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	<title>agropecuária Archives | Rehagro Blog</title>
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	<title>agropecuária Archives | Rehagro Blog</title>
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		<title>E-book Sistema digestório dos bovinos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Oct 2022 18:31:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[anatomia]]></category>
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		<category><![CDATA[sistema digestivo dos bovinos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Chega de desempenho abaixo do esperado e de prejuízos com ganho compensatório e doenças digestivas. Aprenda a melhorar a nutrição de seus animais entendendo mais sobre o sistema digestório dos bovinos! O que você irá aprender com esse e-book? Como aumentar o ganho de peso dos bezerros; Imagens práticas sobre as diferentes dietas agem no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Chega de desempenho abaixo do esperado e de prejuízos com ganho compensatório e doenças digestivas. Aprenda a <strong>melhorar a nutrição</strong> de seus animais entendendo mais sobre o sistema digestório dos bovinos!</p>
<h2>O que você irá aprender com esse e-book?</h2>
<ul>
<li>Como aumentar o ganho de peso dos <strong>bezerros</strong>;</li>
<li>Imagens práticas sobre as diferentes dietas agem no rúmen;</li>
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<li>Como o <strong>volumoso</strong> influencia no desenvolvimento ruminal;</li>
<li>Como evitar o ganho compensatório;</li>
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</ul>
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		<title>4 principais doenças que acometem as bezerras leiteiras</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/doencas-comuns-em-bezerros/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2020 19:30:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[bezerras leiteiras]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos leiteiros]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
		<category><![CDATA[infecções]]></category>
		<category><![CDATA[tristeza parasitária bovina]]></category>
		<category><![CDATA[umbigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Assim como em qualquer outra fase, as práticas corretas de manejo sanitário durante a recria são essenciais para que haja sucesso na criação de bezerras leiteiras. Os primeiros cuidados logo após o nascimento, como a colostragem, cura de umbigo e nutrição adequada antes e após a desmama tornam-se imprescindíveis para garantir a saúde dos animais. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Assim como em qualquer outra fase, as práticas corretas de manejo sanitário durante a recria são essenciais para que haja <a href="https://rehagro.com.br/blog/criacao-de-bezerras-leiteiras-e-seus-desafios/" target="_blank" rel="noopener"><strong>sucesso na criação de bezerras leiteiras</strong></a>.</p>
<p>Os primeiros cuidados logo após o nascimento, como a colostragem, cura de umbigo e nutrição adequada antes e após a desmama tornam-se imprescindíveis para garantir a saúde dos animais.</p>
<p>Caso estas ações não sejam realizadas corretamente ou sejam negligenciadas, as taxas de morbidade e mortalidade aumentam consideravelmente, trazendo prejuízos à propriedade.</p>
<p>Em algumas situações o prejuízo pode até não ser acentuado a curto prazo, mas o processo de determinadas doenças ocasiona alterações permanentes nos animais de forma a impactar no seu desenvolvimento e vida futura.</p>
<p>Dentre as <strong>doenças que afetam as bezerras durante a fase de recria</strong>, as mais ocorrentes são as diarreias, as infecções umbilicais, as doenças respiratórias e a tristeza parasitária bovina.</p>
<p>Conforme será mostrado e discutido ao longo deste texto, dados de campo têm demonstrado quais são os períodos críticos para a ocorrência destas doenças.</p>
<p>Estes dados constituem informações valiosas que auxiliam na prevenção e no monitoramento dos distúrbios da saúde dos animais, podendo ser utilizados para definição de estratégias visando redução do número de casos de doenças.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>1. Diarreia<b><i></i></b></h2>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/diarreia-neonatal-criptosporidiose-bovina-o-que-e-e-como-controlar/" target="_blank" rel="noopener">diarreia</a></strong> consiste em <strong>uma das principais razões pelas quais as bezerras adoecem ou morrem</strong>. Durante a fase de aleitamento as bezerras são altamente susceptíveis à ocorrência de diarreias devido ao sistema imunológico não estar plenamente desenvolvido e estabelecido.</p>
<p>Este fato contribui para que uma ampla diversidade de agentes patogênicos tenha a chance de se instalar no organismo do animal. Com isso, ocorrerão distúrbios intestinais de graus variáveis.</p>
<p>Esta ampla diversidade de agentes patogênicos constitui um dos motivos que dificultam o diagnóstico etiológico das diarreias. No entanto, conforme mencionado anteriormente, os dados de campo fundamentam-se como uma importante ferramenta que expressa os períodos críticos de atuação dos principais agentes envolvidos nas diarreias em bezerras leiteiras.</p>
<p>Todavia, <strong>há aquelas diarreias de origem não infecciosa</strong>, ou seja, não possuem um agente patogênico como causador. Estas diarreias tendem a se desenvolverem mediante a situações que prejudicam a absorção intestinal, fazendo com que solutos se acumulem na luz do órgão.</p>
<p>O acúmulo de solutos resulta na formação de um meio com alta osmolaridade que possui a capacidade de atração hídrica para o intestino, aumentando assim a fluidez das fezes.</p>
<p>As causas das diarreias não infecciosas envolvem principalmente erros no manejo alimentar das bezerras, como a má higienização dos utensílios e a oferta de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sucedaneo-no-aleitamento-de-bezerras/" target="_blank" rel="noopener">sucedâneos</a></strong> de baixa digestibilidade.</p>
<p>Dentre os inúmeros efeitos que um quadro de diarreia ocasiona no animal, os principais são a desidratação, as perdas eletrolíticas e o desequilíbrio ácido-básico. Estes efeitos podem se apresentar em níveis variados, porém sempre possuem como característica o comprometimento do estado geral do animal e, consequentemente, facilitam a entrada de novos agentes infecciosos.</p>
<p><strong>Portanto, assim como em qualquer outra doença/distúrbio, na diarreia o ideal é que o diagnóstico seja feito precocemente</strong>. Também é importante que o tratamento comece a ser realizado o mais rápido possível a fim de evitar maiores complicações no organismo do animal.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-criacao-bezerras-leiteiras?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-criacao-bezerras&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-39650 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png" alt="E-book Criação de bezerras leiteiras" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Agentes causadores de diarreia em bezerras leiteiras</h3>
<p>Dentre os agentes causadores de diarreia em bezerras leiteiras durante a fase de aleitamento, os principais são:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/diarreia-neonatal-criptosporidiose-bovina-o-que-e-e-como-controlar/" target="_blank" rel="noopener">Criptosporidiose</a></strong>;</li>
<li>Coccidiose;</li>
<li>Salmonelose;</li>
<li>Colibacilose;</li>
<li>Clostridiose;</li>
<li>Coronavirose;</li>
<li>Rotavirose;</li>
<li>Diarreia Viral Bovina.</li>
</ul>
<p>Agentes comuns em bezerras como a <i>Escherichia coli </i>e alguns vírus tendem a ocasionar diarreia logo nos primeiros dias de vida, enquanto agentes como <i>Cryptosporidium spp. </i>acometem mais o sistema digestivo do 5º ao 15º dia de vida, em média.</p>
<p>Todos os principais agentes patogênicos citados possuem as vias oral e fecal como potenciais meios de transmissão. Além disso, a higiene das instalações e do ambiente constitui uma medida básica e essencial de profilaxia.</p>
<p>O gráfico a seguir demonstra o ponto crítico para ocorrência de diarreia em bezerras leiteiras de acordo com a idade (dias):</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-13507 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerras.jpg" alt="Casos de diarreia de acordo com a idade do bezerro" width="576" height="229" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerras.jpg 576w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerras-300x119.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerras-370x147.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerras-270x107.jpg 270w" sizes="(max-width: 576px) 100vw, 576px" /><span style="font-size: 10pt;">Número de casos de diarreia em bezerras leiteiras de acordo com a idade (dias)</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-13508" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerras-2.jpg" alt="Contagem de oocistos nas fezes de bezerros" width="544" height="290" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerras-2.jpg 544w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerras-2-300x160.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerras-2-370x197.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerras-2-270x144.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 544px) 100vw, 544px" /><span style="font-size: 10pt;">Dinâmica da excreção de oocistos de <em>Cryptosporidium spp</em>. (Fonte: Leite, 2014.)</span></p>
<h2>2. Infecções umbilicais</h2>
<p>O processo de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cura-de-umbigo-das-bezerras/" target="_blank" rel="noopener">cura de umbigo</a></strong> representa um dos primeiros cuidados que se <strong>deve realizar com as bezerras logo após o nascimento</strong>, visto que o umbigo do recém-nascido ainda está aberto e corresponde a uma grande porta de entrada de microrganismos.</p>
<p>Caso uma quantidade considerável de bactérias alcance as estruturas umbilicais intra-abdominais e se dissemine pelo organismo, várias alterações podem ser desencadeadas, dentre elas a septicemia, pneumonia, abcessos pulmonares e hepáticos, poliartrites, endocardites, encefalites etc.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Além destas alterações, um umbigo curado inadequadamente, ou não curado, representa um excelente atrativo de moscas que desencadeiam processos de miíases.</p>
<p><strong>Um dos métodos mais eficazes para avaliação da eficiência da cura de umbigo consiste na realização da palpação umbilical</strong>. Neste método objetiva-se o reconhecimento manual das estruturas umbilicais, classificando-as em escores de 0 a 2, sendo:</p>
<ul>
<li>0 &#8211; umbigo normal;</li>
<li>1 &#8211; umbigo com infecção externa;</li>
<li>2 &#8211; umbigo com infecção interna.</li>
</ul>
<p>Uma meta ideal seria de que no mínimo 90% das bezerras avaliadas expressem escore umbilical 0, ou seja, sem alterações.</p>
<p>O período recomendado para que a palpação seja feita corresponde da 2ª à 3ª semana de vida. Caso a avaliação seja realizada antes da 2ª semana de vida, as estruturas umbilicais se apresentarão em uma conformação diminuta que inviabiliza a identificação manual.</p>
<p>Por outro lado, caso a palpação seja feita após a 3ª semana de vida as estruturas umbilicais estarão em maior dificuldade para palpação devido ao aumento da resistência da musculatura abdominal das bezerras.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13509" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerras-3.jpg" alt="Anatomia umbilical dos bezerros" width="700" height="244" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerras-3.jpg 707w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerras-3-300x104.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerras-3-370x129.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerras-3-270x94.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<h2>3. Doença respiratória bovina (DRB)</h2>
<p>Normalmente, a patogênese das doenças respiratórias bovinas envolve a associação de fatores de estresse que comprometem os mecanismos de defesa do organismo, facilitando a infecção primária das vias respiratórias por um ou mais micro-organismos.</p>
<p>Sinais clássicos de <strong><a href="https://ebook.rehagro.com.br/escore-de-saude-respiratoria-de-bezerras-leiteiras?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=escore-pagina-blog" target="_blank" rel="noopener">problemas respiratórios em bezerras leiteiras</a></strong> envolvem corrimento nasal, tosse, aumento da frequência respiratória, alteração do padrão respiratório, letargia e febre (temperatura retal igual ou superior a 39,3°C).</p>
<p>Dentre a diversidade das doenças respiratórias bovinas, <strong>a pneumonia é a mais comum</strong>. Quadros crônicos de pneumonia possuem a característica de provocar consolidação do parênquima pulmonar, reduzindo assim a capacidade respiratória do animal para o resto da vida.</p>
<p>Além de uma <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/colostro-bovino-saiba-importancia/" target="_blank" rel="noopener">boa colostragem</a></strong>, assegurar uma adequada qualidade do ar nas instalações torna-se fundamental para evitar quadros de pneumonia. O ambiente onde as bezerras são alojadas deve ser seco, arejado e livre de odores e resíduos.</p>
<p>Conforme já mencionado anteriormente, a correta cura de umbigo também constitui um ponto importante para prevenção de pneumonia em animais recém-nascidos, visto a barreira química formada no cordão umbilical que impede a disseminação microbiana pelo organismo.</p>
<p>O gráfico a seguir demonstra os pontos críticos para ocorrência de pneumonia em bezerras leiteiras de acordo com a idade (dias):</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13510 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerras-4.jpg" alt="Número de casos de pneumonia em bezerras de acordo com a idade" width="606" height="325" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerras-4.jpg 606w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerras-4-300x161.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerras-4-370x198.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerras-4-270x145.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 606px) 100vw, 606px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Número de casos de pneumonia em bezerras leiteiras de acordo com a idade (dias)</span></span></p>
<h2>4. Tristeza parasitária bovina (TPB)</h2>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tristeza-parasitaria-bovina/" target="_blank" rel="noopener">tristeza parasitária bovina</a></strong> baseia-se em uma doença de grande ocorrência nacional, principalmente nas regiões Sudeste e Centro-Oeste.</p>
<p>Os impactos ocasionados na cadeia leiteira são importantes e a morbidade durante a fase de recria tende a ser elevada em propriedades que não realizam a prevenção e o monitoramento para a doença.</p>
<p>A tristeza parasitária é ocasionada pela associação de <strong>dois agentes etiológicos intra-eritrocitários</strong>, <strong>sendo a bactéria <i>Anaplasma marginale</i> e o protozoário <i>Babesia</i></strong>, com as espécies <i>B. bigemina </i>e <i>B. bovis</i>. Tanto a anaplasmose quanto a babesiose podem ser transmitidas através do uso de instrumentos perfurocortantes contaminados (agulha, bisturi, etc.).</p>
<p>O agente <i>Anaplasma marginale </i>ainda pode ser transmitido via picada de insetos hematófagos, como moscas e mutucas, e a <i>Babesia sp.</i> pode ser veiculada via repasto sanguíneo de carrapatos infectados.</p>
<p>Os sinais clássicos da doença incluem febre (temperatura retal igual ou superior a 39,3°C), letargia, apatia, alteração na coloração das mucosas (ictéricas, pálidas e/ou com presença de petéquias), corrimento lacrimal e perda de apetite.</p>
<p>Como profilaxia da tristeza parasitária bovina recomenda-se o controle de ectoparasitas e de insetos tanto nos animais quanto no ambiente, evitar o uso compartilhado de agulhas e realizar o monitoramento da temperatura retal dos animais.</p>
<p>Os animais positivos para a doença devem ser tratados o quanto antes, a fim de evitar a proliferação dos agentes, além de receberem tratamento de suporte com hidratação oral e/ou endovenosa e antipiréticos.</p>
<p>O gráfico a seguir demonstra o ponto crítico para ocorrência de tristeza parasitária bovina em bezerras leiteiras de acordo com a idade (dias):</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13511 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerras-5.jpg" alt="Número de casos de tristeza parasitária bovina em bezerras" width="610" height="313" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerras-5.jpg 610w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerras-5-300x154.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerras-5-370x190.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerras-5-585x300.jpg 585w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerras-5-270x139.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 610px) 100vw, 610px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Número de casos de TPB em bezerros leiteiros de acordo com a idade (dias)</span></span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-13512" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerras-6.jpg" alt="Exemplo de sintomas de TPB em bezerras" width="335" height="197" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerras-6.jpg 335w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerras-6-300x176.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/doencas-bezerras-6-270x159.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 335px) 100vw, 335px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Mucosas ictéricas (A) e pálidas com petéquias (B) em bezerras com TPB</span></span></p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Essas são algumas das principais doenças que podem acometer os bezerros e, por isso, merecem a atenção do produtor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ressaltando,<strong> juntamente com o oferecimento adequado do colostro, a cura do umbigo é uma medida sanitária prioritária</strong>, que influenciará diretamente a saúde do rebanho de qualquer criatório bovino. </span></p>
<h2>Garanta a saúde e o desempenho das bezerras com gestão eficiente</h2>
<p>As doenças que acometem bezerras podem comprometer todo o futuro produtivo do rebanho.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-14439 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg" alt="Bruno Guimarães" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Análise genômica para seleção de bovinos leiteiros: como funciona e seus benefícios</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/genomica-nas-fazendas-leiteiras/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2020 15:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos leiteiros]]></category>
		<category><![CDATA[fazendas]]></category>
		<category><![CDATA[gado de leite]]></category>
		<category><![CDATA[genético]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em tempos passados o melhoramento genético dos rebanhos leiteiros se dava somente através das ferramentas de seleção e acasalamento. A seleção consiste na triagem de indivíduos superiores pertencentes a um determinado rebanho. Ou seja, os indivíduos que possuem uma melhor performance produtiva e/ou reprodutiva quando comparados aos outros indivíduos do mesmo rebanho são selecionados para [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em tempos passados o melhoramento genético dos rebanhos leiteiros se dava somente através das ferramentas de seleção e acasalamento.</p>
<p>A seleção consiste na triagem de indivíduos superiores pertencentes a um determinado rebanho. Ou seja, os indivíduos que possuem uma melhor performance produtiva e/ou reprodutiva quando comparados aos outros indivíduos do mesmo rebanho são selecionados para permanecerem e perpetuarem a sua genética.</p>
<p>Já o acasalamento constitui a ferramenta onde os animais de melhor desempenho <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/indicadores-zootecnicos/" target="_blank" rel="noopener">zootécnico</a></strong> são direcionados para serem os pais da próxima geração.</p>
<p>Em resumo, ambas as ferramentas possuem como objetivo aumentar a frequência de genes favoráveis em uma determinada população.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Histórico e evolução da análise genômica</h2>
<p>Durante muito tempo, a análise do desempenho da cria de um determinado touro ou de uma determinada vaca <strong>foi o</strong> <strong>método mais eficaz para avaliação genética dos reprodutores</strong>. Este método ficou conhecido como Teste de Progênie, e é utilizado até os dias atuais devido a sua confiabilidade.</p>
<p>No entanto, uma de suas desvantagens se diz a respeito do longo tempo necessário para obtenção dos resultados. Também é válido citar a necessidade de ter uma progênie relativamente extensa para dar segurança aos dados.</p>
<p>Com o passar dos anos, por volta do final da década de 80 e início da década de 90, incorporou-se modelos estatísticos precisos nos programas de melhoramento genético. Este modelo ficou conhecido como Modelo Animal.</p>
<p>O modelo estatístico visa a associação dos dados de desempenho do próprio animal com os dados de sua matriz de parentesco (pai, mãe, irmãos, avós etc.). O intuito é ter uma estimativa e obtenção dos valores genéticos.</p>
<p>A inclusão de um modelo estatístico nos programas de melhoramento animal propiciou o avanço e a otimização das ferramentas de seleção e acasalamento. Como consequência, houve o aceleramento do progresso genético dos rebanhos em todo o mundo.</p>
<p>Nos anos de 2008/2009, nos Estados Unidos, a tecnologia da genômica foi lançada para a área da pecuária leiteira de modo a revolucionar todo o mercado da <strong>genética bovina</strong>.</p>
<p>Desde então, os testes genômicos têm mudado a forma como os produtores de leite tomam suas decisões, fazem a seleção e gerenciam os acasalamentos de seus rebanhos.</p>
<p><strong>A genômica permite aos técnicos e produtores a possibilidade de conhecer geneticamente os rebanhos</strong>, estratificando assim os grupos de animais que possuem uma genética superior ou inferior em diversos pontos.</p>
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<h2>Como funciona a análise genômica em bovinos leiteiros?</h2>
<p><strong>A análise genômica nos bovinos atua de modo a identificar marcadores moleculares que são de interesse econômico para os produtores.</strong></p>
<p>De forma a contextualizar melhor o assunto, marcadores moleculares são variações no material genético (genoma) que caracterizam as diferenças fenotípicas entre dois ou mais indivíduos. Variações fenotípicas estas que podem ser expressas em quesitos como:</p>
<ul>
<li>Ganho de peso;</li>
<li>Idade ao primeiro parto;</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-aumentar-a-produtividade-na-pecuaria-leiteira/" target="_blank" rel="noopener">Produção de leite</a></strong>;</li>
<li>Período de lactação;</li>
<li>Circunferência escrotal;</li>
<li>Pelagem, dentre outros.</li>
</ul>
<p>Vários são os tipos de marcadores moleculares existentes, sendo que os principais identificados pelos testes genômicos são os polimorfismos de base única (<em>Single Nucleotide Polymorphism</em> – SNP).</p>
<p>Este tipo específico de marcador molecular se <strong>baseia na alteração em uma única base na molécula de DNA de um indivíduo em comparação com um genoma de referência.</strong> E, como já mencionado, são justamente tais alterações que ditam as variações fenotípicas em uma população.</p>
<p>Através da tecnologia da engenharia genética foram desenvolvidos chips capazes de analisar e identificar detalhadamente o genoma dos animais. Para isto, basta coletar uma amostra de material genético (bulbo capilar, sangue etc.) do indivíduo e enviar para uma empresa/laboratório especializado no assunto.</p>
<p>Lá, esse material genético é processado por sistemas automatizados contendo chips com milhares de marcadores moleculares. Ao final de todo o processo é gerado um relatório contendo as informações genéticas específicas que foram identificados de um determinado animal.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-19587 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/foto-texto-genomica-1.jpg" alt="Vacas leiteiras em um galpão de fazenda de leite" width="719" height="403" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/foto-texto-genomica-1.jpg 719w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/foto-texto-genomica-1-300x168.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/foto-texto-genomica-1-370x207.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/foto-texto-genomica-1-270x151.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/foto-texto-genomica-1-150x84.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 719px) 100vw, 719px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Grupo Rehagro</span></p>
<h2>Benefícios da análise genômica para a pecuária leiteira</h2>
<p>Se formos comparar a avaliação genômica + avaliação convencional (pedigree, progênie) com a avaliação convencional isolada, notamos que ela propicia uma <strong>maior velocidade nas análises, maior acurácia dos valores e maior alcance do valor genético verdadeiro. </strong></p>
<p>No entanto, devemos sempre ter em mente que a avaliação genômica é um acelerador de todo o processo de melhoramento genético, e não um substituto.</p>
<p>Antigamente, por exemplo, um touro só teria seus primeiros valores genéticos divulgados com a idade de aproximadamente 7 a 8 anos. Isso porque precisaria esperar suas filhas nascerem e entrarem em idade reprodutiva e produtiva.</p>
<p>Nos dias atuais, com a tecnologia da genômica, não há essa necessidade, pois um touro já possui seus valores genéticos mensurados até mesmo antes da puberdade. Este exemplo demonstra claramente o auxílio que a genômica proporcionou para aumentar o progresso genético dos rebanhos bovinos.</p>
<p>Além dos benefícios já citados, as avaliações genômicas são utilizadas para mensurar características caras e complexas de serem medidas, de manifestação tardia, de baixa herdabilidade, medidas pós morte e também para correção dos valores da matriz de parentesco.</p>
<p>Outros grandes <strong>benefícios da utilização da genômica</strong> nas fazendas consistem:</p>
<ol>
<li>Na otimização de investimentos, visto a possibilidade de se obter dados genéticos de um animal pouco tempo após seu nascimento.</li>
<li>Aumentar os critérios de seleção da propriedade devido ao aumento da variedade de características mensuradas.</li>
<li>Aumentar a pressão de seleção do rebanho devido a maior acurácia dos valores.</li>
</ol>
<h2>Características analisadas na genômica</h2>
<p>Após o seu lançamento, os testes genômicos têm sido utilizados para identificação das características dos animais em diversos aspectos.</p>
<p>Os principais são os que envolvem particularidades de produção, saúde, conformação, habilidade de parto e <a href="https://rehagro.com.br/blog/doencas-reprodutivas-em-gado-de-leite/" target="_blank" rel="noopener"><strong>doenças</strong></a>. A maioria dessas características já eram mensuradas antes do advento da genômica. No entanto, esta tecnologia aumentou a velocidade de obtenção e a acurácia dos valores.</p>
<p>Dentro do critério de seleção de produção de leite, <strong>as características de maior destaque são relacionadas ao volume de leite produzido e a quantidade e ao percentual de produção de gordura e proteína.</strong></p>
<p>Atualmente, aumentamos bastante o número de rebanhos genotipados para a beta-caseína A2. Sua capacidade – quando em homozigose (A2A2) &#8211; não ocasiona distúrbios digestivos nos humanos consumidores de leite e derivados.</p>
<p>Os animais que sabidamente possuem o gene para beta-caseína A2 tendem a serem acasalados entre si para obtenção de uma progênie homozigota (A2A2). Logo, a tendência atual é de que cada vez mais se tenha rebanhos formados por animais com genótipo A2A2 para beta-caseína.</p>
<p>Com relação às doenças de cunho genético, estas são analisadas a partir de haplótipos &#8211; combinações alélicas que resultam na expressão de uma doença. Holandês, Jersey e Pardo Suíço são algumas das raças leiteiras que possuem haplótipos identificados para doenças (CVM, BLAD, BY etc).</p>
<p>As informações sobre os haplótipos podem ser importantes ferramentas na hora de realizar um acasalamento bem direcionado de modo a evitar a ocorrência de doenças genéticas.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>De modo geral, <strong>podemos concluir que as avaliações genômicas desempenham um importante papel no melhoramento do rebanho leiteiro.</strong> Elas contribuem em potencial para aumentar o progresso genético das populações.</p>
<p>No entanto, de nada adianta querer utilizar somente a genômica e fechar os olhos para as avaliações tradicionais (pedigree, progênie). Independente do avanço genômico, as informações de pedigree e de teste de progênie continuam sendo extremamente essenciais para condução do mapeamento e melhoramento genético dos rebanhos bovinos.</p>
<p>As ferramentas genéticas, quando bem utilizadas e manejadas, trazem bons retornos aos produtores nas mais diversas áreas, seja produção, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-reprodutivo-de-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener">reprodução</a></strong>, nutrição, sanidade, dentre outras.</p>
<h2>Do DNA ao tanque: transforme genética em produtividade e lucro</h2>
<p>A análise genômica é uma poderosa aliada para selecionar animais mais produtivos, saudáveis e rentáveis.</p>
<p>Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Pós-graduação em Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a aplicar ferramentas avançadas de genética, manejo e gestão para potencializar o desempenho do rebanho e tomar decisões mais assertivas no campo.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-14439 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg" alt="Bruno Guimarães" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Como realizar a cura de umbigo das bezerras? Saiba como avaliar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jun 2018 17:54:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante o período gestacional as estruturas umbilicais estabelecem a ligação materno-fetal para que haja fornecimento de nutrientes ao feto e sejam feitas trocas gasosas e metabólicas. Logo após ao parto essas estruturas se rompem, perdem a funcionalidade e originam o coto umbilical, que ainda assim possui importância para as bezerras recém-nascidas devido representar uma “ferida [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante o período gestacional as estruturas umbilicais estabelecem a ligação materno-fetal para que haja fornecimento de nutrientes ao feto e sejam feitas trocas gasosas e metabólicas.</p>
<p>Logo <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto/">após ao parto</a></strong> essas estruturas se rompem, perdem a funcionalidade e originam o coto umbilical, que ainda assim possui importância para as bezerras recém-nascidas devido representar uma “ferida aberta” que serve como porta de entrada de microrganismos do ambiente para o organismo.</p>
<p>Assim, <strong>o processo de cura de umbigo das bezerras representa um cuidado inicial extremamente importante para a saúde das leiteiras,</strong> impactando diretamente no seu desenvolvimento futuro.</p>
<p>Neste texto serão discutidos aspectos sobre a anatomia umbilical, consequências das onfalites, cura adequada do umbigo e monitoramento da saúde umbilical. Acompanhe!</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
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<h2>Anatomia umbilical e as consequências das onfalites</h2>
<p>Conforme demonstrado pela imagem abaixo, a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/saude-e-umbigo-do-bezerro/" target="_blank" rel="noopener">anatomia umbilical</a></strong> é composta por uma veia que se direciona diretamente ao fígado, por duas artérias que se distribuem pelo organismo e pelo úraco que estabelece ligação com a bexiga.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21324 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-6.jpg" alt="Anatomia do umbigo do bezerro" width="550" height="300" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-6.jpg 550w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-6-300x164.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-6-370x202.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-6-270x147.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-6-150x82.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 550px) 100vw, 550px" /></p>
<p>Conhecer as estruturas que compõem o umbigo das bezerras é essencial para entender as consequências das infecções umbilicais, denominadas também como <strong>onfalites</strong>.</p>
<p>O desfecho dos quadros de onfalite depende principalmente da estrutura umbilical acometida e da eficiência de processos como a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/colostro-bovino-saiba-importancia/" target="_blank" rel="noopener">colostragem</a></strong>.</p>
<p>O esquema apresentado abaixo expõe as principais consequências das onfalites de acordo com a estrutura umbilical acometida.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-15911" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-1.jpg" alt="Principais consequencias da onfalite em bezerras" width="624" height="182" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-1.jpg 624w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-1-300x88.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-1-370x108.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-1-270x79.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-1-150x44.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 624px) 100vw, 624px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-15912" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-2.jpg" alt="Onfalite em bezerros recém-nascidos" width="709" height="212" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-2.jpg 709w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-2-300x90.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-2-370x111.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-2-270x81.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-2-150x45.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 709px) 100vw, 709px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Casos de onfalite em bovinos recém-nascidos. (Fonte: Rafael Perez, Grupo Rehagro).</span></p>
<p>Além da possibilidade de acarretar alterações físicas e fisiológicas no organismo das bezerras, estudos demonstram que os distúrbios gerados pelas infecções umbilicais possuem correlação com <strong>redução da produção de leite</strong> <strong>já na primeira lactação.</strong></p>
<p>Em casos onde a bezerra não foi bem colostrada e desenvolveu onfalite, por exemplo, as consequências são ainda mais graves.</p>
<p>Onfalites não diagnosticadas e/ou não tratadas tendem a se complicar, ocasionando septicemia e levando os animais ao óbito.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-criacao-bezerras-leiteiras?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-criacao-bezerras&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39650 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png" alt="E-book Criação de bezerras leiteiras" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como realizar a cura do umbigo corretamente?</h2>
<p>Realizar a cura de umbigo significa imergir o coto umbilical até a sua base em uma <strong>substância antisséptica e desidratante</strong>. A substância que possui essas características e que é mais recomendada para este processo é a <strong>tintura de iodo com concentração a 10%</strong>.</p>
<p>Recomenda-se que a cura de umbigo seja feita imediatamente após o nascimento da bezerra, imergindo o cordão umbilical até a sua base na tintura de iodo durante aproximadamente 30 segundos.</p>
<p>A frequência mínima a ser adotada é de <strong>2 vezes por dia</strong>, até o dia em que o umbigo seque e se desprenda do abdômen.</p>
<p>A conservação da tintura de iodo ao abrigo da luz solar e da matéria orgânica é essencial para garantir o seu desempenho, visto que o contato do produto com esses fatores reduz a sua bioeficiência.</p>
<p>É por esses motivos que se indica o armazenamento do iodo em um recipiente âmbar (reduz a passagem de radiação solar) do tipo copo sem retorno (evita o retorno de sujidade do ambiente para a tintura).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-15913" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-3.jpg" alt="Processo de cura de umbigo de bezerros com tintura de iodo" width="379" height="308" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-3.jpg 379w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-3-300x244.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-3-370x300.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-3-270x219.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-3-150x122.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 379px) 100vw, 379px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Copo sem retorno para armazenamento da tintura de iodo. (Fonte: José Zambrano, Grupo Rehagro)</span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Como fabricar a tintura de iodo 10%?</h3>
<p>A tintura de iodo pode ser de origem comercial ou produzida pela própria fazenda. Independente da sua origem, a tintura deve ser de qualidade a fim de promover uma adequada cura de umbigo.</p>
<p>Na tabela a seguir está demonstrada uma fórmula de tintura de iodo 10% para fabricação na fazenda, confira.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-15914" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-4.jpg" alt="Fórmula da tintura de iodo para cura de bezerros" width="466" height="158" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-4.jpg 466w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-4-300x102.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-4-370x125.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-4-270x92.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-4-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 466px) 100vw, 466px" /></p>
<p>Como fazer a tintura:</p>
<ol>
<li>Macerar as 75 gramas de iodo metálico e as 25 gramas de iodeto de potássio, diluindo-as em 50 – 100 ml de água destilada.</li>
<li>Acrescentar 900 – 950 ml de álcool absoluto até que a tintura complete 1 litro.</li>
<li>Armazenar todo o volume em um frasco de cor âmbar, tampado e ao abrigo da luminosidade.</li>
<li>Transferir a tintura de iodo para o copo sem retorno quando necessário.</li>
</ol>
<h2>Como saber se a cura do umbigo está sendo eficiente?</h2>
<p>A eficiência da cura de umbigo deve ser monitorada constante e periodicamente.</p>
<p>Recomenda-se realizar a avaliação do umbigo das bezerras por meio de palpação manual cerca de <strong>15 a 20 dias após o nascimento</strong> para averiguar a eficiência do processo de cura de umbigo e detectar possíveis alterações/infecções.</p>
<p>O esperado é que bezerras com umbigo saudável apresentem diâmetro umbilical próximo ao de uma carga de caneta esferográfica.</p>
<p>Avaliações a campo observam que os animais oriundos de fecundação in vitro (FIV)/ transferência embrionária (TE) têm apresentado um maior diâmetro do umbigo, o que deve ser diferenciado dos casos de onfalite.</p>
<p>Palpações umbilicais realizadas fora do período ideal, ou seja, entre os 15 e 20 dias de idade, não são muito confiáveis, pois antes dessa fase o reconhecimento das estruturas umbilicais internas não é tão fácil e após os 20 dias aumenta-se a tensão da musculatura abdominal das bezerras, dificultando o acesso das estruturas pela palpação.</p>
<p>Durante a palpação deve-se classificar o umbigo em um escore de 0 a 2:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-15915" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-5.jpg" alt="Classificação do escore umbilical de bezerros" width="352" height="122" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-5.jpg 352w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-5-300x104.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-5-270x94.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-5-150x52.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 352px) 100vw, 352px" /></p>
<p>Uma meta comumente trabalhada como ideal é de que no mínimo <strong>90% das bezerras avaliadas apresentem escore umbilical 0</strong>, ou seja, sem alterações.</p>
<p>Dada a importância da saúde do umbigo, torna-se essencial intensificar e dar prioridade ao processo de cura de umbigo.</p>
<p>Casos de onfalite contribuem para redução do <a href="https://rehagro.com.br/blog/criacao-de-bezerras-leiteiras-e-seus-desafios/" target="_blank" rel="noopener"><strong>desempenho das bezerras</strong></a>, ocorrência de doenças concomitantes, aumento nos custos com tratamento e redução nas taxas de sobrevivência dos animais.</p>
<p>Avaliar a condição umbilical de forma periódica e sistemática através da palpação manual garante o monitoramento da eficiência do processo de cura de umbigo.</p>
<h2>Aprimore o manejo de bezerras e aumente a eficiência na fazenda</h2>
<p>A cura correta do umbigo é um dos primeiros passos para garantir a saúde e o bom desenvolvimento das bezerras.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende práticas modernas de manejo, gestão e sanidade que impactam diretamente a produtividade e a rentabilidade da sua fazenda.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Leite Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/cura-de-umbigo-das-bezerras/">Como realizar a cura de umbigo das bezerras? Saiba como avaliar</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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