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	<title>manchas amareladas Archives | Rehagro Blog</title>
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	<title>manchas amareladas Archives | Rehagro Blog</title>
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		<title>As 7 principais doenças do trigo: saiba como fazer o manejo correto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Sep 2022 17:09:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[brusone]]></category>
		<category><![CDATA[controle químico]]></category>
		<category><![CDATA[doenças do trigo]]></category>
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		<category><![CDATA[trigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ocorrência e intensidade de doenças na cultura do trigo, são afetadas pela variedade de ambientes existentes no Brasil. Em sua grande maioria, as doenças são causadas por fungos, embora enfermidades causadas por bactérias e vírus também possam causar danos importantes. Devido ao cenário de diversidade de ambientes na qual a cultura do trigo tem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A ocorrência e intensidade de doenças na cultura do trigo, são afetadas pela variedade de ambientes existentes no Brasil.</p>
<p>Em sua grande maioria, <strong>as doenças são causadas por fungos</strong>, embora enfermidades causadas por bactérias e vírus também possam causar danos importantes.</p>
<p>Devido ao cenário de diversidade de ambientes na qual a cultura do trigo tem sido cultivada, se torna mais difícil a viabilização de sistemas padronizados de controle, resultando em uma condição no qual o efeito local se apresenta como grande importância no manejo de doenças.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>As principais doenças do trigo</h2>
<h3>1. Giberela</h3>
<p><strong>Agente causador</strong>: <i>Gibberella zeae. </i>A principal forma assexuada do patógeno é <i>Fusarium graminearum</i></p>
<p><strong>Sintomas</strong>: Os sintomas iniciais são observados nas aristas, que desviam do sentido daquelas de espiguetas não afetadas. Posteriormente, aristas e espiguetas adquirem coloração esbranquiçada ou cor de palha. Em cultivares muito suscetíveis, os sintomas progridem para o pedúnculo, que adquire coloração marrom. Também podem ocorrer nas espigas sintomas similares aos da brusone.</p>
<p><strong>Condições favoráveis</strong>: A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/giberela-no-trigo/" target="_blank" rel="noopener">giberela</a></strong> é extremamente influenciada pelo ambiente, cujas condições climáticas favoráveis são de frequente precipitação pluvial e temperaturas entre 20 °C e 25 °C.</p>
<p><strong>Manejo</strong>: A giberela é uma doença de difícil controle. A integração de medidas de controle é a melhor estratégia para minimizar os prejuízos quantitativos e qualitativos por giberela.</p>
<h3>2. Brusone</h3>
<p><strong>Agente causador</strong>: <i>Pyricularia oryzae</i></p>
<p><strong>Sintomas</strong>: Aparecem em folhas, colmos e espigas, mas o dano mais significativo ocorre nas espigas.</p>
<p>Em lavouras de sequeiro no Cerrado brasileiro, com semeaduras precoces (realizadas antes de meados de março), a ocorrência de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/brusone-no-trigo/" target="_blank" rel="noopener">brusone</a></strong> nas folhas pode se configurar em um grave problema, a ponto de promover perda total da lavoura.</p>
<p><strong>Condições favoráveis</strong>: plantas em estádio de espigamento, temperatura variando entre 24 ºC e 28 ºC e períodos constantes de chuva, com manutenção de alta umidade relativa.</p>
<p><strong>Manejo</strong>: O controle químico de brusone na parte aérea das plantas de trigo se baseia no princípio de que a espiga deve estar protegida preventivamente à infecção do patógeno. A chuva que forma o molhamento necessário para iniciar a infecção. Vários experimentos de campo determinaram que fungicidas comerciais com mancozebe na sua formulação foram os de maior eficiência para controlar a brusone do trigo.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologia-aplicacao-defensivos-agricolas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-aplicacao-defensivos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39621 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png" alt="E-book Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>3. Mancha-amarela</h3>
<p><strong>Agente causador</strong>: <i>Pyrenophora tritici-repentis</i></p>
<p><strong>Sintomas</strong>: No início do desenvolvimento da doença, ocorrem lesões em forma de pequenas manchas de coloração marrom-bronzeada, que se expandem para manchas ovais ou em forma de diamante. Em volta das lesões é comum a ocorrência de um halo clorótico com um ponto mais escuro no centro da lesão.A doença é mais severa em folhas mais velhas, após a emissão da folha bandeira. A planta, entretanto, pode ser infectada e apresentar sintomas desde a emissão das primeiras folhas, ainda jovens. Essa infecção inicial ocorre, muitas vezes, pelo inóculo primário, presente nos restos culturais deixados sobre o solo, entre uma safra e outra.</p>
<p><strong>Condições favoráveis</strong>: Em condições climáticas favoráveis, com chuva frequente e temperatura em torno de 25 °C, a doença prolifera para as folhas superiores.</p>
<p><strong>Disseminação</strong>: É um fungo necrotrófico, ou seja, que sobrevive e se desenvolve sobre restos culturais.</p>
<p><strong>Manejo</strong>: O uso de fungicidas é sempre uma boa alternativa, especialmente em condições meteorológicas favoráveis à ocorrência da doença. Muitas vezes, essas condições favoráveis são previsíveis.</p>
<p>Em anos de ocorrência do fenômeno “El Niño”, é esperado que os meses de setembro e de outubro sejam de temperaturas e de volume de chuvas acima da média normal, altamente favoráveis ao desenvolvimento e à dispersão do patógeno. Em anos assim, será necessário ao menos uma aplicação de fungicida, dependendo do clima e da cultivar utilizada.</p>
<p>O momento da aplicação é outro fator igualmente importante, que depende do momento da ocorrência da doença que, por sua vez, depende das folhas de trigo com sintomas de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mancha-amarela-na-cultura-do-trigo/" target="_blank" rel="noopener">mancha-amarela</a></strong>.</p>
<p>Porções de folhas de trigo com sintoma de mancha-amarela coincidência entre clima favorável e cultivar suscetível. Considerando-se apenas uma aplicação para o controle dessa doença, dados de experimentos têm demonstrado que a ocorrência da doença durante o emborrachamento pode ser mais crítica para a cultura.</p>
<p>Uma possível explicação é que nessa fase há redução de área verde, devido às áreas necrosadas pelo patógeno, quando a planta mais precisa de fotoassimilados, que é o enchimento de grãos.</p>
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<h3>4. Ferrugem da folha</h3>
<p><strong>Agente causador</strong>: <i>Puccinia triticina</i></p>
<p><strong>Sintomas</strong>: Os sintomas ocorrem principalmente nas folhas como lesões elípticas, formando pústulas com uredosporos de cor alaranjada.</p>
<p><strong>Condições favoráveis</strong>: O desenvolvimento da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ferrugem-no-trigo/" target="_blank" rel="noopener">ferrugem da folha</a></strong> ocorre rapidamente a temperaturas entre 10 °C e 30 °C e, em condições favoráveis, com alta densidade de inóculo e em cultivares suscetíveis, os sintomas podem aparecer em outros tecidos verdes da planta.</p>
<p><i>Puccinia triticina</i> sobrevive somente em tecidos vivos dos hospedeiros, mas os uredosporos têm vida relativamente longa e podem permanecer no campo, longe dos hospedeiros por várias semanas.</p>
<p><strong>Disseminação</strong>: A disseminação dos esporos ocorre principalmente pelo vento.</p>
<p><strong>Manejo</strong>: O uso de cultivares com resistência genética é a medida de controle mais eficiente e econômica. Para o controle químico tem sido realizada a aplicação de estrobirulinas e triazóis nos órgãos aéreos das plantas.</p>
<h3>5. Nanismo amarelo</h3>
<p><strong>Agente causador</strong>: <em>Barley yellow dwarf virus</em> &#8211; PAV</p>
<p><strong>Sintomas</strong>: O sintoma mais evidente é o amarelecimento das folhas no sentido ápice-base. Os danos, porém, já iniciam quando o vírus é introduzido no sistema vascular da planta durante a alimentação dos afídeos. Pode ocorrer o escurecimento das espigas (confundido com outras patologias).</p>
<p><strong>Disseminação</strong>: A transmissão ocorre por afídeos (pulgões), principalmente, <i>Rhopalosiphum padi,</i> do outono à primavera, e por <i>Sitobion avenae</i>, na primavera.</p>
<p><strong>Manejo</strong>: O manejo inicia na escolha da cultivar. As cultivares disponíveis são suscetíveis ao vírus, mas variam em tolerância. Cultivares intolerantes podem perder mais de 60% do seu potencial produtivo.</p>
<p>O segundo passo é o manejo dos afídeos. Com a ação de inimigos naturais (parasitóides e predadores), as populações de afídeos não costumam atingir níveis que causem dano direto, mas causam danos pela transmissão do vírus, sendo necessária ação complementar com inseticidas.</p>
<p>Recomenda-se o Tratamento de Sementes (TS) com inseticidas sistêmicos que, em geral, dura até 30 dias após a semeadura.</p>
<h3>6. Mosaico do trigo</h3>
<p><strong>Agente causador</strong>:<em> Soil-borne wheat mosaic virus</em> (SBWMV)</p>
<p><strong>Sintomas</strong>: O longo período de sobrevivência do vetor no solo (superior a cinco anos) e a ampla gama de plantas hospedeiras, dificultam o controle desta virose de outra forma que não por meio da resistência genética.</p>
<p><strong>Condições favoráveis</strong>: Os danos à produção costumam ser limitados às áreas da lavoura onde o vetor se concentra, mas sob condições de alta umidade, grandes áreas podem ser comprometidas.</p>
<p>Cultivares suscetíveis semeadas em áreas com inóculo, quando a precipitação pluvial mensal acumulada supera 200 mm, apresentam danos ao redor de 50% na produtividade de grãos.</p>
<p><strong>Disseminação</strong>: O vírus é transmitido por <i>Polymyxa graminis</i>, microrganismo residente no solo e parasita obrigatório de raízes de plantas.</p>
<p><strong>Manejo</strong>: Atualmente, há cultivares disponíveis com resistência, que podem ser empregadas em áreas com a doença.</p>
<h3>7. Oídio</h3>
<p><strong>Agente causador</strong>: <i>Blumeria graminis</i> f. sp. <i>tritici</i></p>
<p><strong>Sintomas</strong>: A superfície das plantas, principalmente a folha, fica recoberta por micélio, conidióforos e conídios de aparência pulverulenta, com coloração branca quando jovem, ou cinza, quando envelhece.</p>
<p>Aparece principalmente em folhas inferiores, mas pode causar crestamento em folhas superiores, espigas e aristas de cultivares suscetíveis. Tecidos foliares infectados se tornam amarelados e, quando severamente atacados, as folhas colapsam e caem.</p>
<p><strong>Disseminação</strong>: Oídio é um fungo biotrófico que se mantém, na entressafra, sobre plantas voluntárias e em restos culturais de trigo, sendo disseminado pelo vento.</p>
<p>A germinação, a infecção e a produção de novos conídios são completadas entre 5 dias e 10 dias, o que leva à ocorrência de muitos ciclos consecutivos da doença, principalmente entre 18 ºC e 22 ºC.</p>
<p>Em climas temperados, temperaturas muito baixas ou longos períodos de chuvas, no outono, retardam a epidemia.</p>
<p><strong>Manejo</strong>: O uso de cultivares de trigo com resistência genética é a forma preferencial de controle. Como o fungo é variável, pode se tornar capaz de infectar cultivares consideradas resistentes em anos anteriores.</p>
<p>O controle químico via tratamento de sementes em cultivares suscetíveis é mais econômico do que pela aplicação de fungicidas nos órgãos aéreos.</p>
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		<title>Mancha-amarela no trigo: veja os principais impactos e como controlar</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/mancha-amarela-na-cultura-do-trigo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Apr 2021 19:03:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[manchas amareladas]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos maiores entraves de qualquer lavoura é a incidência de doenças. No caso dos cereais, existem muitas delas e, de modo geral, os sintomas mais visíveis são as manchas. Neste artigo, abordaremos uma das principais em trigo: a mancha-amarela, ressaltando sua identificação e controle. O passo primordial, antes mesmo da sua identificação, é ter [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos maiores entraves de qualquer lavoura é a incidência de doenças. No caso dos cereais, existem muitas delas e, de modo geral, os sintomas mais visíveis são as manchas. Neste artigo, abordaremos uma das principais em trigo: <strong>a mancha-amarela</strong>, ressaltando sua identificação e controle.</p>
<p>O passo primordial, antes mesmo da sua identificação, é ter a segurança no uso de sementes de qualidade.</p>
<p>Se mesmo assim, doenças como a mancha-amarela surgirem na lavoura, é necessário ficar atento, afinal, os danos são muitos. Quando o assunto é a proteção, conhecer bem a cultivar, saber executar um bom manejo, identificar com precisão as doenças, pode ser a base para trazer sucesso à sua lavoura.</p>
<p>No caso do <a href="https://rehagro.com.br/blog/origem-do-trigo-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener"><strong>trigo</strong></a>, o qual é uma cultura de inverno, boa parte de suas doenças são fúngicas, favorecidas pelo clima e umidade. Portanto, o cuidado precisa ser redobrado.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Qual o impacto da mancha-amarela no trigo?</h2>
<p>A ocorrência de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/doencas-do-trigo/" target="_blank" rel="noopener">doenças</a></strong> da parte aérea na cultura do trigo pode causar reduções significativas na produtividade e na qualidade de grãos.</p>
<p>A magnitude dos danos causados depende da suscetibilidade da cultivar, agressividade do patógeno, estádio de desenvolvimento da cultura no momento da infecção e das condições ambientais de cada ano e local.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21607 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/mancha-amarela-trigo-1.jpg" alt="Mancha-amarela no trigo" width="682" height="447" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/mancha-amarela-trigo-1.jpg 682w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/mancha-amarela-trigo-1-300x197.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/mancha-amarela-trigo-1-370x243.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/mancha-amarela-trigo-1-270x177.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/mancha-amarela-trigo-1-150x98.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 682px) 100vw, 682px" /></p>
<p>Entre as doenças foliares do trigo, a mancha-amarela, causada pelos fungos <i>Drechslera tritici-repentis </i>e <i>Drechslera siccans</i>, aumentou significativamente em importância nos últimos anos, sendo <strong>encontrada em mais de 60% de levantamentos efetuados em campo</strong>.</p>
<h3>Fontes de inóculo</h3>
<p>As principais fontes de inóculo para a mancha-amarela são as sementes infectadas, os restos culturais e hospedeiros alternativos (azevém).</p>
<p>Os ascósporos e conídios, provenientes das fontes de inóculo, são os responsáveis pelo estabelecimento das lesões iniciais. Posteriormente, a produção de toxinas que causam clorose e necrose resulta no crescimento das lesões e contribui para o aumento da epidemia.</p>
<h2>Sintomas da mancha-amarela no trigo</h2>
<p>Os sintomas iniciais da doença são <strong>pequenas lesões, pontuações escuras, e evoluem para necroses com coloração marrom e halo amarelo</strong>, uma característica resultante da produção de toxinas do fungo.</p>
<p>Como componente do processo epidêmico da mancha-amarela, a expansão de lesão deve ser considerada na definição de estratégias de controle para a doença.</p>
<p>Estas lesões são elípticas, podendo atingir 12 mm de comprimento e são circundadas por um halo amarelo. Conidióforos e conídios longos são formados no centro das manchas.</p>
<h2>Como reduzir a incidência da mancha-amarela?</h2>
<p>Em áreas com problemas de mancha-amarela, a rotação de culturas não hospedeiras (aveia, nabo forrageiro, canola) por pelo menos um ano, <strong>pode ser eficiente para reduzir a quantidade de inóculo no campo</strong>, bem como o uso de sementes com boa qualidade sanitária.</p>
<p>Sempre que possível deve-se optar pelo uso de cultivares menos sensíveis à doença.</p>
<h3>Controle químico e tratamento</h3>
<p>O tratamento de sementes com <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fungicidas-agricolas/" target="_blank" rel="noopener">fungicidas</a></strong> é outra ferramenta importante, e deve ser realizado sempre que houver presença do patógeno na área ou na semente.</p>
<p>A aplicação foliar de fungicidas para controle da mancha-amarela é indicada após o aparecimento dos primeiros sintomas, quando atingido o limiar de dano econômico.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologia-aplicacao-defensivos-agricolas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-aplicacao-defensivos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39621 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png" alt="E-book Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>A maioria dos fungicidas foliares utilizados para o controle de mancha-amarela possuem os grupos químicos triazol ou estrobilurina, ou a mistura de ambos.</p>
<p>Os fungicidas utilizados são:</p>
<ol>
<li>Piraclostrobina + epoxiconazol (66,5+25 g i.a./ha);</li>
<li>Azoxistrobina + ciproconazol (60+24);</li>
<li>Trifloxistrobina + protioconazol (60+70);</li>
<li>Propiconazol (100) e</li>
<li>Epoxiconazol (62,5) nos estádios de perfilhamento, elongamento e florescimento.</li>
</ol>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21608 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/mancha-amarela-trigo-2.jpg" alt="Tabela de eficiência de fungicidas no controle da mancha-amarela" width="1024" height="436" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/mancha-amarela-trigo-2.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/mancha-amarela-trigo-2-300x128.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/mancha-amarela-trigo-2-768x327.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/mancha-amarela-trigo-2-370x158.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/mancha-amarela-trigo-2-270x115.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/mancha-amarela-trigo-2-740x315.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/mancha-amarela-trigo-2-150x64.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Fonte: Deuner (2013)</span></span></p>
<h2>Testes e resultados de tratamentos contra a mancha-amarela</h2>
<p>A <strong>melhor eficiência de controle foi constatada para o tratamento com a primeira aplicação de trifloxistrobina + protioconazol</strong> com adição do propiconazol e as duas subsequentes de trifloxistrobina + protioconazol, com eficiência de 72%.</p>
<p>Os maiores rendimentos foram observados nos tratamentos: três aplicações da mistura piraclostrobina + epoxiconazol (5.034,1 kg/ha); mesma mistura com adição de propiconazol na primeira aplicação (5.072,5 kg/ha); aplicações de trifloxistrobina + protioconazol, com propiconazol adicionado na primeira aplicação (4955,0 kg/ha).</p>
<p>As manchas foliares são melhores controladas pelos triazóis, respondendo positivamente à adição de mais triazol à mistura (triazol + estrobilurina).</p>
<p>Esse procedimento é fundamental em cenários favoráveis às manchas foliares, como cultivares suscetíveis, monocultura de trigo e condições ambientais favoráveis.</p>
<p>Segundo a indicação técnica da pesquisa do trigo, <strong>considera-se um bom controle, quando o fungicida apresenta eficiência superior a 70%</strong>, e controle regular quando a eficiência fica entre 50% e 70%.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">O processo de melhoramento, por meio de seleção natural, ocorre a cada ano, a cada ciclo e novo cultivar. Isso significa que patógenos também evoluem com as plantas, tornando seu controle cada vez mais difícil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É necessário um planejamento desde a escolha da cultivar e testes de pureza, pois como você viu neste artigo, o inóculo da mancha-amarela vem principalmente de sementes infectadas com plantas hospedeiras.</span></p>
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		<title>Mancha anular do cafeeiro: sintomas, principais danos e como controlar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2020 18:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[cafeeiro]]></category>
		<category><![CDATA[cultura do café]]></category>
		<category><![CDATA[doenças do café]]></category>
		<category><![CDATA[lavouras]]></category>
		<category><![CDATA[mancha anular]]></category>
		<category><![CDATA[manchas amareladas]]></category>
		<category><![CDATA[vírus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A mancha anular do cafeeiro é causada pelo ácaro Brevipalpus phoenicis, responsável por transmitir o vírus Coffee ringspot virus &#8211; CoRSV. Esse ácaro também é conhecido como uma séria praga na cultura dos citros, recebendo o nome vulgar de ácaro-da-leprose, por ser transmissor do vírus que causa essa doença. Dessa forma, o ácaro Brevipalpus phoenicis [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>mancha anular do cafeeiro</strong> é causada pelo ácaro <em>Brevipalpus phoenicis</em>, responsável por transmitir o vírus <em>Coffee ringspot virus</em> &#8211; CoRSV.</p>
<p>Esse ácaro também é conhecido como uma séria praga na cultura dos citros, recebendo o nome vulgar de ácaro-da-leprose, por ser transmissor do vírus que causa essa doença.</p>
<p>Dessa forma, o ácaro <em>Brevipalpus phoenicis</em> é uma <strong>praga polífaga, não infestando apenas a <a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-da-cultura-do-cafe-principais-aspectos/">cultura do café</a>.</strong></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
<script>
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</script></p>
</div>
<h2>Quais as características do ácaro da mancha anular?</h2>
<p>As fêmeas medem cerca de 0,30 mm de comprimento e 0,18 mm de largura, com manchas escuras no dorso. Os machos são semelhantes às fêmeas, no entanto, não apresentam manchas escuras sobre o corpo.</p>
<p>Nas <strong>folhas do cafeeiro</strong> os ácaros localizam-se na parte inferior, próximos às nervuras, principalmente a central. Já <strong>nos frutos</strong>, os ácaros e seus ovos são encontrados preferencialmente na coroa e no pedúnculo, e também em fendas ou lesões com aspecto de cortiça na casca dos frutos.</p>
<p>O ciclo de vida de <i>B. phoenicis </i>é constituído pelas fases de ovo, larva, protoninfa, deutoninfa e adulto, e pode durar cerca de 18 dias, dependendo das condições climáticas.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-pragas-doencas-cafe?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=guia-pragas-doencas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39679 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe.png" alt="Guia Pragas e doenças do café" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Principais sintomas da mancha anular</h2>
<p>Os sintomas da mancha anular <strong>podem aparecer em folhas e frutos</strong> do cafeeiro.</p>
<p>Nas folhas, são observadas <strong>manchas cloróticas</strong>, que tomam a forma de anel, podendo coalescer, abrangendo grande parte do limbo.</p>
<p>Nos frutos, os sintomas são <strong>manchas amareladas em forma de anéis</strong> ou irregularidades deprimidas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-14829" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/acaro-mancha-anular-1.jpg" alt="Folhas de cafeeiro com mancha anular" width="650" height="488" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/acaro-mancha-anular-1.jpg 960w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/acaro-mancha-anular-1-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/acaro-mancha-anular-1-768x576.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/acaro-mancha-anular-1-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/acaro-mancha-anular-1-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/acaro-mancha-anular-1-740x555.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/acaro-mancha-anular-1-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/acaro-mancha-anular-1-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Folhas de cafeeiro com sintomas do vírus inoculado pelo ácaro da mancha anular (Foto: Luiz Paulo Vilela)</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-14831" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/acaro-mancha-anular-3.jpg" alt="Frutos do cafeeiro com sintomas de mancha anular" width="570" height="590" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/acaro-mancha-anular-3.jpg 570w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/acaro-mancha-anular-3-290x300.jpg 290w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/acaro-mancha-anular-3-370x383.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/acaro-mancha-anular-3-270x279.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/acaro-mancha-anular-3-150x155.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 570px) 100vw, 570px" />Frutos de cafeeiro com sintomas do vírus inoculado pelo ácaro da mancha anular (Foto: Luiz Paulo Vilela)</span></p>
<h2>Quais os danos causados pela mancha anular?</h2>
<p>A incidência do ácaro da leprose <strong>pode acarretar intensa desfolha</strong>, reduzindo significativamente a fotossíntese das plantas, dessa forma, podendo afetar na produtividade do cafeeiro.</p>
<p>Pelo fato do ataque do ácaro se concentrar mais na parte interna da planta, com uma desfolha de dentro para fora do cafeeiro, denomina-se “planta-oca”.</p>
<p>Também pode ocorrer <strong>queda acentuada de frutos</strong>, acarretando aumento do café de varrição e <strong>interferência na qualidade da bebida</strong>.</p>
<p>Além disso, é importante destacar que após o ataque do ácaro os frutos ficam dispostos a entrada de microrganismos, por exemplo:</p>
<ul>
<li><i>Colletotrichum;</i></li>
<li>Fusarium;</li>
<li>Penicillium;</li>
<li>Cladosporium;</li>
<li>Aspergillus<i>. </i></li>
</ul>
<p>Ou mesmo, a raspagem feita pelo ácaro nas folhas, podem facilitar a entrada de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/principais-doencas-do-cafe-como-identifica-las/" target="_blank" rel="noopener">doenças no cafeeiro</a></strong>.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-28254 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="900" height="250" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg 900w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-300x83.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-768x213.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-370x103.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-270x75.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-740x206.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-150x42.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a></p>
<h2>Como realizar o controle do ácaro?</h2>
<p>Após detectada a incidência do vírus da mancha anular nas lavouras, recomenda-se o controle do ácaro, visto que, esse inseto é o <strong>vetor do vírus</strong>, e na sua ausência não há a transmissão da doença.</p>
<p>O controle pode ser feito através da utilização dos ingredientes ativos: Hexythiazox, Espirodiclofeno e Propargito, pertencente aos grupos químicos: tiazolidinacarboxamida, cetoenol e sulfito de alquila, que são registrados para o ácaro da mancha anular na cultura do café.</p>
<p>Podem ser utilizados também outros acaricidas registrados para o controle desse inseto vetor, salientando a <strong>importância de se rotacionar o modo de ação dos inseticidas utilizados</strong>, com o intuito de evitar a ocorrência de resistência.</p>
<p>Para a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pulverizador-costal/">pulverização</a></strong>, recomenda-se a utilização de um maior volume de calda, a partir de 600 L/ha, de acordo com o porte e o  enfolhamento das plantas. Também, recomenda-se andar com menor velocidade no trator a fim de que a calda atinja o interior das plantas. Sendo recomendada pelo menos <strong>duas aplicações para o controle do ácaro</strong>.</p>
<p>Além disso, é importante o uso racional de inseticidas que possam afetar a população de ácaros predadores, visando evitar desequilíbrios nas populações.</p>
<h2>Controle doenças com mais segurança e aumente a rentabilidade da lavoura</h2>
<p>A mancha anular pode comprometer a produtividade e a qualidade do café, causando prejuízos significativos quando não é manejada corretamente. Mais do que identificar os sintomas, é essencial adotar estratégias de controle eficientes e integrá-las a uma gestão completa da lavoura.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende a planejar o manejo fitossanitário de forma estratégica, interpretar informações técnicas com segurança, reduzir custos e aumentar a eficiência da produção, sempre com foco em resultados consistentes.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18459 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg" alt="Larissa Cocato - Coordenadora de Ensino Café" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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