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	<title>gado de corte Archives | Rehagro Blog</title>
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	<title>gado de corte Archives | Rehagro Blog</title>
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		<title>Silagem de grãos para gado de corte: guia completo com os principais tipos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 13:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[confinamento]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[silagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A busca por eficiência alimentar é um dos maiores desafios enfrentados pelos confinadores brasileiros. Com o milho e o bezerro representando a maior fatia dos custos de produção, a escolha correta da fonte de energia pode determinar o sucesso ou fracasso de um projeto de terminação. Uma mudança significativa tem transformado o cenário dos confinamentos [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/silagem-de-graos-para-gado-de-corte-guia-completo/">Silagem de grãos para gado de corte: guia completo com os principais tipos</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A busca por <strong>eficiência alimentar</strong> é um dos maiores desafios enfrentados pelos confinadores brasileiros. Com o milho e o bezerro representando a maior fatia dos custos de produção, a escolha correta da fonte de energia pode determinar o sucesso ou fracasso de um projeto de terminação.</p>
<p>Uma mudança significativa tem transformado o cenário dos confinamentos nacionais: <strong>a crescente migração do milho grão seco para as silagens de grãos</strong>. Levantamentos técnicos revelam uma tendência clara de adoção dessas tecnologias, com uma parcela cada vez mais expressiva dos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/rotinas-no-confinamento-que-afetam-o-desempenho/">confinamentos</a></strong> brasileiros incorporando alguma modalidade de silagem de grãos em suas dietas.</p>
<p>Esta transformação não é uma tendência passageira, mas uma resposta técnica e economicamente fundamentada para aumentar a rentabilidade da produção de carne. Neste artigo, você compreenderá as <strong>três principais modalidades de silagem de grãos disponíveis</strong> e saberá exatamente qual escolher para o seu confinamento.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>O que são as silagens de grãos?</h2>
<p>Antes de nos aprofundarmos nas comparações, é fundamental entender o conceito de cada uma dessas tecnologias.</p>
<h3>Silagem de grãos úmidos</h3>
<p>A silagem de grãos úmidos é produzida através da colheita precoce do milho, <strong>quando os grãos atingem aproximadamente 35% de umidade</strong>. O processo envolve:</p>
<ul>
<li>Colheita com colhedora de grãos (não de forragem);</li>
<li>Processamento imediato dos grãos;</li>
<li>Transporte até o silo;</li>
<li>Compactação e vedação adequadas.</li>
</ul>
<p>É importante destacar que, ao contrário da silagem de planta inteira, aqui utilizamos equipamentos específicos para colheita de grãos, o que influencia diretamente a logística da operação.</p>
<h3>Grãos reidratados (ou reconstituídos)</h3>
<p>Nesta modalidade, trabalhamos com grãos secos que são <strong>artificialmente reidratados até atingir 35% de umidade</strong>. O processo inclui:</p>
<ul>
<li>Aquisição de grãos secos (milho ou sorgo);</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tipos-de-moinho-para-moagem-de-graos/">Moagem em moinho</a></strong> de martelos;</li>
<li>Hidratação durante ou após a moagem (350-400 litros de água por tonelada);</li>
<li>Ensilagem imediata do material reidratado.</li>
</ul>
<p>Esta alternativa é particularmente interessante para quem não possui área agrícola própria ou competência para produção de grãos.</p>
<h3>Silagem de espigas (Snaplage)</h3>
<p>A tecnologia mais recente é a <strong>silagem de espigas</strong>, também conhecida como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/por-que-usar-snaplage/"><em>snaplage</em></a></strong> ou <em>ear lage</em>. Suas características incluem:</p>
<ul>
<li>Colheita com colhedora autopropelida equipada com plataforma despigadora;</li>
<li>Coleta apenas de espigas (grãos + sabugo + palha);</li>
<li>Umidade ideal de 35% no momento da colheita;</li>
<li>Produtividade 15-20% superior aos grãos úmidos.</li>
</ul>
<p>O grande diferencial desta modalidade é que o resíduo da cultura permanece no campo, podendo ser aproveitado para pastejo ou como matéria orgânica para o solo.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-suplementacao-gado-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=guia-suplementacao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39643 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png" alt="E-book Suplementação do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como escolher entre as três opções?</h2>
<p>A decisão sobre qual tipo de silagem utilizar deve considerar múltiplos fatores. Vamos analisar comparativamente cada opção.</p>
<h3>Grãos úmidos vs. grãos reidratados</h3>
<p>Do ponto de vista nutricional, estudos demonstram que não há diferença significativa entre grãos úmidos e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/reidratacao-do-milho/">grãos reidratados</a></strong> quando ambos são produzidos corretamente. Portanto, a escolha deve basear-se em critérios práticos:</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41335" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/tabela-silagem-graos.png" alt="Tabela com critérios de escolha entre grãos úmidos e grãos reidratados" width="590" height="482" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/tabela-silagem-graos.png 590w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/tabela-silagem-graos-300x245.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/tabela-silagem-graos-370x302.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/tabela-silagem-graos-270x221.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/tabela-silagem-graos-367x300.png 367w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/tabela-silagem-graos-150x123.png 150w" sizes="(max-width: 590px) 100vw, 590px" /></p>
<p><strong>Quando optar por grãos úmidos</strong>:</p>
<ul>
<li>Você possui área agrícola suficiente;</li>
<li>Tem competência para produzir lavouras de alto rendimento;</li>
<li>Já possui ou pode adquirir colhedora de grãos;</li>
<li>O custo de produção própria é competitivo.</li>
</ul>
<p><strong>Quando optar por grãos reidratados</strong>:</p>
<ul>
<li>Não possui área disponível para agricultura;</li>
<li>Prefere focar exclusivamente na pecuária;</li>
<li>Tem acesso a grãos secos a preços competitivos;</li>
<li>Já possui moinho com capacidade adequada.</li>
</ul>
<h3>Grãos úmidos vs. silagem de espigas</h3>
<p>Esta comparação tende a favorecer a silagem de espigas na maioria das situações, pelos seguintes motivos:</p>
<ol>
<li><strong> Competência agrícola</strong>: Ambas as opções exigem habilidade em produzir lavouras de milho, portanto não há vantagem diferencial neste quesito.</li>
<li><strong> Área disponível</strong>: A silagem de espigas apresenta produtividade 15-20% superior por hectare, pois além dos grãos, incorpora o sabugo e parte da palha. Para confinadores com limitação de área, esta é uma vantagem significativa.</li>
</ol>
<p>Exemplo prático: Com produtividade de 11 toneladas de MS de espigas por hectare e fornecimento de 6,5 kg de MS por animal/dia durante 100 dias, você precisaria de aproximadamente 60 hectares para cada 1.000 bois confinados.</p>
<ol start="3">
<li><strong> Janela de colheita</strong></li>
</ol>
<ul>
<li>Grãos úmidos: 4-5 dias de janela ideal;</li>
<li>Silagem de espigas: 8-12 dias de janela ideal.</li>
</ul>
<p>O sabugo, componente mais úmido da espiga, sustenta a umidade adequada por mais tempo, facilitando o planejamento da colheita.</p>
<ol start="4">
<li><strong> Maquinário e logística</strong></li>
</ol>
<ul>
<li>Grãos úmidos: Requer colhedora de grãos + moinho + transportadores;</li>
<li>Silagem de espigas: Utiliza colhedora autopropelida (mais comum em propriedades ou disponível para locação).</li>
</ul>
<p>A operação com silagem de espigas é mais simples: colheita, transporte e ensilagem direta, sem necessidade de moagem prévia.</p>
<h3>Grãos hidratados vs. silagem de espigas</h3>
<p>Esta decisão requer análise mais cuidadosa, considerando:</p>
<p><strong>Vantagens da silagem de espigas</strong>:</p>
<ul>
<li>Maior produtividade por área (15-20%);</li>
<li>Processo de ensilagem mais simples;</li>
<li>Custo da matéria seca 30-40% inferior (em regiões com milho caro);</li>
<li>Menor dependência de compra externa de insumos.</li>
</ul>
<p><strong>Vantagens dos grãos reidratados</strong>:</p>
<ul>
<li>Não requer área agrícola;</li>
<li>Não depende de condições climáticas para produção;</li>
<li>Flexibilidade de compra conforme mercado;</li>
<li>Menos investimento em maquinário agrícola.</li>
</ul>
<p><strong>Desafios dos grãos reidratados</strong>:</p>
<ul>
<li>Necessidade de moinho com grande capacidade;</li>
<li>Alto consumo de água (350-400 litros/tonelada);</li>
<li>Sistema de hidratação mais lento;</li>
<li>Logística mais complexa.</li>
</ul>
<p>A decisão deve considerar o perfil do produtor: aquele com vocação agrícola tende a ter melhor resultado com espigas, enquanto o pecuarista exclusivo pode preferir a reidratação.</p>
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<h2>Sete aspectos-chave: onde não se pode errar</h2>
<p>Independentemente da opção escolhida, certos aspectos técnicos são críticos para o sucesso da silagem de grãos:</p>
<h3>1. Umidade ideal: 35%</h3>
<p>Este é o ponto de colheita/reidratação para todas as modalidades:</p>
<ul>
<li><strong>Grãos úmidos</strong>: colher com 35% de umidade;</li>
<li><strong>Grãos reidratados</strong>: reidratar até 35% de umidade;</li>
<li><strong>Silagem de espigas</strong>: colher com 35% de umidade.</li>
</ul>
<h3>2. Processamento adequado</h3>
<p>O processamento deficiente compromete todo o investimento. Grãos mal processados resultam em maior excreção de amido nas fezes, redução da energia líquida do alimento e perda de eficiência alimentar.</p>
<ul>
<li><strong>Para grãos reidratados</strong>: Evite usar moinhos de rolo; prefira moinhos de martelo com capacidade adequada. Faça testes de granulometria usando peneiras para avaliar a eficiência do processamento.</li>
<li><strong>Para silagem de espigas</strong>: A colhedora autopropelida deve processar 100% dos grãos. Ajuste o cracker (rolo processador) com distância de 1-2 mm entre os rolos. Não tolere grãos inteiros.</li>
</ul>
<h3>3. Uso de aditivos</h3>
<p>Silagens de grãos são altamente suscetíveis à deterioração pós-abertura. Use obrigatoriamente:</p>
<ol>
<li>Opção 1: Inoculantes contendo <strong>Lactobacillus buchneri</strong>. Mas atenção, nem todo inoculante contém esta cepa específica, algumas cepas requerem 1,5-2x a dose recomendada para silagens de grãos.</li>
<li>Opção 2: Ácidos orgânicos também são efetivos contra deterioração aeróbia.</li>
</ol>
<p><strong>Importante: Outros inoculantes que não contenham Lactobacillus buchneri NÃO funcionam adequadamente para silagens de grãos.</strong></p>
<h3>4. Vedação de qualidade</h3>
<p>Utilize lonas com barreira de oxigênio. O investimento inicial é compensado pela:</p>
<ul>
<li>Maior tempo de prateleira;</li>
<li>Redução de perdas por deterioração;</li>
<li>Melhor conservação das características nutricionais;</li>
<li>Menor risco de micotoxinas.</li>
</ul>
<h3>5. Tempo mínimo de estocagem</h3>
<p>As silagens de grãos precisam de no mínimo <strong>60 dias de fermentação</strong> antes da utilização. Quanto mais tempo estocadas, maior a digestibilidade do amido.</p>
<p>Planeje seu confinamento considerando este período de maturação da silagem.</p>
<h3>6. Formulação adequada</h3>
<p>Ao formular dietas com silagens de grãos, atenção especial para:</p>
<p><strong>Relação úmido de alta degradação : úmido de baixa degradação</strong></p>
<ul>
<li>Recomendação: 70% amido de alta degradação (silagem) : 30% amido de baixa degradação (grão seco)</li>
<li>Esta proporção otimiza a fermentação ruminal e previne distúrbios metabólicos</li>
</ul>
<p><strong>Proteína degradável no rúmen (PDR)</strong></p>
<ul>
<li>Dietas com silagem de grãos demandam aproximadamente 65% da proteína bruta como PDR;</li>
<li>O amido de alta degradação aumenta o dreno de amônia ruminal;</li>
<li>Microrganismos precisam de mais fonte nitrogenada prontamente disponível.</li>
</ul>
<p><strong>Relação amido:PDR</strong></p>
<ul>
<li>Mantenha em torno de 5,5:1;</li>
<li>Valores menores indicam excesso de PDR (desperdício econômico);</li>
<li>Valores maiores indicam deficiência de PDR (limita fermentação ruminal).</li>
</ul>
<p><strong>Fibra fisicamente efetiva</strong></p>
<ul>
<li>Mínimo de 20-23% de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fibra-efetiva-na-nutricao-de-bovinos-em-confinamento/">FDN</a></strong> na dieta;</li>
<li>Essencial para mastigação e tamponamento ruminal;</li>
<li>Compensa o alto teor de amido rapidamente fermentável.</li>
</ul>
<h3>7. Adaptação e monitoramento</h3>
<p>A adaptação dos animais é fundamental e <strong>deve seguir um protocolo mínimo de 15 dias</strong>. O processo consiste em reduzir gradualmente o teor de fibra na dieta através de um sistema chamado &#8220;<em>step up</em>&#8220;.</p>
<p>Nos primeiros cinco dias, os animais devem receber dieta com 35% de FDN. Entre o sexto e décimo dia, esse percentual é reduzido para 30% de FDN. Do décimo primeiro ao décimo quinto dia, trabalha-se com 25% de FDN. A partir do décimo sexto dia, os animais estão aptos a consumir a dieta final, com 20-21% de FDN.</p>
<p>Paralelamente ao protocolo de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/adaptacao-no-confinamento-do-gado-de-corte/">adaptação</a></strong>, é essencial estabelecer um <strong>monitoramento intensivo</strong> em múltiplas frentes. A avaliação diária do cocho deve contemplar padrões de consumo, possíveis seleções de ingredientes pelos animais e volume de sobras.</p>
<p>O escore de fezes precisa ser realizado de duas a três vezes ao dia, permitindo identificar precocemente qualquer desequilíbrio digestivo. A observação comportamental dos animais é igualmente importante, buscando sinais clínicos de acidose como apatia, redução de consumo ou salivação excessiva. Por fim, as pesagens periódicas fornecem dados objetivos para avaliar se o desempenho está dentro do esperado.</p>
<p>Lembre-se: o problema nunca está no alimento, mas na forma como é utilizado. Silagens de grãos são seguras quando manejadas corretamente.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>A adoção de silagens de grãos representa uma<strong> evolução natural e necessária dos sistemas de confinamento brasileiro</strong>. Com milho e bezerro respondendo por mais da metade dos custos de produção, cada ponto percentual de melhoria na eficiência alimentar reflete diretamente na rentabilidade do negócio.</p>
<p>Todas as três opções de silagem são nutricionalmente superiores ao grão seco, desde que os sete aspectos críticos sejam respeitados: umidade, processamento, aditivos, vedação, tempo de estocagem, formulação adequada e adaptação criteriosa.</p>
<p>O futuro dos confinamentos passa necessariamente por maior eficiência no uso dos nutrientes. As silagens de grãos não são modismo passageiro, mas ferramentas consolidadas que finalmente encontram condições técnicas e econômicas para adoção em larga escala no Brasil.</p>
<p>O sucesso está nos detalhes: invista em tecnologia, capacite sua equipe, monitore processos e busque sempre o suporte de profissionais qualificados. A diferença entre um confinamento lucrativo e um projeto deficitário está na soma desses pequenos cuidados cotidianos.</p>
<h2>Produza mais arrobas com menos custo e em menos tempo</h2>
<p>Aumentar a produtividade na pecuária de corte não significa investir mais, mas sim investir melhor. Com boas práticas de manejo de pastagens e nutrição planejada, é possível acelerar o ganho de peso, reduzir o tempo de abate e melhorar a eficiência da fazenda.</p>
<p>O <a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</strong></a> foi feito para pecuaristas que querem aplicar técnicas modernas e ver resultados concretos no rebanho e no bolso.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Autoria: Equipe Corte Rehagro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como calcular o custo da arroba produzida?  </title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-custo-da-arroba-produzida/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-custo-da-arroba-produzida/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 12:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[arroba]]></category>
		<category><![CDATA[custos]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na pecuária de corte, muita gente sabe o preço da arroba que vende. Poucos sabem quanto custa produzi-la. Essa diferença, que pode parecer apenas técnica ou contábil, é o que separa projetos sustentáveis e lucrativos de sistemas que estão sempre à beira do prejuízo. O cálculo do custo da arroba produzida é o indicador que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na pecuária de corte, muita gente sabe o preço da arroba que vende. Poucos sabem quanto custa produzi-la.</p>
<p>Essa diferença, que pode parecer apenas técnica ou contábil, é o que separa projetos sustentáveis e lucrativos de sistemas que estão sempre à beira do prejuízo. O cálculo do <strong>custo da arroba produzida</strong> é o indicador que mostra, com clareza, se o seu sistema está gerando resultado ou apenas movimentando dinheiro e consumindo recursos.</p>
<p>O que muitos pecuaristas ainda ignoram é que, <strong>mesmo vendendo bem, é possível perder dinheiro</strong> se os custos por arroba forem maiores que o valor de venda. O erro está em considerar apenas o preço do boi gordo na praça, sem enxergar o custo real de produção daquela arroba, o que inclui desde suplementação, sanidade e mão de obra até o custo da terra e da reposição.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><script>hbspt.forms.create({region: "na1",portalId: "5430441",formId: "f83e655b-67de-4fbe-b12a-88b7e9461712"});</script></p>
</div>
<h2>O que é o custo da arroba produzida na prática?</h2>
<p>O custo da arroba produzida é, basicamente, o <strong>custo médio para produzir cada arroba de peso vivo ou carcaça</strong> dentro do seu <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-o-melhor-sistema-de-producao-para-sua-fazenda-de-gado-de-corte/">sistema de produção</a></strong>. Em outras palavras, é o valor que a fazenda precisa gastar para “fabricar” uma arroba considerando todos os custos envolvidos, diretos e indiretos.</p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>Valor produzido é diferente de preço de venda</strong></em></p>
<p>É comum o produtor confundir o preço da arroba no mercado com o valor que ele efetivamente gasta para produzi-la. A diferença entre os dois conceitos é essencial:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41415" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/07/tabela-custo-arroba.png" alt="Tabela com diferença entre custo da arroba produzida e preço de venda" width="696" height="154" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/07/tabela-custo-arroba.png 696w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/07/tabela-custo-arroba-300x66.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/07/tabela-custo-arroba-370x82.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/07/tabela-custo-arroba-270x60.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/07/tabela-custo-arroba-150x33.png 150w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /></p>
<ul>
<li>Se o custo da arroba produzida for <strong>maior</strong> que o preço de venda: <strong>prejuízo</strong>.</li>
<li>Se for<strong> menor: lucro</strong>. A diferença entre os dois é sua margem operacional.</li>
</ul>
<h2>Passo a passo para calcular o custo da arroba produzida</h2>
<p>Saber quanto custa produzir uma arroba exige mais do que saber o quanto foi gasto, é preciso <strong>organizar os dados corretamente e entender o desempenho</strong> produtivo do animal ou do lote.</p>
<p>Veja como fazer isso em 3 etapas práticas:</p>
<h3>1. Levante todos os custos do período</h3>
<p>Inclua todos os custos que participam diretamente do ciclo de produção. Entre eles:</p>
<h4>Custos variáveis:</h4>
<ul>
<li><strong>Nutrição</strong> (<strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-para-bovinos-de-corte/">suplementação</a></strong> proteica, energética, mineral, ração, silagem);</li>
<li>Medicamentos, vacinas e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-de-verminoses-em-bovinos-de-corte/">vermífugos</a></strong>;</li>
<li><strong>Mão de obra</strong> (inclusive diária ou contratada);</li>
<li><strong>Insumos diversos</strong> (sal, aditivos, combustível para trator, etc.);</li>
<li><strong>Reposição de animais</strong> (compra de bezerros, por exemplo).</li>
</ul>
<h4>Custos fixos e de oportunidade (quando aplicável):</h4>
<ul>
<li><strong>Custo da terra</strong> (arrendamento ou oportunidade);</li>
<li><strong>Depreciação de máquinas</strong>, benfeitorias, instalações;</li>
<li><strong>Custo de capital</strong> (juros sobre o dinheiro investido).</li>
</ul>
<p>Some todos esses valores e esse será o custo total do período.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-suplementacao-gado-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=guia-suplementacao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39643 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png" alt="E-book Suplementação do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>2. Calcule o total de arrobas produzidas no mesmo período</h3>
<p>Você precisa saber quantas arrobas foram produzidas no lote (ou por animal), e isso se faz <strong>com base no ganho de peso e tempo de produção</strong>.</p>
<p>Use a fórmula:</p>
<p style="text-align: center;"><strong><i>Arrobas produzidas = (Peso final &#8211; Peso inicial) ÷ 30</i></strong></p>
<p>Exemplo prático:</p>
<ul>
<li>Peso inicial: 270 kg</li>
<li>Peso final: 450 kg</li>
<li>Diferença: 180 kg ÷ 30 = 6 arrobas produzidas</li>
</ul>
<p>Se for um lote, multiplique pelas cabeças no grupo, ou calcule por hectare.</p>
<h3>3. Aplique a fórmula:</h3>
<p style="text-align: center;"><strong><i>Valor da arroba produzida = Custo total ÷ Arrobas produzidas</i></strong></p>
<p>Exemplo:</p>
<ul>
<li>Custo total por animal no ciclo: R$ 2.760,00</li>
<li>Arrobas produzidas: 6</li>
</ul>
<p>R$ 2.760 ÷ 6 = R$ 460,00 por arroba produzida</p>
<p>Esse é o valor que o sistema precisa receber por arroba apenas para empatar, ou seja, <strong>ainda sem lucro</strong>.</p>
<p>Esse cálculo pode ser feito por animal, por lote, por ciclo produtivo ou por hectare, a depender do nível de controle da fazenda.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Principais erros e distorções no cálculo do valor da arroba</h2>
<p>Mesmo com uma fórmula simples, o cálculo do valor da arroba pode ser facilmente comprometido por falhas na coleta de dados, omissões de custos ou suposições mal fundamentadas.</p>
<p>Veja os erros mais comuns:</p>
<h3>1. Desconsiderar custos fixos ou de oportunidade</h3>
<p>É comum considerar apenas custos diretos (ração, medicamentos, sal), mas ignorar custos fixos ou indiretos, como:</p>
<ul>
<li>Mão de obra própria;</li>
<li>Custo da terra (quando o produtor é dono);</li>
<li>Juros sobre capital investido (compra de bezerro, insumos etc.).</li>
</ul>
<p>O resultado é um <strong>custo da arroba artificialmente baixo, o que pode gerar a ilusão de lucro onde não há</strong>.</p>
<h3>2. Estimar mal o ganho de peso ou a produção de arrobas</h3>
<p>Outro erro é superestimar o desempenho animal:</p>
<ul>
<li>Usar <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/">GMD</a></strong>s teóricos, que não refletem a realidade da fazenda;</li>
<li>Não pesar os animais ou considerar médias genéricas;</li>
<li>Desconsiderar períodos de estagnação (seca, estresse, doenças).</li>
</ul>
<p>Se o número de arrobas produzidas for inflado, o custo por arroba parecerá menor do que realmente é, mascarando ineficiências do sistema.</p>
<h3>3. Ignorar a lotação e o desempenho por hectare</h3>
<p>Alguns produtores calculam apenas o custo por animal, sem relacionar com a produção por área, o que é essencial em sistemas intensivos.</p>
<p><strong>Dois sistemas podem ter o mesmo custo por arroba, mas resultados totalmente diferentes por hectare</strong>, o que afeta diretamente a rentabilidade da fazenda como um todo.</p>
<h3>4. Trabalhar com médias genéricas e não com dados da própria fazenda</h3>
<p>Copiar números de outras propriedades ou usar estimativas de planilhas prontas pode ser útil como referência, mas não substitui:</p>
<ul>
<li>Controle real de gastos;</li>
<li>Registros zootécnicos e financeiros próprios;</li>
<li>Análise por período, categoria e fase de produção.</li>
</ul>
<p>Cada fazenda tem seu contexto: clima, solo, manejo, preço de insumos, mão de obra… Trabalhar com seus próprios dados é o único caminho para um cálculo fiel e útil.</p>
<h2>Como usar o custo da arroba produzida para tomar decisões?</h2>
<p>Saber o custo da arroba produzida não é um exercício contábil, é uma <strong>ferramenta de gestão</strong>. Quando esse dado é usado com regularidade, ele ajuda o produtor a ajustar o sistema, evitar prejuízos e aumentar a rentabilidade com mais segurança.</p>
<p>Veja algumas formas práticas de usar esse indicador:</p>
<h3>1. Comparar com o preço de venda e entender a margem real</h3>
<p>A análise mais direta é comparar o valor da arroba produzida com o valor de mercado da arroba vendida.</p>
<p>Isso permite saber o lucro por animal e por hectare; avaliar se vale a pena vender agora ou terminar o animal e decidir entre diferentes canais de comercialização.</p>
<h3>2. Avaliar a viabilidade de sistemas de produção</h3>
<p>O custo da arroba produzida também permite comparar sistemas:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/recria-intensiva-a-pasto-rip-o-que-e-e-como-aplicar/">Recria a pasto</a></strong> vs. recria com suplementação;</li>
<li>Engorda extensiva vs. <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/rotinas-no-confinamento-que-afetam-o-desempenho/">confinamento</a></strong>;</li>
<li>Diferentes estratégias de suplementação (mineral, proteinado, semiconfinado).</li>
</ul>
<h3>3. Medir o impacto de decisões de manejo</h3>
<p>Alterações como troca de suplemento, aumento da lotação, ajuste de calendário de abate e uso de aditivos nutricionais, podem ser comparadas pelo efeito que causam no valor da arroba produzida, se ele caiu, subiu ou se manteve.</p>
<p>Isso evita decisões baseadas em “achismos” e permite um ciclo contínuo de melhoria técnica e econômica.</p>
<h3>4. Planejar melhor o ciclo produtivo e o momento de venda</h3>
<p>Com o valor da arroba em mãos, o produtor pode:</p>
<ul>
<li>Estabelecer metas de GMD e tempo de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/terminacao-intensiva-a-pasto-tip/">terminação</a></strong>;</li>
<li>Definir ponto de equilíbrio para venda;</li>
<li>Avaliar se compensa vender ou reter o animal por mais um ciclo.</li>
</ul>
<p>Isso dá mais segurança para agir com base em rentabilidade, e não apenas em preço de mercado.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Em um setor cada vez mais competitivo, onde margens apertadas e oscilações de mercado são parte da rotina, <strong>conhecer o valor da arroba produzida se torna uma das ferramentas mais importantes</strong> para o produtor que quer lucrar com constância e segurança.</p>
<p>Quem não calcula o custo da arroba produzida fica à mercê do mercado. Quem calcula, assume o controle do próprio negócio.</p>
<p>Mais do que um dado técnico,<strong> o custo da arroba é um indicador de gestão</strong>. Ele mostra se sua fazenda está apenas girando ou realmente gerando lucro.</p>
<p>Comece com o que você tem: um caderno de campo, uma planilha simples, pesagens regulares, controle básico de insumos. O importante é dar o primeiro passo e construir um modelo de gestão que permita decisões com base em fatos e não apenas em sensações.</p>
<h2>Vá além dos números e transforme a gestão da sua pecuária</h2>
<p data-start="105" data-end="366">Entender o custo da arroba produzida é só o começo. Para quem busca profissionalizar a gestão da fazenda, tomar decisões com base em dados e aumentar a margem de lucro por animal, é fundamental dominar os pilares que sustentam uma produção eficiente e rentável.</p>
<p data-start="368" data-end="693">O <a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog"><strong>Curso Gestão na Pecuária de Corte</strong></a> do Rehagro foi criado para pecuaristas e técnicos que querem transformar números em estratégias e resultados concretos no campo. Com abordagem prática, linguagem acessível e foco total em gestão, essa capacitação vai te ajudar a sair do achismo e colocar sua produção no rumo certo.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Guia Suplementação do gado de corte ao longo do ano</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/guia-suplementacao-do-gado-de-corte-ao-longo-do-ano/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/guia-suplementacao-do-gado-de-corte-ao-longo-do-ano/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2025 12:25:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[GUIAS]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[período de seca]]></category>
		<category><![CDATA[suplementação bovina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A suplementação certa em cada estação garante mais arrobas e menos perdas Baixe gratuitamente o guia e aprenda como adaptar a suplementação do gado de corte de acordo com as variações de qualidade e disponibilidade das pastagens ao longo do ano. O que você vai aprender neste guia técnico: Por que é importante adaptar a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A suplementação certa em cada estação garante mais arrobas e menos perdas</p>
<p data-start="573" data-end="775">Baixe gratuitamente o guia e aprenda como adaptar a suplementação do gado de corte de acordo com as variações de qualidade e disponibilidade das pastagens ao longo do ano.</p>
<h2 data-start="1000" data-end="1073">O que você vai aprender neste guia técnico:</h2>
<ul>
<li data-start="1112" data-end="1217">Por que é importante adaptar a suplementação ao longo das estações;</li>
<li data-start="1220" data-end="1331">Quais são os tipos de suplementos indicados para seca, transição e águas;</li>
<li data-start="1334" data-end="1454">Exemplos práticos de suplementos proteicos, energéticos e minerais para cada fase;</li>
<li data-start="1457" data-end="1570">Como as mudanças na forragem afetam o desempenho e exigem ajustes na dieta;</li>
<li data-start="1573" data-end="1679">Gráficos comparativos de oferta x demanda de nutrientes nas pastagens.</li>
</ul>
<h2 data-start="1736" data-end="1789">Este guia é ideal para:</h2>
<ul>
<li data-start="1828" data-end="1904">Pecuaristas que desejam melhorar o ganho de peso em todas as épocas do ano;</li>
<li data-start="1907" data-end="1982">Técnicos que orientam o manejo nutricional em diferentes regiões e climas;</li>
<li data-start="1985" data-end="2071">Estudantes de zootecnia, veterinária ou agronomia com foco em bovinocultura de corte;</li>
<li data-start="2074" data-end="2161">Gestores de fazenda que buscam previsibilidade e eficiência no planejamento nutricional.</li>
</ul>
<p data-start="3113" data-end="3221">Evite perdas e aumente a eficiência do rebanho em todas as estações do ano</p>
<p data-start="3223" data-end="3397">Baixe agora o guia gratuito e saiba como escolher o suplemento certo para cada fase do ano, garantindo mais produtividade e retorno por hectare.</p>
<p data-start="3223" data-end="3397"><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-suplementacao-gado-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=guia-suplementacao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39643 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png" alt="E-book Suplementação do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>E-book Manejo no confinamento de gado de corte</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/e-book-manejo-no-confinamento-de-gado-de-corte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2025 12:24:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[confinamento]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=37952</guid>

					<description><![CDATA[<p>O manejo certo transforma o confinamento em uma operação lucrativa e previsível. Baixe gratuitamente o e-book e aprenda como estruturar rotinas de alimentação, manejo de cocho, escore de fezes, estrutura e adaptação no confinamento de bovinos de corte para maximizar desempenho e reduzir custos. O que você vai aprender com este guia técnico: Como garantir [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O manejo certo transforma o confinamento em uma operação lucrativa e previsível.</p>
<p>Baixe gratuitamente o e-book e aprenda como estruturar rotinas de alimentação, manejo de cocho, escore de fezes, estrutura e adaptação no confinamento de bovinos de corte para maximizar desempenho e reduzir custos.</p>
<h2 data-start="1043" data-end="1119">O que você vai aprender com este guia técnico:</h2>
<ul>
<li>Como garantir o consumo ideal com leitura de cocho e escore de fezes;</li>
<li>Quais estruturas e equipamentos otimizam o fornecimento de dieta;</li>
<li>Estratégias práticas para ajustar dietas e evitar quedas de desempenho;</li>
<li>Como calcular ganho de peso, eficiência biológica e custo da arroba;</li>
<li>Protocolo de adaptação alimentar para reduzir riscos no início do confinamento.</li>
</ul>
<h2 data-start="1767" data-end="1822">Este e-book é ideal para:</h2>
<ul>
<li>Pecuaristas que desejam profissionalizar o sistema de engorda;</li>
<li>Técnicos e consultores que atuam com nutrição, manejo e estruturação de confinamentos;</li>
<li>Estudantes e profissionais que desejam entender na prática como o confinamento opera;</li>
<li>Gestores que querem controlar custos e maximizar o retorno por arroba produzida.</li>
</ul>
<p data-start="3177" data-end="3284">Aumente sua lucratividade com um confinamento mais eficiente e previsível</p>
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		<title>Vacinação para gado de corte: como montar um calendário vacinal eficiente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 May 2025 11:30:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[sanidade]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A vacinação para gado de corte é uma das estratégias mais relevantes para garantir produtividade, sustentabilidade e rentabilidade na pecuária brasileira. Em um cenário onde a competitividade exige excelência em todos os elos da cadeia produtiva, a saúde do rebanho torna-se um fator determinante para o sucesso técnico e econômico da atividade. A gestão sanitária [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A vacinação para gado de corte é uma das estratégias mais relevantes para <strong>garantir produtividade, sustentabilidade e rentabilidade na pecuária brasileira</strong>. Em um cenário onde a competitividade exige excelência em todos os elos da cadeia produtiva, a saúde do rebanho torna-se um fator determinante para o sucesso técnico e econômico da atividade.</p>
<p>A gestão sanitária bem conduzida, ancorada em um calendário vacinal para gado de corte estruturado, é capaz de reduzir significativamente <strong>perdas por doenças infecciosas, melhorar índices zootécnicos e aumentar a eficiência dos sistemas de produção</strong>, seja em cria, recria ou terminação.</p>
<p>Além disso, a vacinação desempenha um papel essencial no cumprimento de exigências legais e comerciais, especialmente no contexto de rastreabilidade e acesso a mercados internos e internacionais. O Brasil, sendo um dos maiores exportadores de carne bovina do mundo, demanda um rebanho não apenas produtivo, mas também sanitariamente confiável.</p>
<p>Por isso, mais do que cumprir um protocolo obrigatório, <strong>vacinar corretamente é tomar decisões técnicas baseadas em conhecimento aplicado.</strong> Este artigo tem como objetivo aprofundar esse tema, abordando desde os fundamentos imunológicos até a montagem de um calendário vacinal eficiente, passando por legislações, desafios práticos e pontos críticos de atenção.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Entendendo o sistema imunológico bovino</h2>
<p>Compreender como funciona o sistema imunológico dos bovinos é essencial para a construção de programas vacinais eficazes.</p>
<p>Essa compreensão permite decisões mais técnicas sobre quais vacinas aplicar, em que momento e com qual estratégia, respeitando as particularidades fisiológicas dos animais e o contexto sanitário da propriedade.</p>
<h3>Como funciona a resposta imune dos bovinos</h3>
<p>O sistema imunológico dos bovinos é composto por uma <strong>complexa rede de células, órgãos e moléculas</strong> que atuam de forma coordenada para identificar e combater agentes patogênicos como vírus, bactérias e protozoários. Essa resposta pode ser:</p>
<ul>
<li><strong>Inata (ou natural)</strong>: é a primeira linha de defesa, presente desde o nascimento e que atua de forma rápida, mas inespecífica.</li>
<li><strong>Adaptativa (ou adquirida)</strong>: desenvolve-se ao longo do tempo e gera memória imunológica. É justamente essa memória que a vacinação busca estimular, permitindo que o organismo reconheça e neutralize um agente agressor antes que ele cause dano clínico.</li>
</ul>
<h3>Imunidade ativa vs. passiva: o que o gestor precisa saber</h3>
<ul>
<li><strong>Imunidade passiva</strong>: é a proteção temporária que o bezerro recebe através da ingestão do colostro materno, nas primeiras horas de vida. É fundamental que essa ingestão ocorra em tempo hábil, pois o intestino do bezerro perde gradualmente a capacidade de absorver imunoglobulinas após 6 a 12 horas do parto.</li>
<li><strong>Imunidade ativa</strong>: é desenvolvida pelo próprio organismo do animal, seja após exposição natural a patógenos ou por meio da vacinação. O protocolo vacinal visa justamente estimular essa resposta, de forma segura e controlada.</li>
</ul>
<p><strong>Um erro comum na pecuária de corte é iniciar a vacinação sem garantir que o bezerro tenha recebido colostro de forma adequada</strong>, comprometendo a eficácia das vacinas nas primeiras fases de vida.</p>
<h3>Idade, desafio sanitário e manejo: fatores que influenciam a eficácia vacinal</h3>
<p>A eficácia de uma vacina depende de uma série de fatores, entre os quais se destacam:</p>
<ol>
<li><strong>Idade do animal</strong>: há momentos ideais para a vacinação. Por exemplo, a presença de anticorpos maternos (imunidade passiva) pode interferir negativamente na resposta às vacinas, especialmente nas primeiras semanas de vida.</li>
<li><strong>Condições sanitárias do ambiente</strong>: ambientes com alto desafio sanitário exigem maior atenção aos reforços vacinais e ao intervalo entre doses.</li>
<li><strong>Manejo e bem-estar</strong>: estresse, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/transporte-de-gado/">transporte</a></strong>, jejum prolongado ou <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-de-verminoses-em-bovinos-de-corte/">verminoses</a></strong> ativas podem suprimir a resposta imune, reduzindo a eficácia da vacinação.</li>
</ol>
<p>Por isso, protocolos vacinais bem-sucedidos não dependem apenas da vacina em si, mas da qualidade do manejo, nutrição e condição sanitária geral do rebanho.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sanidade-gado-de-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-sanidade-gado&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39640 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png" alt="E-book Sanidade do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Principais desafios enfrentados na vacinação do gado de corte</h2>
<p>Embora a vacinação seja uma prática consolidada e amplamente recomendada na pecuária de corte, ainda existem <strong>obstáculos significativos</strong> que comprometem sua eficácia.</p>
<p>Estes desafios vão desde questões técnicas até barreiras comportamentais e logísticas, impactando diretamente a sanidade do rebanho e, consequentemente, os resultados econômicos da atividade.</p>
<h3>Falhas vacinais: causas comuns e consequências</h3>
<p>As falhas vacinais ocorrem quando, mesmo após a aplicação correta de uma vacina, o animal não desenvolve a resposta imune esperada. Isso pode resultar em surtos de doenças, mesmo em rebanhos aparentemente imunizados. As principais causas incluem:</p>
<ul>
<li>Aplicação de <strong>vacinas fora do prazo de validade</strong>;</li>
<li>Uso de <strong>vacinas inadequadas para a região</strong> ou para a fase de vida do animal;</li>
<li><strong>Falhas na aplicação</strong> (volume errado, local inadequado, técnica incorreta);</li>
<li>Animais imunossuprimidos ou com status nutricional comprometido;</li>
<li><strong>Interferência por anticorpos maternos</strong>, principalmente em bezerras jovens.</li>
</ul>
<p>As consequências vão além da saúde animal, comprometem a produtividade, aumentam os custos com tratamentos e podem resultar em perdas significativas de receita por morte ou descarte precoce.</p>
<h3>Manejo incorreto de vacinas e conservação inadequada</h3>
<p>A <strong>cadeia de frio</strong> é um dos pilares da eficácia vacinal. Muitos insucessos estão relacionados à quebra da temperatura ideal de conservação <strong>(geralmente entre 2°C e 8°C)</strong>, desde o transporte até o armazenamento e aplicação em campo.</p>
<p>Erros comuns incluem:</p>
<ul>
<li>Armazenar vacinas em freezers (que congelam o conteúdo e inutilizam a vacina);</li>
<li>Utilização de caixas térmicas sem gelo suficiente no campo;</li>
<li>Reutilização de frascos abertos por mais de 24 horas;</li>
<li>Exposição prolongada ao sol durante o manejo.</li>
</ul>
<p>Vacinas mal conservadas perdem totalmente sua capacidade imunogênica, tornando o protocolo ineficaz, mesmo que aparentemente esteja sendo seguido.</p>
<h3>Resistência de produtores a investir em programas vacinais completos</h3>
<p>Apesar de todos os benefícios comprovados, <strong>ainda há uma resistência por parte de alguns produtores em adotar protocolos vacinais completos</strong>, principalmente quando envolvem reforços ou imunizações não obrigatórias por lei.</p>
<p>Essa resistência é geralmente motivada por:</p>
<ul>
<li>Custo percebido elevado em relação ao benefício imediato;</li>
<li>Falta de conhecimento técnico sobre as doenças que podem ser prevenidas;</li>
<li>Falta de acompanhamento por um profissional habilitado, que possa orientar e justificar tecnicamente as decisões sanitárias.</li>
</ul>
<p>A ausência de um programa vacinal estratégico abre espaço para surtos evitáveis, perdas produtivas silenciosas (como redução de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/">GMD &#8211; ganho médio diário</a></strong>) e até barreiras para comercialização em alguns mercados mais exigentes.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-19698 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Produção de Gado de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>O que diz a legislação sobre vacinação obrigatória?</h2>
<p>Além de ser uma prática essencial para a sanidade animal e para a sustentabilidade dos sistemas produtivos, <strong>a vacinação do gado de corte também é regida por legislações federais e estaduais</strong>, que estabelecem protocolos obrigatórios com o objetivo de proteger a saúde pública e garantir a competitividade da pecuária nacional.</p>
<h3>Normativas do MAPA e defesa sanitária estadual</h3>
<p>O <strong>Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA)</strong> é o órgão responsável por definir as diretrizes sanitárias em âmbito nacional. No entanto, cada estado possui programas próprios de defesa sanitária animal, que seguem essas diretrizes mas podem adaptar datas e exigências conforme o contexto epidemiológico local.</p>
<p>É fundamental que os profissionais e responsáveis técnicos estejam atentos aos calendários oficiais divulgados pelas Agências Estaduais de Defesa Sanitária, pois o descumprimento das datas e normas pode implicar em multas, interdições de propriedades e restrições comerciais.</p>
<p>Entre os programas de maior relevância, destacam-se o <strong>Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa (PNEFA)</strong> e o <strong>Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose (PNCEBT)</strong>.</p>
<h3>Vacinas obrigatórias: febre aftosa, brucelose e outras</h3>
<p>As vacinas de aplicação obrigatória variam conforme o status sanitário da região. As principais são:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/febre-aftosa/">Febre aftosa</a></strong>: apesar da retirada progressiva da vacinação em estados com status de livre sem vacinação, <strong>ainda é obrigatória em diversas regiões</strong>. O calendário prevê campanhas em maio e novembro, com foco em bovinos e bubalinos até 24 meses (ou todo o rebanho, dependendo da região).</li>
<li><strong>Brucelose</strong>: vacinação <strong>obrigatória para fêmeas bovinas</strong> e bubalinas de 3 a 8 meses, com vacina B19 (ou RB51, em casos especiais). Deve ser realizada exclusivamente por médico veterinário habilitado e registrada oficialmente.</li>
</ul>
<p>Outras vacinas podem ser obrigatórias em situações específicas, como:</p>
<ul>
<li><strong>Raiva dos herbívoros</strong>, em zonas endêmicas;</li>
<li><strong>Clostridioses</strong>, quando há histórico da doença na região;</li>
<li><strong>Vacinas contra doenças exóticas</strong>, sob orientação de barreiras sanitárias.</li>
</ul>
<h3>Riscos legais e sanções por não vacinar corretamente</h3>
<p>O descumprimento das exigências legais relacionadas à vacinação <strong>pode gerar implicações sérias para o produtor ou responsável técnico</strong>, tais como:</p>
<ul>
<li>Notificação e aplicação de multas administrativas;</li>
<li>Impedimento de movimentação animal, inclusive para venda ou transporte entre propriedades;</li>
<li>Perda do status sanitário da fazenda, com reflexos na certificação de rebanho e acesso a mercados;</li>
<li>Em casos mais graves, interdição da propriedade ou suspensão de atividades comerciais.</li>
</ul>
<p>Além disso, vacinas obrigatórias mal aplicadas, ou a ausência de comprovação documental, podem inviabilizar a participação em programas de rastreabilidade e exportação.</p>
<h2>Calendário vacinal para gado de corte: como montar um cronograma eficiente</h2>
<p>A construção de um calendário vacinal eficiente para o gado de corte não deve ser feita de forma padronizada ou com base apenas em datas fixas de campanha.</p>
<p>Ela precisa considerar o <strong>ciclo produtivo da fazenda, a idade dos animais, o perfil epidemiológico da região e as exigências legais e comerciais</strong>. Um protocolo bem estruturado aumenta a eficiência dos manejos, reduz perdas por doenças e contribui diretamente para a produtividade.</p>
<h3>Etapas críticas do ciclo produtivo e suas necessidades sanitárias</h3>
<p>Cada fase da produção apresenta vulnerabilidades distintas e requer abordagens vacinais específicas. Veja a seguir:</p>
<h4>Nascimento a 2 meses</h4>
<p>Foco na ingestão adequada de colostro para transferência de imunidade passiva. Em regiões endêmicas, pode-se iniciar a vacina contra raiva ou clostridioses (com reforço posterior).</p>
<h4>3 a 8 meses (pré-desmama)</h4>
<p><strong>Vacinação obrigatória contra brucelose (fêmeas)</strong>. Início de protocolo contra clostridioses, leptospirose e doenças respiratórias (como IBR e BVD). Em áreas de risco, considerar vacina contra aftosa, se ainda for exigida na região.</p>
<h4>Desmama (6 a 8 meses)</h4>
<p>Reforço das vacinas aplicadas no pré-desmame. Introdução de vacinas contra doenças entéricas (como rotavírus e coronavírus, se for o caso). Monitorar vermifugação e suporte nutricional, que interferem na resposta imune.</p>
<h4>Recria e terminação (9 meses em diante)</h4>
<p>Reaplicação (ou reforço) contra leptospirose, clostridioses e complexo respiratório bovino. Vacinas comerciais podem ser ajustadas conforme histórico da propriedade e análise técnica. Avaliar protocolos específicos para gado confinado, caso haja essa etapa. No caso do gado confinado, as vacinas respiratórias são praticamente indispensáveis, é preciso estar atento a mais essa vacinação).</p>
<h3>Vacinas indicadas para cada fase</h3>
<p>Segue um exemplo de como pode ser montado um calendário vacinal prático, lembrando que ele deve ser ajustado por um médico veterinário responsável:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-37321" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/tabela-vacinas-gado.png" alt="Tabela com vacinas indicadas para cada fase do gado" width="715" height="314" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/tabela-vacinas-gado.png 715w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/tabela-vacinas-gado-300x132.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/tabela-vacinas-gado-370x162.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/tabela-vacinas-gado-270x119.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/tabela-vacinas-gado-150x66.png 150w" sizes="auto, (max-width: 715px) 100vw, 715px" /></p>
<h3>Doses, reforços e períodos ideais: como planejar corretamente</h3>
<p>Para cada vacina aplicada, é essencial observar:</p>
<ul>
<li><strong>Dose correta por via</strong> (subcutânea ou intramuscular), conforme indicado pelo fabricante;</li>
<li><strong>Intervalo para o reforço</strong> (geralmente 21 a 30 dias após a primeira dose);</li>
<li><strong>Reaplicação anual ou semestral</strong>, de acordo com o desafio sanitário e o tipo de vacina;</li>
<li><strong>Período de carência</strong>, importante especialmente em animais próximos do abate.</li>
</ul>
<p>Além disso, registrar cada vacinação com data, lote da vacina e responsável técnico é uma exigência legal e uma boa prática de gestão sanitária.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A vacinação para gado de corte deve ser encarada como um <strong>investimento estratégico e não apenas uma obrigação legal</strong>. Quando bem planejado e executado, um protocolo vacinal reduz drasticamente os riscos sanitários, melhora os índices produtivos e protege economicamente a propriedade contra perdas evitáveis.</p>
<p>Vacinar corretamente não se limita à aplicação de uma dose: envolve logística, capacitação, controle de qualidade e, acima de tudo, decisão técnica baseada em evidências e boas práticas. O acompanhamento por um <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/veterinarios-e-zootecnistas-na-pecuaria-de-corte/">médico veterinário</a></strong> habilitado é essencial para garantir a eficácia e a rastreabilidade do processo.</p>
<h2>A sanidade do rebanho começa com quem entende de produção!</h2>
<p>Vacinar corretamente é apenas uma das muitas decisões estratégicas que impactam a produtividade e a lucratividade na pecuária de corte. Se você quer ir além do básico e dominar todos os pilares da produção, está na hora de investir na sua formação.</p>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Pós-graduação em Produção de Gado de Corte</a></strong> do Rehagro foi feita para profissionais que buscam conhecimento técnico aplicado à realidade do campo, com foco em resultados reais.</p>
<p>Eleve o nível do seu trabalho no campo e conquiste mais produtividade!</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ganho Médio Diário (GMD): como melhorar o desempenho?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jun 2024 11:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[ganho médio diário]]></category>
		<category><![CDATA[gmd]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=33251</guid>

					<description><![CDATA[<p>A pecuária de corte brasileira, embora seja composta por um grande número de animais, apresenta índices zootécnicos baixos, principalmente devido ao fato de grande parte da criação ocorrer em regime extensivo em pastagens desenvolvidas em solos de baixa fertilidade. O ganho de peso é uma característica do gado de corte que está diretamente relacionado à [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A pecuária de corte brasileira, embora seja composta por um grande número de animais, apresenta índices zootécnicos baixos, principalmente devido ao fato de grande parte da criação ocorrer em regime extensivo em <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/amostragem-do-solo-em-pastagens/">pastagens desenvolvidas em solos de baixa fertilidade</a></strong>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>O ganho de peso é uma característica do gado de corte que está diretamente relacionado à produtividade do rebanho.</strong> Além disso, a conversão alimentar representa a eficiência com que o animal converte o alimento consumido em carne.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O <strong>Ganho Médio Diário (GMD)</strong> é um indicador fundamental para avaliar o desempenho de um rebanho de gado de corte. Neste texto, vamos abordar o que é o GMD, como calcular e quais são as dicas para melhorá-lo.</span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O que é GMD?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O <strong>Ganho Médio Diário (GMD) é o peso vivo que o animal ganha por dia.</strong> Ele é usado para saber o peso que o animal ganhou por dia em um certo período. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aliás, também pode ser usado para fazer uma projeção de meta de peso, onde buscamos saber quantos quilos o animal precisa ganhar por dia para alcançar a meta desejada no final daquele período.</span></p>
<h2>Como calcular o GMD?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para calcular o GMD, é necessário saber o peso do animal no início e no final de um período de dias. O cálculo é simples:</span></p>
<p style="text-align: center;"><strong>GMD = (Peso Final &#8211; Peso Inicial) / Período de Dias</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Exemplo</span><span style="font-weight: 400;">:</span><span style="font-weight: 400;"> o animal, em um período de 100 dias, entrou na operação com 300kg e saiu com 400kg. Qual o GMD desse animal? </span></p>
<ul>
<li style="text-align: left;">GMD= 400kg – 300kg / 100</li>
<li style="text-align: left;">GMD= 1kg de ganho de peso por dia.</li>
</ul>
<h2>Qual o impacto do ganho médio diário (GMD)?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O GMD é um indicador importantíssimo para a eficiência da produção de carne. Ele afeta diretamente a produtividade do rebanho, a qualidade da carne e o custo de produção. Um <strong>GMD alto indica que o animal está crescendo de forma rápida e eficiente</strong>, o que é benéfico para a produtividade e a rentabilidade da fazenda.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A capacidade de ganho de peso em bovinos confinados foi afetada pelo <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-dicas-basicas-da-alimentacao-e-manejo-nutricional-de-gado-de-corte/">nível nutricional</a></strong> em que eles foram alimentados. Estudos revelaram que o ganho médio diário de peso foi melhorado com a inclusão de maior proporção de concentrado nas rações alimentares.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A melhoria do nível nutricional pode trazer um aumento no custo de produção, tornando a atividade menos rentável. Nesse contexto, o ganho de peso, o <a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-carcaca-bovina/" target="_blank" rel="noopener"><strong>rendimento de carcaça</strong></a>, o consumo e a conversão alimentar são parâmetros importantes para avaliar o desempenho dos animais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O desempenho animal em uma mesma dieta pode variar devido a quatro fatores principais:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Capacidade individual de ingestão de alimentos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Habilidade de selecionar os alimentos mais palatáveis da dieta fornecida;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Eficiência em aproveitar melhor os nutrientes do alimento ingerido;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Potencial genético para ganho de peso, que pode limitar o desempenho.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">A capacidade de ingestão é o principal fator limitante à produção animal. Fatores como raça, idade, sexo, tamanho, peso e condição corporal também interferem no consumo.</span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-suplementacao-gado-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=guia-suplementacao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39643 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png" alt="E-book Suplementação do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Dicas práticas para melhorar o GMD</h2>
<h3>Alimentação balanceada</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A escassez de forragem ao longo do período seco no território brasileiro e a constante demanda do alimento por parte dos animais faz com que novas formas de produção sejam estudadas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A <a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-para-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>suplementação</strong></a> é uma excelente estratégia para elevar a produtividade. Além disso, é de suma importância que uma dieta seja equilibrada e contenha todos os nutrientes necessários para o crescimento saudável do animal.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-33253 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-4-168x300.jpg" alt="Mão segurando suplementação de gado" width="168" height="300" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-4-168x300.jpg 168w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-4-370x662.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-4-270x483.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-4-150x268.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-4.jpg 501w" sizes="auto, (max-width: 168px) 100vw, 168px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 12px;">Fonte: Danilo Rodrigues, Equipe Corte do Rehagro.</span></p>
<h3>Manejo de pastagens</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma das explicações para a baixa produtividade do setor pecuário no Brasil é a degradação das pastagens, causada por ajustes inadequados na <a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao-e-a-capacidade-de-suporte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>taxa de lotação animal</strong></a>, o que afeta o solo e compromete as plantas forrageiras. Aliás, é fundamental <a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/" target="_blank" rel="noopener"><strong>manejar a pastagem</strong></a> de acordo com a altura de entrada e saída das forrageiras.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-33254 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-3.jpg" alt="Régua para manejo de pastagem no pasto" width="700" height="381" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-3.jpg 700w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-3-300x163.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-3-370x201.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-3-270x147.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-3-150x82.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 12px;">Régua para manejo de pastagem. Fonte: Movimento Agro. </span></p>
<h3>Acesso adequado a água</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O acesso à água é essencial para o bem-estar do animal e para o crescimento. Desse modo, é imprescindível que a <a href="https://rehagro.com.br/blog/bebedouro-para-gado-e-a-importancia-da-qualidade-da-agua/" target="_blank" rel="noopener"><strong>água esteja sempre disponível e de boa qualidade</strong></a>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fontes de água poluídas, especialmente em açudes, cacimbas ou bebedouros que recebem água de origens inapropriadas, <strong>representam graves ameaças à saúde animal</strong> e impactam negativamente a produção.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-33255 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-6.jpg" alt="Água em propriedade de bovinos de corte em más condições de consumo" width="370" height="278" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-6.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-6-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-6-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-6-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-6-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 12px;">Foto ilustrando as más condições de água em propriedade de bovinos de corte a pasto. Fonte: Vinicius Costa &#8211; Equipe Corte do Rehagro</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-33256 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-5.jpg" alt="Bebedouro para gado com alguns animais" width="361" height="452" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-5.jpg 361w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-5-240x300.jpg 240w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-5-270x338.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-5-150x188.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 361px) 100vw, 361px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 12px;">Bebedouro para gado grande. Fonte: STOCK CAIXAS D&#8217;ÁGUA. </span></p>
<h3>Espaçamento de cocho</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O espaço disponível de cocho afeta diretamente a <strong>competição por alimento e o consumo</strong>, o que por sua vez influencia na produtividade.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-33257 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-1.jpg" alt="Tabela com estratégias de suplementação na seca" width="863" height="445" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-1.jpg 863w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-1-300x155.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-1-768x396.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-1-370x191.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-1-270x139.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-1-740x382.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-1-150x77.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 863px) 100vw, 863px" /> <img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-33258 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-2.jpg" alt="Tabela com estratégias de suplementação nas águas" width="907" height="449" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-2.jpg 907w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-2-300x149.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-2-768x380.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-2-370x183.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-2-270x134.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-2-740x366.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-2-150x74.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 907px) 100vw, 907px" /></p>
<h3>Manejo sanitário</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O manejo sanitário dos rebanhos é fundamental, o animal livre de doença e estresse tem uma melhor taxa de conversão alimentar. Para obter melhores rendimentos com a suplementação, é necessário controlar os parasitas. Isso ajuda a reduzir a mortalidade e aumentar o ganho de peso vivo do animal.</span></p>
<h3>Manejo do animais</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O estresse prejudica o ganho de peso. Portanto, é preciso se preocupar com o <a href="https://rehagro.com.br/blog/bem-estar-animal-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>bem-estar do rebanho</strong></a>. Treinar a equipe para lidar com os animais de forma tranquila e respeitosa é fundamental para evitar estresse e garantir um manejo racional. </span></p>
<h3>Genética</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A <a href="https://rehagro.com.br/blog/melhoramento-genetico-animal/" target="_blank" rel="noopener"><strong>genética do animal</strong></a> também pode influenciar no GMD. É necessário que os <strong>animais sejam selecionados com base em critérios de desempenho.</strong></span></p>
<h3>Planejamento de estação de monta</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Animais que nascem no meio ou final da seca, ostentam maiores ganhos de peso em relação aos que nascem nas águas ou início da seca. Além do mais, animais que nascem nas águas apresentam maior taxa de morbidade e mortalidade, devido a doenças mais suscetíveis nessa época.</span></p>
<h2>Conclusão</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O Ganho Médio Diário (GMD) é um indicador <strong>fundamental para avaliar o desempenho</strong> de um rebanho de gado de corte. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para melhorar a eficiência do GMD, é necessário seguir as dicas abordadas no tópico acima. Dessa forma, é possível melhorar o GMD e aumentar a produtividade e a rentabilidade da fazenda.</span></p>
<h2>Aumentar o GMD começa na gestão e termina no lucro por hectare</h2>
<p data-start="270" data-end="549">O desempenho do rebanho é reflexo direto das decisões de manejo, nutrição, sanidade e planejamento. Melhorar o GMD de forma consistente exige mais do que esforço: exige estratégia, conhecimento técnico e controle dos indicadores que realmente impactam a rentabilidade da fazenda.</p>
<p data-start="551" data-end="836">No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso de Gestão na Pecuária de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende a interpretar dados, ajustar os pontos críticos do sistema e tomar decisões mais seguras para aumentar o retorno por hectare. Com aulas online e foco total na prática, o curso transforma teoria em resultado no campo.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-33278" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/danilo-rodrigues.jpg" alt="Danilo Rodrigues - Equipe Corte" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/danilo-rodrigues.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/danilo-rodrigues-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/danilo-rodrigues-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<item>
		<title>Saúde dos cascos de bovinos confinados: como evitar problemas</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/saude-dos-cascos-de-bovinos-confinados-como-evitar-problemas/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/saude-dos-cascos-de-bovinos-confinados-como-evitar-problemas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 May 2024 15:09:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[casco]]></category>
		<category><![CDATA[confinamento]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O crescimento significativo da produção de bovinos em sistemas de confinamento no Brasil reflete não apenas a busca por eficiência e alto desempenho, mas também a otimização dos custos e a obtenção de melhores resultados na comercialização. No entanto, esse aumento na intensificação da produção não vem sem desafios, e um dos principais problemas enfrentados [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O crescimento significativo da produção de bovinos em sistemas de confinamento no Brasil reflete não apenas a busca por eficiência e alto desempenho, mas também a otimização dos custos e a obtenção de melhores resultados na comercialização.</p>
<p>No entanto, esse aumento na intensificação da produção não vem sem desafios, e <strong>um dos principais problemas enfrentados é relacionado à saúde dos cascos</strong> dos animais confinados.</p>
<p>A negligência nessa área pode acarretar uma <strong>série de complicações</strong> que não só afetam o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bem-estar-animal-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">bem-estar</a></strong>, mas também comprometem o desempenho produtivo e, consequentemente, a lucratividade do sistema de produção.</p>
<p>Neste contexto, é fundamental compreender os fatores que influenciam a saúde dos cascos e implementar medidas preventivas e corretivas para garantir o bem-estar e a produtividade do rebanho.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Fatores que influenciam a saúde dos cascos em confinamentos</h2>
<p>O aumento da produção de bovinos em <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/rotinas-no-confinamento-que-afetam-o-desempenho/" target="_blank" rel="noopener">sistema de confinamento</a></strong> tem sido expressivo no Brasil, devido a eficiência em alto desempenho e a redução da idade ao abate.</p>
<p>Uma consequência da intensificação da produção desses animais é o aumento dos problemas relacionados aos cascos quando não devidamente monitorados.</p>
<p>Esse problema, pode causar desconforto no animal, e acarretar outros fatores no sistema de produção, como perda de peso, redução na produção, redução no consumo de alimentos, ingestão de água, além do aumento dos significativo dos riscos de doenças metabólicas.</p>
<p>São diversos os fatores que afetam diretamente a saúde dos cascos no confinamento de gado de corte, especialmente em épocas chuvosas e de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao-e-a-capacidade-de-suporte/" target="_blank" rel="noopener">alta lotação</a></strong>.</p>
<p>Entre esses fatores, destacam-se a higienização inadequada das instalações, a utilização de pisos desconfortáveis para os animais e a presença de barro, água estagnada, pedras soltas ou até mesmo buracos nas áreas de confinamento.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sanidade-confinamento-engorda-a-pasto?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-pontos-sanitarios&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39639 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios.png" alt="E-book Pontos sanitários no confinamento" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Quais as principais doenças de cascos?</h2>
<h3>Laminite</h3>
<p>É uma doença inflamatória que pode ser classificada como aguda, subclínica ou crônica. Suas principais causas incluem a ingestão excessiva de grãos, pastagens ricas em carboidratos, mudanças bruscas na dieta e obesidade (<strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">escore de condição corporal</a></strong> acima de 4).</p>
<ul>
<li><strong>Laminite aguda</strong>: caracteriza-se por dor intensa, calor nos cascos, aumento da pulsação digital e dificuldade para se movimentar.</li>
<li><strong>Laminite subclínica</strong>: apresenta sinais menos evidentes, como leve desconforto ao caminhar e mudanças sutis na postura. Pode passar despercebida até se agravar.</li>
<li><strong>Laminite crônica</strong>: resulta em deformidades permanentes dos cascos, como a rotação ou afundamento do osso da falange distal, além de claudicação constante e dificuldade de locomoção.</li>
</ul>
<p>A laminite resulta em claudicação e pode levar à <strong>deformidade permanente dos cascos</strong> se não tratada adequadamente.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-31606 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-1.jpg" alt="Casco de bovino com laminite" width="434" height="250" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-1.jpg 434w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-1-300x173.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-1-370x213.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-1-270x156.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-1-150x86.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 434px) 100vw, 434px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Fonte: Boi Saúde</span></p>
<h3>Doença da linha branca</h3>
<p>Caracteriza-se pela separação da parede da borda da sola e da parede da borda da sola dos animais. O cório é infectado por meio dessa fissura, levando à formação de abscessos na subsola. Em casos mais graves, as articulações também podem ser afetadas.</p>
<ul>
<li><strong>Causas</strong>: incluem condições de higiene inadequadas, umidade excessiva, lesões ou traumas nos cascos e problemas nutricionais.</li>
<li><strong>Sinais</strong>: no estágio inicial, há uma leve claudicação e desconforto. À medida que a doença progride, ocorre a formação de abscessos visíveis, aumento da dor e claudicação severa. Em casos avançados, pode haver infecção nas articulações, levando a problemas de mobilidade ainda mais graves.</li>
</ul>
<p>A doença da linha branca <strong>pode resultar em infecções dolorosas e comprometimento significativo da locomoção</strong> se não tratada de maneira adequada.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-31607 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-3.jpg" alt="Casco de bovino com doença da linha branca" width="1000" height="525" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-3.jpg 1000w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-3-300x158.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-3-768x403.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-3-370x194.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-3-270x142.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-3-570x300.jpg 570w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-3-740x389.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-3-150x79.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Fonte: Revista Agropecuária</span></p>
<h3>Podridão de casco</h3>
<p>É uma infecção necrótica que afeta a pele interdigital, podendo ser subaguda ou aguda. Essa doença requer cuidados especiais, pois serve como porta de entrada para outras enfermidades e infecções.</p>
<ul>
<li><strong>Causas</strong>: incluem condições de higiene inadequadas, ambientes úmidos, traumas nos cascos e a presença de bactérias específicas como <em>Fusobacterium necrophorum</em> e <em>Dichelobacter nodosus</em>.</li>
<li><strong>Sinais</strong>: no estágio subagudo, observa-se inflamação leve, odor desagradável e pequenas lesões. No estágio agudo, os sinais incluem dor intensa, claudicação severa, necrose extensa da pele interdigital e secreção purulenta.</li>
</ul>
<p>A podridão de casco <strong>pode levar a complicações graves e comprometimento da saúde geral do animal</strong> se não tratada de forma adequada.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-31608 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-2.jpg" alt="Casco de bovino com a doença de podridão do casco" width="538" height="384" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-2.jpg 538w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-2-300x214.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-2-370x264.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-2-270x193.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-2-150x107.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 538px) 100vw, 538px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Fonte: Arquivo Rehagro</span></p>
<h3>Dermatite digital</h3>
<p>É uma condição comum em rebanhos bovinos. É causada pela contaminação por bactérias do gênero Treponema, presentes no intestino dos animais e eliminadas com as fezes.</p>
<ul>
<li><strong>Causas</strong>: a bactéria Treponema apenas se instala se houver uma porta de entrada, como feridas de origem mecânica no animal.</li>
<li><strong>Sinais</strong>: os sintomas incluem inflamação e ulceração na região afetada, dor intensa, claudicação e possível redução no ganho de peso devido ao desconforto.</li>
</ul>
<p>Dermatite digital requer atenção e tratamento adequados para prevenir complicações e garantir o bem-estar do animal.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-31609 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-4.jpg" alt="Casco bovino com dermatite digital" width="820" height="462" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-4.jpg 820w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-4-300x169.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-4-768x433.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-4-370x208.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-4-270x152.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-4-740x417.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-4-150x85.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 820px) 100vw, 820px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Fonte: MilkPoint</span></p>
<h2>Prevenção dos problemas de casco</h2>
<p>Na realidade de um confinamento de gado de corte, algumas medidas específicas devem ser adotadas para prevenir problemas de cascos, especialmente durante a época de chuvas.</p>
<p>Entre essas medidas, destacam-se a <strong>limpeza regular das baias de confinamento</strong> para evitar o acúmulo de lama e umidade, a <strong>redução da lotação de animais</strong> durante períodos chuvosos para minimizar o estresse e a contaminação do ambiente, e o <strong>uso de pedilúvio com solução desinfetante</strong> para ajudar a prevenir infecções nos cascos.</p>
<p>Além disso, é essencial realizar rondas sanitárias frequentes para observar os animais de perto, identificar precocemente quaisquer sinais de problemas nos cascos ou outras doenças, e agir rapidamente em caso de necessidade.</p>
<p>Outras medidas preventivas importantes incluem  fornecer uma <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-dicas-basicas-da-alimentacao-e-manejo-nutricional-de-gado-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">dieta balanceada</a></strong> que promova a saúde geral do rebanho. Investir em boas práticas de manejo, como o manejo correto da alimentação e o controle adequado da umidade e da higiene das instalações, também é fundamental para prevenir problemas de cascos e garantir a produtividade dos animais no confinamento.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>A saúde dos cascos dos animais confinados é uma questão de <strong>extrema importância que demanda atenção e cuidados específicos</strong>, especialmente em ambientes onde a intensificação da produção e as condições climáticas desafiadoras podem agravar os problemas relacionados aos cascos.</p>
<p>Medidas preventivas, como a limpeza regular das baias, a redução da lotação durante épocas chuvosas, o uso de pedilúvio, além da observação constante dos animais durante rondas sanitárias, são essenciais para evitar complicações e garantir o bem-estar do rebanho. Além disso, a oferta de uma dieta balanceada são práticas fundamentais para promover a saúde e a produtividade dos animais.</p>
<p>Ao adotar essas medidas, os produtores podem não apenas prevenir problemas de cascos, mas também contribuir para a sustentabilidade e rentabilidade a longo prazo do sistema de produção de gado de corte em confinamento.</p>
<h2>Chegou a hora de profissionalizar sua pecuária de corte</h2>
<p>A competitividade no setor é cada vez maior, e só os pecuaristas que investem em gestão conseguem se manter lucrativos a longo prazo.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-31712" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/luany-martini.jpg" alt="Luany Martini" width="300" height="117" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/luany-martini.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/luany-martini-270x105.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/luany-martini-150x59.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/saude-dos-cascos-de-bovinos-confinados-como-evitar-problemas/">Saúde dos cascos de bovinos confinados: como evitar problemas</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Rendimento do ganho de bovinos abatidos: como calcular?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-o-rendimento-do-ganho-de-animais-abatidos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Oct 2023 11:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[carcaça]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[rendimento do ganho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao vender animais para um frigorífico, nem todo o peso estimado na fazenda se converte em ganho financeiro. É essencial compreender o conceito de rendimento do ganho, que representa a proporção do peso vivo que se transforma em carcaça. Neste artigo, vamos explorar como calcular e otimizar esse indicador crucial para a lucratividade na produção [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-o-rendimento-do-ganho-de-animais-abatidos/">Rendimento do ganho de bovinos abatidos: como calcular?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao vender animais para um frigorífico, nem todo o peso estimado na fazenda se converte em ganho financeiro. É essencial compreender o conceito de rendimento do ganho, que representa a proporção do peso vivo que se transforma em carcaça.</p>
<p>Neste artigo, vamos explorar como calcular e otimizar esse indicador crucial para a <strong>lucratividade na produção de carne</strong>.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
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</div>
<h2>O que é rendimento do ganho e como calculá-lo?</h2>
<p><strong>O rendimento do ganho é a relação entre o peso da carcaça final e o peso vivo inicial de um animal.</strong></p>
<p>Por exemplo, vamos supor que iniciamos nosso período de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/terminacao-intensiva-a-pasto-tip/">terminação</a></strong> com os animais com 450 kg e esses animais foram abatidos com 580 kg, ou seja, os animais tiveram um ganho de peso vivo de 130 kg. Agora, quanto eles tiveram de ganho de carcaça?</p>
<p>O primeiro ponto, é saber o peso da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-carcaca-bovina/">carcaça</a></strong> dos animais no dia que eles entraram na terminação com 450 kg. A gente estipula que o boi magro tem um rendimento de cinquenta por cento, ou seja, metade daquele animal realmente é carcaça.</p>
<p>Assim, um animal de 450 kg, o peso inicial da carcaça dele será de 225 kg e o peso final, que você irá vender ao frigorífico, será de 580 kg. Digamos, nesse exemplo, que o frigorífico retornou o peso da carcaça em 325 kg.</p>
<p>Para estipularmos o ganho em carcaça por dia, subtraímos o peso da carcaça inicial na carcaça final e dividimos por dias de confinamento, que no nosso exemplo, será de 90 dias.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-24879" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-ganho-em-carcaca-dia.jpg" alt="" width="970" height="99" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-ganho-em-carcaca-dia.jpg 970w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-ganho-em-carcaca-dia-300x31.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-ganho-em-carcaca-dia-768x78.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-ganho-em-carcaca-dia-370x38.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-ganho-em-carcaca-dia-270x28.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-ganho-em-carcaca-dia-740x76.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-ganho-em-carcaca-dia-150x15.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 970px) 100vw, 970px" /></p>
<p>Já para <strong>calcularmos o rendimento do ganho</strong>, fazemos uma conta simples. O peso da carcaça final menos o peso da carcaça inicial, divididos pelo peso vivo final menos o peso vivo inicial. O resultado, multiplicamos por 100 e teremos o valor do rendimento do ganho.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-24880" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-rendimento-de-ganho.jpg" alt="" width="1172" height="132" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-rendimento-de-ganho.jpg 1172w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-rendimento-de-ganho-300x34.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-rendimento-de-ganho-1024x115.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-rendimento-de-ganho-768x86.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-rendimento-de-ganho-370x42.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-rendimento-de-ganho-270x30.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-rendimento-de-ganho-740x83.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-rendimento-de-ganho-150x17.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1172px) 100vw, 1172px" /></p>
<p>Então, de todo peso que esse animal ganhou na propriedade, 76,9% foi realmente ganho em carcaça!</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-planilha-fluxo-de-caixa?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-fluxo-de-caixa&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39647 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa.png" alt="Kit Fluxo de caixa em fazendas de gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2 data-start="188" data-end="276">Conhecimento técnico e gestão andam juntos quando o objetivo é lucrar mais por arroba</h2>
<p data-start="278" data-end="575">Saber calcular o rendimento do ganho dos bovinos abatidos é essencial para entender se a engorda foi realmente eficiente e se a estratégia adotada gerou retorno. Esse tipo de indicador é chave para quem busca reduzir custos, melhorar margens e tomar decisões mais precisas no dia a dia da fazenda.</p>
<p data-start="577" data-end="939">No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso de Gestão na Pecuária de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende a interpretar e aplicar indicadores como esse na prática, conectando nutrição, manejo, planejamento e finanças para alcançar maior rentabilidade. Com aulas online, linguagem acessível e foco na realidade do campo, o curso prepara você para tomar decisões baseadas em dados — e não em achismos.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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		<item>
		<title>Ágio do bezerro: saiba o que é e como calculá-lo</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/agio-bovino-o-que-e-e-como-calcula-lo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Apr 2023 12:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[arroba]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A obtenção de bons resultados na pecuária de corte é diretamente dependente de boas e assertivas decisões tomadas ao longo do processo produtivo. Independente da fase do sistema de produção trabalhado pelo produtor (cria, recria ou engorda), decisões como a escolha da genética a ser trabalhada, a escolha da suplementação alinhada aos objetivos produtivos, o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A obtenção de bons resultados na pecuária de corte é diretamente dependente de boas e assertivas decisões tomadas ao longo do processo produtivo.</p>
<p>Independente da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/as-fases-da-bovinocultura-de-corte-quais-sao/" target="_blank" rel="noopener">fase do sistema de produção</a></strong> trabalhado pelo produtor (cria, recria ou engorda), decisões como a escolha da genética a ser trabalhada, a escolha da suplementação alinhada aos objetivos produtivos, o acompanhamento e a eficiência das estratégias sanitárias, dentre outros fatores, irão impactar diretamente no resultado da atividade.</p>
<p>Alguns fatores, entretanto, extrapolam os impactos das decisões tomadas pela porteira adentro. Variações e estratégias políticas governamentais, por exemplo, impactam diretamente na atividade.</p>
<p>Com isso, ocorrem oscilações de mercado na reposição ou no preço de venda, afetando o resultado do negócio de forma direta.</p>
<p>Justamente esse último fator citado acima (variação do mercado), representa um grande impacto na apuração dos resultados da atividade. Mais do que a simples variação, o ágio da reposição tem uma representatividade significativa na rentabilidade das fazendas.</p>
<p>Mas afinal, <strong>o que significa ágio do bezerro</strong> e principalmente, como contornar os desafios proporcionados pelo do ágio?</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>O que é o ágio?</h2>
<p>O ágio, de maneira bem objetiva, <strong>é a diferença entre o valor recebido pela arroba do animal vendido e o valor pago pela arroba do animal adquirido</strong>.</p>
<p>Para exemplificar, um produtor que trabalha apenas com <a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-recria-na-pecuaria-de-corte/"><strong>recria</strong></a>, compra animais desmamados de 7 arrobas e vende esses animais como boi magro aos 420 quilos. No momento da compra, ele paga 300 reais (por exemplo) no valor da arroba do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/desmama-de-bezerros-de-corte/">animal desmamado</a></strong> e quando vai vender esse animal para engorda ele recebe 260 reais (por exemplo) por arroba.</p>
<p>O ágio do bezerro é justamente a diferença de 40 reais, exemplificada acima (300-260), existente entre o preço da arroba da reposição e o preço da arroba vendida pelo recriador.</p>
<p>O ágio pode ser expresso de forma absoluta, 40 reais, como no exemplo, ou em termos percentuais.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-planilha-fluxo-de-caixa?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-fluxo-de-caixa&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39647 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa.png" alt="Kit Fluxo de caixa em fazendas de gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como calcular o ágio do bezerro?</h2>
<p>Outra forma de calcular o ágio é através da porcentagem:</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Ágio = Preço da arroba de reposição / Preço de venda da arroba x 100%</strong></p>
<p style="text-align: center;">ou</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Ágio = Variação do preço da arroba (preço de compra – preço de venda) /Preço de venda da arroba x 100%</strong></p>
<p>Em uma atividade em que os custos de produção elevados tornam as margens cada dia mais ajustadas, a eficiência na comercialização tanto na compra como na venda dos animais é imprescindível para a obtenção de resultados satisfatórios.</p>
<p>O ágio pode acontecer tanto para recriadores, como para quem trabalha apenas com engorda ou com recria e engorda, tendo-se uma diferença entre os valores de compra e de venda pela unidade produtiva, arroba, haverá a necessidade de avaliação do ágio independente da fase do sistema de produção trabalhada.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além do ágio do bezerro, temos o deságio. Em definição, ele é o oposto do ágio e a lógica dos dois é a mesma, porém com direcionamento inverso. Quando o pecuarista compra a arroba com valor abaixo do valor de venda, chamamos de deságio.</span></p>
<h2>Como obter lucro com essa atividade?</h2>
<p>A resposta está justamente na <strong>capacidade e eficiência produtiva de uma arroba mais barata na fazenda</strong>. A mecânica da atividade é comprar e desenvolver os animais na propriedade, “colocando” mais arrobas nesses animais com um custo de produção mais baixo.</p>
<p>Produzir a arroba mais barata na propriedade, em menor espaço de tempo, permite a <strong>diluição do ágio</strong>.</p>
<p>Seguindo no mesmo exemplo citado no início do texto, da reposição de 7 arrobas adquirida por R$300,00/arroba e vendida como boi magro aos 14 arrobas, por R$300,00/arroba, é necessário que o custo das 7 arrobas produzidas na fazenda seja suficiente para pagar a diferença de preço das arrobas de compra e ainda remunerar o produtor.</p>
<p>Para isso, então, <strong>precisamos aumentar a eficiência na produção</strong>, maximizando a produção nos momentos de produção de arroba mais barata, pasto das águas, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/" target="_blank" rel="noopener">manejando corretamente as pastagens</a></strong>, posicionando uma suplementação ajustada ao planejamento produtivo e trabalhando com animais geneticamente superiores que respondam às estratégias nutricionais.</p>
<p>Toda a gestão dessa dinâmica, desde administrativa/financeira até a gestão das estratégias de condução das pastagens e distribuição da dieta dos animais, deve ser o foco da propriedade, visando sempre aumentar a produtividade por hectare e por animal.</p>
<p>A otimização dos custos operacionais, como energia elétrica, óleo diesel, administrativo, entre outros, que são custos que não retornam em desempenho animal, devem sempre ser cuidadosamente avaliados com intuito de redução da arroba produzida na propriedade.</p>
<p>Outro ponto que possibilita a mitigação de riscos relacionados ao mercado é a possibilidade existente de se trabalhar com <strong>travas e contratos na bolsa de valores</strong>.</p>
<p>Com essa alternativa, é possível que o pecuarista minimize os impactos das oscilações de mercado e trabalhe focado cem por cento na atividade interna da fazenda, buscando sempre a produção de uma arroba mais barata, com a “garantia” do preço de venda já programado.</p>
<p>A busca por negócios mais atrativos, comprar barato e vender com preço justo, deve ser uma constante em nossa atividade, entretanto, aumentar a eficiência produtiva por área, e focar na produção de uma arroba mais barata dentro da fazenda, possibilitam resultados positivos mesmo em momentos desafiadores do mercado.</p>
<h2 data-start="164" data-end="241">Domine os indicadores do negócio e tome decisões com foco em rentabilidade</h2>
<p data-start="243" data-end="565">Entender o que é o ágio do bezerro e saber como calculá-lo é essencial para quem busca avaliar oportunidades de compra, planejar a recria e engorda com mais precisão e garantir melhores margens na pecuária de corte. Mais do que conhecer o conceito, é preciso saber usar esse e outros indicadores como ferramenta de gestão.</p>
<p data-start="567" data-end="904">No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso de Gestão na Pecuária de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende a olhar para a fazenda com visão estratégica, interpretar dados zootécnicos e econômicos e tomar decisões mais seguras e rentáveis. Com aulas 100% online, linguagem prática e foco total na realidade do campo, o curso é ideal para quem quer transformar gestão em lucro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Taxa de lotação: como calcular e qual a sua importância?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Mar 2023 11:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo a Embrapa, cerca de 95% da carne bovina produzida no Brasil é em regime de pastagens, cuja área total é de aproximadamente 170 milhões de hectares, de acordo com dados da ABIEC. Entretanto, alguns desafios são vivenciados. As pastagens de forrageiras tropicais são encontradas constantemente em algum estágio de degradação e sendo pastejadas por [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo a Embrapa, cerca de 95% da carne bovina produzida no Brasil é em <strong>regime de pastagens</strong>, cuja área total é de aproximadamente 170 milhões de hectares, de acordo com dados da ABIEC.</p>
<p>Entretanto, alguns desafios são vivenciados. As pastagens de forrageiras tropicais são encontradas constantemente em algum <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-principais-etapas-para-uma-reforma-de-pastagem-bem-feita/">estágio de degradação</a></strong> e sendo pastejadas por um número elevado de animais.</p>
<p>Sendo assim, alguns indicadores podem e devem ser avaliados, tanto para comparação entre diferentes propriedades e sistemas quanto, principalmente, para auxiliar no <strong>manejo de pastagem</strong>, garantindo assim o equilíbrio entre quantidade correta de animal e de alimento. Um desses indicadores importantes é a<strong> taxa de lotação</strong>.</p>
<p>Você certamente já ouviu falar nesse tema, principalmente devido sua importância aqui no Brasil, onde a maioria dos sistemas de criação são a pasto.</p>
<p>Através desse indicador é possível avaliar a carga animal na área disponível de pasto e melhorar a eficiência produtiva, mas antes de tudo, precisamos esclarecer alguns termos.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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});
</script></p>
</div>
<h2>O que é a taxa de lotação?</h2>
<p>A taxa de lotação é a <strong>relação entre o número de unidades animais (UA) e a área ocupada por eles</strong> durante um determinado período.</p>
<p>Por meio do resultado, você poderá definir o tipo de manejo mais adequado à propriedade e mensurar a demanda de alimento, visando assim o bom aproveitamento das pastagens.</p>
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<h2>Qual a importância de calcular a taxa de lotação?</h2>
<p>Calcular este índice irá te auxiliar na escolha do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/">manejo das pastagens</a></strong>, determinação da demanda de alimentos e aumento do desempenho animal, pois garante um melhor aproveitamento das pastagens pelos animais.</p>
<p>Outro ponto importante na avaliação da taxa de lotação é a comparação entre as propriedades. Sabe-se que propriedades mais eficientes que manejam bem suas pastagens e investem adequadamente na nutrição dos animais apresentam taxas de lotação superiores, permitindo assim ampliação e maximização dos resultados produtivos por hectare na fazenda.</p>
<p>Porém, antes de aprender a calcular esse índice para aplicar em sua propriedade, precisamos entender melhor o que é a capacidade de suporte.</p>
<p>Basicamente um índice está ligado a outro, pois <strong>a capacidade de suporte apontará a máxima taxa de lotação que aquela área irá suportar</strong>, garantindo o equilíbrio entre desempenho animal e disponibilidade de forragem.</p>
<p>Há inúmeras consequências de um pasto com a taxa de lotação inadequada, e por isso, é muito importante respeitar a capacidade de suporte de cada pasto.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18758" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-4.jpg" alt="Imagem representando o equilíbrio entre quantidade animal e disponibilidade de forragem." width="600" height="424" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-4.jpg 853w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-4-300x212.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-4-768x543.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-4-370x262.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-4-270x191.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-4-740x523.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-4-150x106.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<h2>Categorias de pastejo e seus impactos na taxa de lotação</h2>
<p>No <strong>superpastejo</strong>, há excesso de animais na pastagem. Nesse caso eles ficam sob restrição alimentar, não realizam o pastejo de forma adequada, consomem pouco alimento e tornam a produção irregular, comprometendo o desenvolvimento da pastagem.</p>
<p>Além disso, o superpastejo suprime a forrageira diminuindo sua capacidade produtiva e permitindo a aparição de plantas daninhas, inicialmente, <strong>degradando as pastagens</strong> a médio e longo prazo.</p>
<p>No <strong>subpastejo</strong>, há sobra de forragem produzida, pois têm mais alimento do que o necessário para o número de animais naquela área, não tendo assim o bom aproveitamento da área, pois os animais irão pisotear a forragem causando desperdício. Além é claro do quanto você “deixa” de produzir ao não manejar adequadamente aquela área.</p>
<p>Enquanto o <strong>pastejo ótimo</strong> representa o uso de taxa de lotação compatível com a capacidade suporte e com o desempenho planejado para os animais. Ou seja, a quantidade de animais é ideal para a quantidade de pasto disponível para alimento, evitando desperdício e fornecendo bom aproveitamento.</p>
<p>A capacidade de suporte pode variar ao longo do ano, uma vez que, depende dos fatores climáticos, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-especie-forrageira-para-a-sua-fazenda/">tipo de forrageira</a></strong>, solo da área e nível de intensificação.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como calcular a taxa de lotação?</h2>
<p>Para calcular esse índice você deve ter os seguintes dados:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Nº de animais;</strong></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Nº de UA;</strong></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Nº de ha.</strong></li>
</ul>
<p>O primeiro passo é descobrir quantas UA, mas antes, vamos responder: <strong>por que utilizar UA para calcular a taxa de lotação?</strong></p>
<p>Como forma de padronização, utiliza-se a UA para cálculo da taxa de lotação, pois existem diversas fases de vida que o animal pode estar à pasto, por exemplo, recria e engorda.</p>
<p>Contudo, esses animais podem apresentar pesos e consumos diferentes, assim, <strong>1 UA = 450 kg de peso vivo animal</strong>.</p>
<p>Para saber quantas UAs você possui é só somar o peso médio dos animais que irão ocupar a área e dividir por 450 kg.</p>
<p>Por exemplo: Se tivermos uma área de 60 hectares, com 400 cabeças de animais desmamados pesando 210 kg, cada, a taxa de lotação será:</p>
<ol>
<li>Calcular o total de peso: 400 animais x 210 kg = 84.000 kg</li>
<li>Dividir pelo peso da UA: 84.000 kg / 450 = 186,67 UA</li>
<li>Dividir pela área total: 187,67 UA / 60 ha = <strong>3,1 UA/ha</strong></li>
</ol>
<p>Esse cálculo demonstra como a adequação da taxa de lotação pode melhorar a relação planta/animal e aumentar a produtividade.</p>
<h2>Estratégias para aumentar a taxa de lotação média anual</h2>
<p>A sazonalidade da produção forrageira é um desafio para manter a taxa de lotação. Durante períodos chuvosos, é mais fácil aumentar a lotação, enquanto na estiagem a produção forrageira é reduzida.</p>
<p>Algumas estratégias para elevar a capacidade de suporte e, consequentemente, a taxa de lotação incluem:</p>
<ul>
<li>Adubação das pastagens,</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/irrigacao-de-pastagens/" target="_blank" rel="noopener">Sistemas irrigados</a></strong>,</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-para-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">Estratégias de suplementação</a></strong>, entre outros.</li>
</ul>
<p>Essas estratégias podem ser utilizadas com intuito de elevar a lotação média da propriedade ao longo do ano, sem que haja a perda de eficiência produtiva por indivíduo.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18759" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-1.jpg" alt="Pastagem sendo irrigada em uma propriedade de gado de corte" width="500" height="494" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-1.jpg 817w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-1-300x297.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-1-768x760.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-1-370x366.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-1-270x267.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-1-303x300.jpg 303w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-1-740x732.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-1-96x96.jpg 96w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-1-150x148.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A busca pelo sucesso dos resultados na pecuária passa, inevitavelmente, por dois pontos, primeiramente pela <strong>eficiência no manejo e aproveitamento das pastagens</strong>, depois pela maximização da produção nas áreas disponíveis para a bovinocultura.</p>
<p>Para se alcançar esses dois pontos é necessário, então, explorar ao máximo a capacidade de suporte da propriedade, aumentando a taxa de lotação média anual das fazendas. Produzindo cada vez mais em menor área.</p>
<h2>Chega de perder dinheiro com pasto mal aproveitado</h2>
<p>Um dos maiores gargalos da pecuária de corte é a subutilização da pastagem: áreas degradadas, falta de planejamento de lotação e ausência de suplementação estratégica reduzem drasticamente o ganho de peso.</p>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso de Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</a></strong> ensina como planejar o pastejo, melhorar a oferta de forragem e associar suplementação de forma inteligente para maximizar o desempenho animal e garantir maior lucro por hectare.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16154 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-300x96.jpg" alt="Mariana Silva" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Desmama de bezerros de corte: quais os principais cuidados com essa fase?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/desmama-de-bezerros-de-corte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Nov 2022 19:15:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bezerros]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[desmame]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eficiência produtiva e rentabilidade são os propósitos do pecuarista em todas as fases da produção. Dessa forma, é importante se atentar aos detalhes na desmama dos bezerros. Nesse artigo iremos pontuar os principais cuidados com a desmama e sua importância para o desenvolvimento dos bezerros. &#160; Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Eficiência produtiva e rentabilidade são os propósitos do pecuarista em todas as <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/as-fases-da-bovinocultura-de-corte-quais-sao/" target="_blank" rel="noopener">fases da produção</a></strong>. Dessa forma, é importante se atentar aos detalhes na desmama dos bezerros.</p>
<p>Nesse artigo iremos pontuar os <strong>principais cuidados com a desmama e sua importância para o desenvolvimento dos bezerros.</strong></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>A desmama de bezerros na pecuária de corte</h2>
<p><strong>O desmame é o momento em que ocorre a separação do bezerro de sua mãe.</strong> No Brasil esse manejo tradicionalmente é realizado por volta dos 8 meses de vida do animal, sendo um período caracterizado por um grande estresse, tanto para a matriz quanto para a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/voce-esta-cuidando-bem-da-sua-cria/" target="_blank" rel="noopener">cria</a></strong>.</p>
<p>Em relação ao peso correto para desmama, é indicado realizar o manejo em bezerros que pesem entre 180 kg e 210 kg. Esse peso somado à idade (8 meses) contribui para o desmame saudável dos animais.</p>
<p>O respeito a esses parâmetros é importante, pois nesse período o bezerro terá uma imunidade robusta contra doenças que podem acarretar a mortalidade do animal.</p>
<p><strong>Além disso, é na fase da desmama que o bezerro já é considerado um completo ruminante</strong>, sendo capaz de utilizar a forragem sólida como fonte de energia e nutrientes necessários para seu desenvolvimento.</p>
<p>Também é importante levar em consideração outros fatores como: peso da vaca, idade, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-bovinos-de-corte/">estado corporal</a></strong> da vaca e do bezerro, a quantidade e a qualidade dos alimentos disponíveis, à época do ano e a produção de leite da vaca.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sanidade-gado-de-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-sanidade-gado&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39640 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png" alt="E-book Sanidade do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Sistemas de desmama na pecuária de corte</h2>
<p>Esse manejo pode ser realizado de diversas maneiras e a escolha vai de acordo com a finalidade do produtor, variando com os sistemas de produção.</p>
<p>Confira a seguir os quatro principais modelos de desmama no Brasil:</p>
<h3>Desmama precoce</h3>
<p><strong>Esse manejo consiste na separação definitiva do bezerro, mais cedo que o momento tradicional, aos 8 meses de idade. </strong></p>
<p>Essa prática é recomendada para os períodos nos quais há escassez de forragem, objetivando reduzir o estresse da lactação e os requerimentos nutricionais da vaca (em especial novilhas), antecipando assim o restabelecimento da atividade reprodutiva.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">É recomendado que essa prática ocorra no período de monta, a fim de alcançar a reconcepção imediata das fêmeas. </span></p>
<h3>Desmama temporária ou interrompida</h3>
<p><strong>Pode ser realizada com a remoção temporária do bezerro, por um período que pode variar de 48 a 72 horas, cerca de 40 dias após o parto. </strong></p>
<p>A remoção temporária do estímulo da amamentação provoca um aumento na liberação do LH (hormônio luteinizante), auxiliando assim o retorno do ciclo estral. Contudo, vacas de péssimo estado corporal não respondem a este estímulo.</p>
<h3>Desmama lado a lado</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Em algumas propriedades há a manutenção do contato visual mãe/cria, visando melhorar o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bem-estar-animal-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">bem-estar dos animais</a></strong>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Nesse tipo de manejo, as vacas e os bezerros são mantidos lado a lado, separados apenas por uma cerca</strong>.</span></p>
<h3>Separação completa/abrupta</h3>
<p><strong>Essa técnica consiste na separação realizada de uma vez (sem contato visual e auditivo).</strong></p>
<p>Uma dica é retirar a matriz do pasto e deixar o bezerro, afinal aquele lugar já é conhecido para ele e dessa forma o estresse será menor.</p>
<h2>Influência do desmame no desenvolvimento do bezerro</h2>
<p><strong>O período de desmame é um dos mais estressantes na vida do animal:</strong> a total dependência do rúmen, o distanciamento da mãe e a adaptação ao novo ambiente são desafios normalmente encontrados durante esta fase da vida.</p>
<p>O estresse desse manejo causa diversas perdas na produtividade do rebanho, afetando além do ganho de peso e da eficiência alimentar, a saúde e a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/reproducao-bovina/" target="_blank" rel="noopener">reprodução dos animais</a></strong>.</p>
<p>Dessa forma, cuidados com os processos presentes nesse manejo, são essenciais para reduzir os efeitos negativos e minimizar a queda do desempenho dos animais.</p>
<h2>Cuidados com a desmama de bezerros</h2>
<p><strong>Os cuidados com a desmama se iniciam antes mesmo do bezerro nascer</strong>, afinal os manejos nesse período terão influência direta sobre o futuro do animal.</p>
<p>Esse processo começa nos cuidados com a mãe. As vacinas irão ajudar a estimular uma resposta imunológica que fornecerá proteção ao patógeno no colostro. É fundamental garantir a ingestão do colostro em quantidade e qualidade suficientes, nas primeiras 24 horas de vida dos bezerros.</p>
<p>Outro ponto de atenção é a realização de um programa completo de sanidade: vacinação, combate a endoparasitas e ectoparasitas. O correto manejo sanitário vai contribuir para a construção de uma imunidade robusta dos animais.</p>
<p>Nos primeiros dias após a separação, deve-se evitar distúrbios aos recém-desmamados e caso os bezerros sejam transportados é necessário reduzir ao máximo o estresse desse manejo.</p>
<p>No dia do embarque, os bezerros devem ser manipulados por manejo racional, além disso, os animais devem embarcar prontamente. Evite os horários mais quentes do dia e se possível realize a comercialização e o transporte dos animais para propriedades mais próximas, quanto maior o trajeto, maior será o estresse.</p>
<p>Ao descarregar os animais, disponibilize um tempo para descanso e priorize o silêncio, forneça prontamente água fresca e ração de boa qualidade.</p>
<h2>Um momento decisivo para o rebanho</h2>
<p><strong>O desmame dos bezerros é com certeza um momento de grande impacto na vida dos animais, por isso é essencial estabelecer ações que visem reduzir os fatores estressantes.</strong> O planejamento deve ser multifatorial, levando em consideração o objetivo do produtor e o sistema da fazenda.</p>
<p>Estabelecer um <a href="https://rehagro.com.br/blog/planejando-e-executando-estrategias-na-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>plano específico</strong></a> para cada rebanho é o diferencial para alcançar os melhores resultados produtivos.</p>
<h2 data-start="206" data-end="294">A desmama é só o começo: prepare-se para conduzir o rebanho até a alta lucratividade</h2>
<p data-start="296" data-end="482">A forma como você conduz a desmama impacta diretamente no desempenho dos bezerros nas próximas fases. Quer tomar decisões mais seguras, evitar perdas e garantir maior retorno por animal?</p>
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		<title>Melhoramento genético animal: como ter um gado lucrativo?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/melhoramento-genetico-animal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Aug 2022 17:02:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[genético]]></category>
		<category><![CDATA[inseminação artificial]]></category>
		<category><![CDATA[melhoramento genético]]></category>
		<category><![CDATA[reprodução]]></category>
		<category><![CDATA[reprodução de bovinos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O melhoramento genético é uma ferramenta essencial para produtores que desejam aumentar a eficiência e a lucratividade da pecuária. A seleção de animais geneticamente superiores permite aprimorar características de interesse econômico, como ganho de peso, fertilidade, resistência a doenças e qualidade da carcaça, impactando diretamente a produtividade e a competitividade do sistema de produção. Mas, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>melhoramento genético</strong> é uma ferramenta essencial para produtores que desejam aumentar a eficiência e a lucratividade da pecuária.</p>
<p>A seleção de animais geneticamente superiores <strong>permite aprimorar características de interesse econômico</strong>, como ganho de peso, fertilidade, resistência a doenças e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-carcaca-bovina/">qualidade da carcaça</a></strong>, impactando diretamente a produtividade e a competitividade do sistema de produção.</p>
<p>Mas, para que um programa de melhoramento genético seja bem-sucedido, é fundamental compreender seus princípios, definir objetivos claros e adotar as técnicas adequadas.</p>
<p>Neste artigo, abordamos os conceitos essenciais, as principais etapas e as ferramentas disponíveis para acelerar o progresso genético do rebanho.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>O que é melhoramento genético e por que ele é importante?</h2>
<p>O melhoramento genético consiste na <strong>seleção e reprodução de animais com características desejáveis</strong> para gerar descendentes geneticamente superiores. Isso ocorre por meio da identificação e multiplicação de indivíduos que apresentam maior potencial produtivo, promovendo a evolução do rebanho ao longo das gerações.</p>
<p>O avanço genético impacta diretamente a produtividade da fazenda, pois permite que os animais se tornem mais eficientes no aproveitamento dos recursos, reduzindo custos e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/garantindo-margem-de-lucro-na-pecuaria-de-corte/">aumentando o retorno econômico</a></strong>.</p>
<p>Além disso, contribui para a sustentabilidade da produção, já que rebanhos geneticamente melhorados exigem menos insumos para alcançar os mesmos níveis de desempenho.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sanidade-estacao-monta?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-manual-sanitario&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39636 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario.png" alt="E-book Manual Sanitário da estação de monta" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Etapas de um programa de melhoramento genético</h2>
<p>Para implementar um programa eficaz de melhoramento genético, é necessário seguir um conjunto de etapas bem estruturadas. Veja quais são elas:</p>
<h3>1. Definição de objetivos e critérios de seleção</h3>
<p>Antes de iniciar qualquer processo de seleção, o produtor deve definir <strong>quais características deseja melhorar no rebanho</strong>.</p>
<p>Os objetivos podem variar de acordo com o sistema de produção e as demandas do mercado. Entre os principais critérios de seleção, podemos destacar:</p>
<ul>
<li><strong>Ganho de peso e conversão alimentar</strong>: animais que crescem mais rápido e aproveitam melhor os alimentos.</li>
<li><strong>Fertilidade e precocidade sexual</strong>: maior <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/taxa-de-prenhez-na-pecuaria-de-corte/">taxa de prenhez</a></strong> e menor intervalo entre partos.</li>
<li><a href="https://rehagro.com.br/blog/habilidade-materna/"><strong>Habilidade materna</strong></a>: vacas que desmamam bezerros mais pesados.</li>
<li><strong>Resistência a doenças e adaptação ao ambiente</strong>: animais mais saudáveis e produtivos em diferentes condições climáticas.</li>
<li><strong>Qualidade da carne</strong>: marmoreio, maciez e conformação da carcaça.</li>
</ul>
<h3>2. Coleta de dados e avaliação dos animais</h3>
<p>A obtenção de informações detalhadas sobre os animais é essencial para tomar decisões assertivas. Isso inclui registros de desempenho, avaliação de características fenotípicas e até mesmo exames genéticos.</p>
<p>Programas de melhoramento genético utilizam esses dados para calcular os valores genéticos dos indivíduos, permitindo a seleção dos melhores reprodutores.</p>
<h3>3. Seleção e ranqueamento dos animais</h3>
<p>Após a análise genética, os animais são <strong>classificados com base em seu mérito genético</strong>. Esse ranqueamento facilita a escolha dos reprodutores e matrizes mais adequados para transmitir as características desejáveis para as próximas gerações.</p>
<h3>4. Acasalamento e reprodução assistida</h3>
<p>Com os animais superiores identificados, o próximo passo é planejar os acasalamentos para maximizar os ganhos genéticos. As biotecnologias <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/reproducao-bovina/">reprodutivas</a></strong> desempenham um papel fundamental nesse processo, sendo as mais utilizadas:</p>
<ul>
<li><strong>Inseminação Artificial (IA)</strong>: possibilita o uso de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/semen-bovino-por-quanto-tempo-permanece-viavel-no-botijao/">sêmen</a></strong> de touros geneticamente superiores, aumentando a qualidade do rebanho.</li>
<li><strong>Fertilização In Vitro (FIV)</strong>: permite a produção de múltiplos embriões a partir de vacas de alto valor genético.</li>
<li><strong>Transferência de Embriões (TE)</strong>: acelera o melhoramento genético ao possibilitar que uma única fêmea de alto desempenho tenha mais descendentes por ano.</li>
</ul>
<h3>5. Monitoramento e ajustes no programa</h3>
<p>Após a implementação do programa, é essencial monitorar os resultados e ajustar as estratégias conforme necessário.</p>
<p>O melhoramento genético é um processo contínuo, e sua eficácia depende do acompanhamento das gerações futuras para garantir que os objetivos estabelecidos estão sendo alcançados.</p>
<h2>Benefícios do melhoramento genético na pecuária de corte</h2>
<p>A aplicação de um programa estruturado de melhoramento genético traz inúmeras vantagens para o produtor rural. Entre os principais benefícios, podemos destacar:</p>
<ul>
<li><strong>Maior eficiência produtiva</strong>: animais geneticamente superiores produzem mais com menos recursos.</li>
<li><strong>Aumento da taxa de fertilidade e precocidade sexual</strong>: melhora da reprodução do rebanho.</li>
<li><a href="https://rehagro.com.br/blog/maturacao-de-carnes/"><strong>Melhoria na qualidade da carne</strong></a>: maior valor agregado e atendimento às exigências do mercado consumidor.</li>
<li><strong>Maior resistência a doenças e estresses ambientais</strong>: redução do uso de medicamentos e menor mortalidade.</li>
<li><strong>Sustentabilidade da produção</strong>: menor impacto ambiental e melhor aproveitamento dos recursos naturais.</li>
</ul>
<h2>Conclusão</h2>
<p>O melhoramento genético <strong>é uma das estratégias mais poderosas para aumentar a produtividade e a rentabilidade da pecuária</strong>. Com a definição clara de objetivos, uso de dados confiáveis e adoção de tecnologias avançadas, os pecuaristas podem acelerar o progresso genético e obter rebanhos mais eficientes e lucrativos.</p>
<p>Ao investir no melhoramento genético, o produtor não apenas garante melhores resultados econômicos, mas também contribui para a sustentabilidade e o futuro da pecuária brasileira.</p>
<h2 data-start="187" data-end="267">Aprenda a transformar genética em desempenho, produtividade e lucro no pasto</h2>
<p data-start="269" data-end="482">Um rebanho lucrativo não é fruto do acaso, é resultado de decisões bem embasadas, uso correto das biotecnologias e seleção genética estratégica. Quer dominar tudo isso e se tornar referência na pecuária de corte?</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ciclo pecuário: o que é e como funciona?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/ciclo-pecuario-o-que-e-e-como-funciona/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Aug 2022 14:36:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ciclo pecuário é um fenômeno caracterizado por flutuações nos preços do gado e da carne, com períodos de baixa e alta, que se repetem de tempos em tempos. Essa volatilidade é causada pela natureza da pecuária de corte, atividade de ciclo longo em que a produção responde muito lentamente a estímulos externos, como os [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>ciclo pecuário</strong> é um fenômeno caracterizado por <strong>flutuações nos preços do gado e da carne</strong>, com períodos de baixa e alta, que se repetem de tempos em tempos.</p>
<p>Essa volatilidade é causada pela natureza da pecuária de corte, atividade de ciclo longo em que a produção responde muito lentamente a estímulos externos, como os preços recebidos, por exemplo.</p>
<p>Assim, quando a <strong>oferta de gado mais gordo aumenta</strong>, os preços caem e outras categorias (gado magro, bezerros e barragens) também se desvalorizam. Sob pressão econômica, os criadores venderam mais vacas para abate. O abate de fêmeas aumenta a oferta de carne e os preços caem ainda mais.</p>
<p>Com a redução do número de matrizes, a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bezerro-do-cedo/" target="_blank" rel="noopener">produção de bezerros</a></strong>, a reposição de animais do rebanho reprodutor e a futura oferta de gado para abate foram afetados. Alguns anos depois, a escassez de touros para abate e novilhas para substituir as vacas descartadas obrigou os preços a subir, reiniciando o ciclo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Quais são as fases do ciclo pecuário?</h2>
<p>Quando ocorre <strong>baixa no ciclo</strong>: há um aumento na oferta de bezerros e aumento no abate de fêmeas, além da <strong>redução no preço da arroba do boi gordo, bezerro e boi magro. </strong></p>
<p>Quando ocorre <strong>alta no ciclo</strong>: há uma redução na oferta de bezerros e redução no abate de fêmeas, além do <strong>aumento no preço da arroba do boi gordo, bezerro e boi magro.</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Veja isso na imagem abaixo:</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-14692" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/ciclo-pecuario-1.jpg" alt="Ciclo pecuário na pecuária de corte" width="700" height="591" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/ciclo-pecuario-1.jpg 932w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/ciclo-pecuario-1-300x253.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/ciclo-pecuario-1-768x649.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/ciclo-pecuario-1-370x312.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/ciclo-pecuario-1-270x228.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/ciclo-pecuario-1-355x300.jpg 355w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/ciclo-pecuario-1-740x625.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/ciclo-pecuario-1-150x127.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<h2>Situação atual e perspectivas para 2026</h2>
<p>O ciclo pecuário brasileiro inicia 2026 em fase de transição. Após um 2025 marcado por abates recordes, ajuste de oferta e valorização da reposição, o mercado apresenta equilíbrio entre oferta e demanda e preços firmes da arroba do boi gordo.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o abate de fêmeas ainda está elevado, pressionando a formação de rebanho, e as margens na recria e engorda permanecem desafiadoras em função dos custos de produção.</p>
<p>Para 2026, a perspectiva é de lenta melhora da conjuntura, com menor disponibilidade de gado terminado, demanda externa aquecida (especialmente China e EUA) e valorização dos preços internacionais da carne bovina. O Brasil segue em trajetória de consolidação como líder global em produção e exportações, mas o cenário exige gestão mais eficiente, planejamento de rebanho e atenção a volatilidade cambial e eventuais barreiras comerciais.</p>
<h2>Por que devemos entender o ciclo pecuário?</h2>
<p>Entender o ciclo da pecuária e as fases de preço alto e baixo, nos permite <strong>planejar ações de compra, custos de produção, investimentos e o melhor momento para vender.</strong></p>
<p>Por isso, entender o ciclo da pecuária é essencial para orientar a tomada de decisões “na porta”, que é o único lugar que temos controle.</p>
<p>O <strong>preço da arroba</strong> é um dos fatores que afeta a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/garantindo-margem-de-lucro-na-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">rentabilidade da pecuária de corte</a></strong>. Os pecuaristas, no entanto, têm o poder de ditar o que acontece na fazenda, incluindo ganho de peso, taxas de lotação e custos de produção.</p>
<p>Um planejamento cuidadoso e uma boa estratégia de abastecimento podem reduzir custos e aumentar a produção, resultando em mais arrobas a um preço satisfatório.</p>
<p>Durante as fases altas do ciclo, <strong>é importante</strong> <strong>ficar atento à coleta dos animais</strong>. Isso ocorre porque o ciclo de produção é longo, e o mercado muda quando o bezerro se transforma em uma vaca gorda que pode ser abatida. É até possível estar baixo no ciclo quando os preços de venda estão em desvantagem.</p>
<p>Como resultado, o preço de venda terá um impacto negativo e seus lucros serão menores, principalmente se a produtividade e os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plano-de-contas/" target="_blank" rel="noopener">custos</a></strong> não estiverem bem ajustados.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-planilha-fluxo-de-caixa?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-fluxo-de-caixa&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39647 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa.png" alt="Kit Fluxo de caixa em fazendas de gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2 data-start="267" data-end="341">Antecipe o mercado, posicione sua produção e ganhe vantagem competitiva</h2>
<p data-start="343" data-end="612">O ciclo pecuário impacta preços, oferta e demanda e quem entende esse movimento consegue ajustar sua estratégia de compra, venda e manejo para aproveitar as melhores oportunidades. Mais do que saber o que é o ciclo, é preciso saber agir com inteligência em cada fase.</p>
<p data-start="614" data-end="874">No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso de Gestão na Pecuária de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende a alinhar decisões de campo com os movimentos do mercado, estruturando uma produção mais rentável e sustentável. São aulas online, com aplicação prática e foco total na realidade da pecuária.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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		<title>Doença da vaca louca: principais sintomas e formas de prevenção</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/doenca-da-vaca-louca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jul 2022 19:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[doenças em bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Popularmente conhecida como “doença da vaca louca”, a Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB) é causada por uma proteína denominada príon, que é naturalmente presente no cérebro de diversos mamíferos, porém, pode causar a enfermidade ao se multiplicar intensamente, levando a infecção. O nome popular se originou pelos sinais neurológicos apresentados pelos bovinos acometidos. O príon gera [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Popularmente conhecida como <strong>“doença da vaca louca”</strong>, a Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB) <strong>é causada por uma proteína denominada príon</strong>, que é naturalmente presente no cérebro de diversos mamíferos, porém, pode causar a enfermidade ao se multiplicar intensamente, levando a infecção.</p>
<p>O nome popular se originou pelos sinais neurológicos apresentados pelos bovinos acometidos. O príon gera lesões cerebrais (encefalopatias) com vacúolos em forma de esponja (espongiforme), assim, <strong>os animais apresentam um comportamento incomum e agressivo</strong>.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Origem da doença da vaca louca</h2>
<p>A Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB) foi <strong>diagnosticada pela primeira vez em 1986 na Europa</strong>. Ficou mundialmente conhecida após um surto epidêmico na Grã-Bretanha em 1992.</p>
<p>Estima-se que mais de 100 mil casos tenham ocorrido e os animais tiveram que ser sacrificados. Além disso, ficou evidenciado como uma doença zoonótica e isso levou a suspensão do consumo de carne bovina no país, gerando grandes impactos socioeconômicos.</p>
<p>O Príon é uma proteína celular normal presente em vários tipos de células do corpo dos ruminantes, mas o agente infectante apresenta afinidade pelo tecido neural. O agente é altamente estável e resistente ao congelamento, ressecamento e calor do cozimento normal, da pasteurização e da esterilização a temperatura e tempo usuais.</p>
<p>Dessa forma, há relatos que indicam que o surto foi devido à ingestão de alimentos contaminados por EEB.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sanidade-gado-de-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-sanidade-gado&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39640 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png" alt="E-book Sanidade do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como os bovinos adquirem a doença da vaca louca?</h2>
<p>Não há evidências científicas de que a EEB se transmita horizontalmente, ou seja, pelo contato direto entre bovinos ou entre bovinos e outras espécies contaminadas.</p>
<p>A possibilidade de contaminação vertical (da vaca para o bezerro), contaminação ambiental e por meio de fômites contaminados de tecido bovino é muito baixa. Uma atenção maior deve-se dar ao solo, pois o príon sobrevive lá por três anos, por isso recomenda-se que os <strong>cadáveres de animais com a doença sejam incinerados</strong>.</p>
<p>Existem duas principais formas de adquirir a doença:</p>
<h3>Caso de contaminação direta</h3>
<p>É a forma mais conhecida da doença, decorrente da ingestão de carne contaminada pelo consumo de rações feitas com proteína animal, por exemplo, farinha de carne e ossos.</p>
<h3>Caso de origem atípica</h3>
<p>Apesar de ser pouco discutido, é uma forma que deve ser investigada e merece bastante atenção, pois nela, naturalmente, o príon sofre uma mutação, se tornando infeccioso e gera alterações cerebrais.</p>
<p>Os primeiros casos atípicos de EEB foram diagnosticados, quase que simultaneamente, na França e Itália, em 2004. Outros casos foram sendo identificados pelo mundo e os resultados do primeiro estudo sobre a epidemiologia das EEB atípicas analisou demonstrou que a média de idade dos bovinos acometidos era de 12 anos (variando entre 7 e 18 anos), sendo significativamente maior do que a média de idade da EEB clássica (média de 7 anos, variando entre 3 e 15 anos).</p>
<p>Para muitos pesquisadores e especialistas, o cenário mais condizente para origem da EEB atípica é a forma espontânea em decorrência de um processo natural de envelhecimento, com algumas características em comum com outras doenças, por exemplo, o mal de Alzheimer.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Sinais clínicos da doença da vaca louca</h2>
<p>Até o óbito, a doença evolui de 14 semanas até 1 ano, porém, os sinais clínicos podem ser observados logo no início, caso tenha um diagnóstico preciso e habilidoso para interpretação precoce desses sinais.</p>
<p>Abaixo, segue uma tabela com todos os sinais que podem ser observados para auxiliar na identificação da EEB:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41422" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/tabela-vaca-louca.png" alt="Tabela com sinais clínicos da doença vaca louca observada em bovinos" width="646" height="641" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/tabela-vaca-louca.png 646w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/tabela-vaca-louca-300x298.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/tabela-vaca-louca-150x149.png 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/tabela-vaca-louca-370x367.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/tabela-vaca-louca-270x268.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/tabela-vaca-louca-302x300.png 302w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/tabela-vaca-louca-96x96.png 96w" sizes="auto, (max-width: 646px) 100vw, 646px" /></p>
<p>Além dos sinais clínicos, é necessário realizar diagnósticos diferenciais para outras doenças que, por também afetarem o sistema nervoso, podem apresentar os mesmos sinais clínicos da EEB.</p>
<p>O uso de exames laboratoriais auxilia na identificação. Pode ser realizado o exame de sangue e exame de urina (urinálise). Outro exame que pode ser realizado é do líquido cerebrospinal, pois as encefalites causam alteração nesse líquido e a EEB não causa alterações.</p>
<p>É importante lembrar que as doenças neurológicas que mais acometem os ruminantes no Brasil, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-e-como-prevenir-o-botulismo-bovino/" target="_blank" rel="noopener">o botulismo</a></strong> e a raiva, apesar de não cursarem com alterações no líquido cerebrospinal, apresentam sinais neurológicos quase idênticos. Diante disso, a atenção deve ser redobrada.</p>
<h2>Profilaxia da doença da vaca louca</h2>
<p>A retirada de proteína de origem animal da alimentação de ruminantes, em especial as farinhas de carne e osso, é o <strong>método mais indicado para profilaxia da EEB. </strong></p>
<p>Em especial, é preciso <strong>atentar-se a bovinos idosos destinados ao abate</strong>, pois eles podem servir como fonte de contaminação por meio das farinhas obtidas na utilização visceral.</p>
<p>Ainda sobre bovinos idosos, devem ser frequentemente monitorados, e/ou serem abatidos em uma faixa etária segura entre 2 e 4 anos. Além de se resguardar da EEB atípica, não trará prejuízos econômicos à produção pela longa permanência no sistema.</p>
<p>No Brasil, apesar de proibido, ainda é muito comum a utilização de cama de frango (maravalha ou serragem) na alimentação de ruminantes. Os produtores, porém, correm sérios riscos de contaminação.</p>
<p>O monitoramento da EEB nos frigoríficos deve contemplar: dos cérebros de ruminantes suspeitos de raiva que apresentaram exames com resultado negativo, o acompanhamento dos rebanhos que tiveram animais importados da Europa nos últimos anos, acompanhamento do histórico da qualidade e do teor dos componentes da ração animal.</p>
<h2>Panorama da vaca louca no Brasil</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com classificação da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), <strong>o Brasil é considerado território de risco irrisório para a ocorrência da EEB</strong>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em <strong>setembro de 2021</strong>, contudo, uma notícia chocou o país e o mercado de exportação: em Minas Gerais, um bovino começou a apresentar sinais clínicos e o diagnóstico foi confirmado como EEB. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O caso ganhou <strong>repercussão internacional</strong> e desencadeou um</span> <span style="font-weight: 400;">movimento de queda nos contratos futuros do boi gordo na B3 e no mercado físico, em virtude de maior cautela do setor quanto a <strong>uma possível restrição nas exportações de carne bovina</strong>. Pouco após o choque, foi divulgado que o bovino tinha 10 anos e que a EEB era atípica. O impacto econômico, porém, já havia acontecido. </span></p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A Encefalite Espongiforme Bovina (EEB), popularmente conhecida como “vaca louca”, por ser uma doença pouco comum e que ainda tem um entendimento escasso sobre a sua patogenia, necessita de esforços profiláticos e diagnósticos precoces para impedir a disseminação.</p>
<p>Além disso, deve-se ter muita responsabilidade na identificação dos sinais clínicos, no diagnóstico e, sobretudo, histórico animal (nutrição e idade) para que não seja atribuída uma EEB clássica a uma EEB atípica, a fim de que, o mercado cárneo não sofra as consequências econômicas desse “mal-entendido”.</p>
<p><strong>Dicas importantes:</strong></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Não forneça aos ruminantes qualquer tipo de alimento que <strong>contenha proteína de origem animal</strong>, inclusive cama-de-aviário e os resíduos da exploração de suínos. <strong>É crime federal.</strong></span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Caso seja preparada ração na propriedade com concentrados ou suplementos proteicos, é preciso ter a certeza de que não esteja misturando alimentos de risco. </span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Atenção no controle dos alimentos destinados aos ruminantes, pois há o risco de haver contaminação no transporte, na armazenagem, na pesagem e no próprio cocho dos animais.</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Se você notar um animal apresentando algum sinal de doença do sistema nervoso, como alterações do comportamento, dificuldades de locomoção, paralisia, andar cambaleante, entre outros, comunique às autoridades. </span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">O estudo pioneiro sobre a epidemiologia das EEB atípicas foi realizado em 2012, na França, e demonstrou que, ao contrário da EEB clássica, as formas atípicas eram mais frequentes em bovinos de aptidão corte, quando comparados com os de aptidão leite. Desta forma, <strong>produtores de corte devem redobrar a atenção</strong>. </span></li>
</ul>
<h2 data-start="178" data-end="246">Sanidade é peça-chave na pecuária moderna e começa com boa gestão</h2>
<p data-start="248" data-end="519">A Doença da Vaca Louca levanta preocupações sérias sobre biosseguridade, perdas econômicas e impactos no mercado. Prevenir riscos como esse exige mais do que atenção: exige conhecimento técnico, controle de insumos, boas práticas de manejo e decisões embasadas em gestão.</p>
<p data-start="521" data-end="810">No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso de Gestão na Pecuária de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende a alinhar sanidade, nutrição, planejamento e indicadores econômicos para conduzir sua fazenda com mais segurança e rentabilidade. Tudo isso com aulas online, conteúdo prático e professores que vivem a realidade do campo.</p>
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		<title>Sêmen bovino: por quanto tempo permanece viável no botijão?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/semen-bovino-no-botijao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Jul 2022 11:30:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[genético]]></category>
		<category><![CDATA[iatf]]></category>
		<category><![CDATA[melhoramento genético]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[reprodução de bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[sistema reprodutivo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF) é uma realidade na pecuária brasileira. Atualmente cerca de 22,2% do rebanho inseminado foi através dessa técnica, permitindo que um animal com bom desempenho genético deixe o maior número de descendentes, controle de doenças, aumento produtivo e muitas outras vantagens. Porém, para ser realizada com sucesso a IATF [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF)</strong> é uma realidade na pecuária brasileira.</p>
<p>Atualmente cerca de <strong>22,2% do rebanho inseminado</strong> foi através dessa técnica, permitindo que um animal com <a href="https://rehagro.com.br/blog/melhoramento-genetico-animal/"><strong>bom desempenho genético</strong></a> deixe o maior número de descendentes, controle de doenças, aumento produtivo e muitas outras vantagens.</p>
<p>Porém, para ser realizada com sucesso a IATF precisa de alguns materiais básicos como: aplicador, luvas, descongelador, botijão de sêmen, entre outros.</p>
<p>Boas práticas durante o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/reproducao-bovina/" target="_blank" rel="noopener">protocolo de inseminação</a></strong> são fundamentais para manter a integridade do material genético, principalmente quando se trata do botijão de sêmen afinal é dentro desse recipiente térmico que o material é mantido.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Uso adequado do botijão de sêmen bovino</h2>
<p>Inicialmente, ele deve ser guardado em local fresco, sem incidência direta de luz solar, transportado com muito cuidado <strong>sempre na vertical e</strong> <strong>nunca deve ser inclinado</strong> para não correr o risco do conteúdo vazar.</p>
<h3>O que vai dentro do botijão?</h3>
<p><strong>Nitrogênio líquido</strong>. Ele é responsável por conservar as doses do sêmen bovino em -196 °C durante tempo indeterminado desde que a quantidade  seja mantida acima do mínimo.</p>
<p>Para que isso seja possível é necessário fazer a verificação periódica da quantidade de nitrogênio e garantir a integridade do material, para isso usamos a régua graduada, onde a quantidade mínima de nitrogênio não deve ser menor que 15 cm.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13967" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino.jpg" alt="Medindo nitrogênio no botijão de sêmen" width="700" height="394" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino.jpg 1000w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-300x169.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-768x432.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-370x208.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-270x152.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-740x417.jpg 740w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Utilização da régua graduada para mensurar a quantidade de nitrogênio líquido no botijão de sêmen. Fonte: Aula boas práticas nos protocolos de IATF, Professor Douglas Costa (Rehagro)</span></p>
<p>O nitrogênio líquido evapora rapidamente, por isso <strong>o botijão não pode ficar muito tempo aberto</strong>, após o manejo é necessário fechá-lo, caso precise retirar mais doses de sêmen entre as inseminações é necessário abri-lo novamente.</p>
<p>Quando retiramos as doses de sêmen bovino não devemos remover completamente a caneca (estrutura onde ficam as racks que armazenam as palhetas de sêmen), o ideal é que esta fique em contato com nitrogênio líquido por mais tempo, e todo o processo seja realizado de forma rápida.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13969" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-3.jpg" alt="Manejo de amostras de sêmen bovino" width="700" height="394" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-3.jpg 1000w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-3-300x169.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-3-768x432.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-3-370x208.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-3-270x152.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-3-740x417.jpg 740w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Manejo correto para a retirada de amostras. Fonte: Aula boas práticas nos protocolos de IATF, Professor Douglas Costa (Rehagro).</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="MANEJO ADEQUADO DO SÊMEN BOVINO: MELHORES PRÁTICAS E RECOMENDAÇÕES | Por Dentro do Ensino - Corte" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/BaFy4vg-GXs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>O protocolo de descongelamento</h2>
<p>Vários estudos comprovam que caso o descongelamento não seja realizado da forma correta, os espermatozoides morrem durante o processo de descongelamento, o impacta diretamente a <a href="https://rehagro.com.br/blog/taxa-de-prenhez-na-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>taxa de prenhez</strong></a> da propriedade.</p>
<p>Atualmente existem muitas marcas disponíveis no mercado, porém o professor Douglas Costa dá uma indicação prática importante:</p>
<p><em><strong>Não coloque muitas doses de uma vez no descongelador</strong>, pois isso fará com que a temperatura caia muito de forma rápida, logo, as paletas irão descongelar de forma irregular, comprometendo o material.</em></p>
<p>Exemplo: caso o descongelador tenha 4 divisões uma opção é separá-lo com diferentes paletas de animais e raças distintas como na imagem.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13968" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-2.jpg" alt="Distribuição de palhetas de sêmen bovino no descongelador" width="700" height="394" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-2.jpg 1000w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-2-300x169.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-2-768x432.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-2-370x208.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-2-270x152.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-2-740x417.jpg 740w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Sugestão de como distribuir palhetas de sêmen bovino no descongelador. Fonte: Aula boas práticas nos protocolos de IATF, Professor Douglas Costa (Rehagro).</span></p>
<p>A inseminação artificial oferece grandes benefícios aos produtores que optam por essa técnica, contudo a sua eficiência está diretamente ligada a mão de obra qualificada, instalações, manejo dos animais e dos equipamentos.</p>
<h2 data-start="169" data-end="252">Conhecimento técnico que evita prejuízos e potencializa resultados reprodutivos</h2>
<p data-start="254" data-end="458">Saber conservar o sêmen corretamente é apenas o começo. Se você quer maximizar a eficiência da IATF, reduzir falhas no manejo e transformar cada decisão em resultado no campo, é hora de se aprofundar.</p>
<p data-start="460" data-end="778">Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Pós-graduação em Produção de Gado de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende com profissionais que atuam nas principais fazendas do Brasil, com uma formação 100% online, prática e focada em aumentar a produtividade e o lucro da sua propriedade.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-19698 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Produção de Gado de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/semen-bovino-no-botijao/">Sêmen bovino: por quanto tempo permanece viável no botijão?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Boi 777: saiba como aplicar essa técnica</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/boi-777-como-aplicar-essa-tecnica-que-aumenta-a-producao-e-a-produtividade/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/boi-777-como-aplicar-essa-tecnica-que-aumenta-a-producao-e-a-produtividade/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jul 2022 21:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[boi]]></category>
		<category><![CDATA[cria]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[recria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A técnica do boi 777 é um modelo de sistema de produção, desenvolvido pela Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), como uma sugestão para aumentar a produção e a produtividade das fazendas. Serão produzidas 7 arrobas na cria, 7 recria e 7 na terminação, totalizando 21 arrobas em 24 meses, conforme mostrado na imagem [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A técnica do <strong>boi 777</strong> é um modelo de sistema de produção, desenvolvido pela Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), como uma sugestão para aumentar a produção e a produtividade das fazendas.</p>
<p>Serão produzidas <strong>7 arrobas na cria, 7 recria e 7 na terminação</strong>, totalizando <strong>21 arrobas em 24 meses</strong>, conforme mostrado na imagem a seguir:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13961" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/boi-777.jpg" alt="Esquema da técnica do boi 777" width="500" height="500" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/boi-777.jpg 1300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/boi-777-300x300.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/boi-777-1024x1024.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/boi-777-150x150.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/boi-777-768x768.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/boi-777-370x370.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/boi-777-270x270.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/boi-777-740x740.jpg 740w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<p>Porém, o mais importante não são os números (777) antes, é crucial entendermos de onde eles vêm.</p>
<p>São estudos de longa data comprovando que <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/desmama-de-bezerros-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">bezerros desmamados</a></strong> com 7 arrobas, seguindo de 7 arrobas produzidas na recria caracterizadas por serem as mais desafiadoras, e as 7 arrobas na terminação encaixa-se em um ótimo modelo em termos zootécnicos e principalmente econômico.</p>
<p>O mais importante que devemos levar é o conceito e não o número.</p>
<p>Isso está ligado ao propósito do produtor dentro da propriedade, pois você pode buscar outros objetivos, e diferentes valores na hora de determinar as metas e mesmo assim conseguir resultados expressivos.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-planilha-fluxo-de-caixa?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-fluxo-de-caixa&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39647 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa.png" alt="Kit Fluxo de caixa em fazendas de gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Qual a relevância do boi 777?</h2>
<p>Você tem uma meta produtiva para cada <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/as-fases-da-bovinocultura-de-corte-quais-sao/" target="_blank" rel="noopener">fase do desenvolvimento dos bovinos de corte</a></strong>?</p>
<p>Para te ajudar com isso, separamos esse vídeo do Dr. Gustavo Siqueira, pesquisador da APTA, explicando o porquê tão importante quanto conhecer a técnica, é ter um bom planejamento e gestão para desenvolver, mensurar e melhorar o seu sistema.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="BOI 777: COMO FUNCIONA ESSE SISTEMA DE PRODUÇÃO? | Por Dentro do Ensino - Corte" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/lkH7GWtB16M?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Além disso, busque sempre o maior ganho de peso a desmama, a melhor meta de ganho na recria, e a maneira mais eficiente de terminar os animais, baseado na realidade da propriedade.</p>
<p>Por isso <strong>o boi 777 traz a relevância de ter uma meta para cada etapa produtiva</strong>, afinal não adianta investir muito na cria, em detrimento da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/recria-intensiva-a-pasto-rip-o-que-e-e-como-aplicar/" target="_blank" rel="noopener">recria</a></strong>, ou vice e versa. Assim, é importante ter um equilíbrio do sistema e melhorar de forma contínua.</p>
<ul>
<li>Determine metas.</li>
<li>Equilíbrio Entre as Fases.</li>
<li>Plano Nutricional.</li>
</ul>
<p>Logo, temos os conceitos de <strong>gestão</strong>, contornar, medir, analisar e consertar os problemas.</p>
<h2 data-start="156" data-end="240">Transforme técnica em resultado e leve sua produção a um novo nível de eficiência</h2>
<p data-start="242" data-end="562">O sistema Boi 777 é uma estratégia comprovada para aumentar a produtividade e reduzir o tempo de abate, mas para que ele funcione de verdade é preciso ter gestão, planejamento e controle de cada fase da criação. Produzir mais arrobas por hectare só é possível quando decisões são tomadas com base em dados e indicadores.</p>
<p data-start="564" data-end="921">No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso de Gestão na Pecuária de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende a estruturar sua produção com foco em eficiência, dominar os custos, indicadores e estratégias que tornam o sistema 777 viável e lucrativo. Com aulas online, conteúdo prático e professores com vivência no campo, o curso te prepara para aplicar técnicas modernas com segurança e resultado.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Misturadores de ração: veja os principais tipos e garanta qualidade na mistura</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/misturadores-e-qualidade-de-mistura-para-racoes-bovinas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jul 2022 16:10:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[manejo nutricional]]></category>
		<category><![CDATA[misturadores]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição bovina]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desempenho aquém do esperado e aumento na incidência de desordens metabólicas, mesmo em dietas bem formuladas, são alguns dos problemas observados quando os animais conseguem selecionar e ingerir apenas alguns alimentos específicos da dieta, deixando outros de lado. E isso ocorre quando sua mistura não é realizada corretamente, o que pode ser evitado pelo uso [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Desempenho aquém do esperado e aumento na incidência de desordens metabólicas, mesmo em dietas bem formuladas, são alguns dos problemas observados quando os animais conseguem selecionar e ingerir apenas alguns alimentos específicos da dieta, deixando outros de lado.</p>
<p>E isso ocorre quando sua mistura não é realizada corretamente, o que pode ser evitado pelo uso dos <strong>misturadores de ração</strong>.</p>
<p>Existem diversos modelos e tipos de sistemas de mistura no mercado, cada um com sua especificidade.</p>
<p>Neste texto, você irá entender os <strong>benefícios e gargalos de cada um deles</strong>, bem como o passo a passo para garantir a qualidade da sua mistura, obtendo eficiência máxima no processo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
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    region: "na1",
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  });
</script></p>
</div>
<h2>A evolução nas dietas do gado de corte: tendências e transformações</h2>
<p>Ao longo das últimas décadas, o perfil das dietas utilizadas na produção de gado de corte no país alterou de maneira significativa. Essa alteração foi observada tanto em dietas de confinamento, quanto no perfil dos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-a-pasto-maximize-resultados-na-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">suplementos utilizados para animais a pasto</a></strong>.</p>
<p>O desafio em busca do aumento da produtividade impulsiona técnicos e pecuaristas na utilização de dietas mais energéticas e “adensadas”. Dietas nesses padrões requerem, impreterivelmente, a utilização de maiores proporções de grãos, com diferentes tipos de processamento, e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/alimentos-volumosos-em-confinamento/" target="_blank" rel="noopener">alimentos concentrados</a></strong>.</p>
<p>A inclusão de grãos na dieta de bovinos de corte no Brasil pode variar conforme o sistema de produção adotado e o objetivo da terminação dos animais. Em sistemas de confinamento ou semi-confinamento, a inclusão de grãos pode alcançar de <strong>60% a 80% da matéria seca</strong> total da dieta.</p>
<p>Em sistemas, como a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/terminacao-intensiva-a-pasto-tip/">Terminação Intensiva a Pasto (TIP)</a></strong>, o uso de grãos na suplementação pode variar entre 20% e 40%, dependendo da qualidade do pasto disponível e da estratégia nutricional adotada.</p>
<p>Esses percentuais são ajustados de acordo com os custos dos insumos e as metas de ganho de peso desejadas, considerando também fatores como a época do ano e a disponibilidade de forragens.</p>
<p>Essa realidade implica em uma série de consequências, além dos esperados ganhos em desempenho, <strong>desafiar ruminantes a dietas ricas em energia acarreta desafios significativos</strong>, a utilização de aditivos, a necessidade de adaptação dos animais, os cuidados com a homogeneidade da dieta, dentre outros fatores que são fundamentais na mitigação dos riscos observados nessas dietas.</p>
<p>Por consequência dos processos evolutivos, bovinos são ruminantes com baixa capacidade de seleção dos alimentos, principalmente quando comparados a pequenos ruminantes como caprinos e ovinos.</p>
<p>Porém, na oferta de uma dieta com grande segregação de alimentos, é possível se observar a seleção e a predileção de certos alimentos por parte dos bovinos, possibilitando que animais, principalmente confinados, consumam maiores ou menores quantidades de grãos e alimentos concentrados do que o determinado no momento da formulação da dieta.</p>
<p>Esse fator transforma o risco de desordens metabólicas, como acidose e timpanismo, ainda mais evidente no caso de seleção por alimentos mais energéticos ou resulta em desempenho aquém do esperado quando os volumosos são selecionados pelo indivíduo.</p>
<p>Por isso é tão importante que se garanta durante o fornecimento de uma dieta total, <strong>uma perfeita mistura dos alimentos nas suas devidas proporções</strong>, onde os animais não consigam selecionar os alimentos, ingerindo partes precisas da dieta formulada.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-misturadores-qualidade-mistura?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-misturadores&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39637 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores.png" alt="E-book Misturadores de ração" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como garantir a qualidade da mistura?</h2>
<p>A homogeneidade da mistura é um fator importante também quando lembramos dos minerais e aditivos que são incluídos na dieta em menores proporções, sendo que <strong>qualquer falha na mistura pode resultar ingestão desbalanceada desses micronutrientes e, consequentemente, menor desempenho</strong>.</p>
<p>Uma sugestão prática é sempre checar se a dieta batida na fazenda está mais próxima possível da dieta formulada pelo nutricionista. Portanto, a precisão no carregamento é fundamental.</p>
<p>A experiência do operador conta muito para o resultado desse processo. Recomenda-se que a variação da dieta a campo e formulada não ultrapasse 10%, sendo que abaixo de 5% é que consideramos ideal.</p>
<h2>Quais são os tipos de misturadores de ração?</h2>
<p>A principal forma utilizada para se misturar uma dieta é pela utilização de<strong> misturadores</strong>. Existem diversos modelos de misturadores de ração e tipos de sistemas de mistura no mercado, cada um com sua especificidade, qualidade e deficiência:</p>
<ul>
<li><strong>Misturadores com roscas horizontais ou verticais;</strong></li>
<li><strong>Misturador com rotor;</strong></li>
<li><strong>Misturador por tombamento.</strong></li>
</ul>
<p>Podem ser estacionários, tracionados ou acoplados no chassi de caminhão.</p>
<p>Entender os benefícios e os gargalos de cada um desses tipos é fundamental para que a operação flua da melhor e mais eficiente forma possível. Portanto, assertividade na escolha do tipo de sistema de mistura para a realidade da fazenda é o ponto de partida para garantir a qualidade da mistura.</p>
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<h3>Misturador com rosca vertical (helicoide)</h3>
<p>Sua principal característica é sua <strong>capacidade de misturar volumosos</strong> com partículas de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fibra-efetiva-na-nutricao-de-bovinos-em-confinamento/" target="_blank" rel="noopener">fibras</a></strong> maiores, como por exemplo, o feno, em suma a robustez dos equipamentos desse tipo também se destacam.</p>
<p>Entretanto, para garantir uma mistura homogênea em vagões com rosca vertical, no geral, necessita-se de um maior tempo de mistura, cerca de <strong>8 a 10 minutos</strong>, o que proporciona maiores gastos com combustível e desgaste dos tratores ou consumo de energia.</p>
<p>Nesse tipo de misturador deve-se estar atento à presença de facas para repicagem. Estas facas reduzem o tamanho da partícula, portanto não é indicado para dietas de confinamento. Sua indicação é para fenos, recém secos e demais componentes secos que possuem fibras longas.</p>
<p>Há no mercado a opção com duas roscas verticais. Caso você opte por adicionar algum outro ingrediente que não seja volumoso e seja mais denso, atente-se para que ele seja adicionado ao misturador por último para melhor a homogeneidade da mistura.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11259" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-3.webp" alt="Misturador com rosca vertical" width="600" height="450" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-3.webp 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-3-300x225.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-3-370x278.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-3-270x203.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-3-80x60.webp 80w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></span><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Parte interna do misturador com rosca vertical. Fonte: Dra. Andrea Mobiglia.  </span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11260" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-4.webp" alt="Misturador helicoidal vertical" width="650" height="412" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-4.webp 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-4-300x190.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-4-370x235.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-4-270x171.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" />Mecanismos helicoidal vertical e facas de repicagem. Fonte: site da Siltomac. </span></p>
<h3>Misturador com rosca horizontal</h3>
<p>Em contraste com o misturador vertical, o misturador horizontal tem como <strong>característica melhores condições de misturar volumosos com partículas de fibra menores</strong>, como a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/por-que-usar-snaplage/" target="_blank" rel="noopener">silagem de milho</a></strong> ou capim. Sua maior eficiência na mistura permite que esses misturadores proporcionem misturas homogêneas com menores tempos de mistura.</p>
<p>Nesse modelo é possível adicionar ingredientes de menor inclusão, garantindo sua distribuição uniforme. Portanto, o misturador horizontal é indicado em dietas com inclusão de grãos, farelos e subprodutos, podendo ser encontrado no mercado sistemas com 3 ou 4 roscas.</p>
<p><strong>O tempo de mistura vai variar de 2 a 6 minutos</strong>, dependendo da capacidade do misturador e o tipo de dieta. Recomenda-se que o carregamento seja feito primeiro com os alimentos concentrados e depois com os alimentos volumosos.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11261 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-5.webp" alt="Misturador helicoidal horizontal" width="348" height="254" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-5.webp 348w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-5-300x219.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-5-270x197.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 348px) 100vw, 348px" />Misturador helicoidal horizontal de 3 roscas. Fonte: site da Siltomac. </span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11262 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-6.webp" alt="Misturador horizontal com 4 roscas" width="316" height="222" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-6.webp 316w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-6-300x211.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-6-270x190.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 316px) 100vw, 316px" />Demonstração de movimento das roscas em misturador horizontal de 4 roscas. Fonte: site da Kuhn do Brasil.</span></p>
<h3>Misturador por tombamento</h3>
<p>Esse misturador é <strong>indicado para ração de mistura total</strong>, podendo conter silagem, subproduto, grãos e núcleo. Seu mecanismo de mistura é feito por correntes e travessas, que evitam a deposição de ingrediente com maior densidade no fundo do equipamento.</p>
<p>Recomenda-se acrescentar o volumoso antes do concentrado nesse tipo de sistema, ou até mesmo carregar em “sanduíche”, caso haja 2 fontes de volumosos, por exemplo, bagaço de cana e silagem.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11263" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-7.webp" alt="Misturador por tombamento" width="650" height="461" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-7.webp 698w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-7-300x213.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-7-370x262.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-7-270x191.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" />Correntes e travessa de misturador com rotor tombamento. Fonte: site da Siltomac.</span></p>
<h3>Misturador com rotor central e rosca</h3>
<p>Esse modelo de misturador vem ganhando grande destaque dentre os diversos tipos de vagões, pois <strong>garante uma excelente qualidade de mistura com tempo reduzido de funcionamento</strong> mesmo quando comparado aos misturadores de rosca horizontal, além disso, permite-se incluir diferentes tamanhos de partículas de volumosos.</p>
<p>Esses misturadores contém a combinação de duas roscas sem fim e rotor central contendo pás. O mecanismo combinado desse último modelo citado permite melhor qualidade de mistura em rações com maior quantidade de concentrado e menor tempo de mistura.</p>
<p>Outra característica interessante é que esse tipo de mecanismo minimiza quebra de ingredientes peletizados ou floculados. O tempo de mistura deve ser a combinação da velocidade do rotor e tipo de dieta.</p>
<p>Uma recomendação prática de mistura é, em média, de 10-15 giros, com a velocidade de rotação (RPM) recomendado pelo fabricante, o que equivale aproximadamente <strong>3 a 6 minutos</strong>. Esse tempo deve ser checado para cada equipamento de acordo com o teste de qualidade de mistura da ração, que não deve variar de 5-10% comparado com a ração formulada.</p>
<p>A recomendação é que os ingredientes concentrados (grãos, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/coprodutos-da-industria-do-algodao-para-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">coprodutos</a></strong>, farelo e núcleo) sejam carregados antes do volumoso, sendo do mais denso para o menos denso.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11264 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-8.webp" alt="Misturador com rotor central" width="260" height="347" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-8.webp 260w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-8-225x300.webp 225w" sizes="auto, (max-width: 260px) 100vw, 260px" />Misturador com duas roscas sem fim e rotor central contendo pás. </span><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Arquivo pessoal da Dra. Andrea Mobiglia. </span></p>
<h3>Misturadores e caixas estacionárias</h3>
<p>Independente de qual desses tipos de vagões &#8211; eles podem ser estáticos ou não &#8211; <strong>operações de maior porte que necessitam misturar grandes quantidades de ração</strong>, podem utilizar um misturador estacionário assessorados por um vagão apenas distribuidor ou caixas estacionárias de pré-carregamento assessorado por um misturador para reduzir o tempo do ciclo de alimentação.</p>
<p>Em confinamento acima de 15 mil cabeças, esse tipo de sistema otimiza a quantidade de equipamento distribuidor, combustível e funcionários. Vale a pena colocar essa conta na ponta do lápis.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10956 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/misturadores-9.jpg" alt="Caixa estacionária" width="252" height="336" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/misturadores-9.jpg 252w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/misturadores-9-225x300.jpg 225w" sizes="auto, (max-width: 252px) 100vw, 252px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Caixa estática pré-mistura. Fonte: Arquivo pessoal da Dra.Andrea Mobiglia. </span></p>
<p>Uma análise interessante foi feita em 15 confinamentos comparando os dois sistemas: carregamento direto no misturador acoplado a um caminhão (método tradicional) e o uso de caixas estacionárias para pré-carregamento antes de serem tombadas no caminhão misturador.</p>
<p>Essa análise mostrou que a variação de carregamento em peso absoluto foi menor com o uso de caixas estacionárias.</p>
<p>Essa diferença, possivelmente, pode ser explicada pela otimização da mão de obra e do tempo no carregamento e descarregamento, que possibilita os funcionários serem mais precisos na quantidade de ingrediente na hora do carregamento, sem ter outro funcionário aguardando ou ele mesmo fazendo as duas operações.</p>
<p>A precisão no carregamento além de acarretar melhor qualidade da batida, minimiza desperdícios de ingredientes.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10957" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/misturadores-10.jpg" alt="Caixa estacionária e carregamento direto" width="650" height="405" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/misturadores-10.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/misturadores-10-300x187.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/misturadores-10-370x231.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/misturadores-10-270x168.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Variação absoluta de carregamento, em quilograma, entre o uso de caixa estacionária e carregamento direto no misturador acoplado ao caminhão. </span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Dados não publicados do arquivo pessoal de Dra. Andrea Mobiglia, consultora e coordenadora de ensino da Pecuária de Corte do Rehagro.</span></p>
<h2>Importância da escolha adequada do misturador de ração</h2>
<p>Escolher o misturador que melhor se adeque à realidade e características específicas de cada operação é fundamental, <strong>evitando desperdícios e ineficiência</strong>. Além disso, outros fatores devem ser levados em consideração para se garantir uma mistura de qualidade e uma dieta homogênea.</p>
<p>Todos os equipamentos possuem a versão com balança, o que se torna a opção mais interessante para monitorar a operação, carregamento e descarregamento controlado e o consumo dos animais.</p>
<p>Falhas na pesagem do ingrediente e maiores fornecimentos de determinado ingrediente da ração por si só já são causas para dietas desbalanceadas, por isso sempre estar atento no momento do carregamento e sempre conferir e aferir a precisão da balança, que pode ser feito 1 a 2 vezes no ano.</p>
<p>Além disso, a distribuição programada, com balança no equipamento distribuidor, torna-se essencial para o controle do consumo dos animais, principalmente quando o tema é <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/rotinas-no-confinamento-que-afetam-o-desempenho/" target="_blank" rel="noopener">confinamento</a></strong>.</p>
<h3>Capacidade do equipamento</h3>
<p>A sobrecarga dos equipamentos destinados a misturas da dieta, pode e vai interferir na qualidade da mistura, respeitar as especificações do fabricante de cada vagão é uma premissa importante, pois a sobrecarga impede que as partículas dos alimentos se misturem. Volumosos ocupam mais espaço, portanto, fique atento à capacidade cúbica, ao invés de checar apenas a capacidade em peso.</p>
<p>Entre dois tratos e, consequentemente, duas cargas do vagão, pode sobrar ração dentro do equipamento. Essa sobra, normalmente, pode interferir no momento do fornecimento do trato seguinte e alteração da composição da dieta do próximo trato.</p>
<p>Nesse caso, devemos cuidar para que essa sobra não seja acrescentada em dietas de adaptação, por exemplo, o que resultaria uma dieta mais energética, possivelmente, resultando em distúrbios metabólicos nos animais não adaptados.</p>
<h2>Manutenção do misturador e componentes</h2>
<p>Defeitos mecânicos e ausência ou ineficiência de algum componente do vagão também podem ocorrer e prejudicar o trabalho. Por exemplo, o desgaste das facas do vagão, por exemplo, irá comprometer a eficiência da mistura, no caso de fardos de fenos em misturadores verticais.</p>
<p>Por outro lado, se essas facas forem utilizadas em dietas de terminação contendo volumoso, poderá reduzir o tamanho de fibra além do exigido para manter a saúde ruminal, resultando em problemas metabólicos.</p>
<p>O atraso de tratos devido problemas mecânicos, consumo maior de combustível, ineficiência de mistura por desgaste de componentes, entre outros podem ser evitados através de manutenção periódica aos equipamentos e seus componentes.</p>
<p>Esteja sempre em dia com a manutenção do equipamento, e atento às exigências e recomendações dos fabricantes.</p>
<h2>Tempo de mistura</h2>
<p>O tempo em que os alimentos permanecem no vagão para misturar <strong>é crucial para o estado final da dieta</strong>. O tempo de mistura ideal varia de acordo com o equipamento utilizado, capacidade, marca do misturador e principalmente de acordo com o tipo de ingredientes utilizados, <strong>variando entre 3 e até 15 minutos</strong>.</p>
<p>Ao contrário do que muitos pensam, o tempo excedido de mistura da ração segrega as partículas “desmisturando” a dieta em vez de misturar, por isso devemos manter o tempo ideal.</p>
<p>Um teste fácil de realizar a campo é fixar um tempo de mistura, de acordo com a recomendação do tipo de misturador, e coletar amostras para enviar para laboratório como descreveremos mais adiante. Preconizamos que essa variação não deve ser maior que 10% entre amostras, sendo menor que 5% considerado com variação ideal. Lembre-se também de compará-la com a dieta formulada!</p>
<h3>Dica rápida para ajuste de tempo de mistura</h3>
<p>Para ajustar o tempo de mistura e ordem de carregamento, faça a amostragem da dieta como descrito no item “6 passos para mensurar a qualidade da mistura”, mas antes de enviar para laboratório, passe uma amostra na peneira <i><span style="font-weight: 400;">Penn State</span></i><span style="font-weight: 400;"> e cheque se a distribuição de fibras está uniforme para o início, meio e fim do descarregamento.</span></p>
<p>Fixado o tempo ideal, amostre seguindo os passos recomendados e envie o laboratório de sua confiança para uma análise mais precisa. Lembre-se que o uso da distribuição de fibra é apenas um norteamento para o ajuste, mas as chances de erros são bem maiores do que as análises químicas. Uma dieta desbalanceada pode representar resultados aquém do esperado.</p>
<h2>6 passos para mensurar a qualidade da mistura</h2>
<p>A amostra que será enviada para laboratório deve representar a batida, e a forma como fazemos isso impacta diretamente nos resultados. O passo a passo abaixo pode ser conduzido de forma simples e bastante eficiente.</p>
<ol>
<li>Após a batida, selecione 3 cochos para serem amostrados, sendo o primeiro cocho, um cocho intermediário, e o último cocho do descarregamento.</li>
<li>Assim, que a ração for distribuída, caminhe na frente do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/voce-sabe-a-importancia-de-mexer-o-cocho/" target="_blank" rel="noopener">cocho</a></strong> coletando amostras, utilizando um equipamento em forma de concha ou a própria mão fazendo formato de concha. Faça a coleta antes dos animais terem acesso à comida para evitar seleção e contaminação pela saliva do animal.</li>
<li>Colete 1 amostra (mão cheia) a cada 5-10 metros, dependendo do tamanho do cocho, e coloque-as em um balde limpo. Alterne coletas no fundo, no meio e no topo da pilha de alimento, evitando pegar ração que tenha sobrado do dia anterior. Garanta de 5 a 10 amostras por cocho.</li>
<li>Após terminar a coleta no primeiro cocho, misture bem o conteúdo do balde, vire o balde em uma superfície limpa e reparta a amostra em 4 partes. Selecione 1 parte e repita a repartição. Faça esse procedimento até obter uma amostra de 200-500 gramas.</li>
<li>Coloque a amostra em um saco e lacre, identificando a amostra com o tipo de ração, batida e data da coleta. Envie para laboratório em até 24 horas para análise de algum componente da dieta de baixa inclusão, como por exemplo, zinco, ionóforo, cálcio. Pode-se analisar o teor de proteína, mas nesse caso a precisão será menor.</li>
<li>Faça o mesmo procedimento com os outros dois cochos. Quando você receber os resultados, compare o percentual de variação entre as 3 amostras da mesma batida.</li>
</ol>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;"> <img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10958 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/misturadores-11.jpg" alt="Coleta de amostra de alimento" width="227" height="208" /></span><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Demonstração da posição da mão durante a coleta de amostra para evitar perder partículas de alimento, obtendo amostras mais representativas. Fonte: Arquivo pessoal de Dra. Andrea Mobiglia. </span></p>
<h2>Dicas rápidas para evitar erros</h2>
<p>Seguindo as etapas citadas, é possível atingir a máxima eficiência do nosso sistema em proporcionar uma dieta homogênea, mais próxima possível da formulada e por consequência, desempenho animal esperado.</p>
<p>Deixamos aqui algumas dicas rápidas para evitar erros e desperdícios:</p>
<ul>
<li>Lembre-se que ração com maior quantidade de volumoso exige maior capacidade do vagão;</li>
<li>Selecionar o misturador ideal depende de vários fatores, avalie os prós e contras e acordo com sua necessidade e condições de investimento;</li>
<li>O número de cabeças alimentadas e o operacional de cada fazenda irá determinar o tamanho do misturador e o número de carregamentos;</li>
<li>Faça um teste para cada tipo de ração para determinar o tempo de mistura ideal. Rações com maior quantidade de volumosos tendem a requerer mais tempo de mistura;</li>
<li>Treine seus colaboradores para melhor eficiência da operação, uso adequado dos equipamentos e, principalmente, para padrões de segurança.</li>
</ul>
<p>A qualidade da mistura é um entre muitos pontos de atenção necessários para alcançarmos alta eficiência na nutrição, que pode representar mais de 70% dos custos de produção na pecuária de corte.</p>
<p>Para o pecuarista que deseja <strong>aumentar sua margem de lucro</strong>, mas não sabe por onde começar, planejar melhor a estratégia nutricional do rebanho pode ser um ótimo caminho.</p>
<h2>Torne-se referência em nutrição na pecuária de corte!</h2>
<p>Com a <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-de-bovinos-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pós-graduação em Nutrição de Bovinos de Corte</strong></a>, você vai aprender na prática a formular dietas que garantem o desempenho dos animais e geram lucro para o produtor.</p>
<p>Além disso, será capaz de montar estratégias nutricionais completas, alinhadas à realidade e aos objetivos da fazenda. Torne-se um profissional completo, dominando técnica e gestão, ganhando destaque no mercado da sua região.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-de-bovinos-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-42003 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new.png" alt="Pós-graduação em Nutrição de Bovinos de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16050 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia-300x96.jpg" alt="Andrea Mobiglia" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/misturadores-e-qualidade-de-mistura-para-racoes-bovinas/">Misturadores de ração: veja os principais tipos e garanta qualidade na mistura</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Kit E-book + Planilha Fluxo de caixa para fazendas de gado de corte</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/manual-de-fluxo-de-caixa-para-fazendas-de-gado-de-corte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Nov 2021 19:15:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[e-book]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[fluxo de caixa]]></category>
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		<category><![CDATA[gestão financeira]]></category>
		<category><![CDATA[manual]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Confira nesse e-book gratuito tudo o que você precisa saber para entender essa ferramenta simples e poderosa e iniciar uma estratégia para melhorar os resultados financeiros da sua fazenda. O que você aprenderá neste e-book? O que é o fluxo de caixa da fazenda; Pra que ele serve; Como classificar as entradas e saídas da fazenda; Como montar o fluxo [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/manual-de-fluxo-de-caixa-para-fazendas-de-gado-de-corte/">Kit E-book + Planilha Fluxo de caixa para fazendas de gado de corte</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Confira nesse e-book gratuito tudo o que você precisa saber para entender essa ferramenta simples e poderosa e iniciar uma estratégia para melhorar os resultados financeiros da sua fazenda.</p>
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<h2>O que você aprenderá neste e-book?</h2>
<ul>
<li>O que é o fluxo de caixa da fazenda;</li>
<li>Pra que ele serve;</li>
<li>Como classificar as entradas e saídas da fazenda;</li>
<li>Como montar o fluxo de caixa da sua fazenda &#8211; passo a passo!</li>
</ul>
</div>
</div>
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<p>Você sairá preparado para já usar a planilha que vamos enviar como <strong>BÔNUS</strong>!</p>
</div>
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<h2>Vantagens do uso do fluxo de caixa na fazenda</h2>
<p>O <strong>fluxo de caixa</strong> permite que você <strong>enxergue claramente</strong> qual a situação financeira da fazenda e, com base no resultado, decida os caminhos a seguir para <strong>melhorar sua margem de lucro.</strong></p>
</div>
</div>
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</div>
</div>
</div>
</div>
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<p>Preenchendo corretamente a planilha, com o seu fluxo de caixa em mãos, você poderá:</p>
<ul>
<li>Classificar a entrada e saída de dinheiro na fazenda;</li>
<li>Enxergar a saúde financeira da propriedade;</li>
<li>Provisionar as entradas e saídas de dinheiro no ano da fazenda;</li>
<li>Planejar vendas estratégicas de animais ou capacitação de recursos através de empréstimos bancários ou custeios.</li>
</ul>
</div>
</div>
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<div id="hs_cos_wrapper_module_1634232196350" class="hs_cos_wrapper hs_cos_wrapper_widget hs_cos_wrapper_type_module widget-type-rich_text" data-hs-cos-general-type="widget" data-hs-cos-type="module">
<p data-hs-responsive-table="true">Esteja preparado para alcançar excelentes resultados com a sua fazenda.</p>
<p data-hs-responsive-table="true">Clique no botão abaixo e tenha uma boa leitura!</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-planilha-fluxo-de-caixa?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-fluxo-de-caixa&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39647 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa.png" alt="Kit Fluxo de caixa em fazendas de gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		<title>Consumo de bovinos no pasto: veja os fatores que interferem</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/consumo-de-bovinos-a-pasto/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2020 15:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição bovina]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As interações que ocorrem entre os animais e a planta, em uma pastagem, podem proporcionar efeitos positivos e/ou negativos em ambos. A seleção realizada pelos animais em pastejo é um dos efeitos negativos que ocorrem no pasto e está diretamente relacionado com o consumo de bovinos, uma vez que as características e a estrutura do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As interações que ocorrem entre os animais e a planta, em uma pastagem, podem proporcionar efeitos positivos e/ou negativos em ambos.</p>
<p>A <strong>seleção realizada pelos animais em pastejo</strong> é um dos efeitos negativos que ocorrem no pasto e está <strong>diretamente relacionado com o consumo de bovinos</strong>, uma vez que as características e a estrutura do pasto afetam o consumo por bocado.</p>
<p>Essa seleção pode estar associada ainda à contaminação do local por fezes e urina, à localização de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bebedouro-para-gado-e-a-importancia-da-qualidade-da-agua/" rel="noopener">água</a> </strong>e sombreamento, que também podem influenciar o pastejo e seleção pelo animal. A ingestão diária de forragem é uma função da taxa de consumo e o tempo de pastejo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
<script>
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    formId: "f83e655b-67de-4fbe-b12a-88b7e9461712"
  });
</script></p>
</div>
<h2>Como medir a produtividade dos animais no pasto?</h2>
<p>A produtividade animal de animais em pastejo é determinada pelo consumo de matéria seca, que é influenciado por uma série de fatores separados em três importantes grupos:</p>
<ol>
<li>Processo de digestão que estão relacionados com a maturidade da forragem, valor nutritivo e digestibilidade;</li>
<li>Fatores da ingestão que estão associados à estrutura do pasto (facilidade de apreensão e colheita de forragem durante o pastejo);</li>
<li>Estágio fisiológico e nível de desempenho dos animais, que estão associados aos requerimentos nutricionais e demanda por nutrientes.</li>
</ol>
<p>De modo geral, a variável resposta, tanto das plantas forrageiras como dos animais são dependentes da estrutura do pasto e da interação com o animal, sendo esta fundamental na tomada de decisão do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/" rel="noopener">manejo da pastagem</a></strong> para favorecer o consumo de matéria seca.</p>
<p>Mas afinal, quais seriam os fatores relacionados às características estruturais do pasto que influenciam o consumo de matéria seca por bovinos em pastejo? Como mensurá-las e utilizá-las para aumentar a produtividade animal?</p>
<p>Além de conhecer quais são esses fatores e como eles interferem na produtividade, vamos entender nesse texto, quais os impactos que o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/" rel="noopener">manejo incorreto</a></strong> imprimem nos sistemas de produção.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sistema-rotacionado-pastejo?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-sistema-rotacionado&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39642 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado.png" alt="E-book Sistema rotacionado de pastejo" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Fatores que interferem na produtividade</h2>
<h3>Estrutura do pasto</h3>
<p>A <strong>estrutura do pasto</strong> pode ser definida como arranjo e distribuição das plantas sobre o solo em um mesmo ambiente, sendo esta importante, por determinar a facilidade de apreensão dos componentes da planta, e isso pode afetar a quantidade ingerida de nutrientes.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10855 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/estrutura-do-pasto.jpg" alt="Estrutura de pastagem" width="370" height="284" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/estrutura-do-pasto.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/estrutura-do-pasto-300x230.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/estrutura-do-pasto-270x207.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/estrutura-do-pasto-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Patricia Rodrigues</span></p>
<p>A relação folha/colmo, índice de área foliar, massa de forragem, densidade de folhas verdes e altura média são componentes da estrutura do pasto responsáveis por influenciar a ingestão de forragem pelos animais, pois alteram as variáveis do comportamento ingestivo.</p>
<p>Na dimensão vertical, a altura e a distribuição dos componentes (folha, colmo) são as principais variáveis, e na dimensão horizontal é a massa de forragem, sendo essas as variáveis mais importantes que devem ser consideradas na avaliação da estrutura.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-de-bovinos-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-42003 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new.png" alt="Pós-graduação em Nutrição de Bovinos de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Altura do pasto</h3>
<p>Maiores alturas implica em maturidade da planta e alongamento de colmo, havendo progressiva lignificação, que confere aumento na força de ruptura e induz os animais a selecionarem a forragem a ser consumida, reduzindo a massa do bocado e aumentando o tempo por bocado.</p>
<p>Com isso a taxa de consumo diminui, devido às limitações da estrutura do pasto, ou seja, alta presença de colmos podem ser uma barreira física ao processo de pastejo, dificultando o consumo .</p>
<p>A altura do pasto na condição de pré-pastejo apresenta alto grau de associação com os valores de interceptação luminosa pelo dossel, conforme observado em pesquisas realizadas com <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/brachiaria-principais-especies/" rel="noopener">forrageiras tropicais</a></strong>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41417" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-especies-forrageiras.png" alt="Tabela com altura de espécies forrageiras " width="772" height="419" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-especies-forrageiras.png 772w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-especies-forrageiras-300x163.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-especies-forrageiras-768x417.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-especies-forrageiras-370x201.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-especies-forrageiras-270x147.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-especies-forrageiras-740x402.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-especies-forrageiras-150x81.png 150w" sizes="auto, (max-width: 772px) 100vw, 772px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Altura de pré-pastejo de espécies forrageiras sob lotação intermitente com base em 95% IL. </span></p>
<p>Dessa forma, <strong>estratégias de manejo</strong> determinadas pelo controle de altura do pasto é uma variável consistente para determinar as respostas da pastagem e dos animais, em estudos sobre taxa de ingestão de forragem.</p>
<p>Assim, torna-se mais prático entender as modificações na estrutura do pasto, e das respostas dos animais a essas variações.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10858 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/altura-do-pasto.jpg" alt="Altura do pasto" width="370" height="493" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/altura-do-pasto.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/altura-do-pasto-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/altura-do-pasto-270x360.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Patricia Rodrigues. </span></p>
<h3>Massa de forragem</h3>
<p>A <strong>massa de forragem</strong> pode ser definida como <strong>peso total de forragem por unidade de área</strong>, acima da altura de corte do capim, sendo usualmente expressa em kg/ha de MS.</p>
<p>Conhecer as diversas variações de massa de forragem entre espécies de forrageiras é importante para tomada de decisões do manejo do pastejo.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10859 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/pastagem.jpg" alt="Pastagem desenvolvida" width="722" height="542" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/pastagem.jpg 722w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/pastagem-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/pastagem-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/pastagem-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/pastagem-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 722px) 100vw, 722px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Patricia Rodrigues. </span></p>
<p>A partir do momento que 95% de toda a luz incidente é interceptada pela planta, a produção de folhas velhas aumenta e de folhas novas diminui, causando redução no acúmulo de folhas e intenso acúmulo de colmo e material senescente.</p>
<p>Nessa situação, a altura e a massa de forragem dos pastos aumentam, porém o valor nutritivo fica comprometido por apresentar menores proporções da parte mais digestível (folhas).</p>
<h3>Relação folha/colmo</h3>
<p>Uma relação folha/colmo elevada, pode caracterizar uma planta com maior teor de proteína e boa digestibilidade, o que confere boa aceitabilidade aos animais e alta ingestão.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10860 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/folha-colmo.jpg" alt="Análise de folhas da pastagem" width="370" height="277" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/folha-colmo.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/folha-colmo-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/folha-colmo-270x202.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/folha-colmo-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Patricia Rodrigues. </span></p>
<p>As folhas representam o componente com maior quantidade de tecidos não lignificados, como mesofilo, o que confere melhor qualidade nutricional e menor tempo de retenção no rúmen, consequentemente maior taxa de passagem.</p>
<p>O colmo apresenta maior presença de tecidos lignificados (epiderme e esclerênquima) onde menos de 50% da parede é prontamente digestível e utilizada pelo animal, o que compromete a eficiência de pastejo, como consequência da redução na relação folha:colmo.</p>
<p>Por isso, a relação folha/colmo pode atuar também como indicador da facilidade de apreensão da forragem pelo animal.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10861 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/relacao-folha-colmo.jpg" alt="Relação folha colmo " width="542" height="342" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/relacao-folha-colmo.jpg 542w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/relacao-folha-colmo-300x189.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/relacao-folha-colmo-370x233.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/relacao-folha-colmo-270x170.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 542px) 100vw, 542px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Senar. </span></p>
<p>O <strong>comportamento ingestivo</strong> de animais em pastejo é sensível a variações na estrutura do pasto, onde qualquer falha ocorrida no dimensionamento da oferta de forragem pode repercutir em amplo impacto no desempenho animal.</p>
<p>A quantidade e qualidade de massa verde produzida é determinada pelo acúmulo de forragem que ocorre durante o período de rebrotação das plantas (pós pastejo).</p>
<p>Em lotação rotativa, após a saída dos animais dos piquetes, o pasto começa a rebrotar, visando recompor a área foliar, interceptar luz e crescer novamente, acumulando nova quantidade de forragem para ser utilizada no próximo pastejo.</p>
<p>Dessa maneira, a interceptação luminosa (IL), associada à altura, tem sido a estratégia mais usada para manejar pastagens sob lotação rotativa, visando controlar as características estruturais do pasto.</p>
<h3>Consumo de matéria seca por bovinos</h3>
<p>O consumo total de forragem de um animal em pastejo é o resultado do acúmulo de forragem consumida em cada bocado, e da frequência com que realiza, durante todo tempo em que passa se alimentando.</p>
<p>A ingestão de forragem por bocado é muito sensível a variações na estrutura do pasto, particularmente na sua altura. Quando a massa do bocado é reduzida, ocorre queda correspondente na taxa de consumo, a menos que um incremento compensatório na taxa de bocados seja observado.</p>
<p>Desse mesmo modo, o consumo diário de forragem também será afetado se qualquer redução na taxa de consumo não puder ser compensada por um incremento no tempo de pastejo.</p>
<p>Os fatores associados à estrutura do pasto, bem como ao comportamento ingestivo dos animais, incluem seleção da dieta, tempo de pastejo, massa de bocado e taxa de bocados, sendo o bocado a unidade mais importante referente ao consumo.</p>
<p>O consumo pode ser dado pelo produto da massa de bocado, do tempo e número de refeições ao longo do dia.</p>
<h3>Tempo de pastejo, massa e taxa de bocado</h3>
<p>O <strong>tempo em pastejo</strong> é definido como o tempo em que o animal está apreendendo a forragem e mastigando-a e/ou deslocando-se com a cabeça baixa, podendo variar de acordo com a estrutura do pasto refletindo a facilidade de colheita da forragem.</p>
<p>A <strong>massa de forragem</strong>, altura, densidade, baixo <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fibra-efetiva-na-nutricao-de-bovinos-em-confinamento/" target="_blank" rel="noopener">teor de fibra</a></strong> das folhas, presença de barreira física (colmo) são características da estrutura do pasto que determinam os mecanismos utilizados pelos animais durante o processo de pastejo, interferindo o tempo de pastejo.</p>
<p>A variável tempo de pastejo é inversamente proporcional ao consumo, ou seja, quanto maior a massa de bocado, menor será o tempo de pastejo. Atividades como deslocamento, seleção, busca, manipulação e colheita do alimento estão inseridas na variável tempo de pastejo.</p>
<p>Sob baixa oferta de forragem, o tempo de pastejo aumenta, assim como a frequência de bocados, buscando atender a demanda diária de ingestão de matéria seca e consequentemente as exigências nutricionais diárias.</p>
<p>O tempo destinado ao pastejo de bovinos não deve ultrapassar de 12 a 13h, vez que tempos acima desses valores podem influenciar negativamente as atividades ruminais dos animais.</p>
<p>A <strong>massa do bocado</strong>, pode ser definida como o produto entre a densidade volumétrica pelo volume do bocado, sendo este, função da área do bocado e profundidade. É a variável mais importante na determinação do consumo de animais em pastejo, é mais influenciada pela estrutura do pasto.</p>
<p>Diferente da massa de bocado, a taxa de bocado é o número de bocados em determinado período de tempo, sendo usada para calcular a taxa instantânea de consumo, dada em bocados/min . Sob condições de menor oferta de forragem, a taxa de bocado tende a aumentar, porém, o incremento não é suficiente para evitar diminuição na taxa de consumo, com isso o animal compensa no aumento de tempo de pastejo.</p>
<p>Em algumas situações a massa de bocado é inversamente proporcional à taxa de bocados, o que confirma que dosséis com maiores massas de forragens demandam mais movimentos mandibulares e mastigação do que de bocados e apreensão.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>Os componentes da estrutura do pasto afetam diretamente a ingestão de matéria seca por influenciarem o comportamento digestivo dos bovinos. O controle da intensidade e frequência de pastejo, visa oferecer ao animal uma estrutura com elevada relação folha-colmo, que favorece o processo de pastejo.</p>
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		<title>Cerca elétrica no manejo do gado de corte: veja como utilizar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2020 18:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[cerca]]></category>
		<category><![CDATA[cerca elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A forragem representa a principal fonte de alimento para a produção de bovinos de corte no Brasil. Um consenso entre técnicos e pecuaristas é que a criação dos animais a pasto permite ganhos produtivos e econômicos, isso porque o custo da arroba produzida em pastagens é significativamente menor do que o custo dessa mesma arroba, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A forragem representa a <strong>principal fonte de alimento para a produção de bovinos de corte no Brasil</strong>. Um consenso entre técnicos e pecuaristas é que a criação dos animais a pasto permite ganhos produtivos e econômicos, isso porque o custo da arroba produzida em pastagens é significativamente menor do que o custo dessa mesma arroba, produzida no confinamento, por exemplo.</p>
<p>Entretanto, há um fator importante a se destacar, para que alcancemos bons resultados, tanto em desempenho zootécnico e principalmente em desempenho econômico financeiro. É indispensável que a utilização dessas pastagens seja realizada de maneira adequada e eficaz.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Qual a importância de um bom manejo das pastagens?</h2>
<p>O manejo bem feito do pastejo e das pastagens é determinante para o sucesso na atividade, bem como para a obtenção dos resultados positivos, produzir a supracitada, arroba com menores custos, e isso só se faz possível com uma condução bem ajustada dos recursos forrageiros disponíveis.</p>
<p>Além de proporcionar boas possibilidades referentes ao ganho de peso, bem como a bons resultados econômicos, <strong>o manejo correto das pastagens e do pastejo, está diretamente relacionado à manutenção das condições dessa pastagem</strong>.</p>
<p>Estima-se que 80% das pastagens do Brasil, encontram-se em algum grau de degradação, esse fato se dá, entre outros motivos, principalmente pela falha no processo de condução de manejo dessas pastagens.</p>
<p>De maneira resumida e direta, o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/" target="_blank" rel="noopener">manejo correto das pastagens</a></strong> se torna possível, basicamente, quando respeitamos as alturas daquela forrageira quando os animais entram e saem de uma determinada área empastada.</p>
<p>Outros fatores, como adubação, correção de solo, controle de invasora, localização de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/voce-sabe-a-importancia-de-mexer-o-cocho/" target="_blank" rel="noopener">cochos</a></strong> e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bebedouro-para-gado-e-a-importancia-da-qualidade-da-agua/" target="_blank" rel="noopener">bebedouros</a></strong> e outros, compõem esse processo, mas o princípio básico de respeitar as alturas de entrada e saída é fundamental.</p>
<p>Esse princípio só se faz possível, quando conduzimos os animais às pastagens nesse momento ideal, para isso existem algumas ferramentas e métodos de pastejo. Basicamente, podemos citar alguns desses métodos:</p>
<ol>
<li><strong>Pastejo alternado</strong><span style="font-weight: 400;">, quando um mesmo lote alterna momentos de pastejo entre dois piquetes; </span></li>
<li><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pastejo rotacionado</strong></a>,<span style="font-weight: 400;"> quando um lote utiliza 3 ou mais piquetes para pastejar. </span></li>
</ol>
<p>Esses são exemplos de métodos de manejo que permitem essa condução de maneira eficiente.</p>
<p>Cada um desses métodos e suas variáveis, apresentam suas características, benefícios e pontos de ajuste, entretanto, um fator é indispensável nesse processo, independente de qual manejo se escolha, e principalmente no manejo rotacionado, a cerca, sendo um componente de extrema importância nesse contexto.</p>
<p>Somente com uma <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cerca-ideal-para-a-propriedade/" target="_blank" rel="noopener">boa estrutura de cerca</a></strong>, é possível a condução desses animais, da maneira que nós desejamos. Existem algumas estruturas de cerca possíveis de serem utilizadas, e uma delas vem ganhando destaque: <strong>a cerca elétrica</strong>.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-cerca-eletrica-pecuaria-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-cerca-eletrica&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39631 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-cerca-eletrica.png" alt="E-book Cerca elétrica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-cerca-eletrica.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-cerca-eletrica-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-cerca-eletrica-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-cerca-eletrica-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-cerca-eletrica-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-cerca-eletrica-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-cerca-eletrica-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>O uso de cerca elétrica na condução dos animais</h2>
<p>A <strong>cerca elétrica</strong> é uma alternativa importante que, diferente das cercas convencionais de arame liso, a “cerca paraguaia”, podem ser móveis e de grande praticidade. Permitindo a condução do pastejo, potencializando e maximizando a utilização das pastagens.</p>
<p>A mobilidade e a praticidade da cerca elétrica ganham um destaque ainda maior, quando adotamos o pastejo rotacionado. A frequência da movimentação dos animais, e a necessidade de uma grande rede estrutural de cerca, são pontos que favorecem a utilização dessa tecnologia.</p>
<p>A <strong>cerca elétrica também tem encontrado muita resistência por parte dos produtores</strong> e funcionários devido à eficiência em segurar os animais na área delimitada, mas, quando se utiliza materiais de boa qualidade e a construção é criteriosa, a sua eficácia é muito alta.</p>
<p>Critérios como qualidade do aterramento, dimensionamento do aparelho eletrificador, vida útil do material, utilização de fio negativo, proteção contra descargas elétricas (raios) e uso de linha-mestra são muito importantes para o bom resultado deste tipo de cerca.</p>
<h3>Vantagens da cerca elétrica para gado</h3>
<ul>
<li>Melhor aproveitamento das pastagens;</li>
<li><span style="font-weight: 400;">Fácil e rápida construção;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Facilita o manejo;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Amansa os animais;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Versátil;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Viável </span>economicamente<span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Ideal para sistemas de integração.</span></li>
</ul>
<p>Dicas práticas para um bom funcionamento e vida útil da cerca é o grande “tripé” que garante a eficiência e a perfeita utilização de sistemas de cerca elétrica. Esse tripé é composto pela associação de potência adequada, isolamento eficiente e um aterramento bem feito.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como realizar o dimensionamento das cercas elétricas?</h2>
<h3>Aterramento das hastes</h3>
<p>Este é um dos pontos-chave para o <strong>sucesso da cerca elétrica</strong>, principalmente quando o solo não tem boa condutividade, em específico em estações secas.</p>
<p>Quando o animal toca ao mesmo tempo nos dois fios, tanto no fio positivo quanto fio terra (fase neutra), ele fecha o circuito via fio aterrado.</p>
<p>O número de hastes deve variar de acordo com o tamanho do aparelho, mas deve ter no mínimo 3 hastes. Existe um teste que indica a quantidade necessária para aterrar cada aparelho em cada tipo de solo. Esse teste consiste em medir a voltagem no aterramento após colocar 3 hastes em contato com a cerca e o solo (a uma distância de 100 metros do aterramento).</p>
<p>É muito importante que as hastes sejam aterradas em local que fique úmido mesmo na época da seca. Caso isto não seja possível, o aterramento deverá ser molhado com fartura e semanalmente na época de seca.</p>
<p>Lembrar que se a haste for de cobre, o fio de ligação deve ser de cobre e se for zinco, fio de ligação deve ser de zinco. A distância entre as hastes é de 3 metros. Quando o raio de distância do aparelho ultrapassar 1 Km, devem ser construídos aterramentos secundários no fio negativo usando uma ou duas hastes em cada aterramento.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10359 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/aterramento-cerca-eletrica.jpg" alt="Aterramento de cerca elétrica" width="925" height="225" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/aterramento-cerca-eletrica.jpg 925w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/aterramento-cerca-eletrica-300x73.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/aterramento-cerca-eletrica-768x187.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/aterramento-cerca-eletrica-370x90.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/aterramento-cerca-eletrica-270x66.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/aterramento-cerca-eletrica-740x180.jpg 740w" sizes="auto, (max-width: 925px) 100vw, 925px" /><span style="font-size: 10pt;">Diagrama de aterramento da cerca elétrica. Fonte: Manual prático de cercas elétricas da Speedrite.</span></p>
<h3>Proteção contra raios</h3>
<p>É outro fator muito importante. Deve ficar a uma distância de 20 metros do aterramento do aparelho. É feito no fio eletrificado, sendo que ele é interrompido com um isolador tipo castanha e interligado com uma mola própria (resistência).</p>
<p>Próximo à mola deve ser colocado o centelhador e este ligado ao fio eletrificado e ao aterramento contra raios. Este aterramento deve ter sempre uma haste a mais que o aterramento do seu respectivo aparelho. Em projetos muito longos, podem ser feitas outras proteções secundárias.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-10360 aligncenter" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/protecao-cerca-eletrica.jpg" alt="" width="740" height="281" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/protecao-cerca-eletrica.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/protecao-cerca-eletrica-300x114.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/protecao-cerca-eletrica-370x141.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/protecao-cerca-eletrica-270x103.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px" /><span style="font-size: 10pt;">Esquema de ligação da proteção contra raios. Fonte: Manual prático de cercas elétricas da Speedrite.</span></p>
<h3>Número e altura de fios</h3>
<p>As cercas devem, no mínimo, ter dois fios (dois fios positivos ou um positivo e outro negativo), sendo que o fio de cima a uma altura 100-110 cm (positivo) e o fio de baixo (negativo) com 50-60 cm do solo.</p>
<p>Nas áreas de sequeiro onde há má distribuição de chuvas, também em projetos mais distantes (acima de 5 km de raio) e solos mais arenosos há a necessidade de que o fio de baixo seja sem choque (negativo).</p>
<p>Nas áreas irrigadas, como o uso será intensivo, a cerca pode ser com os dois fios positivos (devido ao solo úmido), o que torna esta cerca mais segura. O fio negativo deve acompanhar toda a cerca e em todas as passagens subterrâneas até que chegue ao aterramento principal do aparelho.</p>
<p>No aterramento, este fio deve ser ligado à haste mais distante do aparelho. O arame deve ser próprio para cerca elétrica (tripla camada de galvanização), mas o arame ovalado pode ser usado (é mais caro e tem vida útil menor).</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10361 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/fio-cerca-eletrica.jpg" alt="Altura de fios da cerca elétrica" width="768" height="231" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/fio-cerca-eletrica.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/fio-cerca-eletrica-300x90.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/fio-cerca-eletrica-370x111.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/fio-cerca-eletrica-270x81.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/fio-cerca-eletrica-740x223.jpg 740w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /><span style="font-size: 10pt;">Esquema de isolamento. Fonte: Manual prático de cercas elétricas da Speedrite. </span></p>
<h3 style="text-align: left;">Dimensionamento do aparelho</h3>
<p>A recomendação do aparelho é que este tenha a potência de 1 Joule para 5 km de fio eletrificado (metade da distância recomendada pelos fabricantes), visando suprir possíveis perdas.</p>
<p>Importante ressaltar que, quanto mais intensificado for o sistema, maior será a demanda por potência, devido a pressão dos animais ser maior e mais frequente em sistemas com alta densidade demográfica.</p>
<h3>Uso de fio subterrâneo em passagens</h3>
<p>Nas passagens de porteiras e estradas é mais indicado o uso de fio subterrâneo com dupla camada de revestimento, ao contrário do fio aéreo ou de arames revestidos por mangueiras. Nestas passagens deve passar também o fio negativo (arame sem capa).</p>
<h3>Uso de catracas isoladas</h3>
<p>Nos casos de linhas de cercas mais longas (acima de 100 m) é indicado o uso de catracas isoladas para manter a boa tensão dos fios positivos (fácil manutenção). No caso das cercas de pivô onde os lances são curtos (50 metros) não há esta necessidade.</p>
<h3>Uso de madeira em lances curtos</h3>
<p>Nas linhas longas há a necessidade do uso de esticadores nos cantos, com diâmetro acima de 10 cm. Nos lances curtos de pivô e nas estacas de meio pode ser usada madeira com diâmetro de 6-8 cm.</p>
<p>A distância entre estacas pode ser até de trinta metros (média de 20 m) No caso dos lances do pivô serão usadas 3 estacas por lance.</p>
<h3>Uso de isoladores</h3>
<p>Os isoladores devem ser de bom isolamento e com proteção para raios UV. Os melhores são do tipo W ou anel, mas a mangueira própria também pode ser usada. Nos isoladores de canto é usado o tipo castanha.</p>
<h3>Porteiras</h3>
<p>É sugerido o uso de porteiras com molas de maior elasticidade (igual à do para-raios), com manopla isolante própria e o mesmo número e altura de fios existentes na cerca. Nestas porteiras elétricas, a largura deve ser de 6-8 metros. Também nos corredores, quando houver, a largura deve ser de 8 metros.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10362 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/porteira-cerca-eletrica.jpg" alt="Porteira com cerca elétrica" width="740" height="229" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/porteira-cerca-eletrica.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/porteira-cerca-eletrica-300x93.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/porteira-cerca-eletrica-370x115.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/porteira-cerca-eletrica-270x84.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px" /><span style="font-size: 10pt;">Esquema de isolamento das porteiras. Fonte: Manual prático de cercas elétricas da Speedrite. </span></p>
<h3>Área de Lazer</h3>
<p>O mínimo de área por animal deve ser de 10 m2, onde houver mais espaço a área poderá ser de 20 m2 por animal. A sombra é muito importante e a sua projeção deve ter, no mínimo, 4 m2 por animal.</p>
<h3>Aceiros</h3>
<p>Com relação aos aceiros, os aparelhos quando bem dimensionados, suportam algumas perdas com o encosto do capim. Isto deve ser monitorado com o voltímetro e quando estiver sendo limitante, deve ser feito o aceiro químico (dessecante). Normalmente é feito no início do verão nas áreas de sequeiro e outra segunda vez (se necessário) nas áreas irrigadas.</p>
<h3>Ligações</h3>
<p>As ligações feitas nas passagens subterrâneas, nos cantos de cercas e nas emendas devem ser de boa qualidade e com grampo conector próprio.</p>
<p>No caso de desligar as cercas que não estão sendo usadas, ela deve ser feita com chave própria (chave faca). Para que não se gaste muitas chaves e para diminuir a administração, esta chave pode ser usada de maneira setorizada.</p>
<h3>Linha-Mestra</h3>
<p>Em projetos com raio muito grande (acima de 5 km), é necessário o uso de uma linha-mestra que leve energia para a cerca nas áreas mais distantes. Esta linha deve conter mais fios eletrificados (3 ou 4) e interligados entre si.</p>
<h3>Painel Solar</h3>
<p>Um grande avanço para utilização da cerca elétrica, é a disponibilidade da utilização de fontes de energia elétrica, fotovoltaicas. Essa ferramenta permite que cercas elétricas sejam instaladas distantes da rede elétrica convencional, sem que haja perda da eficiência da utilização.</p>
<h2>Garanta o sucesso com um projeto bem elaborado</h2>
<p>O <strong>uso de cerca elétrica</strong> é uma tecnologia <strong>bastante eficiente que permite ganhos imensuráveis</strong>, com a adoção de pastagens rotacionadas, seja em pivôs ou não.</p>
<p>Utilizar e demandar da estrutura correta para a implantação do processo é essencial para o perfeito funcionamento e garantia de sucesso dessa tecnologia. Um bom projeto garante o sucesso de seu uso, com baixos custos de manutenção.</p>
<h2>Chegou a hora de profissionalizar sua pecuária de corte</h2>
<p>A competitividade no setor é cada vez maior, e só os pecuaristas que investem em gestão conseguem se manter lucrativos a longo prazo.</p>
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		<title>Coccidiose bovina: sintomas, tratamento e controle</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/coccidiose-bovina/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2020 13:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[coccidiose]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento de bovinos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O avanço da pecuária e a grande corrida pelo aumento das margens de lucro na atividade, é inevitavelmente acompanhada por grandes desafios. Dentre esses desafios, os sanitários requerem atenção, pois podem e irão comprometer a saúde e o desempenho dos animais. Além dos impactos econômicos diretos, causados pela perda devido à morte de animais, o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O avanço da pecuária e a grande corrida pelo aumento das margens de lucro na atividade, é inevitavelmente acompanhada por grandes desafios. Dentre esses desafios, os sanitários requerem atenção, pois podem e irão comprometer a saúde e o desempenho dos animais.</p>
<p>Além dos impactos econômicos diretos, causados pela perda devido à morte de animais, o impacto econômico nos sistemas é significativo, causado pela queda no desempenho e produtividade de animais acometidos, apresentando ou não sintomatologia por diversas doenças.</p>
<p>O aumento da densidade dos animais dentro dos sistemas de produção, associado a baixa qualidade das fontes de água fornecida a esses animais, implica em grandes desafios e podem ser o “estopim” para a demonstração de uma série de doenças dentro das fazendas.</p>
<p>Um desses problemas, que se destaca na produção pecuária, principalmente em <a href="https://rehagro.com.br/blog/voce-esta-cuidando-bem-da-sua-cria/"><strong>sistemas de cria</strong></a>, é a <strong>eimeriose ou coccidiose</strong>.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>O que é coccidiose bovina?</h2>
<p>A <strong>coccidiose bovina</strong> é uma <strong>parasitose causada por um protozoário do gênero <i>Eimeria</i></strong>, um dos mais importantes gêneros causadores de problemas gastrointestinais em bovinos de todo o mundo.</p>
<p>O principal desafio relacionado a coccidiose nos sistemas de produção, está relacionado a bezerros de até um ano de idade. Entretanto, em ambientes de alta densidade populacional, podem acometer animais adultos.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sanidade-gado-de-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-sanidade-gado&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39640 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png" alt="E-book Sanidade do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como ocorre a infecção pela coccidiose?</h2>
<p>Sistemas mais intensivos, com grande densidade de animais, geram em sumo, ambientes mais contaminados, úmidos, com grande acúmulo de matéria orgânica. Também em <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bebedouro-para-gado-e-a-importancia-da-qualidade-da-agua/">bebedouros</a></strong>, predispondo a contaminação dos animais.</p>
<p>A contaminação dos animais pela <em>Eimeria</em> ocorre quando há a ingestão de oocistos esporulados da <em>Eimeria</em><i>, </i>ao ingerirem água, alimentos ou até mesmo lambendo outros animais, onde bezerros ingerem junto os oocistos esporulados advindos de animais infectados.</p>
<p>Por sua vez, os animais infectados irão eliminar nas fezes novos oocistos, que se tornam esporulados e ficam viáveis por um longo período de tempo no ambiente. Temperaturas superiores a 35ºC, baixa umidade e exposição a luz solar, tornam esses oocistos inviáveis.</p>
<p>Por esses motivos, <strong>manter ambientes, limpos e secos, são um grande auxílio contra a infecção por eimeria.</strong></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-19698 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Produção de Gado de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Quais os sintomas da coccidiose bovina?</h2>
<p>Grande parte dos animais infectados pela coccidiose, <strong>não apresentam quadro clínico da doença</strong>. Entretanto, podem e provavelmente terão seu desempenho comprometidos pelo protozoário.</p>
<p>Alguns fatores, como estresse, condição nutricional, e eficiência da resposta imune e principalmente o volume do oocisto ingerido podem interferir na demonstração clínica da doença.</p>
<p>A destruição de células intestinais acometidas, além de prejudicar funções do órgão, podem causar rompimento de vasos sanguíneos levando ao principal sintoma da doença. Os animais acometidos, que apresentam o quadro clínico, <strong>apresentam principalmente uma diarreia sanguinolenta</strong>, característica mais marcante no quadro da doença.</p>
<p>Além da diarreia sanguinolenta, os animais acometidos, podem apresentar falta de apetite (comum também em animais que não apresentam o quadro clínico), emagrecimento e fraqueza.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11088 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/coccidiose-1.jpg" alt="Fezes com sangue" width="502" height="283" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/coccidiose-1.jpg 502w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/coccidiose-1-300x169.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/coccidiose-1-370x209.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/coccidiose-1-270x152.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 502px) 100vw, 502px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Dr. Jose Zambrano, consultor sanitarista do Rehagro.</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11089 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/coccidiose-2.jpg" alt="Animais com coccidiose" width="487" height="365" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/coccidiose-2.jpg 487w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/coccidiose-2-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/coccidiose-2-370x277.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/coccidiose-2-270x202.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/coccidiose-2-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 487px) 100vw, 487px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Dr. José Zambrano, consultor sanitarista do Rehagro.</span></p>
<h2>Diagnóstico da coccidiose bovina</h2>
<p>O primeiro passo para um <strong>controle correto e eficiente da coccidiose nas propriedades</strong>, é justamente o diagnóstico para confirmar a infecção. Isso permite ações precisas e assertivas, levando ao sucesso do controle.</p>
<p>O diagnóstico deve passar primeiramente por uma anamnese sistemática e profunda. <strong>Entender as características do sistema de produção onde o problema ocorre</strong>, avaliar as estruturas de fornecimento de água e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-dicas-basicas-da-alimentacao-e-manejo-nutricional-de-gado-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">alimento dos animais</a></strong>, além é claro, de avaliar a sintomatologia dos animais, é <strong>fundamental para se chegar ao diagnóstico correto.</strong></p>
<p>Além da anamnese para confirmar a suspeita de coccidiose, é necessário fazer um levantamento epidemiológico na fazenda.</p>
<p>Para esse levantamento, selecionamos amostras de animais em cada faixa etária. Por exemplo, em uma propriedade de cria, apresentando problemas com bezerros mamando selecionamos bezerros com 30 dias de idade, com 60, 90, 120, 150 e 180 dias, e de maneira aleatória faz-se a coleta de fezes desses animais.</p>
<p>As fezes coletadas devem ser armazenadas em resfriadas, em uma caixa com gelo, por exemplo, e enviadas ao laboratório, quando não for possível realizar a análise na própria fazenda.</p>
<p>No laboratório, próprio ou terceiro, será realizado o exame de contagem de ovos por grama de fezes OPG (o OPG é realizado para aproveitar a amostra de fezes coletadas) e contagem de oocistos por grama de fezes OOPG. Esse último, específico para coccídeo, onde identificaremos e confirmaremos a suspeita de infecção por coccidiose.</p>
<p>No resultado de OOPG, podemos encontrar animais com negativos, animais apresentando contagens de oocistos entre 0 e 200, onde já identificamos a presença da eimeria na propriedade, animais com resultado entre 200 e 800, onde já ligamos a alerta para o problema e animais que realmente apresentam problemas com contagens superiores a 800 oocistos por grama de fezes.</p>
<p>Com resultado dessas amostras conseguimos identificar alguns pontos importantes, por exemplo, quais os retiros mais acometidos, qual a faixa etária de idade de animais mais acometidos e qual o lote de maior desafio, por exemplo.</p>
<h2>Tratamento da coccidiose bovina</h2>
<p>Após a <strong>identificação e a confirmação do diagnóstico por coccidiose na propriedade</strong>, vamos então focar na resolução do problema.</p>
<p>O primeiro ponto diz respeito ao tratamento e recuperação dos animais doentes, aqueles animais apresentando sintomatologia, diarreia sanguinolenta e os animais que apresentarem no OOPG em grande volume de contagem de oocisto por grama de fezes podem vir a óbito pela doença e devem ser tratados individualmente.</p>
<p>No mercado nacional, hoje, temos duas bases de medicamentos que podem ser utilizados no combate da coccidiose, <strong>a sulfa e o toltrazuril</strong>.</p>
<p>Uma importante limitação na utilização da sulfa está ligado a possível resistência a essas bases e outra limitação está ligado a frequência de administração das doses indicadas, sendo necessário várias aplicações para obtenção de resultados satisfatórios.</p>
<p>Os medicamentos, a base de toltrazuril, são drogas ministradas via oral. Entretanto, animais tratados apresentam ótimas respostas com apenas uma dose administrada. Ele se torna um medicamento de maior facilidade, principalmente pensando na praticidade em propriedades com grandes volumes de bezerros.</p>
<h2>Como realizar o controle da coccidiose bovina?</h2>
<p>Além do tratamento de animais doentes, é de suma importância que as propriedades, façam o controle da doença. Isso evitará o aparecimento de novos animais doentes, também mitigando a infecção dos demais animais.</p>
<p>O controle deve ser inicialmente voltado ao fornecimento de água de boa qualidade, de preferência em bebedouros artificiais, a manutenção e a conservação dos bebedouros também deve ser realizada com frequência.</p>
<p>A limpeza das praças de alimentação, dos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/voce-sabe-a-importancia-de-mexer-o-cocho/">cochos</a></strong> e a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">utilização de pastagens</a></strong> mais baixas em maternidades e pastos voltados aos bezerros, também deve auxiliar no controle.</p>
<p>Além das ferramentas de manejo e conservação dos ambientes de criação dos animais, supracitados, outros dois pontos importantes podem ser utilizados auxiliando no controle da doença. Aditivos como monensina e salinomicina, por exemplo, são excelentes coccidiostáticos.</p>
<p>A utilização desses aditivos fornecidos no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/creep-feeding-e-creep-grazing-como-funcionam-as-suplementacoes-de-bezerros/"><em>creep-feeding</em></a></strong> dos bezerros, será uma boa alternativa em propriedades com grandes desafios. Sabe-se que bezerros muito jovens, 2 a 3 meses de idade, consomem pouco <em>creep</em>, mas a medida que vão crescendo e adaptam-se com o <em>creep</em>, essa técnica auxilia muito.</p>
<p>Por fim, a suplementação mineral das matrizes, apesar de raramente causar problemas em adultos, a utilização de aditivos no mineral das fêmeas diminui a carga parasitária e por consequência diminuem a contaminação da coccidiose do ambiente.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>A <strong>coccidiose bovina é um desafio real,</strong> principalmente em propriedades de cria. A perda de animais e principalmente a diminuição do desempenho e da capacidade produtiva desses animais durante toda a vida, representa um impacto significativo ao sistema como um todo.</p>
<p>Várias são as estratégias de controle. Avaliar as possibilidades e escolher a que melhor se adeque a cada realidade é um passo importante para o sucesso da atividade.</p>
<h2 data-start="563" data-end="889">O diferencial entre fazendas comuns e de alta performance está aqui</h2>
<p data-start="563" data-end="889">A pecuária de corte moderna exige gestão, estratégia e aplicação prática do conhecimento.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-36397" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp" alt="Cristiano Rossoni - Coordenador de Cursos Pecuária de Corte" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-270x86.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-150x48.webp 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Silagem de espigas, grãos úmidos e reconstituídos para gado de corte</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/silagem-de-espigas-e-graos-umidos/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/silagem-de-espigas-e-graos-umidos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2020 18:11:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[animais]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[fazendas]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição bovina]]></category>
		<category><![CDATA[silagem]]></category>
		<category><![CDATA[snaplage]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nosso 23º webinar gado de corte foi sobre &#8220;Silagem de espigas de milho, grãos úmidos e reconstituídos para gado de corte&#8220;. Trata-se de uma palestra gratuita feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab. Principais pontos do webinar O uso de silagem de grãos úmidos e reconstituídos melhora a eficiência alimentar dos animais. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nosso 23º webinar gado de corte foi sobre &#8220;<strong>Silagem de espigas de milho, grãos úmidos e reconstituídos para gado de corte</strong>&#8220;. Trata-se de uma palestra gratuita feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab.</p>
<h2 id="destaques">Principais pontos do webinar</h2>
<ul>
<li>O uso de silagem de grãos úmidos e reconstituídos melhora a eficiência alimentar dos animais.</li>
<li>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/por-que-usar-snaplage/" target="_blank" rel="noopener">silagem de espigas</a></strong> pode substituir outras fontes de energia na dieta dos animais.</li>
<li>A escolha entre grãos úmidos, grãos reconstituídos e silagem de espigas depende de critérios nutricionais, logísticos e econômicos.</li>
<li>É importante monitorar a umidade da silagem, a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tipos-de-moinho-para-moagem-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">moagem dos grãos</a></strong> e o uso de inoculantes para garantir a qualidade do alimento.</li>
<li>A adaptação dos animais e o monitoramento constante são fundamentais para o sucesso da utilização dessas silagens.</li>
</ul>
<p>Quem esteve no comando do evento online foi Thiago Bernardes, professor do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Lavras (UFLA).</p>
<p>Se tiver dúvidas ou ressalvas sobre silagem de espigas, deixe seu comentário registrado. Nossa equipe técnica irá respondê-lo!</p>
<p>Se você ainda não assistiu a explicação do professor, clique no link abaixo:</p>
<h2>Como potencializar o lucro de sua fazenda?</h2>
<p>Aqui no Rehagro, temos <a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=webinar-silagem-graos-umidos" target="_blank" rel="noopener"><strong>Curso Gestão da Pecuária de Corte</strong></a>. Nele, nossos mais experientes consultores abordam:</p>
<ul>
<li aria-level="1">Nutrição e pastagens;</li>
<li aria-level="1">Sanidade;</li>
<li aria-level="1">Reprodução;</li>
<li aria-level="1">Diagnóstico da propriedade;</li>
<li aria-level="1">Gestão financeira e de pessoas.</li>
</ul>
<p>O conteúdo vai direto ao ponto: como realizar a gestão dos principais pilares da pecuária lucrativa com o objetivo de ampliar a lucratividade do negócio.</p>
<p>Para saber mais informações, visite nossa página:</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Suplementação para bovinos de corte: importância e utilização</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-para-bovinos-de-corte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Nov 2018 15:57:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[manejo nutricional]]></category>
		<category><![CDATA[suplementação bovina]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=5581</guid>

					<description><![CDATA[<p>A produção de bovinos no Brasil é predominantemente baseada na utilização de pasto, sendo a fonte mais econômica de nutrientes para os ruminantes nos trópicos. A estacionalidade de produção das forrageiras tropicais devido ao impacto das condições climática é uma realidade na produção de bovinos a pasto, que prejudicam a produção das pastagens no inverno. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-para-bovinos-de-corte/">Suplementação para bovinos de corte: importância e utilização</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A produção de bovinos no Brasil é predominantemente <strong>baseada na utilização de pasto</strong>, sendo a fonte mais econômica de nutrientes para os ruminantes nos trópicos.</p>
<p>A estacionalidade de produção das forrageiras tropicais devido ao impacto das condições climática é uma realidade na <strong>produção de bovinos a pasto</strong>, que prejudicam a produção das pastagens no inverno.</p>
<p>Esses períodos, também conhecidos por época de seca, são caracterizados pela redução de incidência de luz solar, temperatura e pluviosidade, podendo um ou mais desses fatores serem mais ou menos predominantes em cada região.</p>
<p>Os fatores supracitados interferem no crescimento das <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/brachiaria-principais-especies/">forrageiras</a></strong>, diferenciando-o da época do verão.</p>
<p>Nos períodos de seca, há uma redução nos nutrientes das plantas, principalmente de proteínas e minerais com o avanço do processo de maturação das <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/">pastagens</a></strong>. Nesse cenário, um plano nutricional com a utilização de suplementos para o gado torna-se fundamental ganhos satisfatórios.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
<script>
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    region: "na1",
    portalId: "5430441",
    formId: "f83e655b-67de-4fbe-b12a-88b7e9461712"
  });
</script></p>
</div>
<p>Embora as pastagens das águas não sejam consideradas deficientes em proteínas, a exigência do animal pode superar esses valores, o que resulta em ganhos de peso obtidos nestas condições aquém do observado quando uma estratégia de suplementação adequada é adotada.</p>
<p>Desta forma, a curva de crescimento animal fica comprometida, aumentando a idade ao abate e/ou ao primeiro parto, dependendo da categoria animal que a fazenda trabalha.</p>
<p>Contudo, variações quantitativas e qualitativas de forragens ao longo do ano comprometem os índices produtivos, afetando na produção por animal e por área.</p>
<p>Diante disso, <strong>torna-se importante avaliar a utilização dos suplementos e concentrados</strong>, já que para um ganho de peso satisfatório temos que ajustar as deficiências das pastagens e intensificar o sistema de produção para maximizar a lucratividade da propriedade.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-suplementacao-gado-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=guia-suplementacao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39643 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png" alt="E-book Suplementação do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Importância da suplementação para bovinos de corte</h2>
<p>Quando a oferta de pastagem, quantitativa e qualitativamente, não é suficiente para suprir as exigências nutricionais e atender as necessidades para o desempenho esperado, se faz necessário a utilização de suplementos e um plano nutricional adequado para o gado ao longo do período.</p>
<p>A suplementação surge como aliada para maximizar a produção animal individual e aumentar a produção por área. Quando feita de forma correta, suprindo as exigências básicas dos animais, os resultados serão sempre positivos.</p>
<p>A qualidade da pastagem ofertada aos nossos animais, é de suma importância e terá grande influência na produção. Por isso, <strong>o manejo correto das pastagens e do pastejo</strong>, nas águas e nos períodos das secas, <strong>é uma prática que deve ser implementada na propriedade</strong>, quando visamos uma produção lucrativa.</p>
<p>Um manejo de pastagem bem feito associado ao bom planejamento nutricional, garante a expressão máxima do potencial produtivo dos animais, reduzindo inclusive custos com suplementação e em outras frentes dentro da propriedade, como nos custos operacionais.</p>
<p>Vale ressaltar que as forragens representam cerca de 70 a 95% da dieta do animal, dependendo da suplementação adotada, em um sistema de criação a pasto.</p>
<p>Portanto, a suplementação maximiza resultados e evita perdas de peso em épocas desafiadoras, porém, ela não corrige a deficiência e inadequado manejo das pastagens.</p>
<p>Em resumo, a suplementação de animais em pastejo é uma ferramenta que nos permite corrigir dietas desbalanceadas, melhorando o ganho de peso vivo, a conversão alimentar, e por consequência, diminui os ciclos produtivos da pecuária de corte.</p>
<h2>Área de cocho</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O cocho é uma instalação rural viável e indispensável para a pecuária que permite a disponibilização correta dos suplementos para o gado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Infelizmente, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/voce-sabe-a-importancia-de-mexer-o-cocho/">a inspeção dos cochos</a></strong> nas propriedades é uma das práticas mais negligenciadas. Antes de representar custo, o cocho é uma solução eficaz para levar nutrientes aos animais de forma simples e barata.</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11517" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/suplementacao-gado-corte-3.jpg" alt="Cocho para o gado" width="500" height="479" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/suplementacao-gado-corte-3.jpg 533w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/suplementacao-gado-corte-3-300x288.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/suplementacao-gado-corte-3-370x355.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/suplementacao-gado-corte-3-270x259.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/suplementacao-gado-corte-3-313x300.jpg 313w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><span style="font-size: 10pt;">Técnico do Rehagro, Hugo Pereira, mensurando a dimensão dos cochos para avaliar o espaçamento de cocho. Fonte: Arquivo pessoal de Cristiano Rossoni, técnico do Rehagro.</span></p>
<p>No manejo diário em fazendas, podemos identificar erros comuns para essas estruturas, como:</p>
<ul>
<li>Quantidade e dimensionamento inadequados;</li>
<li>Localização errada;</li>
<li>Cochos descobertos que permitem o suplemento sofrer alterações físico-químicas, desperdiçando a mistura e altera o padrão de consumo;</li>
<li>Formação de atoleiros ao redor do cocho, dificultando ou mesmo impedindo o acesso dos animais;</li>
<li>Falta de reposição adequada do suplemento.</li>
</ul>
<p>A quantidade e o tamanho dos cochos, devem estar diretamente relacionadas com o número de animais existentes no pasto, sendo que quanto maior o número de animais, maior a quantidade de metros de cochos, necessários para aquele rebanho.</p>
<p>Outros fatores a ser considerados são o tamanho dos pastos e a topografia da fazenda, que dependendo do caso (terrenos inclinados e acidentados) podem até dobrar ou triplicar a necessidade normal de cochos.</p>
<p>A necessidade de cocho é variável de acordo com a suplementação utilizada, de forma geral, quando maior e mais rápido for o consumo dos animais de determinado suplemento, maior será a exigência por espaçamento de cocho.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11519" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/suplementacao-gado-corte-5.jpg" alt="Cocho com acesso aos dois lados" width="500" height="425" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/suplementacao-gado-corte-5.jpg 565w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/suplementacao-gado-corte-5-300x255.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/suplementacao-gado-corte-5-370x314.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/suplementacao-gado-corte-5-270x229.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/suplementacao-gado-corte-5-353x300.jpg 353w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><span style="font-size: 10pt;">Em cochos com acesso aos dois lados, os animais se posicionam intercalados e nunca cabeça com cabeça. Fonte: Arquivo pessoal de Cristiano Rossoni, técnico do Rehagro. </span></p>
<h2>Importância da suplementação mineral</h2>
<p>A concentração de minerais nas plantas forrageiras é bastante variável, pois dependem do gênero, espécie e variedade; época do ano, do tipo de solo e suas condições.</p>
<p>Os minerais obtidos pelos ruminantes são em sua totalidade advindos da ingestão de alimentos, uma vez que os ruminantes não são capazes de sintetizar elementos minerais.</p>
<p>Os minerais estão envolvidos em quase todas as vias metabólicas do organismo animal e na fermentação ruminal, com funções importantes na performance reprodutiva, no crescimento, no metabolismo energético, na função imune entre outras tantas funções fisiológicas.</p>
<p>Diante disso, <strong>os requerimentos minerais não são apenas para a manutenção da vida, como também para o aumento da produtividade animal</strong>.</p>
<p>No Brasil, a deficiência mineral sofrida pelos animais ruminantes ainda é observada em fazendas, embora seja notório que este cenário venha melhorando devido a maior adoção da suplementação pelos gestores.</p>
<p>A suplementação mineral do rebanho deve ser feita de forma objetiva, considerando a sanidade, categoria, produtividade e aspectos econômicos. O consumo de suplemento mineral é de 0,025% PV, podendo ser maximizado quando adicionado milho para possibilitar a adição de aditivos alimentares, denomina-se “sal mineral aditivado”.</p>
<p>Algumas características para um <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-mineral-para-bovinos-de-corte/">suplemento mineral</a></strong> completo aceitável para bovinos, são:</p>
<ol>
<li>Incluir sais minerais de alta qualidade que contenham as melhores formas biologicamente disponíveis de cada elemento mineral, e evitar a inclusão mínima de sais minerais contendo elementos tóxicos.</li>
<li>Ser suficientemente palatável para permitir o consumo adequado em relação às exigências da categoria animal que será suplementada.</li>
<li>Ser produzido por um fabricante idôneo com controle de qualidade, e garantias quanto aos valores de etiqueta.</li>
<li>Ter um tamanho de partícula aceitável, permitindo uma mistura adequada, sem partículas muito pequenas que acabam sendo perdidas.</li>
<li>Ser formulado para uma determinada área, nível de produtividade animal, ambiente (temperatura, umidade, etc.) na qual será utilizado, e ser tão econômico quanto possível.</li>
</ol>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Importância da suplementação proteica</h2>
<p>A suplementação proteica causa efeitos positivos associativos quando adicionada à dieta de forragem de baixa qualidade, principalmente na época seca do ano.</p>
<p>Produtos proteicos ureados, potencializam o ganho de peso de bovinos que consomem forragem de moderada a baixa qualidade por aumentar a ingestão e degradabilidade da forragem.</p>
<p>O consumo de um suplemento proteico é de 0,1% PV, o que é denominado também de suplemento de baixo consumo. Consumo de 0,3% PV é considerado suplementação proteico energética, já que requer maiores níveis de energia através da adição de insumos energéticos no suplemento.</p>
<p>Entretanto, <strong>a suplementação proteica na estação seca só é eficiente quando a forragem disponível não for limitante</strong>. Por exemplo, pastagens muito “passadas”, em que houve a formação de talos, a ingestão será limitada pela dificuldade de apreensão do alimento e tempo de pastejo do animal, o que a suplementação não conseguirá suprir o déficit na ingestão de matéria seca diário.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11518" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/suplementacao-gado-corte-4.jpg" alt="Cocho com distribuição uniforme do suplemento" width="500" height="666" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/suplementacao-gado-corte-4.jpg 607w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/suplementacao-gado-corte-4-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/suplementacao-gado-corte-4-370x493.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/suplementacao-gado-corte-4-270x360.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><span style="font-size: 10pt;">Cocho com distribuição uniforme do suplemento. Fonte: Arquivo pessoal de Cristiano Rossoni, técnico do Rehagro.</span></p>
<p>Outro ponto importante para considerar na suplementação é a relação carboidratos e proteína da dieta. Aqui quando falamos dieta, estamos nos referindo à forragem e suplemento juntos.</p>
<p>O simples aumento dos teores proteicos do material ingerido não é uma garantia de maior suprimento intestinal de proteína por unidade de matéria seca ingerida, ou maior quantidade de proteína absorvida.</p>
<p>Tal eficiência no aproveitamento da fração proteica, depende da disponibilidade de energia para os microrganismos ruminais utilizarem a amônia oriunda da proteína degradada ou da ureia no rúmen.</p>
<p>Essa sincronia aumentará a produção de proteína microbiana, e esta sim será responsável pelo suprimento de aproximadamente 70% das exigências proteicas do animal.</p>
<p>Portanto, maximizar a produção de proteína microbiano é um dos grandes objetivos da suplementação proteica.</p>
<p>Desse modo, conseguimos entender a necessidade da adição de ureia no suplemento para o fornecimento “imediato” de amônia no rúmen para o crescimento microbiano.  Sempre que os teores proteicos das gramíneas estivem abaixo do valor mínimo de 7% de PB, se torna um fator limitante para atividade dos microrganismos do rúmen.</p>
<p>Exemplos de insumos proteicos:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Farelo de soja (48 a 50% de PB e 82% de NDT);</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/coprodutos-da-industria-do-algodao-para-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">Farelo de algodão</a></strong> (38 a 41% de PB e 66 a 75% de NDT);</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Ureia (45% de N, PB tem 16% de N, logo, o equivalente de ureia é 281% Cada kg de ureia equivale a 2,81 kg de PB;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Outros: Farelo de amendoim, cevada, glúten de milho, etc.</li>
</ul>
<p>Destes insumos supracitados, a ureia é comumente citada pelos pecuaristas como estratégia de uso nas fazendas, ligada também a possibilidade de redução de custos da dieta, pela substituição parcial de fontes proteicas vegetais.</p>
<p>Os microrganismos ruminais conseguem transformar o nitrogênio vindo da ureia em um equivalente proteico de altíssima qualidade.</p>
<p>Apesar desta característica, é importante ressaltar que, a ureia é extremamente solúvel, em contato com o ambiente ruminal, é rapidamente degradada e transformada em amônia, o excesso de nitrogênio será transportado para o fígado, onde poderá sofrer uma reciclagem e voltar como ureia por via metabólica através da saliva, onde será aproveitado pelo animal, este processo demanda muita energia, o que levará a redução da disponibilidade da mesma para o animal.</p>
<p>A alta concentração de amônia no rúmen, irá fazer com que não ocorra um sincronismo entre as fermentações de carboidratos ocorre, portanto, uma redução da captura ruminal de nitrogênio  para a síntese de proteínas microbianas devido à falta de carboidratos no rúmen, levando a um quadro de intoxicação.</p>
<p>Casos de intoxicação por ureia são relatados por vários motivos, muitas vezes essa intoxicação esta diretamente ligada com a forma de distribuição da ureia para o animal. Essas intoxicações são mais relatadas quando ocorre o acúmulo de água no cocho, diluindo a ureia na água.</p>
<p>O bovino ao “beber essa sopa” ingeri níveis muito acima da capacidade utilização no rúmen, causando quadro de intoxicação. A ingestão diária máxima de ureia é de 40 g a cada 100 kg de PV.</p>
<p>É comum utilizarmos o sal ureado na época da seca, que nada mais é que o sal mineral mais a ureia, porém, alguns cuidados devem ser levados em consideração, como:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Cochos cobertos e inclinados, com furos para evitar o excesso de água;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Jamais fornecer ureia misturada em água;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Deve ser introduzida de maneira gradativa (iniciando com 20g/100kg PV).</li>
</ul>
<p>No contexto descrito, o fornecimento de suplementos proteicos propicia melhorias no desempenho animal, desde que aplicados de forma correta, considerando os valores nutricionais e disponibilidade da forrageira.</p>
<h2>Importância da suplementação energética</h2>
<p>O uso de maiores quantidades de alimentos concentrados energéticos para bovinos de corte é inevitável, uma vez que o melhoramento genético dos animais é acompanhado ao aumento das exigências nutricionais, e consequentemente maior desempenho animal.</p>
<p>A suplementação energética (suplemento de alto consumo) tem consumo superior a 0,3% PV, sendo que acima de 0,7% PV consideramos como ração, já que o fornecimento de 1% PV equivale 50% da dieta.</p>
<p>O crescimento microbiano no rúmen depende da quantidade de energia proveniente da fermentação ruminal. Uma característica que são relatadas com o uso desta suplementação, é o efeito de substituição. Este ocorre quando o suplemento alimentar reduz a ingestão da forragem. Começamos observar isso na prática quando o consumo de suplemento é maior que 0,5% PV.</p>
<p>O uso correto desta suplementação a pasto, é uma estratégia interessante no período das águas e secas. <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/periodo-de-transicao-seca-aguas/">Nas águas</a></strong>, onde o nível de proteína da forrageira está alto e o de energia mais baixo, são relatados aumento de ganho de peso médio diário de animais destinados para produção de carne. Porém, nas secas quando deseja-se ter ganhos superior a 0,4 kg/dia, esta estratégia é comumente adotada.</p>
<p>Um exemplo de estratégia são animais suplementados energeticamente na recria a pasto, podem entrar mais pesados no confinamento e podem ser abatidos mais pesados ou com o mesmo peso de animais não suplementados, porém com menor tempo de confinamento.</p>
<p>Os alimentos com alto teor de energia, 75 a 92% de NDT (%MS) e &lt; 12% de PB são:</p>
<ul>
<li>Milho;</li>
<li>Sorgo;</li>
<li>Milheto;</li>
<li>Polpa cítrica;</li>
<li>Farelo de trigo;</li>
<li>Farelo de mandioca, entre outros.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11520" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/suplementacao-gado-corte-6.jpg" alt="Suplementação de gado" width="375" height="500" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/suplementacao-gado-corte-6.jpg 599w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/suplementacao-gado-corte-6-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/suplementacao-gado-corte-6-370x493.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/suplementacao-gado-corte-6-270x360.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 375px) 100vw, 375px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Arquivo pessoal, Cristiano Rossoni.</span></p>
<h2>Suplementação de animais a pasto é uma estratégia!</h2>
<p>A suplementação mineral com energia e/ou proteína na produção de gado de corte é estabelecida de acordo com o valor nutritivo da forragem, intimamente ligado à estratégia de manejo do pasto.</p>
<p>A suplementação afeta a taxa de lotação, que decresce linearmente com acréscimo na altura de pastejo, independente da suplementação utilizada. No entanto, a lotação deve ser sempre superior nos pastos em que os animais recebem suplemento proteico energético em relação aos suplementados com sal mineral.</p>
<p>Dessa forma, pode-se manter mais animais na mesma área, com a utilização da suplementação, em que é possível aumentar a capacidade suporte dos pastos, refletindo em maior produtividade por área.</p>
<p>É importante que o uso de <a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-a-pasto-maximize-resultados-na-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>suplementos venha a interagir com o pasto</strong></a> de forma a aperfeiçoar o uso da pastagem pelos animais. Além disso, deve-se sempre respeitar a capacidade de conversão alimentar e a ingestão do animal, em termos de custo/benefício e <a href="https://rehagro.com.br/blog/bem-estar-animal-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>bem-estar animal</strong></a>.</p>
<h2 data-start="169" data-end="231">Transforme decisões nutricionais em resultados consistentes</h2>
<p data-start="233" data-end="594">A suplementação adequada é peça-chave para potencializar o desempenho do rebanho, mas ela só gera retorno real quando está aliada a uma gestão técnica e estratégica.</p>
<p data-start="233" data-end="594">No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão na Pecuária de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende a analisar dados, tomar decisões com base em indicadores e aplicar soluções que impactam diretamente na rentabilidade da fazenda.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tripanossomose bovina: principais sintomas, tratamento e como evitar</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/tripanossomose/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/tripanossomose/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Oct 2018 14:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[animais]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[doenças em bovinos]]></category>
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		<category><![CDATA[rebanho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A tripanossomose bovina é uma doença causada por um parasita chamado Trypanosoma vivax, que atinge especificamente ruminantes, como bovinos, ovinos e caprinos. A transmissão desse hemoparasita originário da África pode ocorrer tanto por meio de moscas hematófagas &#8211;  tabanídeos e mosca-dos-estábulos (Stomoxys calcitrans) &#8211;  quanto após a utilização de uma mesma agulha em vários animais [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A tripanossomose bovina é uma doença causada por um parasita chamado <em><strong>Trypanosoma vivax</strong>, </em>que atinge especificamente ruminantes, como bovinos, ovinos e caprinos.</p>
<p>A transmissão desse hemoparasita originário da África pode ocorrer tanto <strong>por meio de moscas hematófagas</strong> &#8211;  tabanídeos e mosca-dos-estábulos (<em>Stomoxys calcitrans</em>) &#8211;  quanto <strong>após a utilização de uma mesma agulha em vários animais</strong> durante a aplicação de medicamentos e vacinas.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Tripanossomose bovina nas Américas</h2>
<p>A primeira ocorrência do <em>T.vivax</em> nas Américas foi na Guiana Francesa e, mais tarde, em outros países da América do Sul, Central e em algumas ilhas do Caribe. O primeiro relato na Venezuela foi em 1920 e em 1931 na Colômbia.</p>
<p>Na época, importavam-se muitos animais da Venezuela para a Colômbia, então, acredita-se que essa doença tenha sido disseminada por meio da importação de gado.</p>
<p>No Brasil a tripanossomose bovina é considerada nova, mas não é tão recente assim, e já existe há muitos anos no norte do país. Lá, <strong>o estágio é de endemia</strong> e os transmissores são as moscas tabanídeos, que se adaptam a períodos chuvosos e são de difícil controle.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-prevencao-controle-mastite-bovina?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-mastite&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39652 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png" alt="E-book Prevenção e controle da mastite bovina" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Tripanossomose bovina no sudeste do Brasil</h2>
<p>No sudeste o problema é a <em>Stomoxys calcitrans</em>, que se prolifera em ambientes úmidos e que têm matéria orgânica. Na região norte, o parasita se instalou e os animais já adquiriram resistência à doença &#8211; é uma situação crônica.</p>
<p>Agora, em São Paulo e no Rio de Janeiro, a tripanossomose chegou de surpresa por algum motivo, como pelo transporte de animais, e causou um estrago. <strong>Não existe programa de vacinação, mas é como se o gado do norte/nordeste fosse imunizado e o do sudeste não.</strong></p>
<p>Em 2007 tivemos o primeiro caso de tripanossomose bovina<em> </em>em Minas Gerais e o contágio na região nada tem a ver com as moscas hematófagas. O que mais temos visto é a doença ocorrer em animais na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/boas-praticas-de-ordenha/" target="_blank" rel="noopener">ordenha</a></strong>, principalmente devido ao uso da ocitocina.</p>
<p>Ao aplicar o hormônio na veia mamária da vaca, suga-se o sangue contaminado e transfere-se o parasita aos outros animais devido ao uso repetido da agulha infectada.</p>
<p>Em todas as fazendas que chegamos, que apresentam mortes e baixa produtividade por causa da doença, o problema está na ordenha. Geralmente, no estado, a <em>T.vivax</em> acomete animais livres da parasitose e que ainda não têm defesas para combatê-la.</p>
<p>Já em São Paulo, existe outra situação: os animais são atacados pelas moscas; então vemos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/criacao-de-bezerras-leiteiras-e-seus-desafios/" target="_blank" rel="noopener">bezerros</a></strong>, garrotes, vacas e bois reprodutores, todos infectados.</p>
<p>As usinas de cana-de-açúcar dão origem ao vinhoto, que é utilizado nas lavouras no processo de fertirrigação.</p>
<p>Essa matéria orgânica é rica em nutrientes e favorece a reprodução das moscas. Por isso, como existem várias usinas no estado, a população de <em>Stomoxys</em> na região é altíssima.</p>
<h2>Sinais clínicos da tripanossomose</h2>
<p>Quando ocorre surto de <em>Trypanosoma vivax</em> numa fazenda, <strong>a produtividade é reduzida em torno de 50% a 60%</strong>. O parasita se instala no sangue, causando anemia e mucosas pálidas.</p>
<p>Em determinado momento do ciclo, ele se aloja nos linfonodos, provocando inchaço no local e hipertermia. Outros sintomas também são o emagrecimento e a cegueira, porque o parasita pode se hospedar na câmara anterior do olho.</p>
<p>Observamos o seguinte: após cerca de dois meses da entrada de um animal infectado na fazenda, o surto é iniciado. Neste momento, <strong>a produção de leite é reduzida em 40 &#8211; 60%</strong> e 5% dos que ficam doentes, morrem &#8211; o que representa cerca de 4 a 6 animais por fazenda; o tempo de vida após a infecção é de 15 a 21 dias.</p>
<p>Quando a parasitose é transmitida no momento da aplicação da ocitocina, a quantidade de sangue infectado que é repassado aos outros animais e a imunidade de cada um, impacta no desenvolvimento da doença. Se o animal é forte, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/7-dicas-para-estimular-consumo-de-alimentos-em-vacas/" target="_blank" rel="noopener">bem alimentado</a></strong>, ele é mais resistente e demora a adoecer.</p>
<p>Vários trabalhos mostram que a tripanossomose quando ataca os machos causa uma inflamação nos testículos e epidídimos chamada orquite epididimite, ocasionando diminuição da fertilidade e deixando a qualidade do sêmen comprometida.</p>
<p>A tripanossomose é uma doença muito inespecífica, não existe um sinal clínico que facilite a sua identificação. Um dos sintomas, como o aborto, por exemplo, é provocado por várias doenças como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/brucelose-bovina/" target="_blank" rel="noopener">brucelose</a></strong>, leptospirose, neosporose, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tristeza-parasitaria-bovina/" target="_blank" rel="noopener">tristeza parasitária bovina</a></strong>, entre outras.</p>
<p>A tripanossomose é uma <strong>doença de rebanho aberto</strong>, de propriedades que compram e vendem gado. Em rebanhos fechados, geralmente, não há problema algum, porque não existe o risco de contágio por um animal externo infectado no momento da aplicação da ocitocina, por exemplo.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5206 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/tripanossomose4.jpg" alt="Animal com Tripanossomose" width="435" height="319" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/tripanossomose4.jpg 435w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/tripanossomose4-300x220.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/tripanossomose4-370x271.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/tripanossomose4-270x198.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/tripanossomose4-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 435px) 100vw, 435px" /><span style="font-size: 10pt;">Animal com sinais clínicos de tripanossomose</span></p>
<h3>A doença acomete humanos e outros animais?</h3>
<p>Outros animais, como cães, cavalos e até mesmo nós, humanos, podemos contrair outros tipos de tripanossomose, que nada têm a ver com a que atinge os bovinos.</p>
<p>Os equinos podem ser infectados pelo <em>Trypanosoma evansi, </em>já os cães e humanos, pelo <em>Trypanosoma cruzi</em>, a famosa doença de chagas.</p>
<h2>Tratamento da tripanossomose bovina</h2>
<p>A <strong>doença tem tratamento</strong>, mas é preciso cuidado com o medicamento, dose e via a ser utilizada. Dependendo da forma como a parasitose é combatida, os animais podem adquirir resistência. Neste caso, após um ou dois meses da primeira infecção, o contágio volta a ocorrer, atingindo todo o rebanho.</p>
<p>Dessa forma, por erro de tratamento, a doença retorna e causa os mesmos transtornos, baixa de produtividade e mortes, como se nunca tivesse ocorrido na fazenda em questão.</p>
<p>O melhor tratamento é feito à base de <strong>“cloreto de isometamidium”</strong>. O medicamento deve ser aplicado na medida correta &#8211; 1mg/kg. Muitas pessoas, para fazer economia, utilizam meio miligrama por quilo, ou seja: a metade da dose.</p>
<p>Muitos dizem que o tratamento não funciona, mas não é bem assim. A eficácia perdura por um período aproximado de 3 meses &#8211; tempo necessário para o produtor controlar a infecção. Se o problema não é resolvido em sua essência, com a regulagem da ocitocina ou o controle das moscas, os surtos continuarão ocorrendo.</p>
<h2>Quais erros podem ser evitados?</h2>
<ul>
<li>Compra de gado sem procedência.</li>
<li>Má <strong>aplicação de ocitocina</strong>.</li>
<li>Falta de controle de vetores.</li>
<li>Diagnóstico intuitivo. O diagnóstico do <em>Trypanosoma vivax </em>deve ser feito por um veterinário, pois a doença possui diversos sinais clínicos e é de difícil identificação.</li>
</ul>
<p>O caminho para se prevenir a tripanossomose nas fazendas é o <strong>cuidado com a compra de gado</strong> e esse é um desafio.</p>
<p>Mas, é possível driblar a doença e impedir que o rebanho seja contaminado no momento da ordenha, durante a aplicação da ocitocina. Utilizamos a estratégia de ter uma seringa para cada animal.</p>
<p>Dividimos as agulhas em dois potes &#8211; em um deles colocamos as agulhas limpas e no outro as que já foram utilizadas. Dessa forma, é impossível a contaminação. Logo depois de aplicar a ocitocina em todas as vacas, lavamos as seringas com água e sabão e pronto, podemos utilizá-las novamente.</p>
<p>Outra possível alternativa é a <strong>eliminação do uso de ocitocina</strong>. Vacas holandesas, Jersey, animais mais puros, produzem leite sem a necessidade de um bezerro ou da ocitocina como estímulo.</p>
<p>Já os animais mestiços, que precisam da estimulação externa, é possível treiná-los desde o nascimento.</p>
<p>É um trabalho demorado, mas o melhor exemplo que podemos dar, é a Fazenda Santa Luzia, uma das maiores produtoras do país com animais Girolando, atendida pelo Rehagro Consultoria em Passos (MG). Hoje a propriedade não utiliza ocitocina.</p>
<h2>Controle de doenças e gestão estratégica para mais lucro no leite</h2>
<p>A Tripanossomose bovina pode comprometer seriamente a saúde do rebanho e a rentabilidade da fazenda.</p>
<p>No <span style="font-weight: 400;"><strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong></span> do Rehagro, você aprende a integrar prevenção de doenças, manejo eficiente e gestão financeira para garantir produtividade, qualidade do leite e resultados sustentáveis.</p>
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		<title>Semiconfinamento de bovinos de corte: veja boas práticas dessa estratégia</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/semiconfinamento-na-pecuaria-de-corte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jun 2018 15:47:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[confinamento]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[semiconfinamento]]></category>
		<category><![CDATA[sistema de produção de bovinos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A intensificação na utilização das pastagens na produção de gado de corte torna-se vantajosa quando falamos em diluição dos custos fixos, devido à redução da idade de abate e aumento na taxa de lotação. Sabe-se que a estacionalidade das plantas forrageiras é um dos principais fatores limitantes para altas produções. Dessa maneira, o semiconfinamento surge [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A intensificação na utilização das pastagens na produção de gado de corte torna-se vantajosa quando falamos em diluição dos custos fixos, devido à redução da idade de abate e aumento na taxa de lotação.</p>
<p>Sabe-se que a estacionalidade das <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-especie-forrageira-para-a-sua-fazenda/">plantas forrageiras</a></strong> é um dos principais fatores limitantes para altas produções.</p>
<p>Dessa maneira, <strong>o semiconfinamento surge como uma estratégia para manutenção do equilíbrio de alimentos</strong> no sistema de produção, visando incrementar os níveis de produção animal (desempenho e ganho por área).</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Suplementação no semiconfinamento</h2>
<p>A utilização de <a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-para-bovinos-de-corte/"><strong>suplementos</strong></a> concentrados permite corrigir deficiências específicas de nutrientes na forragem para maximizar a atividade de digestão da fração fibrosa e, consequentemente, utilizar mais eficientemente os carboidratos estruturais, além de complementar a dieta em situações de escassez de forragem.</p>
<p>Nas situações onde o consumo é limitado pela baixa oferta de forragem, um suplemento pode substituir a forragem proveniente do pasto, constituindo às vezes o único alimento disponível. Os níveis de concentrado e as estratégias a serem usadas são dependentes da categoria animal e das metas de ganho de peso.</p>
<p>O semiconfinamento na pecuária de corte consiste em fornecer ração concentrada aos animais de 1 a 2% do peso corporal (PC), sendo caracterizadas pela grande produção de ácidos graxos de cadeia curta no rúmen, provocando quedas de pH, sendo necessários períodos de adaptação e possível uso de aditivos.</p>
<p><strong>Os ganhos de peso irão variar de acordo com a oferta de forragem</strong>, potencial genético dos animais, níveis de concentrado na dieta e alguns outros fatores.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-manejo-confinamento-gado-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-confinamento&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39633 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento.png" alt="E-book Confinamento de gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>A suplementação com altas quantidades de concentrado na pecuária de corte permite maiores ganhos de peso, melhor rendimento de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-carcaca-bovina/" target="_blank" rel="noopener">carcaça</a></strong> e acabamento, melhorando a eficiência do sistema de produção.</p>
<p>Em uma época de insumos caros como, por exemplo, o milho e a soja, é necessário encontrar alternativas as quais nos dão flexibilidade para trabalhar e possibilidade de ter o nosso custo de arroba produzida reduzido.</p>
<p>Diante dos altos desembolsos apresentados pelo <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/rotinas-no-confinamento-que-afetam-o-desempenho/">sistema de confinamento</a></strong> em infraestrutura e máquinas, a suplementação de alto consumo a pasto na produção de gado de corte vem se tornando uma ferramenta cada vez mais atrativa por apresentar menor imobilização de capital e índices econômicos também satisfatórios.</p>
<p>Além disso, é importante destacar que durante a fase de terminação, a eficiência de conversão (kg MS/kg PC), é reduzida quando comparada na recria.</p>
<p>Isso se deve ao fato da diminuição do acúmulo de músculo e aumento do crescimento do tecido adiposo, o qual necessita de mais energia para sua deposição, sendo necessária a adequação correta da suplementação nessa fase.</p>
<p>Normalmente, o período de terminação do gado de corte se dá em um momento em que as <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/" target="_blank" rel="noopener">pastagens</a></strong> apresentam baixa qualidade e baixa taxa de crescimento, limitando o consumo pelos mesmos. Dessa forma, torna-se desafiador produzir em uma situação extremamente desvantajosa.</p>
<p>Dessa forma, para terminar o gado de corte a pasto, em uma época com baixa oferta de forragem e baixo valor nutritivo, deve-se explorar o efeito substitutivo, deixando de ingerir forrageira para ingestão de concentrado, permitindo maior fornecimento de energia.</p>
<p>Nesse cenário, a forragem deixa de ser o componente principal da dieta, sendo importante apenas para a manutenção do ambiente ruminal minimamente saudável.</p>
<h2>Sistema de confinamento convencional x semiconfinamento na produção de gado de corte</h2>
<p>Ao comparar <strong>o sistema de confinamento convencional com o semiconfinamento, ou confinamento a pasto</strong>, recebendo altas quantidades de concentrado, a Agência Paulista de Tecnologia do Agronegócio (APTA) concluiu que a taxa de ganho de peso vivo é diferente entre os dois sistemas, sendo vantajoso para o confinamento convencional.</p>
<p>Porém, quando observaram o ganho em carcaça, a diferença foi de apenas 0,043 kg de carcaça por dia, ganhando 1 kg de peso vivo, chamando atenção para a forma de análise ao comparar as duas estratégias.</p>
<p>Nesse caso, como as dietas foram isoenergéticas, o <a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-o-rendimento-do-ganho-de-animais-abatidos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>rendimento do ganho</strong></a> (peso de carcaça final — peso de carcaça inicial/ peso vivo final — peso vivo inicial) foi afetado principalmente pelas mudanças no conteúdo do trato gastrointestinal e tamanho dos órgãos digestivos.</p>
<p>Quando os animais são suplementados com grandes quantidades de concentrado, o consumo de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fibra-efetiva-na-nutricao-de-bovinos-em-confinamento/" target="_blank" rel="noopener">fibra</a> </strong>na dieta se torna muito pequeno.</p>
<p>Com isso, tem-se o aumento da taxa de passagem, em função da maior digestibilidade da dieta, resultando em diminuição do conteúdo do trato digestivo. Assim, o rúmen não precisa armazenar tanto o alimento e acaba reduzindo o tamanho.</p>
<p>Portanto, <strong>o semiconfinamento na produção de gado de corte pode tornar-se uma ferramenta extremamente interessante e estratégica. </strong></p>
<p>Para os profissionais que forem utilizar essa ferramenta, é importante darem atenção para o ganho em carcaça e não apenas em peso vivo, uma vez que na terminação a pasto pode ser subestimada, quando não consideradas essas diferenças.</p>
<h2>Transforme pasto em arroba e aumente o lucro da fazenda</h2>
<p>Grande parte da pecuária de corte no Brasil ainda perde eficiência por não manejar corretamente as pastagens e por adotar estratégias de nutrição sem planejamento.</p>
<p>O <a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</strong></a> mostra, na prática, como aproveitar ao máximo o potencial das forrageiras, planejar a suplementação em cada fase e aumentar o ganho de peso por hectare. É conhecimento aplicado que resulta em mais arrobas produzidas e maior rentabilidade no rebanho.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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		<title>Pastejo rotacionado: veja a importância para sistemas de criação de gado de corte</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jun 2018 18:57:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pastejo rotacionado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil tem grande destaque como produtor de carne bovina no mundo. Apesar disso, existe um fator que deve ser considerado um grande gargalo, o manejo de pastejo incorrreto. Manejo de pastejo é associação entre solo-planta-animal, onde todos estes devem estar em harmonia para atingir uma alta produtividade com sustentabilidade. Método de pastejo é a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil tem grande destaque como produtor de carne bovina no mundo. Apesar disso, existe um fator que deve ser considerado um grande gargalo, o manejo de pastejo incorrreto.</p>
<p><strong>Manejo de pastejo</strong> é associação entre solo-planta-animal, onde todos estes devem estar em harmonia para atingir uma alta produtividade com sustentabilidade.</p>
<p>Método de pastejo é a técnica ou procedimento de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/">manejo de pastagem</a></strong>. Existem vários métodos de pastejo, do mais simples ao mais complexo, sendo eles, respectivamente:</p>
<ol>
<li>Pastejo contínuo;</li>
<li>Pastejo diferido;</li>
<li>Pastejo rotacionado;</li>
<li>Pastejo desponte/repasse.</li>
</ol>
<p><strong>O pastejo rotacionado é o método utilizado para intensificação da produção</strong>. Este método aumenta o ganho por área, mas dependendo da pressão de pastejo pode diminuir o ganho individual por animal. Ele dá a possibilidade de utilização de altas cargas animais, de 2 a mais de 5 U.A/ha média ano.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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  });
</script></p>
</div>
<h2>Como realizar o diagnóstico do pasto?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para a implantação do <strong>pastejo rotacionado</strong>, deve-se considerar o número de animais a serem manejados dessa forma e o potencial de crescimento da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-especie-forrageira-para-a-sua-fazenda/">forrageira</a></strong>. A partir do diagnóstico da situação atual, as áreas degradadas devem ser recuperadas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Áreas com forrageiras de alto potencial, com baixa carga animal em método de pastejo contínuo ou rotacionado, resultam em áreas de pasto desuniforme.</span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sistema-rotacionado-pastejo?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-sistema-rotacionado&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39642 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado.png" alt="E-book Sistema rotacionado de pastejo" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Subpastejo</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Aparecem, então, áreas sub pastejadas, onde o pasto está “sobrando” junto de áreas de superpastejo, onde se observa o oposto. Assim, o gado passa a evitar as áreas sub pastejadas, pois o capim fica passado. </span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10349" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/subpastejo.jpg" alt="Área de subpastejo" width="500" height="242" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/subpastejo.jpg 600w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/subpastejo-300x145.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/subpastejo-370x179.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/subpastejo-270x131.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><span style="font-size: 10pt;">Área de subpastejo.</span></p>
<h3>Superpastejo</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Já as áreas de superpastejo, acontecem pelo hábito dos bovinos em pastejar sempre a rebrota do capim. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso traz graves consequências, pois abre uma porta para o aparecimento de plantas invasoras, além de expor a superfície do solo nesses locais. </span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10350" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/superpastejo.jpg" alt="Área de superpastejo" width="500" height="374" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/superpastejo.jpg 600w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/superpastejo-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/superpastejo-370x277.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/superpastejo-270x202.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/superpastejo-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><span style="font-size: 10pt;"> Área de superpastejo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Comumente, essas áreas são próximas aos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bebedouro-para-gado-e-a-importancia-da-qualidade-da-agua/">bebedouros</a></strong> e comedouros. Deve-se, então, para então implementar o <strong>método de pastejo rotacionado</strong>, uniformizar o pasto, colocando um lote grande de animais nessas áreas, a fim de obrigá-los a comer o que está sobrando, ou então roçar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A escolha da forrageira é muito importante. Cada forrageira possui uma característica agronômica distinta, que se adequa melhor em determinadas condições climáticas, topografia, fertilidade e característica física do solo, dentre outras. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É necessário um período de descanso pós-pastejo que deve ser respeitado para que a planta consiga se recuperar e acumular reservas orgânicas. As forrageiras que possuem essa característica, então, encaixam-se muito bem ao método rotacionado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Algumas forragens que funcionam muito bem no pastejo rotacionado são: </span></p>
<ul>
<li><strong>De porte maior:</strong><span style="font-weight: 400;"> Mombaça, Tanzânia, Tobiatã, Andropogon, Capim-elefante;</span></li>
<li><strong>De porte baixo:</strong><span style="font-weight: 400;"> a maioria das <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/brachiaria-principais-especies/">braquiárias</a></strong>.</span></li>
</ul>
<h2>Como implantar o pastejo rotacionado?</h2>
<p>Para implantação desse método, o primeiro passo é <strong>mapear toda a área de pastagem efetiva da fazenda</strong> com GPS (Sistema de Posicionamento Global) e criar um mapa em um software como por exemplo o AutoCAD®.</p>
<p>Feito o mapa, são desenhadas as divisões das áreas em módulos e piquetes. Para saber o número de piquetes que se deve fazer, existe uma conta bem simples, mas antes é preciso fazer uma observação sobre período de ocupação e período de permanência.</p>
<p>O primeiro é o tempo total em que o piquete fica ocupado por animais no caso de mais de um lote (manejo de desponte/repasse). Já o período de permanência é o período em que um determinado lote permanece no piquete.</p>
<p>Assim, pode-se dizer que quando apenas um lote ocupa um piquete, o PP=PO. É importante conhecer essas diferenças para não errar na hora de calcular o número de piquetes.</p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>NP = (PD/PP) + Número de lotes</strong></em><b></b></p>
<p>Onde:</p>
<ul>
<li><strong>NP</strong> = número de piquetes;</li>
<li><strong>PD</strong> = período de descanso;</li>
<li><strong>PP</strong> = período de permanência;</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10351" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/projeto-pastoreio.jpg" alt="Mapa para pastoreio rotacionado" width="500" height="383" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/projeto-pastoreio.jpg 600w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/projeto-pastoreio-300x230.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/projeto-pastoreio-370x284.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/projeto-pastoreio-270x207.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/projeto-pastoreio-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><span style="font-size: 10pt;">Mapa da fazenda desenhado no AutoCAD<span style="font-weight: 400;">®, a partir do GPS. Fonte: aula de elaboração de projetos para pecuária de corte, Paulo César Costa, Equipe Rehagro.</span></span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10352" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/divisao-dos-modulos.jpg" alt="Divisões para pastoreio rotacionado" width="500" height="374" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/divisao-dos-modulos.jpg 600w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/divisao-dos-modulos-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/divisao-dos-modulos-370x277.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/divisao-dos-modulos-270x202.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/divisao-dos-modulos-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><span style="font-size: 10pt;">Divisões dos módulos e piquetes para o pastejo rotacionado. Fonte: aula de elaboração de projetos para pecuária de corte, Paulo César Costa, Equipe Rehagro. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Definido o número de piquetes, o próximo passo é instalar as </span><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cerca-ideal-para-a-propriedade/" target="_blank" rel="noopener">cercas na propriedade</a></strong><span style="font-weight: 400;">. As divisões dos piquetes podem ser feitas com </span><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cerca-eletrica-no-manejo-do-gado-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">cercas elétricas</a></strong><span style="font-weight: 400;">, pois, o investimento na implantação tem sido de duas a quatro vezes mais baixo quando comparado com a implantação de cercas convencionais, de arame liso ou farpado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os piquetes devem ser quadrados ou retangulares. O comprimento não deve passar de 3 vezes o da largura. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para economizar em instalações, construir praças de alimentação com saleiro e água, comuns a mais de um piquete tem sido bastante indicado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não é interessante fazer piquetes muito grandes para que não ocorra o sub e super pastejo. Os bovinos têm uma característica forte, eles preferem pastejar a uma distância de até 200 metros da fonte de água, deixando de comer em áreas cuja distância ultrapassam 600 metros. Eles só pastejam após 1,6 km de distância da água, quando 40 a 50% da </span><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/consumo-de-bovinos-a-pasto/" target="_blank" rel="noopener">forragem já tiver sido consumida</a></strong><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Depois de preparadas as instalações, deve ser iniciado o manejo. O lote entra no primeiro piquete do módulo, ocupa esse piquete por um determinado tempo, depois segue para o próximo piquete e assim por diante, completando então o <strong>ciclo de pastejo (CP)</strong>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O ciclo de pastejo nada mais é que a <strong>soma do período de ocupação (PO) com o período de descanso (PD)</strong>. O período de ocupação (PO) é o tempo em que os animais ficam no piquete e o período de descanso (PD) é o tempo entre os pastejos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para simplificar então temos o seguinte cálculo:</span></p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>CP = PO + PD</strong></em></p>
<p>Onde:</p>
<ul>
<li style="text-align: left;"><strong>CP</strong> = ciclo de pastejo;</li>
<li style="text-align: left;"><strong>PO</strong> = período de ocupação;</li>
<li><strong>PD</strong> = período de descanso.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10353 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/rotacao-de-pastagem.jpg" alt="Rotação de pastagem" width="554" height="320" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/rotacao-de-pastagem.jpg 554w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/rotacao-de-pastagem-300x173.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/rotacao-de-pastagem-370x214.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/rotacao-de-pastagem-270x156.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 554px) 100vw, 554px" /><span style="font-size: 10pt;">Piquetes de rotação de pastagem, com praça de alimentação (círculo vermelho) comum entre 4 piquetes mostrando como deve funcionar um rotacionado. </span></p>
<h3>Altura de entrada no piquete</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A altura de entrada é uma característica particular de cada forragem e é um dos pontos mais importantes para um manejo de pastejo rotacionado adequado. Erros neste ponto causam perdas na produção do capim, levando à baixa produtividade ao longo do ano. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Foram conduzidos inúmeros estudos e experimentos para estabelecer a altura de entrada de cada forragem. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sabe-se que quando a planta atinge o valor de 95% de interceptação luminosa, rapidamente ela passa do estágio vegetativo para o reprodutivo, alongando suas hastes, aumentando a distância entre folhas e dificultando a colheita dos animais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No momento em que a planta recebe na sua base apenas 5% de raios de luz, haverá boa quantidade de folhas em relação a hastes e material morto.    </span><span style="font-weight: 400;">  </span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10354" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/viabilidade-de-implementacao-do-pastoreio-rotacionado.jpg" alt="Interceptação luminosa" width="500" height="383" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/viabilidade-de-implementacao-do-pastoreio-rotacionado.jpg 598w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/viabilidade-de-implementacao-do-pastoreio-rotacionado-300x230.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/viabilidade-de-implementacao-do-pastoreio-rotacionado-370x283.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/viabilidade-de-implementacao-do-pastoreio-rotacionado-270x207.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/viabilidade-de-implementacao-do-pastoreio-rotacionado-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><span style="font-size: 10pt;">Situação quando temos interceptação luminosa em 95%. Fonte: Aspectos agronômicos para produção intensiva de leite a pasto &#8211; Sila Carneiro da Silva e Domício do Nascimento.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41432" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-manejo-forrageiras.png" alt="Manejo do pastejo de forrageiras" width="1226" height="494" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-manejo-forrageiras.png 1226w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-manejo-forrageiras-300x121.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-manejo-forrageiras-1024x413.png 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-manejo-forrageiras-768x309.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-manejo-forrageiras-370x149.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-manejo-forrageiras-270x109.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-manejo-forrageiras-740x298.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-manejo-forrageiras-150x60.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1226px) 100vw, 1226px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Essa tabela indica algumas alturas de entrada e saída de diversas forragens em diferentes épocas do ano. Fonte: Como planejar o pastoreio &#8211; Adilson Aguiar.</span></p>
<h3>Altura de saída</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A altura de saída também é um ponto importante, mas não tão importante quanto a altura de entrada. Se mal manejada na altura de saída, a planta terá dificuldade no seu restabelecimento pós-pastejo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas o que é o ideal? Devemos analisar então se é um sistema intensivo, com uma alta quantidade de nitrogênio no solo, associado a uma alta eficiência na coleta dos animais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesses casos, a altura de saída pode ser mais baixa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para definirmos o tempo ideal de cada piquete, devemos estar atentos a inúmeros fatores, como: </span></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Espécie da forragem;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Condição climática da região;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Topografia;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Densidade animal;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Adubação;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Pragas e doenças;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Condição de sombreamento;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/amostragem-do-solo-em-pastagens/">Fertilidade do solo</a></strong>. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse período deve ser bem respeitado para que o pasto residual consiga, então, rebrotar rápido e com vigor, para que a produção seja boa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É possível perceber que a viabilidade de implementação deste método é alta para sistemas de criação mais intensivos de bovinos de corte, pois o ganho/área é muito superior ao de outros métodos de pastejo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, o manejo não é simples. É necessária muita atenção para que não ocorram erros, principalmente ao observar a altura de entrada. Erros na altura de entrada podem levar a prejuízos enormes e o que poderia apresentar ótimos resultados pode se tornar um desastre.</span></p>
<h2 data-start="176" data-end="243">Manejo eficiente de pastagens começa com decisões bem planejadas</h2>
<p data-start="245" data-end="583">Implantar o pastejo rotacionado é uma das estratégias mais eficazes para aumentar a produtividade por hectare, melhorar a recuperação das pastagens e otimizar o desempenho do rebanho. Mas para que o sistema funcione de verdade, é preciso mais do que dividir piquetes, é necessário entender os impactos zootécnicos e econômicos do manejo.</p>
<p data-start="585" data-end="885">No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão na Pecuária de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende a conectar técnica e gestão, dominando os indicadores que fazem a diferença no campo e no bolso. Com aulas 100% online e práticas, o curso é ideal para quem quer produzir mais, com melhor aproveitamento da terra e maior rentabilidade.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/">Pastejo rotacionado: veja a importância para sistemas de criação de gado de corte</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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