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	<title>alteração clínica Archives | Rehagro Blog</title>
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		<title>Intoxicação por samambaia em bovinos: saiba quais são as formas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jun 2018 13:30:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[alteração clínica]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[intoxicação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A samambaia é uma planta cosmopolita e ocorre em solos ácidos e arenosos. Toda a planta é tóxica, mas o broto é a parte que apresenta maior toxicidade. Portanto, a utilização de queimadas aumenta o potencial de intoxicação da planta, uma vez que após a queimada, a samambaia brota. A intoxicação ocorre em animais com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A samambaia é uma planta cosmopolita e ocorre em solos ácidos e arenosos. <strong>Toda a planta é <a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-que-causam-intoxicacao-em-bovinos/" target="_blank" rel="noopener">tóxica</a>, mas o broto é a parte que apresenta maior toxicidade.</strong> Portanto, a utilização de queimadas aumenta o potencial de intoxicação da planta, uma vez que após a queimada, a samambaia brota.</p>
<p>A intoxicação ocorre em animais com fome, em condições de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/" target="_blank" rel="noopener">falta de pasto</a></strong>, seca ou superlotação. A ingestão de feno contaminado com samambaia é capaz de intoxicar o animal, pois a fenação não destrói o princípio tóxico. Há indícios que os animais viciam na planta, procurando-a após as primeiras ingestões.</p>
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<p>&nbsp;</p>
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<h2>Formas de intoxicação por samambaia</h2>
<p><strong>A intoxicação ocorre de três formas clínicas:</strong> aguda, hematúria crônica ou enzoótica e tumores do trato digestivo superior.</p>
<h3>Intoxicação aguda</h3>
<p><strong>A intoxicação aguda ocorre principalmente em animais jovens, até dois anos</strong> e, em alguns casos em animais mais velhos. O período de maior ocorrência é de novembro a maio.</p>
<p>Animais que nunca tiveram contato com a planta e são transferidos para pastos contaminados desenvolvem o quadro clínico rapidamente. Animais famintos, como, por exemplo, aqueles submetidos a viagens longas, são mais susceptíveis. A morbidade está por volta de 70% e a letalidade é de 100%.</p>
<p>Os <strong>animais começam a apresentar pelo arrepiado, perda de peso, andar cambaleante, diarreia sanguinolenta, perda de apetite e febre</strong> (41 a 42 °C). As mucosas vulvovaginal, conjuntival e oral tornam-se pálidas e podem haver petéquias nas mesmas.</p>
<p>Os locais de picadas de insetos, carrapatos e agulhas apresentam hemorragia constante. O animal permanece deitado a maioria do tempo. O hemograma demonstra anemia normocítica normocrômica, leucopenia e neutropenia.</p>
<p>Na necropsia, são observadas palidez de mucosas e vísceras, equimoses e sufusões nas mucosas e serosas das cavidades torácica e abdominal. No fígado, podem ser observadas áreas de infarto e necrose. No intestino, podem ser encontradas grande quantidade de sangue e ulcerações na mucosa.</p>
<p>O exame histológico revela hemorragia em diversos órgãos, rarefação e necrose do sistema hematopoiético e atrofia dos centros germinativos dos folículos linfáticos do baço.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-plantas-toxicas-para-bovinos?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-plantas-toxicas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39638 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantas-toxicas.png" alt="E-book Plantas tóxicas para bovinos" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantas-toxicas.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantas-toxicas-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantas-toxicas-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantas-toxicas-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantas-toxicas-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantas-toxicas-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantas-toxicas-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Hematúria crônica ou enzoótica</h3>
<p><strong>Animais acima de quatros anos são os mais acometidos,</strong> e ocorrem em qualquer época do ano. A taxa de morbidade está por volta de 10% e a letalidade é de 100%.</p>
<p>O <strong>principal sinal clínico é a hematúria</strong>, que pode ser constante ou intermitente. <strong>O animal emagrece progressivamente, as mucosas estão pálidas</strong>. O quadro pode prolongar por vários meses até um ano, e o animal morre de caquexia.</p>
<p>Na necropsia são observadas palidez das vísceras e conteúdo e vermelho, às vezes coagulado, na bexiga. O epitélio vesical pode estar engrossado e podem ser vistos hematomas ou pequenos nódulos na bexiga.</p>
<p>O exame microscópico revela hiperplasia do epitélio de transição, e pode apresentar tumores como papilomas, adenomas, adenocarcinomas, carcinomas epidermóides, fibromas e hemangiomas.</p>
<h3>Tumores do trato digestivo superior</h3>
<p><strong>Os animais mais frequentemente acometidos são mais velhos, acima de 5 anos.</strong> Entre 7 a 8 anos ocorrem o maior número de casos. A morbidade é de aproximadamente 3% e a letalidade é de 100%.</p>
<p>A primeira alteração clínica é a tosse, e posteriormente o animal tem dificuldade de deglutição e regurgitação dos alimentos, com emagrecimento progressivo. Apresenta também diarréia em estágios avançados da doença.</p>
<p>Em alguns casos pode ocorrer timpanismo crônico. Os linfonodos submandibulares e pré-escapulares podem estar aumentados de tamanho. A morte ocorre por caquexia, 2 a 4 meses após o início do quadro clínico.</p>
<p>Na necropsia, os tumores são principalmente encontrados na região faringeana e base da língua. Tumores no rúmen, cárdia e esôfago também podem ser encontrados, mas com menor frequência. Geralmente estão associados a papilomas. Exames histológicos desses tumores revelam carcinomas epidermóides.</p>
<p>O princípio tóxico é uma tiaminase do tipo I, que inativa a tiamina e acumula ácido pirúvico em equinos, suínos e ratos. Nos bovinos, a intoxicação por samambaia é metabolizada a algumas substâncias, tais como, fator de anemia aplástica ou radiomimético, fenóis, fator determinante de hematúria ou de neoplasia enzoótica e outros.</p>
<p>O fator radiomimético determina depressão da medula, com anemia normocítica normocrômica, leucopenia e trombocitopenia. O fator determinante de neoplasia leva à formação de papilomas no tubo digestivo e na bexiga.</p>
<p>O diagnóstico é baseado nos sinais clínicos e na presença da samambaia nas áreas de pastagens. O hemograma pode auxiliar no diagnóstico. Deve-se diferenciar intoxicação por samambaia de outras enfermidades como pasteurelose, carbúnculo hemático, leptospirose e anaplasmose.</p>
<p><strong>Não existe tratamento efetivo para os bovinos</strong>. A transfusão de sangue e antibioticoterapia, como preventivo de infecção secundária, são apenas paliativos.</p>
<p>Portanto, <strong>o melhor controle é a erradicação da planta</strong>, que pode ser conseguida em 1 a 2 anos com correção do solo através de calagem. Não é indicado realizar queimadas e roçar o pasto, pois só levariam a emissão de novos brotos pela planta.</p>
<h2 data-start="207" data-end="272">Decisões preventivas protegem seu rebanho e o caixa da fazenda</h2>
<p data-start="274" data-end="547">A intoxicação por samambaia pode causar grandes perdas produtivas e econômicas, principalmente quando o manejo e o planejamento falham. Identificar os riscos, prevenir exposições e estruturar um sistema de produção mais seguro exige conhecimento técnico e gestão integrada.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/intoxicacao-por-samambaia/">Intoxicação por samambaia em bovinos: saiba quais são as formas</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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