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Alta produtividade em trigo: conheça o índice mais importante

O Brasil é um dos principais países produtores de grãos. É o número 1 em soja, fica em 3º lugar com o milho e o 4º maior em feijão. Já em relação ao trigo, consumimos mais do que produzimos.

A Abitrigo aponta que a necessidade de consumo brasileiro é de 11 milhões de toneladas de trigo, mas produzimos bem menos que isso, portanto, acabamos importando esse grão, geralmente da Argentina.

A alta no preço das commodities, no entanto, tem incentivado o crescimento da produção.

Segundo a Conab, na safra 20/21 a rentabilidade do triticultor chegou a 34%.

A Conab ainda projeta que, para a safra de 2021, a expectativa seja de 8,19 milhões de toneladas de trigo. Outro fator positivo é que estão apostando no “trigo tropical” do cerrado, pois tem potencial quantitativo e qualitativo. As novas técnicas de manejo permitem gerar sementes adaptadas ao clima.

Assim, o ponto focal do sucesso futuro do trigo brasileiro, está na semente!

Aliás, não é segredo para ninguém a importância da semente em qualquer cultivo. Ela é o principal insumo da produção cerealista e pode representar 20% ou mais nos custos totais.

A qualidade da semente reflete diretamente na colheita. A importância da semente está desde o potencial germinativo, até a distribuição correta e uniforme do estande.

Então, como é possível produzir mais trigo e com qualidade?

Claudio Isamu, que lecionou a disciplina de Ecofisiologia e Manejo das Lavouras visando elevadas produtividades (tópico Manejo da Cultura do Trigo – Pós Graduação em Produção de Grãos do Rehagro), explica que para obter altas produtividades em trigo, é preciso primeiro entender a semente.

E como a semente é o insumo mais importante e de forte impacto no custo de uma produção, o primeiro passo é saber: quantas sementes de trigo você vai precisar em um hectare?

Cláudio diz que já fez essa pergunta para vários profissionais da área, mas as respostas são sempre vagas ou inconsistentes.

Produtores, consultores, representantes de empresa destinados à cultura trigo: quantos quilos de semente de trigo usamos por hectare? Aí escutamos: 180Kg, 200Kg, até 220Kg de semente. Eu digo a vocês: depende do PMS!”

No vídeo abaixo, com menos de 4 minutos, Cláudio explica detalhadamente e mostra como fazer esse cálculo de PMS para a cultura do trigo. Confira:

Soja e milho também são calculados por meio do PMS. No caso da soja, até a compra da semente leva isso em conta.

É um trabalho demorado, exige paciência e concentração, mas é extremamente necessário para garantir um estande adequado, alta produtividade e redução de custos com esse insumo, uma vez que estará calculado corretamente.

Outro ponto a se levar em conta são as características específicas da variedade e cultivar que você pretende produzir.

Seja triticultor, sojicultor ou demais cereais, a produção depende de muitos fatores, sejam eles climáticos ou de manejo.

Ano após ano a demanda por grãos aumenta, pois muitos são usados no consumo humano in natura, seus derivados como a farinha e também na alimentação animal.

Para produzir muito e alcançar resultados acima da média, é preciso se atualizar no mercado tecnológico, consumidor e cumprir as novas exigências do mercado agrário.

Seja um especialista em grãos

A Pós-graduação em Produção de Grãos do Rehagro foi eleito o melhor curso EAD do setor pela revista Exame e isso tem diversas razões. Primeiro, porque é um curso completo. Todos os professores são consultores, ou seja, eles lidam diariamente no campo e sabem as reais necessidades do produtor.

O curso aborda outros fatores de enorme importância para a produção de grãos, como: 

  • Fertilidade;
  • Manejo;
  • Proteção contra pragas, doenças e plantas daninhas;
  • Agricultura de precisão e muito mais.

Você se tornará especialista em produção de grãos, com certificado Rehagro. Inclusive, com feedbacks personalizados e individuais. O objetivo é claro: transformar sua vida por meio do agronegócio.

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