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	<title>fungicidas Archives | Rehagro Blog</title>
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	<title>fungicidas Archives | Rehagro Blog</title>
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		<title>Fungicidas no café: guia completo para proteção e produtividade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jan 2026 13:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[cafeicultura]]></category>
		<category><![CDATA[doenças do café]]></category>
		<category><![CDATA[fungicidas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cafeicultura brasileira enfrenta constantemente desafios fitossanitários que podem comprometer significativamente a produtividade e a qualidade do produto final. As doenças fúngicas representam uma das principais ameaças à rentabilidade da lavoura de café, com potencial para causar perdas que variam de 30% a 50% da produção quando não manejadas adequadamente. O uso estratégico de fungicidas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A cafeicultura brasileira enfrenta constantemente desafios fitossanitários que podem comprometer significativamente a produtividade e a qualidade do produto final. As doenças fúngicas representam uma das principais ameaças à rentabilidade da lavoura de café, com potencial para <strong>causar perdas que variam de 30% a 50% da produção</strong> quando não manejadas adequadamente.</p>
<p>O uso estratégico de fungicidas no café tornou-se uma ferramenta indispensável no manejo integrado de doenças. No entanto, a eficiência desse controle depende diretamente do conhecimento técnico sobre os produtos disponíveis, o momento correto de aplicação e as melhores práticas de manejo.</p>
<p>Neste artigo, você encontrará um guia completo sobre fungicidas no café, abordando <strong>desde as principais doenças até estratégias práticas de aplicação</strong> que podem fazer a diferença no resultado final da sua lavoura.</p>
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<p>&nbsp;</p>
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<h2>Por que usar fungicidas no café?</h2>
<p>O cafeeiro, especialmente o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/diferencas-das-especies-coffea-arabica-e-coffea-canephora-2/"><i>Coffea arabica</i></a></strong>, é suscetível a diversas doenças fúngicas que podem ocorrer em diferentes estádios de desenvolvimento da planta e em condições climáticas específicas. A utilização de fungicidas no café justifica-se por vários motivos:</p>
<h3>Proteção do potencial produtivo</h3>
<p>As doenças fúngicas atacam folhas, ramos e frutos, reduzindo a área fotossintética da planta e comprometendo diretamente a produção. Uma desfolha intensa causada por ferrugem, por exemplo, pode reduzir a safra seguinte em até 50%.</p>
<h3>Preservação da qualidade do café</h3>
<p>Doenças como a cercosporiose podem afetar diretamente os frutos, prejudicando a qualidade da bebida e reduzindo o valor de mercado do produto.</p>
<h3>Sustentabilidade econômica</h3>
<p>O custo de controle preventivo com fungicidas é significativamente menor que as perdas causadas por epidemias não controladas. Um programa bem planejado oferece retorno sobre investimento positivo.</p>
<h3>Longevidade da lavoura</h3>
<p>O manejo adequado de doenças contribui para a manutenção da sanidade e vigor das plantas, prolongando a vida útil produtiva.</p>
<h2>Principais doenças fúngicas do cafeeiro</h2>
<h3>1. Ferrugem do cafeeiro (<i>Hemileia vastatrix</i>)</h3>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-da-ferrugem-do-cafeeiro/">ferrugem</a></strong> é considerada a doença mais importante economicamente na cafeicultura mundial. Caracteriza-se pelo aparecimento de manchas amarelo-alaranjadas na face inferior das folhas, formando pústulas com esporos que se disseminam facilmente pelo vento.</p>
<p><strong>Condições favoráveis:</strong></p>
<ul>
<li>Temperatura entre 21°C e 25°C;</li>
<li>Alta umidade relativa (acima de 80%);</li>
<li>Presença de orvalho ou molhamento foliar prolongado;</li>
<li>Período chuvoso.</li>
</ul>
<p><strong>Impacto</strong>: Pode causar desfolha severa, reduzindo drasticamente a capacidade fotossintética e comprometendo a produção das safras subsequentes.</p>
<h3>2. Cercosporiose (<i>Cercospora coffeicola</i>)</h3>
<p>Conhecida também como &#8220;olho pardo&#8221;, a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cercosporiose-no-cafe/">cercosporiose</a></strong> manifesta-se através de manchas circulares marrom-claras com halo amarelado nas folhas. Em frutos, causa lesões escuras que depreciam a qualidade do café.</p>
<p><strong>Condições favoráveis:</strong></p>
<ul>
<li>Temperaturas mais elevadas (24°C a 28°C);</li>
<li>Alternância entre períodos úmidos e secos;</li>
<li>Ventos que favorecem a disseminação.</li>
</ul>
<p><strong>Impacto</strong>: Além da desfolha, afeta diretamente os frutos, causando perdas quantitativas e qualitativas.</p>
<h3>3. Phoma (<i>Phoma tarda</i>)</h3>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mancha-de-phoma-no-cafeeiro/">mancha de Phoma</a></strong> caracteriza-se por lesões necróticas circulares a irregulares, geralmente com centro claro e bordas escuras,iniciando, geralmente, nos bordos, provocando curvatura.</p>
<p><strong>Condições favoráveis:</strong></p>
<ul>
<li>Temperaturas amenas;</li>
<li>Alta umidade;</li>
<li>Plantas debilitadas nutricionalmente.</li>
</ul>
<p><strong>Impacto</strong>: Causa desfolha progressiva, afetando o vigor das plantas e a produtividade.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-pragas-doencas-cafe?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=guia-pragas-doencas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39679 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe.png" alt="Guia Pragas e doenças do café" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Tipos de fungicidas utilizados no café</h2>
<p>Os fungicidas no café podem ser classificados segundo seu <strong>modo de ação e mobilidade na planta</strong>, cada categoria apresentando características específicas que devem ser consideradas na escolha do produto.</p>
<h3>Fungicidas de contato</h3>
<p><strong>Características:</strong></p>
<ul>
<li>Permanecem na superfície das folhas;</li>
<li>Não penetram nos tecidos vegetais;</li>
<li>Atuam preventivamente, impedindo a germinação de esporos;</li>
<li>Necessitam de boa cobertura da planta.</li>
</ul>
<p><strong>Principais representantes:</strong></p>
<ul>
<li>Cúpricos (oxicloreto de cobre, hidróxido de cobre);</li>
<li>Ditiocarbamatos (mancozebe).</li>
</ul>
<p><strong>Vantagens</strong>: Baixo risco de desenvolvimento de resistência, ação multissítio</p>
<p><strong>Limitações</strong>: Necessitam de reaplicações frequentes, podem ser lavados pela chuva</p>
<h3>Fungicidas sistêmicos</h3>
<p><strong>Características</strong>:</p>
<ul>
<li>São absorvidos e translocados pela planta;</li>
<li>Oferecem proteção interna dos tecidos;</li>
<li>Possuem ação curativa em estágios iniciais da infecção;</li>
<li>Maior período de proteção.</li>
</ul>
<p><strong>Principais representantes</strong>:</p>
<ul>
<li>Triazóis (tebuconazole, cyproconazole, epoxiconazole);</li>
<li>Estrobilurinas (azoxistrobina, pyraclostrobina, trifloxistrobina);</li>
<li>Carboxamidas (fluxapyroxade, benzovindiflupyr).</li>
</ul>
<p><strong>Vantagens</strong>: Maior residual, ação curativa limitada, redistribuição na planta</p>
<p><strong>Limitações</strong>: Maior risco de resistência, uso deve ser rotacionado</p>
<h3>Fungicidas mesostêmicos</h3>
<p><strong>Características</strong>:</p>
<ul>
<li>Mobilidade intermediária;</li>
<li>Penetram nos tecidos mas têm translocação limitada;</li>
<li>Apresentam características de contato e sistêmico.</li>
</ul>
<p><strong>Principais representantes</strong>:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Algumas estrobilurinas possuem esse comportamento.</li>
</ul>
<h2>Tabela comparativa: categorias de fungicidas</h2>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40751" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-comparativo-fungicidas.png" alt="Tabela com comparativo de fungicidas" width="749" height="462" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-comparativo-fungicidas.png 749w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-comparativo-fungicidas-300x185.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-comparativo-fungicidas-370x228.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-comparativo-fungicidas-270x167.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-comparativo-fungicidas-740x456.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-comparativo-fungicidas-150x93.png 150w" sizes="(max-width: 749px) 100vw, 749px" /></p>
<h2>Principais ingredientes ativos recomendados</h2>
<h3>Grupo dos triazóis</h3>
<p>Os triazóis são <strong>fungicidas sistêmicos</strong> que inibem a biossíntese de ergosterol na membrana celular dos fungos. São amplamente utilizados no controle de ferrugem e cercosporiose.</p>
<p><strong>Ingredientes ativos principais</strong>:</p>
<ul>
<li>Tebuconazole;</li>
<li>Cyproconazole;</li>
<li>Epoxiconazole;</li>
<li>Difenoconazole.</li>
</ul>
<p><strong>Aplicação</strong>: Geralmente utilizados em misturas com outros grupos químicos para ampliar o espectro e reduzir resistência.</p>
<h3>Grupo das estrobilurinas</h3>
<p>Fungicidas que <strong>atuam na respiração celular dos fungos</strong>, possuem ação preventiva e curativa inicial, além de efeitos fisiológicos positivos nas plantas.</p>
<p><strong>Ingredientes ativos principais</strong>:</p>
<ul>
<li>Azoxistrobina;</li>
<li>Pyraclostrobina;</li>
<li>Trifloxistrobina.</li>
</ul>
<p><strong>Benefícios adicionais</strong>: Além do controle de doenças, podem promover maior retenção foliar e tolerância a estresses.</p>
<h3>Grupo dos cúpricos</h3>
<p>Fungicidas tradicionais de <strong>ação multissítio</strong>, extremamente importantes em programas de manejo de resistência e orgânicos.</p>
<p><strong>Ingredientes ativos principais</strong>:</p>
<ul>
<li>Oxicloreto de cobre;</li>
<li>Hidróxido de cobre;</li>
<li>Óxido cuproso.</li>
</ul>
<p><strong>Utilização</strong>: Fundamentais em programas de rotação, aplicações de outono/inverno e sistemas orgânicos.</p>
<h3>Grupo das carboxamidas</h3>
<p>Fungicidas mais modernos com excelente ação sobre ferrugem e outras doenças, representando importante ferramenta no manejo.</p>
<p><strong>Ingredientes ativos principais</strong>:</p>
<ul>
<li>Fluxapiroxade;</li>
<li>Benzovindiflupyr;</li>
<li>Bixafen.</li>
</ul>
<h2>Momento correto de aplicação</h2>
<p>O sucesso do controle de doenças com fungicidas no café depende fundamentalmente do <strong><em>timing</em> de aplicação</strong>. Aplicações realizadas no momento inadequado resultam em desperdício de recursos e controle insatisfatório.</p>
<h3>Monitoramento da lavoura</h3>
<p>O monitoramento sistemático é a base para tomada de decisão:</p>
<ul>
<li><strong>Frequência</strong>: Inspeções semanais durante períodos críticos (primavera e verão) e quinzenais em períodos de menor pressão.</li>
<li><strong>Metodologia</strong>: Avaliar pelo menos 100 plantas por talhão, observando folhas do terço médio e inferior das plantas.</li>
<li><strong>Nível de ação</strong>: Iniciar aplicações quando encontrar de 5% a 10% de folhas com sintomas de ferrugem, dependendo do histórico da área.</li>
</ul>
<h3>Condições climáticas favoráveis</h3>
<p>O monitoramento climático é essencial para antecipar períodos de alta pressão de doenças:</p>
<p><strong>Indicadores de risco</strong>:</p>
<ul>
<li>Sequência de dias com temperatura entre 21°C e 28°C;</li>
<li>Umidade relativa alta;</li>
<li>Ocorrência de chuvas ou orvalho intenso;</li>
<li>Previsão de período chuvoso prolongado.</li>
</ul>
<p><strong>Ação preventiva</strong>: Em situações de alto risco, especialmente após período seco, aplicar fungicidas preventivamente antes do estabelecimento da doença.</p>
<h3>Calendário de aplicações estratégicas</h3>
<p>Um programa eficiente de aplicação de fungicidas no café considera as fases fenológicas da planta:</p>
<p><strong>Aplicação de outono/inverno (maio a agosto):</strong></p>
<ul>
<li>Objetivo: reduzir inóculo residual;</li>
<li>Produtos recomendados: cúpricos;</li>
<li>Importância: quebra o ciclo da doença.</li>
</ul>
<p><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pulverizacao-pre-florada-no-cultivo-do-cafe/">Pré-florada</a> (setembro a outubro):</strong></p>
<ul>
<li>Objetivo: proteger as folhas novas em formação;</li>
<li>Produtos: sistêmicos ou misturas;</li>
<li>Importância: proteger área fotossintética para enchimento de grãos.</li>
</ul>
<p><strong>Pós-florada/granação (novembro a fevereiro):</strong></p>
<ul>
<li>Objetivo: manter área foliar funcional;</li>
<li>Produtos: misturas de sistêmicos e contato em rotação;</li>
<li>Frequência: 3 a 5 aplicações, conforme pressão;</li>
<li>Importância: período crítico para definição de produtividade.</li>
</ul>
<p><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dicas-para-uma-pos-colheita-do-cafe-de-qualidade/">Pós-colheita</a> (maio a junho):</strong></p>
<ul>
<li>Objetivo: recuperar plantas e proteger folhas para safra seguinte;</li>
<li>Produtos: cúpricos ou misturas;</li>
<li>Importância: sustentabilidade da produção.</li>
</ul>
<h2>Boas práticas na aplicação de fungicidas</h2>
<h3>Tecnologia de aplicação</h3>
<p>A eficiência dos fungicidas no café está diretamente relacionada à qualidade da aplicação:</p>
<p><strong>Volume de calda:</strong></p>
<ul>
<li>Lavouras em formação (1-2 anos): 200-300 L/ha;</li>
<li>Lavouras adultas: 300-500 L/ha.</li>
</ul>
<p><strong>Tamanho de gotas:</strong></p>
<ul>
<li>Preferir gotas médias (200-300 μm);</li>
<li>Evitar gotas muito finas (deriva) ou muito grossas (baixa cobertura).</li>
</ul>
<p><strong>Pontas de pulverização:</strong></p>
<ul>
<li>Utilizar pontas adequadas ao tipo de produto;</li>
<li>Fazer manutenção periódica;</li>
<li>Substituir quando apresentarem desgaste acima de 10%.</li>
</ul>
<p><strong>Pressão de trabalho:</strong></p>
<ul>
<li>Manter entre 200-300 psi para a maioria das situações;</li>
<li>Ajustar conforme tecnologia de aplicação utilizada.</li>
</ul>
<p><strong>Condições no momento da aplicação:</strong></p>
<ul>
<li>Temperatura abaixo de 30°C;</li>
<li>Umidade relativa acima de 50%;</li>
<li>Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h;</li>
<li>Ausência de previsão de chuva nas próximas 2-4 horas.</li>
</ul>
<h3>Rotação de ingredientes ativos</h3>
<p>A rotação de mecanismos de ação é fundamental para prevenir o desenvolvimento de resistência:</p>
<p><strong>Princípios básicos</strong>:</p>
<ul>
<li>Não utilizar o mesmo grupo químico em aplicações consecutivas.</li>
<li>Alternar entre fungicidas de contato e sistêmicos.</li>
<li>Utilizar misturas prontas ou em tanque quando apropriado.</li>
</ul>
<p><strong>Exemplo de sequência</strong>:</p>
<ol>
<li>Cúprico (contato &#8211; multissítio);</li>
<li>Triazol + Estrobilurina (sistêmico &#8211; sítio específico);</li>
<li>Cúprico ou Mancozebe (contato &#8211; multissítio);</li>
<li>Carboxamida + Triazol (sistêmico &#8211; sítio específico);</li>
<li>Cúprico (contato &#8211; multissítio).</li>
</ol>
<h2>Aspectos regulatórios e segurança</h2>
<p>O uso de fungicidas no café deve observar rigorosamente a legislação:</p>
<p><strong>Registro e recomendações</strong>:</p>
<ul>
<li>Utilizar apenas produtos registrados para a cultura.</li>
<li>Respeitar doses, intervalos de segurança e número de aplicações.</li>
<li>Consultar receituário agronômico quando necessário.</li>
</ul>
<p><strong>Equipamentos de proteção individual (EPIs)</strong>:</p>
<ul>
<li>Utilizar EPIs completos durante preparo e aplicação.</li>
<li>Realizar manutenção periódica dos equipamentos.</li>
<li>Descartar adequadamente conforme legislação.</li>
</ul>
<p><strong>Destinação de embalagens</strong>:</p>
<ul>
<li>Realizar tríplice lavagem.</li>
<li>Devolver embalagens em postos credenciados.</li>
<li>Manter registro de notas fiscais e receituários.</li>
</ul>
<p><strong>Período de carência</strong>:</p>
<ul>
<li>Respeitar intervalo entre última aplicação e colheita.</li>
<li>Planejar programa considerando época de colheita.</li>
<li>Registrar todas as aplicações realizadas.</li>
</ul>
<h2>Conclusão</h2>
<p>O manejo eficiente de fungicidas no café representa um dos pilares fundamentais para a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sustentabilidade-na-producao-de-cafe-veja-melhores-praticas/">sustentabilidade</a></strong> e rentabilidade da cafeicultura moderna. Como vimos ao longo deste artigo, o sucesso dessa estratégia vai muito além da simples aplicação de produtos, exigindo conhecimento técnico, planejamento adequado e integração com outras práticas de manejo.</p>
<p>Os principais pontos para um programa eficiente de controle de doenças com fungicidas incluem: conhecimento profundo das doenças e suas condições favoráveis, escolha correta dos produtos considerando modo de ação e momento de aplicação, rotação criteriosa de ingredientes ativos para manejo de resistência e tecnologia de aplicação adequada para garantir eficiência</p>
<p>O investimento em fungicidas no café, quando bem planejado e executado, oferece retorno significativo através da manutenção do potencial produtivo, preservação da qualidade do produto, longevidade da lavoura e sustentabilidade econômica da atividade.</p>
<p>Lembre-se que cada lavoura possui suas particularidades, e o programa ideal deve ser ajustado às <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/influencia-do-clima-na-producao-do-cafe-como-ter-lavouras-resilientes/">condições específicas de clima</a></strong>, histórico de doenças, cultivares utilizadas e sistema de produção adotado.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Café Rehagro.</p>
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		<title>Fungicidas agrícolas: quais são os tipos e como aplicar na sua lavoura?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/fungicidas-agricolas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jan 2022 16:53:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
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		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem vive da agricultura, com certeza já se deparou com doenças fúngicas e pragas. O controle, de modo geral, é feito por meio de fungicidas e inseticidas. No entanto, como saber qual o ideal para sua lavoura? Primeiramente, o que é fungicida e inseticida? A pergunta parece bem simples, porém, dentre os grupos, possuem diversas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem vive da agricultura, com certeza já se deparou com <strong>doenças fúngicas e pragas</strong>. O controle, de modo geral, é feito por meio de <strong>fungicidas e inseticidas.</strong> No entanto, como saber qual o ideal para sua lavoura?</p>
<p>Primeiramente, o que é fungicida e inseticida? A pergunta parece bem simples, porém, dentre os grupos, possuem diversas classes.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Fungicida ou inseticida: veja as diferenças</h2>
<ul>
<li><strong>Fungicida</strong>: é um defensivo agrícola usado para controlar ou acabar com fungos que atacam e reduzem produtividades em plantas.</li>
<li><strong>Inseticida</strong>: de modo geral, são substâncias químicas e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-biologico-de-pragas-agricolas/">biológicas</a></strong> usadas para controle e combate de<strong> <a href="https://rehagro.com.br/blog/percevejos-na-producao-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">insetos-pragas</a></strong> que causam prejuízos às lavouras. Agem em todas as fases do inseto.</li>
</ul>
<p>Só para a soja, são registrados mais de 350 tipos de fungicidas e mais de 340 em inseticidas.</p>
<p>Há aqueles indicados para tratamento de sementes, os preventivos, os que agem diretamente na planta, e muitos outros. Por isso, é importante entender como é a ação desse tipo de defensivo em sua lavoura.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologia-aplicacao-defensivos-agricolas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-aplicacao-defensivos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39621 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png" alt="E-book Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Fungicidas protetores x sistêmicos</h2>
<p>De modo geral e informal, as pessoas costumam dividir os <strong>fungicidas</strong> entre aqueles que são <strong>protetores</strong> e aqueles que são <strong>sistêmicos</strong>.</p>
<p>Nosso antigo coordenador, facilitador e consultor Geraldo Gontijo, que também é mestre em Fitotecnia, com ênfase em vários cereais, como a soja e o milho, explica sobre os tipos de fungicidas no vídeo abaixo.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="TIPOS DE FUNGICIDAS UTILIZADOS NAS LAVOURAS DE GRÃOS | Por Dentro do Ensino - Grãos" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/gksgwgW2Vus?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Se analisarmos de forma mais simplificada, os fungicidas do tipo protetor são aqueles com ações mais superficiais, enquanto os sistêmicos, são aqueles que agem mais profundamente na planta. No entanto, é muito comum ter confusão quanto aos sistêmicos, é o que explica Geraldo:</p>
<p style="text-align: left;"><em>“É comum muitos pensarem que quando um determinado produto possui ação sistêmica, consegue se translocar de uma folha para a outra. Na verdade, todas as vezes em que falamos de sistematicidade, tanto de fungicida quanto de inseticida, é uma sistematicidade baixa!”</em></p>
<p>E isso está atrelado ao vaso condutor o qual o fungicida irá agir.</p>
<h2>Prevenção como método de combate</h2>
<p>Soja e milho são culturas de alta intensidades produtivas, possuindo mais de uma safra ao ano. Isso significa que qualquer cuidado é pouco.</p>
<p>Aliás, dependendo da doença, pragas ou até mesmo a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener">planta daninha</a></strong> que surgir na lavoura, pode ocasionar mais de 80% de perdas. Dependendo da severidade, pode dar perda total e o produtor ter prejuízos grandiosos.</p>
<p>O melhor é sempre a prevenção do que o combate. Claro que quando o agente causal de dano surgir, é preciso agir, mas antecipar isso, deixando suas lavouras protegidas, pode ser a chave para a lucratividade garantida.</p>
<p>Por conta disso, é preciso saber exatamente o que sua lavoura precisa, pelo que ela está propensa a passar ou mesmo tomar a decisão segura de qual o melhor insumo para sua região, fase da cultura ou simplesmente a realidade da sua fazenda.</p>
<h2>Transforme a forma como você realiza a pulverização na sua lavoura!</h2>
<p>A má aplicação de defensivos pode representar perdas de até 50% na lavoura, um prejuízo que impacta diretamente a produtividade e o seu bolso. Mas isso pode ser evitado com conhecimento técnico e práticas eficientes no campo.</p>
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<p>Prepare-se para tomar decisões mais assertivas e elevar o nível da sua produção!</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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		<title>Ferrugem do cafeeiro: o que é e como controlar essa doença?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/controle-da-ferrugem-do-cafeeiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jul 2018 18:05:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[cafeeiro]]></category>
		<category><![CDATA[doenças do café]]></category>
		<category><![CDATA[ferrugem]]></category>
		<category><![CDATA[fungicidas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Devido aos grandes prejuízos que ela causa por onde passa, a ferrugem do cafeeiro é considerada a doença mais importante na Cafeicultura. Ela causa uma intensa desfolha no cafeeiro e imensas perdas de produtividade e qualidade, comprometendo não somente a safra atual, mas também a seguinte. &#160; Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Devido aos grandes prejuízos que ela causa por onde passa, <strong>a ferrugem do cafeeiro é considerada a doença mais importante na Cafeicultura</strong>.</p>
<p>Ela causa uma intensa desfolha no cafeeiro e imensas perdas de produtividade e qualidade, comprometendo não somente a safra atual, mas também a seguinte.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O que é ferrugem no café?</h2>
<p>A ferrugem é um fungo da espécie <i>Hemileia vastatrix</i> que ataca o cafeeiro. É a doença mais importante em termos de necessidade de controle e se caracteriza pelo aparecimento de pústulas com esporos de coloração amarelo escura a marrom na superfície das folhas, a partir da emergência até o estádio de maturação, provocando desfolha.</p>
<p>Conforme as folhas caem a planta diminui a taxa fotossintética, perde a capacidade de produzir carboidrato e consequentemente de auxiliar no crescimento do cafeeiro. Os esporos da ferrugem são espalhados pelo vento, germinam e penetram nas folhas.</p>
<p>De início, não é possível perceber nenhuma alteração aparente na planta, o que vai ocorrer algum tempo após a infestação, quando o fungo se reproduzir e esporular. Nesse momento, as manchas começam a surgir e a doença já causou danos à plantação.</p>
<p>A <i>Hemileia vastatrix</i> é um fungo biotrófico que <strong>sobrevive somente no cafeeiro</strong>; ou seja, precisa se reproduzir na plantação.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-pragas-doencas-cafe?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=guia-pragas-doencas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39679 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe.png" alt="Guia Pragas e doenças do café" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Sintomas da ferrugem no cafeeiro</h2>
<p>Ao ser atacada pela ferrugem, a planta apresenta:</p>
<ul>
<li>Manchas cloróticas, possíveis de serem vistas com as folhas colocadas contra a luz;</li>
<li>Manchas na face inferior da folha de coloração amarelo-alaranjada;</li>
<li>Aparecimento de massa pulverulenta de uredosporos sobre a mancha;</li>
<li>Necrose de partes do tecido foliar.</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22564" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ferrugem-cafeeiro-3.jpg" alt="Folha de cafeeiro com ferrugem" width="500" height="666" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ferrugem-cafeeiro-3.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ferrugem-cafeeiro-3-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ferrugem-cafeeiro-3-370x493.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ferrugem-cafeeiro-3-270x360.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ferrugem-cafeeiro-3-640x853.jpg 640w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ferrugem-cafeeiro-3-150x200.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4809" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ferrugem-cafeeira2.jpg" alt="Folha com sintomas de ferrugem do cafeeiro" width="550" height="413" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ferrugem-cafeeira2.jpg 1200w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ferrugem-cafeeira2-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ferrugem-cafeeira2-768x577.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ferrugem-cafeeira2-1024x769.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ferrugem-cafeeira2-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ferrugem-cafeeira2-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ferrugem-cafeeira2-740x556.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ferrugem-cafeeira2-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 550px) 100vw, 550px" /></p>
<h2>Condições favoráveis para o desenvolvimento da ferrugem</h2>
<p>As condições climáticas para o desenvolvimento da ferrugem são <strong>alta umidade e calor</strong> e a incidência é maior entre novembro e dezembro. A partir de janeiro, começam a surgir as manchas cloróticas, pois é o período mais chuvoso.</p>
<p>Lavouras adensadas também apresentam maiores sintomas de ferrugem, pois têm microclima propício ao desenvolvimento do fungo. Além disso, a carga de frutos por plantas também influencia na incidência da ferrugem: <strong>quanto mais as plantas produzem, mais suscetíveis ficam à doença.</strong></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-28254 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="900" height="250" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg 900w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-300x83.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-768x213.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-370x103.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-270x75.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-740x206.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-150x42.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a></p>
<h2>Danos da ferrugem no cafeeiro</h2>
<p>A ferrugem do cafeeiro causa os seguintes danos:</p>
<ul>
<li>Desfolha acarretando em prejuízos já naquela safra;</li>
<li>Redução da produção;</li>
<li>Prejuízos para a próxima safra do cafeeiro.</li>
</ul>
<h2>Monitoramento da ferrugem no cafeeiro</h2>
<p>O monitoramento correto deve:</p>
<ul>
<li>Dividir as lavouras em talhões uniformes;</li>
<li>Caminhar nas linhas aleatoriamente;</li>
<li>Coletar de cinco a dez folhas por planta no terceiro ou quarto par;</li>
<li>Localizadas no terço médio da planta;</li>
<li>Coletar cerca de 100 a 300 folhas por talhão.</li>
</ul>
<p>Também é importante realizar o cálculo de incidência. Assim:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22565 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ferrugem-cafeeiro-4.jpg" alt="Cálculo da incidência da ferrugem no cafeeiro" width="401" height="151" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ferrugem-cafeeiro-4.jpg 401w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ferrugem-cafeeiro-4-300x113.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ferrugem-cafeeiro-4-370x139.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ferrugem-cafeeiro-4-270x102.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ferrugem-cafeeiro-4-150x56.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 401px) 100vw, 401px" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>NÍVEL DE CONTROLE = 5% de incidência</strong></p>
<h2>Controle da ferrugem</h2>
<p>O manejo de controle contra a ferrugem deve ser preventivo, feito por meio da <strong>aplicação de fungicidas</strong> cúpricos a base de cobre, moléculas de triazol e estrobilurina, nos meses de novembro até março a abril, dependendo das condições de chuva do ano.</p>
<p>Pensando num método mais prático de controle, no geral, sem as condições climáticas que vão influenciar no manejo, fazemos:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Novembro:</strong> Aplicação do fungicida cúprico;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Dezembro:</strong> Aplicação Triazol + Estrobilurina;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Janeiro:</strong> Aplicação Triazol + Estrobilurina.</li>
</ul>
<p>Dependendo das condições externas, repetimos em fevereiro e nos meses seguintes a aplicação de Triazol + Estrobilurina.</p>
<p>Caso a lavoura já esteja contaminada, o ideal é entrar com um fungicida rapidamente – alguns desses fungicidas de controle – de preferência o triazol, que é mais rápido, para evitar maiores danos. Geralmente, os mais utilizados são os que controlam a ferrugem por mais tempo; aqueles que têm um período residual maior.</p>
<p>É muito importante <strong>conhecer esse período residual do fungicida</strong> para saber quantas aplicações devem ser feitas – em alguns casos, duas aplicações serão suficientes para controlar a ferrugem, em outros não, vamos precisar fazer quatro ou mais pulverizações, dependendo da incidência, condições climáticas favoráveis e do fungicida.</p>
<h3>Principais erros no controle da ferrugem</h3>
<p>Os erros mais comuns no controle da ferrugem normalmente estão relacionados ao <strong>prazo de prevenção</strong>. Desse modo, é necessário que o produtor esteja atento à incidência da doença, percebendo se está havendo aumento da infestação para conseguir agir com o fungicida.</p>
<p>Outro problema recorrente em fazendas são tratores, implementos mal regulados, pontas de pulverização não aptas à pulverização, manejo – não misturar os produtos corretamente na calda, não colocar na ordem certa no tanque etc.</p>
<p>Nas lavouras de café trabalha-se com o <strong>turbo atomizador</strong>, ligado com bastante pressão para o vento direcionar as gotas de fungicida no pé de café. Normalmente a ferrugem se instala onde é mais úmido, nas folhas mais velhas. Então, temos que fazer com que essas gotas cheguem no meio da planta, onde a incidência da doença é maior.</p>
<p>No caso dessas aplicações em ambientes de fazenda, as chuvas também são problema, pois ao invés de aplicar o fungicida no período de seca, de carência de chuvas, o produtor faz o contrário.</p>
<p>O fungicida precisa de no mínimo <strong>4h a 6h para penetrar bem na planta.</strong> Após esse período pode chover que não há problemas. Mas, se a pulverização for feita às 14h, por exemplo, e chover às 16h, teremos perda com a aplicação do fungicida, que não será absorvido totalmente pela planta, sendo lavado parcialmente.</p>
<p>Assim, mantenha em mente que o controle preventivo é a chave para evitar grandes perdas causadas por essa doença.</p>
<p>Além da ferrugem, é preciso ficar de olho nas outras <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/principais-doencas-do-cafe-como-identifica-las/" target="_blank" rel="noopener">doenças que podem acometer o cafeeiro</a></strong>, como a <a href="https://rehagro.com.br/blog/cercosporiose-no-cafe/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Cercosporiose</strong></a> e a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro/" target="_blank" rel="noopener">Mancha Aureolada</a></strong>.</p>
<p>Também é necessário o monitoramento rigoroso das pragas que afetam o cafeeiro e podem causar <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/defeitos-dos-graos-de-cafe-e-suas-causas/" target="_blank" rel="noopener">defeitos nos grãos</a></strong>.</p>
<h2>Proteja sua lavoura e aumente a rentabilidade com gestão estratégica</h2>
<p>A ferrugem do cafeeiro é uma das doenças mais preocupantes da cafeicultura e pode comprometer seriamente a produtividade. Mas, para garantir uma produção eficiente e lucrativa, não basta apenas controlar doenças — é necessário adotar uma gestão completa da lavoura.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende com especialistas a aplicar ferramentas práticas de gestão, melhorar o manejo e tomar decisões que aumentam a eficiência e a rentabilidade da produção.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18459 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg" alt="Larissa Cocato - Coordenadora de Ensino Café" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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