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	<title>doenças do café Archives | Rehagro Blog</title>
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	<title>doenças do café Archives | Rehagro Blog</title>
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		<title>Fungicidas no café: guia completo para proteção e produtividade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jan 2026 13:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[cafeicultura]]></category>
		<category><![CDATA[doenças do café]]></category>
		<category><![CDATA[fungicidas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cafeicultura brasileira enfrenta constantemente desafios fitossanitários que podem comprometer significativamente a produtividade e a qualidade do produto final. As doenças fúngicas representam uma das principais ameaças à rentabilidade da lavoura de café, com potencial para causar perdas que variam de 30% a 50% da produção quando não manejadas adequadamente. O uso estratégico de fungicidas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A cafeicultura brasileira enfrenta constantemente desafios fitossanitários que podem comprometer significativamente a produtividade e a qualidade do produto final. As doenças fúngicas representam uma das principais ameaças à rentabilidade da lavoura de café, com potencial para <strong>causar perdas que variam de 30% a 50% da produção</strong> quando não manejadas adequadamente.</p>
<p>O uso estratégico de fungicidas no café tornou-se uma ferramenta indispensável no manejo integrado de doenças. No entanto, a eficiência desse controle depende diretamente do conhecimento técnico sobre os produtos disponíveis, o momento correto de aplicação e as melhores práticas de manejo.</p>
<p>Neste artigo, você encontrará um guia completo sobre fungicidas no café, abordando <strong>desde as principais doenças até estratégias práticas de aplicação</strong> que podem fazer a diferença no resultado final da sua lavoura.</p>
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<p>&nbsp;</p>
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<h2>Por que usar fungicidas no café?</h2>
<p>O cafeeiro, especialmente o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/diferencas-das-especies-coffea-arabica-e-coffea-canephora-2/"><i>Coffea arabica</i></a></strong>, é suscetível a diversas doenças fúngicas que podem ocorrer em diferentes estádios de desenvolvimento da planta e em condições climáticas específicas. A utilização de fungicidas no café justifica-se por vários motivos:</p>
<h3>Proteção do potencial produtivo</h3>
<p>As doenças fúngicas atacam folhas, ramos e frutos, reduzindo a área fotossintética da planta e comprometendo diretamente a produção. Uma desfolha intensa causada por ferrugem, por exemplo, pode reduzir a safra seguinte em até 50%.</p>
<h3>Preservação da qualidade do café</h3>
<p>Doenças como a cercosporiose podem afetar diretamente os frutos, prejudicando a qualidade da bebida e reduzindo o valor de mercado do produto.</p>
<h3>Sustentabilidade econômica</h3>
<p>O custo de controle preventivo com fungicidas é significativamente menor que as perdas causadas por epidemias não controladas. Um programa bem planejado oferece retorno sobre investimento positivo.</p>
<h3>Longevidade da lavoura</h3>
<p>O manejo adequado de doenças contribui para a manutenção da sanidade e vigor das plantas, prolongando a vida útil produtiva.</p>
<h2>Principais doenças fúngicas do cafeeiro</h2>
<h3>1. Ferrugem do cafeeiro (<i>Hemileia vastatrix</i>)</h3>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-da-ferrugem-do-cafeeiro/">ferrugem</a></strong> é considerada a doença mais importante economicamente na cafeicultura mundial. Caracteriza-se pelo aparecimento de manchas amarelo-alaranjadas na face inferior das folhas, formando pústulas com esporos que se disseminam facilmente pelo vento.</p>
<p><strong>Condições favoráveis:</strong></p>
<ul>
<li>Temperatura entre 21°C e 25°C;</li>
<li>Alta umidade relativa (acima de 80%);</li>
<li>Presença de orvalho ou molhamento foliar prolongado;</li>
<li>Período chuvoso.</li>
</ul>
<p><strong>Impacto</strong>: Pode causar desfolha severa, reduzindo drasticamente a capacidade fotossintética e comprometendo a produção das safras subsequentes.</p>
<h3>2. Cercosporiose (<i>Cercospora coffeicola</i>)</h3>
<p>Conhecida também como &#8220;olho pardo&#8221;, a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cercosporiose-no-cafe/">cercosporiose</a></strong> manifesta-se através de manchas circulares marrom-claras com halo amarelado nas folhas. Em frutos, causa lesões escuras que depreciam a qualidade do café.</p>
<p><strong>Condições favoráveis:</strong></p>
<ul>
<li>Temperaturas mais elevadas (24°C a 28°C);</li>
<li>Alternância entre períodos úmidos e secos;</li>
<li>Ventos que favorecem a disseminação.</li>
</ul>
<p><strong>Impacto</strong>: Além da desfolha, afeta diretamente os frutos, causando perdas quantitativas e qualitativas.</p>
<h3>3. Phoma (<i>Phoma tarda</i>)</h3>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mancha-de-phoma-no-cafeeiro/">mancha de Phoma</a></strong> caracteriza-se por lesões necróticas circulares a irregulares, geralmente com centro claro e bordas escuras,iniciando, geralmente, nos bordos, provocando curvatura.</p>
<p><strong>Condições favoráveis:</strong></p>
<ul>
<li>Temperaturas amenas;</li>
<li>Alta umidade;</li>
<li>Plantas debilitadas nutricionalmente.</li>
</ul>
<p><strong>Impacto</strong>: Causa desfolha progressiva, afetando o vigor das plantas e a produtividade.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-pragas-doencas-cafe?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=guia-pragas-doencas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39679 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe.png" alt="Guia Pragas e doenças do café" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Tipos de fungicidas utilizados no café</h2>
<p>Os fungicidas no café podem ser classificados segundo seu <strong>modo de ação e mobilidade na planta</strong>, cada categoria apresentando características específicas que devem ser consideradas na escolha do produto.</p>
<h3>Fungicidas de contato</h3>
<p><strong>Características:</strong></p>
<ul>
<li>Permanecem na superfície das folhas;</li>
<li>Não penetram nos tecidos vegetais;</li>
<li>Atuam preventivamente, impedindo a germinação de esporos;</li>
<li>Necessitam de boa cobertura da planta.</li>
</ul>
<p><strong>Principais representantes:</strong></p>
<ul>
<li>Cúpricos (oxicloreto de cobre, hidróxido de cobre);</li>
<li>Ditiocarbamatos (mancozebe).</li>
</ul>
<p><strong>Vantagens</strong>: Baixo risco de desenvolvimento de resistência, ação multissítio</p>
<p><strong>Limitações</strong>: Necessitam de reaplicações frequentes, podem ser lavados pela chuva</p>
<h3>Fungicidas sistêmicos</h3>
<p><strong>Características</strong>:</p>
<ul>
<li>São absorvidos e translocados pela planta;</li>
<li>Oferecem proteção interna dos tecidos;</li>
<li>Possuem ação curativa em estágios iniciais da infecção;</li>
<li>Maior período de proteção.</li>
</ul>
<p><strong>Principais representantes</strong>:</p>
<ul>
<li>Triazóis (tebuconazole, cyproconazole, epoxiconazole);</li>
<li>Estrobilurinas (azoxistrobina, pyraclostrobina, trifloxistrobina);</li>
<li>Carboxamidas (fluxapyroxade, benzovindiflupyr).</li>
</ul>
<p><strong>Vantagens</strong>: Maior residual, ação curativa limitada, redistribuição na planta</p>
<p><strong>Limitações</strong>: Maior risco de resistência, uso deve ser rotacionado</p>
<h3>Fungicidas mesostêmicos</h3>
<p><strong>Características</strong>:</p>
<ul>
<li>Mobilidade intermediária;</li>
<li>Penetram nos tecidos mas têm translocação limitada;</li>
<li>Apresentam características de contato e sistêmico.</li>
</ul>
<p><strong>Principais representantes</strong>:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Algumas estrobilurinas possuem esse comportamento.</li>
</ul>
<h2>Tabela comparativa: categorias de fungicidas</h2>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40751" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-comparativo-fungicidas.png" alt="Tabela com comparativo de fungicidas" width="749" height="462" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-comparativo-fungicidas.png 749w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-comparativo-fungicidas-300x185.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-comparativo-fungicidas-370x228.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-comparativo-fungicidas-270x167.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-comparativo-fungicidas-740x456.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-comparativo-fungicidas-150x93.png 150w" sizes="(max-width: 749px) 100vw, 749px" /></p>
<h2>Principais ingredientes ativos recomendados</h2>
<h3>Grupo dos triazóis</h3>
<p>Os triazóis são <strong>fungicidas sistêmicos</strong> que inibem a biossíntese de ergosterol na membrana celular dos fungos. São amplamente utilizados no controle de ferrugem e cercosporiose.</p>
<p><strong>Ingredientes ativos principais</strong>:</p>
<ul>
<li>Tebuconazole;</li>
<li>Cyproconazole;</li>
<li>Epoxiconazole;</li>
<li>Difenoconazole.</li>
</ul>
<p><strong>Aplicação</strong>: Geralmente utilizados em misturas com outros grupos químicos para ampliar o espectro e reduzir resistência.</p>
<h3>Grupo das estrobilurinas</h3>
<p>Fungicidas que <strong>atuam na respiração celular dos fungos</strong>, possuem ação preventiva e curativa inicial, além de efeitos fisiológicos positivos nas plantas.</p>
<p><strong>Ingredientes ativos principais</strong>:</p>
<ul>
<li>Azoxistrobina;</li>
<li>Pyraclostrobina;</li>
<li>Trifloxistrobina.</li>
</ul>
<p><strong>Benefícios adicionais</strong>: Além do controle de doenças, podem promover maior retenção foliar e tolerância a estresses.</p>
<h3>Grupo dos cúpricos</h3>
<p>Fungicidas tradicionais de <strong>ação multissítio</strong>, extremamente importantes em programas de manejo de resistência e orgânicos.</p>
<p><strong>Ingredientes ativos principais</strong>:</p>
<ul>
<li>Oxicloreto de cobre;</li>
<li>Hidróxido de cobre;</li>
<li>Óxido cuproso.</li>
</ul>
<p><strong>Utilização</strong>: Fundamentais em programas de rotação, aplicações de outono/inverno e sistemas orgânicos.</p>
<h3>Grupo das carboxamidas</h3>
<p>Fungicidas mais modernos com excelente ação sobre ferrugem e outras doenças, representando importante ferramenta no manejo.</p>
<p><strong>Ingredientes ativos principais</strong>:</p>
<ul>
<li>Fluxapiroxade;</li>
<li>Benzovindiflupyr;</li>
<li>Bixafen.</li>
</ul>
<h2>Momento correto de aplicação</h2>
<p>O sucesso do controle de doenças com fungicidas no café depende fundamentalmente do <strong><em>timing</em> de aplicação</strong>. Aplicações realizadas no momento inadequado resultam em desperdício de recursos e controle insatisfatório.</p>
<h3>Monitoramento da lavoura</h3>
<p>O monitoramento sistemático é a base para tomada de decisão:</p>
<ul>
<li><strong>Frequência</strong>: Inspeções semanais durante períodos críticos (primavera e verão) e quinzenais em períodos de menor pressão.</li>
<li><strong>Metodologia</strong>: Avaliar pelo menos 100 plantas por talhão, observando folhas do terço médio e inferior das plantas.</li>
<li><strong>Nível de ação</strong>: Iniciar aplicações quando encontrar de 5% a 10% de folhas com sintomas de ferrugem, dependendo do histórico da área.</li>
</ul>
<h3>Condições climáticas favoráveis</h3>
<p>O monitoramento climático é essencial para antecipar períodos de alta pressão de doenças:</p>
<p><strong>Indicadores de risco</strong>:</p>
<ul>
<li>Sequência de dias com temperatura entre 21°C e 28°C;</li>
<li>Umidade relativa alta;</li>
<li>Ocorrência de chuvas ou orvalho intenso;</li>
<li>Previsão de período chuvoso prolongado.</li>
</ul>
<p><strong>Ação preventiva</strong>: Em situações de alto risco, especialmente após período seco, aplicar fungicidas preventivamente antes do estabelecimento da doença.</p>
<h3>Calendário de aplicações estratégicas</h3>
<p>Um programa eficiente de aplicação de fungicidas no café considera as fases fenológicas da planta:</p>
<p><strong>Aplicação de outono/inverno (maio a agosto):</strong></p>
<ul>
<li>Objetivo: reduzir inóculo residual;</li>
<li>Produtos recomendados: cúpricos;</li>
<li>Importância: quebra o ciclo da doença.</li>
</ul>
<p><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pulverizacao-pre-florada-no-cultivo-do-cafe/">Pré-florada</a> (setembro a outubro):</strong></p>
<ul>
<li>Objetivo: proteger as folhas novas em formação;</li>
<li>Produtos: sistêmicos ou misturas;</li>
<li>Importância: proteger área fotossintética para enchimento de grãos.</li>
</ul>
<p><strong>Pós-florada/granação (novembro a fevereiro):</strong></p>
<ul>
<li>Objetivo: manter área foliar funcional;</li>
<li>Produtos: misturas de sistêmicos e contato em rotação;</li>
<li>Frequência: 3 a 5 aplicações, conforme pressão;</li>
<li>Importância: período crítico para definição de produtividade.</li>
</ul>
<p><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dicas-para-uma-pos-colheita-do-cafe-de-qualidade/">Pós-colheita</a> (maio a junho):</strong></p>
<ul>
<li>Objetivo: recuperar plantas e proteger folhas para safra seguinte;</li>
<li>Produtos: cúpricos ou misturas;</li>
<li>Importância: sustentabilidade da produção.</li>
</ul>
<h2>Boas práticas na aplicação de fungicidas</h2>
<h3>Tecnologia de aplicação</h3>
<p>A eficiência dos fungicidas no café está diretamente relacionada à qualidade da aplicação:</p>
<p><strong>Volume de calda:</strong></p>
<ul>
<li>Lavouras em formação (1-2 anos): 200-300 L/ha;</li>
<li>Lavouras adultas: 300-500 L/ha.</li>
</ul>
<p><strong>Tamanho de gotas:</strong></p>
<ul>
<li>Preferir gotas médias (200-300 μm);</li>
<li>Evitar gotas muito finas (deriva) ou muito grossas (baixa cobertura).</li>
</ul>
<p><strong>Pontas de pulverização:</strong></p>
<ul>
<li>Utilizar pontas adequadas ao tipo de produto;</li>
<li>Fazer manutenção periódica;</li>
<li>Substituir quando apresentarem desgaste acima de 10%.</li>
</ul>
<p><strong>Pressão de trabalho:</strong></p>
<ul>
<li>Manter entre 200-300 psi para a maioria das situações;</li>
<li>Ajustar conforme tecnologia de aplicação utilizada.</li>
</ul>
<p><strong>Condições no momento da aplicação:</strong></p>
<ul>
<li>Temperatura abaixo de 30°C;</li>
<li>Umidade relativa acima de 50%;</li>
<li>Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h;</li>
<li>Ausência de previsão de chuva nas próximas 2-4 horas.</li>
</ul>
<h3>Rotação de ingredientes ativos</h3>
<p>A rotação de mecanismos de ação é fundamental para prevenir o desenvolvimento de resistência:</p>
<p><strong>Princípios básicos</strong>:</p>
<ul>
<li>Não utilizar o mesmo grupo químico em aplicações consecutivas.</li>
<li>Alternar entre fungicidas de contato e sistêmicos.</li>
<li>Utilizar misturas prontas ou em tanque quando apropriado.</li>
</ul>
<p><strong>Exemplo de sequência</strong>:</p>
<ol>
<li>Cúprico (contato &#8211; multissítio);</li>
<li>Triazol + Estrobilurina (sistêmico &#8211; sítio específico);</li>
<li>Cúprico ou Mancozebe (contato &#8211; multissítio);</li>
<li>Carboxamida + Triazol (sistêmico &#8211; sítio específico);</li>
<li>Cúprico (contato &#8211; multissítio).</li>
</ol>
<h2>Aspectos regulatórios e segurança</h2>
<p>O uso de fungicidas no café deve observar rigorosamente a legislação:</p>
<p><strong>Registro e recomendações</strong>:</p>
<ul>
<li>Utilizar apenas produtos registrados para a cultura.</li>
<li>Respeitar doses, intervalos de segurança e número de aplicações.</li>
<li>Consultar receituário agronômico quando necessário.</li>
</ul>
<p><strong>Equipamentos de proteção individual (EPIs)</strong>:</p>
<ul>
<li>Utilizar EPIs completos durante preparo e aplicação.</li>
<li>Realizar manutenção periódica dos equipamentos.</li>
<li>Descartar adequadamente conforme legislação.</li>
</ul>
<p><strong>Destinação de embalagens</strong>:</p>
<ul>
<li>Realizar tríplice lavagem.</li>
<li>Devolver embalagens em postos credenciados.</li>
<li>Manter registro de notas fiscais e receituários.</li>
</ul>
<p><strong>Período de carência</strong>:</p>
<ul>
<li>Respeitar intervalo entre última aplicação e colheita.</li>
<li>Planejar programa considerando época de colheita.</li>
<li>Registrar todas as aplicações realizadas.</li>
</ul>
<h2>Conclusão</h2>
<p>O manejo eficiente de fungicidas no café representa um dos pilares fundamentais para a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sustentabilidade-na-producao-de-cafe-veja-melhores-praticas/">sustentabilidade</a></strong> e rentabilidade da cafeicultura moderna. Como vimos ao longo deste artigo, o sucesso dessa estratégia vai muito além da simples aplicação de produtos, exigindo conhecimento técnico, planejamento adequado e integração com outras práticas de manejo.</p>
<p>Os principais pontos para um programa eficiente de controle de doenças com fungicidas incluem: conhecimento profundo das doenças e suas condições favoráveis, escolha correta dos produtos considerando modo de ação e momento de aplicação, rotação criteriosa de ingredientes ativos para manejo de resistência e tecnologia de aplicação adequada para garantir eficiência</p>
<p>O investimento em fungicidas no café, quando bem planejado e executado, oferece retorno significativo através da manutenção do potencial produtivo, preservação da qualidade do produto, longevidade da lavoura e sustentabilidade econômica da atividade.</p>
<p>Lembre-se que cada lavoura possui suas particularidades, e o programa ideal deve ser ajustado às <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/influencia-do-clima-na-producao-do-cafe-como-ter-lavouras-resilientes/">condições específicas de clima</a></strong>, histórico de doenças, cultivares utilizadas e sistema de produção adotado.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Café Rehagro.</p>
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		<title>Guia Principais pragas e doenças do café</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Aug 2025 19:15:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[GUIAS]]></category>
		<category><![CDATA[doenças do café]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Identifique as principais pragas e doenças do café com mais precisão Baixe gratuitamente o guia técnico e visual com as principais pragas e doenças que afetam a lavoura cafeeira. Um material prático e direto, com fotos, sintomas, condições favoráveis e os principais danos para te ajudar a proteger sua produção com decisões técnicas. O que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Identifique as principais pragas e doenças do café com mais precisão</p>
<p>Baixe gratuitamente o guia técnico e visual com as principais pragas e doenças que afetam a lavoura cafeeira.</p>
<p>Um material prático e direto, com fotos, sintomas, condições favoráveis e os principais danos para te ajudar a proteger sua produção com decisões técnicas.</p>
<h2>O que você vai encontrar neste material técnico:</h2>
<ul>
<li>Pragas como bicho-mineiro, broca-do-café, ácaro-vermelho, ácaro-da-mancha-anular e cochonilha;</li>
<li>Doenças como ferrugem, cercosporiose, mancha-aureolada, mancha-de-phoma;</li>
<li>Fotos reais para facilitar a identificação visual no campo;</li>
<li>Sintomas típicos de cada praga e doença citada;</li>
<li>Condições ambientais que favorecem cada problema.</li>
</ul>
<h2>Este material é ideal para:</h2>
<ul>
<li>Produtores de café que desejam proteger a lavoura e evitar perdas por pragas e doenças;</li>
<li>Técnicos agrícolas e consultores que atuam com fitossanidade e monitoramento da cultura;</li>
<li>Gestores de propriedades que tomam decisões sobre aplicações e estratégias preventivas.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-pragas-doencas-cafe?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=guia-pragas-doencas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39679 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe.png" alt="Guia Pragas e doenças do café" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tratamento foliar na cultura de café: como controlar pragas e doenças?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/tratamento-foliar-na-cultura-de-cafe/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/tratamento-foliar-na-cultura-de-cafe/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Oct 2023 11:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[cafeeiro]]></category>
		<category><![CDATA[doenças do café]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cafeicultura é uma atividade complexa que demanda um cuidado especial, principalmente no que diz respeito ao tratamento foliar. Neste artigo, vamos explorar as melhores práticas para o controle de pragas e doenças que afetam as lavouras de café durante a entressafra.  &#160; Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF! Pressões e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A cafeicultura é uma atividade complexa que demanda um cuidado especial, principalmente no que diz respeito ao tratamento foliar. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste artigo, vamos explorar as melhores práticas para o controle de pragas e doenças que afetam as lavouras de café durante a entressafra. </span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Pressões e desafios</h2>
<h3>Broca e lagartas</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A <a href="https://rehagro.com.br/blog/broca-do-cafe/" target="_blank" rel="noopener"><strong>broca-do-café</strong></a> é uma das pragas mais prevalentes, especialmente quando os frutos alcançam o tamanho chumbão em torno de outubro. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A pressão aumenta consideravelmente nos meses de janeiro e fevereiro, principalmente devido à falta de chuvas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, <a href="https://rehagro.com.br/blog/lagartas-na-cultura-do-cafe/" target="_blank" rel="noopener"><strong>lagartas</strong></a> tornam-se uma ameaça a partir de março, migrando das grandes produções de soja e milho. Este fenômeno pode causar danos significativos às plantações de café.</span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-pragas-doencas-cafe?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=guia-pragas-doencas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39679 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe.png" alt="Guia Pragas e doenças do café" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Regiões de alta e baixa pressão</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">É crucial distinguir entre regiões de alta e baixa pressão. Nas áreas de alta pressão, a atenção deve ser <strong>redobrada entre setembro e janeiro, e novamente de maio a julho</strong>. A redução da temperatura e a umidade mais elevada nesses períodos favorecem o surgimento de doenças. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por outro lado, regiões de baixa pressão são mais propícias a doenças em torno de <strong>maio e durante a florada</strong>.</span></p>
<h2>Estratégia de tratamento foliar</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para enfrentar esses desafios, é essencial implementar um tratamento foliar completo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em média, são realizadas seis pulverizações, mas isso pode variar dependendo das condições específicas da lavoura.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24894 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/calendario-tratamento-foliar-do-cafe.jpg" alt="Calendário tratamento foliar do café" width="1000" height="607" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/calendario-tratamento-foliar-do-cafe.jpg 1000w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/calendario-tratamento-foliar-do-cafe-300x182.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/calendario-tratamento-foliar-do-cafe-768x466.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/calendario-tratamento-foliar-do-cafe-370x225.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/calendario-tratamento-foliar-do-cafe-270x164.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/calendario-tratamento-foliar-do-cafe-740x449.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/calendario-tratamento-foliar-do-cafe-150x91.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<h3>Agosto: proteção da florada</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A primeira <a href="https://rehagro.com.br/blog/pulverizador-costal/" target="_blank" rel="noopener"><strong>pulverização</strong></a>, em agosto, tem como foco a proteção da florada. Fungicidas são aplicados nesse momento, buscando proporcionar uma defesa robusta.</span></p>
<h3>Setembro: ataque de bicho-mineiro</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Em setembro, a segunda aplicação é direcionada para combater o ataque de <a href="https://rehagro.com.br/blog/bicho-mineiro-nao-perca-o-controle/" target="_blank" rel="noopener"><strong>bicho-mineiro</strong></a>. Inseticidas de choque, como fosforados, são utilizados para mitigar esse problema.</span></p>
<h3>Outubro a novembro: controle de ferrugem</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A terceira pulverização, entre outubro e novembro, visa o controle da <a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-da-ferrugem-do-cafeeiro/" target="_blank" rel="noopener"><strong>ferrugem</strong></a>. As fungicidas carboxamidas têm se mostrado eficazes nessa etapa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em locais mais adiantados, já na fase chumbão, entra-se com o tratamento para a broca, utilizando inseticidas específicos.</span></p>
<h3>Segunda abordagem para ferrugem</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Após 50 a 55 dias, a quarta pulverização é realizada, focando novamente na ferrugem, desta vez com triazol.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="TRATAMENTO VIA FOLHA NA CAFEICULTURA | Série Especial Entressafra" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/cE159dKQy-c?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h3>Fevereiro a março: terceira abordagem para ferrugem</h3>
<p>Após cerca de 45 a 50 dias da pulverização anterior, entra a quinta pulverização, terceira focada em ferrugem, também com trizol.</p>
<p>Nessa fase também é interessante utilizar algum inseticida que vai dar um residual de controle do bicho-mineiro na folha.</p>
<h3>Abril: proteção para o período mais seco</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A última aplicação, em abril, serve como uma camada de proteção adicional para o período mais seco, com foco em ferrugem ou fungicidas preventivos.</span></p>
<h3>Variações nos tratamentos</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Em casos onde a pressão de pragas é menor, adaptações podem ser feitas. Por exemplo, em regiões de menor pressão de <a href="https://rehagro.com.br/blog/mancha-de-phoma-no-cafeeiro/" target="_blank" rel="noopener"><strong>phoma</strong></a>, a aplicação na florada pode ser reduzida, focando apenas na multiplicação da floração.</span></p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Entender e planejar cada etapa do tratamento foliar é fundamental para o sucesso da produção de café. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As janelas de aplicação devem ser rigorosamente respeitadas, garantindo resultados ótimos no controle de pragas e doenças. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao seguir essas estratégias, produtores podem alcançar uma lavoura mais saudável e produtiva, mesmo durante a entressafra.</span></p>
<h2>Profissionalize sua gestão e potencialize os resultados da sua lavoura de café</h2>
<p>O tratamento foliar é uma estratégia eficaz no controle de pragas e doenças, mas para alcançar alta produtividade e rentabilidade, é essencial combinar boas práticas de manejo com uma gestão eficiente de toda a lavoura.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende com especialistas a aplicar ferramentas práticas de gestão, tomar decisões assertivas e conduzir sua produção de forma mais lucrativa.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mancha anular do cafeeiro: sintomas, principais danos e como controlar</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/acaro-da-mancha-anular/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/acaro-da-mancha-anular/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2020 18:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[cafeeiro]]></category>
		<category><![CDATA[cultura do café]]></category>
		<category><![CDATA[doenças do café]]></category>
		<category><![CDATA[lavouras]]></category>
		<category><![CDATA[mancha anular]]></category>
		<category><![CDATA[manchas amareladas]]></category>
		<category><![CDATA[vírus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A mancha anular do cafeeiro é causada pelo ácaro Brevipalpus phoenicis, responsável por transmitir o vírus Coffee ringspot virus &#8211; CoRSV. Esse ácaro também é conhecido como uma séria praga na cultura dos citros, recebendo o nome vulgar de ácaro-da-leprose, por ser transmissor do vírus que causa essa doença. Dessa forma, o ácaro Brevipalpus phoenicis [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>mancha anular do cafeeiro</strong> é causada pelo ácaro <em>Brevipalpus phoenicis</em>, responsável por transmitir o vírus <em>Coffee ringspot virus</em> &#8211; CoRSV.</p>
<p>Esse ácaro também é conhecido como uma séria praga na cultura dos citros, recebendo o nome vulgar de ácaro-da-leprose, por ser transmissor do vírus que causa essa doença.</p>
<p>Dessa forma, o ácaro <em>Brevipalpus phoenicis</em> é uma <strong>praga polífaga, não infestando apenas a <a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-da-cultura-do-cafe-principais-aspectos/">cultura do café</a>.</strong></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Quais as características do ácaro da mancha anular?</h2>
<p>As fêmeas medem cerca de 0,30 mm de comprimento e 0,18 mm de largura, com manchas escuras no dorso. Os machos são semelhantes às fêmeas, no entanto, não apresentam manchas escuras sobre o corpo.</p>
<p>Nas <strong>folhas do cafeeiro</strong> os ácaros localizam-se na parte inferior, próximos às nervuras, principalmente a central. Já <strong>nos frutos</strong>, os ácaros e seus ovos são encontrados preferencialmente na coroa e no pedúnculo, e também em fendas ou lesões com aspecto de cortiça na casca dos frutos.</p>
<p>O ciclo de vida de <i>B. phoenicis </i>é constituído pelas fases de ovo, larva, protoninfa, deutoninfa e adulto, e pode durar cerca de 18 dias, dependendo das condições climáticas.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-pragas-doencas-cafe?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=guia-pragas-doencas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39679 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe.png" alt="Guia Pragas e doenças do café" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Principais sintomas da mancha anular</h2>
<p>Os sintomas da mancha anular <strong>podem aparecer em folhas e frutos</strong> do cafeeiro.</p>
<p>Nas folhas, são observadas <strong>manchas cloróticas</strong>, que tomam a forma de anel, podendo coalescer, abrangendo grande parte do limbo.</p>
<p>Nos frutos, os sintomas são <strong>manchas amareladas em forma de anéis</strong> ou irregularidades deprimidas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-14829" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/acaro-mancha-anular-1.jpg" alt="Folhas de cafeeiro com mancha anular" width="650" height="488" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/acaro-mancha-anular-1.jpg 960w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/acaro-mancha-anular-1-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/acaro-mancha-anular-1-768x576.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/acaro-mancha-anular-1-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/acaro-mancha-anular-1-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/acaro-mancha-anular-1-740x555.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/acaro-mancha-anular-1-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/acaro-mancha-anular-1-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Folhas de cafeeiro com sintomas do vírus inoculado pelo ácaro da mancha anular (Foto: Luiz Paulo Vilela)</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-14831" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/acaro-mancha-anular-3.jpg" alt="Frutos do cafeeiro com sintomas de mancha anular" width="570" height="590" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/acaro-mancha-anular-3.jpg 570w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/acaro-mancha-anular-3-290x300.jpg 290w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/acaro-mancha-anular-3-370x383.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/acaro-mancha-anular-3-270x279.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/acaro-mancha-anular-3-150x155.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 570px) 100vw, 570px" />Frutos de cafeeiro com sintomas do vírus inoculado pelo ácaro da mancha anular (Foto: Luiz Paulo Vilela)</span></p>
<h2>Quais os danos causados pela mancha anular?</h2>
<p>A incidência do ácaro da leprose <strong>pode acarretar intensa desfolha</strong>, reduzindo significativamente a fotossíntese das plantas, dessa forma, podendo afetar na produtividade do cafeeiro.</p>
<p>Pelo fato do ataque do ácaro se concentrar mais na parte interna da planta, com uma desfolha de dentro para fora do cafeeiro, denomina-se “planta-oca”.</p>
<p>Também pode ocorrer <strong>queda acentuada de frutos</strong>, acarretando aumento do café de varrição e <strong>interferência na qualidade da bebida</strong>.</p>
<p>Além disso, é importante destacar que após o ataque do ácaro os frutos ficam dispostos a entrada de microrganismos, por exemplo:</p>
<ul>
<li><i>Colletotrichum;</i></li>
<li>Fusarium;</li>
<li>Penicillium;</li>
<li>Cladosporium;</li>
<li>Aspergillus<i>. </i></li>
</ul>
<p>Ou mesmo, a raspagem feita pelo ácaro nas folhas, podem facilitar a entrada de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/principais-doencas-do-cafe-como-identifica-las/" target="_blank" rel="noopener">doenças no cafeeiro</a></strong>.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-28254 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="900" height="250" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg 900w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-300x83.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-768x213.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-370x103.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-270x75.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-740x206.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-150x42.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a></p>
<h2>Como realizar o controle do ácaro?</h2>
<p>Após detectada a incidência do vírus da mancha anular nas lavouras, recomenda-se o controle do ácaro, visto que, esse inseto é o <strong>vetor do vírus</strong>, e na sua ausência não há a transmissão da doença.</p>
<p>O controle pode ser feito através da utilização dos ingredientes ativos: Hexythiazox, Espirodiclofeno e Propargito, pertencente aos grupos químicos: tiazolidinacarboxamida, cetoenol e sulfito de alquila, que são registrados para o ácaro da mancha anular na cultura do café.</p>
<p>Podem ser utilizados também outros acaricidas registrados para o controle desse inseto vetor, salientando a <strong>importância de se rotacionar o modo de ação dos inseticidas utilizados</strong>, com o intuito de evitar a ocorrência de resistência.</p>
<p>Para a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pulverizador-costal/">pulverização</a></strong>, recomenda-se a utilização de um maior volume de calda, a partir de 600 L/ha, de acordo com o porte e o  enfolhamento das plantas. Também, recomenda-se andar com menor velocidade no trator a fim de que a calda atinja o interior das plantas. Sendo recomendada pelo menos <strong>duas aplicações para o controle do ácaro</strong>.</p>
<p>Além disso, é importante o uso racional de inseticidas que possam afetar a população de ácaros predadores, visando evitar desequilíbrios nas populações.</p>
<h2>Controle doenças com mais segurança e aumente a rentabilidade da lavoura</h2>
<p>A mancha anular pode comprometer a produtividade e a qualidade do café, causando prejuízos significativos quando não é manejada corretamente. Mais do que identificar os sintomas, é essencial adotar estratégias de controle eficientes e integrá-las a uma gestão completa da lavoura.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende a planejar o manejo fitossanitário de forma estratégica, interpretar informações técnicas com segurança, reduzir custos e aumentar a eficiência da produção, sempre com foco em resultados consistentes.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18459 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg" alt="Larissa Cocato - Coordenadora de Ensino Café" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<item>
		<title>E-book Cercosporiose do cafeeiro: um guia completo</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/cercosporiose-do-cafeeiro/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/cercosporiose-do-cafeeiro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Aug 2018 12:58:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[cafeeiro]]></category>
		<category><![CDATA[cercosporiose]]></category>
		<category><![CDATA[doenças do café]]></category>
		<category><![CDATA[lavouras]]></category>
		<category><![CDATA[mancha]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mancha de olho pardo ou Cercosporiose é uma doença que pode atacar desde mudas no viveiro causando intensa desfolha, afetando o crescimento e desenvolvimento das plantas, ou mesmo lavouras adultas, que além da queda de folhas pode proporcionar queda de frutos. Veja nesse e-book: Ciclo de desenvolvimento da doença; Como identificar os sintomas de Cercosporiose [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Mancha de olho pardo ou Cercosporiose é uma <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/principais-doencas-do-cafe-como-identifica-las/" target="_blank" rel="noopener">doença</a></strong> que pode atacar desde mudas no viveiro causando intensa desfolha, afetando o crescimento e desenvolvimento das plantas, ou mesmo lavouras adultas, que além da queda de folhas pode proporcionar queda de frutos.</p>
<p style="text-align: left;">Veja nesse e-book:</p>
<ul>
<li style="text-align: left;">Ciclo de desenvolvimento da doença;</li>
<li style="text-align: left;">Como identificar os sintomas de Cercosporiose nas folhas e nos frutos;</li>
<li style="text-align: left;">Principais danos causados;</li>
<li style="text-align: left;">Ferramentas de controle da doença.</li>
</ul>
<p>Clique no botão abaixo e baixe o e-book gratuitamente!</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-cercosporiose-cafeeiro?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=ebook-cercosporiose&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39673 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-cercosporiose.png" alt="E-book Cercosporiose" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-cercosporiose.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-cercosporiose-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-cercosporiose-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-cercosporiose-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-cercosporiose-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-cercosporiose-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-cercosporiose-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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		<item>
		<title>Ferrugem do cafeeiro: o que é e como controlar essa doença?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/controle-da-ferrugem-do-cafeeiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jul 2018 18:05:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[cafeeiro]]></category>
		<category><![CDATA[doenças do café]]></category>
		<category><![CDATA[ferrugem]]></category>
		<category><![CDATA[fungicidas]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Devido aos grandes prejuízos que ela causa por onde passa, a ferrugem do cafeeiro é considerada a doença mais importante na Cafeicultura. Ela causa uma intensa desfolha no cafeeiro e imensas perdas de produtividade e qualidade, comprometendo não somente a safra atual, mas também a seguinte. &#160; Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Devido aos grandes prejuízos que ela causa por onde passa, <strong>a ferrugem do cafeeiro é considerada a doença mais importante na Cafeicultura</strong>.</p>
<p>Ela causa uma intensa desfolha no cafeeiro e imensas perdas de produtividade e qualidade, comprometendo não somente a safra atual, mas também a seguinte.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js"></script><br />
<script>
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  });
</script></p>
</div>
<h2>O que é ferrugem no café?</h2>
<p>A ferrugem é um fungo da espécie <i>Hemileia vastatrix</i> que ataca o cafeeiro. É a doença mais importante em termos de necessidade de controle e se caracteriza pelo aparecimento de pústulas com esporos de coloração amarelo escura a marrom na superfície das folhas, a partir da emergência até o estádio de maturação, provocando desfolha.</p>
<p>Conforme as folhas caem a planta diminui a taxa fotossintética, perde a capacidade de produzir carboidrato e consequentemente de auxiliar no crescimento do cafeeiro. Os esporos da ferrugem são espalhados pelo vento, germinam e penetram nas folhas.</p>
<p>De início, não é possível perceber nenhuma alteração aparente na planta, o que vai ocorrer algum tempo após a infestação, quando o fungo se reproduzir e esporular. Nesse momento, as manchas começam a surgir e a doença já causou danos à plantação.</p>
<p>A <i>Hemileia vastatrix</i> é um fungo biotrófico que <strong>sobrevive somente no cafeeiro</strong>; ou seja, precisa se reproduzir na plantação.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-pragas-doencas-cafe?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=guia-pragas-doencas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39679 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe.png" alt="Guia Pragas e doenças do café" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Sintomas da ferrugem no cafeeiro</h2>
<p>Ao ser atacada pela ferrugem, a planta apresenta:</p>
<ul>
<li>Manchas cloróticas, possíveis de serem vistas com as folhas colocadas contra a luz;</li>
<li>Manchas na face inferior da folha de coloração amarelo-alaranjada;</li>
<li>Aparecimento de massa pulverulenta de uredosporos sobre a mancha;</li>
<li>Necrose de partes do tecido foliar.</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22564" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ferrugem-cafeeiro-3.jpg" alt="Folha de cafeeiro com ferrugem" width="500" height="666" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ferrugem-cafeeiro-3.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ferrugem-cafeeiro-3-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ferrugem-cafeeiro-3-370x493.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ferrugem-cafeeiro-3-270x360.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ferrugem-cafeeiro-3-640x853.jpg 640w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ferrugem-cafeeiro-3-150x200.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4809" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ferrugem-cafeeira2.jpg" alt="Folha com sintomas de ferrugem do cafeeiro" width="550" height="413" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ferrugem-cafeeira2.jpg 1200w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ferrugem-cafeeira2-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ferrugem-cafeeira2-768x577.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ferrugem-cafeeira2-1024x769.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ferrugem-cafeeira2-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ferrugem-cafeeira2-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ferrugem-cafeeira2-740x556.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ferrugem-cafeeira2-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 550px) 100vw, 550px" /></p>
<h2>Condições favoráveis para o desenvolvimento da ferrugem</h2>
<p>As condições climáticas para o desenvolvimento da ferrugem são <strong>alta umidade e calor</strong> e a incidência é maior entre novembro e dezembro. A partir de janeiro, começam a surgir as manchas cloróticas, pois é o período mais chuvoso.</p>
<p>Lavouras adensadas também apresentam maiores sintomas de ferrugem, pois têm microclima propício ao desenvolvimento do fungo. Além disso, a carga de frutos por plantas também influencia na incidência da ferrugem: <strong>quanto mais as plantas produzem, mais suscetíveis ficam à doença.</strong></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-28254 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="900" height="250" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg 900w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-300x83.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-768x213.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-370x103.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-270x75.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-740x206.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-150x42.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a></p>
<h2>Danos da ferrugem no cafeeiro</h2>
<p>A ferrugem do cafeeiro causa os seguintes danos:</p>
<ul>
<li>Desfolha acarretando em prejuízos já naquela safra;</li>
<li>Redução da produção;</li>
<li>Prejuízos para a próxima safra do cafeeiro.</li>
</ul>
<h2>Monitoramento da ferrugem no cafeeiro</h2>
<p>O monitoramento correto deve:</p>
<ul>
<li>Dividir as lavouras em talhões uniformes;</li>
<li>Caminhar nas linhas aleatoriamente;</li>
<li>Coletar de cinco a dez folhas por planta no terceiro ou quarto par;</li>
<li>Localizadas no terço médio da planta;</li>
<li>Coletar cerca de 100 a 300 folhas por talhão.</li>
</ul>
<p>Também é importante realizar o cálculo de incidência. Assim:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22565 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ferrugem-cafeeiro-4.jpg" alt="Cálculo da incidência da ferrugem no cafeeiro" width="401" height="151" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ferrugem-cafeeiro-4.jpg 401w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ferrugem-cafeeiro-4-300x113.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ferrugem-cafeeiro-4-370x139.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ferrugem-cafeeiro-4-270x102.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ferrugem-cafeeiro-4-150x56.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 401px) 100vw, 401px" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>NÍVEL DE CONTROLE = 5% de incidência</strong></p>
<h2>Controle da ferrugem</h2>
<p>O manejo de controle contra a ferrugem deve ser preventivo, feito por meio da <strong>aplicação de fungicidas</strong> cúpricos a base de cobre, moléculas de triazol e estrobilurina, nos meses de novembro até março a abril, dependendo das condições de chuva do ano.</p>
<p>Pensando num método mais prático de controle, no geral, sem as condições climáticas que vão influenciar no manejo, fazemos:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Novembro:</strong> Aplicação do fungicida cúprico;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Dezembro:</strong> Aplicação Triazol + Estrobilurina;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Janeiro:</strong> Aplicação Triazol + Estrobilurina.</li>
</ul>
<p>Dependendo das condições externas, repetimos em fevereiro e nos meses seguintes a aplicação de Triazol + Estrobilurina.</p>
<p>Caso a lavoura já esteja contaminada, o ideal é entrar com um fungicida rapidamente – alguns desses fungicidas de controle – de preferência o triazol, que é mais rápido, para evitar maiores danos. Geralmente, os mais utilizados são os que controlam a ferrugem por mais tempo; aqueles que têm um período residual maior.</p>
<p>É muito importante <strong>conhecer esse período residual do fungicida</strong> para saber quantas aplicações devem ser feitas – em alguns casos, duas aplicações serão suficientes para controlar a ferrugem, em outros não, vamos precisar fazer quatro ou mais pulverizações, dependendo da incidência, condições climáticas favoráveis e do fungicida.</p>
<h3>Principais erros no controle da ferrugem</h3>
<p>Os erros mais comuns no controle da ferrugem normalmente estão relacionados ao <strong>prazo de prevenção</strong>. Desse modo, é necessário que o produtor esteja atento à incidência da doença, percebendo se está havendo aumento da infestação para conseguir agir com o fungicida.</p>
<p>Outro problema recorrente em fazendas são tratores, implementos mal regulados, pontas de pulverização não aptas à pulverização, manejo – não misturar os produtos corretamente na calda, não colocar na ordem certa no tanque etc.</p>
<p>Nas lavouras de café trabalha-se com o <strong>turbo atomizador</strong>, ligado com bastante pressão para o vento direcionar as gotas de fungicida no pé de café. Normalmente a ferrugem se instala onde é mais úmido, nas folhas mais velhas. Então, temos que fazer com que essas gotas cheguem no meio da planta, onde a incidência da doença é maior.</p>
<p>No caso dessas aplicações em ambientes de fazenda, as chuvas também são problema, pois ao invés de aplicar o fungicida no período de seca, de carência de chuvas, o produtor faz o contrário.</p>
<p>O fungicida precisa de no mínimo <strong>4h a 6h para penetrar bem na planta.</strong> Após esse período pode chover que não há problemas. Mas, se a pulverização for feita às 14h, por exemplo, e chover às 16h, teremos perda com a aplicação do fungicida, que não será absorvido totalmente pela planta, sendo lavado parcialmente.</p>
<p>Assim, mantenha em mente que o controle preventivo é a chave para evitar grandes perdas causadas por essa doença.</p>
<p>Além da ferrugem, é preciso ficar de olho nas outras <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/principais-doencas-do-cafe-como-identifica-las/" target="_blank" rel="noopener">doenças que podem acometer o cafeeiro</a></strong>, como a <a href="https://rehagro.com.br/blog/cercosporiose-no-cafe/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Cercosporiose</strong></a> e a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro/" target="_blank" rel="noopener">Mancha Aureolada</a></strong>.</p>
<p>Também é necessário o monitoramento rigoroso das pragas que afetam o cafeeiro e podem causar <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/defeitos-dos-graos-de-cafe-e-suas-causas/" target="_blank" rel="noopener">defeitos nos grãos</a></strong>.</p>
<h2>Proteja sua lavoura e aumente a rentabilidade com gestão estratégica</h2>
<p>A ferrugem do cafeeiro é uma das doenças mais preocupantes da cafeicultura e pode comprometer seriamente a produtividade. Mas, para garantir uma produção eficiente e lucrativa, não basta apenas controlar doenças — é necessário adotar uma gestão completa da lavoura.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende com especialistas a aplicar ferramentas práticas de gestão, melhorar o manejo e tomar decisões que aumentam a eficiência e a rentabilidade da produção.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18459 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg" alt="Larissa Cocato - Coordenadora de Ensino Café" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mancha aureolada do cafeeiro: como fazer o controle</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jun 2018 12:52:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[cafeeiro]]></category>
		<category><![CDATA[doenças do café]]></category>
		<category><![CDATA[folha]]></category>
		<category><![CDATA[lavouras]]></category>
		<category><![CDATA[mancha aureolada]]></category>
		<category><![CDATA[mudas]]></category>
		<category><![CDATA[planta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A mancha aureolada é uma doença que tem se destacado na cafeicultura brasileira nos últimos anos. Ela é causada pela bactéria Pseudomonas syringae pv. Garcae e foi constatada pela primeira vez em 1955, na região de Garça, no Estado de São Paulo. Tal enfermidade era mais comum nas regiões cafeeiras mais frias, como os estados [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>mancha aureolada</strong> é uma doença que tem se destacado na cafeicultura brasileira nos últimos anos. Ela é causada pela bactéria <em>Pseudomonas syringae pv. Garcae</em> e foi constatada pela primeira vez em 1955, na região de Garça, no Estado de São Paulo.</p>
<p>Tal enfermidade era mais comum nas regiões cafeeiras mais frias, como os estados do Paraná e São Paulo, porém, nos últimos anos tem-se constatado também nas zonas cafeeiras do Cerrado Mineiro (Triângulo e Alto Paranaíba), Sul de Minas e áreas de elevada altitude das Matas de Minas.</p>
<p>Tem <strong>maior severidade, em sua maioria, em lavouras novas</strong>, com até 4 anos, mas lavouras velhas que foram podadas e viveiros de mudas podem ser altamente vulneráveis.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js"></script><br />
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  });
</script></p>
</div>
<h2>Penetração da bactéria na planta</h2>
<p>A bactéria penetra na planta de café por diversos mecanismos, sendo basicamente através de ferimentos, os quais podem ser causados<strong> por ataque de outras doenças/<a href="https://rehagro.com.br/blog/pragas-do-cafe-arabica/" target="_blank" rel="noopener">pragas</a></strong>, ventos, chuvas de granizo ou podas, e através de aberturas naturais, como estômatos, hidatódios, nectários e flores.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4219 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro1.jpg" alt="Formas de penetração da bactéria da mancha aureolada no cafeeiro" width="644" height="219" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro1.jpg 644w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro1-300x102.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro1-370x126.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro1-270x92.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 644px) 100vw, 644px" /><span style="font-size: 10pt;">Figura 1. Formas de penetração da bactéria. FONTE: Agrios, 2005.</span></span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-pragas-doencas-cafe?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=guia-pragas-doencas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39679 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe.png" alt="Guia Pragas e doenças do café" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Quais os sintomas da mancha aureolada?</h2>
<p>A mancha aureolada ataca folhas, ramos, frutos novos e rosetas, podendo ser encontrada tanto em viveiros, quanto no campo. A bactéria ataca de forma sistêmica os ramos, que inicialmente ficam com uma coloração escura (Figura 3).</p>
<p>Em seguida, ataca as folhas e o sintoma se caracteriza por uma mancha necrótica de coloração parda, podendo ser envolvida por um halo-amarelado (Figura 2), consequentemente <strong>levando à queda das folhas e diminuição da produção de fotoassimilados</strong> pela planta.</p>
<p>Já nos órgãos florais do cafeeiro, causa a queda de flores e frutos chumbinhos (Figura 4), e consequentemente diminuição da produção. O ataque da doença pode causar a morte da planta em até 1 ano, sintoma que às vezes pode ser confundido com outras doenças, como rizoctoniose.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4220" src="https://rehagro.com.br/blog//wp-content/uploads/2018/06/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro2-300x207.png" alt="Folha com Mancha Aureolada" width="500" height="344" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro2-300x207.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro2-370x255.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro2-435x300.png 435w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro2-270x186.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro2.png 584w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></span><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Figura 2. Folha com lesão característica da Mancha Aureolada. Foto: Flávia Patrício.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4221" src="https://rehagro.com.br/blog//wp-content/uploads/2018/06/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro3-300x227.png" alt="Ramo de cafeeiro seco por ataque de mancha aureolada" width="500" height="379" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro3-300x227.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro3-370x280.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro3-270x204.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro3-80x60.png 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro3.png 515w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></span><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;"> Figura 3. Ramo de cafeeiro totalmente seco por ataque de Mancha Aureolada. Foto: Flávia Patrício.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4222" src="https://rehagro.com.br/blog//wp-content/uploads/2018/06/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro4-300x195.png" alt="Roseta com Mancha Aureolada" width="500" height="325" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro4-300x195.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro4-370x240.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro4-270x175.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro4.png 597w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></span><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Figura 4. Roseta atacada pela bactéria da Mancha Aureolada. Foto: Flávia Patrício.</span></p>
<h2>Condições favoráveis para a mancha aureolada</h2>
<p>Como mencionado, a bactéria causadora da mancha aureolada <strong>entra na planta por meio de aberturas causadas por ferimentos ou naturais</strong>. Como nas aberturas naturais o controle fica limitado, deve-se dar foco aos ferimentos, evitando-os.</p>
<p>A mancha aureolada ocorre pela combinação de fatores que estão ligados ao ambiente, ao hospedeiro e ao patógeno, como:</p>
<ul>
<li>Locais onde tem acúmulo de ar e ventos frios;</li>
<li>Problemas após podas no cafeeiro;</li>
<li>Lavouras atingidas por chuvas de pedra;</li>
<li>Altitudes elevadas;</li>
<li>Redução da temperatura e aumento da umidade relativa;</li>
<li>Excesso de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/nitrogenio-na-cultura-do-cafe/" target="_blank" rel="noopener">nitrogênio</a></strong> na planta;</li>
<li>Mudas fracas que vão para o campo são mais suscetíveis à doença.</li>
</ul>
<h2>Como manejar a mancha aureolada?</h2>
<p>Primeiramente, é preciso entender que o manejo da mancha aureolada, como de qualquer outra bactéria, é complicado, <strong>pois o melhor controle é evitar sua entrada na planta</strong>, iniciando com o plantio de mudas sadias e livres da bactéria.</p>
<p>Visto que a única forma de tentar controlar a doença é por meio de aplicações de bactericidas, que são pouco eficientes e podem ocasionar facilmente resistência da bactéria ao produto, o controle é difícil e oneroso.</p>
<p>Controles químicos estão obtendo melhores resultados, por meio de pulverizações preventivas com cúpricos no campo, e Hidróxido de Cobre e Casugamicina no viveiro, único antibiótico com registro para a cultura do café em viveiros no mercado.</p>
<p>Nota-se, como estratégia de muitos produtores, pulverizações seguidas com Casugamicina, quando a bactéria já está na planta. Porém, após a introdução da doença na planta, esta tática de controle muitas vezes é uma medida irracional do produtor em controlar a doença, pois tem eficiência muito baixa.</p>
<p>Desta forma, tem-se recomendado o uso da Casugamicina e Hidróxido de Cobre em viveiros, e em lavouras adultas o uso de cúpricos de maneira preventiva nas regiões sujeitas à enfermidade, já que não existe registro para o Casugamicina em lavouras adultas. Recomendações:</p>
<h3>No viveiro</h3>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Hidróxido de cobre;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Casugamicina.</span></li>
</ul>
<h3>No campo</h3>
<ul>
<li>Hidróxido de cobre: 2 &#8211; 2,5 kg/ha;</li>
<li>Oxicloreto de cobre: 3 &#8211; 4 kg/ha;</li>
<li>Hidróxido de cobre: 2 kg + mancozeb 2 kg.</li>
</ul>
<p>Os melhores resultados já obtidos no controle da bactéria da mancha aureolada foram através do uso de Oxicloreto de cobre na dosagem de 4 Kg/ha sem uso de misturas. Além disso, é importante aplicação de cúpricos antes da colheita, pelo fato de que essa operação causa ferimentos na planta, possibilitando a entrada da bactéria.</p>
<p>Em períodos muito chuvosos, o recomendado é reduzir o intervalo entre as aplicações e realizá-las de 15 a 25 dias entre aplicações, e sempre utilizar na concentração da calda mais alta de registro.</p>
<p>Quanto à resistência genética, percebe-se que a bactéria <em>Pseudomonas</em> atinge todos os cultivares, não tendo ainda estudos para avaliação de resistência. Porém, nota-se que a cultivar Mundo Novo é a mais suscetível a essa doença.</p>
<p>No campo, a principal tática a ser utilizada consiste basicamente em impedir ferimentos que possam servir de porta de entrada para a bactéria e o uso de produtos à base de cobre. Sendo assim, o recomendado é a utilização de quebra-ventos, como braquiária e crotalária nas entrelinhas, e árvores, como o eucalipto, fora da lavoura, principalmente em lavouras novas.</p>
<h2>Domine a gestão da lavoura e conquiste mais resultados na cafeicultura</h2>
<p>A mancha aureolada pode comprometer seriamente a produtividade do cafeeiro se não for controlada corretamente. Mas, para garantir lavouras mais produtivas e rentáveis, é essencial unir o manejo fitossanitário a uma gestão eficiente de toda a produção.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você terá acesso a conteúdos práticos, ferramentas de gestão aplicáveis no campo e o conhecimento de especialistas que já transformaram a realidade de diversos cafeicultores.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Café Rehagro.</p>
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