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	<title>manejo Archives | Rehagro Blog</title>
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		<title>Sistema de piquetes na pecuária leiteira: como planejar e manejar corretamente</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-piquetes-na-pecuaria-leiteira/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jan 2024 11:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[piquetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O sistema de piquetes é uma estratégia utilizada para organizar o pastejo dos animais e melhorar o aproveitamento das pastagens na pecuária leiteira. Quando bem planejado, ele contribui para aumentar a eficiência do uso da forragem, facilitar o manejo do rebanho, melhorar o conforto dos animais e favorecer a produtividade da fazenda. Entretanto, para alcançar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>sistema de piquetes</strong> é uma estratégia utilizada para <strong>organizar o pastejo dos animais e melhorar o aproveitamento das pastagens</strong> na pecuária leiteira.</p>
<p>Quando bem planejado, ele contribui para aumentar a eficiência do uso da forragem, facilitar o manejo do rebanho, melhorar o conforto dos animais e favorecer a produtividade da fazenda.</p>
<p>Entretanto, para alcançar esses resultados, não basta apenas dividir a área em pequenos cercados. O planejamento deve considerar o comportamento dos animais, a disponibilidade de água, os corredores de acesso, a distribuição da sombra e as características das pastagens.</p>
<p>Neste artigo, você entenderá como estruturar um sistema de piquetes e quais fatores merecem atenção durante o planejamento.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Manejo incorreto dos piquetes</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Sabemos que o manejo correto das pastagens irá garantir a maior disponibilidade de alimento de qualidade, e consequentemente maior produtividade do sistema. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dentre os fatores sugestivos de manejo inadequado do piquete, podemos citar: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Pastagem degradada:</b><span style="font-weight: 400;"> quando se tem uma pastagem com manejo incorreto, a mesma pode se tornar degradada, limitando assim a oferta de forragem aos animais, além de expor o solo a condições climáticas adversas e a maior instalação de plantas invasoras.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Presença de ervas daninhas:</b><span style="font-weight: 400;"> controle inadequado da pastagem no piquete favorece a proliferação excessiva de ervas daninhas, as quais em alguns casos podem ter potencial tóxico aos animais, além de afetar a qualidade nutricional da forragem. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Acúmulo de esterco:</b><span style="font-weight: 400;"> quando não há uma rotina de manejo adequado dos dejetos, o mesmo irá se acumular e tornar o ambiente propício para que parasitas e outros agentes causadores de doença se desenvolvam. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Erosão do solo:</b><span style="font-weight: 400;"> a ausência de práticas adequadas de manejo das pastagens pode resultar em problemas de compactação e erosão do solo. Por sua vez, esses afetam diretamente a disponibilidade e qualidade da planta forrageira do piquete, além de contribuir para problemas ambientais relacionados ao assoreamento e/ou contaminação de recursos hídricos. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Superlotação:</b><span style="font-weight: 400;"> além do aumento da competição, estresse e dificuldade de manejo dos animais, piquetes superlotados podem causar comprometimento da qualidade da pastagem devido ao pastejo e pisoteio excessivos, o que também irá contribuir para a compactação do solo, maior acúmulo de dejetos e formação de lama.</span></li>
</ul>
<h2>Práticas que contribuem para um bom manejo dos piquetes</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os piquetes geralmente possuem </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/sombra-para-vacas-leiteiras/" rel="noopener"><strong>sistemas de sombreamento</strong></a><span style="font-weight: 400;"> para melhorar o bem-estar dos animais, seja natural (árvores) ou implementados no local, como telhados e sombrites. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, no </span><b>período das águas</b><span style="font-weight: 400;"> as áreas de sombra podem se tornar um desafio devido a maior produção de lama em razão do aglomerado de animais e da reduzida incidência de radiação solar nestes locais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para minimizar esse problema relacionado à formação de lama oriunda do sistema de sombreamento é importante estar atento a alguns pontos, como a orientação da construção da sombra, a drenagem do solo e a declividade do local.</span></p>
<h3>Orientação da sombra</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Em relação à orientação da sombra, é importante que a mesma seja construída no sentido norte-sul, pois assim a sombra se desloca no decorrer do dia conforme a mudança da luz solar de leste a oeste. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dessa maneira as vacas acompanharão o sentido da sombra e não ficarão sempre no mesmo local, permitindo assim que haja incidência de luz solar em todas as partes, resultando em menor formação de lama em áreas de sombreamento.</span></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27117 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/piquetes-2.jpg" alt="Ilustração da orientação da sombra em sombrite" width="654" height="363" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/piquetes-2.jpg 654w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/piquetes-2-300x167.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/piquetes-2-370x205.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/piquetes-2-270x150.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/piquetes-2-150x83.jpg 150w" sizes="(max-width: 654px) 100vw, 654px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;"><span style="font-weight: 400;">Imagem ilustrando a disposição da sombra dependendo da posição do sol em relação a construção de uma cobertura que promova sombra. À medida que o sol nasce (leste), há formação de sombra no lado oposto, o que também acontece quando o sol está em direção ao oeste. </span>Fonte: Maria Fernanda Faria</span></p>
<h3>Drenagem do solo</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span>drenagem do solo<span style="font-weight: 400;"> consiste na remoção do excesso de água da superfície do solo e/ou subsolo e está intimamente relacionada a um manejo eficaz dos piquetes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para a garantia de uma drenagem eficiente é comum a adoção de práticas como a instalação de drenos superficiais, canais de drenagem, nivelamento adequado do terreno, além de selecionar áreas que sejam adequadas para implementação de pastagem. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ter uma projeção adequada do sistema de drenagem além de ser benéfico para o pasto, traz benefícios à saúde das vacas e a eficiência de toda operação, tais como:</span></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Reduz a compactação do solo;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Minimiza a erosão do solo;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Aumenta a disponibilidade e <strong>qualidade da forragem</strong>;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Reduz risco de formação de poças d’água;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Previne problemas de saúde, como <a href="https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-mastite-bovina-e-quais-seus-impactos/" rel="noopener"><strong>mastite</strong></a> e <a href="https://rehagro.com.br/blog/tratamento-de-cascos-em-bovinos/" rel="noopener"><strong>lesões podais</strong></a>;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Facilita o manejo do rebanho.</span></li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-prevencao-controle-mastite-bovina?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-mastite&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-39652 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png" alt="E-book Prevenção e controle da mastite bovina" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Declividade dos piquetes</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A formação dos piquetes levando em consideração a sua </span>declividade<span style="font-weight: 400;"> é um ponto importante por influenciar desde a drenagem do solo até a segurança dos animais. Dentre as razões pelas quais a declividade contribui para um bom manejo dos piquetes, podemos citar: </span></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Drenagem natural;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Uso eficiente do espaço;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Prevenção de enchentes;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Controle da erosão;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Facilidade de acesso ao pasto;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Segurança do rebanho.</span></li>
</ul>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-27118 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/piquetes-1.jpg" alt="Pastagem degradada e erosão do solo" width="273" height="185" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/piquetes-1.jpg 273w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/piquetes-1-270x183.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/piquetes-1-150x102.jpg 150w" sizes="(max-width: 273px) 100vw, 273px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;"><span style="font-weight: 400;">Imagem de pastagem degradada e presença de erosão. </span>Fonte:<span style="font-weight: 400;"> Bioseeds Sementes</span></span></p>
<h3>Pastejo rotacionado</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, <strong>a </strong></span><strong>rotação de pastejo</strong><span style="font-weight: 400;"><strong> é um manejo de suma importância</strong> para manter a qualidade da pastagem ao longo do ano. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por terem alta capacidade de selecionar o alimento a ser ingerido, os bovinos podem deixar de comer uma forragem que está próxima para se alimentar em áreas no restante do piquete, aumentando o pisoteamento e criando áreas de superpastejo e subpastejo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em consequência desse comportamento, a ausência de pastejo rotacionado pode resultar em diminuição do crescimento e da qualidade da forragem implementada, e consequentemente, redução do desempenho produtivo e reprodutivo dos animais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sendo assim, o período de pastejo e descanso e taxa de lotação devem ser analisados com maior atenção, mesmo sabendo que há maior desenvolvimento das forragens no período chuvoso. Dentre as vantagens de um sistema de pastejo rotacionado, destaca-se: </span></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Redução da perda de forragem por pisoteio;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Propicia o crescimento e rebrota da planta antes do próximo ciclo de pastejo;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Melhor qualidade da forragem;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Pastejo mais uniforme e redução de áreas de subpastejo e superpastejo;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Redução da infestação de plantas invasoras;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Melhor distribuição dos desejos dos animais;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Redução de áreas de lamaçais.</span></li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27120 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/piquetes-4.jpg" alt="Vacas pastejando em piquete" width="689" height="459" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/piquetes-4.jpg 689w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/piquetes-4-300x200.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/piquetes-4-370x246.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/piquetes-4-270x180.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/piquetes-4-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 689px) 100vw, 689px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27119 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/piquetes-3.jpg" alt="Piquete bem manejado" width="707" height="471" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/piquetes-3.jpg 707w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/piquetes-3-300x200.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/piquetes-3-370x246.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/piquetes-3-270x180.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/piquetes-3-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 707px) 100vw, 707px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;">Imagens de animais pastejando em uma área de piquete bem manejado. Fonte: Acervo Rehagro</span></p>
<h2>Como piquetes mal manejados no período de chuva afeta a produtividade, saúde e qualidade do leite?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A alta presença de barro nos piquetes pode afetar levemente ou severamente a produtividade e saúde dos animais, além da qualidade do leite produzido, impactando negativamente na parte financeira e econômica do sistema de produção. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Logo, o produtor deve se atentar a esses possíveis problemas para que não ocorram ou para que sejam minimizados dentro de sua fazenda. </span></p>
<h3>Casco</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">As afecções de casco que acomete os bovinos possuem diversas causas, porém, na maioria das vezes está relacionada ao </span><b>ambiente</b><span style="font-weight: 400;"> que o animal se encontra e as condições de higiene. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estudos demonstram que vacas de leite em sistema de pastejo mal manejado no Brasil podem ter de <strong>2,6 até 7,1x maior chance de desenvolver lesões podais</strong> a depender das condições ambientais e de higiene. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Logo, seus prejuízos são imensos, dado os custos associados com tratamento, redução da produção de leite e performance reprodutiva e aumento de descartes involuntários.</span></p>
<h3>Mastite clínica</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Ambientes úmidos somados a temperaturas elevadas durante o período chuvoso formam um ambiente propício para proliferação de <a href="https://rehagro.com.br/blog/agentes-causadores-da-mastite/" rel="noopener"><strong>bactérias e demais microrganismos causadores de mastite</strong></a>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dessa maneira, tem sido demonstrado que <strong>vacas primíparas possuem 1,2x maior chance e vacas multíparas 20,8x maior chance de serem diagnosticadas com mastite clínica durante o período chuvoso</strong> em sistemas de pastejo no Brasil. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por sua vez, a mastite clínica é responsável por grandes perdas econômicas associadas ao custo com tratamento, descarte do leite, menor produção durante a lactação e maior descarte involuntário.  </span></p>
<h3>Diminuição da produção de leite</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar da maior disponibilidade de forragem nos períodos chuvosos no Brasil, vacas em sistema de pastejo são constantemente desafiadas quanto a sanidade e produção de leite em ambientes mal manejados com acúmulo de lama, como em áreas de sombreamento e descanso, entradas e saídas do curral, trilhos de condução a <a href="https://rehagro.com.br/blog/sala-de-espera-na-ordenha/" rel="noopener"><strong>sala de espera</strong></a>, e aos redores de cochos de água e sal. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tais situações de  desconforto  somadas às complicações adicionais reduzem a capacidade da vaca de expressar seu potencial de produção de leite, gerando prejuízos relacionados à <a href="https://rehagro.com.br/blog/queda-na-producao-de-leite/" rel="noopener"><strong>menor produção de leite</strong></a>. </span></p>
<h3>Diminuição da qualidade do leite</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Animais que são alojados em piquetes com áreas contendo barro chegam sujos a ordenha, o que dificulta a limpeza dos tetos, além de elevar a chance de contaminação cruzada dos utensílios utilizados. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse sentido, piquetes mal manejados nos períodos chuvosos podem representar um desafio maior quanto a manutenção de CPP (Contagem Padrão em Placa) e a <a href="https://rehagro.com.br/blog/contagem-de-celulas-somaticas-do-leite-definicao-importancia-e-como-reduzir/" rel="noopener"><strong>CCS (Contagem de Células Somáticas)</strong></a> do tanque dentro dos parâmetros estabelecidos pela legislação.   </span></p>
<h3>Considerações finais</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Em resumo, é fundamental que seja adotado um manejo adequado dos piquetes das vacas para que assim possa ser garantido a integridade das pastagens e do solo, a potencialização da produção de forragem de qualidade, o bem-estar e saúde animal, e a otimização da produção de leite. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estar atento a práticas de manejo que levam em consideração a relação entre o ambiente, forragem e animal em todos os períodos do ano são imprescindíveis para o sucesso da atividade leiteira.</span></p>
<h2>Otimize o manejo das pastagens e aumente a produtividade</h2>
<p>Um manejo inadequado do sistema de piquetes pode comprometer a qualidade do pasto, a nutrição do rebanho e, consequentemente, a produção de leite.</p>
<p>No <span style="font-weight: 400;"><strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong></span> do Rehagro, você aprende técnicas práticas para planejar e executar um manejo de pastagens eficiente, garantindo melhor aproveitamento da forragem e mais lucro na fazenda.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-43761 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="330" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-300x101.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-768x259.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-370x125.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-270x91.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-740x249.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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		<title>Míldio na lavoura: como reconhecer e combater essa doença</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/principais-manejos-do-mildio-em-lavouras-de-graos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jan 2024 11:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
		<category><![CDATA[míldio]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No universo agrícola, o enfrentamento de desafios como o míldio em lavouras de grãos é essencial para garantir a saúde das plantações e a qualidade da produção. Neste artigo, exploraremos os aspectos fundamentais dessa doença, focando especialmente no fungo Peronospora, suas características e estratégias de manejo. &#160; Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No universo agrícola, o enfrentamento de desafios como o míldio em lavouras de grãos é essencial para garantir a saúde das plantações e a qualidade da produção.</p>
<p>Neste artigo, exploraremos os aspectos fundamentais dessa doença, focando especialmente no fungo <em>Peronospora</em>, suas características e estratégias de manejo.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Sintomas do míldio</h2>
<p>Para começar, é importante compreender que o míldio nas lavouras de grãos é desencadeado pelo fungo <i>Peronospora manshurica</i>. Contrariamente à sua nomenclatura, <strong>este não é um fungo convencional</strong>, sendo classificado como um fungo Chromista ou Oomiceto.</p>
<p>Os sintomas evidentes nas plantas afetadas incluem <strong>lesões de tamanhos variados</strong>, assumindo formas distintas na folha. Na face superior das folhas, observa-se uma coloração verde clara ou até mesmo amarelada nessas lesões, enquanto na face inferior, os esporos se desenvolvem a partir da exteriorização das estruturas do fungo, crucial para sua reprodução.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-doencas-soja?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-doencas-soja&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39623 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja.png" alt="Guia Principais doenças da soja" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Ciclo reprodutivo do míldio</h2>
<p>Ao aprofundarmos nossa análise, percebemos que o fungo <em>Peronospora</em> apresenta um <strong>ciclo reprodutivo peculiar</strong>.</p>
<p>Na face inferior da folha, identificamos os tufinhos que abrigam as estruturas do fungo, responsáveis pela produção dos esporos. Este ciclo é favorecido por condições ambientais específicas, como <strong>temperaturas mais amenas e umidades elevadas</strong>.</p>
<p>Apesar de ser categorizado como um fungo biotrófico, mantendo o tecido do hospedeiro vivo, em condições severas e com alta pressão da doença durante o período reprodutivo da cultura, há o risco de contaminação das sementes.</p>
<h2>Contaminação de sementes</h2>
<p>Surpreendentemente, mesmo sendo considerado um patógeno biotrófico, o fungo <em>Peronospora</em>, em situações extremas, pode contaminar as sementes.</p>
<p>Esse processo resulta na formação de uma capa esbranquiçada nas sementes, assemelhando-se à esporulação vista na face inferior da folha. Essa capa consiste não apenas nos esporos, mas também em estruturas de resistência do patógeno.</p>
<h2>Estratégias de manejo efetivas contra o míldio</h2>
<p>Diante desse quadro, é imperativo adotar estratégias de manejo efetivas para controlar o míldio nas lavouras de grãos.</p>
<p>A compreensão detalhada do ciclo de vida do fungo <em>Peronospora</em> e das condições propícias para sua propagação é o primeiro passo.</p>
<p>Além disso, a implementação de práticas que visem à redução da umidade e controle das temperaturas no ambiente das plantações pode significativamente diminuir o risco de infecção.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="COMO REALIZAR O MANEJO DO MÍLDIO EM LAVOURAS DE GRÃOS? | Por Dentro do Ensino - Grãos" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/L3LlCpRQQ3M?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>Em suma, o manejo adequado do míldio em lavouras de grãos é vital para preservar a produtividade e a qualidade da colheita.</p>
<p>Ao compreender os mecanismos do fungo <em>Peronospora</em> e suas nuances, os agricultores podem desenvolver estratégias proativas que garantam a saúde das plantas e a sustentabilidade da produção agrícola.</p>
<h2>O planejamento da sua safra pode aumentar o resultado financeiro em até 5 vezes</h2>
<p>Decisões tomadas antes e durante a safra têm impacto direto na rentabilidade da fazenda. Com planejamento, estratégia e gestão eficiente dos recursos, é possível transformar o potencial produtivo em resultados financeiros muito maiores.</p>
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<p>Autoria: Artigo produzido pela equipe técnica Rehagro Grãos.</p>
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		<title>Percevejo-marrom-da-soja: como identificar, prevenir e controlar essa praga</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/percevejo-marrom-da-soja/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jan 2024 11:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
		<category><![CDATA[percevejo marrom]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A presença do percevejo marrom na cultura da soja é uma preocupação constante para os agricultores, dada sua relevância como praga. Identificar e controlar eficientemente essa ameaça é importante para garantir a saúde e o rendimento da plantação. Neste artigo, exploraremos maneiras eficazes de identificação, estágios de controle e as melhores práticas para lidar com [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A presença do percevejo marrom na cultura da soja é uma preocupação constante para os agricultores, dada sua relevância como praga. Identificar e controlar eficientemente essa ameaça é importante para garantir a saúde e o rendimento da plantação.</p>
<p>Neste artigo, exploraremos maneiras eficazes de identificação, estágios de controle e as melhores práticas para lidar com o percevejo marrom.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Identificação e importância</h2>
<p>O percevejo marrom, uma das principais pragas da soja, pode ser <strong>prontamente identificado por sua coloração marrom</strong> e pela característica mancha reniforme no escutelo.</p>
<p>Embora existam <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/percevejos-na-producao-de-graos/">outras espécies de percevejo</a></strong> na cultura da soja, como o percevejo barriga verde, o percevejo verde pequeno e o percevejo verde grande, é o percevejo marrom que se destaca devido à sua distribuição abrangente e casos documentados de resistência em diversas regiões do Brasil.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-pragas-soja?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-pragas-soja&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39626 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja.png" alt="Guia Principais pragas da soja" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Monitoramento e tomada de decisão</h2>
<p>O controle eficaz do percevejo marrom começa com a correta identificação de seu estágio de desenvolvimento, seja ninfa ou adulto.</p>
<p>O monitoramento adequado deve iniciar já na <a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-dos-estadios-fenologicos-da-soja/" target="_blank" rel="noopener"><strong>fase R1 da soja</strong></a>, antes que os efeitos prejudiciais sobre a formação de vagens, observados a partir de R3, se tornem evidentes.</p>
<p>Utilizando técnicas como o pano de batida, a decisão de intervenção deve ser tomada quando atingimos a marca de 0,5 percevejos por metro.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="COMO IDENTIFICAR E CONTROLAR O PERCEVEJO MARROM DA SOJA? | Rehagro Responde - Grãos" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/nDlEzT0W_6A?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Escolha do inseticida e estratégias de controle</h2>
<p>A escolha do inseticida adequado desempenha um papel fundamental no controle eficiente desse percevejo.</p>
<p>Inicialmente, inseticidas de efeito de choque, como os piretroides e organofosforados, são recomendados, especialmente no início da cultura.</p>
<p>Posteriormente, é aconselhável optar por inseticidas que combinem efeitos sistêmicos, como os neonicotinoides, com o impacto imediato dos piretroides.</p>
<p>Misturas prontas, como Tiametoxam, Bifentrina e Imidacloprida, são ideais, especialmente para a segunda aplicação, proporcionando uma abordagem abrangente no controle do percevejo marrom.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>O manejo eficaz do percevejo marrom na cultura da soja requer uma <strong>abordagem proativa</strong>, desde a identificação precoce até a escolha estratégica de inseticidas.</p>
<p>Ao implementar práticas de monitoramento e controle, os agricultores podem mitigar os impactos negativos do percevejo marrom, preservando a saúde e o rendimento de suas plantações de soja.</p>
<h2>O planejamento da sua safra pode aumentar o resultado financeiro em até 5 vezes</h2>
<p>Decisões tomadas antes e durante a safra têm impacto direto na rentabilidade da fazenda. Com planejamento, estratégia e gestão eficiente dos recursos, é possível transformar o potencial produtivo em resultados financeiros muito maiores.</p>
<p>Participe da <strong><a href="https://rehagro.com.br/ll/o-plano-da-safra-lucrativa-5x?utm_campaign=46212639-live-safra-lucrativa-5x&amp;utm_source=banner-blog&amp;utm_medium=organic" target="_blank" rel="noopener">live gratuita O Plano da Safra Lucrativa 5x</a></strong> e descubra como um planejamento de safra bem estruturado pode aumentar em até 5 vezes o resultado financeiro da sua fazenda.</p>
<p>Inscreva-se gratuitamente e descubra o caminho para uma safra mais lucrativa.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/ll/o-plano-da-safra-lucrativa-5x?utm_campaign=46212639-live-safra-lucrativa-5x&amp;utm_source=banner-blog&amp;utm_medium=organic" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-43613 size-full" title="Clique e saiba mais!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/06/banner-live-graos.jpg" alt="Live Plano da Safra Lucrativa" width="1740" height="904" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/06/banner-live-graos.jpg 1740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/06/banner-live-graos-300x156.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/06/banner-live-graos-1024x532.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/06/banner-live-graos-768x399.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/06/banner-live-graos-1536x798.jpg 1536w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/06/banner-live-graos-370x192.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/06/banner-live-graos-270x140.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/06/banner-live-graos-740x384.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/06/banner-live-graos-150x78.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1740px) 100vw, 1740px" /></a></p>
<p>Autoria: Artigo produzido pela equipe técnica Rehagro Grãos.</p>
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		<item>
		<title>Manejo do solo em áreas de abertura: como fazer corretamente?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/manejo-do-solo-em-area-de-abertura/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Nov 2023 11:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[área de abertura]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
		<category><![CDATA[solo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O manejo adequado do solo é o ponto de partida essencial para qualquer empreendimento agrícola bem-sucedido. Neste artigo, exploremos estratégias eficazes para otimizar o solo em área de abertura, garantindo um ambiente propício ao crescimento saudável das culturas. &#160; Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF! Identificando o tipo de solo Antes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O manejo adequado do solo é o ponto de partida essencial para qualquer empreendimento agrícola bem-sucedido. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste artigo, exploremos estratégias eficazes para otimizar o solo em área de abertura, garantindo um ambiente propício ao crescimento saudável das culturas.</span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</div>
<h2>Identificando o tipo de solo</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes de tudo, é crucial compreender o tipo de solo com o qual estamos lidando. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não é necessário um conhecimento profundo em pedologia para essa tarefa. Basta ter uma noção da cor e profundidade efetiva do solo, assim como qualquer variação na textura ao longo das camadas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esses detalhes são fundamentais, pois alguns solos apresentam desafios físicos em profundidade, exigindo a incorporação de corretivos.</span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-calagem-gessagem-producao-graos?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-correcao-do-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39628 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo.png" alt="Kit Correção do solo" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Incorporação Profunda</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A incorporação de corretivos, como calcário, desempenha um papel crucial. Quanto <strong>maior o contato entre as partículas do solo e o corretivo, maior será a eficiência da reação</strong>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso é especialmente vital dado que nossos solos tendem a ter baixa <strong>fertilidade</strong> e acidez elevada, além da limitada disponibilidade de nutrientes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A abertura da área oferece o momento ideal para resolver esses desafios químicos.</span></p>
<h2>O uso de subsoladores</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para solos com problemas mais profundos, como gradientes de textura acentuados, a utilização de <a href="https://rehagro.com.br/blog/uso-de-subsolador-e-escarificador/" target="_blank" rel="noopener"><strong>subsoladores</strong></a> pode ser a solução. Eles permitem resolver questões relacionadas à passagem de água e desenvolvimento radicular em profundidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A aplicação estratégica de subsoladores expande a capacidade do <strong>sistema radicular</strong> para acessar água e nutrientes, resultando em um desenvolvimento robusto das culturas.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="COMO MANEJAR SOLO EM ÁREAS DE ABERTURA? | Rehagro Responde - Grãos" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/_61MAnU2syU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Importância do pós-preparo</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Após o preparo do solo, é crucial implementar um plano pós-preparo. Este passo é vital para evitar a erosão e a compactação do solo, especialmente se a área ficar exposta a chuvas intensas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A introdução de uma planta, como o Mileto, é uma prática valiosa. Essa planta não apenas <strong>agrega profundidade e estrutura ao solo, mas também incorpora uma quantidade significativa de carbono</strong> através da palhada, promovendo um início promissor para o seu sistema de produção.</span></p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O manejo físico do solo em áreas de abertura é um passo crítico para o sucesso de qualquer empreendimento agrícola. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao identificar o tipo de solo, incorporar corretivos de maneira eficaz e planejar cuidadosamente o pós-preparo, você estará criando um ambiente propício para o crescimento saudável das suas culturas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Lembre-se, <strong>investir tempo e esforço no início do processo resultará em colheitas mais abundantes e <a href="https://rehagro.com.br/blog/sustentabilidade-na-agricultura-principais-praticas/" target="_blank" rel="noopener">sustentáveis</a> no futuro</strong>.</span></p>
<h2>O planejamento da sua safra pode aumentar o resultado financeiro em até 5 vezes</h2>
<p>Decisões tomadas antes e durante a safra têm impacto direto na rentabilidade da fazenda. Com planejamento, estratégia e gestão eficiente dos recursos, é possível transformar o potencial produtivo em resultados financeiros muito maiores.</p>
<p>Participe da <strong><a href="https://rehagro.com.br/ll/o-plano-da-safra-lucrativa-5x?utm_campaign=46212639-live-safra-lucrativa-5x&amp;utm_source=banner-blog&amp;utm_medium=organic" target="_blank" rel="noopener">live gratuita O Plano da Safra Lucrativa 5x</a></strong> e descubra como um planejamento de safra bem estruturado pode aumentar em até 5 vezes o resultado financeiro da sua fazenda.</p>
<p>Inscreva-se gratuitamente e descubra o caminho para uma safra mais lucrativa.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/ll/o-plano-da-safra-lucrativa-5x?utm_campaign=46212639-live-safra-lucrativa-5x&amp;utm_source=banner-blog&amp;utm_medium=organic" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-43613 size-full" title="Clique e saiba mais!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/06/banner-live-graos.jpg" alt="Live Plano da Safra Lucrativa" width="1740" height="904" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/06/banner-live-graos.jpg 1740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/06/banner-live-graos-300x156.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/06/banner-live-graos-1024x532.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/06/banner-live-graos-768x399.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/06/banner-live-graos-1536x798.jpg 1536w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/06/banner-live-graos-370x192.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/06/banner-live-graos-270x140.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/06/banner-live-graos-740x384.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/06/banner-live-graos-150x78.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1740px) 100vw, 1740px" /></a></p>
<p data-start="189" data-end="463">Autoria: Artigo produzido pela equipe técnica Rehagro Grãos.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-do-solo-em-area-de-abertura/">Manejo do solo em áreas de abertura: como fazer corretamente?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Uso do controle biológico no combate à cigarrinha-das-pastagens e ao carrapato</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/uso-do-controle-biologico-no-combate-a-pragas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Oct 2022 18:38:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[cigarrinha-das-pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[controle biológico]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste webinar a diretora da BIOMIP &#8211; Fernanda Abreu, Especialista em Controle Biológico de Pragas vai explicar melhor alguns pontos importantes como: Quais são os primeiros sintomas de infestação da cigarrinha-das-pastagens; Como deve ser realizado o monitoramento desta praga; Entenda o ciclo de vida desse animal e quais os períodos mais efetivos de controle; Qual [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/uso-do-controle-biologico-no-combate-a-pragas/">Uso do controle biológico no combate à cigarrinha-das-pastagens e ao carrapato</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste webinar a diretora da BIOMIP &#8211; Fernanda Abreu, Especialista em Controle Biológico de Pragas vai explicar melhor alguns pontos importantes como:</p>
<ul>
<li>Quais são os primeiros sintomas de infestação da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cigarrinhas-das-pastagens/" target="_blank" rel="noopener">cigarrinha-das-pastagens</a></strong>;</li>
<li>Como deve ser realizado o monitoramento desta praga;</li>
<li>Entenda o ciclo de vida desse animal e quais os períodos mais efetivos de controle;</li>
<li>Qual o principal nutriente que oferece a planta mais resistência a ataque de pragas.</li>
</ul>
<p>E MAIS: Além das cigarrinhas, também vamos falar sobre <strong>controle e tratamento de carrapatos</strong>, uma praga muito conhecida pelos produtores que todo ano causa prejuízo a saúde dos animais.</p>
<h2>Alcance resultados financeiros robustos na pecuária de corte!</h2>
<p>Aqui no Rehagro, temos o <a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=webinar-controle-cigarrinhas" target="_blank" rel="noopener"><strong>Curso Gestão na Pecuária de Corte</strong></a>, que é uma capacitação que <strong>reúne a solução para os maiores problemas que os pecuaristas enfrentam</strong> na nutrição, reprodução, sanidade, gestão financeira e de equipes, comercialização, em todos os sistemas de criação.</p>
<p>Os professores são grandes consultores, com muitos anos de experiência no dia a dia das fazendas. Eles ensinam as técnicas e ferramentas usadas por eles para aumentar a rentabilidade na atividade, de forma muito clara, direta e prática.</p>
<p>Caso você tenha interesse, na nossa página você poderá encontrar mais informações!</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=webinar-controle-cigarrinhas" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18735 size-full" title="Curso Gestão na Pecuária de Corte" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc.jpg" alt="Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="254" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-300x78.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-768x199.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-370x96.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-270x70.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-740x192.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-150x39.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Secagem mecânica de cafés: manejo e cuidados</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/secagem-mecanica-de-cafes-manejo-e-cuidados/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Oct 2022 19:36:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[colheita]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
		<category><![CDATA[máquinas]]></category>
		<category><![CDATA[maquinas agrícolas]]></category>
		<category><![CDATA[secagem do café]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A etapa de secagem consiste na remoção da água dos grãos de café colhidos, a fim de diminuir a ocorrência de variações, devido a fatores físicos, químicos e biólogos internos e externos ao grão, e assim, alcançar a homogeneidade dos lotes para atender aos padrões de comercialização. A secagem dos grãos de café pode ser [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A etapa de</strong> <strong>secagem consiste na remoção da água dos grãos de café colhidos</strong>, a fim de diminuir a ocorrência de variações, devido a fatores físicos, químicos e biólogos internos e externos ao grão, e assim, alcançar a homogeneidade dos lotes para atender aos padrões de comercialização.</p>
<p>A secagem dos grãos de café pode ser feita em secadores mecânicos, ou em <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/secagem-do-cafe-em-terreiro/" target="_blank" rel="noopener">terreiros</a></strong>, que podem ser:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/terreiro-suspenso-construcao-e-manejo/" target="_blank" rel="noopener">Suspensos</a></strong>;</li>
<li>Pavimentados;</li>
<li>Não pavimentados.</li>
</ul>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Como é feito o manejo nos terreiros?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Nos terreiros, a remoção da água dos grãos ocorre por meio da energia solar e o movimento natural do ar. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para uma secagem correta e uniforme em terreiros, é necessário dispor de grande mão-de-obra, espaço suficiente para comportar os picos da colheita, além de depender de condições climáticas favoráveis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao atingir a meia seca, leve esse café ao secador, salientando nesse caso a importância do lote ser homogêneo quanto ao teor de água e estado de maturação, uma vez que cada tipo de café possui um teor de umidade diferente, como mostra a tabela abaixo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Deve-se evitar sempre de misturar lotes diferentes, que possam ter diferentes teores de água.</span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/calendario-agricola-cafeicultor?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=calendario-cafe&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39670 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura.png" alt="Calendário agrícola do café" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Secadores mecânicos</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso de secadores mecânicos, essa remoção ocorre pela entrada de ar forçado e aquecido a diferentes temperaturas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Frequentemente, aplica-se a combinação destes dois métodos, utilizando-se um período de pré-secagem em terreiros, quando o café ainda possui elevado teor de água, e a complementação em secadores mecânicos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Há ainda os secadores mecânicos que dispensam o período de pré-secagem em terreiros, chamados de pré-secadores.</span></p>
<h2>Tipos de secadores e suas características</h2>
<p>Com o avanço da cafeicultura, os secadores mecânicos ganharam espaço e hoje são altamente utilizados no processo, pois:</p>
<ol>
<li>Diminuem o período de secagem;</li>
<li>Não dependem das condições climáticas;</li>
<li>Demandam baixa mão-de-obra.</li>
</ol>
<p>Com isso, o cafeicultor tem diferentes opções de secadores mecânicos no mercado e cada um possui suas características e especificidades.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-28254 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="900" height="250" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg 900w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-300x83.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-768x213.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-370x103.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-270x75.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-740x206.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-150x42.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a></p>
<h3>Secador vertical ou de baú</h3>
<h4>Vantagens</h4>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Tem capacidade de secar grandes volumes de café;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">É de fácil manuseio e operação.</span></li>
</ul>
<h4>Desvantagens</h4>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Secagem desuniforme, pois o ar perde temperatura ao longo da movimentação da massa de café;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Grande consumo de energia;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Baixa eficiência de secagem;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Risco de superaquecimento à medida que o café aquece durante o processo.</span></li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-17020 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/secador-bau.jpg" alt="Secador de baú" width="244" height="411" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/secador-bau.jpg 244w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/secador-bau-178x300.jpg 178w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/secador-bau-150x253.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 244px) 100vw, 244px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Secador de baú. (Foto: Luiz Paulo Vilela).</span></span></p>
<h3>Secador de leito fixo</h3>
<h4>Vantagens</h4>
<ul>
<li>Tem formato redondo e possui um motor para mexer o café;</li>
<li>A secagem pode ser intermitente ou contínua;</li>
<li>Apresenta baixo custo operacional;</li>
<li>É de fácil construção.</li>
</ul>
<h4>Desvantagens</h4>
<ul>
<li>Capacidade de secar pequenos volumes de café;</li>
<li>Grande consumo de energia.</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-17023 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/secador-leito-fixo.jpg" alt="Secador de leito fixo" width="411" height="228" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/secador-leito-fixo.jpg 411w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/secador-leito-fixo-300x166.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/secador-leito-fixo-370x205.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/secador-leito-fixo-270x150.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/secador-leito-fixo-150x83.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 411px) 100vw, 411px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Secador de leito fixo. (Foto: Joana Oliveira).</span></p>
<h3>Secador horizontal</h3>
<h4>Vantagens e características</h4>
<ul>
<li>É um dos mais utilizados.</li>
<li>A secagem pode ser intermitente ou contínua;</li>
<li>Favorece a limpeza do produto;</li>
<li>Secagem uniforme pelo constante revolvimento;</li>
<li>Facilidade de manuseio.</li>
</ul>
<h4>Desvantagens</h4>
<ul>
<li>Baixa eficiência energética;</li>
<li>Apresenta alto custo de investimento, pois são necessárias adequações para sua instalação, como duas moegas, ambiente coberto, o secador deve ser chumbado no chão, entre outras.</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-17022 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/secador-horizontal.jpg" alt="Secador de café horizontal" width="315" height="421" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/secador-horizontal.jpg 315w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/secador-horizontal-224x300.jpg 224w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/secador-horizontal-270x361.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/secador-horizontal-150x200.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 315px) 100vw, 315px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Secador horizontal. (Foto: Joana Oliveira).</span></span></p>
<h3>Secador estático ou de camada fixa</h3>
<h4>Vantagens e características</h4>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Pode ser utilizado como pré-secador;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">O ar passa de baixo para cima e a secagem acontece pela alternância entre massas de ar quente e frio no interior da caixa, onde o café é mantido;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">As caixas podem ter tamanhos variados, e podem ser utilizadas uma ou duas caixas por fornalha.</li>
</ul>
<h4>Desvantagens</h4>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Pode acarretar secagem desuniforme;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Podem ocorrer <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fermentacao-de-cafes/" target="_blank" rel="noopener">fermentações indesejadas</a></strong> caso manejado incorretamente, prejudicando assim a <strong>qualidade da bebida</strong>.</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-17021 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/secador-camada-fixa.jpg" alt="Secador de camada fixa" width="289" height="385" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/secador-camada-fixa.jpg 289w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/secador-camada-fixa-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/secador-camada-fixa-270x360.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/secador-camada-fixa-150x200.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 289px) 100vw, 289px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Secador de camada fixa. (Foto: Luiz Paulo Vilela).</span></span></p>
<h2>Preparo dos lotes para secagem mecânica</h2>
<p>Para proceder à secagem mecânica, há diversas sub etapas para tornar esse trabalho eficiente, tais como:</p>
<ol>
<li>O café colhido é lavado e pode ser processado via seca (café natural) ou via úmida (café descascado);</li>
<li>Após, o café é levado para etapa de pré-secagem, que pode ser feita em terreiros onde fica de dois a três dias ou até a meia seca (30 a 25% de umidade); ou em pré-secadores;</li>
<li>Realizada a pré-secagem, o café pode ser encaminhado para o secador onde sua secagem será completa;</li>
<li>Nessa fase é importante salientar que o lote deve ser homogêneo quanto ao teor de água e estado de maturação, uma vez que cada tipo de café possui um teor de umidade diferente, como mostra a tabela abaixo:</li>
</ol>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-41836 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/tabela-teor-umidade-cafe.png" alt="Tabela com teores de umidade de alguns tipos de café" width="465" height="251" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/tabela-teor-umidade-cafe.png 465w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/tabela-teor-umidade-cafe-300x162.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/tabela-teor-umidade-cafe-370x200.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/tabela-teor-umidade-cafe-270x146.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/tabela-teor-umidade-cafe-150x81.png 150w" sizes="auto, (max-width: 465px) 100vw, 465px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Teores de umidade nos diversos tipos de cafés colhidos. (</span>Fonte: Bártholo </span><span style="font-weight: 400;">et al. </span><span style="font-weight: 400;">(1989)).</span></span></p>
<h2>Cuidados e manejos em secadores</h2>
<ul>
<li>Em secadores verticais não é interessante colocar lotes de cafés úmidos, pois a água em excesso prejudica a secagem. Além disso, ele deve ser coberto com café até a rosca transportadora para obter maior eficiência no processo.</li>
<li>No secador rotativo a carga de café não deve preencher totalmente o cilindro, deixando uma folga de 15 cm na parte superior, após o carregamento para permitir a movimentação do café.  Também, neste secador, inicialmente recomenda-se que o mesmo opere com ar natural por cerca de 1 a 2 horas, visando homogeneizar o café e retirar parte da água. Após isso, o ar poderá ser aquecido.</li>
<li>Já no secador estático, deve-se ter atenção com a altura da massa de grãos, uma vez que as temperaturas vão variar ao longo das camadas, pois o ar esfria e fica mais úmido até alcançar as partes superiores. Assim, pode haver uma diferença de 1° C a cada 40 cm de camada. Dessa forma, para evitar problemas e perda de qualidade da faixa superior, é recomendado movimentar o café pelo menos 4 vezes ao dia, com auxílio de rosca sem fim, enxadas, pás ou outros.</li>
<li>As fornalhas devem ser de fogo indireto para não passar fumaça para o café, o aquecimento das mesmas, geralmente, é feito com lenha ou palha de café.</li>
<li>A palha possibilita maior controle da temperatura. Caso seja utilizada lenha no processo, ela deve estar seca para evitar gosto de fumaça ou cinzas na bebida.</li>
</ul>
<h3>Temperaturas no secador</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando o objetivo do cafeicultor é a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/o-que-torna-um-cafe-especial/" target="_blank" rel="noopener">produção de cafés naturais especiais</a></strong>, é recomendado:</span></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Que a temperatura máxima na entrada de ar no início da secagem não passe de 60°C.</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">A temperatura da massa não passe de 35°C, durante a secagem.</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">A temperatura máxima na entrada de ar no fim da secagem, não passe de 50°C.</span></li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-17025 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/termometro-secador.jpg" alt="Termômetro de um secador" width="339" height="310" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/termometro-secador.jpg 339w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/termometro-secador-300x274.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/termometro-secador-270x247.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/termometro-secador-328x300.jpg 328w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/termometro-secador-150x137.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 339px) 100vw, 339px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Termômetro na entrada de ar do secador. (Foto: Larissa Cocato).</span></p>
<h2>Principais recomendações para os secadores mecânicos</h2>
<ul>
<li>Durante a noite é recomendado interromper o fornecimento de energia para promover uniformização da água no café, além de menor consumo de energia elétrica e combustível, assim é importante descansar o café por 8 horas no mínimo;</li>
<li>Posteriormente, deve-se reiniciar o processo de secagem com o secador operando nas primeiras horas com ar natural, e depois realizar o aquecimento do ar;</li>
<li>Quando o lote atingir umidade entre 12 e 13%, o secador poderá ser descarregado com a massa ainda quente e coberto com pano durante a noite;</li>
<li>No dia seguinte, após o resfriamento do lote, a umidade deve estar em torno de 10,8 e 11,2% para o armazenamento;</li>
<li>Se o lote atingir 11% de umidade no secador, deve-se rodar o secador com ar ambiente para que a massa esfrie.</li>
</ul>
<h2>Eleve a eficiência da sua produção de café com uma gestão completa</h2>
<p>A secagem mecânica é uma alternativa prática e eficiente para preservar a qualidade dos grãos, mas para alcançar resultados superiores é preciso unir boas práticas de manejo a uma gestão estratégica de toda a lavoura.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você terá acesso a conteúdos práticos, ferramentas de gestão aplicáveis ao campo e o suporte de especialistas que já ajudaram diversos cafeicultores a aumentar a produtividade e a rentabilidade.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-15536 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/joana-oliveira-300x94.jpg" alt="Joana Oliveira" width="300" height="94" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/joana-oliveira-300x94.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/joana-oliveira-768x241.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/joana-oliveira-370x116.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/joana-oliveira-270x85.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/joana-oliveira-740x232.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/joana-oliveira-150x47.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/joana-oliveira.jpg 995w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18459 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg" alt="Larissa Cocato - Coordenadora de Ensino Café" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/secagem-mecanica-de-cafes-manejo-e-cuidados/">Secagem mecânica de cafés: manejo e cuidados</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Terreiro suspenso no pós-colheita do café: como montar e técnicas de manejo</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/terreiro-suspenso-construcao-e-manejo/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/terreiro-suspenso-construcao-e-manejo/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Oct 2022 19:07:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[cafeeiro]]></category>
		<category><![CDATA[colheita]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
		<category><![CDATA[terreiro de café]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na cadeia produtiva do café, as etapas de produção são interligadas, principalmente quando se deseja produzir cafés superiores. O manejo do solo, os tratos culturais, e a colheita são elementos essenciais para obtenção de bons cafés. Todavia, a pós-colheita é uma das etapas mais influentes na manutenção da qualidade, principalmente, pelo processo de secagem, uma [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/terreiro-suspenso-construcao-e-manejo/">Terreiro suspenso no pós-colheita do café: como montar e técnicas de manejo</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na cadeia produtiva do café, as etapas de produção são interligadas, principalmente quando se deseja produzir cafés superiores.</p>
<p>O manejo do solo, os tratos culturais, e a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/colheita-de-cafe/" target="_blank" rel="noopener">colheita</a></strong> são elementos essenciais para obtenção de bons cafés. Todavia, a <a href="https://rehagro.com.br/blog/dicas-para-uma-pos-colheita-do-cafe-de-qualidade/" target="_blank" rel="noopener"><strong>pós-colheita</strong></a> é uma das etapas mais influentes na manutenção da qualidade, principalmente, pelo processo de secagem, uma vez que, erros nesse processo prejudicam diretamente o produto final.</p>
<p>A secagem pode ser feita de diferentes formas, seja por meio de terreiros ou <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/secagem-mecanica-de-cafes-manejo-e-cuidados/" target="_blank" rel="noopener">secadores mecânicos</a></strong>. Dentre estes, <strong>o terreiro suspenso tem ganhado espaço e mostrado ser efetivo na secagem de cafés especiais.  </strong></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
<script>
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</script></p>
</div>
<h2>O que é um terreiro suspenso?</h2>
<p>O terreiro suspenso é uma estrutura de tela de malhas finas tipo sombrite 50%, sustentada por arame liso esticado sobre pilares de cimento, madeira ou outros materiais, e possui por finalidade <strong>secar lotes de café de forma lenta, evitando o contato dos grãos com o chão</strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-17004 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/terreiro-suspenso.jpg" alt="Café em processo de secagem em terreiro suspenso " width="506" height="533" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/terreiro-suspenso.jpg 506w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/terreiro-suspenso-285x300.jpg 285w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/terreiro-suspenso-370x390.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/terreiro-suspenso-270x284.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/terreiro-suspenso-150x158.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 506px) 100vw, 506px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Foto: Larissa Cocato (Fazenda Guariroba).</span></p>
<h3>Qual a viabilidade desse tipo de terreiro?</h3>
<p>Utiliza-se esse tipo de estrutura<strong> para secar pequenos lotes que possuem alto valor agregado</strong>, muito comum em propriedades produtoras de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/o-que-torna-um-cafe-especial/" target="_blank" rel="noopener">cafés especiais</a></strong>.</p>
<p>É indicado, preferencialmente, para cafés descascados e despolpados, por possibilitar um uso mais intensivo, pela redução no volume e pela sua secagem mais acelerada. O que não impede de também utilizar para secar o café natural.</p>
<p>Mas, quando falamos em secagem de um grande volume de café ou secagem de cafés commodity, não é viável a utilização desse tipo de terreiro, podendo-se optar por outras estratégias.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-monitoramento-da-qualidade-do-cafe?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=guia-qualidade-final&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39678 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-monitoramento-qualidade-cafe.png" alt="Guia Monitoramento da qualidade do café" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-monitoramento-qualidade-cafe.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-monitoramento-qualidade-cafe-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-monitoramento-qualidade-cafe-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-monitoramento-qualidade-cafe-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-monitoramento-qualidade-cafe-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-monitoramento-qualidade-cafe-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-monitoramento-qualidade-cafe-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Tipos de terreiro suspenso</h2>
<p>As diferenças entre os tipos de terreiros suspensos estão no piso e na cobertura.</p>
<p>De modo geral há 3 tipos distintos:</p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Terreiro com e sem pavimentação no solo;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Terreiros com e sem cobertura de lona plástica;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Terreiros feitos dentro de estufas.</li>
</ol>
<h3>Terreiro suspenso sem cobertura e sem pavimentação do piso</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-17005 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/terreiro-suspenso-1.jpg" alt="Terreiro suspenso sem cobertura" width="459" height="475" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/terreiro-suspenso-1.jpg 459w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/terreiro-suspenso-1-290x300.jpg 290w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/terreiro-suspenso-1-370x383.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/terreiro-suspenso-1-270x279.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/terreiro-suspenso-1-150x155.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 459px) 100vw, 459px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Foto: Larissa Cocato</span></p>
<h3>Terreiro suspenso com estrutura para cobertura e sem pavimentação do piso</h3>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-17007" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/terreiro-suspenso-2.jpg" alt="Terreiro suspenso com estrutura para cobertura" width="463" height="469" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/terreiro-suspenso-2.jpg 463w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/terreiro-suspenso-2-296x300.jpg 296w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/terreiro-suspenso-2-370x375.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/terreiro-suspenso-2-270x273.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/terreiro-suspenso-2-96x96.jpg 96w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/terreiro-suspenso-2-150x152.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 463px) 100vw, 463px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Foto: Larissa Cocato (Fazenda Guariroba).</span></span></p>
<h3>Terreiro suspenso com cobertura</h3>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-17006 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/terreiro-suspenso-cobertura.jpg" alt="Terreiro suspenso com cobertura" width="498" height="393" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/terreiro-suspenso-cobertura.jpg 498w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/terreiro-suspenso-cobertura-300x237.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/terreiro-suspenso-cobertura-370x292.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/terreiro-suspenso-cobertura-270x213.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/terreiro-suspenso-cobertura-150x118.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 498px) 100vw, 498px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Foto: Larissa Cocato (Fazenda Guariroba).</span></p>
<h3>Terreiro suspenso na estufa, sobre piso pavimentado</h3>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-17008 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/terreiro-suspenso-estufa.jpg" alt="Terreiro suspenso em estufa" width="368" height="291" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/terreiro-suspenso-estufa.jpg 368w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/terreiro-suspenso-estufa-300x237.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/terreiro-suspenso-estufa-270x214.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/terreiro-suspenso-estufa-150x119.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 368px) 100vw, 368px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Foto: Larissa Cocato (Fazenda Barreiro/MG).</span></p>
<p>A cobertura evita que os grãos recebam umidade do orvalho durante a noite e em condições de chuva. Já a pavimentação do piso, evita que os grãos recebam umidade pela evaporação da água do solo.</p>
<p>Existem também pequenos terreiros suspensos, porém não fixados ao chão, chamados de camas africanas. Nesse tipo de terreiro, é possível recolher o terreiro inteiro e colocá-los empilhados em galpões durante a noite ou em dias de chuva.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-28254 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="900" height="250" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg 900w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-300x83.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-768x213.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-370x103.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-270x75.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-740x206.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-150x42.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a></p>
<h2>Terreiro suspenso x qualidade</h2>
<p>Muitos <strong>fatores estão envolvidos na qualidade da bebida</strong>, como o material genético, <i>terroir</i>, nutrição, condições edafoclimáticas, ponto ideal de colheita, entre outros.</p>
<p>No entanto, <strong>o café seco em terreiro suspenso tem menor risco de fermentações indesejadas</strong>, desde que ele não entre em contato com o solo antes de chegar no terreiro.</p>
<p>Além disso, sua taxa de secagem é baixa, o que garante qualidade ao café, pelo fato de manter os compostos químicos íntegros dentro da membrana, não deixando que eles se percam no ambiente.</p>
<h3>Vantagens e desvantagens do terreiro suspenso</h3>
<h4>Vantagens</h4>
<ul>
<li>Secagem mais uniforme;</li>
<li>Menor risco de fermentações ruins;</li>
<li>Produto mais limpo.</li>
</ul>
<h4>Desvantagens</h4>
<ul>
<li>Estrutura mais cara que terreiro de cimento;</li>
<li>Não é viável secar grande quantidade;</li>
<li>Secagem mais lenta.</li>
</ul>
<h2>Construção de um terreiro suspenso</h2>
<p>Recomenda-se algumas medidas para a construção do terreiro suspenso, no entanto, ele deve ser construído de forma a atender a necessidade de cada propriedade. Assim, recomenda-se as seguintes medidas:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Largura:</strong> 2 a 2,5 m, de forma que com o braço seja possível alcançar o meio do terreiro, para facilitar e garantir o bom revolvimento do café.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Comprimento:</strong> 10 a 15 m, pois fica difícil percorrer mais de 15 m para revolver o café do outro lado do terreiro, assim ele sendo mais curto facilita a movimentação.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Altura:</strong> 0,80 a 0,90 m, para proporcionar posições confortáveis à pessoa durante o revolvimento do café, e para facilitar a carga e descarga de café no terreiro. Além disso, em terreiros muito próximos do chão os respingos da chuva podem incidir sobre o telado e umedecer o café.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Cobertura:</strong> quando o terreiro for coberto, é indicado que a cobertura tenha 0,80 a 0,90 m de altura. Em alturas maiores, haverá maior consumo de materiais, e consequentemente aumento do custo. Já alturas mais baixas podem dificultar a movimentação e o manejo.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Pés:</strong> normalmente, entre 2,5 e 3 m de terreiro colocam-se pés, e em cada pé um arco para fazer a cobertura do terreiro. Por fim, deve-se colocar o sombrite, preferencialmente o de 50% de sombreamento. Tudo isso para distribuir e acomodar melhor o peso do café.</li>
</ul>
<p><iframe loading="lazy" title="TERREIRO SUSPENSO: COMO FAZER DE MANEIRA ADEQUADA | Por Dentro do Ensino - Café" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/MFquMLMKvRk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h3>Outras recomendações para construção do terreiro</h3>
<p>Recomenda-se que o terreiro tenha recobrimento de telado mais grosso, como os utilizados em galinheiro, e também arames com esticadores na ponta.</p>
<p>A estrutura do terreiro pode ser metálica, cimento, e madeira, a escolha dependerá da disponibilidade de materiais e preferência da propriedade.</p>
<h2>Manejo do café em terreiro suspenso</h2>
<p><strong>No terreiro suspenso a secagem de cafés naturais e descascados é feita da mesma forma</strong>. De acordo, com os seguintes manejos:</p>
<ul>
<li>Inicia-se o processo com espessura de camada entre 4 e 5 cm, conduzindo nessa espessura até a meia seca;</li>
<li>É importante revolver o café desde o início até o final do processo, levando em consideração o monitoramento da temperatura, assim, sempre que o café atingir 35° C deve ser feito o revolvimento;</li>
<li>Depois da meia seca, é feita a primeira e única dobra de camada, conduzindo o café até o final do processo com espessura de 10 cm;</li>
<li>Todo fim de tarde, desde o início da secagem é interessante cobrir o café;</li>
<li>Em sequentes dias de chuva é necessário abrir as laterais do terreiro para ter movimentação do ar, e retirar a umidade acumulada sobre a massa de café;</li>
<li>Já em noites frias e com muito orvalho pode-se manter as laterais fechadas, porém caso perceba o umedecimento é importante abrir;</li>
<li>A partir de 16% de umidade, deve-se monitorar a umidade até atingir 12%, quando a secagem estará completa.</li>
</ul>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Algumas características do terreiro suspenso, como a baixa taxa de secagem do café e a anulação do contato dele com o chão, são responsáveis por garantir a manutenção da qualidade nessa etapa.</p>
<p>O manejo correto durante a secagem e a construção de uma estrutura adequada, são de grande importância para garantir o sucesso do processo.</p>
<p>Dessa forma, a escolha do método de secagem influencia fortemente na qualidade do produto final. No entanto, é importante estar atento à particularidade de cada um deles.</p>
<p>No caso da secagem mecânica, ela também pode ser uma opção, quando se deseja um processo mais rápido e menor custo com mão de obra, porém, requer muita atenção, pois se mal conduzido pode afetar a qualidade do café.</p>
<h2>Transforme sua cafeicultura com gestão e conhecimento aplicado</h2>
<p>O uso do terreiro suspenso é uma estratégia valiosa para garantir qualidade no pós-colheita do café. Mas para realmente alcançar grãos superiores e maior rentabilidade, é essencial que cada decisão, do plantio à comercialização, esteja apoiada em uma gestão eficiente.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a> </strong>do Rehagro, você aprende com especialistas a aplicar ferramentas de gestão, adotar práticas modernas e conduzir sua lavoura de forma mais produtiva e lucrativa.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18459 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg" alt="Larissa Cocato - Coordenadora de Ensino Café" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Giberela no trigo: o que é, sintomas e como controlar a doença na lavoura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Apr 2021 14:22:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[fungo]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
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		<category><![CDATA[trigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Brasil, a Giberela alcançou o &#8220;status&#8221; de principal doença nas regiões produtoras de trigo. Por esse motivo, todo agricultor que pretende lidar com este cereal, precisa ficar atento aos sinais e compreender sobre manejos que podem reduzi-la. O trigo é uma cultura de grande importância mundial, estando sempre entre os mais produzidos e apreciados [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/giberela-no-trigo/">Giberela no trigo: o que é, sintomas e como controlar a doença na lavoura</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No Brasil, <strong>a Giberela alcançou o &#8220;status&#8221; de principal doença nas regiões produtoras de trigo.</strong> Por esse motivo, todo agricultor que pretende lidar com este cereal, precisa ficar atento aos sinais e compreender sobre manejos que podem reduzi-la.</p>
<p>O trigo é uma cultura de grande importância mundial, estando sempre entre os mais produzidos e apreciados por suas multifuncionalidades. São muitos subprodutos oriundos deste cereal, porém ele é limitante em condições climáticas.</p>
<p>O Brasil, por ser um país tropical, não favorece muito o cultivo do trigo, que se desenvolve mais plenamente em climas temperados. Isso restringe um pouco seu <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/origem-do-trigo-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">cultivo em nosso país</a></strong>, que em sua grande maioria se concentra no sul e alguns estados do sudeste.</p>
<p>O clima em si, não atrapalha apenas no desenvolvimento deste cereal, mas na ocorrência de doenças fúngicas e que em sua grande maioria está associada à alta umidade. É o caso da <strong>Giberela, conhecida também por fusariose do trigo</strong>.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14pt;"><strong>Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</strong></span></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Ocorrência da doença</h2>
<p>A giberela, cujo agente causal é o fungo <i>Gibberella zeae</i> (Schwein.) Petch (anamorfo <i>Fusarium graminearum</i> Schwabe),<strong> é uma das principais doenças em trigo</strong>, sendo transmitida em sua grande maioria, pelas sementes contaminadas.</p>
<p>Esta doença se manifesta mais intensamente em regiões com excesso de chuva e temperaturas amenas durante os períodos de floração e maturação dos grãos, podendo ser encontrada de forma generalizada por todo o mundo.</p>
<p>A doença é mais frequentemente encontrada no trigo, mas também pode afetar a cevada, a aveia, o centeio e algumas gramíneas forrageiras.</p>
<h2>Sintomas da giberela no trigo</h2>
<p>A giberela é melhor reconhecida pelo branqueamento de flores na ponta. Infecções graves podem causar crestamento precoce ou branqueamento de todo o espinho. Outros sintomas incluem descoloração de bronzeado a marrom.</p>
<p>Normalmente um micélio rosado/laranja está presente na base das flores sob condições úmidas, e grãos que são enrugados, brancos e de aparência calcária. Peritécios (corpos escuros de frutificação) são produzidos dentro do micélio, posteriormente no processo de infecção. Espiguetas descoloridas e doentes são estéreis ou contêm sementes murchas/descoloridas (geralmente com uma tonalidade rosa ou laranja).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12037 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-1.jpg" alt="Giberela no trigo" width="370" height="494" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-1.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-1-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-1-270x360.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /></p>
<h2>Como ocorre a transmissão da giberela</h2>
<p>A transmissão do patógeno da semente para a plântula, ocorre entre as etapas de disseminação e colonização do seu ciclo de vida. Esse processo implica no transporte que proporciona uma infecção bem-sucedida, dando origem a uma planta doente.</p>
<p>Quanto à quantificação da transmissão, esta pode ser realizada através da detecção dos sintomas nas plantas, partindo do princípio de que o único meio de inoculação foi através da associação do patógeno com a semente.</p>
<p>Patógenos necrotróficos, em sua grande maioria e parte dos biotróficos, utilizam-se da semente como veículo de disseminação, abrigo e sobrevivência.</p>
<p>Dentre os fatores que afetam a transmissão dos patógenos a partir de sementes e, que podem afetar o estabelecimento do patógeno em uma cultura, destacam-se:</p>
<ol>
<li>Espécie cultivada (resistência varietal);</li>
<li>Condições ambientais (umidade ambiental e do solo, temperatura, vento, chuva e luz);</li>
<li>Inóculo (viabilidade, localização na semente, tipo);</li>
<li>Práticas culturais (tipo de solo, pH, população de plantas, profundidade de semeadura e época de plantio, fertilização, etc.);</li>
<li>Sobrevivência do inóculo;</li>
<li>Vigor da semente;</li>
<li>Microflora do solo e da semente, entre outros.</li>
</ol>
<p>Existem ainda duas outras maneiras possíveis de estabelecimento do patógeno no interior das sementes: através do sistema vascular de plantas atacadas e através de órgãos fertilizadores, como grão de pólen contaminado ou infectado.</p>
<p>No caso da contaminação de sementes por patógenos, esta é comumente concretizada pela mistura mecânica do inóculo por ocasião da manipulação de plantas durante a colheita.</p>
<h2>Reduzindo o contágio do patógeno</h2>
<p>Tais fatores podem reduzir ou incrementar significativamente a passagem do patógeno para os órgãos foliares e/ou radiculares da planta hospedeira, refletindo no desenvolvimento da doença na lavoura.</p>
<p>A transmissão de patógenos através das sementes é capaz de propiciar:</p>
<ul>
<li>Introdução do patógeno em novas áreas;</li>
<li>Sobrevivência do microrganismo na ausência do hospedeiro;</li>
<li>Seleção e disseminação de raças específicas a determinados hospedeiros e</li>
<li>Distribuição através da população de plantas como focos primários de inóculo.</li>
</ul>
<p>Por se tratar de uma associação biológica, as taxas de transmissão planta-semente e semente-plântula são bastante influenciadas pelo ambiente e pelas características inerentes ao patógeno e ao hospedeiro.</p>
<p>A idade da planta, na ocasião da infecção, por exemplo, é um dos fatores que afeta a transmissão. De qualquer forma, essa relação biológica é afetada por fatores físicos, biológicos e por aqueles inerentes ao tipo de germinação das sementes.</p>
<p>Para patógenos habitantes do solo, como é o caso dos fungos pertencentes ao gênero <i>Fusarium</i>, o acesso à superfície dos frutos e sementes é favorecido pelo contato direto dessas estruturas com o solo ou através de respingos de chuva, ou de irrigação por aspersão.</p>
<h2>Manejo de controle da giberela no trigo</h2>
<p>A giberela <strong>é considerada a doença do <a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-plantio-direto-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">plantio direto</a></strong>. A sobrevivência saprofítica do patógeno em diversos hospedeiros, como espécies de plantas cultivadas, nativas e invasoras, assim como a facilidade de dispersão dos ascósporos, transportados a longa distância pelo vento, faz com que a giberela não seja controlada eficientemente pela rotação de culturas.</p>
<p>A grande disponibilidade de inóculo no ar, durante o período de floração, associada a períodos de molhamento contínuo, tem levado a danos significativos na cultura do trigo.</p>
<p>O escalonamento na época de semeadura e o uso de cultivares com diferentes ciclos, são estratégias de escape que possibilitam que as plantas possam atingir o período de predisposição sob condições climáticas adversas ou menos favoráveis ao patógeno.</p>
<p>No Brasil, ainda não estão disponíveis pela pesquisa cultivares resistentes à doença. Há indicação de cultivares com diferentes níveis de tolerância.</p>
<p>A aplicação de <a href="https://rehagro.com.br/blog/fungicidas-agricolas/" target="_blank" rel="noopener"><strong>fungicidas</strong></a> específicos na floração é uma estratégia recomendada. A eficácia de controle depende principalmente do fungicida e do momento de aplicação.</p>
<p>A eficácia de <a href="https://rehagro.com.br/blog/produtos-quimicos-ou-biologicos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>controle químico</strong></a> da giberela no campo e o rendimento de grãos de trigo são maiores quando as aplicações de fungicidas específicos são realizadas no início do estádio fenológico de floração.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologia-aplicacao-defensivos-agricolas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-aplicacao-defensivos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39621 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png" alt="E-book Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>O maior rendimento de grãos foi obtido com o fungicida metconazole, diferindo estatisticamente da testemunha, com aumento relativo de 29,6%. Uma única aplicação de todos os fungicidas proporcionou aumento médio no rendimento de grãos em relação à testemunha de 24,3%, variando de 15,7% até 29,6% (Tabela 1).</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12038" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-2.jpg" alt="Desempenhos de fungicidas aplicados em grãos de trigo com giberela" width="600" height="326" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-2.jpg 626w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-2-300x163.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-2-370x201.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-2-270x147.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><span style="font-size: 10pt;">Tabela 1 &#8211; Desempenho de fungicidas aplicados no início da floração sobre o rendimento de grãos, peso de mil grãos e incidência de <i>Fusarium graminearum</i> em grãos de trigo.</span></p>
<h2>O que é eficiente contra a giberela no trigo?</h2>
<p>Em termos gerais, é possível reduzir a incidência dessa doença fúngica por meios práticos. Como ela é uma doença que requer a umidade, é preciso fazer o manejo sanitário em restos culturais, caso opte pelo plantio direto.</p>
<p>O uso de cultivares tolerantes à doença também pode ajudar e, ainda, o manejo gradual de mudança de cultivares no plantio, sendo eles de ciclos distintos, auxilia na tolerância da planta e desfavorece a doença.</p>
<p>Por fim, se optar pelo tratamento químico, fique atento à qualidade do produto e principalmente a época de aplicação, que deve ser no início do florescimento.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12039 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-3.jpg" alt="Trigo com giberela" width="370" height="424" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-3.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-3-262x300.jpg 262w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-3-270x309.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Brown et al. (2011)</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12040 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-4.jpg" alt="Trigo" width="370" height="518" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-4.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-4-214x300.jpg 214w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-4-270x378.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /></p>
<p>A giberela é a principal doença apontada pelos triticultores, mas há outras como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mancha-amarela-na-cultura-do-trigo/" target="_blank" rel="noopener">mancha-amarela</a></strong> e <a href="https://rehagro.com.br/blog/ferrugem-no-trigo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>ferrugem</strong></a>. Todas elas reduzem significativamente a produção e, caso não sejam controladas, podem permanecer nos restos culturais e serem passadas às próximas culturas, comprometendo sua renda!</p>
<p>Além das doenças, há ainda as pragas e <a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener"><strong>daninhas</strong></a>. Ou seja, é preciso entender de forma específica cada uma delas, se quiser alcançar os resultados que almeja em sua produção.</p>
<h2>O planejamento da sua safra pode aumentar o resultado financeiro em até 5 vezes</h2>
<p>Decisões tomadas antes e durante a safra têm impacto direto na rentabilidade da fazenda. Com planejamento, estratégia e gestão eficiente dos recursos, é possível transformar o potencial produtivo em resultados financeiros muito maiores.</p>
<p>Participe da <strong><a href="https://rehagro.com.br/ll/o-plano-da-safra-lucrativa-5x?utm_campaign=46212639-live-safra-lucrativa-5x&amp;utm_source=banner-blog&amp;utm_medium=organic" target="_blank" rel="noopener">live gratuita O Plano da Safra Lucrativa 5x</a></strong> e descubra como um planejamento de safra bem estruturado pode aumentar em até 5 vezes o resultado financeiro da sua fazenda.</p>
<p>Inscreva-se gratuitamente e descubra o caminho para uma safra mais lucrativa.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/ll/o-plano-da-safra-lucrativa-5x?utm_campaign=46212639-live-safra-lucrativa-5x&amp;utm_source=banner-blog&amp;utm_medium=organic" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-43613 size-full" title="Clique e saiba mais!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/06/banner-live-graos.jpg" alt="Live Plano da Safra Lucrativa" width="1740" height="904" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/06/banner-live-graos.jpg 1740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/06/banner-live-graos-300x156.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/06/banner-live-graos-1024x532.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/06/banner-live-graos-768x399.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/06/banner-live-graos-1536x798.jpg 1536w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/06/banner-live-graos-370x192.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/06/banner-live-graos-270x140.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/06/banner-live-graos-740x384.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/06/banner-live-graos-150x78.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1740px) 100vw, 1740px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Principais estratégias para o controle das doenças do feijoeiro</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/principais-doencas-do-feijoeiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Mar 2021 13:30:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
		<category><![CDATA[feijão]]></category>
		<category><![CDATA[feijoeiro]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Rehagro em parceria com o 3RLab realizou a transmissão de um webinar sobre “Estratégias para o controle das principais doenças do feijoeiro”. O tema foi extremamente relevante para os profissionais que atuam na área de grãos e você pode assistir gratuitamente. Para falar sobre o assunto, contamos com um profissional renomado, Pedro Lima, Engenheiro [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rehagro em parceria com o 3RLab realizou a transmissão de um webinar sobre “<strong>Estratégias para o controle das principais doenças do feijoeiro</strong>”.</p>
<p>O tema foi extremamente relevante para os profissionais que atuam na área de grãos e você pode assistir gratuitamente.</p>
<p>Para falar sobre o assunto, contamos com um profissional renomado, Pedro Lima, Engenheiro Agrônomo SOMA Consultoria.</p>
<p>Veja alguns dos tópicos abordados no webinar:</p>
<ul>
<li>Uso de produtos químicos nas estratégias de controle do mofo branco no feijão;</li>
<li>Importância do manejo adequado da palhada e a irrigação controlada para reduzir a incidência do mofo branco;</li>
<li>Condições climáticas ideais para a propagação do mofo branco;</li>
<li>Manejo do mofo branco por meio do controle biológico com <em>bacillus subtilis </em>e<em> bacillus pumilus</em>;</li>
<li>Prevenção com medidas como tratamento de sementes, aplicação de fungicidas e monitoramento constante da cultura.</li>
</ul>
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		<title>E-book Braquiária na entrelinha do cafeeiro</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/case-de-sucesso-brachiaria-na-entrelinha-do-cafeeiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Mar 2021 12:52:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[braquiária]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[cafeeiro]]></category>
		<category><![CDATA[cultivo]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já ouviu falar da utilização da braquiária na entrelinha do café? Sabe para que ela serve? Muito empregada pelos produtores, ela é uma estratégia que traz inúmeros benefícios para cafeeiros em formação e lavouras em produção, como a manutenção da umidade do solo, diminuição na utilização de herbicidas e no controle de plantas daninhas. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já ouviu falar da utilização da braquiária na entrelinha do café? Sabe para que ela serve?</p>
<p>Muito empregada pelos produtores, ela é uma estratégia que <strong>traz inúmeros benefícios para cafeeiros em formação e lavouras em produção</strong>, como a manutenção da umidade do solo, diminuição na utilização de herbicidas e no controle de plantas daninhas.</p>
<p>No entanto, atenção!</p>
<p>Muitos produtores erram na <strong>escolha da cultivar</strong> mais apropriada e em seu manejo.</p>
<p>Neste e-book, você verá dicas importantes para acertar todos os pontos nessa técnica, beneficiar sua lavoura e alcançar resultados fantásticos.</p>
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<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-braquiaria-entrelinha-cafeeiro?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=ebook-brachiaria&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39671 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-brachiaria-entrelinha.png" alt="E-book Brachiaria na entrelinha" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-brachiaria-entrelinha.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-brachiaria-entrelinha-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-brachiaria-entrelinha-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-brachiaria-entrelinha-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-brachiaria-entrelinha-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-brachiaria-entrelinha-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-brachiaria-entrelinha-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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		<item>
		<title>Irrigação na cultura de café: como manejar para uniformização da florada?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/irrigacao-na-cultura-de-cafe/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2020 18:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[colheita]]></category>
		<category><![CDATA[cultura do café]]></category>
		<category><![CDATA[irrigação]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
		<category><![CDATA[monitoramento hídrico]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Rehagro, em parceria com o 3RLab, realizou a transmissão de um Webinar sobre irrigação na cultura de café de forma totalmente gratuita! O palestrante foi Alexandre Mudrik, mestre em recursos hídricos com 15 anos de experiência em gestão de irrigação. Durante a transmissão, Mudrik discutiu sobre a viabilidade econômica do negócio e sobre o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rehagro, em parceria com o 3RLab, realizou a transmissão de um Webinar sobre <strong>irrigação na cultura de café </strong>de forma totalmente gratuita!</p>
<p>O palestrante foi Alexandre Mudrik, mestre em recursos hídricos com 15 anos de experiência em gestão de irrigação. Durante a transmissão, Mudrik discutiu sobre a viabilidade econômica do negócio e sobre o manejo da uniformização da florada.</p>
<p>O tema ainda é extremamente relevante no ramo e diversos profissionais buscam aumentar seus conhecimentos sobre o assunto.</p>
<p>Se você é um deles, não perca a chance de assistir ao vídeo!</p>
<p>Se tiver dúvidas ou ressalvas, deixe seu comentário registrado. Nossa equipe técnica irá respondê-lo.</p>
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<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/irrigacao-na-cultura-do-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=pagina-webinar-irrigacao" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27220 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/banner-webinar-irrigacao.jpg" alt="Webinar Irrigação na cultura do café" width="1290" height="329" /></a></p>
<h2>Destaque-se na Cafeicultura!</h2>
<p>Conheça o <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=webinar-irrigacao" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong>.</p>
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<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/irrigacao-na-cultura-de-cafe/">Irrigação na cultura de café: como manejar para uniformização da florada?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<item>
		<title>Cultura do cafeeiro: principais aspectos do manejo</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/manejo-da-cultura-do-cafe-principais-aspectos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jul 2019 17:50:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[cafeeiro]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você acha que o ditado “Você colhe o que planta” é verdadeiro? Se fosse para opinar, de olho aqui no café, eu diria que sim: safras lucrativas sempre nascem de um plantio bem realizado.  Entretanto, a escolha certa da cultivar, um bom preparo de solo e uma implantação adequada são só o começo.  Na cultura [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você acha que o ditado “Você colhe o que planta” é verdadeiro?</p>
<p>Se fosse para opinar, de olho aqui no café, eu diria que sim: safras lucrativas sempre nascem de um plantio bem realizado. </p>
<p>Entretanto, a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cultivares-de-cafe-qual-escolher/" target="_blank" rel="noopener">escolha certa da cultivar</a></strong>, um bom preparo de solo e uma <strong>implantação adequada</strong> são só o começo. </p>
<p>Na cultura do café, os resultados colhidos serão sempre proporcionais à extensão dos cuidados que você teve ao longo do ano agrícola.</p>
<p>Quanto mais caprichado for o manejo, mais vigor a lavoura terá e, assim, poderá oferecer o melhor de si em forma de produtividade e qualidade.  </p>
<p>Veja aqui as principais dicas das etapas desse manejo para você! </p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>Correção do solo: calagem</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A <strong>calagem</strong> corrige a acidez do solo, um dos fatores que podem limitar a produtividade do cafeeiro. Assim, essa prática proporciona um aumento na disponibilidade de <a href="https://rehagro.com.br/blog/nutrientes-para-o-cafeeiro/" target="_blank" rel="noopener"><strong>nutrientes</strong></a>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, o calcário fornece cálcio (Ca) e magnésio (Mg), sendo que o teor deste último no solo é uma característica importante na escolha do calcário utilizado. </span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/calendario-agricola-cafeicultor?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=calendario-cafe&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39670 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura.png" alt="Calendário agrícola do café" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Adubação da cultura do café</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para a adubação de lavouras em produção, os nutrientes, nitrogênio (N) e potássio (K), demandados em maiores quantidades, devem ser parcelados em 3 ou 4 vezes. </span></p>
<h3>Nitrogênio</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/nitrogenio-na-cultura-do-cafe/" target="_blank" rel="noopener">adubação nitrogenada</a></strong>, deve-se considerar 2,6 kg de nitrogênio por saca de café na carga pendente + 3,6 kg de nitrogênio por saca para a safra futura. </span></p>
<h3>Potássio</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para a adubação com <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/potassio-na-cultura-do-cafe/" target="_blank" rel="noopener">potássio</a></strong> considerar 3 kg de potássio por saca para produção + 2,9 kg de potássio por saca para vegetação. Trabalha-se com cerca de 0,3 a 0,35 cmolc/dm3 de potássio. </span></p>
<h3>Fósforo</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fosfatagem-no-cafeeiro/" target="_blank" rel="noopener">fósforo</a></strong>, considerando o extrator Mehlich, trabalha-se com um mínimo de 15 mg/dm3, sendo o um ideal 25 mg/dm3.</span></p>
<p><strong>Atenção!</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante estar atento ao equilíbrio dos nutrientes cálcio, magnésio e potássio (Ca: Mg: K), sendo de 9:3:1 ou 25:5:1, o que muitas vezes não é atingido devido ao uso exagerado da adubação potássica associada ao fornecimento deficiente de magnésio. </span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-28254 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="900" height="250" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg 900w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-300x83.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-768x213.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-370x103.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-270x75.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-740x206.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-150x42.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a></p>
<h2>Manejo de pragas</h2>
<h3>Bicho Mineiro</h3>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bicho-mineiro-nao-perca-o-controle/" target="_blank" rel="noopener">bicho mineiro (<i>Leucoptera coffeella</i>)</a></strong> é uma das principais pragas do cafeeiro no Brasil. Nesse sentido, quando há perda de controle dessa praga, ocorre uma alta desfolha, causando uma grande perda de produtividade. Essa praga recebe esse nome por causar lesões e deixar um vazio entre as duas epidermes, as populares “minas”. O bicho mineiro é favorecido por períodos de seca e estiagem prolongada.</p>
<h3>Broca do Café</h3>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/broca-do-cafe/" target="_blank" rel="noopener">broca do café (<i>hypothenemus hampei</i>)</a></strong> é a segunda praga mais importante em cafeeiro arábica no Brasil. Os danos são causados pelas larvas que se alimentam dos grãos de café, acarretando depreciação do tipo do café e perda de peso. Além disso, esses orifícios causados pela broca podem servir de porta de entrada para patógenos, podendo causar fermentações indesejáveis, afetando a qualidade. </p>
<h2>Manejo de doenças</h2>
<h3>Ferrugem</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A <a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-da-ferrugem-do-cafeeiro/" target="_blank" rel="noopener"><strong>ferrugem do cafeeiro</strong></a>, cujo agente causal é o fungo </span><i><span style="font-weight: 400;">Hemileia vastatrix,</span></i><span style="font-weight: 400;"> é considerada a doença mais importante na cultura do café, uma vez que pode causar uma intensa desfolha precoce, afetando a safra atual e até mesmo a safra seguinte. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Condições de alta umidade, ambientes sombreados, lavoura adensada e alta carga pendente favorecem a doença.</span></p>
<h3>Cercosporiose</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Mancha de olho pardo ou <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cercosporiose-no-cafe/" target="_blank" rel="noopener">Cercosporiose</a></strong> é uma doença causada pelo fungo </span><i><span style="font-weight: 400;">Cercospora coffeicola</span></i><span style="font-weight: 400;"> BerK. &amp; Cooke, que invade e mata as células, nutrindo-se delas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Afeta o crescimento e desenvolvimento das plantas e também tem impacto em lavouras adultas, causando desfolha intensa. </span></p>
<p><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/principais-doencas-do-cafe-como-identifica-las/" target="_blank" rel="noopener">Outras doenças</a></strong><span style="font-weight: 400;"> também podem acometer o cafeeiro, como a Mancha-de-Phoma, causada pelo agente etiológico </span><i><span style="font-weight: 400;">Phoma tarda</span></i><span style="font-weight: 400;">, e a Mancha Aureolada, causada pela bactéria </span><i><span style="font-weight: 400;">Pseudomonas Syringae</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2>Manejo de plantas daninhas</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">As plantas daninhas competem com o cafeeiro por água, luz e nutrientes, causando perdas na produtividade. Nesse sentido, o manejo com a utilização da <a href="https://rehagro.com.br/blog/braquiaria-na-entrelinha-do-cafeeiro/" target="_blank" rel="noopener"><strong>braquiária na entrelinha</strong></a> do cafeeiro torna-se uma ótima ferramenta para manejar as plantas invasoras.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22513 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/07/manejo-cafeeiro.jpg" alt="Lavoura de café adulta com braquiária na entrelinha" width="740" height="415" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/07/manejo-cafeeiro.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/07/manejo-cafeeiro-300x168.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/07/manejo-cafeeiro-370x208.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/07/manejo-cafeeiro-270x151.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/07/manejo-cafeeiro-150x84.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px" /></p>
<!-- /wp:post-content -->

<!-- wp:image -->
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Lavoura de café adulta com braquiária na entrelinha (Foto: Diego Baquião)</span></p>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400;">É importante que se mantenha uma distância de 1 metro de cada lado da linha do cafeeiro, para não haver competição. Antes que o florescimento aconteça, essa braquiária é roçada e sua biomassa é colocada na projeção da saia do café, atuando na proteção do solo e retenção de umidade. </span></p>
<h2>Poda do cafeeiro</h2>
<p>Conhecer o <a href="https://rehagro.com.br/blog/tipos-de-poda-e-quando-recomendar/" target="_blank" rel="noopener"><strong>tipo de poda</strong></a> recomendada à cultura do café, de acordo com as condições da lavoura, é um aspecto muito importante. Os principais tipos são: </p>
<ul>
<li>Recepa;</li>
<li>Esqueletamento;</li>
<li>Decote.</li>
</ul>
<p>Em relação à época de realização, ela deve ser feita logo após a colheita, para que a planta tenha mais tempo de se recuperar e, dessa forma, não comprometer os resultados de produção das safras seguintes. </p>
<p>Lembre-se!</p>
<p>Cada etapa do manejo é como um tijolo na construção de safras de sucesso.</p>
<p>Não se esqueça de que quanto mais bem feita essa construção, mais sólidos serão seus resultados em termos de produtividade e qualidade.<span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<h2>Aprimore o manejo e aumente a eficiência da sua cafeicultura</h2>
<p>O sucesso na cultura do cafeeiro depende da adoção de práticas de manejo eficientes, capazes de equilibrar nutrição, sanidade, irrigação e colheita. Mais do que aplicar técnicas isoladas, é essencial integrar cada decisão a uma gestão estratégica que garanta produtividade e rentabilidade de forma sustentável.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende a organizar melhor sua produção, reduzir custos, tomar decisões mais assertivas e conduzir a lavoura com foco em qualidade, eficiência e lucro.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18459 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg" alt="Larissa Cocato - Coordenadora de Ensino Café" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p><p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-da-cultura-do-cafe-principais-aspectos/">Cultura do cafeeiro: principais aspectos do manejo</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Polinização do milho: fatores que afetam essa etapa</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/polinizacao-do-milho/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/polinizacao-do-milho/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Mar 2019 17:19:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[planta]]></category>
		<category><![CDATA[plantação]]></category>
		<category><![CDATA[plantas]]></category>
		<category><![CDATA[plantio]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em toda atividade agrícola, em especial a de grãos, o foco é produzir cada vez mais. Assim, entender os processos que tornam isso possível, é de extrema importância. É o caso da polinização. Se seu foco é a produtividade, você precisa se atentar em como os frutos (grãos) se formarão. Você sabia que a polinização [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/polinizacao-do-milho/">Polinização do milho: fatores que afetam essa etapa</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em toda atividade agrícola, em especial a de grãos, o foco é produzir cada vez mais. Assim, entender os processos que tornam isso possível, é de extrema importância. É o caso da <strong>polinização</strong>. Se seu foco é a produtividade, você precisa se atentar em como os frutos (grãos) se formarão.</p>
<p>Você sabia que <strong>a polinização é uma etapa crucial </strong>durante o ciclo do milho? Por isso, neste artigo foram reunidos alguns pontos importantes para a compreensão mais completa e abrangente sobre a fase deste ciclo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Aspectos genéticos relacionados à polinização</h2>
<p>Antes de entrar, propriamente no assunto da polinização, é preciso conhecer um pouco sobre aspectos genéticos, pois estão intimamente relacionados à polinização.</p>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/origem-do-milho-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">milho tem origem</a></strong> nas Américas, é uma planta do tipo monóica, ou seja, possui os dois sexos separados na mesma planta, no entanto, é de espécie alógama, o que significa que sua polinização ocorre, predominantemente, por cruzamento (95%) e ao acaso. Em resumo, isso faz com que ocorra troca de genes entre os próprios indivíduos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11821" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-1.jpg" alt="Processo de Polinização do Milho" width="500" height="385" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-1.jpg 1139w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-1-300x231.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-1-1024x788.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-1-768x591.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-1-370x285.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-1-270x208.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-1-740x570.jpg 740w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Do ponto de vista genético, a troca de genes faz com que os descendentes (grãos colhidos) tenham menor expressão do potencial produtivo quando cultivados. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na prática, isso significa que quando o produtor adquire uma semente de um milho híbrido, com elevado potencial produtivo, ele fará seu cultivo, mas após realizar a colheita e separar parte dos grãos para plantar na próxima safra, ele não observará a mesma expressão genética da safra anterior.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso ocorre porque o cruzamento entre estes indivíduos, considerados aparentados, faz com que aumente os locus em homozigose, que nada mais é do que o aumento da existência de genes deletérios ou com baixa expressão gênica. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em resumo, se seu objetivo é manter a alta produção, não se deve plantar as sementes advindas de uma safra anterior desses híbridos, pois essas plantas são aparentadas e o cruzamento, portanto, reduz a população.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sendo assim, sempre que for iniciar um cultivo, será preciso adquirir um novo lote focando na </span><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-sementes-de-soja-e-milho/" target="_blank" rel="noopener">qualidade das sementes</a></strong><span style="font-weight: 400;"> híbridas, para assim, permitir com que se alcance boas produtividades a cada safra.</span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-producao-milho?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-producao-milho&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39619 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png" alt="E-book Produção de milho no Brasil" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Fatores que afetam a polinização do milho</h2>
<p>Entendendo algumas características genéticas da planta de milho, é preciso compreender<strong> quais são os fatores externos que podem influenciar na sua polinização</strong>:</p>
<ul>
<li>Ao entrar no período de florescimento, as plantas de milho emitem as inflorescências, que são a <strong>masculina – pendão</strong> (Figura 1) e <strong>feminina – espiga</strong> (Figura 2).</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11822 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-2-e1646674328589.jpg" alt="Inflorenscências Pendão e Espiga" width="370" height="229" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-2-e1646674328589.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-2-e1646674328589-300x186.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-2-e1646674328589-270x167.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /></p>
<ul>
<li><strong>Pendão:</strong> órgão responsável pela produção e liberação dos grãos de pólen do milho.</li>
<li><strong>Dispersão:</strong> é por meio dele que ocorre a principal forma de dispersão, que é através do vento, que acaba carregando os grãos de pólen até uma distância de 500 metros sem que sua viabilidade seja afetada.</li>
<li><strong>Considerações:</strong> a dispersão pode durar de 5 a 8 dias, os quais, permanecem viáveis por até 24 horas após sua liberação, podendo variar de acordo com as condições ambientais.</li>
<li><strong>Estilo-estigma:</strong> popularmente chamado de “cabelo” do milho, é o responsável por levar o grão de pólen até o óvulo do milho.</li>
<li><strong>Dispersão:</strong> após a dispersão do pólen, o mesmo cai nesse estilo-estigma, dando início ao processo de fecundação dos óvulos.</li>
<li><strong>Considerações:</strong> condições adequadas para que o estilo-estigma permaneça viável: Temperaturas entre 16º C e 35ºC; Umidade relativa superior a 65%.</li>
<li><strong>Curiosidade:</strong> cada “cabelo” do milho corresponde a um óvulo que, quando fecundado, formará um grão. É importante ressaltar que cada espiga pode produzir de 500 a 1000 óvulos.</li>
<li><strong>Alerta:</strong> condições ambientais como tempo seco, neste período, faz com que o estilo-estigma perca umidade e isso resultará em baixa germinação do tubo polínico e consequentemente, baixa fecundação do óvulo e assim, não formará grãos causando falhas na espiga.</li>
</ul>
<p>O milho tem grande contribuição no cenário econômico, pois vai desde a alimentação animal até a indústria de alta tecnologia. Cerca de 70% do uso dos grãos de milho do mundo são destinados à alimentação animal, e em algumas regiões ele é o ingrediente básico para alimentação humana.</p>
<h3>Lagarta-da-espiga (<i>Helicoverpa zea</i>)</h3>
<p>Durante este período de emissão da espiga e do “cabelo” do milho, deve-se <strong>atentar à presença da lagarta-da-espiga</strong>, <strong>pois esta pode comprometer a produtividade da lavoura</strong>, fique atento.</p>
<p>Esta praga se alimenta, preferencialmente, do “cabelo” do milho, podendo comprometer diretamente a fertilização dos óvulos e assim, causar falhas na formação de grãos. Além disso, quando os cabelos do milho já estão secos, a lagarta passa a atacar os grãos, reduzindo a produção esperada e podendo ainda facilitar a entrada de microrganismos na espiga.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11823" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-3.jpg" alt="Lagarta-da-espiga" width="400" height="284" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-3.jpg 353w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-3-300x213.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-3-270x192.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></p>
<h4>Manejo da lagarta-da-espiga</h4>
<p><span style="font-weight: 400;">O controle químico tem sido pouco utilizado como forma de manejo desta praga, em razão da dificuldade de aplicação. Portanto, pode-se adotar o controle biológico, através da liberação de inimigos naturais, como o </span><i><span style="font-weight: 400;">Trichograma</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora que você já sabe a importância da polinização e os entraves que podem acabar afetando esse processo, também é importante assegurar o pleno desenvolvimento da cultura, e isso pode ser impedido por </span><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/uso-de-sensores-para-controle-de-plantas-daninhas/" target="_blank" rel="noopener">plantas daninhas</a></strong><span style="font-weight: 400;"> e pragas, como o </span><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/percevejos-na-producao-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">percevejo</a></strong><span style="font-weight: 400;">, que causam danos, principalmente na fase inicial.</span></p>
<h2>O planejamento da sua safra pode aumentar o resultado financeiro em até 5 vezes</h2>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Manejo sanitário de bovinos de leite: como prevenir doenças no rebanho</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/manejo-sanitario-de-bovinos-de-leite/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Mar 2019 14:51:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos leiteiros]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
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		<category><![CDATA[vacas]]></category>
		<category><![CDATA[vacas leiteiras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A saúde do rebanho exerce influência direta sobre a produtividade, o bem-estar dos animais e os resultados econômicos das fazendas leiteiras. Entretanto, um bom manejo sanitário não deve começar apenas quando uma doença aparece. A prevenção, o monitoramento dos animais e o planejamento das ações são fundamentais para reduzir riscos e evitar prejuízos. Vacinação, controle [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A saúde do rebanho exerce influência direta sobre a produtividade, o bem-estar dos animais e os resultados econômicos das fazendas leiteiras.</p>
<p>Entretanto,<strong> um bom manejo sanitário não deve começar apenas quando uma doença aparece</strong>. A prevenção, o monitoramento dos animais e o planejamento das ações são fundamentais para reduzir riscos e evitar prejuízos.</p>
<p>Vacinação, controle de parasitas, biossegurança, higiene das instalações, acompanhamento dos animais e registro das informações fazem parte de uma estratégia sanitária eficiente.</p>
<p>Neste artigo, você entenderá o que é manejo sanitário de bovinos de leite, quais são suas principais práticas e como estruturar ações para prevenir doenças e melhorar a saúde do rebanho.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O que é manejo sanitário de bovinos de leite?</h2>
<p>O manejo sanitário é o <strong>conjunto de práticas utilizadas para prevenir, identificar e controlar problemas de saúde no rebanho</strong>. Ele envolve ações como vacinação, controle de parasitas, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/biosseguridade-na-pecuaria-leiteira/">biosseguridade</a></strong>, higiene das instalações, monitoramento dos animais, diagnóstico, tratamento e registro das informações sanitárias.</p>
<p>O objetivo é reduzir a ocorrência e a disseminação de doenças, melhorar o bem-estar dos animais e diminuir os impactos produtivos e econômicos dos problemas sanitários.</p>
<p>Para isso, as diferentes ações precisam funcionar de maneira integrada.</p>
<p>Não adianta, por exemplo, manter um calendário de vacinação e negligenciar a entrada de animais na propriedade. Da mesma forma, realizar tratamentos sem acompanhar os resultados dificulta a identificação das causas dos problemas.</p>
<p>Por isso, um programa sanitário eficiente deve combinar prevenção, monitoramento e tomada de decisão.</p>
<h2>Por que o manejo sanitário é importante?</h2>
<p>Problemas sanitários podem provocar impactos que vão muito além dos custos com medicamentos. Animais doentes podem apresentar <strong>redução do consumo de alimentos, queda na produção de leite, pior desempenho reprodutivo e maior risco de descarte</strong>.</p>
<p>Além disso, algumas doenças podem se disseminar pelo rebanho e aumentar os prejuízos da propriedade.</p>
<p>Entre as possíveis consequências de falhas no manejo sanitário estão:</p>
<ul>
<li>Redução da produção;</li>
<li>Aumento dos custos com tratamentos;</li>
<li>Piora dos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/indicadores-zootecnicos/">indicadores reprodutivos</a></strong>;</li>
<li>Aumento da mortalidade;</li>
<li>Maior descarte involuntário;</li>
<li>Comprometimento do bem-estar animal.</li>
</ul>
<p>Por isso, a prevenção e a identificação precoce dos problemas são fundamentais.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-43761 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="330" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-300x101.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-768x259.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-370x125.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-270x91.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-740x249.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Quais são os pilares do manejo sanitário?</h2>
<p>Um programa sanitário eficiente deve<strong> considerar diferentes áreas da propriedade</strong>.</p>
<p>Entre os principais pilares estão:</p>
<ul>
<li>Planejamento sanitário;</li>
<li>Vacinação;</li>
<li>Controle de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/parasitas-em-bovinos/">parasitas</a></strong>;</li>
<li>Biosseguridade;</li>
<li>Higiene das instalações e equipamentos;</li>
<li>Monitoramento dos animais;</li>
<li>Diagnóstico e tratamento;</li>
<li>Registro e análise das informações.</li>
</ul>
<p>Essas ações devem ser adaptadas à realidade de cada fazenda.</p>
<p>O histórico de doenças, as categorias animais, o sistema de produção, as condições ambientais e os principais riscos sanitários precisam ser considerados na definição dos protocolos.</p>
<h2>Como fazer o planejamento sanitário do rebanho?</h2>
<p>O <strong>planejamento é uma das etapas mais importantes do manejo sanitário</strong>. Sem ele, a propriedade tende a agir apenas quando os problemas aparecem.</p>
<p>O primeiro passo é conhecer a situação atual do rebanho.</p>
<p>Quais doenças ocorrem com maior frequência? Quais categorias apresentam mais problemas? Quantos animais são tratados? Quais são as principais causas de mortalidade e descarte? Os tratamentos estão apresentando os resultados esperados?</p>
<p>Responder a essas perguntas ajuda a identificar os principais desafios sanitários. A partir desse diagnóstico, é possível definir prioridades e estabelecer protocolos.</p>
<p>O planejamento deve considerar:</p>
<ul>
<li>Histórico sanitário;</li>
<li>Doenças mais frequentes;</li>
<li>Categorias animais;</li>
<li>Calendário de vacinação;</li>
<li>Estratégias de controle parasitário;</li>
<li>Protocolos de biossegurança;</li>
<li>Procedimentos de diagnóstico e tratamento;</li>
<li>Indicadores sanitários.</li>
</ul>
<p>Mais importante do que criar um documento complexo é estabelecer práticas claras, que possam ser executadas pela equipe e acompanhadas ao longo do tempo.</p>
<h2>Como deve ser feito o calendário sanitário?</h2>
<p>O calendário sanitário organiza as <strong>principais ações preventivas realizadas durante o ano</strong>.</p>
<p>Ele pode incluir vacinações, exames, controle de parasitas e outros procedimentos necessários para cada categoria animal.</p>
<p>Entretanto, não existe um calendário único que possa ser utilizado por todas as propriedades.</p>
<p>Sua definição deve considerar fatores como:</p>
<ul>
<li>Legislação sanitária;</li>
<li>Localização da fazenda;</li>
<li>Doenças presentes na região;</li>
<li>Histórico do rebanho;</li>
<li>Categorias animais;</li>
<li>Sistema de produção.</li>
</ul>
<p>Além de definir quando os procedimentos serão realizados, é importante registrar sua execução.</p>
<p>Dessa forma, a propriedade consegue acompanhar quais animais foram manejados e reduzir o risco de falhas nos protocolos.</p>
<h2>Qual é a importância da vacinação?</h2>
<p>A <strong>vacinação é uma das principais ferramentas utilizadas para prevenir doenças no rebanho</strong>. Um programa adequado deve considerar as exigências sanitárias, os riscos presentes na região e o histórico da propriedade.</p>
<p>Entretanto, os resultados não dependem apenas da escolha das vacinas. O armazenamento, o transporte, a conservação e a aplicação também influenciam a eficiência do programa.</p>
<p>Entre os principais cuidados estão:</p>
<ul>
<li>Conservar as vacinas nas condições recomendadas;</li>
<li>Respeitar as doses e vias de aplicação;</li>
<li>Utilizar equipamentos adequados;</li>
<li>Manter registros;</li>
<li>Seguir os protocolos estabelecidos.</li>
</ul>
<p>A vacinação deve fazer parte de uma estratégia sanitária mais ampla e não ser tratada como uma ação isolada.</p>
<h2>Como fazer o controle de parasitas em bovinos leiteiros?</h2>
<p>Parasitas internos e externos podem comprometer a saúde e o desempenho dos animais. <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/carrapatos-em-bovinos-leiteiros/">Carrapatos</a></strong>, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/moscas-como-controlar-e-evitar-perdas-nas-fazendas/">moscas</a></strong>, vermes e outros parasitas podem provocar perdas produtivas e favorecer diferentes problemas sanitários.</p>
<p>Entretanto, <strong>o controle não deve se resumir à aplicação frequente de medicamentos</strong>, é necessário considerar quais parasitas estão presentes, o nível de infestação, as categorias mais afetadas e os resultados dos tratamentos anteriores.</p>
<p>O uso indiscriminado de antiparasitários pode favorecer problemas de resistência e reduzir a eficiência das estratégias ao longo do tempo.</p>
<p>Por isso, o controle deve ser planejado, acompanhado e ajustado conforme a realidade da propriedade.</p>
<h2>O que é biossegurança e por que ela é importante?</h2>
<p>A biossegurança reúne<strong> práticas utilizadas para reduzir a entrada e a disseminação de agentes causadores de doenças</strong>.</p>
<p>Um dos principais riscos ocorre na introdução de animais.</p>
<p>Antes de incorporar novos bovinos ao rebanho, é importante conhecer sua origem e situação sanitária e adotar os procedimentos necessários de avaliação e acompanhamento.</p>
<p>Outras medidas de biossegurança incluem:</p>
<ul>
<li>Controlar a entrada de pessoas e veículos;</li>
<li>Higienizar equipamentos;</li>
<li>Evitar o compartilhamento inadequado de materiais;</li>
<li>Utilizar corretamente agulhas e seringas;</li>
<li>Separar animais doentes quando necessário;</li>
<li>Descartar adequadamente materiais contaminados.</li>
</ul>
<p>Os protocolos devem ser definidos de acordo com os riscos existentes na propriedade.</p>
<h2>Como a higiene das instalações ajuda a prevenir doenças?</h2>
<p>As condições das instalações influenciam diretamente a saúde dos animais. O acúmulo de matéria orgânica, a umidade excessiva e a limpeza inadequada de equipamentos podem favorecer a presença e a disseminação de agentes causadores de doenças.</p>
<p>Por isso, é importante <strong>manter rotinas adequadas de higiene</strong>.</p>
<p>Entre os principais pontos de atenção estão:</p>
<ul>
<li>Bebedouros;</li>
<li>Cochos;</li>
<li>Instalações de bezerras;</li>
<li>Camas;</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/boas-praticas-de-ordenha/">Equipamentos de ordenha</a></strong>;</li>
<li>Áreas de circulação;</li>
<li>Locais de armazenamento de alimentos.</li>
</ul>
<p>Os protocolos devem ser adaptados às características de cada ambiente. Mais importante do que realizar limpezas esporádicas é manter uma rotina consistente.</p>
<h2>Como monitorar a saúde do rebanho?</h2>
<p>O <strong>monitoramento diário permite identificar alterações antes que os problemas se tornem mais graves</strong>.</p>
<p>Mudanças no comportamento, consumo de alimentos, produção de leite e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-vacas-leiteiras/">condição corporal</a></strong> podem indicar que algo não está funcionando adequadamente.</p>
<p>A equipe deve estar preparada para observar sinais como:</p>
<ul>
<li>Redução do consumo;</li>
<li>Alterações no comportamento;</li>
<li>Queda na produção;</li>
<li>Dificuldades de locomoção;</li>
<li>Mudanças nas <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-fezes-de-vacas-leiteiras/">fezes</a></strong>;</li>
<li>Alterações respiratórias;</li>
<li>Sinais de dor ou desconforto.</li>
</ul>
<p>Quanto mais cedo um problema é identificado, maiores são as possibilidades de investigação e intervenção.</p>
<p>Entretanto, a observação dos animais deve ser complementada pela análise dos dados.</p>
<h2>Quais são os principais problemas sanitários em bovinos de leite?</h2>
<p>Diversos problemas podem comprometer a saúde e o desempenho do rebanho.</p>
<p>Entre os mais relevantes estão as doenças da glândula mamária, os problemas sanitários de bezerras, as doenças metabólicas, os distúrbios de casco, as doenças reprodutivas e as parasitoses.</p>
<h3>Mastite</h3>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-mastite-bovina-e-quais-seus-impactos/">mastite</a></strong> é um dos principais desafios sanitários da pecuária leiteira. Além de comprometer a saúde da glândula mamária, pode provocar redução da produção e alterações na qualidade do leite.</p>
<p>Seu controle depende de fatores como higiene, rotina de ordenha, monitoramento e identificação dos agentes causadores.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-prevencao-controle-mastite-bovina?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-mastite&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39652 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png" alt="E-book Prevenção e controle da mastite bovina" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Doenças de bezerras</h3>
<p>As <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/doencas-comuns-em-bezerros/">primeiras fases da vida</a></strong> exigem atenção especial. Diarreias e doenças respiratórias estão entre os principais problemas sanitários dessa categoria.</p>
<p>O fornecimento adequado de colostro, a higiene das instalações, a alimentação e o monitoramento dos animais exercem papel fundamental na prevenção.</p>
<h3>Doenças metabólicas</h3>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/periodo-de-transicao-em-vacas-leiteiras/">período de transição</a></strong> é uma fase de grande desafio para as vacas leiteiras. Problemas como hipocalcemia e esteatose hepática podem comprometer a saúde, a produção e o desempenho reprodutivo.</p>
<p>Por isso, o manejo nutricional e o acompanhamento dos animais antes e depois do parto são essenciais.</p>
<h3>Problemas de casco</h3>
<p>Alterações nos cascos podem comprometer a locomoção, o consumo de alimentos, o bem-estar e a produtividade.</p>
<p>O monitoramento da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-claudicacao/">claudicação</a></strong>, as condições das instalações e o manejo preventivo ajudam a reduzir a ocorrência e a gravidade dos problemas.</p>
<h3>Parasitoses</h3>
<p>Parasitas internos e externos podem provocar perdas produtivas e comprometer a saúde dos animais.</p>
<p>O controle deve ser baseado no conhecimento dos problemas presentes na propriedade e na avaliação da eficiência das estratégias utilizadas.</p>
<h2>Quais são os principais erros no manejo sanitário?</h2>
<p>Mesmo propriedades que realizam diferentes procedimentos sanitários podem apresentar falhas na estratégia.</p>
<p>Entre os principais erros estão:</p>
<ul>
<li>Agir apenas quando os animais adoecem;</li>
<li>Não conhecer os principais problemas do rebanho;</li>
<li>Não manter um calendário sanitário;</li>
<li>Utilizar medicamentos sem diagnóstico adequado;</li>
<li>Negligenciar a biossegurança;</li>
<li>Não acompanhar a eficácia dos tratamentos;</li>
<li>Não registrar as ocorrências;</li>
<li>Utilizar dados incompletos;</li>
<li>Não avaliar os resultados das ações realizadas.</li>
</ul>
<p>Um programa sanitário eficiente precisa ser continuamente acompanhado e ajustado.</p>
<h2>Manejo sanitário eficiente depende de prevenção e acompanhamento</h2>
<p>Um bom manejo sanitário não se resume à vacinação ou ao tratamento dos animais doentes.</p>
<p>Ele depende da <strong>capacidade da propriedade de identificar riscos, prevenir problemas, monitorar o rebanho e utilizar as informações para tomar decisões</strong>.</p>
<p>Vacinação, controle de parasitas, biossegurança, higiene, diagnóstico, tratamento e registros devem fazer parte de uma estratégia integrada.</p>
<p>Quando essas práticas são <strong>planejadas e acompanhadas continuamente</strong>, torna-se possível identificar problemas mais rapidamente, avaliar a eficiência das ações e melhorar a saúde do rebanho.</p>
<p>Mais do que reagir às doenças, o objetivo do manejo sanitário deve ser criar condições para reduzir sua ocorrência e seus impactos sobre os animais e os resultados da propriedade.</p>
<h2>Perguntas frequentes sobre manejo sanitário de bovinos de leite</h2>
<h3>O que é manejo sanitário de bovinos de leite?</h3>
<p>É o conjunto de práticas utilizadas para prevenir, identificar e controlar problemas de saúde no rebanho.</p>
<h3>Quais são as principais práticas do manejo sanitário?</h3>
<p>Planejamento, vacinação, controle de parasitas, biossegurança, higiene, monitoramento, diagnóstico, tratamento e registro das informações estão entre as principais práticas.</p>
<h3>Por que o manejo sanitário é importante?</h3>
<p>Porque ajuda a prevenir doenças, reduzir perdas produtivas e econômicas e melhorar a saúde e o bem-estar dos animais.</p>
<h3>Como fazer um calendário sanitário para bovinos?</h3>
<p>O calendário deve considerar as categorias animais, o histórico da propriedade, as doenças presentes na região, a legislação e as recomendações técnicas.</p>
<h3>Como melhorar o manejo sanitário da fazenda?</h3>
<p>O primeiro passo é identificar os principais problemas do rebanho. Depois, é necessário estabelecer protocolos, treinar a equipe, registrar as informações e acompanhar os resultados.</p>
<h2>Eleve o nível do manejo sanitário e aumente a produtividade da sua fazenda</h2>
<p>A saúde do rebanho é a base para qualquer sistema leiteiro de alto desempenho.</p>
<p>No <span style="font-weight: 400;"><strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong></span> do Rehagro, você aprende práticas de manejo sanitário alinhadas à nutrição, reprodução, gestão de pastagens e finanças, garantindo mais eficiência e lucratividade para o seu negócio.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-43761 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="330" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-300x101.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-768x259.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-370x125.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-270x91.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-740x249.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Leite Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-sanitario-de-bovinos-de-leite/">Manejo sanitário de bovinos de leite: como prevenir doenças no rebanho</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Buva no cafeeiro: como realizar o manejo dessa planta daninha?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Oct 2018 19:15:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[braquiária]]></category>
		<category><![CDATA[buva]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[cafeeiro]]></category>
		<category><![CDATA[herbicidas]]></category>
		<category><![CDATA[inseticidas]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
		<category><![CDATA[plantas]]></category>
		<category><![CDATA[plantas daninhas]]></category>
		<category><![CDATA[plantio]]></category>
		<category><![CDATA[sementes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A buva ou voadeira (Conyza spp.) é uma planta anual, com alta produção de sementes, podendo produzir até 200.000 sementes por planta. Essa espécie, apresenta resistência ao glifosato, dessa forma, seu controle no cafeeiro torna-se mais difícil. Por isso, o controle dessa planta deve ser feito, quando ainda nova. A planta daninha é qualquer ser [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>buva</strong> ou voadeira (<em>Conyza </em>spp.) é uma planta anual, com alta produção de sementes, podendo produzir até 200.000 sementes por planta.</p>
<p>Essa espécie, apresenta resistência ao glifosato, dessa forma, seu controle no cafeeiro torna-se mais difícil. Por isso, o controle dessa planta deve ser feito, quando ainda nova.</p>
<p>A planta daninha é qualquer ser vegetal que cresce onde não é desejada, e essa incidência de plantas daninhas pode <strong>interferir no desenvolvimento</strong> da cultura de interesse, devido à competição por água, luz, CO₂ e nutrientes.</p>
<p>Nesse sentido, devemos ficar atentos à ocorrência de plantas invasoras, principalmente aquelas de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe/" target="_blank" rel="noopener">difícil controle</a></strong>.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</div>
<h2>Como manejar a buva no cafeeiro?</h2>
<p>A utilização da braquiária como cobertura do solo na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/braquiaria-na-entrelinha-do-cafeeiro/" target="_blank" rel="noopener">entrelinha do cafeeiro</a></strong>, é uma opção de manejo, com o intuito de suprimir o aparecimento de outras plantas daninhas, por exemplo, a buva.</p>
<p>Além disso, este manejo protege o solo e reduz a utilização de herbicidas na entrelinha do cafeeiro, visto que, serão realizadas apenas reações químicas na linha.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5262 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/buva-no-cafeeiro.jpg" alt="Buva" width="465" height="319" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/buva-no-cafeeiro.jpg 465w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/buva-no-cafeeiro-300x206.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/buva-no-cafeeiro-370x254.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/buva-no-cafeeiro-270x185.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 465px) 100vw, 465px" /></strong><span style="font-size: 10pt;">Buva (<em>Conyza spp</em>)</span></p>
<p>Nesse sentido, deve-se estar atento a ocorrência dessas plantas na linha de plantio, uma vez que a buva pode exercer grande competição com o cafeeiro, e seu controle pode ser dificultado.</p>
<p>No <strong>controle químico</strong>, pode-se utilizar herbicidas inibidores da protox, que atuam inibindo a atuação da enzima <em>protoporfirinogênio oxidase</em>, como é o caso dos ingredientes ativos: <em>Oxyfluorfen, Flumioxazin, Carfentrazone-ethyl</em> e <em>Saflufenacil</em>, ou também pode se utilizar o <em>Metsulfuron</em>.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5263" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/buva-no-cafeeiro2-225x300.jpg" alt="Ocorrência de Buva (Conyza spp) no cafeeiro" width="375" height="500" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/buva-no-cafeeiro2-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/buva-no-cafeeiro2-370x493.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/buva-no-cafeeiro2-270x360.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/buva-no-cafeeiro2.jpg 480w" sizes="auto, (max-width: 375px) 100vw, 375px" /></strong><span style="font-size: 10pt;">Ocorrência de Buva (<em>Conyza spp</em>) no cafeeiro.</span></p>
<p>A <strong>aplicação sequencial</strong> é uma opção dependendo do nível de infestação de buva no cafeeiro, para o controle químico ser eficiente as plantas devem estar menores que 25 cm, conforme o tamanho da planta vai aumentando a eficiência no controle vai diminuindo.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-braquiaria-entrelinha-cafeeiro?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=ebook-brachiaria&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39671 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-brachiaria-entrelinha.png" alt="E-book Brachiaria na entrelinha" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-brachiaria-entrelinha.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-brachiaria-entrelinha-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-brachiaria-entrelinha-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-brachiaria-entrelinha-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-brachiaria-entrelinha-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-brachiaria-entrelinha-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-brachiaria-entrelinha-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Eleve a gestão da sua lavoura de café</h2>
<p>O manejo da buva é apenas um dos muitos desafios da cafeicultura. Para ter produtividade, qualidade e lucro consistentes, é preciso ir além do controle pontual e adotar uma gestão completa da lavoura.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende de forma prática a reduzir custos, melhorar o uso de insumos, aumentar a eficiência da fazenda e tomar decisões mais assertivas, sempre com base em conhecimento técnico atualizado e aplicado à realidade do campo.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Café Rehagro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>E-book Manejo do sistema rotacionado de pastejo</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/sistema-rotacionado-de-pastejo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Aug 2018 20:06:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos]]></category>
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		<category><![CDATA[gramíneas]]></category>
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		<category><![CDATA[pastejo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O pasto é a principal fonte de nutrientes para o gado de corte, entretanto quando o seu manejo é ineficiente os animais podem apresentar baixa produtividade de @/hectare/ano. Por isso, adotar boas práticas de manejo nas pastagens é um caminho para quem deseja elevar a produtividade na fazenda. Nesse e-book você verá as principais técnicas de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O pasto é a principal fonte de nutrientes para o gado de corte, entretanto quando o seu manejo é ineficiente os animais podem apresentar baixa produtividade de @/hectare/ano. Por isso, adotar boas práticas de <strong>manejo nas pastagens</strong> é um caminho para quem deseja elevar a produtividade na fazenda.</p>
<p>Nesse e-book você verá as <strong>principais técnicas de manejo</strong> <strong>e como colocá-las em prática, conforme a sua realidade</strong>.</p>
<p>Antes de optar por adotar qualquer prática de manejo, no que diz respeito à condução de pastagens, deve-se estar atento às necessidades fisiológicas das gramíneas tropicais.</p>
<p>Com a implementação de rotinas e monitoramento constante das pastagens, você será capaz de tomar decisões mais assertivas na fazenda, aumentando suas possibilidades de ganho por área.</p>
<p>Clique no botão abaixo para acessar o <strong>E-book Práticas de manejo para adoção do sistema rotacionado de pastejo</strong> e boa leitura!</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sistema-rotacionado-pastejo?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-sistema-rotacionado&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39642 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado.png" alt="E-book Sistema rotacionado de pastejo" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-rotacionado-de-pastejo/">E-book Manejo do sistema rotacionado de pastejo</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Indicadores reprodutivos de bovinos leiteiros: quais são e como avaliar</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/indicadores-zootecnicos/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/indicadores-zootecnicos/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jul 2018 17:42:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência reprodutiva]]></category>
		<category><![CDATA[estratégias]]></category>
		<category><![CDATA[fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[índices zootécnicos]]></category>
		<category><![CDATA[inseminadas]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
		<category><![CDATA[produção de leite]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[reprodução]]></category>
		<category><![CDATA[vacas leiteiras]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=4825</guid>

					<description><![CDATA[<p>A eficiência reprodutiva influencia diretamente a produtividade e os resultados econômicos das fazendas leiteiras. No entanto, para identificar problemas e tomar decisões mais assertivas, não basta observar o rebanho: é necessário acompanhar dados. Os indicadores reprodutivos permitem avaliar o desempenho dos animais, identificar gargalos no manejo e acompanhar a evolução dos resultados ao longo do [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/indicadores-zootecnicos/">Indicadores reprodutivos de bovinos leiteiros: quais são e como avaliar</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>eficiência reprodutiva</strong> influencia diretamente a produtividade e os resultados econômicos das fazendas leiteiras. No entanto, para identificar problemas e tomar decisões mais assertivas, não basta observar o rebanho: <strong>é necessário acompanhar dados</strong>.</p>
<p>Os indicadores reprodutivos permitem avaliar o desempenho dos animais, identificar gargalos no manejo e acompanhar a evolução dos resultados ao longo do tempo.</p>
<p>Taxa de serviço, taxa de concepção e taxa de prenhez estão entre os principais índices utilizados nesse acompanhamento.</p>
<p>Neste artigo, você entenderá quais são os principais indicadores reprodutivos de bovinos leiteiros, como calculá-los e de que forma utilizá-los na gestão do rebanho.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js"></script><br />
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  });
</script></p>
</div>
<h2>Principais indicadores reprodutivos de bovinos leiteiros</h2>
<h3>Taxa de concepção</h3>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/taxa-de-concepcao/">taxa de concepção</a></strong> indica a proporção de animais que ficaram gestantes em relação ao número de inseminações realizadas em determinado período.</p>
<p>O cálculo pode ser representado pela fórmula:</p>
<p style="text-align: center;"><em>Taxa de concepção = (número de vacas gestantes / número de inseminações) x 100</em></p>
<p>Esse indicador ajuda a <strong>avaliar o sucesso das inseminações realizadas no rebanho</strong>.</p>
<p>Resultados abaixo do esperado podem estar relacionados a diferentes fatores, como manejo reprodutivo, saúde, nutrição, qualidade do sêmen e condições ambientais.</p>
<h3>Taxa de serviço</h3>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/taxa-de-servico-em-vacas-leiteiras/">taxa de serviço</a></strong> indica a proporção de vacas aptas à reprodução que receberam uma inseminação durante determinado período.</p>
<p>O cálculo pode ser representado pela fórmula:</p>
<p style="text-align: center;"><em>Taxa de serviço = (número de vacas inseminadas / número de vacas aptas à reprodução) x 100</em></p>
<p>Uma taxa de serviço baixa pode indicar falhas na detecção de cio, atrasos nas inseminações ou problemas relacionados ao manejo reprodutivo.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-deteccao-cio-vacas-leiteiras?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-deteccao-de-cio&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39651 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-deteccao-cio.png" alt="E-book Detecção de cio" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-deteccao-cio.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-deteccao-cio-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-deteccao-cio-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-deteccao-cio-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-deteccao-cio-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-deteccao-cio-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-deteccao-cio-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Taxa de prenhez</h3>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/taxa-de-prenhez-como-aumentar-na-sua-propriedade/">taxa de prenhez</a></strong> mede a velocidade com que as vacas aptas à reprodução se tornam gestantes.</p>
<p>Ela é obtida a partir da relação entre a taxa de serviço e a taxa de concepção:</p>
<p style="text-align: center;"><em>Taxa de prenhez = taxa de serviço × taxa de concepção</em></p>
<p>Esse indicador é um dos mais importantes para avaliar a eficiência reprodutiva do rebanho, pois considera tanto a capacidade de inseminar os animais aptos quanto o sucesso das inseminações realizadas.</p>
<h3>Período de espera voluntário (PEV)</h3>
<p>É o <strong>período que vai do parto até a liberação voluntária da vaca para ser novamente inseminada</strong>. Geralmente a espera é de 35 dias para evoluir o útero e o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/periodo-de-espera-voluntario/" rel="noopener">período de espera voluntário</a></strong> varia de 40 a 60 dias de fazenda para fazenda.</p>
<p>A definição do período de espera voluntário deve considerar as características do rebanho, os objetivos da propriedade e a estratégia reprodutiva adotada.</p>
<h2>Como interpretar os indicadores reprodutivos?</h2>
<p>A interpretação dos indicadores deve considerar os resultados em conjunto e o histórico da propriedade. <strong>Analisar apenas um índice isoladamente pode levar a conclusões incorretas</strong>.</p>
<p>Por exemplo:</p>
<ul>
<li>Baixa taxa de serviço pode indicar falhas na identificação e inseminação das vacas aptas;</li>
<li>Baixa taxa de concepção pode estar relacionada a problemas nutricionais, sanitários, ambientais ou reprodutivos;</li>
<li>Baixa taxa de prenhez pode resultar de problemas na taxa de serviço, concepção ou em ambas.</li>
</ul>
<p>O <strong>acompanhamento periódico</strong> permite identificar onde estão os principais gargalos do sistema reprodutivo.</p>
<h2>Como definir metas para os indicadores reprodutivos?</h2>
<p>O acompanhamento dos indicadores deve estar relacionado às metas da propriedade.</p>
<p>Para isso, é importante considerar:</p>
<ul>
<li>Histórico do rebanho;</li>
<li>Sistema de produção;</li>
<li>Características dos animais;</li>
<li>Estratégia reprodutiva;</li>
<li>Resultados anteriores;</li>
<li>Referências técnicas adequadas.</li>
</ul>
<p>As metas devem ser realistas, mensuráveis e acompanhadas periodicamente.</p>
<p>Mais importante do que comparar apenas os resultados com outras propriedades é <strong>avaliar a evolução dos próprios indicadores</strong> ao longo do tempo.</p>
<h2>Manejo e controle da eficiência reprodutiva</h2>
<p>Se você quer garantir intervalo curto de partos em todas as vacas, dê oportunidade para todas elas. Muitas fazendas selecionam as vacas ideais para inseminação, excluindo animais magros, mancos ou que possuam outros tipos de problemas.</p>
<p>Se você não inseminar as vacas relativamente menos propensas à prenhez, a possibilidade de gestação é zero. Mas, quando você insemina, a chance delas emprenharem é pequena, mas é maior que zero.</p>
<p>Esse <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-reprodutivo-de-vacas-leiteiras/" rel="noopener">manejo</a></strong> sistêmico de inseminação está a cargo do produtor, mas outros fatores que interferem na eficiência dependem também do sistema e da condição dos animais.</p>
<p><strong>No geral, vacas sadias emprenham mais e por isso você precisa garantir todas as condições para que elas não adoeçam.</strong> Em suma, se você quer ter alta taxa de concepção, é necessário planejar estratégias para reduzir a incidência de doenças.</p>
<h3>Quais são essas estratégias?</h3>
<p>O grande segredo está num bom <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/periodo-de-transicao-em-vacas-leiteiras/" rel="noopener">manejo no período de transição das vacas</a></strong>. Nesse sentido, temos que tentar maximizar o consumo no pré-parto, fazer as vacas comerem muito após o parto e minimizar a perda de condição corporal. Para isso existem algumas estratégias que podemos usar na alimentação dessas vacas:</p>
<ul>
<li>Manipular o cálcio da dieta;</li>
<li>Trabalhar com dieta aniônica para reduzir a incidência de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/hipocalcemia-em-vacas-leiteiras/" rel="noopener">hipocalcemia</a></strong>;</li>
<li>Podemos aumentar a concentração de vitamina E no pré-parto para melhorar a imunidade.</li>
<li>Precisamos usar estratégias para minimizar o stress das vacas no <strong>pré-parto</strong>, porque assim nós conseguimos reduzir a concentração de cortisol, melhorar a imunidade das vacas e consequentemente melhorar a saúde também.</li>
</ul>
<p><iframe loading="lazy" title="IMPORTÂNCIA DOS INDICADORES REPRODUTIVOS NO ASPECTO ECONÔMICO | Por Dentro do Ensino - Leite" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/LPE03Oruyxk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Transforme sua fazenda em um negócio rentável e sustentável</h2>
<p>Muitos produtores focam apenas em aumentar a produção, mas esquecem que o verdadeiro diferencial está na gestão.</p>
<p>Com o <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong>, você aprende a analisar custos, identificar desperdícios, planejar o futuro e tomar decisões que realmente elevam o lucro. Tudo com linguagem prática, voltada para a realidade da fazenda.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Leite Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/indicadores-zootecnicos/">Indicadores reprodutivos de bovinos leiteiros: quais são e como avaliar</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<item>
		<title>Dieta para vacas leiteiras: como formular e melhorar os resultados do rebanho</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/dietas-para-bovinos-leiteiros/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jul 2018 14:19:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[beneficiamento]]></category>
		<category><![CDATA[dieta]]></category>
		<category><![CDATA[fazenda]]></category>
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		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
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		<category><![CDATA[vacas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A alimentação está entre os principais componentes dos custos de produção da pecuária leiteira e influencia diretamente a produtividade, a saúde, a reprodução e os resultados econômicos da fazenda. Por isso, formular uma dieta para vacas leiteiras vai muito além de definir quais alimentos serão fornecidos ou utilizar uma combinação pronta de ingredientes. É necessário [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A alimentação está entre os principais componentes dos custos de produção da pecuária leiteira e influencia diretamente a produtividade, a saúde, a reprodução e os resultados econômicos da fazenda. Por isso, <strong>formular uma dieta para vacas leiteiras vai muito além de definir quais alimentos serão fornecidos</strong> ou utilizar uma combinação pronta de ingredientes.</p>
<p>É necessário conhecer as exigências nutricionais dos animais, avaliar a composição dos alimentos disponíveis, considerar o consumo esperado e buscar um equilíbrio entre desempenho produtivo e viabilidade econômica.</p>
<p>Além disso, a dieta formulada precisa ser <strong>corretamente preparada, fornecida e efetivamente consumida</strong> pelos animais.</p>
<p>Neste artigo, você entenderá os principais fatores que devem ser considerados na formulação de dietas para vacas leiteiras e como utilizar a nutrição para melhorar os resultados do rebanho.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js"></script><br />
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</div>
<h2>Como formular dieta para vacas leiteiras?</h2>
<p>Como primeiro e essencial ponto, <strong>é preciso conhecer de perto o rebanho e a fazenda</strong>. Genética e ambiente irão afetar diretamente o resultado da alimentação. Os alimentos volumosos disponíveis na propriedade deverão ser analisados visualmente e por análises laboratoriais para saber como ele  poderá ser utilizado na composição da dieta.</p>
<p>As exigências nutricionais de cada categoria deverão ser atendidas de modo a promover a manutenção e alcance de metas. Por exemplo, a categoria novilhas deverá alcançar determinado peso e tamanho para atingir a meta de entrar em reprodução com a idade correta, normalmente, de forma precoce.</p>
<p>As vacas, além de produzirem leite, devem se reproduzir de forma adequada, tendo o seu balanço energético adequado para tanto. <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/periodo-de-transicao-em-vacas-leiteiras/" rel="noopener">Vacas em período de transição</a></strong>, por exemplo, necessitam de um manejo nutricional específico, que deve ser atendido com atenção.</p>
<p>O responsável pela nutrição de um rebanho deverá ter conhecimentos sobre os alimentos e seus valores nutricionais. O entendimento de um alimento passa também pela função que o mesmo exercerá no organismo do animal.</p>
<p>Para tanto, algumas perguntas simples podem ser feitas:</p>
<ul>
<li>Ele irá promover ruminação?</li>
<li>Será benéfico para a microbiota desejável do rúmen, aquela que gera mais energia e proteína?</li>
<li>O alimento será degradado no rúmen ou chegará intacto ao intestino?</li>
<li>Ao chegar ao intestino ele será utilizado pelo animal ou nem será absorvido, sendo perdido nas fezes?</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4715 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros1.jpg" alt="Homem segurando fibra para dieta de bovinos leiteiros" width="600" height="450" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros1.jpg 600w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros1-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros1-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros1-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros1-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Um nutricionista conhece bem a composição dos alimentos e também a forma como deverá ser oferecido, como por exemplo, o tamanho da fibra.</p>
<p>Por fim, um consultor em nutrição, tendo o conhecimento de que a alimentação é o item de maior custo dentro do sistema de produção de leite, deverá estar sempre atento aos preços de insumos, buscando uma dieta que tenha como resultado a lucratividade.</p>
<p>É importante ressaltar que, na maioria das vezes, <strong>uma dieta de mínimo custo, não é aquela de máxima eficiência!</strong></p>
<p>Outro ponto bastante importante quando se considera a nutrição animal é a certeza de que dieta formulada será realmente consumida pelo animal. Devemos sempre considerar que, em uma fazenda, na verdade, <strong>existem ao menos três dietas diferentes para bovinos leiteiros</strong>:</p>
<ol>
<li>A dieta que o nutricionista formulou com o auxílio do computador;</li>
<li>A dieta que o tratador entendeu que é a correta ou que tem capacidade de preparar;</li>
<li>A dieta, a que a vaca consome, com o todo o seu poder de seleção e capacidade de alimentação.</li>
</ol>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-aditivos-dieta-bovinos-leiteiros?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-aditivos-dieta&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39648 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos.png" alt="E-book Aditivos na dieta de bovinos leiteiros" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Quais os aspectos afetados por uma nutrição inadequada dos bovinos leiteiros?</h2>
<h3>Baixa produtividade</h3>
<p>A produção de leite começa pela boca da vaca. É a alimentação oferecida, juntamente com a <strong>genética</strong> e o ambiente, que promoverá uma boa produção.</p>
<p>Uma nutrição inadequada pode, muitas vezes, não estar especificamente ocasionando baixas produtividades, <strong>mas impedindo o animal de expressar todo o seu potencial produtivo.</strong></p>
<p>As exigências nutricionais de bovinos leiteiros variam de acordo com:</p>
<ul>
<li>Categoria – bezerras, novilhas, vacas secas, vacas em lactação;</li>
<li>Fase de lactação;</li>
<li>Nível de produção;</li>
<li>Idade da vaca;</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-vacas-leiteiras/">Condição corporal</a></strong>.</li>
</ul>
<p>O estágio da lactação afeta a produção e composição do leite, o consumo de alimentos e mudanças no peso vivo do animal. <strong>Vacas no início da lactação produzem mais</strong> e, portanto, necessitam de <strong>melhor aporte nutricional</strong>, por exemplo.</p>
<p>Um plano de alimentação para vacas em lactação deve considerar os três estádios da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/curva-de-lactacao/" rel="noopener">curva de lactação</a></strong>. O não atendimento das necessidades específicas de cada fase pode prejudicar o potencial produtivo de cada uma delas ou, até mesmo, encurtar a persistência da lactação.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4716 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros2.jpg" alt="Curva de lactação da dieta para bovinos leiteiros" width="600" height="383" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros2.jpg 600w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros2-300x192.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros2-370x236.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros2-270x172.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros2-470x300.jpg 470w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><span style="font-size: 10pt;">Curva de lactação / Fonte: Ideagri</span></p>
<p>A idade do animal influencia as exigências alimentares na medida em que o nível de produção e as necessidades de mantença e desenvolvimento variam sob esse aspecto. Por exemplo, animais reprodutivamente precoces, que continuam em crescimento durante uma ou duas lactações, devem receber alimentos com qualidades superiores àqueles que estão em função apenas da produção de leite.</p>
<p>Um bom plano nutricional deve respeitar não só a produção, mas também o desenvolvimento corporal do animal.</p>
<p>Um nutricionista sabe que a recuperação da condição corporal de uma vaca acontece no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto/" rel="noopener">pós-parto</a></strong>, mas não no período de balanço energético negativo, onde se deve focar em não permitir perda de peso.</p>
<p>Correr atrás do prejuízo na fase final da gestação, não só não oferece resultados para a vaca, como favorece a ocorrência de doenças metabólicas no pós-parto imediato. Então, <strong>qual a composição e quantidade devem ser fornecidas ao animal em cada fase?</strong> Consulte um nutricionista!</p>
<p>Um custo maior com a alimentação pode se transformar num lucro maior ainda, trazendo um resultado final positivo.</p>
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<h3>Doenças nutricionais</h3>
<p>Uma grande parte das doenças enfrentadas por rebanhos leiteiros vêm, não de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-sanitario-de-bovinos-de-leite/" rel="noopener">problemas sanitários</a></strong>, mas de um plano nutricional deficiente.</p>
<p>Você já ouviu falar de acidose? Sofre com problemas de casco no rebanho? Já viu muita <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/retencao-de-placenta/" rel="noopener">retenção de placenta</a></strong> e infecção uterina? E a mastite? <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/desafios-do-deslocamento-de-abomaso/">Deslocamento de abomaso</a></strong>?</p>
<p>A maior parte dos produtores de leite tecnificados conhece de perto ou se preocupa com todos esses problemas. A questão é: em que nível acontecem.</p>
<p>Uma <strong>elevada incidência dessas doenças</strong> em uma propriedade leiteira significa, <strong>não apenas um animal doente, mas uma fazenda doente</strong>, que necessita de melhor atenção na dieta e manejo nutricional.</p>
<p>Segundo o médico veterinário Bolivar Nóbrega de Faria, doutor em ciência animal, <strong>a nutrição é tão importante que o veterinário clínico está tendo que se especializar no assunto</strong>, trabalhando com o que se chama medicina de produção.</p>
<p><em>“A produção depende diretamente da nutrição e é ela que move a fazenda, desde a venda de leite até a comercialização de animais saudáveis. Falando em saúde, a maior parte das doenças na bovinocultura de leite moderna tem um fundo ou predisposição nutricional. Outro ponto importante é a reprodução, uma das maiores causas de descarte de animais. Se não houver um trabalho conjunto de nutrição e reprodução os índices reprodutivos serão baixos”.</em></p>
<h2>Relação concentrado x volumoso</h2>
<p>Relações entre concentrado e volumoso inadequadas são comuns nos rebanhos brasileiros. Um balanceamento incorreto entre fibra fisicamente efetiva e carboidratos não fibrosos é capaz de gerar um ciclo vicioso de enfermidades ligadas entre si.</p>
<p>É até desejável um <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/avaliacao-do-liquido-ruminal/" rel="noopener">pH ruminal ligeiramente ácido</a></strong> (respeitando o limite de 5,5) para maximizar a produção de leite de bovinos leiteiros, porque a digestibilidade da dieta e o rendimento da proteína microbiana produzida no rúmen são maximizados quando dietas altamente fermentáveis (concentrados) são consumidas.</p>
<p>Com a diminuição exagerada do pH ruminal, entretanto, há redução do apetite, da motilidade ruminal, da produção microbiana e da digestão da fibra.</p>
<p>O fornecimento excessivo de concentrados pode acarretar a chamada <strong>acidose subclínica</strong>. A etiologia da doença é explicada pelo aumento, ocasionado pelos alimentos altamente fermentáveis, dos níveis de ácidos no rúmen. Esses casos crônicos da doença podem apresentar como sintomas diarreia em parte do rebanho, diminuição dos movimentos gastrointestinais, diminuição na gordura do leite, laminite e úlcera de sola.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4717 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros3.jpg" alt="Úlcera de sola" width="600" height="451" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros3.jpg 600w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros3-300x226.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros3-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros3-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros3-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><span style="font-size: 10pt;">Úlcera de sola – problemas de casco podem ser decorrentes de erros no manejo nutricional, e não somente um problema de instalações</span></p>
<p>A diminuição dos movimentos gastrointestinais, levando à hipomotilidade do abomaso, relaciona a incidência de acidose ruminal à ocorrência de <strong>deslocamento de abomaso</strong>. É importante frisar que a etiologia do deslocamento de abomaso é multifatorial, sendo esse um dos fatores predisponentes da doença.</p>
<p>Os <strong>sintomas apresentados por um animal com deslocamento de abomaso</strong> à esquerda, normalmente, são apetite diminuído e seletivo, desidratação moderada a severa e grande queda na produção de leite. É facilmente diagnosticado e sua correção é cirúrgica.</p>
<p>O prejuízo fica a cargo dos custos com o tratamento, queda na produção, descartes involuntários de animais e até mesmo morte</p>
<p>Apesar de os altos níveis de concentrados nas dietas causarem diversas enfermidades nos bovinos leiteiros, o contrário também pode levar a uma enfermidade chamada <a href="https://rehagro.com.br/blog/cetose-bovina-em-vacas-leiteiras/"><strong>cetose</strong></a>.</p>
<p>Vacas com alta demanda de energia, como as do lote de pós-parto imediato, irão mobilizar seus depósitos de gordura corporal para atender à demanda de produção de leite não suprida por uma dieta pobre em energia e rica em fibra.</p>
<p>Os sintomas incluem depressão, rápida perda de peso, queda na produção, constipação, fezes cobertas com muco, entre outros. Geralmente comem feno ou outra forragem, mas recusam-se a comer concentrados.</p>
<h2>O valor do nutricionista na formulação de dieta para vacas leiteiras</h2>
<ul>
<li>Quanto vale uma vaca produtiva e saudável?</li>
<li>Qual o prejuízo no descarte de um animal prematuramente?</li>
<li>Quanto vale uma novilha chegando à idade correta à puberdade?</li>
<li>Quanto custa o tratamento de todo o rebanho com problemas nos cascos?</li>
<li>Quanto vale uma bezerra saudável e desmamada mais cedo?</li>
<li>Quanto custa o investimento em um insumo de qualidade que não deu o resultado esperado?</li>
</ul>
<p>Valores alcançados somados ao menor custo com os itens citados e outros inúmeros não mencionados são iguais ao resultado do trabalho de um bom nutricionista. Entende-se por resultado, não só o financeiro, mas também a <strong>satisfação do produtor com um dia a dia onde é possível focar mais no trabalho e menos em problemas</strong>.</p>
<p>Um bom nutricionista é de grande auxílio ao produtor, principalmente em épocas como a que estamos vivendo hoje, <strong>de alta de insumos</strong>, como o milho e a soja.</p>
<p>Esses profissionais podem apresentar estratégias nutricionais que mantenham uma boa produtividade, otimizem os custos e elevem a margem de lucro do negócio.</p>
<h2>Perguntas frequentes sobre dietas para vacas leiteiras</h2>
<h3>Como formular uma dieta para vacas leiteiras?</h3>
<p>A formulação deve considerar as características dos animais, as exigências nutricionais, o consumo de matéria seca, a composição dos alimentos, o equilíbrio da dieta e os objetivos produtivos e econômicos da propriedade.</p>
<h3>Quais nutrientes uma vaca leiteira precisa?</h3>
<p>A dieta deve fornecer energia, proteínas, fibras, minerais, vitaminas e água em quantidades adequadas às exigências dos animais.</p>
<h3>Qual é a melhor dieta para vacas leiteiras?</h3>
<p>Não existe uma única dieta ideal para todos os rebanhos. A formulação depende das características dos animais, dos alimentos disponíveis, do sistema de produção e dos objetivos da fazenda.</p>
<h3>Qual é a proporção ideal de volumoso e concentrado?</h3>
<p>Não existe uma proporção universal. A relação depende das exigências dos animais, da qualidade dos alimentos, do consumo e das características nutricionais da dieta.</p>
<h3>Por que analisar os alimentos antes de formular a dieta?</h3>
<p>Porque a composição nutricional dos ingredientes pode variar. As análises ajudam a conhecer melhor os alimentos e aumentam a precisão da formulação.</p>
<h3>Como saber se a dieta está funcionando?</h3>
<p>É necessário acompanhar indicadores como consumo, produção e composição do leite, condição corporal, saúde, eficiência alimentar e resultados econômicos.</p>
<h3>Por que a vaca pode consumir uma dieta diferente da formulada?</h3>
<p>Erros no preparo, variação dos ingredientes, mistura inadequada e seleção dos alimentos podem fazer com que a dieta efetivamente consumida seja diferente daquela planejada.</p>
<h2>Da formulação de dietas à gestão completa de fazendas: domine a pecuária leiteira</h2>
<p>A <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog"><strong>Pós-graduação em Pecuária Leiteira</strong></a> do Rehagro vai muito além da nutrição: prepara você para tomar decisões assertivas em todas as áreas da fazenda, com base em números, indicadores técnicos e ferramentas práticas aplicadas no campo.</p>
<p>Aprenda com especialistas que atuam diariamente na pecuária leiteira e leve para a sua carreira e para a sua fazenda estratégias que aumentam a produtividade e o lucro.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-43763 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="966" height="329" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo.jpg 966w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-300x102.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-768x262.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-370x126.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-270x92.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-740x252.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 966px) 100vw, 966px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-14439 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg" alt="Bruno Guimarães" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Controle de plantas daninhas no Tifton 85: como fazer o manejo químico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jun 2018 17:22:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[herbicidas]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
		<category><![CDATA[manejo químico]]></category>
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		<category><![CDATA[plantas]]></category>
		<category><![CDATA[plantio]]></category>
		<category><![CDATA[tifton]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A presença de plantas daninhas em pastagens de Tifton 85 pode reduzir a produtividade da área, aumentar a competição por água, luz e nutrientes e dificultar o manejo da forrageira. Quando o nível de infestação aumenta, o controle químico pode fazer parte das estratégias utilizadas para recuperar a pastagem e favorecer o desenvolvimento do capim. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A presença de plantas daninhas em pastagens de <strong>Tifton 85</strong> pode reduzir a produtividade da área, aumentar a competição por água, luz e nutrientes e dificultar o manejo da forrageira.</p>
<p>Quando o nível de infestação aumenta, o controle químico pode fazer parte das estratégias utilizadas para <strong>recuperar a pastagem e favorecer o desenvolvimento do capim</strong>. Entretanto, os resultados dependem da correta identificação das plantas presentes, da escolha da estratégia de controle e das condições no momento da aplicação.</p>
<p>Neste artigo, você entenderá como realizar o manejo químico de plantas daninhas no Tifton 85 e quais cuidados ajudam a melhorar a eficiência do controle.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>O que é o capim Tifton 85?</h2>
<p>O Tifton 85 é uma forrageira do gênero <em data-start="3340" data-end="3349">Cynodon</em> utilizada em sistemas de produção animal devido ao seu potencial produtivo e à qualidade da forragem.</p>
<p>Para manter uma pastagem produtiva, é necessário adotar <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-de-pastagem-na-pecuaria-leiteira/">práticas adequadas de manejo</a></strong>, fertilidade do solo e controle de plantas daninhas.</p>
<p>Quando essas plantas se estabelecem na área, podem competir com o capim e comprometer o aproveitamento da pastagem.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-planilha-planejamento-forrageiro?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=planilha-planejamento-forrageiro&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39661 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro.png" alt="Kit guia e planilha planejamento forrageiro" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como realizar o manejo químico de plantas daninhas?</h2>
<p>As plantas daninhas presentes nas áreas de pastagem podem afetar diretamente a “utilização da forragem” por parte do animal em pastejo e a conversão alimentar:</p>
<ul>
<li>Animais evitam as áreas infestadas por plantas daninhas, ocorrendo a seleção de pastejo, prejudicando a utilização da pastagem;</li>
<li>Ambientes sombreados aumentam a relação haste/folha, diminuindo a qualidade da forrageira, prejudicando a conversão.</li>
</ul>
<p>De acordo com estudos realizados por Goulart e Corsi (2009) as plantas daninhas dificultam o pastejo em suas proximidades. <strong>Plantas sem espinhos</strong> (ex: leiteiro) tem ação de <strong>impedir o acesso animal em até um raio de 1 m</strong>, enquanto que <strong>plantas com espinhos</strong> (ex: Joá) <strong>impedem o consumo em um raio de até 1,5 m.</strong></p>
<p>O objetivo deste artigo é discutir sobre o manejo químico de plantas daninhas em pastagens de tifton 85, levando em consideração as principais moléculas de ação herbicida disponíveis no mercado.</p>
<p>Antes de iniciar o manejo químico é muito importante realizar o levantamento das plantas daninhas infestantes, identificando as espécies presentes, levando em consideração a frequência de ocorrência, densidade populacional e a dominância sobre a forrageira.</p>
<p>Feito isso, o próximo passo é definir qual herbicida é o mais indicado para tal situação.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4549 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-1.jpg" alt="Gado na pastagem de tifton" width="537" height="234" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-1.jpg 537w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-1-300x131.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-1-370x161.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-1-270x118.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 537px) 100vw, 537px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Pastagem de tifton 85 – Seleção de pastejo devido à presença de plantas daninhas.</span></span></p>
<h2>Ingredientes ativos presente nos herbicidas</h2>
<h3>1. 2,4d, Aminopiralide, Fluroxipir e Triclopir</h3>
<p>Os herbicidas que possuem em sua fórmula estes ingredientes ativos, <strong>são indicados para o controle em pós-emergência</strong> de plantas daninhas dicotiledôneas herbáceas e semi-arbustivas.</p>
<h3>2. 2,4d + Picloram</h3>
<p>São indicados para o <strong>controle de plantas daninhas dicotiledôneas herbáceas, semi-arbustivas, arbustivas</strong>. Quando destinados ao controle de arbustos, elimine a parte aérea da planta, próximo ao solo e logo em seguida aplique o herbicida sobre o toco.</p>
<p><strong>Obs:</strong> Cuidado com o ingrediente ativo “Picloram”, pois possui um longo período residual.</p>
<p>O Picloram apresenta uma longa persistência nos solos (meia vida de 20 a 300 dias), ocorrendo sua degradação mais rápida em condições de calor e alta umidade.</p>
<p>Em função de seu longo efeito residual, em muitos casos, quando são implantadas culturas sensíveis como o feijão, soja, olerícolas, frutíferas entre outras, em áreas onde foi utilizado herbicida à base de picloram, ocorrem problemas de fitotoxidade que podem ser notados visualmente.</p>
<p>Bibiano et al. (2012) demonstrou em um ensaio experimental realizado na casa de vegetação na Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) em Diamantina/MG, o efeito da contaminação do solo sobre a germinação em plantas de feijão.</p>
<p>Marca comercial utilizada foi o padron® (Picloram. sal trietanolamina 388 g/L), nas seguintes doses 0,000; 0,004; 0,008; 0,017; 0,033; 0,066; 0,133, 0,266 l .ha-1.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4550 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-2.jpg" alt="Plantas de feijão com diferentes doses de Picloram" width="566" height="145" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-2.jpg 566w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-2-300x77.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-2-370x95.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-2-270x69.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 566px) 100vw, 566px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Plantas de feijão tratadas com diferentes doses de Picloram em pré-emergência, aos 5 dias após a semeadura (1 = 0,266 l.ha-1 de padron®)</span></p>
<h3>3. MSMA</h3>
<p>São indicados para o <strong>controle em pós-emergência de mono e dicotiledôneas</strong> que se reproduzem por sementes, apresentando melhores resultados no controle das monocotiledôneas. São muito utilizados para o controle de plantas do gênero brachiaria.</p>
<h3>4. DIURON</h3>
<p>Utilizados para o <strong>controle de plantas daninhas mono e dicotiledôneas em pré e pós-emergência</strong>, no entanto, costuma ser mais eficiente no controle das dicotiledôneas.</p>
<p>O uso de produtos que apresentam associações entre os ingredientes ativos Diuron + MSMA é muito comum entre os produtores rurais.</p>
<p>Geralmente, adota-se este manejo em áreas que apresentam altas infestações de monocotiledôneas (ex: braquiária, capim-colchão, etc), dicotiledôneas (ex: caruru, joá, guanxuma, etc) e possuem um vasto banco de sementes.</p>
<p>Estes tratamentos apresentam bons resultados em virtude dos produtos à base de Diuron serem excelentes no controle de dicotiledôneas e na pré-emergência das plantas daninhas em geral e os produtos a base de MSMA serem bastante eficientes no controle das monocotiledôneas.</p>
<p>Consulte um profissional especializado antes de realizar qualquer manejo químico. A utilização de herbicidas de maneira errônea ou em momentos inoportunos causam impactos negativos no custo de produção além de prejudicar o meio ambiente.</p>
<h2>Quais são os principais erros no manejo químico do Tifton 85?</h2>
<p>Entre os <strong>erros mais comuns</strong> estão:</p>
<ul>
<li>Aplicar herbicidas sem identificar as espécies presentes;</li>
<li>Realizar o controle quando a infestação já está avançada;</li>
<li>Utilizar produtos sem considerar a seletividade;</li>
<li>Aplicar em condições climáticas inadequadas;</li>
<li>Não calibrar corretamente os equipamentos;</li>
<li>Repetir continuamente a mesma estratégia de controle;</li>
<li>Não corrigir as causas que favoreciam a infestação.</li>
</ul>
<h2>Como evitar a reinfestação da pastagem?</h2>
<p>O controle químico <strong>não deve ser utilizado como uma estratégia isolada</strong>. Para reduzir novas infestações, é importante:</p>
<ul>
<li>Manter a pastagem bem manejada;</li>
<li>Corrigir problemas de fertilidade;</li>
<li>Evitar o superpastejo;</li>
<li>Monitorar periodicamente a área;</li>
<li>Controlar plantas antes da produção de sementes;</li>
<li>Utilizar estratégias integradas de manejo.</li>
</ul>
<p>Uma pastagem vigorosa apresenta maior capacidade de competir com as plantas daninhas e reduzir o espaço disponível para para novas infestações.</p>
<h2>Aprenda a potencializar o uso das pastagens e aumentar a produtividade do rebanho</h2>
<p>O controle eficiente de plantas daninhas no Tifton 85 é apenas uma das práticas que podem transformar o desempenho da sua pecuária leiteira.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a integrar manejo de pastagens, nutrição, reprodução e gestão financeira, garantindo maior rentabilidade e sustentabilidade para o seu negócio.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Leite Rehagro.</p>
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		<title>Tiririca (Cyperus rotundus): como realizar o manejo correto dessa planta daninha?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jun 2018 15:31:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As plantas daninhas apresentam grande capacidade de exercer competição com o cafeeiro. Por isso, quando não manejadas, interferem no desenvolvimento do cafeeiro, principalmente em lavouras novas, que estão em fase de crescimento. Essas plantas invasoras podem trazer diversos malefícios, além da competição por água, luz, CO2 e nutrientes, elas podem servir como hospedeiras de pragas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As plantas daninhas apresentam grande capacidade de exercer <strong>competição com o cafeeiro</strong>. Por isso, quando não manejadas, interferem no desenvolvimento do cafeeiro, principalmente em lavouras novas, que estão em fase de crescimento.</p>
<p>Essas plantas invasoras podem trazer diversos malefícios, além da competição por água, luz, CO2 e nutrientes, elas <strong>podem servir como hospedeiras de pragas e doenças.</strong></p>
<p>Destaca-se este problema no período mais seco, com falta de chuvas, devido a agressividade dessas plantas, principalmente as gramíneas, que possuem o metabolismo C4, dessa forma, apresentando maior eficiência do uso da água quando comparado ao cafeeiro, com metabolismo C3.</p>
<p>Por isso, essas plantas possuem grande poder de competição com cafeeiro, podendo resultar em atrasos no desenvolvimento das plantas, com posterior redução da produtividade.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2><i>Cyperus rotundus L</i> &#8211; Tiririca</h2>
<p>Nesse sentido, a <strong>tiririca (<em>Cyperus rotundus</em> L.)</strong> é uma planta daninha pertencente à família Cyperaceae, com altura em torno de 10 a 60 cm e reprodução quase exclusiva por tubérculos.</p>
<p>Devido a sua alta agressividade, essa planta <strong>pode exercer grande competição com o cafeeiro</strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4255" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final2.jpg" alt="Planta tiririca Cyperus rotundus" width="450" height="333" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final2.jpg 391w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final2-300x222.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final2-370x273.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final2-270x200.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final2-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" /></span><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Tiririca (<em>Cyperus rotundus</em>). Fonte: </span><span style="font-weight: 400;">techieoldfox</span></span></p>
<p>Por isso, como mostram as fotos abaixo, as plantas de café que possuem plantas de tiririca próximas, sentiram mais do que as plantas de café que estão com o solo exposto, isso porque, a competição das plantas invasoras não é somente por água, mas também por nutrientes.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4256" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final3.jpg" alt="Matocompetição na lavoura de café" width="450" height="500" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final3.jpg 509w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final3-270x300.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final3-370x411.jpg 370w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Plantas de café sentido a seca e a mato competição exercida por plantas daninhas. (Foto: Diego Baquião</span><span style="font-weight: 400;">)</span></span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4257" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final4.jpg" alt="Plantação de café com solo exposto" width="400" height="534" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final4.jpg 567w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final4-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final4-370x494.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final4-270x360.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Plantas de café na mesma época, sentindo menos a seca, sem a presença de plantas daninhas na linha de plantio (Foto: Diego Baquião)</span></p>
<p>Souza et al. (1999) determinaram os teores de nutrientes e a relação C/N presente na matéria seca da parte aérea da espécie <i>C. rotundus </i>(Tiririca), e encontraram os valores abaixo:</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-41820 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-macronutrientes.png" alt="Valores dos macronutrientes da matéria seca" width="906" height="102" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-macronutrientes.png 906w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-macronutrientes-300x34.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-macronutrientes-768x86.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-macronutrientes-370x42.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-macronutrientes-270x30.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-macronutrientes-740x83.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-macronutrientes-150x17.png 150w" sizes="auto, (max-width: 906px) 100vw, 906px" /><span style="font-size: 10pt;">Valores dos macronutrientes da matéria seca da parte aérea da espécie <i>C. rotundus</i> (nome comum: tiririca). Adaptado de Souza et al. (1999). Botucatu/SP.  </span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-41821 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-micronutrientes.png" alt="Valores dos micronutrientes, carbono e a relação C/N da matéria seca" width="903" height="98" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-micronutrientes.png 903w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-micronutrientes-300x33.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-micronutrientes-768x83.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-micronutrientes-370x40.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-micronutrientes-270x29.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-micronutrientes-740x80.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-micronutrientes-150x16.png 150w" sizes="auto, (max-width: 903px) 100vw, 903px" /></span><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Valores dos micronutrientes, carbono e a relação C/N da matéria seca da parte aérea da espécie <i>C. rotundus</i> (nome comum: tiririca). Adaptado de Souza et al. (1999). Botucatu/SP.</span></p>
<p>Dessa forma, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe/" target="_blank" rel="noopener">o manejo adequado de plantas invasoras</a></strong> é de grande valia, visando não possuir interferências no crescimento e desenvolvimento do cafeeiro.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-fitotoxicidade-por-herbicidas-em-cafeeiros?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=ebook-toxicidade&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39674 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade.png" alt="E-book Sintomas fitotoxicidade" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como realizar o manejo da tiririca?</h2>
<p>Deve-se realizar um manejo de plantas daninhas em lavouras em formação e em lavouras adultas.</p>
<p>Esse manejo deve ser feito antes que as plantas invasoras atinjam o florescimento, principalmente quando jovens, pois seu controle é mais fácil, e a competição pelos nutrientes do cafeeiro será pequena.</p>
<p>O controle pode ser feito através da utilização de herbicidas, controle mecânico ou mesmo <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/braquiaria-na-entrelinha-do-cafeeiro/" target="_blank" rel="noopener">manejando plantas de cobertura na entrelinha</a></strong>.</p>
<p>No controle químico, pode se utilizar os herbicidas:</p>
<ul>
<li>Diquat;</li>
<li>Ethoxysulfuron;</li>
<li>Glyphosate;</li>
<li>Glyphosate + Imazethapyr;</li>
<li>Halosulfuron;</li>
<li>Imazapic;</li>
<li>Imazapyr;</li>
<li>Paraquat;</li>
<li>Triclopyr.</li>
</ul>
<p>Destacando a importância de se rotacionar os modos de ação, evitando possíveis plantas resistentes, em alguns casos encontram-se plantas com determinada resistência e neste caso pode ser utilizado a aplicação sequencial do herbicida como é o caso do <em>glyphosate</em>.</p>
<p>A utilização de plantas de cobertura na entrelinha, além de atuar no controle de plantas invasoras por competição física, também atuam protegendo o solo contra erosão, ciclam nutrientes e estruturam o solo.</p>
<p>Entretanto, quando não manejadas, elas também podem exercer competição com o cafeeiro, por isso, recomenda-se que a braquiária fique com distância de pelo menos 1 metro do cafeeiro.</p>
<h2 data-start="63" data-end="138">Melhore a gestão da sua lavoura e conquiste mais produtividade no café</h2>
<p data-start="140" data-end="432">A tiririca é uma das plantas daninhas mais difíceis de controlar e pode comprometer seriamente o desenvolvimento do cafeeiro se não for manejada corretamente. Mas, além de dominar o controle de invasoras, é fundamental aplicar uma gestão estratégica que envolva todas as etapas da produção.</p>
<p data-start="434" data-end="644">No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende com especialistas a utilizar ferramentas práticas de gestão, otimizar os tratos culturais e aumentar a rentabilidade da sua lavoura.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Café Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-da-tiririca/">Tiririca (Cyperus rotundus): como realizar o manejo correto dessa planta daninha?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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