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	<title>herbicidas Archives | Rehagro Blog</title>
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	<title>herbicidas Archives | Rehagro Blog</title>
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		<title>Herbicidas no café: guia completo para aplicação eficiente e segura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 13:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[cafeicultura]]></category>
		<category><![CDATA[herbicidas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O manejo adequado de plantas daninhas é um dos pilares fundamentais para garantir alta produtividade e qualidade na cultura do café. A competição por água, luz, nutrientes e espaço pode reduzir significativamente o potencial produtivo da lavoura, comprometendo os resultados econômicos da propriedade. Nesse contexto, a aplicação de herbicidas no café tornou-se uma prática indispensável [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O manejo adequado de plantas daninhas é um dos pilares fundamentais para garantir alta <strong>produtividade e qualidade na cultura do café</strong>. A competição por água, luz, nutrientes e espaço pode reduzir significativamente o potencial produtivo da lavoura, comprometendo os resultados econômicos da propriedade.</p>
<p>Nesse contexto, <strong>a aplicação de herbicidas no café tornou-se uma prática indispensável</strong> para produtores que buscam eficiência operacional e sustentabilidade no campo.</p>
<p>Dominar as técnicas corretas de aplicação, conhecer os produtos disponíveis no mercado e entender os momentos ideais para intervenção são competências essenciais para técnicos, agrônomos e produtores.</p>
<p>Este guia completo apresenta desde os conceitos básicos até as práticas avançadas de manejo químico de plantas daninhas na cafeicultura, proporcionando informações técnicas para tomada de decisão assertiva.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O que são herbicidas e sua importância na cafeicultura?</h2>
<p>Herbicidas são produtos fitossanitários desenvolvidos para controlar, suprimir ou eliminar <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe/">plantas daninhas</a></strong> que competem com a cultura principal. Na cafeicultura, esses produtos desempenham papel estratégico no manejo integrado, permitindo controle eficiente nas lavouras.</p>
<p>A presença de plantas daninhas na lavoura cafeeira pode causar prejuízos significativos. Estudos demonstram que a competição não controlada pode <strong>reduzir a produtividade em até 80%</strong>, dependendo da espécie invasora, densidade e período de convivência. Além disso, plantas daninhas podem servir como hospedeiras de pragas e doenças, aumentando a pressão de outros problemas fitossanitários.</p>
<p>O uso racional de herbicidas no café proporciona:</p>
<ul>
<li>Redução de custos operacionais em comparação com métodos manuais.</li>
<li>Controle eficiente em áreas de difícil acesso.</li>
<li>Menor <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/compactacao-do-solo/">compactação do solo</a></strong> por reduzir tráfego de máquinas e pessoas.</li>
<li>Maior janela de intervenção, independente de disponibilidade de mão de obra.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-fitotoxicidade-por-herbicidas-em-cafeeiros?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=ebook-toxicidade&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39674 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade.png" alt="E-book Sintomas fitotoxicidade" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Principais tipos de herbicidas utilizados no café</h2>
<p>A escolha do herbicida adequado depende do estágio de desenvolvimento das plantas daninhas, das espécies presentes e das condições ambientais. Conhecer as características de cada tipo é fundamental para o sucesso da aplicação.</p>
<h3>Herbicidas pré-emergentes</h3>
<p>Os <strong>herbicidas pré-emergentes</strong> atuam antes da germinação ou nos estágios iniciais de desenvolvimento das plantas daninhas. São aplicados diretamente no solo, formando uma barreira química que impede a emergência das invasoras.</p>
<p><strong>Vantagens dos pré-emergentes</strong>:</p>
<ul>
<li>Controle preventivo, evitando estabelecimento das daninhas;</li>
<li>Redução do número de aplicações ao longo do ciclo;</li>
<li>Menor competição inicial com o cafeeiro;</li>
<li>Eficiência em bancos de sementes.</li>
</ul>
<p>Esse tipo de herbicida é especialmente recomendado no início do período chuvoso, quando há maior probabilidade de germinação de sementes no solo.</p>
<h3>Herbicidas pós-emergentes</h3>
<p>Os <strong>herbicidas pós-emergentes</strong> são aplicados após a emergência das plantas daninhas, quando estas já estão em desenvolvimento vegetativo. Sua eficácia depende da absorção foliar e da translocação do produto.</p>
<p><strong>Características importantes</strong>:</p>
<ul>
<li>Ação visível em curto período;</li>
<li>Controle de infestações já estabelecidas;</li>
<li>Seletividade variável conforme produto e dosagem;</li>
<li>Dependência de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/influencia-do-clima-na-producao-do-cafe-como-ter-lavouras-resilientes/">condições climáticas</a></strong> favoráveis.</li>
</ul>
<p>A aplicação pós-emergente exige atenção redobrada para evitar a deriva sobre os cafeeiros, especialmente em plantas jovens ou em períodos de brotação.</p>
<h3>Herbicidas de contato vs. sistêmicos</h3>
<p>Herbicidas de contato atuam apenas nas partes da planta atingidas pela calda, provocando morte dos tecidos por dessecação. São eficientes para controle de plantas anuais e em estágios iniciais, mas não controlam estruturas subterrâneas.</p>
<p>Herbicidas sistêmicos são absorvidos e translocados pela planta, atingindo todas as suas partes, incluindo raízes e estruturas de reprodução. São mais eficazes contra plantas perenes e com sistema radicular desenvolvido.</p>
<h2>Quando aplicar herbicidas no café</h2>
<p>O momento correto de aplicação maximiza a eficiência dos herbicidas no café e minimiza riscos à cultura. Diversos fatores devem ser considerados na decisão.</p>
<p><strong>Épocas ideais de aplicação</strong>:</p>
<ol>
<li><strong>Início do período chuvoso</strong>: Momento estratégico para herbicidas pré-emergentes, aproveitando a umidade do solo.</li>
<li><strong>Durante período vegetativo das daninhas</strong>: Aplicação pós-emergente quando as plantas invasoras estão em pleno desenvolvimento, com 4 a 6 folhas.</li>
<li><strong>Antes de floradas e períodos críticos</strong>: Garantir lavoura limpa em fases de maior demanda nutricional do cafeeiro.</li>
<li><strong>Após colheita</strong>: Momento oportuno para controle, com menor risco à cultura principal.</li>
</ol>
<p><strong>Fatores climáticos</strong>:</p>
<ul>
<li>Temperatura: Ideal entre 20-30°C para melhor absorção e translocação.</li>
<li>Umidade relativa: Acima de 50% favorece absorção foliar.</li>
<li>Vento: Velocidade inferior a 10 km/h para evitar deriva.</li>
<li>Chuva: Evitar aplicações com previsão de chuvas nas próximas 6 horas para pós-emergentes.</li>
<li>Orvalho: Presença excessiva pode diluir a calda e reduzir eficiência.</li>
</ul>
<h2>Métodos de aplicação de herbicidas</h2>
<p>A escolha do método de aplicação influencia diretamente a eficácia do controle e a segurança da lavoura cafeeira. Cada técnica possui indicações específicas conforme o sistema de produção.</p>
<h3>Aplicação em jato dirigido</h3>
<p>Técnica mais utilizada na cafeicultura, consiste na aplicação direcionada nas entrelinhas, protegendo o cafeeiro do contato com o herbicida. Utiliza bicos com proteção lateral (chapéu-de-napoleão) ou barras com múltiplos bicos protegidos.</p>
<p><strong>Vantagens</strong>:</p>
<ul>
<li>Maior segurança para a cultura;</li>
<li>Permite uso de herbicidas não-seletivos;</li>
<li>Controle eficiente nas entrelinhas.</li>
</ul>
<p><strong>Recomendações</strong>:</p>
<ul>
<li>Manter distância mínima de 30 cm do tronco;</li>
<li>Regular pressão entre 2 a 4 bar;</li>
<li>Velocidade de aplicação entre 3 a 5 km/h.</li>
</ul>
<h3>Aplicação em área total</h3>
<p>Método utilizado quando há seletividade do herbicida para a cultura do café ou em áreas de renovação. A aplicação cobre toda a superfície, incluindo sob a copa das plantas.</p>
<p><strong>Indicações</strong>:</p>
<ul>
<li>Herbicidas seletivos registrados para café;</li>
<li>Controle em pré-emergência;</li>
<li>Áreas com cobertura vegetal uniforme.</li>
</ul>
<h3>Aplicação localizada</h3>
<p>Técnica direcionada para controle de reboleiras ou plantas daninhas específicas, utilizando <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pulverizador-costal/">aplicadores costais</a></strong> ou equipamentos manuais.</p>
<p><strong>Quando utilizar</strong>:</p>
<ul>
<li>Controle de plantas perenes de difícil manejo;</li>
<li>Reboleiras com infestação localizada;</li>
<li>Complementação após aplicação em área total;</li>
<li>Áreas pequenas ou irregulares.</li>
</ul>
<h2>Principais herbicidas recomendados para a cultura do café</h2>
<p>A seguir, apresentamos uma tabela com os principais herbicidas registrados para uso na cultura do café, seus mecanismos de ação e recomendações:</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40756" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-herbicidas.png" alt="Tabela com diferentes herbicidas" width="1349" height="460" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-herbicidas.png 1349w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-herbicidas-300x102.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-herbicidas-1024x349.png 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-herbicidas-768x262.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-herbicidas-370x126.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-herbicidas-270x92.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-herbicidas-740x252.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-herbicidas-150x51.png 150w" sizes="(max-width: 1349px) 100vw, 1349px" /></p>
<p><strong>Importante</strong>: Sempre consulte um engenheiro agrônomo para recomendação técnica adequada à sua propriedade. Respeite rigorosamente as indicações de bula quanto a dosagens, intervalos de segurança e restrições de uso.</p>
<h2>Cuidados essenciais na aplicação</h2>
<p>A segurança e eficiência na aplicação de herbicidas no café dependem da observação rigorosa de boas práticas e procedimentos técnicos.</p>
<h3>EPI e segurança do aplicador</h3>
<p>A proteção individual é mandatória em todas as etapas de manuseio dos produtos fitossanitários:</p>
<ul>
<li>Luvas impermeáveis durante preparo e aplicação;</li>
<li>Máscara com filtro químico adequado ao produto;</li>
<li>Óculos de proteção contra respingos;</li>
<li>Macacão ou conjunto hidrorrepelente;</li>
<li>Botas impermeáveis;</li>
<li>Chapéu ou capuz de proteção.</li>
</ul>
<p>Após a aplicação, realizar higienização completa dos EPIs, tomada de banho e troca de roupas. Nunca reutilizar embalagens vazias e seguir procedimentos de tríplice lavagem.</p>
<h3>Calibração de equipamentos</h3>
<p>A calibração correta garante aplicação uniforme e na dose recomendada:</p>
<ol>
<li><strong>Verificar bicos e filtros</strong>: Substituir peças danificadas ou desgastadas.</li>
<li><strong>Medir vazão individual</strong>: Descartar bicos com variação superior a 10%.</li>
<li><strong>Calcular velocidade de trabalho</strong>: Manter velocidade constante e adequada.</li>
<li><strong>Determinar volume de aplicação</strong>: Normalmente entre 200-400 L/ha.</li>
<li><strong>Testar em área pequena</strong>: Validar cálculos antes de aplicação total.</li>
</ol>
<h3>Deriva e proteção das plantas de café</h3>
<p>Evitar deriva é fundamental para preservar a sanidade dos cafeeiros:</p>
<ul>
<li>Utilizar bicos adequados (gotas médias a grossas);</li>
<li>Aplicar com vento calmo (&lt;10 km/h);</li>
<li>Regular altura da barra em área total (40-50 cm do alvo);</li>
<li>Usar adjuvantes;</li>
<li>Instalar proteção física nos pulverizadores (cortinas, chapéus);</li>
<li>Evitar aplicações próximas a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/florada-do-cafe/">floradas</a></strong> ou brotações.</li>
</ul>
<h2>Erros comuns na aplicação dos herbicidas no café</h2>
<p>Conhecer os erros mais frequentes ajuda a evitá-los e melhorar resultados:</p>
<ol>
<li><strong>Aplicação fora da janela ideal</strong>: Produtos aplicados em condições climáticas inadequadas perdem eficácia.</li>
<li><strong>Subdosagem ou superdosagem</strong>: Doses incorretas geram controle ineficiente e resistência da planta.</li>
<li><strong>Falta de rotação de mecanismos de ação</strong>: Uso repetido do mesmo grupo químico favorece resistência.</li>
<li><strong>Deriva sobre cafeeiros</strong>: Causa fitotoxidez, queda de folhas e redução de produtividade.</li>
<li><strong>Equipamentos descalibrados</strong>: Resulta em aplicação desuniforme e desperdício de produto.</li>
<li><strong>Aplicação fora das condições ideias do ambiente</strong>: Reduz absorção e eficácia dos herbicidas.</li>
<li><strong>Descarte inadequado de embalagens</strong>: Gera passivo ambiental e risco de contaminação.</li>
<li><strong>Negligência com EPIs</strong>: Expõe o aplicador a riscos graves de intoxicação.</li>
<li><strong>Falta de registro e rastreabilidade dos manejos</strong>: Dificulta gestão e compromete certificações.</li>
</ol>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A aplicação de herbicidas no café, quando realizada com conhecimento técnico e responsabilidade, representa ferramenta poderosa para otimização da produtividade e rentabilidade da cafeicultura.</p>
<p>O domínio das técnicas corretas, escolha adequada de produtos, respeito aos momentos ideais e observação rigorosa das normas de segurança são pilares fundamentais para o sucesso.</p>
<p>O manejo de plantas daninhas <strong>não se limita à aplicação de produtos</strong>, mas envolve planejamento estratégico, monitoramento constante, tomada de decisão baseada em dados e visão sistêmica da propriedade. Essa abordagem diferencia produtores de alta performance no competitivo mercado do café.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Café Rehagro.</p>
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		<title>Efeito carryover: o que é esse efeito causado por herbicidas?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-o-efeito-carryover/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jan 2024 11:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[efeito carryover]]></category>
		<category><![CDATA[herbicidas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na vastidão dos campos agrícolas, um termo que frequentemente ressoa entre os produtores é o &#8220;carryover&#8220;. Mas o que exatamente é esse fenômeno intrigante que tanto ouvimos falar? Vamos explorar a fundo esse efeito e entender como ele pode impactar não apenas a safra atual, mas também as culturas subsequentes. &#160; Sem tempo para ler [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na vastidão dos campos agrícolas, um termo que frequentemente ressoa entre os produtores é o &#8220;<strong><i>carryover</i></strong>&#8220;. Mas o que exatamente é esse fenômeno intrigante que tanto ouvimos falar?</p>
<p>Vamos explorar a fundo esse efeito e entender como ele pode impactar não apenas a safra atual, mas também as culturas subsequentes.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O que é o efeito <i>carryover</i>?</h2>
<p>O <strong>efeito <i>carryover</i></strong> é observado quando um produto aplicado em uma safra ou durante a dessecação pré-semeadura <strong>causa injúrias ou perda de produtividade na safra subsequente</strong>, conhecida como safrinha.</p>
<p>É crucial compreender que o impacto não se limita à cultura principal, mas manifesta-se nas culturas que seguem, seja na sucessão imediata, como é comum com soja e milho, ou mesmo em rotação na mesma safra agrícola.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologia-aplicacao-defensivos-agricolas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-aplicacao-defensivos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39621 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png" alt="E-book Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>A persistência dos produtos no solo e o problema emergente</h3>
<p>Um fator determinante para o <i>carryover</i> é a <strong>persistência dos produtos no solo</strong>. Alguns produtos apresentam uma longa persistência, o que significa que permanecem ativos por um período considerável. Essa longevidade no solo é a principal vilã quando se trata de problemas em culturas subsequentes.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-25857" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/efeito-carryover.jpg" alt="Efeito Carryover" width="863" height="561" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/efeito-carryover.jpg 863w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/efeito-carryover-300x195.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/efeito-carryover-768x499.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/efeito-carryover-370x241.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/efeito-carryover-270x176.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/efeito-carryover-740x481.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/efeito-carryover-150x98.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 863px) 100vw, 863px" /></p>
<h2>Dessecação e pré-emergentes</h2>
<p>Um equívoco comum é atribuir o <i>carryover</i> apenas aos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/herbicidas-pre-emergentes-para-soja/" target="_blank" rel="noopener">pré-emergentes</a></strong>. Na prática, tanto os produtos utilizados na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dessecacao-da-soja-qual-o-momento-certo/" target="_blank" rel="noopener">dessecação</a></strong> quanto os pós-emergentes podem desencadear esse efeito indesejado.</p>
<p>A culpa nem sempre recai apenas sobre os pré-emergentes, como frequentemente se assume. A narrativa tradicional muitas vezes aponta os pré-emergentes como os vilões do <i>carryover</i>, mas a realidade é mais complexa.</p>
<p>Os produtos pós-emergentes também podem desencadear esse fenômeno, desafiando a ideia preconcebida de que apenas os produtos aplicados antes da emergência da cultura são responsáveis pelos problemas futuros.</p>
<h2>Desafios e soluções</h2>
<p>Entender os desafios associados ao <i>carryover</i> é o primeiro passo para uma gestão eficaz dos campos agrícolas. A <strong>aplicação cuidadosa de produtos</strong>, considerando não apenas a cultura principal, mas também as subsequentes, é crucial para evitar surpresas desagradáveis na safrinha.</p>
<p><strong>Optar por produtos com menor persistência no solo é uma estratégia inteligente</strong>. A seleção criteriosa de produtos durante a dessecação e pós-emergência pode minimizar significativamente o risco de <i>carryover</i>, preservando a produtividade nas culturas futuras.</p>
<p>A vigilância constante dos campos é essencial. Monitorar atentamente o desenvolvimento das culturas sucessivas permite identificar precocemente qualquer sinal de <i>carryover</i>, possibilitando a tomada de medidas corretivas antes que os danos se intensifiquem.</p>
<p>A disseminação de conhecimento é uma arma poderosa na luta contra o <i>carryover</i>. <strong>Capacitar os produtores</strong> com informações precisas sobre a escolha e aplicação adequada de produtos é fundamental para <strong>prevenir problemas futuros e garantir a sustentabilidade das práticas agrícolas.</strong></p>
<h2>Desvendando o mistério para uma agricultura sustentável</h2>
<p>Em um mundo agrícola dinâmico, compreender e mitigar os efeitos do <i>carryover</i> é essencial para assegurar a continuidade da produção e a saúde do solo.</p>
<p>Ao adotar práticas conscientes e estratégias preventivas, os produtores podem enfrentar esse desafio de frente, promovendo uma agricultura sustentável e produtiva para as gerações futuras. O <i>carryover</i> deixa de ser um enigma assustador quando a sabedoria e a ação proativa se unem para moldar o futuro dos campos agrícolas.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="EFEITO CARRYOVER: O QUE É ESSE EFEITO CAUSADO POR HERBICIDAS | Por Dentro do Ensino - Grãos" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/zkXqDlEsJ5o?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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<p>Prepare-se para tomar decisões mais assertivas e elevar o nível da sua produção!</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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		<title>Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas: guia completo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Dec 2022 13:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[defensivos agrícolas]]></category>
		<category><![CDATA[fitossanitários]]></category>
		<category><![CDATA[herbicidas]]></category>
		<category><![CDATA[inseticidas]]></category>
		<category><![CDATA[pulverização]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A tecnologia de aplicação é um conjunto de conhecimentos que integram informações sobre os defensivos agrícolas, suas formulações e adjuvantes, o processo de pulverização, os alvos e o ambiente, visando uma aplicação correta, segura e responsável. Sendo assim, a tecnologia de aplicação visa a colocação do produto no alvo; no ‘timing’ adequado; na quantidade requerida; [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A tecnologia de aplicação <strong>é um conjunto de conhecimentos que integram informações sobre os defensivos agrícolas</strong>, suas formulações e adjuvantes, o processo de pulverização, os alvos e o ambiente, visando uma aplicação correta, segura e responsável.</p>
<p>Sendo assim, a tecnologia de aplicação visa a colocação do produto no alvo; no <i>‘timing’</i> adequado; na quantidade requerida; de forma econômica; e com o mínimo de contaminação humana e ambiental.</p>
<p><strong>O principal objetivo de uma pulverização é garantir a lucratividade e rentabilidade da cultura</strong>, de modo que não se possa reduzir os <a href="https://rehagro.com.br/blog/custos-de-producao-agricola/" target="_blank" rel="noopener"><strong>custos</strong></a> ao ponto de comprometer significativamente a produtividade final e, consequentemente, a lucratividade esperada.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Quais as melhores práticas para aplicação de defensivos agrícolas?</h2>
<h3>1. Inspeção Periódica de Pulverizadores</h3>
<p>A <strong>Inspeção Periódica de Pulverizadores (IPP)</strong>, visa avaliar o estado de pulverizadores agrícolas com base no estado de conservação e operacionalidade que pode nortear orientação de uso e manutenção, além da redução do impacto ambiental.</p>
<p>Devem ser examinados os componentes do circuito hidráulico do pulverizador (tanque, bomba, manômetro, filtros, mangueiras, bicos entre outros) a fim de verificar se estes componentes se encontram em boas condições. Caso o pulverizador esteja equipado com controlador automático de taxa de aplicação e pressão, suas configurações e programação deve ser conhecida do operador.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16837 size-large" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-2-1024x296.jpg" alt="Ampliação da variação na vazão das pontas de pulverização" width="770" height="223" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-2-1024x296.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-2-300x87.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-2-768x222.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-2-1536x444.jpg 1536w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-2-370x107.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-2-270x78.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-2-740x214.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-2-150x43.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-2.jpg 1859w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Avaliação da variação na vazão das pontas de pulverização.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16840" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-5.jpg" alt="Teste de vazão de pontas de pulverização" width="500" height="667" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-5.jpg 864w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-5-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-5-768x1024.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-5-370x493.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-5-270x360.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-5-740x987.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-5-640x853.jpg 640w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-5-150x200.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16839" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-4.jpg" alt="Teste de vazão de pontas pulverizadoras" width="500" height="667" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-4.jpg 1200w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-4-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-4-768x1024.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-4-1152x1536.jpg 1152w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-4-370x493.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-4-270x360.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-4-740x987.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-4-640x853.jpg 640w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-4-150x200.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Teste de vazão de pontas de pulverização.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16842" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-7.jpg" alt="Modelo de check list para realizar a IPP" width="500" height="617" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-7.jpg 900w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-7-243x300.jpg 243w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-7-830x1024.jpg 830w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-7-768x948.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-7-370x457.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-7-270x333.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-7-740x913.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-7-150x185.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Modelo de checklist para realização da IPP</span></p>
<h3>2. Qualidade da Água para Pulverização</h3>
<p>Dentre os fatores que podem influenciar a qualidade química da água e tem grande interferência sobre a eficácia dos defensivos agrícolas está a “dureza”.</p>
<p>A dureza da água está relacionada aos teores de carbonatos, sulfatos, cloretos e nitratos de vários cátions. Íons livres (Al+3, Zn+2, Ca+2, Mg+2, HCO3-, NO3-) podem combinar com moléculas orgânicas como a reação dos íons de 2,4-D com Ca+2 e Mg+2 e da quelação dos íons pelo glifosato.</p>
<p>Isso reduz a quantidade de ingrediente ativo disponível, por consequência reduz a eficiência biológica do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/herbicidas-pre-emergentes-para-soja/" target="_blank" rel="noopener">herbicida</a></strong>, além do entupimento das pontas de pulverização, em função da aglutinação e precipitação das partículas. Neste sentido, <strong>níveis de até 320 ppm de CaCO3 apresentam boa compatibilidade.</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41651" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/classificacao-dureza-agua.png" alt="Classificação de dureza da água" width="620" height="259" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/classificacao-dureza-agua.png 620w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/classificacao-dureza-agua-300x125.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/classificacao-dureza-agua-370x155.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/classificacao-dureza-agua-270x113.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/classificacao-dureza-agua-150x63.png 150w" sizes="auto, (max-width: 620px) 100vw, 620px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Formas de classificação da dureza da água. (Fonte: Queiroz et al. (2008)).</span></p>
<p><strong>Além da qualidade química, a qualidade física da água é de extrema importância</strong>, principalmente quanto a quantidade de sedimentos em suspensão. Sedimentos como argila e matéria orgânica, além de obstruir filtros e pontas, reduzem a vida útil dos equipamentos (bombas e pontas), sendo que também podem se associar aos produtos químicos adicionados ao tanque, inativando ou reduzindo sua eficiência.</p>
<p>Um exemplo clássico é a inativação do glifosato pela argila presente na solução de aplicação. A adsorção do herbicida as partículas de argila ocorrem devido à atração entre as cargas da superfície do colóide do solo com as moléculas do herbicida.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologia-aplicacao-defensivos-agricolas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-aplicacao-defensivos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39621 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png" alt="E-book Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>3. Adjuvantes</h3>
<p>As superfícies das plantas apresentam uma barreira para a penetração de líquidos, denominada cutícula, cujas características variam de espécie para espécie e dependem da idade dos órgãos vegetais e das condições climáticas.</p>
<p>Para vencer estas barreiras das plantas à penetração dos defensivos agrícolas, são utilizadas substâncias inertes, denominadas aditivos ou <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/uso-de-adjuvantes-em-caldas-de-pulverizacao/" target="_blank" rel="noopener">adjuvantes</a></strong>, <strong>capazes de modificar a atividade dos produtos aplicados e as características da pulverização, aumentando a eficiência da aplicação.</strong></p>
<p>Estes produtos podem ser acrescentados à formulação dos defensivos agrícolas pelas empresas fabricantes, ou ser adicionados à calda no momento da pulverização.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16841 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-6.jpg" alt="Gota de água em folha com e sem uso de adjuvantes" width="515" height="284" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-6.jpg 515w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-6-300x165.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-6-370x204.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-6-270x149.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-6-150x83.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 515px) 100vw, 515px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Gota sem uso de adjuvante (esquerda) e com uso de adjuvante (direita). </span></p>
<p>A cutícula da folha é a primeira barreira que o defensivo agrícola precisa passar. A adição de adjuvante pode influenciar nesse processo. A utilização de óleos tem como função melhorar a penetração e adesão dos defensivos agrícolas nas folhas e da camada de quitina dos insetos.</p>
<p>O<strong>s três principais modos de ação dos adjuvantes para melhorar a penetração dos produtos são</strong>:</p>
<ol>
<li>Alteração no depósito do ingrediente ativo na superfície foliar;</li>
<li>Efeito na difusão transcuticular;</li>
<li>Permeabilidade da membrana plasmática.</li>
</ol>
<p>Dentre os efeitos dos adjuvantes, destaca-se a redução da tensão superficial das gotas pulverizadas, causando o seu achatamento, o que aumenta a sua superfície de contato com o alvo biológico e melhora a cobertura deste.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41652" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/classificacao-adjuvantes.png" alt="Classificação dos tipos de adjuvantes" width="840" height="590" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/classificacao-adjuvantes.png 840w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/classificacao-adjuvantes-300x211.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/classificacao-adjuvantes-768x539.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/classificacao-adjuvantes-370x260.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/classificacao-adjuvantes-270x190.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/classificacao-adjuvantes-740x520.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/classificacao-adjuvantes-150x105.png 150w" sizes="auto, (max-width: 840px) 100vw, 840px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Classificação e função dos adjuvantes.</span></p>
<p>No Brasil os adjuvantes estão em duas categorias:</p>
<ol>
<li>Os adjuvantes utilizados em pacotes casados (oficiais);</li>
<li>Adjuvantes caracterizados como fertilizantes foliares (não oficiais), devido a nova determinação do MAPA que isentam o registro de adjuvantes.</li>
</ol>
<p>Grande parte dos problemas advindos da utilização de aditivos de calda origina-se do desconhecimento de sua ação e das implicações de sua utilização.</p>
<p>Atualmente o uso de adjuvantes é uma prática importante no aumento da eficiência dos defensivos agrícolas. Sua utilização melhora na medida que a qualidade de aplicação aumenta e assim, a quantidade de ingrediente ativo nas plantas.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/pulverizacao-perfeita-mais-produtividade-e-menos-desperdicio?utm_campaign=materiais-cl-ppg&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39956 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/banner-curso-ppg.jpg" alt="Curso Pulverização Perfeita: Mais Produtividade e Menos Desperdício" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/banner-curso-ppg.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/banner-curso-ppg-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/banner-curso-ppg-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/banner-curso-ppg-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/banner-curso-ppg-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/banner-curso-ppg-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/banner-curso-ppg-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>4. Mistura de Defensivos Agrícolas</h3>
<p>Segundo a instrução normativa N° 40 de 11 de outubro de 2018 do MAPA, a mistura em tanque é permitida desde que haja recomendação técnica, que só pode ser feita por um profissional de nível superior.</p>
<p>Desta forma, cabe aos engenheiros agrônomos e/ou engenheiros florestais receitarem a aplicação combinada de diferentes produtos. A normativa traz transparência a esta prática, que deixa de ser um tabu, em que todos executam a prática, mas ninguém fala sobre ela.</p>
<p><strong>Nas aplicações de defensivos agrícolas os produtores realizam mistura de defensivos a fim de otimizar a pulverização.</strong> Por consequência tem como resultante uma mistura de difícil previsão devido às variáveis envolvidas como pH, viscosidade, tensão superficial, formação de  espuma, dispersibilidade, decantação, temperatura, cristalização, entre outros.</p>
<p>Nessas misturas, é muito provável que alguns tipos de perdas ocorram com os defensivos adicionados. A fim de minimizar esses efeitos, assim que adicionados os defensivos agrícolas no tanque é necessário ligar o sistema de agitação.</p>
<p>Em tanques de maior capacidade, é comum a existência de “pontos mortos”, onde há dificuldade de se manter a uniformidade na concentração dos produtos. Recomenda-se também a pré-diluição de defensivos de baixa solubilidade (WG, WP e SC), caso contrário pode haver deposição no fundo do tanque reduzindo assim, sua funcionalidade.</p>
<p>Independente da solubilidade ou formulação dos produtos, a agitação deverá estar sempre ligada e ininterrupta, e os produtos adicionados gradativamente no reservatório. A mistura de dois produtos ou mais, sejam defensivos agrícolas ou demais produtos, podem ocasionar três efeitos:</p>
<ol>
<li><strong>Aditivo:</strong> o efeito da aplicação da mistura será semelhante ao da aplicação dos produtos individualmente, ou seja, um produto não interfere na eficácia do outro;</li>
<li><strong>Sinérgico:</strong> o efeito da aplicação da mistura será superior ao da aplicação dos produtos individualmente, ou seja, um produto melhora a eficácia do outro;</li>
<li><strong>Antagônico:</strong> o efeito da aplicação da mistura será inferior ao da aplicação dos produtos individualmente, ou seja, um produto piora a eficácia do outro.</li>
</ol>
<p>Como medida de precaução, assim que os defensivos agrícolas chegarem à propriedade deve ser realizado uma pré-mistura em garrafa pet, nas mesmas proporções indicadas nas aplicações de campo, seguindo a sequência apresentada na tabela logo abaixo.</p>
<p>Caso tenha algum problema de incompatibilidade, deve-se advertir para retirada do defensivo que ocasionou o problema e seguir com a sequência de mistura.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16844" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-9.jpg" alt="Pré-mistura de defensivos agrícolas em garrafas pet" width="600" height="184" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-9.jpg 1299w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-9-300x92.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-9-1024x315.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-9-768x236.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-9-370x114.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-9-270x83.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-9-740x227.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-9-150x46.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Pré-mistura de defensivos agrícolas em garrafas pet.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16843" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-8.jpg" alt="Pré-mistura de defensivos agrícolas" width="600" height="148" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-8.jpg 1179w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-8-300x74.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-8-1024x253.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-8-768x190.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-8-370x91.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-8-270x67.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-8-740x183.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-8-150x37.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16847" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-12.jpg" alt="Etapas do preparo de calda de pulverização" width="600" height="187" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-12.jpg 1179w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-12-300x94.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-12-1024x320.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-12-768x240.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-12-370x115.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-12-270x84.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-12-740x231.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-12-150x47.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16845" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-10-e1671539079434.jpg" alt="Equipamentos para preparo de calda de pulverização" width="500" height="500" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-10-e1671539079434.jpg 653w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-10-e1671539079434-300x300.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-10-e1671539079434-150x150.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-10-e1671539079434-370x370.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-10-e1671539079434-270x270.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-10-e1671539079434-96x96.jpg 96w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Equipamentos utilizados para o preparo de calda de pulverização.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16859 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tabela-preparo.jpg" alt="Tabela com sugestão de ordem de mistura em tanques de pulverização" width="650" height="549" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tabela-preparo.jpg 650w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tabela-preparo-300x253.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tabela-preparo-370x313.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tabela-preparo-270x228.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tabela-preparo-355x300.jpg 355w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tabela-preparo-150x127.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Sugestão para ordem de mistura em tanques de pulverização.</span></p>
<h3>5. Pressão de trabalho</h3>
<p>A pressão de trabalho está associada ao fluxo de calda que estará quando passar pelo orifício de saída da ponta de pulverização.</p>
<p>Sua importância está ligada à formação de gotas de diâmetro correto, para formação do jato no ângulo nominal e para que as gotas tenham velocidade suficiente para atingir o alvo sem que haja tempo para se perderem por deriva.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>1 bar = 100 kPa = 14,5 PSI = 1,01 kgf/cm²</em></strong></p>
<p>A forma de checar a pressão do sistema é por meio de um manômetro. Sem a utilização dele é impossível saber qual é o espectro de gotas que está sendo produzido pela ponta e estimar vazão da ponta.</p>
<p>Em alguns pulverizadores montados ou de arrasto, é comum não encontrar o manômetro ou que ele esteja quebrado ou ausente.</p>
<p>O manômetro de ponta pode indicar a leitura com maior acurácia. Caso tenha acúmulo de resíduos por sedimentação na tubulação ou obstrução de filtros, é provável que ocorram diferenças na leitura entre o manômetro do regulador de pressão e o acoplado na saída da ponta.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16846" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-11.jpg" alt="Manômetro de ponta e do pulverizador" width="600" height="432" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-11.jpg 1179w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-11-300x216.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-11-1024x737.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-11-768x552.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-11-370x266.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-11-270x194.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-11-740x532.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-11-150x108.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Manômetro de ponta (esquerda) e manômetro do pulverizador (direita). </span></p>
<p><strong>Não se deve utilizar pressões abaixo de 2,7 bar (40 PSI)</strong>, pois alguns modelos de pontas não abrem totalmente o jato pulverizado e/ou apresentam desuniformidade no espectro de gotas produzidas.</p>
<p>Na tabela a seguir é apresentada uma sugestão para pressão de trabalho de acordo com o grupo de defensivos agrícolas que são utilizados.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41653" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/faixa-pressao-trabalho.png" alt="Faixa de pressão de trabalho" width="717" height="301" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/faixa-pressao-trabalho.png 717w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/faixa-pressao-trabalho-300x126.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/faixa-pressao-trabalho-370x155.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/faixa-pressao-trabalho-270x113.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/faixa-pressao-trabalho-150x63.png 150w" sizes="auto, (max-width: 717px) 100vw, 717px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Faixa de pressão de trabalho.</span></p>
<p>Ao escolher uma ponta de pulverização pelo diâmetro de gota produzido, é necessário correlacionar seu diâmetro com a pressão de trabalho.</p>
<p>Nesse sentido é comum o operador aumentar a velocidade de trabalho e o controlador compensar com aumento da pressão do sistema, reduzindo o diâmetro de gotas, o que pode gerar deriva.</p>
<h3>6. Pontas de pulverização</h3>
<p><strong>Para uma boa pulverização, ela deve apresentar gotas no tamanho de interesse e com o mínimo de deriva possível</strong>, sempre de acordo com o que o produto e as condições do alvo a ser pulverizado exijam.</p>
<p>A ponta de pulverização é responsável por diversos aspectos relacionados à qualidade da aplicação, como diâmetro das gotas, distribuição do líquido pulverizado, uniformidade de distribuição e vazão da calda. O espectro de gotas segundo (ASABE, 2009) classifica em oito classes, sendo elas apresentadas na tabela a seguir.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41654" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/gotas-pulverizacao.png" alt="Classe de gotas de pulverização" width="711" height="447" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/gotas-pulverizacao.png 711w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/gotas-pulverizacao-300x189.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/gotas-pulverizacao-370x233.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/gotas-pulverizacao-270x170.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/gotas-pulverizacao-150x94.png 150w" sizes="auto, (max-width: 711px) 100vw, 711px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Classe de gotas de pulverização.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16848" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-13.jpg" alt="Tipos de pontas de pulverizador" width="600" height="244" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Tipos de pontas vs. tamanho de gotas.</span></p>
<p>Sendo assim a escolha correta das pontas de pulverização deve priorizar os seguintes passos:</p>
<ol>
<li>Modo de ação dos produtos;</li>
<li>Condições climáticas;</li>
<li>Situação do alvo a ser controlado.</li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">De maneira geral</span><span style="font-weight: 400;">,</span><span style="font-weight: 400;"> as condições climáticas para uma boa pulverização preconizam que tenha umidade relativa superior a 50%, temperatura inferior a 30°C e velocidade do vento entre 2 e 10 km/h. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As condições climáticas podem interferir diretamente no risco de deriva, onde é definido através do volume pulverizado por determinada ponta a uma determinada pressão com gotas inferiores a 100 micrômetros de diâmetro. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para avaliação do risco de deriva no campo tem-se utilizado papel sensível à água</span><span style="font-weight: 400;">, </span><span style="font-weight: 400;">posteriormente uso de um software que realiza a contagem de gotas por cm² </span><span style="font-weight: 400;">e mensurar o diâmetro </span><span style="font-weight: 400;">mediano volumétrico das gotas. Além disso</span><span style="font-weight: 400;">,</span><span style="font-weight: 400;"> possibilita a investigação do percentual de cobertura no interior do dossel das plantas cultivadas.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41655" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/numero-gotas.png" alt="Número de gotas por tipo de aplicação" width="506" height="251" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/numero-gotas.png 506w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/numero-gotas-300x149.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/numero-gotas-370x184.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/numero-gotas-270x134.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/numero-gotas-150x74.png 150w" sizes="auto, (max-width: 506px) 100vw, 506px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Número de gotas por cm² vs. tipo de aplicação.</span></p>
<h3>7. Limpeza do tanque de pulverização</h3>
<p>Com a intensificação de cultivo de safra e safrinha, mistura de defensivos agrícolas nos tanques de pulverização e o número de aplicações realizadas durante os cultivos, os pulverizadores começam a acumular resíduos de defensivos agrícolas até que seja feita a correta limpeza de todo o sistema de pulverização.</p>
<p>Antes da aplicação, comece com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, deve ser realizada uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formatação de depósitos sólidos que podem se tornar difíceis de serem removidos.</p>
<p>O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil. A não lavagem ou mesmo a lavagem inadequada do pulverizador pode resultar em danos às culturas posteriores.</p>
<p>Caldas com dificuldade de homogeneização, entupimentos de pontas, obstrução de filtros pode ser advindo de uma falta de limpeza do sistema de pulverização. Na tabela a seguir são apresentados os passos a serem seguidos para uma limpeza de tanque de pulverização.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41656" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/limpeza-tanque.png" alt="Etapas de limpeza do tanque " width="554" height="491" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/limpeza-tanque.png 554w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/limpeza-tanque-300x266.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/limpeza-tanque-370x328.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/limpeza-tanque-270x239.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/limpeza-tanque-338x300.png 338w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/limpeza-tanque-150x133.png 150w" sizes="auto, (max-width: 554px) 100vw, 554px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Etapas para limpeza do tanque de pulverização. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16850" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-15.jpg" alt="Tubulação com resíduos de defensivos agrícolas" width="600" height="328" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-15.jpg 1353w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-15-300x164.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-15-1024x559.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-15-768x419.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-15-370x202.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-15-270x147.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-15-740x404.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-15-150x82.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Tubulação de pulverizador com resíduos de defensivos agrícolas. </span></p>
<h3>8. Uso de EPI’s</h3>
<p><strong>O uso seguro de defensivos agrícolas exige o uso correto dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI)</strong>. As recomendações hoje existentes para o uso de EPI são bastantes genéricas e padronizadas, não considerando variáveis importantes como o tipo de equipamento utilizado na operação, os níveis reais de exposição e, até mesmo, as características ambientais e da cultura onde o produto será aplicado.</p>
<p>EPI&#8217;s são ferramentas de trabalho que visam proteger a saúde do trabalhador que utiliza os defensivos agrícolas, reduzindo os riscos de intoxicações decorrentes da exposição.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16853" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-18.jpg" alt="Vias de exposição aos defensivos agrícolas" width="600" height="333" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-18.jpg 1341w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-18-300x167.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-18-1024x569.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-18-768x427.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-18-370x206.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-18-270x150.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-18-740x411.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-18-150x83.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Vias de exposição do corpo humano. </span></p>
<p>A função básica dos EPI&#8217;s é proteger o organismo de exposições ao produto tóxico, minimizando o risco. Intoxicação durante o manuseio ou a <strong>aplicação de produtos fitossanitários</strong> é considerado acidente de trabalho.</p>
<p>O uso do EPI é uma exigência da legislação trabalhista brasileira através de suas normas regulamentadoras. O não cumprimento poderá acarretar ações de responsabilidade cível e penal, além de multas aos infratores.</p>
<p>Quanto às responsabilidades a legislação trabalhista prevê que são obrigações do empregador:</p>
<ul>
<li>Fornecer os EPI’s adequados ao trabalho;</li>
<li>Instruir e treinar quanto ao uso dos EPI’s;</li>
<li>Fiscalizar e exigir o uso dos EPI’s;</li>
<li>Repor os EPI’s danificados.</li>
</ul>
<p>Como obrigação do trabalhador:</p>
<ul>
<li>Usar e conservar os EPI&#8217;s.</li>
</ul>
<p>É recomendado que o fornecimento de EPI e que treinamentos ministrados sejam registrados através de documentação apropriada para eventuais esclarecimentos em causas trabalhistas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16854" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-19.jpg" alt="EPI para aplicação de defensivos agrícolas" width="600" height="519" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-19.jpg 739w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-19-300x259.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-19-370x320.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-19-270x233.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-19-347x300.jpg 347w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-19-150x130.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">EPI para manuseio de defensivos agrícolas. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41657" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/uso-epi.png" alt="Ordem de vestir e retirar o EPI" width="594" height="495" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/uso-epi.png 594w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/uso-epi-300x250.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/uso-epi-370x308.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/uso-epi-270x225.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/uso-epi-360x300.png 360w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/uso-epi-150x125.png 150w" sizes="auto, (max-width: 594px) 100vw, 594px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Ordem de vestir e retirar o EPI.</span></p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Percebemos que para obter sucesso na aplicação de defensivos agrícolas, <strong>o mais importante é a capacitação do operador do pulverizador na compreensão dos pontos críticos atrelados à prática da pulverização, protegendo a lavoura com eficiência e otimização dos recursos.</strong></p>
<p>Seguindo essas e outras recomendações, as chances do sucesso e eficácia da aplicação de defensivos agrícolas serão com certeza maiores. Por isso, a busca pelo conhecimento e especialização deve ser contínua.</p>
<h2>Transforme a forma como você realiza a pulverização na sua lavoura!</h2>
<p>A má aplicação de defensivos pode representar perdas de até 50% na lavoura, um prejuízo que impacta diretamente a produtividade e o seu bolso. Mas isso pode ser evitado com conhecimento técnico e práticas eficientes no campo.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/pulverizacao-perfeita-mais-produtividade-e-menos-desperdicio?utm_campaign=materiais-cl-ppg&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso Online Pulverização Perfeita: Mais Produtividade e Menos Desperdício</a></strong>, você vai aprender como otimizar cada aplicação, reduzir desperdícios e obter os melhores resultados com técnicas modernas e de fácil implementação. O conteúdo é direto ao ponto, prático e ensinado por especialistas com vasta experiência no setor agrícola.</p>
<p>Prepare-se para tomar decisões mais assertivas e elevar o nível da sua produção!</p>
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		<title>Vassourinha-de-botão: como identificar e controlar essa planta daninha</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/vassourinha-de-botao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Dec 2022 13:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[controle químico]]></category>
		<category><![CDATA[cultura da soja]]></category>
		<category><![CDATA[herbicidas]]></category>
		<category><![CDATA[manejo químico]]></category>
		<category><![CDATA[plantas daninhas]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na cultura da soja se destaca a necessidade de efetuar o controle de plantas daninhas, uma vez que estas causam perdas significativas na produtividade da cultura, conforme a espécie, a densidade e a distribuição na lavoura. A eliminação das plantas daninhas antes da semeadura da cultura é dependente da ação eficiente dos herbicidas. O manejo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na cultura da soja se destaca a necessidade de efetuar o controle de plantas daninhas, uma vez que estas causam perdas significativas na produtividade da cultura, conforme a espécie, a densidade e a distribuição na lavoura.</p>
<p><strong>A eliminação das plantas daninhas antes da semeadura da cultura é dependente da ação eficiente dos herbicidas.</strong></p>
<p>O manejo em pré-semeadura ou “<strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dessecacao-da-soja-qual-o-momento-certo/" target="_blank" rel="noopener">dessecação</a></strong>” é fundamental para um bom desenvolvimento das lavouras. A eliminação das plantas daninhas, antes da semeadura, permite que a cultura tenha um desenvolvimento inicial rápido e vigoroso.</p>
<p>A literatura tem demonstrado que aplicações sequenciais, que introduzem antecipadamente herbicidas sistêmicos, tais como glyphosate e 2,4-D, e após 15 a 20 dias, na véspera ou na data da semeadura, herbicidas de contato, como paraquat, paraquat em mistura com diuron, diquat e flumioxazin, proporcionam maior eficiência no controle das plantas daninhas.</p>
<p>A utilização isolada do <em>glyphosate</em> já não é mais garantia de uma boa dessecação.</p>
<p>Plantas daninhas resistentes ou com tolerância a este herbicida, como a buva, o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/aprenda-a-manejar-buva-e-capim-amargoso/" target="_blank" rel="noopener">capim amargoso</a></strong> e o capim pé-de-galinha já são responsáveis pela utilização de outros herbicidas nas áreas cultivadas com soja no Brasil. <strong>Além disso,</strong> <strong>existem atualmente 41 casos de resistência de plantas daninhas a herbicidas no país.</strong></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>O que é a vassourinha de botão?</h2>
<p>A planta daninha <strong>vassourinha de botão</strong> (<em>Spermacoce</em> sp.) é uma espécie dentro da família Rubiaceae, nativa da América Tropical, introduzida em outras regiões do mundo.</p>
<p>Sua reprodução é exclusiva por sementes, a via fotossintética provável é a do tipo C3 e o ciclo de vida é classificado como perene simples.</p>
<p>As sementes são do tipo fotoblásticas positivas preferenciais e as temperaturas que promovem maior germinação estão entre 20 e 35°C, além disso, a dinâmica populacional da planta é influenciada por elevadas temperaturas (acima de 25 °C) e condições de luminosidade de 12 horas diárias. As estruturas reprodutivas são produzidas em grande quantidade sendo de fácil dispersão.</p>
<p><strong>A vassourinha de botão é uma espécie que apresenta biótipos tolerantes ao <em>glyphosate</em></strong>, e que estão amplamente distribuídos nas lavouras brasileiras. É uma espécie capaz de formar grandes infestações e interferir negativamente em culturas agrícolas e pastagens por meio da competição por nutrientes.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-identificacao-plantas-daninhas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-plantas-daninhas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39624 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas.png" alt="Guia Identificação de plantas daninhas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como controlar a vassourinha de botão?</h2>
<p><strong>As plantas daninhas competem com a cultura da soja pelos recurso</strong>s, competição essa que é importante por poder afetar o desenvolvimento da cultura causando perdas na produtividade, redução na qualidade dos grãos, maturação desuniforme e até inviabilização da colheita.</p>
<p>O manejo dessas plantas daninhas, como a vassourinha de botão, consiste em suprimir o crescimento ou a densidade de indivíduos até níveis aceitáveis, não ocasionando prejuízos para a cultura principal.</p>
<p>Existem diferentes métodos para <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener">controle de plantas daninhas</a></strong>, sendo o controle químico, principalmente na cultura da soja, o mais utilizado.</p>
<p>Entre os mecanismos de ação utilizados para controle de plantas daninhas dicotiledôneas, se destacam os Inibidores da 5-enolpiruvilchiquimato-3-fosfato sintase (EPSPS), inibidores da enzima protoporfirinogênio oxidase (PROTOX), Mimetizadores de Auxina (AUXINA), Inibidores do Fotossistema I e II (FSI e FSII) e Inidores da Acetolactato Sintase (ALS).</p>
<p>Os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/herbicidas-pre-emergentes-para-soja/" target="_blank" rel="noopener">herbicidas</a></strong> são a principal e mais eficiente ferramenta usada para controle de plantas daninhas na cultura da soja.</p>
<p>O uso desses produtos em pré ou pós-emergência, combinados com outras práticas de manejo, são suficientes para garantir vantagem competitiva para a soja nos estádios iniciais e mesmo durante todo o ciclo. Entre as vantagens do controle químico, podem ser destacadas a eficiência; praticidade e rapidez na operação.</p>
<p>Existem diversas plantas daninhas que apresentam difícil controle. Nesse quesito tem destaque <strong>a vassourinha-de-botão, espécie vem se tornando problema em várias áreas por apresentar difícil controle</strong>, já que os herbicidas utilizados no manejo da lavoura não estão apresentando bom percentual de controle, principalmente o <em>glyphosate</em>, herbicida do qual a planta é considerada tolerante.</p>
<p>Em condições de campo, consultores e produtores relatam bons resultados de controle de <i>Spermacoce sp.</i> com aplicações de herbicidas que agem na PROTOX.</p>
<p>Esse mecanismo contém os herbicidas tidos como mais eficazes para controle de vassourinha de botão com tolerância ao <em>glyphosate</em>. No caso de vassourinha de botão, os mecanismos de tolerância são relacionados com baixa translocação de herbicidas nas plantas.</p>
<p>A competição com plantas de vassourinha de botão durante todo ciclo da soja ocasiona reduções nos índices produtivos, fitomassa da planta e produtividade de grãos da cultura.</p>
<p><strong>Cada planta de vassourinha-de-botão em competição com a cultura da soja durante todo ciclo é capaz de reduzir a produtividade da soja em 1,3 a 4,2%,</strong> equivalente a 0,8 a 2,6 sacas de 60 kg por hectare.</p>
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		<title>Posicionamentos e resultados com o uso de herbicidas pré-emergentes em soja</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/herbicidas-pre-emergentes-em-soja-posicionamento-e-resultados-atuais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Nov 2021 18:34:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este webinar trata sobre herbicidas pré-emergentes em soja, destacando sua importância e posicionamento adequado. Principais pontos do webinar Os herbicidas pré-emergentes são essenciais para controlar plantas daninhas e garantir a limpeza da área de plantio. A cultura da soja é particularmente sensível à competição com plantas daninhas, tornando o uso de herbicidas fundamental. O webinar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Este webinar trata sobre herbicidas pré-emergentes em soja, destacando sua importância e posicionamento adequado.</p>
<h2>Principais pontos do webinar</h2>
<ul>
<li>Os herbicidas pré-emergentes são essenciais para controlar <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener">plantas daninhas</a></strong> e garantir a limpeza da área de plantio.</li>
<li>A cultura da soja é particularmente sensível à competição com plantas daninhas, <strong>tornando o uso de herbicidas fundamental.</strong></li>
<li>O webinar aborda as características, benefícios e oportunidades de uso dos <strong>herbicidas pré-emergentes</strong>.</li>
<li>A análise de dados e a escolha adequada dos herbicidas pré-emergentes são fundamentais para obter resultados eficazes e minimizar os riscos de intoxicação ou perda de produtividade.</li>
</ul>
<p>Quem está à frente da palestra é a Dra. Camila Pinho, pesquisadora e professora da UFRRJ.</p>
<p>Assista ao <strong>conteúdo na íntegra</strong>!</p>
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		<title>E-book Sintomas de fitotoxicidade por herbicidas em cafeeiros</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/sintomas-de-fitotoxicidade-por-herbicidas-em-cafeeiros/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Dec 2020 13:47:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A competição de plantas daninhas com a cultura do café pode trazer vários prejuízos. Desta forma, o controle das plantas invasoras se torna extremamente necessário. Uma das maneiras de controle amplamente utilizado é o químico, que se dá por meio da utilização de herbicidas. No entanto, quando aplicado de forma incorreta ou sem os cuidados [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A competição de plantas daninhas com a cultura do café pode trazer vários prejuízos.</p>
<p>Desta forma, o controle das plantas invasoras se torna extremamente necessário. Uma das maneiras de controle amplamente utilizado é o químico, que se dá por meio da <strong>utilização de herbicidas</strong>.</p>
<p>No entanto, quando aplicado de forma incorreta ou sem os cuidados necessários, os herbicidas podem acarretar em sintomas no cafeeiro.</p>
<p>Neste e-book, nós mostramos os sintomas de <strong>fitotoxicidade por herbicidas</strong> em cafeeiros, para que você saiba identificar os problemas quando observá-los no campo.</p>
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		<title>Herbicida pré-emergente para soja: guia para um manejo eficaz</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/herbicidas-pre-emergentes-para-soja/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2020 16:30:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[cultivar de soja]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[herbicidas]]></category>
		<category><![CDATA[planta]]></category>
		<category><![CDATA[plantas daninhas]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pelo grande volume utilizado nos últimos anos, os herbicidas se destacam como defensivos muito importantes na obtenção de alta produtividade em grandes áreas, sendo uma alternativa eficaz e economicamente viável. Mesmo com o aumento da oferta de herbicidas aplicados em pós-emergência, grande parte das aplicações de herbicidas ainda é realizada diretamente no solo, em pré-emergência [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo grande volume utilizado nos últimos anos, <strong>os herbicidas se destacam como defensivos muito importantes na obtenção de alta produtividade em grandes áreas, sendo uma alternativa eficaz e economicamente viável.</strong></p>
<p>Mesmo com o aumento da oferta de herbicidas aplicados em pós-emergência, grande parte das aplicações de herbicidas ainda é realizada diretamente no solo, em pré-emergência ou em pré-plantio incorporado.</p>
<p>A intensidade, a época e o efeito residual de herbicidas aplicados no controle de plantas daninhas têm efeito direto e relevante no potencial produtivo das culturas.</p>
<p>Esse controle é importante devido à competição das plantas daninhas com as culturas por fatores indispensáveis à expressão de seu potencial produtivo, como água, luz e nutrientes.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Desafios ambientais na utilização de herbicidas pré-emergentes</h2>
<p>O herbicida ideal seria aquele que efetuasse o controle de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener">plantas daninhas</a></strong> com a maior eficiência possível e logo depois se dissipasse sem deixar vestígios e sem ocasionar nenhum dano ao ambiente, cumprindo assim também o seu segundo objetivo.</p>
<p>Devido à <strong>elevada utilização de herbicidas pré-emergentes</strong> nos cultivos agrícolas brasileiros, tem-se observado <strong>maior preocupação quanto à contaminação do ambiente</strong> e à utilização racional dos recursos hídricos e do solo.</p>
<p>Entre os efeitos diretos percebidos pelos produtores estão os sintomas de intoxicação e a redução de produtividade das culturas, ocasionados por herbicidas de ação residual.</p>
<p>Sua permanência e degradação no solo são processos-chave na determinação do seu efeito residual, sendo fundamentais para avaliar a eficiência de controle das plantas daninhas.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologia-aplicacao-defensivos-agricolas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-aplicacao-defensivos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39621 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png" alt="E-book Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Herbicidas e Soja RR®</h2>
<p>No Brasil, a liberação oficial da soja RR® que confere a resistência ao herbicida <em>glyphosate</em> deu-se no ano de 1998. <strong>A partir da legalização, a soja RR® passou a ser amplamente cultivada pelos agricultores, sendo sua adoção considerada a mais rápida da agricultura mundial.</strong></p>
<p>Como a inserção do evento biotecnológico da resistência ao <em>glyphosate</em> favoreceu o manejo das plantas daninhas em soja, este também foi introduzido no milho, sendo oficializado o comércio de milho RR® no Brasil em 2008, no entanto, sua aceitação por parte dos agricultores foi menor em relação a da soja.</p>
<p>Inicialmente os motivos da baixa adesão do milho RR® foi o fato de ainda haver opções de herbicidas eficientes para o manejo das plantas daninhas em milho, o maior custo das sementes com a tecnologia RR®, e a possibilidade de plantas voluntárias de milho RR® serem originadas em cultivos subsequentes, tornando-se plantas daninhas importantes, principalmente em sistema de cultivo em que a soja é cultivada após o milho RR®.</p>
<p>No cultivo da soja RR® em sucessão ao milho RR® é caracterizado o problema técnico. As sementes de milho que restam sobre a área germinam no cultivo da soja, infestando-a e criando uma competição interespecífica para cultura naquele momento.</p>
<p>Dessa maneira o milho presente torna-se planta indesejada e de difícil manejo, com potencial de reduzir em até 69,9% a produtividade da cultura da soja.</p>
<p>Nessas situações é intitulado comumente como milho voluntário RR®, milho tiguera, restevas braba e/ou milho guaxo, em que se opta por alternativas de controle pós-emergência através de herbicidas graminicidas.</p>
<p>Plantas voluntárias de milho RR® emergidas em lavouras de soja não são controladas pelo <em>glyphosate</em>, sendo os herbicidas inibidores da enzima Acetil Coenzima A Carboxilase (ACCase) as alternativas adequadas para pós-emergência.</p>
<p>Entretanto, há variabilidade na eficiência de controle dentre os herbicidas inibidores da ACCase para gramíneas, e tendo em vista que a competição do milho na fase inicial do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-dos-estadios-fenologicos-da-soja/" target="_blank" rel="noopener">desenvolvimento da soja</a></strong> é determinante para o nível de dano na cultura.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12079 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/herbicidas-2.jpg" alt="Plantas daninhas na cultura da soja" width="370" height="493" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/herbicidas-2.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/herbicidas-2-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/herbicidas-2-270x360.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /></p>
<h2>Classes de herbicidas pré-emergentes na cultura da soja</h2>
<p>O uso de herbicidas pré-emergentes na cultura da soja já é conhecido como ferramenta ideal para reduzir o grau de infestação das plantas daninhas de difícil controle ou com histórico de resistência ao <em>glyphosate</em>.</p>
<p>Nessa modalidade de manejo destacam-se herbicidas como: chlorimuronethyl e imazaquin, inibidores da enzima acetolactato sintase (ALS); flumioxazin e sulfentrazone, inibidores do Protoporfirinogênio Oxidase (PROTOX/PPO), apresentando diferentes mecanismos de ação e propriedades químicas.</p>
<p>Essa classe de herbicidas requer cuidados por se tratar de produtos intitulados “técnicos”, em relação a sua dinâmica e interação com o solo. Portanto, programas de manejo que contemplem o uso de herbicidas pré-emergentes no controle de milho voluntário RR®, são de suma importância para a sustentabilidade e produtividade da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-cultivar-de-soja/" target="_blank" rel="noopener">cultura da soja</a></strong>.</p>
<p>Os herbicidas residuais são aqueles que apresentam um maior período de atividade. Entretanto, esses herbicidas podem apresentar um efeito residual (<i>carryover</i>), que pode acarretar impacto ambiental negativo. Efeito residual é a habilidade que um herbicida tem para reter a integridade de sua molécula e, consequentemente, suas características físicas, químicas e funcionais no ambiente.</p>
<p>O potencial de <i>carryover</i> depende do herbicida utilizado, da cultura em sucessão e das condições ambientais após a aplicação de herbicidas. O planejamento da sucessão de culturas deve ser criterioso para evitar este problema, sendo que a situação ideal deve ser o controle com efeito residual até o “fechamento” da cultura.</p>
<h3>Aplicação dos herbicidas pré-emergentes</h3>
<p>O consecutivo incremento da área de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/clima-e-produtividade-do-milho/" target="_blank" rel="noopener">plantio do milho</a></strong> segunda safra, após o cultivo de verão, torna-se de grande importância investigar a possibilidade de aparecimento de <i>carryover</i> dos herbicidas aplicados na cultura da soja, como é o caso do imazaquin.</p>
<p>Diante disso, Rodrigues &amp; Almeida (1998) recomendam um intervalo de 300 dias entre a aplicação do imazaquin e a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/semeadura-de-milho/" target="_blank" rel="noopener">semeadura do milho</a></strong> em rotação. O herbicida imazethapyr, do grupo das imidazominonas (mesmo grupo do imazaquin), tem a persistência influenciada por propriedades do solo como o pH, a textura, a umidade e o teor de matéria orgânica.</p>
<p>Para a realização da aplicação de herbicidas em pré-emergência é imprescindível o monitoramento das condições do ambiente. <strong>A condição recomendada para a realização da aplicação é de temperatura do ar abaixo de 30°C, umidade relativa do ar (UR) superior a 50% e a velocidade do vento deve estar entre 3 e 10 km/h.</strong></p>
<p>No entanto, muitas vezes durante o dia, principalmente no verão, as condições atmosféricas são desfavoráveis. Desse modo, em determinadas situações, como para a aplicação de herbicidas em pré-emergência da soja onde o alvo principal é o solo, aplicações noturnas podem ser realizadas.</p>
<p>Para compreender o comportamento dos herbicidas no solo e utilizá-los de maneira racional, é de fundamental importância a escolha dos produtos e suas respectivas dosagens para mistura ou aplicação isolada.</p>
<p>Deve-se tomar o devido cuidado quanto ao tipo de solo e clima nos quais serão utilizados, assim como entender o motivo dos problemas ocorridos e prevenir falhas de controle.</p>
<p>Desse modo, reduz-se o risco do impacto ambiental que o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-o-efeito-carryover/">efeito residual (<i>carryover</i>)</a></strong> possa vir a causar, além de minimizar problemas de fitotoxicidade e perdas em culturas subsequentes.</p>
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		<title>Sensores na agricultura: como utilizar para controle de plantas daninhas?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2020 13:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[herbicida]]></category>
		<category><![CDATA[herbicidas]]></category>
		<category><![CDATA[plantas daninhas]]></category>
		<category><![CDATA[pulverização]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Plantas daninhas sempre foram uma verdadeira dor de cabeça aos produtores, principalmente em grãos, como soja, milho e trigo, por serem culturas anuais e, portanto, acabam tomando muita atenção no manejo agrícola. Em geral, a maioria é controlada por meio de herbicidas, por ser um meio mais rápido, barato e fácil. Há, ainda, a remoção [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Plantas daninhas sempre foram uma verdadeira dor de cabeça aos produtores, principalmente em grãos, como soja, milho e trigo, por serem culturas anuais e, portanto, acabam tomando muita atenção no manejo agrícola.</p>
<p><strong>Em geral, a maioria é controlada por meio de herbicidas, por ser um meio mais rápido, barato e fácil</strong>. Há, ainda, a remoção das daninhas por meios mecânicos, mas este método é mais lento e de custo mais elevado.</p>
<p>O uso de <a href="https://rehagro.com.br/blog/herbicidas-pre-emergentes-para-soja/" target="_blank" rel="noopener"><strong>herbicidas</strong></a> acaba sendo, portanto, <strong>a única opção viável para controlar a vegetação indesejada</strong>. No entanto, se os herbicidas não forem usados corretamente, podem ocorrer danos à cultura e ao meio ambiente, por exemplo, afetar agentes de polinização, como as abelhas.</p>
<p>O uso incorreto de herbicidas pode causar contaminação e poluição ao meio ambiente, incluindo cursos de água e solos.</p>
<p>A água é um recurso limitante, e representa até 11% do custo de um cultivo e tem relação direta e indireta com as demais práticas, como citado anteriormente. Se é viável ou não investir, portanto, em um sistema de irrigação, vai depender de muitos fatores.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Como herbicidas afetam cursos d’água?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Conforme mencionado, o uso incorreto e em excesso de herbicidas ocasiona danos ao meio ambiente e isso inclui os cursos d’águas. Dentre os problemas envolvendo água e o uso incorreto desses defensivos, estão:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Vazamentos de produtos químicos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Recipientes de herbicidas descartados incorretamente;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Equipamento de lavagem próximo a áreas de drenagem;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Escoamento superficial;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Lixiviação de herbicida nas vias navegáveis e nas águas subterrâneas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Deriva de pulverização em culturas não visadas.</span></li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologia-aplicacao-defensivos-agricolas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-aplicacao-defensivos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39621 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png" alt="E-book Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Os herbicidas podem afetar o solo</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">As propriedades do solo também podem ser afetadas com o uso de herbicidas, conforme citado abaixo:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Química do solo: pH, CTC e Condutividade Elétrica;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Alterações na população e atividade microbiana;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Fertilidade e nutrientes disponíveis;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Composição do solo através do declínio da matéria orgânica.</span></li>
</ul>
<h2>Benefícios das aplicações específicas de herbicidas</h2>
<p>A introdução da aplicação específica de herbicida (pulverização de precisão), reduz o risco potencial de poluição ambiental, bem como os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/custos-de-producao-agricola/" target="_blank" rel="noopener">custos de produção para os agricultores</a></strong>.</p>
<p>O uso de pulverização de herbicidas, em área total, resulta na decisão errada de aplicação em todas as áreas de produção.</p>
<p>Isso ocorre porque as <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener">plantas daninhas</a></strong> tendem a crescer em grupos e são povoadas aleatoriamente em todo o talhão. Em um talhão de pousio, o uso de uma pulverização em área total resulta em aplicação em áreas de cultivo que não tenham plantas daninhas no campo, mas que acabam sendo pulverizadas, desperdiçando produtos químicos.</p>
<p><strong>A aplicação específica de herbicida no local, tem o potencial de reduzir as aplicações de herbicida em 10 a 80%</strong>, com pesquisas indicando que áreas de culturas livres de plantas daninhas, que não são pulverizadas, podem render até 10% a mais de produtos.</p>
<p>A garantia da qualidade da pulverização de precisão específica do local é necessária para que os agricultores garantam que as plantas daninhas sejam controladas de maneira eficaz usando essa técnica.</p>
<p>Claro que, reduzindo o custo, otimizando o trabalho, fazendo um controle eficiente, a tendência é também obter um maior <a href="https://rehagro.com.br/blog/indicadores-de-desempenho-para-colheita-de-graos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>desempenho nas colheitas</strong></a>.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/passo-a-passo-na-agricultura-de-precisao-em-graos?utm_campaign=materiais-cl-apg&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-35972 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/banner-curso-agricultura-precisao.jpg" alt="Banner Curso Agricultura de Precisão" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/banner-curso-agricultura-precisao.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/banner-curso-agricultura-precisao-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/banner-curso-agricultura-precisao-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/banner-curso-agricultura-precisao-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/banner-curso-agricultura-precisao-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/banner-curso-agricultura-precisao-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/banner-curso-agricultura-precisao-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Detecção de plantas daninhas com visão computacional na agricultura</h2>
<p><strong>A visão computacional</strong> <strong>tem a capacidade de discriminar ervas daninhas do solo e tem o potencial de discriminar ervas daninhas de outras plantas vizinhas</strong>. Isso pode ser alcançado através do uso de uma variedade de técnicas, algoritmos e sensores, incluindo tecnologias:</p>
<ul>
<li>Infravermelha (IR);</li>
<li>NIR;</li>
<li>De luz vermelha;</li>
<li>Câmeras de baixo custo.</li>
</ul>
<p>O desenvolvimento de sensores espectrais de banda estreita permitiu que plantas individuais fossem detectadas com sucesso.</p>
<p>Os sistemas atuais de detecção de ervas daninhas disponíveis no mercado, como <em>WeedSeeker</em> e <em>WEEDit,</em> usam tecnologia de luz vermelha, infravermelha e NIR para discriminar o verde de ‘marrom’ para controlar ervas daninhas em pousios.</p>
<p>A clorofila química vegetal, que ocorre naturalmente, reage com essas frequências de luz refletindo comprimentos de onda espectrais específicos. A vegetação saudável absorve a energia da luz azul e vermelha para uso na respiração, fotossíntese e na fabricação de clorofila.</p>
<p>A energia da luz verde é refletida por pigmentos na folha da planta e, portanto, visualizamos as plantas como verdes. A clorofila reflete a energia da luz NIR e, portanto, uma planta saudável que floresce com pigmentos de clorofila refletirá muito mais energia da luz NIR do que a de uma planta ou solo não saudável sozinho.</p>
<p>Esses sensores usam esses dados de refletância para discriminarem entre solo e vegetação, mostrando o avanço tecnológico da <a href="https://rehagro.com.br/blog/agricultura-de-precisao/" target="_blank" rel="noopener"><strong>agricultura de precisão</strong></a>.</p>
<h2>Mapeamento de plantas daninhas</h2>
<p>O aspecto mais benéfico do mapeamento de plantas daninhas é a redução no uso de herbicidas. Para que isso seja eficaz, são necessárias informações confiáveis sobre a população e distribuição de plantas daninhas.</p>
<p><strong>O mapeamento de plantas daninhas é uma abordagem que envolve a produção de um mapa detalhado de plantas daninhas</strong>, combinado com outros metadados para aplicação agrícola de precisão, principalmente mapas de tratamento de taxa variável.</p>
<p>Esse mapa de ervas daninhas pode ser integrado a outras informações disponíveis, ao tomar decisões sobre estratégias de controle de plantas daninhas, para aumentar o rendimento e a qualidade da colheita.</p>
<p>O mapeamento <strong>pode ser realizado por observação humana ou sensoriamento remoto</strong>. A observação humana é demorada, ineficiente e trabalhosa. Portanto, o sensoriamento remoto é uma opção mais viável.</p>
<p>O sensoriamento remoto pode produzir mapas de plantas daninhas em que fragmentos dessas plantas são de tamanho suficiente, no entanto, é limitado em resolução espacial e requer tempo considerável e despesas com aquisição e processamento de imagens.</p>
<p><strong>A detecção imediata é uma opção alternativa à detecção remota</strong>. Possui recursos para detecção em tempo real e pulverização local de plantas daninhas.</p>
<p>Além disso, apresenta alta resolução espacial e, com a ajuda da iluminação artificial, pode iluminar o solo e determinar as propriedades espectrais das plantas daninhas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16476 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/uso-sensores-2.jpg" alt="Curvas espectrais de solo e vegetação" width="498" height="366" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/uso-sensores-2.jpg 498w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/uso-sensores-2-300x220.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/uso-sensores-2-370x272.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/uso-sensores-2-270x198.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/uso-sensores-2-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/uso-sensores-2-150x110.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 498px) 100vw, 498px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Curvas espectrais de solo e vegetação adquiridas em laboratório, com alta resolução espectral, mostrando a localização das bandas espectrais (B) do sensor Thematic Mapper a bordo do satélite Landsat 5. NIR = Infravermelho próximo. A partir das bandas 3 (B3) e 4 (B4) pode ser calculado o índice de vegetação NDVI. (</span><span style="font-weight: 400;">Fonte: Demattê et al. (2020)).</span></span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16477" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/usos-sensores-1-300x218.jpg" alt="Mapeamento de plantas daninhas por meio do uso de imagens de satélite" width="600" height="436" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/usos-sensores-1-300x218.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/usos-sensores-1-768x558.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/usos-sensores-1-370x269.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/usos-sensores-1-270x196.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/usos-sensores-1-740x537.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/usos-sensores-1-150x109.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/usos-sensores-1.jpg 825w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Mapeamento de plantas daninhas por meio do uso de imagens de satélite. (Fonte: Sensix)</span></p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A robótica na agricultura tem a capacidade de revolucionar o setor agrícola, mudando a maneira de pensar dos agricultores e, como resultado, aprimora as práticas agrícolas.</p>
<p><strong>A detecção e controle automáticos de plantas daninhas apresentam-se como uma tecnologia promissora para a sustentabilidade, desenvolvimento e produção agrícola</strong>. Ajudam a reduzir o químico aplicado sob a forma de herbicidas, reduzindo também a degradação ambiental.</p>
<p>Esses sistemas demonstram a promessa da tecnologia robótica para controle de plantas daninhas. É o futuro agrícola!</p>
<p>Agora, você já sabe sobre o sensoriamento remoto para as plantas daninhas e como é a sua ação.</p>
<p>O sensoriamento para detecção de pragas também vem sendo desenvolvido por meio da <a href="https://rehagro.com.br/blog/inteligencia-artificial-na-agricultura/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Inteligência Artificial</strong></a>, que pode determinar a qualidade da safra com mais precisão, diminuir danos por erros humanos e, consequentemente, levar ao aumento da lucratividade!</p>
<h2>Domine a Agricultura de Precisão e leve mais eficiência para sua produção de grãos</h2>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/passo-a-passo-na-agricultura-de-precisao-em-graos?utm_campaign=materiais-cl-apg&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Passo a Passo na Agricultura de Precisão em Grãos</a></strong> é um curso 100% online, objetivo e voltado para a prática, ideal para profissionais que querem aprofundar seus conhecimentos com base em situações reais.</p>
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		<title>Buva no cafeeiro: como realizar o manejo dessa planta daninha?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Oct 2018 19:15:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[braquiária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A buva ou voadeira (Conyza spp.) é uma planta anual, com alta produção de sementes, podendo produzir até 200.000 sementes por planta. Essa espécie, apresenta resistência ao glifosato, dessa forma, seu controle no cafeeiro torna-se mais difícil. Por isso, o controle dessa planta deve ser feito, quando ainda nova. A planta daninha é qualquer ser [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>buva</strong> ou voadeira (<em>Conyza </em>spp.) é uma planta anual, com alta produção de sementes, podendo produzir até 200.000 sementes por planta.</p>
<p>Essa espécie, apresenta resistência ao glifosato, dessa forma, seu controle no cafeeiro torna-se mais difícil. Por isso, o controle dessa planta deve ser feito, quando ainda nova.</p>
<p>A planta daninha é qualquer ser vegetal que cresce onde não é desejada, e essa incidência de plantas daninhas pode <strong>interferir no desenvolvimento</strong> da cultura de interesse, devido à competição por água, luz, CO₂ e nutrientes.</p>
<p>Nesse sentido, devemos ficar atentos à ocorrência de plantas invasoras, principalmente aquelas de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe/" target="_blank" rel="noopener">difícil controle</a></strong>.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Como manejar a buva no cafeeiro?</h2>
<p>A utilização da braquiária como cobertura do solo na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/braquiaria-na-entrelinha-do-cafeeiro/" target="_blank" rel="noopener">entrelinha do cafeeiro</a></strong>, é uma opção de manejo, com o intuito de suprimir o aparecimento de outras plantas daninhas, por exemplo, a buva.</p>
<p>Além disso, este manejo protege o solo e reduz a utilização de herbicidas na entrelinha do cafeeiro, visto que, serão realizadas apenas reações químicas na linha.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5262 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/buva-no-cafeeiro.jpg" alt="Buva" width="465" height="319" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/buva-no-cafeeiro.jpg 465w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/buva-no-cafeeiro-300x206.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/buva-no-cafeeiro-370x254.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/buva-no-cafeeiro-270x185.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 465px) 100vw, 465px" /></strong><span style="font-size: 10pt;">Buva (<em>Conyza spp</em>)</span></p>
<p>Nesse sentido, deve-se estar atento a ocorrência dessas plantas na linha de plantio, uma vez que a buva pode exercer grande competição com o cafeeiro, e seu controle pode ser dificultado.</p>
<p>No <strong>controle químico</strong>, pode-se utilizar herbicidas inibidores da protox, que atuam inibindo a atuação da enzima <em>protoporfirinogênio oxidase</em>, como é o caso dos ingredientes ativos: <em>Oxyfluorfen, Flumioxazin, Carfentrazone-ethyl</em> e <em>Saflufenacil</em>, ou também pode se utilizar o <em>Metsulfuron</em>.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5263" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/buva-no-cafeeiro2-225x300.jpg" alt="Ocorrência de Buva (Conyza spp) no cafeeiro" width="375" height="500" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/buva-no-cafeeiro2-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/buva-no-cafeeiro2-370x493.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/buva-no-cafeeiro2-270x360.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/buva-no-cafeeiro2.jpg 480w" sizes="auto, (max-width: 375px) 100vw, 375px" /></strong><span style="font-size: 10pt;">Ocorrência de Buva (<em>Conyza spp</em>) no cafeeiro.</span></p>
<p>A <strong>aplicação sequencial</strong> é uma opção dependendo do nível de infestação de buva no cafeeiro, para o controle químico ser eficiente as plantas devem estar menores que 25 cm, conforme o tamanho da planta vai aumentando a eficiência no controle vai diminuindo.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-braquiaria-entrelinha-cafeeiro?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=ebook-brachiaria&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39671 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-brachiaria-entrelinha.png" alt="E-book Brachiaria na entrelinha" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-brachiaria-entrelinha.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-brachiaria-entrelinha-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-brachiaria-entrelinha-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-brachiaria-entrelinha-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-brachiaria-entrelinha-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-brachiaria-entrelinha-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-brachiaria-entrelinha-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Eleve a gestão da sua lavoura de café</h2>
<p>O manejo da buva é apenas um dos muitos desafios da cafeicultura. Para ter produtividade, qualidade e lucro consistentes, é preciso ir além do controle pontual e adotar uma gestão completa da lavoura.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende de forma prática a reduzir custos, melhorar o uso de insumos, aumentar a eficiência da fazenda e tomar decisões mais assertivas, sempre com base em conhecimento técnico atualizado e aplicado à realidade do campo.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Café Rehagro.</p>
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		<title>Tifton 85: manejo químico de plantas daninhas em pastagens</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/manejo-quimico-em-pastagens-capim-tifton-85/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/manejo-quimico-em-pastagens-capim-tifton-85/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jun 2018 17:22:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[herbicidas]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
		<category><![CDATA[manejo químico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A baixa produtividade das pastagens no território brasileiro pode ser justificada por diversos fatores, no entanto, um dos mais relevantes é a capacidade de plantas daninhas em causar a degradação das áreas de pastagem. As plantas daninhas causam maiores danos e prejuízos aos produtores agrícolas do que as pragas e doenças, constituindo-se a maior barreira [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-quimico-em-pastagens-capim-tifton-85/">Tifton 85: manejo químico de plantas daninhas em pastagens</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A baixa produtividade das pastagens no território brasileiro pode ser justificada por diversos fatores, no entanto, um dos mais relevantes é a capacidade de plantas daninhas em causar a degradação das áreas de pastagem.</p>
<p>As plantas daninhas causam maiores danos e prejuízos aos produtores agrícolas do que as pragas e doenças, constituindo-se a maior barreira para o desenvolvimento de muitas regiões do mundo. Além disso, promovem, anualmente, perdas nas atividades agrícolas de aproximadamente 30%.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
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</div>
<h2>Manejo químico de plantas daninhas</h2>
<p>As plantas daninhas presentes nas áreas de pastagem podem afetar diretamente a “utilização da forragem” por parte do animal em pastejo e a conversão alimentar:</p>
<ul>
<li>Animais evitam as áreas infestadas por plantas daninhas, ocorrendo a seleção de pastejo, prejudicando a utilização da pastagem;</li>
<li>Ambientes sombreados aumentam a relação haste/folha, diminuindo a qualidade da forrageira, prejudicando a conversão.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-planilha-planejamento-forrageiro?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=planilha-planejamento-forrageiro&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39661 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro.png" alt="Kit guia e planilha planejamento forrageiro" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>De acordo com estudos realizados por Goulart e Corsi (2009) as plantas daninhas dificultam o pastejo em suas proximidades.</p>
<p>Plantas sem espinhos (ex: leiteiro) tem ação de impedir o acesso animal em até um raio de 1 m, enquanto que plantas com espinhos (ex: Joá) impedem o consumo em um raio de até 1,5 m.</p>
<p>O objetivo deste artigo é discutir sobre o manejo químico de plantas daninhas em pastagens de tifton 85, levando em consideração as principais moléculas de ação herbicida disponíveis no mercado.</p>
<p>Antes de iniciar o manejo químico é muito importante realizar o levantamento das plantas daninhas infestantes, identificando as espécies presentes, levando em consideração a frequência de ocorrência, densidade populacional e a dominância sobre a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/palma-forrageira-na-alimentacao-de-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener">forrageira</a>.</strong></p>
<p>Feito isso, o próximo passo é definir qual herbicida é o mais indicado para tal situação.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4549 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-1.jpg" alt="Gado na pastagem de tifton" width="537" height="234" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-1.jpg 537w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-1-300x131.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-1-370x161.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-1-270x118.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 537px) 100vw, 537px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Pastagem de tifton 85 – Seleção de pastejo devido à presença de plantas daninhas.</span></span></p>
<h2>Ingredientes ativos presente nos herbicidas</h2>
<h3>1. 2,4d, Aminopiralide, Fluroxipir e Triclopir</h3>
<p>Os herbicidas que possuem em sua fórmula estes ingredientes ativos, <strong>são indicados para o controle em pós-emergência</strong> de plantas daninhas dicotiledôneas herbáceas e semi-arbustivas.</p>
<h3>2. 2,4d + Picloram</h3>
<p>São indicados para o <strong>controle de plantas daninhas dicotiledôneas herbáceas, semi-arbustivas, arbustivas</strong>. Quando destinados ao controle de arbustos, elimine a parte aérea da planta, próximo ao solo e logo em seguida aplique o herbicida sobre o toco.</p>
<p><strong>Obs:</strong> Cuidado com o ingrediente ativo “Picloram”, pois possui um longo período residual.</p>
<p>O Picloram apresenta uma longa persistência nos solos (meia vida de 20 a 300 dias), ocorrendo sua degradação mais rápida em condições de calor e alta umidade.</p>
<p>Em função de seu longo efeito residual, em muitos casos, quando são implantadas culturas sensíveis como o feijão, soja, olerícolas, frutíferas entre outras, em áreas onde foi utilizado herbicida à base de picloram, ocorrem problemas de fitotoxidade que podem ser notados visualmente.</p>
<p>Bibiano et al. (2012) demonstrou em um ensaio experimental realizado na casa de vegetação na Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) em Diamantina/MG, o efeito da contaminação do solo sobre a germinação em plantas de feijão.</p>
<p>Marca comercial utilizada foi o padron® (Picloram. sal trietanolamina 388 g/L), nas seguintes doses 0,000; 0,004; 0,008; 0,017; 0,033; 0,066; 0,133, 0,266 l .ha-1.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4550 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-2.jpg" alt="Plantas de feijão com diferentes doses de Picloram" width="566" height="145" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-2.jpg 566w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-2-300x77.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-2-370x95.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-2-270x69.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 566px) 100vw, 566px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Plantas de feijão tratadas com diferentes doses de Picloram em pré-emergência, aos 5 dias após a semeadura (1 = 0,266 l.ha-1 de padron®)</span></p>
<h3>3. MSMA</h3>
<p>São indicados para o <strong>controle em pós-emergência de mono e dicotiledôneas</strong> que se reproduzem por sementes, apresentando melhores resultados no controle das monocotiledôneas. São muito utilizados para o controle de plantas do gênero brachiaria.</p>
<h3>4. DIURON</h3>
<p>Utilizados para o <strong>controle de plantas daninhas mono e dicotiledôneas em pré e pós-emergência</strong>, no entanto, costuma ser mais eficiente no controle das dicotiledôneas.</p>
<p>O uso de produtos que apresentam associações entre os ingredientes ativos Diuron + MSMA é muito comum entre os produtores rurais.</p>
<p>Geralmente, adota-se este manejo em áreas que apresentam altas infestações de monocotiledôneas (ex: braquiária, capim-colchão, etc), dicotiledôneas (ex: caruru, joá, guanxuma, etc) e possuem um vasto banco de sementes.</p>
<p>Estes tratamentos apresentam bons resultados em virtude dos produtos à base de Diuron serem excelentes no controle de dicotiledôneas e na pré-emergência das plantas daninhas em geral e os produtos a base de MSMA serem bastante eficientes no controle das monocotiledôneas.</p>
<p>Consulte um profissional especializado antes de realizar qualquer manejo químico. A utilização de herbicidas de maneira errônea ou em momentos inoportunos causam impactos negativos no custo de produção além de prejudicar o meio ambiente.</p>
<h2>Aprenda a potencializar o uso das pastagens e aumentar a produtividade do rebanho</h2>
<p>O controle eficiente de plantas daninhas no Tifton 85 é apenas uma das práticas que podem transformar o desempenho da sua pecuária leiteira.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a integrar manejo de pastagens, nutrição, reprodução e gestão financeira, garantindo maior rentabilidade e sustentabilidade para o seu negócio.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Leite Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-quimico-em-pastagens-capim-tifton-85/">Tifton 85: manejo químico de plantas daninhas em pastagens</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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