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	<title>agropecuária Archives | Rehagro Blog</title>
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	<title>agropecuária Archives | Rehagro Blog</title>
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		<title>E-book Sistema digestório dos bovinos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Oct 2022 18:31:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[anatomia]]></category>
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		<category><![CDATA[sistema digestivo dos bovinos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Chega de desempenho abaixo do esperado e de prejuízos com ganho compensatório e doenças digestivas. Aprenda a melhorar a nutrição de seus animais entendendo mais sobre o sistema digestório dos bovinos! O que você irá aprender com esse e-book? Como aumentar o ganho de peso dos bezerros; Imagens práticas sobre as diferentes dietas agem no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Chega de desempenho abaixo do esperado e de prejuízos com ganho compensatório e doenças digestivas. Aprenda a <strong>melhorar a nutrição</strong> de seus animais entendendo mais sobre o sistema digestório dos bovinos!</p>
<h2>O que você irá aprender com esse e-book?</h2>
<ul>
<li>Como aumentar o ganho de peso dos <strong>bezerros</strong>;</li>
<li>Imagens práticas sobre as diferentes dietas agem no rúmen;</li>
<li>O que são e qual a importância das papilas ruminais;</li>
<li>Como o <strong>volumoso</strong> influencia no desenvolvimento ruminal;</li>
<li>Como evitar o ganho compensatório;</li>
<li>Principais dicas dos nossos técnicos para ter sucesso na produção.</li>
</ul>
<h2>Seja capaz de melhorar a nutrição de seus animais</h2>
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		<title>Doenças comuns em bezerros: sintomas, prevenção e cuidados</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/doencas-comuns-em-bezerros/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2020 19:30:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[bezerras leiteiras]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos leiteiros]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
		<category><![CDATA[infecções]]></category>
		<category><![CDATA[tristeza parasitária bovina]]></category>
		<category><![CDATA[umbigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Assim como em qualquer outra fase, as práticas corretas de manejo sanitário durante a recria são essenciais para que haja sucesso na criação de bezerras leiteiras. Os primeiros cuidados logo após o nascimento, como a colostragem, cura de umbigo e nutrição adequada antes e após a desmama tornam-se imprescindíveis para garantir a saúde dos animais. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Assim como em qualquer outra fase, as práticas corretas de manejo sanitário durante a recria são essenciais para que haja <a href="https://rehagro.com.br/blog/criacao-de-bezerras-leiteiras-e-seus-desafios/" rel="noopener"><strong>sucesso na criação de bezerras leiteiras</strong></a>.</p>
<p>Os primeiros cuidados logo após o nascimento, como a colostragem, cura de umbigo e nutrição adequada antes e após a desmama tornam-se imprescindíveis para garantir a saúde dos animais.</p>
<p>Caso estas ações não sejam realizadas corretamente ou sejam negligenciadas, as taxas de morbidade e mortalidade aumentam consideravelmente, trazendo prejuízos à propriedade.</p>
<p>Em algumas situações o prejuízo pode até não ser acentuado a curto prazo, mas o processo de determinadas doenças ocasiona alterações permanentes nos animais de forma a impactar no seu desenvolvimento e vida futura.</p>
<p>Dentre as <strong>doenças que afetam as bezerras durante a fase de recria</strong>, as mais ocorrentes são as diarreias, as infecções umbilicais, as doenças respiratórias e a tristeza parasitária bovina.</p>
<p>Conforme será mostrado e discutido ao longo deste texto, dados de campo têm demonstrado quais são os períodos críticos para a ocorrência destas doenças.</p>
<p>Estes dados constituem informações valiosas que auxiliam na prevenção e no monitoramento dos distúrbios da saúde dos animais, podendo ser utilizados para definição de estratégias visando redução do número de casos de doenças.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>1. Diarreia<b><i></i></b></h2>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/diarreia-neonatal-criptosporidiose-bovina-o-que-e-e-como-controlar/" rel="noopener">diarreia</a></strong> consiste em <strong>uma das principais razões pelas quais as bezerras adoecem ou morrem</strong>. Durante a fase de aleitamento as bezerras são altamente susceptíveis à ocorrência de diarreias devido ao sistema imunológico não estar plenamente desenvolvido e estabelecido.</p>
<p>Este fato contribui para que uma ampla diversidade de agentes patogênicos tenha a chance de se instalar no organismo do animal. Com isso, ocorrerão distúrbios intestinais de graus variáveis.</p>
<p>Esta ampla diversidade de agentes patogênicos constitui um dos motivos que dificultam o diagnóstico etiológico das diarreias. No entanto, conforme mencionado anteriormente, os dados de campo fundamentam-se como uma importante ferramenta que expressa os períodos críticos de atuação dos principais agentes envolvidos nas diarreias em bezerras leiteiras.</p>
<p>Todavia, <strong>há aquelas diarreias de origem não infecciosa</strong>, ou seja, não possuem um agente patogênico como causador. Estas diarreias tendem a se desenvolverem mediante a situações que prejudicam a absorção intestinal, fazendo com que solutos se acumulem na luz do órgão.</p>
<p>O acúmulo de solutos resulta na formação de um meio com alta osmolaridade que possui a capacidade de atração hídrica para o intestino, aumentando assim a fluidez das fezes.</p>
<p>As causas das diarreias não infecciosas envolvem principalmente erros no manejo alimentar das bezerras, como a má higienização dos utensílios e a oferta de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sucedaneo-no-aleitamento-de-bezerras/" rel="noopener">sucedâneos</a></strong> de baixa digestibilidade.</p>
<p>Dentre os inúmeros efeitos que um quadro de diarreia ocasiona no animal, os principais são a desidratação, as perdas eletrolíticas e o desequilíbrio ácido-básico. Estes efeitos podem se apresentar em níveis variados, porém sempre possuem como característica o comprometimento do estado geral do animal e, consequentemente, facilitam a entrada de novos agentes infecciosos.</p>
<p><strong>Portanto, assim como em qualquer outra doença/distúrbio, na diarreia o ideal é que o diagnóstico seja feito precocemente</strong>. Também é importante que o tratamento comece a ser realizado o mais rápido possível a fim de evitar maiores complicações no organismo do animal.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-criacao-bezerras-leiteiras?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-criacao-bezerras&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-39650 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png" alt="E-book Criação de bezerras leiteiras" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Agentes causadores de diarreia em bezerras leiteiras</h3>
<p>Dentre os agentes causadores de diarreia em bezerras leiteiras durante a fase de aleitamento, os principais são:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/diarreia-neonatal-criptosporidiose-bovina-o-que-e-e-como-controlar/" rel="noopener">Criptosporidiose</a></strong>;</li>
<li>Coccidiose;</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/salmonelose-bovina-impactos-na-saude-animal-e-como-proteger-seu-rebanho/">Salmonelose</a></strong>;</li>
<li>Colibacilose;</li>
<li>Clostridiose;</li>
<li>Coronavirose;</li>
<li>Rotavirose;</li>
<li>Diarreia Viral Bovina.</li>
</ul>
<p>Agentes comuns em bezerras como a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/diarreia-em-bezerras-por-e-coli/"><i>Escherichia coli </i></a></strong>e alguns vírus tendem a ocasionar diarreia logo nos primeiros dias de vida, enquanto agentes como <i>Cryptosporidium spp. </i>acometem mais o sistema digestivo do 5º ao 15º dia de vida, em média.</p>
<p>Todos os principais agentes patogênicos citados possuem as vias oral e fecal como potenciais meios de transmissão. Além disso, a higiene das instalações e do ambiente constitui uma medida básica e essencial de profilaxia.</p>
<p>O gráfico a seguir demonstra o ponto crítico para ocorrência de diarreia em bezerras leiteiras de acordo com a idade (dias):</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-44303 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerros.webp" alt="Casos de diarreia de acordo com a idade do bezerro" width="576" height="229" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerros.webp 576w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerros-300x119.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerros-370x147.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerros-270x107.webp 270w" sizes="(max-width: 576px) 100vw, 576px" /><span style="font-size: 10pt;">Número de casos de diarreia em bezerras leiteiras de acordo com a idade (dias)</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44304 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerros-1.webp" alt="Contagem de oocistos nas fezes de bezerros" width="544" height="290" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerros-1.webp 544w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerros-1-300x160.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerros-1-370x197.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerros-1-270x144.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 544px) 100vw, 544px" /><span style="font-size: 10pt;">Dinâmica da excreção de oocistos de <em>Cryptosporidium spp</em>. (Fonte: Leite, 2014.)</span></p>
<h2>2. Infecções umbilicais</h2>
<p>O processo de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cura-de-umbigo-das-bezerras/" rel="noopener">cura de umbigo</a></strong> representa um dos primeiros cuidados que se <strong>deve realizar com as bezerras logo após o nascimento</strong>, visto que o umbigo do recém-nascido ainda está aberto e corresponde a uma grande porta de entrada de microrganismos.</p>
<p>Caso uma quantidade considerável de bactérias alcance as estruturas umbilicais intra-abdominais e se dissemine pelo organismo, várias alterações podem ser desencadeadas, dentre elas a septicemia, pneumonia, abcessos pulmonares e hepáticos, poliartrites, endocardites, encefalites etc.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=doencas-bezerras" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-43761 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="330" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-300x101.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-768x259.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-370x125.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-270x91.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-740x249.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Além destas alterações, um umbigo curado inadequadamente, ou não curado, representa um excelente atrativo de moscas que desencadeiam processos de miíases.</p>
<p><strong>Um dos métodos mais eficazes para avaliação da eficiência da cura de umbigo consiste na realização da palpação umbilical</strong>. Neste método objetiva-se o reconhecimento manual das estruturas umbilicais, classificando-as em escores de 0 a 2, sendo:</p>
<ul>
<li>0 &#8211; umbigo normal;</li>
<li>1 &#8211; umbigo com infecção externa;</li>
<li>2 &#8211; umbigo com infecção interna.</li>
</ul>
<p>Uma meta ideal seria de que no mínimo 90% das bezerras avaliadas expressem escore umbilical 0, ou seja, sem alterações.</p>
<p>O período recomendado para que a palpação seja feita corresponde da 2ª à 3ª semana de vida. Caso a avaliação seja realizada antes da 2ª semana de vida, as estruturas umbilicais se apresentarão em uma conformação diminuta que inviabiliza a identificação manual.</p>
<p>Por outro lado, caso a palpação seja feita após a 3ª semana de vida as estruturas umbilicais estarão em maior dificuldade para palpação devido ao aumento da resistência da musculatura abdominal das bezerras.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44305 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerros-2.webp" alt="Anatomia umbilical dos bezerros" width="707" height="246" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerros-2.webp 707w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerros-2-300x104.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerros-2-370x129.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerros-2-270x94.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 707px) 100vw, 707px" /></p>
<h2>3. Doença respiratória bovina (DRB)</h2>
<p>Normalmente, a patogênese das doenças respiratórias bovinas envolve a associação de fatores de estresse que comprometem os mecanismos de defesa do organismo, facilitando a infecção primária das vias respiratórias por um ou mais micro-organismos.</p>
<p>Sinais clássicos de <strong><a href="https://ebook.rehagro.com.br/escore-de-saude-respiratoria-de-bezerras-leiteiras?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=escore-pagina-blog" rel="noopener">problemas respiratórios em bezerras leiteiras</a></strong> envolvem corrimento nasal, tosse, aumento da frequência respiratória, alteração do padrão respiratório, letargia e febre (temperatura retal igual ou superior a 39,3°C).</p>
<p>Dentre a diversidade das doenças respiratórias bovinas, <strong>a pneumonia é a mais comum</strong>. Quadros crônicos de pneumonia possuem a característica de provocar consolidação do parênquima pulmonar, reduzindo assim a capacidade respiratória do animal para o resto da vida.</p>
<p>Além de uma <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/colostro-bovino-saiba-importancia/" rel="noopener">boa colostragem</a></strong>, assegurar uma adequada qualidade do ar nas instalações torna-se fundamental para evitar quadros de pneumonia. O ambiente onde as bezerras são alojadas deve ser seco, arejado e livre de odores e resíduos.</p>
<p>Conforme já mencionado anteriormente, a correta cura de umbigo também constitui um ponto importante para prevenção de pneumonia em animais recém-nascidos, visto a barreira química formada no cordão umbilical que impede a disseminação microbiana pelo organismo.</p>
<p>O gráfico a seguir demonstra os pontos críticos para ocorrência de pneumonia em bezerras leiteiras de acordo com a idade (dias):</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44306 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerros-3.webp" alt="Número de casos de pneumonia em bezerras de acordo com a idade" width="606" height="325" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerros-3.webp 606w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerros-3-300x161.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerros-3-370x198.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerros-3-270x145.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 606px) 100vw, 606px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Número de casos de pneumonia em bezerras leiteiras de acordo com a idade (dias)</span></span></p>
<h2>4. Tristeza parasitária bovina (TPB)</h2>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tristeza-parasitaria-bovina/" rel="noopener">tristeza parasitária bovina</a></strong> baseia-se em uma doença de grande ocorrência nacional, principalmente nas regiões Sudeste e Centro-Oeste.</p>
<p>Os impactos ocasionados na cadeia leiteira são importantes e a morbidade durante a fase de recria tende a ser elevada em propriedades que não realizam a prevenção e o monitoramento para a doença.</p>
<p>A tristeza parasitária é ocasionada pela associação de <strong>dois agentes etiológicos intra-eritrocitários</strong>, <strong>sendo a bactéria <i>Anaplasma marginale</i> e o protozoário <i>Babesia</i></strong>, com as espécies <i>B. bigemina </i>e <i>B. bovis</i>. Tanto a anaplasmose quanto a babesiose podem ser transmitidas através do uso de instrumentos perfurocortantes contaminados (agulha, bisturi, etc.).</p>
<p>O agente <i>Anaplasma marginale </i>ainda pode ser transmitido via picada de insetos hematófagos, como moscas e mutucas, e a <i>Babesia sp.</i> pode ser veiculada via repasto sanguíneo de carrapatos infectados.</p>
<p>Os sinais clássicos da doença incluem febre (temperatura retal igual ou superior a 39,3°C), letargia, apatia, alteração na coloração das mucosas (ictéricas, pálidas e/ou com presença de petéquias), corrimento lacrimal e perda de apetite.</p>
<p>Como profilaxia da tristeza parasitária bovina recomenda-se o controle de ectoparasitas e de insetos tanto nos animais quanto no ambiente, evitar o uso compartilhado de agulhas e realizar o monitoramento da temperatura retal dos animais.</p>
<p>Os animais positivos para a doença devem ser tratados o quanto antes, a fim de evitar a proliferação dos agentes, além de receberem tratamento de suporte com hidratação oral e/ou endovenosa e antipiréticos.</p>
<p>O gráfico a seguir demonstra o ponto crítico para ocorrência de tristeza parasitária bovina em bezerras leiteiras de acordo com a idade (dias):</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44307 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerros-4.webp" alt="Número de casos de tristeza parasitária bovina em bezerras" width="610" height="313" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerros-4.webp 610w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerros-4-300x154.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerros-4-370x190.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerros-4-585x300.webp 585w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerros-4-270x139.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 610px) 100vw, 610px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Número de casos de TPB em bezerros leiteiros de acordo com a idade (dias)</span></span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44308 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerros-5.webp" alt="Exemplo de sintomas de TPB em bezerras" width="335" height="197" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerros-5.webp 335w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerros-5-300x176.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerros-5-270x159.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 335px) 100vw, 335px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Mucosas ictéricas (A) e pálidas com petéquias (B) em bezerras com TPB</span></span></p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Essas são algumas das principais doenças que podem acometer os bezerros e, por isso, merecem a atenção do produtor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ressaltando,<strong> juntamente com o oferecimento adequado do colostro, a cura do umbigo é uma medida sanitária prioritária</strong>, que influenciará diretamente a saúde do rebanho de qualquer criatório bovino. </span></p>
<h2>Garanta a saúde e o desempenho das bezerras com gestão eficiente</h2>
<p>As doenças que acometem bezerras podem comprometer todo o futuro produtivo do rebanho.</p>
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		<title>Genômica na pecuária leiteira: como funciona e quais são os benefícios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2020 15:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos leiteiros]]></category>
		<category><![CDATA[fazendas]]></category>
		<category><![CDATA[gado de leite]]></category>
		<category><![CDATA[genético]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A seleção dos animais exerce papel importante na evolução produtiva, reprodutiva e econômica dos rebanhos leiteiros. Entretanto, durante muitos anos, as decisões de melhoramento genético dependeram principalmente de informações de pedigree e do desempenho dos animais e de seus descendentes. Com o avanço da genômica, tornou-se possível obter informações sobre o potencial genético dos bovinos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A seleção dos animais exerce papel importante na evolução produtiva, reprodutiva e econômica dos rebanhos leiteiros. Entretanto, durante muitos anos, as decisões de melhoramento genético dependeram principalmente de informações de pedigree e do desempenho dos animais e de seus descendentes.</p>
<p>Com o <strong>avanço da genômica</strong>, tornou-se possível obter informações sobre o potencial genético dos bovinos ainda jovens, auxiliando na tomada de decisões sobre seleção, reprodução e descarte.</p>
<p>Na prática, os testes genômicos podem ajudar a identificar animais com maior potencial para diferentes características de interesse da propriedade.</p>
<p>Neste artigo, você entenderá o que é genômica na pecuária leiteira, como os testes funcionam e de que forma essas informações podem ser utilizadas na gestão e no melhoramento do rebanho.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Histórico e evolução da análise genômica</h2>
<p>Durante muito tempo, a análise do desempenho da cria de um determinado touro ou de uma determinada vaca <strong>foi o</strong> <strong>método mais eficaz para avaliação genética dos reprodutores</strong>. Este método ficou conhecido como Teste de Progênie, e é utilizado até os dias atuais devido a sua confiabilidade.</p>
<p>No entanto, uma de suas desvantagens se diz a respeito do longo tempo necessário para obtenção dos resultados. Também é válido citar a necessidade de ter uma progênie relativamente extensa para dar segurança aos dados.</p>
<p>Com o passar dos anos, por volta do final da década de 80 e início da década de 90, incorporou-se modelos estatísticos precisos nos programas de melhoramento genético. Este modelo ficou conhecido como Modelo Animal.</p>
<p>O modelo estatístico visa a associação dos dados de desempenho do próprio animal com os dados de sua matriz de parentesco (pai, mãe, irmãos, avós etc.). O intuito é ter uma estimativa e obtenção dos valores genéticos.</p>
<p>A inclusão de um modelo estatístico nos programas de melhoramento animal propiciou o avanço e a otimização das ferramentas de seleção e acasalamento. Como consequência, houve o aceleramento do progresso genético dos rebanhos em todo o mundo.</p>
<p>Nos anos de 2008/2009, nos Estados Unidos, a tecnologia da genômica foi lançada para a área da pecuária leiteira de modo a revolucionar todo o mercado da <strong>genética bovina</strong>.</p>
<p>Desde então, os testes genômicos têm mudado a forma como os produtores de leite tomam suas decisões, fazem a seleção e gerenciam os acasalamentos de seus rebanhos.</p>
<p><strong>A genômica permite aos técnicos e produtores a possibilidade de conhecer geneticamente os rebanhos</strong>, estratificando assim os grupos de animais que possuem uma genética superior ou inferior em diversos pontos.</p>
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<h2>Como funciona a análise genômica em bovinos leiteiros?</h2>
<p><strong>A análise genômica nos bovinos atua de modo a identificar marcadores moleculares que são de interesse econômico para os produtores.</strong></p>
<p>De forma a contextualizar melhor o assunto, marcadores moleculares são variações no material genético (genoma) que caracterizam as diferenças fenotípicas entre dois ou mais indivíduos. Variações fenotípicas estas que podem ser expressas em quesitos como:</p>
<ul>
<li>Ganho de peso;</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/idade-ao-primeiro-parto-de-femeas-leiteiras/">Idade ao primeiro parto</a></strong>;</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-aumentar-a-produtividade-na-pecuaria-leiteira/" rel="noopener">Produção de leite</a></strong>;</li>
<li>Período de lactação;</li>
<li>Circunferência escrotal;</li>
<li>Pelagem, dentre outros.</li>
</ul>
<p>Vários são os tipos de marcadores moleculares existentes, sendo que os principais identificados pelos testes genômicos são os polimorfismos de base única (<em>Single Nucleotide Polymorphism</em> – SNP).</p>
<p>Este tipo específico de marcador molecular se <strong>baseia na alteração em uma única base na molécula de DNA de um indivíduo em comparação com um genoma de referência.</strong> E, como já mencionado, são justamente tais alterações que ditam as variações fenotípicas em uma população.</p>
<p>Através da tecnologia da engenharia genética foram desenvolvidos chips capazes de analisar e identificar detalhadamente o genoma dos animais. Para isto, basta coletar uma amostra de material genético (bulbo capilar, sangue etc.) do indivíduo e enviar para uma empresa/laboratório especializado no assunto.</p>
<p>Lá, esse material genético é processado por sistemas automatizados contendo chips com milhares de marcadores moleculares. Ao final de todo o processo é gerado um relatório contendo as informações genéticas específicas que foram identificados de um determinado animal.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44300 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/genomica.webp" alt="Vacas leiteiras em um galpão de fazenda de leite" width="719" height="403" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/genomica.webp 719w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/genomica-300x168.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/genomica-370x207.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/genomica-270x151.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 719px) 100vw, 719px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Grupo Rehagro</span></p>
<h2>Benefícios da análise genômica para a pecuária leiteira</h2>
<p>Se formos comparar a avaliação genômica + avaliação convencional (pedigree, progênie) com a avaliação convencional isolada, notamos que ela propicia uma <strong>maior velocidade nas análises, maior acurácia dos valores e maior alcance do valor genético verdadeiro. </strong></p>
<p>No entanto, devemos sempre ter em mente que a avaliação genômica é um acelerador de todo o processo de melhoramento genético, e não um substituto.</p>
<p>Antigamente, por exemplo, um touro só teria seus primeiros valores genéticos divulgados com a idade de aproximadamente 7 a 8 anos. Isso porque precisaria esperar suas filhas nascerem e entrarem em idade reprodutiva e produtiva.</p>
<p>Nos dias atuais, com a tecnologia da genômica, não há essa necessidade, pois um touro já possui seus valores genéticos mensurados até mesmo antes da puberdade. Este exemplo demonstra claramente o auxílio que a genômica proporcionou para aumentar o progresso genético dos rebanhos bovinos.</p>
<p>Além dos benefícios já citados, as avaliações genômicas são utilizadas para mensurar características caras e complexas de serem medidas, de manifestação tardia, de baixa herdabilidade, medidas pós morte e também para correção dos valores da matriz de parentesco.</p>
<p>Outros grandes <strong>benefícios da utilização da genômica</strong> nas fazendas consistem:</p>
<ol>
<li>Na otimização de investimentos, visto a possibilidade de se obter dados genéticos de um animal pouco tempo após seu nascimento.</li>
<li>Aumentar os critérios de seleção da propriedade devido ao aumento da variedade de características mensuradas.</li>
<li>Aumentar a pressão de seleção do rebanho devido a maior acurácia dos valores.</li>
</ol>
<h2>Características analisadas na genômica</h2>
<p>Após o seu lançamento, os testes genômicos têm sido utilizados para identificação das características dos animais em diversos aspectos.</p>
<p>Os principais são os que envolvem particularidades de produção, saúde, conformação, habilidade de parto e <a href="https://rehagro.com.br/blog/doencas-reprodutivas-em-gado-de-leite/" rel="noopener"><strong>doenças</strong></a>. A maioria dessas características já eram mensuradas antes do advento da genômica. No entanto, esta tecnologia aumentou a velocidade de obtenção e a acurácia dos valores.</p>
<p>Dentro do critério de seleção de produção de leite, <strong>as características de maior destaque são relacionadas ao volume de leite produzido e a quantidade e ao percentual de produção de gordura e proteína.</strong></p>
<p>Atualmente, aumentamos bastante o número de rebanhos genotipados para a beta-caseína A2. Sua capacidade – quando em homozigose (A2A2) &#8211; não ocasiona distúrbios digestivos nos humanos consumidores de leite e derivados.</p>
<p>Os animais que sabidamente possuem o gene para beta-caseína A2 tendem a serem acasalados entre si para obtenção de uma progênie homozigota (A2A2). Logo, a tendência atual é de que cada vez mais se tenha rebanhos formados por animais com genótipo A2A2 para beta-caseína.</p>
<p>Com relação às doenças de cunho genético, estas são analisadas a partir de haplótipos &#8211; combinações alélicas que resultam na expressão de uma doença. Holandês, Jersey e Pardo Suíço são algumas das raças leiteiras que possuem haplótipos identificados para doenças (CVM, BLAD, BY etc).</p>
<p>As informações sobre os haplótipos podem ser importantes ferramentas na hora de realizar um acasalamento bem direcionado de modo a evitar a ocorrência de doenças genéticas.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>De modo geral, <strong>podemos concluir que as avaliações genômicas desempenham um importante papel no melhoramento do rebanho leiteiro.</strong> Elas contribuem em potencial para aumentar o progresso genético das populações.</p>
<p>No entanto, de nada adianta querer utilizar somente a genômica e fechar os olhos para as avaliações tradicionais (pedigree, progênie). Independente do avanço genômico, as informações de pedigree e de teste de progênie continuam sendo extremamente essenciais para condução do mapeamento e melhoramento genético dos rebanhos bovinos.</p>
<p>As ferramentas genéticas, quando bem utilizadas e manejadas, trazem bons retornos aos produtores nas mais diversas áreas, seja produção, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-reprodutivo-de-vacas-leiteiras/" rel="noopener">reprodução</a></strong>, nutrição, sanidade, dentre outras.</p>
<h2>Do DNA ao tanque: transforme genética em produtividade e lucro</h2>
<p>A análise genômica é uma poderosa aliada para selecionar animais mais produtivos, saudáveis e rentáveis.</p>
<p>Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=genomica" target="_blank" rel="noopener">Pós-graduação em Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a aplicar ferramentas avançadas de genética, manejo e gestão para potencializar o desempenho do rebanho e tomar decisões mais assertivas no campo.</p>
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