strong>A produção da própria ração garante maior qualidade nutricional</strong>, assegurar a qualidade da ração produzida é tão importante quanto a utilização de programas de desenvolvimento, portanto, os níveis nutricionais devem corresponder às necessidades de cada espécie e fase de vida animal.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-misturadores-qualidade-mistura?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-misturadores&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39637 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores.png" alt="E-book Misturadores de ração" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Planejamento e estrutura da fábrica de ração</h2>
<p>Ao implementar uma fábrica de ração é preciso conhecer os equipamentos e processos envolvidos para que se tenha uma produção competente. Alguns fatores essenciais para se levar em consideração no momento de decisão é o espaço físico (se atende a capacidade de produção necessária), energia elétrica e capital de início.</p>
<p>No processo de produção em si é necessário alguns equipamentos e estruturas, separados em 3 partes.</p>
<ol>
<li><strong>Recebimento dos insumos</strong>: é onde tudo se inicia, será necessário equipamentos como transportadores e elevadores, que serão responsáveis em facilitar o transporte da matéria prima para os silos de armazenamento. O estoque será onde os insumos ficarão armazenados. Deverá se atentar ao planejamento da estrutura, se adequar ao tamanho da sua demanda.</li>
<li><strong>Processamento</strong>: para processar os insumos, são necessários <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tipos-de-moinho-para-moagem-de-graos/">moinhos que realizam a moagem dos grãos</a></strong>, contribuindo para o processamento e digestão dos nutrientes. <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/misturadores-e-qualidade-de-mistura-para-racoes-bovinas/">Misturadores</a></strong> realizarão as batidas da ração, por ser mais simples o misturador vertical é o mais utilizado. Dependendo da produção e sua necessidade, para esta etapa pode existir alguns equipamentos extras.</li>
<li><strong>Distribuição</strong>: nesta etapa as rações já estão prontas, precisam ser armazenadas em um lugar seguro, para não ser afetada por chuva. Será necessário a utilização de balança, vagão misturador e ou pá carregadeira para auxiliar na distribuição da ração produzida.</li>
</ol>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-34275" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/box-de-armazenamento.jpg" alt="Box de armazenamento" width="689" height="436" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/box-de-armazenamento.jpg 689w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/box-de-armazenamento-300x190.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/box-de-armazenamento-370x234.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/box-de-armazenamento-270x171.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/box-de-armazenamento-150x95.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 689px) 100vw, 689px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Box de armazenamento. Fonte: Isadora Amorim.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-34276" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/silo-de-armazenamentio.jpg" alt="Silo de armazenamento" width="677" height="538" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/silo-de-armazenamentio.jpg 677w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/silo-de-armazenamentio-300x238.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/silo-de-armazenamentio-370x294.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/silo-de-armazenamentio-270x215.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/silo-de-armazenamentio-150x119.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 677px) 100vw, 677px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Silo de armazenamento. Fonte: Isadora Amorim.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-34277" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/estrutura-fabrica-racao.jpg" alt="Estrutura fábrica de ração" width="457" height="304" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/estrutura-fabrica-racao.jpg 457w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/estrutura-fabrica-racao-300x200.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/estrutura-fabrica-racao-370x246.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/estrutura-fabrica-racao-270x180.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/estrutura-fabrica-racao-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 457px) 100vw, 457px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Estrutura fábrica de ração. Fonte: Isadora Amorim.</span></p>
<h2>Benefícios da fábrica de ração</h2>
<p>Os principais benefícios fornecidos por esse investimento são:</p>
<ul>
<li><strong>Maior independência e flexibilidade</strong>: cada vez menos dependente das oscilações do mercado, podendo se planejar e acessar recursos mais acessíveis de acordo com a sua região.</li>
<li><strong>Redução dos custos</strong>: a aquisição de produtos a granel é mais barata que a de produtos prontos, e associando com o planejamento dessas compras em períodos de maior oferta, os custos reduzem e melhoram a condição de negociação.</li>
<li><strong>Controle de qualidade</strong>: conseguindo selecionar melhor os ingredientes e fornecedores que serão utilizados, é possível garantir a qualidade da ração.</li>
</ul>
<p>A priorização de fornecer e garantir uma qualidade nutricional aos animais é muito importante, por isso, é necessário se atentar a realizar muito bem todas as etapas do processo.</p>
<p>Realizar treinamentos da mão de obra, manutenção dos equipamentos e limpeza deles diariamente, escolher equipamentos de qualidade que facilitam e ajudam a diminuir o tempo de produção.</p>
<p>Para que a decisão de implementar a fábrica de ração seja bem-sucedida, é importante alinhar as análises realizadas de viabilidade com os objetivos do produtor.</p>
<p>Associando com a utilização de técnicas e equipamentos conforme indicado para sua demanda,<strong> o investimento na fábrica de ração se torna uma ótima estratégia</strong>, pois, além de gerar a redução dos custos, permite aumentar a capacidade de produção da sua fazenda.</p>
<h2>Torne-se referência em nutrição na pecuária de corte!</h2>
<p>Com a <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-de-bovinos-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pós-graduação em Nutrição de Bovinos de Corte</strong></a>, você vai aprender na prática a formular dietas que garantem o desempenho dos animais e geram lucro para o produtor.</p>
<p>Além disso, será capaz de montar estratégias nutricionais completas, alinhadas à realidade e aos objetivos da fazenda. Torne-se um profissional completo, dominando técnica e gestão, ganhando destaque no mercado da sua região.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como escolher a melhor espécie forrageira para a sua fazenda?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-especie-forrageira-para-a-sua-fazenda/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jul 2024 13:30:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[braquiária]]></category>
		<category><![CDATA[forrageira]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para garantir que a forrageira expresse sua característica de perenidade, é essencial escolher uma espécie adaptada ao sistema de produção, ao nível de intensificação, ao solo, e principalmente ao clima. A escolha correta da forrageira impacta diretamente a sustentabilidade e a produtividade da pastagem, influenciando a saúde do rebanho e a rentabilidade do sistema agropecuário. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para garantir que a forrageira expresse sua característica de perenidade, é essencial escolher uma espécie adaptada ao sistema de produção, ao nível de intensificação, ao solo, e principalmente ao clima.</p>
<p>A escolha correta da forrageira impacta diretamente a <strong>sustentabilidade e a produtividade da pastagem</strong>, influenciando a saúde do rebanho e a rentabilidade do sistema agropecuário.</p>
<p>Além disso, uma forrageira bem adaptada pode contribuir para a conservação do solo e a resiliência frente às mudanças climáticas. Dessa forma, a seleção criteriosa de espécies forrageiras <strong>é um passo fundamental para a eficiência e a longevidade dos sistemas de produção animal</strong>.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Critérios para escolha de espécies forrageiras</h2>
<p>A maior parte das espécies forrageiras utilizadas no Brasil pertence à família das gramíneas (Poaceae). Em menor proporção, algumas espécies da família das leguminosas (Fabaceae) também são empregadas. Este texto foca nas <strong>espécies forrageiras da família das gramíneas tropicais</strong> com hábito de crescimento perene.</p>
<p>O principal fator para o sucesso do estabelecimento e perpetuação de uma espécie forrageira ao longo dos anos é sua adaptação à temperatura, precipitação e solo do meio onde será cultivada. Este deve sempre ser o primeiro critério na escolha da espécie forrageira.</p>
<p>Se a planta for adaptada à região onde a propriedade está localizada, é necessário verificar se ela se encaixa no sistema de produção. Isso inclui aspectos como:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/erros-no-manejo-de-pastagens/">Manejo do pastejo</a></strong>;</li>
<li>Manejo do solo;</li>
<li>Categoria e espécie animal;</li>
<li>Produção de matéria seca anual e por estação do ano;</li>
<li>Aceitabilidade pelos animais;</li>
<li>Valor nutricional;</li>
<li>Tolerância a pragas e doenças.</li>
</ul>
<p>Todos esses aspectos devem ser considerados na escolha da espécie forrageira, sendo que cada um deles é um critério excludente. Ou seja, se algum desses critérios não for atendido, a espécie não será indicada.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-amostragem-solo-pastagens?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-amostragem-de-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39629 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo.png" alt="E-book Amostragem de solo em pastagens" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Passo a passo para a escolha</h2>
<h3>1º passo &#8211; Verificar índices climáticos</h3>
<p>Pesquise os índices de precipitação e temperatura média da região em que a fazenda se encontra.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-33510" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/grafico-indice-pluviometrico.jpg" alt="Gráfico com o índice pluviométrico de uma região do Brasil" width="600" height="353" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/grafico-indice-pluviometrico.jpg 600w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/grafico-indice-pluviometrico-300x177.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/grafico-indice-pluviometrico-370x218.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/grafico-indice-pluviometrico-270x159.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/grafico-indice-pluviometrico-150x88.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Fonte: Climatempo</span></p>
<p>De acordo com o Catálogo de Plantas Forrageiras da Embrapa, uma espécie que se adapta bem às condições de precipitação e temperatura mencionadas no gráfico acima é a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/brachiaria-principais-especies/">Brachiaria brizantha</a></strong> cv. Xaraés (agora reclassificada sob o gênero Urochloa). Esta forrageira é conhecida por sua alta produtividade, excelente valor nutricional e boa resistência ao pisoteio.</p>
<p>Além da Urochloa brizantha cv. Xaraés, outras forrageiras que podem ser consideradas para diferentes condições e sistemas de produção incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Urochloa decumbens (Brachiaria decumbens):</strong> Conhecida como braquiária-capim, é uma forrageira adaptada a solos de baixa fertilidade e apresenta boa resistência à seca. No entanto, também é suscetível a ataques de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cigarrinhas-das-pastagens/">cigarrinhas-das-pastagens</a></strong>.</li>
<li><strong>Panicum maximum cv. Mombaça:</strong> Esta forrageira é conhecida por seu alto rendimento de biomassa e excelente valor nutricional. É bem adaptada a solos férteis e bem drenados, mas requer bom manejo de fertilidade e pastejo.</li>
<li><strong>Urochloa ruziziensis (Brachiaria ruziziensis):</strong> É uma opção interessante para <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-integracao-lavoura-pecuaria/">integração lavoura-pecuária</a></strong>, devido ao seu rápido estabelecimento e bom valor nutricional. Contudo, também é suscetível a cigarrinhas.</li>
<li><strong>Cynodon spp. (Capim-estrela e <a href="https://rehagro.com.br/blog/pastagens-de-tifton/">Tifton</a>):</strong> Forrageiras de alta qualidade nutricional, muito utilizadas em sistemas de pastejo rotacionado e bem adaptadas a solos bem drenados e de alta fertilidade.</li>
</ul>
<p>É essencial considerar <strong>estratégias de manejo integrado de pragas</strong> e monitoramento constante para prevenir possíveis infestações. Além disso, a escolha de espécies forrageiras deve sempre levar em conta a resistência a pragas e doenças locais, garantindo assim a sustentabilidade e a longevidade das pastagens.</p>
<h3>2º Passo – Análise de Solo</h3>
<p>A <strong>análise de solo</strong> deve ser realizada antes do plantio, sendo essencial para identificar possíveis deficiências de nutrientes no solo.</p>
<h3>3º Passo – Identificação de Outros Fatores Limitantes</h3>
<p>Como mencionado anteriormente, diversos fatores devem ser observados antes da escolha da espécie forrageira.</p>
<p>Avalie cada um deles e verifique se não haverá nenhum fator limitante, como a aceitabilidade pelos animais, a tolerância a encharcamento do solo, entre outros.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A escolha da espécie forrageira deve ser feita de maneira extremamente criteriosa, levando em consideração todas as variáveis que impactam a produção. Uma vez plantada, a área de pastagem deve se perpetuar por tempo indefinido.</p>
<p>A longevidade das áreas de pastagem está diretamente ligada à espécie forrageira plantada, mas também depende de outros fatores, como o manejo do pastejo, a fertilidade do solo e outros aspectos. Escolher uma forrageira adaptada à região onde a fazenda está localizada é o primeiro passo essencial para garantir o sucesso a longo prazo.</p>
<h2 data-start="204" data-end="298">Escolher a forrageira certa é só o começo &#8211; saiba como manejar para colher resultados reais</h2>
<p data-start="300" data-end="573">A escolha da espécie forrageira ideal depende de clima, solo, tipo de animal, sistema de produção e objetivos da fazenda. Mas, mais do que escolher bem, é preciso saber manejar essa forragem com técnica e estratégia para que ela entregue todo o seu potencial produtivo.</p>
<p data-start="575" data-end="950">No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso de Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende a integrar a escolha da forrageira com um manejo eficiente, suplementação estratégica e gestão de pastagens voltada para produtividade por hectare. Com aulas 100% online e foco prático, o curso prepara você para tomar decisões que aumentam o desempenho e reduzem custos na pecuária.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-33514" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/victor-ugo.jpg" alt="Victor Ugo - Equipe Corte Rehagro" width="319" height="110" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/victor-ugo.jpg 319w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/victor-ugo-300x103.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/victor-ugo-270x93.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/victor-ugo-150x52.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 319px) 100vw, 319px" /></p>
<p><strong>Referências bibliográficas:</strong></p>
<ul>
<li><span style="font-size: 13px;">Pereira, Antonio Vander. Catálogo de forrageiras recomendadas pela Embrapa / Antonio Vander Pereira &#8230; [et al.]. – Brasília, DF : Embrapa, 2016.</span></li>
</ul>
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			</item>
		<item>
		<title>Ganho Médio Diário (GMD): como melhorar o desempenho?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Anderson Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jun 2024 11:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[ganho médio diário]]></category>
		<category><![CDATA[gmd]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pecuária de corte brasileira, embora seja composta por um grande número de animais, apresenta índices zootécnicos baixos, principalmente devido ao fato de grande parte da criação ocorrer em regime extensivo em pastagens desenvolvidas em solos de baixa fertilidade. O ganho de peso é uma característica do gado de corte que está diretamente relacionado à [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/">Ganho Médio Diário (GMD): como melhorar o desempenho?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A pecuária de corte brasileira, embora seja composta por um grande número de animais, apresenta índices zootécnicos baixos, principalmente devido ao fato de grande parte da criação ocorrer em regime extensivo em <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/amostragem-do-solo-em-pastagens/">pastagens desenvolvidas em solos de baixa fertilidade</a></strong>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>O ganho de peso é uma característica do gado de corte que está diretamente relacionado à produtividade do rebanho.</strong> Além disso, a conversão alimentar representa a eficiência com que o animal converte o alimento consumido em carne.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O <strong>Ganho Médio Diário (GMD)</strong> é um indicador fundamental para avaliar o desempenho de um rebanho de gado de corte. Neste texto, vamos abordar o que é o GMD, como calcular e quais são as dicas para melhorá-lo.</span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>O que é GMD?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O <strong>Ganho Médio Diário (GMD) é o peso vivo que o animal ganha por dia.</strong> Ele é usado para saber o peso que o animal ganhou por dia em um certo período. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aliás, também pode ser usado para fazer uma projeção de meta de peso, onde buscamos saber quantos quilos o animal precisa ganhar por dia para alcançar a meta desejada no final daquele período.</span></p>
<h2>Como calcular o GMD?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para calcular o GMD, é necessário saber o peso do animal no início e no final de um período de dias. O cálculo é simples:</span></p>
<p style="text-align: center;"><strong>GMD = (Peso Final &#8211; Peso Inicial) / Período de Dias</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Exemplo</span><span style="font-weight: 400;">:</span><span style="font-weight: 400;"> o animal, em um período de 100 dias, entrou na operação com 300kg e saiu com 400kg. Qual o GMD desse animal? </span></p>
<ul>
<li style="text-align: left;">GMD= 400kg – 300kg / 100</li>
<li style="text-align: left;">GMD= 1kg de ganho de peso por dia.</li>
</ul>
<h2>Qual o impacto do ganho médio diário (GMD)?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O GMD é um indicador importantíssimo para a eficiência da produção de carne. Ele afeta diretamente a produtividade do rebanho, a qualidade da carne e o custo de produção. Um <strong>GMD alto indica que o animal está crescendo de forma rápida e eficiente</strong>, o que é benéfico para a produtividade e a rentabilidade da fazenda.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A capacidade de ganho de peso em bovinos confinados foi afetada pelo <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-dicas-basicas-da-alimentacao-e-manejo-nutricional-de-gado-de-corte/">nível nutricional</a></strong> em que eles foram alimentados. Estudos revelaram que o ganho médio diário de peso foi melhorado com a inclusão de maior proporção de concentrado nas rações alimentares.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A melhoria do nível nutricional pode trazer um aumento no custo de produção, tornando a atividade menos rentável. Nesse contexto, o ganho de peso, o <a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-carcaca-bovina/" target="_blank" rel="noopener"><strong>rendimento de carcaça</strong></a>, o consumo e a conversão alimentar são parâmetros importantes para avaliar o desempenho dos animais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O desempenho animal em uma mesma dieta pode variar devido a quatro fatores principais:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Capacidade individual de ingestão de alimentos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Habilidade de selecionar os alimentos mais palatáveis da dieta fornecida;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Eficiência em aproveitar melhor os nutrientes do alimento ingerido;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Potencial genético para ganho de peso, que pode limitar o desempenho.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">A capacidade de ingestão é o principal fator limitante à produção animal. Fatores como raça, idade, sexo, tamanho, peso e condição corporal também interferem no consumo.</span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-suplementacao-gado-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=guia-suplementacao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39643 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png" alt="E-book Suplementação do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Dicas práticas para melhorar o GMD</h2>
<h3>Alimentação balanceada</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A escassez de forragem ao longo do período seco no território brasileiro e a constante demanda do alimento por parte dos animais faz com que novas formas de produção sejam estudadas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A <a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-para-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>suplementação</strong></a> é uma excelente estratégia para elevar a produtividade. Além disso, é de suma importância que uma dieta seja equilibrada e contenha todos os nutrientes necessários para o crescimento saudável do animal.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-33253 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-4-168x300.jpg" alt="Mão segurando suplementação de gado" width="168" height="300" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-4-168x300.jpg 168w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-4-370x662.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-4-270x483.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-4-150x268.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-4.jpg 501w" sizes="auto, (max-width: 168px) 100vw, 168px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 12px;">Fonte: Danilo Rodrigues, Equipe Corte do Rehagro.</span></p>
<h3>Manejo de pastagens</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma das explicações para a baixa produtividade do setor pecuário no Brasil é a degradação das pastagens, causada por ajustes inadequados na <a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao-e-a-capacidade-de-suporte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>taxa de lotação animal</strong></a>, o que afeta o solo e compromete as plantas forrageiras. Aliás, é fundamental <a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/" target="_blank" rel="noopener"><strong>manejar a pastagem</strong></a> de acordo com a altura de entrada e saída das forrageiras.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-33254 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-3.jpg" alt="Régua para manejo de pastagem no pasto" width="700" height="381" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-3.jpg 700w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-3-300x163.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-3-370x201.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-3-270x147.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-3-150x82.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 12px;">Régua para manejo de pastagem. Fonte: Movimento Agro. </span></p>
<h3>Acesso adequado a água</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O acesso à água é essencial para o bem-estar do animal e para o crescimento. Desse modo, é imprescindível que a <a href="https://rehagro.com.br/blog/bebedouro-para-gado-e-a-importancia-da-qualidade-da-agua/" target="_blank" rel="noopener"><strong>água esteja sempre disponível e de boa qualidade</strong></a>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fontes de água poluídas, especialmente em açudes, cacimbas ou bebedouros que recebem água de origens inapropriadas, <strong>representam graves ameaças à saúde animal</strong> e impactam negativamente a produção.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-33255 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-6.jpg" alt="Água em propriedade de bovinos de corte em más condições de consumo" width="370" height="278" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-6.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-6-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-6-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-6-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-6-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 12px;">Foto ilustrando as más condições de água em propriedade de bovinos de corte a pasto. Fonte: Vinicius Costa &#8211; Equipe Corte do Rehagro</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-33256 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-5.jpg" alt="Bebedouro para gado com alguns animais" width="361" height="452" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-5.jpg 361w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-5-240x300.jpg 240w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-5-270x338.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-5-150x188.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 361px) 100vw, 361px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 12px;">Bebedouro para gado grande. Fonte: STOCK CAIXAS D&#8217;ÁGUA. </span></p>
<h3>Espaçamento de cocho</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O espaço disponível de cocho afeta diretamente a <strong>competição por alimento e o consumo</strong>, o que por sua vez influencia na produtividade.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-33257 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-1.jpg" alt="Tabela com estratégias de suplementação na seca" width="863" height="445" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-1.jpg 863w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-1-300x155.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-1-768x396.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-1-370x191.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-1-270x139.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-1-740x382.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-1-150x77.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 863px) 100vw, 863px" /> <img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-33258 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-2.jpg" alt="Tabela com estratégias de suplementação nas águas" width="907" height="449" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-2.jpg 907w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-2-300x149.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-2-768x380.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-2-370x183.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-2-270x134.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-2-740x366.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-2-150x74.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 907px) 100vw, 907px" /></p>
<h3>Manejo sanitário</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O manejo sanitário dos rebanhos é fundamental, o animal livre de doença e estresse tem uma melhor taxa de conversão alimentar. Para obter melhores rendimentos com a suplementação, é necessário controlar os parasitas. Isso ajuda a reduzir a mortalidade e aumentar o ganho de peso vivo do animal.</span></p>
<h3>Manejo do animais</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O estresse prejudica o ganho de peso. Portanto, é preciso se preocupar com o <a href="https://rehagro.com.br/blog/bem-estar-animal-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>bem-estar do rebanho</strong></a>. Treinar a equipe para lidar com os animais de forma tranquila e respeitosa é fundamental para evitar estresse e garantir um manejo racional. </span></p>
<h3>Genética</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A <a href="https://rehagro.com.br/blog/melhoramento-genetico-animal/" target="_blank" rel="noopener"><strong>genética do animal</strong></a> também pode influenciar no GMD. É necessário que os <strong>animais sejam selecionados com base em critérios de desempenho.</strong></span></p>
<h3>Planejamento de estação de monta</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Animais que nascem no meio ou final da seca, ostentam maiores ganhos de peso em relação aos que nascem nas águas ou início da seca. Além do mais, animais que nascem nas águas apresentam maior taxa de morbidade e mortalidade, devido a doenças mais suscetíveis nessa época.</span></p>
<h2>Conclusão</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O Ganho Médio Diário (GMD) é um indicador <strong>fundamental para avaliar o desempenho</strong> de um rebanho de gado de corte. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para melhorar a eficiência do GMD, é necessário seguir as dicas abordadas no tópico acima. Dessa forma, é possível melhorar o GMD e aumentar a produtividade e a rentabilidade da fazenda.</span></p>
<h2>Aumentar o GMD começa na gestão e termina no lucro por hectare</h2>
<p data-start="270" data-end="549">O desempenho do rebanho é reflexo direto das decisões de manejo, nutrição, sanidade e planejamento. Melhorar o GMD de forma consistente exige mais do que esforço: exige estratégia, conhecimento técnico e controle dos indicadores que realmente impactam a rentabilidade da fazenda.</p>
<p data-start="551" data-end="836">No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso de Gestão na Pecuária de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende a interpretar dados, ajustar os pontos críticos do sistema e tomar decisões mais seguras para aumentar o retorno por hectare. Com aulas online e foco total na prática, o curso transforma teoria em resultado no campo.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-33278" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/danilo-rodrigues.jpg" alt="Danilo Rodrigues - Equipe Corte" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/danilo-rodrigues.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/danilo-rodrigues-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/danilo-rodrigues-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/">Ganho Médio Diário (GMD): como melhorar o desempenho?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Manejo de pastagens: como evitar os principais erros e como corrigi-los?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/erros-no-manejo-de-pastagens/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jun 2024 11:11:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[manejo do pasto]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Erros no manejo de pastagens podem custar caro ao produtor rural, não apenas em termos financeiros, mas também em eficiência produtiva e impacto ambiental. Neste artigo, vamos explorar detalhadamente os custos de um manejo inadequado das pastagens e como práticas corretas podem melhorar a produção de carne por área, maximizar lucros e minimizar o impacto [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/erros-no-manejo-de-pastagens/">Manejo de pastagens: como evitar os principais erros e como corrigi-los?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Erros no manejo de pastagens podem custar caro ao produtor rural, não apenas em termos financeiros, mas também em eficiência produtiva e impacto ambiental.</p>
<p>Neste artigo, vamos explorar detalhadamente os <strong>custos de um</strong> <strong>manejo inadequado das pastagens</strong> e como práticas corretas podem melhorar a produção de carne por área, maximizar lucros e minimizar o impacto ambiental.</p>
<p>Através de uma análise completa e especializada, vamos entender as diferentes variáveis envolvidas e a importância de cada uma delas para a sustentabilidade e rentabilidade do negócio agropecuário.</p>
<p>O manejo de pasto é uma ciência que envolve entender profundamente o crescimento das plantas, o comportamento dos animais e as práticas agronômicas que garantem a máxima produtividade e sustentabilidade. Qualquer desvio nessa complexa equação pode resultar em perdas significativas.</p>
<p>Nesse sentido, vamos abordar todos os aspectos envolvidos, desde a altura ideal do capim até a importância da adubação, passando pelos diferentes sistemas de pastejo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>O custo dos erros no manejo do pasto</h2>
<p>Quando falamos sobre o custo dos erros no manejo do pasto, estamos nos referindo a uma gama de variáveis que influenciam diretamente a produção e os custos operacionais. Essas variáveis incluem:</p>
<h3>Peso de abate dos animais</h3>
<p>A eficiência do manejo de pastagens afeta diretamente o ganho de peso dos animais, um fator essencial para determinar o tempo necessário para o abate e, consequentemente, o retorno financeiro do produtor.</p>
<p>Quando o <strong>manejo é inadequado</strong>, os animais podem não ganhar peso de maneira eficiente, resultando em períodos mais longos de engorda. Isso não apenas retarda o <a href="https://rehagro.com.br/blog/a-importancia-do-fluxo-de-caixa-nas-propriedades-de-gado-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>fluxo de caixa</strong></a> do produtor, mas também aumenta os custos operacionais, como alimentação e cuidados veterinários.</p>
<p>Animais bem manejados em pastagens corretamente geridas têm acesso a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-especie-forrageira-para-a-sua-fazenda/">forragem</a></strong> de alta qualidade, o que se traduz em uma maior conversão de nutrientes em massa corporal.</p>
<p>Capins manejados em alturas ideais permitem que os animais obtenham uma alimentação balanceada e nutritiva, maximizando o ganho de peso diário.</p>
<p>Em contraste, pastagens mal manejadas, seja por superpastejo ou subpastejo, podem resultar em forragem de baixa qualidade, com menos nutrientes disponíveis e, portanto, menor ganho de peso.</p>
<p>Este impacto é amplificado quando se considera a escala de uma operação de grande porte, onde pequenas diferenças no ganho de peso podem resultar em grandes variações na produção total e nos <a href="https://rehagro.com.br/blog/garantindo-margem-de-lucro-na-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>lucros anuais</strong></a>.</p>
<h3>Sistema de pastejo</h3>
<p>Diferentes sistemas de pastejo, como o contínuo, rotacionado ou Voisin, desempenham papéis críticos na recuperação das pastagens e na lotação de animais por hectare.</p>
<p>O sistema contínuo envolve manter os animais na mesma área de pastagem durante todo o ano, o que pode resultar em degradação do solo e das plantas se não for gerido cuidadosamente.</p>
<p>Em contraste, o pastejo rotacionado e o sistema Voisin, também conhecido como <strong>pastejo racional Voisin (PRV)</strong>, envolvem mover os animais entre diferentes áreas de pastagem, permitindo que as plantas se recuperem entre os períodos de pastejo.</p>
<p>O <a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>pastejo rotacionado</strong></a> é eficaz para manter a pastagem em ótimas condições de crescimento, pois cada área de pastagem recebe um período de descanso, durante o qual as plantas podem regenerar suas reservas de nutrientes. Isso resulta em uma forragem de maior qualidade e uma capacidade de carga mais sustentável a longo prazo.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sistema-rotacionado-pastejo?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-sistema-rotacionado&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39642 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado.png" alt="E-book Sistema rotacionado de pastejo" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>O sistema Voisin, por sua vez, enfatiza a importância de períodos de descanso variáveis, ajustados de acordo com as condições climáticas e de crescimento das plantas. Este sistema é particularmente eficaz em otimizar a relação entre o crescimento da planta e o consumo pelos animais, maximizando a produção de biomassa e o ganho de peso dos animais.</p>
<p>Cada sistema tem suas próprias vantagens e desvantagens, e <strong>a escolha do sistema mais adequado depende das condições específicas da propriedade</strong>, incluindo o tipo de solo, a disponibilidade de água, a topografia e os objetivos de produção do produtor.</p>
<p>Um manejo adequado que leva em conta esses fatores pode significar a diferença entre uma pastagem sustentável e produtiva e uma <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-principais-etapas-para-uma-reforma-de-pastagem-bem-feita/">área degradada</a></strong> e de baixo rendimento.</p>
<h2>Como realizar o manejo correto das pastagens?</h2>
<p>O manejo correto das pastagens visa maximizar a produção de carne por área com o menor impacto ambiental possível. Isso significa manter as pastagens em um estado ideal de crescimento, <strong>evitando tanto o superpastejo quanto o subpastejo.</strong></p>
<p>Vejamos alguns princípios básicos:</p>
<h3>Alturas máximas e mínimas para cada cultivar</h3>
<p>Cada tipo de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastagens-de-tifton/">capim</a></strong> possui características específicas que determinam sua altura ideal para pastejo, e é fundamental respeitar esses parâmetros para garantir a saúde e a produtividade da pastagem.</p>
<p>A altura ideal varia conforme a cultivar, influenciando diretamente a capacidade de regeneração das plantas e a qualidade da forragem disponível para os animais.</p>
<p><strong>Por que a altura é importante?</strong></p>
<p>Manter o capim dentro das alturas máximas e mínimas recomendadas assegura que a planta possa se recuperar após o pastejo. <strong>Quando a pastagem é mantida na altura ideal, a fotossíntese é otimizada, permitindo que a planta produza energia suficiente para o crescimento e a recuperação. </strong></p>
<p>Se o capim é pastejado muito baixo, as reservas de energia na raiz são esgotadas, retardando a recuperação e reduzindo a produção de biomassa. Por outro lado, se o capim é deixado crescer demais, pode se tornar fibroso e menos nutritivo para os animais, além de aumentar a competição por luz, água e nutrientes.</p>
<h3>Adubação das pastagens</h3>
<p>A adubação das pastagens é um componente essencial para manter a produtividade e a sustentabilidade das áreas de pastagem. Repor os nutrientes retirados do solo pelo capim e consumidos pelos animais é vital para garantir que a pastagem continue a produzir forragem de alta qualidade.</p>
<p>Sem a adubação adequada, <strong>a fertilidade do solo</strong> diminui ao longo do tempo, resultando em uma produção de biomassa reduzida e, eventualmente, em uma pastagem degradada.</p>
<h4>Importância da adubação</h4>
<p>Os nutrientes essenciais, como nitrogênio, fósforo e potássio, são continuamente extraídos do solo pelas plantas e precisam ser repostos para manter a produtividade.</p>
<p>O nitrogênio, por exemplo, é importante para o crescimento vegetativo e para a produção de proteína na forragem, que é fundamental para o ganho de peso dos animais.</p>
<p>Já o fósforo é importante para o desenvolvimento das raízes e para a formação de sementes, enquanto o potássio ajuda a regular o uso de água pelas plantas e a resistência a doenças.</p>
<h4>Efeitos da falta de adubação</h4>
<p>Sem a adubação adequada, o solo gradualmente perde sua fertilidade. Isso resulta em uma menor produção de biomassa, o que significa menos forragem disponível para os animais.</p>
<p>A <strong>falta de nutrientes também pode levar ao crescimento de plantas invasoras</strong>, que competem com as espécies de capim desejadas por recursos e espaço.</p>
<p>Em longo prazo, a falta de adubação pode levar à degradação do solo, tornando-o menos capaz de suportar a produção de pastagem e, consequentemente, reduzindo a capacidade de carga da propriedade.</p>
<h4>Estratégias de adubação</h4>
<p>A <strong>aplicação de fertilizantes</strong> deve ser baseada em análises de solo regulares, que fornecem informações precisas sobre os níveis de nutrientes e as necessidades específicas da pastagem.</p>
<p>A adubação balanceada, que considera as necessidades das plantas e as condições do solo, é essencial para maximizar a produção de biomassa e melhorar a qualidade da forragem. Além disso, práticas como a rotação de pastagens e o uso de leguminosas podem ajudar a melhorar a fertilidade do solo de maneira sustentável.</p>
<h4>Adubação de manutenção</h4>
<p>A adubação de manutenção é uma prática contínua que visa repor os nutrientes removidos pelas plantas e pelos animais. Essa prática é essencial para manter a produtividade a longo prazo e evitar a degradação do solo.</p>
<p>A escolha dos fertilizantes e a frequência de aplicação devem ser ajustadas de acordo com as condições específicas da propriedade e as recomendações das análises de solo.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=post-erros-no-manejo-lp-curso&amp;utm_medium=organic&amp;utm_content=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Exemplos práticos e cálculos</h2>
<p>Para entender melhor a importância de um manejo adequado das pastagens, vamos analisar alguns exemplos práticos baseados em estudos da <strong><a href="https://www.embrapa.br/">Embrapa</a></strong>.</p>
<p>Esses exemplos demonstram como diferentes alturas de manejo do <a href="https://rehagro.com.br/blog/brachiaria-principais-especies/" target="_blank" rel="noopener"><strong>capim-marandu</strong></a> afetam a produção de carne por hectare ao ano, a <a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao-e-a-capacidade-de-suporte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>lotação de animais</strong></a> e o ganho de peso diário dos novilhos.</p>
<h3>Capim-marandu superpastejado</h3>
<p>No cenário de <strong>superpastejo</strong>, o capim-marandu é mantido em uma <strong>altura de aproximadamente 15 cm</strong>. Nesta condição, a pastagem suporta uma lotação de 3,2 unidades animais (UA) por hectare, com os novilhos ganhando em média 560 gramas por cabeça por dia.</p>
<p>Apesar da alta lotação, o ganho individual de peso é relativamente baixo devido ao estresse causado às plantas e à baixa disponibilidade de forragem de qualidade. Como resultado, a produção anual de peso vivo é de 428 kg por hectare.</p>
<p>Este exemplo destaca que, embora a lotação seja alta, o superpastejo pode comprometer a saúde das plantas e a eficiência do ganho de peso dos animais.</p>
<h3>Pastejo correto</h3>
<p>Ao adotar <strong>práticas de manejo correto</strong>, mantendo o capim-marandu próximo de <strong>30 cm</strong> durante todo o ano, a lotação diminui para 2,8 UA por hectare.</p>
<p>No entanto, o ganho diário de peso por novilho aumenta significativamente para 760 gramas por cabeça. Esta melhoria no ganho de peso individual resulta em uma produção anual de 485 kg de peso vivo por hectare.</p>
<p>Este exemplo demonstra que, embora a lotação seja um pouco menor, o pastejo correto maximiza a eficiência do ganho de peso dos animais e, consequentemente, aumenta a produção total de carne.</p>
<p>Além disso, o manejo adequado das pastagens contribui para a saúde e a longevidade das plantas, garantindo uma produção sustentável.</p>
<h3>Subpastejo</h3>
<p>No caso do <strong>subpastejo</strong>, o capim-marandu é mantido em uma <strong>altura de aproximadamente 45 cm</strong>. Esta prática reduz a lotação para 2,0 UA por hectare, e o ganho de peso dos novilhos diminui para 730 gramas por cabeça por dia. A produção anual de peso vivo cai para 344 kg por hectare.</p>
<p>O subpastejo resulta em um excesso de biomassa, onde o capim se torna fibroso e menos nutritivo, afetando negativamente o ganho de peso dos animais.</p>
<p>Além disso, a menor lotação contribui para uma menor eficiência de uso da pastagem, resultando em uma produção total de carne reduzida.</p>
<p>Este exemplo evidencia que tanto o superpastejo quanto o subpastejo podem ter impactos negativos significativos na produção e na eficiência do manejo das pastagens.</p>
<h2>Comparação de custos</h2>
<p>A receita líquida anual varia significativamente entre os diferentes manejos de pastagem, refletindo a importância de práticas adequadas para maximizar a rentabilidade.</p>
<p>Vamos detalhar os valores e entender os impactos financeiros de cada manejo.</p>
<ul>
<li><strong>Pastejo correto:</strong> o manejo adequado das pastagens, mantendo a altura ideal do capim, gera uma receita líquida anual de R$ 4.425,00 por hectare. Esse valor é alcançado ao maximizar o ganho de peso dos animais e a produção de carne por área, enquanto se minimizam os custos de recuperação do solo e a necessidade de intervenções corretivas. Inclui custos de produção como adubação, depreciação de instalações e máquinas, mão de obra, taxas e insumos (medicamentos e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-mineral-para-bovinos-de-corte/">suplementos minerais</a></strong>).</li>
<li><strong>Superpastejo:</strong> no superpastejo, onde a pastagem é mantida abaixo da altura ideal, a receita líquida cai para R$ 3.280,00 por hectare. O estresse nas plantas reduz a qualidade da forragem e a eficiência do ganho de peso dos animais, aumentando os custos operacionais devido à maior necessidade de insumos corretivos e manutenção.</li>
<li><strong>Subpastejo:</strong> o subpastejo, com a pastagem acima da altura ideal, resulta em uma receita líquida anual de R$ 3.014,00 por hectare. A forragem fibrosa e menos nutritiva reduz a eficiência alimentar e o ganho de peso dos animais, além de levar ao subaproveitamento da área produtiva e aumentar os custos de manutenção para corrigir o excesso de biomassa.</li>
</ul>
<h2>Impacto financeiro com erros no manejo</h2>
<p>Erros no manejo das pastagens podem resultar em prejuízos significativos, impactando diretamente a rentabilidade da produção pecuária.</p>
<h3>Pasto rapado</h3>
<p>Manter o pasto rapado, ou superpastejado, pode causar um prejuízo de mais de R$ 1.000 por hectare por ano. Em uma propriedade de 500 hectares, isso representa uma perda anual de mais de R$ 570.000.</p>
<p>O superpastejo compromete a saúde das plantas, reduzindo a produção de forragem e o ganho de peso dos animais, aumentando os custos operacionais.</p>
<h3>Pasto alto e mal Manejado</h3>
<p>Um pasto alto e mal manejado, ou subpastejado, pode resultar em perdas de até R$ 1.500 por hectare por ano. Para uma propriedade de 500 hectares, o prejuízo anual pode chegar a R$ 700.000.</p>
<p>A forragem fibrosa e menos nutritiva reduz a eficiência alimentar e a produção de carne, além de aumentar os custos de manutenção.</p>
<h2>Adubação e seus efeitos</h2>
<p>A ausência de adubação anual de manutenção reduz os custos de produção para R$ 1,50 por cabeça por ano.</p>
<p>No entanto, essa economia inicial resulta em uma queda significativa na lotação e produtividade das pastagens, impactando negativamente a rentabilidade.</p>
<ul>
<li><strong>Subpastejo:</strong> sem adubação, o subpastejo pode resultar em uma perda de R$ 2.820,00 por hectare por ano.</li>
<li><strong>Superpastejo:</strong> no superpastejo, a falta de adubação pode levar a uma perda de R$ 2.560,00 por hectare por ano.</li>
</ul>
<p>Em uma propriedade de 500 hectares, a falta de adubação adequada pode causar um prejuízo anual de quase R$ 1,3 milhão. Esses valores refletem os impactos combinados da redução na qualidade da forragem e na eficiência alimentar dos animais.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>A análise detalhada do manejo de pastagens evidencia que a adoção de práticas corretas vai além de simplesmente aumentar a produção; trata-se também de evitar perdas significativas e promover a sustentabilidade.</p>
<p>O manejo adequado das pastagens, incluindo a manutenção da altura ideal do capim e a adubação necessária, <strong>são práticas essenciais para garantir a rentabilidade e a longevidade da produção agropecuária.</strong></p>
<p>Ao implementar essas práticas, os produtores podem não apenas melhorar seus resultados financeiros, mas também contribuir para a preservação ambiental e a eficiência produtiva.</p>
<p>Erros no manejo, como superpastejo ou subpastejo, podem resultar em prejuízos financeiros substanciais e comprometer a produtividade a longo prazo. A falta de adubação, por exemplo, pode reduzir drasticamente a lotação e a produtividade, levando a perdas anuais significativas.</p>
<p>Portanto, investir em conhecimento e práticas de manejo adequadas é fundamental para o sucesso e a longevidade da atividade pecuária. Entender e aplicar esses princípios pode transformar a viabilidade econômica de uma operação, garantindo que os recursos naturais sejam utilizados de forma eficiente e sustentável.</p>
<p>O manejo correto das pastagens é uma estratégia indispensável para alcançar uma produção agropecuária mais rentável e ambientalmente responsável.</p>
<h2 data-start="198" data-end="281">Corrigir erros no manejo é importante, evitar que eles aconteçam é ainda melhor</h2>
<p>Um dos maiores gargalos da pecuária de corte é a subutilização da pastagem: áreas degradadas, falta de planejamento de lotação e ausência de suplementação estratégica reduzem drasticamente o ganho de peso.</p>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=post-erros-no-manejo-lp-curso&amp;utm_medium=organic&amp;utm_content=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso de Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</a></strong> ensina como planejar o pastejo, melhorar a oferta de forragem e associar suplementação de forma inteligente para maximizar o desempenho animal e garantir maior lucro por hectare.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=post-erros-no-manejo-lp-curso&amp;utm_medium=organic&amp;utm_content=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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		<item>
		<title>Vacinas reprodutivas para bovinos de corte: conheça as principais</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/vacinas-reprodutivas-para-bovinos-corte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jun 2024 11:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[doenças em bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[reprodução de bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Morte de bezerros, abortos, reabsorção embrionária, nascimento de bezerros fracos e morte de vacas em reprodução são cenas comuns no dia a dia das fazendas. Muitas dessas mortes, cerca de 90%, são frequentemente atribuídas a &#8220;picadas de cobra&#8221;, sem considerar as doenças reprodutivas como possíveis causas. Estas doenças podem ser provocadas por diversos agentes infecciosos, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Morte de bezerros, abortos, reabsorção embrionária, nascimento de bezerros fracos e morte de vacas em reprodução são cenas comuns no dia a dia das fazendas. </span><span style="font-weight: 400;">Muitas dessas mortes, cerca de 90%, são frequentemente atribuídas a &#8220;picadas de cobra&#8221;, sem considerar as doenças reprodutivas como possíveis causas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estas doenças podem ser provocadas por diversos agentes infecciosos, resultando em perdas significativas que <strong>afetam diretamente a rentabilidade do negócio</strong> e podem comprometer a atividade de cria na fazenda. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As vacinas reprodutivas são <strong>essenciais para os pecuaristas minimizar esses riscos</strong>.</span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Quais são as principais vacinas reprodutivas e quando utilizá-las?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">As <strong>vacinas reprodutivas são fundamentais para o controle e prevenção dessas enfermidades.</strong> Além das vacinas, é essencial adotar medidas preventivas como <a href="https://rehagro.com.br/blog/5-dicas-basicas-da-alimentacao-e-manejo-nutricional-de-gado-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>boa nutrição</strong></a> e manejo adequado do ambiente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As vacinas estimulam o sistema imunológico a desenvolver imunidade específica contra os agentes presentes em sua composição, controlando a disseminação desses agentes entre os animais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As principais vacinas reprodutivas utilizadas na pecuária de corte são:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>IBR </b>(Vírus da rinotraqueíte infecciosa bovina, Vulvovaginite pustular infecciosa dos bovinos);</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>BVD </b>(Vírus da diarreia viral bovina);</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Leptospirose</b>(Leptospira hardjo, L. pamonha, L. wolffi, L. canicola, L. grippotyphosa, e L. icterohaemorrhagiae);</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Brucelose </b>(Suspensão liofilizada de germes vivos da Brucella Abortus).</li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">A aplicação das vacinas deve ser prevista no calendário sanitário da fazenda, visando manejos vacinais eficientes alinhados às demandas da propriedade. É essencial aplicar as vacinas corretamente, manter um manejo adequado, especialmente das vacinas que necessitam de refrigeração, e garantir o <a href="https://rehagro.com.br/blog/bem-estar-animal-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>bem-estar dos animais</strong></a> para a eficiência vacinal. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes do dia da vacinação, faça um checklist dos materiais necessários para o manejo ocorrer sem interrupções.</span></p>
<p><a href="https://ebook.rehagro.com.br/sanidade-do-gado-de-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-sanidade-gado&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39640 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png" alt="E-book Sanidade do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>IBR e BVD</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Recomenda-se a <strong>vacinação a partir dos três meses de idade</strong>, com reforço após quatro semanas e revacinação anual em dose única. Vacine os animais em reprodução um mês antes do início da <a href="https://rehagro.com.br/blog/estacao-de-monta-para-gado-zebu/" target="_blank" rel="noopener"><strong>estação de monta</strong></a>.</span></p>
<h3>Leptospirose</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A primeira dose deve ser aplicada entre quatro e seis meses de idade, com reforço após quatro semanas. <strong>Todos os animais do rebanho devem ser vacinados a cada seis meses ou conforme a casuística da fazenda</strong>, como casos de morte por leptospirose, presença de ratos e orientação do médico veterinário.</span></p>
<h3>Brucelose</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A vacina B19 é aplicada em dose única somente em fêmeas entre 3 e 8 meses de idade. A vacina RB51 pode ser aplicada em fêmeas com mais de 8 meses, ambas em dose única. A vacinação deve ser realizada por um <a href="https://rehagro.com.br/blog/veterinarios-e-zootecnistas-na-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>médico veterinário habilitado</strong></a>, conforme a legislação.</span></p>
<h2>Importância do manejo vacinal</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O melhor manejo vacinal é aquele que se adequa ao calendário sanitário e reprodutivo da fazenda. Em locais com uma estação de monta estabelecida e previsibilidade nos nascimentos, o calendário vacinal de vacas e bezerros fica alinhado e não interfere em outros manejos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Antes da estação de monta, sempre manuseie as fêmeas e atualize suas vacinas</strong>, incluindo vermifugação e vacinas reprodutivas como IBR/BVD e leptospirose. </span><span style="font-weight: 400;">Nos bezerros, o ideal é vacinar quando eles tiverem mais de 3 meses de vida, para evitar que a imunidade adquirida através do colostro reduza a eficiência da vacinação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O manejo aos 120 dias tem mostrado bons resultados, permitindo a atualização das vacinas reprodutivas e vermifugação tanto em fêmeas quanto em machos.</span></p>
<h2>Como escolher a melhor vacina reprodutiva?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para escolher a melhor vacina e prevenir problemas reprodutivos no seu rebanho, considere estas dicas práticas e eficazes:</span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Busque apoio técnico</b><span style="font-weight: 400;">: escolha vacinas recomendadas por veterinários e especialistas de confiança;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Garanta imunidade eficiente</b><span style="font-weight: 400;">: opte por vacinas que ofereçam proteção comprovada e abrangente contra as principais doenças reprodutivas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Prefira cepas selecionadas</b><span style="font-weight: 400;">: verifique se a vacina contém cepas específicas para as necessidades da sua região e do seu rebanho;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Certifique-se da biosseguridade</b><span style="font-weight: 400;">: escolha vacinas com testes rigorosos de segurança e eficácia para evitar efeitos colaterais indesejados;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Proteção abrangente</b><span style="font-weight: 400;">: selecione vacinas que protejam contra o maior número possível de doenças reprodutivas, otimizando a saúde do seu rebanho.</span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Lembre-se, uma escolha bem informada das vacinas não só melhora a saúde dos seus animais, mas também aumenta a rentabilidade da sua produção.</span></p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">As perdas reprodutivas e animais raquíticos causam um grande impacto negativo na lucratividade do negócio. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>O custo para realizar o manejo vacinal é irrelevante em comparação à perda de matrizes ou bezerros.</strong> Além disso, é importante estar atento a doenças como a leptospirose, que além de prejudicar o rebanho, coloca em risco a saúde do vaqueiro e do consumidor.</span></p>
<h2 data-start="584" data-end="885">Transforme sua fazenda em um negócio mais lucrativo</h2>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-32488 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/marisa-rodrigues-300x96.jpg" alt="Marisa Rodrigues - Equipe Corte" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/marisa-rodrigues-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/marisa-rodrigues-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/marisa-rodrigues-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/marisa-rodrigues-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/marisa-rodrigues-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/marisa-rodrigues-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/marisa-rodrigues.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Veterinários e zootecnistas na pecuária de corte: quais são as suas atuações?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/veterinarios-e-zootecnistas-na-pecuaria-de-corte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jun 2024 17:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[veterinário]]></category>
		<category><![CDATA[zootecnista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Brasil, a pecuária de corte é uma das principais atividades econômicas, com uma crescente demanda por carne bovina tanto no mercado interno quanto no externo. Para garantir a eficiência, sustentabilidade e qualidade na produção, a atuação de profissionais qualificados, como veterinários e zootecnistas, é essencial. Esses especialistas desempenham papéis fundamentais em diversas áreas, incluindo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">No Brasil, a pecuária de corte é uma das principais atividades econômicas, com uma crescente demanda por carne bovina tanto no mercado interno quanto no externo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para garantir a eficiência, sustentabilidade e qualidade na produção, <strong>a atuação de profissionais qualificados, como veterinários e zootecnistas, é essencial.</strong> Esses especialistas desempenham papéis fundamentais em diversas áreas, incluindo nutrição, reprodução, sanidade animal, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bem-estar-animal-bovinos-de-corte/">bem-estar dos animais</a></strong> e gestão operacional, cada um trazendo sua expertise para melhorar o desenvolvimento do setor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste texto, exploraremos as áreas de atuação dos veterinários e zootecnistas na pecuária de corte, destacando suas contribuições para a nutrição adequada dos animais, manejo reprodutivo eficiente, manutenção da sanidade e bem-estar do rebanho, além de estratégias de gestão financeira e operacional. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Veremos como essas duas profissões trabalham de forma integrada para garantir o sucesso e a sustentabilidade da produção de carne bovina no Brasil.</span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Áreas de atuação dos veterinários e zootecnistas na pecuária de corte</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">No Brasil, a <strong>pecuária de corte ocupa uma posição de destaque na economia do país</strong>, consolidando-se como uma das atividades mais importantes. A produção e a demanda por carne bovina, tanto interna quanto externamente, têm crescido a cada dia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como consequência, a necessidade da atuação de profissionais qualificados é essencial, para garantir a eficiência, a sustentabilidade e a qualidade da produção de carne bovina. Entre esses profissionais, os veterinários e os zootecnistas se destacam por suas contribuições em diversas áreas da pecuária de corte.</span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sanidade-gado-de-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-sanidade-gado&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39640 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png" alt="E-book Sanidade do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Quais são as atribuições dos profissionais?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes de entrar nas atribuições dos profissionais, é preciso entender as necessidades de um sistema de produção na bovinocultura de corte. Dentre essas necessidades, destacam-se:</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-32225 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/image2.png" alt="Possíveis atribuições de veterinários e zootecnistas na pecuária de corte" width="565" height="330" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/image2.png 565w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/image2-300x175.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/image2-370x216.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/image2-270x158.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/image2-150x88.png 150w" sizes="auto, (max-width: 565px) 100vw, 565px" /></p>
<h3>Nutrição Adequada</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma alimentação balanceada é essencial para o desenvolvimento e ganho médio diário (GMD) dos animais. Isso envolve a formulação de dietas que atendam às necessidades nutricionais específicas em diferentes fases da vida dos bovinos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A dieta pode incluir <a href="https://rehagro.com.br/blog/alimentos-volumosos-em-confinamento/" target="_blank" rel="noopener"><strong>volumosos</strong></a>, concentrados, suplementos e sal mineral. Conhecer as pastagens disponíveis e as <a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-para-bovinos-de-corte/"><strong>estratégias de suplementação</strong></a>, ajustadas conforme as metas de ganho de peso e as condições climáticas, é extremamente importante para o sucesso da produção.</span></p>
<h3>Reprodução</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Em um sistema de cria, <strong>a meta deve ser sempre obter um bezerro por vaca por ano</strong>. Para alcançar essa meta, é necessário planejar cuidadosamente a estação de monta, calcular os indicadores reprodutivos, implementar <a href="https://rehagro.com.br/blog/reproducao-bovina/" target="_blank" rel="noopener"><strong>técnicas reprodutivas</strong></a> adequadas às características da propriedade e realizar o manejo reprodutivo de forma correta. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desse modo, para garantir o sucesso, é fundamental contar com profissionais especializados.</span></p>
<h3>Sanidade Animal</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Garantir a saúde do rebanho é essencial para manter a produtividade e a qualidade da carne. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para isso, é necessário contar com <strong>profissionais capacitados que atuem no manejo dos bezerros após o nascimento</strong>, elaborem calendários sanitários adaptados aos desafios específicos da propriedade e realizem o controle de endo e ectoparasitas. Isso inclui a prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças, assegurando o bem-estar dos animais e a eficiência produtiva.</span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-19698 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Produção de Gado de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Bem-estar</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O profissional responsável por garantir o bem-estar dos animais adota práticas de manejo que promovem a saúde e o conforto do rebanho, reduzem o estresse e aumentam a eficiência produtiva. Isso inclui o <a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/" target="_blank" rel="noopener"><strong>manejo adequado das pastagens</strong></a> e a rotação das áreas de pastoreio, assegurando que os animais tenham acesso a alimentação de qualidade e condições de vida favoráveis.</span></p>
<h3>Gestão financeira e operacional</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O profissional encarregado dessa função desempenha um papel fundamental ao <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/planejando-e-executando-estrategias-na-pecuaria-de-corte/">planejar e gerir eficientemente a propriedade rural</a></strong>. Sua expertise é fundamental para otimizar recursos e assegurar a viabilidade financeira e econômica da produção. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, ele é responsável por conduzir uma gestão eficaz da equipe, auxiliando na identificação dos perfis comportamentais, estabelecendo metas claras, organizando a agenda macro e aplicando outras ferramentas de gestão para garantir o sucesso operacional da fazenda.</span></p>
<h3>Funções que desempenham</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Dentro de cada uma das áreas mencionadas, tanto veterinários quanto zootecnistas desempenham funções similares e outras que se distinguem. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Podemos comparar a atuação desses dois profissionais a uma engrenagem, na qual, em grande parte do tempo, eles operam de forma codependente e intimamente integrada.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-32226 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/image1.png" alt="Ilustração da atuação conjunta entre veterinários e zootecnistas " width="565" height="330" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/image1.png 565w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/image1-300x175.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/image1-370x216.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/image1-270x158.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/image1-150x88.png 150w" sizes="auto, (max-width: 565px) 100vw, 565px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os <strong>profissionais em zootecnia</strong> desempenham um papel importante na produção pecuária, <strong>concentrando-se em estratégias para aprimorar sua eficiência</strong>. Isso abrange uma variedade de medidas, como o planejamento de estratégias nutricionais, manejo das pastagens, controle de pragas e plantas invasoras, bem como a correção e adubação do solo. </span></p>
<p>Enquanto isso, <strong>os veterinários são fundamentais para manter a saúde do rebanho</strong>. Eles lidam com a prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças, administração de vacinas, controle de parasitas e prestação de cuidados médicos quando necessário. Além disso, desempenham um papel essencial na garantia da qualidade e segurança dos produtos de origem animal destinados ao consumo humano.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante destacar que embora essas descrições de atividades enfatizem as responsabilidades específicas de cada profissão, isso não significa que os veterinários não estejam envolvidos no planejamento de estratégias nutricionais ou que os zootecnistas não colaborem com a sanidade do rebanho. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, é importante reconhecer que certas ações são mais particularmente associadas ao campo veterinário, como o diagnóstico e tratamento de doenças. Desse modo, a parceria entre as atuações é fundamental para garantir o sucesso produtivo do rebanho </span></p>
<h2>Dicas para você que é médico veterinário, zootecnista e agrônomo</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para estudantes, recém-formados ou até mesmo profissionais experientes no mercado, é de extrema importância manter-se sempre atualizado, buscando aprendizado contínuo. Como: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Participação em cursos e treinamentos:</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Realização de <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=post-veterinarios-e-zootecnistas-lp-curso&amp;utm_medium=organic">pós-graduação</a></strong>;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Leitura de publicações científicas e técnicas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Participação em redes de profissionais e associações;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Implementação de inovações tecnológicas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Desenvolvimento de habilidades de gestão.</span></li>
</ul>
<h2>Considerações finais</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A contribuição de veterinários e zootecnistas é vital para assegurar a eficiência, sustentabilidade e qualidade na produção de carne bovina no Brasil. Esses profissionais são indispensáveis em várias áreas, e são importantes para o avanço e a competitividade do setor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para manter a excelência no desempenho de suas funções, <strong>é fundamental que esses profissionais estejam sempre atualizados com as últimas pesquisas, tecnologias e práticas do mercado</strong>. A busca contínua por conhecimento, por meio de cursos de atualização e pós-graduação, é indispensável. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Investir em educação continuada permite que aprimorem suas habilidades, implementem inovações na produção e se adaptem às novas exigências do mercado, assegurando o sucesso e a competitividade da pecuária de corte brasileira.</span></p>
<h2 data-start="190" data-end="279">Seja o profissional que o mercado da pecuária exige: técnico, estratégico e preparado</h2>
<p data-start="281" data-end="526">Veterinários e zootecnistas têm papel fundamental na evolução da pecuária de corte. Mas, para se destacar, é preciso ir além da formação básica e dominar os aspectos que realmente impactam no campo — da reprodução à nutrição, do manejo à gestão.</p>
<p data-start="528" data-end="808">A <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Pós-graduação em Produção de Gado de Corte</a></strong> do Rehagro oferece uma formação 100% online, prática e atualizada, ministrada por consultores que estão na linha de frente das principais fazendas do país.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16154 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-300x96.jpg" alt="Mariana Silva" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<item>
		<title>Taxa de prenhez na pecuária de corte: como melhorar esse índice?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/taxa-de-prenhez-na-pecuaria-de-corte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 May 2024 11:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência reprodutiva]]></category>
		<category><![CDATA[indicadores]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[taxa de prenhez]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=31957</guid>

					<description><![CDATA[<p>A eficiência reprodutiva das matrizes é essencial para o sucesso de um sistema de cria. Entre os indicadores fundamentais para essa eficiência, a taxa de prenhez destaca-se como uma medida fundamental para avaliar a produtividade e a rentabilidade do rebanho. Neste texto, vamos explorar estratégias e técnicas que podem melhorar esse índice, impulsionando o desempenho [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A eficiência reprodutiva das matrizes é essencial para o sucesso de um sistema de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/voce-esta-cuidando-bem-da-sua-cria/">cria</a></strong>. Entre os indicadores fundamentais para essa eficiência, a taxa de prenhez destaca-se como uma medida fundamental para avaliar a produtividade e a rentabilidade do rebanho. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste texto, vamos explorar estratégias e técnicas que podem melhorar esse índice, impulsionando o desempenho reprodutivo das vacas e, assim, aumentando os resultados positivos na produção de bezerros.</span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</div>
<h2>Taxa de prenhez: um indicador fundamental que merece atenção</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A eficiência reprodutiva dos animais é um dos pilares fundamentais para o sucesso de qualquer atividade pecuária. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso do <strong>sistema de cria</strong>, a taxa de prenhez desempenha um papel chave na produtividade e rentabilidade do rebanho. Sendo um indicador que reflete a eficiência do processo reprodutivo, representando a <strong>porcentagem de vacas prenhes em relação ao total de fêmeas aptas à reprodução.</strong></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma alta taxa de prenhez indica uma boa saúde reprodutiva e um manejo adequado do rebanho.</span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sanidade-estacao-monta?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-manual-sanitario&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39636 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario.png" alt="E-book Manual Sanitário da estação de monta" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como calcular a taxa de prenhez?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para calcular a taxa de prenhez é preciso dividir o número de vacas prenhes pelo total de vacas expostas à reprodução e multiplicar o resultado por 100. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este cálculo fornece uma medida objetiva do desempenho das vacas e permite monitorar a eficiência das práticas de manejo utilizadas.</span></p>
<p style="text-align: center;"><em><b>(Total de vacas prenhes / Total de fêmeas em idade reprodutiva) x 100</b></em></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma <strong>alta taxa de prenhez tem impactos significativos no desempenho do rebanho</strong>, as vacas prenhes geram bezerros, que contribuem para a reposição do rebanho, bem como no incremento genético, uma vez que que o ideal é sempre buscarmos melhores reprodutores. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, uma maior taxa de prenhez resulta em um ciclo reprodutivo mais eficiente, reduzindo os custos e aumentando a rentabilidade do negócio.</span></p>
<h2>Como aumentar a taxa de prenhez?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para aumentar a taxa de prenhez, é necessário adotar técnicas de manejo reprodutivo eficientes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Garantir uma nutrição adequada para as vacas, monitorar o ciclo reprodutivo, realizar exames de saúde regularmente, implementar práticas de vacinações reprodutivas na busca da prevenção de doenças, bem como proporcionar um ambiente adequado para a reprodução são medidas fundamentais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, é crucial <a href="https://rehagro.com.br/blog/melhoramento-genetico/" target="_blank" rel="noopener"><strong>investir em genética de qualidade e em programas de seleção</strong></a> que visem melhorar a eficiência reprodutiva do rebanho.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-31960 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/capa-taxa-prenhez-corte.jpg" alt="Rebanho no pasto" width="900" height="649" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/capa-taxa-prenhez-corte.jpg 900w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/capa-taxa-prenhez-corte-300x216.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/capa-taxa-prenhez-corte-768x554.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/capa-taxa-prenhez-corte-370x267.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/capa-taxa-prenhez-corte-270x195.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/capa-taxa-prenhez-corte-740x534.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/capa-taxa-prenhez-corte-150x108.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><span style="font-size: 12px;">Fonte: Matheus Gregório </span></span></p>
<h3>Por quê aumentar a taxa de prenhez?</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Aumentar a taxa de prenhez é uma forma de garantir a produtividade e a rentabilidade das operações. Primeiro, uma alta taxa de prenhez aumenta diretamente a produção de bezerros, facilitando a reposição do rebanho e aprimorando o valor genético. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao melhorar esse indicador, o ciclo reprodutivo torna-se mais eficiente, reduzindo os intervalos entre os partos e gerando um fluxo contínuo de produção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este indicador também é uma <strong>referência da saúde geral do rebanho</strong>, mostrando que práticas de manejo adequadas estão sendo aplicadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma taxa de prenhez elevada também permite que os produtores selecionam e mantenham animais geneticamente superiores, <strong>melhorando a qualidade do rebanho ao longo do tempo e tornando a operação mais competitiva no mercado</strong>. Assim, ao investir em melhores práticas de manejo, nutrição e seleção genética, os produtores garantem não apenas um rebanho mais produtivo, mas também um sistema mais lucrativo.</span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-19698 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Produção de Gado de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Quais os desafios e benefícios ao melhorar esse indicador?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Aumentar a taxa de prenhez é um desafio constante para os produtores rurais, porém, é essencial garantir a viabilidade econômica do sistema de produção. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao adotar boas práticas de manejo, nutrição e genética, é possível melhorar o desempenho  reprodutivo do rebanho e colher os benefícios de uma maior eficiência reprodutiva. A atenção dedicada à taxa de prenhez não apenas impacta positivamente nos índices zootécnicos, mas também contribui para o sucesso e crescimento da atividade pecuária. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Cada propriedade é singular, portanto, analisar o investimento, local, mercado, oportunidade e alternativas serão imprescindíveis para acertar na melhor estratégia adotada. </span></p>
<p><b>Dicas para melhorar a taxa de prenhez</b></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;"><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-dicas-basicas-da-alimentacao-e-manejo-nutricional-de-gado-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Nutrição adequada</strong></a>: fundamental para melhorar a taxa de prenhez;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Fornecer <a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/" target="_blank" rel="noopener"><strong>pastagem de alta qualidade</strong></a>;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Ajustar a dieta conforme as fases do ciclo reprodutivo;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Manter as vacas em boas condições para conceber e sustentar uma gestação;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Manejo reprodutivo eficiente: crucial para aumentar a taxa de prenhez;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Treinar a equipe ou contratar técnicos experientes;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Maximizar as chances de sucesso na concepção;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Cuidados rigorosos com a saúde do rebanho;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Manter um calendário sanitário baseado na realidade da fazenda.</span></li>
</ul>
<h2>Conclusão</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A taxa de prenhez é essencial para a eficiência reprodutiva e a rentabilidade na criação de gado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Melhorar esse índice envolve adotar estratégias como uma nutrição balanceada, monitoramento contínuo do ciclo reprodutivo, cuidados com a saúde das matrizes, práticas preventivas de vacinação e garantir um ambiente adequado. Além disso, <strong>investir em genética de qualidade e programas de seleção pode potencializar os resultados reprodutivos. </strong></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Benefícios de uma melhor taxa de prenhez incluem a produção de bezerros de maior valor, incremento genético do rebanho e redução dos custos operacionais, especialmente com o uso de <a href="https://rehagro.com.br/blog/reproducao-bovina/" target="_blank" rel="noopener"><strong>IATF</strong></a>. No entanto, cada propriedade tem características únicas que devem ser consideradas ao definir as estratégias mais eficazes.</span></p>
<h2 data-start="214" data-end="286">Mais prenhez no rebanho começa com mais técnica no manejo reprodutivo</h2>
<p data-start="288" data-end="538">A taxa de prenhez é um dos indicadores mais importantes para garantir eficiência e rentabilidade na pecuária de corte. Melhorar esse índice passa por decisões certeiras em nutrição, sanidade, estação de monta, escolha de matrizes e gestão do rebanho.</p>
<p data-start="540" data-end="920">Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Pós-graduação em Produção de Gado de Corte</a></strong> do Rehagro, você desenvolve a visão técnica necessária para identificar gargalos reprodutivos, aplicar estratégias práticas e aumentar a produtividade do seu sistema. Com aulas online, foco em aplicação no campo e professores que vivem a pecuária todos os dias, o curso é ideal para quem quer resultados consistentes e duradouros.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-19698 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Produção de Gado de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-31959" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/matheus-gregorio.jpg" alt="" width="300" height="104" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/matheus-gregorio.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/matheus-gregorio-270x94.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/matheus-gregorio-150x52.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Saúde dos cascos de bovinos confinados: como evitar problemas</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/saude-dos-cascos-de-bovinos-confinados-como-evitar-problemas/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/saude-dos-cascos-de-bovinos-confinados-como-evitar-problemas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Anderson Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 May 2024 15:09:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[casco]]></category>
		<category><![CDATA[confinamento]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O crescimento significativo da produção de bovinos em sistemas de confinamento no Brasil reflete não apenas a busca por eficiência e alto desempenho, mas também a otimização dos custos e a obtenção de melhores resultados na comercialização. No entanto, esse aumento na intensificação da produção não vem sem desafios, e um dos principais problemas enfrentados [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/saude-dos-cascos-de-bovinos-confinados-como-evitar-problemas/">Saúde dos cascos de bovinos confinados: como evitar problemas</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O crescimento significativo da produção de bovinos em sistemas de confinamento no Brasil reflete não apenas a busca por eficiência e alto desempenho, mas também a otimização dos custos e a obtenção de melhores resultados na comercialização.</p>
<p>No entanto, esse aumento na intensificação da produção não vem sem desafios, e <strong>um dos principais problemas enfrentados é relacionado à saúde dos cascos</strong> dos animais confinados.</p>
<p>A negligência nessa área pode acarretar uma <strong>série de complicações</strong> que não só afetam o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bem-estar-animal-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">bem-estar</a></strong>, mas também comprometem o desempenho produtivo e, consequentemente, a lucratividade do sistema de produção.</p>
<p>Neste contexto, é fundamental compreender os fatores que influenciam a saúde dos cascos e implementar medidas preventivas e corretivas para garantir o bem-estar e a produtividade do rebanho.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Fatores que influenciam a saúde dos cascos em confinamentos</h2>
<p>O aumento da produção de bovinos em <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/rotinas-no-confinamento-que-afetam-o-desempenho/" target="_blank" rel="noopener">sistema de confinamento</a></strong> tem sido expressivo no Brasil, devido a eficiência em alto desempenho e a redução da idade ao abate.</p>
<p>Uma consequência da intensificação da produção desses animais é o aumento dos problemas relacionados aos cascos quando não devidamente monitorados.</p>
<p>Esse problema, pode causar desconforto no animal, e acarretar outros fatores no sistema de produção, como perda de peso, redução na produção, redução no consumo de alimentos, ingestão de água, além do aumento dos significativo dos riscos de doenças metabólicas.</p>
<p>São diversos os fatores que afetam diretamente a saúde dos cascos no confinamento de gado de corte, especialmente em épocas chuvosas e de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao-e-a-capacidade-de-suporte/" target="_blank" rel="noopener">alta lotação</a></strong>.</p>
<p>Entre esses fatores, destacam-se a higienização inadequada das instalações, a utilização de pisos desconfortáveis para os animais e a presença de barro, água estagnada, pedras soltas ou até mesmo buracos nas áreas de confinamento.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sanidade-confinamento-engorda-a-pasto?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-pontos-sanitarios&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39639 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios.png" alt="E-book Pontos sanitários no confinamento" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Quais as principais doenças de cascos?</h2>
<h3>Laminite</h3>
<p>É uma doença inflamatória que pode ser classificada como aguda, subclínica ou crônica. Suas principais causas incluem a ingestão excessiva de grãos, pastagens ricas em carboidratos, mudanças bruscas na dieta e obesidade (<strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">escore de condição corporal</a></strong> acima de 4).</p>
<ul>
<li><strong>Laminite aguda</strong>: caracteriza-se por dor intensa, calor nos cascos, aumento da pulsação digital e dificuldade para se movimentar.</li>
<li><strong>Laminite subclínica</strong>: apresenta sinais menos evidentes, como leve desconforto ao caminhar e mudanças sutis na postura. Pode passar despercebida até se agravar.</li>
<li><strong>Laminite crônica</strong>: resulta em deformidades permanentes dos cascos, como a rotação ou afundamento do osso da falange distal, além de claudicação constante e dificuldade de locomoção.</li>
</ul>
<p>A laminite resulta em claudicação e pode levar à <strong>deformidade permanente dos cascos</strong> se não tratada adequadamente.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-31606 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-1.jpg" alt="Casco de bovino com laminite" width="434" height="250" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-1.jpg 434w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-1-300x173.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-1-370x213.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-1-270x156.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-1-150x86.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 434px) 100vw, 434px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Fonte: Boi Saúde</span></p>
<h3>Doença da linha branca</h3>
<p>Caracteriza-se pela separação da parede da borda da sola e da parede da borda da sola dos animais. O cório é infectado por meio dessa fissura, levando à formação de abscessos na subsola. Em casos mais graves, as articulações também podem ser afetadas.</p>
<ul>
<li><strong>Causas</strong>: incluem condições de higiene inadequadas, umidade excessiva, lesões ou traumas nos cascos e problemas nutricionais.</li>
<li><strong>Sinais</strong>: no estágio inicial, há uma leve claudicação e desconforto. À medida que a doença progride, ocorre a formação de abscessos visíveis, aumento da dor e claudicação severa. Em casos avançados, pode haver infecção nas articulações, levando a problemas de mobilidade ainda mais graves.</li>
</ul>
<p>A doença da linha branca <strong>pode resultar em infecções dolorosas e comprometimento significativo da locomoção</strong> se não tratada de maneira adequada.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-31607 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-3.jpg" alt="Casco de bovino com doença da linha branca" width="1000" height="525" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-3.jpg 1000w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-3-300x158.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-3-768x403.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-3-370x194.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-3-270x142.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-3-570x300.jpg 570w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-3-740x389.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-3-150x79.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Fonte: Revista Agropecuária</span></p>
<h3>Podridão de casco</h3>
<p>É uma infecção necrótica que afeta a pele interdigital, podendo ser subaguda ou aguda. Essa doença requer cuidados especiais, pois serve como porta de entrada para outras enfermidades e infecções.</p>
<ul>
<li><strong>Causas</strong>: incluem condições de higiene inadequadas, ambientes úmidos, traumas nos cascos e a presença de bactérias específicas como <em>Fusobacterium necrophorum</em> e <em>Dichelobacter nodosus</em>.</li>
<li><strong>Sinais</strong>: no estágio subagudo, observa-se inflamação leve, odor desagradável e pequenas lesões. No estágio agudo, os sinais incluem dor intensa, claudicação severa, necrose extensa da pele interdigital e secreção purulenta.</li>
</ul>
<p>A podridão de casco <strong>pode levar a complicações graves e comprometimento da saúde geral do animal</strong> se não tratada de forma adequada.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-31608 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-2.jpg" alt="Casco de bovino com a doença de podridão do casco" width="538" height="384" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-2.jpg 538w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-2-300x214.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-2-370x264.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-2-270x193.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-2-150x107.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 538px) 100vw, 538px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Fonte: Arquivo Rehagro</span></p>
<h3>Dermatite digital</h3>
<p>É uma condição comum em rebanhos bovinos. É causada pela contaminação por bactérias do gênero Treponema, presentes no intestino dos animais e eliminadas com as fezes.</p>
<ul>
<li><strong>Causas</strong>: a bactéria Treponema apenas se instala se houver uma porta de entrada, como feridas de origem mecânica no animal.</li>
<li><strong>Sinais</strong>: os sintomas incluem inflamação e ulceração na região afetada, dor intensa, claudicação e possível redução no ganho de peso devido ao desconforto.</li>
</ul>
<p>Dermatite digital requer atenção e tratamento adequados para prevenir complicações e garantir o bem-estar do animal.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-31609 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-4.jpg" alt="Casco bovino com dermatite digital" width="820" height="462" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-4.jpg 820w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-4-300x169.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-4-768x433.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-4-370x208.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-4-270x152.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-4-740x417.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-4-150x85.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 820px) 100vw, 820px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Fonte: MilkPoint</span></p>
<h2>Prevenção dos problemas de casco</h2>
<p>Na realidade de um confinamento de gado de corte, algumas medidas específicas devem ser adotadas para prevenir problemas de cascos, especialmente durante a época de chuvas.</p>
<p>Entre essas medidas, destacam-se a <strong>limpeza regular das baias de confinamento</strong> para evitar o acúmulo de lama e umidade, a <strong>redução da lotação de animais</strong> durante períodos chuvosos para minimizar o estresse e a contaminação do ambiente, e o <strong>uso de pedilúvio com solução desinfetante</strong> para ajudar a prevenir infecções nos cascos.</p>
<p>Além disso, é essencial realizar rondas sanitárias frequentes para observar os animais de perto, identificar precocemente quaisquer sinais de problemas nos cascos ou outras doenças, e agir rapidamente em caso de necessidade.</p>
<p>Outras medidas preventivas importantes incluem  fornecer uma <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-dicas-basicas-da-alimentacao-e-manejo-nutricional-de-gado-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">dieta balanceada</a></strong> que promova a saúde geral do rebanho. Investir em boas práticas de manejo, como o manejo correto da alimentação e o controle adequado da umidade e da higiene das instalações, também é fundamental para prevenir problemas de cascos e garantir a produtividade dos animais no confinamento.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>A saúde dos cascos dos animais confinados é uma questão de <strong>extrema importância que demanda atenção e cuidados específicos</strong>, especialmente em ambientes onde a intensificação da produção e as condições climáticas desafiadoras podem agravar os problemas relacionados aos cascos.</p>
<p>Medidas preventivas, como a limpeza regular das baias, a redução da lotação durante épocas chuvosas, o uso de pedilúvio, além da observação constante dos animais durante rondas sanitárias, são essenciais para evitar complicações e garantir o bem-estar do rebanho. Além disso, a oferta de uma dieta balanceada são práticas fundamentais para promover a saúde e a produtividade dos animais.</p>
<p>Ao adotar essas medidas, os produtores podem não apenas prevenir problemas de cascos, mas também contribuir para a sustentabilidade e rentabilidade a longo prazo do sistema de produção de gado de corte em confinamento.</p>
<h2>Chegou a hora de profissionalizar sua pecuária de corte</h2>
<p>A competitividade no setor é cada vez maior, e só os pecuaristas que investem em gestão conseguem se manter lucrativos a longo prazo.</p>
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<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/saude-dos-cascos-de-bovinos-confinados-como-evitar-problemas/">Saúde dos cascos de bovinos confinados: como evitar problemas</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Sistema de recria na pecuária de corte: quais as suas características?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Apr 2024 11:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[recria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O sistema de recria na pecuária desempenha um papel importante no ciclo de produção, servindo como uma fase intermediária entre a cria e a engorda. Durante esse estágio, os animais são criados para ganhar peso e carcaça, desenvolver musculatura e ossatura, preparando-os para a fase final antes do abate. Este texto explora os diferentes aspectos [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-recria-na-pecuaria-de-corte/">Sistema de recria na pecuária de corte: quais as suas características?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O sistema de recria na pecuária desempenha um papel importante no ciclo de produção, servindo como uma fase intermediária entre a cria e a engorda. Durante esse estágio, os animais são criados para ganhar peso e carcaça, desenvolver musculatura e ossatura, preparando-os para a fase final antes do abate.</p>
<p>Este texto explora os diferentes aspectos da recria, desde sua definição até os cuidados necessários para sua implementação, abordando também os diferentes tipos de sistemas de recria e os benefícios associados a trabalhar com esse sistema.</p>
<p>A fase de recria representa, entre as três fases do sistemas, a fase com maior oportunidade de evolução, reduzir o tempo de recria e melhorar sua eficiência é um passo importante para se avançar na pecuária.</p>
<p>Propriedades <strong>mais intensivas vêm trabalhando com recrias em ciclos mais curtos</strong>, de 1 ano, por exemplo, aumentando o giro do negócio e possibilitando alternativas que geram melhorias da rentabilidade e na lucratividade do negócio. Por esse motivo, entender a fase de recria e seus sistemas é de grande importância.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O que é um sistema de recria?</h2>
<p>Um sistema de recria é caracterizado por ser a fase intermediária entre a cria (do nascimento ao desmame) e a engorda (terminação). Nesse estágio, os animais são criados para ganhar peso e desenvolver musculatura antes de serem enviados para a engorda e, eventualmente, abate.</p>
<p>Alguns aspectos que caracterizam esse sistema de criação, são que geralmente os animais, <strong>têm entre 6 meses até 2 anos de idade, e pesam entre 6/7@ até 13/14@</strong>. Durante a fase de recria, é importante monitorar o desempenho dos animais, incluindo ganho de peso, <a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>condição corporal</strong></a> e a saúde geral dos animais. Isso permite ajustes nas práticas de manejo, alimentação e saúde conforme necessário para maximizar a eficiência e a produtividade do sistema.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-escore-condicao-corporal-gado-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=guia-ecc&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39646 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-ecc-bovinos.png" alt="Guia ECC em bovinos de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-ecc-bovinos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-ecc-bovinos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-ecc-bovinos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-ecc-bovinos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-ecc-bovinos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-ecc-bovinos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-ecc-bovinos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Cuidados para implementação da recria</h3>
<p>Para implementar um sistema de recria em uma fazenda, é necessário considerar alguns aspectos e recursos importantes, como a área de pastagem e as instalações adequadas.</p>
<p>É fundamental ter áreas de pastagem suficientes e de boa qualidade para permitir o pastejo dos animais durante toda a fase. Caso as instalações de pastagem não sejam suficientes, também é possível implementar <a href="https://rehagro.com.br/blog/rotinas-no-confinamento-que-afetam-o-desempenho/" target="_blank" rel="noopener"><strong>sistemas de confinamento</strong></a> ou sistemas conhecidos como <a href="https://rehagro.com.br/blog/sequestro-de-bezerros-como-aumentar-margem-de-lucro/"><strong>“sequestro” ou “resgate”</strong></a>, dependendo das condições da fazenda e dos recursos disponíveis.</p>
<p>Outro cuidado importante com essa fase é a infraestrutura, as instalações adequadas para manejo dos animais, incluindo currais, cercas e <a href="https://rehagro.com.br/blog/bebedouro-para-gado-e-a-importancia-da-qualidade-da-agua/" target="_blank" rel="noopener"><strong>bebedouros</strong></a>, são essenciais para garantir o manejo eficiente. A infraestrutura deve permitir o fácil acesso dos animais à água e comida, bem como facilitar procedimentos como vacinação, vermifugação e pesagem.</p>
<p>A <strong>mão de obra necessária para um sistema de recria geralmente não requer o mesmo nível de qualificação que a cria e a engorda.</strong> Visto que as atividades envolvidas na recria tendem a ser mais rotineiras e menos complexas em comparação com outras fases da produção, como a criação de bezerros recém-nascidos ou a engorda intensiva.</p>
<p>No entanto, mesmo que a recria exija uma menor quantidade de colaboradores por unidade animal, ainda é importante contar com uma equipe de mão de obra dedicada, qualificada, responsável e bem treinada para garantir o <a href="https://rehagro.com.br/blog/bem-estar-animal-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>bem-estar dos animais</strong></a>, a eficiência operacional e o sucesso geral do sistema de produção.</p>
<p>A supervisão adequada e o treinamento contínuo podem ajudar a garantir que a equipe esteja equipada para lidar com desafios que possam surgir durante a essa fase.</p>
<h2>O que é uma recria extensiva ?</h2>
<p>Na recria extensiva, os animais são criados em pastagens, sem o uso intensivo de suplementos alimentares ou confinamento. Este sistema requer menos intervenção humana em comparação com sistemas intensivos.</p>
<p>Os animais são deixados para pastar livremente e se alimentar da vegetação disponível na área. Em algumas situações, o manejo de <a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>pastejo rotativo</strong></a> pode ser implementado, movendo os animais entre diferentes áreas de pastagem para permitir a recuperação das plantas e maximizar o uso dos recursos disponíveis já visando um processo de intensificação da recria.</p>
<p>A <strong>recria extensiva geralmente aproveita os recursos naturais disponíveis</strong>, como água de rios, lagos ou poços. Apresenta um ciclo de produção mais longo, devido ao menor ganho de peso diário associado à alimentação baseada principalmente em pastagens, o ciclo de produção na recria extensiva é mais longo em comparação com sistemas intensivos.</p>
<p>Ciclos de produção mais longos, tendem há uma produção de arroba mais cara, por mais que não haja desprendimento de grandes recursos financeiros com aquisição principalmente de suplementação para os animais, o longo período que os animais ficam na propriedade acarreta em aumento do custo operacional para cada cabeça presente na fazenda. O acúmulo dos custos indiretos depositados “na conta” de cada animal, eleva o custo de produção por unidade produzida, arroba.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>O que é uma recria intensiva ?</h2>
<p>Uma <a href="https://rehagro.com.br/blog/recria-intensiva-a-pasto-rip-o-que-e-e-como-aplicar/"><strong>recria intensiva</strong></a> na pecuária de corte é um sistema em que os animais são criados em ambientes semi-confinados, confinados, em pastagens que recebem uma gestão mais intensiva ou em pastagens adubadas, com o objetivo de maximizar o ganho de peso e o desenvolvimento muscular e ósseo durante a fase.</p>
<p>Os animais na recria intensiva recebem uma <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-para-bovinos-de-corte/">suplementação</a></strong> nutricional concentrada, que pode incluir grãos, farelos, silagem, feno de alta qualidade e outros alimentos ricos em energia e nutrientes. Essa alimentação é formulada para promover um rápido ganho de peso e desenvolvimento muscular.</p>
<p>A dieta dos animais na recria intensiva é formulada para atender às suas necessidades nutricionais do estágio de desenvolvimento que o animal se encontra, e deve ser fornecida em quantidade e qualidade alinhadas ao desempenho esperado para cada lote de animais. Como há uma necessidade de aumento principalmente de massa muscular nessa fase da vida dos animais, a atenção com os níveis de proteína da dieta é fundamental.</p>
<p>Ocorre um monitoramento mais de perto quanto ao ganho de peso e condição corporal. Há um rápido ganho de peso e desenvolvimento muscular, devido à dieta concentrada e ao manejo intensivo, os animais na recria intensiva tendem a apresentar um rápido ganho de peso e desenvolvimento muscular, preparando-os para a fase de engorda e abate em um período mais curto de tempo.</p>
<p>O processo de intensificação da recria deve ocorrer entretanto, não somente avaliando o desempenho por indivíduo, mas também recursos e manejos devem ser realizados para que haja um aumento da produção por área, para isso, é importante que a propriedade aumente a <a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao-e-a-capacidade-de-suporte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>taxa de lotação</strong></a> da fazenda, trabalhar com mais animais em uma mesma área, garantindo os ganhos individuais, resulta em um aumento da produção de arroba por hectare, permitindo melhores resultados para o negócio.</p>
<p>A recria apresenta relativa facilidade no processo de aumento da taxa de lotação, principalmente pela possibilidade de trabalhar com os animais no período de estiagem em sistemas confinados, reduzindo a carga animais do pasto no momento estratégico do ano, permite a maximização da utilização das pastagens no período chuvoso.<br />
Animais em recria respondem de forma positiva a estímulos nutricionais, desempenham bem quando bem manejados e recebendo a dieta adequada.</p>
<h2>Quais os benefícios de trabalhar com o sistema de recria?</h2>
<p>A recria pode contribuir para a <strong>redução dos gastos</strong>, especialmente quando comparada à fase de engorda. Isso ocorre devido ao uso de pastagens naturais ou áreas extensivas, que demandam menos investimentos para a dieta e a infraestrutura especializada.</p>
<p>A implementação de um sistema de recria na pecuária de corte pode trazer benefícios significativos em termos de redução de custos de produção, otimização do <a href="https://rehagro.com.br/blog/ciclo-pecuario-o-que-e-e-como-funciona/" target="_blank" rel="noopener"><strong>ciclo pecuário</strong></a>, eficiência operacional e vantagem competitiva no mercado.</p>
<p>Ao integrar a recria de forma eficaz ao sistema de produção, os produtores podem melhorar a rentabilidade de suas operações.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>O sistema de recria na pecuária de corte oferece uma série de benefícios importantes, incluindo a redução dos custos de produção, a otimização do ciclo pecuário e a eficiência operacional.</p>
<p>Ao implementar e integrar a recria de forma eficaz ao sistema de produção, os produtores podem melhorar a rentabilidade de suas operações, garantindo ao mesmo tempo uma produção eficiente e de alta qualidade.</p>
<p>Assim, o sistema de recria se destaca como uma etapa fundamental no processo de produção pecuária, apresentando ainda grande capacidade de melhoria.</p>
<h2 data-start="166" data-end="232">A fase de recria define o futuro do seu resultado na terminação</h2>
<p data-start="234" data-end="521">Para que o sistema de recria seja eficiente e lucrativo, é essencial integrar manejo, nutrição e, principalmente, uma gestão precisa dos indicadores produtivos. Sem controle de desempenho, planejamento alimentar e acompanhamento financeiro, até os melhores sistemas perdem rentabilidade.</p>
<p data-start="523" data-end="694">No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão na Pecuária de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende a transformar decisões técnicas em resultados econômicos, com uma visão clara de toda a cadeia produtiva.</p>
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		<title>Transporte de gado: boas práticas e cuidados importantes sobre o processo</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/transporte-de-gado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Feb 2024 18:40:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar animal]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[transporte de gado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O transporte de gado desempenha um papel importante na cadeia de produção de alimentos de origem animal. Garantir o bem-estar dos animais durante essa etapa é uma preocupação fundamental, e para isso, o Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (RIISPOA) estabelece diretrizes precisas. No transporte de bovinos, as exigências do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O transporte de gado desempenha um papel importante na cadeia de produção de alimentos de origem animal. Garantir o bem-estar dos animais durante essa etapa é uma preocupação fundamental, e para isso, o <strong>Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (RIISPOA)</strong> estabelece diretrizes precisas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No transporte de bovinos, as exigências do RIISPOA abrangem desde a adequação dos veículos até o manejo dos animais e documentação necessária. Tais diretrizes não apenas cumprem requisitos legais, mas também promovem o bem-estar animal e a garantia da qualidade dos produtos de origem animal. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É essencial compreender as considerações importantes sobre o transporte dos animais para assegurar a integridade de toda a cadeia produtiva. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste contexto, fazendas, transportadores e abatedouros desempenham papéis fundamentais, cada um com responsabilidades específicas para garantir um transporte seguro.</span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Qual o papel da fazenda no transporte do gado?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A fazenda deve selecionar os animais saudáveis e adequadamente identificados, garantindo a uniformidade dos lotes para uma logística mais eficiente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É imprescindível que os animais estejam em boas condições de saúde e acompanhados da documentação exigida pelo RIISPOA, incluindo a <strong>Guia de Trânsito Animal (GTA)</strong>. Além disso, <strong>a fazenda precisa proporcionar um manejo pré-transporte cuidadoso, garantindo que os animais estejam calmos e habituados ao ambiente de transporte</strong>, o que contribuirá significativamente para minimizar o estresse durante o trajeto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A uniformidade dos lotes não apenas facilita o processo logístico, mas também promove um transporte mais seguro e confortável para os animais, refletindo diretamente na qualidade dos produtos de origem animal e no cumprimento das normativas sanitárias vigentes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Guia de Trânsito Animal (GTA) é um documento exigido pelas autoridades sanitárias responsáveis pela vigilância e controle sanitário dos animais. Ela é utilizada para registrar e acompanhar o deslocamento de animais de uma determinada propriedade ou estabelecimento rural para outro, seja dentro do mesmo estado ou em território nacional.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-28375 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-1.jpg" alt="Ilustração de uma guia de trânsito animal (GTA)" width="383" height="497" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-1.jpg 383w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-1-231x300.jpg 231w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-1-370x480.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-1-270x350.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-1-150x195.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 383px) 100vw, 383px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;">Fonte: MAPA</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A GTA é emitida pelo serviço veterinário oficial ou pela autoridade sanitária competente de cada estado ou região. <strong>Sua finalidade principal é garantir o controle sanitário dos animais, prevenindo a disseminação de doenças contagiosas entre as diferentes propriedades rurais e regiões.</strong></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante ressaltar que a falta da GTA ou o descumprimento das normas relacionadas ao transporte de animais, incluindo a não observância das informações contidas na guia, podem <strong>acarretar em penalidades legais e prejuízos tanto para os produtores quanto para a saúde pública.</strong></span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-28376 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-3.jpg" alt="Bovinos entrando no caminhão de transporte" width="1021" height="580" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-3.jpg 1021w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-3-300x170.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-3-768x436.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-3-370x210.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-3-270x153.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-3-740x420.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-3-150x85.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1021px) 100vw, 1021px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 12px;">Fonte: Agriconline</span></p>
<h3>Importância do correto manejo pré-transporte do gado</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Além da Guia de Trânsito Animal (GTA), o manejo pré-embarque dos animais, conforme determinado pela lei, é importante para um transporte seguro e humanitário de animais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No Brasil, a legislação que aborda o tempo de jejum para bovinos pré-transporte está contida nas normativas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). O objetivo dessas regulamentações é garantir o <a href="https://rehagro.com.br/blog/bem-estar-animal-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>bem-estar animal</strong></a> durante o transporte, minimizando o estresse e reduzindo os riscos à saúde dos mesmos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As diretrizes do MAPA estipulam que <strong>os bovinos devem estar em jejum por um período mínimo de 12 horas antes do transporte.</strong> Esse tempo de jejum é essencial para esvaziar parcialmente o trato gastrointestinal dos animais, reduzindo assim os riscos associados à regurgitação e à aspiração durante o transporte.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante destacar que o cumprimento dessas normativas é fundamental para garantir o cumprimento das exigências legais e promover o bem-estar animal. Além disso, os transportadores e proprietários de gado devem sempre se familiarizar com as regulamentações específicas de seu país ou região, pois estas podem variar de acordo com as leis locais e as normativas de bem-estar animal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É essencial proporcionar um ambiente adequado, com sombra, espaço suficiente e piso seguro, enquanto permitir um período de aclimatação em caso de mudança de clima. Além de garantir o <a href="https://rehagro.com.br/blog/bebedouro-para-gado-e-a-importancia-da-qualidade-da-agua/" target="_blank" rel="noopener"><strong>acesso à água</strong></a> para evitar desidratação, além de um manejo calmo para reduzir o estresse.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A comunicação eficaz entre a fazenda, o transportador e o abatedouro é fundamental para coordenar o transporte de forma eficiente e garantir que todas as partes envolvidas estejam cientes das necessidades e requisitos específicos dos animais, bem como dos procedimentos a serem seguidos durante o processo de transporte e recepção no destino final. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essas medidas colaborativas e preventivas são essenciais para garantir o bem-estar dos animais e o cumprimento das regulamentações sanitárias e de segurança estabelecidas.</span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sanidade-gado-de-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-sanidade-gado&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39640 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png" alt="E-book Sanidade do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Qual a importância do transportador no transporte dos bovinos?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O transporte de gado demanda responsabilidades por parte do transportador para garantir o bem-estar dos animais ao longo do trajeto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este é encarregado de assegurar que os veículos de transporte atendam aos requisitos sanitários e de conforto estipulados no RIISPOA, proporcionando ventilação adequada, espaço suficiente e proteção contra condições climáticas adversas. Além disso, é imprescindível um <strong>manejo cuidadoso dos animais durante todo o processo, minimizando estresse e prevenindo lesões. </strong></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em situações em que o tempo de viagem ultrapasse um limite aceitável, o transportador deve providenciar períodos de descanso, permitindo que os animais se recuperem e se alimentem adequadamente antes de prosseguir. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ademais, o monitoramento constante da condição dos bovinos ao longo do trajeto é essencial, permitindo a identificação precoce de quaisquer problemas de saúde ou bem-estar e a tomada de medidas imediatas para garantir o cuidado adequado. Assim, desempenha um papel importante no cumprimento das regulamentações e na promoção do bem-estar dos animais durante todo o processo de transporte.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-28377 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-2.jpg" alt="Caminhão utilizado no transporte do gado" width="1040" height="780" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-2.jpg 1040w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-2-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-2-1024x768.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-2-768x576.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-2-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-2-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-2-740x555.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-2-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-2-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1040px) 100vw, 1040px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 12px;">Fonte: UBOI</span></p>
<h2>Quais são as responsabilidades do abatedouro?</h2>
<p>No processo de abate de bovinos, os abatedouros desempenham um papel fundamental, não apenas na produção de alimentos de origem animal, mas também na garantia do bem-estar dos animais e no cumprimento das normas sanitárias e de higiene.</p>
<p>As responsabilidades do abatedouro englobam diversos aspectos indispensáveis para o funcionamento seguro e ético da indústria de alimentos.</p>
<p>Primeiramente, o abatedouro é encarregado de receber os bovinos de forma segura e respeitosa, assegurando que os animais sejam tratados com dignidade desde o momento da chegada até o processo de abate propriamente dito. O manejo prévio ao abate é essencial, exigindo que os bovinos sejam conduzidos de maneira calma para minimizar o estresse e prevenir lesões desnecessárias.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, <strong>o abatedouro é responsável por realizar inspeções sanitárias rigorosas dos bovinos antes do abate</strong>, garantindo que estejam em condições adequadas de saúde e aptos para o processo. Quaisquer animais doentes ou debilitados devem ser identificados e tratados de acordo com as normas sanitárias estabelecidas.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-28378 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-4.jpg" alt="Funcionário analisando o gado no abatedouro" width="623" height="471" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-4.jpg 623w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-4-300x227.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-4-370x280.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-4-270x204.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-4-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-4-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 12px;">Fonte: INSPBOVINOS</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante o abate, é fundamental que os procedimentos sejam realizados de forma humanitária, utilizando métodos que minimizem o sofrimento dos animais. O abatedouro deve empregar práticas eficazes que assegurem um processo rápido e indolor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, <strong>o abatedouro é responsável por garantir a qualidade e a segurança dos produtos de origem animal.</strong> Isso envolve a implementação de boas práticas de higiene, o controle rigoroso de temperatura e a prevenção da contaminação cruzada durante todo o processo de processamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O descarte adequado de resíduos, incluindo subprodutos animais e efluentes, também é uma responsabilidade do abatedouro, sujeito às regulamentações ambientais e sanitárias vigentes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, o abatedouro deve manter registros precisos de todos os bovinos abatidos, incluindo informações detalhadas sobre origem, identificação individual, procedência e destino dos produtos, garantindo assim a rastreabilidade e a conformidade com as normas estabelecidas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em síntese, o abatedouro desempenha um papel essencial na produção de alimentos de origem animal, sendo incumbido de garantir não apenas a qualidade e a segurança dos produtos, mas também o bem-estar dos animais e o cumprimento das regulamentações sanitárias e de higiene.</span></p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">As considerações sobre o transporte de gado, abrangem uma série de aspectos que vão desde o manejo pré-embarque até a responsabilidade dos abatedouros. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O transporte adequado dos animais não se limita apenas ao cumprimento das regulamentações legais, mas também ao respeito ao bem-estar animal e à garantia da qualidade dos produtos de origem animal. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O manejo pré-embarque, o tempo de viagem, assim como o abate humanitário e a gestão responsável dos resíduos, são aspectos fundamentais que devem ser considerados ao longo de toda a cadeia de produção. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A colaboração entre fazendas, transportadores e abatedouros é essencial para assegurar o cumprimento das normativas e promover práticas sustentáveis e éticas na indústria de alimentos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao garantir o bem-estar dos animais e o cumprimento das regulamentações, podemos assegurar não apenas a qualidade dos produtos, mas também a integridade de toda a cadeia de produção animal.</span></p>
<h2 data-start="128" data-end="192">Boas práticas no transporte começam com uma gestão de verdade</h2>
<p data-start="194" data-end="408">Garantir o bem-estar animal durante o transporte é essencial, mas, para ter uma pecuária realmente eficiente e lucrativa, é preciso ir além e dominar toda a cadeia de gestão, do planejamento à comercialização.</p>
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		<title>Pneumonia em bovinos confinados: o que você precisa saber</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Feb 2024 17:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[confinamento]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pneumonia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na pecuária de corte, a pneumonia representa um desafio significativo para a saúde e o bem-estar dos animais. A pneumonia, frequentemente desencadeada por agentes infecciosos como vírus, bactérias e micoplasmas, pode resultar em perdas econômicas substanciais para os produtores, devido a diminuição da produção de carne, até o aumento dos custos de tratamento e a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na pecuária de corte, a pneumonia representa um desafio significativo para a saúde e o bem-estar dos animais.</p>
<p>A pneumonia, frequentemente desencadeada por agentes infecciosos como vírus, bactérias e micoplasmas, <strong>pode resultar em perdas econômicas substanciais</strong> para os produtores, devido a diminuição da produção de carne, até o aumento dos custos de tratamento e a mortalidade do rebanho.</p>
<p>Este texto aborda os aspectos relacionados à <strong>prevenção, tratamento e gestão da pneumonia em um confinamento</strong>, destacando práticas de manejo, medidas de biossegurança, uso de vacinas e estratégias de saúde animal para mitigar os impactos negativos da doença e promover a produtividade sustentável na pecuária de corte.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>Quais são os sintomas da pneumonia em bovinos?</h2>
<p>Os principais sintomas da pneumonia em bovinos incluem uma série de comportamentos que afetam a saúde e o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bem-estar-animal-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">bem-estar do animal</a></strong>.</p>
<p>Inicialmente, <strong>observa-se um quadro de depressão</strong>, em que o animal tende a se isolar do grupo, demonstrando um comportamento menos ativo e mais retraído. Além disso, a perda de apetite costuma ser um sintoma comum, evidenciado pelo afastamento do cocho enquanto os outros animais se alimentam.</p>
<p>Outros sinais visíveis são o <strong>corrimento nasal e ocular</strong>, indicativos da presença de secreção nas vias respiratórias, bem como a manifestação de febre, caracterizada pela postura arrepiada e a proximidade do animal com o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bebedouro-para-gado-e-a-importancia-da-qualidade-da-agua/" target="_blank" rel="noopener">cocho de água</a></strong>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-28098" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/pneumonia-em-bovinos.jpg" alt="Bovino com sintomas de pneumonia" width="257" height="196" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/pneumonia-em-bovinos.jpg 257w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/pneumonia-em-bovinos-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/pneumonia-em-bovinos-150x114.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 257px) 100vw, 257px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 12px;">Fonte: Zoets</span></p>
<p>Por fim, a <strong>dificuldade para respirar</strong>, muitas vezes comparada ao som de uma &#8220;batedeira&#8221;, é um sintoma crítico que requer atenção imediata, pois pode indicar um estágio avançado da doença e comprometer seriamente a saúde do animal.<span style="font-weight: 400; font-size: 12px;"> </span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sanidade-confinamento-engorda-a-pasto?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-pontos-sanitarios&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39639 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios.png" alt="E-book Pontos sanitários no confinamento" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Como identificar os animais doentes?</h3>
<p>Durante o período de confinamento, a identificação eficiente da pneumonia em animais requer a <strong>implementação de rondas sanitárias diárias</strong>.</p>
<p>Essas rondas são conduzidas de duas formas distintas:</p>
<ol>
<li><strong>Ronda macro</strong>: realizada com o auxílio de motos ou quadriciclos, tem como objetivo identificar animais mortos, caídos e/ou apresentando sinais clínicos exacerbados.</li>
<li><strong>Ronda micro</strong>, conduzida com equinos, asininos ou a pé, visa fazer uma inspeção minuciosa nos lotes de animais para detectar indivíduos enfermos que possam ter passado despercebidos durante a ronda macro.</li>
</ol>
<p>Os animais identificados como doentes são encaminhados para tratamento adequado, enquanto os casos mais graves são direcionados para o curral ou piquete “enfermaria”, onde recebem atenção especializada e monitoramento contínuo para garantir uma recuperação eficaz e minimizar os impactos da pneumonia na saúde do rebanho.</p>
<h2>Qual a época do ano de maior prevalência da pneumonia no confinamento?</h2>
<p>Na época seca do ano, observa-se uma maior prevalência da pneumonia, devido à combinação de diversos fatores de risco. A poeira, comum durante esse período, pode irritar as vias respiratórias dos animais, tornando-os mais suscetíveis a infecções respiratórias.</p>
<p>Além disso, as inversões térmicas características da estação seca podem contribuir para a concentração de poluentes no ar, agravando ainda mais as condições respiratórias dos animais. O estresse do transporte, também pode enfraquecer o sistema imunológico dos animais, aumentando sua vulnerabilidade à pneumonia.</p>
<p>Assim, <strong>a época seca do ano representa um momento crítico para a ocorrência e disseminação da doença</strong>, exigindo medidas preventivas e de manejo adequadas para proteger a saúde do rebanho.</p>
<h2>Como prevenir a pneumonia?</h2>
<p>Para garantir a saúde do rebanho e prevenir a ocorrência de pneumonia no confinamento, são adotadas <strong>práticas específicas de manejo sanitário</strong>.</p>
<p>Logo na recepção dos animais, ao descerem do caminhão, é importante que sejam direcionados para o acesso a água e comida. Além disso, nesse primeiro momento é importante que a dieta oferecida se assemelhe o máximo possível ao pasto, incentivando o consumo de matéria seca e facilitando a adaptação dos animais ao novo ambiente.</p>
<p>Após a chegada, é recomendado um período de descanso de 5 a 7 dias antes de iniciar o protocolo de entrada. Durante esse tempo, os animais têm a oportunidade de se aclimatarem e recuperarem do estresse do transporte.</p>
<p>O protocolo de entrada, que ocorre após esse período de descanso, inclui a aplicação de vacinas respiratórias contendo cultura viva atenuada, visando fortalecer a imunidade dos animais contra agentes infecciosos respiratórios.</p>
<p>É fundamental que as vacinas sejam adequadamente acondicionadas em caixas fechadas de isopor com gelo durante a lida, com tempo de utilização limitado a até duas horas devido à natureza das vacinas vivas. Além disso, medidas como a aspersão nas baias e nas estradas do confinamento são realizadas para reduzir a poeira, um fator de risco conhecido para o desenvolvimento de problemas respiratórios.</p>
<p>Por fim, a aclimatação dos animais ao <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/rotinas-no-confinamento-que-afetam-o-desempenho/" target="_blank" rel="noopener">ambiente do confinamento</a></strong> é um processo contínuo e essencial para minimizar o estresse e promover a adaptação saudável dos animais ao novo sistema de criação. Por meio dessas práticas de manejo sanitário, busca-se garantir a saúde e a produtividade do rebanho, prevenindo a incidência de pneumonia e outros problemas de saúde no confinamento.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Em resumo, a pneumonia representa um <strong>desafio significativo na pecuária de corte</strong>, especialmente durante os períodos de seca.</p>
<p>Para mitigar os riscos associados à doença, é essencial implementar um manejo sanitário eficaz desde a recepção dos animais até a aclimatação ao ambiente do confinamento. Isso inclui medidas como a oferta imediata de água e comida semelhante ao pasto para estimular o consumo de matéria seca, o descanso dos animais após a chegada para reduzir o estresse do transporte, e a aplicação de vacinas respiratórias durante o protocolo de entrada.</p>
<p>Além disso, acondicionar as vacinas de forma adequada e reduzir a poeira por meio de aspersão nas baias e estradas do confinamento são práticas essenciais. A aclimatação contínua dos animais ao novo ambiente também desempenha um papel crucial na prevenção da pneumonia e na promoção da saúde do rebanho como um todo.</p>
<p>Ao adotar essas medidas de manejo sanitário, os produtores podem minimizar os riscos de incidência de pneumonia, protegendo assim a produtividade e o bem-estar dos animais no confinamento.</p>
<h2>O diferencial entre fazendas comuns e de alta performance está aqui</h2>
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</span></p>
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		<title>Raças de gado de corte no Brasil: conheça as principais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jan 2024 11:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[angus]]></category>
		<category><![CDATA[brahman]]></category>
		<category><![CDATA[nelore]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em um país cuja agropecuária desempenha um papel fundamental na economia, a diversidade de raças de gado reflete não apenas a riqueza genética, mas também na capacidade de adaptação ao clima tropical. Entre as raças que ocupam o território brasileiro, o Nelore é considerado a raça mais proeminente. De acordo com a revista EXAME a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Em um país cuja agropecuária desempenha um papel fundamental na economia, a diversidade de raças de gado reflete não apenas a riqueza genética, mas também na capacidade de adaptação ao clima tropical.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre as raças que ocupam o território brasileiro, o Nelore é considerado a raça mais proeminente. De acordo com a revista EXAME a <strong>raça reconhecida pela pelagem branca representa mais de 80% do rebanho nacional.</strong> Sua resistência ao calor tropical e sua adaptabilidade faz com que a sua presença seja notável nos pastos brasileiros. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, ao explorar esse cenário bovino, nos deparamos com uma gama extensa de raças, cada uma com suas características distintas e contribuições únicas para a produção de carne de qualidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Explorando desde a elegância britânica do Angus até a impressionante robustez adaptativa do Brahman, o Brasil se destaca como um notável produtor de mais de cinco raças de bovinos de corte. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa diversidade genética não apenas confere ao país uma posição privilegiada na produção de carne bovina, mas também impulsiona a conquista de números expressivos, de acordo com a Conab, <strong>o Brasil abateu cerca de 44 milhões de cabeças de gado no ano de 2025. </strong></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa impressionante produção coloca o Brasil consistentemente na liderança do ranking dos maiores produtores de carne do mundo.</span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</div>
<h2>Principais raças de gado de corte no Brasil</h2>
<h3>1. Nelore</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O Nelore, uma das raças bovinas mais produzidas do Brasil, desempenha um papel crucial na pecuária nacional. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Originária da Índia, mais especificamente da região de Ongole, essa raça foi trazida para o Brasil durante o período colonial pelos portugueses, contribuindo significativamente para a formação do rebanho bovino brasileiro.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27085 size-large" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-nelore-473x1024.jpg" alt="Gado da raça nelore" width="473" height="1024" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-nelore-473x1024.jpg 473w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-nelore-139x300.jpg 139w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-nelore-709x1536.jpg 709w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-nelore-370x801.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-nelore-270x585.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-nelore-150x325.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-nelore.jpg 739w" sizes="auto, (max-width: 473px) 100vw, 473px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Imagem: Fernanda Lazzarini Fernandes &#8211; Rehagro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>O Nelore, é conhecido por sua adaptabilidade a climas tropicais e resistência a condições desfavoráveis</strong>, foi introduzido no Brasil no século XVIII. Sua chegada trouxe consigo características genéticas que se mostraram essenciais para enfrentar as adversidades climáticas e sanitárias típicas do território brasileiro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao longo dos anos, o Nelore conquistou seu lugar de destaque na pecuária brasileira, tornando-se a raça mais numerosa do país. Sua importância está intrinsecamente ligada à sua capacidade de adaptação a ambientes tropicais, resistência a parasitas e doenças comuns na região, além de sua <a href="https://rehagro.com.br/blog/habilidade-materna/" target="_blank" rel="noopener"><strong>habilidade materna</strong></a>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essas características fazem do Nelore uma escolha popular entre os criadores brasileiros, especialmente em áreas de pastagem extensiva.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27086 size-large" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-nelore-2-768x1024.jpg" alt="Gado da raça nelore" width="768" height="1024" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-nelore-2-768x1024.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-nelore-2-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-nelore-2-370x493.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-nelore-2-270x360.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-nelore-2-740x987.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-nelore-2-640x853.jpg 640w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-nelore-2-150x200.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-nelore-2.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Imagem: Fernanda Lazzarini Fernandes &#8211; Rehagro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Nelore se destaca por diversos atributos, <strong>sua adaptabilidade excepcional a ambientes tropicais</strong>, resistência a parasitas e habilidade materna eficiente o tornam um componente fundamental na pecuária brasileira. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, a eficiência na conversão alimentar, capacidade de ganho de peso, longevidade e rusticidade fazem do Nelore uma escolha estratégica para produtores, enquanto sua participação em programas de cruzamento contribui para aprimorar características desejáveis em outras raças, solidificando sua importância no cenário da produção de carne no país. </span><span style="font-weight: 400;">Sua carne, apesar de ser mais magra em comparação com algumas raças britânicas, é reconhecida pela sua suculência e sabor marcante. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em resumo, o Nelore desempenha um papel fundamental na pecuária brasileira, proporcionando não apenas resistência e adaptação, mas também contribuindo para a <strong>excelência da produção de carne bovina no Brasil e consolidando a posição do país como um líder global no setor</strong>.</span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-planilha-fluxo-de-caixa?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-fluxo-de-caixa&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39647 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa.png" alt="Kit Fluxo de caixa em fazendas de gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>2. Angus</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O Angus, uma das raças bovinas mais renomadas, tem sua origem na Escócia. Com uma história que remonta ao século XVIII, essa raça britânica chegou ao Brasil em meados do século XX, trazendo consigo uma tradição centenária de qualidade de carne e adaptação eficiente a diferentes ambientes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A importância da produção de Angus no Brasil é notável, especialmente devido à sua contribuição para aprimorar a qualidade da carne bovina no país. Reconhecida por seu marmoreio excepcional, que confere suculência e sabor à carne, a raça Angus destaca-se em sistemas de produção que visam atender aos padrões mais exigentes de qualidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Seu papel é crucial em <a href="https://rehagro.com.br/blog/melhoramento-genetico-animal/" target="_blank" rel="noopener"><strong>programas de cruzamento</strong></a>, nos quais a raça é frequentemente utilizada para melhorar características como maciez, textura e sabor da carne.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27087 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-angus.jpg" alt="Bovinos da raça angus" width="750" height="1000" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-angus.jpg 750w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-angus-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-angus-370x493.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-angus-270x360.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-angus-740x987.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-angus-640x853.jpg 640w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-angus-150x200.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Imagem: Fernanda Lazzarini Fernandes &#8211; Rehagro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O diferencial do Angus vai além das características organolépticas, abrangendo sua adaptabilidade a diferentes climas e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/producao-de-gado-de-corte/">sistemas de produção</a></strong>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A pelagem curta e escura, aliada à resistência a condições adversas, torna o Angus uma escolha versátil para produtores brasileiros que buscam conciliar qualidade de carne com adaptabilidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, o Angus desempenha um papel significativo na diversificação genética e no aprimoramento da excelência na produção de carne bovina no Brasil.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27088 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-angus-2.jpg" alt="Bovinos da raça angus no pasto" width="1000" height="750" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-angus-2.jpg 1000w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-angus-2-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-angus-2-768x576.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-angus-2-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-angus-2-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-angus-2-740x555.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-angus-2-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-angus-2-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Imagem: Rafael Neiva Assunção &#8211; Rehagro.</span></p>
<h4>Criação do gado Angus pelo Brasil</h4>
<p><span style="font-weight: 400;">O Angus, uma raça bovina altamente valorizada, encontrou presença significativa em várias regiões do Brasil, contribuindo para a diversidade e excelência na produção de carne. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Rio Grande do Sul, tradicionalmente reconhecido pela criação de Angus, destaca-se como uma das principais regiões, oferecendo um clima temperado e pastagens propícias para o desenvolvimento da raça. Santa Catarina, seguindo a tradição gaúcha, também apresenta condições ideais para a criação de Angus, atraindo criadores que buscam aprimorar a qualidade da carne produzida na região.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra região notável na criação de Angus é o Paraná, onde as características da raça são valorizadas por produtores comprometidos com a produção de carne de alta qualidade. Em São Paulo, alguns criadores têm adotado a raça, contribuindo para a expansão da presença do Angus e para o atendimento da demanda crescente por <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/maturacao-de-carnes/">carne premium</a></strong>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em Mato Grosso do Sul, a criação de Angus tem ganhado destaque, principalmente em sistemas de cruzamento industrial, onde a raça é incorporada para melhorar a qualidade da carne produzida na região. Mesmo em Minas Gerais, fora do tradicional domínio sulista, a criação de Angus tem sido adotada por alguns produtores, diversificando a pecuária na região e atendendo aos padrões exigentes de qualidade da carne. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, a presença do Angus no Brasil se estende por várias regiões, refletindo o reconhecimento de suas vantagens na produção bovina nacional.</span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>3. Brahman</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O Brahman, originário dos Estados Unidos, tem raízes que remontam à Índia, em que a raça se desenvolveu a partir de cruzamentos de diversas linhagens zebuínas. Chegando ao Brasil na década de 1930, o Brahman rapidamente se adaptou ao território nacional, especialmente em regiões de clima tropical.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A importância da produção do Brahman no Brasil é notável devido às suas características adaptativas. Sua origem zebuína confere resistência a altas temperaturas, resistência a parasitas e adaptabilidade a ambientes mais desafiadores, características cruciais para a pecuária tropical brasileira. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>A raça tem se destacado em regiões em que o estresse térmico é comum</strong>, tornando-se uma escolha estratégica para produtores que buscam eficiência em climas adversos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O diferencial do Brahman vai além da adaptabilidade, <strong>a raça é reconhecida por sua habilidade materna, longevidade e precocidade reprodutiva</strong>. Além disso, sua carne é apreciada por sua suculência e sabor, conquistando espaço no mercado nacional e internacional. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Brahman também desempenha um papel significativo em programas de cruzamento, sendo frequentemente utilizado para aprimorar características como resistência e adaptabilidade em rebanhos de outras raças.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27089 size-large" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-brahman-1024x536.jpg" alt="bois da raça brahman" width="770" height="403" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-brahman-1024x536.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-brahman-300x157.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-brahman-768x402.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-brahman-370x194.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-brahman-270x141.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-brahman-740x387.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-brahman-150x79.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-brahman.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Bovinos brahman: Fonte: Portal DBO</span></p>
<h4>Regiões de criação do gado Brahman no país</h4>
<p><span style="font-weight: 400;">O Centro-Oeste brasileiro, abrangendo estados como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás, destaca-se como uma das principais regiões de criação de Brahman, beneficiada por vastas extensões de pastagens e condições propícias à pecuária. Além disso, o Nordeste, especialmente em estados como Bahia, Maranhão e Piauí, também testemunha a presença expressiva dessa raça, aproveitando-se de sua resistência ao calor e adaptação a ambientes mais quentes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A disseminação do Brahman nessas regiões contribui não apenas para a diversidade genética do gado brasileiro, mas também para a sustentabilidade e eficiência na produção de carne em condições tropicais.</span></p>
<h3>4. Senepol</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O Senepol é uma raça bovina de origem caribenha, mais especificamente proveniente da ilha de Senepol, em São Cristóvão e Nevis. Desenvolvida por cruzamentos entre gado africano N&#8217;Dama e europeu, principalmente Red Poll, a raça ganhou destaque por suas características adaptativas a climas quentes e resistência a parasitas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A introdução do Senepol no Brasil ocorreu nas últimas décadas do século XX, e desde então a raça tem conquistado espaço na pecuária brasileira. Sua importância na produção nacional está relacionada a diversos fatores. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Senepol é reconhecido por sua adaptabilidade a ambientes tropicais, sendo <strong>capaz de lidar eficientemente com o calor característico do Brasil</strong>. Sua pelagem curta e clara contribui para minimizar o estresse térmico, sendo uma importante caracteristica em regiões de clima quente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, <strong>o Senepol é apreciado por sua precocidade reprodutiva e facilidade de manejo.</strong> As fêmeas apresentam boa habilidade materna e costumam ter partos fáceis. O rápido ganho de peso e a eficiência alimentar também são características marcantes, contribuindo para a produção eficiente de carne.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>O diferencial do Senepol está na combinação de resistência, adaptabilidade e qualidade de carne.</strong> Sua carne é reconhecida por ser macia e saborosa, atendendo aos padrões exigentes dos consumidores. A raça também tem sido utilizada em programas de cruzamento para melhorar características de outras raças, oferecendo uma contribuição significativa para a diversificação e aprimoramento do cenário pecuário brasileiro. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, o Senepol desempenha um papel relevante na pecuária nacional, especialmente em regiões com condições climáticas.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27090 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-senepol.jpg" alt="Boia da raça senepol" width="640" height="457" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-senepol.jpg 640w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-senepol-300x214.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-senepol-370x264.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-senepol-270x193.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-senepol-150x107.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Gado senepol. Fonte: Embrapa</span></p>
<h4>Gado senepol nas regiões brasileiras</h4>
<p><span style="font-weight: 400;">A criação da raça Senepol tem ganhado destaque em diversas regiões do Brasil, refletindo a versatilidade e adaptabilidade dessa raça bovina. No Centro-Oeste, em estados como Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, assim como no Distrito Federal, a presença expressiva de Senepol destaca-se pela capacidade da raça em enfrentar as condições climáticas quentes e desafiadoras da região.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na região Nordeste, em estados como Bahia e Maranhão, onde as condições climáticas podem ser particularmente adversas, o Senepol tem sido adotado por produtores que buscam um gado resistente ao calor e a parasitas, contribuindo para a pecuária local.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No Sudeste, em estados como Minas Gerais e São Paulo, a criação de Senepol tem conquistado espaço, evidenciando a apreciação por suas características adaptativas e pela qualidade da carne produzida. Mesmo em regiões Norte, como Tocantins e Rondônia, a presença do Senepol tem sido observada, embora em menor escala, destacando sua capacidade de adaptação a diferentes ecossistemas tropicais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A expansão da criação de Senepol em distintas regiões do Brasil ressalta não apenas a eficiência adaptativa da raça, mas também sua contribuição para a produção de carne de qualidade. Com sua versatilidade, resistência e capacidade de enfrentar desafios climáticos, o Senepol continua a desempenhar um papel relevante na diversificação e aprimoramento da pecuária brasileira.desafiadoras.</span></p>
<h3>5. Sindi</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O Sindi é uma raça bovina originária do Paquistão, mais especificamente da região de Sindh. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A introdução do gado Sindi no Brasil ocorreu na década de 1950, quando alguns exemplares foram importados para avaliação de suas características em diferentes ambientes brasileiros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A importância da produção da raça Sindi no Brasil está relacionada às suas características adaptativas e à capacidade de se desenvolver bem em condições adversas, como altas temperaturas e ambientes áridos. A resistência ao calor é uma das principais vantagens dessa raça, tornando-a adequada para regiões com climas tropicais, comuns em várias partes do Brasil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>O diferencial do Sindi está, portanto, em sua adaptabilidade a condições desfavoráveis</strong>, o que o torna uma escolha estratégica para produtores que enfrentam desafios climáticos específicos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A raça Sindi é reconhecida por sua rusticidade, eficiência reprodutiva e boa capacidade de adaptação a diferentes sistemas de manejo. Embora não seja uma das raças mais numerosas no Brasil, o Sindi desempenha um papel importante em programas de cruzamento para aprimorar características adaptativas em rebanhos de outras raças. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, sua contribuição para a diversificação genética e para a produção de gado adaptado a ambientes tropicais é significativa.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27091 size-large" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-sindi-1024x575.jpg" alt="Boi da raça sindi" width="770" height="432" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-sindi-1024x575.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-sindi-300x169.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-sindi-768x432.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-sindi-370x208.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-sindi-270x152.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-sindi-740x416.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-sindi-150x84.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-sindi.jpg 1180w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Gado sindi. Fonte: abcz</span></p>
<h4>Criação do gado Sindi no Brasil</h4>
<p><span style="font-weight: 400;">A criação da raça Sindi no Brasil é mais significativa em regiões que enfrentam condições climáticas desafiadoras. Dentre as principais regiões criadoras do Sindi, destacam-se aquelas com climas tropicais e adversidades ambientais, onde a resistência ao calor e a adaptação a ambientes áridos conferem vantagens.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Nordeste do Brasil é uma das regiões mais propícias para a criação de Sindi, especialmente nos estados que compreendem o Polígono das Secas, como Bahia, Pernambuco e Ceará. Nessas áreas, o clima é predominantemente quente e seco, a resistência ao estresse térmico e a capacidade de lidar com condições áridas tornam o Sindi uma escolha estratégica para produtores que buscam gado adaptado a ambientes semiáridos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além do Nordeste, algumas regiões do Centro-Oeste e Norte do Brasil também têm presença de criação de Sindi, especialmente em áreas com características climáticas similares. Estados como Tocantins e Goiás, por exemplo, têm adotado a raça Sindi, reconhecendo suas vantagens adaptativas e sua contribuição para a sustentabilidade da pecuária em condições tropicais e adversas.</span></p>
<h2>Conclusão</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A diversificação de raças bovinas no Brasil desempenha um papel crucial na pecuária, considerando a vasta extensão territorial e a diversidade ambiental do país. Com climas que variam desde tropicais até temperados, diferentes regiões apresentam desafios específicos para a criação de gado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A presença de uma variedade de raças de gado possibilita aos produtores selecionar animais adaptados às condições locais, como resistência ao calor, capacidade de lidar com pastagens específicas e adaptação a diferentes tipos de manejo.</span></p>
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		<title>Rendimento do ganho de bovinos abatidos: como calcular?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Oct 2023 11:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[carcaça]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[rendimento do ganho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao vender animais para um frigorífico, nem todo o peso estimado na fazenda se converte em ganho financeiro. É essencial compreender o conceito de rendimento do ganho, que representa a proporção do peso vivo que se transforma em carcaça. Neste artigo, vamos explorar como calcular e otimizar esse indicador crucial para a lucratividade na produção [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao vender animais para um frigorífico, nem todo o peso estimado na fazenda se converte em ganho financeiro. É essencial compreender o conceito de rendimento do ganho, que representa a proporção do peso vivo que se transforma em carcaça.</p>
<p>Neste artigo, vamos explorar como calcular e otimizar esse indicador crucial para a <strong>lucratividade na produção de carne</strong>.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O que é rendimento do ganho e como calculá-lo?</h2>
<p><strong>O rendimento do ganho é a relação entre o peso da carcaça final e o peso vivo inicial de um animal.</strong></p>
<p>Por exemplo, vamos supor que iniciamos nosso período de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/terminacao-intensiva-a-pasto-tip/">terminação</a></strong> com os animais com 450 kg e esses animais foram abatidos com 580 kg, ou seja, os animais tiveram um ganho de peso vivo de 130 kg. Agora, quanto eles tiveram de ganho de carcaça?</p>
<p>O primeiro ponto, é saber o peso da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-carcaca-bovina/">carcaça</a></strong> dos animais no dia que eles entraram na terminação com 450 kg. A gente estipula que o boi magro tem um rendimento de cinquenta por cento, ou seja, metade daquele animal realmente é carcaça.</p>
<p>Assim, um animal de 450 kg, o peso inicial da carcaça dele será de 225 kg e o peso final, que você irá vender ao frigorífico, será de 580 kg. Digamos, nesse exemplo, que o frigorífico retornou o peso da carcaça em 325 kg.</p>
<p>Para estipularmos o ganho em carcaça por dia, subtraímos o peso da carcaça inicial na carcaça final e dividimos por dias de confinamento, que no nosso exemplo, será de 90 dias.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-24879" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-ganho-em-carcaca-dia.jpg" alt="" width="970" height="99" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-ganho-em-carcaca-dia.jpg 970w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-ganho-em-carcaca-dia-300x31.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-ganho-em-carcaca-dia-768x78.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-ganho-em-carcaca-dia-370x38.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-ganho-em-carcaca-dia-270x28.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-ganho-em-carcaca-dia-740x76.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-ganho-em-carcaca-dia-150x15.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 970px) 100vw, 970px" /></p>
<p>Já para <strong>calcularmos o rendimento do ganho</strong>, fazemos uma conta simples. O peso da carcaça final menos o peso da carcaça inicial, divididos pelo peso vivo final menos o peso vivo inicial. O resultado, multiplicamos por 100 e teremos o valor do rendimento do ganho.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-24880" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-rendimento-de-ganho.jpg" alt="" width="1172" height="132" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-rendimento-de-ganho.jpg 1172w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-rendimento-de-ganho-300x34.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-rendimento-de-ganho-1024x115.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-rendimento-de-ganho-768x86.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-rendimento-de-ganho-370x42.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-rendimento-de-ganho-270x30.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-rendimento-de-ganho-740x83.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-rendimento-de-ganho-150x17.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1172px) 100vw, 1172px" /></p>
<p>Então, de todo peso que esse animal ganhou na propriedade, 76,9% foi realmente ganho em carcaça!</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-planilha-fluxo-de-caixa?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-fluxo-de-caixa&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39647 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa.png" alt="Kit Fluxo de caixa em fazendas de gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2 data-start="188" data-end="276">Conhecimento técnico e gestão andam juntos quando o objetivo é lucrar mais por arroba</h2>
<p data-start="278" data-end="575">Saber calcular o rendimento do ganho dos bovinos abatidos é essencial para entender se a engorda foi realmente eficiente e se a estratégia adotada gerou retorno. Esse tipo de indicador é chave para quem busca reduzir custos, melhorar margens e tomar decisões mais precisas no dia a dia da fazenda.</p>
<p data-start="577" data-end="939">No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso de Gestão na Pecuária de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende a interpretar e aplicar indicadores como esse na prática, conectando nutrição, manejo, planejamento e finanças para alcançar maior rentabilidade. Com aulas online, linguagem acessível e foco na realidade do campo, o curso prepara você para tomar decisões baseadas em dados — e não em achismos.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-o-rendimento-do-ganho-de-animais-abatidos/">Rendimento do ganho de bovinos abatidos: como calcular?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<item>
		<title>Milho reidratado na pecuária de corte: como e por que fazer?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/reidratacao-do-milho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Oct 2023 11:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[reidratação do milho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando se trata de alimentação animal, a reidratação do milho se destaca como um processo fundamental.  Consiste em transformar o milho seco, com uma umidade entre 12% e 14%, para atingir aproximadamente 65% de matéria seca e 35% de umidade.  O objetivo principal desse procedimento é aprimorar a digestibilidade do amido, proporcionando uma utilização mais [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Quando se trata de alimentação animal, a reidratação do milho se destaca como um processo fundamental. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Consiste em transformar o milho seco, com uma umidade entre 12% e 14%, para atingir aproximadamente 65% de matéria seca e 35% de umidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O objetivo principal desse procedimento é <strong>aprimorar a digestibilidade do amido</strong>, proporcionando uma utilização mais eficaz desse grão pelos animais.</span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Benefícios da reidratação do milho</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao reidratar o milho, não apenas melhoramos a digestibilidade do amido, mas também elevamos a eficiência biológica dos animais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O que buscamos é que os animais possam manter o desempenho ou até mesmo melhorá-lo, mesmo consumindo a mesma quantidade de alimento. Essa melhoria na eficiência biológica pode chegar a <strong>médias de 10 a 15%.</strong> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em termos práticos, isso se traduz em uma economia considerável de matéria seca, podendo chegar a mais de 10 kg por animal.</span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-misturadores-qualidade-mistura?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-misturadores&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39637 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores.png" alt="E-book Misturadores de ração" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Fatores para um processamento bem-sucedido</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para garantir que a reidratação do milho seja feita de maneira eficaz, é crucial prestar atenção a quatro pontos-chave:</span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Tempo de estocagem:</b><span style="font-weight: 400;"> deixe o milho no silo por pelo menos 60 dias. Quanto maior o período de estocagem, maior será a solubilização da matriz proteica, contribuindo para um processo mais eficiente;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Umidade adequada:</b><span style="font-weight: 400;"> a precisão na manutenção da umidade do milho no silo é crucial. Quanto mais precisa a medida, maiores as chances de sucesso no processo;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Compactação eficiente:</b><span style="font-weight: 400;"> garanta uma boa compactação do milho no silo, promovendo condições ideais para a reidratação;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Moagem adequada:</b><span style="font-weight: 400;"> certifique-se de que a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tipos-de-moinho-para-moagem-de-graos/">moagem</a></strong> do milho seja realizada de forma precisa e eficiente.</span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">A reidratação do milho é um passo essencial para garantir a <a href="https://rehagro.com.br/blog/5-dicas-basicas-da-alimentacao-e-manejo-nutricional-de-gado-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>nutrição ideal dos animais</strong></a>. Ao seguir esses princípios, não apenas melhoramos a eficiência na alimentação, mas também economizamos recursos preciosos.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="REIDRATAÇÃO DO MILHO: COMO E POR QUE FAZER? | Acontece no Campo - Corte" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/sgNzR89Iq5Q?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2 data-start="210" data-end="286">Transforme conhecimento técnico em mais eficiência na nutrição do rebanho</h2>
<p>Aumentar a produtividade na pecuária de corte não significa investir mais, mas sim investir melhor. Com boas práticas de manejo de pastagens e nutrição planejada, é possível acelerar o ganho de peso, reduzir o tempo de abate e melhorar a eficiência da fazenda.</p>
<p>O <a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Curso de Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</strong></a> foi feito para pecuaristas que querem aplicar técnicas modernas e ver resultados concretos no rebanho e no bolso.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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		<item>
		<title>Suplementação na cria: quais resultados podemos esperar?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-na-cria-quais-resultados-podemos-esperar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Sep 2023 15:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[cria]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[suplementação bovina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A suplementação na fase de cria de gado de corte desempenha um papel fundamental na promoção do crescimento e no desenvolvimento saudável dos bezerros, garantindo que eles alcancem todo o seu potencial genético. Nesta etapa crítica da produção de carne bovina, a alimentação adequada é essencial para assegurar a rentabilidade do negócio e a qualidade [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>suplementação na fase de cria</strong> de gado de corte desempenha um papel fundamental na promoção do crescimento e no desenvolvimento saudável dos bezerros, garantindo que eles alcancem todo o seu potencial genético.</p>
<p>Nesta etapa crítica da produção de carne bovina, a alimentação adequada é essencial para assegurar a rentabilidade do negócio e a qualidade do produto final.</p>
<h2 id="destaques">Principais pontos do webinar</h2>
<ul>
<li>A importância de <strong>entender as diferentes categorias animais</strong> e suas exigências nutricionais.</li>
<li>A necessidade de planejamento reprodutivo e as vantagens de definir uma estação de monta.</li>
<li>A relação entre suplementação adequada e resultados reprodutivos positivos.</li>
<li>A<strong> importância da época do ano e da estrutura adequada para a suplementação.</strong></li>
<li>O custo-benefício da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-voce-esta-usando-a-tecnologia-de-forma-correta/" target="_blank" rel="noopener">suplementação</a></strong> e a importância de avaliar o retorno do investimento.</li>
</ul>
<p>Neste webinar, temos como palestrantes, Roberto Carvalho, consultor técnico Rehagro Corte, e Paulo Eugênio, gerente de negócios Rehagro.</p>
<p>Você quer saber mais sobre suplementação na cria? <strong>Clique no botão abaixo e acompanhe o conteúdo completo!</strong></p>
<h2>Quer se aprofundar em nutrição do gado de corte?</h2>
<p>Conheça o <a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=pagina-webinar-suplementacao-na-cria-lp-curso&amp;utm_medium=organic&amp;utm_content=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</strong></a>.</p>
<p>Como você sabe, os custos com nutrição e pastagens podem chegar a representar até 76% dos custos de produção na pecuária de corte.</p>
<p>Diante disso, o Rehagro criou essa capacitação: para ajudar pecuaristas a aumentarem sua margem de lucro através do domínio dessas áreas.</p>
<p>São abordados tópicos como suplementação na cria e recria, engorda a pasto e em confinamento, manejo de pastagens e muito mais. Tudo com um conteúdo 100% aplicável à sua realidade e foco na melhoria de resultados.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-na-cria-quais-resultados-podemos-esperar/">Suplementação na cria: quais resultados podemos esperar?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como manter o desempenho dos animais na seca, ganhando dinheiro?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/como-manter-o-desempenho-dos-animais-na-seca-ganhando-dinheiro/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/como-manter-o-desempenho-dos-animais-na-seca-ganhando-dinheiro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jun 2023 13:15:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=21149</guid>

					<description><![CDATA[<p>Você quer saber mais sobre como manter o desempenho dos animais na seca? Neste webinar, Danilo Augusto, técnico da Equipe Corte Rehagro, e Paulo Eugênio, Gerente de negócios Corte Rehagro, debatem sobre o tema “Como manter o desempenho dos animais na seca, ganhando dinheiro?”. Confira os tópicos abordados: A seca e o animal; Principais estratégias [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Você quer saber mais sobre como manter o desempenho dos animais na seca?</p>
<p>Neste webinar, Danilo Augusto, técnico da Equipe Corte Rehagro, e Paulo Eugênio, Gerente de negócios Corte Rehagro, debatem sobre o tema “Como manter o desempenho dos animais na seca, ganhando dinheiro?”.</p>
<p>Confira os tópicos abordados:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">A seca e o animal;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Principais estratégias disponíveis:</span>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">O uso adequado de suplementação proteica na época da seca;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">A análise e o monitoramento das gramíneas utilizadas na alimentação dos animais;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">A lotação correta das pastagens na época da seca;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Como utilizar o mercado a nosso favor: mercado reposição/ BOICHINA/Conf/Boitel.</span></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>Clique no botão abaixo e assista ao nosso <strong>Webinar Como manter o desempenho dos animais na seca, ganhando dinheiro?</strong>.</p>
<h2>Domine o conhecimento sobre nutrição do gado de corte!</h2>
<p>Aqui no Rehagro, temos o <a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=pagina-webinar-desempenho-na-seca-curso" target="_blank" rel="noopener"><strong>Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</strong></a>, que é uma capacitação que reúne a solução para os maiores problemas que os pecuaristas enfrentam na nutrição do gado.</p>
<p>Os professores são grandes consultores, com muitos anos de experiência no dia a dia das fazendas. Eles ensinam as técnicas e ferramentas usadas por eles para aumentar a rentabilidade na atividade, de forma muito clara, direta e prática.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=pagina-webinar-desempenho-na-seca-curso" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Webinar Como manter o desempenho na seca?" width="1361" height="466" /></a></p>
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		<title>Planejando e executando estratégias na pecuária de corte</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/planejando-e-executando-estrategias-na-pecuaria-de-corte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 May 2023 12:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um ditado muito sábio que diz que “quem planeja às vezes erra, e quem não planeja às vezes acerta”, retrata o quanto é mais arriscado realizar qualquer atividade sem um bom planejamento. Um planejamento estratégico possui três momentos distintos: O primeiro é a determinação do objetivo; O segundo momento consiste no diagnóstico da situação; e, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um ditado muito sábio que diz que <em>“quem planeja às vezes erra, e quem não planeja às vezes acerta”</em>, retrata o quanto é mais arriscado realizar qualquer atividade sem um bom planejamento.</p>
<p><strong>Um planejamento estratégico possui três momentos distintos</strong>:</p>
<ol>
<li>O primeiro é a determinação do objetivo;</li>
<li>O segundo momento consiste no diagnóstico da situação; e,</li>
<li>O terceiro momento é a busca dos meios para alcançar a meta proposta.</li>
</ol>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>PDCA na pecuária de corte: estratégia para alcançar metas</h2>
<p>Muitas pessoas exemplificam os momentos do planejamento como o roteiro de uma viagem: primeiro se determina o objetivo, que seria o destino. Em segundo vem um diagnóstico de situação, que serve para definir de onde será a partida. O terceiro momento, que consiste em buscar os meios para alcançar os objetivos, será a definição do caminho e meio para chegar ao local esperado.</p>
<p>Durante o trajeto, mesmo com o planejamento, é claro que podem acontecer imprevistos que irão afetar de alguma forma o que foi determinado, como o tempo de viagem, por exemplo.</p>
<p>Assim, deverá ser realizado um monitoramento constante para que tudo corra conforme desejado. Caso aconteça alguma interferência, a velocidade deverá ser reajustada para que o tempo de chegada se mantenha.</p>
<p>Este processo descrito caracteriza uma ferramenta denominada <strong>PDCA</strong>, cuja função é desenhar um caminho que leve ao alcance de metas propostas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-20143 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/esquema-pdca.jpg" alt="Esquema do ciclo PDCA" width="383" height="216" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/esquema-pdca.jpg 383w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/esquema-pdca-300x169.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/esquema-pdca-370x209.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/esquema-pdca-270x152.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/esquema-pdca-150x85.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 383px) 100vw, 383px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Desenho esquemático do ciclo PDCA.</span></p>
<p><strong>Na atividade da pecuária de corte não é diferente</strong>. Erros no planejamento determinam maior dificuldade em alcançar os objetivos esperados e consequentemente, maiores custos.</p>
<p>Um clássico exemplo é quando definimos uma dieta para alcançar um certo <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/">GMD</a></strong>, que caracteriza como a velocidade do processo, e esse ganho esperado não é alcançado por alguma deficiência de manejo, aumentando o tempo de permanência do animal na propriedade, incidindo o acúmulo de custos sobre o animal, reduzindo o lucro/cabeça, caso a frequência de monitoramento seja alta, intervalos curtos, maiores são as oportunidades de correções de erros.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-planilha-fluxo-de-caixa?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-fluxo-de-caixa&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39647 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa.png" alt="Kit Fluxo de caixa em fazendas de gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Classificando os momentos dos planejamentos na atividade de corte</h2>
<h3>1. Determinar o objetivo</h3>
<p>É importante <strong>iniciar um planejamento determinando aonde quer chegar</strong>. Geralmente o objetivo mais comum é a lucratividade e rentabilidade da operação. Sugiro que seja avaliado de duas formas, dado em percentual e valor absoluto.</p>
<p>Para qualquer objetivo bem definido, é importante conhecer se essa decisão vai demandar investimentos e recursos, como esses investimentos deverão ser pagos, quanto de dedicação será necessário para alcançar o objetivo proposto e o quanto isso irá impactar no custo de produção da atividade. A partir daí definir se vale a pena ou não executar essa ação.</p>
<h3>2. Diagnóstico de situação</h3>
<p>Quando se conhece detalhadamente a propriedade (ambiente interno) e a região que ela se encontra (ambiente externo), fica mais fácil determinar as variáveis e os riscos de não conseguir alcançar os objetivos propostos.</p>
<p>A análise SWOT do ambiente externo e interno auxilia a visualizar os riscos e oportunidades da atividade.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-20144" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/analise-swot-1024x456.jpg" alt="Análise SWOT" width="770" height="343" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/analise-swot-1024x456.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/analise-swot-300x134.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/analise-swot-768x342.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/analise-swot-370x165.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/analise-swot-270x120.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/analise-swot-740x329.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/analise-swot-150x67.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/analise-swot.jpg 1498w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Exemplo de quadro para realização da Análise Swot.</span></p>
<p>A análise SWOT deve ser realizada utilizando o quadro acima, <strong>determinando as forças e fraquezas da propriedade</strong>.</p>
<p>Os exemplos que podem ser registrados são: clima, topografia, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/producao-de-gado-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">sistema de produção</a></strong>, acesso a propriedade, mão de obra, localização da propriedade, gerenciamento, assistência técnica, animais, produtividade, índices zootécnicos, financeiros e econômicos, insumos disponíveis, máquinas e implementos agrícolas, instalações etc.</p>
<p>É importante determinar as forças e fraquezas no ambiente externo à propriedade, como mercado consumidor, variação do preço de venda dos produtos, mercado concorrente, oportunidade de compra de insumos agrícolas e pecuários, disponibilidade de reposição de animais, fretes, impostos, mão de obra disponível na região etc.</p>
<p>Para reduzir os riscos no planejamento é necessário que a fazenda possua um ótimo banco de dados e que seja confiável, armazenando o máximo de informações e indicadores que envolvam os ambientes internos e externos, com históricos bem detalhados e que podem nos orientar nas tomadas de decisões.</p>
<h3>3. Busca dos meios que levarão ao objetivo</h3>
<p>Depois de realizar o diagnóstico visualizando as forças e fraquezas que envolvem a atividade, é necessário definir uma estratégia que seja coerente com a realidade dos ambientes internos e externos.</p>
<p>As forças envolvidas deverão ser exploradas ao máximo, as fraquezas, portanto devem ser minimizadas, reduzindo os riscos que poderão prejudicar no alcance do objetivo em questão.</p>
<h2>Caso prático de um planejamento em uma propriedade de pecuária de corte</h2>
<h3>Objetivo</h3>
<p><strong>Aumentar a produção de @ por cabeça no confinamento, buscando aumentar o lucro</strong>, reduzindo as despesas pelo efeito da diluição dos custos fixos.</p>
<p>Imaginem em uma propriedade que eu vendesse a @ do boi gordo a R$ 280,00, e que eu operasse com um custo nutricional próximo a R$ 150,00/@ produzida, eu teria uma margem de contribuição de: “R$ 280,00 &#8211; R$150,00 = R$130,00”.</p>
<p>Calculando em um período de 120 dias de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/rotinas-no-confinamento-que-afetam-o-desempenho/">confinamento</a></strong>, que meus custos fixos operacionais em: Mão de obra, despesas administrativas, depreciação, impostos e manutenções de máquinas, benfeitorias e veículos me custam um valor total de R$ 59.340,00, quando eu divido esse valor pela minha margem de contribuição eu encontro meu ponto de equilíbrio, ou seja, quantas @ eu precisaria produzir no período avaliado para pagar meus custos fixos operacionais.</p>
<p>Portanto: “R$ 59.340,00 / R$ 130,00 = 456,4@”, transformando o volume de @ em cabeças, seriam 65,2 bois produzindo 7@ cab/período, porém se meus bois produzirem 7,5@/cab. no mesmo período, necessitarei de vender apenas 60,9 bois, 4,3 bois a menos.</p>
<p>Dessa maneira a eficiência demonstra seu poder de redução de custos operacionais influenciando diretamente na lucratividade do negócio.</p>
<p>Outra maneira de diluir custos não é somente na produtividade individual, mas também no aumento do volume de animais no confinamento, caso eu seja eficiente em manter os valores de custos nutricionais e operacionais citados.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-20145" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/planejamento-estrategico-1-1024x134.jpg" alt="Planejamento estratégico com equilíbrio" width="770" height="101" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/planejamento-estrategico-1-1024x134.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/planejamento-estrategico-1-300x39.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/planejamento-estrategico-1-768x101.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/planejamento-estrategico-1-1536x201.jpg 1536w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/planejamento-estrategico-1-370x48.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/planejamento-estrategico-1-270x35.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/planejamento-estrategico-1-740x97.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/planejamento-estrategico-1-150x20.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/planejamento-estrategico-1.jpg 1999w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Fórmulas para encontrar o ponto de equilíbrio e margem de contribuição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também dentro do objetivo é importante definir antecipadamente quais os parâmetros zootécnicos que irão influenciar no desempenho dos animais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse caso citamos o ganho de peso diário, o ganho em @, melhor conversão alimentar, qualidade da dieta, influência no ganho e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-carcaca-bovina/">rendimento de carcaça</a></strong>, manejos diversos e tudo que pode influenciar o melhor desempenho animal. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém nada substitui o bom monitoramento, confiabilidade de informações e decisões rápidas e precisas.</span></p>
<h3>Diagnóstico da situação</h3>
<p>Para aumentar a produtividade é preciso verificar, por exemplo, <strong>qual a área disponível para produção, se as instalações disponíveis comportarão uma maior quantidade de animais e se as máquinas e implementos existentes serão suficientes</strong> para atender o novo desafio.</p>
<p>Se a propriedade não atender as necessidades do objetivo proposto no planejamento, será necessário readequar o objetivo à capacidade de suporte da propriedade, ou verificar se existe capacidade de aumento na produtividade das áreas disponíveis, ou mesmo se existe viabilidade para a realização de novos investimentos e recursos para aquisição de terras, máquinas e construções civis para a ampliação do sistema de produção.</p>
<p>Por outro lado, se a propriedade atender ao objetivo definido deve ser iniciado o terceiro e último momento.</p>
<p>Observar o ambiente externo da propriedade também é muito importante para complementar um diagnóstico eficiente, já que o aumento da produtividade aumentará a necessidade de insumos, animais para reposição, mão de obra qualificada e ofertará mais produtos para o mercado.</p>
<p>Assim, é importante identificar o preço de venda e compra dos produtos, a disponibilidade de insumos na região, valor de fretes, os impostos etc. Entender o cenário fora da propriedade é indispensável para enxergar se o mercado local suportará o crescimento do rebanho.</p>
<h3>Execução do planejado</h3>
<p><strong>Momento de maior dedicação e responsável pela ligação do diagnóstico ao objetivo</strong>. A intenção é buscar os meios que levarão aos objetivos propostos.</p>
<p>Requer a implantação de uma rotina de coleta de dados eficiente, observando frequentemente os indicadores zootécnicos, econômicos e financeiros envolvidos na atividade.</p>
<p>Estes índices devem ser monitorados, ajustados, e reajustados a estratégia constantemente de acordo com as dificuldades ou desvios encontrados, para não nos distanciarmos do objetivo conforme o exemplo do PDCA da viagem.</p>
<p>A avaliação constante dos indicadores pode também servir para modificarmos o planejamento dependendo da situação em questão, quando o ganho de peso diário não for atingido como planejado, algo deve ser modificado na rotina dos animais como dietas, manejo dos animais, instalações, entre outros, buscando alcançar os índices e metas propostas.</p>
<p>Assim como os índices de ganhos de peso citado acima, os índices produtivos, reprodutivos, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-dicas-basicas-da-alimentacao-e-manejo-nutricional-de-gado-de-corte/">nutricionais</a></strong>, de manejo, conversões alimentares, sanitários e outros têm também a mesma importância e requerem os mesmos cuidados, por isso também devem ser implantados e monitorados constantemente.</p>
<p>Com a execução do plano de ação de maneira eficiente o objetivo dificilmente não será alcançado, porém, nem tudo será tão simples e de acordo com os processos envolvidos poderão ocorrer mudanças na estratégia quando as variáveis não corresponderem ao planejado.</p>
<p>Numa atividade que depende de muitas variáveis tanto internas quanto externas, o bom investimento realizado num momento ruim pode se tornar um grande prejuízo.</p>
<p>Controlar as ações implantando bons indicadores, históricos bem elaborados, previsões de mercado confiáveis e boas orientações irão ajudar o produtor a tomar decisões com grandes chances de êxito.</p>
<p>E para terminar segue a dica mais importante: Planeje e sempre obedeça ao seu <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/a-importancia-do-fluxo-de-caixa-nas-propriedades-de-gado-de-corte/">fluxo de caixa</a></strong>, mantenha suas atividades de receitas e despesas conciliadas. Compre bem, produza bem e venda bem!</p>
<h2>Gestão não é custo, é investimento no futuro da fazenda</h2>
<p>Quem conhece os números da fazenda toma decisões mais rápidas e certeiras. O <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Pecuária de Corte</a></strong> oferece ferramentas práticas para que você tenha clareza sobre custos, margens e estratégias, garantindo eficiência e crescimento sustentável.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-20146 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/paulo-eugenio-300x96.jpg" alt="Paulo Eugênio" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/paulo-eugenio-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/paulo-eugenio-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/paulo-eugenio-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/paulo-eugenio-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/paulo-eugenio-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/paulo-eugenio-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/paulo-eugenio.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Ágio do bezerro: saiba o que é e como calculá-lo</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/agio-bovino-o-que-e-e-como-calcula-lo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Apr 2023 12:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[arroba]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A obtenção de bons resultados na pecuária de corte é diretamente dependente de boas e assertivas decisões tomadas ao longo do processo produtivo. Independente da fase do sistema de produção trabalhado pelo produtor (cria, recria ou engorda), decisões como a escolha da genética a ser trabalhada, a escolha da suplementação alinhada aos objetivos produtivos, o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A obtenção de bons resultados na pecuária de corte é diretamente dependente de boas e assertivas decisões tomadas ao longo do processo produtivo.</p>
<p>Independente da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/as-fases-da-bovinocultura-de-corte-quais-sao/" target="_blank" rel="noopener">fase do sistema de produção</a></strong> trabalhado pelo produtor (cria, recria ou engorda), decisões como a escolha da genética a ser trabalhada, a escolha da suplementação alinhada aos objetivos produtivos, o acompanhamento e a eficiência das estratégias sanitárias, dentre outros fatores, irão impactar diretamente no resultado da atividade.</p>
<p>Alguns fatores, entretanto, extrapolam os impactos das decisões tomadas pela porteira adentro. Variações e estratégias políticas governamentais, por exemplo, impactam diretamente na atividade.</p>
<p>Com isso, ocorrem oscilações de mercado na reposição ou no preço de venda, afetando o resultado do negócio de forma direta.</p>
<p>Justamente esse último fator citado acima (variação do mercado), representa um grande impacto na apuração dos resultados da atividade. Mais do que a simples variação, o ágio da reposição tem uma representatividade significativa na rentabilidade das fazendas.</p>
<p>Mas afinal, <strong>o que significa ágio do bezerro</strong> e principalmente, como contornar os desafios proporcionados pelo do ágio?</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
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</div>
<h2>O que é o ágio?</h2>
<p>O ágio, de maneira bem objetiva, <strong>é a diferença entre o valor recebido pela arroba do animal vendido e o valor pago pela arroba do animal adquirido</strong>.</p>
<p>Para exemplificar, um produtor que trabalha apenas com <a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-recria-na-pecuaria-de-corte/"><strong>recria</strong></a>, compra animais desmamados de 7 arrobas e vende esses animais como boi magro aos 420 quilos. No momento da compra, ele paga 300 reais (por exemplo) no valor da arroba do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/desmama-de-bezerros-de-corte/">animal desmamado</a></strong> e quando vai vender esse animal para engorda ele recebe 260 reais (por exemplo) por arroba.</p>
<p>O ágio do bezerro é justamente a diferença de 40 reais, exemplificada acima (300-260), existente entre o preço da arroba da reposição e o preço da arroba vendida pelo recriador.</p>
<p>O ágio pode ser expresso de forma absoluta, 40 reais, como no exemplo, ou em termos percentuais.</p>
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<h2>Como calcular o ágio do bezerro?</h2>
<p>Outra forma de calcular o ágio é através da porcentagem:</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Ágio = Preço da arroba de reposição / Preço de venda da arroba x 100%</strong></p>
<p style="text-align: center;">ou</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Ágio = Variação do preço da arroba (preço de compra – preço de venda) /Preço de venda da arroba x 100%</strong></p>
<p>Em uma atividade em que os custos de produção elevados tornam as margens cada dia mais ajustadas, a eficiência na comercialização tanto na compra como na venda dos animais é imprescindível para a obtenção de resultados satisfatórios.</p>
<p>O ágio pode acontecer tanto para recriadores, como para quem trabalha apenas com engorda ou com recria e engorda, tendo-se uma diferença entre os valores de compra e de venda pela unidade produtiva, arroba, haverá a necessidade de avaliação do ágio independente da fase do sistema de produção trabalhada.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além do ágio do bezerro, temos o deságio. Em definição, ele é o oposto do ágio e a lógica dos dois é a mesma, porém com direcionamento inverso. Quando o pecuarista compra a arroba com valor abaixo do valor de venda, chamamos de deságio.</span></p>
<h2>Como obter lucro com essa atividade?</h2>
<p>A resposta está justamente na <strong>capacidade e eficiência produtiva de uma arroba mais barata na fazenda</strong>. A mecânica da atividade é comprar e desenvolver os animais na propriedade, “colocando” mais arrobas nesses animais com um custo de produção mais baixo.</p>
<p>Produzir a arroba mais barata na propriedade, em menor espaço de tempo, permite a <strong>diluição do ágio</strong>.</p>
<p>Seguindo no mesmo exemplo citado no início do texto, da reposição de 7 arrobas adquirida por R$300,00/arroba e vendida como boi magro aos 14 arrobas, por R$300,00/arroba, é necessário que o custo das 7 arrobas produzidas na fazenda seja suficiente para pagar a diferença de preço das arrobas de compra e ainda remunerar o produtor.</p>
<p>Para isso, então, <strong>precisamos aumentar a eficiência na produção</strong>, maximizando a produção nos momentos de produção de arroba mais barata, pasto das águas, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/" target="_blank" rel="noopener">manejando corretamente as pastagens</a></strong>, posicionando uma suplementação ajustada ao planejamento produtivo e trabalhando com animais geneticamente superiores que respondam às estratégias nutricionais.</p>
<p>Toda a gestão dessa dinâmica, desde administrativa/financeira até a gestão das estratégias de condução das pastagens e distribuição da dieta dos animais, deve ser o foco da propriedade, visando sempre aumentar a produtividade por hectare e por animal.</p>
<p>A otimização dos custos operacionais, como energia elétrica, óleo diesel, administrativo, entre outros, que são custos que não retornam em desempenho animal, devem sempre ser cuidadosamente avaliados com intuito de redução da arroba produzida na propriedade.</p>
<p>Outro ponto que possibilita a mitigação de riscos relacionados ao mercado é a possibilidade existente de se trabalhar com <strong>travas e contratos na bolsa de valores</strong>.</p>
<p>Com essa alternativa, é possível que o pecuarista minimize os impactos das oscilações de mercado e trabalhe focado cem por cento na atividade interna da fazenda, buscando sempre a produção de uma arroba mais barata, com a “garantia” do preço de venda já programado.</p>
<p>A busca por negócios mais atrativos, comprar barato e vender com preço justo, deve ser uma constante em nossa atividade, entretanto, aumentar a eficiência produtiva por área, e focar na produção de uma arroba mais barata dentro da fazenda, possibilitam resultados positivos mesmo em momentos desafiadores do mercado.</p>
<h2 data-start="164" data-end="241">Domine os indicadores do negócio e tome decisões com foco em rentabilidade</h2>
<p data-start="243" data-end="565">Entender o que é o ágio do bezerro e saber como calculá-lo é essencial para quem busca avaliar oportunidades de compra, planejar a recria e engorda com mais precisão e garantir melhores margens na pecuária de corte. Mais do que conhecer o conceito, é preciso saber usar esse e outros indicadores como ferramenta de gestão.</p>
<p data-start="567" data-end="904">No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso de Gestão na Pecuária de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende a olhar para a fazenda com visão estratégica, interpretar dados zootécnicos e econômicos e tomar decisões mais seguras e rentáveis. Com aulas 100% online, linguagem prática e foco total na realidade do campo, o curso é ideal para quem quer transformar gestão em lucro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Taxa de lotação: como calcular e qual a sua importância?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Mar 2023 11:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo a Embrapa, cerca de 95% da carne bovina produzida no Brasil é em regime de pastagens, cuja área total é de aproximadamente 170 milhões de hectares, de acordo com dados da ABIEC. Entretanto, alguns desafios são vivenciados. As pastagens de forrageiras tropicais são encontradas constantemente em algum estágio de degradação e sendo pastejadas por [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo a Embrapa, cerca de 95% da carne bovina produzida no Brasil é em <strong>regime de pastagens</strong>, cuja área total é de aproximadamente 170 milhões de hectares, de acordo com dados da ABIEC.</p>
<p>Entretanto, alguns desafios são vivenciados. As pastagens de forrageiras tropicais são encontradas constantemente em algum <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-principais-etapas-para-uma-reforma-de-pastagem-bem-feita/">estágio de degradação</a></strong> e sendo pastejadas por um número elevado de animais.</p>
<p>Sendo assim, alguns indicadores podem e devem ser avaliados, tanto para comparação entre diferentes propriedades e sistemas quanto, principalmente, para auxiliar no <strong>manejo de pastagem</strong>, garantindo assim o equilíbrio entre quantidade correta de animal e de alimento. Um desses indicadores importantes é a<strong> taxa de lotação</strong>.</p>
<p>Você certamente já ouviu falar nesse tema, principalmente devido sua importância aqui no Brasil, onde a maioria dos sistemas de criação são a pasto.</p>
<p>Através desse indicador é possível avaliar a carga animal na área disponível de pasto e melhorar a eficiência produtiva, mas antes de tudo, precisamos esclarecer alguns termos.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O que é a taxa de lotação?</h2>
<p>A taxa de lotação é a <strong>relação entre o número de unidades animais (UA) e a área ocupada por eles</strong> durante um determinado período.</p>
<p>Por meio do resultado, você poderá definir o tipo de manejo mais adequado à propriedade e mensurar a demanda de alimento, visando assim o bom aproveitamento das pastagens.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sistema-rotacionado-pastejo?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-sistema-rotacionado&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39642 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado.png" alt="E-book Sistema rotacionado de pastejo" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Qual a importância de calcular a taxa de lotação?</h2>
<p>Calcular este índice irá te auxiliar na escolha do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/">manejo das pastagens</a></strong>, determinação da demanda de alimentos e aumento do desempenho animal, pois garante um melhor aproveitamento das pastagens pelos animais.</p>
<p>Outro ponto importante na avaliação da taxa de lotação é a comparação entre as propriedades. Sabe-se que propriedades mais eficientes que manejam bem suas pastagens e investem adequadamente na nutrição dos animais apresentam taxas de lotação superiores, permitindo assim ampliação e maximização dos resultados produtivos por hectare na fazenda.</p>
<p>Porém, antes de aprender a calcular esse índice para aplicar em sua propriedade, precisamos entender melhor o que é a capacidade de suporte.</p>
<p>Basicamente um índice está ligado a outro, pois <strong>a capacidade de suporte apontará a máxima taxa de lotação que aquela área irá suportar</strong>, garantindo o equilíbrio entre desempenho animal e disponibilidade de forragem.</p>
<p>Há inúmeras consequências de um pasto com a taxa de lotação inadequada, e por isso, é muito importante respeitar a capacidade de suporte de cada pasto.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18758" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-4.jpg" alt="Imagem representando o equilíbrio entre quantidade animal e disponibilidade de forragem." width="600" height="424" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-4.jpg 853w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-4-300x212.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-4-768x543.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-4-370x262.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-4-270x191.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-4-740x523.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-4-150x106.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<h2>Categorias de pastejo e seus impactos na taxa de lotação</h2>
<p>No <strong>superpastejo</strong>, há excesso de animais na pastagem. Nesse caso eles ficam sob restrição alimentar, não realizam o pastejo de forma adequada, consomem pouco alimento e tornam a produção irregular, comprometendo o desenvolvimento da pastagem.</p>
<p>Além disso, o superpastejo suprime a forrageira diminuindo sua capacidade produtiva e permitindo a aparição de plantas daninhas, inicialmente, <strong>degradando as pastagens</strong> a médio e longo prazo.</p>
<p>No <strong>subpastejo</strong>, há sobra de forragem produzida, pois têm mais alimento do que o necessário para o número de animais naquela área, não tendo assim o bom aproveitamento da área, pois os animais irão pisotear a forragem causando desperdício. Além é claro do quanto você “deixa” de produzir ao não manejar adequadamente aquela área.</p>
<p>Enquanto o <strong>pastejo ótimo</strong> representa o uso de taxa de lotação compatível com a capacidade suporte e com o desempenho planejado para os animais. Ou seja, a quantidade de animais é ideal para a quantidade de pasto disponível para alimento, evitando desperdício e fornecendo bom aproveitamento.</p>
<p>A capacidade de suporte pode variar ao longo do ano, uma vez que, depende dos fatores climáticos, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-especie-forrageira-para-a-sua-fazenda/">tipo de forrageira</a></strong>, solo da área e nível de intensificação.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como calcular a taxa de lotação?</h2>
<p>Para calcular esse índice você deve ter os seguintes dados:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Nº de animais;</strong></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Nº de UA;</strong></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Nº de ha.</strong></li>
</ul>
<p>O primeiro passo é descobrir quantas UA, mas antes, vamos responder: <strong>por que utilizar UA para calcular a taxa de lotação?</strong></p>
<p>Como forma de padronização, utiliza-se a UA para cálculo da taxa de lotação, pois existem diversas fases de vida que o animal pode estar à pasto, por exemplo, recria e engorda.</p>
<p>Contudo, esses animais podem apresentar pesos e consumos diferentes, assim, <strong>1 UA = 450 kg de peso vivo animal</strong>.</p>
<p>Para saber quantas UAs você possui é só somar o peso médio dos animais que irão ocupar a área e dividir por 450 kg.</p>
<p>Por exemplo: Se tivermos uma área de 60 hectares, com 400 cabeças de animais desmamados pesando 210 kg, cada, a taxa de lotação será:</p>
<ol>
<li>Calcular o total de peso: 400 animais x 210 kg = 84.000 kg</li>
<li>Dividir pelo peso da UA: 84.000 kg / 450 = 186,67 UA</li>
<li>Dividir pela área total: 187,67 UA / 60 ha = <strong>3,1 UA/ha</strong></li>
</ol>
<p>Esse cálculo demonstra como a adequação da taxa de lotação pode melhorar a relação planta/animal e aumentar a produtividade.</p>
<h2>Estratégias para aumentar a taxa de lotação média anual</h2>
<p>A sazonalidade da produção forrageira é um desafio para manter a taxa de lotação. Durante períodos chuvosos, é mais fácil aumentar a lotação, enquanto na estiagem a produção forrageira é reduzida.</p>
<p>Algumas estratégias para elevar a capacidade de suporte e, consequentemente, a taxa de lotação incluem:</p>
<ul>
<li>Adubação das pastagens,</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/irrigacao-de-pastagens/" target="_blank" rel="noopener">Sistemas irrigados</a></strong>,</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-para-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">Estratégias de suplementação</a></strong>, entre outros.</li>
</ul>
<p>Essas estratégias podem ser utilizadas com intuito de elevar a lotação média da propriedade ao longo do ano, sem que haja a perda de eficiência produtiva por indivíduo.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18759" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-1.jpg" alt="Pastagem sendo irrigada em uma propriedade de gado de corte" width="500" height="494" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-1.jpg 817w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-1-300x297.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-1-768x760.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-1-370x366.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-1-270x267.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-1-303x300.jpg 303w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-1-740x732.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-1-96x96.jpg 96w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-1-150x148.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A busca pelo sucesso dos resultados na pecuária passa, inevitavelmente, por dois pontos, primeiramente pela <strong>eficiência no manejo e aproveitamento das pastagens</strong>, depois pela maximização da produção nas áreas disponíveis para a bovinocultura.</p>
<p>Para se alcançar esses dois pontos é necessário, então, explorar ao máximo a capacidade de suporte da propriedade, aumentando a taxa de lotação média anual das fazendas. Produzindo cada vez mais em menor área.</p>
<h2>Chega de perder dinheiro com pasto mal aproveitado</h2>
<p>Um dos maiores gargalos da pecuária de corte é a subutilização da pastagem: áreas degradadas, falta de planejamento de lotação e ausência de suplementação estratégica reduzem drasticamente o ganho de peso.</p>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso de Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</a></strong> ensina como planejar o pastejo, melhorar a oferta de forragem e associar suplementação de forma inteligente para maximizar o desempenho animal e garantir maior lucro por hectare.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16154 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-300x96.jpg" alt="Mariana Silva" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Período de transição seca-águas: veja as principais estratégias para lidar com ele</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/periodo-de-transicao-seca-aguas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Dec 2022 15:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[manejo nutricional]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição bovina]]></category>
		<category><![CDATA[pastagem]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[suplementação bovina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vários são os fatores responsáveis pela saúde econômica e pela rentabilidade de uma propriedade de gado de corte. Dentre esses fatores a produtividade e o desempenho dos animais têm uma importância significativa. Não basta, para uma fazenda, altas produtividades no período chuvoso do ano ou evitar que os animais percam peso ao longo das secas. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Vários são os fatores responsáveis pela saúde econômica e pela rentabilidade de uma propriedade de gado de corte. Dentre esses fatores a produtividade e o desempenho dos animais têm uma importância significativa.</p>
<p>Não basta, para uma fazenda, altas produtividades no período chuvoso do ano ou evitar que os animais percam peso ao longo das secas. É necessário que ao longo de todo o ano, o animal apresente um <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/">ganho médio diário (GMD)</a></strong> satisfatório.</p>
<p>Quando avaliamos uma propriedade de <strong>produção a pasto</strong> na grande maioria das fazendas do país, observamos uma variação do desempenho completamente dependente e correlacionada com a qualidade e a produção das forragens ao longo do ano.</p>
<p>Em épocas de maior pluviometria obtêm-se desempenhos mais expressivos e no período de estiagem, onde o desenvolvimento das pastagens tropicais na grande parte do país é diminuto, o ganho de peso dos animais é limitado ou até mesmo apresentam perda de peso.</p>
<p>Por esses motivos, estudos e alternativas de suplementação foram desenvolvidas ao longo dos anos <strong>com intuito de potencializar o desempenho dos animais no período das águas, e maximizar o desempenho no período das secas.</strong><span style="font-size: 10pt;"> </span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Estratégias para o período de transição seca-águas</h2>
<p>Existe uma série de estratégias bem estabelecidas utilizadas para a suplementação no período em que as forragens estão em plena produção e já são encontramos de forma bem difundida, estratégias de suplementação para o período em que a produção <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/brachiaria-principais-especies/" target="_blank" rel="noopener">forrageira</a></strong> é limitada.</p>
<p>Entretanto, <strong>existe um período ao longo do ano, conhecido como período de transição, onde as pastagens apresentam uma característica distinta justamente em transição entre o período das águas e das secas</strong>, que a suplementação também deve ser avaliada com critério para potencializar o desempenho dos animais ao longo do ano.</p>
<p>A estação do ano observada entre os meses mais quentes e chuvosos e os meses mais frios e secos é o outono. Traçar uma <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-para-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">estratégia de suplementação</a></strong> para essa estação é fundamental quando pensamos em atingir a máxima produtividade ao longo de todo o ano.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-estrategias-sucesso-transicao-seca-aguas?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-seca-aguas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39794 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca.png" alt="E-book Estratégias de sucesso para a transição seca-águas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Esse período conhecido com outono ou período de transição, <strong>reflete diretamente na qualidade das pastagens e é nítido e fácil observar com a diminuição das chuvas e a aproximação do inverno a mudança gradativa nas pastagens.</strong> A produtividade dos pastos diminui, as folhas começam a amarelar e a secar e em determinados casos observa-se a presença de sementes nas pastagens.</p>
<p>De maneira geral, há uma mudança no perfil das forrageiras, o que invariavelmente reflete no desempenho dos animais.</p>
<p>Com esse cenário de alteração e perda na qualidade das plantas e consequente diminuição no rendimento produtivo dos animais, se faz necessário uma estratégia de suplementação adequada e ajustada para esse período do ano.</p>
<p>O aumento da produtividade média dos animais ao longo do ano, deve ser alcançada considerando e avaliando todas as etapas e meses do período, inclusive o período de transição.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16885" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-3.jpg" alt="Pastagem para gado " width="650" height="521" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-3.jpg 761w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-3-300x240.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-3-370x297.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-3-270x216.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-3-740x593.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-3-150x120.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Foto: Paulo Eugênio, consultor técnico do Rehagro. </span></p>
<h2>Suplementação no período de transição seca-águas</h2>
<p>A medida em que os meses com menores índices pluviométricos avançam, o desempenho dos animais, em sentido contrário, diminui.</p>
<p>Com o passar dos meses e com a aproximação do período de estiagem, a tendência observada é de diminuição de desempenho independente da suplementação utilizada, entretanto, quando os animais continuam com suplementação apenas de mineral, por exemplo, a queda no desempenho é muito mais acentuada do que em animais suplementados com proteico (consumo de 3g por kg de peso vivo) ou proteico energético (consumo de 5g por kg de peso vivo).</p>
<p>Normalmente contemplado entre os meses de março, abril e maio, animais criados a pasto no período de transição suplementados “apenas” com mineral, apresentam desempenho até 50% menor do que animais suplementados com suplemento proteico.</p>
<p>Já animais suplementados com suplemento proteico energético <strong>apresentam desempenho 80% maiores</strong> do que animais também suplementados com <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-mineral-para-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">suplemento mineral</a></strong>, apenas. Essa diferença apresentada entre o desempenho em diferentes estratégias, demonstra e reforça a importância de uma estratégia específica para o período de transição.</p>
<p>Independente das características climáticas da região onde a propriedade está localizada em determinado período do ano, essa tendência de piora nas pastagens e diminuição do desempenho vai ocorrer.</p>
<p>Em algumas regiões de forma menos evidente e por menor período, em outras regiões de forma mais marcante por longos períodos, esse “fenômeno” se repete por todo Brasil central, norte, nordeste.</p>
<p>Outro fator de grande importância para a tomada de decisão a respeito da estratégia suplementar a ser utilizada nesse período, além do desempenho, é o progresso que esses animais terão após o período de transição, qual caminho será seguido pelos animais após esses meses.</p>
<p>Animais que serão terminados seja no confinamento convencional, seja na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/terminacao-intensiva-a-pasto-tip/" target="_blank" rel="noopener">terminação a pasto</a></strong>, serão beneficiados com a estratégia de suplementações mais arrojadas no período de transição.</p>
<p>A utilização do proteico energético ou do proteico de 3g por kg, por exemplo, fazem mais sentido quando pensamos que esses animais serão terminados na seca seguinte ao período de transição, preparando esses animais para engorda e melhorando os resultados produtivos finais após a engorda.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16888 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-4.jpg" alt="Gado de corte se alimentando no cocho" width="499" height="395" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-4.jpg 499w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-4-300x237.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-4-370x293.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-4-270x214.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-4-150x119.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 499px) 100vw, 499px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Foto: Vinicius Costa, consultor técnico do Rehagro. </span></p>
<p>Em contrapartida, caso não esteja no planejamento das secas o fornecimento de uma suplementação visando a engorda dos animais ou o direcionamento desses animais para o cocho, a utilização do proteico no período de transição pode não se apresentar como uma boa estratégia. Quando utilizamos o 0,3%, por exemplo, no período de transição elevamos a exigência de mantença dos animais.</p>
<p>Se no período da seca seguinte ao período de transição esses animais não forem direcionados para engorda, todo o investimento realizado no período de transição será perdido com a queda de desempenho e até mesmo com a perda de peso dos animais no período das secas.</p>
<p>É de grande importância que a avaliação econômica seja realizada para a definição e a determinação das estratégias a serem utilizadas em cada um dos períodos do ano, inclusive no período de transição, entretanto, a avaliação do ganho médio diário, média do ano, deve ser avaliada de forma criteriosa, observando não somente o resultado do período, mas também cada uma das especificidades presentes em diferentes fases do ano.</p>
<p><strong>A gestão e o planejamento nutricional da fazenda devem contemplar de forma específica as estratégias de suplementação para o período de transição</strong>, garantindo então, bons desempenhos durante esse período, maximizando o desempenho dos animais na média anual.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16887" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-5.jpg" alt="Gado de corte no pasto" width="650" height="446" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-5.jpg 771w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-5-300x206.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-5-768x527.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-5-370x254.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-5-270x185.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-5-740x508.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-5-150x103.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Foto: Geraldo Barcellos, consultor técnico do Rehagro.</span></p>
<h2>Enfrente o período de transição com preparo técnico e mais lucratividade</h2>
<p data-start="277" data-end="530">A transição entre seca e águas é um dos momentos mais críticos do ano para quem trabalha com gado de corte. Nesse período, decisões bem embasadas em manejo, nutrição e planejamento podem evitar perdas de desempenho e garantir maior eficiência produtiva.</p>
<p data-start="532" data-end="861">Na <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pós-graduação em Produção de Gado de Corte</strong></a> do Rehagro, você aprende a tomar essas decisões com segurança. Com aulas 100% online, foco em aplicação prática e professores com experiência de campo, o curso prepara você para lidar com os desafios da pecuária em todas as estações, sempre com o olhar voltado para o resultado.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-36397" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp" alt="Cristiano Rossoni - Coordenador de Cursos Pecuária de Corte" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-270x86.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-150x48.webp 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Habilidade materna na pecuária de corte: qual a importância?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/habilidade-materna/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Dec 2022 20:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bezerros]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As tendências mercadológicas visam um abate cada vez mais precoce; por isso, é fundamental investir em estratégias que permitam a permanência e a inserção do produtor nesses mercados. Nesse artigo, iremos demonstrar a importância da habilidade materna para a eficiência produtiva na pecuária de corte. &#160; Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As tendências mercadológicas visam um abate cada vez mais precoce; por isso, é fundamental investir em estratégias que permitam a permanência e a inserção do produtor nesses mercados.</p>
<p>Nesse artigo, iremos <strong>demonstrar a importância da habilidade materna</strong> para a eficiência produtiva na pecuária de corte.</p>
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<p>&nbsp;</p>
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<h2>O que é habilidade materna?</h2>
<p>Presente em diversos sumários e avaliações genéticas existentes no Brasil, a habilidade materna é uma das características mais valorizadas.</p>
<p>Essa qualidade pode ser medida pelas DEPs (Diferença Esperada de Progênie) maternais e possibilita a escolha de reprodutores capazes de produzir filhas com aptidão para desmamar bezerros mais pesados.</p>
<p><strong>A habilidade materna, portanto, corresponde a todos os aspectos da relação mãe-cria</strong>, englobando desde a facilidade ao parto, produção de leite e amamentação, até comportamentos como acolhida e proteção da cria. Essa qualidade contribui diretamente para a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/desmama-de-bezerros-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">desmama de bezerros</a></strong> sadios, pesados e com bom desenvolvimento muscular.</p>
<p>A habilidade materna é medida por meio do peso do bezerro em quilos, aos 120 dias de vida. Dessa forma, quanto maior a habilidade materna, maior será o peso do bezerro aos quatro meses.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sanidade-estacao-monta?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-manual-sanitario&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39636 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario.png" alt="E-book Manual Sanitário da estação de monta" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Qual a importância da habilidade materna?</h2>
<p><strong>A habilidade materna possui influência direta sobre todo o sistema produtivo.</strong> Dentre sua importância, podemos destacar o ganho de peso nos primeiros meses de vida, gerando bezerros mais pesados a desmama.</p>
<p>Há também uma menor dependência de ração nesse período, afinal, quando existem vacas que produzem uma quantidade adequada de leite para os animais, o aporte de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-de-bezerros/" target="_blank" rel="noopener">suplementação</a></strong> é menor, pois a demanda nutricional é suprida majoritariamente pelo leite.</p>
<p>Outro ponto importante a ser considerado, é que ao se utilizar touros que produzem boas filhas, há um maior ganho em fêmeas de reposição que são destaque dentro da fazenda, aumentando assim o ganho genético do rebanho.</p>
<p>A elevação do ganho <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/melhoramento-genetico/" target="_blank" rel="noopener">genético</a></strong> a partir da habilidade materna cria uma base sólida no rebanho que, quando consolidada, permite o investimento do produtor em outras diretrizes, como o acabamento de carcaça, por exemplo.</p>
<h3>Atenção para a seleção</h3>
<p>A seleção para habilidade exige alguns cuidados. Deve-se respeitar um equilíbrio, visto que em alguns casos o desbalanço traz malefícios.</p>
<p>A seleção exacerbada para essa característica traz mudanças anatômicas para o sistema mamário da vaca e a predisposição a danos, pois quando se seleciona muito para produção de leite, há o maior desenvolvimento do úbere e aumento dos tetos, aumentando a exposição a danos.</p>
<p>Essa maior seleção para habilidade materna, além disso, aumenta a probabilidade de desenvolvimento de patologias mamárias como a mastite. Outro ponto importante é a elevação das exigências nutricionais e dos custos para manutenção das fêmeas.</p>
<p>Todos esses fatores somados podem contribuir para redução da fertilidade dos animais, prejudicando todo o sistema produtivo.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p><strong>A habilidade materna é de extrema importância para pecuária de corte, contribuindo para todo o sistema produtivo. </strong></p>
<p>Contudo, é fundamental manter o equilíbrio para seleção dessa característica, cabendo aos produtores e ao técnicos o bom senso de adequar essa característica a cada particularidade do sistema produtivo.</p>
<h2 data-start="172" data-end="244">Vá além da prática: torne-se referência em produção de gado de corte</h2>
<p data-start="246" data-end="490">A habilidade materna é só um dos muitos pontos que impactam o sucesso de uma fazenda. Se você quer entender o “porquê” por trás do manejo, tomar decisões técnicas com segurança e aumentar o lucro por hectare, é hora de investir na sua formação.</p>
<p data-start="492" data-end="873">Com a <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Pós-graduação em Produção de Gado de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende com os consultores que estão por trás dos resultados das principais fazendas do Brasil.<br data-start="733" data-end="736" />Tudo isso em um formato 100% online, com conteúdo aplicado à realidade do campo e acesso direto a quem vive a pecuária todos os dias.</p>
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		<title>Desmama de bezerros de corte: quais os principais cuidados com essa fase?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/desmama-de-bezerros-de-corte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Nov 2022 19:15:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bezerros]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[desmame]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eficiência produtiva e rentabilidade são os propósitos do pecuarista em todas as fases da produção. Dessa forma, é importante se atentar aos detalhes na desmama dos bezerros. Nesse artigo iremos pontuar os principais cuidados com a desmama e sua importância para o desenvolvimento dos bezerros. &#160; Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Eficiência produtiva e rentabilidade são os propósitos do pecuarista em todas as <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/as-fases-da-bovinocultura-de-corte-quais-sao/" target="_blank" rel="noopener">fases da produção</a></strong>. Dessa forma, é importante se atentar aos detalhes na desmama dos bezerros.</p>
<p>Nesse artigo iremos pontuar os <strong>principais cuidados com a desmama e sua importância para o desenvolvimento dos bezerros.</strong></p>
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<p>&nbsp;</p>
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</div>
<h2>A desmama de bezerros na pecuária de corte</h2>
<p><strong>O desmame é o momento em que ocorre a separação do bezerro de sua mãe.</strong> No Brasil esse manejo tradicionalmente é realizado por volta dos 8 meses de vida do animal, sendo um período caracterizado por um grande estresse, tanto para a matriz quanto para a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/voce-esta-cuidando-bem-da-sua-cria/" target="_blank" rel="noopener">cria</a></strong>.</p>
<p>Em relação ao peso correto para desmama, é indicado realizar o manejo em bezerros que pesem entre 180 kg e 210 kg. Esse peso somado à idade (8 meses) contribui para o desmame saudável dos animais.</p>
<p>O respeito a esses parâmetros é importante, pois nesse período o bezerro terá uma imunidade robusta contra doenças que podem acarretar a mortalidade do animal.</p>
<p><strong>Além disso, é na fase da desmama que o bezerro já é considerado um completo ruminante</strong>, sendo capaz de utilizar a forragem sólida como fonte de energia e nutrientes necessários para seu desenvolvimento.</p>
<p>Também é importante levar em consideração outros fatores como: peso da vaca, idade, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-bovinos-de-corte/">estado corporal</a></strong> da vaca e do bezerro, a quantidade e a qualidade dos alimentos disponíveis, à época do ano e a produção de leite da vaca.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sanidade-gado-de-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-sanidade-gado&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39640 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png" alt="E-book Sanidade do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Sistemas de desmama na pecuária de corte</h2>
<p>Esse manejo pode ser realizado de diversas maneiras e a escolha vai de acordo com a finalidade do produtor, variando com os sistemas de produção.</p>
<p>Confira a seguir os quatro principais modelos de desmama no Brasil:</p>
<h3>Desmama precoce</h3>
<p><strong>Esse manejo consiste na separação definitiva do bezerro, mais cedo que o momento tradicional, aos 8 meses de idade. </strong></p>
<p>Essa prática é recomendada para os períodos nos quais há escassez de forragem, objetivando reduzir o estresse da lactação e os requerimentos nutricionais da vaca (em especial novilhas), antecipando assim o restabelecimento da atividade reprodutiva.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">É recomendado que essa prática ocorra no período de monta, a fim de alcançar a reconcepção imediata das fêmeas. </span></p>
<h3>Desmama temporária ou interrompida</h3>
<p><strong>Pode ser realizada com a remoção temporária do bezerro, por um período que pode variar de 48 a 72 horas, cerca de 40 dias após o parto. </strong></p>
<p>A remoção temporária do estímulo da amamentação provoca um aumento na liberação do LH (hormônio luteinizante), auxiliando assim o retorno do ciclo estral. Contudo, vacas de péssimo estado corporal não respondem a este estímulo.</p>
<h3>Desmama lado a lado</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Em algumas propriedades há a manutenção do contato visual mãe/cria, visando melhorar o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bem-estar-animal-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">bem-estar dos animais</a></strong>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Nesse tipo de manejo, as vacas e os bezerros são mantidos lado a lado, separados apenas por uma cerca</strong>.</span></p>
<h3>Separação completa/abrupta</h3>
<p><strong>Essa técnica consiste na separação realizada de uma vez (sem contato visual e auditivo).</strong></p>
<p>Uma dica é retirar a matriz do pasto e deixar o bezerro, afinal aquele lugar já é conhecido para ele e dessa forma o estresse será menor.</p>
<h2>Influência do desmame no desenvolvimento do bezerro</h2>
<p><strong>O período de desmame é um dos mais estressantes na vida do animal:</strong> a total dependência do rúmen, o distanciamento da mãe e a adaptação ao novo ambiente são desafios normalmente encontrados durante esta fase da vida.</p>
<p>O estresse desse manejo causa diversas perdas na produtividade do rebanho, afetando além do ganho de peso e da eficiência alimentar, a saúde e a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/reproducao-bovina/" target="_blank" rel="noopener">reprodução dos animais</a></strong>.</p>
<p>Dessa forma, cuidados com os processos presentes nesse manejo, são essenciais para reduzir os efeitos negativos e minimizar a queda do desempenho dos animais.</p>
<h2>Cuidados com a desmama de bezerros</h2>
<p><strong>Os cuidados com a desmama se iniciam antes mesmo do bezerro nascer</strong>, afinal os manejos nesse período terão influência direta sobre o futuro do animal.</p>
<p>Esse processo começa nos cuidados com a mãe. As vacinas irão ajudar a estimular uma resposta imunológica que fornecerá proteção ao patógeno no colostro. É fundamental garantir a ingestão do colostro em quantidade e qualidade suficientes, nas primeiras 24 horas de vida dos bezerros.</p>
<p>Outro ponto de atenção é a realização de um programa completo de sanidade: vacinação, combate a endoparasitas e ectoparasitas. O correto manejo sanitário vai contribuir para a construção de uma imunidade robusta dos animais.</p>
<p>Nos primeiros dias após a separação, deve-se evitar distúrbios aos recém-desmamados e caso os bezerros sejam transportados é necessário reduzir ao máximo o estresse desse manejo.</p>
<p>No dia do embarque, os bezerros devem ser manipulados por manejo racional, além disso, os animais devem embarcar prontamente. Evite os horários mais quentes do dia e se possível realize a comercialização e o transporte dos animais para propriedades mais próximas, quanto maior o trajeto, maior será o estresse.</p>
<p>Ao descarregar os animais, disponibilize um tempo para descanso e priorize o silêncio, forneça prontamente água fresca e ração de boa qualidade.</p>
<h2>Um momento decisivo para o rebanho</h2>
<p><strong>O desmame dos bezerros é com certeza um momento de grande impacto na vida dos animais, por isso é essencial estabelecer ações que visem reduzir os fatores estressantes.</strong> O planejamento deve ser multifatorial, levando em consideração o objetivo do produtor e o sistema da fazenda.</p>
<p>Estabelecer um <a href="https://rehagro.com.br/blog/planejando-e-executando-estrategias-na-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>plano específico</strong></a> para cada rebanho é o diferencial para alcançar os melhores resultados produtivos.</p>
<h2 data-start="206" data-end="294">A desmama é só o começo: prepare-se para conduzir o rebanho até a alta lucratividade</h2>
<p data-start="296" data-end="482">A forma como você conduz a desmama impacta diretamente no desempenho dos bezerros nas próximas fases. Quer tomar decisões mais seguras, evitar perdas e garantir maior retorno por animal?</p>
<p data-start="484" data-end="780">Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Pós-graduação em Produção de Gado de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende com especialistas que atuam diariamente no campo, em uma formação 100% online, prática e voltada para quem quer resultados concretos na pecuária.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16051 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/brisa-sevidanes-300x96.jpg" alt="Brisa Sevidanes" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/brisa-sevidanes-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/brisa-sevidanes-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/brisa-sevidanes-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/brisa-sevidanes-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/brisa-sevidanes-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/brisa-sevidanes-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/brisa-sevidanes.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<item>
		<title>Bem-estar animal de bovinos de corte: conheça as 5 liberdades</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/bem-estar-animal-bovinos-de-corte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Nov 2022 15:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar animal]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cada ano, o bem-estar animal ganha mais destaque dentro da pecuária. Esse crescimento está associado, principalmente, ao aumento da exigência do consumidor preocupado com a origem daquilo que consome. Dessa forma, é essencial que o produtor se integre sobre o tema e introduza na sua fazenda as normas de bem-estar específicas para os bovinos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A cada ano, o bem-estar animal ganha mais destaque dentro da pecuária. Esse crescimento está associado, principalmente, ao aumento da exigência do consumidor preocupado com a origem daquilo que consome.</p>
<p>Dessa forma, é essencial que o produtor se integre sobre o tema e introduza na sua fazenda as normas de bem-estar específicas para os bovinos de corte.</p>
<p>Neste artigo você vai conhecer as <strong>5 liberdades do bem-estar animal</strong>, as principais técnicas e as vantagens de implementar manejos correlacionados na sua fazenda.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
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</div>
<h2>As 5 liberdades do bem-estar animal</h2>
<p>O bem-estar animal (BEA) é uma ciência que estuda a relação de respeito entre o homem com os outros animais.</p>
<p>A partir do envolvimento de diversos pesquisadores e profissionais da agricultura e pecuária do Reino Unido, foram criadas 5 liberdades que devem ser garantidas para que o BEA ocorra. São elas:</p>
<ol>
<li><strong> Livre de fome e sede:</strong> Os animais devem ter acesso a alimento e água, em quantidade e qualidade adequadas.</li>
<li><strong> Livre de dor e doença:</strong> Relacionado a sanidade dos animais, é essencial garantir a prevenção, o diagnóstico e tratamento adequados para quaisquer afecções físicas: dores, ferimentos e doenças.</li>
<li><strong> Livre de desconforto:</strong> O ambiente a qual os animais estão inseridos deve ser adequado à espécie, além disso, é importante conter áreas para abrigo e descanso.</li>
<li><strong> Livre de medo e de estresse: situações</strong> de estresse e esgotamento mental devem ser eliminadas.</li>
<li><strong> Livre para expressar seu comportamento natural: os</strong> animais devem expressar o seu comportamento natural livremente.</li>
</ol>
<p>Para que o bem-estar animal seja alcançado é necessário respeitar as 5 liberdades, proporcionando práticas de criação e produção adequadas.</p>
<p>Essas práticas exigem o envolvimento de todos: produtores, funcionários, <a href="https://rehagro.com.br/blog/veterinarios-e-zootecnistas-na-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>veterinários e zootecnistas</strong></a>.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sanidade-gado-de-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-sanidade-gado&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39640 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png" alt="E-book Sanidade do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Principais técnicas de bem-estar para bovinos de corte</h2>
<p>A adoção de boas práticas no manejo de bovinos de corte é fundamental em todas as fases da vida dos animais, afinal, técnicas que promovem o bem-estar animal podem <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/consumo-de-bovinos-a-pasto/" target="_blank" rel="noopener">aumentar a produtividade</a></strong> e ajudar a minimizar problemas na rotina da fazenda.</p>
<p>Com essa visão, existem alguns métodos de manejo e instalações que promovem o bem-estar animal na atividade pecuária, são eles:</p>
<h3>Conscientização dos funcionários da fazenda</h3>
<p>A conscientização sobre o bem-estar dos bovinos para os funcionários da fazenda é fundamental, pois são eles os responsáveis pelo manejo do dia a dia. Capacitação e treinamento dos funcionários quanto ao BEA, promove a maior qualidade na execução das atividades pecuárias.</p>
<h3>Conhecimento do comportamento animal</h3>
<p>Compreender o comportamento dos animais pode auxiliar os métodos de condução dos mesmos, facilitando o manejo e reduzindo o estresse. Não utilize ferrão ou outros objetos pontiagudos para o manejo, uma técnica que pode auxiliar a condução é movimentar bandeiras atrás dos animais, para que sigam em frente.</p>
<h3>Alimentação balanceada</h3>
<p><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bebedouro-para-gado-e-a-importancia-da-qualidade-da-agua/" target="_blank" rel="noopener">É essencial fornecer água limpa</a></strong> e <a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-para-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>suplementos nutricionais</strong></a> de boa qualidade durante todo o ano, que sejam suficientes para atender as necessidades de crescimento, mantença e produção dos animais.</p>
<h3>Dimensionamento ambiental adequado</h3>
<p>Oferecer espaço suficiente para que os animais possam manter suas atividades e expressar o comportamento normal dentro do grupo, disponibilizar condições que evitem sofrimento físico e mental (como dor, desconforto, medo e angústia).</p>
<h3>Sanidade dos bovinos</h3>
<p>Promover cuidados de saúde, sob responsabilidade do médico veterinário, visando prevenir, diagnosticar e tratar doenças, objetivando eliminar ou reduzir o sofrimento dos animais.</p>
<h3>Conforto ambiental</h3>
<p>Disponibilizar sombra em quantidade suficiente para protegê-los do excesso de calor durante as horas mais quentes do dia.</p>
<h2>Vantagens da implementação do bem-estar animal na pecuária de corte</h2>
<p><strong>Dentre as vantagens do bem-estar animal, podemos destacar a influência direta sobre o aumento da produtividade, a melhora dos índices zootécnicos e a redução da mortalidade</strong>.</p>
<p>Esse aumento de eficiência se dá pelo fato de que esses animais adoecem menos e assim, ganham peso mais rápido, reduzindo os custos com a criação e, como consequência, aumento nos lucros.</p>
<p>Outra vantagem é o aumento da qualidade dos produtos, afinal quando o conhecimento e o respeito ao comportamento além das necessidades dos bovinos são aplicados, evitamos o estresse e os danos à <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-carcaca-bovina/" target="_blank" rel="noopener">carcaça</a></strong>.</p>
<p>Esses fatos, proporcionam melhores resultados econômicos, pois aumentam o valor agregado, melhoram a qualidade do produto final e possibilitam maior acesso ao mercado.</p>
<p>Além disso, a prática melhora a qualidade de trabalho na fazenda, proporcionando menor nível de estresse durante as atividades, praticidade, menos acidentes e aumento da segurança dos vaqueiros no manejo.</p>
<p>Sendo assim aumenta a eficiência no curral e proporciona melhor qualidade de vida a todos os envolvidos no processo, animais e seres humanos.</p>
<p>Os conceitos de bem-estar animal, bem como a produção de carne com segurança, sanidade e sustentabilidade estão cada vez mais presentes na pecuária de corte.</p>
<p>Promover essas práticas na rotina da sua fazenda não apenas melhora a produtividade e qualidade, como também facilita o trabalho dos funcionários e agrega valor à pecuária de corte nacional como um todo.</p>
<h2 data-start="174" data-end="248">Produção eficiente também passa pelo cuidado com o bem-estar do rebanho</h2>
<p data-start="250" data-end="522">As 5 liberdades do bem-estar animal não são apenas princípios éticos, elas impactam diretamente a produtividade, a conversão alimentar, a qualidade da carne e a imagem da fazenda no mercado. Quem entende isso sai na frente e produz com mais eficiência e responsabilidade.</p>
<p data-start="524" data-end="889">No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso de Gestão na Pecuária de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende a integrar bem-estar, nutrição, sanidade e indicadores econômicos para construir um sistema produtivo mais equilibrado, rentável e sustentável. Com aulas online, aplicação prática e professores que vivem a realidade do campo, o curso é feito para quem quer ir além do básico na pecuária de corte.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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		<title>Suplementação mineral para bovinos de corte: veja a importância</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-mineral-para-bovinos-de-corte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Nov 2022 12:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[macronutrientes]]></category>
		<category><![CDATA[manejo nutricional]]></category>
		<category><![CDATA[micronutrientes]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição bovina]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[suplementação bovina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A suplementação mineral dos bovinos de corte, ajustada aos objetivos produtivos por categoria e época do ano, é fundamental para a garantia de um bom desempenho dos animais criados em sistema de pastejo. Além de garantir os níveis mínimos necessários para o perfeito funcionamento fisiológico e metabólico dos animais, existe ainda a expectativa de que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>suplementação mineral dos bovinos de corte</strong>, ajustada aos objetivos produtivos por categoria e época do ano, é fundamental para a garantia de um bom desempenho dos animais criados em sistema de pastejo.</p>
<p>Além de garantir os níveis mínimos necessários para o perfeito funcionamento fisiológico e metabólico dos animais, existe ainda a expectativa de que o desempenho dos animais seja potencializado quando se utiliza a estratégia suplementar mineral da forma adequada.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>Importância da suplementação mineral</h2>
<p>Estudos e pesquisas relacionados à importância da suplementação mineral já são realizados há muitos anos e o que se observa de maneira geral, <strong>é a necessidade de que os animais sejam suplementados com uma quantidade ótima de minerais</strong> onde, nesse caso, é possível observar também o melhor desempenho (avaliando especificamente o quesito disponibilidade de mineral) possível desse animal.</p>
<p>Diferente de carboidratos e proteínas, por exemplo, onde modulamos a quantidade fornecida para os animais visando a potencialização do desempenho, nos minerais devemos fornecer as exigências que garantam um bom desempenho dos animais para cada fase da vida.</p>
<p>Cálcio e fósforo são os únicos que apresentam exigências para mantença e também exigências para ganho.</p>
<h3>Excesso e deficiência do consumo de minerais</h3>
<p>Existem outras possibilidades, além do consumo ótimo, que podem ser observadas quando avaliamos o consumo de minerais.</p>
<p>Por exemplo, a <strong>deficiência no consumo</strong>, ou seja, quando os animais consomem níveis inferiores à sua exigência, que quando discreta, <strong>pode levar a uma deficiência subclínica e, quando mais significativa, a uma deficiência clínica. </strong></p>
<p>O <strong>excesso no consumo dos minerais, </strong>por outro lado, também pode ser um problema. <strong>Pode levar a uma intoxicação subclínica ou até mesmo uma intoxicação clínica</strong> quando consumido em maiores quantidades, de acordo com as exigências de cada mineral. <span style="font-weight: 400;">Por isso é de extrema importância, o fornecimento e o consumo dos animais, apresentarem um ponto ótimo. </span></p>
<p>Os minerais exigidos hoje para bovinos de corte são 17 no total, divididos em dois grupos, <strong>os macro e os microminerais.</strong> É importante salientar que essa divisão não está relacionada ao tamanho da molécula de cada mineral, mas sim a quantidade em que estes minerais são encontrados nos tecidos corporais e consequentemente a quantidade que são exigidos.</p>
<p>Cada um dos minerais, seja macro ou micro, apresenta um papel importante para os ruminantes, principalmente nos quesitos: imunidade, desempenho, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/reproducao-bovina/" target="_blank" rel="noopener">reprodução</a></strong> e produção de leite.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-estrategias-sucesso-transicao-seca-aguas?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-seca-aguas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39794 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca.png" alt="E-book Estratégias de sucesso para a transição seca-águas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Macrominerais</h2>
<ul>
<li>Cálcio (Ca);</li>
<li>Fósforo (P);</li>
<li>Cloro (Cl);</li>
<li>Magnésio (Mg);</li>
<li>Potássio (K);</li>
<li>Sódio (Na);</li>
<li>Enxofre (S).</li>
</ul>
<p>Esses minerais apresentam funções diversas no organismo, como por exemplo sendo <strong>componentes estruturais do esqueleto e outros tecidos corporais, transmissão de impulsos nervosos e pressão osmótica</strong>, dentre outras importantes funções.</p>
<h3>Cálcio</h3>
<p>O cálcio é de grande importância para a atividade muscular, coagulação sanguínea, estimulação da síntese de proteína muscular e, principalmente, exerce um papel fundamental na formação dos ossos e dos dentes.</p>
<h3>Fósforo</h3>
<p>O fósforo apresenta um papel importante como componente dos fosfolipídios das membranas celulares, sendo também um componente do ATP (molécula indispensável no processo de utilização de energia nas células), dentre outras funções.</p>
<p>Deficiências de cálcio e fósforo podem causar sérios prejuízos ao desempenho dos animais.</p>
<p>Uma das principais doenças consequentes dessas deficiências, é a hipocalcemia, também conhecida como febre do leite e apetite depravado (ocorrendo principalmente em regiões de solos pobres em P).Estudos relacionados reforçam ainda, grandes prejuízos relacionados à queda nos desempenhos reprodutivos de fêmeas com deficiência de fósforo.</p>
<p>Cálcio e fósforo atuam de forma concomitante na função óssea, por esse motivo a relação entre eles é importante fator de estudos e discussões, relação essa que pode ser de 1:1 até 7:1, desde que a exigência do fósforo seja atingida.</p>
<h3>Magnésio</h3>
<p>Cerca de 70% do magnésio no organismo dos ruminantes está presente no tecido ósseo. Esse importante mineral representa um papel determinante em mais de 300 enzimas no organismo.</p>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/periodo-de-transicao-seca-aguas/" target="_blank" rel="noopener">período de transição seca-águas</a></strong>, pode significar um desafio, pensando no aporte de Mg. Isso porque o broto da pastagem nova contém baixo magnésio e alta concentração de potássio e nitrogênio que diminuem a absorção de Mg no rúmen.</p>
<p>Uma forma prática de contornar esse desafio é a suplementação energética, que potencializa a utilização do N, além é claro da suplementação com o magnésio.</p>
<p>Dentre os efeitos da deficiência está o desenvolvimento da tetania das pastagens, causadora de incoordenação e convulsões.</p>
<h3>Potássio, sódio e cloro</h3>
<p>São responsáveis principalmente pelo controle ácido básico no organismo. Esses minerais não apresentam, comumente, deficiências que geram desafios ou doenças como os anteriormente apresentados.</p>
<p>Cloreto de sódio rico em Cl e Na, pode ser utilizado como modulador de consumo e o K apresenta uma condição especial onde a maioria das espécies forrageiras são ricas nesse mineral.</p>
<p>Algumas condições específicas, como animais em estresse causado pela desmama e animais confinados com dietas sem adição de forragem, podem apresentar um aumento na exigência de potássio.</p>
<h3>Enxofre</h3>
<p>Componente importante de aminoácidos ao contrário dos demais minerais citados, o desafio mais importante com relação ao enxofre está relacionado ao seu excesso, principalmente avaliando a óptica da crescente <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ddg-e-wdg-graos-de-destilaria-do-milho/" target="_blank" rel="noopener">utilização de coprodutos de destilaria de milho</a></strong>, ricos em enxofre.</p>
<p>É justamente esse excesso que pode causar uma doença que conhecemos como <strong>Poliencefalomalacia</strong>.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Microminerais</h2>
<ul>
<li>Cromo (Cr);</li>
<li>Cobalto (Co);</li>
<li>Cobre (Cu);</li>
<li>Ferro (Fe);</li>
<li>Iodo (I);</li>
<li>Manganês (Mn);</li>
<li>Molibdênio (Mo);</li>
<li>Níquel (Ni);</li>
<li>Selênio (Se);</li>
<li>Zinco (Zn).</li>
</ul>
<p>Os microminerais são <strong>componentes de enzimas e agem também como componentes em hormônios no sistema endócrino</strong>. Apresentam grande importância para a manutenção da saúde e, consequentemente, do desempenho dos animais.</p>
<h3>Cromo</h3>
<p>Existe uma clara necessidade de mais pesquisas relacionadas ao papel do cromo no organismo e principalmente da adequação das doses a serem suplementadas, mesmo já demonstrando sua importância para o sistema imunológico dos animais.</p>
<h3>Cobalto</h3>
<p>O cobalto apresenta importância relevante, tendo em vista a demanda de Co por parte dos microrganismos do rúmen no momento da síntese de vitamina B12.</p>
<p>Não existe uma exigência direta de cobalto por parte dos ruminantes, entretanto, existe uma exigência de vitamina B12, justificando então a importância na exigência do Co.</p>
<h3>Cobre</h3>
<p>O cobre é um constituinte de diversas enzimas no organismo e está diretamente relacionado ao metabolismo do Fe.</p>
<p>A anemia é uma das principais doenças causadas pela deficiência de Cu, apresentando também participação na garantia da integridade do sistema nervoso central e pigmentação dos pelos.</p>
<h3>Outros microminerais</h3>
<p>O ferro, por exemplo, é muito relevante nas funções do organismo e há uma boa disponibilidade desse mineral nas forragens.</p>
<p>O magnésio, essencial para reprodução, normalmente tem sua exigência atingida com consumo da forragem, por isso a avaliação da suplementação desse mineral é de grande valia, principalmente pensando em vacas para reprodução</p>
<p>O iodo controla a taxa metabólica fundamental para o anabolismo. O selênio atua como antioxidante e o zinco também é um mineral importante, sendo que sua deficiência pode levar a problemas de pele dos animais, principalmente dos mais jovens.</p>
<h2>A suplementação mineral em bovinos de corte</h2>
<p>A suplementação mineral, como já demonstrado acima, <strong>é muito valorosa e de grande impacto para os sistemas de produção</strong>. Para cada categoria e fase da vida animal, as exigências e necessidades por esses macro e microminerais vão variar e devem ser atentamente atendidas.</p>
<p>Além das características específicas do indivíduo que será suplementado por determinado mineral, outros fatores podem influenciar na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-para-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">estratégia de suplementação</a></strong>. Entre eles, estão as condições ambientais, (mais especificamente as condições do solo e consequentemente das pastagens) e a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-especie-forrageira-para-a-sua-fazenda/">espécie forrageira</a></strong> utilizada, onde os animais são criados.</p>
<p>Devido ao difícil controle e monitoramento dessas características e condições, apenas a realização das análises não nos garantem o fornecimento dos minerais, mesmo que apresentados nas amostras.</p>
<p>Assim como as <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-principais-etapas-para-uma-reforma-de-pastagem-bem-feita/" target="_blank" rel="noopener">condições das pastagens</a></strong>, a qualidade e a composição da água disponibilizada aos animais, também representa um fator ambiental que irá impactar nos cuidados no momento de definir a suplementação dos animais.</p>
<h3>Como fornecer o suplemento de forma eficiente?</h3>
<p>Outro ponto que impacta na qualidade da suplementação mineral e representa <strong>uma grande parcela na eficiência de um programa de suplementação</strong>, é o fornecimento do suplemento.</p>
<p>Para se garantir uma suplementação mineral de sucesso é imprescindível que o fornecimento seja realizado de forma constante, ou seja, que não falte mineral no cocho dos animais.</p>
<p>O suplemento empedrado inibe e dificulta o consumo, sendo assim, sempre que possível é recomendado a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/voce-sabe-a-importancia-de-mexer-o-cocho/">utilização de cochos</a></strong> cobertos em bom estado de conservação e com um bom dimensionamento, como altura de:</p>
<ul>
<li>50 – 60 cm do solo para fêmeas com bezerro ao pé;</li>
<li>70 – 80 cm para animais em <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-recria-na-pecuaria-de-corte/">recria</a></strong> e um metro para animais em terminação, sempre com espaçamento adequado, mínimo 4 cm por cabeça.</li>
</ul>
<p>A localização do cocho nos piquetes também vai impactar no consumo do mineral, sendo recomendado que o cocho fique localizado próximo a fonte de água dos animais (não é um fator limitante para o consumo), principalmente em terrenos acidentados, propiciando então, condição para que todos os animais possam consumir o produto disponibilizado.</p>
<p>Até chegar ao cocho o suplemento passa por um grande processo desde sua fabricação, transporte, armazenamento dentro da propriedade e distribuição. Por isso, devemos inicialmente, adquirir um mineral de empresa idôneas, capazes de garantir a qualidade dos insumos utilizados na confecção do suplemento, bem como seu balanceamento correto, finalizando com transporte propício até a propriedade.</p>
<p>A partir do momento em que o suplemento se encontra na propriedade, a responsabilidade do armazenamento das sacarias deve ser muito bem estabelecida, garantindo assim os cuidados para que sejam armazenados em local fresco, abrigados de umidade e sol.</p>
<p>Muita atenção para a utilização de suplementos mais antigos, que normalmente ficam embaixo da pilha de sacaria, antes da utilização dos novos produtos recém-chegados à propriedade. De preferência, o ideal é não deixar os sacos com suplemento mineral em contato direto com solo e paredes.</p>
<p>Por fim, após a avaliação dos níveis de garantia e consequentemente, a escolha do produto de uma empresa idônea e reconhecida pela seriedade na produção dos suplementos, é recomendado um minucioso acompanhamento do consumo e do desempenho dos animais tratados com determinado suplemento.</p>
<h2>Eleve a produtividade em nutrição e pastagens na pecuária de corte!</h2>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</a></strong> foi desenvolvido para oferecer soluções práticas e eficazes para melhorar a qualidade da alimentação dos animais e a gestão das pastagens, contribuindo assim para um maior desempenho do rebanho.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com conteúdos atualizados e técnicas inovadoras, este curso fornece aos produtores as ferramentas necessárias para otimizar a nutrição dos bovinos, promover o uso sustentável das pastagens e alcançar melhores resultados na pecuária de corte. </span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-36397" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp" alt="Cristiano Rossoni - Coordenador de Cursos Pecuária de Corte" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-270x86.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-150x48.webp 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>E-book Sistema digestório dos bovinos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Oct 2022 18:31:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[anatomia]]></category>
		<category><![CDATA[animais]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[sistema digestivo dos bovinos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Chega de desempenho abaixo do esperado e de prejuízos com ganho compensatório e doenças digestivas. Aprenda a melhorar a nutrição de seus animais entendendo mais sobre o sistema digestório dos bovinos! O que você irá aprender com esse e-book? Como aumentar o ganho de peso dos bezerros; Imagens práticas sobre as diferentes dietas agem no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Chega de desempenho abaixo do esperado e de prejuízos com ganho compensatório e doenças digestivas. Aprenda a <strong>melhorar a nutrição</strong> de seus animais entendendo mais sobre o sistema digestório dos bovinos!</p>
<h2>O que você irá aprender com esse e-book?</h2>
<ul>
<li>Como aumentar o ganho de peso dos <strong>bezerros</strong>;</li>
<li>Imagens práticas sobre as diferentes dietas agem no rúmen;</li>
<li>O que são e qual a importância das papilas ruminais;</li>
<li>Como o <strong>volumoso</strong> influencia no desenvolvimento ruminal;</li>
<li>Como evitar o ganho compensatório;</li>
<li>Principais dicas dos nossos técnicos para ter sucesso na produção.</li>
</ul>
<h2>Seja capaz de melhorar a nutrição de seus animais</h2>
<p>Você pode incrementar seus resultados desde que entenda os motivos que tornam o rúmen tão importante e as <strong>formas práticas de maximizar a digestão dos animais na cria, recria e engorda</strong>.</p>
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<p>Vamos abordar os principais pontos sobre o desenvolvimento do rúmen e como ele influencia grandemente o desempenho dos animais ao longo da vida.</p>
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		<title>Confinamento de gado de corte: quais são as principais rotinas?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/rotinas-no-confinamento-que-afetam-o-desempenho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Oct 2022 19:16:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[confinamento]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição bovina]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O aumento da densidade energética das dietas dos animais e o aumento da duração do período de confinamento tem como objetivo o melhor aproveitamento da carcaça, com abates de animais mais pesados e melhor acabados. No entanto, esses fatores exigem uma maior eficiência nos processos e rotinas presentes no confinamento, pois qualquer erro pode ser [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O aumento da densidade energética das dietas dos animais e o aumento da duração do período de confinamento tem como objetivo o melhor aproveitamento da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-carcaca-bovina/" target="_blank" rel="noopener">carcaça</a></strong>, com abates de animais mais pesados e melhor acabados.</p>
<p>No entanto, esses fatores exigem uma <strong>maior eficiência nos processos e rotinas presentes no confinamento</strong>, pois qualquer erro pode ser desastroso sob o ponto de vista econômico e do desempenho animal.</p>
<p>Mas afinal, quais são as principais rotinas em um confinamento que podem afetar o desempenho dos animais e o sucesso da operação? Conheça algumas delas a seguir!</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
<script>
  hbspt.forms.create({
    region: "na1",
    portalId: "5430441",
    formId: "f83e655b-67de-4fbe-b12a-88b7e9461712"
  });
</script></p>
</div>
<h2>Frequência e horário do trato no confinamento do gado</h2>
<p><strong>Bovinos são animais que que gostam de rotina</strong> e qualquer alteração no padrão de fornecimento do trato, principalmente com a utilização de dietas com alta densidade energética, pode comprometer o desempenho dos animais por todo período de engorda.</p>
<p>Os ganhos em aumento da frequência de trato são visíveis quando elevamos de um para dois ou para três tratos por dia, entretanto, a partir de quatro tratos diários, o ganho adicional em se aumentar a frequência dos tratos é questionável e discutível.</p>
<p>Critérios operacionais devem ser levados em contas na tomada de decisão quanto ao número de tratos.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10867 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/frequencia-de-trato.jpg" alt="Trato de bovinos em confinamento" width="370" height="379" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/frequencia-de-trato.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/frequencia-de-trato-293x300.jpg 293w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/frequencia-de-trato-270x277.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Arquivo pessoal Geraldo Barcellos, Técnico Rehagro.</span></p>
<p>Em situações específicas de confinamento dos animais<strong> em períodos chuvosos</strong>, é possível que se tenha a <strong>necessidade de aumentar a frequência de tratos</strong>, em menores volumes ofertados por vez, pensando em minimizar o desperdício de dieta, ocasionados pela chuva.</p>
<p>Outro ponto importante que chama atenção é a necessidade de se manter uma padronização nos horários do trato, variações no horário de fornecimento podem ter impactos negativos para os animais. Animais famintos no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/voce-sabe-a-importancia-de-mexer-o-cocho/" target="_blank" rel="noopener">cocho</a></strong> aumentam os riscos de acidose ruminal, o que resulta em oscilações de consumo e menor desempenho.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-manejo-confinamento-gado-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-confinamento&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39633 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento.png" alt="E-book Confinamento de gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Distribuição do trato</h2>
<p>Ainda relacionado ao trato, especificamente, está no controle da distribuição. Alguns confinamentos brasileiros, ainda utilizam uma estratégia popularmente conhecida como <strong>“bica corrida”</strong>, em que <strong>não é levantado com exatidão a quantidade de trato oferecida para cada curral. </strong></p>
<p>O problema desse tipo de distribuição é a falta de controle do consumo, o que pode gerar desperdício de ração ou até mesmo impactar no desempenho devido a falta de controle do total ofertado.</p>
<p>A outra forma de distribuição é a <strong>distribuição controlada</strong>, nesse caso, <strong>é levantado e anotado, quanto da dieta foi ofertada em cada curral em específico e em cada trato</strong>. Isso permite que o leitor de cocho consiga fazer a predição do consumo das próximas 24h a partir da leitura de cocho bem conduzida.</p>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-dicas-basicas-da-alimentacao-e-manejo-nutricional-de-gado-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">nutrição</a></strong> representa o maior custo operacional em um confinamento, a avaliação e o controle da utilização dos recursos nutricionais é de extrema importância.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10868" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/distribuicao-do-trato.jpg" alt="Distribuição do trato para bovinos confinados" width="400" height="363" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/distribuicao-do-trato.jpg 579w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/distribuicao-do-trato-300x273.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/distribuicao-do-trato-370x336.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/distribuicao-do-trato-270x245.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/distribuicao-do-trato-330x300.jpg 330w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Arquivo pessoal Hugo Martins, Técnico Rehagro.</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10869 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/alimento-mau-distribuido-no-cocho.jpg" alt="Alimento mal distribuído no cocho" width="370" height="494" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/alimento-mau-distribuido-no-cocho.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/alimento-mau-distribuido-no-cocho-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/alimento-mau-distribuido-no-cocho-270x360.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Má distribuição de alimento no cocho, aumentando o desperdício e reduzindo o espaçamento de cocho por indivíduo.  </span><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Foto de Dr. Andrea Mobiglia, consultora e coordenadora de ensino da pecuária de corte do Rehagro. </span></p>
<p>Além do fornecimento controlado, da dieta no cocho, quantidade certa e específica para cada cocho, a distribuição dessa dieta nos cochos é muito importante.</p>
<p>A quantidade de alimento deve ser distribuída igualmente ao longo dos metros de cocho disponíveis para cada um dos currais.</p>
<p>Essa prática permite um acesso igual e democrático dos animais à dieta em horário semelhante, ajudando assim a padronização e o igual desenvolvimento dos animais de um determinado curral.</p>
<h2>Leitura de cocho</h2>
<p>Assim como controlar a distribuição do trato, <strong>avaliar e controlar a sobra dos cochos nos confinamentos é fundamental</strong>. O que se busca, de maneira resumida, é que o leitor estime o consumo das próximas 24h do animal através da avaliação do que sobrou nas últimas 24h.</p>
<p>Propriedades que realizam um controle preciso da sobra de cocho, são em suma, mais eficientes quanto a minimização do desperdício das dietas, menos incidência de distúrbios metabólicos, e consequentemente, maior desempenho.</p>
<p>A limpeza do cocho também se faz muito importante, e apesar de aparentar uma grande dificuldade, em confinamento com um excelente manejo de cocho, avaliando de maneira diária e corrigindo a oferta, a quantidade de sobras no dia-dia será mínima, o que facilita a limpeza.</p>
<p>A leitura de cocho pode ser feita de diversas maneiras através de notas dadas em horários pré-estabelecidos de acordo com a rotina do confinamento. Pode-se também estabelecer mais que uma leitura de cocho, o que auxilia a assertividade do consumo dos animais.</p>
<p>Além disso, no momento da leitura deve-se observar os animais e a higiene dos cochos, sendo que qualquer ação necessária deve ser notificada à equipe responsável pelo confinamento.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10870" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/cocho-com-fezes.jpg" alt="Fezes dentro de cocho" width="400" height="300" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/cocho-com-fezes.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/cocho-com-fezes-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/cocho-com-fezes-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/cocho-com-fezes-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/cocho-com-fezes-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Cocho com fezes que impedirá o consumo do animal no local e devem ser removidas antes do próximo trato. </span><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Foto de Dr. Andrea Mobiglia, consultora e coordenadora de ensino da pecuária de corte do Rehagro. </span></p>
<h2>Avaliação escore de fezes</h2>
<p>Uma importante ferramenta para a avaliação dos animais confinados é a <strong>análise e a classificação média dos escores de fezes dos animais.</strong></p>
<p>Avaliar a característica das fezes permite a inferência em torno da qualidade e do consumo da dieta pelos animais.</p>
<p>Segue abaixo um exemplo de classificação de fezes, <strong>o que buscamos em um confinamento é um padrão de fezes médio como o da foto de número 3.</strong></p>
<h3 style="text-align: left;"><span style="color: #000000;">Escore 5</span></h3>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10871 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/escore-fezes-5.jpg" alt="Escore 5 de fezes bovinas" width="271" height="283" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Fonte: </span><span style="font-weight: 400;">Hutjens, 2008.</span></span></p>
<h3><span style="color: #000000;">Escore 4</span></h3>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10872 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/escore-fezes-4.jpg" alt="Escore 4 de fezes bovinas" width="259" height="195" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/escore-fezes-4.jpg 259w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/escore-fezes-4-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 259px) 100vw, 259px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Hutjens, 2008.</span></p>
<h3><span style="color: #000000;">Escore 3</span></h3>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10873 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/escore-fezes-3.jpg" alt="Escore 3 de fezes bovinas" width="259" height="195" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/escore-fezes-3.jpg 259w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/escore-fezes-3-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 259px) 100vw, 259px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Hutjens, 2008.</span></p>
<h3><span style="color: #000000;">Escore 2</span></h3>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10874 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/escore-fezes-2.jpg" alt="Escore 2 de fezes bovinas" width="299" height="206" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/escore-fezes-2.jpg 299w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/escore-fezes-2-270x186.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 299px) 100vw, 299px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Hutjens, 2008.</span></p>
<h3><span style="color: #000000;">Escore 1</span></h3>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10875 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/escore-fezes-1.jpg" alt="Escore 1 de fezes bovinas" width="321" height="222" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/escore-fezes-1.jpg 321w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/escore-fezes-1-300x207.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/escore-fezes-1-270x187.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 321px) 100vw, 321px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Hutjens, 2008.</span></p>
<h2>Curva de consumo</h2>
<p>Acompanhar a curva de consumo, ou seja, a quantidade de alimento consumido por lote e por dia, é fundamental em um confinamento.</p>
<p>Somente acompanhando essa evolução é possível determinar se os animais estão realmente consumindo a quantidade de alimento programada. Sendo possível ainda avaliar a evolução dos animais quanto ao consumo, durante o passar dos dias de confinamento.</p>
<h3>Limpeza dos bebedouros</h3>
<p>A água é o primeiro e o mais barato ingrediente de uma dieta, além disso o consumo de água de qualidade é determinante para o consumo de matéria seca, sendo assim diretamente responsável pelo desempenho dos animais confinados.</p>
<p>Em média, bovinos confinados consomem entre 4 a 6 litros de água por quilo de matéria seca ingerida.</p>
<p>Além de proporcionar condições ótimas para o consumo, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bebedouro-para-gado-e-a-importancia-da-qualidade-da-agua/" target="_blank" rel="noopener">manter a qualidade da água evita diversos problemas sanitários</a></strong>. Bebedouros dentro de currais de confinamento devem ser limpos no mínimo três vezes por semana.</p>
<h3>Análise dos alimentos</h3>
<p>Após formular uma dieta precisa e bem estruturada para um confinamento, devemos garantir que essa dieta chegue, de fato, até os animais. Para isso, um dos fatores de grande importância é a avaliação dos alimentos utilizados na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/misturadores-e-qualidade-de-mistura-para-racoes-bovinas/" target="_blank" rel="noopener">mistura da dieta</a>.</strong></p>
<p>A principal e mais simples das análises realizadas é a avaliação do teor de matéria seca (MS) dos alimentos.</p>
<p>A avaliação da matéria seca deve ser realizada pelo menos 3 vezes por semana no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/alimentos-volumosos-em-confinamento/" target="_blank" rel="noopener">volumoso</a></strong>, uma vez por semana no grão úmido e pelo menos uma vez por semana na dieta total.</p>
<p>Essa avaliação permitirá também, ajustes na dieta, avaliação correta do consumo, otimização dos custos da dieta produzida.</p>
<p>Além da análise e avaliação da MS, o envio para análise bromatológica dos volumosos utilizados no confinamento, dos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/coprodutos-da-industria-do-algodao-para-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">coprodutos</a></strong> e dos farelos deve ser realizado de forma mensal.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10876 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/avaliacao-da-materia-seca.jpg" alt="Realização de análise de matéria seca" width="293" height="300" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/avaliacao-da-materia-seca.jpg 293w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/avaliacao-da-materia-seca-270x276.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 293px) 100vw, 293px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Arquivo pessoal Geraldo Barcellos, Técnico Rehagro.</span></p>
<p>A análise da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fibra-efetiva-na-nutricao-de-bovinos-em-confinamento/" target="_blank" rel="noopener">fibra efetiva</a> </strong>dos volumosos e da dieta total também deve ser feita com frequência, inclusive no momento da colheita do volumoso que será ensilado. Para isso, podemos utilizar a peneira desenvolvida pela universidade de Penn State, nos Estados Unidos, objetivando obter 60-70% das partículas na peneira de 8mm.</p>
<p>A avaliação da granulometria do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ddg-e-wdg-graos-de-destilaria-do-milho/" target="_blank" rel="noopener">milho</a></strong> e de outros grãos utilizados, também deve ser uma rotina presente nos confinamentos, a avaliação da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tipos-de-moinho-para-moagem-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">moagem</a></strong> é importante e permite a correção de falhas que irão minimizar riscos de distúrbios metabólicos ou mesmo baixo aproveitamento de determinado insumo por parte dos animais.</p>
<p>A coleta dos alimentos deve ser feita por colaborador treinado, de maneira criteriosa e sistemática.</p>
<p>Essas análises permitem, dentre outros fatores já citados, calibrar a matriz de alimentos utilizados no confinamento e também ajustar a dieta, caso necessário.</p>
<h2>Ronda sanitária</h2>
<p>A <strong>ronda sanitária deve ser realizada diariamente no confinamento</strong>, a avaliação dos animais deve seguir um padrão e um critério preestabelecido.</p>
<p>Avaliar não somente se há alguma desordem física nos animais, lesões ou sinais de doença, acompanhar e avaliar o comportamento dos animais, é tão importante quanto a avaliação de sinais clínicos de alguma doença.</p>
<h2>Treinamento da mão de obra</h2>
<p>Todas as práticas propostas acima, serão possíveis, se e somente se, o time operacional do confinamento estiver alinhado e motivado para o objetivo.</p>
<p>Por esse motivo, é importante que além de um excelente trabalho com a gestão de pessoas, seja realizado treinamento periódicos e reciclagem desses treinamentos com os colaboradores, de acordo com a exigência das funções que cada um exerce.</p>
<h2>Controle de dados</h2>
<p>O sucesso da operação do confinamento passa impreterivelmente pela gestão dos dados desse confinamento.</p>
<p>Levantar dados é extremamente importante, desde dados zootécnicos aos dados relativos ao financeiro e econômico.</p>
<p>E os dados levantados devem ser, sempre, transformados em informações que de fato servirão para ajustes nas rotinas e aperfeiçoamento nos processos.</p>
<h2>Torne-se referência em nutrição na pecuária de corte</h2>
<p>Com a <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-de-bovinos-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pós-graduação em Nutrição de Bovinos de Corte</strong></a>, você vai aprender na prática a formular dietas que garantem o desempenho dos animais e geram lucro para o produtor.</p>
<p>Além disso, será capaz de montar estratégias nutricionais completas, alinhadas à realidade e aos objetivos da fazenda. Torne-se um profissional completo, dominando técnica e gestão, ganhando destaque no mercado da sua região.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-de-bovinos-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-42003 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new.png" alt="Pós-graduação em Nutrição de Bovinos de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-36397" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp" alt="Cristiano Rossoni - Coordenador de Cursos Pecuária de Corte" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-270x86.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-150x48.webp 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/rotinas-no-confinamento-que-afetam-o-desempenho/">Confinamento de gado de corte: quais são as principais rotinas?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Uso do controle biológico no combate à cigarrinha-das-pastagens e ao carrapato</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/uso-do-controle-biologico-no-combate-a-pragas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Oct 2022 18:38:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[cigarrinha-das-pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[controle biológico]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste webinar a diretora da BIOMIP &#8211; Fernanda Abreu, Especialista em Controle Biológico de Pragas vai explicar melhor alguns pontos importantes como: Quais são os primeiros sintomas de infestação da cigarrinha-das-pastagens; Como deve ser realizado o monitoramento desta praga; Entenda o ciclo de vida desse animal e quais os períodos mais efetivos de controle; Qual [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/uso-do-controle-biologico-no-combate-a-pragas/">Uso do controle biológico no combate à cigarrinha-das-pastagens e ao carrapato</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste webinar a diretora da BIOMIP &#8211; Fernanda Abreu, Especialista em Controle Biológico de Pragas vai explicar melhor alguns pontos importantes como:</p>
<ul>
<li>Quais são os primeiros sintomas de infestação da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cigarrinhas-das-pastagens/" target="_blank" rel="noopener">cigarrinha-das-pastagens</a></strong>;</li>
<li>Como deve ser realizado o monitoramento desta praga;</li>
<li>Entenda o ciclo de vida desse animal e quais os períodos mais efetivos de controle;</li>
<li>Qual o principal nutriente que oferece a planta mais resistência a ataque de pragas.</li>
</ul>
<p>E MAIS: Além das cigarrinhas, também vamos falar sobre <strong>controle e tratamento de carrapatos</strong>, uma praga muito conhecida pelos produtores que todo ano causa prejuízo a saúde dos animais.</p>
<h2>Alcance resultados financeiros robustos na pecuária de corte!</h2>
<p>Aqui no Rehagro, temos o <a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=webinar-controle-cigarrinhas" target="_blank" rel="noopener"><strong>Curso Gestão na Pecuária de Corte</strong></a>, que é uma capacitação que <strong>reúne a solução para os maiores problemas que os pecuaristas enfrentam</strong> na nutrição, reprodução, sanidade, gestão financeira e de equipes, comercialização, em todos os sistemas de criação.</p>
<p>Os professores são grandes consultores, com muitos anos de experiência no dia a dia das fazendas. Eles ensinam as técnicas e ferramentas usadas por eles para aumentar a rentabilidade na atividade, de forma muito clara, direta e prática.</p>
<p>Caso você tenha interesse, na nossa página você poderá encontrar mais informações!</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=webinar-controle-cigarrinhas" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18735 size-full" title="Curso Gestão na Pecuária de Corte" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc.jpg" alt="Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="254" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-300x78.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-768x199.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-370x96.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-270x70.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-740x192.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-150x39.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/uso-do-controle-biologico-no-combate-a-pragas/">Uso do controle biológico no combate à cigarrinha-das-pastagens e ao carrapato</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Manejo de pastagens: erros, estratégias e práticas para uma pecuária eficiente</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Oct 2022 17:16:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[manejo do pasto]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Erros no manejo de pastagens podem custar caro ao produtor rural, não apenas em termos financeiros, mas também em eficiência produtiva e impacto ambiental. No cenário atual, observamos que a grande maioria dos produtores tomam decisões baseadas em “achismos”. Poucos são aqueles que levantam dados reais dentro de suas propriedades, e, os que ainda têm [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/">Manejo de pastagens: erros, estratégias e práticas para uma pecuária eficiente</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Erros no manejo de pastagens podem custar caro ao produtor rural, não apenas em termos financeiros, mas também em <strong>eficiência produtiva e impacto ambiental</strong>.</p>
<p>No cenário atual, observamos que a grande maioria dos produtores tomam decisões baseadas em “achismos”. Poucos são aqueles que levantam dados reais dentro de suas propriedades, e, os que ainda têm informações sobre o negócio, na maioria das vezes, não as utilizam para tomar decisões.</p>
<p>Uma das principais mensagens que gostaríamos de deixar é exatamente a necessidade de se medir e de levantar dados dentro de uma fazenda, e de <strong>gerar índices produtivos, zootécnicos, econômicos e financeiros</strong>.</p>
<p>Esses são passos indispensáveis para uma boa condução da atividade pecuária, principalmente quando observamos que as <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/garantindo-margem-de-lucro-na-pecuaria-de-corte/">margens de lucratividade</a></strong> vêm caindo consideravelmente nos últimos anos, exigindo, por parte dos empresários rurais, uma maior eficiência produtiva.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
<script>
hbspt.forms.create({
region: "na1",
portalId: "5430441",
formId: "f83e655b-67de-4fbe-b12a-88b7e9461712"
});
</script></p>
</div>
<h2>O custo dos erros no manejo de pastagens</h2>
<p>Quando falamos sobre o custo dos erros no manejo do pasto, estamos nos referindo a uma série de fatores que impactam diretamente a produtividade e os custos da atividade.</p>
<h3>Peso de abate dos animais</h3>
<p>A eficiência do manejo de pastagens afeta diretamente o <strong>ganho de peso dos animais</strong>. Quando o manejo é inadequado, os animais não expressam todo o seu potencial produtivo, o que prolonga o tempo até o abate e aumenta custos operacionais.</p>
<p>Animais mantidos em pastagens bem manejadas têm acesso a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-especie-forrageira-para-a-sua-fazenda/">forragem</a></strong> de maior qualidade, o que resulta em melhor conversão alimentar e maior <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/">ganho médio diário</a></strong>. Pastagens submetidas ao superpastejo ou subpastejo produzem forragens com menor valor nutritivo, impactando negativamente o desempenho animal.</p>
<h2>Sistema de pastejo</h2>
<p>O sistema de pastejo adotado influencia diretamente a recuperação das plantas e a capacidade de suporte da área.</p>
<ul>
<li>No <strong>pastejo contínuo</strong>, os animais permanecem na mesma área durante todo o ano, o que pode levar à degradação da pastagem caso não haja controle adequado da carga animal.</li>
<li>No <a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/"><strong>pastejo rotacionado</strong></a>, os animais são movimentados entre piquetes, permitindo períodos de descanso para as plantas, favorecendo a recuperação das reservas e a manutenção da produtividade.</li>
</ul>
<p>O <strong>Pastoreio Racional Voisin (PRV)</strong> baseia-se em períodos de descanso variáveis, ajustados conforme as condições climáticas e o ritmo de crescimento das forrageiras, buscando maior eficiência no uso da pastagem.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sistema-rotacionado-pastejo?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-sistema-rotacionado&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39642 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado.png" alt="E-book Sistema rotacionado de pastejo" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Quais os erros cometidos no manejo da pastagem?</h2>
<h3>1. Erro no planejamento forrageiro</h3>
<p>O primeiro passo para todo processo produtivo deve ser o <strong>planejamento</strong>. Antes de simplesmente comprar uma quantidade de animais e alocar na fazenda ou adquirir insumos, é necessário compreender a capacidade produtiva do sistema.</p>
<p>Precisamos responder algumas perguntas básicas antes de realizarmos qualquer ação na fazenda. Por exemplo, em uma propriedade que tem como objetivo recriar dois mil animais, devemos perguntar:</p>
<ul>
<li>É viável fazer isso?</li>
<li>Vou conseguir proporcionar condições para ganho de peso e sustentar o rendimento da fazenda o ano inteiro com essa <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao/">taxa de lotação</a></strong>?</li>
<li>Estou considerando as diferenças de produção de matéria seca da forragem nas estações do ano?</li>
<li>A infraestrutura da propriedade é suficiente para o objetivo?</li>
<li>O pasto comporta essa carga animal?</li>
</ul>
<p>Antes de alocar animais ou investir em adubo e corretivo, deve haver um planejamento prévio, considerando a área de forragem efetiva disponível, dados climáticos da região, espécie forrageira utilizada, objetivo do sistema e, principalmente, o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fluxo-de-caixa-fazenda-gado-de-corte/">fluxo de caixa da fazenda</a></strong>, sobretudo quando se pensa em intensificação de áreas.</p>
<p>Quando esses cuidados não são observados, ocorre superlotação, surgimento de plantas invasoras e um processo contínuo de degradação das pastagens.</p>
<h3>2. Erro na escolha da espécie forrageira e na manutenção das áreas</h3>
<p>Cada espécie <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/brachiaria-principais-especies/">forrageira</a></strong> requer um nível específico de fertilidade, pluviometria e tolerância às variações de temperatura. <strong>Um dos pontos mais importantes na escolha da forrageira é a fertilidade da área.</strong></p>
<p>Implantar forrageiras mais exigentes em solos pobres, sem correção e adubação adequadas, gera queda de produtividade e acelera a degradação. Sendo assim, um erro comum é a escolha inadequada da espécie forrageira e a ausência de manutenções corretas nas áreas empastadas.</p>
<p>A manutenção das pastagens com <strong>corretivos, fertilizantes e controle de plantas invasoras</strong> é fundamental, pois as forrageiras são culturas perenes e exigem manejo contínuo para se manterem produtivas.</p>
<h3>3. Erro no manejo do pasto</h3>
<p>Cada gramínea possui características próprias e deve ser manejada respeitando <strong>alturas corretas de entrada e saída dos animais</strong>, independentemente do sistema de pastejo adotado.</p>
<p>Essas alturas são definidas pela interceptação luminosa da planta. O manejo incorreto da “colheita” do pasto, desrespeitando o desenvolvimento da planta, é determinante para o fracasso da produção de gado a pasto.</p>
<p>Cada cultivar forrageira possui alturas máximas e mínimas recomendadas para pastejo. Manter o capim dentro dessa faixa garante <strong>melhor fotossíntese, preservação das reservas da planta e rápida recuperação após o pastejo</strong>. Quando o capim é pastejado muito baixo, ocorre esgotamento das reservas radiculares. Quando cresce demais, a planta se torna fibrosa e de menor valor nutritivo.</p>
<h3>4. Erro da adubação sem ajuste de carga</h3>
<p>O <strong>ajuste de carga</strong>, que relaciona a quantidade de animais à disponibilidade de forragem, é ponto fundamental para aumentar a produtividade.</p>
<p>Não adianta adubar se não houver condições de ajustar a lotação animal. Nesse caso, o fertilizante não será colhido adequadamente, o custo aumenta e o resultado econômico da fazenda piora. Adubar sem colher corretamente o pasto é um erro grave.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Adubação das pastagens</h2>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/adubacao-de-pastagens-como-maximizar-a-produtividade-do-seu-rebanho/">adubação</a></strong> é essencial para repor os nutrientes retirados do solo pelas plantas e pelos animais. Nitrogênio, fósforo e potássio precisam ser constantemente repostos para manter a produtividade.</p>
<p>A falta de adubação reduz a produção de biomassa e leva à degradação da pastagem ao longo do tempo. A adubação deve ser sempre baseada em análises de solo e ajustada à realidade produtiva da fazenda.</p>
<h2>Exemplos práticos e cálculos</h2>
<p>Para entender melhor a importância de um manejo adequado das pastagens, vamos analisar alguns <strong>exemplos práticos baseados em estudos da Embrapa</strong>.</p>
<p>Esses exemplos demonstram como diferentes alturas de manejo do <strong>capim-marandu</strong> afetam a produção de carne por hectare ao ano, a lotação de animais e o ganho de peso diário dos novilhos.</p>
<h3>Capim-marandu superpastejado</h3>
<p>No cenário de <strong>superpastejo</strong>, o capim-marandu é mantido em uma altura de aproximadamente <strong>15 cm</strong>. Nesta condição, a pastagem suporta uma lotação de 3,2 unidades animais (UA) por hectare, com os novilhos ganhando em média 560 gramas por cabeça por dia.</p>
<p>Apesar da alta lotação, o ganho individual de peso é relativamente baixo devido ao estresse causado às plantas e à baixa disponibilidade de forragem de qualidade. Como resultado, a produção anual de peso vivo é de <strong>428 kg por hectare</strong>.</p>
<p>Este exemplo destaca que, embora a lotação seja alta, o superpastejo pode comprometer a saúde das plantas e a eficiência do ganho de peso dos animais.</p>
<h3>Pastejo correto</h3>
<p>Ao adotar práticas de <strong>manejo correto</strong>, mantendo o capim-marandu próximo de<strong> 30 cm durante todo o ano</strong>, a lotação diminui para 2,8 UA por hectare. No entanto, o ganho diário de peso por novilho aumenta significativamente para 760 gramas por cabeça. Esta melhoria no ganho de peso individual resulta em uma produção anual de <strong>485 kg de peso vivo por hectare</strong>.</p>
<p>Este exemplo demonstra que, embora a lotação seja um pouco menor, o pastejo correto maximiza a eficiência do ganho de peso dos animais e, consequentemente, aumenta a produção total de carne.</p>
<p>Além disso, o manejo adequado das pastagens contribui para a saúde e a longevidade das plantas, garantindo uma produção sustentável.</p>
<h3>Subpastejo</h3>
<p>No caso do <strong>subpastejo</strong>, o capim-marandu é mantido em uma altura de aproximadamente <strong>45 cm</strong>. Esta prática reduz a lotação para 2,0 UA por hectare, e o ganho de peso dos novilhos diminui para 730 gramas por cabeça por dia. A produção anual de peso vivo cai para<strong> 344 kg por hectare</strong>.</p>
<p>O subpastejo resulta em um excesso de biomassa, onde o capim se torna fibroso e menos nutritivo, afetando negativamente o ganho de peso dos animais.</p>
<p>Além disso, <strong>a menor lotação contribui para uma menor eficiência de uso da pastagem</strong>, resultando em uma produção total de carne reduzida. Este exemplo evidencia que tanto o superpastejo quanto o subpastejo podem ter impactos negativos significativos na produção e na eficiência do manejo das pastagens.</p>
<h2>Manejo de pastagens e suplementação na seca</h2>
<p>Para termos pasto na seca, precisamos <strong>vedar o pasto nas águas</strong>, entretanto, essa vedação deve ocorrer de forma criteriosa.</p>
<p>Pastagens vedadas por longos períodos geram forragens com grande proporção de caule, menor qualidade bromatológica, além de perdas por acamamento e pisoteio. O tempo de vedação deve ser adequado para permitir que o animal colha a forragem da melhor maneira possível.</p>
<p>Vedando o pasto na altura correta, por um período adequado e sob boas condições climáticas, teremos uma pastagem com características ideais para o período seco.</p>
<p>A <strong>suplementação na seca</strong> tem como objetivo melhorar o aproveitamento da forragem ingerida, <strong>podendo aumentar a digestão da matéria seca em até 32%</strong> e elevar a taxa de passagem do alimento. Isso permite maior consumo de matéria seca e maior síntese de proteína microbiana no rúmen.</p>
<p>O ganho adicional proporcionado pela suplementação é maior na seca do que nas águas, reforçando sua importância. Independentemente do nível de suplementação, ela deve sempre ser planejada considerando logística, condições da pastagem e viabilidade econômica da propriedade.</p>
<h2>Suplementação e manejo de pastagem nas águas</h2>
<p>Antes da <strong>suplementação</strong>, devemos nos atentar para as características da pastagem durante as águas, pois, é nesse período que as forragens têm as melhores condições para crescimento e produtividade. Um bom manejo das pastagens neste período evitará possíveis erros no manejo.</p>
<p>O manejo se difere de acordo com a espécie forrageira e com suas características, principalmente, de crescimento. Os mais importantes quesitos a serem observados e respeitados são a altura de entrada e a altura de saída dos animais no pasto. O fato do pasto estar verde não significa especificamente que o pasto está bom.</p>
<p>É muito comum observarmos pastagens boas que passaram do momento de ser pastejadas, dificultando o ato de bocada do animal, além de ter uma alta proporção de caule em relação às folhas.</p>
<p>Para aperfeiçoarmos o uso das pastagens, devemos estar atentos à altura da forragem para que ela não cresça demasiado e ocorra um desperdício de capim. Também não devemos deixar os animais permanecerem no pasto quando a altura da planta já estiver muito baixa, devendo a saída dos animais ser antes deste momento.</p>
<p>Neste último caso, além de diminuir a eficiência de produtividade do animal, que consumirá uma gramínea de menor qualidade, há maior dificuldade na rebrota dessas forrageiras. Mesmo quando se trata de pastagens rotacionadas e/ou irrigadas, a rebrota é defasada quando a altura da forragem na saída dos animais é abaixo do ideal.</p>
<p>Quando temos um manejo excelente das pastagens, com animais entrando em um pasto de boas características, com altura ideal, e respeitamos a altura de saída, privilegiando tanto a planta como o animal, aí sim lançaremos mão da suplementação nas águas como uma ferramenta para potencializar o ganho dos animais.</p>
<p>Pastagens bem manejadas com alta densidade de forragem permitem que o animal consuma maiores quantidades de MS com menos bocados. Produzir pastos onde, com poucos bocados ocorra grande ingestão de MS, é um grande passo para o bom desempenho animal durante o período das águas.</p>
<p>Com essas definições, podemos então entrar nas características da suplementação em si. Com pastos de boa qualidade, a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-no-periodo-das-aguas/">suplementação</a></strong> atenderá uma pequena exigência do animal, sendo responsável por um ganho a mais do animal que ele teria somente com o pasto.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>O manejo eficiente de pastagens depende de planejamento, escolha correta da forrageira, manejo adequado do pastejo, adubação bem ajustada, uso de dados e estratégias específicas para o período seco. Evitar erros e aplicar práticas corretas permite maior <strong>produtividade, sustentabilidade e rentabilidade do sistema pecuário</strong>.</p>
<h2>Faça do manejo de pastagens o ponto forte da sua pecuária de corte</h2>
<p>Pasto bem manejado é sinônimo de nutrição de qualidade, ganho de peso consistente e menor custo por arroba produzida. Mas alcançar esse nível de eficiência exige mais do que prática: é preciso entender os princípios técnicos que sustentam o bom uso das forragens ao longo do ano.</p>
<p>No <a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</strong></a> do Rehagro, você aprende a planejar, manejar e recuperar pastagens com base em dados, técnicas atualizadas e foco em resultado. São aulas online, ministradas por profissionais que vivem a realidade do campo e compartilham o que realmente funciona.</p>
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		<item>
		<title>Sistema Integração Lavoura Pecuária (ILP): como implementar e os benefícios</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/sistema-integracao-lavoura-pecuaria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Sep 2022 12:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura-pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Sistema Integração Lavoura Pecuária (ILP) é uma estratégia comumente utilizada na pecuária de corte, pois o comércio interno e externo está em constante crescente, gerando uma alta demanda para os sistemas de produção. Desta forma, necessita-se produzir com eficiência para suprir a exigência do abastecimento alimentar e não gerar prejuízos. A quantidade de carne [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Sistema Integração Lavoura Pecuária (ILP)</strong> é uma estratégia comumente utilizada na pecuária de corte, pois o comércio interno e externo está em constante crescente, gerando uma alta demanda para os sistemas de produção.</p>
<p>Desta forma, necessita-se produzir com eficiência para suprir a exigência do abastecimento alimentar e não gerar prejuízos.</p>
<p>A quantidade de carne produzida e o potencial de produção da área são índices que estão inteiramente interligados, contudo, os sistemas tradicionais de produção têm se demonstrado pouco eficientes diante da crescente demanda e redução dos impactos sobre o meio ambiente.</p>
<p>Além disso, a principal fonte de alimentos dos bovinos de corte são as pastagens, tornando necessário a implementação de algumas estratégias, como a aquisição de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/melhoramento-genetico-animal/" target="_blank" rel="noopener">animais geneticamente melhorados</a></strong> e maior aproveitamento do pasto. Diante dessas necessidades, vários estudos foram realizados, surgindo daí, o sistema de ILP.</p>
<p>A ILP fundamenta-se na intensificação do uso da terra, recuperação de áreas degradadas, diversificação de atividades e aumento da eficiência dos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/producao-de-gado-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">sistemas de produção</a></strong>, contemplando os pilares da sustentabilidade. Isto é, ser tecnicamente eficiente, economicamente viável, ambientalmente adequado e socialmente justo.</p>
<p>Essa estratégia realiza a <strong>união de dois sistemas de produção</strong>: a agricultura e a pecuária de forma concomitante.</p>
<p>A integração entre os dois sistemas possibilita ganhos tanto para os animais, quanto para o pasto, porque aproveita a área e após a colheita da lavoura, os nutrientes residuais atuam diretamente na melhoria da qualidade do solo, produzindo forragens de melhor qualidade, e consequentemente, aumentando o desempenho do bovino.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Como implementar a integração lavoura-pecuária (ILP)?</h2>
<p>O primeiro passo é a escolha da espécie forrageira e da cultura. São várias possíveis combinações, dentre as mais comuns estão:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/brachiaria-principais-especies/" target="_blank" rel="noopener">Brachiaria</a></strong> + sorgo;</li>
<li>Brachiaria + milho;</li>
<li>Brachiaria + milho + soja.</li>
</ul>
<p>O que deve ser levado em consideração no planejamento é <em>&#8220;Qual cultura e espécie forrageira se adequa melhor à realidade da minha fazenda”</em>. Os fatores que vão interferir na escolha são clima, preço e disponibilidade das sementes, investimento em máquinas, treinamento e capacitação de mão-de-obra.</p>
<p>O plantio pode ser realizado de várias formas, sendo assim, a área pode ser aproveitada com o cultivo de apenas uma cultura, sendo dividido à parte.</p>
<p>As figuras abaixo demonstram algumas <strong>possibilidades na implementação da ILP</strong>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-15381" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-1.jpg" alt="Forma de implementação da ILP" width="700" height="210" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-1.jpg 1299w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-1-300x90.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-1-1024x307.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-1-768x231.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-1-370x111.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-1-270x81.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-1-740x222.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-1-150x45.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-15382" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-2.jpg" alt="Formas de implementação da ILP" width="700" height="189" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-2.jpg 1299w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-2-300x81.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-2-1024x277.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-2-768x208.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-2-370x100.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-2-270x73.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-2-740x200.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-2-150x41.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p>Os bovinos entram na área após a colheita das culturas, realizando o pastejo. A área em que estavam anteriormente, fica livre para uma nova plantação, o que ajuda na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-principais-etapas-para-uma-reforma-de-pastagem-bem-feita/" target="_blank" rel="noopener">recuperação do pasto</a></strong>. A ideia é que este processo se repita.</p>
<p>O que varia é o tempo de permanência no pasto, uma via que depende da cultura que está implementada no sistema. Tudo depende, então, da realização de um bom planejamento.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-correcao-solo-adubacao-pastagens?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-correcao-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39635 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens.png" alt="E-book Correção do solo e adubação de pastagens" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Benefícios da implementação da ILP</h2>
<ul>
<li>Recuperar as <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-principais-etapas-para-uma-reforma-de-pastagem-bem-feita/" target="_blank" rel="noopener">pastagens degradadas</a></strong>;</li>
<li>Produzir alimento (pasto, forragem e grãos) para os períodos de seca;</li>
<li>Recuperar a fertilidade do solo em áreas degradadas;</li>
<li>Melhorar as condições físicas e biológicas do solo;</li>
<li>Diversificar a renda do produtor;</li>
<li>Reformar as pastagens degradadas;</li>
<li>Aumentar a produção por unidade de área;</li>
<li>Aumentar a eficiência de uso de insumo;</li>
<li>Fornecer maior cobertura ao solo;</li>
<li>Reduzir a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cigarrinhas-das-pastagens/" target="_blank" rel="noopener">infestação de pragas</a></strong>, doenças e plantas daninhas;</li>
<li>Melhorar o desempenho animal a pasto.</li>
</ul>
<p>Diante disso, se empregada de forma correta, <strong>a ILP pode cursar com a aceleração na recuperação do solo</strong> e do retorno financeiro, por consequência de uma maior e melhor produção de massa forrageira, que resultará na formação de palhada, proporcionando maior proteção ao solo, além de maior disponibilização de nutrientes para a forragem.</p>
<p>Isso traz impactos positivos na pecuária de corte como um todo, uma vez que, um dos principais problemas enfrentados em nível nacional é a degradação das pastagens. Contudo, existem alguns pontos de atenção que devem ser analisados antes da tomada de decisão.</p>
<h2>Desafios da integração lavoura-pecuária</h2>
<ul>
<li>Falta de cultura e tradição na atividade;</li>
<li>Desconhecimento dos sistemas de produção;</li>
<li>Escolhas dos cultivares mais adequados;</li>
<li>Falta de infraestrutura e tecnologia;</li>
<li>Elevado investimento inicial;</li>
<li>Deficiência de mão-de-obra qualificada.</li>
</ul>
<p>O sistema consiste em uma importante estratégia de <strong>eficiência produtiva</strong>, que quando bem utilizada, proporciona melhorias na produtividade na agricultura e na pecuária. Todavia, deve-se sempre avaliar a realidade do sistema de produção para que não ocorram prejuízos pós  implementação.</p>
<h2 data-start="202" data-end="279">Faça da integração uma estratégia de alta performance na pecuária de corte</h2>
<p data-start="281" data-end="575">Implementar um sistema de Integração Lavoura-Pecuária (ILP) com sucesso exige conhecimento técnico, planejamento e visão estratégica. Quando bem estruturado, o ILP aumenta a produtividade por hectare, melhora a qualidade do solo, reduz custos com alimentação e eleva a rentabilidade da fazenda.</p>
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		<title>Febre aftosa: importância da vacinação e principais impactos econômicos</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/febre-aftosa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Sep 2022 21:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[perdas econômicas]]></category>
		<category><![CDATA[sanidade]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
		<category><![CDATA[vírus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pecuária de corte representa um dos principais pilares do agronegócio brasileiro. Com grande representatividade na economia, o setor vem se desenvolvendo nos últimos anos tornando o setor mais intensivo e tecnológico. Um grande fator de impulsionamento do setor está na exportação de carne bovina para todo o mundo. Já faz alguns anos que o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A pecuária de corte representa um dos principais pilares do agronegócio brasileiro. Com grande representatividade na economia, o setor vem se desenvolvendo nos últimos anos tornando o setor <strong>mais intensivo e tecnológico</strong>.</p>
<p>Um grande fator de impulsionamento do setor está na exportação de carne bovina para todo o mundo.</p>
<p>Já faz alguns anos que <strong>o Brasil é o maior exportador de carne bovina do planeta</strong>, sendo assim, garantir qualidade e segurança na produção é fundamental para que continuemos aumentando a importância para economia e também com o nobre papel de alimentar pessoas ao redor do mundo.</p>
<p>Alguns fatores, entretanto, são impeditivos para as exportações. Casos de doenças descobertas e descritas podem levar a um grande entrave nas relações comerciais com outros países, gerando grande prejuízo econômico e produtivo para o Brasil.</p>
<p><strong>A Febre Aftosa é uma doença bastante falada na pecuária</strong>, porém, existem alguns pontos de atenção para os produtores que devem ser entendidos.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>O que é febre aftosa?</h2>
<p>A febre aftosa é enfermidade causada por um vírus altamente contagioso que acomete os animais de cascos fendidos (biungulados, casco dividido em duas unhas), tais como: bovinos, bubalinos, caprinos, ovinos e suínos.</p>
<p>Apesar de apresentar baixa mortalidade entre animais adultos, é uma doença que leva a <strong>grandes impactos socioeconômicos</strong> na pecuária, principalmente na de corte, pois ao se identificar um foco, fica proibido o comércio de carne tanto local quanto para exportação.</p>
<p>Por se tratar de uma <strong>doença de notificação obrigatória</strong>, ao identificar um animal com os sinais clínicos, é preciso notificar o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA) rapidamente, no intuito de ação imediata por parte do órgão competente, visando a disseminação da doença.</p>
<p>A notificação se tornou obrigatória e o criador que não notificar, está passível de pagamento de multas.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sanidade-gado-de-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-sanidade-gado&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39640 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png" alt="E-book Sanidade do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Sinais clínicos da febre aftosa</h3>
<p>Como foi falado, para notificar ao MAPA, você deve estar atento aos sinais clínicos do seu rebanho. A doença possui manifestações clínicas que podem ser confundidas com outras enfermidades, como, por exemplo, a diarreia viral bovina.</p>
<p>Sendo assim, o fechamento do diagnóstico só poderá ser realizado por um especialista, que neste caso é o médico veterinário inspetor do Serviço Veterinário Oficial da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio (SEAPI).</p>
<p>O próprio nome da doença já sugere um dos seus principais sinais clínicos, pois os animais contaminados apresentam <strong>febre e vesículas (bolhas)</strong>, características de aftas nos lábios, línguas e cascos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-15372" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/febre-aftosa-1.jpg" alt="Febre aftosa e seus sinais clínicos" width="554" height="314" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/febre-aftosa-1.jpg 554w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/febre-aftosa-1-300x170.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/febre-aftosa-1-370x210.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/febre-aftosa-1-270x153.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/febre-aftosa-1-150x85.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 554px) 100vw, 554px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Descrição da febre aftosa e seus sinais clínicos</span></p>
<p>Além dos principais e mais sugestivos sinais clínicos da doença, você pode observar outros, como:</p>
<ul>
<li>Agitação;</li>
<li>Lábios inferiores e posteriores trêmulos em conjunto com movimentos incomuns da mandíbula;</li>
<li>Salivação exacerbada;</li>
<li>Dificuldade de ingerir os alimentos, tanto concentrado, quanto apreensão de forragem;</li>
<li>Claudicação (manqueira).</li>
</ul>
<p>Todos esses sinais são <strong>atribuídos à temperatura corporal do animal</strong>, que se encontra acima do normal levando à calafrios e pela dor e extremo desconforto gerados pela formação e/ou rompimento das vesículas (aftas).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-15373" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/febre-aftosa-2.jpg" alt="Sintomas da febre aftosa" width="479" height="177" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/febre-aftosa-2.jpg 479w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/febre-aftosa-2-300x111.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/febre-aftosa-2-370x137.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/febre-aftosa-2-270x100.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/febre-aftosa-2-150x55.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 479px) 100vw, 479px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Vesículas rompidas na língua de bovino, provenientes de febre aftosa. Foto: Coletânea de imagens do MAPA. </span></p>
<p>O único método para descobrir se as lesões são provocadas ou não pelo vírus da febre aftosa é por meio de <strong>diagnóstico laboratorial</strong>, ou seja, deve ser realizado exames e enviá-los aos laboratórios oficiais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (LANAGRO).</p>
<h2>Impactos econômicos causados pela febre aftosa</h2>
<p>As perdas causadas pela febre aftosa são grandes, principalmente devido à dor que o gado sente ao se alimentar, beber e locomover. Tudo isso leva a um intenso emagrecimento e, consequentemente impacto sobre o bem-estar animal e grandes perdas produtivas.</p>
<p>O prejuízo econômico causado pela doença se dá devido aos trâmites comerciais, pois, além de afetar o comércio interno, também afeta o comércio externo, <strong>impedindo assim, a comercialização de animais</strong>, produtos e subprodutos originados de animais suscetíveis.</p>
<p>Pode parecer um “exagero” e até mesmo confuso, países vedarem a comercialização de animais assim, mas é entendível, uma vez que, existem alguns países livres da ocorrência de febre aftosa, ou seja, décadas em que não foi diagnosticado nenhum foco da doença.</p>
<p>Desta forma, devido ao <strong>alto poder de transmissão</strong>, a doença pode atravessar de forma muito rápida as fronteiras internacionais, principalmente carne com osso.</p>
<p>Devido ao impacto gerado no mercado cárneo após a doença, tais países implantaram algumas normas sanitárias para impedir o estabelecimento da enfermidade.</p>
<p>A implementação das regras, porém, trouxe alguns efeitos negativos sobre a pecuária, o que levou a graves consequências socioeconômicas, uma vez que o faturamento é menor do que poderia ser se contemplasse todos os países e regiões.</p>
<h2>Transmissão da febre aftosa pelos bovinos</h2>
<p>A forma de transmissão se dá principalmente por meio do contato de animais infectados com os saudáveis, solo, fômites, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bebedouro-para-gado-e-a-importancia-da-qualidade-da-agua/" target="_blank" rel="noopener">bebedouros ou lagos contaminados</a></strong>, aerógena, ou meios da própria fazenda como currais, troncos e bretes.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">A entrada de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-carcaca-bovina/">carcaças</a></strong> contaminadas em outros países ou estados, é um alto veículo de transmissão, diante disso, a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) determinou algumas regras que podem ser encontradas no Código Sanitário para Animais Terrestres. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Contudo, principalmente para exportação, essa barreira sanitária trouxe alguns efeitos negativos para o mercado exportador, pois elas fecham as fronteiras de forma total ou parcial se for identificado algum foco de febre aftosa. Tudo isso, traz impacto econômico à pecuária de corte, podendo reduzir preços dos cortes. </span></p>
<h2>Vacinação contra febre aftosa em bovinos</h2>
<p>A forma de prevenção contempla a <strong>adoção de vacinação obrigatória</strong> somente em bovinos e bubalinos nas zonas livres de febre aftosa com vacinação. Cada estado contempla um período específico para vacinação, normalmente nos meses de maio e novembro.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma grande discussão vem se tornando frequente em torno da não obrigatoriedade da vacinação em alguns estados. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para alguns, a seguridade obtida ao longo dos anos de vacinação obrigatória, seria suficiente para tornar determinado estado livre de febre aftosa sem vacinação, como o estado de Santa Catarina que apresenta esse status desde 2007. Para outros, o risco de se adotar tal medida é alto e de grande potencial para causar prejuízos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No ano de 2021, seis estados (Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Tocantins e Mato Grosso) e o Distrito Federal, alcançaram reconhecimento da Organização Mundial de Saúde Animal, e ao final do ano de 2022, após a vacinação de novembro, <strong>também terão a obrigatoriedade da vacinação suspensa</strong>. </span></p>
<p>Segundo a Radioagência Nacional, com essas medidas<strong> 113 milhões de bovinos</strong> e bubalinos deixarão de ser vacinados anualmente no Brasil.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para você saber quando deve vacinar os seus animais em 2023, acesse o link do <strong><a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/noticias/cerca-de-73-milhoes-de-bovinos-e-bubalinos-deverao-ser-vacinados-contra-aftosa-ate-o-fim-do-mes" target="_blank" rel="noopener">calendário de vacinação</a></strong>.</span></p>
<p><strong>Mas atenção!</strong></p>
<p>Febre Aftosa <strong>não representa risco à saúde pública</strong>, sendo raros os casos em humanos.</p>
<p>O que fazer se observar animais com sinais clínicos sugestivos da doença?</p>
<p>Quando observar qualquer animal com alguma das alterações características, mesmo que você não seja o produtor, comunique imediatamente à unidade local da Defesa Agropecuária.</p>
<h2 data-start="155" data-end="232">Proteção sanitária começa na vacina, mas se consolida na gestão da fazenda</h2>
<p data-start="244" data-end="529">A febre aftosa é uma das maiores ameaças à sanidade do rebanho e à credibilidade da pecuária brasileira no mercado internacional. A vacinação é essencial, mas os impactos econômicos vão muito além da aplicação da dose, exigem planejamento, controle e visão estratégica da propriedade.</p>
<p data-start="531" data-end="827">No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso de Gestão na Pecuária de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende como integrar sanidade, nutrição e gestão financeira para proteger seu rebanho e aumentar a rentabilidade da fazenda. Tudo com aulas 100% online, aplicáveis à realidade do campo e conduzidas por quem vive a pecuária na prática.</p>
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		<title>Terminação intensiva a pasto (TIP): como implementar esse sistema?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/terminacao-intensiva-a-pasto-tip/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Sep 2022 17:39:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[suplementação bovina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A terminação intensiva a pasto (TIP) é um método de produção que se concentra em engordar os animais para o abate usando a pastagem como principal fonte volumosa, sendo fornecido no cocho para os animais a suplementação concentrada. Esse sistema vem sendo cada vez mais empregado em propriedades de gado de corte no Brasil e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>terminação intensiva a pasto (TIP)</strong> é um método de produção que se concentra em engordar os animais para o abate usando a pastagem como principal fonte volumosa, sendo fornecido no cocho para os animais a suplementação concentrada.</p>
<p>Esse sistema vem sendo <strong>cada vez mais empregado em propriedades de gado de corte no Brasil</strong> e é projetado para maximizar o ganho de peso, e aumentar o acabamento dos animais antes do abate, enquanto faz uso eficiente dos recursos disponíveis, como pastagens, água de boa qualidade e suplementos nutricionais.</p>
<p>Nesse sistema, os animais são mantidos em pastagens de alta qualidade, em que têm acesso a forragens bem manejadas. Geralmente, o manejo das pastagens é intensivo, incluindo técnicas como rotação de pastagens, adubação e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cigarrinhas-das-pastagens/" target="_blank" rel="noopener">controle de insetos, pragas</a></strong> e plantas invasoras para garantir a produtividade e a qualidade da forragem.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além do acesso à pastagem, recebem suplementos nutricionais, como concentrados ou subprodutos agrícolas, para atender às suas necessidades nutricionais específicas e promover um rápido ganho de peso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O objetivo principal de um sistema de TIP é <strong>aumentar a eficiência na produção de arroba</strong>, garantindo um produto final de alta qualidade. Ao maximizar o uso de recursos naturais e minimizar os custos de produção, os produtores buscam tornar sua operação mais rentável e sustentável.</span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>Terminação intensiva a pasto (TIP) no Brasil</h2>
<p><strong>A TIP é de extrema relevância para a pecuária brasileira</strong> por diversos motivos. Em primeiro lugar, o Brasil possui vastas extensões de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/" target="_blank" rel="noopener">pastagens</a></strong> e um clima que favorece a produção de carne bovina. Esse método permite aproveitar os recursos naturais de maneira eficiente, produzindo carne com custos reduzidos e menor impacto ambiental.</p>
<p>Um ponto relevante é a qualidade da carne produzida. Com acesso a pastagens de alta qualidade, os animais tendem a acelerar o processo de engorda, quando comparados ao sistema extensivo, indo para o abate mais jovem e garantindo uma carne mais macia.</p>
<p>Pensando no mercado da carne, isso pode influenciar positivamente a reputação da carne brasileira no mercado interno e externo, aumentando sua competitividade.</p>
<p>Falando em competitividade, a produção de carne bovina é um setor altamente competitivo em nível global. Países como o Brasil, que têm uma indústria pecuária robusta e eficiente, precisam manter sua competitividade nos mercados internacionais.</p>
<p>Dessa forma, a TIP pode contribuir para isso, pois permite produzir carne de alta qualidade a custos relativamente baixos. Isso é essencial para competir com outros produtores globais e conquistar uma parcela maior do mercado internacional.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sanidade-confinamento-engorda-a-pasto?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-pontos-sanitarios&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39639 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios.png" alt="E-book Pontos sanitários no confinamento" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Quando ocorre a TIP?</h2>
<p>A terminação intensiva a pasto <strong>é realizada durante a fase final de engorda dos animais</strong>, pouco antes do abate. Isso ocorre quando os animais passam pela <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/recria-intensiva-a-pasto-rip-o-que-e-e-como-aplicar/" target="_blank" rel="noopener">recria</a></strong> e são enviados como boi magro para a terminação.</p>
<p>Durante esse período, é essencial promover um ganho de peso satisfatório e garantir a qualidade da carne e utilizar os recursos disponíveis de forma eficiente.</p>
<p>Especialistas recomendam um <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-dicas-basicas-da-alimentacao-e-manejo-nutricional-de-gado-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">manejo nutricional</a></strong> adequado, incluindo dieta balanceada e suplementos concentrados.</p>
<p>O monitoramento da condição corporal dos animais é fundamental para garantir que estejam ganhando peso esperado, ajustando a alimentação conforme necessário. Além disso, o controle sanitário rigoroso é essencial para prevenir doenças e garantir o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bem-estar-animal-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">bem-estar dos animais</a></strong>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27962 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/terminacao-intensiva-a-pasto1-1.jpg" alt="Gado de corte em um sistema de terminação intensiva a pasto" width="800" height="600" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/terminacao-intensiva-a-pasto1-1.jpg 800w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/terminacao-intensiva-a-pasto1-1-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/terminacao-intensiva-a-pasto1-1-768x576.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/terminacao-intensiva-a-pasto1-1-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/terminacao-intensiva-a-pasto1-1-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/terminacao-intensiva-a-pasto1-1-740x555.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/terminacao-intensiva-a-pasto1-1-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/terminacao-intensiva-a-pasto1-1-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;">Foto: Fernanda Lazzarini Fernandes &#8211; Rehagro</span></p>
<h2>Como implementar a terminação intensiva a pasto?</h2>
<p>Implementar a terminação intensiva a pasto requer um planejamento cuidadoso e a consideração de vários aspectos. Inicialmente, <strong>é essencial avaliar a capacidade da propriedade em termos de área de pastagem, infraestrutura e recursos disponíveis</strong>.</p>
<p>É necessário planejar a distribuição dos piquetes de pastagem e estabelecer <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">um sistema de rotação eficiente</a></strong> para maximizar o uso da área e a manutenção adequada das pastagens.</p>
<p>Em relação ao manejo nutricional, é crucial desenvolver uma dieta balanceada que atenda às necessidades dos animais durante a fase de terminação, vamos aprofundar mais nesse assunto no próximo tópico.</p>
<p>Além disso, o monitoramento regular do peso e da condição corporal dos animais é fundamental para garantir um ganho médio diário (GMD) adequado e ajustar a dieta conforme necessário.</p>
<p>No aspecto sanitário, um programa de controle eficaz deve ser implementado, incluindo vacinações, controle de parasitas e monitoramento da saúde dos animais. Manter registros detalhados de saúde e desempenho dos animais é essencial para identificar e lidar prontamente com problemas de saúde que possam surgir.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>A dieta na TIP</h3>
<p>Animais em terminação apresentam maior exigência energética em suas dietas para garantir boa deposição de gordura na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-carcaca-bovina/" target="_blank" rel="noopener">carcaça</a></strong>.</p>
<p>Animais criados exclusivamente a pasto, mesmo que em pastagens bem manejadas e com bom valor nutricional, demoram para colocar acabamento na carcaça, por esse motivo a inclusão de alimentos concentrados energéticos na dieta é fundamental para o sucesso da terminação.</p>
<p>A quantidade de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-a-pasto-maximize-resultados-na-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">suplemento</a></strong> fornecido depende de uma série de fatores, como disponibilidade de pasto, raça, sexo dos animas dentre outros. Sistemas de terminação intensiva a pasto, trabalham normalmente com fornecimento igual ou superior ao consumo de 1% do PV de ração concentrada, podendo chegar até 2% do PV dos animais, em suplementação. A escolha do suplemento e o ajuste da ração é fundamental para o sucesso da engorda dos animais.</p>
<p><strong>O pasto representa um importante papel na dieta dos animais</strong>, sendo a fonte de fibra que os animais necessitam para garantir saúde ruminal e consequentemente bons desempenhos acompanhados de altos volumes de suplementação.</p>
<p>O fato dos animais consumirem volumoso sob demanda, coletando a forragem diretamente no pasto, leva à uma situação importante onde o rendimento de carcaça dos animais abatidos na TIP é superior ao rendimento de carcaça dos animais abatidos em confinamento.</p>
<h2>Estrutura da terminação intensiva a pasto</h2>
<p>A estrutura da fazenda para a realização da TIP é um ponto de grande importância e atenção por parte do pecuarista.</p>
<p>Animais consumindo suplementação de alto consumo necessitam de espaçamento de cocho mínimo de 40 cm, para animais em engorda, além de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bebedouro-para-gado-e-a-importancia-da-qualidade-da-agua/" target="_blank" rel="noopener">bebedouro com água de qualidade</a></strong> e em abundância.</p>
<p>Outro ponto a ser avaliado é a capacidade da propriedade em distribuir a dieta no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/voce-sabe-a-importancia-de-mexer-o-cocho/" target="_blank" rel="noopener">cocho</a></strong> para os animais, a distância entre os módulos de terminação e a fábrica de ração, o acesso aos módulos e o vagão para distribuição da dieta bem como a própria fábrica de ração devem ser avaliados e dimensionados de tal forma a não comprometer a operação.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-27964" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/terminacao-intensiva-a-pasto-1.jpg" alt="Gado de corte em terminação intensiva a pasto" width="1024" height="768" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/terminacao-intensiva-a-pasto-1.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/terminacao-intensiva-a-pasto-1-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/terminacao-intensiva-a-pasto-1-768x576.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/terminacao-intensiva-a-pasto-1-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/terminacao-intensiva-a-pasto-1-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/terminacao-intensiva-a-pasto-1-740x555.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/terminacao-intensiva-a-pasto-1-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/terminacao-intensiva-a-pasto-1-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;">Foto: Paulo Eugênio</span></p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Os benefícios da implementação da terminação intensiva a pasto incluem a eficiência no uso de recursos naturais, a redução dos custos de produção e a produção de carne de melhor qualidade.</p>
<p>No entanto, os desafios podem incluir a necessidade de investimento inicial em infraestrutura e manejo, além da atenção constante ao manejo nutricional e sanitário dos animais. Um planejamento cuidadoso e a dedicação à gestão são essenciais para superar esses desafios e garantir o sucesso da terminação intensiva a pasto.</p>
<p>A Terminação Intensiva de Bovinos a pasto, quando bem estruturada, pode ser uma excelente alternativa para o produtor que não pode investir em um confinamento.</p>
<h2 data-start="125" data-end="202">Aprimore sua gestão e leve a terminação intensiva a pasto para outro nível</h2>
<p data-start="204" data-end="465">A Terminação Intensiva a Pasto (TIP) é uma estratégia poderosa para acelerar o ganho de peso e aumentar a rentabilidade por área — mas, para alcançar resultados consistentes, é essencial ir além da técnica e dominar também a gestão da pecuária como um todo.</p>
<p data-start="467" data-end="819">No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão na Pecuária de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende com especialistas que atuam no campo, lidando com os mesmos desafios que você. São conteúdos práticos sobre planejamento, análise de custos, tomada de decisão, gestão de pessoas e muito mais — tudo voltado para transformar a sua propriedade em um negócio mais eficiente e lucrativo.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-29870 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/fernanda.jpg" alt="" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/fernanda.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/fernanda-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/fernanda-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>E-book Pontos sanitários no confinamento e engorda a pasto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Sep 2022 18:51:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Aproximadamente 13,2% do rebanho de sistemas intensivos que descuidam da sanidade, apresentam doenças. Em um rebanho de 500 animais, teríamos 66 animais doentes e com baixo desempenho. Aprenda agora os principais pontos de atenção para evitar esse problema. O que você irá aprender com este e-book? Cuidados com a recepção dos animais na propriedade; Melhores [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Aproximadamente 13,2% do rebanho de sistemas intensivos que descuidam da <strong>sanidade</strong>, apresentam doenças. Em um rebanho de 500 animais, teríamos 66 animais doentes e com baixo desempenho.</p>
<p>Aprenda agora os principais pontos de atenção para evitar esse problema.</p>
<h2>O que você irá aprender com este e-book?</h2>
<ul>
<li>Cuidados com a recepção dos animais na propriedade;</li>
<li>Melhores épocas para o controle de carrapato, mosca de chifre e <strong>verminoses</strong>;</li>
<li>Precauções contra doenças como: <strong>botulismo</strong>, clostridioses, raiva e pneumonia;</li>
<li>Importância da <strong>qualidade da água</strong> e conservação dos alimentos;</li>
<li>Acidose ruminal.</li>
</ul>
<h2>Invista na saúde dos animais!</h2>
<p>Um <strong>baixo investimento</strong> na saúde dos animais significa <strong>grandes riscos</strong> para a sua produção, afetando diretamente os lucros da atividade.</p>
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<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sanidade-confinamento-engorda-a-pasto?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-pontos-sanitarios&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39639 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios.png" alt="E-book Pontos sanitários no confinamento" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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		<title>Ciclo pecuário: o que é e como funciona?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Aug 2022 14:36:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ciclo pecuário é um fenômeno caracterizado por flutuações nos preços do gado e da carne, com períodos de baixa e alta, que se repetem de tempos em tempos. Essa volatilidade é causada pela natureza da pecuária de corte, atividade de ciclo longo em que a produção responde muito lentamente a estímulos externos, como os [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>ciclo pecuário</strong> é um fenômeno caracterizado por <strong>flutuações nos preços do gado e da carne</strong>, com períodos de baixa e alta, que se repetem de tempos em tempos.</p>
<p>Essa volatilidade é causada pela natureza da pecuária de corte, atividade de ciclo longo em que a produção responde muito lentamente a estímulos externos, como os preços recebidos, por exemplo.</p>
<p>Assim, quando a <strong>oferta de gado mais gordo aumenta</strong>, os preços caem e outras categorias (gado magro, bezerros e barragens) também se desvalorizam. Sob pressão econômica, os criadores venderam mais vacas para abate. O abate de fêmeas aumenta a oferta de carne e os preços caem ainda mais.</p>
<p>Com a redução do número de matrizes, a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bezerro-do-cedo/" target="_blank" rel="noopener">produção de bezerros</a></strong>, a reposição de animais do rebanho reprodutor e a futura oferta de gado para abate foram afetados. Alguns anos depois, a escassez de touros para abate e novilhas para substituir as vacas descartadas obrigou os preços a subir, reiniciando o ciclo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</div>
<h2>Quais são as fases do ciclo pecuário?</h2>
<p>Quando ocorre <strong>baixa no ciclo</strong>: há um aumento na oferta de bezerros e aumento no abate de fêmeas, além da <strong>redução no preço da arroba do boi gordo, bezerro e boi magro. </strong></p>
<p>Quando ocorre <strong>alta no ciclo</strong>: há uma redução na oferta de bezerros e redução no abate de fêmeas, além do <strong>aumento no preço da arroba do boi gordo, bezerro e boi magro.</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Veja isso na imagem abaixo:</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-14692" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/ciclo-pecuario-1.jpg" alt="Ciclo pecuário na pecuária de corte" width="700" height="591" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/ciclo-pecuario-1.jpg 932w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/ciclo-pecuario-1-300x253.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/ciclo-pecuario-1-768x649.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/ciclo-pecuario-1-370x312.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/ciclo-pecuario-1-270x228.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/ciclo-pecuario-1-355x300.jpg 355w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/ciclo-pecuario-1-740x625.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/ciclo-pecuario-1-150x127.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<h2>Situação atual e perspectivas para 2026</h2>
<p>O ciclo pecuário brasileiro inicia 2026 em fase de transição. Após um 2025 marcado por abates recordes, ajuste de oferta e valorização da reposição, o mercado apresenta equilíbrio entre oferta e demanda e preços firmes da arroba do boi gordo.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o abate de fêmeas ainda está elevado, pressionando a formação de rebanho, e as margens na recria e engorda permanecem desafiadoras em função dos custos de produção.</p>
<p>Para 2026, a perspectiva é de lenta melhora da conjuntura, com menor disponibilidade de gado terminado, demanda externa aquecida (especialmente China e EUA) e valorização dos preços internacionais da carne bovina. O Brasil segue em trajetória de consolidação como líder global em produção e exportações, mas o cenário exige gestão mais eficiente, planejamento de rebanho e atenção a volatilidade cambial e eventuais barreiras comerciais.</p>
<h2>Por que devemos entender o ciclo pecuário?</h2>
<p>Entender o ciclo da pecuária e as fases de preço alto e baixo, nos permite <strong>planejar ações de compra, custos de produção, investimentos e o melhor momento para vender.</strong></p>
<p>Por isso, entender o ciclo da pecuária é essencial para orientar a tomada de decisões “na porta”, que é o único lugar que temos controle.</p>
<p>O <strong>preço da arroba</strong> é um dos fatores que afeta a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/garantindo-margem-de-lucro-na-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">rentabilidade da pecuária de corte</a></strong>. Os pecuaristas, no entanto, têm o poder de ditar o que acontece na fazenda, incluindo ganho de peso, taxas de lotação e custos de produção.</p>
<p>Um planejamento cuidadoso e uma boa estratégia de abastecimento podem reduzir custos e aumentar a produção, resultando em mais arrobas a um preço satisfatório.</p>
<p>Durante as fases altas do ciclo, <strong>é importante</strong> <strong>ficar atento à coleta dos animais</strong>. Isso ocorre porque o ciclo de produção é longo, e o mercado muda quando o bezerro se transforma em uma vaca gorda que pode ser abatida. É até possível estar baixo no ciclo quando os preços de venda estão em desvantagem.</p>
<p>Como resultado, o preço de venda terá um impacto negativo e seus lucros serão menores, principalmente se a produtividade e os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plano-de-contas/" target="_blank" rel="noopener">custos</a></strong> não estiverem bem ajustados.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-planilha-fluxo-de-caixa?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-fluxo-de-caixa&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39647 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa.png" alt="Kit Fluxo de caixa em fazendas de gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2 data-start="267" data-end="341">Antecipe o mercado, posicione sua produção e ganhe vantagem competitiva</h2>
<p data-start="343" data-end="612">O ciclo pecuário impacta preços, oferta e demanda e quem entende esse movimento consegue ajustar sua estratégia de compra, venda e manejo para aproveitar as melhores oportunidades. Mais do que saber o que é o ciclo, é preciso saber agir com inteligência em cada fase.</p>
<p data-start="614" data-end="874">No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso de Gestão na Pecuária de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende a alinhar decisões de campo com os movimentos do mercado, estruturando uma produção mais rentável e sustentável. São aulas online, com aplicação prática e foco total na realidade da pecuária.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/ciclo-pecuario-o-que-e-e-como-funciona/">Ciclo pecuário: o que é e como funciona?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>E-book Sanidade de bovinos de corte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Aug 2022 21:18:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[bactéria]]></category>
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		<category><![CDATA[tratamento de bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[tristeza parasitária bovina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A sanidade dos bovinos é importante para manter a saúde, a segurança alimentar e produtividade em sua fazenda. Saiba as principais enfermidades, tratamentos e pontos de atenção que facilitarão os cuidados com a cria, recria e engorda. O que você irá aprender com este e-book: Manejo do bezerro e a importância da colostragem; Coccidiose ou [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/sanidade-de-bovinos-de-corte/">E-book Sanidade de bovinos de corte</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A sanidade dos bovinos é importante para manter a saúde, a segurança alimentar e produtividade em sua fazenda. Saiba as <strong>principais enfermidades, tratamentos e pontos de atenção</strong> que facilitarão os cuidados com a cria, recria e engorda.</p>
<h2>O que você irá aprender com este e-book:</h2>
<ul>
<li>Manejo do bezerro e a importância da colostragem;</li>
<li><strong>Coccidiose</strong> ou “diarreia preta”: prevenção e tratamento;</li>
<li>Clostridioses: <strong>botulismo</strong>, tétano e mionecrose e prejuízos econômicos;</li>
<li>Vacinação dos animais;</li>
<li>Desafios sanitários do confinamento;</li>
<li>Custos com prevenção e tratamento.</li>
</ul>
<h2>Não ignore a sanidade do rebanho</h2>
<p>Os atuais sistemas de produção demandam um investimento maior do produtor, por isso, a sanidade é tão importante que <strong>não existe produção eficiente com margens de lucro satisfatórias se os animais estiverem com a saúde comprometida.</strong></p>
<p>Afinal, o custo para tratar uma doença pode ser até 5 vezes mais do que o valor necessário para preveni-las.</p>
<p>Este e-book será o seu guia prático para ter em mãos sempre que precisar de mais informações. Clique abaixo e acesso ao <strong>E-book Sanidade do Gado de Corte!</strong></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sanidade-gado-de-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-sanidade-gado&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39640 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png" alt="E-book Sanidade do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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		<title>Creep-feeding e creep-grazing: como funcionam as suplementações de bezerros?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/creep-feeding-e-creep-grazing-como-funcionam-as-suplementacoes-de-bezerros/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jul 2022 13:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bezerros]]></category>
		<category><![CDATA[creep-feeding]]></category>
		<category><![CDATA[creep-grazing]]></category>
		<category><![CDATA[manejo nutricional]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[suplementação bovina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A fase inicial do processo de produção de gado de corte é fundamental para o desempenho dos animais ao longo da vida e, consequentemente, para a rentabilidade do negócio. Potencializar essa fase e acelerar o processo pode ser alcançado com a utilização de estratégias e ferramentas, como o creep-feeding e o creep-grazing.  O produtor busca [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A fase inicial do processo de produção de gado de corte é fundamental para o desempenho dos animais ao longo da vida e, consequentemente, para a rentabilidade do negócio. Potencializar essa fase e acelerar o processo pode ser alcançado com a utilização de estratégias e ferramentas, como o <strong><em>creep-feeding</em> e o <em>creep-grazing</em>. </strong></p>
<p>O produtor busca pela harmonia perfeita entre cria, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/recria-intensiva-a-pasto-rip-o-que-e-e-como-aplicar/">recria</a></strong> e engorda, pois são fatores determinantes para maior eficiência produtiva de um sistema de produção.</p>
<p>Com isso, o peso dos bezerros na desmama é fundamental para a redução da idade ao abate e a melhoria na taxa de desfrute das propriedades.</p>
<p>Entre o nascimento e a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/desmama-de-bezerros-de-corte/">desmama</a></strong>, há a etapa da vida do animal onde se apresentam as melhores taxas de ganho de peso, alcançando, em apenas sete meses, aproximadamente de 25 a 35% do peso final do abate.</p>
<p>O leite proporciona nutrientes imprescindíveis e de grande relevância para o desempenho da cria, sob uma forma simples e de fácil absorção, de maneira a suprir as exigências relativamente altas nesta fase. Até certo momento, quanto mais leite o bezerro recebe da matriz, mais rápido e mais saudável ele cresce.</p>
<p>A relação entre esses dois fatores (produção leiteira da mãe e ganho de peso da cria), no entanto, diminui bastante de intensidade depois de 16 semanas. Esperar, por conseguinte, que a partir da idade de três a quatro meses, boa parte dos nutrientes indispensáveis aos bezerros de corte se origina de outras fontes que não somente do leite materno.</p>
<p>Para suprir as possíveis deficiências nutricionais e potencializar os ganhos dos animais nessa etapa da vida, <strong>determinadas formas de suplementação de bezerros foram desenvolvidas.</strong></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O que é o <em>Creep-feeding</em>?</h2>
<p>O <strong><em>creep-feeding</em> ou cocho privativo</strong>, é uma forma de suplementação com ração balanceada no cocho, dentro de uma área cercada, com acesso exclusivamente ao bezerro. O objetivo é suplementar a cria sem apartar da mãe.</p>
<p>Ainda que haja indicativos da melhoria na eficiência reprodutiva da vaca, o <em>creep-feeding</em> favorece principalmente ao bezerro, tendo como finalidade o aumento do peso a desmama, bem como habituá-lo à suplementação no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/voce-sabe-a-importancia-de-mexer-o-cocho/">cocho</a></strong>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-14027 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/creep-feeding.jpg" alt="Creep-feeding" width="594" height="341" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/creep-feeding.jpg 594w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/creep-feeding-300x172.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/creep-feeding-370x212.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/creep-feeding-270x155.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/creep-feeding-150x86.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 594px) 100vw, 594px" /></p>
<p>Para que a suplementação alcance êxito, irá depender do consumo dos bezerros. Dessa forma, determinadas práticas de manejo podem ser ressaltadas, primeiramente, quando se usa o sistema de cocho privativo:</p>
<ul>
<li>Reunir às crias alguns bezerros mais velhos que já conhecem o sistema, servindo como exemplo;</li>
<li><strong>Espalhar ração do lado de fora do cercado</strong>, de maneira que as vacas possam treinar suas crias a comer;</li>
<li><strong>Permitir o acesso ao cocho</strong>, tanto das vacas quanto dos bezerros, durante alguns dias.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-suplementacao-gado-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=guia-suplementacao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39643 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png" alt="E-book Suplementação do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>O que é o <em>Creep-grazing</em>?</h2>
<p>O <strong><em>creep-grazing</em> ou pasto privativo</strong>, ainda pouco aproveitado no Brasil, é o método que consiste em permanecer os bezerros juntos às suas mães e têm acesso exclusivo a um piquete formado com forrageiras de alto valor nutritivo, pequeno porte e alta densidade, como aveia, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastagens-de-tifton/">tifton</a></strong>, milheto etc.</p>
<p>As instalações (exigências são parecidas às do <em>creep-feeding</em>), são proporcionais ao número de bezerros e à produção de matéria seca da forrageira escolhida pelo tamanho do piquete.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-14028 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/creep-grazing.jpg" alt="Creep-grazing" width="336" height="357" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/creep-grazing.jpg 336w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/creep-grazing-282x300.jpg 282w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/creep-grazing-270x287.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/creep-grazing-150x159.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 336px) 100vw, 336px" /></p>
<h2>Outras alternativas de suplementação de bezerros</h2>
<p>Além dessas duas formas de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-de-bezerros/">suplementação de bezerros</a></strong>, pode ser utilizada a <strong>desmama precoce</strong>, uma vez que essa permite que as matrizes recuperem seu estado corporal e manifestem o cio.</p>
<p>Para a maior eficiência do sistema, porém, é preciso que esta prática ocorra dentro da estação de monta, possibilitando uma nova concepção imediata.</p>
<p>Esta estratégia pode ser utilizada para descartar as fêmeas que não reconceberam ao final da estação de monta, sem que elas fiquem por muito tempo na propriedade ocupando espaço de outra mais produtiva.</p>
<p>Para isso, os bezerros entre 90-120 dias de idade são desmamados e colocados em <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">pastagens adequadas</a></strong>, bem afastados das mães. O pasto apropriado para desmama deve ser formado com forrageiras, correspondendo aos requisitos do <em>creep-grazing</em> (alto valor nutritivo, alta densidade, palatabilidade e baixo porte).</p>
<p>Além do pasto, é aconselhado <strong>suplementar os bezerros com uma ração concentrada</strong> &#8211; a mesma do <em>creep-feeding</em> &#8211; até 6-7 meses, idade correspondente à desmama tradicional, pois as crias têm a capacidade de retirar do concentrado a energia suficiente que encontrariam com o leite.</p>
<p>É esperado que os bezerros consumam de 200 – 400g/cab/dia. Com o passar do tempo, eles somam gradativamente a ingestão, chegando a atingir, na fase final, 2 – 2,5 kg/cab/dia. Pode-se ofertar a quantidade de 1% do peso vivo médio de cada lote, para cada animal por dia, durante o período de 3 a 4 meses.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Característica do suplemento no <em>creep</em></h2>
<p>A suplementação utilizada, no creep, por exemplo, deve receber a devida atenção no momento da formulação, contendo em média, de <strong>18 a 20% de proteína. </strong></p>
<p>Em alguns casos, é interessante a utilização de produtos palatabilizantes na suplementação para fomentar e aumentar o consumo por parte dos bezerros.</p>
<p>Outro ponto de importância para o sistema como um todo é a possibilidade de fornecer aos animais nessa fase da vida, aditivos na suplementação, como salinomicina, monensina dentre outros. Estes, atuam como coccidiostáticos, no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/coccidiose-bovina/" target="_blank" rel="noopener">controle da coccidiose</a></strong>, o que apresenta grande importância para a fase de grande acometimento da eimeriose.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="CREEP-FEEDING: O SEGREDO PARA BEZERROS MAIS SAUDÁVEIS | Por Dentro do Ensino - Corte" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/9Q2bnApDfk4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Considerações sobre <em>creep-feeding</em> e <em>creep-grazing</em></h2>
<p>Em um sistema de produção de bovinos de corte, a taxa de desmama e a quantidade de kg de bezerro desmamado/vaca/ano influenciam diretamente a eficiência do processo de criação.</p>
<p>A capacidade e a melhoria desse indicador está diretamente relacionado ao nível de intensificação da propriedade, quanto maior a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao-e-a-capacidade-de-suporte/" target="_blank" rel="noopener">taxa de lotação</a></strong> da propriedade, maior a eficiência nos manejos reprodutivos e sanitários com as matrizes e suas crias, e o peso de desmama influenciam diretamente nesse indicador de tamanha importância para propriedades de cria.</p>
<p>A suplementação, ainda que na fase de aleitamento, evidencia ser uma importante ferramenta complementar nos projetos que visam níveis altos de produtividade.</p>
<p>Quanto mais pesado desmamar o bezerro, menor será seu tempo no sistema até o abate, reduzindo seu custo de permanência na propriedade ou maior será seu valor de venda e mais rápido as fêmeas são destinadas à reposição. Além disso, permite que as matrizes recuperem seu estado corporal e retome a ciclicidade mais rápido.</p>
<p>Para o produtor é indispensável saber os custos do sistema e devem ser levados em consideração os custos com ração/bezerro.</p>
<p>É essencial, no entanto, observar se um bezerro bem nutrido, durante o primeiro ano de vida, é capaz de suportar maiores estresses climáticos e/ou orgânicos e, consequentemente, te restituir um boi mais pesado no futuro, mostrando mais importante o fechamento econômico da operação.</p>
<h2>Suplementação eficiente começa com pasto bem manejado e estratégia nutricional</h2>
<p data-start="296" data-end="558">Técnicas como creep feeding e creep grazing são poderosas para acelerar o ganho de peso dos bezerros, mas só entregam resultado quando fazem parte de um plano nutricional bem estruturado, com pastagens manejadas de forma estratégica e decisões baseadas em dados.</p>
<p data-start="560" data-end="857">No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso de Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende como planejar a suplementação, manejar as forrageiras com eficiência e construir um sistema produtivo mais lucrativo. Tudo com aulas online, linguagem prática e professores que vivem a realidade do campo.</p>
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<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/creep-feeding-e-creep-grazing-como-funcionam-as-suplementacoes-de-bezerros/">Creep-feeding e creep-grazing: como funcionam as suplementações de bezerros?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Doença da vaca louca: principais sintomas e formas de prevenção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jul 2022 19:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[doenças em bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Popularmente conhecida como “doença da vaca louca”, a Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB) é causada por uma proteína denominada príon, que é naturalmente presente no cérebro de diversos mamíferos, porém, pode causar a enfermidade ao se multiplicar intensamente, levando a infecção. O nome popular se originou pelos sinais neurológicos apresentados pelos bovinos acometidos. O príon gera [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Popularmente conhecida como <strong>“doença da vaca louca”</strong>, a Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB) <strong>é causada por uma proteína denominada príon</strong>, que é naturalmente presente no cérebro de diversos mamíferos, porém, pode causar a enfermidade ao se multiplicar intensamente, levando a infecção.</p>
<p>O nome popular se originou pelos sinais neurológicos apresentados pelos bovinos acometidos. O príon gera lesões cerebrais (encefalopatias) com vacúolos em forma de esponja (espongiforme), assim, <strong>os animais apresentam um comportamento incomum e agressivo</strong>.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Origem da doença da vaca louca</h2>
<p>A Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB) foi <strong>diagnosticada pela primeira vez em 1986 na Europa</strong>. Ficou mundialmente conhecida após um surto epidêmico na Grã-Bretanha em 1992.</p>
<p>Estima-se que mais de 100 mil casos tenham ocorrido e os animais tiveram que ser sacrificados. Além disso, ficou evidenciado como uma doença zoonótica e isso levou a suspensão do consumo de carne bovina no país, gerando grandes impactos socioeconômicos.</p>
<p>O Príon é uma proteína celular normal presente em vários tipos de células do corpo dos ruminantes, mas o agente infectante apresenta afinidade pelo tecido neural. O agente é altamente estável e resistente ao congelamento, ressecamento e calor do cozimento normal, da pasteurização e da esterilização a temperatura e tempo usuais.</p>
<p>Dessa forma, há relatos que indicam que o surto foi devido à ingestão de alimentos contaminados por EEB.</p>
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<h2>Como os bovinos adquirem a doença da vaca louca?</h2>
<p>Não há evidências científicas de que a EEB se transmita horizontalmente, ou seja, pelo contato direto entre bovinos ou entre bovinos e outras espécies contaminadas.</p>
<p>A possibilidade de contaminação vertical (da vaca para o bezerro), contaminação ambiental e por meio de fômites contaminados de tecido bovino é muito baixa. Uma atenção maior deve-se dar ao solo, pois o príon sobrevive lá por três anos, por isso recomenda-se que os <strong>cadáveres de animais com a doença sejam incinerados</strong>.</p>
<p>Existem duas principais formas de adquirir a doença:</p>
<h3>Caso de contaminação direta</h3>
<p>É a forma mais conhecida da doença, decorrente da ingestão de carne contaminada pelo consumo de rações feitas com proteína animal, por exemplo, farinha de carne e ossos.</p>
<h3>Caso de origem atípica</h3>
<p>Apesar de ser pouco discutido, é uma forma que deve ser investigada e merece bastante atenção, pois nela, naturalmente, o príon sofre uma mutação, se tornando infeccioso e gera alterações cerebrais.</p>
<p>Os primeiros casos atípicos de EEB foram diagnosticados, quase que simultaneamente, na França e Itália, em 2004. Outros casos foram sendo identificados pelo mundo e os resultados do primeiro estudo sobre a epidemiologia das EEB atípicas analisou demonstrou que a média de idade dos bovinos acometidos era de 12 anos (variando entre 7 e 18 anos), sendo significativamente maior do que a média de idade da EEB clássica (média de 7 anos, variando entre 3 e 15 anos).</p>
<p>Para muitos pesquisadores e especialistas, o cenário mais condizente para origem da EEB atípica é a forma espontânea em decorrência de um processo natural de envelhecimento, com algumas características em comum com outras doenças, por exemplo, o mal de Alzheimer.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Sinais clínicos da doença da vaca louca</h2>
<p>Até o óbito, a doença evolui de 14 semanas até 1 ano, porém, os sinais clínicos podem ser observados logo no início, caso tenha um diagnóstico preciso e habilidoso para interpretação precoce desses sinais.</p>
<p>Abaixo, segue uma tabela com todos os sinais que podem ser observados para auxiliar na identificação da EEB:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41422" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/tabela-vaca-louca.png" alt="Tabela com sinais clínicos da doença vaca louca observada em bovinos" width="646" height="641" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/tabela-vaca-louca.png 646w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/tabela-vaca-louca-300x298.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/tabela-vaca-louca-150x149.png 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/tabela-vaca-louca-370x367.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/tabela-vaca-louca-270x268.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/tabela-vaca-louca-302x300.png 302w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/tabela-vaca-louca-96x96.png 96w" sizes="auto, (max-width: 646px) 100vw, 646px" /></p>
<p>Além dos sinais clínicos, é necessário realizar diagnósticos diferenciais para outras doenças que, por também afetarem o sistema nervoso, podem apresentar os mesmos sinais clínicos da EEB.</p>
<p>O uso de exames laboratoriais auxilia na identificação. Pode ser realizado o exame de sangue e exame de urina (urinálise). Outro exame que pode ser realizado é do líquido cerebrospinal, pois as encefalites causam alteração nesse líquido e a EEB não causa alterações.</p>
<p>É importante lembrar que as doenças neurológicas que mais acometem os ruminantes no Brasil, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-e-como-prevenir-o-botulismo-bovino/" target="_blank" rel="noopener">o botulismo</a></strong> e a raiva, apesar de não cursarem com alterações no líquido cerebrospinal, apresentam sinais neurológicos quase idênticos. Diante disso, a atenção deve ser redobrada.</p>
<h2>Profilaxia da doença da vaca louca</h2>
<p>A retirada de proteína de origem animal da alimentação de ruminantes, em especial as farinhas de carne e osso, é o <strong>método mais indicado para profilaxia da EEB. </strong></p>
<p>Em especial, é preciso <strong>atentar-se a bovinos idosos destinados ao abate</strong>, pois eles podem servir como fonte de contaminação por meio das farinhas obtidas na utilização visceral.</p>
<p>Ainda sobre bovinos idosos, devem ser frequentemente monitorados, e/ou serem abatidos em uma faixa etária segura entre 2 e 4 anos. Além de se resguardar da EEB atípica, não trará prejuízos econômicos à produção pela longa permanência no sistema.</p>
<p>No Brasil, apesar de proibido, ainda é muito comum a utilização de cama de frango (maravalha ou serragem) na alimentação de ruminantes. Os produtores, porém, correm sérios riscos de contaminação.</p>
<p>O monitoramento da EEB nos frigoríficos deve contemplar: dos cérebros de ruminantes suspeitos de raiva que apresentaram exames com resultado negativo, o acompanhamento dos rebanhos que tiveram animais importados da Europa nos últimos anos, acompanhamento do histórico da qualidade e do teor dos componentes da ração animal.</p>
<h2>Panorama da vaca louca no Brasil</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com classificação da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), <strong>o Brasil é considerado território de risco irrisório para a ocorrência da EEB</strong>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em <strong>setembro de 2021</strong>, contudo, uma notícia chocou o país e o mercado de exportação: em Minas Gerais, um bovino começou a apresentar sinais clínicos e o diagnóstico foi confirmado como EEB. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O caso ganhou <strong>repercussão internacional</strong> e desencadeou um</span> <span style="font-weight: 400;">movimento de queda nos contratos futuros do boi gordo na B3 e no mercado físico, em virtude de maior cautela do setor quanto a <strong>uma possível restrição nas exportações de carne bovina</strong>. Pouco após o choque, foi divulgado que o bovino tinha 10 anos e que a EEB era atípica. O impacto econômico, porém, já havia acontecido. </span></p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A Encefalite Espongiforme Bovina (EEB), popularmente conhecida como “vaca louca”, por ser uma doença pouco comum e que ainda tem um entendimento escasso sobre a sua patogenia, necessita de esforços profiláticos e diagnósticos precoces para impedir a disseminação.</p>
<p>Além disso, deve-se ter muita responsabilidade na identificação dos sinais clínicos, no diagnóstico e, sobretudo, histórico animal (nutrição e idade) para que não seja atribuída uma EEB clássica a uma EEB atípica, a fim de que, o mercado cárneo não sofra as consequências econômicas desse “mal-entendido”.</p>
<p><strong>Dicas importantes:</strong></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Não forneça aos ruminantes qualquer tipo de alimento que <strong>contenha proteína de origem animal</strong>, inclusive cama-de-aviário e os resíduos da exploração de suínos. <strong>É crime federal.</strong></span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Caso seja preparada ração na propriedade com concentrados ou suplementos proteicos, é preciso ter a certeza de que não esteja misturando alimentos de risco. </span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Atenção no controle dos alimentos destinados aos ruminantes, pois há o risco de haver contaminação no transporte, na armazenagem, na pesagem e no próprio cocho dos animais.</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Se você notar um animal apresentando algum sinal de doença do sistema nervoso, como alterações do comportamento, dificuldades de locomoção, paralisia, andar cambaleante, entre outros, comunique às autoridades. </span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">O estudo pioneiro sobre a epidemiologia das EEB atípicas foi realizado em 2012, na França, e demonstrou que, ao contrário da EEB clássica, as formas atípicas eram mais frequentes em bovinos de aptidão corte, quando comparados com os de aptidão leite. Desta forma, <strong>produtores de corte devem redobrar a atenção</strong>. </span></li>
</ul>
<h2 data-start="178" data-end="246">Sanidade é peça-chave na pecuária moderna e começa com boa gestão</h2>
<p data-start="248" data-end="519">A Doença da Vaca Louca levanta preocupações sérias sobre biosseguridade, perdas econômicas e impactos no mercado. Prevenir riscos como esse exige mais do que atenção: exige conhecimento técnico, controle de insumos, boas práticas de manejo e decisões embasadas em gestão.</p>
<p data-start="521" data-end="810">No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso de Gestão na Pecuária de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende a alinhar sanidade, nutrição, planejamento e indicadores econômicos para conduzir sua fazenda com mais segurança e rentabilidade. Tudo isso com aulas online, conteúdo prático e professores que vivem a realidade do campo.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-16154" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-300x96.jpg" alt="Mariana Silva" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<item>
		<title>Sêmen bovino: por quanto tempo permanece viável no botijão?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/semen-bovino-no-botijao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Jul 2022 11:30:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[genético]]></category>
		<category><![CDATA[iatf]]></category>
		<category><![CDATA[melhoramento genético]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[reprodução de bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[sistema reprodutivo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF) é uma realidade na pecuária brasileira. Atualmente cerca de 22,2% do rebanho inseminado foi através dessa técnica, permitindo que um animal com bom desempenho genético deixe o maior número de descendentes, controle de doenças, aumento produtivo e muitas outras vantagens. Porém, para ser realizada com sucesso a IATF [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF)</strong> é uma realidade na pecuária brasileira.</p>
<p>Atualmente cerca de <strong>22,2% do rebanho inseminado</strong> foi através dessa técnica, permitindo que um animal com <a href="https://rehagro.com.br/blog/melhoramento-genetico-animal/"><strong>bom desempenho genético</strong></a> deixe o maior número de descendentes, controle de doenças, aumento produtivo e muitas outras vantagens.</p>
<p>Porém, para ser realizada com sucesso a IATF precisa de alguns materiais básicos como: aplicador, luvas, descongelador, botijão de sêmen, entre outros.</p>
<p>Boas práticas durante o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/reproducao-bovina/" target="_blank" rel="noopener">protocolo de inseminação</a></strong> são fundamentais para manter a integridade do material genético, principalmente quando se trata do botijão de sêmen afinal é dentro desse recipiente térmico que o material é mantido.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Uso adequado do botijão de sêmen bovino</h2>
<p>Inicialmente, ele deve ser guardado em local fresco, sem incidência direta de luz solar, transportado com muito cuidado <strong>sempre na vertical e</strong> <strong>nunca deve ser inclinado</strong> para não correr o risco do conteúdo vazar.</p>
<h3>O que vai dentro do botijão?</h3>
<p><strong>Nitrogênio líquido</strong>. Ele é responsável por conservar as doses do sêmen bovino em -196 °C durante tempo indeterminado desde que a quantidade  seja mantida acima do mínimo.</p>
<p>Para que isso seja possível é necessário fazer a verificação periódica da quantidade de nitrogênio e garantir a integridade do material, para isso usamos a régua graduada, onde a quantidade mínima de nitrogênio não deve ser menor que 15 cm.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13967" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino.jpg" alt="Medindo nitrogênio no botijão de sêmen" width="700" height="394" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino.jpg 1000w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-300x169.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-768x432.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-370x208.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-270x152.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-740x417.jpg 740w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Utilização da régua graduada para mensurar a quantidade de nitrogênio líquido no botijão de sêmen. Fonte: Aula boas práticas nos protocolos de IATF, Professor Douglas Costa (Rehagro)</span></p>
<p>O nitrogênio líquido evapora rapidamente, por isso <strong>o botijão não pode ficar muito tempo aberto</strong>, após o manejo é necessário fechá-lo, caso precise retirar mais doses de sêmen entre as inseminações é necessário abri-lo novamente.</p>
<p>Quando retiramos as doses de sêmen bovino não devemos remover completamente a caneca (estrutura onde ficam as racks que armazenam as palhetas de sêmen), o ideal é que esta fique em contato com nitrogênio líquido por mais tempo, e todo o processo seja realizado de forma rápida.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13969" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-3.jpg" alt="Manejo de amostras de sêmen bovino" width="700" height="394" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-3.jpg 1000w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-3-300x169.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-3-768x432.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-3-370x208.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-3-270x152.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-3-740x417.jpg 740w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Manejo correto para a retirada de amostras. Fonte: Aula boas práticas nos protocolos de IATF, Professor Douglas Costa (Rehagro).</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="MANEJO ADEQUADO DO SÊMEN BOVINO: MELHORES PRÁTICAS E RECOMENDAÇÕES | Por Dentro do Ensino - Corte" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/BaFy4vg-GXs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>O protocolo de descongelamento</h2>
<p>Vários estudos comprovam que caso o descongelamento não seja realizado da forma correta, os espermatozoides morrem durante o processo de descongelamento, o impacta diretamente a <a href="https://rehagro.com.br/blog/taxa-de-prenhez-na-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>taxa de prenhez</strong></a> da propriedade.</p>
<p>Atualmente existem muitas marcas disponíveis no mercado, porém o professor Douglas Costa dá uma indicação prática importante:</p>
<p><em><strong>Não coloque muitas doses de uma vez no descongelador</strong>, pois isso fará com que a temperatura caia muito de forma rápida, logo, as paletas irão descongelar de forma irregular, comprometendo o material.</em></p>
<p>Exemplo: caso o descongelador tenha 4 divisões uma opção é separá-lo com diferentes paletas de animais e raças distintas como na imagem.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13968" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-2.jpg" alt="Distribuição de palhetas de sêmen bovino no descongelador" width="700" height="394" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-2.jpg 1000w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-2-300x169.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-2-768x432.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-2-370x208.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-2-270x152.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-2-740x417.jpg 740w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Sugestão de como distribuir palhetas de sêmen bovino no descongelador. Fonte: Aula boas práticas nos protocolos de IATF, Professor Douglas Costa (Rehagro).</span></p>
<p>A inseminação artificial oferece grandes benefícios aos produtores que optam por essa técnica, contudo a sua eficiência está diretamente ligada a mão de obra qualificada, instalações, manejo dos animais e dos equipamentos.</p>
<h2 data-start="169" data-end="252">Conhecimento técnico que evita prejuízos e potencializa resultados reprodutivos</h2>
<p data-start="254" data-end="458">Saber conservar o sêmen corretamente é apenas o começo. Se você quer maximizar a eficiência da IATF, reduzir falhas no manejo e transformar cada decisão em resultado no campo, é hora de se aprofundar.</p>
<p data-start="460" data-end="778">Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Pós-graduação em Produção de Gado de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende com profissionais que atuam nas principais fazendas do Brasil, com uma formação 100% online, prática e focada em aumentar a produtividade e o lucro da sua propriedade.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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		<title>Boi 777: saiba como aplicar essa técnica</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/boi-777-como-aplicar-essa-tecnica-que-aumenta-a-producao-e-a-produtividade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jul 2022 21:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[boi]]></category>
		<category><![CDATA[cria]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[recria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A técnica do boi 777 é um modelo de sistema de produção, desenvolvido pela Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), como uma sugestão para aumentar a produção e a produtividade das fazendas. Serão produzidas 7 arrobas na cria, 7 recria e 7 na terminação, totalizando 21 arrobas em 24 meses, conforme mostrado na imagem [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/boi-777-como-aplicar-essa-tecnica-que-aumenta-a-producao-e-a-produtividade/">Boi 777: saiba como aplicar essa técnica</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A técnica do <strong>boi 777</strong> é um modelo de sistema de produção, desenvolvido pela Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), como uma sugestão para aumentar a produção e a produtividade das fazendas.</p>
<p>Serão produzidas <strong>7 arrobas na cria, 7 recria e 7 na terminação</strong>, totalizando <strong>21 arrobas em 24 meses</strong>, conforme mostrado na imagem a seguir:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13961" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/boi-777.jpg" alt="Esquema da técnica do boi 777" width="500" height="500" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/boi-777.jpg 1300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/boi-777-300x300.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/boi-777-1024x1024.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/boi-777-150x150.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/boi-777-768x768.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/boi-777-370x370.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/boi-777-270x270.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/boi-777-740x740.jpg 740w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<p>Porém, o mais importante não são os números (777) antes, é crucial entendermos de onde eles vêm.</p>
<p>São estudos de longa data comprovando que <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/desmama-de-bezerros-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">bezerros desmamados</a></strong> com 7 arrobas, seguindo de 7 arrobas produzidas na recria caracterizadas por serem as mais desafiadoras, e as 7 arrobas na terminação encaixa-se em um ótimo modelo em termos zootécnicos e principalmente econômico.</p>
<p>O mais importante que devemos levar é o conceito e não o número.</p>
<p>Isso está ligado ao propósito do produtor dentro da propriedade, pois você pode buscar outros objetivos, e diferentes valores na hora de determinar as metas e mesmo assim conseguir resultados expressivos.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-planilha-fluxo-de-caixa?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-fluxo-de-caixa&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39647 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa.png" alt="Kit Fluxo de caixa em fazendas de gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Qual a relevância do boi 777?</h2>
<p>Você tem uma meta produtiva para cada <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/as-fases-da-bovinocultura-de-corte-quais-sao/" target="_blank" rel="noopener">fase do desenvolvimento dos bovinos de corte</a></strong>?</p>
<p>Para te ajudar com isso, separamos esse vídeo do Dr. Gustavo Siqueira, pesquisador da APTA, explicando o porquê tão importante quanto conhecer a técnica, é ter um bom planejamento e gestão para desenvolver, mensurar e melhorar o seu sistema.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="BOI 777: COMO FUNCIONA ESSE SISTEMA DE PRODUÇÃO? | Por Dentro do Ensino - Corte" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/lkH7GWtB16M?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Além disso, busque sempre o maior ganho de peso a desmama, a melhor meta de ganho na recria, e a maneira mais eficiente de terminar os animais, baseado na realidade da propriedade.</p>
<p>Por isso <strong>o boi 777 traz a relevância de ter uma meta para cada etapa produtiva</strong>, afinal não adianta investir muito na cria, em detrimento da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/recria-intensiva-a-pasto-rip-o-que-e-e-como-aplicar/" target="_blank" rel="noopener">recria</a></strong>, ou vice e versa. Assim, é importante ter um equilíbrio do sistema e melhorar de forma contínua.</p>
<ul>
<li>Determine metas.</li>
<li>Equilíbrio Entre as Fases.</li>
<li>Plano Nutricional.</li>
</ul>
<p>Logo, temos os conceitos de <strong>gestão</strong>, contornar, medir, analisar e consertar os problemas.</p>
<h2 data-start="156" data-end="240">Transforme técnica em resultado e leve sua produção a um novo nível de eficiência</h2>
<p data-start="242" data-end="562">O sistema Boi 777 é uma estratégia comprovada para aumentar a produtividade e reduzir o tempo de abate, mas para que ele funcione de verdade é preciso ter gestão, planejamento e controle de cada fase da criação. Produzir mais arrobas por hectare só é possível quando decisões são tomadas com base em dados e indicadores.</p>
<p data-start="564" data-end="921">No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso de Gestão na Pecuária de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende a estruturar sua produção com foco em eficiência, dominar os custos, indicadores e estratégias que tornam o sistema 777 viável e lucrativo. Com aulas online, conteúdo prático e professores com vivência no campo, o curso te prepara para aplicar técnicas modernas com segurança e resultado.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/boi-777-como-aplicar-essa-tecnica-que-aumenta-a-producao-e-a-produtividade/">Boi 777: saiba como aplicar essa técnica</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Suplementação a pasto do gado de corte: como aumentar a rentabilidade?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-a-pasto-maximize-resultados-na-pecuaria-de-corte/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-a-pasto-maximize-resultados-na-pecuaria-de-corte/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jul 2022 17:51:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pastagem]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[suplementação bovina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Do ponto de vista econômico, as tecnologias devem estar enquadradas no sistema produtivo de forma a elevar sua lucratividade. Toda nova técnica apresenta um custo adicional por unidade produzida, e quando bem aplicada dilui gastos com serviços administrativos e jurídicos, impostos, depreciações de máquinas e equipamentos, aumentando a lucratividade da empresa. A suplementação com energia [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Do ponto de vista econômico, as tecnologias devem estar enquadradas no sistema produtivo de forma a elevar sua lucratividade.</p>
<p>Toda nova técnica apresenta um custo adicional por unidade produzida, e quando bem aplicada dilui gastos com serviços administrativos e jurídicos, impostos, depreciações de máquinas e equipamentos, aumentando a lucratividade da empresa.</p>
<p>A <strong>suplementação com energia e/ou proteína na produção de gado de corte</strong> pode ser estabelecida de acordo com o valor nutritivo da forragem, intimamente ligado à estratégia de manejo do pasto.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
<script>
  hbspt.forms.create({
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    formId: "f83e655b-67de-4fbe-b12a-88b7e9461712"
  });
</script></p>
</div>
<h2>Desempenho do gado de corte a pasto</h2>
<p>É importante destacar que o desempenho do gado de corte a pasto é limitado especialmente pela ingestão de nutrientes, determinada pela composição bromatológica e pelo <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/consumo-de-bovinos-a-pasto/" target="_blank" rel="noopener">consumo de forragem feito pelo animal</a></strong>.</p>
<p>Pesquisadores mostram que animais mantidos em pastagens tropicais durante a seca, com baixos teores proteicos e energéticos, recebendo apenas suplementação mineral, normalmente apresentam perda de peso durante esse período.</p>
<p>Nesse caso, o baixo teor de proteína na forragem limita a fermentação ruminal, a degradação da fração fibrosa do alimento e a ingestão de forragem.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4803 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/suplementacao-a-pasto.jpg" alt="Suplementação a pasto" width="603" height="295" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/suplementacao-a-pasto.jpg 603w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/suplementacao-a-pasto-300x147.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/suplementacao-a-pasto-370x181.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/suplementacao-a-pasto-270x132.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 603px) 100vw, 603px" /></p>
<p><strong>O consumo de forragem de animais em pastagens é um processo complexo</strong>, afetado por diversos fatores, alguns relacionados ao animal em si, como sexo, peso e composição corporal, nível de produção e potencial genético e fatores relacionados à pastagem, como a disponibilidade de forragem, a estrutura do pasto, a composição bromatológica da forragem e, finalmente, a suplementação ou não com alimentos concentrados.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Animais mantidos exclusivamente em pastagens tropicais durante o período quente e chuvoso do ano apresentaram ganho de peso diário entre 0,500 e 0,890 kg cab-1, com médio ao redor de 0,700 kg cab-1, segundo uma pesquisa de Ramalho, em 2006 e Santos e colaboradores em 2007.</span></p>
<p>Dessa maneira, mesmo na estação chuvosa, com forragens apresentando maior qualidade quando comparada ao período seco do ano, os animais não conseguem expressar todo o potencial genético.</p>
<p>Muitas vezes, esse potencial é limitado pela falta de energia, e, também, por proteína, quando em pastagens mais pobres. A suplementação com concentrado pode constituir-se em ferramenta auxiliar para:</p>
<ul>
<li>Melhorar o desempenho individual dos animais;</li>
<li>Aumentar a <a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao-e-a-capacidade-de-suporte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>taxa de lotação</strong></a> dos pastos;</li>
<li>Aumentar a produção total de carne por unidade de área;</li>
<li>Melhorar a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-carcaca-bovina/" target="_blank" rel="noopener">qualidade da carcaça obtida</a></strong>;</li>
<li>Favorecer a preparação dos animais que serão terminados em <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/rotinas-no-confinamento-que-afetam-o-desempenho/" target="_blank" rel="noopener">confinamento</a></strong>, além de encurtar o período do mesmo.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-suplementacao-gado-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=guia-suplementacao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39643 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png" alt="E-book Suplementação do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Suplementação como ferramenta para a melhor utilização das forragens</h2>
<p>Adotando a <strong>suplementação</strong> como ferramenta para a melhor utilização das forragens, pode-se manipular a dieta através de dois mecanismos: aumentando a taxa de digestão ruminal e/ou acelerando a taxa de passagem de componentes indigestíveis.</p>
<p>Porém, adequar níveis de proteína e energia que propicie maior crescimento microbiano e maior utilização da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fibra-efetiva-na-nutricao-de-bovinos-em-confinamento/" target="_blank" rel="noopener">fibra</a></strong> é um grande desafio. Desafio este, que aumenta quando pensamos nas interações entre suplemento e forragem, dependente da quantidade e qualidade de forragem, quantidade e tipo de suplemento oferecido.</p>
<p>Em sistemas de produção já estabelecidos, a suplementação surge como uma ferramenta de auxílio às <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/" target="_blank" rel="noopener">pastagens</a></strong>, visando produções compatíveis com a capacidade genética dos animais.</p>
<p>No entanto, é importante se atentar às estratégias compatíveis e adequadas para cada categoria animal, época e sistema, a fim de que não comprometa a eficiência econômica da propriedade. Uma alternativa para diminuir os custos adicionais com suplementação é a <strong>utilização de suplementos de baixo consumo</strong>.</p>
<p>Em uma pesquisa, novilhos Nelores foram suplementados com 1,5g/kg PV e o resultado foi melhor do que o obtido com animais suplementados apenas com sal mineral. Isso se deve ao fato de que nem sempre maiores resultados biológicos significam maiores respostas econômicas.</p>
<p>Ao avaliar o efeito da suplementação com sal mineral ou suplemento proteico, na época das águas, fornecido na quantidade de 1g/kg de peso corporal, estudiosos observaram diferença estatística nos ganhos médios diários, 0,630 e 0,812 kg/dia nos animais dos tratamentos com sal mineral e suplemento proteico, respectivamente.</p>
<p>Em outro estudo, foi testado o efeito da suplementação com mistura proteica energética fornecido na quantidade de 6g/kg PC contra um grupo controle e obteve-se resultados superiores nos animais que receberam suplementação (1,06 contra 0,77 kg/animal/dia).</p>
<p>As respostas à suplementação são maiores na época seca do ano, sendo principalmente devido a incrementos de 45 a 65% na taxa de degradação da fibra em detergente neutro potencialmente degradável da forragem de baixa qualidade, quando emprega-se suplementação exclusiva com compostos nitrogenados.</p>
<p>Assim, para manejar a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-dicas-basicas-da-alimentacao-e-manejo-nutricional-de-gado-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">nutrição dos animais de corte</a></strong> mantidos a pasto é importante conhecer a dinâmica do manejo das forragens, se atentar a qualidade e quantidade da forragem ofertada, e a interação com a quantidade e tipo de suplemento fornecido, de acordo com diferentes épocas do ano e <a href="https://rehagro.com.br/blog/planejando-e-executando-estrategias-na-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>metas a serem alcançadas</strong></a>.</p>
<h2>Mais produtividade por hectare, mais eficiência no rebanho</h2>
<p>A pecuária moderna exige eficiência: produzir mais arrobas em menos tempo e com menor custo. Isso só é possível com pastagens bem manejadas e um plano nutricional estratégico.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão da Nutrição e Pastagens</a></strong>, você aprende a corrigir falhas no manejo, equilibrar a dieta dos animais e aplicar tecnologias acessíveis que aumentam a eficiência da fazenda e aceleram o retorno financeiro.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Misturadores de ração: veja os principais tipos e garanta qualidade na mistura</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/misturadores-e-qualidade-de-mistura-para-racoes-bovinas/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/misturadores-e-qualidade-de-mistura-para-racoes-bovinas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jul 2022 16:10:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[manejo nutricional]]></category>
		<category><![CDATA[misturadores]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição bovina]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desempenho aquém do esperado e aumento na incidência de desordens metabólicas, mesmo em dietas bem formuladas, são alguns dos problemas observados quando os animais conseguem selecionar e ingerir apenas alguns alimentos específicos da dieta, deixando outros de lado. E isso ocorre quando sua mistura não é realizada corretamente, o que pode ser evitado pelo uso [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Desempenho aquém do esperado e aumento na incidência de desordens metabólicas, mesmo em dietas bem formuladas, são alguns dos problemas observados quando os animais conseguem selecionar e ingerir apenas alguns alimentos específicos da dieta, deixando outros de lado.</p>
<p>E isso ocorre quando sua mistura não é realizada corretamente, o que pode ser evitado pelo uso dos <strong>misturadores de ração</strong>.</p>
<p>Existem diversos modelos e tipos de sistemas de mistura no mercado, cada um com sua especificidade.</p>
<p>Neste texto, você irá entender os <strong>benefícios e gargalos de cada um deles</strong>, bem como o passo a passo para garantir a qualidade da sua mistura, obtendo eficiência máxima no processo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
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  });
</script></p>
</div>
<h2>A evolução nas dietas do gado de corte: tendências e transformações</h2>
<p>Ao longo das últimas décadas, o perfil das dietas utilizadas na produção de gado de corte no país alterou de maneira significativa. Essa alteração foi observada tanto em dietas de confinamento, quanto no perfil dos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-a-pasto-maximize-resultados-na-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">suplementos utilizados para animais a pasto</a></strong>.</p>
<p>O desafio em busca do aumento da produtividade impulsiona técnicos e pecuaristas na utilização de dietas mais energéticas e “adensadas”. Dietas nesses padrões requerem, impreterivelmente, a utilização de maiores proporções de grãos, com diferentes tipos de processamento, e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/alimentos-volumosos-em-confinamento/" target="_blank" rel="noopener">alimentos concentrados</a></strong>.</p>
<p>A inclusão de grãos na dieta de bovinos de corte no Brasil pode variar conforme o sistema de produção adotado e o objetivo da terminação dos animais. Em sistemas de confinamento ou semi-confinamento, a inclusão de grãos pode alcançar de <strong>60% a 80% da matéria seca</strong> total da dieta.</p>
<p>Em sistemas, como a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/terminacao-intensiva-a-pasto-tip/">Terminação Intensiva a Pasto (TIP)</a></strong>, o uso de grãos na suplementação pode variar entre 20% e 40%, dependendo da qualidade do pasto disponível e da estratégia nutricional adotada.</p>
<p>Esses percentuais são ajustados de acordo com os custos dos insumos e as metas de ganho de peso desejadas, considerando também fatores como a época do ano e a disponibilidade de forragens.</p>
<p>Essa realidade implica em uma série de consequências, além dos esperados ganhos em desempenho, <strong>desafiar ruminantes a dietas ricas em energia acarreta desafios significativos</strong>, a utilização de aditivos, a necessidade de adaptação dos animais, os cuidados com a homogeneidade da dieta, dentre outros fatores que são fundamentais na mitigação dos riscos observados nessas dietas.</p>
<p>Por consequência dos processos evolutivos, bovinos são ruminantes com baixa capacidade de seleção dos alimentos, principalmente quando comparados a pequenos ruminantes como caprinos e ovinos.</p>
<p>Porém, na oferta de uma dieta com grande segregação de alimentos, é possível se observar a seleção e a predileção de certos alimentos por parte dos bovinos, possibilitando que animais, principalmente confinados, consumam maiores ou menores quantidades de grãos e alimentos concentrados do que o determinado no momento da formulação da dieta.</p>
<p>Esse fator transforma o risco de desordens metabólicas, como acidose e timpanismo, ainda mais evidente no caso de seleção por alimentos mais energéticos ou resulta em desempenho aquém do esperado quando os volumosos são selecionados pelo indivíduo.</p>
<p>Por isso é tão importante que se garanta durante o fornecimento de uma dieta total, <strong>uma perfeita mistura dos alimentos nas suas devidas proporções</strong>, onde os animais não consigam selecionar os alimentos, ingerindo partes precisas da dieta formulada.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-misturadores-qualidade-mistura?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-misturadores&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39637 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores.png" alt="E-book Misturadores de ração" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como garantir a qualidade da mistura?</h2>
<p>A homogeneidade da mistura é um fator importante também quando lembramos dos minerais e aditivos que são incluídos na dieta em menores proporções, sendo que <strong>qualquer falha na mistura pode resultar ingestão desbalanceada desses micronutrientes e, consequentemente, menor desempenho</strong>.</p>
<p>Uma sugestão prática é sempre checar se a dieta batida na fazenda está mais próxima possível da dieta formulada pelo nutricionista. Portanto, a precisão no carregamento é fundamental.</p>
<p>A experiência do operador conta muito para o resultado desse processo. Recomenda-se que a variação da dieta a campo e formulada não ultrapasse 10%, sendo que abaixo de 5% é que consideramos ideal.</p>
<h2>Quais são os tipos de misturadores de ração?</h2>
<p>A principal forma utilizada para se misturar uma dieta é pela utilização de<strong> misturadores</strong>. Existem diversos modelos de misturadores de ração e tipos de sistemas de mistura no mercado, cada um com sua especificidade, qualidade e deficiência:</p>
<ul>
<li><strong>Misturadores com roscas horizontais ou verticais;</strong></li>
<li><strong>Misturador com rotor;</strong></li>
<li><strong>Misturador por tombamento.</strong></li>
</ul>
<p>Podem ser estacionários, tracionados ou acoplados no chassi de caminhão.</p>
<p>Entender os benefícios e os gargalos de cada um desses tipos é fundamental para que a operação flua da melhor e mais eficiente forma possível. Portanto, assertividade na escolha do tipo de sistema de mistura para a realidade da fazenda é o ponto de partida para garantir a qualidade da mistura.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-de-bovinos-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-42003 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new.png" alt="Pós-graduação em Nutrição de Bovinos de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Misturador com rosca vertical (helicoide)</h3>
<p>Sua principal característica é sua <strong>capacidade de misturar volumosos</strong> com partículas de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fibra-efetiva-na-nutricao-de-bovinos-em-confinamento/" target="_blank" rel="noopener">fibras</a></strong> maiores, como por exemplo, o feno, em suma a robustez dos equipamentos desse tipo também se destacam.</p>
<p>Entretanto, para garantir uma mistura homogênea em vagões com rosca vertical, no geral, necessita-se de um maior tempo de mistura, cerca de <strong>8 a 10 minutos</strong>, o que proporciona maiores gastos com combustível e desgaste dos tratores ou consumo de energia.</p>
<p>Nesse tipo de misturador deve-se estar atento à presença de facas para repicagem. Estas facas reduzem o tamanho da partícula, portanto não é indicado para dietas de confinamento. Sua indicação é para fenos, recém secos e demais componentes secos que possuem fibras longas.</p>
<p>Há no mercado a opção com duas roscas verticais. Caso você opte por adicionar algum outro ingrediente que não seja volumoso e seja mais denso, atente-se para que ele seja adicionado ao misturador por último para melhor a homogeneidade da mistura.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11259" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-3.webp" alt="Misturador com rosca vertical" width="600" height="450" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-3.webp 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-3-300x225.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-3-370x278.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-3-270x203.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-3-80x60.webp 80w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></span><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Parte interna do misturador com rosca vertical. Fonte: Dra. Andrea Mobiglia.  </span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11260" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-4.webp" alt="Misturador helicoidal vertical" width="650" height="412" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-4.webp 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-4-300x190.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-4-370x235.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-4-270x171.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" />Mecanismos helicoidal vertical e facas de repicagem. Fonte: site da Siltomac. </span></p>
<h3>Misturador com rosca horizontal</h3>
<p>Em contraste com o misturador vertical, o misturador horizontal tem como <strong>característica melhores condições de misturar volumosos com partículas de fibra menores</strong>, como a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/por-que-usar-snaplage/" target="_blank" rel="noopener">silagem de milho</a></strong> ou capim. Sua maior eficiência na mistura permite que esses misturadores proporcionem misturas homogêneas com menores tempos de mistura.</p>
<p>Nesse modelo é possível adicionar ingredientes de menor inclusão, garantindo sua distribuição uniforme. Portanto, o misturador horizontal é indicado em dietas com inclusão de grãos, farelos e subprodutos, podendo ser encontrado no mercado sistemas com 3 ou 4 roscas.</p>
<p><strong>O tempo de mistura vai variar de 2 a 6 minutos</strong>, dependendo da capacidade do misturador e o tipo de dieta. Recomenda-se que o carregamento seja feito primeiro com os alimentos concentrados e depois com os alimentos volumosos.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11261 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-5.webp" alt="Misturador helicoidal horizontal" width="348" height="254" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-5.webp 348w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-5-300x219.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-5-270x197.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 348px) 100vw, 348px" />Misturador helicoidal horizontal de 3 roscas. Fonte: site da Siltomac. </span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11262 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-6.webp" alt="Misturador horizontal com 4 roscas" width="316" height="222" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-6.webp 316w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-6-300x211.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-6-270x190.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 316px) 100vw, 316px" />Demonstração de movimento das roscas em misturador horizontal de 4 roscas. Fonte: site da Kuhn do Brasil.</span></p>
<h3>Misturador por tombamento</h3>
<p>Esse misturador é <strong>indicado para ração de mistura total</strong>, podendo conter silagem, subproduto, grãos e núcleo. Seu mecanismo de mistura é feito por correntes e travessas, que evitam a deposição de ingrediente com maior densidade no fundo do equipamento.</p>
<p>Recomenda-se acrescentar o volumoso antes do concentrado nesse tipo de sistema, ou até mesmo carregar em “sanduíche”, caso haja 2 fontes de volumosos, por exemplo, bagaço de cana e silagem.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11263" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-7.webp" alt="Misturador por tombamento" width="650" height="461" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-7.webp 698w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-7-300x213.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-7-370x262.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-7-270x191.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" />Correntes e travessa de misturador com rotor tombamento. Fonte: site da Siltomac.</span></p>
<h3>Misturador com rotor central e rosca</h3>
<p>Esse modelo de misturador vem ganhando grande destaque dentre os diversos tipos de vagões, pois <strong>garante uma excelente qualidade de mistura com tempo reduzido de funcionamento</strong> mesmo quando comparado aos misturadores de rosca horizontal, além disso, permite-se incluir diferentes tamanhos de partículas de volumosos.</p>
<p>Esses misturadores contém a combinação de duas roscas sem fim e rotor central contendo pás. O mecanismo combinado desse último modelo citado permite melhor qualidade de mistura em rações com maior quantidade de concentrado e menor tempo de mistura.</p>
<p>Outra característica interessante é que esse tipo de mecanismo minimiza quebra de ingredientes peletizados ou floculados. O tempo de mistura deve ser a combinação da velocidade do rotor e tipo de dieta.</p>
<p>Uma recomendação prática de mistura é, em média, de 10-15 giros, com a velocidade de rotação (RPM) recomendado pelo fabricante, o que equivale aproximadamente <strong>3 a 6 minutos</strong>. Esse tempo deve ser checado para cada equipamento de acordo com o teste de qualidade de mistura da ração, que não deve variar de 5-10% comparado com a ração formulada.</p>
<p>A recomendação é que os ingredientes concentrados (grãos, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/coprodutos-da-industria-do-algodao-para-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">coprodutos</a></strong>, farelo e núcleo) sejam carregados antes do volumoso, sendo do mais denso para o menos denso.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11264 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-8.webp" alt="Misturador com rotor central" width="260" height="347" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-8.webp 260w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-8-225x300.webp 225w" sizes="auto, (max-width: 260px) 100vw, 260px" />Misturador com duas roscas sem fim e rotor central contendo pás. </span><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Arquivo pessoal da Dra. Andrea Mobiglia. </span></p>
<h3>Misturadores e caixas estacionárias</h3>
<p>Independente de qual desses tipos de vagões &#8211; eles podem ser estáticos ou não &#8211; <strong>operações de maior porte que necessitam misturar grandes quantidades de ração</strong>, podem utilizar um misturador estacionário assessorados por um vagão apenas distribuidor ou caixas estacionárias de pré-carregamento assessorado por um misturador para reduzir o tempo do ciclo de alimentação.</p>
<p>Em confinamento acima de 15 mil cabeças, esse tipo de sistema otimiza a quantidade de equipamento distribuidor, combustível e funcionários. Vale a pena colocar essa conta na ponta do lápis.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10956 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/misturadores-9.jpg" alt="Caixa estacionária" width="252" height="336" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/misturadores-9.jpg 252w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/misturadores-9-225x300.jpg 225w" sizes="auto, (max-width: 252px) 100vw, 252px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Caixa estática pré-mistura. Fonte: Arquivo pessoal da Dra.Andrea Mobiglia. </span></p>
<p>Uma análise interessante foi feita em 15 confinamentos comparando os dois sistemas: carregamento direto no misturador acoplado a um caminhão (método tradicional) e o uso de caixas estacionárias para pré-carregamento antes de serem tombadas no caminhão misturador.</p>
<p>Essa análise mostrou que a variação de carregamento em peso absoluto foi menor com o uso de caixas estacionárias.</p>
<p>Essa diferença, possivelmente, pode ser explicada pela otimização da mão de obra e do tempo no carregamento e descarregamento, que possibilita os funcionários serem mais precisos na quantidade de ingrediente na hora do carregamento, sem ter outro funcionário aguardando ou ele mesmo fazendo as duas operações.</p>
<p>A precisão no carregamento além de acarretar melhor qualidade da batida, minimiza desperdícios de ingredientes.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10957" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/misturadores-10.jpg" alt="Caixa estacionária e carregamento direto" width="650" height="405" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/misturadores-10.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/misturadores-10-300x187.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/misturadores-10-370x231.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/misturadores-10-270x168.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Variação absoluta de carregamento, em quilograma, entre o uso de caixa estacionária e carregamento direto no misturador acoplado ao caminhão. </span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Dados não publicados do arquivo pessoal de Dra. Andrea Mobiglia, consultora e coordenadora de ensino da Pecuária de Corte do Rehagro.</span></p>
<h2>Importância da escolha adequada do misturador de ração</h2>
<p>Escolher o misturador que melhor se adeque à realidade e características específicas de cada operação é fundamental, <strong>evitando desperdícios e ineficiência</strong>. Além disso, outros fatores devem ser levados em consideração para se garantir uma mistura de qualidade e uma dieta homogênea.</p>
<p>Todos os equipamentos possuem a versão com balança, o que se torna a opção mais interessante para monitorar a operação, carregamento e descarregamento controlado e o consumo dos animais.</p>
<p>Falhas na pesagem do ingrediente e maiores fornecimentos de determinado ingrediente da ração por si só já são causas para dietas desbalanceadas, por isso sempre estar atento no momento do carregamento e sempre conferir e aferir a precisão da balança, que pode ser feito 1 a 2 vezes no ano.</p>
<p>Além disso, a distribuição programada, com balança no equipamento distribuidor, torna-se essencial para o controle do consumo dos animais, principalmente quando o tema é <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/rotinas-no-confinamento-que-afetam-o-desempenho/" target="_blank" rel="noopener">confinamento</a></strong>.</p>
<h3>Capacidade do equipamento</h3>
<p>A sobrecarga dos equipamentos destinados a misturas da dieta, pode e vai interferir na qualidade da mistura, respeitar as especificações do fabricante de cada vagão é uma premissa importante, pois a sobrecarga impede que as partículas dos alimentos se misturem. Volumosos ocupam mais espaço, portanto, fique atento à capacidade cúbica, ao invés de checar apenas a capacidade em peso.</p>
<p>Entre dois tratos e, consequentemente, duas cargas do vagão, pode sobrar ração dentro do equipamento. Essa sobra, normalmente, pode interferir no momento do fornecimento do trato seguinte e alteração da composição da dieta do próximo trato.</p>
<p>Nesse caso, devemos cuidar para que essa sobra não seja acrescentada em dietas de adaptação, por exemplo, o que resultaria uma dieta mais energética, possivelmente, resultando em distúrbios metabólicos nos animais não adaptados.</p>
<h2>Manutenção do misturador e componentes</h2>
<p>Defeitos mecânicos e ausência ou ineficiência de algum componente do vagão também podem ocorrer e prejudicar o trabalho. Por exemplo, o desgaste das facas do vagão, por exemplo, irá comprometer a eficiência da mistura, no caso de fardos de fenos em misturadores verticais.</p>
<p>Por outro lado, se essas facas forem utilizadas em dietas de terminação contendo volumoso, poderá reduzir o tamanho de fibra além do exigido para manter a saúde ruminal, resultando em problemas metabólicos.</p>
<p>O atraso de tratos devido problemas mecânicos, consumo maior de combustível, ineficiência de mistura por desgaste de componentes, entre outros podem ser evitados através de manutenção periódica aos equipamentos e seus componentes.</p>
<p>Esteja sempre em dia com a manutenção do equipamento, e atento às exigências e recomendações dos fabricantes.</p>
<h2>Tempo de mistura</h2>
<p>O tempo em que os alimentos permanecem no vagão para misturar <strong>é crucial para o estado final da dieta</strong>. O tempo de mistura ideal varia de acordo com o equipamento utilizado, capacidade, marca do misturador e principalmente de acordo com o tipo de ingredientes utilizados, <strong>variando entre 3 e até 15 minutos</strong>.</p>
<p>Ao contrário do que muitos pensam, o tempo excedido de mistura da ração segrega as partículas “desmisturando” a dieta em vez de misturar, por isso devemos manter o tempo ideal.</p>
<p>Um teste fácil de realizar a campo é fixar um tempo de mistura, de acordo com a recomendação do tipo de misturador, e coletar amostras para enviar para laboratório como descreveremos mais adiante. Preconizamos que essa variação não deve ser maior que 10% entre amostras, sendo menor que 5% considerado com variação ideal. Lembre-se também de compará-la com a dieta formulada!</p>
<h3>Dica rápida para ajuste de tempo de mistura</h3>
<p>Para ajustar o tempo de mistura e ordem de carregamento, faça a amostragem da dieta como descrito no item “6 passos para mensurar a qualidade da mistura”, mas antes de enviar para laboratório, passe uma amostra na peneira <i><span style="font-weight: 400;">Penn State</span></i><span style="font-weight: 400;"> e cheque se a distribuição de fibras está uniforme para o início, meio e fim do descarregamento.</span></p>
<p>Fixado o tempo ideal, amostre seguindo os passos recomendados e envie o laboratório de sua confiança para uma análise mais precisa. Lembre-se que o uso da distribuição de fibra é apenas um norteamento para o ajuste, mas as chances de erros são bem maiores do que as análises químicas. Uma dieta desbalanceada pode representar resultados aquém do esperado.</p>
<h2>6 passos para mensurar a qualidade da mistura</h2>
<p>A amostra que será enviada para laboratório deve representar a batida, e a forma como fazemos isso impacta diretamente nos resultados. O passo a passo abaixo pode ser conduzido de forma simples e bastante eficiente.</p>
<ol>
<li>Após a batida, selecione 3 cochos para serem amostrados, sendo o primeiro cocho, um cocho intermediário, e o último cocho do descarregamento.</li>
<li>Assim, que a ração for distribuída, caminhe na frente do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/voce-sabe-a-importancia-de-mexer-o-cocho/" target="_blank" rel="noopener">cocho</a></strong> coletando amostras, utilizando um equipamento em forma de concha ou a própria mão fazendo formato de concha. Faça a coleta antes dos animais terem acesso à comida para evitar seleção e contaminação pela saliva do animal.</li>
<li>Colete 1 amostra (mão cheia) a cada 5-10 metros, dependendo do tamanho do cocho, e coloque-as em um balde limpo. Alterne coletas no fundo, no meio e no topo da pilha de alimento, evitando pegar ração que tenha sobrado do dia anterior. Garanta de 5 a 10 amostras por cocho.</li>
<li>Após terminar a coleta no primeiro cocho, misture bem o conteúdo do balde, vire o balde em uma superfície limpa e reparta a amostra em 4 partes. Selecione 1 parte e repita a repartição. Faça esse procedimento até obter uma amostra de 200-500 gramas.</li>
<li>Coloque a amostra em um saco e lacre, identificando a amostra com o tipo de ração, batida e data da coleta. Envie para laboratório em até 24 horas para análise de algum componente da dieta de baixa inclusão, como por exemplo, zinco, ionóforo, cálcio. Pode-se analisar o teor de proteína, mas nesse caso a precisão será menor.</li>
<li>Faça o mesmo procedimento com os outros dois cochos. Quando você receber os resultados, compare o percentual de variação entre as 3 amostras da mesma batida.</li>
</ol>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;"> <img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10958 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/misturadores-11.jpg" alt="Coleta de amostra de alimento" width="227" height="208" /></span><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Demonstração da posição da mão durante a coleta de amostra para evitar perder partículas de alimento, obtendo amostras mais representativas. Fonte: Arquivo pessoal de Dra. Andrea Mobiglia. </span></p>
<h2>Dicas rápidas para evitar erros</h2>
<p>Seguindo as etapas citadas, é possível atingir a máxima eficiência do nosso sistema em proporcionar uma dieta homogênea, mais próxima possível da formulada e por consequência, desempenho animal esperado.</p>
<p>Deixamos aqui algumas dicas rápidas para evitar erros e desperdícios:</p>
<ul>
<li>Lembre-se que ração com maior quantidade de volumoso exige maior capacidade do vagão;</li>
<li>Selecionar o misturador ideal depende de vários fatores, avalie os prós e contras e acordo com sua necessidade e condições de investimento;</li>
<li>O número de cabeças alimentadas e o operacional de cada fazenda irá determinar o tamanho do misturador e o número de carregamentos;</li>
<li>Faça um teste para cada tipo de ração para determinar o tempo de mistura ideal. Rações com maior quantidade de volumosos tendem a requerer mais tempo de mistura;</li>
<li>Treine seus colaboradores para melhor eficiência da operação, uso adequado dos equipamentos e, principalmente, para padrões de segurança.</li>
</ul>
<p>A qualidade da mistura é um entre muitos pontos de atenção necessários para alcançarmos alta eficiência na nutrição, que pode representar mais de 70% dos custos de produção na pecuária de corte.</p>
<p>Para o pecuarista que deseja <strong>aumentar sua margem de lucro</strong>, mas não sabe por onde começar, planejar melhor a estratégia nutricional do rebanho pode ser um ótimo caminho.</p>
<h2>Torne-se referência em nutrição na pecuária de corte!</h2>
<p>Com a <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-de-bovinos-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pós-graduação em Nutrição de Bovinos de Corte</strong></a>, você vai aprender na prática a formular dietas que garantem o desempenho dos animais e geram lucro para o produtor.</p>
<p>Além disso, será capaz de montar estratégias nutricionais completas, alinhadas à realidade e aos objetivos da fazenda. Torne-se um profissional completo, dominando técnica e gestão, ganhando destaque no mercado da sua região.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16050 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia-300x96.jpg" alt="Andrea Mobiglia" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Recria intensiva a pasto &#8211; RIP: saiba como aplicar essa estratégia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Mar 2022 17:48:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[recria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O processo de intensificação dos sistemas de produção da carne passa, dentre outros fatores, pelo aumento da produtividade por área útil utilizada, sem a perda na eficiência de desempenho por animal. Em resumo, a intensificação permite que em uma mesma área, se produza mais animais sem comprometer o desempenho individual. Além dos ganhos “diretos” com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O processo de intensificação dos sistemas de produção da carne passa, dentre outros fatores, pelo aumento da produtividade por área útil utilizada, sem a perda na eficiência de desempenho por animal.</p>
<p>Em resumo, a intensificação permite que em uma mesma área, se produza mais animais sem comprometer o desempenho individual.</p>
<p>Além dos ganhos “diretos” com aumento da produtividade, existe um fator determinante que corrobora com o processo de intensificação que é a diluição dos custos operacionais relacionados àquele sistema de produção, ou seja, produzir mais, em menos tempo e na mesma área permite a otimização dos custos envolvidos na operação da atividade.</p>
<p>E dentre as tradicionais <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/as-fases-da-bovinocultura-de-corte-quais-sao/">fases de um sistema de produção</a></strong>, cria, recria e engorda, <strong>a recria apresenta uma grande oportunidade</strong> dentro desse cenário apresentado acima que permite maior giro do negócio.</p>
<p>Ao longo dos próximos parágrafos vamos tratar sobre uma estratégia ainda pouco difundida e que pode representar grandes oportunidades, a <strong>Recria Intensiva a Pasto (RIP)</strong>, e como esta estratégia, desenvolvida e pesquisada pelos professor Dr. Gustavo Siqueira e Dr. Flávio Dutra do APTA, se transformou em uma excelente alternativa para solucionar problemas de desempenho na fase da recria.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>A utilização da recria intensiva a pasto</h2>
<p>A <strong>recria intensiva a pasto (RIP)</strong> é um programa de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-a-pasto-maximize-resultados-na-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">suplementação</a> </strong>realizado com os animais em fase de recria, período da vida do animal após a desmama até sua entrada em fase de terminação ou engorda, onde é chamado de boi magro.</p>
<p>Normalmente é considerado como recria o tempo em que os animais saem de 210 Kg ou 7 arrobas, até os 420 Kg, 14 arrobas.</p>
<p>Essa métrica da recria sendo de 7 a 14@ serve como balizamento, mas é muito comum encontrar sistemas que trabalham e consideram pesos diferentes para essa fase (desmama a boi magro), principalmente, em propriedades mais intensivas, onde o ganho ao longo da recria é maior, tanto à desmama quanto na entrada dos animais na fase de engorda seja ela a pasto ou em confinamento.</p>
<p>Há ainda propriedades que por diversos motivos desmamam bezerros mais leves e ou entram com os animais mais pesados na engorda, concentrando o maior ganho de peso na fase que a fazenda tem mais facilidade de obter melhores resultados.</p>
<p>A utilização da recria intensiva a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/consumo-de-bovinos-a-pasto/" target="_blank" rel="noopener">pasto</a></strong> se dá principalmente pela alta demanda de animais para engorda, seja pela própria propriedade ou pelo mercado de maneira geral.</p>
<p>Intensificar a recria, permite que mais animais fiquem aptos a entrar na fase de engorda em menos tempo, isso aumenta consequentemente a oferta de animais para a engorda.</p>
<p>O longo período destinado a recria dos animais é entendido como um gargalo importante para as propriedades, criar estratégias para diminuir esse tempo de recria, aumentando a eficiência do sistema produtivo e a rentabilidade dentro dessa fase é de suma importância para a pecuária nacional.</p>
<p>A RIP dentre as estratégias disponíveis apresenta uma solução interessante para essa fase da vida dos animais, principalmente para proprietários que já trabalham com um certo nível de intensificação.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11961" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-1.webp" alt="Gado de corte se alimentando" width="375" height="500" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-1.webp 636w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-1-225x300.webp 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-1-370x493.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-1-270x360.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 375px) 100vw, 375px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: <span style="font-weight: 400;">Arquivo pessoal de Vinícius Costa, consultor em Pecuária de Corte do Rehagro.</span></span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11962" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-2.webp" alt="Gado em recria intensiva a pasto" width="550" height="309" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-2.webp 959w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-2-300x169.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-2-768x432.webp 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-2-370x208.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-2-270x152.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-2-740x416.webp 740w" sizes="auto, (max-width: 550px) 100vw, 550px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Arquivo pessoal de Vinícius Costa, consultor em Pecuária de Corte do Rehagro.</span></p>
<h2>Qual a estratégia da recria intensiva a pasto?</h2>
<p>A RIP, consiste basicamente em um <strong>alto fornecimento de suplementação para os animais em recria</strong>. Espera-se que nessa estratégia seja alcançado ganho em torno de 800 gramas a 1 Kg de peso vivo por dia, por animal.</p>
<p>Levar os animais de 200 para 400 Kg em 8 meses, em uma recria já com bons níveis de produtividade os animais tendem a ganhar, em um ano, cerca de 200 Kg de peso vivo.</p>
<p>Com a estratégia para aumentar o consumo de suplementação dos animais é possível obter esse mesmo ganho individual no período de 8 meses, o que possibilita a diluição dos custos não alimentares de maneira significativa, além de ainda proporcionar um fornecimento de maior número de animais, em menos tempo, para a fase de engorda.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11963" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-3.webp" alt="Gado em Recria Intensiva a Pasto" width="550" height="412" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-3.webp 1045w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-3-300x225.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-3-1024x767.webp 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-3-768x575.webp 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-3-370x277.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-3-270x202.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-3-740x554.webp 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-3-80x60.webp 80w" sizes="auto, (max-width: 550px) 100vw, 550px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Arquivo pessoal de Cristiano Rossoni, consultor em Pecuária de Corte do Rehagro.</span></p>
<p>A suplementação dentro dessa estratégia de recria, exige um cuidado especial. O grande objetivo dessa fase de vida dos animais é que ele se desenvolva, cresça e coloque carcaça, para isso é importante o ganho de “massa magra”, o foco deve ser o desenvolvimento muscular dos animais.</p>
<p>Para isso ser possível, a suplementação dos animais deve ser realizada com suplementos específicos com elevado teor de proteína para potencializar o crescimento e ganho de massa magra do animal.</p>
<p>Durante o <strong>período da seca</strong>, época em que as pastagens são inferiores quanto a disponibilidade e quantidade de proteína, <strong>os níveis de proteína do suplemento devem girar em torno de 25%.</strong></p>
<p>Já no momento de maior disponibilidade de forragem, período das águas, o suplemento é balanceado com níveis de proteína em torno de 20 a 22%, fornecendo assim entre 14-16% PB na dieta.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11964" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-4.webp" alt="Suplemento para gado de corte" width="550" height="308" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-4.webp 1159w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-4-300x168.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-4-1024x574.webp 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-4-768x431.webp 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-4-370x208.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-4-270x151.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-4-740x415.webp 740w" sizes="auto, (max-width: 550px) 100vw, 550px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Arquivo retirado das aulas do curso de Pós Graduação em Produção de Gado de Corte do Rehagro.</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11965" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-5.webp" alt="Gado de corte em recria intensiva a pasto" width="550" height="413" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-5.webp 1041w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-5-300x225.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-5-1024x768.webp 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-5-768x576.webp 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-5-370x278.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-5-270x203.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-5-740x555.webp 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-5-80x60.webp 80w" sizes="auto, (max-width: 550px) 100vw, 550px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Arquivo pessoal de Cristiano Rossoni, consultor em Pecuária de Corte do Rehagro.</span></p>
<p>O consumo estipulado para que seja alcançado os desempenhos esperados, de 700g a 1kg/dia por animal, gira em torno de 1% do peso vivo dos animais, ou seja um animal em recria, de 300 Kg de peso vivo, terá seu consumo diário de suplemento em torno de 3kg.</p>
<p>A água é um componente essencial na produção animal em qualquer fase da vida e em qualquer nível de intensificação produtiva, sem água é impossível a produção animal, na pecuária, e principalmente em sistemas intensivos.</p>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bebedouro-para-gado-e-a-importancia-da-qualidade-da-agua/" target="_blank" rel="noopener">água, de qualidade e com boa disponibilidade</a></strong>, exerce um grande e decisivo papel na produtividade dos animais, pois ela está diretamente relacionada ao desempenho dos animais.</p>
<p>Para um sistema de recria intensiva a pasto, um detalhe que se faz importante nesse quesito da água é a localização dos bebedouros.</p>
<p>Normalmente, os bebedouros ou as fontes de água dos animais são colocadas bem próximas ao cocho de suplementação, entretanto, quando há um objetivo de se suplementar esses animais com quantidades maiores de suplemento a tendência é que bebedouros muito próximos aos cochos tem um acúmulo de sujeira superior ao que teria em situações de suplementações de menor consumo.</p>
<p>Esse fato exige que os bebedouros sejam higienizados com uma frequência maior do que o de costume, recomendando-se ainda que, quando possível, sejam instalados bebedouros mais distantes dos cochos.</p>
<p>Bebedouros distantes 100 a 150 metros dos cochos permitem fácil acesso aos animais e evitam que grandes restos de alimento da boca dos animais caiam na água.</p>
<p>No percurso caminhando entre o bebedouro e o cocho os animais “limpam” a boca. Nesse tipo de suplementação, o que atrai a ida dos animais ao cocho é a própria ração, ao contrário do que acontece com a suplementação mineral, em que é indicado que os bebedouros fiquem próximos aos cochos para maximizar o consumo desse suplemento.</p>
<p>Portanto, <strong>nesse sistema intensivo os detalhes fazem toda a diferença para melhores resultados. </strong></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-suplementacao-gado-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=guia-suplementacao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39643 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png" alt="E-book Suplementação do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Pastagem na recria intensiva a pasto</h3>
<p>A necessidade de pastagem em quantidade e qualidade ótimas para a produção continua sendo fundamental em um sistema de recria com fornecimentos de suplemento de elevado consumo, entretanto, o impacto da menor disponibilidade de forragem no desempenho dos animais é menor quando se comparado a animais suplementados com consumos inferiores, como 0,3%, por exemplo.</p>
<p>Isso ocorre devido ao efeito substitutivo, onde grande parcela da exigência do animal e consumo ocorre via suplementação.</p>
<p>Um animal consome em média de 2,2% de seu peso vivo em matéria seca (MS) por dia, quando fornecemos 1% do PV via suplemento isso significa que o animal terá que pastejar “apenas” para consumir os outros 1,2% do PV, que é um pouco mais que 50% de sua demanda diária, reduzindo assim o tempo de pastejo e também o impacto da quantidade de forragem no desempenho dos animais.</p>
<p>Esse fator ganha grande importância quando pensamos em exploração da área possível para produção, sendo possível produzir maiores quantidades de animais e consequentemente de arrobas em uma mesma área, sem perder, é claro, o desempenho individual dos animais. Em outras palavras, há um aumento da taxa de lotação na propriedade e produção de arrobas por hectare.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11966" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-6.webp" alt="Gado de corte no pasto" width="413" height="550" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-6.webp 587w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-6-225x300.webp 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-6-370x493.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-6-270x360.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 413px) 100vw, 413px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Arquivo pessoal de Vinicius Costa, consultor em Pecuária de Corte do Rehagro.</span></p>
<h2>Desafios da recria intensiva a pasto</h2>
<p>Como a maioria das ferramentas e tecnologias disponíveis para o processo de intensificação na produção animal, <strong>a RIP apresenta alguns desafios importantes.</strong></p>
<p>O primeiro desafio a se chamar atenção está na estratégia nutricional geral da propriedade. Quando é realizado um programa nutricional, é de extrema importância que pensemos na fase seguinte à que o animal está, e principalmente, qual a estratégia nutricional para essa próxima fase, e isso ganha uma importância ainda mais relevante quando avaliamos a RIP.</p>
<p>Animais provenientes da recria intensiva a pasto devem seguir, prioritariamente, para um sistema de engorda igualmente intensivo, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/rotinas-no-confinamento-que-afetam-o-desempenho/" target="_blank" rel="noopener">confinamento</a></strong> ou mesmo para uma <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/terminacao-intensiva-a-pasto-tip/">TIP, terminação intensiva a pasto</a></strong>.</p>
<p>Caso contrário, há uma grande probabilidade de que, o investimento realizado na recria se perca na fase da engorda por a estratégia não atender a demanda nutricional maior do animal. <strong>A suplementação crescente deve ser uma meta e uma constante para sistemas intensivos.</strong></p>
<p>Outro cuidado importante e de grande relevância para a ferramenta está relacionado ao ajuste preciso da dieta para que o animal em recria desempenhe bem e principalmente ele “cresça” sem que necessariamente inicie o processo de deposição de gordura nos tecidos.</p>
<p>Níveis de proteínas da dieta adequados para essa fase de crescimento, como ressaltadas anteriormente, são necessárias justamente para que se consiga manipular de forma extremamente eficiente a composição do ganho desses animais, proporcionando a ele condições de expressar seu potencial genético.</p>
<p>Toda essa preocupação e cuidados são necessários para evitar que esses animais “achatem” nesta fase.</p>
<p>O termo “achatar” é utilizado para definir uma situação onde animais de recria consomem uma dieta muito energética e pouco proteica, em que os animais passam a depositar gordura em sua carcaça, quando isso ocorre, esses animais diminuem o crescimento em massa magra, ou seja, deposição de músculo e, consequentemente de carcaça, refletindo em animais futuramente terminados com gordura em excesso, mas com baixo peso de carcaça. Parte dessa gordura será retirada no processo de abate, o que economicamente não se torna viável ao produtor.</p>
<p>Esses fatores reforçam e desaconselham a utilização de dietas de terminação nessa fase da vida dos animais, além de serem mais caras comprometem o crescimento animal.</p>
<p>O fornecimento de suplementação de elevado consumo dos animais em recria, requer uma série de cuidados e estratégias, também, voltados para a infraestrutura e logística da propriedade.</p>
<p>O espaçamento de cocho de ser semelhante a de animais em terminação 30-40 centímetros por cabeça, a distribuição do volume de alimento e a estrutura de água de qualidade exigem que a propriedade esteja preparada para a realização da RIP, ou podem por falhas nessa estrutura não obterem os resultados esperados.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11967" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-7.webp" alt="Bovinos de corte no cocho" width="413" height="550" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-7.webp 795w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-7-225x300.webp 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-7-768x1024.webp 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-7-370x493.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-7-270x360.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-7-740x987.webp 740w" sizes="auto, (max-width: 413px) 100vw, 413px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Arquivo pessoal de Hugo Martins, consultor em Pecuária de Corte do Rehagro.</span></p>
<p>Independente da época ou situação de produção, a eficiência na aquisição de insumos para a alimentação dos animais compõem uma das ou a principal determinante do sucesso econômico da atividade.</p>
<p>Em tempo de insumos superando as cotações a cada dia, em um sistema de alto risco pelos níveis de intensificação, o planejamento e a gestão da compra de insumos para a formulação do suplemento pode ser o principal fator para o sucesso dessa ferramenta.</p>
<h2>Comece a aplicar a RIP!</h2>
<p>A estratégia da <strong>recria intensiva a pasto</strong> vem sendo estudada com grande afinco pela Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios do estado de São Paulo (APTA- Colina), que desenvolve pesquisas para aprimorar a ferramenta e explorar o máximo potencial possível da mesma.</p>
<p>A implementação dessa tecnologia deve ser feita de forma criteriosa após uma boa análise das condições da fazenda. Um dos grandes gargalos apresentados na pecuária de corte se encontra justamente na fase de recria, normalmente longa e sem desempenhos satisfatórios, <strong>a RIP é uma grande ferramenta disponível, que quando bem trabalhada, pode solucionar esse problema. </strong></p>
<p>Além disso, essa ferramenta pode proporcionar um aumento de oferta de boi magro por parte de confinadores ou mesmo dentro de sistema de ciclo completo, com isso aumenta-se a capacidade de acelerar o sistema e aumentar o giro e a rentabilidade do negócio.</p>
<h2>Transforme técnicas como a recria intensiva em resultados concretos na fazenda</h2>
<p data-start="276" data-end="539">Aplicar a recria intensiva a pasto com eficiência exige planejamento, manejo preciso e domínio técnico para garantir o desempenho do animal sem comprometer os custos. Essa e outras estratégias só geram retorno quando aliadas a uma boa gestão e decisões embasadas.</p>
<p data-start="541" data-end="870">Na <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pós-graduação em Produção de Gado de Corte</strong></a> do Rehagro, você aprofunda seus conhecimentos em nutrição, manejo, sanidade e gestão econômica, com foco na aplicação prática e no aumento da rentabilidade. São aulas 100% online, com professores que vivem a pecuária no dia a dia e compartilham o que realmente funciona no campo.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-19698 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Produção de Gado de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-36397" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp" alt="Cristiano Rossoni - Coordenador de Cursos Pecuária de Corte" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-270x86.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-150x48.webp 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/recria-intensiva-a-pasto-rip-o-que-e-e-como-aplicar/">Recria intensiva a pasto &#8211; RIP: saiba como aplicar essa estratégia</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Kit E-book + Planilha Fluxo de caixa para fazendas de gado de corte</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/manual-de-fluxo-de-caixa-para-fazendas-de-gado-de-corte/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/manual-de-fluxo-de-caixa-para-fazendas-de-gado-de-corte/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Nov 2021 19:15:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[e-book]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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		<category><![CDATA[gestão financeira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Confira nesse e-book gratuito tudo o que você precisa saber para entender essa ferramenta simples e poderosa e iniciar uma estratégia para melhorar os resultados financeiros da sua fazenda. O que você aprenderá neste e-book? O que é o fluxo de caixa da fazenda; Pra que ele serve; Como classificar as entradas e saídas da fazenda; Como montar o fluxo [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/manual-de-fluxo-de-caixa-para-fazendas-de-gado-de-corte/">Kit E-book + Planilha Fluxo de caixa para fazendas de gado de corte</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Confira nesse e-book gratuito tudo o que você precisa saber para entender essa ferramenta simples e poderosa e iniciar uma estratégia para melhorar os resultados financeiros da sua fazenda.</p>
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<h2>O que você aprenderá neste e-book?</h2>
<ul>
<li>O que é o fluxo de caixa da fazenda;</li>
<li>Pra que ele serve;</li>
<li>Como classificar as entradas e saídas da fazenda;</li>
<li>Como montar o fluxo de caixa da sua fazenda &#8211; passo a passo!</li>
</ul>
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<p>Você sairá preparado para já usar a planilha que vamos enviar como <strong>BÔNUS</strong>!</p>
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<h2>Vantagens do uso do fluxo de caixa na fazenda</h2>
<p>O <strong>fluxo de caixa</strong> permite que você <strong>enxergue claramente</strong> qual a situação financeira da fazenda e, com base no resultado, decida os caminhos a seguir para <strong>melhorar sua margem de lucro.</strong></p>
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<p>Preenchendo corretamente a planilha, com o seu fluxo de caixa em mãos, você poderá:</p>
<ul>
<li>Classificar a entrada e saída de dinheiro na fazenda;</li>
<li>Enxergar a saúde financeira da propriedade;</li>
<li>Provisionar as entradas e saídas de dinheiro no ano da fazenda;</li>
<li>Planejar vendas estratégicas de animais ou capacitação de recursos através de empréstimos bancários ou custeios.</li>
</ul>
</div>
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<div id="hs_cos_wrapper_module_1634232196350" class="hs_cos_wrapper hs_cos_wrapper_widget hs_cos_wrapper_type_module widget-type-rich_text" data-hs-cos-general-type="widget" data-hs-cos-type="module">
<p data-hs-responsive-table="true">Esteja preparado para alcançar excelentes resultados com a sua fazenda.</p>
<p data-hs-responsive-table="true">Clique no botão abaixo e tenha uma boa leitura!</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-planilha-fluxo-de-caixa?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-fluxo-de-caixa&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39647 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa.png" alt="Kit Fluxo de caixa em fazendas de gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
</div>
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		<title>Manejando pastagens para alta produtividade na pecuária de corte</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/manejando-pastagens-para-alta-produtividade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Apr 2021 19:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[altas produtividades]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O tema deste webinar foi extremamente relevante para profissionais que atuam na pecuária de corte: “Manejando pastagens para alta produtividade”. Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab. Principais pontos do webinar O manejo de pastagens envolve processos de organizar o rebanho e utilizar a forragem de forma eficiente. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O tema deste webinar foi extremamente relevante para profissionais que atuam na pecuária de corte: “<strong>Manejando pastagens para alta produtividade</strong>”.</p>
<p>Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab.</p>
<h2 id="destaques">Principais pontos do webinar</h2>
<ul>
<li>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/" target="_blank" rel="noopener">manejo de pastagens</a></strong> envolve processos de organizar o rebanho e utilizar a forragem de forma eficiente.</li>
<li>É importante considerar a produtividade potencial do solo e a reposição de nutrientes para obter melhores resultados.</li>
<li>O <strong>ajuste de carga e o método de pastejo</strong> são fundamentais para o bom manejo das pastagens.</li>
<li>Um bom manejo pode resultar em benefícios econômicos significativos, como redução de gastos e antecipação de receita.</li>
<li>O manejo adequado de pastagens pode proporcionar <strong>ganhos individuais</strong> e melhorar a eficiência na conversão de alimento em produto animal.</li>
</ul>
<p>Neste webinar são trazidos dados sore como o manejo adequado de pastagens é essencial para alta produtividade na pecuária de corte.</p>
<p>Para falar sobre o assunto, contamos com um especialista renomado: Rodrigo Amorim, pesquisador da EMBRAPA &#8211; Gado de corte.</p>
<p>Se você não teve a oportunidade de assistir essa discussão sobre manejo de pastagens, <strong>clique no link abaixo</strong>:</p>
<h2>Melhore os resultados financeiros na pecuária de corte!</h2>
<p>Aqui no Rehagro, temos <a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=webinar-manejando-pastagens" target="_blank" rel="noopener"><strong>Curso Gestão da Pecuária de Corte</strong></a>. Nele, nossos mais experientes consultores abordam:</p>
<ul>
<li aria-level="1">Nutrição e pastagens;</li>
<li aria-level="1">Sanidade;</li>
<li aria-level="1">Reprodução;</li>
<li aria-level="1">Diagnóstico da propriedade;</li>
<li aria-level="1">Gestão financeira e de pessoas.</li>
</ul>
<p>O conteúdo vai direto ao ponto: como realizar a gestão dos principais pilares da pecuária lucrativa com o objetivo de ampliar a lucratividade do negócio.</p>
<p>Para saber mais informações, visite nossa página:</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=webinar-manejando-pastagens" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18735 size-full" title="Curso Gestão na Pecuária de Corte" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc.jpg" alt="Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="254" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-300x78.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-768x199.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-370x96.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-270x70.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-740x192.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-150x39.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/manejando-pastagens-para-alta-produtividade/">Manejando pastagens para alta produtividade na pecuária de corte</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Principais rotinas que afetam o resultado no confinamento do gado de corte</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/rotinas-que-afetam-o-resultado-em-um-confinamento/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/rotinas-que-afetam-o-resultado-em-um-confinamento/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Mar 2021 12:59:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[confinamento]]></category>
		<category><![CDATA[fazendas]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=9039</guid>

					<description><![CDATA[<p>Este foi um webinar especial! O tema foi extremamente relevante para quem atua na pecuária de corte: “Rotinas que afetam o resultado em um confinamento”. Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab. Para falar sobre o assunto, contamos com uma especialista renomada: Dra. Amanda Oliveira, zootecnista e gerente [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/rotinas-que-afetam-o-resultado-em-um-confinamento/">Principais rotinas que afetam o resultado no confinamento do gado de corte</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Este foi um webinar especial! O tema foi extremamente relevante para quem atua na pecuária de corte: <strong>“Rotinas que afetam o resultado em um confinamento”</strong>. Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab.</p>
<p>Para falar sobre o assunto, contamos com uma especialista renomada:</p>
<ul>
<li>Dra. Amanda Oliveira, zootecnista e gerente técnica da Premix.</li>
</ul>
<h2>Alcance resultados financeiros robustos na pecuária de corte!</h2>
<p>Aqui no Rehagro, temos <a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=webinar-rotinas-confinamento" target="_blank" rel="noopener"><strong>Curso Gestão da Pecuária de Corte</strong></a>. Nele, nossos mais experientes consultores abordam:</p>
<ul>
<li aria-level="1">Nutrição e pastagens;</li>
<li aria-level="1">Sanidade;</li>
<li aria-level="1">Reprodução;</li>
<li aria-level="1">Diagnóstico da propriedade;</li>
<li aria-level="1">Gestão financeira e de pessoas.</li>
</ul>
<p>O conteúdo vai direto ao ponto: como realizar a gestão dos principais pilares da pecuária lucrativa com o objetivo de ampliar a lucratividade do negócio.</p>
<p>Para saber mais informações, visite nossa página:</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=webinar-rotinas-confinamento" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18735 size-full" title="Curso Gestão na Pecuária de Corte" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc.jpg" alt="Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="254" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-300x78.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-768x199.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-370x96.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-270x70.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-740x192.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-150x39.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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		<title>Utilização de coprodutos para alimentação na bovinocultura de corte</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/co-produtos-na-bovinocultura-de-corte/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/co-produtos-na-bovinocultura-de-corte/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Mar 2021 12:45:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O tema desse webinar foi extremamente relevante para profissionais que atuam na pecuária de corte: “Utilização de coprodutos na bovinocultura de corte”. Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab. Neste webinar é abordado sobre a utilização de coprodutos na bovinocultura de corte, com foco no caroço de algodão [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O tema desse webinar foi extremamente relevante para profissionais que atuam na pecuária de corte: “<strong>Utilização de coprodutos na bovinocultura de corte</strong>”.</p>
<p>Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab.</p>
<p>Neste webinar é abordado sobre a utilização de coprodutos na bovinocultura de corte, com foco no caroço de algodão e na casquinha de soja.</p>
<h2 id="destaques">Principais pontos do webinar</h2>
<ul>
<li>O uso de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/coprodutos-da-industria-do-algodao-para-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">coprodutos</a></strong> não é sinônimo de alimentos de baixa qualidade, existem opções de alto valor nutricional.</li>
<li>O uso estratégico de coprodutos pode aumentar a produção animal, ao invés de diminuí-la.</li>
<li>A inclusão de coprodutos na dieta requer avaliação da disponibilidade, composição nutricional e perecibilidade.</li>
<li>Alguns estudos indicam que a inclusão de coprodutos na alimentação de bovinos de corte não compromete a qualidade da carne.</li>
<li>O caroço de algodão e a casquinha de soja são coprodutos com alto <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fibra-efetiva-na-nutricao-de-bovinos-em-confinamento/" target="_blank" rel="noopener">FDN fisicamente efetivo</a></strong>, que podem ser utilizados como estratégias para enriquecer a dieta e preservar a saúde ruminal dos animais.</li>
</ul>
<p>Para falar sobre o assunto, contamos com um especialista bastante reconhecido no mercado: Prof. Antônio Branco, Expert em Nutrição de Ruminantes. PHD.</p>
<p>Você quer saber mais sobre a utilização de coprodutos na bovinocultura de corte? <strong>Clique no botão abaixo</strong> e aproveite este conteúdo:</p>
<h2>Alcance resultados financeiros robustos na pecuária de corte!</h2>
<p>Aqui no Rehagro, temos o Curso <a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=webinar-coprodutos" target="_blank" rel="noopener"><strong>Gestão na Pecuária de Corte</strong></a>, que é uma capacitação que reúne a solução para os maiores problemas que os pecuaristas enfrentam na nutrição, reprodução, sanidade, gestão financeira e de equipes, comercialização, em todos os sistemas de criação.</p>
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		<title>Consumo de bovinos no pasto: veja os fatores que interferem</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/consumo-de-bovinos-a-pasto/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/consumo-de-bovinos-a-pasto/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2020 15:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição bovina]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As interações que ocorrem entre os animais e a planta, em uma pastagem, podem proporcionar efeitos positivos e/ou negativos em ambos. A seleção realizada pelos animais em pastejo é um dos efeitos negativos que ocorrem no pasto e está diretamente relacionado com o consumo de bovinos, uma vez que as características e a estrutura do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As interações que ocorrem entre os animais e a planta, em uma pastagem, podem proporcionar efeitos positivos e/ou negativos em ambos.</p>
<p>A <strong>seleção realizada pelos animais em pastejo</strong> é um dos efeitos negativos que ocorrem no pasto e está <strong>diretamente relacionado com o consumo de bovinos</strong>, uma vez que as características e a estrutura do pasto afetam o consumo por bocado.</p>
<p>Essa seleção pode estar associada ainda à contaminação do local por fezes e urina, à localização de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bebedouro-para-gado-e-a-importancia-da-qualidade-da-agua/" rel="noopener">água</a> </strong>e sombreamento, que também podem influenciar o pastejo e seleção pelo animal. A ingestão diária de forragem é uma função da taxa de consumo e o tempo de pastejo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
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  });
</script></p>
</div>
<h2>Como medir a produtividade dos animais no pasto?</h2>
<p>A produtividade animal de animais em pastejo é determinada pelo consumo de matéria seca, que é influenciado por uma série de fatores separados em três importantes grupos:</p>
<ol>
<li>Processo de digestão que estão relacionados com a maturidade da forragem, valor nutritivo e digestibilidade;</li>
<li>Fatores da ingestão que estão associados à estrutura do pasto (facilidade de apreensão e colheita de forragem durante o pastejo);</li>
<li>Estágio fisiológico e nível de desempenho dos animais, que estão associados aos requerimentos nutricionais e demanda por nutrientes.</li>
</ol>
<p>De modo geral, a variável resposta, tanto das plantas forrageiras como dos animais são dependentes da estrutura do pasto e da interação com o animal, sendo esta fundamental na tomada de decisão do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/" rel="noopener">manejo da pastagem</a></strong> para favorecer o consumo de matéria seca.</p>
<p>Mas afinal, quais seriam os fatores relacionados às características estruturais do pasto que influenciam o consumo de matéria seca por bovinos em pastejo? Como mensurá-las e utilizá-las para aumentar a produtividade animal?</p>
<p>Além de conhecer quais são esses fatores e como eles interferem na produtividade, vamos entender nesse texto, quais os impactos que o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/" rel="noopener">manejo incorreto</a></strong> imprimem nos sistemas de produção.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sistema-rotacionado-pastejo?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-sistema-rotacionado&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39642 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado.png" alt="E-book Sistema rotacionado de pastejo" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Fatores que interferem na produtividade</h2>
<h3>Estrutura do pasto</h3>
<p>A <strong>estrutura do pasto</strong> pode ser definida como arranjo e distribuição das plantas sobre o solo em um mesmo ambiente, sendo esta importante, por determinar a facilidade de apreensão dos componentes da planta, e isso pode afetar a quantidade ingerida de nutrientes.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10855 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/estrutura-do-pasto.jpg" alt="Estrutura de pastagem" width="370" height="284" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/estrutura-do-pasto.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/estrutura-do-pasto-300x230.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/estrutura-do-pasto-270x207.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/estrutura-do-pasto-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Patricia Rodrigues</span></p>
<p>A relação folha/colmo, índice de área foliar, massa de forragem, densidade de folhas verdes e altura média são componentes da estrutura do pasto responsáveis por influenciar a ingestão de forragem pelos animais, pois alteram as variáveis do comportamento ingestivo.</p>
<p>Na dimensão vertical, a altura e a distribuição dos componentes (folha, colmo) são as principais variáveis, e na dimensão horizontal é a massa de forragem, sendo essas as variáveis mais importantes que devem ser consideradas na avaliação da estrutura.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-de-bovinos-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-42003 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new.png" alt="Pós-graduação em Nutrição de Bovinos de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Altura do pasto</h3>
<p>Maiores alturas implica em maturidade da planta e alongamento de colmo, havendo progressiva lignificação, que confere aumento na força de ruptura e induz os animais a selecionarem a forragem a ser consumida, reduzindo a massa do bocado e aumentando o tempo por bocado.</p>
<p>Com isso a taxa de consumo diminui, devido às limitações da estrutura do pasto, ou seja, alta presença de colmos podem ser uma barreira física ao processo de pastejo, dificultando o consumo .</p>
<p>A altura do pasto na condição de pré-pastejo apresenta alto grau de associação com os valores de interceptação luminosa pelo dossel, conforme observado em pesquisas realizadas com <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/brachiaria-principais-especies/" rel="noopener">forrageiras tropicais</a></strong>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41417" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-especies-forrageiras.png" alt="Tabela com altura de espécies forrageiras " width="772" height="419" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-especies-forrageiras.png 772w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-especies-forrageiras-300x163.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-especies-forrageiras-768x417.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-especies-forrageiras-370x201.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-especies-forrageiras-270x147.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-especies-forrageiras-740x402.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-especies-forrageiras-150x81.png 150w" sizes="auto, (max-width: 772px) 100vw, 772px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Altura de pré-pastejo de espécies forrageiras sob lotação intermitente com base em 95% IL. </span></p>
<p>Dessa forma, <strong>estratégias de manejo</strong> determinadas pelo controle de altura do pasto é uma variável consistente para determinar as respostas da pastagem e dos animais, em estudos sobre taxa de ingestão de forragem.</p>
<p>Assim, torna-se mais prático entender as modificações na estrutura do pasto, e das respostas dos animais a essas variações.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10858 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/altura-do-pasto.jpg" alt="Altura do pasto" width="370" height="493" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/altura-do-pasto.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/altura-do-pasto-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/altura-do-pasto-270x360.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Patricia Rodrigues. </span></p>
<h3>Massa de forragem</h3>
<p>A <strong>massa de forragem</strong> pode ser definida como <strong>peso total de forragem por unidade de área</strong>, acima da altura de corte do capim, sendo usualmente expressa em kg/ha de MS.</p>
<p>Conhecer as diversas variações de massa de forragem entre espécies de forrageiras é importante para tomada de decisões do manejo do pastejo.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10859 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/pastagem.jpg" alt="Pastagem desenvolvida" width="722" height="542" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/pastagem.jpg 722w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/pastagem-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/pastagem-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/pastagem-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/pastagem-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 722px) 100vw, 722px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Patricia Rodrigues. </span></p>
<p>A partir do momento que 95% de toda a luz incidente é interceptada pela planta, a produção de folhas velhas aumenta e de folhas novas diminui, causando redução no acúmulo de folhas e intenso acúmulo de colmo e material senescente.</p>
<p>Nessa situação, a altura e a massa de forragem dos pastos aumentam, porém o valor nutritivo fica comprometido por apresentar menores proporções da parte mais digestível (folhas).</p>
<h3>Relação folha/colmo</h3>
<p>Uma relação folha/colmo elevada, pode caracterizar uma planta com maior teor de proteína e boa digestibilidade, o que confere boa aceitabilidade aos animais e alta ingestão.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10860 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/folha-colmo.jpg" alt="Análise de folhas da pastagem" width="370" height="277" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/folha-colmo.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/folha-colmo-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/folha-colmo-270x202.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/folha-colmo-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Patricia Rodrigues. </span></p>
<p>As folhas representam o componente com maior quantidade de tecidos não lignificados, como mesofilo, o que confere melhor qualidade nutricional e menor tempo de retenção no rúmen, consequentemente maior taxa de passagem.</p>
<p>O colmo apresenta maior presença de tecidos lignificados (epiderme e esclerênquima) onde menos de 50% da parede é prontamente digestível e utilizada pelo animal, o que compromete a eficiência de pastejo, como consequência da redução na relação folha:colmo.</p>
<p>Por isso, a relação folha/colmo pode atuar também como indicador da facilidade de apreensão da forragem pelo animal.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10861 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/relacao-folha-colmo.jpg" alt="Relação folha colmo " width="542" height="342" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/relacao-folha-colmo.jpg 542w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/relacao-folha-colmo-300x189.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/relacao-folha-colmo-370x233.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/relacao-folha-colmo-270x170.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 542px) 100vw, 542px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Senar. </span></p>
<p>O <strong>comportamento ingestivo</strong> de animais em pastejo é sensível a variações na estrutura do pasto, onde qualquer falha ocorrida no dimensionamento da oferta de forragem pode repercutir em amplo impacto no desempenho animal.</p>
<p>A quantidade e qualidade de massa verde produzida é determinada pelo acúmulo de forragem que ocorre durante o período de rebrotação das plantas (pós pastejo).</p>
<p>Em lotação rotativa, após a saída dos animais dos piquetes, o pasto começa a rebrotar, visando recompor a área foliar, interceptar luz e crescer novamente, acumulando nova quantidade de forragem para ser utilizada no próximo pastejo.</p>
<p>Dessa maneira, a interceptação luminosa (IL), associada à altura, tem sido a estratégia mais usada para manejar pastagens sob lotação rotativa, visando controlar as características estruturais do pasto.</p>
<h3>Consumo de matéria seca por bovinos</h3>
<p>O consumo total de forragem de um animal em pastejo é o resultado do acúmulo de forragem consumida em cada bocado, e da frequência com que realiza, durante todo tempo em que passa se alimentando.</p>
<p>A ingestão de forragem por bocado é muito sensível a variações na estrutura do pasto, particularmente na sua altura. Quando a massa do bocado é reduzida, ocorre queda correspondente na taxa de consumo, a menos que um incremento compensatório na taxa de bocados seja observado.</p>
<p>Desse mesmo modo, o consumo diário de forragem também será afetado se qualquer redução na taxa de consumo não puder ser compensada por um incremento no tempo de pastejo.</p>
<p>Os fatores associados à estrutura do pasto, bem como ao comportamento ingestivo dos animais, incluem seleção da dieta, tempo de pastejo, massa de bocado e taxa de bocados, sendo o bocado a unidade mais importante referente ao consumo.</p>
<p>O consumo pode ser dado pelo produto da massa de bocado, do tempo e número de refeições ao longo do dia.</p>
<h3>Tempo de pastejo, massa e taxa de bocado</h3>
<p>O <strong>tempo em pastejo</strong> é definido como o tempo em que o animal está apreendendo a forragem e mastigando-a e/ou deslocando-se com a cabeça baixa, podendo variar de acordo com a estrutura do pasto refletindo a facilidade de colheita da forragem.</p>
<p>A <strong>massa de forragem</strong>, altura, densidade, baixo <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fibra-efetiva-na-nutricao-de-bovinos-em-confinamento/" target="_blank" rel="noopener">teor de fibra</a></strong> das folhas, presença de barreira física (colmo) são características da estrutura do pasto que determinam os mecanismos utilizados pelos animais durante o processo de pastejo, interferindo o tempo de pastejo.</p>
<p>A variável tempo de pastejo é inversamente proporcional ao consumo, ou seja, quanto maior a massa de bocado, menor será o tempo de pastejo. Atividades como deslocamento, seleção, busca, manipulação e colheita do alimento estão inseridas na variável tempo de pastejo.</p>
<p>Sob baixa oferta de forragem, o tempo de pastejo aumenta, assim como a frequência de bocados, buscando atender a demanda diária de ingestão de matéria seca e consequentemente as exigências nutricionais diárias.</p>
<p>O tempo destinado ao pastejo de bovinos não deve ultrapassar de 12 a 13h, vez que tempos acima desses valores podem influenciar negativamente as atividades ruminais dos animais.</p>
<p>A <strong>massa do bocado</strong>, pode ser definida como o produto entre a densidade volumétrica pelo volume do bocado, sendo este, função da área do bocado e profundidade. É a variável mais importante na determinação do consumo de animais em pastejo, é mais influenciada pela estrutura do pasto.</p>
<p>Diferente da massa de bocado, a taxa de bocado é o número de bocados em determinado período de tempo, sendo usada para calcular a taxa instantânea de consumo, dada em bocados/min . Sob condições de menor oferta de forragem, a taxa de bocado tende a aumentar, porém, o incremento não é suficiente para evitar diminuição na taxa de consumo, com isso o animal compensa no aumento de tempo de pastejo.</p>
<p>Em algumas situações a massa de bocado é inversamente proporcional à taxa de bocados, o que confirma que dosséis com maiores massas de forragens demandam mais movimentos mandibulares e mastigação do que de bocados e apreensão.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>Os componentes da estrutura do pasto afetam diretamente a ingestão de matéria seca por influenciarem o comportamento digestivo dos bovinos. O controle da intensidade e frequência de pastejo, visa oferecer ao animal uma estrutura com elevada relação folha-colmo, que favorece o processo de pastejo.</p>
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<p>Além disso, será capaz de montar estratégias nutricionais completas, alinhadas à realidade e aos objetivos da fazenda. Torne-se um profissional completo, dominando técnica e gestão, ganhando destaque no mercado da sua região.</p>
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		<title>Como fazer um plano de contas em propriedade de gado de corte?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Sep 2020 17:31:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[dados]]></category>
		<category><![CDATA[lucratividade]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em qualquer atividade empresarial, a intensificação dos sistemas produtivos está diretamente associada ao aumento dos riscos. Essa tendência se perpetua e se destaca quando avaliamos sistemas de produção de gado de corte. Apesar de pouco eficiente, a pecuária extensiva apresenta riscos relativamente baixos. A busca pela eficiência produtiva e o aumento da rentabilidade passa pelo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em qualquer atividade empresarial, a intensificação dos sistemas produtivos está diretamente associada ao aumento dos riscos. Essa tendência se perpetua e se destaca quando avaliamos sistemas de produção de gado de corte.</p>
<p>Apesar de pouco eficiente, a pecuária extensiva apresenta riscos relativamente baixos.</p>
<p>A busca pela <a href="https://rehagro.com.br/blog/garantindo-margem-de-lucro-na-pecuaria-de-corte/"><strong>eficiência produtiva e o aumento da rentabilidade</strong></a> passa pelo inevitável processo de intensificação, trazendo consigo o aumento dos riscos para a pecuária.</p>
<p>Concomitante ao aumento de riscos na atividade, tem-se o aperfeiçoamento e a eficiência nos controles produtivos, controles zootécnicos e principalmente econômicos e financeiros.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Gestão financeira na pecuária de corte</h2>
<p>A <strong>gestão financeira e econômica na pecuária de corte</strong> permite, dentre outros fatores, a <strong>minimização dos riscos gerados pelo aumento da intensificação do sistema de produção</strong> e o conhecimento dos custos de produção.</p>
<p>Conhecer os custos de produção é extremamente importante para a busca do aperfeiçoamento dos processos produtivos e para a garantia da margem de lucratividade.</p>
<p>Essa gestão da propriedade exige controle, sendo que dentro desse controle há uma estrutura que se destaca e deve estar muito bem estruturada e alinhada com o sistema produtivo da propriedade, o plano de contas.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-planilha-fluxo-de-caixa?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-fluxo-de-caixa&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39647 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa.png" alt="Kit Fluxo de caixa em fazendas de gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Plano de contas</h2>
<p>O plano de contas representa um conjunto de contas que irá <strong>caracterizar e classificar toda movimentação financeira e econômica da fazenda</strong> em uma nomenclatura comum, permitindo análises assertivas e eficientes quanto às movimentações.</p>
<p>De maneira resumida, o plano de contas irá separar todos os custos com a alimentação do rebanho em uma conta chamada “nutrição” ou todos os custos com manutenção e insumos para oficina em uma conta “máquinas”, por exemplo.</p>
<p>E assim será realizada a separação de todas as movimentações de entrada e saída da propriedade.</p>
<p>O plano de contas pode ser mais ou menos detalhado, de acordo com a estrutura da propriedade e com o nível de detalhamento desejado pela administração da fazenda.</p>
<p>Planos muito detalhados exigem o maior treinamento e qualificação da mão de obra responsável pelos lançamentos, sendo que um plano menos específico inviabiliza o aprofundamento nas análises posteriores.</p>
<p>Entretanto, é importante começar de forma mais simplificada e ir evoluindo o nível de detalhamento à medida que a equipe fica mais capacitada para tal função.</p>
<h3>Estruturando o plano de contas</h3>
<p>O primeiro ponto a se avaliar na propriedade onde se tem interesse em estruturar as rotinas financeiras e aperfeiçoar o gerenciamento financeiro e econômico da fazenda, é avaliar se já existe um plano de contas presente nessa propriedade e se há uma rotina de levantamento e tabulação de dados.</p>
<p>Não necessariamente denomina-se “plano de contas”, mas em ocasiões específicas há uma separação grosseira das contas, onde separam contas de uma maneira bem macro, exemplo contas do “rebanho” e contas “máquinas”.</p>
<p>Entendendo a organização das contas atuais da propriedade é possível então iniciar-se o processo de implantação de um plano de contas estruturado daquela fazenda.</p>
<p>Onde há a intenção de se detalhar ao máximo as contas da atividade vamos estabelecer “níveis” de contas. Primeiro nível de contas, faremos uma classificação ampla, exemplo “Despesas”. Já no segundo nível, iniciaremos a estratificação dessa conta, “Despesas operacionais” é um exemplo, e assim segue-se a estratificação, até o detalhamento do produto.</p>
<p>Ao longo do texto, vamos exemplificar um plano de contas real, utilizado em uma propriedade de corte, para que o entendimento fique perfeito.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h4>Despesas</h4>
<p>O primeiro nível de um plano de contas quando pensamos em saídas, é o nível mais abrangente é justamente o que denominamos “Despesas”. Todo o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/a-importancia-do-fluxo-de-caixa-nas-propriedades-de-gado-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">fluxo financeiro</a></strong> que sai da propriedade deverá ser classificado em alguma conta dentro das despesas.</p>
<p>Ao aprofundarmos nossa análise chegamos em um segundo nível. Como neste nosso exemplo faremos a avaliação de um plano de contas muito detalhada, o nosso segundo nível contará com três grandes contas: operacionais, financeiras e investimentos.</p>
<p>Quando somamos então, todas as saídas das contas “Operacionais”, “Financeiras” e “Investimento” temos o total da conta de nível “Despesas”.</p>
<p>Na conta “Financeiras” – que está dentro das Despesas (Nível 1) → Financeiras (Nível 2) – vamos incluir todas as saídas da propriedade que estão relacionadas a “Amortização”, “Distribuição de lucro” e “Juros”, por exemplo, cada um desses itens representará uma conta de terceiro nível.</p>
<p>Mas pode-se estratificar ainda mais as Despesas Financeiras de Amortização, incluindo dentro dessa conta uma conta de quarto nível, ou conta gerencial, por exemplo, conta para “Empréstimo de custeio”, por fim cada um dos Empréstimos de Custeio receberá sua identificação, e ficaria assim: Empréstimo n°x, chegando ao quinto nível de estratificação do plano de contas.</p>
<p>Sendo assim temos:</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Nível 1 🡪  Nível 2 🡪  Nível 3 🡪  Nível 4 🡪  Nível 5</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Despesas 🡪 Financeiro 🡪 Amortização 🡪 Empréstimo custeio 🡪 Empréstimo n°x</strong></p>
<p>Essa mesma lógica funcionará de maneira semelhante para as outras despesas:</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Despesas 🡪 Investimentos 🡪 Veículos, por exemplo.</strong></p>
<h4>Despesas Operacionais</h4>
<p>E por fim destacamos as Despesas Operacionais (Nível 2), exatamente nessa conta, são lançadas todas as despesas relacionadas diretamente à produção.</p>
<p>A produção pode ser pecuária ou agrícola em uma grande propriedade, e por isso destacamos o terceiro nível com “Despesas Operacionais Pecuária” ou “Despesas Operacionais Agricultura”, sendo que a soma de todas as despesas da pecuária e agricultura será o total de Despesas Operacionais.</p>
<ul>
<li><strong>Despesas 🡪 Operacionais 🡪 Pecuária</strong> – Na sequência da estratificação dessas contas teremos então as contas de Nível 4, onde podemos separar as despesas em grupos como, “Alimentação do Rebanho”, “Reprodução”, “Sanidade” e assim por diante.</li>
<li><strong>Despesas 🡪 Operacionais 🡪 Pecuária 🡪 Alimentação</strong> – Alguns itens de nível quatro, ainda podem ser amplos demais quando desejamos o máximo de detalhamento, por esse motivo podemos criar um quinto nível antes do produto, como nesse caso em específico para a conta “Alimentação” podemos incluir contas como “Mineral”, “Insumo Energético”, “Suplemento” dentre outros que se encaixem na realidade de cada propriedade.</li>
<li><strong>Despesas → Operacionais → Pecuária → Alimentação → Insumo Energético</strong> – Por fim, quando alcançamos o quinto nível podemos incluir o produto responsável pela despesa, nesse caso, o Milho seria uma opção.</li>
</ul>
<p>Desse modo, teremos:</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Nível 1 🡪 Nível 2 🡪 Nível 3 🡪 Nível 4 🡪 Nível 5 🡪 Nível 6</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Despesas 🡪 Operacionais 🡪 Pecuária 🡪 Alimentação 🡪 Insumo Energético 🡪 Produto (milho)</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11527 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/tabela-plano-de-contas.jpg" alt="Exemplo de despesas operacionais em um plano de contas" width="854" height="178" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/tabela-plano-de-contas.jpg 854w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/tabela-plano-de-contas-300x63.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/tabela-plano-de-contas-768x160.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/tabela-plano-de-contas-370x77.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/tabela-plano-de-contas-270x56.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/tabela-plano-de-contas-740x154.jpg 740w" sizes="auto, (max-width: 854px) 100vw, 854px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Arquivo pessoal de Régis Henrique, técnico do Rehagro.</span></p>
<p>A imagem acima, mostra um exemplo do detalhamento de um plano de contas seguindo a lógica que abordamos.</p>
<p>Podemos fazer dessa mesma forma o detalhamento para todos os insumos de todos os custos e despesas envolvidos no rebanho.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11526 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/plano-de-contas.jpg" alt="Detalhamento de despesas operacionais de fazenda de pecuária de corte" width="856" height="360" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/plano-de-contas.jpg 856w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/plano-de-contas-300x126.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/plano-de-contas-768x323.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/plano-de-contas-370x156.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/plano-de-contas-270x114.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/plano-de-contas-740x311.jpg 740w" sizes="auto, (max-width: 856px) 100vw, 856px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Arquivo pessoal de Régis Henrique, técnico do Rehagro.</span></p>
<p>Na figura acima, é possível avaliar um plano de contas, até o quarto nível, relacionados às Despesas Operacionais da Pecuária.</p>
<p>Essa estrutura permite um perfeito entendimento de onde estão sendo alocados as principais despesas da propriedade, e auxiliará o entendimento da composição dos custos de produção do produto final.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11529 size-large" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/detalhamento-de-contas-1024x549.jpg" alt="Detalhamento das contas de despesas de uma propriedade de gado de corte" width="770" height="413" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/detalhamento-de-contas-1024x549.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/detalhamento-de-contas-300x161.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/detalhamento-de-contas-768x412.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/detalhamento-de-contas-1536x824.jpg 1536w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/detalhamento-de-contas-370x198.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/detalhamento-de-contas-270x145.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/detalhamento-de-contas-740x397.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/detalhamento-de-contas.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Arquivo pessoal de Gustavo Melo, técnico do Rehagro.</span></p>
<h4>Receitas</h4>
<p>Assim como é feito o detalhamento das despesas, as receitas também devem ser detalhadas, sendo importante que se entenda o perfil das receitas da propriedade.</p>
<p>A lógica é a mesma, se estabelece um Nível 1, “Receitas”, onde todas as receitas são encontradas e a partir dela é realizada a estratificação.</p>
<p>O detalhamento das receitas é tão importante quanto o detalhamento das despesas.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11528 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/tabela-receita.jpg" alt="Detalhamento das receitas de um plano de contas da pecuária de corte" width="858" height="146" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/tabela-receita.jpg 858w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/tabela-receita-300x51.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/tabela-receita-768x131.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/tabela-receita-370x63.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/tabela-receita-270x46.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/tabela-receita-740x126.jpg 740w" sizes="auto, (max-width: 858px) 100vw, 858px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Arquivo pessoal de Régis Henrique, técnico do Rehagro.</span></p>
<h2>Considerações finais sobre o plano de contas</h2>
<p>Controlar e avaliar as finanças de uma propriedade é fundamental para o sucesso da atividade. Só é possível angariar esforços na redução de custos de maneira efetiva, quando se conhece o perfil dos custos da fazenda. Por isso, o plano de contas é uma estrutura que facilita e permite uma avaliação detalhada da composição dos custos.</p>
<p>A facilidade de se entender, por exemplo, quanto se gastou ao longo de um ano com insumos energéticos, com energia elétrica, manutenção de máquinas etc, permite que se entenda melhor as despesas da propriedade e ainda que se centralize os esforços para a redução dos custos que realmente impactam no sistema de produção.</p>
<p>O importante é que cada propriedade estabeleça um plano de contas fiel à sua realidade e que, esse plano, seja alimentado regularmente.</p>
<h2>Gestão não é custo, é investimento no futuro da fazenda</h2>
<p>Quem conhece os números da fazenda toma decisões mais rápidas e certeiras. O <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Pecuária de Corte</a></strong> oferece ferramentas práticas para que você tenha clareza sobre custos, margens e estratégias, garantindo eficiência e crescimento sustentável.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-36397" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp" alt="Cristiano Rossoni - Coordenador de Cursos Pecuária de Corte" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-270x86.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-150x48.webp 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Brachiaria: conheça as principais espécies e como realizar o manejo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2020 17:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[braquiária]]></category>
		<category><![CDATA[forrageira]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição bovina]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O processo de evolução das civilizações foi acompanhado, impreterivelmente, pela necessidade e a melhoria nos processos de produção de alimentos. Dentre diversas outras frentes, a produção de proteína animal para consumo humano ganhou grande destaque, tornando-se uma das principais e reconhecidas atividades produtivas de todo o mundo. No Brasil, país de grande destaque mundial na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O processo de evolução das civilizações foi acompanhado, impreterivelmente, pela necessidade e a melhoria nos processos de produção de alimentos. Dentre diversas outras frentes, a produção de proteína animal para consumo humano ganhou grande destaque, tornando-se uma das principais e reconhecidas atividades produtivas de todo o mundo.</p>
<p>No Brasil, país de grande destaque mundial na produção de alimentos, <strong>alguns fatores foram determinantes para esse processo.</strong></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>Fatores que favorecem a produção forrageira no Brasil</h2>
<p>Dentre os fatores que permitiram esse destaque, as dimensões continentais, solo fértil, precipitações e médias de temperatura possibilitam a produção forrageira durante praticamente todos os meses do ano. Essa forrageira, por sua vez, é utilizada para o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/consumo-de-bovinos-a-pasto/">consumo de ruminantes</a></strong>.</p>
<p>Para isso, é necessário que haja confluência entre os fatores citados como favoráveis à produção forrageira, a espécie forrageira escolhida e o animal. Nesse cenário, algumas espécies de <strong>brachiaria</strong> se destacaram de maneira significativa.</p>
<h2>Principais espécies de Brachiaria e seu impacto na pecuária nacional</h2>
<p>As espécies forrageiras do gênero <strong>Brachiaria ssp</strong>. são o grande destaque quando pensamos em ampla utilização e propulsão da pecuária nacional. Oriundas da África oriental, região de países como Quênia e Tanzânia, as braquiárias foram introduzidas no Brasil na década de 50 com a <strong>Brachiaria decumbens</strong>.</p>
<p>Graças às semelhanças nas características geoclimáticas da região de origem com as condições brasileiras, as braquiárias se adaptaram e tornaram-se o principal gênero utilizado na pecuária de corte.</p>
<p>Essas forrageiras associam com eficiência produção, nas condições geoclimáticas encontradas na maior parte do país, com a produtividade em quantidade e qualidade suficientes para proporcionar um bom <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">escore corporal</a> </strong>e desempenho aos animais, quando alinhados com um plano nutricional adequado para a estação do ano.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sistema-rotacionado-pastejo?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-sistema-rotacionado&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39642 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado.png" alt="E-book Sistema rotacionado de pastejo" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Brachiaria brizantha Marandu – O braquiarão</h3>
<p>Trazido em 1984, o cultivar <strong>Brachiaria brizantha Marandu</strong>, conhecido popularmente como “<strong>braquiarão</strong>”, se tornou a espécie forrageira mais utilizada na produção de pastagens. Em 1994, já representava cerca de <strong>45% das pastagens cultivadas no trópico brasileiro</strong>, com destaque nas regiões amazônica, centro-oeste e sudeste do país.</p>
<p>O braquiarão é uma espécie perene, ou seja, pode permanecer por anos em uma pastagem, desde que seja manejado adequadamente. Ele apresenta colmos eretos e suberetos, com alturas de 1 a 1,5 metros, facilitando o manejo.</p>
<p>Em geral, as folhas são lanceoladas (em forma de lança) sem ou com poucos pelos e seus rizomas são curtos, 30 a 50 mm de comprimento, cobertos de escamas amareladas e brilhantes, sinalizando uma boa capacidade de tolerância ao pastejo.</p>
<p>Além dessas características físicas/anatômicas, que impactam no sistema de pastejo dessa espécie forrageira, algumas características relacionadas à produção devem ser consideradas no momento da escolha pela utilização dessa gramínea.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10916 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/brachiaria-3-e1643047757126.jpg" alt="Braquiarão" width="612" height="292" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/brachiaria-3-e1643047757126.jpg 612w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/brachiaria-3-e1643047757126-300x143.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/brachiaria-3-e1643047757126-370x177.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/brachiaria-3-e1643047757126-270x129.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 612px) 100vw, 612px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Acervo pessoal de Cristiano Rossoni, técnico do Rehagro.</span></p>
<p>O <strong>braquiarão apresenta boa produção de forragem</strong>, considerável exigência à fertilidade do solo e resistência à <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cigarrinhas-das-pastagens/">cigarrinha-das-pastagens</a></strong> quando comparada às outras espécies do gênero como a <em>Brachiaria decumbens.</em> Além disso, possui alto valor nutritivo, também comparado a outras espécies de braquiárias.</p>
<p>O somatório das características, em <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/">pastagens bem manejadas</a></strong> e adubadas, refletem em um material com proteína de alta degradabilidade ruminal e baixas quantidades de carboidratos estruturais de degradação lenta.</p>
<p>Um ponto de atenção, significativo, deve ser tratado quando falamos sobre o cultivar Marandu é a <strong>síndrome da morte do braquiarão</strong>, também conhecida como “morte súbita do braquiarão”. É um problema de grande impacto nas regiões central e norte do país. A utilização dessa espécie forrageira deve ser criteriosamente avaliada em regiões que apresentam esse desafio.</p>
<p>Entre os cultivares de <i>Brachiaria brizantha, </i>existem diferenças que também devem ser considerados, e a ressalva se faz necessária.</p>
<h3>Brachiaria brizantha Xaraés</h3>
<p>O cultivar <strong>Xaraés (MG5)</strong>, quando comparado ao Marandu, apresenta alta produtividade, rápida rebrota e florescimento tardio, o que prolonga o período de pastejo. No entanto, o manejo dessa braquiária exige atenção, pois o alongamento do caule pode resultar em perda de qualidade à medida que a forrageira atinge a maturidade.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10917 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/brachiaria-especie-forrageira.jpg" alt="Brachiaria Xaraés" width="634" height="321" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/brachiaria-especie-forrageira.jpg 634w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/brachiaria-especie-forrageira-300x152.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/brachiaria-especie-forrageira-370x187.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/brachiaria-especie-forrageira-270x137.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 634px) 100vw, 634px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Braquiária Xaraés. Fonte: Embrapa.</span></span></p>
<h3>Brachiaria brizantha Paiaguás</h3>
<p>Lançada em 2003 pela Embrapa, a <strong>Brachiaria brizantha BRS Paiaguás</strong> possui porte menor, semelhante à Brachiaria decumbens, com colmos e folhas finas.</p>
<p>Ela é especialmente recomendada para períodos de seca, sendo fácil de manejar. No entanto, a Paiaguás é suscetível à cigarrinha-das-pastagens, o que limita sua utilização em áreas com altos desafios relacionados a essa praga.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10918 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/brachiaria-paiaguas.jpg" alt="Brachiaria Paiaguás" width="469" height="312" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/brachiaria-paiaguas.jpg 469w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/brachiaria-paiaguas-300x200.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/brachiaria-paiaguas-370x246.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/brachiaria-paiaguas-270x180.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 469px) 100vw, 469px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Braquiária Paiaguás. Fonte: Embrapa.</span></span></p>
<h3>Brachiaria brizantha Ipyporã</h3>
<p>Outro cultivar interessante é a <strong>Brachiaria brizantha BRS Ipyporã</strong>, também lançada pela Embrapa. Ela é caracterizada pela elevada resistência à cigarrinha-das-pastagens e maior valor nutritivo, permitindo ganhos individuais significativos para os animais.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10919 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/brachiaria-ipypora.jpg" alt="Brachiaria Ipyporã" width="512" height="341" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/brachiaria-ipypora.jpg 512w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/brachiaria-ipypora-300x200.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/brachiaria-ipypora-370x246.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/brachiaria-ipypora-270x180.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 512px) 100vw, 512px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Braquiária Ipyporã. Fonte: Embrapa.</span></span></p>
<p>A tabela abaixo traz um resumo das principais características dessas braquiárias que o produtor deve atentar-se antes de introduzi-la na propriedade.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41413" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/tabela-comparativo-cultivares.png" alt="Comparativo entre as brachiarias" width="847" height="635" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/tabela-comparativo-cultivares.png 847w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/tabela-comparativo-cultivares-300x225.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/tabela-comparativo-cultivares-768x576.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/tabela-comparativo-cultivares-370x277.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/tabela-comparativo-cultivares-270x202.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/tabela-comparativo-cultivares-740x555.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/tabela-comparativo-cultivares-80x60.png 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/tabela-comparativo-cultivares-150x112.png 150w" sizes="auto, (max-width: 847px) 100vw, 847px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Adaptado da aula professor Ricardo Reis, Pós-Graduação Produção e Manejo de Pastagem para Bovinos de Corte do Rehagro.</span></p>
<h2>Benefícios gerais do gênero Brachiaria na pecuária</h2>
<p>Além das características específicas de cada cultivar, o gênero <strong>Brachiaria</strong> oferece vantagens gerais, como boa adaptação a relevos acidentados, proteção contra erosão do solo e maior eficiência na cobertura do terreno.</p>
<p>Contudo, o sucesso na produção depende de um manejo adequado, incluindo correção e adubação do solo, controle de pragas e respeito às alturas de entrada e saída da pastagem.</p>
<h2>A relevância da Brachiaria na pecuária brasileira</h2>
<p>A Brachiaria brizantha desempenhou um papel fundamental na intensificação da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/producao-de-gado-de-corte/">pecuária de corte no Brasil</a></strong>. Sua utilização é apropriada em grande parte das regiões produtoras do país.</p>
<p>Compreender as características e cultivares disponíveis pode ser determinante para o sucesso da produção bovina a pasto, promovendo ganhos de produtividade e sustentabilidade.</p>
<h2>Dominar o pasto é dominar o resultado financeiro da fazenda</h2>
<p>A base de qualquer pecuária lucrativa é o pasto. Quem sabe manejá-lo de forma estratégica consegue reduzir custos de produção, aumentar a taxa de lotação e encurtar o ciclo de engorda.</p>
<p data-start="568" data-end="903">No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso de Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</a></strong> do Rehagro, você desenvolve a visão técnica necessária para tomar decisões mais seguras e rentáveis. Com aulas online, linguagem prática e professores com forte atuação no campo, o curso te prepara para fazer da pastagem uma aliada estratégica na produção de arrobas.</p>
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		<title>Como realizar um projeto pecuário em fazenda de gado de corte?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2020 14:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[projetos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em um projeto pecuário, buscamos sempre a maior produtividade possível e um aumento na rentabilidade do negócio. Mas hoje, encontramos no setor diversos desafios, como a concorrência com outros setores produtivos, a diminuição da margem de lucratividade e a presença de novos agentes investidores. Esses pontos tornam a profissionalização da cadeia produtiva da carne mais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em um projeto pecuário, buscamos sempre a maior produtividade possível e um aumento na rentabilidade do negócio. Mas hoje, encontramos no setor diversos desafios, como a concorrência com outros setores produtivos, a diminuição da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/garantindo-margem-de-lucro-na-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">margem de lucratividade</a></strong> e a presença de novos agentes investidores.</p>
<p>Esses pontos tornam a profissionalização da cadeia produtiva da carne mais importante do que nunca e reforçam a necessidade da implementação de projetos estruturados e muito bem definidos.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
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<h2>Como definir um projeto pecuário?</h2>
<p>A definição de um projeto pecuário envolve uma série de fatores, cuja variação ocorre pela peculiaridade de cada propriedade. Fazendas com distintas características internas e externas demandam, por consequência, projetos específicos àquelas peculiaridades.</p>
<p>Portanto, <strong>dois pontos são, ou deveriam ser, comuns a todo e qualquer projeto pecuário:</strong></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Estabelecer um objetivo a ser alcançado</strong>, traçando metas e estratégias gradativas que irão construir o caminho até o objetivo do produtor.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Conhecer o atual status da fazenda</strong>, pois somente conhecendo criteriosamente os fatores favoráveis e desfavoráveis daquela propriedade será possível determinar quais e quando as ações de melhoria devem ser implantadas.</li>
</ol>
<p>Denomina-se “diagnóstico” o levantamento do momento atual da propriedade. Podemos compará-lo a uma fotografia, já que ao final do processo de diagnóstico, obtemos um “retrato” de como está a propriedade naquele determinado momento, sendo possível, a partir daí, construir planos estratégicos para alcançar a eficiência e a melhoria de todo o processo produtivo.</p>
<p>Como citado anteriormente, o objetivo dos projetos pecuários, podem variar de acordo com diversas características que são específicas de cada propriedade, entretanto, para o diagnóstico, podemos estabelecer uma série de itens a serem avaliados, que são comuns na maioria das fazendas.</p>
<p>Importante ressalva, está ligada ao processo de diagnóstico, todos e quaisquer dados levantados devem ser registrados de maneira que qualquer pessoa entenda e tenha a capacidade de leitura e interpretação daquela informação. Desde um profundo conhecedor daquela propriedade a alguém que nunca foi na fazenda.</p>
<h2>Passo a passo de um diagnóstico em fazenda de gado de corte</h2>
<h3>1. Levantamento da área</h3>
<p>O levantamento da área real da propriedade permite dentre outros aspectos o dimensionamento inicial do projeto pecuário. Com esse dado é possível entender, inclusive, qual a dimensão do projeto a ser estabelecido perante a região da propriedade.</p>
<p>Um ponto importante também sobre o levantamento da área real da propriedade está ligado às adequações legais, georreferenciamento, reserva legal, dentre outras.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11575 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/projeto-pecuario.jpg" alt="Área de pastagem com bovinos" width="740" height="437" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/projeto-pecuario.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/projeto-pecuario-300x177.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/projeto-pecuario-370x219.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/projeto-pecuario-270x159.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Área de pastagem com bovinos de uma fazenda cliente do Rehagro Consultoria. </span><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Acervo pessoal do Esp. Cristiano Rossoni, consultor e coordenador de cursos do Rehagro.</span></p>
<h3>2. Tipo de exploração</h3>
<p>No tipo de exploração deve ser levantado, basicamente, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/as-fases-da-bovinocultura-de-corte-quais-sao/" target="_blank" rel="noopener">qual a fase do sistema de produção de gado de corte</a></strong> aquela fazenda realiza: cria, recria, engorda, ciclo completo ou alguma variação entre essas, por exemplo uma propriedade que trabalha com <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-recria-na-pecuaria-de-corte/">recria</a></strong> e engorda, produção de touros, etc.</p>
<p>O levantamento correto dessa informação é importante para definir o projeto pecuário, seja pela alteração do tipo de exploração ou permanência na mesma, sendo muito comum muitas propriedades confundirem esses tipos de exploração e perderem o foco de atuação no sistema.</p>
<p>Vale ressaltar que oportunidades de mercado momentâneas não devem ser usadas como a base de um projeto a médio e longo prazo, uma vez que este deve ter uma estrutura consolidada.</p>
<h3>3. Sistema de criação</h3>
<p>O sistema de criação apresenta como é realizada o tipo de exploração, qual o nível de intensificação realizado naquela fazenda no momento do diagnóstico. <strong>Se é uma fazenda extensiva, semi-intensiva ou intensiva.</strong></p>
<p>Essa definição parece um pouco subjetiva, alguns pontos de avaliação e indicadores são importantes então para se definir o sistema de criação, tais como, a produtividade da fazenda @/ha/ano, se utilizam ou não de adubação das pastagens, se há algum sistema de engorda, como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/rotinas-no-confinamento-que-afetam-o-desempenho/">confinamento</a></strong>, kg de bezerro desmamado, dentre outras opção de serem avaliadas.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-manejo-confinamento-gado-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-confinamento&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39633 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento.png" alt="E-book Confinamento de gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>4. Objetivos do proprietário</h3>
<p>Conhecer o objetivo do proprietário é fundamental para o sucesso do projeto pecuário e esse levantamento deve ser, impreterivelmente, realizado durante o diagnóstico, pois pode-se nesse momento detectar melhor quais as características fundamentais que a propriedade possui para alcançar esse objetivo.</p>
<p>É comum que o proprietário ou os proprietários tenham dificuldade em <a href="https://rehagro.com.br/blog/planejando-e-executando-estrategias-na-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>definir o objetivo</strong></a> com aquela propriedade, para isso, algumas perguntas podem ser feitas para obter uma visão amplificada dos anseios e desejos do proprietário.</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Quantas cabeças gostaria de ter?</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Qual a rentabilidade esperada?</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Em quantos anos espera o retorno do capital investido?</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">O que gostaria de produzir (genética, gado comercial, bezerro, boi gordo, etc)?</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">A fazenda é sua única fonte de renda?</li>
</ul>
<p>Essas perguntas podem auxiliar o proprietário na definição do objetivo. Importante ressalva deve ser feita, alguns objetivos podem se chocar com alguma impossibilidade observada durante o diagnóstico, e assim o objetivo pode ser redefinido, antes do início do projeto.</p>
<p>Nesse momento de conversa com o proprietário deve-se estar atento ao perfil comportamental, e até mesmo ao perfil investidor (arrojado, conservador, intermediário). Essa informação auxilia no potencial de risco que o projeto deve ou não contemplar.</p>
<h3>5. Cenário econômico regional</h3>
<p><strong>Conhecer criteriosamente a região onde a propriedade está inserida é fundamental</strong>. Nesse item devem ser levantados dados como características das propriedades vizinhas, se são criadores, invernistas, se tem muito confinamento na região, etc. Essas informações ajudam a definir o projeto e qual “produto” principal será produzido na fazenda.</p>
<p>Avaliar se a região detém acesso a insumos importantes para a produção, como grãos, distribuição de medicamentos, ração ,deve ser avaliado. Quantos ou se há algum frigorífico no entorno da propriedade, é uma informação indispensável para definir um sistema de engorda, pois sem que haja qualquer indústria frigorífica minimamente próxima, pode tornar inviável a implantação do projeto.</p>
<p>Observar qual a cidade mais próxima, se existe disponibilidade de mão de obra e ou serviços básicos como hospitais, casa agropecuárias e outros. Nesse cenário devemos levantar, também, quais são os possíveis parceiros comerciais, clientes e fornecedores.</p>
<p>Durante esse levantamento deve-se avaliar também a estrutura logística da propriedade, qual a capacidade de escoamento da produção, se a malha rodoviária regional permite acesso de carretas, tanto para compra de insumos, quanto para a venda de animais.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-19698 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Produção de Gado de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>6. Características meteorológicas</h3>
<p>O levantamento de dados climáticos, é fundamental em qualquer projeto. Analisar o histórico de precipitações anual e mensal, temperatura média, mínima e máxima, permitem a implantação do planejamento forrageiro, definição da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estacao-de-monta-para-gado-zebu/" target="_blank" rel="noopener">estação de monta</a></strong>, época de confinar, época de plantio, entre outros exemplos, da propriedade.</p>
<p>Além dessas definições, outro ponto importante quanto às precipitações está ligado ao planejamento nutricional, pois um programa de suplementação, está diretamente ligado à qualidade da forrageira, só é possível determinar o suplemento mais adequado quando dominamos com exatidão, qual será o status da forrageira naquela determinada época do ano.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11577 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/projeto-pecuario-3.jpg" alt="Dados meteorológicos" width="740" height="412" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/projeto-pecuario-3.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/projeto-pecuario-3-300x167.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/projeto-pecuario-3-370x206.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/projeto-pecuario-3-270x150.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Exemplo de levantamento meteorológico dos últimos 30 anos de determinada região. Fonte de dados do INMET.</span></p>
<h3>7. Avaliação do rebanho</h3>
<p>A avaliação do rebanho, em números e condições, é outra avaliação a ser feita durante o diagnóstico.</p>
<p>Além da quantidade absoluta de animais presentes na propriedade no momento do diagnóstico, deve-se caracterizar esse rebanho.</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Quantidade de animal por categoria</strong> (exemplo: novilhas de 12 – 24 meses, bezerros machos, matrizes, etc)</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Padrão racial, qual ou quais as raças predominantes no rebanho.</strong> Em caso de sistemas de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/voce-esta-cuidando-bem-da-sua-cria/">cria</a></strong>, qual o padrão das matrizes e dos touros/sêmen utilizado.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Peso por categoria, qual a média de peso dos animais em cada categoria.</strong> Se a propriedade ainda não adota pesagens constantes, pode-se fazer uma avaliação visual. Entretanto, vale atentar-se para a importância da pesagem.</li>
</ul>
<p>Com levantamento desse quesito é possível calcular um indicador de grande importância, a quantidade de unidade animal (UA; 1 UA = 450 kg de PV) presente na fazenda.</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Status nutricional</strong> pela avaliação realizada de escore de condição corporal média para cada uma das categorias avaliadas.</li>
<li><strong>Status Sanitário do rebanho</strong> e quais as práticas e calendário sanitário que a fazenda adota.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11578 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/projeto-pecuario-4.jpg" alt="Avaliação status nutricional do gado" width="626" height="403" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/projeto-pecuario-4.jpg 626w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/projeto-pecuario-4-300x193.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/projeto-pecuario-4-370x238.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/projeto-pecuario-4-270x174.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 626px) 100vw, 626px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;"> Avaliação do status nutricional dos animais. </span><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Arquivo pessoal do Esp. Cristiano Rossoni, consultor e coordenador de cursos do Rehagro.</span></p>
<h3>8. Diagnóstico dos pastos</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O <strong>diagnóstico dos pastos</strong> é, provavelmente, <strong>a parte de maior importância para a continuação do projeto pecuário</strong>, após a avaliação das pastagens e suas estruturas é possível determinar a atual capacidade produtiva para sistemas de produção a pasto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O levantamento dessas informações permite a definição dos investimentos em <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-principais-etapas-para-uma-reforma-de-pastagem-bem-feita/">reforma, recuperação e manutenção das pastagens</a></strong>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O processo de avaliação deve ser minucioso, e realizado de preferência pela mesma pessoa em toda a área da propriedade, pois a maioria dos itens são avaliados de maneira visual. Alguns indicadores como o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/">GMD (ganho de peso médio diário)</a></strong> dos animais permite uma inferência quanto a qualidade das pastagens onde os animais se encontram, entretanto, a avaliação de pasto por pasto deve ser feita.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O ideal é que a avaliação seja feita montada, o responsável deverá percorrer todos os pastos da propriedade avaliando e fazendo anotações. Hoje já podemos contar com tecnologias como drones para uma avaliação da área e captura de imagens, o que enriquece a acurácia das informações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os principais itens avaliados são:</span></p>
<h4><strong>Identificação dos pastos e levantamento da área</strong></h4>
<p>A identificação dos pastos deve ser realizada com a ajuda de um colaborador que conheça as divisões. Pode ser feita, preferencialmente, enumerando os pastos ou pelo nome comum utilizado na propriedade, desde que todos saibam qual é o pasto indicado.</p>
<p>Essa identificação assim como o levantamento do tamanho do piquete é importante para a realização dos futuros manejos, cálculos de capacidade suporte e de custos referentes à reforma/manutenção daquela área.</p>
<h4><strong>Espécie forrageira predominante</strong></h4>
<p>Aqui basicamente é apontado qual ou quais são as espécies forrageiras predominantes naquele pasto em específico.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11579 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/projeto-pecuario-5.jpg" alt="Pastagem de braquiarão" width="551" height="414" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/projeto-pecuario-5.jpg 551w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/projeto-pecuario-5-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/projeto-pecuario-5-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/projeto-pecuario-5-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/projeto-pecuario-5-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 551px) 100vw, 551px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Pasto com presença predominante do braquiarão. </span><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Arquivo pessoal do Esp. Cristiano Rossoni, consultor e coordenador de cursos do Rehagro.</span></p>
<h4><strong>Área empastada</strong></h4>
<p>O levantamento da área empastada mostra qual o percentual da área daquele determinado pasto que está realmente encoberto da espécie forrageira ali presente.</p>
<p>Existem alternativas tecnológicas interessantes que auxiliam nesse levantamento como citado acima, os drones, por exemplo. Entretanto, é recomendado que o responsável faça esse apontamento a cavalo, e para isso ele deve percorrer toda a área de cada pasto, reforçando então a necessidade de ser o mesmo colaborador a fazer o levantamento de toda a área, por se tratar de uma avaliação subjetiva, devendo ser o mesmo critério adotado para toda a propriedade.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11580 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/projeto-pecuario-6.jpg" alt="Área empastada" width="449" height="192" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/projeto-pecuario-6.jpg 449w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/projeto-pecuario-6-300x128.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/projeto-pecuario-6-370x158.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/projeto-pecuario-6-270x115.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 449px) 100vw, 449px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Exemplo de área efetivamente empastada circulada em vermelho. </span><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Arquivo pessoal do Esp. Cristiano Rossoni, consultor e coordenador de cursos do Rehagro.</span></p>
<h4><strong>Área degradada</strong></h4>
<p>Assim como o levantamento da área empastada, a avaliação da área degradada deve ser feita de maneira visual e criteriosa.</p>
<p>A princípio é feito o levantamento percentual da <strong>área degradada</strong> em relação a área total do pasto, e posteriormente calculado valor em hectares da área degradada.</p>
<h4><strong>Nível de degradação</strong></h4>
<p>Para caracterizar a área degradada, levantada no item anterior, é importante que caracterize a degradação, o que é degradação e quais são os níveis de degradação.</p>
<p>Existem diferentes maneiras de se caracterizar a degradação, o mais comum é o estabelecimento de “notas” para essa degradação, criar uma nota de 0 a 4 por exemplo, para cada nível de degradação.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41438" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/tabela-degradacao-pastagens.png" alt="Classificação de níveis de degradação de pastagens" width="829" height="662" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/tabela-degradacao-pastagens.png 829w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/tabela-degradacao-pastagens-300x240.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/tabela-degradacao-pastagens-768x613.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/tabela-degradacao-pastagens-370x295.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/tabela-degradacao-pastagens-270x216.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/tabela-degradacao-pastagens-740x591.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/tabela-degradacao-pastagens-150x120.png 150w" sizes="auto, (max-width: 829px) 100vw, 829px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Classificação de níveis de degradação das pastagens. </span><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Adaptado de Adilson Aguiar.</span></p>
<h4><strong>Área infestada</strong></h4>
<p>Apesar de estar presente nos níveis de degradação, o levantamento da área infestada por plantas daninhas é importante para a realização do planejamento de recuperação das áreas, quantidade de herbicida necessário, e qual herbicida a ser utilizado.</p>
<p>Além da área, deve-se avaliar também qual a principal espécie invasora.</p>
<h4><strong>Área de reforma</strong></h4>
<p>O levantamento da área de reforma pode variar de acordo com os critérios adotados pelo técnico responsável, em suma, utiliza-se a subtração da área total do pasto pela área degradada ou área não empastada.</p>
<p>O critério é relativo, pode-se determinar, por exemplo, que será reformada todos os pastos em que menos de 50% da área esteja empastado, ou aqueles pastos em que a mais de 50% da área esteja com níveis iguais ou superiores a 2 na classificação do nível de degradação. A experiência do técnico que está fazendo o diagnóstico que irá direcionar os critérios de reforma.</p>
<h4><strong>Área de recuperação</strong></h4>
<p>Assim como a área de reforma, é importante a determinação de um critério para área de recuperação, por exemplo, pastos com mais de 30% da área infestada ou com 30 a 50% da área degradada devem ser recuperados.</p>
<h3>9. Estado de conservação das cercas</h3>
<p>Ao percorrer os pastos, aproveita-se para avaliar a qualidade e o estado de conservação das <a href="https://rehagro.com.br/blog/cerca-ideal-para-a-propriedade/" target="_blank" rel="noopener"><strong>cercas</strong></a> de cada pasto. Pode-se estabelecer notas de classificação, por exemplo, de 0 a 3, onde 0 não tem cerca, 1 cerca em péssimo estado de conservação, 2 cerca razoável e 3 cerca em perfeito estado de conservação.</p>
<h3>10. Diagnóstico das aguadas</h3>
<p>O diagnóstico das aguadas também acompanha o levantamento das características dos pastos.</p>
<p>Pode-se definir níveis ou notas para o status das aguadas, com notas máximas à <a href="https://rehagro.com.br/blog/bebedouro-para-gado-e-a-importancia-da-qualidade-da-agua/" target="_blank" rel="noopener"><strong>bebedouros</strong></a> artificiais limpos e em perfeito estado de conservação até notas mínimas que representam aguada natural, sujas, com indícios de erosão, impróprias para o consumo dos animais.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11581 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/projeto-pecuario-8.jpg" alt="Bebedouro para gado" width="599" height="450" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/projeto-pecuario-8.jpg 599w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/projeto-pecuario-8-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/projeto-pecuario-8-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/projeto-pecuario-8-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/projeto-pecuario-8-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 599px) 100vw, 599px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Construção de bebedouro artificial. </span><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Arquivo pessoal do Esp. Cristiano Rossoni, consultor e coordenador de cursos do Rehagro.</span></p>
<p>É sempre válido nesse momento coletar amostras para análises laboratoriais da qualidade de água, uma vez que esta está diretamente relacionada ao desempenho dos animais e possíveis problemas sanitários.</p>
<h3>11. Avaliação dos cochos</h3>
<p>A avaliação dos <a href="https://rehagro.com.br/blog/voce-sabe-a-importancia-de-mexer-o-cocho/" target="_blank" rel="noopener"><strong>cochos</strong></a> deve levar em conta dois aspectos importantes: a quantidade de cocho e dimensões do cocho, quantos metros de cocho cada piquete tem e também qual a qualidade e o estado de conservação desses cochos.</p>
<p>Assim como utilizamos para aguada, podemos estabelecer critérios de nota para o estado de conservação dos cochos, onde posteriormente será possível definir a melhor ação referente a cada cocho para cada um dos pastos da propriedade. Esses dados devem ser correlacionados com a quantidade de animais naquele pasto para se avaliar o espaçamento de cocho.</p>
<p>Esse levantamento também será importante para a definição do programa de suplementação. Há cocho suficiente para uma suplementação de médio a alto consumo?</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11582 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/projeto-pecuario-9.jpg" alt="Inspeção de cochos" width="722" height="541" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/projeto-pecuario-9.jpg 722w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/projeto-pecuario-9-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/projeto-pecuario-9-370x277.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/projeto-pecuario-9-270x202.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/projeto-pecuario-9-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 722px) 100vw, 722px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Medição de espaçamento de cocho feita pelo técnico Hugo Pereira. </span><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Arquivo pessoal do Esp. Cristiano Rossoni, consultor e coordenador de cursos do Rehagro.</span></p>
<h3>12. Programa nutricional do rebanho</h3>
<h4><strong>Plano nutricional</strong></h4>
<p>É importante, que durante o diagnóstico seja levantado qual o programa nutricional é atualmente adotado em cada categoria animal da propriedade nas diferentes épocas do ano, e se a estratégia condiz com o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-bovinos-de-corte/">estado de condição corporal</a></strong> avaliado no levantamento do rebanho.</p>
<h4><strong>Suplemento utilizado</strong></h4>
<p>Quando avaliamos o plano nutricional, um ponto de atenção que deve ser levantado se refere às características nutricionais dos insumos utilizados e as condições de armazenamento na propriedade.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11583 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/projeto-pecuario-10.jpg" alt="Suplementação para bovinos" width="682" height="511" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/projeto-pecuario-10.jpg 682w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/projeto-pecuario-10-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/projeto-pecuario-10-370x277.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/projeto-pecuario-10-270x202.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/projeto-pecuario-10-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 682px) 100vw, 682px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Suplementação de alto consumo de animais criados a pasto. </span><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: arquivo pessoal do Esp. Cristiano Rossoni, consultor e coordenador de cursos do Rehagro.</span></p>
<h3>13. Calendário sanitário</h3>
<p>Além da avaliação visual realizada durante o diagnóstico do rebanho, é importante que se faça uma <strong>pesquisa do calendário sanitário realizado na fazenda</strong>, quais são e quando são aplicadas as vacinas e os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-de-verminoses-em-bovinos-de-corte/">vermífugos</a></strong> durante o ano e em quais categorias animais, incluindo as campanhas de vacinação.</p>
<h3>14. Infraestrutura, benfeitorias e maquinário</h3>
<p>Além de definir uma série de importantes investimentos a serem realizados no projeto pecuário, <strong>o levantamento das benfeitorias e dos maquinários</strong> é extremamente importante quando pensamos em capacidade produtiva daquela propriedade.</p>
<p>Esta informação será também utilizada para averiguar se as benfeitorias são suficientes para armazenar os insumos necessários no processo produtivo ou então, até mesmo, se o refeitório atende as exigências mínimas para os colaboradores.</p>
<p>Quanto ao maquinário, deve-se levantar: quais os maquinários? Quantos tratores e qual o ano desses tratores? Todos esses itens devem ser descritos quanto ao estado de conservação, modelo, marca e ano. Além de avaliar possíveis investimentos e planos de manutenção, com esse levantamento é possível calcular a depreciação que será levado em consideração para as análises econômicas da propriedade.</p>
<h3>15. Mão de obra</h3>
<p>A avaliação da mão de obra vai um pouco além da quantificação de colaboradores que trabalham atualmente na propriedade. Deve ser levantado <strong>qual o cargo e a função de cada colaborador, bem como a remuneração desses colaboradores</strong>.</p>
<p>Entender o quadro de funcionários, as funções e a hierarquia na propriedade pode definir importantes ações durante o projeto pecuário. Por isso, é recomendado a elaboração do organograma atual da fazenda.</p>
<h3>16. Levantamento dos dados financeiros e indicadores</h3>
<p>Por último, e não menos importante, é o <strong>levantamento dos indicadores produtivos e econômicos da fazenda</strong>.</p>
<p>Embora, muitas fazendas não possuam esses dados estruturados ou não fazem coletas dessas informações, é fundamental investigar o quanto a fazenda está produzindo e qual sua eficiência de produção, independente do sistema. Para isso, há indicadores chaves para cada sistema de produção que devemos estar atentos.</p>
<p>Os dados financeiros seguem as mesmas premissas dos indicadores. Quanto mais informações se obter na hora do diagnóstico melhor será o direcionamento e a qualidade do projeto.</p>
<h2>Como medir o sucesso de um projeto pecuário?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A realização do diagnóstico deve ser realizada de forma criteriosa para assegurar a veracidade da condição atual da fazenda. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O sucesso de um projeto pecuário depende da integração bem sucedida entre uma série de pilares: <strong>nutrição, sanidade, reprodução e uma boa gestão financeira e de equipes.</strong> Resultados financeiros satisfatórios só vêm quando todos esses aspectos caminham juntos e estão em dia.</span></p>
<h2>Construa projetos pecuários sólidos com embasamento técnico e visão estratégica</h2>
<p data-start="298" data-end="554">Planejar um projeto pecuário eficiente vai muito além de escolher boas pastagens ou definir metas produtivas. É preciso entender de manejo, nutrição, sanidade, gestão econômica e tomada de decisão, sempre com foco em rentabilidade e resultados duradouros.</p>
<p data-start="556" data-end="908">Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Pós-graduação em Produção de Gado de Corte</a></strong> do Rehagro, você desenvolve exatamente essa <strong>visão completa e integrada</strong>. São aulas online, com foco em aplicação prática e professores que atuam no campo e sabem como transformar teoria em ação. O curso é ideal para quem quer liderar projetos, aumentar a produtividade da fazenda e se destacar no setor.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-19698 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Produção de Gado de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-36397" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp" alt="Cristiano Rossoni - Coordenador de Cursos Pecuária de Corte" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-270x86.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-150x48.webp 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/um-projeto-pecuario-de-sucesso-se-inicia-pelo-diagnostico/">Como realizar um projeto pecuário em fazenda de gado de corte?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>DDG e WDG: grãos de destilaria do milho na alimentação dos bovinos</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/ddg-e-wdg-graos-de-destilaria-do-milho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2020 17:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição bovina]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O máximo aproveitamento dos recursos disponíveis dentro de um sistema, é fundamental para a diminuição dos custos de produção, essa máxima se estende por toda a cadeia produtiva do agronegócio. Explorar todas as possibilidades da matéria-prima é uma grande virtude da cadeia produtiva da carne &#8211; tudo na produção de carne bovina é aproveitado. Esse [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/ddg-e-wdg-graos-de-destilaria-do-milho/">DDG e WDG: grãos de destilaria do milho na alimentação dos bovinos</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O máximo aproveitamento dos recursos disponíveis dentro de um sistema, é fundamental para a diminuição dos custos de produção, essa máxima se estende por toda a cadeia produtiva do agronegócio.</p>
<p>Explorar todas as possibilidades da matéria-prima é uma grande virtude da cadeia produtiva da carne &#8211; tudo na produção de carne bovina é aproveitado.</p>
<p>Esse aproveitamento, entretanto, não deve se restringir às últimas etapas do sistema de produção. Frigoríficos têm grande eficiência no aproveitamento de 100% do animal abatido e as etapas anteriores, que sucedem o frigorífico, também devem seguir esse caminho.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O uso de coprodutos na pecuária de corte</h2>
<p>Um grande avanço nesse sentido está diretamente relacionado ao <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/coprodutos-da-industria-do-algodao-para-pecuaria-de-corte/">aproveitamento de coprodutos</a></strong> de outros negócios envolvidos no agro, a utilização de produtos advindos das cadeias produtivas do etanol (por exemplo, os grãos de destilaria), do açúcar, do algodão e tantas outras, podem ser de grande valia na produção dos ruminantes.</p>
<p>Além de diminuir a concorrência de utilização de produtos utilizados na alimentação humana, a utilização de coprodutos tem grande potencial quanto ao passivo ambiental.</p>
<p>A principal forma de interação e aproveitamento dos recursos está direcionada justamente a esses coprodutos, que são a cada dia mais utilizados na dieta de ruminantes.</p>
<p>Casca de soja, torta de algodão, bagaço de cana, são alguns exemplos de “resíduos” de outras indústrias de grande importância para a nutrição de ruminantes.</p>
<p>Nos últimos anos, cresceu no Brasil, principalmente no Centro-Oeste brasileiro, o número de agroindústrias que utilizam a <strong>destilação do milho</strong><strong> na produção do etanol</strong>. Esse processo tem como resíduos <strong>subprodutos de grande potencial para a inclusão nas dietas de ruminantes.</strong></p>
<p>Resumidamente, nesse processo, utiliza-se o amido presente no milho como substrato para a fermentação e para a produção do etanol. O material remanescente é um produto rico em proteína, gordura e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fibra-efetiva-na-nutricao-de-bovinos-em-confinamento/" target="_blank" rel="noopener">fibra</a></strong>, mais concentrados do que originalmente encontrados no milho. A proporção desses materiais varia entre as indústrias de etanol, dependendo do processo fermentativo que adotam.</p>
<p>O cozimento do milho irá proporcionar a gelatinização do amido, enzimas alfa amilase, termoestáveis, são adicionadas ao material e quebram o amido em glicose, que por sua vez será utilizado por leveduras adicionadas ao processo em etanol e gás carbônico (CO2).</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10336 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/residuo-umido-destilaria-milho.jpg" alt="Resíduo de grãos de destilaria de milho" width="740" height="554" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/residuo-umido-destilaria-milho.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/residuo-umido-destilaria-milho-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/residuo-umido-destilaria-milho-370x277.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/residuo-umido-destilaria-milho-270x202.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/residuo-umido-destilaria-milho-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px" /><span style="font-size: 10pt;">Resíduo úmido da destilaria do milho, conhecido como WDG (<i>wet distillers grain</i>). Fonte: Acervo Rehagro</span></p>
<h2>Coprodutos DDG e WDG</h2>
<p>Os principais coprodutos de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tipos-de-moinho-para-moagem-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">grãos</a></strong> de destilaria são grãos secos ou úmidos de destilaria, mais conhecido no Brasil pela sigla em inglês <strong>DDG e WDG </strong>(<i>dried distillers grains with solubles</i> e <i>wet distillers grains</i>, respectivamente). Esses coprodutos se diferem basicamente, como diz sua nomenclatura, pelo teor de umidade.</p>
<p>Durante o processo de fabricação do etanol, <strong>o material fermentado passa por uma etapa de secagem, dando origem ao DDG e quando retirado antes da fase de secagem temos o WDG.</strong></p>
<p>Além da característica principal, relacionada à umidade, esse processo de secagem irá interferir em alguns pontos importantes quando avaliamos a utilização desses produtos na nutrição de ruminantes.</p>
<p>Antes de chegar à fazenda, e serem realizadas as devidas considerações sobre nutrientes e inclusões nas dietas, devemos pensar nos custos e na logística que envolve a utilização desses produtos.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-misturadores-qualidade-mistura?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-misturadores&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39637 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores.png" alt="E-book Misturadores de ração" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Composição e utilização do WDG</h3>
<p>O <strong>produto úmido, WDG</strong>, apresenta, em média, na sua composição, 65% de água, o que acarreta, consequentemente, em maiores custos tanto no transporte, tornando mais atrativo para propriedade vizinha da indústria.</p>
<p>Também devemos destacar a armazenagem deste produto. A umidade diminui a densidade do produto, sendo necessário maior espaço para estocagem, além de necessitar de maiores cuidados com o aparecimento de mofos.</p>
<p>A utilização do <strong>WDG</strong> deve ser realizada de forma relativamente rápida nas propriedades. Estima-se que o tempo de vida útil do produto gire em torno de 3 a 4 dias, quando armazenado da forma “convencional” nos galpões de fábrica de confinamento, devendo ser o abastecimento da propriedade com esse produto uma rotina diária.</p>
<p>Uma alternativa a esse problema, pode ser a ensilagem do produto, hoje em dia a principal forma de ensilagem do WDG é feita por bags. Muitos produtores têm aproveitado a baixa nos preços para estocar e ensilar esse material.</p>
<p>A umidade interfere, ainda, nas possibilidades de trato para os animais, suplementação de menores consumos, por exemplo, são praticamente inviáveis com WDG, o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-para-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">suplemento</a></strong> como um todo fica bastante úmido, fazendo com que o mesmo, estrague com mais facilidade.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10338 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/wdg.jpg" alt="Grãos de destilaria WDG" width="397" height="397" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/wdg.jpg 397w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/wdg-300x300.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/wdg-150x150.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/wdg-370x370.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/wdg-270x270.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 397px) 100vw, 397px" /><span style="font-size: 10pt;">WDG. Fonte: Site da FS Bioenergia.</span></p>
<p>Em contrapartida, justamente por não passar por uma etapa do processo de secagem, o WDG tem normalmente menores custos do kg de MS, quando comparados ao DDG. Ainda referente ao quesito umidade, outro benefício do WDG está relacionado à sua maior capacidade de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/misturadores-e-qualidade-de-mistura-para-racoes-bovinas/" target="_blank" rel="noopener">mistura</a></strong>, diminuindo inclusive a seleção dos animais.</p>
<h3>Composição e utilização do DDG</h3>
<p>O <strong>DDG</strong>, por todos os motivos supracitados, parece ser então uma <strong>opção mais viável</strong>, principalmente àquelas propriedades que estão distantes geograficamente das grandes usinas de etanol.</p>
<p>Sua composição com 10 a 12% de umidade, normalmente, permite que esse produto seja armazenado como a maioria dos concentrados comumente utilizados em uma propriedade de corte, ou seja, nos barracões e expostos ao ar.</p>
<p>Por ser um produto de MS mais elevado (88 a 90% de MS), pode inclusive ser utilizado como <a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-a-pasto-maximize-resultados-na-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>suplementação de animais a pasto</strong></a>, tendo maior vida útil nos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/voce-sabe-a-importancia-de-mexer-o-cocho/" target="_blank" rel="noopener">cochos</a></strong> quando comparado ao WDG.</p>
<p>Um adendo importante, que deve ser observado com bastante atenção em relação ao <strong>DDG</strong>, está relacionado justamente ao processo de secagem, onde, quando esse processo ocorre em demasia, pode levar à queima daquele material, levando à não disponibilização importante de alguns nutrientes.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10340 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/ddg.jpg" alt="Grãos de destilaria DDG" width="500" height="500" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/ddg.jpg 500w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/ddg-300x300.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/ddg-150x150.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/ddg-370x370.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/ddg-270x270.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">DDG. Fonte: Site da FS Bioenergia</span></p>
<h2>Uso dos grãos de destilaria do milho na dieta animal</h2>
<p>Tida algumas observações importantes sobre as características físicas desses produtos, principalmente em relação aos teores de MS e às consequências observadas em virtude da diferença entre esses produtos, a utilização e os níveis de inclusão desses coprodutos, passam a ser avaliadas pelas características bromatológicas dos mesmos.</p>
<p>Características comuns a esses <strong>grãos de destilaria do milho</strong>, justamente pelo processo fermentativo para produção de etanol utilizar o amido como substrato, são que esses nutrientes apresentam baixas concentrações, <strong>tanto no DDG quanto no WDG</strong>, em torno de 2 a 5%.</p>
<p>A principal forma de utilização desses coprodutos é como <strong>fonte proteica</strong>, e se justifica quando avaliamos os níveis de proteína desses materiais, sendo em média, 32% e 25 a 32% de proteína bruta no WDG e no DDG, respectivamente, sendo um substituto do farelo de soja.</p>
<p>Materiais comerciais podem variar quanto aos teores de proteína do produto, sendo vendido DDG com 19% de PB, por exemplo. Esses parâmetros devem ser observados na hora da compra para comparar preços.</p>
<p>Segundo uma pesquisa de Corrigan e colaboradores feita em 2006, podemos considerar, em inclusões superiores a 20% da dieta total, como fonte também energética, principalmente quando há a substituição do milho ao DDG.</p>
<p>Essa prática é mais usual em situações de suplementação a pasto dos animais. Nos confinamentos, inclusões próximas a 20% costumam suprir as exigências de proteína da dieta, e até mesmo alcançar valores superiores.</p>
<p>A substituição da fonte energética pode se justificar pelos níveis de NDT do DDG e do WDG, 90% e 98% respectivamente.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10341 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/ddg-armazenado.jpg" alt="Armazenamento de DDG" width="664" height="498" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/ddg-armazenado.jpg 664w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/ddg-armazenado-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/ddg-armazenado-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/ddg-armazenado-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/ddg-armazenado-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 664px) 100vw, 664px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Armazenamento de DDG. Fonte: Acervo pessoal, Paulo Eugênio, consultor e coordenador de consultoria do Rehagro.</span></p>
<p>Outro ponto de avaliação desses produtos, diz respeito aos níveis de PNDR, que podem ser até 2,6 vezes maior do que os níveis encontrados no farelo de soja, por exemplo, na média o WDG apresenta 55% de PNDR enquanto o DDG apresenta 60 a 70% da PB de proteína não degradável no rúmen.</p>
<p>Entre os pontos de atenção e cuidados em relação à utilização desses insumos, dois chamam atenção, o primeiro deles está relacionado à inibição de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/consumo-de-bovinos-a-pasto/" target="_blank" rel="noopener">consumo</a></strong>. Estudos como de Klopfenstein e colaboradores, feito no ano de 2014, sugerem que inclusões superiores a 30% da MS da dieta podem inibir consumo, refletindo em desempenhos inferiores.</p>
<p>Em contrapartida, estudos como Buckner e colaboradores obtiveram desempenhos semelhantes com inclusão de até 40% na dieta. Ainda como ponto de atenção, é importante sempre a análise dos níveis de enxofre desses produtos.</p>
<p>Portanto, a utilização dos grãos de destilaria, secos ou úmidos, são uma excelente alternativa, principalmente como substitutivos para fontes proteicas como o farelo de soja. Os valores da MS devem ser considerados no momento da escolha de qual produto utilizar na propriedade.</p>
<h2 data-start="190" data-end="254">Nutrição eficiente começa pela escolha certa dos ingredientes</h2>
<p data-start="256" data-end="555">O uso de DDG e WDG na alimentação dos bovinos pode reduzir custos e aumentar o desempenho, mas, para isso, é preciso conhecimento técnico para ajustar as dietas, entender o impacto dos coprodutos e garantir equilíbrio nutricional. Nutrição mal planejada é desperdício; nutrição estratégica é lucro.</p>
<p data-start="557" data-end="827">No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso de Gestão na Pecuária de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende como transformar decisões nutricionais em mais arrobas por hectare, integrando alimentação, planejamento e indicadores de desempenho. As aulas são online, práticas e voltadas para a realidade do campo.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-36397" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp" alt="Cristiano Rossoni - Coordenador de Cursos Pecuária de Corte" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-270x86.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-150x48.webp 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/ddg-e-wdg-graos-de-destilaria-do-milho/">DDG e WDG: grãos de destilaria do milho na alimentação dos bovinos</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Tipos de moinhos para moagem de grãos: veja suas características</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2020 17:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição bovina]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os tipos de grãos mais utilizados na nutrição de bovinos são: milho, sorgo, trigo e cevada. Sua aplicabilidade depende da região do país e dos custos desse insumo. Dentre esses, o de uso mais comum no Brasil é o milho. O milho é um alimento muito utilizado no Brasil por se tratar de uma fonte [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os tipos de grãos mais utilizados na nutrição de bovinos são: milho, sorgo, trigo e cevada. Sua aplicabilidade depende da região do país e dos custos desse insumo. Dentre esses, o de uso mais comum no Brasil é o milho.</p>
<p>O milho é um alimento muito utilizado no Brasil por se tratar de uma fonte energética e com custo mais competitivo. Entretanto, o cenário pode mudar dependendo do local, condições climáticas e época do ano.</p>
<p>Independente do grão que se opte para uso na alimentação animal, o processamento tem o mesmo objetivo, que é alterar as características físicas e/ou químicas do grão para que haja alteração na taxa de digestão, melhora na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/misturadores-e-qualidade-de-mistura-para-racoes-bovinas/" target="_blank" rel="noopener">qualidade de mistura</a></strong><span style="font-weight: 400;"> e, por sua vez, melhor desempenho animal. </span></p>
<p>Esse processamento pode ser através da alteração no tamanho de partícula, aumento na área de superfície, exposição do amido pela quebra de barreiras físicas, aumento da umidade e gelatinização do amido.</p>
<p>Dentre os tipos de processamento, os mais comuns são: moído, laminado, floculado, ensilado, <a href="https://rehagro.com.br/blog/reidratacao-do-milho/" target="_blank" rel="noopener"><strong>reidratado</strong></a>.</p>
<p>Neste texto, vamos abordar a <strong>moagem, que é o tipo de processamento mais comumente utilizado no Brasil.</strong></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Como é o processo de moagem dos grãos?</h2>
<p>A moagem é de custo relativamente baixo comparando-se com outras maneiras de processamento. Seu objetivo é a redução de tamanho do grão em vários fragmentos menores através da aplicação de forças mecânicas.</p>
<p>Com a redução do tamanho da partícula e aumento da uniformidade dos pedaços, obtém-se uma maior superfície de contato do ingrediente, melhorando a degradabilidade ruminal e, facilitando ainda, misturas em processamentos de formulação das rações.</p>
<p>Para moagem, é necessário a utilização do moinho, que é o responsável pelo processo de redução das partículas dos grãos. Existem diversos tipos de moinho, todos com a mesma finalidade. Entretanto, existem algumas diferenças no produto final e no método de ação.</p>
<p>Antes do detalhamento dos tipos de moinhos mais comumente utilizados nos processos relacionados à pecuária, algumas ressalvas devem ser destacadas.</p>
<p>Para uma boa qualidade do produto final da moagem, não é suficiente ter apenas um bom moinho ou uma excelente operação de moagem. A qualidade da matéria prima é determinante para a qualidade e produtividade do produto final, seja ele farelo, quirela, canjica, etc.</p>
<p>Os grãos moídos “finos”, matérias estranhas e impurezas que prejudicam a qualidade do moído devem ser evitados durante o processo como um todo, como exemplo de fatores que levam a produção de “finos” temos:</p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Genética do grão;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Tipo do grão (duro, semi-duro, mole);</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Formato do grão;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Danos provocados pela colheitadeira;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Temperatura de secagem do grão;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Transporte do grão. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro fator extremamente importante para um insumo de qualidade é a questão sanitária da fábrica e locais de armazenagem, onde devemos evitar e minimizar ao máximo as causas e as fontes de fungos, ácaros, insetos, tóxicos e demais contaminações.</span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-misturadores-qualidade-mistura?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-misturadores&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39637 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores.png" alt="E-book Misturadores de ração" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como realizar a escolha correta do moinho?</h2>
<p>Os moinhos mais utilizados na produção agrícola nacional são:</p>
<ul>
<li>Moinho de rolo;</li>
<li>Moinho de martelo<strong>.</strong></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">A correta escolha do moinho é de extrema importância para o sucesso não apenas da atividade moagem em si, mas também no processo como um todo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É indispensável a observação de algumas características do moinho antes da aquisição do mesmo, além de fatores como qualidade e preço do equipamento, que são inerentes a qualquer mercadoria adquirida. </span>Em relação a moinhos devemos atentar a alguns aspectos específicos.</p>
<p>Para determinar o desempenho do moinho, <strong>devemos avaliar a Taxa de moagem (TX)</strong>, que é obtida através da relação entre tempo gasto na moagem e quantidade de milho em kg utilizado e o consumo de energia elétrica que é calculado de acordo com a potência do motor.</p>
<p>O dimensionamento do moinho deve ser muito bem avaliado de acordo com as características produtivas e capacidade de sua fábrica.</p>
<p><strong>Um moinho subdimensionado,</strong> com capacidade inferior às necessidades e demandas do empreendimento, <strong>vai impreterivelmente atrasar todo o processo de produção da ração</strong>, numa reação em cadeia todo a parte de produção, distribuição e fornecimento do trato dos animais será comprometido, levando a uma diminuição da produtividade acarretando baixos índices de lucratividade.</p>
<p>Por outro lado, <strong>um moinho superdimensionado</strong>, ou seja, com capacidade de produção superior ao exigido pelas demandas da atividade, <strong>acarretará desperdício</strong>, tanto para com o investimento, quanto para manter os custos de energia de um equipamento subutilizado. Lembramos ainda, em relação aos gastos com energia, que quanto mais fina for a moagem, maior será o gasto com energia elétrica.</p>
<p>Agora que conhecemos os principais fatores inerentes à moagem de milho, devemos conhecer as características dos diversos tipos de moinhos encontrados no mercado.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-de-bovinos-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-42003 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new.png" alt="Pós-graduação em Nutrição de Bovinos de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Moinho de rolo</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Utilizando a força de compressão, dois ou mais cilindros giram em direção contrária, com velocidades diferentes, onde o milho, ao passar pelos cilindros, recebe essa força. Existem ainda </span>moinhos de rolo<span style="font-weight: 400;"> onde se tem apenas um rolo que comprime o material moído contra a parede do moinho. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O resultado final é uma moagem resultando um produto mais uniforme. É extremamente usual nas atividades ligadas à pecuária. </span><span style="font-weight: 400;">Existem moinhos de rolo de diversos tamanhos e capacidades, desde pequenos moinhos caseiros para grãos, café, malte e outros, até grandes moinhos para indústrias de mineração. </span></p>
<p><strong>O moinho de rolo permite uma moagem mais fina</strong>, grande parte entre 1,25 a 2 mm, aumentando a degradabilidade do grão. Em contrapartida, exige maiores cuidados com o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-dicas-basicas-da-alimentacao-e-manejo-nutricional-de-gado-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">manejo da dieta</a></strong> e distúrbios metabólicos.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10344 size-large" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/moinho-de-rolo-e1638534859625-1024x841.jpg" alt="Moinho de rolo" width="770" height="632" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/moinho-de-rolo-e1638534859625-1024x841.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/moinho-de-rolo-e1638534859625-300x247.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/moinho-de-rolo-e1638534859625-768x631.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/moinho-de-rolo-e1638534859625-1536x1262.jpg 1536w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/moinho-de-rolo-e1638534859625-370x304.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/moinho-de-rolo-e1638534859625-270x222.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/moinho-de-rolo-e1638534859625-365x300.jpg 365w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/moinho-de-rolo-e1638534859625-740x608.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/moinho-de-rolo-e1638534859625.jpg 1874w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Aula Professor Rafael Cervieri, Pós Corte Online. </span></p>
<h3>Moinho de martelo</h3>
<p>Tendo com o impacto a força responsável para a quebra do grão é utilizado para produção de produtos de tamanhos entre intermediário e grandes (o tamanho das partículas pode variar entre moinhos mesmo comparando peneiras semelhantes, em virtude de potência, amperagem, desgaste dos martelos).</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41436" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/tabela-moinhos.png" alt="Moinho de martelos" width="819" height="309" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/tabela-moinhos.png 819w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/tabela-moinhos-300x113.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/tabela-moinhos-768x290.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/tabela-moinhos-370x140.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/tabela-moinhos-270x102.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/tabela-moinhos-740x279.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/tabela-moinhos-150x57.png 150w" sizes="auto, (max-width: 819px) 100vw, 819px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Aula Professor Rafael Cervieri, Pós Corte Online. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, com mais tempo de moagem e dependendo do material a ser moído, pode também fornecer um produto mais fino, inclusive do que o obtido no moinho de rolo. A granulometria do produto obtido é diretamente dependente de alguns fatores como: </span></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">A potência do motor;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">O número de martelos;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">O tamanho dos martelos;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">A distância entre o martelo e a parede do cilindro; </span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">A área de abertura da peneira na saída do moinho. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">O moinho de martelo, o mais utilizado no Brasil, funciona com uma alta rotação de “martelos” acoplados a uma peça giratória, que quando em alta velocidade, atinge o grão causando sua quebra.</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10346 size-large" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/moinho-de-martelo-1024x923.jpg" alt="Moinho de martelo peneira 5 mm" width="770" height="694" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/moinho-de-martelo-1024x923.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/moinho-de-martelo-300x271.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/moinho-de-martelo-768x693.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/moinho-de-martelo-1536x1385.jpg 1536w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/moinho-de-martelo-370x334.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/moinho-de-martelo-270x243.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/moinho-de-martelo-333x300.jpg 333w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/moinho-de-martelo-740x667.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/moinho-de-martelo.jpg 1864w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" /><span style="font-size: 10pt;"> Fonte: Aula Professor Rafael Cervieri, Pós Corte Online.</span></p>
<h3>Moinho de disco</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Fornece ao final da moagem um produto de granulação fina. Dependendo do tipo de produto, pode ser de disco simples ou disco duplo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É composto por um ou dois discos giratórios e um disco fixo. Os discos giratórios comprimem o alimento a ser moído no disco fixo e são extremamente utilizados para alimentos fibrosos.</span></p>
<h3>Trituradores de mandíbulas</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O produto a ser moído vai passando por duas grandes e resistentes mandíbulas, quando vão passando. À medida que as mandíbulas vão se estreitando, o produto vai sendo moído. Não é muito usual para moagem de milho.</span></p>
<h3>Moinhos de bolas</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O moinho de bolas é, basicamente, um cilindro regular contendo várias bolas de material pesado e resistente, onde a força e o impacto das bolas no material a ser moído será responsável pelo processo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse moinho é utilizado para um produto final com baixa granulometria, mais utilizado para moer polpa de cacau, amêndoas, castanhas e amendoins, sendo menos usual na pecuária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A escolha do moinho deve ser realizada de acordo com as demandas e necessidades de cada propriedade, observando o objetivo da moagem e principalmente, as características que cada moinho implicará no milho e, consequentemente, na dieta dos animais.</span></p>
<h2>Torne-se referência em nutrição na pecuária de corte</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Com a <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-de-bovinos-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pós-graduação em Nutrição de Bovinos de Corte</strong></a>, você vai aprender na prática a formular dietas que garantem o desempenho dos animais e geram lucro para o produtor. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, será capaz de montar estratégias nutricionais completas, alinhadas à realidade e aos objetivos da fazenda. Torne-se um profissional completo, dominando técnica e gestão, ganhando destaque no mercado da sua região. </span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-de-bovinos-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-42003 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new.png" alt="Pós-graduação em Nutrição de Bovinos de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-36397" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp" alt="Cristiano Rossoni - Coordenador de Cursos Pecuária de Corte" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-270x86.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-150x48.webp 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16050 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia-300x96.jpg" alt="Andrea Mobiglia" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Coprodutos do algodão para alimentação do gado de corte: saiba quais são</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/coprodutos-da-industria-do-algodao-para-pecuaria-de-corte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2020 13:30:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição bovina]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[suplementação bovina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A indústria do gado de corte passa por um momento de grande transformação. Ao longo das últimas décadas, o que se viu foi uma mudança significativa em todas as pontas da cadeia produtiva. Essa mudança é constante e busca o aumento da produtividade e a otimização dos recursos disponibilizados para a pecuária. Dentre os aspectos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A indústria do gado de corte passa por um momento de grande transformação. Ao longo das últimas décadas, o que se viu foi uma mudança significativa em todas as pontas da cadeia produtiva.</p>
<p>Essa mudança é constante e busca o aumento da produtividade e a otimização dos recursos disponibilizados para a pecuária.</p>
<p>Dentre os aspectos importantes dessa mudança, está a associação de duas importantes frentes produtivas do agronegócio: lavoura e pecuária.</p>
<p>Essa associação se passa desde sistemas altamente integrados, como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-integracao-lavoura-pecuaria/">sistemas de Integração Lavoura Pecuária (ILP)</a></strong>, e também ao aproveitamento de insumos e recursos advindos da outra atividade.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Principais coprodutos do algodão na alimentação do gado de corte</h2>
<p>A pecuária se beneficia de produtos e coprodutos advindos da agricultura. A lavoura também se favorece com a utilização de produtos oriundos da pecuária, por exemplo, na utilização de adubos orgânicos.</p>
<p>A utilização desses subprodutos ou coprodutos do se associa perfeitamente com o aumento da busca pela intensificação dos sistemas de produção da atividade pecuária. Pecuaristas utilizam cada vez mais de ferramentas como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/rotinas-no-confinamento-que-afetam-o-desempenho/" target="_blank" rel="noopener">confinamento</a></strong>, sequestro de recria, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/semiconfinamento-na-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">semiconfinamento</a></strong>, dentre outras alternativas, onde a dieta dos animais é fornecida no cocho.</p>
<p>A utilização dos coprodutos, contribui também em uma frente importante para o agronegócio como um todo. “Reaproveitar” esses insumos, implica, consequentemente, em menores desperdícios e a maximização na utilização de insumos é de extrema valia para a “pegada” ambiental.</p>
<p><strong>Um aspecto importante a se destacar, em relação aos coprodutos do algodão, está ligado ao preço desses insumos</strong>. Geralmente, são insumos relativamente baratos, o que torna a composição dos nutrientes neles presentes de baixo custo.</p>
<p>Entretanto, comumente observa-se que a utilização desses insumos é regionalizada, principalmente pela questão que se tange ao frete. O valor acaba impactando no custo final da tonelada, tornando então a utilização da maioria dos coprodutos regionalizada.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-suplementacao-gado-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=guia-suplementacao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39643 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png" alt="E-book Suplementação do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Caroço de algodão</h3>
<p>O caroço de algodão é um alimento proteico-energético e de alto valor nutritivo, rico em <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fibra-efetiva-na-nutricao-de-bovinos-em-confinamento/" target="_blank" rel="noopener">fibra</a></strong>, proteína e energia. Os níveis de energia presentes no caroço são provenientes principalmente da grande quantidade de óleo presente no caroço com extrato etéreo (EE) em média de 20% da MS (matéria seca).</p>
<p>É justamente essa característica que limita a utilização de grandes quantidades do caroço na dieta, sendo recomendados quantidades em torno de 15% da matéria seca da dieta, dependendo do teor de EE da dieta final.</p>
<p>Volumes muito superiores a esses adicionados sem critério na dieta, podem se transformar em um problema, tendo em vista que altos níveis de óleos insaturados no rúmen, causam distúrbios na fermentação ruminal pela morte de bactérias ruminais, redução na degradação da fibra e redução no consumo. Esses são os principais efeitos que observamos quando o valor é superior a 8% EE na dieta (% MS), resultando em queda no desempenho.</p>
<p>Outros dois pontos podem ser limitantes à utilização do <strong>caroço de algodão</strong> de forma descriteriosa: a grande impressão da interferência do caroço de algodão no aroma e sabor da carne de animais <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-para-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">suplementados</a></strong> com altas concentrações de caroço, sugere que em programas de produção de <strong>carne gourmet</strong>, não se utilize ou se utilize com bastante cautela o <strong>caroço de algodão.</strong></p>
<p>Embora ainda contraditório na literatura, muitos frigoríficos recusam animais alimentados com esse insumo para exportação para mercados específicos.</p>
<p>Além disso, o caroço de algodão apresenta em sua composição um composto fenólico chamado gossipol, esse composto tem efeito que pode prejudicar o desempenho reprodutivo dos machos, sendo prejudicial também para os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-de-bezerros/" target="_blank" rel="noopener">bezerros</a></strong>.</p>
<p>Seguindo com as características bromatológicas importantes do caroço de algodão, ele apresenta em sua composição de 44 a 50% de FDN (fibra detergente neutro), 27% de celulose, 10% de hemicelulose e de 13 a 15% de lignina. Essas características tornam o caroço um alimento de alto teor de fibra, tornando-o uma excelente alternativa para dietas de alto concentrado.</p>
<p>Adicionalmente a essas características, seu tamanho e presença do flinter é capaz de promover ruminação. Por isso, muitos nutricionistas utilizam esse benefício para reduzir a quantidade de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/alimentos-volumosos-em-confinamento/" target="_blank" rel="noopener">volumoso</a></strong> em dietas de terminação, sem comprometer a saúde ruminal.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10991" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/coprodutos-do-algodao-2.jpg" alt="Caroço de algodão" width="500" height="375" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/coprodutos-do-algodao-2.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/coprodutos-do-algodao-2-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/coprodutos-do-algodao-2-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/coprodutos-do-algodao-2-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/coprodutos-do-algodao-2-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Caroço de algodão. Fonte: Arquivo pessoal de Dra. Andrea Mobiglia, consultora e coordenadora de ensino da Pecuária de Corte do Rehagro.</span></span></p>
<h3>Torta de algodão</h3>
<p>Além do caroço de algodão, um importante coproduto obtido da produção de algodão é a torta de algodão. A torta é obtida no processo de prensagem do caroço para a retirada do óleo, também apresenta alta fibra e pode ser utilizada em dietas com alta inclusão de concentrado.</p>
<p>Entretanto, não apresenta bons níveis de energia como o caroço, se tornando um alimento proteico. Mas existem no geral, duas formas disponibilidades no mercado: a torta gorda contendo 5% de óleo e a torta magra que, em contrapartida, apresenta menos de 2% de óleo em sua composição.</p>
<p>A torta apresenta em média 27% de PB (proteína bruta) em sua composição bromatológica, baixo teor de proteína degradável no rúmen (PDR) e como característica, também bom teor de potássio.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10992" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/coprodutos-do-algodao-3.jpg" alt="Torta de algodão" width="500" height="281" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/coprodutos-do-algodao-3.jpg 512w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/coprodutos-do-algodao-3-300x169.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/coprodutos-do-algodao-3-370x208.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/coprodutos-do-algodao-3-270x152.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Torta de algodão. Fonte: arquivo pessoal de Paulo Eugênio, coordenador da equipe de Consultoria Corte Rehagro.</span></span></p>
<h3>Farelo de algodão</h3>
<p>O farelo de algodão é obtido além do processo de prensagem, quando são utilizados produtos químicos (solventes) na extração do óleo do caroço, e possui quantidade relativamente superior de proteína em relação à torta.</p>
<p>Ele tem uma desvantagem perante aos outros produtos, pela grande diferença de níveis de proteína e outros nutrientes, de acordo com a forma que é processada e pela adição ou não de casca. Por isso, é preciso ficar atento à análise bromatológica desse insumo.</p>
<p>Temos diferentes tipos de farelo disponíveis no mercado. O farelo mais comumente indicado ao consumo de bovinos é rico em casca, contendo 25 a 36% de PB. O farelo de algodão também é uma grande alternativa, mas é sempre interessante comparar o preço da proteína com outros insumos que possuem maior teor proteico em sua composição, por exemplo, o farelo de soja.</p>
<h3>Capulho de algodão</h3>
<p>Quando se existe a possibilidade de um alimento com custo relativamente baixo de MS, o capulho de algodão ganha ainda mais destaque.</p>
<p>Obtido no momento da extração do algodão, o capulho apresenta características principais, voltadas mais para proporcionar fibra efetiva na dieta do que por suas características nutricionais. Isso principalmente quando avaliamos os baixos valores de EE e NDT e altos valores de FDNfe.</p>
<p>Com dietas cada dia mais energéticas, a necessidade e a busca por alimentos com fibra efetiva ganha um espaço considerável.</p>
<p>Esse insumo, quando utilizado como a única fonte de volumoso na dieta, é aconselhável a adição de água para ajustar a MS da dieta e evitar que deprecie o consumo do animal.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10993 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/coprodutos-do-algodao-4.jpg" alt="Capulho de algodão" width="270" height="360" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/coprodutos-do-algodao-4.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/coprodutos-do-algodao-4-225x300.jpg 225w" sizes="auto, (max-width: 270px) 100vw, 270px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Capulho de algodão. Fonte: arquivo pessoal de Paulo Eugênio, coordenador da equipe de Consultoria Corte Rehagro.</span></span></p>
<h3>Casca do caroço de algodão</h3>
<p>Um coproduto, também rico em fibra que pode ser utilizado na dieta de ruminantes, é a casca do caroço de algodão. Contendo em torno de 3 a 8% de línter é um alimento de boa palatabilidade e de fácil mistura, inclusive com outros coprodutos como a torta.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10994 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/coprodutos-do-algodao-5.jpg" alt="Casca de caroço de algodão" width="215" height="285" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Casca do caroço de algodão. Fonte: arquivo pessoal de Dra. Andrea Mobiglia, consultora e coordenadora de ensino da Pecuária de Corte do Rehagro.</span></span></p>
<p style="text-align: left;">Independente do insumo que você optar, é sempre recomendado avaliar o custo-benefício de sua aquisição. <span style="font-weight: 400;">Devemos avaliar: </span></p>
<ul>
<li>Opções na região;</li>
<li>Local adequado de armazenamento para garantir sua qualidade;</li>
<li>Análise bromatológica do insumo.</li>
</ul>
<p>Por serem coprodutos do algodão, os valores nutricionais podem alterar consideravelmente, afetando a composição final da dieta e, consequentemente, nos resultados de desempenho.</p>
<h2 data-start="212" data-end="287">Aproveite melhor os recursos da fazenda e transforme coprodutos em lucro</h2>
<p data-start="289" data-end="575">Coprodutos do algodão, como caroço e torta, podem ser aliados poderosos na nutrição do gado de corte, desde que utilizados com planejamento e equilíbrio. Saber quando, quanto e como incluir esses ingredientes na dieta é o que garante desempenho no cocho e economia no custo por arroba.</p>
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		<title>Fase de cria de bovinos de corte: como realizar o manejo correto?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/fase-de-cria-bovinos-de-corte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Feb 2020 15:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[cria]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[sistema de produção de bovinos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pecuária de corte é mais que uma atividade econômica, é um legado de cuidado, conhecimento e tradição que moldou comunidades e alimentou nações ao longo dos séculos. Na fase de cria cada detalhe faz diferença, desde a concepção até o desmame, influenciando diretamente na qualidade e na produtividade do rebanho. Neste contexto, exploraremos as [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A pecuária de corte é mais que uma atividade econômica, é um legado de cuidado, conhecimento e tradição que moldou comunidades e alimentou nações ao longo dos séculos.</p>
<p>Na fase de cria cada detalhe faz diferença, desde a concepção até o desmame, influenciando diretamente na qualidade e na produtividade do rebanho.</p>
<p>Neste contexto, exploraremos as <strong>características essenciais de um sistema de cria na pecuária de corte</strong>.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Características do sistema de cria</h2>
<p>O sistema de cria é um conjunto de práticas que abrange desde a concepção até o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/desmama-de-bezerros-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">desmame dos bezerros</a></strong>. Nesse processo, o desmame geralmente ocorre entre <strong>7 e 8 meses</strong>, com uma média de <strong>6 a 8@</strong>.</p>
<p>O principal objetivo dessa fase é a produção de um bom bezerro por vaca por ano. Para isso, é essencial a implementação de uma estação de monta bem definida, ajustadas às características da propriedade, para maximizar a eficiência reprodutiva do rebanho.</p>
<p>A estação de monta é o período do ano onde as fêmeas serão desafiadas a emprenhar, seja por <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/reproducao-bovina/" target="_blank" rel="noopener">monta natural ou inseminação artificial</a></strong>. Ela deve ser planejada, levando em consideração fatores como condições climáticas da região, disponibilidade de pastagem, manejo do rebanho e principalmente, época de nascimento dos bezerros.</p>
<p>Além disso, é importante garantir um manejo nutricional adequado das vacas durante todo o ano. Uma nutrição balanceada é fundamental para garantir a saúde e fertilidade das matrizes.</p>
<p>Vacas bem nutridas, com <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-bovinos-de-corte/">escore de condição corporal (ECC)</a></strong> entre 3 e 3,5, têm maiores chances de concepção, resultando em uma produção mais eficiente de bezerros.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-29314 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/sistema-de-cria-pecuaria-corte-1.jpg" alt="Gado em pastagem" width="750" height="1000" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/sistema-de-cria-pecuaria-corte-1.jpg 750w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/sistema-de-cria-pecuaria-corte-1-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/sistema-de-cria-pecuaria-corte-1-370x493.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/sistema-de-cria-pecuaria-corte-1-270x360.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/sistema-de-cria-pecuaria-corte-1-740x987.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/sistema-de-cria-pecuaria-corte-1-640x853.jpg 640w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/sistema-de-cria-pecuaria-corte-1-150x200.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;">Fonte: Fernanda Lazzarini Fernandes</span></p>
<h2>Qual a estrutura necessária para implementar um sistema de cria?</h2>
<p>Na pecuária de corte, o sistema de cria historicamente ocupou uma posição mais extensiva e marginalizada, com uma criação exclusivamente a pasto, aproveitando ao máximo os recursos naturais e minimizando custos com equipamentos, instalações e mão-de-obra.</p>
<p>Na prática, a alimentação das matrizes e bezerros era predominantemente baseada em pastagem, com suplementação de sal ureado durante períodos de seca e sal mineral no período das águas, muitas vezes sem um <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/" target="_blank" rel="noopener">manejo adequado das pastagens</a>.</strong></p>
<p>Com a evolução das demandas na pecuária de corte, os pecuaristas perceberam a necessidade de intensificar seus sistemas de criação para se manterem competitivos.</p>
<p>Atualmente, embora a criação de animais a pasto ainda seja uma característica marcante, há uma crescente ênfase na <strong>intensificação dos sistemas de cria</strong>.</p>
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<p>O principal objetivo continua sendo a <strong>produção de um bom bezerro por vaca por ano</strong>.</p>
<p>Para alcançar esse objetivo, é fundamental implementar um manejo eficiente de pastagens e garantir uma nutrição balanceada para as matrizes, permitindo que cheguem à estação de monta com um escore de condição corporal (ECC) adequado. Vacas em condições físicas inadequadas, magras, têm menor probabilidade de emprenhar, resultando em prejuízos para o sistema.</p>
<p>Além disso, a presença de mão de obra especializada é fundamental, especialmente para o manejo reprodutivo, que inclui a realização de sincronização de cio e o uso de tecnologias como inseminação artificial, cada vez mais comuns nas propriedades de cria.</p>
<p>Uma equipe de campo bem treinada é essencial para garantir a saúde dos bezerros, realizando cuidados como a cura do umbigo e garantindo que recebam colostro nas primeiras horas de vida.</p>
<p>É importante, também, contar com uma estrutura adequada na propriedade, incluindo piquetes maternidade para facilitar os primeiros cuidados com os recém-nascidos, como identificação e cura do umbigo. Um curral bem equipado é necessário não apenas para o manejo vacinal seguro, mas também para o manejo reprodutivo, como a sincronização de cio, inseminação e diagnóstico de gestação.</p>
<p>Em suma, implementar um sistema de criação eficiente requer um conjunto de estratégias integradas, desde o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-dicas-basicas-da-alimentacao-e-manejo-nutricional-de-gado-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">manejo nutricional</a></strong> até a estrutura física da propriedade, visando garantir a saúde e o desempenho reprodutivo do rebanho, bem como a rentabilidade do negócio pecuário.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Cuidados para garantir um sistema de cria competitivo e lucrativo</h2>
<p><strong>Garantir a produção de um bom bezerro por vaca/ano, é a primeira meta de um sistema de cria</strong>, sendo essencial estabelecer uma estação de monta bem definida e implementar uma programação fetal que assegure a nutrição balanceada da matriz, principalmente durante o segundo e terceiro terço da gestação.</p>
<p>Para viabilizar o sistema, é de suma importância realizar a evolução do rebanho, descartando fêmeas que não tenham emprenhado, que tenham abortado ou produzido bezerros com baixo peso à desmama.</p>
<p>Investir nos primeiros cuidados com os neonatos é fundamental, além de realizar o manejo das pastagens, que  deve estar sempre em dia.</p>
<p>A implementação dessas práticas contribui significativamente para um sistema de cria competitivo e lucrativo, garantindo a saúde, o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bem-estar-animal-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">bem-estar</a></strong> e o desempenho reprodutivo do rebanho, assim como a eficiência operacional da propriedade.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-29315" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/sistema-de-cria-pecuaria-corte-3.jpg" alt="" width="750" height="1000" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/sistema-de-cria-pecuaria-corte-3.jpg 750w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/sistema-de-cria-pecuaria-corte-3-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/sistema-de-cria-pecuaria-corte-3-370x493.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/sistema-de-cria-pecuaria-corte-3-270x360.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/sistema-de-cria-pecuaria-corte-3-740x987.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/sistema-de-cria-pecuaria-corte-3-640x853.jpg 640w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/sistema-de-cria-pecuaria-corte-3-150x200.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;">Fonte: Fernanda Lazzarini Fernandes</span></p>
<h2>Estação de monta (EM)</h2>
<p>Fazendas com ausência de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estacao-de-monta-para-gado-zebu/" target="_blank" rel="noopener">estação de monta</a></strong>, em que o touro permanece com as fêmeas durante todo o ano, gera uma distribuição desordenada dos nascimentos ao longo de vários meses, o que complica o manejo das matrizes e crias.</p>
<p>Isso impacta negativamente o desenvolvimento dos bezerros e a fertilidade das vacas devido à restrição alimentar, resultando em um aumento do intervalo entre o parto e o primeiro serviço, diminuindo a fertilidade.</p>
<p>A falta de uniformidade das crias dificulta os controles zootécnicos e sanitários, prejudicando a seleção de animais com alto potencial reprodutivo, o que torna esse sistema economicamente menos viável.</p>
<p>A reprodução eficiente é fundamental para o sucesso na pecuária. A estação de monta desempenha um papel fundamental nesse processo, sendo essencial para garantir um rebanho produtivo e evitar problemas reprodutivos que afetam a rentabilidade do negócio.</p>
<p>A estação de monta (EM) oferece uma série de benefícios que impactam positivamente a gestão do rebanho e a lucratividade do produtor. Isso inclui a concentração dos nascimentos, facilitando a identificação dos bezerros e a formação de lotes uniformes, o que simplifica a desmama.</p>
<p>A estação de monta com o uso de inseminação artificial em tempo fixo (IATF) é uma prática na pecuária que combina a programação reprodutiva com a tecnologia da inseminação artificial.</p>
<p>Nesse método, as fêmeas têm o cio sincronizado para ovular em um determinado período, geralmente na época das águas, quando há maior oferta de forragem, e são inseminadas artificialmente, podendo ser usado também os touros de repasse.</p>
<p>A IATF oferece diversas vantagens, como a maximização do número de fêmeas prenhes em um curto espaço de tempo, contribuindo para uma estação de monta mais concentrada e uniforme. Além disso, possibilita o uso de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/semen-bovino-por-quanto-tempo-permanece-viavel-no-botijao/" target="_blank" rel="noopener">sêmen</a></strong> de reprodutores de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/melhoramento-genetico-animal/" target="_blank" rel="noopener">alta qualidade genética</a></strong> e a seleção de características desejáveis para a produção de bezerros.</p>
<p>Com a sincronização do cio, há também uma melhoria na eficiência reprodutiva, o que possibilita a identificação de matrizes improdutivas. Para alcançar sucesso, é essencial um planejamento prévio, considerando a disponibilidade de forragem.</p>
<p>Investir em planejamento e manejo reprodutivo é fundamental para maximizar a eficiência e <strong>lucratividade na pecuária de corte</strong>.</p>
<h2>Programação fetal</h2>
<p>A programação fetal, baseada na síntese de tecido muscular, desempenha um papel fundamental no crescimento dos animais.</p>
<p>O crescimento dos tecidos ocorre por meio de duas vias principais:</p>
<ol>
<li><strong>Hiperplasia</strong>, relacionada ao aumento do número de células;</li>
<li><strong>Hipertrofia</strong>, que diz respeito ao crescimento em volume das células musculares existentes.</li>
</ol>
<p>No caso do tecido muscular, a hiperplasia muscular, também conhecida como miogênese, ocorre exclusivamente durante o período pré-natal, compreendendo a miogênese primária e secundária. Isso significa que ao nascer, o animal já possui um número definido de células musculares.</p>
<p>No entanto, a hipertrofia muscular, que se refere ao aumento do volume das células existentes, inicia-se ainda durante o período fetal e continua ao longo da vida do animal.</p>
<p><strong>Um plano nutricional adequado durante o período de gestação da matriz pode influenciar significativamente a programação fetal</strong>. Um bom suprimento nutricional durante a gestação pode resultar em uma prole com maior número de células musculares ao nascer.</p>
<p>Esse aumento na quantidade de células musculares oferece ao animal um maior potencial de ganho de peso ao longo de sua vida, pois há mais células disponíveis para participar dos processos de hipertrofia muscular.</p>
<p>Assim, a programação fetal adequada pode contribuir para o desenvolvimento muscular e o potencial de crescimento dos animais desde o nascimento até a fase adulta.</p>
<h2>Cuidados com os neonatos</h2>
<p>Os primeiros cuidados com os bezerros recém-nascidos desempenham um papel fundamental no estabelecimento de uma criação saudável e produtiva.</p>
<p>Um dos passos fundamentais é <strong>garantir a correta cura do umbigo</strong>, aplicando produtos apropriados para prevenir infecções e garantir a cicatrização. Além disso, é imperativo observar atentamente a mamada inicial do colostro, assegurando que o bezerro tenha acesso ao leite materno e seja capaz de mamar normalmente na vaca.</p>
<p>A identificação adequada do bezerro e sua matriz também são práticas essenciais, permitindo um monitoramento eficaz do desenvolvimento individual e do desempenho reprodutivo da vaca. Além disso, anotar o peso ao nascimento é uma ferramenta valiosa para avaliar a saúde e o potencial de crescimento do bezerro.</p>
<p>Além disso, é importante iniciar o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/vacinas-reprodutivas-para-bovinos-corte/">protocolo vacinal</a></strong> conforme o calendário sanitário da fazenda, garantindo a imunização adequada para prevenir doenças e perdas produtivas no rebanho. Esses cuidados iniciais são vitais para estabelecer uma base sólida para o desenvolvimento saudável e produtivo do gado na fazenda.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-29316" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/sistema-de-cria-pecuaria-corte-2.jpg" alt="" width="750" height="1000" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/sistema-de-cria-pecuaria-corte-2.jpg 750w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/sistema-de-cria-pecuaria-corte-2-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/sistema-de-cria-pecuaria-corte-2-370x493.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/sistema-de-cria-pecuaria-corte-2-270x360.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/sistema-de-cria-pecuaria-corte-2-740x987.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/sistema-de-cria-pecuaria-corte-2-640x853.jpg 640w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/sistema-de-cria-pecuaria-corte-2-150x200.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;">Fonte: Fernanda Lazzarini Fernandes</span></p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>Em resumo, a implementação de um sistema de cria eficiente na pecuária de corte exige uma abordagem integrada que abrange desde a nutrição das matrizes até o manejo dos bezerros.</p>
<p>Ao estabelecer uma estação de monta bem definida, garantir uma alimentação balanceada, investir em manejo reprodutivo e proporcionar cuidados iniciais adequados aos bezerros recém-nascidos, os produtores podem <strong>maximizar a eficiência produtiva do rebanho e garantir a sustentabilidade econômica da atividade. </strong></p>
<p>Ao seguir esses princípios, os pecuaristas estão não apenas assegurando o sucesso de seus negócios, mas também contribuindo para o avanço e a excelência da pecuária de corte como um todo.</p>
<h2 data-start="190" data-end="267">A base do sucesso na pecuária começa na cria e na gestão de cada decisão</h2>
<p data-start="269" data-end="558">A fase de cria é decisiva para o futuro produtivo do rebanho. Um manejo bem feito nesse estágio garante bezerros mais saudáveis, melhor desempenho nas fases seguintes e maior retorno sobre o investimento. Mas para alcançar esses resultados, é preciso mais do que prática: é preciso gestão.</p>
<p data-start="560" data-end="917">No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso de Gestão na Pecuária de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende a enxergar a cria como parte de um sistema eficiente e lucrativo, conectando sanidade, nutrição, reprodução e custos com decisões técnicas e estratégicas. Com aulas online e foco total na realidade do campo, o curso prepara você para fazer mais com menos — desde o nascimento até a venda.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-29870 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/fernanda.jpg" alt="" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/fernanda.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/fernanda-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/fernanda-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Como garantir margem de lucro na pecuária de corte?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/garantindo-margem-de-lucro-na-pecuaria-de-corte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Feb 2020 17:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[lucratividade]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como alcançar uma boa margem de lucro na pecuária de corte no cenário atual? O momento em que vivemos pede algumas considerações e reflexões importantes sobre o comportamento e atitudes da maioria dos pecuaristas frente à rentabilidade e a lucratividade de seus negócios, sejam eles de cria, recria ou engorda. Ao longo dos anos, a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como alcançar uma <strong>boa margem de lucro na pecuária de corte</strong> no cenário atual?</p>
<p>O momento em que vivemos pede algumas considerações e reflexões importantes sobre o comportamento e atitudes da maioria dos pecuaristas frente à rentabilidade e a lucratividade de seus negócios, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/as-fases-da-bovinocultura-de-corte-quais-sao/">sejam eles de cria, recria ou engorda</a></strong>.</p>
<p>Ao longo dos anos, a pecuária de corte sofreu um ajuste nas margens de lucro. A grande expansão do setor agrícola, bem como a competição com outras atividades, dentre outros fatores, fez com que essas margens ficassem mais justas.</p>
<p>Estima-se que ao longo dos últimos 50 anos, a pecuária de corte deixou de entregar margens de 50 a 70%, para entregar, nos dias de hoje, margens próximas a 10 e 20%. Consideramos atividades e propriedades bem gerenciadas, que trabalham com foco na maximização da produtividade, otimização dos recursos e redução consciente dos custos.</p>
<p>Apesar de subutilizada, uma estratégia importante e que vem ganhando espaço na atividade pecuária de corte é a utilização de estratégias de “travar preços”. Existem diversas opções de se garantir preços de venda no mercado futuro, bem como existem estratégias que garantem o preço dos principais insumos utilizados na operação.</p>
<p>Com operações relativamente simples, conseguimos no dia de hoje saber exatamente quanto pagaremos na tonelada de milho.</p>
<p>Como exemplo, podemos saber o que utilizaremos no próximo giro do <a href="https://rehagro.com.br/blog/rotinas-no-confinamento-que-afetam-o-desempenho/"><strong>confinamento</strong></a> e ainda estabelecer por quanto venderemos a arroba dos animais abatidos ao final do ciclo produtivo, seja ele de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/recria-intensiva-a-pasto-rip-o-que-e-e-como-aplicar/">recria</a></strong>, engorda a pasto ou confinamento.</p>
<p>Basicamente, as estratégias que vêm sendo utilizadas na pecuária de corte são estratégias para garantir o preço de venda da arroba ao final de um <strong>ciclo produtivo</strong>. Dentre as opções de travar o preço de venda da arroba, é preciso conhecer cada uma delas para fazer a escolha mais assertiva.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Estratégias para garantir o preço de venda da arroba</h2>
<h3>O contrato futuro</h3>
<p>São acordos realizados entre duas partes, uma compradora e uma vendedora de um produto em específico. No nosso caso, vamos utilizar nosso produto de interesse, a arroba.</p>
<p>Sendo assim, é estabelecido um preço para o valor da arroba entre a parte compradora e a parte vendedora. Além do preço, estabelece-se também a padronização do produto, quantas arrobas serão entregues, garantias para o negócio, e o prazo de vencimento para a entrega.</p>
<p>Esses acordos são realizados especificamente na bolsa de valores. Existem critérios, normas e trâmites que devem ser entendidos e respeitados, teremos um momento para tratar desses assuntos específicos.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-planilha-fluxo-de-caixa?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-fluxo-de-caixa&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39647 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa.png" alt="Kit Fluxo de caixa em fazendas de gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>O mercado de opções</h3>
<p>Mercados de opções <strong>funcionam como uma espécie de seguro</strong>. Assim como um seguro de um automóvel, você pode pagar por um seguro de queda ou de alta no valor da arroba.</p>
<p>Opções de compra (CALL) dão direito ao pecuarista de comprar a um preço pré-estabelecido uma determinada quantidade de arrobas. Já a opção de venda (PUT) dá o direito de vender a arroba a um preço também pré-determinado.</p>
<p>Essas operações <strong>geram um custo que deve ser considerado no momento da operação e embutido no custo de produção da arroba</strong>. Essa alternativa pode garantir o preço mínimo da arroba em um cenário, por exemplo, de queda no preço dessa <i>commodity.</i></p>
<h3>O contrato a termo</h3>
<p>O contrato a termo é a operação mais difundida entre os pecuaristas, em que o produtor estipula um prazo para sua boiada ser abatida, e em contato direto com um frigorífico, acorda a entrega do gado com um preço previamente combinado.</p>
<h2>Como garantir a margem de lucro na pecuária de corte?</h2>
<p>Todas essas alternativas, tem um fim muito claro e objetivo: garantir margem. Se não for para <strong>garantir margem na pecuária de corte</strong>, não há sentido em se estabelecer alguma dessas estratégias citadas.</p>
<p>É muito importante o domínio e o conhecimento de cada uma dessas alternativas, que são realmente uma grande ferramenta ao alcance de todos os pecuaristas.</p>
<p>Entretanto, um questionamento chama a atenção quando pensamos em garantir margem: <strong>saber o preço de venda do meu produto final, é suficiente para garantir uma margem de lucro satisfatória?</strong></p>
<p>Não, não é suficiente. Para realmente garantir uma margem precisamos de ir mais além. Saber o preço de venda é um passo importante, mas entender e conhecer profundamente os custos de produção é tão importante quanto, ou mais importante do que conhecer os preços de venda da arroba. Isso porque a margem de lucro dependerá do seu custo de produção.</p>
<h3>Passos importantes para o alcance da margem de lucro</h3>
<p>O primeiro passo para o entendimento claro, e a garantia de alcance de uma margem, é sem dúvida <strong>o levantamento de todos os custos relacionados ao processo de produção, independente do sistema de produção adotado</strong>, do mais complexo ao mais simples.</p>
<p>O levantamento de todos os custos envolvidos na atividade deve ser realizado de forma criteriosa e precisa. A forma com que esse levantamento é realizado, depende muito das características de cada processo de produção.</p>
<p>O ideal é que a responsabilidade do levantamento desses custos seja de pessoa experiente e de confiança. Um software de gestão é um grande aliado para essa etapa do processo. No mercado existem boas ferramentas que auxiliam na coleta e na organização dos dados.</p>
<p>O segundo passo, que ocorre de maneira concomitante ao levantamento dos custos de produção, deve ser <strong>a apropriação dos custos levantados para o setor da fazenda específico.</strong></p>
<p>Saber precisamente, onde foi gasto determinado insumo, ou onde foi despendida determinada hora trabalhada, é fundamental para o entendimento dos custos. O levantamento dessa etapa exige experiência e seriedade do colaborador responsável.</p>
<p>Com todos os custos devidamente anotados e apropriados, entramos no terceiro passo,<strong> analisar os custos e estudar melhorias na utilização dos insumos.</strong></p>
<p>Não é satisfatório que uma grande quantidade de informação sobre os custos de produção seja levantada, se esses dados e essas informações não forem avaliadas. A partir dessa avaliação, serão tomadas ações e decisões no processo de otimização e diminuição dos custos.</p>
<p>Um quarto passo de grande importância nesse processo <strong>é a eficiência e a eficácia em gerir o estoque da propriedade</strong>. Estoques mal geridos podem representar um grande empecilho para o alcance de boas margens em uma propriedade de corte.</p>
<p>Compras estratégicas, são grandes apoiadoras nessa gestão de estoques, comprar insumos em determinadas épocas do ano, pode reduzir significativamente o custo de produção.</p>
<p>Portanto, estabelecer prazos e critérios de compra é um importante passo para o sucesso na obtenção de margem satisfatórias.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Em suma, o grande objetivo da utilização de “travas” na pecuária de corte, é garantir margem de lucro, e para se garantir essa margem somente a trava não é suficiente.</p>
<p>Levantar, analisar e reduzir de maneira consciente os custos de produção é tão importante quanto garantir o preço de venda da arroba.</p>
<h2>Mais arrobas produzidas, mais lucro por hectare</h2>
<p>Aumentar a produção de carne não depende apenas do manejo nutricional, mas de uma gestão completa que integra planejamento, indicadores e estratégia.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-36397" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp" alt="Cristiano Rossoni - Coordenador de Cursos Pecuária de Corte" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-270x86.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-150x48.webp 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Minimizando os impactos da síndrome da morte do braquiarão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jan 2020 16:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[braquiarão]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este Webinar Gado de Corte foi realizado pelo Rehagro em parceria com o 3RLab em 2019. O tema é: minimizando os impactos da síndrome da morte do braquiarão. À frente da discussão está Bruno Pedreira, Doutor em Ciência Animal pela USP e Pesquisador Embrapa. Veja alguns dos pontos importantes que serão abordados no webinar: O [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Este Webinar Gado de Corte foi realizado pelo Rehagro em parceria com o 3RLab em 2019. O tema é: <strong>minimizando os impactos da síndrome da morte do braquiarão</strong>.</p>
<p>À frente da discussão está Bruno Pedreira, Doutor em Ciência Animal pela USP e Pesquisador Embrapa.</p>
<p>Veja alguns dos pontos importantes que serão abordados no webinar:</p>
<ul>
<li>O melhoramento de forrageira e de bovinos impulsionaram o crescimento da pecuária de corte no Brasil;</li>
<li>A síndrome da morte do braquiarão e sua associação a solos com baixa permeabilidade e altos índices pluviométricos;</li>
<li>A diversificação de cultivares como elemento fundamental para minimizar o impacto da síndrome da morte;</li>
<li>O uso de fungicidas e a drenagem para combater a síndrome e sua eficácia;</li>
<li>Cultivares, como marandu, estrela-branca e xaraés, e sua adaptação a áreas com dificuldades de drenagem.</li>
</ul>
<p>Participe dessa incrível experiência do agronegócio!</p>
<p>Clique no botão abaixo, faça sua inscrição e assista agora mesmo ao nosso webinar: <strong>minimizando os impactos da síndrome da morte do braquiarão.</strong></p>
<h2>Domine o conhecimento sobre nutrição do gado de corte!</h2>
<p>Aqui no Rehagro, temos o<strong> <a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=webinar-morte-braquiarao" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</a></strong>, que é uma capacitação que reúne a solução para os maiores problemas que os pecuaristas enfrentam na nutrição do gado.</p>
<p>Os professores são grandes consultores, com muitos anos de experiência no dia a dia das fazendas. Eles ensinam as técnicas e ferramentas usadas por eles para aumentar a rentabilidade na atividade, de forma muito clara, direta e prática.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/webinar-corte-rehagro-morte-do-braquiarao/">Minimizando os impactos da síndrome da morte do braquiarão</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<item>
		<title>Sequestro de bezerros: como funciona essa estratégia?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/sequestro-de-bezerros-como-aumentar-margem-de-lucro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Nov 2019 12:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[recria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=6618</guid>

					<description><![CDATA[<p>O sistema de produção de gado a pasto é desafiador, pois a sazonalidade na produção de forragem representa um grande gargalo na produção. Não temos, nos meses de estiagem, pastagens em volume e qualidade suficientes para proporcionar aos animais ótimas condições para expressar seu potencial genético. Os ganhos nessa fase são irrisórios ou muitas vezes [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/sequestro-de-bezerros-como-aumentar-margem-de-lucro/">Sequestro de bezerros: como funciona essa estratégia?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O sistema de produção de gado a pasto é desafiador, pois a sazonalidade na produção de forragem representa um grande gargalo na produção.</p>
<p>Não temos, nos meses de estiagem, pastagens em volume e qualidade suficientes para proporcionar aos animais ótimas condições para expressar seu potencial genético. Os ganhos nessa fase <strong>são irrisórios ou muitas vezes inexistentes quando não há nenhum tipo de planejamento</strong> quanto ao uso de tecnologias para contornar esses desafios.</p>
<p>O fato supracitado imprime uma segunda dificuldade aos produtores: o custo. Um importante fator impactante na rentabilidade do negócio na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/as-fases-da-bovinocultura-de-corte-quais-sao/" target="_blank" rel="noopener">pecuária de corte</a></strong> é o custo operacional, ou seja, o custo ligado à operação do sistema.</p>
<p>Quanto maior o período de dias em que os animais ficam na propriedade, maior será o custo operacional por cabeça. Diferentemente, os custos ligados à nutrição onde, em tese, quanto maior o investimento, maiores são os ganhos e melhores são os resultados.</p>
<p>Os custos ligados ao operacional não significam melhores ganhos. Minimizar esses custos é fundamental para um bom <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/garantindo-margem-de-lucro-na-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">retorno financeiro econômico da atividade</a></strong>.</p>
<p>Um animal que passa por todo um período das secas, sem ganhar peso, por exemplo, continua acumulando custo operacional sem produzir. Isso encarece muito o custo da arroba produzida ao final do processo produtivo.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11498" title="Sequestro de bezerros" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/sequestro-de-recria-1.jpg" alt="Sequestro de bezerros" width="400" height="225" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/sequestro-de-recria-1.jpg 320w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/sequestro-de-recria-1-300x169.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/sequestro-de-recria-1-270x152.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Sequestro de bezerros na Fazenda Icil, cliente Rehagro Consultoria. Fonte: arquivo pessoal de Hugo Martins, Técnico da Equipe Corte.</span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
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  hbspt.forms.create({
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  });
</script></p>
</div>
<h2>Estratégia do sequestro de bezerros</h2>
<p>Pensando nesses dois fatos importantes, sazonalidade na produção de forragem e diluição dos custos operacionais, <strong>algumas estratégias podem ser utilizadas dentro da propriedade com intuito de acelerar o processo de ganho dos animais. </strong></p>
<p>Essas estratégias podem ser utilizadas independente da fase de vida do animal, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/voce-esta-cuidando-bem-da-sua-cria/" target="_blank" rel="noopener">cria</a></strong>, recria ou engorda.</p>
<p>Entretanto, uma estratégia vem chamando atenção: várias propriedades estão lançando mão do chamado <strong>“sequestro da recria”</strong>, “confinamento da recria” ou “resgate”. Elas também são alternativas de nomes a serem utilizados para classificar <strong>o processo de tratar no cocho os animais da recria no período da seca. </strong></p>
<p>A estratégia é fornecer toda a dieta desses animais no cocho por um período pré-determinado. A estrutura utilizada pode ser de confinamento ou então reservada uma área da fazenda para esse fim.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-estrategias-sucesso-transicao-seca-aguas?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-seca-aguas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39794 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca.png" alt="E-book Estratégias de sucesso para a transição seca-águas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>O planejamento para que se tenha espaçamento de cocho adequado, insumos e logística para todo o período de resgate é fundamental para o sucesso da operação.</p>
<p>Como forma de exercício pensamos em uma propriedade de ciclo completo, onde os bezerros são desmamados no mês de maio. Esses bezerros serão apartados da mãe e deixarão de ter o fornecimento do leite em um período do ano altamente desafiador.</p>
<p>O momento de grande estresse pela <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/desmama-de-bezerros-de-corte/">desmama</a></strong> dos animais é sequenciado pelo momento que eles passam a depender exclusivamente de forragem em uma época de baixa oferta e qualidade.</p>
<p>Esse período (primeira seca dos animais), é um momento de grande desafio por parte dos produtores, <strong>uma vez que os animais estão em uma fase muito importante da vida</strong>. Um erro no manejo dessa categoria, pode proporcionar o fracasso de todo o sistema produtivo.</p>
<p>Além do desafio dos animais propriamente dito, um outro fator deve ser levado em consideração quando pensamos na estratégia de sequestro da recria: o “descanso” das áreas de pasto, no momento de escassez de chuva.</p>
<p>A produção de forragem nessa época do ano é limitada. Manter altas <a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao-e-a-capacidade-de-suporte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>taxas de lotação</strong></a> nesse período é um risco, pois os animais procuram as rebrotas desse capim devido ao maior valor nutricional. Isso pode comprometer o desempenho das pastagens por um bom tempo, proporcionando aparecimento de invasoras e iniciando um processo de degradação.</p>
<p>Não significa que utilizar os pastos no período da seca seja um erro, pelo contrário, existem excelentes estratégias para utilização dos pastos durante essa época do ano.</p>
<p>Entretanto, <strong>o sequestro de bezerros pode ser uma grande alternativa para poupar e <a href="https://rehagro.com.br/blog/5-principais-etapas-para-uma-reforma-de-pastagem-bem-feita/" target="_blank" rel="noopener">recuperar as pastagens</a></strong>, mantendo os animais na propriedade e principalmente, com bom desempenho produtivo.</p>
<h2>Duração do sequestro de bezerros</h2>
<p>O tempo de resgate desses animais <strong>é variável, e depende muito do objetivo do produtor</strong>. Alguns pecuaristas trabalham com período de tempo mais curto, 60 a 90 dias de sequestro, a fim de favorecer a rebrota dos pastos.</p>
<p>Já outros produtores trabalham com confinamento da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-recria-na-pecuaria-de-corte/">recria</a></strong> em um período maior de dias. Nesse último cenário, além dos ganhos com as pastagens, aceleram ainda mais o processo produtivo pela redução considerável do tempo da recria. Esses trabalham com até 150 dias de cocho da recria.</p>
<p>Colocar os animais no cocho para receberem a dieta no período das secas é de grande valia para as pastagens como dito anteriormente. Para os animais, essa ferramenta também é extremamente eficiente.</p>
<p>Animais oriundos de uma cria intensiva, com <a href="https://rehagro.com.br/blog/creep-feeding-e-creep-grazing-como-funcionam-as-suplementacoes-de-bezerros/" target="_blank" rel="noopener"><strong><i>creep-feeding</i></strong></a>, bons pastos, filhos de matrizes com boa <a href="https://rehagro.com.br/blog/habilidade-materna/" target="_blank" rel="noopener"><strong>habilidade materna</strong></a>, entram nesse sistema logo após a desmama com 7 a 8 @ e mantêm a crescente no seu desenvolvimento.</p>
<p>Um detalhe importante e que deve ser levado em consideração, é exatamente o quando podemos permitir que esses animais ganhem peso durante o sequestro da recria, principalmente em resgates mais longos.</p>
<p>Não é recomendado que os animais ganhem mais de 600, 700 gramas por dia. O custo da produção da arroba nesse período até se justifica para um recriador, mas para pecuaristas que desejam dar sequência no processo produtivo desses animais no período das águas, esse custo pode ficar muito elevado.</p>
<p>Outro adendo importante é a exigência desses animais no “pós-sequestro”. Animais oriundos de uma cria bem-feita, que passam pelo resgate, são animais que requerem uma continuidade no processo de desenvolvimento. Sendo assim, é esperado que no período sequente das águas esses animais sejam devidamente suplementados para manterem o desempenho.</p>
<p>Portanto, <strong>o resgate de animais após a desmama é uma ferramenta muito eficiente</strong>. Ela requer infraestrutura, logística e investimentos, mas quando bem executada, proporciona grandes benefícios aos produtores.</p>
<h2>Aprofunde seus conhecimentos e eleve o desempenho do seu rebanho</h2>
<p data-start="276" data-end="543">O sequestro de bezerros é uma das muitas estratégias que, quando bem aplicadas, podem impactar diretamente nos resultados da fazenda. Mas para aproveitar ao máximo esse e outros manejos, é essencial ter embasamento técnico, visão estratégica e segurança nas decisões.</p>
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		<title>Pecuária de corte: quais são as suas fases e suas características?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 May 2019 13:06:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[sistema de produção de bovinos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para entender as fases da bovinocultura de corte, é preciso compreender o panorama da pecuária no Brasil. Ao longo dos últimos anos, o setor do agronegócio vem chamando a atenção e roubando a cena no cenário nacional e internacional, despontando como a atividade responsável por alavancar a economia nacional. O setor abrange diversas atividades, como [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para entender as <strong>fases da bovinocultura de corte</strong>, é preciso compreender o panorama da pecuária no Brasil.</p>
<p>Ao longo dos últimos anos, o setor do agronegócio vem chamando a atenção e roubando a cena no cenário nacional e internacional, despontando como a atividade responsável por alavancar a economia nacional.</p>
<p>O setor abrange diversas atividades, como hortifrutigranjeira, piscicultura, fruticultura, produção de grãos e uma série de outras frentes produtoras e a pecuária. Nessa última destacam-se a pecuária leiteira e a produção de carne, principalmente bovina.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Início e expansão da pecuária de corte no Brasil</h2>
<p>O início da exploração da pecuária brasileira se confunde com o período de colonização, os primeiros bovinos chegaram ao Brasil já nas primeiras navegações pós Cabral. Por isso, foi fundamental para o processo de interiorização sendo a principal fonte de proteína para os exploradores e servindo também como meio de transporte em épocas de difícil deslocamento.</p>
<p>Já em tempos mais recentes, a abundância de terras inexploradas e sem grandes produções, a atividade passou por um grande processo de expansão. Logo, grandes propriedades foram formadas para a produção de gado, <strong>na grande maioria das vezes, de forma extensiva.</strong></p>
<p>Neste processo destaca-se a importância da participação do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estacao-de-monta-para-gado-zebu/">gado zebuíno</a></strong>, importado principalmente da índia.</p>
<p>O gado zebuíno, por suas características, se mostrou extremamente adaptado ao nosso clima e ainda hoje representa a maior parte do rebanho brasileiro.</p>
<h2>A evolução da pecuária de corte: da extensividade à intensificação</h2>
<p>Como citado acima, no início das atividades era possível a utilização de grandes propriedades. A baixa concorrência proporcionava aos criadores grandes margens de lucratividade.</p>
<p>Estima-se que há alguns anos, 30 a 50 anos atrás, as <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/garantindo-margem-de-lucro-na-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">margens de lucratividade na pecuária de corte</a></strong> giravam em torno de 50 a 70%, por esse motivo era possível a produção de carne de maneira mais extensiva, sem muita inclusão de tecnologia e com baixo desfrute. Logo, não era incomum encontrar animais sendo abatidos com 6, 7 anos de idade e mesmo assim a atividade se mostrava um negócio altamente rentável.</p>
<p>Com o avanço da agricultura, principalmente pelo centro-oeste do Brasil, pela cobrança do mercado por produtos cárneos de melhor qualidade e mais padronizados, juntamente com a pressão da sociedade por uma produção ambientalmente mais justa, a pecuária se viu obrigada a intensificar suas atividades.</p>
<p>Para o processo de intensificação da cadeia produtiva da carne, é necessária a maior utilização de tecnologias, em todos os níveis de produção. Permitindo assim uma maior produtividade, em um menor espaço de tempo, utilizando também de menores faixas de terras.</p>
<p>Em suma, intensificar significa produzir na mesma propriedade mais carne com mais qualidade e em menos tempo.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-manejo-confinamento-gado-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-confinamento&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39633 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento.png" alt="E-book Confinamento de gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Quais as fases da bovinocultura de corte?</h2>
<p>A pecuária de corte é dividida basicamente em três fases:</p>
<ol>
<li>Cria;</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-recria-na-pecuaria-de-corte/">Recria</a></strong>;</li>
<li>Engorda.</li>
</ol>
<p>Quando uma propriedade <strong>exerce e produz as três fases denominamos de ciclo completo.</strong> Cada uma dessas fases tem um perfil produtivo e um produto final, sendo respectivamente <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bezerro-do-cedo/" target="_blank" rel="noopener">bezerro</a></strong>, boi magro e boi gordo.</p>
<p>O processo de intensificação pode ocorrer em cada uma dessas fases proporcionando assim maiores rendimentos produtivos e melhores rentabilidades em cada uma delas, isoladamente ou como num todo.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Fase de cria</h3>
<p>A cria é a fase do sistema onde utilizamos as fêmeas (matrizes) com <strong>intuito de produzir bezerros para o mercado.</strong></p>
<p>Nessa fase do sistema temos alguns pontos de atenção importantes, como a necessidade de mão de obra qualificada. Além da mão de obra especializada para trabalhar com a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/reproducao-bovina/" target="_blank" rel="noopener">reprodução das matrizes</a></strong> (inseminação, diagnóstico de gestação, dentre outras atividades) os funcionários que lidam no dia-dia com o gado devem estar bem preparados e atentos para as demandas na época de nascimento dos bezerros.</p>
<p>Outros fatores importantes de atenção inerentes a fase de cria são:</p>
<ul>
<li>Resultado baseado em variáveis biológicas;</li>
<li><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao-e-a-capacidade-de-suporte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Taxa de lotação</strong></a>;</li>
<li>Comercialização de descartes e ajuste de lotação;</li>
<li>Menor flexibilidade e maior sensibilidade ao ciclo da pecuária.</li>
</ul>
<p>Um exemplo claro de avanço tecnológico nos últimos anos nessa fase é a IATF (inseminação artificial em tempo fixo), o que permitiu concentrar os nascimentos na época mais adequada do ano, obter bezerros de melhor qualidade, entre outros benefícios.</p>
<p>Os produtos da fase de cria são bezerros para o mercado, adquiridos principalmente por recriadores. Bezerras excedentes que serão utilizadas por outros plantéis de cria ou por recriadores e por fim vacas de descarte que normalmente não produziram bezerros e serão utilizadas para o abate.</p>
<h3>Fase de recria</h3>
<p>Após a <a href="https://rehagro.com.br/blog/desmama-de-bezerros-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>desmama dos bezerros</strong></a>, que ocorre normalmente entre 6 a 8 @, esses bezerros de aproximadamente 7-8 meses entram na fase denominada de recria.</p>
<p>A fase de recria, que abrange a fase do animal desmamado até o momento da engorda, apresenta também pontos de atenção que devem ser levados em consideração.</p>
<p>Como produto teremos o boi magro, que é entendido como o animal que cresceu em tamanho e estrutura corporal, mas que ainda não se encontra pronto para o abate. Assim, os principais pontos de atenção para essa fase são:</p>
<ul>
<li><a href="https://rehagro.com.br/blog/agio-bovino-o-que-e-e-como-calcula-lo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Ágio</strong></a>: bezerro x boi magro; O ágio do bezerro é considerado nos dias de hoje uma das mais importantes variáveis dentro do sistema de produção. A arroba do bezerro é, em valores absolutos, mais cara do que a arroba do boi magro ou do boi gordo, essa diferença chamamos de ágio, o que exige atenção dos recriadores. É importante uma boa estratégia para se diluir esse ágio no processo de recria. Na produção do boi magro o recriador deve incluir o “custo com o ágio” nos custos de produção, podendo assim garantir que seu negócio terá condições de comprar a reposição em um novo ciclo;</li>
<li>Pouca flexibilidade comercial;</li>
<li>Demanda crescente: confinamento e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-integracao-lavoura-pecuaria/" target="_blank" rel="noopener">Integração Lavoura Pecuária</a></strong> (ILP). Sistemas mais intensivos que utilizam de ferramentas como confinamento e ILP. Logo fazem aumentar a demanda pelo produto da fase de recria, boi magro.</li>
<li>Sensibilidade a compra e venda;</li>
<li>Maior liquidez;</li>
<li>Maior produção de @/hectare;</li>
<li>Maior taxa de desfrute;</li>
<li>Preço de reposição;</li>
<li>Taxa de lotação.</li>
</ul>
<h3>Fase de engorda</h3>
<p>Após atingirem o peso desejado e se tornarem boi magro (normalmente com peso em torno de 14@), os animais saem da recria e entram na fase onde passarão por um processo de aumento de peso, principalmente pela deposição de gordura.</p>
<p>A fase de engorda é uma fase que demanda maior necessidade de pastagens mais nobres e suplementação por grãos. É a fase onde temos que colocar gordura na carcaça para obtermos o produto boi gordo. Devemos estar atentos aos seguintes fatores:</p>
<ul>
<li>Ciclo curto, maior giro de capital;</li>
<li>Elevado custo nutricional;</li>
<li>Resultado diretamente ligado ao fator genético.</li>
</ul>
<p>Por questões fisiológicas a deposição de gordura, demanda de alta quantidade de energia por parte dos animais, isso implica em maiores custos e consequentemente exige muita atenção.</p>
<h2>Desafios e vantagens do ciclo completo na pecuária de corte</h2>
<p>O proprietário que opta pela adoção da produção no sistema ciclo completo, além de se atentar a todos os fatores já citados ainda deve se atentar à:</p>
<ul>
<li>Alta complexidade de manejo;</li>
<li>Tendência em propriedades de maior porte;</li>
<li>Setorização da propriedade;</li>
<li>Menor dependência de mercado.</li>
</ul>
<p>De forma sucinta, essas são as fases da bovinocultura de corte. Outros aspectos e frentes de negócio ainda completam a cadeia produtiva da carne, como os frigoríficos, as lavouras de alimentos, indústrias farmacêuticas dentre outros.</p>
<h2 data-start="439" data-end="809">O segredo da pecuária de corte lucrativa está na gestão</h2>
<p data-start="439" data-end="809">Muitos pecuaristas deixam dinheiro na mesa por não acompanharem números e indicadores da fazenda. O <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão na Pecuária de Corte</a></strong> mostra, de forma prática, como enxergar oportunidades de ganho, reduzir desperdícios e transformar dados em resultados que aumentam a rentabilidade.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-36397" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp" alt="Cristiano Rossoni - Coordenador de Cursos Pecuária de Corte" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-270x86.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-150x48.webp 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Indicadores de alto impacto na pecuária de corte</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/webinar-corte-indicadores-de-alto-impacto-na-pecuaria-de-corte-ed-06/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Sep 2018 18:18:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos]]></category>
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		<category><![CDATA[indicadores]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Veja nesta edição do Webinar Corte, sobre &#8220;Indicadores de alto impacto na Pecuária de Corte&#8220; Principais pontos do webinar Intensificar sem ter desempenho e planejamento pode trazer grandes prejuízos; Como os índices podem te mostrar como o negócio funciona; Entenda o “ciclo da pobreza”; Como algumas características de liderança podem motivar equipes e muito mais. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Veja nesta edição do Webinar Corte, sobre &#8220;<strong>Indicadores de alto impacto na Pecuária de Corte</strong>&#8220;</p>
<h2>Principais pontos do webinar</h2>
<ul>
<li>Intensificar sem ter desempenho e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/check-de-metas-e-plano-de-acao-nas-propriedades-rurais/" target="_blank" rel="noopener">planejamento</a></strong> pode trazer grandes prejuízos;</li>
<li>Como os índices podem te mostrar como o negócio funciona;</li>
<li>Entenda o “ciclo da pobreza”;</li>
<li>Como algumas características de liderança podem motivar equipes e muito mais.</li>
</ul>
<p>O palestrante foi Vitoriano Dornas, Médico Veterínário do Grupo Rehagro.</p>
<p>Deseja saber mais sobre os indicadores da pecuária de corte? <strong>Clique no botão abaixo</strong> e participe dessa incrível experiência do agronegócio!<canvas class="lt-highlighter__canvas" style="display: none; top: 1px !important; left: 143px !important;" width="49" height="16"></canvas></p>

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		<item>
		<title>Perímetro escrotal de bovinos: veja a importância da seleção</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/perimetro-escrotal-na-pecuaria-de-corte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Jul 2018 17:43:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[animais]]></category>
		<category><![CDATA[boi]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência reprodutiva]]></category>
		<category><![CDATA[evolução genética]]></category>
		<category><![CDATA[ganho genético]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[perímetro escrotal]]></category>
		<category><![CDATA[reprodução]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atualmente o rebanho brasileiro possui aproximadamente 74,5 milhões de matrizes de corte em reprodução. Se considerarmos que somente 6% destas matrizes são inseminadas, temos aproximadamente 70 milhões de matrizes que necessitam serem entouradas anualmente. Com uma relação média touro/matriz de 1/40, a necessidade é de 1,75 milhões de reprodutores ativos. Para termos eficiência reprodutiva na [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Atualmente o rebanho brasileiro possui aproximadamente 74,5 milhões de matrizes de corte em reprodução. Se considerarmos que somente 6% destas matrizes são inseminadas, temos aproximadamente 70 milhões de matrizes que necessitam serem entouradas anualmente. Com uma relação média touro/matriz de 1/40, a necessidade é de 1,75 milhões de reprodutores ativos.</p>
<p>Para termos eficiência reprodutiva na pecuária de corte, aumentar a taxa de desfrute e consequentemente a rentabilidade da cadeia produtiva, <strong>é essencial que</strong> <strong>os reprodutores e as matrizes sejam criteriosamente selecionados para as características reprodutivas que influenciam diretamente nos resultados</strong>.</p>
<p>Rebanhos detentores de elevada precocidade sexual e fertilidade possuem maior disponibilidade de animais, tanto para venda como para reposição, permitindo maior intensidade seletiva e, consequentemente, progressos genéticos mais elevados e maior lucratividade.</p>
<p>Embora os programas de melhoramento genético mais tradicionais tenham dado maior ênfase às características de desempenho ponderal, hoje já se sabe que a utilização de características reprodutivas como critério de seleção é indispensável para a melhoria do sistema produtivo.</p>
<p>Sabemos da importância da fertilidade em um rebanho, portanto, selecionar animais com idade mais precoce ao primeiro parto é estar pensando também em <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/garantindo-margem-de-lucro-na-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">viabilidade econômica</a></strong>.</p>
<p>Para otimizar os índices reprodutivos e consequentemente a produtividade dos rebanhos de cria, é de fundamental importância definir os critérios de seleção para os rebanhos a serem explorados, conforme suas necessidades de evolução genética.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Seleção para perímetro escrotal</h2>
<p><strong>A seleção para Perímetro Escrotal (PE) é de média à alta herdabilidade</strong>, ou seja, sofre pouca influência do meio ambiente, e em pouco tempo pode ser incorporada ao rebanho.</p>
<p>Já a seleção para Idade ao Primeiro Parto (IPP) é de baixa à média herdabilidade, sofre influência do meio, e demora mais para ser fixada ao rebanho.</p>
<p>Com isso sabemos que selecionar animais para maior Perímetro Escrotal (PE), nos ajuda muito no processo do ganho <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/melhoramento-genetico-animal/" target="_blank" rel="noopener">genético</a></strong> do rebanho para características reprodutivas, devido à rapidez na fixação desta, e nos demonstra que a seleção para Idade ao Primeiro Parto (IPP) e demais características reprodutivas devem ser trabalhadas juntas, pois como o ganho é aditivo, mesmo que de baixa herdabilidade vão ser fixadas no rebanho no decorrer da seleção.</p>
<p>Face às dificuldades operacionais para implementação de programas de seleção para idade à puberdade, torna-se importante a utilização de características indicadoras de precocidade sexual, que tenham variabilidade genética adequada, que sejam de mensuração fácil, e que tenham correlação genética favorável com a idade à puberdade e outras características economicamente importantes.</p>
<p>Quando não são conhecidas, a idade à puberdade e a data da primeira fecundação da fêmea bovina, as informações reprodutivas disponíveis são a ocorrência ou não do parto e a data do parto.</p>
<p>Destas informações, a característica que emerge como indicativa do início da atividade reprodutiva das fêmeas jovens é a idade ao primeiro parto, que é uma característica de fácil mensuração. A utilização de fêmeas sexualmente mais precoces terá reflexo direto na eficiência, rentabilidade e competitividade da pecuária bovina nacional.</p>
<p>Nos machos, o perímetro escrotal é a mais recomendada dentre as características indicadoras de precocidade sexual.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11612 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/selecao-perimetro-escrotal-2.jpeg" alt="Medição do perímetro escrotal" width="370" height="493" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/selecao-perimetro-escrotal-2.jpeg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/selecao-perimetro-escrotal-2-225x300.jpeg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/selecao-perimetro-escrotal-2-270x360.jpeg 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Bovino com 19 meses e 40 cm de circunferência escrotal / Crédito: Rehagro &#8211; Corte.</span></p>
<h2>Características relacionadas à medição do Perímetro Escrotal</h2>
<p>Existem duas características importantes correlacionadas diretamente com Perímetro Escrotal (PE), ligadas à produtividade e rentabilidade, que são: maior peso ao desmame (210 dias) e maior peso ao ano (365 dias), em rebanhos que priorizam esta seleção.</p>
<p>Existem também correlações entre perímetro escrotal e ganho médio diário do nascimento à <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/desmama-de-bezerros-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">desmama</a></strong>, indicando que ao selecionar para maior perímetro escrotal, irá reduzir a idade ao primeiro parto de suas filhas. Quando touros com maior perímetro escrotal são selecionados para a reprodução, indiretamente aumenta-se o ganho médio diário do nascimento à desmama (210 dias).</p>
<p>Outra característica interessante na seleção de reprodutores selecionados para maior Perímetro Escrotal (PE), é que touros jovens apresentam alta motilidade (60-80%), indicando melhor qualidade seminal e esta característica pode ser utilizada como um dos critérios na seleção de animais de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/melhoramento-genetico/" target="_blank" rel="noopener">alto potencial reprodutivo</a>.</strong></p>
<p>Selecionar machos para Perímetro Escrotal (PE) ao ano (365 dias) e ao sobreano (450 dias) é de extrema importância para identificar os animais melhoradores desde a idade jovem, com medidas de PE estabelecidas como critério de seleção, serão mantidos somente os animais superiores e consequentemente aqueles que mais vão contribuir para a evolução genética do rebanho.</p>
<h2 data-start="210" data-end="274">Selecione melhor, produza mais e lucre com decisões técnicas</h2>
<p data-start="276" data-end="500">O perímetro escrotal é um indicador valioso para o desempenho reprodutivo do rebanho, mas para fazer uma seleção realmente eficaz, é preciso entender a fundo os critérios zootécnicos e seu impacto nos resultados da fazenda.</p>
<p data-start="502" data-end="827">Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Pós-graduação em Produção de Gado de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende com consultores que aplicam na prática o que ensinam, em uma formação 100% online, estratégica e voltada para quem busca evolução profissional e maior rentabilidade no campo.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Estação de monta do gado zebu: qual a sua duração?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/estacao-de-monta-para-gado-zebu/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jul 2018 15:02:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[estação de monta]]></category>
		<category><![CDATA[gado zebu]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[reprodução de bovinos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No trabalho com pecuária de corte em sistema de cria ou de ciclo completo (cria, recria e engorda), há uma premissa básica de manejo reprodutivo que se baseia na adoção e implementação da estação de monta. O conceito de Estação de Monta (EM) consiste em estabelecer um período para que tenhamos as ocorrências reprodutivas concentradas. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No trabalho com pecuária de corte em sistema de cria ou de ciclo completo (cria, recria e engorda), há uma premissa básica de manejo reprodutivo que se baseia na adoção e implementação da estação de monta.</p>
<p>O conceito de <strong>Estação de Monta (EM)</strong> consiste em estabelecer um período para que tenhamos as ocorrências reprodutivas concentradas. Essas ocorrências são referentes às práticas de monta, como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/reproducao-bovina/" target="_blank" rel="noopener">monta natural (touro – vaca) e/ou inseminação artificial</a></strong>.</p>
<p>Tais práticas refletirão em parições em períodos concentrados, sendo que estes momentos coincidirão com a época de máximo crescimento natural dos pastos (período chuvoso), trazendo maior disponibilidade forrageira, com o objetivo principal de beneficiar as matrizes paridas.</p>
<p>Normalmente, a estação de monta para gado zebu no Brasil Central tem <strong>duração de 120 dias</strong>. Esta duração é influenciada por fatores como a condição corporal pré e pós-parto e ao início da estação de monta, a presença do bezerro ao pé da vaca, a ordem de parto, o período de gestação do gado zebu, e, principalmente, a relação entre estes fatores.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Redução do período da estação reprodutiva e benefícios</h2>
<p>A redução da estação reprodutiva no gado zebu para períodos menores que os tradicionais de 120 dias traz diversos benefícios.</p>
<p>Primeiramente, ocorre uma maior concentração de nascimentos em época ideal, na qual a qualidade e a quantidade da forragem atendem os requerimentos nutricionais das matrizes (Gráfico 1) e consequentemente, uma maior homogeneidade e peso dos animais à desmama.</p>
<p>Outro benefício é a separação dos períodos de monta e nascimento quando se realiza a estação menor que 70 dias, otimizando a utilização da mão-de-obra.</p>
<p>Porém, ao se trabalhar no sentido de reduzir o período da estação de monta é necessária a avaliação da capacidade financeira, econômica e gerencial da propriedade para que esta seja capaz de suprir as principais entraves.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4660" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/duracao-da-estacao-de-monta-para-gado-zebu1.jpg" alt="Curva de produção de forragem no Brasil Central" width="600" height="377" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/duracao-da-estacao-de-monta-para-gado-zebu1.jpg 600w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/duracao-da-estacao-de-monta-para-gado-zebu1-300x189.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/duracao-da-estacao-de-monta-para-gado-zebu1-370x232.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/duracao-da-estacao-de-monta-para-gado-zebu1-270x170.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Curva de produção de forragem no Brasil Central aliada à necessidade do rebanho.</span><b></b></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sanidade-estacao-monta?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-manual-sanitario&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39636 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario.png" alt="E-book Manual Sanitário da estação de monta" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>O retorno à ciclicidade de vacas paridas x duração da estação de monta para gado zebu</h2>
<p>O retorno à atividade cíclica é um dos fatores mais importantes que determinam a duração da estação reprodutiva e está altamente relacionada ao escore de condição corporal dos animais no pré e pós-parto e ao início da estação de monta.</p>
<p>No gráfico a seguir, tem-se a indicação do percentual de ciclicidade de vacas Bos taurus (taurinas) de acordo com <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">escore de condição corporal</a></strong> (escala de 1 a 9, em que 1 → Muito Magra / 9 → Obesa).</p>
<h2 style="text-align: center;"><b><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4661 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/duracao-da-estacao-de-monta-para-gado-zebu2.jpg" alt="Efeito do escore de condição corporal sobre a ciclicidade" width="600" height="378" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/duracao-da-estacao-de-monta-para-gado-zebu2.jpg 600w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/duracao-da-estacao-de-monta-para-gado-zebu2-300x189.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/duracao-da-estacao-de-monta-para-gado-zebu2-370x233.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/duracao-da-estacao-de-monta-para-gado-zebu2-270x170.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></b><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Efeito do escore de condição corporal sobre a ciclicidade.</span></h2>
<p>Outro fator de destaque está relacionado à presença do bezerro ao pé da vaca. Diversos autores relatam a queda na atividade ovariana pós-parto em função da <a href="https://rehagro.com.br/blog/voce-esta-cuidando-bem-da-sua-cria/" target="_blank" rel="noopener"><strong>presença da cria</strong></a>.</p>
<p>Este fato interfere na liberação de GnRH pelo hipotálamo ou diminui a resposta a este hormônio na hipófise, tendo como consequência uma supressão da liberação pulsátil de LH, que é o fator endócrino chave para se determinar a ovulação ou não do folículo dominante.</p>
<p>Outros autores demonstraram que o efeito da sucção em vacas de corte é um dos principais fatores que afetam a duração do anestro pós-parto. Eles sugeriram que o comportamento materno é mais importante do que o ato da sucção em si para regular a frequência de pulsos de LH.</p>
<p>Desta forma, considerando a estreita relação mãe/cria em animais zebuínos, dimensiona-se o impacto da amamentação no retorno à ciclicidade.</p>
<p>Veja abaixo, os dados obtidos a partir do trabalho de Resende, feito em 1993, em vacas primíparas zebuínas comparando o percentual de animais ciclando com uma amamentação por dia e em manejo tradicional (presença da cria ao pé) ao longo da estação de monta.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4665 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/duracao-da-estacao-de-monta-para-gado-zebu6-e1645206231205.jpg" alt="Percentual de vacas ciclando ao longo da estação de monta" width="640" height="318" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/duracao-da-estacao-de-monta-para-gado-zebu6-e1645206231205.jpg 640w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/duracao-da-estacao-de-monta-para-gado-zebu6-e1645206231205-300x149.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/duracao-da-estacao-de-monta-para-gado-zebu6-e1645206231205-370x184.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/duracao-da-estacao-de-monta-para-gado-zebu6-e1645206231205-270x134.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Percentual de vacas ciclando ao longo da estação de monta, de acordo com o tipo de amamentação.</span></p>
<p>A ordem de parto também está altamente relacionada à duração da estação de monta. Considerando principalmente as vacas primíparas, ressalta-se que a dieta para estes animais no pós-parto deve, além de atender os requerimentos de mantença e da primeira lactação, atender aos requisitos finais de crescimento.</p>
<p>Dessa forma, dentre as categorias da propriedade, aquela que está mais submetida à queda na condição corporal, caso suas necessidades não sejam supridas, são as vacas de primeira cria.</p>
<p>Como já descrito anteriormente, a queda na condição corporal influencia diretamente no prolongamento do anestro pós-parto, fazendo com que estes animais retomem a ciclicidade tardiamente.</p>
<p>Este retorno tardio à ciclicidade é um dos principais entraves no encurtamento da duração da estação de monta, já que, caso estes animais não voltem a ciclar até o fim da estação reprodutiva, haverá um efeito negativo na <a href="https://rehagro.com.br/blog/taxa-de-prenhez-na-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>taxa de prenhez</strong></a>.</p>
<p>O gráfico abaixo avalia, de acordo com a pesquisa de Meneghetti, em 2008, a queda na condição corporal (escala de 1 a 5) de primíparas de acordo com o mês de parição.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4666" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/duracao-da-estacao-de-monta-para-gado-zebu7.jpg" alt="Queda na condição corporal de primíparas" width="500" height="381" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/duracao-da-estacao-de-monta-para-gado-zebu7.jpg 590w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/duracao-da-estacao-de-monta-para-gado-zebu7-300x229.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/duracao-da-estacao-de-monta-para-gado-zebu7-370x282.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/duracao-da-estacao-de-monta-para-gado-zebu7-270x206.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/duracao-da-estacao-de-monta-para-gado-zebu7-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;"> Queda na condição corporal (escala de 1 a 5) de primíparas de acordo com o mês de parição. Fonte: Meneghetti (2008)</span></p>
<p>Ao correlacionar os fatores que interferem no retorno à ciclicidade, é possível compreender o motivo pelo qual as propriedades com estação de monta no Brasil Central, a fim de obterem taxas de prenhez satisfatórias, trabalham com uma duração média de 120 dias.</p>
<p>Algumas ferramentas podem ser utilizadas para a redução da duração da estação de monta. Em relação à nutrição das matrizes, destaca-se que alguns trabalhos científicos concluíram que a nutrição pré-parto tem maior importância do que a nutrição pós-parto na determinação do intervalo entre parto – primeiro estro.</p>
<p>Outro artifício técnico passível de utilização no início e durante a estação de monta está relacionado aos protocolos hormonais (por exemplo, IATF) somados ou não à restrição de amamentação.</p>
<p>Dentre as vantagens destacam-se a indução e/ou sincronização de rebanhos de matrizes em anestro, gerando a possibilidade de inseminar um grande número de vacas paridas ao início da estação de monta, com consequente concentração de parição no início da estação de nascimento subsequente. Este agrupamento dos eventos gera a possibilidade de reduzir o período da estação reprodutiva.</p>
<p>A partir do conhecimento dos fatores que influenciam a duração da estação de monta, se o objetivo é atingir uma taxa de prenhez satisfatória ao sistema, aliada a uma distribuição dos partos de forma adequada, deve-se avaliar se as condições inerentes a este sistema, de modo que permitam que a duração da estação reprodutiva seja encurtada.</p>
<p>Exemplos disso são a situação financeira e econômica da propriedade, o envolvimento dos funcionários, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/">o manejo de pastagem</a></strong> e a condição nutricional do rebanho ao longo dos ciclos e a condição sanitária, que é de fundamental importância.</p>
<p>O sucesso da estação de monta depende de uma série de cuidados ligados às doenças infecciosas que podem afetar o sistema reprodutivo de machos e fêmeas, diminuindo a taxa de prenhez, causando abortos e levando à produção de bezerros com desempenho inferior.</p>
<h2 data-start="137" data-end="215">Torne a estação de monta mais eficiente com decisões técnicas e lucrativas</h2>
<p data-start="217" data-end="373">A estação de monta é decisiva para os resultados da sua fazenda. Que tal dominar os fatores que impactam diretamente na produtividade e no lucro do rebanho?</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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		<title>Distrofia muscular nutricional: a doença do músculo branco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jul 2018 14:01:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[distrofia nutricional]]></category>
		<category><![CDATA[doenças em bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[músculo branco]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento de bovinos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A distrofia muscular nutricional, ou doença do músculo branco, é uma patologia miodegenerativa hiperaguda/subaguda, causada por uma deficiência de selênio e vitamina E, gerada em animais que se encontram em situações de stress, frio ou mal alimentados. Dá-se também por um acúmulo de substâncias formadoras peróxido na dieta. Como exemplos de situações causadoras, podemos citar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>distrofia muscular nutricional</strong>, ou doença do músculo branco, é uma patologia miodegenerativa hiperaguda/subaguda, causada por uma <strong>deficiência de selênio e vitamina E</strong>, gerada em animais que se encontram em situações de stress, frio ou mal alimentados.</p>
<p>Dá-se também por um acúmulo de substâncias formadoras peróxido na dieta. Como exemplos de situações causadoras, podemos citar suplementação contínua com óleo de fígado de bacalhau e uma brusca saída de animais para o pasto, induzindo uma deficiência de vitamina E.</p>
<p>Esta patologia é <strong>mais comum em bezerros, cordeiros, potros e leitões jovens</strong>, podendo elevar sua ocorrência após um crescimento rápido dos animais, um alto grau de ácidos graxos insaturados na dieta e exercícios incomuns em excesso.</p>
<p>Em bezerros e cordeiros normais, a atividade de uma enzima chamada de transaminase glutamínica oxaloacética (SGOT), importante para várias atividades do organismo, raramente excede a 200U/ml e em animais doentes, sua atividade é de 5 a 10 vezes maior.</p>
<p>Assim, de uma forma mais completa, a doença do músculo branco é caracterizada por níveis subnormais de selênio, da concentração de GSH-PX no sangue e tecidos e por altos níveis da SGOT e desidrogenase lática.</p>
<p>Poucas vezes, ocorre uma distrofia muscular nutricional de forma espontânea em animais adultos, <strong>podendo, raramente, acontecer de uma forma congênita</strong>.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</div>
<h2>Sinais clínicos da distrofia nutricional</h2>
<p>Nesta doença, <strong>os animais apresentam corrimento nasal espumoso, resultante de edema pulmonar e dispnéia</strong>, podendo detectar fraqueza profunda, decúbio e batimento cardíaco irregular, que, pela auscultação, são audíveis murmúrios cardíacos.</p>
<p>Estes sintomas associados com uma descompensação hiperaguda e esquelética ou ligada a uma miastenia, ambas as formas, os acometidos, são aqueles que crescem de forma rápida.</p>
<p>Os animais doentes podem morrer de forma aguda, sem aparecer sintomas ou após uma depressão e dispnéia. Taquicardia e taquipnéia são observadas nos animais idosos, podendo acometer o músculo do diafragma.</p>
<p>Na distrofia aguda, o tratamento geralmente é ineficaz, pois a mortalidade  varia de 85 % a 100%. <strong>A forma mais comum encontrada é subaguda</strong>, onde bezerros e cordeiros são os mais afetados, ficando em decúbito. Nesta, seus sinais clínicos são rigidez dos músculos, dificuldade de locomoção, tremores, posturas anormais, depressão e morte.</p>
<p>Raramente, pode observar tumefação bilateral e simétrica dos músculos glúteos, dorsolombares e paletas. Já quando o animal sofre dispnéia, está se deve ao envolvimento dos músculos da faringe e esôfago, podendo gerar pneumonias secundárias. Na forma subaguda o tratamento surte efeito, podendo ver recuperação em até cinco dias nos doentes.</p>
<p>Pesquisas realizadas por AIELLO et al (2001) notaram um tipo retardado da miodistrofia nutricional com envolvimento cardíaco, ocorrendo em animais que passaram por exercícios exacerbados. Nesta forma, apresentam um andar com costas arqueadas, se tratando de uma lesão muito grave. Os bezerros têm dificuldade para mamar, podendo morrer por inanição. Nos casos crônicos, pode ocorrer um relaxamento da cintura escapular e deslocamento dos dedos.</p>
<p>Na deficiência subclínica, animal diminui performance, ganho de peso, eficiência <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/reproducao-bovina/" target="_blank" rel="noopener">reprodutiva</a></strong> e ocorre aumento de nascimentos de bezerros prematuros e fracos.</p>
<p>MENDES et al. (2001) observou que estes sinais clínicos ocorrem devido ao aumento da atividade plasmática da creatina fosfoquinase (CPK). Esta enzima é liberada na corrente sanguínea após exercícios em grande proporção e degenerações musculares, por se tratar de uma proteína específica para alterações dos músculos esqueléticos e cardíacos.</p>
<p>Seus níveis normais são de 26 mais ou menos cinco UI/ litro para bovinos, onde na doença, sobe para acima de 1000 UI/ litro. A transaminase glutâmico-oxalacética sérica também se eleva de concentração, apesar de não ser tão específica para lesões musculares como a CPK. O grau de elevação destas enzimas está diretamente proporcional à intensidade da lesão muscular.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sanidade-gado-de-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-sanidade-gado&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39640 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png" alt="E-book Sanidade do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Alterações macroscópicas</h2>
<p>Animais doentes apresentam <strong>estrias brancas na musculatura esquelética</strong>, que geram dificuldades de locomover, respiratórias, cardíacas, até a morte súbita. (MARTIM 1993). Os músculos afetados variam com a idade do animal. Língua e musculatura do pescoço são acometidas em lactentes.</p>
<p>Já nos músculos do dorso, coxa, pescoço e respiratórios em ruminantes mais velhos, observa-se musculatura um pouco pálida. Uma vez estabelecida a calcificação, as lesões tornam- se opacas, brancas e muito óbvias.</p>
<p>Nos músculos esqueléticos verifica-se necrose simétrica, podendo afetar vários grupos musculares, exibindo estriações longitudinais distintas, devido deposição anormal de cálcio difuso. As lesões cardíacas ocorrem em placas subendocárdicas, mais no ventrículo esquerdo de bezerros e direito de cordeiros.</p>
<p>Segundo SMITH (1994), o músculo torna-se seco com edema intramuscular, onde os feixes afetados ficam numa posição adjacente ao músculo normal. Além disso, pode ocorrer da musculatura se tornar pálida, por reduzir concentrações de mioglobina, e a urina vermelho escuro, devido mioglobinúria.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10030 size-full" title="músculo branco" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/distrofia-nutricional-doenca-do-musculo-branco1-333x150-1_auto_x2.jpg" alt="Distrofia nutricional em cordeiro" width="666" height="400" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/distrofia-nutricional-doenca-do-musculo-branco1-333x150-1_auto_x2.jpg 666w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/distrofia-nutricional-doenca-do-musculo-branco1-333x150-1_auto_x2-300x180.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/distrofia-nutricional-doenca-do-musculo-branco1-333x150-1_auto_x2-370x222.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/distrofia-nutricional-doenca-do-musculo-branco1-333x150-1_auto_x2-270x162.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 666px) 100vw, 666px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Músculos da perna de cordeiro. A – as numerosas listras cinzas e brancas são áreas de necrose segmentar e calcificação. B – Miopatia nutricional, bezerro. Os túbulos sarcolemais estão intactos e preenchidos por mioblastos e macrófagos – regeneração inicial. (imagens: W.J.Hadlow)</span></p>
<h2>Alterações microscópicas</h2>
<p>Por CARTON e colaboradores, 1998, microscopicamente verificam-se necrose segmentar, calcificação e regeneração. THONSON (1990) observou que o sucesso da regeneração depende da integridade dos tubos sarcolêmicos, sendo que se intactos, após animais tratados com selênio, tem a capacidade de regenerar rapidamente.</p>
<p>Porém, se sofrerem necrose segmentar, as miofibrilas se rompem sob o estresse da contração, fraturando os túbulos sarcolêmicos, resultando numa regeneração por brotamento e fibrose.</p>
<p>Nota-se ainda, após alterações sequenciais na musculatura, um inchaço mitocondrial e lise miofibrilar gerando degeneração hialina ou granular. Quando envolve o coração, as fibras de purkinje ficam danificadas e animal pode sofrer derrames pleurais, pericárdicos e peritoneais.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao microscópico eletrônico, demonstra um engarçamento dos miofilamentos com comprometimento inicial da síntese de miosina, seguindo por uma alteração na actina. </span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-19698 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Produção de Gado de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Diagnóstico da distrofia nutricional</h2>
<p>O diagnóstico pode ser dado pelos achados clínicos, porém a confirmação exata é através de análises de tecidos, medindo seus níveis de selênio e tocoferol. Devida à atividade da enzima glutation- peroxidase eritrocitária ter altas correlações com níveis sanguíneos de selênio, a atividade da enzima pode ser usada na avaliação do status do animal para selênio.</p>
<p>Assim, pelas análises dos índices de selênio identifica-se que a micronecrose segmentar é causada mesmo pela deficiência deste mineral ou outra substância. (THONSON, 1990).</p>
<p>MENDES et al (2001), verificou que, <strong>para o diagnóstico, devem ser consideradas ainda as miopatias tóxicas</strong>, como aquelas causadas por plantas (ex: fedegoso) ou por antibióticos ionóforos como a monensina, onde nesta deve ser pesquisado o agente na alimentação do animal.</p>
<p>Uma forma de diferenciar o diagnóstico é que a miopatia tóxica acomete animais de todas as idades, com maior intensidade nos adultos e já a miopatia nutricional é mais comum em animais jovens.</p>
<p>Segundo AIELLO et al (2001), é preciso tomar cuidado também para não confundir a miopatia nutricional com artrite não supurativa infecciosa. Além disso, as mortes súbitas devem ser diferenciadas daquelas que acontecem quando animal sofre uma insuficiência cardíaca, onde, neste caso, o diagnóstico definitivo pode ser obtido por necropsia e anamnese.</p>
<h2>Tratamento da distrofia nutricional</h2>
<p>Através de experimentos realizados por AIELLO et al (2001), chegou-se à conclusão que animais com distrofia muscular nutricional deveriam <strong>receber selenito de sódio e vitamina E em emulsão estéril via subcutânea ou intramuscular</strong> na dose de 0,055 a 0,067mg/kg, sendo uma média de 2,5 a 3mg de selênio para cada 45 kg e 50mg/ml (68UI) de vitamina E.</p>
<p>Esta última, deve ser na forma de acetato de alfa tocoferol para cada 18kg de peso corporal. Não se devem administrar altas concentrações devido ao risco de intoxicar o animal e é necessário repetir o tratamento por duas semanas. Necessitando de doses maiores que as indicadas, é preciso tomar muito cuidado ao administrá-las.</p>
<p>Quando ocorrer uma grande queda de vitamina E, pode-se suplementar o doente com alfa tocoferol, sendo que não existem dosagens mínimas para esta substância. Para bezerros, utilizar de 25 a 60mg/kg no alimento seco. Se for observado uma grande quantidade de antagonistas de vitamina E na dieta (ex: gorduras polinsaturadas desprotegidas), deve primeiramente removê-los e, não funcionando, pode-se estabilizá-los com antioxidantes.</p>
<p>Não é correto fazer o tratamento da distrofia muscular nutricional com apenas o uso de selênio, pois necessita da administração de antioxidantes para o tratamento ser completo. (Kolb 1980).</p>
<p>As respostas depois de efetivado tratamento, não são rápidas, por necessitar da eritropoiese para produção de GSH-PX, que demora cerca de 30 dias após o animal suplementado com selênio. Porém, apesar de GSH- PX não aumentar fácil nos eritrócitos, no músculo, coração e fígado, ela sobe mais rápido.</p>
<p>Depois de suplementado com os minerais e vitaminas, o animal deve ficar em repouso para reduzir a oxidação dos músculos. Além disso, faz-se uma terapia auxiliar com antibióticos para auxiliar no combate de possíveis pneumonias secundárias.</p>
<p>O fornecimento de uma dieta com níveis adequados de energia, mantendo o balanço hidroeletrolítico é de extrema importância para recuperar o animal. (SMITH 1994).</p>
<h2>Prevenção e controle da distrofia nutricional</h2>
<p>A prevenção e controle são feitas por uma <strong>suplementação correta de selênio e vitamina E</strong>, fazendo diversas tentativas para assegurar o correto fornecimento destes minerais na dieta dos animais.</p>
<p>Segundo SMITH (1994), o regulamento de selênio incorporado na ração de ruminantes é de 0,3 partes por milhão (PPM). Nos sais minerais pode ser usado cerca de 20ppm. Porém, em alguns tipos de solo, já verificou 200ppm para manutenção de níveis adequados aos animais, sendo seu uso limitado em no máximo 3mg/cabeça/dia em qualquer que seja o método de suplementação para bovinos.</p>
<p>Em pastagens, como é difícil avaliar a ingestão correta da mistura mineral, estão em fase experimental os bolus ruminorreticulares de depósito, que liberam a quantidade precisa de selênio, diariamente. Os minerais injetáveis também são uma forma de adequar o animal com a concentração correta de selênio e vitamina E.</p>
<p>Portanto, independente do método de suplementação, há necessidade da coleta periódica de sangue ou tecido de animais em risco, sendo que estas deverão ser realizadas a cada 60 a 90 dias, para que seja determinado o grau correto no organismo destes minerais. Com estas avaliações, poderão ser feitos reajustes quanto à dose ou extensão da suplementação. (SMITH 1994)</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Podemos concluir que o nível nutricional é um fator determinante para manter íntegra a saúde do animal.</p>
<p>Assim, um <a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/" target="_blank" rel="noopener"><strong>manejo inadequado de pastagens</strong></a> e concentrados que gere um consumo excessivo ou deficiente de energia, proteína, vitaminas, macro e microminerais relacionam no desempenho e ganhos produtivos nos meios de produção.</p>
<p>Na maioria das situações, os nutricionistas devem avaliar vários parâmetros para suplementar os animais, levando em consideração análises bromatológicas e sanguíneas, metabolismo singular de alguns animais e interações entre nutrientes, pois qualquer descuido pode gerar perdas incalculáveis no desempenho e sanidade do rebanho.</p>
<h2 data-start="254" data-end="326">Evite prejuízos com decisões técnicas e manejo nutricional eficiente</h2>
<p data-start="328" data-end="564">A distrofia muscular nutricional é apenas uma das muitas doenças silenciosas que comprometem o desempenho e o lucro da fazenda. Para prevenir perdas, é preciso mais do que experiência: é preciso formação técnica e visão estratégica.</p>
<p data-start="566" data-end="898">Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Pós-graduação em Produção de Gado de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende com consultores que atuam nas maiores fazendas do país, em uma formação 100% online e voltada para quem quer fazer da pecuária uma atividade mais eficiente, lucrativa e sustentável.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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		<title>Boi castrado ou boi inteiro: qual a melhor forma?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jun 2018 12:46:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante as fases de crescimento e engorda do bovino, os tecidos não crescem com a mesma intensidade, sendo que os ossos têm desenvolvimento precoce, os tecidos adiposos desenvolvimento tardio, e os músculos, intermediário. Sendo assim, a proporção de músculos na carcaça aumenta inicialmente, decrescendo à medida que passa a predominar o tecido adiposo, com a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante as fases de crescimento e engorda do bovino, os tecidos não crescem com a mesma intensidade, sendo que os ossos têm desenvolvimento precoce, os tecidos adiposos desenvolvimento tardio, e os músculos, intermediário.</p>
<p>Sendo assim, a proporção de músculos na carcaça aumenta inicialmente, decrescendo à medida que passa a predominar o tecido adiposo, com a elevação da proporção de gordura na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-carcaca-bovina/" target="_blank" rel="noopener">carcaça</a></strong>. Por sua vez, a participação dos ossos decresce continuamente.</p>
<p>Chama-se de <strong>maturidade química da carcaça</strong> o ponto em que o peso adicional contém pouca proteína adicional, e o animal passa então a depositar mais gordura. Dessa forma, o estádio de desenvolvimento no momento do abate tem grande influência sobre a composição da carcaça.</p>
<p>As mudanças nas proporções entre os tecidos e em sua composição durante o crescimento são influenciadas por vários fatores, dentre os quais se destacam peso, idade, raça, dieta e sexo. Já é de conhecimento amplo que o boi não castrado ganha mais peso que o castrado, numa mesma <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-dicas-basicas-da-alimentacao-e-manejo-nutricional-de-gado-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">condição de alimentação</a></strong>.</p>
<blockquote><p>Quem nunca ouviu dizer que “boi inteiro é melhor pra ganhar peso do que castrado?”.</p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar de, em algumas situações, o proprietário ter que trabalhar com o boi castrado, devido principalmente a dificuldades de manejo, quando se têm fêmeas na fazenda, pela dificuldade de acabamento a pasto, ou quando o frigorífico exige que os animais sejam castrados, há normalmente a preferência pelo animal não castrado devido ao maior ganho de peso.</span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Por que o boi não castrado ganha mais peso?</h2>
<p>Essencialmente, essa “vantagem” do animal não castrado se dá pela composição do tecido depositado no ganho de peso. Traduzindo: <strong>o boi &#8220;inteiro&#8221; precisa ingerir menos energia para ganhar um quilo de peso quando comparado ao animal castrado</strong>. Mas por que isso acontece?</p>
<p>Bem, considerando-se animais de mesmo grau de sangue e com mesmo peso e idade, podemos citar algumas explicações para essa diferença.</p>
<h3>Alimentação mais energética para o boi castrado</h3>
<p>A primeira está diretamente ligada à relação entre gordura e proteína no ganho de peso. Para cada quilo de peso que o animal ganhar, no castrado haverá mais tecido adiposo, gordura, do que musculatura. E a gordura possui mais que o dobro de energia que a musculatura.</p>
<p>Com isso, o animal castrado, para ganhar o mesmo 1 kg de peso corporal, tem que ingerir uma dieta com muito mais energia, ou então terá que ingerir uma maior quantidade de alimento. Isso, considerando-se que não castrado e castrado estão ganhando o mesmo peso. Assim, se ambos ingerirem a mesma dieta, o boi inteiro ganhará mais peso.</p>
<p>Essa diferença varia de 15 a 20%, ou seja, o animal castrado precisa ingerir 15 a 20% a mais de energia que o não castrado para ganhar o mesmo 1 kg de peso corporal.</p>
<h3>Proporção de água no tecido adiposo do boi</h3>
<p>A segunda explicação para essa maior eficiência do inteiro em relação ao castrado também está ligada à relação gordura e proteína no ganho de peso. Só que, dessa vez, isso não ocorre em relação ao teor energético dos tecidos adiposo e muscular, mas sim devido à proporção de água nestes tecidos.</p>
<p>O tecido adiposo possui muito menos água que o tecido muscular, ou seja, na realidade, o boi não castrado tem muito mais água no ganho de peso.</p>
<p>Essa diferença é muito grande. É claro que há variação entre animais, mas em média, o tecido adiposo contém 80% de matéria seca e 20% de água, e o tecido muscular contém 30% de matéria seca e 70% de água.</p>
<p>Isso quer dizer que para cada 1 kg de tecido adiposo que o animal depositar, na verdade serão 200g de água. Já no caso do animal não castrado, para cada 1 kg de musculatura que o animal ganhar, será 700g de água.</p>
<p>Faremos a comparação da necessidade nutricional de um animal que entra no confinamento com 14@, e sai com 18@, com ganho médio diário de 1,5 kg/dia.</p>
<p>Para alcançar este ganho, <strong>um boi não castrado</strong> deverá ingerir <strong>6,89 Mcal/dia</strong> de energia líquida para ganho. Já no caso de <strong>um boi castrado</strong>, para ter este mesmo ganho de peso, seriam necessárias <strong>7,92 Mcal/dia, ou seja, 15% a mais de energia</strong> (base de dados BR Corte, 2011, para zebuínos). Com isso, para obter um mesmo ganho de peso, o animal castrado precisa ingerir mais energia, que é um item de custo alto na alimentação.</p>
<p>No caso do animal a pasto, com ganho médio diário de 750g, a necessidade nutricional do boi inteiro seria de 3,21 Mcal de energia líquida para ganho, contra 3,69 Mcal/dia para o castrado. A diferença também seria de cerca de 15% a favor do animal não castrado.</p>
<p>Neste último caso, da terminação a pasto, o raciocínio é parecido, mas devem ser feitas algumas considerações.</p>
<p>Deve-se ter em mente que ao final do período de engorda, no acabamento da carcaça, há mais dificuldade em se ter deposição de gordura no boi não castrado. Isso porque, para que este animal deposite um bom teor de gordura na carcaça, ele teria que ingerir uma quantidade grande de energia, superior a sua capacidade de depositar musculatura.</p>
<p>Isso muitas vezes leva à necessidade de uma <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-a-pasto-maximize-resultados-na-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">suplementação</a></strong> em maior qualidade ou quantidade, ou aumento na oferta de forragem para este animal. Entretanto, neste último caso, como o teor energético do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/brachiaria-principais-especies/" target="_blank" rel="noopener">capim</a></strong>, mesmo que bem manejado, não é alto, é comum o animal não castrado levar mais tempo para chegar ao ponto de abate.</p>
<p>E é aí a grande dúvida do produtor: uma vez que este boi normalmente atinge acabamento numa idade mais avançada, isso acarreta dificuldade de manejo e diminuição da taxa de desfrute.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-bebedouros-e-qualidade-de-agua-para-bovinos?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-bebedouros&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39630 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-bebedouros-qualidade-agua.png" alt="E-book Bebedouros e qualidade de água para bovinos" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-bebedouros-qualidade-agua.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-bebedouros-qualidade-agua-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-bebedouros-qualidade-agua-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-bebedouros-qualidade-agua-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-bebedouros-qualidade-agua-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-bebedouros-qualidade-agua-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-bebedouros-qualidade-agua-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Fatores finais a se considerar</h2>
<p>Considerando então que o animal não castrado é mais eficiente para ganhar peso, a decisão de castrar ou não passa por fatores indiretos como:</p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Dificuldade de manejo pela presença de fêmeas; </span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Maior dificuldade de terminação na entressafra (período seco); </span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Aumento do custo com manutenção de benfeitorias (brigas); </span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Menor desfrute, etc. </span></li>
</ul>
<p>Entretanto, não se deve esquecer que <strong>os animais não castrados dão acabamento numa idade mais avançada</strong>, ou seja, com peso maior que os castrados, <strong>acarretando maior rendimento de carcaça.</strong></p>
<p>Na realidade, existem vários fatores diretos e indiretos que influenciam na tomada de decisão entre castrar ou não os bois para a engorda, principalmente a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">pasto</a></strong>.</p>
<p>O prêmio pago pelo frigorífico aos animais castrados será determinante. Cabe então ao produtor analisar todos esses fatores para fazer a escolha certa. <span style="font-weight: 400;">E se a decisão for a de castrar (a pasto), que ela seja o mais tardia possível para maximizar o peso corporal na fase de crescimento desse animal.</span></p>
<h2 data-start="560" data-end="880">O diferencial entre fazendas comuns e de alta performance está aqui</h2>
<p data-start="560" data-end="880">A pecuária de corte moderna exige gestão, estratégia e aplicação prática do conhecimento. Seja você um produtor em busca de mais lucratividade, um sucessor que precisa assumir a fazenda ou um consultor que deseja gerar mais resultados, a <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pós-graduação em Produção de Gado de Corte</strong></a> oferece uma formação completa para transformar sua atuação no setor.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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		<item>
		<title>Semiconfinamento de bovinos de corte: veja boas práticas dessa estratégia</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/semiconfinamento-na-pecuaria-de-corte/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/semiconfinamento-na-pecuaria-de-corte/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jun 2018 15:47:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[confinamento]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[semiconfinamento]]></category>
		<category><![CDATA[sistema de produção de bovinos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=4535</guid>

					<description><![CDATA[<p>A intensificação na utilização das pastagens na produção de gado de corte torna-se vantajosa quando falamos em diluição dos custos fixos, devido à redução da idade de abate e aumento na taxa de lotação. Sabe-se que a estacionalidade das plantas forrageiras é um dos principais fatores limitantes para altas produções. Dessa maneira, o semiconfinamento surge [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A intensificação na utilização das pastagens na produção de gado de corte torna-se vantajosa quando falamos em diluição dos custos fixos, devido à redução da idade de abate e aumento na taxa de lotação.</p>
<p>Sabe-se que a estacionalidade das <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-especie-forrageira-para-a-sua-fazenda/">plantas forrageiras</a></strong> é um dos principais fatores limitantes para altas produções.</p>
<p>Dessa maneira, <strong>o semiconfinamento surge como uma estratégia para manutenção do equilíbrio de alimentos</strong> no sistema de produção, visando incrementar os níveis de produção animal (desempenho e ganho por área).</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Suplementação no semiconfinamento</h2>
<p>A utilização de <a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-para-bovinos-de-corte/"><strong>suplementos</strong></a> concentrados permite corrigir deficiências específicas de nutrientes na forragem para maximizar a atividade de digestão da fração fibrosa e, consequentemente, utilizar mais eficientemente os carboidratos estruturais, além de complementar a dieta em situações de escassez de forragem.</p>
<p>Nas situações onde o consumo é limitado pela baixa oferta de forragem, um suplemento pode substituir a forragem proveniente do pasto, constituindo às vezes o único alimento disponível. Os níveis de concentrado e as estratégias a serem usadas são dependentes da categoria animal e das metas de ganho de peso.</p>
<p>O semiconfinamento na pecuária de corte consiste em fornecer ração concentrada aos animais de 1 a 2% do peso corporal (PC), sendo caracterizadas pela grande produção de ácidos graxos de cadeia curta no rúmen, provocando quedas de pH, sendo necessários períodos de adaptação e possível uso de aditivos.</p>
<p><strong>Os ganhos de peso irão variar de acordo com a oferta de forragem</strong>, potencial genético dos animais, níveis de concentrado na dieta e alguns outros fatores.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-manejo-confinamento-gado-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-confinamento&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39633 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento.png" alt="E-book Confinamento de gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>A suplementação com altas quantidades de concentrado na pecuária de corte permite maiores ganhos de peso, melhor rendimento de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-carcaca-bovina/" target="_blank" rel="noopener">carcaça</a></strong> e acabamento, melhorando a eficiência do sistema de produção.</p>
<p>Em uma época de insumos caros como, por exemplo, o milho e a soja, é necessário encontrar alternativas as quais nos dão flexibilidade para trabalhar e possibilidade de ter o nosso custo de arroba produzida reduzido.</p>
<p>Diante dos altos desembolsos apresentados pelo <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/rotinas-no-confinamento-que-afetam-o-desempenho/">sistema de confinamento</a></strong> em infraestrutura e máquinas, a suplementação de alto consumo a pasto na produção de gado de corte vem se tornando uma ferramenta cada vez mais atrativa por apresentar menor imobilização de capital e índices econômicos também satisfatórios.</p>
<p>Além disso, é importante destacar que durante a fase de terminação, a eficiência de conversão (kg MS/kg PC), é reduzida quando comparada na recria.</p>
<p>Isso se deve ao fato da diminuição do acúmulo de músculo e aumento do crescimento do tecido adiposo, o qual necessita de mais energia para sua deposição, sendo necessária a adequação correta da suplementação nessa fase.</p>
<p>Normalmente, o período de terminação do gado de corte se dá em um momento em que as <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/" target="_blank" rel="noopener">pastagens</a></strong> apresentam baixa qualidade e baixa taxa de crescimento, limitando o consumo pelos mesmos. Dessa forma, torna-se desafiador produzir em uma situação extremamente desvantajosa.</p>
<p>Dessa forma, para terminar o gado de corte a pasto, em uma época com baixa oferta de forragem e baixo valor nutritivo, deve-se explorar o efeito substitutivo, deixando de ingerir forrageira para ingestão de concentrado, permitindo maior fornecimento de energia.</p>
<p>Nesse cenário, a forragem deixa de ser o componente principal da dieta, sendo importante apenas para a manutenção do ambiente ruminal minimamente saudável.</p>
<h2>Sistema de confinamento convencional x semiconfinamento na produção de gado de corte</h2>
<p>Ao comparar <strong>o sistema de confinamento convencional com o semiconfinamento, ou confinamento a pasto</strong>, recebendo altas quantidades de concentrado, a Agência Paulista de Tecnologia do Agronegócio (APTA) concluiu que a taxa de ganho de peso vivo é diferente entre os dois sistemas, sendo vantajoso para o confinamento convencional.</p>
<p>Porém, quando observaram o ganho em carcaça, a diferença foi de apenas 0,043 kg de carcaça por dia, ganhando 1 kg de peso vivo, chamando atenção para a forma de análise ao comparar as duas estratégias.</p>
<p>Nesse caso, como as dietas foram isoenergéticas, o <a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-o-rendimento-do-ganho-de-animais-abatidos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>rendimento do ganho</strong></a> (peso de carcaça final — peso de carcaça inicial/ peso vivo final — peso vivo inicial) foi afetado principalmente pelas mudanças no conteúdo do trato gastrointestinal e tamanho dos órgãos digestivos.</p>
<p>Quando os animais são suplementados com grandes quantidades de concentrado, o consumo de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fibra-efetiva-na-nutricao-de-bovinos-em-confinamento/" target="_blank" rel="noopener">fibra</a> </strong>na dieta se torna muito pequeno.</p>
<p>Com isso, tem-se o aumento da taxa de passagem, em função da maior digestibilidade da dieta, resultando em diminuição do conteúdo do trato digestivo. Assim, o rúmen não precisa armazenar tanto o alimento e acaba reduzindo o tamanho.</p>
<p>Portanto, <strong>o semiconfinamento na produção de gado de corte pode tornar-se uma ferramenta extremamente interessante e estratégica. </strong></p>
<p>Para os profissionais que forem utilizar essa ferramenta, é importante darem atenção para o ganho em carcaça e não apenas em peso vivo, uma vez que na terminação a pasto pode ser subestimada, quando não consideradas essas diferenças.</p>
<h2>Transforme pasto em arroba e aumente o lucro da fazenda</h2>
<p>Grande parte da pecuária de corte no Brasil ainda perde eficiência por não manejar corretamente as pastagens e por adotar estratégias de nutrição sem planejamento.</p>
<p>O <a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</strong></a> mostra, na prática, como aproveitar ao máximo o potencial das forrageiras, planejar a suplementação em cada fase e aumentar o ganho de peso por hectare. É conhecimento aplicado que resulta em mais arrobas produzidas e maior rentabilidade no rebanho.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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		<title>Verminoses em bovinos de corte: como realizar o controle?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/controle-de-verminoses-em-bovinos-de-corte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jun 2018 15:25:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[sanidade]]></category>
		<category><![CDATA[vermífugos]]></category>
		<category><![CDATA[verminoses]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante os últimos anos temos visto o desenvolvimento da pecuária brasileira, colocando o país num lugar de destaque no cenário mundial, tornando-se o número um em exportação de carne. No entanto, o potencial produtivo do nosso rebanho não é totalmente expresso devido a fatores ligados, muitas vezes, à sanidade dos animais. Dentro deste contexto, o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante os últimos anos temos visto o desenvolvimento da pecuária brasileira, <strong>colocando o país num lugar de destaque no cenário mundial, tornando-se o número um em exportação de carne. </strong></p>
<p>No entanto, o potencial produtivo do nosso rebanho não é totalmente expresso devido a fatores ligados, muitas vezes, à sanidade dos animais.</p>
<p>Dentro deste contexto, <strong>o controle de verminoses em bovinos constitui uma prática importante</strong>, cujo objetivo é evitar perdas econômicas irreparáveis, uma vez que a presença de endoparasitas está ligada ao menor ganho ou perda de peso além da predisposição a outras doenças.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Impacto econômico causado pelas verminoses</h2>
<p>Os prejuízos causados pelas verminoses em países como os Estados Unidos são estimados em <strong>centenas de milhões de dólares anualmente. </strong></p>
<p>Além dos danos financeiros diretamente associados aos parasitas, o uso inadequado de antiparasitários tem sido um agravante, aumentando ainda mais as perdas econômicas relacionadas às verminoses.</p>
<p>No Brasil, o uso de medicamentos antiparasitários também representa um desafio, com uma parcela significativa das doses sendo administrada incorretamente. Mesmo com altos investimentos no controle de parasitas, o manejo inadequado e a vermifugação em períodos impróprios comprometem a eficácia das estratégias de controle.</p>
<p>Diante desse cenário, <strong>é essencial a implementação de um programa eficaz e acessível</strong> de controle de verminoses em bovinos, que se baseie no uso racional de medicamentos e na eliminação dos parasitas em épocas adequadas.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sanidade-gado-de-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-sanidade-gado&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39640 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png" alt="E-book Sanidade do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como controlar as verminoses nos bovinos?</h2>
<p>O controle das verminoses pode ser baseado no <strong>ataque às formas de vida livre ou parasitária</strong>, tendo, cada uma destas alternativas, pontos positivos e negativos. O combate aos estágios de vida livre tem como objetivo eliminar das pastagens as formas infectantes, diminuindo a probabilidade de ingestão destas pelos bovinos.</p>
<p>Dentre as práticas de manejo mais valiosas para este tipo de controle destaca-se a rotação ou vedação temporária das pastagens, ou a utilização de agentes biológicos.</p>
<p>A primeira estratégia tem o objetivo de exaurir as reservas corporais das larvas, levando-as a morte. Estima-se que 80% das larvas morram quando não ingeridas por bovinos em intervalos de 30 a 45 dias.</p>
<p>Já o controle biológico baseia-se na utilização de parasitas dos ovos e larvas como os fungos nematófagos de gênero Arthrobotrys e bactérias do gênero Bacillus.</p>
<p>Outra estratégia é a utilização de besouros coprófagos, mais conhecidos como “rola-bosta”, que devido ao seu hábito de enterrar as fezes, acabam inviabilizando o desenvolvimento dos ovos e larvas.</p>
<p>No controle da fase de vida parasitária, a utilização de antiparasitários constitui a principal arma de combate das verminoses.</p>
<p>Dentre as estratégias mais utilizadas podemos destacar:</p>
<ul>
<li><b>Curativo</b><span style="font-weight: 400;">: neste tipo de controle, os animais são vermifugados apenas quando ocorrem sinais clínicos, numa explícita intenção de minimizar os custos de tratamento. No entanto, a alta prevalência de casos subclínicos no rebanho, associada a alta contaminação por ovos nas pastagens, acabam inviabilizando esta estratégia.</span></li>
<li><b>Supressivo</b><span style="font-weight: 400;">: neste caso utiliza-se vermífugos em intervalos pré-estabelecidos, durante todo o ano. Este procedimento pode implicar em dosificações desnecessárias, além do risco de criar resistência na população de vermes incidentes no rebanho.</span></li>
<li><b>Tático</b><span style="font-weight: 400;">: tratamento onde os animais são vermifugados quando alguma condição ambiental favorece o desenvolvimento dos vermes ou quando práticas de manejo, como entrada em novas pastagens ou confinamento, rotação ou compras de animais torna oportuna a medicação.</span></li>
<li><b>Estratégico</b><span style="font-weight: 400;">: esta prática de controle é baseada na prevenção de novas infestações de pastagens e apresenta resultados a médio e longo prazo. Tem como principal característica, a utilização racional de vermífugos e manutenção de cargas parasitárias compatíveis com a produção animal, apresentando, com isso, o melhor custo benefício, dentre as formas de </span><span style="font-weight: 400;">tratamento. </span></li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;"><b><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11144 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/verminoses-1-1.jpg" alt="Gráfico com as principais formas de tratamento de verminoses em bovinos" width="550" height="388" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/verminoses-1-1.jpg 550w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/verminoses-1-1-300x212.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/verminoses-1-1-370x261.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/verminoses-1-1-270x190.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 550px) 100vw, 550px" /></b></span><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Custo/Benefício das principais formas de tratamento de verminoses em bovinos. Fonte: Embrapa Gado de Corte</span></p>
<p>Esta estratégia de controle baseia-se no conhecimento da epidemiologia e a dinâmica dos parasitos nos bovinos e na pastagem durante o ano, e a partir disto, pré-determinar vermifugações nos melhores períodos.</p>
<h2>Época de aplicação do vermífugo em bovinos</h2>
<p>Sabe-se hoje que as larvas encontram nas pastagens condições ideais de sobrevivência no período chuvoso do ano em grande parte do território brasileiro. Cerca de 90 a 95% dos endoparasitas existentes <strong>estão nas pastagens em épocas de chuva</strong>.</p>
<p>No entanto, <strong>durante o período mais seco (junho, julho, agosto), o número de larvas diminui drasticamente nas pastagens</strong>, e grande parte dos vermes está presente nos animais.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11145 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/verminoses-2.jpg" alt="Dinâmica populacional dos endoparasitas em bovinos" width="550" height="375" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/verminoses-2.jpg 550w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/verminoses-2-300x205.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/verminoses-2-370x252.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/verminoses-2-270x184.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 550px) 100vw, 550px" /></span><span style="font-size: 10pt;">Dinâmica populacional dos endoparasitas em bovinos criados a pasto. Fonte: Pfizer Saúde Animal.</span></p>
<p>Com isso, <strong>a aplicação de vermífugos na época das chuvas tem pouco efeito no tratamento do rebanho</strong>, uma vez que a taxa de reinfecção é muito alta neste período pela alta carga de larvas nas pastagens.</p>
<p>Baseado nestes princípios, o controle estratégico preconiza a aplicação de vermífugos durante o período seco do ano, pois esta ação possibilita uma maior exposição dos vermes à ação dos antiparasitários.</p>
<p>Consequentemente, os animais entrarão no período chuvoso com uma carga parasitária mínima, diminuindo a contaminação das pastagens por ovos.</p>
<p>O programa desenvolvido pela Embrapa Gado de Corte baseia-se na aplicação de antiparasitários em épocas do ano pré-determinadas, levando em consideração a categoria animal e a relação custo-benefício.</p>
<h3>Quando realizar vermifugação em bezerros e vacas?</h3>
<p>A utilização de vermífugos em bezerros é dita por muitos como de pouca utilidade devido à baixa mortalidade ocasionada por endoparasitas.</p>
<p>No entanto, estudos vêm demonstrando que <strong>bezerros vermifugados antes da desmama apresentam maior ganho de peso</strong> (10 a 15%) quando comparado a animais não tratados.</p>
<p>Porém, a estratégia de tratar ou não esta categoria fica a cargo do proprietário, ou <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/veterinarios-e-zootecnistas-na-pecuaria-de-corte/">médico veterinário</a></strong>, pois fatores econômicos podem pesar nessa decisão.</p>
<p>Para a utilização em bois de engorda, preconiza-se a utilização de antiparasitários nos meses de outubro ou novembro, momento no qual esta categoria entrará em pastagens vedadas, acarretando uma menor contaminação destas.</p>
<p><strong>No caso de vacas, a vermifugação deve ser feita nos meses de julho e agosto</strong>, momento este anterior ao pico de parição, principalmente no Brasil Central (agosto e setembro). Com isso, o tratamento no periparto tem como objetivo uma menor contaminação das pastagens e consequentemente uma baixa infecção dos bezerros até o desmame.</p>
<p>Nos animais a partir da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/desmama-de-bezerros-de-corte/">desmama</a></strong> até 24–30 meses, momento no qual as verminoses causam maiores prejuízos, a vermifugação deve englobar todo o período seco, com dosificações nos meses de maio, julho e setembro. Esta estratégia tem obtido bons resultados a campo, com redução da mortalidade em 2% e um ganho médio de peso vivo em torno de 41 quilos por animal.</p>
<p>A primeira aplicação (maio) tem o objetivo diminuir a carga parasitária adquirida pelo animal durante o período chuvoso, a segunda aplicação (julho) elimina os vermes que resistiram à primeira aplicação, além de combater os novos endoparasitas adquiridos no início do período seco.</p>
<p>A terceira aplicação combate os parasitas que sobreviveram às primeiras vermifugações, diminuindo o risco de contaminação das pastagens durante o período chuvoso que se iniciará.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41419" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-categoria-animal.png" alt="Doses anti-helmínticas por categoria animal" width="689" height="253" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-categoria-animal.png 689w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-categoria-animal-300x110.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-categoria-animal-370x136.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-categoria-animal-270x99.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-categoria-animal-150x55.png 150w" sizes="auto, (max-width: 689px) 100vw, 689px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Categoria animal, prejuízo e número de doses anti-helmínticas nos Cerrados. Fonte: Bianchin (1995)</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41420" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-tratamento-verminoses.png" alt="Indicadores financeiros das alternativas de dosificação anti-helmíntica eficaz" width="897" height="205" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-tratamento-verminoses.png 897w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-tratamento-verminoses-300x69.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-tratamento-verminoses-768x176.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-tratamento-verminoses-370x85.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-tratamento-verminoses-270x62.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-tratamento-verminoses-740x169.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-tratamento-verminoses-150x34.png 150w" sizes="auto, (max-width: 897px) 100vw, 897px" /></p>
<ul>
<li>¹Considera o gasto com aquisição de anti-helmíntico e mão-de-obra (aproximadamente 4% do custo).</li>
<li>² Compõe-se de ganho de peso adicional (positivo, nulo ou negativo) somado ao valor das mortes evitadas.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Indicadores financeiros das alternativas de dosificação anti-helmíntica eficaz, expressos por 100 cabeças de bovinos, para um período de dois anos. (B=dosificados em julho e setembro, C=dosificados em maio, julho e setembro e D=dosificados em maio, julho, setembro e dezembro; @=arroba ). Fonte: Bianchin (1991).</span></p>
<p>Por fim, o produtor deve ter em mente que <strong>o controle estratégico</strong>, ao contrário de outros métodos basicamente curativos, <strong>deve ser repetido anualmente na propriedade, respeitando épocas, idades e categorias previamente determinadas</strong>.</p>
<p>Além disso, para se evitar falhas ou impedimentos que ponham em risco sua eficiência, <strong>a vermifugação pode ser executada conjuntamente a outras práticas de manejo, como vacinações</strong>.</p>
<p>Conclui-se então que, controle estratégico é uma alternativa viável na tentativa do produtor em explorar ao máximo a produtividade do seu rebanho, a baixo custo e de maneira prática.</p>
<h2 data-start="189" data-end="264">Controle de verminose não é só sanidade, é gestão que protege seu lucro</h2>
<p data-start="266" data-end="592">As verminoses reduzem o desempenho dos animais, comprometem o ganho de peso e geram prejuízos silenciosos na pecuária de corte. Para manter o rebanho saudável e produtivo, é preciso muito mais do que aplicar vermífugo: é necessário entender o ciclo dos parasitas, planejar o controle e integrar sanidade ao manejo estratégico.</p>
<p data-start="594" data-end="909">No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso de Gestão na Pecuária de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende como unir sanidade, nutrição e planejamento para tomar decisões técnicas e rentáveis. Com aulas 100% online, linguagem acessível e foco total na prática de campo, o curso prepara você para enfrentar desafios sanitários com eficiência e resultado.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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		<item>
		<title>Carne maturada: o que é e como funciona o processo de maturação</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/maturacao-de-carnes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jun 2018 12:07:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[carne gourmet]]></category>
		<category><![CDATA[maturação]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O processo de maturação de carnes vem sendo empregado amplamente pela indústria de abate e processamento de animais, principalmente de bovinos. Constitui tecnologia de extrema importância, pois, ao permitir melhorar as características organolépticas e sensoriais da carne, assim como sua maciez, implica em maior aceitação por consumidores e permite agregar valor diferencial ao produto. O [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O processo de maturação de carnes vem sendo empregado amplamente pela indústria de abate e processamento de animais, principalmente de bovinos.</p>
<p>Constitui tecnologia de extrema importância, pois, ao permitir melhorar as características organolépticas e sensoriais da carne, assim como sua maciez, implica em maior aceitação por consumidores e permite agregar valor diferencial ao produto.</p>
<h2>O que é maturação de carnes?</h2>
<p><strong>A maturação é um processo que consiste em manter a carne fresca a uma temperatura superior ao ponto de congelamento (1,5ºC)</strong> e torna a carne mais macia e aromática, sendo essa mudança devida sobretudo à atividade enzimática.</p>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-carcaca-bovina/" target="_blank" rel="noopener">manutenção de carcaças</a></strong> após o abate por 8 a 14 dias sob temperaturas de 0 a 21ºC têm sido praticada por muitos anos e permanece como importante procedimento na produção de carne macia e no desenvolvimento de <em>flavors</em> característicos durante a maturação.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Propriedade das carnes maturadas</h2>
<p>As propriedades da carne de maior interesse para o consumidor são extremamente afetadas pelas condições físicas impostas aos animais nos últimos dias de vida e à carcaça nas primeiras horas após o abate.</p>
<p>Após a morte do animal, <strong>ocorrem algumas mudanças bioquímicas e biofísicas</strong> como, alterações na homeostase, na circulação sanguínea, no aporte de oxigênio e na temperatura do músculo.</p>
<p>Como consequência dessas alterações, ocorre um declínio do pH, do ATP muscular e um aumento na dureza do músculo. Esse fenômeno, conhecido como <em>rigor mortis</em>, ocorre devido à formação de ligações permanentes entre os filamentos de actina e miosina.</p>
<p>Durante o <strong>acondicionamento da carne sob temperaturas de refrigeração</strong>, processo conhecido como maturação, <strong>a rigidez causada pelo <em>rigor mortis</em> começa a diminuir</strong>. Dessa forma, a manutenção de carcaças ou cortes cárneos sob temperaturas de refrigeração por períodos prolongados tem sido utilizada para se alcançar uma textura satisfatória.</p>
<p>É aceito que grande parte do aumento da maciez, senão todo, é oriunda da degradação de determinadas proteínas miofibrilares por proteases endógenas do músculo. Dentre essas proteases, as dependentes de cálcio ou calpainas, são as melhores candidatas como responsáveis por um possível mecanismo de degradação proteolítica de miofibrilas durante a estocagem post mortem.</p>
<p>O amaciamento que ocorre na carne durante o período de refrigeração das carcaças <strong>é um processo bioquímico que envolve a quebra das proteínas estruturais das miofibrilas musculares.</strong> Dentre os mecanismos envolvidos no processo de maturação das carnes, a degradação das proteínas miofibrilares parece ser o mais importante.</p>
<p>Vários sistemas enzimáticos presentes no músculo esquelético têm sido responsabilizados pela degradação das proteínas miofibrilares no período post mortem. Esses sistemas incluem o complexo multicatalítico de proteases, as catepsinas e as calpainas.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11069" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/maturacao-de-carnes-2.jpg" alt="Maturação de carne" width="600" height="300" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/maturacao-de-carnes-2.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/maturacao-de-carnes-2-300x150.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/maturacao-de-carnes-2-370x185.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/maturacao-de-carnes-2-270x135.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><span style="font-size: 10pt;">Processo de evolução de maturação de carne</span></p>
<h2>Tipos de sistemas enzimáticos</h2>
<p>O primeiro sistema <strong>atua preferencialmente em peptídeos, em pH neutro ou alcalino e à temperatura de 45ºC</strong>, apresentando por isso pouca importância. O segundo sistema, <strong>as catepsinas se encontram retidas nos lisossomos. </strong></p>
<p>Existem de 15 a 20 catepsinas envolvidas na proteólise do músculo, sendo as catesinas B, L, S e D as mais importantes para o amaciamento da carne. Uma característica importante dessas catepsina é que elas atuam até em pH mais baixo que as calpaínas e degradam não só proteínas miofibrilares, mas também exercem ação sobre as proteínas do tecido conjuntivo (colágeno).</p>
<p>Porém, por permanecerem retidas dentro dos lisossomos das fibras musculares, parecem não serem liberadas durante o período post mortem. As calpaínas, portanto, parecem ser as enzimas mais atuantes no processo de amaciamento das carnes.</p>
<p>O sistema calpaínas é composto pelas calpaínas 1 e 2 e pelo seu inibidor específico, a calpastatina. As calpaínas são enzimas sarcoplasmáticas dependentes de cálcio e têm sido identificadas em várias espécies.</p>
<p>A quantidade de cálcio requerida para a atividade dessas enzimas varia entre as espécies e o tipo de tecido, sendo que a calpaína 1 requer baixos níveis ou micromoles de cálcio e é bastante efetiva em amaciar a carne logo após o abate (até 6-10 horas), quando o pH cai de 6,8 para aproximadamente 5,7.</p>
<p>Já a calpaína 2 requer níveis mais elevados ou milimoles de cálcio. É ativada quando o pH está em torno de 5,7 e é responsável pela continuidade do processo de amaciamento, estando ativa em torno das 16 horas post mortem e assim permanecendo por longos períodos.</p>
<p>A atividade das calpaínas é regulada pelo seu inibidor, calpastatina. Os níveis de calpastatina variam consideravelmente entre as espécies e entre os diferentes músculos dos animais produtores de carne. A atividade da calpastatina medida após 24 horas de estocagem a 10ºC está relacionada com a maciez final da carne.</p>
<h2>Atenção para a temperatura</h2>
<p>Quanto maior a ação da calpastatina, menor a atividade das calpaínas e, <strong>consequentemente, menor a maciez da carne. </strong></p>
<p>A carne de animais zebuínos geralmente se apresenta mais dura, mesmo depois de submetida a um longo período de acondicionamento sob refrigeração. A explicação para esse fenômeno é a elevada atividade de calpastatina e a reduzida atividade das calpaínas nesses animais.</p>
<p>Aproximadamente 65 a 80% do amaciamento que ocorre durante o processo de maturação das carnes bovinas se verifica durante os primeiros 3 a 4 dias após o abate do animal.</p>
<p><strong>A temperatura é o fator de maior importância na maturação</strong> de carnes, com o tempo, são as únicas variáveis que afetam a maturação, e que podem ser controladas.</p>
<p>Geralmente menores temperaturas de estocagem durante a maturação resultam em carne menos macia, e maiores temperaturas podem acelerar intensamente a ação enzimática natural na carne fresca e a extensão do amaciamento.</p>
<h2 data-start="204" data-end="268">Da fazenda ao sabor: carne de qualidade começa com boa gestão</h2>
<p data-start="270" data-end="589">A valorização da carne maturada no mercado é resultado direto de decisões tomadas ainda na propriedade: genética, manejo, nutrição e bem-estar influenciam diretamente a qualidade final do produto. Por isso, entender e aplicar gestão na pecuária é essencial para quem quer produzir com excelência e maior valor agregado.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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		<title>Pastejo rotacionado: veja a importância para sistemas de criação de gado de corte</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jun 2018 18:57:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pastejo rotacionado]]></category>
		<category><![CDATA[pastoreio]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil tem grande destaque como produtor de carne bovina no mundo. Apesar disso, existe um fator que deve ser considerado um grande gargalo, o manejo de pastejo incorrreto. Manejo de pastejo é associação entre solo-planta-animal, onde todos estes devem estar em harmonia para atingir uma alta produtividade com sustentabilidade. Método de pastejo é a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil tem grande destaque como produtor de carne bovina no mundo. Apesar disso, existe um fator que deve ser considerado um grande gargalo, o manejo de pastejo incorrreto.</p>
<p><strong>Manejo de pastejo</strong> é associação entre solo-planta-animal, onde todos estes devem estar em harmonia para atingir uma alta produtividade com sustentabilidade.</p>
<p>Método de pastejo é a técnica ou procedimento de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/">manejo de pastagem</a></strong>. Existem vários métodos de pastejo, do mais simples ao mais complexo, sendo eles, respectivamente:</p>
<ol>
<li>Pastejo contínuo;</li>
<li>Pastejo diferido;</li>
<li>Pastejo rotacionado;</li>
<li>Pastejo desponte/repasse.</li>
</ol>
<p><strong>O pastejo rotacionado é o método utilizado para intensificação da produção</strong>. Este método aumenta o ganho por área, mas dependendo da pressão de pastejo pode diminuir o ganho individual por animal. Ele dá a possibilidade de utilização de altas cargas animais, de 2 a mais de 5 U.A/ha média ano.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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    formId: "f83e655b-67de-4fbe-b12a-88b7e9461712"
  });
</script></p>
</div>
<h2>Como realizar o diagnóstico do pasto?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para a implantação do <strong>pastejo rotacionado</strong>, deve-se considerar o número de animais a serem manejados dessa forma e o potencial de crescimento da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-especie-forrageira-para-a-sua-fazenda/">forrageira</a></strong>. A partir do diagnóstico da situação atual, as áreas degradadas devem ser recuperadas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Áreas com forrageiras de alto potencial, com baixa carga animal em método de pastejo contínuo ou rotacionado, resultam em áreas de pasto desuniforme.</span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sistema-rotacionado-pastejo?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-sistema-rotacionado&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39642 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado.png" alt="E-book Sistema rotacionado de pastejo" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Subpastejo</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Aparecem, então, áreas sub pastejadas, onde o pasto está “sobrando” junto de áreas de superpastejo, onde se observa o oposto. Assim, o gado passa a evitar as áreas sub pastejadas, pois o capim fica passado. </span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10349" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/subpastejo.jpg" alt="Área de subpastejo" width="500" height="242" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/subpastejo.jpg 600w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/subpastejo-300x145.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/subpastejo-370x179.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/subpastejo-270x131.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><span style="font-size: 10pt;">Área de subpastejo.</span></p>
<h3>Superpastejo</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Já as áreas de superpastejo, acontecem pelo hábito dos bovinos em pastejar sempre a rebrota do capim. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso traz graves consequências, pois abre uma porta para o aparecimento de plantas invasoras, além de expor a superfície do solo nesses locais. </span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10350" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/superpastejo.jpg" alt="Área de superpastejo" width="500" height="374" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/superpastejo.jpg 600w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/superpastejo-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/superpastejo-370x277.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/superpastejo-270x202.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/superpastejo-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><span style="font-size: 10pt;"> Área de superpastejo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Comumente, essas áreas são próximas aos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bebedouro-para-gado-e-a-importancia-da-qualidade-da-agua/">bebedouros</a></strong> e comedouros. Deve-se, então, para então implementar o <strong>método de pastejo rotacionado</strong>, uniformizar o pasto, colocando um lote grande de animais nessas áreas, a fim de obrigá-los a comer o que está sobrando, ou então roçar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A escolha da forrageira é muito importante. Cada forrageira possui uma característica agronômica distinta, que se adequa melhor em determinadas condições climáticas, topografia, fertilidade e característica física do solo, dentre outras. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É necessário um período de descanso pós-pastejo que deve ser respeitado para que a planta consiga se recuperar e acumular reservas orgânicas. As forrageiras que possuem essa característica, então, encaixam-se muito bem ao método rotacionado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Algumas forragens que funcionam muito bem no pastejo rotacionado são: </span></p>
<ul>
<li><strong>De porte maior:</strong><span style="font-weight: 400;"> Mombaça, Tanzânia, Tobiatã, Andropogon, Capim-elefante;</span></li>
<li><strong>De porte baixo:</strong><span style="font-weight: 400;"> a maioria das <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/brachiaria-principais-especies/">braquiárias</a></strong>.</span></li>
</ul>
<h2>Como implantar o pastejo rotacionado?</h2>
<p>Para implantação desse método, o primeiro passo é <strong>mapear toda a área de pastagem efetiva da fazenda</strong> com GPS (Sistema de Posicionamento Global) e criar um mapa em um software como por exemplo o AutoCAD®.</p>
<p>Feito o mapa, são desenhadas as divisões das áreas em módulos e piquetes. Para saber o número de piquetes que se deve fazer, existe uma conta bem simples, mas antes é preciso fazer uma observação sobre período de ocupação e período de permanência.</p>
<p>O primeiro é o tempo total em que o piquete fica ocupado por animais no caso de mais de um lote (manejo de desponte/repasse). Já o período de permanência é o período em que um determinado lote permanece no piquete.</p>
<p>Assim, pode-se dizer que quando apenas um lote ocupa um piquete, o PP=PO. É importante conhecer essas diferenças para não errar na hora de calcular o número de piquetes.</p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>NP = (PD/PP) + Número de lotes</strong></em><b></b></p>
<p>Onde:</p>
<ul>
<li><strong>NP</strong> = número de piquetes;</li>
<li><strong>PD</strong> = período de descanso;</li>
<li><strong>PP</strong> = período de permanência;</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10351" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/projeto-pastoreio.jpg" alt="Mapa para pastoreio rotacionado" width="500" height="383" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/projeto-pastoreio.jpg 600w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/projeto-pastoreio-300x230.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/projeto-pastoreio-370x284.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/projeto-pastoreio-270x207.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/projeto-pastoreio-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><span style="font-size: 10pt;">Mapa da fazenda desenhado no AutoCAD<span style="font-weight: 400;">®, a partir do GPS. Fonte: aula de elaboração de projetos para pecuária de corte, Paulo César Costa, Equipe Rehagro.</span></span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10352" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/divisao-dos-modulos.jpg" alt="Divisões para pastoreio rotacionado" width="500" height="374" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/divisao-dos-modulos.jpg 600w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/divisao-dos-modulos-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/divisao-dos-modulos-370x277.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/divisao-dos-modulos-270x202.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/divisao-dos-modulos-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><span style="font-size: 10pt;">Divisões dos módulos e piquetes para o pastejo rotacionado. Fonte: aula de elaboração de projetos para pecuária de corte, Paulo César Costa, Equipe Rehagro. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Definido o número de piquetes, o próximo passo é instalar as </span><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cerca-ideal-para-a-propriedade/" target="_blank" rel="noopener">cercas na propriedade</a></strong><span style="font-weight: 400;">. As divisões dos piquetes podem ser feitas com </span><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cerca-eletrica-no-manejo-do-gado-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">cercas elétricas</a></strong><span style="font-weight: 400;">, pois, o investimento na implantação tem sido de duas a quatro vezes mais baixo quando comparado com a implantação de cercas convencionais, de arame liso ou farpado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os piquetes devem ser quadrados ou retangulares. O comprimento não deve passar de 3 vezes o da largura. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para economizar em instalações, construir praças de alimentação com saleiro e água, comuns a mais de um piquete tem sido bastante indicado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não é interessante fazer piquetes muito grandes para que não ocorra o sub e super pastejo. Os bovinos têm uma característica forte, eles preferem pastejar a uma distância de até 200 metros da fonte de água, deixando de comer em áreas cuja distância ultrapassam 600 metros. Eles só pastejam após 1,6 km de distância da água, quando 40 a 50% da </span><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/consumo-de-bovinos-a-pasto/" target="_blank" rel="noopener">forragem já tiver sido consumida</a></strong><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Depois de preparadas as instalações, deve ser iniciado o manejo. O lote entra no primeiro piquete do módulo, ocupa esse piquete por um determinado tempo, depois segue para o próximo piquete e assim por diante, completando então o <strong>ciclo de pastejo (CP)</strong>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O ciclo de pastejo nada mais é que a <strong>soma do período de ocupação (PO) com o período de descanso (PD)</strong>. O período de ocupação (PO) é o tempo em que os animais ficam no piquete e o período de descanso (PD) é o tempo entre os pastejos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para simplificar então temos o seguinte cálculo:</span></p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>CP = PO + PD</strong></em></p>
<p>Onde:</p>
<ul>
<li style="text-align: left;"><strong>CP</strong> = ciclo de pastejo;</li>
<li style="text-align: left;"><strong>PO</strong> = período de ocupação;</li>
<li><strong>PD</strong> = período de descanso.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10353 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/rotacao-de-pastagem.jpg" alt="Rotação de pastagem" width="554" height="320" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/rotacao-de-pastagem.jpg 554w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/rotacao-de-pastagem-300x173.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/rotacao-de-pastagem-370x214.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/rotacao-de-pastagem-270x156.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 554px) 100vw, 554px" /><span style="font-size: 10pt;">Piquetes de rotação de pastagem, com praça de alimentação (círculo vermelho) comum entre 4 piquetes mostrando como deve funcionar um rotacionado. </span></p>
<h3>Altura de entrada no piquete</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A altura de entrada é uma característica particular de cada forragem e é um dos pontos mais importantes para um manejo de pastejo rotacionado adequado. Erros neste ponto causam perdas na produção do capim, levando à baixa produtividade ao longo do ano. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Foram conduzidos inúmeros estudos e experimentos para estabelecer a altura de entrada de cada forragem. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sabe-se que quando a planta atinge o valor de 95% de interceptação luminosa, rapidamente ela passa do estágio vegetativo para o reprodutivo, alongando suas hastes, aumentando a distância entre folhas e dificultando a colheita dos animais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No momento em que a planta recebe na sua base apenas 5% de raios de luz, haverá boa quantidade de folhas em relação a hastes e material morto.    </span><span style="font-weight: 400;">  </span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10354" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/viabilidade-de-implementacao-do-pastoreio-rotacionado.jpg" alt="Interceptação luminosa" width="500" height="383" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/viabilidade-de-implementacao-do-pastoreio-rotacionado.jpg 598w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/viabilidade-de-implementacao-do-pastoreio-rotacionado-300x230.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/viabilidade-de-implementacao-do-pastoreio-rotacionado-370x283.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/viabilidade-de-implementacao-do-pastoreio-rotacionado-270x207.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/viabilidade-de-implementacao-do-pastoreio-rotacionado-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><span style="font-size: 10pt;">Situação quando temos interceptação luminosa em 95%. Fonte: Aspectos agronômicos para produção intensiva de leite a pasto &#8211; Sila Carneiro da Silva e Domício do Nascimento.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41432" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-manejo-forrageiras.png" alt="Manejo do pastejo de forrageiras" width="1226" height="494" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-manejo-forrageiras.png 1226w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-manejo-forrageiras-300x121.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-manejo-forrageiras-1024x413.png 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-manejo-forrageiras-768x309.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-manejo-forrageiras-370x149.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-manejo-forrageiras-270x109.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-manejo-forrageiras-740x298.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-manejo-forrageiras-150x60.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1226px) 100vw, 1226px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Essa tabela indica algumas alturas de entrada e saída de diversas forragens em diferentes épocas do ano. Fonte: Como planejar o pastoreio &#8211; Adilson Aguiar.</span></p>
<h3>Altura de saída</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A altura de saída também é um ponto importante, mas não tão importante quanto a altura de entrada. Se mal manejada na altura de saída, a planta terá dificuldade no seu restabelecimento pós-pastejo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas o que é o ideal? Devemos analisar então se é um sistema intensivo, com uma alta quantidade de nitrogênio no solo, associado a uma alta eficiência na coleta dos animais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesses casos, a altura de saída pode ser mais baixa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para definirmos o tempo ideal de cada piquete, devemos estar atentos a inúmeros fatores, como: </span></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Espécie da forragem;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Condição climática da região;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Topografia;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Densidade animal;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Adubação;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Pragas e doenças;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Condição de sombreamento;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/amostragem-do-solo-em-pastagens/">Fertilidade do solo</a></strong>. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse período deve ser bem respeitado para que o pasto residual consiga, então, rebrotar rápido e com vigor, para que a produção seja boa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É possível perceber que a viabilidade de implementação deste método é alta para sistemas de criação mais intensivos de bovinos de corte, pois o ganho/área é muito superior ao de outros métodos de pastejo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, o manejo não é simples. É necessária muita atenção para que não ocorram erros, principalmente ao observar a altura de entrada. Erros na altura de entrada podem levar a prejuízos enormes e o que poderia apresentar ótimos resultados pode se tornar um desastre.</span></p>
<h2 data-start="176" data-end="243">Manejo eficiente de pastagens começa com decisões bem planejadas</h2>
<p data-start="245" data-end="583">Implantar o pastejo rotacionado é uma das estratégias mais eficazes para aumentar a produtividade por hectare, melhorar a recuperação das pastagens e otimizar o desempenho do rebanho. Mas para que o sistema funcione de verdade, é preciso mais do que dividir piquetes, é necessário entender os impactos zootécnicos e econômicos do manejo.</p>
<p data-start="585" data-end="885">No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão na Pecuária de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende a conectar técnica e gestão, dominando os indicadores que fazem a diferença no campo e no bolso. Com aulas 100% online e práticas, o curso é ideal para quem quer produzir mais, com melhor aproveitamento da terra e maior rentabilidade.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/">Pastejo rotacionado: veja a importância para sistemas de criação de gado de corte</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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