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	<title>clima Archives | Rehagro Blog</title>
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	<title>clima Archives | Rehagro Blog</title>
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		<title>Influência do clima na pecuária de corte: como enfrentar os impactos na produção de carne bovina</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/influencia-do-clima-na-pecuaria-de-corte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Oct 2025 13:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pecuária de corte é uma das atividades mais estratégicas do agronegócio brasileiro. O país ocupa lugar de destaque como um dos maiores produtores e exportadores de carne bovina do mundo. No entanto, por trás dos números que consolidam essa posição, existe uma variável cada vez mais determinante e ao mesmo tempo, muitas vezes negligenciada: [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/influencia-do-clima-na-pecuaria-de-corte/">Influência do clima na pecuária de corte: como enfrentar os impactos na produção de carne bovina</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A pecuária de corte é uma das atividades mais estratégicas do agronegócio brasileiro. O país ocupa lugar de destaque como um dos maiores produtores e exportadores de carne bovina do mundo. No entanto, por trás dos números que consolidam essa posição, existe uma variável cada vez mais determinante e ao mesmo tempo, muitas vezes negligenciada: o clima.</p>
<p>A influência do clima na pecuária de corte deixou de ser um tema de interesse apenas de pesquisadores ou meteorologistas. Ela passou a <strong>fazer parte do dia a dia do pecuarista</strong>, do técnico de campo e até dos investidores do setor.</p>
<p>As oscilações de temperatura, os eventos climáticos extremos e as mudanças nos padrões de chuvas afetam diretamente a produtividade, o bem-estar animal, a qualidade e sazonalidade do pasto, os custos de produção e, claro, a rentabilidade da fazenda.</p>
<p>Portanto, falar sobre a <strong>influência do clima na pecuária de corte</strong> é mais do que uma preocupação ambiental, é uma estratégia de gestão e de sobrevivência do negócio.</p>
<p>Neste artigo, vamos analisar como o clima afeta a produção de carne bovina, quais os principais riscos para a atividade, mas também mostrar soluções práticas, estratégias de adaptação e como transformar um possível desafio em oportunidade.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Como o clima afeta a pecuária de corte?</h2>
<h3>Variações climáticas e seus efeitos sobre o gado</h3>
<p>As mudanças de temperatura e umidade relativa do ar impactam diretamente a fisiologia dos bovinos. Como animais homeotérmicos, os bovinos têm capacidade limitada de dissipar calor.</p>
<p>Quando as temperaturas ambientais ultrapassam a <strong>zona de conforto térmico</strong>, geralmente entre 10 °C e 27 °C para bovinos de corte, os animais entram em estresse térmico, uma condição que afeta negativamente a saúde, o comportamento e o desempenho produtivo.</p>
<p>As principais variações climáticas com impacto direto são:</p>
<ul>
<li><strong>Altas temperaturas constantes</strong> (especialmente acima de 30 °C);</li>
<li><strong>Amplitude térmica elevada</strong> entre o dia e a noite;</li>
<li><strong>Baixa umidade relativa</strong> ou secas prolongadas;</li>
<li><strong>Chuvas intensas em curtos períodos</strong>, que afetam logística e manejo do pasto.</li>
</ul>
<p>Esses fatores alteram rotinas diárias, reduzem a ingestão de alimento e, em muitos casos, exigem mudanças no calendário de manejo da propriedade.</p>
<h3>Estresse térmico: principais consequências no desempenho animal</h3>
<p>O <strong>estresse térmico</strong> é uma das maiores ameaças silenciosas à rentabilidade da pecuária de corte. Quando submetido a calor extremo por longos períodos, o animal tende a <strong>diminuir sua ingestão alimentar</strong> para reduzir a produção de calor metabólico, o que leva, naturalmente, à <strong>redução no ganho de peso diário</strong>.</p>
<p>Entre os principais efeitos do estresse térmico no gado de corte, destacam-se:</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39850" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-consequencias-estresse-termico.png" alt="Consequências e impactos diretos na produção causados pelo estresse térmico" width="915" height="477" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-consequencias-estresse-termico.png 915w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-consequencias-estresse-termico-300x156.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-consequencias-estresse-termico-768x400.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-consequencias-estresse-termico-370x193.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-consequencias-estresse-termico-270x141.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-consequencias-estresse-termico-740x386.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-consequencias-estresse-termico-150x78.png 150w" sizes="(max-width: 915px) 100vw, 915px" /></p>
<p>Além da temperatura, outros fatores ambientais também devem ser levados em consideração:</p>
<ul>
<li><strong>Umidade relativa do ar elevada</strong> impede a dissipação do calor por sudorese e respiração, agravando o estresse térmico.</li>
<li><strong>Radiação solar direta</strong> sem sombreamento adequado pode elevar a temperatura da pele do animal para além dos 40 °C.</li>
<li><strong>Velocidade do vento e ventilação natural</strong> são essenciais para reduzir a sensação térmica real, principalmente em confinamentos e piquetes com sombra limitada.</li>
</ul>
<h2>Principais desafios para os produtores</h2>
<p>A influência do clima na pecuária de corte se manifesta de forma ampla e, muitas vezes, cumulativa.</p>
<p>O pecuarista sente os <strong>impactos diretamente na produtividade e nos custos</strong>, mas também de maneira indireta, como na degradação de pastagens ou na alteração de ciclos reprodutivos. Abaixo, destacamos os principais desafios enfrentados dentro da porteira:</p>
<h3>Perdas econômicas relacionadas ao clima</h3>
<p>Um dos maiores problemas enfrentados pela pecuária em períodos climáticos adversos é o <strong>aumento do custo de produção combinado com a queda de produtividade</strong>.</p>
<p>Quando o animal consome menos, engorda menos, e o tempo de terminação se alonga, isso significa mais dias no pasto ou no cocho, menor diluição do custo do suplemento, água, medicamentos e manejo.</p>
<p>Além disso, a queda no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/taxa-de-prenhez-na-pecuaria-de-corte/">índice de prenhez</a></strong>, comum em períodos de estresse térmico, reduz a taxa de reposição e compromete o planejamento de venda futura.</p>
<h3>Aumento de doenças e mortalidade em cenários extremos</h3>
<p>O estresse térmico e nutricional não apenas afetam o desempenho, como também <strong>baixam a imunidade dos animais</strong>. Isso abre espaço para a ocorrência de doenças metabólicas, respiratórias e até digestivas.</p>
<p>Além disso, em anos de calor extremo, o risco de <strong>mortalidade de animais mais jovens, debilitados ou em fase de terminação aumenta significativamente</strong>, principalmente se não houver áreas sombreadas, acesso constante à água e suporte nutricional adequado.</p>
<p>Outro fator crítico é a <strong>proliferação de parasitas</strong> (como carrapatos e moscas) em condições de calor e umidade, o que exige maior controle sanitário e uso de produtos veterinários.</p>
<h3>Mudanças na qualidade do pasto e disponibilidade de água</h3>
<p>O pasto é a base do sistema de produção de corte no Brasil e é também uma das primeiras vítimas dos desequilíbrios climáticos.</p>
<p><strong>Períodos de estiagem prolongada</strong> reduzem drasticamente o crescimento das forrageiras, forçando o pecuarista a investir em suplementação emergencial ou até mesmo no uso de silagem antecipada. Já em anos de chuvas intensas, o pasto pode ser danificado pelo pisoteio, compactação do solo e proliferação de fungos.</p>
<p>Além disso, há o problema da <strong>disponibilidade e qualidade da água</strong>. Rios, córregos e açudes tendem a secar ou ter qualidade comprometida em momentos críticos, afetando o consumo hídrico dos animais e o funcionamento de bebedouros e sistemas hidráulicos da fazenda.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-bebedouros-e-qualidade-de-agua-para-bovinos?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-bebedouros&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-39630 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-bebedouros-qualidade-agua.png" alt="E-book Bebedouros e qualidade de água para bovinos" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-bebedouros-qualidade-agua.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-bebedouros-qualidade-agua-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-bebedouros-qualidade-agua-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-bebedouros-qualidade-agua-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-bebedouros-qualidade-agua-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-bebedouros-qualidade-agua-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-bebedouros-qualidade-agua-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Soluções aplicáveis dentro da fazenda</h2>
<p>Até aqui vimos como o clima impacta negativamente, agora é hora de falar do que realmente pode ser feito dentro da porteira, com ações de curto, médio e longo prazo.</p>
<p>Essa seção é voltada para soluções práticas, reais e adotáveis, com foco em gestão, manejo e tecnologia.</p>
<h3>Ferramentas tecnológicas para previsão e monitoramento climático</h3>
<p>A tecnologia é uma aliada valiosa para antecipar eventos climáticos e tomar decisões mais seguras. Hoje, diversas plataformas digitais e apps agroclimáticos permitem o monitoramento de variáveis em tempo real, com previsões específicas para cada região.</p>
<p>Principais recursos disponíveis:</p>
<ul>
<li><strong>Estação meteorológica na propriedade</strong> (pluviômetro, sensores de temperatura e umidade);</li>
<li><strong>Aplicativos e portais agroclimáticos</strong> como Climatempo Agro, Agritempo, Agrosmart e Agritempo (INMET);</li>
<li><strong>Integração com sistemas de gestão da fazenda</strong>, que ajustam calendários de manejo com base nas previsões.</li>
</ul>
<p>O uso dessas tecnologias permite, por exemplo, antecipar a compra de insumos, ajustar o período da estação de monta e programar a suplementação de forma preventiva.</p>
<h3>Adoção de sistemas silvipastoris e ILPF</h3>
<p>Uma das estratégias mais eficazes para mitigar os efeitos do clima na pecuária de corte é adotar modelos produtivos mais resilientes e sustentáveis, como:</p>
<ul>
<li><strong>Sistemas silvipastoris</strong>: Integração entre pasto e árvores;</li>
<li><strong>ILPF – Integração Lavoura-Pecuária-Floresta</strong>: Diversificação do uso do solo com ganhos em produtividade e conservação ambiental.</li>
</ul>
<p>Esses sistemas oferecem <strong>sombreamento natural, melhora na fertilidade do solo, maior retenção de umidade</strong> e ainda promovem sequestro de carbono, colaborando com práticas sustentáveis.</p>
<h3>Planejamento forrageiro e uso eficiente da água</h3>
<p>Um erro comum em fazendas é tratar o pasto de <strong>forma estática</strong>, como se a oferta fosse sempre estável. No entanto, com a variabilidade climática, é essencial ter um planejamento forrageiro dinâmico, que leve em conta:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/entressafra-de-pastagens-como-manter-a-eficiencia-nutricional/">Crescimento sazonal das forrageiras</a></strong>;</li>
<li>Capacidade de suporte em cada época do ano;</li>
<li>Estabelecimento de áreas de reserva (piquetes ou silagem).</li>
</ul>
<p>Além disso, o <strong>uso eficiente da água</strong> é crítico. Isso envolve:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bebedouro-para-gado-e-a-importancia-da-qualidade-da-agua/">Instalação de bebedouros</a></strong> bem distribuídos;</li>
<li>Monitoramento da qualidade da água;</li>
<li>Reutilização e armazenamento de água da chuva, quando possível.</li>
</ul>
<h3>Rotação de pastagens em sincronia com a sazonalidade</h3>
<p>A rotação de pastagens, quando bem planejada, aumenta a longevidade do pasto e reduz impactos climáticos.</p>
<p>Boas práticas incluem:</p>
<ul>
<li>Divisão em piquetes com tempo de descanso adequado;</li>
<li>Uso de forrageiras adaptadas a cada microclima;</li>
<li>Estratégias de diferimento (pasto de inverno ou verão reservado) para períodos críticos.</li>
</ul>
<p>Essa prática ajuda a <strong>manter o equilíbrio entre oferta e demanda de forragem</strong>, reduz a sobrecarga do solo e mantém a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-bovinos-de-corte/">condição corporal</a></strong> dos animais mesmo em momentos de escassez.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Ignorar a influência do clima na pecuária de corte já não é mais uma opção viável. As variações e extremos climáticos estão se tornando mais frequentes, mais intensos e mais caros.</p>
<p>Como vimos, seus impactos vão desde a queda no ganho de peso até perdas reprodutivas e nutricionais, que comprometem toda a sustentabilidade do sistema produtivo.</p>
<p>Neste cenário, o clima precisa ser tratado como um <strong>fator de produção</strong>, tão importante quanto o solo, a genética ou a nutrição. E mais: ele deve estar no centro da tomada de decisões dentro da propriedade.</p>
<p>Ao transformar o modo como sua fazenda lida com o clima, você <strong>deixa de ser refém das intempéries e se torna protagonista da própria produção</strong>. O clima não é um obstáculo, é um fator de produção que, quando bem gerenciado, pode se tornar uma vantagem competitiva para sua fazenda. Isso é gestão moderna, é pecuária de alta performance, e, acima de tudo, é visão de futuro.</p>
<p>A próxima decisão climática da sua fazenda começa agora.</p>
<h2>Transforme sua fazenda em um negócio mais lucrativo</h2>
<p>Produzir mais arrobas é importante, mas só quem domina a gestão consegue transformar produtividade em lucro real. No <a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog"><strong>Curso Gestão na Pecuária de Corte</strong></a> do Rehagro, você aprende a organizar a fazenda, controlar custos, aumentar a eficiência e tomar decisões seguras que fazem diferença no resultado.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Desafios climáticos na produção de leite</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/desafios-climaticos-na-producao-de-leite/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Aug 2023 20:25:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
		<category><![CDATA[conforto térmico]]></category>
		<category><![CDATA[estresse térmico]]></category>
		<category><![CDATA[gado de leite]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A produção de leite é uma atividade de extrema importância para o setor agropecuário, porém, enfrenta crescentes desafios climáticos que afetam significativamente o bem-estar das vacas, a qualidade e volume de leite produzido. Com o aumento da produção, os animais se tornam mais sensíveis ao estresse calórico, levando a mudanças comportamentais e redução da eficiência [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A produção de leite é uma atividade de extrema importância para o setor agropecuário, porém, enfrenta crescentes desafios climáticos que afetam significativamente o bem-estar das vacas, a qualidade e volume de leite produzido.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com o aumento da produção, os animais se tornam mais sensíveis ao estresse calórico, levando a mudanças comportamentais e redução da eficiência reprodutiva. Além disso, o </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/estresse-termico/" target="_blank" rel="noopener"><b>estresse térmico</b></a><span style="font-weight: 400;"> durante os períodos mais quentes resulta em </span><b>diminuição da produção de leite e alterações na composição do produto final</b><span style="font-weight: 400;">, acarretando perdas econômicas para os produtores. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para mitigar esses efeitos negativos, torna-se essencial adotar estratégias adequadas visando o <a href="https://rehagro.com.br/blog/enriquecimento-ambiental-para-vacas-e-bezerras-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener"><strong>bem-estar animal</strong></a> e a sustentabilidade da atividade leiteira.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse texto discutiremos os principais desafios enfrentados em relação ao bem-estar, reprodução e na qualidade do leite, ocasionados pelas variações climáticas, enfatizando os efeitos deletérios que o estresse térmico causa aos animais e aos resultados futuros e também trazendo estratégias que contribuem para minimizar tais impactos. </span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Desafios no bem-estar</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">À medida que o nível da produção de leite aumenta, também aumenta a sensibilidade e vulnerabilidade ao estresse calórico, <strong>a zona termoneutra de uma vaca especializada varia de -5º a 25ºC</strong>. Isso é devido à alta atividade metabólica para a produção de leite, portanto, manter o equilíbrio térmico sob altas temperaturas é ainda mais difícil para esses animais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na tentativa de regular a temperatura corporal, as vacas têm mudanças comportamentais, permanecem mais tempo em estação, aumentando a superfície de contato com o ambiente para trocas de calor. Além disso, existem observações comportamentais que nos auxilia a identificar facilmente o conforto térmico dos animais, e dentre esses sinais, podemos citar: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Diminuição do consumo de matéria seca. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Aumentam o consumo de água. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Animal ofegante, com aumento da transpiração e salivação. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Aumento da frequência respiratória e cardíaca.</span></li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22518 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/vaca-leiteira-com-estresse-termico.jpg" alt="Vaca leiteira em estresse térmico pelo calor" width="512" height="260" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/vaca-leiteira-com-estresse-termico.jpg 512w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/vaca-leiteira-com-estresse-termico-300x152.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/vaca-leiteira-com-estresse-termico-370x188.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/vaca-leiteira-com-estresse-termico-270x137.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/vaca-leiteira-com-estresse-termico-150x76.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 512px) 100vw, 512px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Vaca leiteira em estresse térmico pelo calor. Note: boca aberta, língua para fora e aumento de salivação. Fonte: Acervo Rehagro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tais parâmetros auxiliam a reconhecer mais facilmente o conforto térmico das vacas, por serem facilmente identificáveis. Para animais a pasto, essa </span><b>mudança de comportamento é ainda mais visível, devido à procura de sombra nos períodos mais quentes do dia</b><span style="font-weight: 400;">, reduzindo o tempo de pastejo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa mudança de comportamento aumenta o gasto energético e, com o menor consumo de alimento, a disponibilidade de energia é menor, consequentemente, diminuindo a produção de leite. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Passar mais tempo em estação também corrobora para diminuição da produção, pois vacas deitadas possuem uma maior circulação de sangue na glândula mamária, sendo que para a produção de 1 litro de leite é necessário a circulação de cerca de 500 litros de sangue na glândula mamária. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, problemas de saúde são mais frequentes nesse momento desafiador que a vaca passa, como </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/tratamento-de-cascos-em-bovinos/" target="_blank" rel="noopener"><b>problemas de casco</b></a><span style="font-weight: 400;">, devido ao tempo excessivo em estação, acidose, devido ao consumo desbalanceado da </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/dietas-para-bovinos-leiteiros/" target="_blank" rel="noopener"><b>dieta</b></a><span style="font-weight: 400;">, entre outros.</span></p>
<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/investir-em-conforto-termico?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=webinar-conforto-termico&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-38506 size-full" title="Clique e acesse gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-conforto-termico.png" alt="Webinar conforto térmico" width="1024" height="359" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-conforto-termico.png 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-conforto-termico-300x105.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-conforto-termico-768x269.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-conforto-termico-370x130.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-conforto-termico-270x95.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-conforto-termico-740x259.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-conforto-termico-150x53.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dito isso, alguns outros fatores podem potencializar o estresse por calor. A disponibilidade de água é um exemplo, como dito anteriormente, vacas em estresse térmico bebem mais água, assim, precisam de um espaço de bebedouro adequado para a quantidade de animais e fornecimento de </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-da-agua-para-bovinos-leiteiros/" target="_blank" rel="noopener"><b>água de qualidade</b></a><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro ponto importante é a divisão de lotes, lotes superlotados, além de dificultar a troca de calor desses animais com o ambiente, também prejudica o acesso à água e alimento dos animais mais submissos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além de elevadas temperaturas, temos também outras variações climáticas que afetam o bem-estar dos animais, como a umidade, a qual estando elevada pode potencializar o estresse térmico por dificultar o resfriamento natural dos animais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Da mesma forma, temos a questão da precipitação, onde em períodos de chuvas excessivas o ambiente se torna mais úmido e com maior probabilidade da formação de lama, o que pode ser desconfortável para a vaca, seja por dificultar o acesso ao alimento e água ou para possibilitar o descanso, além de predispor a problemas de saúde e impactar na produção de leite. </span></p>
<h2>Desafios na reprodução</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Grande parte das fazendas leiteiras do Brasil sofrem com a reprodução em épocas mais quentes, principalmente aquelas com animais mais especializados, como o gado holandês, que são mais sensíveis ao calor. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na questão hormonal, estudos relatam uma baixa concentração plasmática de estradiol em vacas submetidas ao estresse térmico. Esta falta de estradiol prejudica a síntese de GnRH pelo eixo Hipotálamo-hipofisário, consequentemente a síntese de LH e FSH é prejudicada. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa desregulação hormonal faz com que as vacas tenham uma manifestação e duração do cio menores, com uma menor taxa de ovulação e </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/cistos-foliculares/" target="_blank" rel="noopener"><b>qualidade folicular</b></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além do desequilíbrio hormonal, em vacas submetidas ao estresse térmico, há uma redução no fluxo sanguíneo uterino, diminuindo a troca de calor e consequentemente aumentando a temperatura do meio uterino. Essas mudanças inibem o desenvolvimento embrionário e impedem o sucesso de <strong>inseminações</strong>, além de aumentar a taxa de perda embrionária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante lembrar da importância de estarmos atentos e conhecer os impactos que o estresse térmico em multíparas estão no período seco ou em nulíparas gestantes pode causar no desenvolvimento da bezerra ainda em gestação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os estudos já demonstram que <strong>bezerros que se desenvolvem em útero de mães sob estresse térmico sofrem por efeitos negativos na saúde</strong>, desempenho na produção e reprodução desse animal no futuro, e dentre eles podemos citar:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Estresse térmico no período seco acarretou menor tempo de gestação (entre 4 a 5 dias). </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Bezerro com menor peso ao nascer e menor peso na </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/desmama-de-bezerras-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener"><b>desmama</b></a><span style="font-weight: 400;">. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Bezerros com metabolismo energético alterado em relação com bezerros nascidos de mães resfriadas. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Devido à alteração no metabolismo energético, bezerros oriundos de estresse térmico, apresentaram menor estatura e uma maior deposição de gordura. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Bezerros desviam energia para tecidos periféricos para maior acúmulo de gordura. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Bezerros apresentam uma redução nas proteínas plasmáticas circulantes quando sofrem estresse térmico nos primeiros 28 dias de vida, sendo evidenciada pela menor eficiência de absorção de IgG do </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/colostro-bovino-saiba-importancia/" target="_blank" rel="noopener"><b>colostro</b></a><span style="font-weight: 400;">. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Baixa taxa de proliferação de linfócitos e monócitos, conferindo uma resposta imune deprimida. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://rehagro.com.br/blog/guia-para-o-sucesso-na-criacao-de-novilhas-leiteiras/"><b>Novilhas</b></a><span style="font-weight: 400;"> que sofreram estresse térmico no útero sofrem desvantagens desde a concepção até a lactação, necessitando de um número maior de serviços até a prenhez. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Novilhas nascidas de vacas que sofreram estresse térmico produziram menos leite na primeira lactação, ou seja, elas parecem nascer &#8220;programadas&#8221; a ter menor produção de leite em toda sua vida. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, <strong>estudos mais recentes apontaram evidências de que esse problema não afeta apenas as filhas de vacas que sofreram estresse térmico, mas também as netas</strong>. O que demonstra que mesmo havendo resfriamento e promoção de conforto térmico dos animais que sofreram estresse térmico no útero, pode haver impactos ainda nas próximas gerações.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22519 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/efeitos-estresse-termico-pre-parto-vacas.jpg" alt="Ilustraçã dos efeitos do estresse térmico no pré-parto na produtividade das vacas, suas filhas e netas" width="641" height="341" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/efeitos-estresse-termico-pre-parto-vacas.jpg 641w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/efeitos-estresse-termico-pre-parto-vacas-300x160.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/efeitos-estresse-termico-pre-parto-vacas-370x197.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/efeitos-estresse-termico-pre-parto-vacas-270x144.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/efeitos-estresse-termico-pre-parto-vacas-150x80.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 641px) 100vw, 641px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Figura demonstrando os efeitos do estresse térmico no pré-parto na produtividade das vacas, suas filhas e netas. Fonte: Adaptado de Oullet et al., 2020</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já nas </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto/" target="_blank" rel="noopener"><b>vacas pós-parto</b></a><span style="font-weight: 400;"> pode-se observar um aumento de doenças puerperais, como </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/retencao-de-placenta/" target="_blank" rel="noopener"><b>retenção de placenta</b></a><span style="font-weight: 400;">, metrite e </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/cetose-bovina-em-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener"><b>cetose</b></a><span style="font-weight: 400;">, e anestro no verão. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso ocorre devido ao prolongado período de balanço energético negativo (BEN), período que se caracteriza pela deficiência do aporte energético, devido ao grande gasto energético e reduzido consumo de alimento para suprir essa demanda. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse fato somado com a diminuição do consumo de alimento que já é causado pelo estresse térmico, além de aumentar as chances de doenças pós-parto, diminuem o </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/curva-de-lactacao/" target="_blank" rel="noopener"><b>pico de lactação</b></a><span style="font-weight: 400;"> das vacas, prejudicando toda aquela lactação.  </span></p>
<h2>Desafios na qualidade do leite</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">No verão a produção/vaca/dia tende a diminuir significativamente, isso se dá pelo desvio energético para a regulação térmica na qual falamos anteriormente. Entretanto, não apenas o volume produzido é alterado pelo estresse térmico, temos, também, alterações na composição do leite, como diminuição da porcentagem de gordura e proteína. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A diminuição da gordura do leite se deve pelas mudanças significativas nos perfis de triacilglicerídeos (TAG) e lipídeos polares. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já com relação à proteína, vacas com estresse térmico sofrem redução no teor de proteína no leite, devido ao catabolismo muscular ser maior, ocasionando maior concentração de nitrogênio ureico, disponibilizando maior distribuição de nitrogênio proteico para a ureia e causando uma diminuição da capacidade da síntese proteica das células da glândula mamária, reduzindo o teor de caseína. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa queda dos sólidos do leite, juntamente com diminuição da produção, leva a grandes perdas econômicas para uma fazenda. </span></p>
<h2>Estratégias para redução dos efeitos negativos das alterações climáticas</h2>
<p><strong>As variações climáticas trouxeram e ainda trarão muitos prejuízos à pecuária leiteira, entretanto podemos minimizar esses prejuízos com algumas estratégias. </strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Considerada uma boa alternativa para minimizar os problemas temos o investimento em instalações a fim de manter os animais confinados, como é o caso de sistema de </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/free-stall/" target="_blank" rel="noopener"><strong><i>free stall</i></strong></a><span style="font-weight: 400;"> ou </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/compost-barn-o-que-e-e-como-fazer/" target="_blank" rel="noopener"><b><i>compost barns</i></b></a><span style="font-weight: 400;">, onde essas instalações detenham de acesso a ventiladores e aspersores e quando bem manejadas contribuem reduzindo os impactos das mudanças climáticas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estratégias mais acessíveis podem ser tomadas para minimizar estes efeitos, como:</span></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Resfriamento a partir da aspersão e ventilação</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Aspersão.</span></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="2"><span style="font-weight: 400;">Evaporação – gotas pequenas e com alta preção;</span>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="3"><span style="font-weight: 400;">A água não entra em contato com a pele</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="3"><span style="font-weight: 400;">Mais recomendado para linha de cocho – molha menos o local </span></li>
</ul>
</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="2"><span style="font-weight: 400;">Direto – gotas grandes e com baixa pressão;</span>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="3"><span style="font-weight: 400;">A água entra em contato com a pele </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="3"><span style="font-weight: 400;">Mais recomendado para sala de espera – resfriamento mais rápido das vacas </span></li>
</ul>
</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="2"><span style="font-weight: 400;">O tempo de aspersão inicial indicada é de 3-60 segundos a cada 5 minutos.</span></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Ventilação.</span></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="2"><span style="font-weight: 400;">Tanto na linha de cocho, quanto na sala de espera.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="2"><span style="font-weight: 400;">Recomendado a velocidade do vento de aproximadamente 6 metros por segundo.</span></li>
</ul>
</li>
<li><span style="font-weight: 400;">Fornecimento em local adequado de área de sombra natural ou artificial (sombrite) para descanso dos animais em casos de animais criados em pastos ou confinados em piquetes. </span></li>
</ul>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="2"><span style="font-weight: 400;">Recomendado em torno de 5 m</span><span style="font-weight: 400;">2</span><span style="font-weight: 400;"> por animal. </span></li>
</ul>
</li>
<li><span style="font-weight: 400;">Sombreamento na área de cocho no caso de sistemas a pasto. </span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Fornecimento de <a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-da-agua-para-bovinos-leiteiros/" target="_blank" rel="noopener"><strong>água de qualidade e limpa</strong></a>. </span></li>
</ul>
<h2>Considerações finais</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Diante disso, para minimizar os efeitos negativos do clima na produção de leite e sucesso da atividade, é importante que sejam adotadas práticas de manejo adequadas, onde se inclui o fornecimento de instalações apropriadas que facilitem o controle de temperatura e umidade, que o acesso à água e alimentos seja garantido além de sempre monitorar a saúde e indicadores de bem-estar dos animais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Investir na promoção de conforto dos animais independente da condição climática no momento é uma forma de <strong>assegurar que os animais terão condições ideais para expressarem todo seu potencial produtivo</strong>, assegurando o bom desempenho e eficiência do negócio.</span></p>
<h2>Supere os desafios climáticos e mantenha a produção em alta</h2>
<p>As variações climáticas impactam diretamente o bem-estar, a saúde e a produtividade do rebanho. Com conhecimento técnico e estratégias certas, é possível minimizar perdas e garantir resultados consistentes.</p>
<p>Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Pós-Graduação em Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a implementar soluções práticas para enfrentar os desafios do clima, otimizar o manejo e aumentar a rentabilidade da fazenda.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18727 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-23112" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/julia-mattoso.jpg" alt="Julia Mattoso - Equipe Leite Rehagro" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/julia-mattoso.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/julia-mattoso-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/julia-mattoso-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22798 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg" alt="Laryssa Mendonça" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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